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Sumário

Prefácio
Introdução
AFLIÇÃO
AMIZADE
AMOR
APOIO RECÍPROCO
APRENDIZADO
AMPARO
ATENDIMENTO
ATITUDE
AUXÍLIO
AVISO
BEM
BEM-AVENTURANÇA
BÊNÇÃO DE DEUS
BENEFICÊNCIA
BENFEITOR
BOA VONTADE
BOM SAMARITANO
CAMINHO
CARÁTER CRISTÃO
CIVILIZAÇÃO
COERÊNCIA
COLABORAÇÃO
COMPREENSÃO
CONHECIMENTO
CONSELHO
CONSTRUÇÃO DO BEM
CONVITE
CORAÇÃO
CORTESIA
COURAÇA
CRÍTICA
CUIDADO
DEUS
DINHEIRO
DIREÇÃO
DISCERNIMENTO
DISCRIÇÃO
DIVULGAÇÃO
DOAÇÃO
EDUCAÇÃO
ENTENDIMENTO
EQUILÍBRIO
ESFORÇO
ESMOLA
ESPERANÇA
ESPÍRITO DIVINO
ESQUECIMENTO
EVANGELHO
EXIGÊNCIA
ÊXTASE RELIGIOSO

FONTE DIVINA
FRATERNIDADE
GÊNIO
INIMIGO
INSPIRAÇÃO
INVEJA
JESUS
JORNADA ESPIRITUAL
JUSTIÇA
LEMBRANÇA
LUZ DIVINA
LUZ RENOVADORA
MANIFESTAÇÃO
OBREIRO
PACIÊNCIA
PALAVRA
PARENTELA
PATRIMÔNIO MATERIAL
PAZ
PENSAMENTO
PENÚRIA
PERDÃO
PERFEIÇÃO
PERSEGUIDOR
PERSEVERANÇA
PRECE
PRECONCEITO
PREPARAÇÃO
PROGRAMA DO BEM
PROGRESSO ESPIRITUAL
PROVIDÊNCIA
PRÓXIMO
PUREZA
PURIFICAÇÃO
RECONFORTO
REINO DE DEUS
REINO DO AMOR
REINO DO ESPÍRITO
RELAÇÃO RECÍPROCA
RELIGIÃO DA ALMA
RENÚNCIA
RIQUEZA
SABEDORIA
SAMARITANO
SERVIÇO
SERVIÇO DA FÉ
SILÊNCIO
SOCORRO
SOLIDARIEDADE
TAREFA MEDIÚNICA
TOLERÂNCIA
TRABALHO
TRIBULAÇÃO
VERDADE
VIDA
VIRTUDE
VITÓRIA
Prefácio
Há muito os leitores das obras publicadas pela Federação Espírita Brasileira vêm
solicitando um livro de bolso, com conteúdo significativo, de fácil compreensão, confortável
à leitura, ao manuseio e ao transporte.
E eis que, decorrente do projeto O evangelho por Emmanuel, a FEB Editora oferta ao
prezado leitor a coleção Sementes do evangelho, com planejamento editorial para cinco
volumes, atendendo aos temas: amor, caridade, fé, paz e trabalho.
São gemas preciosas resultantes da sabedoria de Emmanuel e precisamente colhidas
pela abençoada mediunidade de Francisco Cândido Xavier.
Em cada frase, um efeito para reflexão; em cada pensamento, um estímulo à ação.
Aqui está o segundo volume desses livrinhos para usufruto dos que buscam iluminação
espiritual por meio do processo de renovação íntima.
Estamos certos de que eles serão muito benquistos por você, que ora folheia estas
páginas.
Agradecemos, de coração, a gentileza da leitura, na esperança de que todos estejamos
contribuindo para a implantação do reino de Deus na Terra, com a publicação, a divulgação
e o estudo do livro espírita para um novo mundo.

Brasília (DF), 23 de abril de 2015.


