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IMPOR TANTE:

Esse documento não é conselho de investimento. A Vira-lata Finance é,


dentre seus tokens e produtos, um investimento de risco. Não arrisque nada que
não esteja disposto a perder. Grandes valorizações já aconteceram na história
financeira de criptoativos, assim como grandes correções, em variados períodos
de tempo. Desconfie e esteja atento a qualquer indivíduo ou organização que
lhe prometa qualquer garantia de lucro – todo investimento tem riscos e é
sua responsabilidade fazer gestão de risco. Caso não tenha conhecimento ou
propriedade para isso, recomendamos que procure um profissional qualificado.

$REAU | Vira-lata Finance


“Uma moeda DeFi deflacionária que distribui taxas de transação para
os holders e queima seu próprio suprimento em cada transação”
O $REAU é uma criptomoeda brasileira criada em 21 de março de 2021 que
funciona como um experimento financeiro descentralizado. O mecanismo da moeda
trabalha dentro da blockchain – uma rede de dados criptografados que permite a
realização de operações, transações e desenvolvimento de contratos inteligentes
sem a necessidade de terceiros. A cada transação existe uma taxa que é enviada para
a piscina de liquidez na exchange descentralizada PancakeSwap e também uma
taxa enviada aos holders da moeda, ou seja: você ganha $REAU ao segurar o token
em sua carteira (um tipo de auto staking). As taxas, aliadas ao envio automático de
moedas ao buraco negro da blockchain, configuram um mecanismo deflacionário,
líquido e autossustentável conforme as transações são realizadas. Além de fornecer
uma alternativa ao sistema financeiro centralizado, o projeto traz como pautas a
propagação de educação sobre DeFi ao público leigo, o auxílio à ações sociais e a
geração de um ecossistema que garanta operações financeiras e atividades bancárias
peer-to-peer (através de contratos inteligentes) com uma perspectiva de bem-estar
social.

Tokenomics
• Suprimento inicial: 1.000.000.000.000.000 (1 quatrilhão);
• Queima inicial: 500.000.000.000.000 (500 trilhões);
• 0,5% do suprimento inicial aos developers do contrato;
• 2% de taxas são descontadas de cada transação e distribuídas para quem
segura a moeda (não se esqueça que o buraco negro também conta como um
holder);
• 3% de taxas são descontadas de cada transação e enviadas à piscina de

Objetivo
Oferecer uma alternativa ao sistema financeiro centralizado, com foco em
protocolos e opções comerciais e financeiras de perspectiva social, propagando
educação sobre finanças (DeFi e CeFi) no Brasil e no mundo.
Introdução
Cãopanheiros e cãopanheiras, é com imenso prazer que apresentamos para
vocês o primeiro experimento financeiro descentralizado (DeFi) do Brasil. Mas o
que seria um experimento financeiro descentralizado? É um mecanismo associado
a um token (dinheiro) e que é acionado quando pessoas realizam transações. No
mundo de finanças descentralizadas existem inúmeros desses experimentos:
staking, farming, lending, borrowing e até o próprio token – a maioria deles
imitando coisas que já acontecem no mundo centralizado de corretoras, bolsa de
valores e bancos. A difença é que as finanças descentralizadas acontecem sem
intermediários, isto é: você não necessita de “alguém” ou de alguma organização
para conectar-se a outra pessoa. Todas as movimentações financeiras acontecem


dentro da blockchain – uma invenção brilhante e que já está mudando o mundo.

Pois bem, e
por que chamamos
de experimento?

Pois não sabemos o que vai acontecer. Esse é o ponto da coisa. Imagina só:
você faz uma criptomoeda com 500 trilhões de unidades circulantes, que vai
deflacionando conforme as transações e ainda por cima aumenta a sua própria
liquidez automaticamente. Por isso é um experimento financeiro – descentralizado,
nesse caso, já que não há mais ninguém “governando” o projeto além da própria
comunidade.

E aqui entra um questionamento para você parar e refletir sobre: não seria o
dinheiro que conhecemos apenas um outro experimento?
A origem do dinheiro

Você já considerou de onde veio o dinheiro no seu bolso ou sua conta bancária?
Você consegue imaginar a jornada que foi necessária para se tornar sua? Talvez seja
mais fácil traçar o caminho com um exemplo simplório: Maria, uma jovem mulher
que acaba de abrir uma loja para vender umas camisetas.

