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Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG

APOSTILA

NR 11

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA À

COMBUSTÃO

Vespasiano 2020

1
Presidente da FIEMG
Flávio Roscoe

Diretor Regional do SENAI


Claudio Marcassa

Gerente de Educação Profissional


Edmar Fernando de Alcântara

Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais -


FIEMG Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial -
SENAI Departamento Regional de Minas Gerais
Centro de Formação Profissional Luiz César Albertini – Vespasiano/ MG

2
APOSTILA

NR 11

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA À

COMBUSTÃO

Elaborada por:
Instrutor de Formação Profissional: Gustavo César Moreira
Instrutor de Formação Profissional: Juciasley Silva de Barros
Instrutor de Formação Profissional: Junior Eustáquio dos Santos Silva
Instrutor de Formação Profissional: Marcelo José de Souza
Instrutor de Formação Profissional: Vilmar Xavier dos Santos

Supervisor Técnico: Ronaldo José de Oliveira

Pedagoga: Silvana Aparecida Barbosa Pertence

Centro de Formação Profissional Luiz César Albertini/ Vespasiano - MG

3
Vespasiano 2020
©2020. SENAI. Departamento Regional de Minas Gerais

SENAI/MG
Centro de Formação Profissional Luiz César Albertini/ Vespasiano - MG

Ficha

Catalográfica

Sxxx

NR 11 - SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE EMPILHADEIRA À COMBUSTÃO

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Vespasiano: SENAI/MG,

2020. CDU xxxxxxxx

SENAI
Serviço Nacional de Aprendizagem
Industrial Departamento Regional de
Minas Gerais

FIEMG
Av. do Contorno,
4456 Bairro
Funcionários
30110-916 – Belo Horizonte
Minas Gerais

4
Prefácio

“Mudar a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do


conhecimento”. Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis


profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta,
disseminação e uso da informação.

O SENAI, maior rede privada de educação profissional do país, consciente do seu papel
formativo, educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência:” formar o
profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de
problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade,
empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada.”

Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento, na sua área tecnológica,


amplia- se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para
o SENAI, cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas
à rede mundial de informações - Internet - é tão importante quanto zelar pela produção de
material didático.

Isto porque, nos embates diários, instrutores e alunos, nas diversas oficinas e laboratórios
do SENAI, fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem
sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja, por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua curiosidade,
responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos
conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada!

Gerência de Educação e Tecnologia

5
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................... 07

OBJETIVO ........................................................................................................................................... 09

TREINAMENTO ................................................................................................................................... 09

NORMA REGULAMENTADORA NR 11 ............................................................................................. 11

TRANSPORTE ARMAZENAMENTO E MANUZEIO DE MATERIAIS ............................................... 14

SIMBOLOGIA DE CARGAS ............................................................................................................... 19

EMPILHADEIRA (INFORMAÇÃO GERAL) ........................................................................................ 20

COMPONENTES DA EMPILHADEIRA .............................................................................................. 27

EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA ..................................................................................................... 30

PROCEDIMENTO DE OPERAÇÃO .................................................................................................... 32

PROCEDIMENTO DE CARGA / ARMAZENAMENTO ....................................................................... 36

PROCEDIMENTO DE CIRCULAÇÃO ................................................................................................ 40

PROCEDIMENTO DE SEGURANÇA ................................................................................................. 41

MANUTENÇÃO PREVENTIVA ........................................................................................................... 42

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................................................... 60

ANEXO A – CHECK-LIST .................................................................................................................. 61

ANEXO B – EXERCÍCOS I E II .......................................................................................................... 62

6
INTRODUÇÃO

O operador de empilhadeira desempenha um papel muito importante no transporte


de produtos. Afinal é ele que carrega e descarrega caminhões, movimenta estoques
e garante a integridade das cargas.

A sua experiência profissional torna-se essencial na sua função.

É necessário que o operador de empilhadeira tenha plena consciência de que ele


pode dificultar o transporte, mas que também pode ser um grande facilitador do
mesmo.

Dirigir uma empilhadeira de maneira adequada supõe que alguém tenha segurança e
habilidade profissional e que possa transmitir essa segurança para o pedestre,
motorista do caminhão e demais veículos que circulam na mesma área.

O operador que participa deste programa de treinamento, opera o equipamento de


forma mais consciente, correta e, com certeza, evita acidentes para si, para a carga e
para os outros.

A empilhadeira é uma máquina que traz grandes vantagens ao homem e


principalmente para as empresas, por executar uma atividade em um tempo que
seria necessário vários homens para realizá-la no mesmo tempo.

Por isso, o treinamento para operadores de empilhadeiras é indispensável para


transmissão das informações corretas de como operá-la, respeitando limitações da
máquina e eliminando as possibilidades de acidentes maximizando os processos
produtivos.

7
As empilhadeiras são veículos destinados à movimentação horizontal e
empilhamento de cargas sendo um veículo motorizado, dotado de torre de elevação
de cargas utilizado por inúmeras empresas e que requer pessoa habilitada e
capacitada para a função.

Função da empilhadeira:

- Movimentar e deslocar materiais, tanto no sentido horizontal como no sentido


vertical e lateral.

- Empilhar e desempilhar, carregar, descarregar e transportar à curta distância


inúmeros tipos de objetos.

8
OBJETIVO

O objetivo desta atividade é transmitir aos participantes, conhecimentos teóricos e


práticos em segurança na operação e execução de tarefas com o uso de
empilhadeira.

Acidentes, normalmente, acontecem por ausência ou desconhecimento dos


procedimentos, operação, carga e armazenamento, normas de circulação ou
desrespeito às normas de segurança.

Esperamos com esse treinamento, contribuir para aperfeiçoamento do seu


desempenho profissional, a melhoria da qualidade de vida e de trabalho; e
consequentemente, com a produtividade de sua Empresa.

TREINAMENTO

O treinamento na segurança é muito importante, tanto no aspecto teórico e prático,


desta forma é necessário que o operador receba treinamento a nível de
conhecimento e habilidade básico para operar um veículo industrial com eficiência e
segurança, obtendo maior credibilidade e produtividade em seus produtos e serviços.

9
FASES DO TREINAMENTO

Teórico

• Tem como objetivo abordar o conhecimento referente ao equipamento, carga,


manutenção, princípios e controles operacionais dos veículos que serão utilizados
nas habilidade básicas.

Prática

• Treinamento prático é executado em uma área adequada para manobras, onde


possam ser colocadas várias condições que o operador deverá enfrentar (simulação
de trajetos, etc.)

Durante o treinamento, devem ser feitos testes de habilidade e conhecimento


aprendido para assegurar que o operador atingiu um padrão satisfatório.

Recomenda-se que a intervalos estabelecidos, ou quando houver indicações de que


o operador não está trabalhando segundo o padrão exigido, sejam introduzidos testes
formais de verificação.

Estágios Supervisionados

• O operador deve receber um treinamento de familiarização com o local de


trabalho sob supervisão.

Por exemplo, a empilhadeira que será utilizada, o lay-out do local, as normas de


segurança da empresa, características do trabalho, procedimentos de emergência,
etc.

10
PORTARIA 3.214 – 08/06/1978
NORMA REGULAMENTADORA Nº11

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenamento e Manuseio de Materiais


- Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores
industriais e máquinas transportadoras.

- Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores,


elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas,
empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão
calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de
resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho.

- Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e
ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas
partes defeituosas.

- Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho


permitida.

- Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá


receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.

- Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e


só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de
identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.

- O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o


empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador.

11
- Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência
sonora (buzina).

- Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por


máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no
ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis.

- Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas


transportadoras, movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de
dispositivos neutralizadores adequados.

- Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as


peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente
substituídas.

- Nos locais fechados ou pouco ventilados, as emissões de gases tóxicos, por


máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no
ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis.

- Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas


transportadoras, movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de
dispositivos neutralizadores adequados.

Armazenamento de Materiais

- O peso do material armazenado não poderá exceder a capacidade de carga


calculada para o piso.

- O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas,


equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc.

12
- Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma
distância de pelo menos 0,50m (cinquenta centímetros).

- A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, e o acesso às


saídas de emergência.

- O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais a cada


tipo de material.

Normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas

- As pilhas de sacos, nos armazéns, terão altura máxima correspondente a trinta


fiadas, quando for usado processo mecanizado de empilhamento.

- No caso de processo mecanizado de empilhamento de empilhamento aconselha-se


o uso de esteiras rolantes, talhas ou empilhadeiras.

- O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem


aspereza, utilizando-se de preferência o mastique asfáltico e mantido em perfeito
estado de conservação.

Sinalização de segurança

- O amarelo deverá ser empregado para indicar “cuidado”, assinalando:

- Equipamento de transporte e manipulação de materiais tais como: Empilhadeiras,


tratores industriais, pontes rolantes, vagonetes, reboques, etc.

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TRANSPORTE ARMAZENAMENTO E MANUZEIO DE MATERIAIS

TIPOS DE CARGA

A perfeita operação de um equipamento de movimentação de carga está intimamente


ligada ao conhecimento do tipo de carga movimentado.

Portanto, é necessário que se analise cuidadosamente todos os parâmetros relativos


ao tipo de material manuseado.

O Operador de Empilhadeira trabalha com cargas embaladas, diversas e especiais.

Cada tipo de carga necessita de um tipo de movimentação mais apropriada:

14
O Operador de Empilhadeira trabalha com cargas embaladas, diversas e especiais.

A movimentação de cargas com auxílio de empilhadeira, dá-se de três formas


principais:

 Carga Embalada
 Carga Paletizada
 Carga Conteinizada.

Carga Embalada

Material normalmente acondicionada em caixa, saco, tambor, feixe, etc; movimentada


individualmente, ou no interior de gaiolas/caçambas.

Paletes ou estrados

Os paletes são estrados de madeira ou de plástico, dotados de aberturas para


acesso do garfo da empilhadeira, sobre os quais se arruma a carga.

Os mais usuais são:

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Paletes de duas entradas

Possuem aberturas para entrada do garfo em direções opostas, limitando o acesso à


carga, pela empilhadeira. São os de maior utilização no Brasil.

Paletes de quatro entradas

Tem abertura nos quatro lados, e assim o garfo pode ser inserido em qualquer
direção. Facilitam a movimentação da carga, principalmente em depósitos em que os
corredores sejam muito estreitos e a empilhadeira não possua área suficiente para
uma manobra adequada.

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Paletes leve ou deixe

Para alguns tipos de mercadorias, embaladas em caixas de tamanho médio ou


grande, arrumadas sobre pranchas lisas, é possível utilizar um tipo de palete, que
possibilita a separação mecanizada do conjunto carga/estrado.

Este tipo de palete, possui aberturas na parte superior e inferior, quando os garfos de
empilhadeira penetram na abertura inferior o conjunto estrado/carga é movimentado
solidariamente (junto).

Colocando-se o garfo na abertura superior (por baixo da prancha) a carga será


levantada diretamente por ele, permanecendo o palete no local.

Consegue-se assim a separação entre a carga e o palete de forma mecanizada. Em


virtude desta dupla de operação, este palete recebe a denominação de Leve ou
Deixe.

Observação:

Nos outros tipos de paletes, a separação do conjunto carga/estrado é feita de forma


manual, ou seja, o palete é movimentado junto com a carga, e ao chegar no local de
embarque ou no veículo, a carga é retirada manualmente.

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Palete Danificado

O palete danificado é aquele inadequado para armazenar produtos, matérias –


primas e embalagens.

São considerados danificados os paletes que apresentam os seguintes problemas:

- Tábua faltando, quebrada, solta ou lascada;


- Prego exposto;
- Toco faltando.

Container

É uma caixa fechada, em geral de aço ou alumínio, dentro da qual a carga é


acondicionada. É a forma de unitização (reunião em um só volume) de cargas mais
utilizada atualmente.

Além da vantagem de manuseio, propicia um elevado grau de segurança (redução de


roubos, quebras, avarias e extravio).

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Atenção especial deverá ser dada as palavras:

ATENÇÃO - WARNING

PERIGO - DANGER

SIMBOLOGIA DE CARGAS

Segue alguns símbolos de risco padronizados pela norma ABNT, ANTT

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EMPILHADEIRA

As Empilhadeiras são classificadas quanto:

- Ao abastecimento (Elétrica, Gás, Gasolina e Diesel)

Elétrico

Não apresenta poluição por não haver combustão. Por esta razão é mais utilizada
nas empresas alimentícias, farmacêuticas e em espaço confinado.

Gás

Seu custo de manutenção e operação são menores que os modelos a gasolina; têm
uma gama de capacidade e aplicações bem ampla, sendo geralmente utilizadas em
configurações para ambientes fechados.

Gasolina

Bastante utilizadas, têm aplicação diversificada. Contam geralmente com boa


capacidade, autonomia e versatilidade, operando com cargas e condições mais
diversas.

Diesel

São empregadas em condições mais rústicas, como portos, minas a céu aberto e
serrarias. Raramente são empregadas para transporte interno, por seu elevado nível
de ruído e poluição.

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Às Características (Mecânica, e Hidráulica)

Mecânica normal

Possui câmbio com conversor se torque

Mecânica normal com fluido

Facilita as operações e diminui a quantidade de mudança de marcha ao sair e ao


parar

Hidramática normal

Possui câmbio hidramático, tendo a alavanca somente duas posições de sentido,


frente e ré, com uma, duas ou quatro velocidades de marcha

Hidramática basculante

Possui câmbio hidramático e os garfos da torre são basculantes

Os principais fatores na escolha de uma empilhadeira:

- Peso, dimensões e espécie de carga;


- Distância, frequência e altura de elevação;
- Ambiente de trabalho (espaço, tipo de piso, etc.

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Empilhadeira Elétrica movida por bateria tracionaria com contra peso

São ótimas para ambientes fechados e não exigem tanta regularidade do peso, pois
são providas de rodas de borracha.

Princípio de funcionamento

Atualmente as máquinas são equipadas com sistemas cada vez mais modernos
visando a segurança e o conforto do operador.

As máquinas elétricas funcionam com motor de tração de corrente contínua,


alimentado por bateria tracionária de grande capacidade para manter o equipamento
funcionando durante um turno completo de trabalho.

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Os equipamentos são dotados de controles eletrônicos de velocidade, que permite
uma aceleração suave e a frenagem por reversão do motor sem danificar estes e
demais componentes.

