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A LEGISLAÇÃO EXISTENTE FRENTE A EVOLUÇÃO DOS CRIMES

CIBERNÉTICOS1

Adilson Dalagnol,
adilsondalagnol@hotmail.com2
Jociane Machiavelli,
jociane@uniarp.edu.br3

Resumo – Com o advento da era digital, o ser humano buscou adaptar-se as mudanças
oriundas dessas tecnologias, surgindo dessa forma um novo ambiente denominado
virtual, que passou a ser utilizado por uma grande parcela da população mundial.
Entretanto, com os inúmeros benefícios advindos com o acesso a rede mundial de
computadores, surgiram concomitantemente nas respectivas redes, práticas delituosas e
passíveis de sanções penais. No presente estudo busca-se pesquisar os diferentes
mecanismos utilizados na esfera penal brasileira, com o propósito de combater, coibir e
punir eficazmente os crimes cibernéticos. Em síntese, tem-se como intento analisar como
a respectiva problemática vem sendo enfrentada pela legislação vigente, bem como,
verificar os resultados de eficiência do nosso ordenamento jurídico frente ao problema
supracitado.
Palavras-chave: era digital, crimes cibernéticos, legislação.

INTRODUÇÃO
O presente artigo tem por escopo aprofundar o estudo referente aos crimes
cibernéticos, praticados por meio da rede mundial de computadores, bem como, analisar
a atual legislação existente e sua aplicabilidade no combate a essas práticas delituosas.
Historicamente, a legislação brasileira vem se aprimorando no sentido de identificar
e combater eficazmente os crimes cibernéticos. O direito é conservador comparado com
a internet, porém ele não pode ser omisso, ele tem que se adaptar para preservar os
direitos das pessoas, sua privacidade e dignidade (PAESANI, 2012).
Utilizou-se no decorrer desse estudo a expressão crimes cibernéticos para tratar
sobre os delitos praticados no âmbito virtual, ou seja, buscar compreender todos os crimes
praticados nos meios eletrônicos, como os crimes digitais, cibercrimes e crimes de
informática.
Esta pesquisa justifica-se também pela sua aplicabilidade no dia-a-dia, uma vez
que, é de suma importância para academia de Direito a sua compreensão, bem como
para todos os estudiosos e militantes do Direito, pois, esclarece, ainda de forma sucinta,
sobre a Legislação vigentes acerca dos crimes cibernéticos sem pretensões

CRIMES CIBERNÉTICOS
Desde sua origem a internet propiciou inúmeros benefícios para a sociedade.
Todavia, concomitante com tudo isso surgiram inúmeros atos ilícitos que passaram a ser
cometidos com o auxílio dela, tanto os tradicionais crimes, já tipificados no Código Penal,
como outros atos ligados diretamente aos dispositivos informáticos (PAESANI, 2012).
Os crimes perpetrados neste ambiente se caracterizam “pela ausência física do
agente ativo, por isso, ficaram usualmente definidos como sendo crimes virtuais, ou seja,
os delitos praticados por meio da Internet são denominados de crimes virtuais, devido à
ausência de seus autores e seus asseclas” (ALMEIDA et al., 2015, p. 223).
Malaquias (2012) destaca que a sociedade cibernética traz consigo uma mudança

1 Resumo da Monografia a ser apresentada para conclusão do Curso de Direito, 10ª fase Campus
Fraiburgo.
2 Acadêmico do Curso de Direito 10ª fase – Campus Fraiburgo.
3 Professora Orientadora.
no conceito de fronteira física, trazendo assim uma nova concepção de jurisdição, tendo
em vista que não há mais uma presença física e o espaço geográfico não é mais
indispensável para a realização de atos ou fatos jurídicos. Ainda, segundo Malaquias
(2012, p. 59):
O espaço cibernético é um novo ambiente social criado e modificado a cada dia,
trazendo uma nova e inusitada realidade para o ser humano que caminha através
do Século XXI, consolidando-se as conquistas sociais da chamada Era da
Informação.

De acordo com Lessa e Vieira (2017, p. 5), os crimes cibernéticos podem ainda ser
chamados de:

[...] aquelas condutas praticadas visando um bem jurídico tutelado pelo Direito
Penal, quando o sistema é utilizado apenas como um meio para atingir bem
jurídico diverso do computador, como por exemplo, atingir o patrimônio (crimes de
fraude e estelionato) ou imagem, honra e intimidade (crimes de calúnia,
difamação, injúria e racismo).