Maria é trabalhadora, inteligente, e acaba de fazer sua primeira venda! 50


reais! A camiseta está alegremente nas mãos de seu cliente, mas o dinheiro pelo
qual foi comprada não chegará à conta bancária de Maria por mais uma semana. É
importante perceber que Maria já pagou para fazer a camiseta. Ela está efetivamente
endividada, mas, pelo menos, ela pode produzir as camisetas que vende.
Seu cliente, José, trabalha como garçom em um restaurante próximo dela. Ele
é pago todo mês. Os 50 reais que ele gastou com a camiseta fizeram parte de um
empréstimo que o dono da franquia de restaurantes, Francisco, fez para ajudar a
pagar as contas do seu próprio restaurante – tais quais o próprio pagamento do Sr.
José, por exemplo. O empréstimo levou mais de um mês para ser aprovado… Mas é
“assim que as coisas funcionam”, não é mesmo?

O banco comercial que emprestou o dinheiro a Francisco (dono do


restaurante), por sua vez, recebeu aqueles R$50,00 (e mais) do governo para ajudar
a “impulsionar” a economia. O governo emprestou esse valor do Banco Central do
Brasil. E o Banco Central? Eles criaram isso do “nada”. Imprimiram esse valor – sob a
promessa de que Maria, José e Francisco vão quitar essa dívida (mais os juros) sob a
forma de impostos.

Vale a pena mencionar, novamente, que o exemplo acima é uma simplificação


exagerada da forma como as economias em todo o mundo trabalham, mas neste
nível de simplicidade, três coisas se tornam evidentes:

• Existe, em última análise, uma única fonte de dinheiro;


• Há uma fila que leva a esta fonte;
• Há uma correlação entre a riqueza de um indivíduo e seu lugar nesta fila.

Não importa o quanto José trabalhe duro, ele nunca alcançará Maria. É pouco
provável que Maria chegue perto de Francisco, e assim progressivamente a escada vai
ficando mais alta… Imagine agora uma fila de pessoas em uma torneira pública, para
distribuição de água. A água é passada de pessoa em pessoa para o resto da fila. As
pessoas mais próximas à torneira podem ter o quanto de água elas quiserem – sem
lhes faltar nada. A pessoa no segundo lugar da fila provavelmente também estará
bem satisfeita. Mas o que ocorrerá com a 10ª pessoa dessa fila? E imagine se você
fosse a 100ª pessoa dessa fila? Naturalmente, as pessoas mais próximas dessa fonte de
água pedirão baldes maiores de água (pois elas estão apenas tentando distribuir essa
água melhor – tomando, é claro, goles bem satisfatórios antes disso). Essa “seca” – ou
“sede”, nesse exemplo prático – não pode ser satisfeita com mais água. O problema
não é a falta de água. O que nós precisamos é de uma maneira de descentralizar a
fonte de água.
Qual é o diferencial do $REAU?
É a tecnologia revolucionária do contrato inteligente?

Embora os próprios contratos inteligentes sejam, sim, uma tecnologia


revolucionária, a resposta é que não. O $REAU é baseado em contratos semelhantes,
os quais são, por si só, variações de outros contratos semelhantes na blockchain. O
inverso também é verdadeiro; o código de $REAU é aberto (livre), o que significa que
você, na teoria e com suficiente motivação, poderia fazer uma cópia do $REAU agora
mesmo (como já o fizeram, sem grande sucesso).

O $REAU é um bom exemplo de um token de reflexão deflacionária. Isto significa


que o fornecimento dos tokens disponíveis diminui com o tempo. O mecanismo de
redução é uma taxa de transação simples, como explicamos anteriormente:

• 3% de cada transação é enviada para o pool de liquidez, o que permite


transações – estabilizando o preço e elevando o preço mínimo dos tokens restantes
progressivamente;
• 2% de cada transação é redistribuído entre os atuais detentores do token da
REAU (reflexão);
• Desses 2% acima, grande parte é enviada ao buraco-negro porque o mesmo
é um holder.

