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https://www.youtube.com/watch?

v=fLKjTt63yjw - Maioridade (Margareth Mead)


https://www.youtube.com/watch?v=s-VxH-y6qk0 - Todo Mundo é parente (Wiilliam
Rives)

Aula do dia 01/10 Texto: "A Ciência da Cultura" de Tyler, E.


Burnett

 Enviada por Daniele Cosendey: 

Pessoal, boa tarde! Seguem algumas questões que separei como contribuição
para a aula relacionada com o texto a Ciência da Cultura de Edward Burnett Tylor:

1.Questão: O que seriam as leis do pensamento e da ação humana na perspectiva da


cultura dos povos como ciência? 

2. Questão: o evolucionismo cultural tem relação com a teoria da evolução de Darwin?

3. Quais as críticas da antropologia evolucionista?

4. Questão: É possível comparar tribos diferentes que surgiram de formas diversas e


afirmar que suas invenções ocorreram a partir da mesma causa? (Comentada por
Mariane Amaral Pereira)

5. Questão: No texto Tylor construiu os conceitos de cultura ou civilização e


sobrevivência cultural. Isso pode ser aplicável atualmente? Caso negativo, por quê?

 Enviado por Yuri Motta: 

Boa tarde, gente!  Deixo aqui minha questão/comentário sobre o texto que será
trabalhado na aula de amanhã.  

Pensando no movimento de romper com as noções teológicas e metafísicas para


explicação de fenômenos, as ciências sociais caminhavam de mãos dadas com as
ciências naturais, buscando explicar tais fatos a partir das “leis da natureza”. Esses
autores estão ligados a um processo de positivação da ciência. Portanto, com o objetivo
de classificar as diferentes culturas através de um aspecto evolucionista assim como nas
ciências biológicas, Tylor busca realizar uma comparação entre as culturas através do
pensamento generalizante das semelhanças gerais da natureza humana. 

Minhas questões são: a) Como os métodos comparativos (semelhança/contraste)


influenciam nos resultados das análises antropológicas? b) Como o pensamento
generalizante trabalhado pelo autor define o aspecto civilizatório?

 Enviada por Ana Carolina Vieira:

Como o autor classifica o conceito de sobrevivências culturais ?


 Enviada por Graziela Melo: 

Tylor definiu Cultura como a expressão da totalidade da vida social do homem,


caracterizada pela sua dimensão coletiva, adquirida em grande parte inconscientemente
e independente da hereditariedade biológica. Privilegiou a palavra Cultura por entender
que Civilização remete a constituição de realizações materiais dos homens, perdendo o
sentido quando se trata de sociedade primitivas. Para Tylor, a sua nova definição de
Cultura, que era descritiva e não normativa, ou seja, sem conceitos pré determinados,
tinha a vantagem de ser uma palavra neutra capaz de pensar em toda a humanidade.
Acreditava na ideia de progresso, nos postulados evolucionistas, na unidade psíquica da
humanidade – todos temos a mesma capacidade mental e na concepção universalista da
Cultura – A cultura enquanto algo de toda a humanidade, algo que possa preencher. 
A grande contribuição de Tylor foi sua tentativa de conciliar a evolução da
Cultura e sua universalidade. Foi o primeiro a abordar os fatos culturais sob um prisma
ou ótica sistemático e geral. Tylor, viajando para o México, elaborou um novo método
de estudos da evolução da cultura pelo exame de sobrevivências culturais (elementos
culturais do passado que sobrevivem sem explicação possível e plausível). Pensava ser
possível, através desse método, reconstituir o conjunto cultural original, chegando a
conclusão de que a cultura dos povos primitivos representava a cultura original da
humanidade. Adotou, a partir daí, o método comparativo, pois as culturas singulares
estavam ligadas umas as outras, num momento de progresso da cultura. Sendo possível
estabelecer evolução humana. 
Partindo desse pressuposto e de toda ideia debatida acima acerca de Tylor, é
correto ou não afirmar que havia ou não havia a hipótese difusionista em seu trabalho? 
(Pergunta por Graziela Melo)

Aula do dia 08/10 Texto: "O escopo da Antropologia Social" de


James Frazer

 Enviado por Lucas José: 

