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IV Premio Iberoamericano de Ciudades Digitales 2007

Mejor Práctica en la Categoría e-inclusión

Muncipios Minas Gerais

Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social


ÍNDICE

1. INTRODUCCIÓN ............................................................................................................................................... 2
2. DESCRIPCIÓN DE LA INICIATIVA: OBJETIVOS, ACTIVIDADES E IMPACTO................................ 3
2.1. PLANIFICACIÓN ............................................................................................................................................... 3
2.2. OBJETIVOS ...................................................................................................................................................... 4
2.2.1. Objetivo Geral: ...................................................................................................................................... 4
2.2.2. Objetivos específicos:............................................................................................................................. 4
2.3. IMPLEMENTACIÓN ........................................................................................................................................... 5
2.3.1. Iniciação do Projeto............................................................................................................................... 5
2.3.2. Planejamento da Unidade Piloto do Município ..................................................................................... 6
2.3.3. Implantação da Unidade Piloto (Operação Experimental) ................................................................... 6
2.3.4. Operação da Unidade Piloto ................................................................................................................. 6
2.3.5. Encerramento do Projeto ....................................................................................................................... 6
2.4. GESTIÓN DE LA INICIATIVA ............................................................................................................................. 7
2.5. CONECTIVIDAD, SISTEMAS DE INFORMACIÓN Y ACCESO ................................................................................ 7
3. SOSTENIBILIDAD ........................................................................................................................................... 10
4. RESULTADOS................................................................................................................................................... 12
5. LECCIONES APRENDIDAS Y TRANSFERIBILIDAD .............................................................................. 13
6. MUNICÍPIOS PARTICIPANTES DO PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA GESTÃO
SOCIAL ...................................................................................................................................................................... 14
6.1. ARACUAI ................................................................................................................................................... 14
6.2. DIAMANTINA............................................................................................................................................ 14
6.3. JANUARIA.................................................................................................................................................. 14
6.4. PIRAPORA.................................................................................................................................................. 15
6.5. UBERABA................................................................................................................................................... 15
6.6. SANTA VITÓRIA ....................................................................................................................................... 15
6.7. PATOS DE MINAS..................................................................................................................................... 15
6.8. VESPASIANO............................................................................................................................................. 16
6.9. DIVINÓPOLIS ............................................................................................................................................ 16
6.10. SÃO JOÃO DEL-REI .............................................................................................................................. 16
6.11. BOCAIÚVA............................................................................................................................................. 17
6.12. FRONTEIRA ........................................................................................................................................... 17
6.13. ITAPAGIPE ............................................................................................................................................. 17
6.14. MONTES CLAROS................................................................................................................................. 18
6.15. JOÃO MONLEVADE ............................................................................................................................. 18
6.16. ITABIRITO.............................................................................................................................................. 18
1. INTRODUCCIÓN

O Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social (PITGS), que será apresentado, refere-
se principalmente à concepção européia de Cidade Digital, que consiste na utilização de
Tecnologia de Informação para melhora da qualidade de vida.

A qualidade de vida dos cidadãos, a competitividade econômica e a integração social são os


objetivos principais de uma Cidade Digital, que utiliza de tecnologias digitais de informação e
de telecomunicação para a melhoria da saúde, a efetiva redução da burocracia
administrativa, a capacidade de geração de trabalho qualificado e de teletrabalho (trabalho a
distância), simplificação e transparência dos processos de decisão, a diversidade da
informação recebida ou tratada, a abertura e reconhecimento dos processos de educação e
de formação profissional, a generalização segura do comércio eletrônico, a oferta de novos
modos de lazer, o apoio a cidadãos com necessidades especiais, entre muitas outras
dimensões1. O PITGS tem como foco principal a melhoria nas áreas de saúde e serviço social
e o aprimoramento do processo de decisão diante das atividades rotineiras, a partir do uso
estratégico da informação, pelos diversos escalões envolvidos na prestação desses serviços
públicos.

No Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social, o governo do estado exerce papel


protagônico no incentivo a constituição de cidades digitais. O objetivo da SECTES é, por
meio do PITGS, despertar nos municípios mineiros a concepção de Cidade Digital e a
importância da incorporação de práticas de e-governo de modo a potencializar o processo
administrativo e a prestação de serviços à população. Ainda existe a preocupação do PITGS
em garantir a sustentabilidade do projeto no município. Para tanto, são utilizadas estratégias
de capacity building de modo que os municípios tornem-se autônomos na condução de
processos de inovação contínua.