Essas propriedades de $REAU teoricamente aumentam o preço negociável ao


longo do tempo e incentivam a posse a longo prazo do token. Não há necessidade de
reinventar a roda: é muito mais produtivo iterar sobre as versões anteriores! A $REAU
usa um mecanismo que já foi provado como produtivo e funcional por inúmeros
experimentos realizados anteriormente.

Existe algum tipo de apoio ou influência


corporativa ou governamental?
Não, pelo contrário: o $REAU foi trazido para este mundo como um bebê com
uma “semente” total de aproximadamente R$700,00. Ele cresceu organicamente,
porém não sem antes ter de lutar pela sobrevivência: um preço de entrada tão baixo
criou “mãos de alface”. Os primeiros compradores veem um aumento impressio
nante no valor do que estão segurando e em um mundo em que projetos que têm
vida útil máxima de uma semana são considerados “normais”, tendem ao desespero,
executando lucros o mais rápido possível quando percebem a mais pequena
volatilidade nos preços. O $REAU já teve algumas “cascatas de venda em massa”,
como por exemplo dois episódios de desespero e queda de aproximadamente 60%,
realizadas no início do protocolo por pessoas menos experientes. Apesar desses
episódios, o preço tem recuperado-se quase que instantaneamente. Por qual motivo?

Pois bem, tudo resume-se a um dos aspectos mais negligenciados e


importantes não apenas de criptomoedas, mas do mundo em geral.

O efeito de rede (o Network Effect) – a quantidade


de pessoas que utilizam um protocolo
A comunidade da Vira-lata Finance cresceu e continua a crescer em ritmo
exponencial. A comunidade é o que, em última instância, dá o valor ao $REAU.
Criptomoedas tendem a ser reinado de traders especulativos – e não sem razão:
muitas vezes essa é a única utilidade de um projeto. Ainda que a tecnologia por
trás de um token seja fantástica, a esmagadora maioria desses projetos carece
de uma comunidade para isso. O $REAU, no entanto, já está sendo usado como
meio de pagamento não apenas para vendas particulares de smartphones de
segunda mão, carros e guitarras; mas também por pequenos negócios, tais como
empresas de alimentos de rua e fabricantes. A blockchain em que a $REAU opera
é a Binance Smart Chain (BSC), permitindo transações quase instantâneas e taxas
muito reduzidas de “gas” (preço pago aos mineradores para registrarmos nossas
transações na blockchain). E por qual motivo brasileiros “comuns” estão tão ansiosos
para abraçar e pregar pela tecnologia por trás do $REAU?

Para entender porque a comunidade da Vira-lata Finance é tão


extraordinariamente especial, precisamos olhar e entender como a própria cultura
do Brasil criou o ambiente perfeito para a adoção dessa criptomoeda – algo que
tem sido o objetivo, desde o momento de sua concepção, do Bitcoin de Satoshi
Nakamoto.

A economia brasileira tem tido já sua “cota” suficiente de hiperinflação ao longo


da história, com corrupção e “tapetões” na vida real. A única vez que o Brasil conseguiu
controlar sua inflação foi através do lançamento de uma virtual e imaginária Unidade
Real de Valor (URV) em 1994, sonhada por quatro economistas pós-graduados na
Universidade Católica do Rio de Janeiro. A URV foi tão poderosa que em questão de
meses estancou a hiperinflação, substituiu a moeda impressa da época (o Cruzeiro) e
se tornou o que hoje chamamos de REAL (BRL).
A razão pela qual a URV funcionou não foi porque era mais um exemplo da ação
governamental em congelar contas, imprimir mais moedas e “esperar pelo melhor”.
Funcionou porque a URV não mais estava centrada na impressão ou não de moedas:
tratava-se de criar uma nova solução psicológica para atender às necessidades de
brasileiros do dia-a-dia, aliada a mecanismos quantitativos que mantinham o “token”
URV consistentemente estável. Os economistas que criaram a URV perceberam
que a forma de consertar a economia brasileira não era através de uma abordagem
unidimensional de cima para baixo, apertando um botão e jogando mais cédulas
pela janela para bater na cabeça das pessoas sem realmente consertar nada. Tratava-
se de adequar o sistema às profundas preocupações do povo brasileiro em um nível
mais fundamental, o que se traduziu na criação de uma moeda que as pessoas
percebessem como estável, segura e confiável, ao contrário do Cruzeiro da época.
Isso foi a URV: um símbolo virtual que se manteve estável contra o Cruzeiro através de
mecanismos quantitativos, ganhando a confiança e adoção do povo brasileiro para
que se tornasse a moeda em que eles acreditavam e atribuíam valor a si mesmos. Soa
familiar?

