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A qualidade de vida das “comunidades” de SP:

Atualmente uma paisagem comum numa cidade urbanizada como São


Paulo são as comunidades, um grave fenômeno da rápida urbanização de
uma cidade. As periferias sempre foram lugares precários, devido a sua
infraestrutura rústica, má localização e outros motivos.

Ao lado mapa da cidade de São


Paulo de acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). O
mapa foi feito por uma pesquisa realizada pela prefeitura de SP e dividiu a
cidade por tipos de IDH. IDH europeu (onde vivem 3% da população),
IDH asiático, IDH indiano e IDH africano (onde vivem 53% da população
de SP):

Segundo o site “OTEMPO” as comunidades de São Paulo e do Brasil são


exemplos de má qualidade de vida para criança. Veja um trecho de sua matéria:
“As comunidades do Brasil foram citadas, por especialistas estrangeiros,
como exemplos de falta de qualidade de vida para as crianças. A solução de
parte desses problemas, segundo os peritos, está em ações políticas
eficientes e na atenção adequada para as crianças mantidas em uma
situação que classificam de invisibilidade. ”
As periferias de São Paulo apresentam situações bastante diversas.
Enquanto algumas delas possuem indicadores de acesso a água encanada,
esgoto e coleta de lixo praticamente universalizadas, em outras a situação é
similar a de Melgaço, no Pará, que possui o pior Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Os dados fazem parte de um
estudo obtido pelo jornal El País feito durante o ano passado pelo Centro de
Estudos da Metrópole, ligado à Universidade de São Paulo (USP), em
parceria com a Prefeitura de São Paulo, para orientar as políticas de
habitação da cidade.
Não está claro o que faz com que algumas favelas sejam piores que outras,
já que elas estão espalhadas igualmente pelo território urbano, ou seja, nas
bordas da cidade é possível encontrar tanto favelas servidas com água
encanada, esgoto e coleta de lixo como outras sem tais serviços. A
dimensão geográfica não é a que explica. Pode ser que as favelas em piores
condições sejam mais frequentemente em terrenos privados, que é uma
informação que a gente não tem. Estar em área privada dificulta a
colocação de infraestrutura por parte do poder público.
Veja a diferença entre uma comunidade e uma cidade:
O Programa de Urbanização de Favelas
Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Habitação o Programa tem como
foco a urbanização e a regularização fundiária de áreas degradadas, ocupadas
desordenadamente e sem infraestrutura. O objetivo é transformar favelas e
loteamentos irregulares em bairros, garantindo a seus moradores o acesso à
cidade formal, com ruas asfaltadas, saneamento básico, iluminação e
serviços públicos.
O programa também inclui o reassentamento de famílias – em caso de áreas
de risco – e a recuperação e preservação de áreas de proteção dos
reservatórios Guarapiranga e Billings, além de melhorias habitacionais.
Urbanizar é levar infraestrutura urbana a essas áreas, como abrir e
pavimentar ruas, instalar iluminação pública, construir redes de água e de
esgoto e criar áreas verdes e de lazer, além de espaço para escola, creche e
posto de saúde. A urbanização dessas áreas é estratégica, pois também
garante o acesso à saúde e à segurança, na medida em que ambulâncias e
policiamento têm acesso a esses locais, antes degradados, sem ruas
pavimentadas, calçadas ou vielas, por exemplo.
A urbanização é indispensável para a regularização fundiária dessas áreas
que, por sua vez, é fundamental para promover a inserção dessa população
no contexto legal da cidade. Este é o maior Programa de Regularização
Urbanística e Fundiária do país e abrange ainda loteamentos irregulares e
precários.
Sendo assim, foi possível perceber que a qualidade de vida de uma periferia
é muito precária e que a prefeitura de São Paulo fez diversos programas
sociais para combater.

Bibliografia:
http://www.otempo.com.br/capa/brasil/favelas-brasileiras-s%C3%A3o-
exemplos-de-m%C3%A1-qualidade-de-vida-para-crian%C3%A7as-diz-
unicef-1.415315
http://www.archdaily.com.br/br/805107/favela-rica-favela-pobre-as-
desigualdades-nas-baixas-rendas-de-sao-paulo
http://republicacontramaquina.blogspot.com.br/2007/05/desigualdade-e-
violncia-em-sp.html
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/habitacao/programas/ind
ex.php?p=3374

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