Assim como ocorre com Cidade Digital, são vários os conceitos de governo eletrônico.
Dentre eles, a definição de Lenk & Traunmüller é a que melhor se aplica ao projeto.
Segundo Lenk & Traunmüller, são quatros as perspectivas acerca de Governo Eletrônico2:

1. A Perspectiva do Cidadão - visando oferecer serviços de utilidade pública ao cidadão


contribuinte;
2. A Perspectiva de Processos - visando repensar o modus-operandi dos processos
produtivos ora existentes no Governo, em suas várias esferas, tais como, por
exemplo, os processos de licitação para compras (e-procurement);
3. A Perspectiva da Cooperação - visando integrar os vários órgãos governamentais, e
estes com outras organizações privadas e não-governamentais, de modo a o
processo decisório possa ser agilizado, sem perda de qualidade, assim como
evitando-se fragmentação, redundâncias etc. hoje existentes nas relações entre
esses vários atores;
4. A Perspectiva da Gestão do Conhecimento - visando permitir ao Governo, em suas
várias esferas, criar, gerenciar e disponibilizar em repositórios adequados, o
conhecimento tanto gerado quanto acumulado por seus vários órgãos.

1Script Nova- Revista Eletrônica de Geografia e Ciência Sociais <http://www.ub.es/geocrit/sn/sn-170-36.htm>


Acesso em 02 de março de 2007.
2 EBAPE / FGV. <http://www.ebape.fgv.br/e_government/asp/dsp_oquee.asp> Acesso em 05 de março de 2007.

2
Fonte: EBAPE/FGV

2. DESCRIPCIÓN DE LA INICIATIVA: OBJETIVOS, ACTIVIDADES E IMPACTO

2.1. PLANIFICACIÓN

O Brasil é um país de extremos. Possui empresas e indústrias cujos avanços tecnológicos


fazem competição frente às melhores indústrias do mundo, firmando o alto nível tecnológico
do país. Mas infelizmente todo esse conhecimento tecnológico já desenvolvido dentro do
Brasil pouco tem contribuído para a promoção da saúde, controle de vulnerabilidade e
redução do risco social.

Pensando nessa situação díspar, concebeu-se, no âmbito da Secretaria de Estado de Ciência,


Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (SECTES), o Programa Banco de Dados Social,
com o objetivo de fomentar a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de informação,
para inovar a prestação dos serviços de saúde pública e serviços sociais no nível municipal.
Dentro do programa foi criado o Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social
(PITGS), por meio do qual se dá a transferência e capacitação para uso dessas tecnologias
aos municípios participantes do projeto, promovendo melhorias na prestação dos serviços
públicos municipais, e na otimização da elaboração e planejamento de políticas públicas
sociais.

O projeto surgiu da constatação, por parte do governo do estado, de que era necessário
incentivar a constituição de cidades digitais e pela identificação de municípios interessados
na incorporação de governo eletrônico, como estratégia para potencializar a sua prestação
de serviços à população. O foco do PITGS é a utilização de práticas de governo eletrônico
para auxiliar o gerenciamento das áreas de saúde e assistência social.

A maioria dos municípios é desprovida de um modelo sistêmico, convergente e difusor de


informações, que se encontram de forma segmentada, retidas em diferentes setores da
administração pública.

A estratégia de adoção de e-governo do PITGS parte da integração da base de dados do


município, da implantação de novas ferramentas tecnológicas e na realização do programa
de capacitação, não apenas para utilização das tecnologias, mas, sobretudo, para liderança
e autonomia dos processos de inovação. A introdução de inovações tecnológicas acaba por

3
promover mudanças institucionais, o que pode levar a revisão no modelo de gestão
municipal ou a reestruturações dos processos e das formas de prestação dos serviços
públicos.

O Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social (PITGS), no ano de 2006, contou com a
participação de 16 municípios mineiros: Araçuaí, Bocaiúva, Dimantina, Divinópolis,
Fronteira, Itabirito, Itapagipe, Januária, João Monlevade, Montes Claros, Patos de Minas,
Pirapora, Santa Vitória, São João del-Rei, Uberaba e Vespasiano Projeto de Inovação
Tecnológica na Gestão Social tem como objetivos:

2.2. OBJETIVOS

2.2.1. Objetivo Geral:

Inovar os processos de gestão social nos municípios pela integração da atenção básica
à saúde à assistência social, por meio do uso de tecnologias (Informação e Tecnologia da
Informação), com foco na melhoria da qualidade de vida da população, em especial, às
famílias de baixa renda e em condições de vulnerabilidade social.

2.2.2. Objetivos específicos:

Promover as competências municipais para a inovação;


Fomentar mudanças nas práticas de gestão pública municipal;
Implantar, avaliar e consolidar as tecnologias de apoio à gestão social;
Capacitar os gestores sociais e os profissionais ligados aos serviços públicos de
saúde e assistência social para utilização das tecnologias de apoio à gestão social;
Habilitar o município a usufruir informações sócio-sanitárias consolidadas;
Permitir a identificação única dos usuários dos serviços municipais de saúde e
assistência social e o acesso às informações necessárias ao atendimento integral;
Otimizar a utilização dos recursos públicos aplicados na atenção à saúde e
assistência social, a partir das informações disponibilizadas pelas tecnologias,
acerca da realidade social dos municípios e das famílias.
Desenvolver a Sociedade de Informação e do Conhecimento de forma a criar
competências municipais aplicadas que criem valor econômico para a cidade,
aumentando a qualidade de vida dos seus cidadãos e promover a competitividade
das suas empresas e o seu desenvolvimento sustentado.

O Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social visa, entre outros, estabelecer nos
municípios, através das práticas de governo eletrônico e capacity building a incorporação da
identidade de Cidade Digital.

No contexto atual dos municípios existe uma grande lacuna entre as ações voltadas para a
área de saúde e assistência social, principalmente no quesito de coleta de dados. Para tanto,
foram desenvolvidas ferramentas tecnológicas a fim de reduzir este distanciamento, com o
intuito de oferecer melhores serviços à população, direcionando e tornando mais eficientes
as políticas públicas e a própria gestão social do município.

A estratégia do Projeto se pauta no princípio de que pela integração das diversas bases
de dados existentes no município, por meio da informação e tecnologias da informação
(TI), é possível ampliar o acesso a informações sócio-sanitárias integradas e consolidadas,
utilizando-as no planejamento mais eficiente das áreas de atenção básica à saúde e
assistência social (ver figura 2: Esquematização da estratégia do Projeto Inovação
Tecnológica na Gestão Social).

4
I + TI p/ I + TI p/ Melhor Melhor Eficiência na
integração da análise das conhecimento planejamento prestação
base de informações da realidade Saúde e de serviços
dados sócio-sanitária Assist. Social à população

Figura 2 - Esquematização da estratégia do Projeto Inovação Tecnológica na Gestão Social.

2.3. IMPLEMENTACIÓN

O Projeto foi executado em 5 etapas, que consistem respectivamente na fase


de iniciação do projeto, planejamento da unidade piloto, implantação da unidade piloto e
encerramento do projeto.

Figura 3 - As fases do Projeto Inovação Tecnológica na Gestão Social.

Em cada uma dessas fases, o município possui uma agenda de atividades que precisa
cumprir, conforme descrição abaixo:

2.3.1. Iniciação do Projeto

Na primeira fase, os municípios candidatos foram selecionados no processo seletivo para


ingresso no projeto e celebraram o Convênio de Cooperação Técnica com a SECTES, onde
foram estabelecidos os papéis e as responsabilidades de cada uma das partes. Nessa fase,
preparou-se a elaboração da documentação que orienta o desenvolvimento do projeto no
município.

Além de preparar essa documentação, na fase de iniciação, foram tomadas as providências


para implantação do projeto no município, dentre elas a seleção dos membros que
comporão o Núcleo da Atenção Social no município.

O Núcleo da Atenção Social é a equipe multidisciplinar responsável pela coordenação e


desenvolvimento do projeto no município, além de ser o principal contato com a SECTES.
Esta equipe é composta por representantes das Secretarias de Saúde, Assistência Social e
Planejamento; por coordenador (distrital/municipal) do PSF; por coordenador

5
(distrital/municipal) do CRAS; por técnico de informática e analista de informação, devendo
totalizar um mínimo de 5 (cinco) integrantes.

2.3.2. Planejamento da Unidade Piloto do Município

Nesta fase, os membros do Núcleo da Atenção Social começaram a participar dos Programas
de Capacitação e de Intercâmbio de Experiências. As oficinas de capacitação têm como
objetivo auxiliar no planejamento da unidade que receberá as tecnologias de apoio à gestão
social.

2.3.3. Implantação da Unidade Piloto (Operação Experimental)

Nesta fase, as tecnologias de apoio à gestão social chegaram até a unidade de PSF/CRAS
definida pelo município como piloto para implantação do Projeto. Para plena execução dessa
etapa, foi necessário o desenvolvimento das seguintes atividades:

Mobilização das equipes de profissionais da unidade piloto;


Implantação da infra-estrutura de TI;
Construção do Banco de Dados Social propriamente dito, alfa e espacial, que envolve
a importação do Cadastro Técnico, e dos dados do Sistema de Informação da
Atenção Básica (SIAB – aplicativo fornecido pelo Ministério da Saúde e utilizado pelas
equipes de PSF), a digitação dos dados complementares, e a preparação para
importação do Cadastro Único e do Cartão SUS;
Instalação do Sistema de Informação da Atenção Social – GeoSocial, que envolve a
configuração do servidor e a configuração da unidade piloto;
Treinamento dos usuários do Sistema GeoSocial;
Operação Experimental da Unidade Piloto da Atenção Social;
Elaboração do relatório de implantação da unidade piloto: no qual devem estar
especificados os procedimentos adotados nessa fase, os prazos estipulados para cada
atividade, as principais dificuldades enfrentadas pelo município e as boas práticas
desenvolvidas. Como produto dessa etapa, tem-se o BD Social construído e
consolidado na área piloto.

2.3.4. Operação da Unidade Piloto

Nesta fase, as equipes de PSF/CRAS da unidade piloto e demais profissionais envolvidos já


estavam aptos a fazer uso efetivo das tecnologias de apoio à gestão social. Esses agentes
possuem um papel fundamental nesta etapa, pois são eles que testaram e avaliaram as
tecnologias, propondo atualizações e melhorias nas mesmas.