São equipados com direção mecânica, hidráulica ou elétrica.


A elevação dos garfos é acionada hidraulicamente por um conjunto moto-bomba
independente, controlado por eletro válvulas.

Bateria Tracionária – Normalmente as cores indicativas são:

Ao chegar no último led vermelho, a bateria deverá ser trocada ou recarregada.

Nas máquinas atualmente, quando a bateria possui apenas 20% da sua capacidade
de carga o Led vermelho acenderá e o operador terá três minutos para movimentar a
carga, e então a elevação é cortada.

Obs.: Nunca use a bateria até o final de carga, isto reduzirá muito a sua vida útil

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Recomendações de segurança

Evite danos pessoais e materiais observando as recomendações:

1 – Não fume, não use chama ou produza fagulhas nas proximidades de uma bateria.
Os gases existentes na bateria podem explodir.

2 – Carregue a bateria somente em áreas bem ventiladas, com tampa da bateria ou


de seu compartimento levantadas, para assegurar a máxima ventilação.

As tampas dos elementos devem estar fechadas.

3 – Não deixe o ácido entrar em contato com os olhos, pele ou roupas. Em caso de
contato, lave imediatamente e abundantemente com jatos de água pura.

Caso os olhos sejam afetados, procure socorro médico.

4 – Use máscara facial, luvas e avental de plástico ou borracha para manusear o


ácido.

5 – Caso o ácido seja derramado acidentalmente, ele deve ser neutralizado, usando
uma solução de bicarbonato de sódio e água.

Aplique sobre o ácido até que pare de borbulhar. Evite que esta solução entre na
bateria.

6 – Quando for diluir ácido concentrado, adicione sempre o ácido à água, nunca faça
o contrário.

Derrame o lentamente e mexa constantemente a solução, para evitar a geração


excessiva de calor ou uma reação química violenta.
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7 – mantenha o topo da bateria limpo e seco para evitar corrosão e fuga de corrente
à terra.

8 – Não coloque objetos metálicos sobre a bateria. Use somente ferramentas


isoladas para evitar curtos-circuitos.

Retire também jóias ou adornos metálicos antes de trabalhar com a bateria.

9 – Mantenha as tampas dos respiros sempre colocadas e apertadas, retire-as


apenas para adicionar água ou fazer as medições de temperaturas e densidades.

10 – A instalação, carga e manutenção das baterias deve ser feita exclusivamente


por pessoal treinado.

Carregadores

São acessórios indispensáveis à continuidade do trabalho, pois os mesmos é que


dão vida nova à bateria possibilitando o uso contínuo na empilhadeira.

Existem diversos tipos de carregadores de diferentes fabricantes, mas todos têm no


projeto a obrigatoriedade de estar identificado com uma plaqueta indicando a tensão
de entrada, da fonte, 110, 220, 380, 440V, e também a tensão de saída, a que vai
alimentar a bateria, 12V, 24V, 48V, etc.

Os carregadores devem possuir lâmpadas e ou indicadores de quando os mesmos


estão ligados, quando iniciam a carga e quando a bateria está carregada.

É importante a identificação do carregador, através da plaqueta antes de colocar a


bateria na carga, evitando danos ao mesmo e a bateria.
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Ao conectar a bateria ao carregador certifique – se da polaridade da tomada:

POSITIVO COM POSITIVO ( + COM +)

NEGATIVO COM NEGATIVO ( - COM - )

Atenção

 Cuidado com tomadas quebradas


 Identifique visualmente os carregadores
 Observe a plaqueta existente no carregador
 Não puxe o conector pelo fio

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COMPONENTES DA EMPILHADEIRA

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Carcaça ou Chassi: é a estrutura metálica, geralmente de ferro fundido, que serve de
contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira.

Torre de Elevação ou Coluna: torre de elevação é um dispositivo empregado na


movimentação de materiais no sentido vertical. Pode ser inclinada para frente ou para
trás.

Garfos: são dispositivos utilizados para carregar, transportar e empilhar materiais.


Podem ser deslocados no sentido horizontal e verticalmente pelos controles de
empilhadeira.

Contrapeso: situado na parte traseira, que serve para equilibrar o veículo quando
carregado, e que faz parte da própria carcaça.

Volante: dispositivo de controle de direção do veículo. Pode ser girado tanto para a
direita como para a esquerda.

Pedais: são dispositivos que auxiliam o comando do veículo para movimentar, trocar de
marcha, diminuir a velocidade e parar.

Alavanca de Freio de Estacionamento: é utilizada para estacionar a empilhadeira ou


para substituir o pedal de freio em caso de uma eventual falha.

Pneus: componentes sobre os quais se movimenta o veículo. Podem ser maciços ou


com câmaras de ar.

Alavancas de Comando da Coluna ou Torre: As operações de elevação ou inclinação


da coluna são controladas por alavancas de até quatro posições que comandam a ação
telescópica dos cilindros de elevação e inclinação, munidas de válvulas de controle
colocadas no circuito hidráulico principal da máquina.

28
Motor: conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas
hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático.

Sistema Elétrico: conjunto formado pelo gerador, bateria, velas, platinado, alguns
instrumentos do painel, lâmpadas, etc. Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo
amperímetro.

Sistema Hidráulico: sistema movimentado pela pressão do óleo hidráulico.


Proporciona movimento ao cilindro de elevação e aos cilindros de inclinação que são
responsáveis pelo deslocamento da carga.

Sistema de Alimentação: conjunto de peças usado para fornecer e dosar o


combustível utilizado na alimentação do motor à explosão.
A água e o óleo são elementos indispensáveis para o bom funcionamento do motor.

Diferencial: conjunto de engrenagens que fazem as rodas girarem, e conserva o


veículo em equilíbrio nas curvas, permitindo que as rodas traseiras movimentem-se com
velocidades diferentes uma das outras.

Transmissão Automática: conjunto que permite a mudança automática das marchas


de velocidade.

Filtro de Ar: usado para efetuar a filtragem do ar utilizado pelo motor. No filtro, o ar é
lançado sobre o óleo, saindo purificado para o carburador.
O motor nunca deve trabalhar sem a mangueira do filtro de ar.

Painel: no painel de leitura, o operador encontra um observador fiel, que registra os


pontos vitais dos componentes da empilhadeira.

Por isso, o operador deve prestar muita atenção nesse painel, conservá-lo e, quando
indicar qualquer falha, levar a empilhadeira à oficina de manutenção.
29
O painel de instrumentos deve ser conservado sempre limpo, com todos os
instrumentos apresentando bom funcionamento.

a) Componentes do Painel:

 Manômetro de pressão do óleo


 Marcador de Combustível
 Amperímetro
 Horímetro
 Marcador de Temperatura
 Afogador
 Lâmpada-Piloto do óleo

EQUILÍBRIO DA EMPILHADEIRA

A Empilhadeira é construída de maneira tal que o seu princípio de operação é o


mesmo de uma “balança”.

Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser equilibrada pelo peso da
máquina (contrapeso, chassi, Carcaça) igual ou maior ao peso da carga colocada no
outro externo, desde que o centro de gravidade da empilhadeira não ultrapasse o
ponto de equilíbrio da mesma.