Infelizmente, a URV tornou-se o Real, e hoje é apenas mais uma moeda impressa
que não garante essa estabilidade e confiabilidade, perdendo já há pelo menos uma
década a confiança do povo.

A situação atual está trazendo à tona os traumas da hiperinflação de outrora em


uma grande parcela da população que passou por essas experiências: os empregos
estão se tornando mais escassos e a inflação está, novamente, aumentando... e, ainda
assim, aqueles que estão mais próximos da fonte estão ficando mais ricos do que
nunca!

Um “token virtual” (a URV) salvou o Brasil uma vez, cuidando exatamente das
preocupações do povo. Agora, no entanto, nos encontramos na tempestade perfeita
para que outro “token virtual” possa salvar o Brasil – mais uma vez –, abordando os
verdadeiros problemas fundamentais do sistema monetário institucional, que coloca
tantos brasileiros em posições de desigualdade e dificuldade – agora, no entanto, tal
solução é permanente e não poderá ser alterada ao grifo de uma caneta do alto clero.

A parte mais engraçada de tudo isso é que não apenas as instituições tradicionais
nos entregaram “de mãos beijadas” essa abertura: elas também fizeram questão de
atirarem contra os seus próprios pés antes de tudo isso.
Sobre o “Complexo de Vira-Lata”
Se você é brasileiro, sem dúvida está ciente do “Complexo de Vira-Lata”. Esse
termo, no entanto, precisa ser melhor explicado a mentes estrangeiras pelo homem
que historicamente o definiu, considerando que constitui uma parte vital da ascensão
da viralata.finance:

“Por “complexo de vira-lata” entendo eu a inferioridade em


que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto
do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na
própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos
pessoais ou históricos para a autoestima.”
- Nelson Rodrigues

Esta sensação de “eterno vira-lata” é o que tornou o Vira-lata Caramelo, um


animal quase que essencial às ruas mais movimentadas e populares do Brasil, em
um animal-símbolo não-oficial do Brasil. É a metáfora auto escolhida pelo povo. Tanto
que, em setembro de 2020, quando o banco deveria emitir uma nova nota de R$
200, o povo brasileiro exigiu que o Vira-lata Caramelo fosse o animal escolhido para
estampar nossas novas notas (impressas).

Por qual motivo emitir uma nova nota? Você já deve saber a resposta: nossa
velha amiga inflação veio bater na porta de novo. Então, quando perguntado: “Qual
deve ser o rosto estampado da nota de R$200?”, o Brasil respondeu em uníssono: “o
Vira-Lata Caramelo!”.

Considerando que nosso dinheiro não vai valer muito mesmo – e que, mais uma
vez, o governo corrói nosso poder de compra para sustentar o populismo “necessário”
à manutenção do Glorioso Império Estatal brasileiro, que pelo menos estampem o
rostinho do vira-lata na nota de R$200,00!

O pedido foi feito. E, adivinha? Foi completamente ignorado. Escolheram o lobo-


guará! Pois bem: criaremos então o nosso vira-lata, por conta própria! Nasceu, assim
então, a viralata.finance e o $REAU. Nos primeiros 10 dias, 28.300.000.000.000 REAU
ou 5,7% de toda a oferta circulante foram já redistribuídos entre seus detentores.
Dado o histórico de hiperinflação do Brasil, moedas fracassadas e o único
experimento econômico bem sucedido que já foi o “token virtual” URV, não é de se
impressionar que um número expressivo de brasileiros agarrem-se à oportunidade
de:

• Utilizar uma moeda que nunca poderá ter inflação;


• Que redistribui os “impostos” diretamente a todos os titulares e que, ao mesmo
tempo, jamais poderá ser controlada pelo governo.

O Brasil está mesmo escolhendo o $REAU?