Além da operação das tecnologias, são atividades dessa etapa:

Utilização da tecnologia Cogitare para elaboração do Perfil Território – diagnóstico das


condições sócio-sanitárias do território onde foram implantadas as tecnologias;
Elaboração do Relatório de Avaliação da implantação da Unidade Piloto.

2.3.5. Encerramento do Projeto

Na fase de encerramento foi realizada uma avaliação geral, contemplando todos os aspectos
e etapas do projeto. Foi desenvolvida uma metodologia específica, que permite uma auto-
avaliação do município, fornecendo, à equipe do Núcleo da Atenção Social e gestores sociais,
instrumentos para a tomada de decisão sobre a continuidade do projeto no município, o que
significa a expansão das tecnologias de apoio à gestão social para as demais unidades de
PSF e CRAS.

6
2.4. GESTIÓN DE LA INICIATIVA

O Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social (PITGS) tem duração de,


aproximadamente, 2 anos, quando ao final do período, espera-se que o município tenha
conquistado autonomia nas práticas de governo eletrônico, sendo capazes de dar
continuidade ao processo de inovação tecnológica na gestão social.

Após 2 anos de projeto, o município participante tem constituído um banco de dados sociais
integrado, interoperável com os sistemas federais e municipais. Além disso, os servidores e
profissionais de saúde e assistência social estarão capacitados para utilizar as tecnologias e
para uso estratégico de informações sócio-sanitárias na tomada de decisões diárias da rotina
de trabalho.

Os recursos investidos no projeto são:

- Humanos: equipe multidisciplinar composta por profissionais da área de saúde, assistência


social, planejamento municipal e gestão, coordenadores dos Programas de Saúde da Família
e Centros de Referência da Assistência Social, analistas de informação e técnicos em
informática
- Financeiros: foram investidos na pesquisa, desenvolvimento, transferência e capacitação
para uso das tecnologias de apoio à gestão social, em 2 anos de projeto, o montante de R$
2.800.000,00.
- Tecnológicos: devido à dispersão geográfica dos municípios participantes do Programa
Banco de Dados Social, os recursos tecnológicos usados para gestão do projeto são,
principalmente, ferramentas de comunicação a distância como vídeo e áudioconferências e o
portal do projeto: www.bdsocial.mg.gov.br.
- Didáticos: material - impresso, vídeo, eventos presenciais, multimídia -, informativo e
formativo para gerenciamento do projeto por parte dos municípios e para capacitação dos
municípios na reaplicação dos conhecimentos adquiridos.

O gerenciamento do projeto é realizado por gerente indicado

Importante ressaltar que não existe no Brasil nenhuma iniciativa de tecnologia de


informação que integre as áreas de saúde pública e assistência social como esta que está
sendo realizada no estado de Minas Gerais. O objetivo final é abranger todos os 853
municípios de Minas Gerais, potencialmente afetando 3.309 equipes de PSF que cuidam
aproximadamente de 11.4 milhões de pessoas.

O PITGS é coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de


Minas Gerais, mas sua sustentação e apoio está na Rede de Inovação Tecnológica para a
Gestão Social (RITGS), cujos membros são empresas de base tecnológica,, Instituições de
Ensino superior e e governo estadual e local – ver item 5 Sustentabilidade.

2.5. CONECTIVIDAD, SISTEMAS DE INFORMACIÓN Y ACCESO

Hoje, em quase todos os municípios brasileiros, a informação que se encontra dispersa em


várias unidades dos serviços municipais e não é compartilhada entre elas, pode ser
integrada de forma a criar um novo modelo de atenção à saúde e à assistência social,
monolítico sob o ponto de vista das necessidades e conveniências da população usuária. Ao
mesmo tempo, as diversas secretarias são contempladas nas suas especificidades,
garantindo condições para execução de suas políticas setoriais, sem perda da visão holística
dos cidadãos e suas famílias. (ver figura 4: Integração de serviços e políticas sociais a partir
do uso da informação e tecnologia da informação).

7
Figura 4 - Integração de serviços e políticas sociais a partir do uso da informação e tecnologia da informação.

As tecnologias de apoio à gestão social desenvolvidas pelo Projeto foram implantadas no ano
de 2006 em 16 municípios que fizeram a opção pela adoção do Programa Saúde da
Família (PSF), como estratégia de atenção básica à saúde. Elas permitem a integração, no
nível municipal, dos cadastros dos principais sistemas de informação da proteção social do
Governo Federal e a interoperabilidade3 com estes sistemas. A informação sócio-sanitária
trazida e atualizada mensalmente pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) é armazenada
em um único banco de dados (o BD Social) e compartilhada pelas diversas unidades da
administração pública. (ver figura 5: As tecnologias de apoio à gestão social e a
interoperabilidade com os sistemas federais). Desse modo, partindo de um mesmo ponto de
vista do indivíduo e de sua família, as secretarias de saúde, assistência social, planejamento
e gestão, principalmente, podem dispor de informações de qualidade no planejamento de
suas políticas e na programação de suas ações (intersetoriais ou setoriais) e no
acompanhamento das condições sociais. A experiência de dois ano de Projeto mostrou que
essas informações podem também ser utilizadas e orientar o planejamento das áreas de
Saneamento, Habitação, Transporte e Educação.