Dúvida: Em sua obra, Frazer constrói duas áreas da antropologia, uma que
estaria responsável por estudar a selvageria e a outro o folclore, o que seria esse estudo
do folclore e como ele se difere do outro estudo? Essa diferença não ficou clara para
mim. (Comentada por Mariana Vargas) 

 Enviada por Ingrid: 

"Se perguntarmos como acontece de as superstições continuarem a existir entre


um povo que, em geral, alcançou um nível mais elevado de cultura, a resposta deve ser
encontrada na natural, universal e inerradicável desigualdade dos homens. Não apenas
diferentes raças são diferentemente dotadas no que diz respeito a inteligência, coragem,
habilidades e assim por diante, mas, dentro da mesma nação, homens de uma mesma
geração diferem enormemente quanto à capacidade e ao valor inatos"

Dentro da teoria de Frazer, nas sociedades civilizadas há indivíduos que, por


mais que possuam aparência civilizada, carregam em si crenças que vem de um passado
selvagem.

"Civilizados na aparência, mas não na realidade"

É possível dizer que mesmo em sociedade civilizada existe uma parte da


população que pode ser entendida como inferior/selvagem por acreditar nessas crenças?
(Comentado por Pedro Henrique) 

 Enviado por Gustavo Hernandes: 

Na página 75, James Frazer expõe: "Na realidade, disfarcem-lo como quisermos,
o governo da humanidade é sempre, e em todo lugar, essencialmente aristocrático. Por
mais malabarismos que se faça com a máquina política, é impossível fugir dessa lei da
natureza." Desse modo, responda segundo o autor, a(s) causa(s) de sua afirmativa.

 Enviada por Isadora Braga:

Em determinado momento do texto, Frazer fala sobre superstições e folclore.


Como estas características se relacionam com os processos evolutivos como magia ->
religião -> ciência? 

 Enviado por Karina Monteiro:

 Observemos o trecho: “... Se perguntarmos como acontece de as superstições


continuarem a existir entre um povo que, em geral, alcançou um nível mais elevado de
cultura, a resposta deve ser encontrada no natural, universal e inerradicável
desigualdade dos homens. Não apenas diferentes raças são diferentemente dotadas no
que diz respeito a inteligência, coragem, habilidades e assim por diante, mas, dentro da
mesma nação, homens de uma mesma geração diferem enormemente quanto à
capacidade e ao valor inato. Nenhuma doutrina abstrata é mais falsa e pérfida que a
da igualdade natural dos homens.” (Frazer)

  À partir do trecho, assim como da linha teórica evolucionista defendida por


FRAZER, onde se estabelece tal linha evolutiva entre os costumes e crenças das
sociedades, classificando estágios dessa tal civilidade “ideal”. Noto que essa afirmação
do trecho retirado consiste em um entendimento da época, provavelmente buscando
justificativas para classificar a humanidade nessa “régua” (não apenas civilizatória),
mas também afirmando a suposta existência de superioridade de raças sobre outras
raças. 

Pensando neste raciocínio em uma época pós colonial (Frazer), onde o europeu
anteriormente havia notado a existência de seres humanos bem diferentes deles mesmos
(dos europeus), nos novos continentes recém-descobertos, onde começaram a estudar
essas "criaturas" até o final do século XX (como também visto no filme indicado - A
conquista do paraíso). Podemos afirmar que tal raciocínio e crença herdadas, sobre
essa tal existência de “raças humanas diferentes” em sua composição, seja fruto de
um colonialismo e espólio de uma antropologia evolucionista?

Outro ponto, foi com justificativas das diferenças genéticas entre os seres
humanos do “Velho Continente”, do “Novo Continente” que se fortaleceu tal raciocínio.
Hoje, em pleno século 21, a biologia já revelou que as poucas diferenças genéticas entre
as raças e etnias são irrelevantes. O próprio conceito biológico de raças humanas no
sentido de haver uma suposta raça “matriz” e subespécies de raças inferiores, já se
tornou bastante desacreditado e condenado entre os biólogos e antropólogos posteriores
a tal corrente evolucionista. A partir disso, seria correto combater o raciocínio
expresso por esse determinismo de classificação de raças e suas potencialidades,
consequentes dessa corrente evolucionista (como extraído do texto de Frazer)? 