30
Um outro ponto muito importante sobre empilhadeiras, que todo operador deve
conhecer é a idéia de “estabilidade lateral” ou seja, como operar a máquina sem correr
o risco de que ela tombe para os lados.

Para se entender bem como funciona a estabilidade lateral, é necessário o


conhecimento das idéias de base e de centro de gravidade.

A base da empilhadeira é feita em três pontos e em forma de um triângulo.

Dois deles estão na parte frontal da máquina, onde estão localizadas as rodas
de tração.

O terceiro ponto é a união entre o chassi e o eixo de direção, que é formado por um
pino montado no meio do eixo de direção e fixado no chassi, permitindo que as rodas
de direção acompanhem as irregularidades do piso.

31
No momento em que a empilhadeira passa sobre uma pedra, ou um buraco e o fio
prumo do centro de gravidade cai fora da base, a empilhadeira tomba com a maior
facilidade.

Por isso se recomenda que a carga seja transportada com pouca elevação (15 a 20cm
do piso) e inclinada para trás somente o suficiente para acomodar a carga nos garfos.

PROCEDIMENTO DE OPERAÇÃO

INFORMAÇÕES
1. Preencher o Check List a cada troca de turno.
2. Analisar a operação para a escolha correta da empilhadeira.
Estude os dados estampados na placa de identificação
(capacidade, centro de carga, etc).
3. Nunca acionar mais de uma alavanca por vez.
4. Os garfos devem atingir no mínimo 75% do comprimento da
carga.
5. Observar ao redor, antes de colocar a empilhadeira em
movimento, tendo cuidado com pedestres, ciclistas outros veículos
e objeto.
6. Não aplicar reversão com máquina em movimento.
7. Nunca estacionar em rampas e terrenos irregulares.
8. Não estacionar empilhadeira de maneira que limite o acesso as
instalações, escadas e equipamentos contra incêndio.

32
MOVIMENTAÇÃO DA EMPILHADEIRA

FASES PRECAUÇÕES

Coloque a torre na vertical e os garfos na


1. levante os garfos
horizontal de 15 a 20 cm do chão

2. solte o ferio de mão Movimente o freio lentamente para frente

3. acione a alavanca de Engate sem forçar, certificando o sentido


mudança de direção desejado

4. pise no acelerador Utilize o pé direito

5. movimente a Lentamente sem efetuar saídas bruscas


empilhadeira e com atenção

FORMA DE ABASTECIMENTO (GASOLINA)


FASES PRECAUÇÕES
Deverá ser feito por pessoa autorizada,
1. abastecimento
em local específico para este fim
Não é permitido fumar, acender fósforo
ou provocar qualquer chama aberta
O motor deve estar desligado
Em caso de derramamento, limpe o
eventual combustível derramado

33
FORMA DE ABASTECIMENTO (GÁS)
FASES PRECAUÇÕES
Utilize luvas de raspa para manusear as conexões das
1. EPI
mangueiras
2. local da Deve ser feita em ar livre, ou em local com ampla
troca ventilação longe de fontes de calor ou ignição
Feche a válvula de combustível do gás no sentido
3. conexão
horário
Funcione até esgotar o restante do gás e desligue a
4. motor
chave em OFF
Mantenha o extintor desacoplado da empilhadeira
5. extintor
próximo a troca
6. troca Desligue a conexão de desacoplamento do gás liquefeito
Solte o trinco que mantém o tanque de gás no seu
suporte
Proceda a troca
Instale o tanque de gás liquefeito no seu suporte de
maneira que o pino de alinhamento fique no furo correto
Feche o trinco do suporte do tanque, acople a conexão,
faça girar a válvula em sentido anti-horário para abrir a
válvula
Inspecione o sistema de combustível, verifique se há
vazamento com espuma de sabão. Em caso de
vazamento comunique com a supervisão

34
PARA DESLIGAR/ESTACIONAR A EMPILHADEIRA
FASES PRECAUÇÕES
1. Pise no freio Lentamente
2. passe a alavanca de direção
Não force
para o ponto neutro
3. puxe o freio de mão Para trás firmemente
Incline levemente a torre até que
4. abaixe o garfo as pontas dos garfos encostem no
chão
5. tire o pé do freio Lentamente
Faça girar a chave do interruptor
6.desligue a empilhadeira
para a esquerda
Vá pelo lado esquerdo e sem
7. desça da empilhadeira
apoiar no volante
8. feche a válvula de Toda vez que for estacionar a
combustível (gás) empilhadeira.

35
PROCEDIMENTO DE CARGA / ARMAZENAMENTO

CARREGAMENTO
INFORMAÇÕES
FASES PRECAUÇÕES
Em frente da carga, verificando peso,
1. posicione a máquina volume e o centro de gravidade da
carga.
2. posicione os garfos Mantenha-os centralizados.
Para a frente, lentamente,
3. movimente a
centralizando e encostando a carga no
empilhadeira
protetor de carga.
Até cinco centímetros (5 cm),
4. levante os garfos
verificando o peso.
Olhe para trás, verificando se o
5. dê marcha ré com a
caminho está livre, manobre
máquina
lentamente.
6. levante os garfos Manter os garfos 15 a 20 cm do solo.
Faça-o para trás, o suficiente para
7. Incline a torre
transportar a carga.

36
EMPILHAMENTO
INFORMAÇÕES
FASES PRECAUÇÕES
Reduza a velocidade e pare na frente da
1. posicione a máquina
pilha.
Até a altura desejada para o
2. eleve a carga
empilhamento.
Para a frente, lentamente, tomando
3. movimente a
cuidado para não deslocar pilhas
empilhadeira
adjacentes
Leve a torre na posição vertical e baixe
4. carga sobre a pilha a carga lentamente obedecendo o
alinhamento da pilha
Quando a carga estiver empilhada com
5. baixe os garfos segurança baixe os garfos até soltar do
palete.
6. dê marcha ré com a Olhe para trás, verificando se o caminho
máquina está livre, manobre lentamente.
7. abaixe os garfos Mantendo-os 15 a 20 cm do solo.

37
DESCARREGAMENTO
INFORMAÇÕES
FASES PRECAUÇÕES
Em frente da carga, verificando forma,
1. posicione a máquina peso, volume e o centro de gravidade
da carga.
2. posicione os garfos Mantenha – os centralizados
Até uma posição que permita a entrada
3. levante os garfos
no palete
Para a frente, lentamente,
4. movimente a
centralizando e encostando a carga no
empilhadeira
protetor de carga
Inclinando para trás, suficiente para
5. levante a carga da pilha
estabilizar a carga
Olhe para trás, verificando se o
6. dê marcha ré com a
caminho está livre, manobre
máquina
lentamente.
7. abaixe os garfos Mantendo-os 15 a 20 cm do solo.