GERALDO CAMPETTI SOBRINHO
Vice-Presidente da FEB
Introdução
A natureza é sempre pródiga nas lições que nos oferece para ampliar nosso horizonte
de compreensão da vida.
A chuva, que verte do alto, fala da misericórdia que nos assiste.
O Sol, que ilumina o dia, oferece-nos a lição da benevolência sem distinção.
O riacho, que prossegue em seu curso, vencendo pedras e obstáculos, lembra-nos do
valor da perseverança.
A planta, que articula sua ramagem na direção da luz, testifica a fé.
Muitos são os exemplos silenciosos que se desenrolam diante dos nossos olhos e que
nos fortalecem e nos orientam nas estradas do Infinito.
Por essa razão, nestas coletâneas, buscamos seguir também esses exemplos,
recorrendo à semente como símbolo.
A semente provém do fruto e esse, por sua vez, é gerado pela árvore que o sustenta.
Os comentários de Emmanuel sobre os versículos do Novo Testamento são como frutos
amadurecidos da grande Árvore do Evangelho. Desses frutos, recolhemos algumas
sementes como frases enfeixadas nesta obra singela, organizada em 5 volumes. O valor de
cada uma está em seu potencial de despertar o Amor, a Caridade, a Fé, a Paz e o Trabalho.
Recolhê-las no solo do coração será o primeiro passo para o crescimento dessas
sementes. Não importa o quão pequenas sejam, pois como nos disse Jesus:
A que é semelhante o reino de Deus, e a que o assemelharei? É semelhante a um grão de
mostarda que um homem lançou em seu horto; cresceu, tornou-se uma árvore, e as aves do
céu aninharam-se em seus ramos (LUCAS, 13:18 e 19 ).

Brasília (DF), 15 de abril de 2015.


LARISSA MEIRELLES BARBALHO SILVA
AFLIÇÃO
Quando Jesus proclamou a bem-aventurança aos aflitos, não se reportava aos espíritos
insubordinados e impacientes, que elegem o desespero e a indisciplina por normas
regulares de reação; referia-se, antes de tudo, aos que se acham aflitos por ajudarem o
engrandecimento coletivo, por se converterem realmente à luz eterna, por se consagrarem à
caridade e, acima de tudo, por se dominarem, transformando-se em veículos de
manifestação da vontade do Senhor.1

1Reformador, jan. 1952, p. 14. Texto publicado em Reconforto. Ed. GEEM. Cap. 6, com
pequenas alterações.
AMIZADE
Se instalados na compreensão mais ampla, observamos que a amizade apenas
sobrevive no clima da caridade que se define por prática do amor, de uns para com os
outros.2

2 Convivência. Ed. Cultura Espírita União. Cap. 12.


AMOR
Cultiva o amor que constrói e ilumina, na esfera de cada um de nós, para a
imortalidade, de vez que, enquanto aparecem e desaparecem as inquietações humanas, “a
caridade jamais acaba”.3

3 Reformador, set. 1967, p. 196. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 57, com pequenas
alterações.
APOIO RECÍPROCO
Seja qual for a posição a que nossos companheiros sejam chamados, consideremo-nos
uns aos outros por irmãos necessitados de apoio recíproco e saibamos estimulá-los à
caridade e às boas obras, sustentando-lhes o ânimo no trabalho e auxiliando, quanto nos
seja possível, a cada um deles na execução do melhor.4

4 Reformador, jul. 1962, p. 146. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 116, com pequenas alterações.
APRENDIZADO
Sempre que interessados em aprender a praticar a misericórdia e a caridade,
rememoremos o ensinamento do Cristo e façamos nós o mesmo.5

5 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 28.


AMPARO
Bondade e conhecimento, pão e luz, amparo e iluminação, sentimento e consciência são
arcos divinos que integram os círculos perfeitos da caridade.6

6 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 116.


ATENDIMENTO
Atende à caridade que te pede estímulo e paz, harmonia e auxílio para todos.7

7Correio fraterno. FEB Editora. Cap. 15. Texto publicado em Segue-me!... Ed. O Clarim. Cap. “Página do
moço espírita cristão”.
ATITUDE
Não ignoramos que, em certos episódios da vida, não remediaremos a dificuldade com
atitudes meigas e que surgem lances, na estrada, nos quais o silêncio não é a diretriz ideal;
não desconhecemos que, em determinadas circunstâncias, a caridade não deve ser vazada
em moldes de frouxidão e que o sentimento não é feito de pedra para resistir, intocável, a
todos os aguilhões do desejo...8

8 Reformador, mar. 1964, p. 62. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã.
Cap. 81.
AUXÍLIO
Aprendamos a auxiliar para que a nossa dádiva não se transforme em espinho,
envenenando as chagas alheias.
A caridade não surge apenas na doação de ordem material.9

9 Irmão. Ed. IDEAL. Cap. 13.


AVISO
Ouçamos, individualmente, o aviso apostólico e enchamo-nos de ardente caridade, uns
para com os outros.10

10 Pão nosso. FEB Editora. Cap. 99.


BEM
Caridade essencial é intensificar o bem, sob todas as formas respeitáveis, sem
olvidarmos o imperativo de autossublimação para que outros se renovem para a vida
superior, compreendendo que é indispensável conjugar, no mesmo ritmo, os verbos dar e
saber.11

11 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 116.