No novo ambiente tecnológico, toda e qualquer infração penal em que o autor utilize
um recurso tecnológico como meio para a prática do delito é tratado como crime
cibernético. “O termo é taxado como o mais apropriado e mais utilizado no meio policial,
embora informalmente sejam utilizados os nomes ‘crimes digitais’, ‘crimes eletrônicos’,
‘crimes informáticos’, ‘e-crimes’, ‘crimes virtuais’, dentre outros” (RIBEIRO et al., 2017, p.
2).
Pode-se destacar que a classificação normativa dos crimes cibernéticos assim
como a própria denominação, não está pacificada, sendo diversas as classificações
adotadas por alguns autores que em sua essência não se diferem uma da outra
Dentre os principais crimes cibernéticos, segundo Santos, Martins e Tybucsh
(2017, p. 8) estão:
a pornografia infantil, pirataria, fraude e golpes, sabotagem informática,
difamação, calúnia, injúria, dano, estelionato, crimes contra o sistema financeiro,
ameaça, interceptação do fluxo de dados em trafego por serviço de
telecomunicação, apologia de crime ou de criminoso, violação de direito autoral,
trafico de substâncias estupefacientes, rufianismo, entre outros.

No entendimento de Martins (2017), os crimes próprios só podem ser cometidos


por determinada pessoa ou categorias de pessoas. São aqueles que em que o sistema
informático do agente é o objeto e o meio do crime. Os crimes cibernéticos impróprios
seriam aqueles que atingem um bem jurídico comum, como o patrimônio, e utilizam dos
sistemas informáticos apenas como meio de execução.
Pode-se dizer que os crimes cibernéticos mistos são crimes complexos em que,
além da proteção da inviolabilidade dos dados, a norma visa a tutelar bem jurídico de
natureza diversa. “Aqueles em que o uso da internet ou sistema informático é condição
para a realização da conduta, embora o bem jurídico visado seja contrário ao informático”
(MARTINS, 2017, p. 82). Crimes cibernéticos mistos são crimes em que a norma visa não
só a proteção da inviolabilidade dos dados, como também bem jurídico diverso (PINTO,
2017).
“Os crimes cibernéticos comuns podem ser cometidos por qualquer pessoa,
portanto, são aqueles que utilizam a Internet apenas como instrumento para a realização
de um delito já tipificado pela lei penal” (MARTINS, 2017, p. 85).
O crime cibernético puro está relacionado a “comportamentos ilícitos que objetivam
especificamente a atacar sistema computacional e seus componentes, seja o hardware
ou o software, abarcando ainda os dados e os sistemas em si” (MATSUYANA; LIMA,
2016, p.3).
Já o crime cibernético misto, “a ação criminosa está essencialmente condicionada
ao uso da Internet para que o intento delituoso possa se efetivar, conquanto o infrator vise
bem jurídico distinto do informático” (MATSUYANA; LIMA, 2016, p. 3). O agente não
conduz sua conduta ao sistema computacional ou a seus componentes, mas sim o uso
da tecnologia é ferramenta fundamental para a mabealidade da ação delinquente. Cita-se
a retirada ilícita de valores monetários de contas bancárias via homebanking (MARTINS,
2017).

FAKE NEWS
As fake news são, na tradução livre, notícias falsas. Porém, esse fenômeno envolve
algo mais profundo, como nos ensina Rais (2018, p. 68) “trata-se de um problema ainda
mais abrangente: a desinformação.”
Assim, de acordo com Luciano (2019), pode-se constatar que a expressão fake
news, por ter assumido vários contextos, entre eles a notícia falsa, a reportagem
jornalística incompleta, e a agressão a alguém ou até mesmo a uma ideia grupal.
As fake News são disseminadas pela internet, espalhadas como se fossem notícias
reais, porém possuem conteúdos inverídicos ou distorcidos (TEFFÉ, 2018).
Assim, conforme os ensinamentos de Rais (2018), pode-se utilizar o entendimento
de fake news como algo fraudulento que, vem para prejudicar algo ou alguém, e assim,
conseguir através dos danos gerados, alguma vantagem. Para Alves (2017) as fake news
são as notícias que são publicadas para confundir o público, convencendo-o de tal
informação, afim de diversos propósitos escusos.
Nesse cenário, emerge o conceito das “fake news”,

expressão que pode ser entendida como notícia falsa e a qual, em verdade, se
refere a uma mentira contada na forma de notícia. Declarações ambíguas,
enviesadas, ou derivadas de enganos são na prática equiparadas a mentiras
inventadas pelos mais diversos motivos (BALEM, 2017, p.3).