A raiz de todo poder está na fé, e o que os brasileiros veem no $REAU é um
veículo que verdadeiramente lhes pertence e no qual podem depositar sua confiança
sincera – já que não depende de terceiros. É por isso que viralata.finance & $REAU são
tão poderosamente convincentes para nós, brasileiros, e por isso está espalhando-
se e sendo adotada com a mesma velocidade do fogo que se alastra. Em um nível
mais primordial, a Vira-lata Finance representa o empoderamento do povo brasileiro
frente aos desafios impostos por aqueles que estão no comando.

Trata-se de festejar o vira-lata que foi injustamente espancado durante décadas,


e que finalmente percebeu que deveria ter orgulho de si mesmo por ser exatamente
quem é: uma junção despretensiosa, humilde, vibrante, formada de muitas partes
que, juntas, formam uma legião indestrutível e unida que percorre as ruas do Brasil.
Juntos, nós, brasileiros, provamos o valor da Vira-lata e da REAU e poderemos gerar
mais riquezas do que o governo jamais poderia imprimir em suas impressoras centrais.

Economia dos tokens: como tudo funciona?

Levando em conta que um dos objetivos da moeda é levar informações e


educação sobre DeFi para o máximo possível de pessoas, tentamos produzir um
material da forma mais didática possível.

Então vamos lá, iniciaremos falando sobre o suprimento inicial da moeda e a


carteira gênesis. Se você abrir o contrato da moeda na Binance Smart Chain, que é
a blockchain que roda o código do documento, você encontrará que o suprimento
total da moeda $REAU é de 1 quadrilhão de tokens:
Isso é verdade, mas tem um porém: metade desse suprimento inicial foi
queimado logo depois da abertura do contrato. Como assim queimado? Eu explico:
entenda “queimar” aqui como “enviar para uma carteira morta”. Uma carteira morta
é uma carteira que não tem dono na blockchain. Ela existe para que desenvolvedores
e criadores da rede possam descartar tokens, com o seguinte endereço público no
“livro de transações imutável da blockchain” (ledger):

0x000000000000000000000000000000000000dead”.

Note que no final do endereço da carteira está escrito a palavra “dead” – “morto”
em inglês. Essa carteira não possui e jamais possuirá dono. Tudo que está dentro
dela ainda existe, mas nunca mais poderá ser acessado. Esse é um dos pontos mais
importantes para você entender aqui: note bem que 500 trilhões de tokens foram
“queimados”, não no sentido de que “eles não existem mais”. Eles ainda existem,
mas estão sendo segurados pela carteira “morta” (dead). Você pode verificar essa
transação na imagem abaixo e nesse link:
Agora que você sabe que a moeda iniciou com 500 trilhões de unidades, você
deve estar se perguntando: mas isso é muita coisa, não? A resposta é: talvez. Vem
comigo, filhote: a cada transação que acontece são descontados 5% de taxas da sua
carteira, sendo que 2% vão para todos os holders de $REAU, e os outros 3% vão para a
piscina de liquidez na PancakeSwap.

A primeira taxa, os 2%, servem como um mecanismo de “recompensa” para


quem segura a moeda – isto é: você ganha REAUs só por ter a moeda na sua carteira.
No mundo DeFi isso tem o nome de autostaking ou frictionless staking e é muito
útil porque você ganha mais moedas sem precisar deixá-las em algum lugar ou em
algum outro contrato inteligente. Elas ficam com você, seguras e guardadinhas, e
continuam te dando retorno – genial, né?! Além disso, aqui entra um dos pontos
mais importantes que você precisa entender sobre a moeda: a deflação. Bom, eu
acredito que você já deva ter escutado o termo “inflação” várias vezes na sua vida – o
jeito mais fácil de entender ela é que os mesmos 1 real que você tinha lá nos anos
2000 não servem mais para comprar as mesmas coisas hoje em dia. A inflação ocorre
usualmente porque o governo imprime mais moedas circulantes. O resultado disso
é óbvio (uma relação básica de oferta x demanda): quanto mais moedas existem
em circulação, menos elas valem. Se todo mundo tivesse quilos e mais quilos de
ouro em seus quintais ao invés de terra, é muito provável que nenhum comerciante
concordaria com a troca de suas mercadorias por ouro.