BEM-AVENTURANÇA
Para eles, os que tombaram no sofrimento moral, a ciência dos homens não dispõe de
recursos. É por isso que Jesus, ao reuni-los em multidão, no tope do monte, desfraldou a
bandeira da caridade, e, proclamando as bem-aventuranças eternas, no-los entregou por
filhos do coração...12

12 Reformador, jan. 1963, p. 21. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã.
Cap. 2, com pequenas alterações.
BÊNÇÃO DE DEUS
A caridade é sempre uma bênção de Deus, mas não se restringe ao pão e ao agasalho
que distribuas.13

13 Escultores de almas. Ed. Cultura Espírita União. Cap. “Caridade”.


BENEFICÊNCIA
A beneficência pode efetuar prodígios, levantando a generosidade e conquistando a
gratidão; contudo, em nome da caridade, toda beneficência, para completar-se, não pode
viver sem a paciência.14

14Reformador, abr. 1961, p. 76. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed.
Comunhão Espírita Cristã. Cap. 94, com pequenas alterações.
BENFEITOR
Determina a caridade nos situemos no lugar daqueles que necessitam de amparo,
doando-lhes o melhor de nós, com a certeza de que provavelmente amanhã serão eles, os
socorridos de agora, nossos próprios benfeitores.15

15 Viajor. Ed. IDE. Cap. 1.


BOA VONTADE
Quem não pode dar alguma coisa de si mesmo, na boa vontade, no sorriso fraterno ou
na palavra sincera de bondade e encorajamento, debalde estenderá as mãos recheadas de
ouro, porque só o amor abre as portas da plenitude espiritual e semeia na Terra a luz da
verdadeira caridade, que extingue o mal e dissipa as trevas.16

16Reformador, jul. 1952, p. 158. Texto publicado em Dinheiro. Ed. IDE. Cap. “Estudando a riqueza”,
com pequenas alterações.
BOM SAMARITANO
A história do bom samaritano, ainda hoje, compele-nos a reconhecer na caridade o
caminho aberto por Jesus à união e à paz, entre as criaturas, e não antes dele.17

17 Marcas do caminho. Ed. IDEAL. Cap. 12. Texto publicado em Educandário de luz. Ed. IDEAL. Cap. 36.
CAMINHO
Guarda, em todas as fases do caminho, a caridade que identifica a presença do Senhor
nos caminhos alheios, respeitando-lhes a configuração com que se apresentem.18

18 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 1.


CARÁTER CRISTÃO
Adotando a caridade por base de todas as suas aspirações e instituições, o espírita
evangélico em tudo patenteia as marcas do caráter cristão de que dá testemunho.19

19 Reformador, maio 1967, p. 98. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 47.
CIVILIZAÇÃO
[...] não tereis verdadeiramente o direito de dizer-vos civilizados, senão quando de
vossa sociedade houverdes banido os vícios que a desonram e quando viverdes, como
irmãos, praticando a caridade cristã.20

20 Entre irmãos de outras terras. FEB Editora. Cap. 8. Texto publicado em Ceifa de luz. FEB Editora.
Cap. 36. Segue-me!... Ed. O Clarim. Cap. “Luz em nossas mãos”, com pequenas alterações.
COERÊNCIA
Jesus entendeu a todos, beneficiou a todos, socorreu a todos e esclareceu a todos,
demonstrando-nos que a caridade, expressando amor puro, é semelhante ao sol que abraça
a todos, mas não transigiu com o mal. Isso quer dizer que fora da caridade não há tolerância
e que não há tolerância sem coerência.21

21 Opinião espírita. Ed. Boa Nova. Cap. 32.


COLABORAÇÃO
Colaboremos com o Senhor, em sua Obra divina, acendendo luz na sombra e
oferecendo o bem ao mal, a fim de convertermos a animalidade primitiva em humanidade
real.22

22Reformador, set. 1953, p. 208. Texto publicado em Instrumentos do tempo. Ed. GEEM. Cap.
“Atendamos”, com pequenas alterações.
COMPREENSÃO
De todas as virtudes, permanecem por maiores a fé, a esperança e a caridade; e a
caridade, evidentemente, é a maior de todas; entretanto, urge observar que, se fora da
caridade não há salvação, sem compreensão a caridade falha sempre em seus propósitos,
sem completar-se para ninguém.23

23 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 29.