É muito comum, conforme apontam Rocha et al., (2018), no campo das eleições e
da propaganda eleitoral, pois as fake news são constantemente utilizadas durante as
eleições, na forma de propaganda eleitoral com a intenção de causar danos ao opositor,
para que este perca votos e, assim, o prejudicador poder colher esses votos pra si.
Assim nos ensina Ferreira, Chistofoletti e Frantz (2019, p. 02), “É inevitável não
perceber: o Brasil tem sido inundado por uma enxurrada de informações falsas. O
fenômeno das fake news não é nenhuma novidade, mas encontrou na crise política um
ambiente adequado para se proliferar sem controle.”
A cerca dos efeitos causados por este evento, podem-se elencar os negativos que
passam desde,
[...] a calúnia sobre figuras públicas, denegrir reputações e desfavorecê-las
quando a sua reputação é ponto crucial em determinadas disputas (como no caso
das eleições), até mesmo as mais simples invenções de notícias que tenham
objetivos mais diretos e pontuais, e que acontecem em menores escalas, falando
de qualquer situação com aumento de proporções ou enfoques que distorcem os
acontecimentos reais, tendo em vista o favorecimento das ideais de quem pública
(NASCIMENTO; COSTA, 2019, p. 169).

Calegari (2018) explica ainda que não existe punição especifica para quem
propaga notícia falsa, a não ser que tal atitude, acabe prejudicando diretamente algum
cidadão ou entidade. Se a vítima entender que cabe indenização, faz-se necessário entrar
na justiça alegando calúnia ou difamação. A lei especifica que ampara a vítima encontra-
se no artigo 19 do Marco Civil da Internet:

Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o


provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado
civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após
ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites
técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o
conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em
contrário (BRASIL, 2014).

Conforme afirma Rais (2018, p. 44):

São necessários três elementos fundamentais para identificar fake news como
objeto do Direito: falsidade, dolo e dano. Ou seja, no contexto jurídico, fake news
é o conteúdo comprovada e propositadamente falso, mas com aparência de
verdadeiro, capaz de provocar algum dano, efetivo ou em potencial.

No âmbito do direito eleitoral, as fake news podem estar em diversas etapas do


processo eleitoral. Por sua vez, tais direitos políticos, inseridos como fundamentais em
nossa Constituição, são os direitos que permitem aos cidadãos efetivar a democracia,
pois, uma democracia sem direitos fundamentais políticos protegidos, não pode ser
considerada democracia (SERRAGLIO; ZAMBAM, 2016).
Diante esse contexto, faz-se importante aporte do direito eleitoral, com a
preocupação das mensagens mentirosas. Assim, a legislação eleitoral possui alguns
dispositivos que podem ser considerados para a defesa contra a disseminação das fake
news durante as eleições, porém nada específico com a ferramenta internet. Conforme
Osorio (2019, p. 41) frisa sobre os dispositivos no direito eleitoral:
Então, embora não haja um dispositivo criado especificamente para tratar do tema
das fake news, a lei eleitoral, a Lei n° 9.504/1997, e o Código Eleitoral trazem
dispositivos que permitem à Justiça Eleitoral tratar desse tema. Mas é preciso
pensar com cuidado como vamos aplicar esses dispositivos que não foram feitos
especificamente para tratar do problema das fake news.

Pode-se concluir que o Estado brasileiro defende a liberdade de expressão como


base para o desenvolvimento da democracia, desta forma, a liberdade de expressão não
possui censura imediata e irrestrita. As fake news são a base da desinformação, e assim,
em uma sociedade com educação virtual reduzida, elas encontram terreno fértil, visto que
o controle de sua disseminação não pode ser somente através do judiciário.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante de todo o exposto, é indiscutível que a evolução tecnológica contribuiu
significativamente para o avanço da sociedade, encurtando o tempo e o espaço,
facilitando e acelerando as comunicações, bem como, contribuindo com o
desenvolvimento das demais áreas, como: saúde, educação, economia, entre outras.
A internet além de revolucionar a comunicação, gerou novos padrões de interações
sociais, que romperam com as limitações territoriais. Todavia, em contrapartida acabaram
gerando o anonimato ou até mesmo o isolamento do mundo real.
As consequências referentes a esses atos ilícitos, podem gerar apenas um mero
incômodo pessoal ou causar prejuízos incalculáveis ao indivíduo ou a própria sociedade.
Por esta razão devem ser investigados, buscando-se identificar os responsáveis e
aplicando as sanções penais cabíveis de acordo com a infração cometida. Isso tudo se
faz necessário para não gerar a sensação de impunidade e a falsa ideia de que o crime
praticado no meio virtual não pode ser responsabilizado.
Ressalta-se que o combate aos crimes cibernéticos progrediu significativamente
nos últimos tempos, porém como a sociedade não para de evoluir, principalmente na área
tecnológica, a legislação aplicada também precisa estar em constante atualização. Pois
toda vez que um crime é tipificado, outros crimes virtuais acabam surgindo.
Enfim, o enfrentamento das fake news por parte dos nossos legisladores é algo
extremamente relevante e urgente, haja visto que, a fabricação e disseminação de
notícias falsas, de modo especial em relação aos nossos agentes políticos tem sido uma
prática constante e uma real ameaça ao nosso Estado Democrático de Direito.

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