38
INFORMAÇÕES
1. Manter a carga centralizada e inclinada para trás
2. Conhecer a carga quanto a sua especificação (volume, peso e
tipo)
3. Elevar a carga somente próximo da pilha
4. Armazenar em local próprio e pré destinado para o tipo de carga
5. Atentar ao ponto de equilíbrio da carga (avaliar o centro da carga)
6. Subir e descer a carga mantendo a alavanca direcional em ponto
neutro
7. Aproximar da pilha lentamente
8. Nunca levante ou abaixe a carga com a empilhadeira em
movimento
9. Nunca faça empilhamentos em aclive
10. Não transporte a carga com altura elevada
11. Nunca transporte a carga com altura elevada
12. Para carregar o caminhão, iniciar da cabine para a traseira
colocando nos dois lados
13. Para descarregar o caminhão, iniciar da traseira para a cabine,
retirando dos dois lados
14. Os tambores e cilindros, devem sempre ser adicionados, presos
em dispositivos apropriados sobre paletes ou gaiolas

39
PROCEDIMENTO DE CIRCULAÇÃO

Informações

01 Circular em marcha ré ao transportar cargas que dificultam a visão;


As empilhadeiras que não possuem luz intermitente, transportar
02
sempre com faróis acesos;
O operador deverá diminuir a velocidade e buzinar ao se aproximar
03 de locais perigosos, cruzamentos, esquinas e locais sem visão.
Parando totalmente antes de prosseguir;
Não deve ser feitas saídas e freadas bruscas e curvas em
04
velocidade;
05 Observar alturas de portas, tubulações e outros;
06 Nunca faça curvas em rampas
Em circulação manter as duas mãos no volante exceto quando
07
efetuar uma manobra em marcha ré;
Não confiar só nos espelhos retrovisores, olhar sempre para trás ao
08
efetuar uma manobra em marcha ré;
Durante a circulação olhar os espelhos retrovisores a cada 7
09
segundos;
Sempre sinalizar o sentido de direção através de seta ou sinal de
10
braço;
11 Trafegar somente nas vias de trânsito de empilhadeiras;
Com a empilhadeira carregada descer rampas e valetas de marcha
12

13 Não passar com a empilhadeira inclinada nas valetas;
Respeite o limite máximo de velocidade média (20 km/h), levando
14
em consideração as condições adversas existentes;
15 Em corredores estreito circule pelo meio;
16 Nunca ultrapasse outros veículos, exceto se estiver parado;
17 Mantenha uma distância de 3 metros de outros veículos;
Nunca abandone a empilhadeira, procure sempre estacioná-la em
18
local adequado.
40
PROCEDIMENTO DE SEGURANÇA

Informações

01 Somente o operador credenciado poderá operar a empilhadeira;


02 Somente operar a empilhadeira portando o crachá de identificalção;
O operador é responsável pelo bom funcionamento da máquina que
03
lhe for confiado e deverá responder pelos danos que lhe causar;
04 É obrigatório o uso de EPI’s;
05 O uso do cinto de segurança é obrigatório;
06 É terminantemente proibido transportar pessoas nas empilhadeiras;
07 Não permita a passagem de pessoas sobre o garfo da empilhadeira;
08 Não fumar e nem utilizar telefone quando estiver operando;
09 Não elevar pessoas no garfo da empilhadeira;
10 Não efetuar manobras em alta velocidade;
11 Nunca efetuar comandos fora da máquina;
Ter sempre atenção com pedestres, outros veículos ou obstáculos
12
no seu trajeto;
13 Dê preferência de passagem aos pedestres
Obedeça todas as placas de sinalização de tráfego ou avisos de
14
precauções;
Durante a carga e descarga não permita pessoas em volta da
15
empilhadeira;
16 Não use empilhadeira para empurrar e rebocar outro veículo;
Nunca opere a empilhadeira com os pés ou mãos molhados e sujos
17
de graxa;
Não passe sobre objetos, mangueira de ar comprimido ou fios
18
elétricos deixado no chão;
19 Não deixe objetos (estopas, luvas, etc.) sobre a empilhadeira;
20 Não use paletes com defeitos ou danificados;
21 Não utilizar duas empilhadeiras para transportar apenas uma carga;
A capacidade de carga da empilhadeira não deve ser ultrapassada,
22
é permanentemente proibido acrescentar outro contrapeso;
41
PROCEDIMENTO DE SEGURANÇA

Informações

Não trafegar com braços e pernas fora dos limites da cabine da


23 empilhadeira, permanecendo sentado todo tempo que estiver
operando;
Não ultrapasse sobe a carga de uma ponte rolante, parada ou em
24
movimento;
25 Nunca tente levantar cargas com apenas um dos garfos;
É proibido guiar pregando sustos, ou fazendo evoluções de
26
brincadeira.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

Motor

È uma máquina que ao receber determinada forma de energia a transforma em energia


mecânica.

Um motor de combustão interna, por exemplo, produz um movimento de rotação, cuja


força provém de explosões alternadas resultantes do aquecimento de uma mistura de
combustível e ar dentro de um cilindro ou de cilindros fechados.

42
Principais Defeitos

 Desgaste Excessivo
 Consumo Excessivo de Combustível
 Fusão
 Falta de Combustível para Alimentação
 Entrada de Sujeira nos Cilindros
 Temperatura Elevada
 Fora do Ponto de Ignição
 Vazamento de Óleo
 Folga no Comando de Válvulas.

Cuidados a serem tomados

 Usar marchas de velocidades adequadas


 Não deixar faltar óleo no cárter
 Conservar o filtro de ar sempre limpo
 Não deixar faltar água no radiador
 Manter os tubos de alimentação e as mangueiras em bom estado de
conservação, não as amassando
 Conservar sempre as regulagens corretas
 Verificar quantidade de combustível.

Aquecimento exagerado do motor

O superaquecimento do motor pode causar danos graves, tais como: trincar o bloco e o
cabeçote e inclusive fundir o motor.

43
O superaquecimento ou ainda a temperatura muito elevada da água do sistema de
arrefecimento do motor são verificados no marcador de temperatura existente no painel.

Temos como causas do superaquecimento:

 Radiador Furado
 Mangueira Furada ou Estourada
 Bomba d´água vazando
 Radiador Entupido ou Obstruído
 Colmeia Suja
 Correia Solta ou Quebrada
 Motor Desregulado
 Radiador sem Estampo ou com Tampa Estragada
 Válvula Termostática inoperante ou removida.

Providências a serem tomadas

Verificar a água do radiador

 Se houver água, chamar a manutenção


 Se não houver água, verificar se não há vazamento e colocá-la
 Em hipótese alguma deve-se colocar água fria com o motor superaquecido
 Mesmo com o motor na temperatura normal, deve-se acelerar um pouco e colocar
água fria lentamente.

44
Motor fora do ponto de ignição

O operador de empilhadeira deve ter o máximo de cuidado com o motor.

Se o motor apresenta-se funcionando mal, pode ocorrer o superaquecimento, queima


as válvulas e pode até fundir.

Ponto de ignição é a regulagem exata que o motor deve trabalhar e se dizemos que o
motor está fora do ponto de ignição, isto significa que ele está trabalhando fora da
regulagem exata.

Podemos ter como causas do motor fora do ponto de ignição:

 Platinado muito aberto ou muito fechado


 Distribuidor muito avançado ou muito atrasado
 Eletrodo de vela fora de regulagem
 Avanço automático estragado ou fora de regulagem.

Para podermos identificar um motor fora do ponto de ignição, devemos observar:

 Se estiver atrasado, o motor não funcionará direito e sentiremos que a


empilhadeira terá dificuldade para andar e o motor terá tendência para o
superaquecimento

 Se estiver adiantado, geralmente o motor detona (batida de pino).