CONHECIMENTO
Indispensável é que a caridade do cristão fiel abunde em conhecimento elevado.24

24 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 116.


CONSELHO
Ajudar aos que se encontram em provações maiores que as nossas é caridade sublime;
no entanto, é forçoso reconhecer que aconselhar paciência aos que choram, na posição de
superiores tranquilos, é o mesmo que falar à margem de um problema, sem estar dentro
dele.25

25 Reformador, mar. 1961, p. 50. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 92.
CONSTRUÇÃO DO BEM
Sabes que a caridade é o sol que varre as sombras; trazes contigo o dom de esparzir o
consolo; podes pronunciar a palavra da bênção; consegues derramar o que sobra da bolsa,
transformando a moeda em prece de alegria; guardas o braço forte que levanta os caídos;
teus dedos são capazes de recompor as cordas que o sofrimento parte em corações alheios,
afinando-as no tom da música fraterna; reténs o privilégio de repartir com os nus a roupa
que largaste; nada te freia as mãos no socorro ao doente; ninguém te impede, enfim, de
construir na estrada o bem para quem passa e o bem dos que virão...26

26Reformador, jan. 1964, p. 9. Texto publicado em Opinião espírita. Ed. Boa Nova. Cap. 42, com
pequenas alterações.
CONVITE
A cada criatura que desperta em mais altos níveis da fé raciocinada, soa a interpelação
do Senhor como sendo convite às obras em que se afirme a caridade real.27

27 O espírito da verdade. FEB Editora. Cap. 54.


CORAÇÃO
A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.28

28 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 9.


CORTESIA
A cortesia é o primeiro passo da caridade.29

29Reformador, ago. 1953, p. 180. Texto publicado em Escrínio de luz. Ed. O Clarim. Cap. “Mansos de
coração”.
COURAÇA
Compreendendo, assim, que o cristão se acha num verdadeiro estado de luta, em que,
por vezes, somos defrontados por sugestões da irritação intemperante, da indignação
inoportuna, da ira injustificada ou da severidade destrutiva, o Apóstolo dos Gentios
receitou-nos a couraça da caridade, por sentinela defensiva dos órgãos centrais de
expressão da vida.30

30 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 98.


CRÍTICA
Foge da crítica pessoal, à face da caridade que lhe rege o caminho, mas não recusa o
exame honesto e imparcial desse ou daquele problema que interesse o equilíbrio e a
segurança da comunidade em que vive.31

31 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 66.


CUIDADO
Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que teu contato não dilacere os
que sofrem.32

32 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 4.


DEUS
“Deus é caridade”, afirma o Evangelho. Consequentemente, Deus está no bem
verdadeiro que é, mais propriamente, o bem de todos.33

33Reformador, dez. 1965, p. 268. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 18, com
pequenas alterações.
DINHEIRO
Dinheiro em si e por si é moeda seca ou papel insensível que, nas garras da sovinice ou
da crueldade, é capaz de criar o infortúnio ou acobertar o vício. Mas o dinheiro do trabalho e
da honestidade, da paz e da benemerência, que pode ser creditado no banco da consciência
tranquila, toda vez que surja unido ao serviço e à caridade, será sempre bênção de Deus,
fazendo prodígios.34

34 Reformador, fev. 1964, p. 42. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã.
Cap. 48.
DIREÇÃO
Não nos esqueçamos, pois, da oração pelos que dirigem, auxiliando-os com a bênção da
simpatia e da compaixão, não só para que se desincumbam zelosamente dos compromissos
que lhes selam a rota, mas também para que vivamos, com o sadio exemplo deles, na
verdadeira caridade uns para com os outros, sob a inspiração da honestidade, que é base de
segurança em nosso caminho.35

35 Reformador, ago. 1958, p. 170. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 39.
DISCERNIMENTO
A caridade reclama entusiasmo; entretanto, exige também discernimento generoso,
que não incline o coração à secura.36

36 Pão nosso. FEB Editora. Cap. 171.


DISCRIÇÃO
Diante dos irmãos alterados na fé por essa ou aquela circunstância, usa discrição e
caridade em qualquer pronunciamento.37

37 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 34.