 Enviada por Maira Moreira Soares: 

Boa tarde, considerando que ao falar de homem "primevo" e e selvagem, o autor


está falando sobre homens de épocas distantes e sem acesso à educação, com crenças e
cultura diferentes, meio veio uma dúvida que apesar dessas semelhanças, não consegui
entender o que os separa. Minha pergunta é "qual a diferença do homem 'primevo' de
hoje e o homem selvagem?"

Aula do dia 22/10 Texto: “A Difusão da Cultura”

 Enviado por Lucas Jacomim Passos:

Segundo o autor, o Difusionismo Cultural, sugere diversas críticas ao


pensamento evolucionista. No entanto, foi muito criticada por utilizar, em muitos casos,
dos mesmos métodos especulativos presentes no evolucionismo. Quais seriam essas
críticas feitas à corrente do Difusionismo Cultural?  

 Enviado por Rodrigo Moraes Raposo: 

Na página 24 do texto em questão, o autor afirma que o difusionismo foi


marcado por influências de disciplinas como a geografia e a arqueologia, e que essa
tradição inclui um conjunto de autores que, embora por vezes referidos como uma
“escola”, tinham em comum apenas o valor central dado, em suas explicações, à ideia
de difusão: Friedrich Ratzel, Leo Frobenius, Fritz Graebner e Wilhelm Schmidt. Tendo
em vista tal afirmação, quais seriam as contribuições efetivas por parte da arqueologia e
da geografia para a compreensão da teoria difusionista?  (Comentada por Beatriz
Dutra)
 Enviada por Talita Silva de Souza Azevedo: 

Por que os difusionistas utilizam do fato histórico para argumentar sobre essa
similaridade de fenômenos que ocorrem em diferentes partes do mundo? (Comentada
por Loyde Silva) 

 Enviada por Enni Gonçalves: 

Após a leitura do texto, pude perceber que essa corrente de pensamento se


preocupa bastante em pensar características, objetos e práticas que sejam a primordial
(no sentido de ser a matriz que originou todas as outras). Um exemplo disso é a
afirmação de que o valor atribuído ao ouro por diversas civilizações ao redor do globo,
foi devido a influência do Egito. A questão é a seguinte: Sendo assim, no que o
Difusionismo se diferencia do Evolucionismo? (Comentada por Aline Rodrigues)

Aula do dia 29/10 Texto do Franz Boas:

Questões do QUELBER LUCAS:


 Qual foi a Tribo que Franz Boas estudou ? 
 Quem ele criticava, e qual sua corrente? 
 E qual foi o método proposto por Franz Boas? O  que  esse método dizia ? E
qual foi o método que Ele critica ?

 Enviada por Aline Rodrigues:


Segundo Boas, é preciso fazer o estudo da cultura e dos costumes detalhados de
um povo, numa área bem limitada para assim, por um método indutivo, conseguir
analisá-las. Assim, ao se deparar com descrições de culturas semelhantes entre povos
distantes, implica que estas se originaram independentemente. 
[a questão] Como dar credibilidade ao método que é indutivo, ou seja, de um
particular para o geral? E, se Boas é crítico do evolucionismo, o que exatamente
significa “originaram-se independentemente” para o autor?

AULA DIA 12/10 (Ruth Benedict e Margaret Mead) 

Enviada por Fernando R. G. Paiva


 Ruth Benedict classifica a antropologia de gabinete como ‘anedótica’ (anedota:
particularidade curiosa, à margem dos eventos mais importantes). Com um
argumento iniciado pela defesa de um uso consciente dos materiais
antropológicos, a autora chega até Malinowski e critica sua ciclicidade teórica e
não-resposta. No entanto, a mesma introduz uma conceituação de um “‘material
cultural’ reunido e transformado em padrões coerentes conforme as necessidades
internas de cada grupo” (p.161), junto ao conceito de ethos, sem considerar a
amplitude do termo. Para Ruth Benedict, o que é o ethos? Tendo essa pergunta
sido colocada, em que ponto da antropologia a terminologia ‘povos primitivos’,
ainda usada por Ruth, cai em desuso, já que a mesma não atingiu um pleno uso
consciente de seus materiais?
Enviada por Yuri Motta
 A partir do texto de Ruth Benedict, como a autora classifica a ideia de
“tendência dominante” e como esta ideia está ligada à crítica ao difusionismo? 