 Pode ser facilmente identificado como semelhante a uns tinidos metálicos.

45
 Não é conveniente o motor funcionar assim. Além de causar superaquecimento,
danifica os êmbolos e válvulas, queimando-os.

Providências a serem tomadas

 Levar a empilhadeira à oficina de manutenção para revisão do sistema.


 Não há necessidade de se chamar o mecânico, imediatamente.

Bateria

É uma supridora de energia elétrica por meio de reações químicas.

A bateria é constituída de uma caixa de EBONITE, no interior da qual existem conjuntos


de placas de cobre e chumbo sendo um positivo e o outro negativo, os quais se
encontram mergulhados numa solução chamada eletrólito, composta de água destilada
e ácido sulfúrico.

Cuidados que devem ser dispensados a bateria

 Não provocar cargas nem descargas rápidas, para não causar aquecimento e
consequentemente deformação das placas.

 Não dar sobrecargas, evitando assim que a temperatura interna da bateria


exceda seu limite, causando danos às placas.

 Não deixar as placas descobertas de água destilada, a fim de não reduzir a


capacidade da bateria.

46
 Não dar cargas incompletas nem deixar que a bateria se descarregue totalmente,
para evitar sulfatização.

 Não deixar a bateria em lugar úmido ou frio, a fim de evitar que a mesma se
descarregue rapidamente.
 Evitar que a bateria sofra impacto, a fim de evitar danos internos.

 Conservar os pólos da bateria untados com vaselina neutra ou graxa especial.

 Não permitir folga nos pólos da bateria, para evitar vazamento de gases, o que
poderá causar incêndio e conseqüente explosão.

Finalidade: A bateria tem por fim alimentar o motor de partida e todo o sistema elétrico
do veículo, enquanto o dínamo não começa a carregar.

Vazamentos de bomba de gasolina e do carburador

O vazamento de bomba de gasolina ou do carburador, além da perda de combustível,


pode ocasionar incêndio na empilhadeira.

Sempre que se observar vazamento, para a máquina.

A bomba de gasolina está colocada entre o tanque e o carburador e tem a função de


puxar a gasolina para este, mantendo a cuba de gasolina em nível constante.

Dá-se o vazamento quando a gasolina se apresenta esguichando ou pingando.

47
As possíveis causas de vazamento na bomba de gasolina são:

 Diafragma furado
 Corpo da bomba rachado
 Conexões do cano de gasolina espanadas
 Canos furados.

Como consequência, além das mencionadas, ainda podemos ter:

contaminação do óleo do motor, se o diafragma ou o corpo da bomba estiverem


estragados.

O carburador tem pôr finalidade fazer a mistura de ar e combustível em proporções


corretas.

Causas de vazamentos do carburador:

 Agulha de entrada de gasolina “encantada” ou com sujeira


 Juntas estouradas
 Afogador fechado.

Nestes casos, o motor não funcionará direito e ainda o excesso de gasolina lavará a
lubrificação do cilindro, causando um desgaste excessivo, além da perda de gasolina e
do perigo de incêndio.

Providências: parar a máquina e chamar a oficina de manutenção.

48
Vazamentos nas mangueiras hidráulicas

Vazamentos nas tubulações e mangueiras hidráulicas podem ocasionar perda do


material transportado, perda do óleo hidráulico, acidentes envolvendo o operador, a
máquina e outras pessoas.

Além disso, o vazamento contínuo encharca os pisos dos óleos, favorecendo outros
tipos de acidentes e, até mesmo, danificando e reparo da bomba hidráulica por falta de
lubrificação.

O vazamento de óleo pode se apresentar em forma de esguicho ou pingos.

As causas de vazamento de óleo podem ser:

 Mangueira estourada ou furada


 Conexões mal atarraxadas
 Cano rachado

Conseqüências:

 Faltará óleo no tanque da bomba hidráulica principal


 Faltará óleo na caixa do hidramático
 Em geral, a máquina pára

Providências:

Se o vazamento for entre a bomba hidráulica e a caixa de controle, deve-se parar a


máquina e chamar o mecânico, para evitar que todo o óleo escape do reservatório e
possa danificar a bomba hidráulica.

49
Se houver vazamento durante o transporte de carga a torre tende para frente e a carga
provavelmente cairá.

Neste caso:

 Frear lentamente e descer a carga ao solo


 Levar a empilhadeira de marcha à ré sem acionar a alavanca, até a oficina de
manutenção.

Vazamentos nas tubulações hidráulicas

 Deixar a máquina no local


 Avisar a oficina de manutenção

Filtro de Ar

Para o bom funcionamento do motor e para que este tenha maior durabilidade, é que
usamos o filtro de ar, e como acessório dispensável, a mangueira que liga o filtro ao
carburador.

O ar entra no filtro, é jogado contra o óleo, e sai purificado para o carburador.

O motor é prejudicado quando trabalha com sujeira. Por isso nunca deverá funcionar
sem a mangueira do filtro de ar.

50
Falta de pressão da bomba de óleo do motor

A lubrificação do motor depende da pressão da bomba de óleo. A lubrificação é


essencial para a vida do motor.

Se a pressão não for adequada, não haverá lubrificação do motor, o que pode acarretar
a sua danificação.

Percebe-se a falta de pressão, pelo marcador de pressão existente no painel, com


ponteiro marcando entre 0 e 20 cm em todas as empilhadeiras.

Providências

 Levar imediatamente a empilhadeira à oficina de manutenção


 Em algumas empilhadeiras ao invés do marcador, observa-se a falta de pressão
através da lâmpada-piloto de óleo no painel.
 O lubrificante prolonga a vida do motor, lubrifica, limpa, refrigera, veda e interpõe-
se entre as peças para diminuir possíveis atritos que causam superaquecimento
destas e consequentemente do motor.

Embreagem

 É um conjunto de peças composto de: volante-motor, disco, platô, rolante e garfo


desligador.
 A função da embreagem é de desconectar o motor da transmissão
 Devido à sua grande utilização, a embreagem está sujeita a muito desgaste.

51
Defeitos da embreagem

 Pedal da embreagem com muita folga


 Pedal da embreagem sem folga
 Garfos da embreagem quebrados
 Disco desgastado
 Rolamento gasto
 Platô com molas fracas ou quebradas.

Consequências

 Pedal com muita folga danifica a caixa de mudanças


 Pedal sem folga danifica o rolamento de encosto e o disco de embreagem
 Garfos quebrados não engrenam marcha, provocam ruídos e trepidação
 Disco gasto danifica o platô e o volante-motor e pode “patinar” a embreagem
 Rolamento engripado danifica o platô e os garfos
 Platô com molas danificadas não dará a pressão necessária sobre o disco,
podendo danificá-lo bem como ao volante.
 As molas fracas provocam trepidação da embreagem e molas quebradas
provocam “patinação”.

Nunca dirija descansado o pé no pedal da embreagem

A folga da embreagem é de mais ou menos uma polegada e meia e deve ser verificada
com a mão.

52
Caixa de Câmbio

A caixa de câmbio é uma das partes mais importantes da empilhadeira.

Do cuidado ao operá-la depende o seu bom funcionamento.

É um órgão de transmissão que tem por finalidade aumentar a força diminuindo a


velocidade ou diminuir a força aumentando a velocidade, através de mudanças das
marchas, à frente ou à ré.

