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GERÊNCIA/ASSISTÊNCIA

DE ENFERMAGEM EM DOENÇASTRANSMISSÍVEIS
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Tutoria: Discente: Bianca Estevam Farias

Arboviroses
no Brasil

Características Aspectos
gerais epidemiológicos

Notificação São um dos


compulsória dos principais
casos e óbitos problemas de
suspeitos e/ou saúde pública no
confirmados mundo
Agente Transmissão
etiológico Vetores

Chikungunya Zika
Dengue
Dengue
(denv 1, denv Espécie Via vetorial,
2, denv 3 e A. Aegypti vertical e
denv 4) transfusional
Introduzido no Arbovirose
Brasil em 2014 e de maior Introduzido
o vírus Zika também pode ter atualmente relevância no Brasil em
presente emtodas
todas nas Américas 2015
as UFs

Chikungunya Espécie Transmissão


A. Albopictus sexual Forma típica, Marcada está relacionada
(Chikv)
atípica e/ou pela coma síndrome
grave sazonalidade congênita dazika

Casos graves e Pode ser de


óbitos ocorrem assintomática áEm 2016 aoms
a
Zika sintomática, declara
mais em emergência de
Manifestações pacientes com podendo evoluir saúde pública
(Zikv) clínicas das comorbidades e para formas
em extremos de graves eaté
arboviroses morte
idade

Chikungunya Dengue Zika

formas típicas

Sinais Intensa •exantema •Febre alta


clinicamente artralgia que •mialgia Dengue •cefaleia
Fase aguda pode ser clássica Assintomática
parecidos com •dor •fadiga
os da dengue acompanhada •artralgia
de edema retroorbital

Febre tende a Dura até o Todo caso Exantema, Febre baixa ou


alterações
desaparecer e
pode haver Fase terceiro mês, que não se Dengue com neurológicas, cefaleia, Oligosintomática ausente,
astenia, conjuntivite
persistência ou subaguda desde o início enquadra em complicações cardiorrespiratórias
/autolimitada não purulenta,
agravamento da dos sintomas DC e FHD
e mais mialgia, edema
periarticular artralgias
artralgia

Sintoma mais Presença de Ocorre aumento


comum éo Persistem os sinais de Febre da permeabilidade •mielites •encefalite
Formas
acometimento Fase crônica sintomas da alarme e pode hemorrágica vascular o que •neurite graves
•síndrome
articular contribui para as óptica Guillian-Barre
persistente ou fase aguda ter sinais de da dengue alterações
recidivante choque hemodinâmicas

Formas atípicas

•encefalopatia
•Neurite Manifestações
óptica hemorrágicas
Casos graves e
•miocardite colapso circulatório
•nefrite e evoluir para choque
E outras
Diagnóstico Manejo do
(Denv,chik e paciente com
zikv) arbovirose

Clínico-epidemiológico Diferencial Laboratórial Dengue

de acordo
com

Diferencial Sorologia -
entre Elisa
Anamnese dengue Após o sexto Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D
chikungunya dia
e zika
inclui inclui inclui inclui

Virológico
Exame Até o quinto
clínico •caso suspeito de •caso suspeito de •caso suspeito •caso suspeito de
dia dengue dengue de dengue dengue
•ausência de sinais •ausência de sinais de •presença de •presença de
de alarme alarme algum sinal de sinais de choque,
•sem comorbidade •com manifestações alarme sangramento
hemorrágicas grave ou
Hemograma, •condições clínicas disfunção grave
Situação hematócrito, caso para internação
epidemiológica especiais de órgãos
contagem de
do local plaquetas e a Tratamento em Fasede
dosagem de albumina domicílio com expansão com
hidratação Hidratação
soro
oral e repouso oral ou fisiológico ou Repetir a
venosa RL fase de
supervisionado expansão até
3x
Analgésicos
Prevenção Analgésicos Reavaliação
indicados
das indicados (dipirona clínica e
(dipirona ou
arboviroses paracetamol) e ou paracetamol) e laboratórial
contraindicado
Exames
contraindicado laboratoriais
(AASe AINEs) (AAS e AINEs)
e de imagem

Medidas de vigilância Avaliar após


epidemiológica para
Solicitação cada etapa
monitoramento dos de
casos de exames hidratação Acompanhamento
Acompanhamento laboratoriais em leito de
Construir, manter, dos pacientes terapia
alimentar e intensiva
retroalimentar
sistemas de
informação
Chikungunya
Monitorar a
ocorrência
dos casos
graves das
doenças
Orientar para
medidas de proteção Paciente sem sinais de Pacientes do Pacientes com
como uso de telas e gravidade, sem critério grupo de sinais de gravidade
repelentes de internação e/ou risco e/ou critério de
condições de risco internação
acompanhamento ambulatorial
acompanhamento ambulatorial em observação acompanhamento em internação
Realizar
ações de
bloqueio
Avaliar a intensidade da dor, Solicitar exames específicos, Solicitar exame e
hidratação oral, avaliar inespecíficos e sorológicos e avalia-los, realizar
Utilizar hemograma, orientar para realizar a conduta do grupo hidratação oral,
larvicida nos retorno e realizar anterior caso não haja sinais tratar
recipientes que acompanhamento de gravidade complicações
não podem ser graves de acordo
removidos com a situação
Intensificar atividades
de eliminação
mecânica e Zika
tratamento de
criadouros
Realizar ações
integradas com as
equipes de saúdes
locais Administração Administração
Repouso
Hidratação de Retorno e
relativo de anti-histamínico acompanhamento
enquanto oral paracetamol em caso de
durar a febre do paciente
ou dipirona prurido
Aplicação do
Processo de
enfermagem nas
arboviroses

Histórico de Diagnóstico Planejamento


de de Implementação Avaliação
enfermagem
enfermagem enfermagem

Anamnese Combase nos dados da


anamnese e exame físico,
o diagnóstico de Combase nas Realização das Nessa etapa serão
informações ações ou verificadas as mudanças
enfermagem é formado
coletadas nas intervenções nas respostas do
Cronologia dos sinais e outras etapas indivíduo para
sintomas, pesquisar a determinadas na
exemplos de diagnósticos da NANDA o etapa de determinar se as ações
presença de febre e planejamento é foram eficazes e se
pesquisa de sinais de planejamento
realizado existe necessidade de
alarme Risco de mudança
volume de
líquidos
deficiente
Local de moradia,
história de
deslocamento nos
últimos 15 dias

Mobilidades
física
Doenças crônicas, uso prejudicada
de medicamentos e
história vacinal

Risco de
sangramento
Examefísico

Examefísico
cefalo-podalico, Integridade
sinais vitais e da pele
realizar a prova do prejudicada
laço
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral
de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde:
volume único. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em:
https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/junho/25/guia-vigilancia-saude-
volume-unico-3ed.pdf
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Chikungunya: manejo clínico. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e
criança. Série A. Normas e Manuais Técnicos, 4. ed. Brasília, 2011.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de
Gestão. Dengue: manual de enfermagem, adulto e criança. Série A. Normas e Manuais
Técnicos. Brasília, 2013.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.

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