Pois bem, a deflação é o contrário disso: ao invés de imprimir mais moedas,


você as queima. Bom, aqui entra o “x” da questão e o que nos diferencia. Lembra
que te falamos que o buraco-negro era uma carteira morta? Então, o mecanismo
deflacionário funciona assim: a cada transação, 2% é enviado aos holders (os que
seguram os tokens em suas carteiras). E adivinha quem é um holder? Isso mesmo: o
próprio buraco-negro. Aquela carteira “morta”. Ele não só é um holder, como também
possui mais de 50% de todas as moedas circulantes e continua “sugando” moedas e
mais moedas a cada transação, encarecendo o preço delas e gerando um mecanismo
de escassez insano. Sua mente explodiu, né?

Ainda não acabou! O que seria do dinheiro sem a liquidez, né… de nada adianta
você ter 3 milhões em ações que ninguém quer comprar: elas não significariam
nada. A liquidez pode ser definida de modo simples por “o quanto um ativo pode se
transformar em dinheiro circulante”. Lembra que ainda temos os 3% de taxação em cada
transação? Então, esses 3% são enviados para a piscina de liquidez na PancakeSwap
e ficarão presos lá para sempre, gerando um aumento constante do valor dedicado
à liquidez – tornando essa moeda autossustentável. O termo “autossustentável” aqui
quer dizer que a moeda não exige, necessariamente, que tenha alguém provendo
liquidez, isto é: se houver um número suficiente de transações, a moeda terá sua
própria liquidez.
Sobre os objetivos e a comunidade:
Quanto à comunidade:

É uma comunidade descentralizada, como está descrito na linha 15 do contrato


que originou tudo isso. Isso significa que se você não estiver satisfeito com algo,
pode (e deve) criar seu próprio grupo e fomentar suas próprias ações. Se estas forem
compatíveis com os princípios e ideias descritas nesse texto e no contrato, certamente
terão apoio maior da comunidade em geral, que preza pela liberdade individual, pelo
cuidado ao próximo e por tentar fazer o melhor dia após dia.

Quanto à oferecer uma alternativa ao sistema financeiro centralizado, com foco


em protocolos e opções comerciais e financeiras de perspectiva social:

O $REAU já é utilizado como moeda de troca em situações variadas – dentre


serviços, lojas e relações comerciais diversas – mesmo sem incentivos claros. Uma
crítica comum ao tokenomics é que as taxas podem ser proibitivas para uso desse
token em transações comerciais do dia-a-dia – que é um use case importante, apesar
de não ser o único, de nosso token. Nossa hipótese é que o mecanismo deflacionário
e o “cashback” automático advindo dessas taxas pode, em um contexto mais amplo,
serem não apenas estimulantes, mas também essenciais ao objetivo de oferecer uma
alternativa viável ao sistema monetário centralizado. Comerciantes que recebem
$REAU rapidamente perceberão que as “taxações” são, na verdade, incentivo para
que segurem esse token em suas reservas e forma de fortalecimento progressivo da
moeda, retornando para eles mesmos conforme a adoção aumentar, e, novamente,
beneficiando early adopters.
Quanto maior o número de transações comerciais, maior será o bônus por
segurarem essas reservas, ultrapassando – e muito – qualquer efeito negativo da
“taxação” de 5% que está sedimentada no contrato. É nossa visão que essas “taxações”
não serão sequer refletidas no consumidor, e que os próprios comerciantes sejam
naturalmente incentivados a adotarem essa forma de pagamento pelos benefícios já
descritos anteriormente: deflação, imutabilidade, confiança e rapidez em pagamentos.
Quanto à oferecer alternativas a serviços financeiros centralizados, nos referimos
à expansão do ecossistema e de contratos inteligentes de modo a substituirmos
atividades que são hoje centralizadas, tais quais empréstimos, através de contratos
inteligentes que são, também, imutáveis e muito mais acessíveis, independentemente
de órgãos centralizados e que seguem, passo a passo, a vida financeira de todos os
habitantes, e os vazam por falta de cuidado e seriedade com o seu próprio povo.
Trabalharemos como comunidade na integração de novos sistemas e empresas e no
desenvolvimento de plataformas descentralizadas que facilitem a comercialização
peer-to-peer através do $REAU.