3 Interoperabilidade é a capacidade de um sistema (informatizado ou não) de se comunicar de forma transparente (ou


o mais próximo disso) com outro sistema (semelhante ou não).

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Figura 5 - As tecnologias de apoio à gestão social e a interoperabilidade com os sistemas federais.

As tecnologias de apoio à gestão social são destinadas às equipes e à coordenação do


Programa Saúde da Família (PSF), do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS),
aos gestores sociais e demais profissionais das áreas de saúde, assistência social e
planejamento. Têm como objetivo realizar a integração de diversos cadastros em um único
banco de dados, de forma que o mesmo esteja acessível a todas as secretarias, contribuindo
assim na tomada de decisão dos gestores públicos, na avaliação e monitoramento dos
programas sociais, na integração das políticas públicas da área social, na definição de
prioridades de intervenção, bem como na adoção de medidas de correção e controle das
políticas sociais, com base no monitoramento de sua execução.

As tecnologias de apoio à gestão social desenvolvidas pelo Programa Banco de Dados Social
e utilizadas pelos municípios participantes do Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão
Social são as seguintes:

BD Social integra, no nível municipal, os cadastros dos principais sistemas de


informação da proteção social do Governo Federal: Cadastro dos Usuários do Sistema
Único de Saúde (SUS); Cadastro do Sistema de Informação da Atenção Básica
(SIAB); Cadastro Único. As informações contidas nos cadastros são tratadas com o
auxílio de ferramentas de geoprocessamento do GeoSocial que facilitam a
identificação espacial dos problemas sociais nos municípios e a formulação de
respostas mais adequadas.
O sistema COGITARE é uma ferramenta à disposição da coordenação municipal ou
distrital do Programa Saúde da Família (PSF), Centro de Referência da Assistência
Social (CRAS) e das equipes dos programas para a realização de suas funções
gerenciais (análise; planejamento e programação de ações; monitoramento). Além
disso, através dele foi desenvolvido um conjunto de indicadores e metodologias
próprios para análise da situação sócio-sanitária do território.
GeoTools é uma ferramenta que tem como principal função dar suporte as operações
necessárias a composição do BD Social, permitindo ao Município agregar as
informações registradas no Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB),
Cadastro Único, Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde e no
Cadastro Técnico Municipal.
O GeoSocial é um sistema de informação que engloba todas as funções do Sistema
de Informação da Atenção Básica (SIAB) que é utilizado pelas equipes do Saúde da

9
Família e oferece, além destas, funções que permitem a integração com os
programas e serviços da assistência social. Desta maneira, o trabalho de coleta e
atualização dos dados das famílias e das pessoas, realizado pelos agentes
comunitários de saúde pelos pode ser compartilhado pelos demais programas sociais
do município, garantindo informações de qualidade para a tomada de decisões e
acompanhamento das condições sociais. Está sendo desenvolvida uma nova versão
do sistema, com a participação dos municípios conveniados com a SECTES, que
facilitará a integração do trabalho das equipes do PSF e do CRAS.

3. SOSTENIBILIDAD

O Projeto Inovação Tecnológica na Gestão Social tem como metodologia de trabalho o


desenvolvimento colaborativo. Dessa forma, as tecnologias desenvolvidas contam com a
cooperação e validação dos municípios participantes do projeto, sendo fruto de projetos de
pesquisa desenvolvidos no âmbito da Rede de Inovação Tecnológica na Gestão Social
(RITGS). A RITGS é um arranjo interinstitucional entre universidades, empresas de base
tecnológica, institutos de ciência e tecnologia e governo, em seus âmbitos municipal e
estadual, orientado para a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias que buscam inovar
a gestão social praticada nos municípios. Para tanto é importante desenvolver dentro do
próprio município uma Rede da Atenção Social para que o processo de Inovação Tecnológica
na Gestão Social seja contínuo e autosustentável.

Figura 6 - A Rede de Inovação Tecnológica na Gestão Social.

A formação da Rede da Atenção Social é fundamental para garantir a sustentabilidade do


Projeto no longo prazo, uma vez que ela transcende o poder público e envolve a mobilização
de outras pessoas e instituições que estão empenhadas na viabilização do projeto, tornando-
o menos suscetível à alteração de administrações municipais.