Os defeitos que se apresentam são:

 Engrenagem quebrada
 Engrenagem gasta

Cuidados a serem tomados:

 Verificar o nível do óleo


 Nunca fazer a reversão de marchas sem para a empilhadeira
 Comunicar a oficina de manutenção quando perceber vazamentos
 Pisar na embreagem até o fim, ao acionar a alavanca

Verificação do nível de óleo

 Algumas empilhadeiras têm uma vareta para verificar o nível do óleo na caixa de
mudanças

 Tome cuidado ao engatar a alavanca para não forçá-la

53
Caixa de Câmbio Automática

É um mecanismo que tem por finalidade mudar automaticamente as marchas, desde


que em um determinado sentido, pois a reversão é feita manualmente.

Uma vantagem que a empilhadeira tem com este tipo de caixa é a de não possuir
embreagem.

Outro é o seu funcionamento, em geral se processa através dos componentes


hidráulicos, usando o mesmo óleo que também é lubrificante.

Ao se verificar o nível na conservação diária, percebendo-se a falta de óleo, examinar


vazamentos nas mangueiras da caixa e nos anéis de borracha vedadores.

Examinar também se há retentores ou juntas estragadas e rachaduras.

É facilmente percebida a falta de óleo pois a empilhadeira trepidará na saída.

Ao se perceber qualquer vazamento, levar mediatamente a empilhadeira à oficina de


manutenção.

Falta de freios

 A falta de freio na empilhadeira, ocasionada por várias razões, acarreta danos


aos equipamentos, ao motorista e a terceiros.

 O freio é um dispositivo para parar a máquina, instantaneamente ou aos poucos.

54
Pode ser de dois tipos:

 Freio de pedal
 Freio de mão

As causas da falta de freio são:

 Vazamento nas tubulações


 Retentores furados
 Falta de óleo no cilindro mestre
 Lonas defeituosas

Consequências:

Acidentes, com consequências tais como:

 Dano ao equipamento
 Danos ao material
 Lesões no operador da empilhadeira ou em terceiros
 Perda de tempo útil de trabalho
 Atrasos na produção, etc.

Na falta de freio com a empilhadeira em movimento

 Acionar imediatamente o freio de mão


 Acionar a alavanca de baixar a carga
 Se estiver sem carga abaixar somente os garfos
 Em máquina com câmbio mecânico, reduzir a marcha e desligar o motor.

55
Providências

 Ao perceber a falta de freio, parar a máquina onde for possível


 Comunicar à oficina de manutenção imediatamente
 Não movimentar a máquina até receber instrução da oficina de manutenção.

Cuidados com os pneus

 Uma das partes mais importantes de qualquer veículo é o pneu.

 É um artigo de custo elevado que requer cuidados especiais do motorista, a fim


de se evitar um desgaste muito rápido e até acidentes.

 Nas empilhadeiras podem ser usados dois tipos de pneus: com câmara de ar ou
maciço.

 Pneus com câmara de ar tornam o rodar da empilhadeira um pouco mais macio,


mas em certas condições de trabalho é preferível o uso do pneu maciço.

 Como por exemplo: lugares onde existem muitos cavacos de torno ou condições
adversas.

Fatores de importância na escolha do pneu

 Condições de Trabalho
 Tipo de Configuração do Terreno
 Curvas Fechadas
 Aclives
 Velocidade de Trabalho
 Temperatura Ambiente (Baixa Pressão)

56
Fatores que determinam o desgaste prematuro dos pneus

 Arrancadas Bruscas
 Freadas Bruscas
 Baixa Pressão
 Alta Pressão
 Desalinhamento da Direção
 Empenamento dos Tambores
 Desgaste da Talão
 Excesso de Carga
 Transposição de Obstáculos (saliências e depressões nos pisos) em velocidade.

Causas de Estouro de Pneus

 Pressão muito alta, arrebenta os fios das lonas


 Pneus lisos na dianteira
 Excesso de Cargas
 Rachaduras
 Passar sobre tubos em pé, vidros, chapas de qualquer tipo, guias, etc.

Nunca ande com a empilhadeira com o pneu furado ou sem pressão correta

Para verificar a pressão de ar a ser utilizada nos pneus, verifique o manual da


empilhadeira.

Aconselha-se cem libras nos pneus da frente e oitenta libras na traseira.

Aconselha-se ainda o rodízio de pneus a fim de igualar o desgaste normal.

57
OBSERVAÇÃO DIÁRIA

Cada um possui sua própria maneira de comandar o veículo.

A empilhadeira, trabalhando 24 horas ininterruptamente, desgasta-se com facilidade.

Por isso é necessária a inspeção metódica da máquina, quando se troca de turma, ou


todos os dias, antes de iniciar o serviço, quando um só operador trabalha com ela.

Esta inspeção deve ser feita, seguindo a tabela de observações diárias e anotando-se
todas as irregularidades constatadas.

Devem ser verificados e anotados na tabela os seguintes itens:

Nível de água da bateria: Tirando as tampas, a água deverá estar no nível da estrela.
Se não estiver, completar com água destilada e anotar na tabela.

Cabos da bateria: Se são soltos, gastos ou esfolados, avisar a manutenção e anotar


na tabela.

Água no radiador: Se o motor estiver quente ou parado, não colocar água. Somente
fazer com o motor funcionando. Anotar na tabela.

Nível de óleo no Cárter: Verificar o nível de óleo pela vareta. Se necessário, completar
com óleo especificado pelo fabricante do motor.

Óleo do hidráulico: Verificar o óleo pela vareta, deixar a torre mais ou menos na
vertical, se for vareta curta, a torre deve permanecer abaixada.

Se for necessário, completar o óleo especificado pelo fabricante da empilhadeira.

58
Nível do óleo na direção hidráulica: Retirar a tampa e encher até o nível, se
necessário.

Filtro de ar: Verificar o nível de óleo, se necessário, os entupimentos ou mangueiras


soltas.

Pressão dos Pneus: Verificar se a pressão é a recomendada pelo fabricante, anotar na


tabela.

Buzina: Verificar se está funcionando, acionando-a (apertando-a).

Extintor de Incêndio: Examinar o lacre ou a pressão de relógio.

Gasolina: Abastecer e anotar o número de litros que foram colocados.

Óleo do hidramático: Verificar o nível de óleo pela vareta. Se necessário, completar o


óleo para transmissões hidramáticas. Anotar na tabela.

Freio de mão (de estacionamento): Verificar se está com boa pressão na alavanca.

Freio de Rodas: Com a máquina em funcionamento, ver se está freando bem.

Marcadores do Painel: Verificar todos, com a máquina funcionando.

59
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. SENAI-sp. Drd. Manual de Segurança para operador de empilhadeira Por


Amarilho Santos dos Reis et al. São Paulo, 1993 62p.

2. Manual do Operador – Hyster Company 1996.

3. Manual de Legislação Atlas – Segurança e Medicina do Trabalho Portaria 3214


de 08 de junho de 1978 – NR 11 – Transporte e movimentação, Armazenamento
e Manuseio de Materiais.

4. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NB 153 Código de


Segurança para Veículos Industriais Automotores.