Quanto a ajudar na propagação de informações sobre finanças descentralizadas


(DeFi) no Brasil e no mundo:

A comunidade Vira-lata Finance, de modo orgânico, gerou inúmeros grupos


de discussão, vídeo-tutoriais e propagação de informações por diversas plataformas,
do Instagram ao Youtube. Em uma pesquisa sobre “vira-lata finance” no Youtube,
verifica-se uma quantidade enorme de tutoriais produzidos pelo público brasileiro
(e agora internacional) – o que exemplifica o poder da comunidade Vira-lata Finance
na educação financeira do país. Inúmeras pessoas que sequer haviam interagido
antes com uma corretora hoje interagem fluentemente com carteiras e corretoras
descentralizadas e têm a capacidade de entrarem e saírem de contratos inteligentes
em questão de minutos. E, quando não conseguem, têm ao seu dispor uma
comunidade com dezenas de milhares de pessoas disponíveis a responderem as
mais diversas e complexas dúvidas.

Vídeos da comunidade
acerca do processo
de compra em uma
decentralized exchange
(DEX), produzidos por
pessoas de diferentes
regiões do Brasil, sem
nenhum incentivo articulado
de modo central.
Quanto à ajuda à organizações não governamentais e sem fins lucrativos que
resgatam animais abandonados – nossa primeira tentativa de agregar a ação
social à atividade financeira descentralizada:

No momento, a articulação de doações se realiza quase que unicamente pelo


poder de nossa comunidade. É nosso objetivo, no entanto, integrar esse aspecto
aos nossos planos futuros – destinar parcelas de transações realizadas em um
marketplace descentralizado, por exemplo, para um “fundo social”, que será votado
pela comunidade através de um DAO e direcionado à diversas causas – que podem
estenderem-se ou não além das causas animais, dependendo da vontade da
comunidade.

Em 10 dias de projeto, já foram ajudadas várias organizações e associações, dentre as


quais:


Lar dos Animais Goiânia
• Instagram: @lardosanimaisgoiania
• Vídeo de agradecimento: youtube.com/watch?v=dV6rDd1-hps

APIPA - Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais


• Instagram: @apipaoficial
• Vídeo de agradecimento: instagram.com/p/CNLjc0rnGQR/

Marcinho Belota
• Instagram: @marcinhobelota
• Vídeo de agradecimento: instagram.com/tv/CNH9yiJpegc

Instituto Guarda Animal:


• Instagram: : @institutoguardaanimal
• Vídeo de agradecimento: instagram.com/p/CNN6aLsBb4l/

Eloy Rabelo Neto


• Instagram: @eloyrabeloneto
• Vídeo de agradecimento: instagram.com/p/CNOfeCljPP3/
E o futuro?

A equipe Vira-lata Finance é formada por “early adopters” – os primeiros a


adotarem o projeto. A maioria de nós, brasileiros, alguns estrangeiros. Vemos, como
early adopters, o potencial que tentamos descrever nesse documento. Adotamos
este vira-lata como nosso e o estamos levantando para enfrentar o lobo-guará das
instituições centralizadas do Brasil.

Nosso objetivo, como descrevemos, envolve a libertação do Brasil das dores


das moedas centralizadas e da corrupção à qual elas abrem portas. Estamos, juntos,
criando um ecossistema no qual todos têm o mesmo acesso à fonte de dinheiro – e
nada será derramado no meio desse processo.

Como faremos isso?


• Permitindo a facilidade de integração no Ecossistema Financeiro
Descentralizado Vira-lata;
• Educando o público não apenas sobre as criptomoedas, mas também
sobre economia e negócios;
• Fornecendo aos comerciantes uma plataforma para permitir o comércio
contínuo e descentralizado;
• Permitindo que artistas e criadores licenciem seus produtos através de
NFTs;
• Introduzindo mecanismos para incentivar e recompensar a geração de
liquidez.

Como você pode contribuir?

• Compartilhando esse whitepaper com demais interessados;


• Comprando e segurando $REAU se você compartilha de nossos ideais;
• Usando $REAU para transações pessoais;
• Reforçando e insistindo às empresas brasileiras que entrem em contato
conosco – estamos trabalhando nessa integração;
• Entrando na cultura Vira-lata e participando da comunidade.

Redes sociais da Vira-lata Finance

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