Em cada município participante do projeto, a Rede da Atenção Social assumiu uma


configuração específica de atores e responsabilidades, de acordo com as características
locais. A figura 6 mostra o mapa dos principais grupos de públicos que podem atuar
efetivamente ou vir a colaborar no processo. Geralmente, essa rede envolve desde os

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representantes do poder público, passando pelo quadro técnico de profissionais da saúde e
assistência social, por grupos da sociedade civil organizada que já se encontram mobilizados
por causas semelhantes, chegando até aos beneficiários finais: os usuários e suas famílias,
os quais, mobilizados, também podem contribuir para o pleno desenvolvimento do projeto.

Figura 7 – A Rede da Atenção Social no município.

Além disso, o projeto também conta com um Programa de Capacitação para utilização das
tecnologias e com um Programa de Intercâmbio, embrião da formação de uma comunidade
de prática da Atenção Social.

O Programa de Capacitação tem como objetivo treinar, capacitar e munir de informação e


conhecimento as equipes do Núcleo da Atenção Social e demais envolvidos, de maneira que
o desenvolvimento do projeto se dê de forma plena e eficiente.

O Programa de Capacitação é um processo contínuo e suas atividades perpassam as várias


etapas do projeto: desde o momento da Iniciação até o momento do Encerramento. Possui
um calendário específico de oficinas, mini-cursos e cursos e acontece regularmente ao longo
do desenvolvimento do projeto, por meio de encontros presenciais e da plataforma de
educação a distância.

As atividades de capacitação possuem conteúdos diversos e podem ser de caráter técnico,


conceitual, metodológico ou gerencial.

O Programa de Capacitação tem por objetivo qualificar o município de modo que ele seja
capaz não somente de incorporar e reaplicar os conhecimentos adquiridos, mas,
principalmente, de fomentar: o processo de inovação numa revisão contínua do modus-
operandi dos processos produtivos do governo local, em suas várias esferas; e a integração
dos várias secretarias municipais, de modo a agilizar o processo decisório, sem perda de

11
qualidade, assim como evitar fragmentação, redundâncias existentes nas relações entre
esses vários atores públicos.

O Programa de Capacitação também é uma oportunidade para os representantes dos vários


municípios se conhecerem, trocar idéias e experiências e trabalhar cooperativamente na sua
região. É responsabilidade do município, como cláusula estabelecida no convênio, garantir a
participação de seus representantes nessas atividades, que serão convidados seletivamente,
segundo as especificidades dos treinamentos.

O Programa de Intercâmbio e Experiências objetiva promover o intercâmbio e a troca de


experiências entre todos os representantes dos municípios participantes do projeto. É
composto pelas Rodadas Técnicas, que são encontros presenciais temáticos e com
programação específica.

4. RESULTADOS

O principal benefício do Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social é, sem dúvida, a


melhoria na prestação dos serviços de saúde e assistência social, nas suas unidades de
atendimento, que são as unidades do Programa Saúde da Família (PSF) e do Centro de
Referência da Assistência Social (CRAS). Os demais benefícios concorrem para este, a saber:

A. Identificação única dos usuários dos serviços municipais de saúde e assistência


social, de forma a ser compartilhada pelas diversas unidades administrativas e
também, caso seja de interesse do município, por outras instituições que atuam na
seguridade social;
B. Apropriação pela administração municipal de informações sócio-sanitárias
consolidadas que orientam o planejamento das áreas de saúde e assistência social;
C. Elaboração de diagnóstico sócio-sanitário da comunidade de um território vinculado a
uma determinada unidade de PSF e/ou CRAS, sendo possível a comparação desse
diagnóstico com os produzidos para outras comunidades, municípios, ou até mesmo
do próprio município com a média do Estado;
D. Elaboração de Agenda da Atenção Social: declaração de objetivos para redução da
vulnerabilidade sócio-sanitária da comunidade, envolvendo lideranças locais;

Os benefícios do Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social também podem ser


enumerados na perspectiva de seus três públicos principais: os usuários do sistema público
de saúde e dos serviços de assistência social; os profissionais diretamente envolvidos com o
atendimento aos usuários, em especial, os que compõem as equipes do PSF e do CRAS; e os
gestores municipais da área social.

A. Benefícios diretos para os usuários dos serviços públicos: as tecnologias de


informação de apoio à gestão social permitem conhecer com propriedade a realidade
social de cada cidadão e de cada família; pois com elas o cidadão é visto como um
todo:

i. Integralidade no atendimento às necessidades dos cidadãos;


ii. Agilidade no atendimento;
iii. Comodidade para os cidadãos que não precisam ir a vários lugares para receber
atendimento e nem preencher vários cadastros diferentes;
iv. Maior precisão na realização de diagnósticos em função do acesso ao histórico do
paciente e de informação complementares, tais como condições de moradia,
saneamento, emprego etc;