5. SENAT – DF – Manual de Segurança para Operadores de Empilhadeira – 1998.

60
ANEXO A

61
ANEXO B

EXERCÍCIOS I

1) Defina empilhadeira.

2) Qual a finalidade das empilhadeiras?

3) Defina NR 11.

4) Assinale a alternativa correta:

I) Por Lei, em toda empilhadeira será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho
permitida.

II) Por Lei, os operadores de empilhadeira deverão ser habilitados e só poderão dirigir se
durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em
lugar visível.

III) Por Lei, As empilhadeiras são isentas de possuir sinal de advertência sonora (buzina).

IV) Por Lei, a cor vermelha deverá ser empregada para indicar “cuidado”.

Assinale:

a) ( ) As alternativas II e III estão corretas, as demais erradas.


b) ( ) As alternativas I, II e III estão corretas.
c) ( ) Apenas a alternativa I está correta.
d) ( ) As alternativas I e II estão corretas, as demais erradas.

62
5) Marque V para verdadeiro e F para falso

Uma das funções da empilhadeira é movimentar e deslocar materiais, tanto


a) ( )
no sentido horizontal como no sentido vertical.
O cartão de habilitação de um operador de empilhadeira terá a validade de 1
b) ( ) (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá
passar por treinamento de reciclagem.
Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de qualquer
c) ( )
empilhadeira movidas a motores de combustão interna.
Acidentes, normalmente, acontecem por ausência ou desconhecimento dos
d) ( ) procedimentos, operação, carga e armazenamento, normas de circulação ou
desrespeito às normas de segurança.
Por Lei, todos os transportadores industriais deverão ser permanentemente
e) ( )
inspecionados.

Em terrenos regulares a altura de elevação considerada boa está entre 15 a


f) ( )
20 cm.

Ao descer uma rampa, o sentido correto de transportar uma carga é de


g) ( )
frente.

O aumento da velocidade de elevação de uma carga se dá aumentando a


h) ( )
aceleração da empilhadeira

6) Assinale a alternativa correta:

É função de uma empilhadeira:

I) Empilhar e desempilhar, carregar, descarregar e transportar à curta distância inúmeros tipos


de objetos.

II) Rebocar e ou empurrar outros veículos e objetos.

III) transportar passageiros.

Assinale:

a) ( ) A alternativas II está correta.


b) ( ) A alternativa I, está correta e as demais incorretas.
c) ( ) Apenas as alternativas I e III estão incorretas.
d) ( ) A alternativa III e está correta.

63
EXERCÍCIOS II

1) Cite todos (os que você lembrar) os componentes de uma empilhadeira.

2) Qual é a velocidade de segurança de uma empilhadeira?

3) Descreva os 4 tipos de carga conhecidas.

4) Assinale a alternativa correta:

A movimentação de cargas com auxílio de empilhadeira dá-se de três formas:

I) Carga conteinizada.

II) Carga paletizada.

III) Carga embalada.

IV) carga a granel.

Assinale:

a) ( ) A alternativas II e III estão corretas e demais incorretas.


b) ( ) Apenas a alternativa III está incorreta.
c) ( ) Apenas a alternativa IV está incorreta.
d) ( ) Todas as alternativas estão corretas.
e) ( ) Apenas a alternativa I está incorreta.

64
5) Marque V para verdadeiro e F para falso:

a) ( ) O uso do cinto de segurança é obrigatório durante a operação da empilhadeira.


Apesar de não ser um veículo de tração, em alguns casos, casos especiais, a
b) ( )
empilhadeira pode rebocar outro veículo;
c) ( ) Nunca deve ser levantado cargas com apenas um dos garfos;

d) ( ) É permitido utilizar duas empilhadeiras para transportar apenas uma carga;

e) ( ) O ponto de equilíbrio da empilhadeira está localizado no contrapeso.

f) ( ) Qualquer operador que possuir habilitação CNH poderá operar a empilhadeira;

6) assinale a segunda coluna de acordo com a primeira.

Confeccionados de madeira ou de plástico, dotados de


a) Carga embalada ( ) aberturas para acesso do garfo da empilhadeira, sobre
os quais se arruma a carga.

São acessórios indispensáveis à continuidade do


b) Paletes ou estrados ( )
trabalho, pois os mesmos é que dão vida nova à bateria
possibilitando o uso contínuo na empilhadeira

Material normalmente acondicionada em caixa, saco,


c) Container ( )
tambor, feixe, etc; movimentada individualmente, ou no
interior de gaiolas/caçambas.

Quanto ao abastecimento (Elétrica, Gás, Gasolina e


d) Carregadores ( )
Diesel)
- Quanto às características (Mecânica, e Hidráulica)

e)Classificação das É uma caixa fechada, em geral de aço ou alumínio,


( )
Empilhadeiras dentro da qual a carga é acondicionada. É a forma de
unitização (reunião em um só volume) de cargas mais
utilizada atualmente.

65
7) Assinale a alternativa correta:

Um operador de empilhadeira, além de dirigir deve saber detectar os defeitos na empilhadeira;


Por quê?

a) Antes que estes se tornem menores e perigosos;


b) Para não prejudicar a produtividade do operador;
c) Para não atrasar o carregamento;
d) Antes que estes defeitos se tornem maiores ou perigosos, diminuindo o custo de parada da
máquina.

8) Ao subir na empilhadeira qual é o procedimento correto?

a) Subir do lado esquerdo apoiando-se com cuidado no volante;


b) Subir do lado direito apoiando nas alavancas de operação;
c) Subir do lado esquerdo apoiando-se no suporte;
d) Nenhuma das alternativas.

9) Ao estacionar a empilhadeira o operador deve:

a) Estacionar com os garfos elevados para que os pedestres visualizem-os;

b) Estacionar não obstruindo equipamentos de combate a incêndio, com garfos elevados e


inclinados;

c) Estacionar em locais que não obstrua equipamento de combate a incêndio, portas,


corredores, com garfos ligeiramente inclinados apoiados ao chão e com freio de mão puxado;

d) Estacionar em qualquer local, desde que seja um corredor, porta ou passagem de pedestres
para fácil acesso.

10) Qual é a finalidade do contra-peso?

a) Peça que compartilha do equilíbrio entre os centros.


b) Peça que serve de união entre a carcaça e o capô;
c) Peça metálica que prolonga a bitola longitudinal;
d) Peça que está parafusada no extremo posterior;

66
11) Quantas pessoas devem ser elevadas na empilhadeira usando-se um palete de 1,20 m x
1,20 m em condições planas?

a) Uma pessoa só, para que fique bem acomodada;


b) Utilizar sempre um rack de segurança;
c) Nenhuma das alternativas.
d) Duas pessoas;

12) Assinale a alternativa incorreta.

a) O check list (tabela de observação diária) é uma planilha de verificação do estado da


empilhadeira e deve ser preenchida antes do início do turno do operador;

b) Toda vez que o operador for mudar a alavanca de direção (frente ou ré), o operador deverá
parar totalmente a empilhadeira;

c) Para se transportar uma carga que dificulte a visão do operado, este deverá operar a
empilhadeira em marcha ré;

d) a simbologia de carga serve para informar a capacidade de carga da empilhadeira;

e) Os garfos de uma empilhadeira estacionada deverão estar a 15 a 20 cm do solo.

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