Enviadas por Thaís Martins de Almeida


(Observação: O indicativo de páginas é referente ao livro físico.)

Opção 01:

Ao discorrer acerca dos padrões culturais existentes em determinado corpo social no


artigo Configurações de cultura na América do Norte (1934), a antropóloga Ruth
Benedict declara que “[...] (As) configurações fundamentais e características da cultura
padronizam a existência e condicionam as reações emocionais e cognitivas de seus
portadores de tal modo que elas se tornam incomensuráveis, cada qual se especializando
em certos tipos selecionados de comportamento, cada qual excluindo o comportamento
próprio de seus opostos.” (BENEDICT, pg.138). Isto posto, como a autora se utiliza
desta padronização para identificar e caracterizar, de acordo com as concepções
desenvolvidas no artigo, o indivíduo desviante em uma sociedade? 

Opção 02:

Ao dissertar acerca dos padrões culturais existentes em determinada sociedade,


identificando a influência destes no modo com qual um organismo coletivo significa
elementos de sua própria cultura, a antropóloga Ruth Benedict declara que, “Essas
configurações de cultura, construídas em torno de traços humanos selecionados e
trabalhando em prol da obliteração de outros, são de importância capital para a
compreensão da cultura. Traços objetivamente semelhantes e geneticamente associados
podem ser utilizados em diferentes configurações, talvez, sem mudança nos detalhes. Os
fatos relevantes são o cenário emocional contra o qual o ato tem lugar nas duas
culturas.” (BENEDICT, pg.141). Dado a declaração da autora e o exemplo apresentado
por Benedict no artigo, defina este cenário emocional e desenvolva como ele influi na
significância dada por uma sociedade a um elemento cultural.

-Resposta dada em aula para opção 1.


-Yves Alves Carvalho.
   Ruth coloca a definição de cultura como uma construção de fatores psicológicos, religiosos,
estéticos de cada indivíduo em uma projeção maior e padronizada que a própria sociedade
capitaliza para a vivência na cultura. 
       Com essa definição, considerando que Ruth acreditava que a configuração cultural se
constrói por várias gerações, comportamentos emocionais e cognitivos padroziniadosque que
são, reafirmados são os que a sociedade mesmo escolhe. Ruth ressalta a pluralidade da cultura e
sociedade de uma forma com que cada uma molde as ações, emoções e socialização do sujeito. 
     Uma vez que um novo indivíduo nasça nesse sociedade, já se vê deparado com uma certa
coerção de como agir, pensar, viver e sentir já pré estabelecido. Visto que a “A maioria das
pessoas nascidas naquela cultura assumirá sua inclinação e muito provavelmente a acentuará.”
(p.152).
      O desviante é a pessoa cuja disposição não é capitalizada por sua cultura.           Este é o que
segue uma direção diferente da maioria dos indivíduos pertencentes a sua cultura, e o mesmo se
sente  desajustado dentro do seu contexto, pois esses desajustados possuem disposições que não
condizem com o modo de vida dessa esfera. Esse comportamento varia entre as sociedades
graças ao relativismo cultural.
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Enviada por Loyde da Cruz Silva

Margaret Mead usa a adolescência nos Estados Unidos, como um ponto de partida para
discorrer sobre a adolescência em Samoa, fazendo algumas comparações entre elas, mas
deixando claro que civilização dos Estados Unidos e a de Samoa são diferentes.

Tendo em vista todo discorrer da autora sobre a adolescência em ambos os lugares.


Quais as principais diferenças culturais citadas por ela? 

Enviada por Helena Balieiro Dias


Minha pergunta se ancorará no texto de Margaret Mead em seu desenvolvimento da
adolescência em Samoa para discutir a própria criação desse conceito de intermédio que
é a adolescência, assim girara em torno da propria criação social em volta da
adolecencia, sua rebeldia, seus icones e símbolos. Como a produção cultural e o periodo
do pós guerra criou esse fenômeno.

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