12
a. Benefícios diretos para os profissionais da saúde e assistência social: a
reunião dos dados dos pacientes/ usuários em um único cadastro permite uma visão
global de suas necessidades, possibilitando que o profissional conheça melhor a
população do território de seu atendimento:

i. Acesso a informações verificadas e consolidadas, eliminando a duplicidade de


dados;
ii. Mais praticidade no acesso às informações dos pacientes/ usuários, na
atualização dos registros evitando perda de informações e na produção dos
relatórios;
iii. Maior eficiência no planejamento das ações, na programação dos
atendimentos, na utilização de recursos e na prestação de contas;
iv. Maior precisão na realização de diagnósticos em função do acesso ao histórico
do paciente e de informação complementares, tais como condições de
moradia, saneamento, emprego etc;
v. Implementação de assistência preventiva, identificação e prevenção de
disseminação de epidemias e surtos sociais;
vi. Auxílio na análise da necessidade de redimensionamento de profissionais por
equipe ou da necessidade de novas contratações.

b. Benefícios diretos para os gestores municipais sociais:

i. Implementação de políticas sociais mais eficientes, condizentes com as reais


necessidades da população;
ii. Elaboração e o planejamento de políticas sociais intersetoriais;
iii. Otimização dos recursos públicos aplicados na atenção à saúde e assistência social;
iv. Agilidade e eficiência na administração dos serviços públicos;
v. Transparência nas ações governamentais, melhorando o processo de prestação de
contas.

O sucesso da implantação do Projeto de Inovação Tecnológica na Gestão Social nos 16


munícipios em 2006 despertou interesse de vários outros municípios mineiros. Em 2007
foram selecionados 8 novos municípios, sendo eles: Alfenas, Governador Valadares, Itabira,
Itajubá, Lavras, Passos, Ponte Nova, Viçosa.

5. LECCIONES APRENDIDAS Y TRANSFERIBILIDAD

A reaplicação do projeto será possível a partir da validação das tecnologias de apoio à


gestão social pelos 16 municípios integrantes. Cumprida esta etapa, a Secretaria de Estado
de Ciencia, Tecnologia e Ensino Superior disponibilizará as tecnologias aos 853 municípios
mineiros, licenciando as mesmas sem ônus aos interessados.

A constituição de pólos regionais é outra estratégia que concorre para a reaplicação


do projeto. Os municípios que se destacaram na incorporação do conceito de cidade digital
assumiram a condição de pólo de inovação tecnológica na gestão social, tendo como
responsabilidade, entre outras, auxiliar os municípios, que se localizam em sua região de
influência, interessados na implantação do projeto. Esse auxílio se dá por meio do
intercâmbio de profissionais .com know-how no desenvolvimento do projeto e profissionais
dos municípios interesados.

A RITGS tem papel fundamental na difusão do projeto de inovação tecnológica na


gestão social e, além disso, ela é a referência para os municipios interesados na implantação
do projeto.

13
6. MUNICÍPIOS PARTICIPANTES DO PROJETO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA GESTÃO
SOCIAL

6.1. ARACUAI

Município: Araçuaí
Estado: Minas Gerais
Região: Sudeste
Pais: Brasil
Población: 153.381 hab. est. 2005
Superfície: 10.261,986 km2
Densidad de población: 14,9 hab./km2
Tamaño: médio entre 750.000 – 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 3
Número de Agentes Comunitários de saúde: 22
Número de profissionais da saúde: 27
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 8.000
PIB total (Miles de US$): R$ 320.824.144,00 IBGE/2003 (US$ 152.846.185,80)

6.2. DIAMANTINA

Municipio: Diamantina
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 44.229 hab. est. 2006
Superfície: 3.869,830 km2
Densidad de población: 11,4 hab./km2
Tamaño: pequeno menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 7
Número de Agentes Comunitários de saúde: 52
Número de profissionais da saúde: 63
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 29.500
PIB total (Miles de US$): R$ 130.589.693,00 IBGE/2003 (US$ 62.215.194,38)

6.3. JANUARIA

Município: Januaria
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 63.605 hab. est. 2006
Superfície: 7.299,48 km2
Densidad de población: 9,3 hab/km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 13
Número de Agentes Comunitários de saúde: 126
Número de profissionais da saúde: 117
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 36.500
PIB total (Miles de US$): R$ 146.859.856,00 IBGE/2003 (US$ 69.966.582,18)

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6.4. PIRAPORA

Município: Pirapora
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 53.219 hab. est. 2006
Superfície: 575,460 km2
Densidad de población: 92,5 hab./km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 11
Número de Agentes Comunitários de saúde: 78
Número de profissionais da saúde: 99
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 42.500
PIB total (Miles de US$): R$ 494.753.953,00 IBGE/ 2003 (US$ 235.709.363.00)

6.5. UBERABA

Município: Uberaba
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 285.094 hab. est. 2006
Superfície: 4.512,135 km2
Densidad de población: 63,2 hab./km2
Tamaño: Médio. Entre 750.000 – 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 40
Número de Agentes Comunitários de saúde: 223
Número de profissionais da saúde: 360
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 136.900
PIB total (Miles de US$): R$ 3.975.757.952,00 IBGE/2003 (US$ 1.894.120.034,00)

6.6. SANTA VITÓRIA

Município: Santa Vitória


Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 16.204 hab. est. 2006
Superfície: 3.002,817 km2
Densidad de población: 5,4 hab/ km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 4
Número de Agentes Comunitários de saúde: 36
Número de profissionais da saúde: 36
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 15.400
PIB total (Miles de US$): R$ 117.765.339,00 IBGE/2003 (US$ 56.105.449,74)

6.7. PATOS DE MINAS

Município: Patos de Minas


Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil

15
Población: 139.354 hab. est. 2006
Superfície: 3.189,006 km2
Densidad de población: 43,7 hab/ km2
Tamaño: Médio. Entre 750.000 – 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 31
Número de Agentes Comunitários de saúde: 285
Número de profissionais da saúde: 279
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 125.900
PIB total (Miles de US$): R$ 842.624.219,00 IBGE/ 2003 (US$ 401.440.790,40)

6.8. VESPASIANO

Município: Vespasiano
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 97.436 hab. est. 2006
Superfície: 70,108 km2
Densidad de población: 1.389,8 km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 8
Número de Agentes Comunitários de saúde: 47
Número de profissionais da saúde: 72
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 34.600
PIB total (Miles de US$): R$ 810.781.257,00 IBGE/ 2003 (US$ 386.270.251,10)

6.9. DIVINÓPOLIS

Município: Divinópolis
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 207.983 hab. est. 2006
Superfície: 708,909 km2
Densidad de población: 293,4 hab/ km2
Tamaño: Media. Entre 750.000 – 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 12
Número de Agentes Comunitários de saúde: 49
Número de profissionais da saúde: 108
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 32.000
PIB total (Miles de US$): R$1.423.048.777,00 IBGE/ 2003 (US$ 677.965.115,30)

6.10. SÃO JOÃO DEL-REI

Município: São João del-Rei


Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 82.954 est. 2006
Superfície: 1.463,593 km2
Densidad de población: 56,7 hab/ km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 8
Número de Agentes Comunitários de saúde: 50

16
Número de profissionais da saúde: 72
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 27.500
PIB total (Miles de US$): R$ 429.901.853,00 IBGE/ 2003 (US$ 204.812.698,00).

6.11. BOCAIÚVA

Município: Bocaiúva
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 45.349 hab. est. 2006
Superfície: 3.232,660 km2
Densidad de población: 14,0 hab/ km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 13
Número de Agentes Comunitários de saúde: 89
Número de profissionais da saúde: 117
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 44.000
PIB total (Miles de US$): R$ 187.310.131,00 IBGE/ 2003 (US$ 89.237.794,66)

6.12. FRONTEIRA

Município: Fronteira
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 9.853 hab. est. 2006
Superfície: 199,228 km2
Densidad de población: 49,5 hab/ km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 3
Número de Agentes Comunitários de saúde: 18
Número de profissionais da saúde: 27
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 11.800
PIB total (Miles de US$): R$ 485.453.152,00 IBGE/ 2003 (US$ 231.278.300,10).

6.13. ITAPAGIPE

Município: Itapagipe
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 12.297 hab. est. 2006
Superfície: 1.795,431 km2
Densidad de población: 6,8 hab/ km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab
Número de Equipes PSF: 2
Número de Agentes Comunitários de saúde: 9
Número de profissionais da saúde: 18
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 8.000

PIB total (Miles de US$): R$ 126.981.113,00 IBGE/ 2003 (US$ 60.496.004,29)

17
6.14. MONTES CLAROS

Município: Montes Claros


Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 348.991 hab. est. 2006
Superfície: 3.582,034 km2
Densidad de población: 97,4 hab/ km2
Tamaño: Médio. Entre 750.000 – 100.000 hab.
Número de Equipes PSF: 35
Número de Agentes Comunitários de saúde: 223
Número de profissionais da saúde:
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 120.633
PIB total (Miles de US$): R$ 1.843.581.832,00 IBGE/ 2003 (US$ 878.314.355,40)

6.15. JOÃO MONLEVADE

Município: João Monlevade


Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 72.122 hab. est. 2006
Superfície: 99,283 km2
Densidad de población: 726,4 hab/km2
Tamaño: Pequeno. Menos de 100.000 hab
Número de Equipes PSF: 12
Número de Agentes Comunitários de saúde: 66
Número de profissionais da saúde: 108
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 41.900
PIB total (Miles de US$): R$ 1.047.748.332,00 IBGE/ 2003 (US$ 499.165.475,00)

6.16. ITABIRITO

Município: Itabirito
Estado: Minas Gerais
Região Sudeste
Pais: Brasil
Población: 42.195 hab. est. 2006
Superfície: 543,007 km2
Densidad de población: 77,7 hab/km2
Tamaño : Pequeno. Menos de 100.000 hab
Número de Equipes PSF: 8
Número de Agentes Comunitários de saúde: 54
Número de profissionais da saúde: 72
Número de pessoas beneficiadas pelo PSF: 25.600
PIB total (Miles de US$): R$ 576.194.924,00 IBGE/ 2003 (US$ 274.509.253,90)

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