DIVULGAÇÃO
Espíritas, amigos! atendamos à caridade que suprime a penúria do corpo, mas não
menosprezemos o socorro às necessidades da alma! Divulguemos a luz da Doutrina
Espírita! Auxiliemos o próximo a discernir e pensar.38

38 Entre irmãos de outras terras. FEB Editora. Cap. 12. Texto publicado em Ceifa de luz. FEB Editora.
Cap. 37. Segue-me!... Ed. O Clarim. Cap. “Esta noite!...”, com pequenas alterações.
DOAÇÃO
Serve a benefício dos semelhantes, tanto quanto possas e como possas, em bases da
consciência tranquila, sempre que encontres o próximo baldo de equilíbrio, espoliado de
esperança, sedento de paz ou cansado de angústia, nas trilhas do cotidiano, porque a
caridade é sempre maior nos dividendos para aquele que dá. Por isso mesmo, temos no
Evangelho do Senhor a advertência inesquecível: “mais vale dar que receber”.39

39 Reformador, mai. 1970, p. 110. Texto publicado em Caridade. Ed. IDE. Cap. 22.
EDUCAÇÃO
Informado de que “fora da caridade não há salvação” e compreendendo que “salvar”,
essencialmente, significa “livrar de ruína ou perigo”, dá-se o espírita à divina virtude, desde
o mais singelo recurso da beneficência até o mais profundo traço do próprio caráter,
demonstrando ao mundo, conforme os preceitos do Cristo, que, se as boas obras constituem
a educação da caridade, os bons exemplos formam a caridade da educação.40

40 Reformador, maio 1967, p. 98. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 47.
ENTENDIMENTO
Tudo na vida roga entendimento e caridade para que a caridade e o entendimento nos
orientem as horas.41

41 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 2.


EQUILÍBRIO
O dinheiro não compra a harmonia; contudo, nas mãos da caridade, restaura o
equilíbrio do pai de família, onerado em dívidas escabrosas.42

42 Reformador, fev. 1964, p. 42. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã.
Cap. 48.
ESFORÇO
Não sustentarás, de inopino, a atitude superior e espontânea da caridade simples e
pura diante daquele que te apunhala com a lâmina invisível da ofensa, mas podes sorrir,
contendo os instintos de reação ao preço do esforço supremo de quem sabe que nada existe
oculto para a verdadeira justiça.43

43 Reformador, ago. 1958, p. 177. Texto publicado em Irmão. Ed. IDEAL. Cap. 8, com pequenas
alterações.
ESMOLA
Não faças, porém, da caridade a esmola constrangida que se entrega, à força, a quem te
solicita o supérfluo.44

44 Brasil espírita, out. 1958, p. 1. Texto publicado em Refúgio. Ed. IDEAL. Cap. “Esmola e oração”.
ESPERANÇA
Caridade é também doar esperança e coragem aos companheiros que estão prestes a
desfalecer, na luta pela vitória do bem.45

45 Nós. Ed. Cultura Espírita União. Cap. “Esperança e coragem”.


ESPÍRITO DIVINO
A caridade é, invariavelmente, sublime nas menores manifestações, todavia, inúmeras
pessoas muitas vezes procuram limitá-la, ocultando-lhe o espírito divino.46

46 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 116.


ESQUECIMENTO
[...] o ensinamento cristão da caridade envolve o completo esquecimento de todo mal.47

47 Mediunidade e sintonia. Ed. Cultura Espírita União. Cap. 12.


EVANGELHO
Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da
vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a
redenção de nós mesmos. Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo
os ensinamentos do divino Mestre, no Evangelho. É a caridade de vivermos
verdadeiramente nele para que Ele viva em nós.48

48 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 110.


EXIGÊNCIA
[...] se invocamos a caridade a fim de orientar os que se transviam, não nos cabe
esquecer as dificuldades em que se encontram. Para recuperar-lhes o equilíbrio, não basta
identificar-lhes as fraquezas e reprová-las. É imprescindível anotar-lhes a posição
desfavorável e socorrê-los sem exigência.49

49 Reformador, jul. 1966, p. 146. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 30, com pequenas
alterações.
ÊXTASE RELIGIOSO
Guardar, pois, o êxtase religioso no coração, sem qualquer atividade nas obras de
desenvolvimento da sabedoria e do amor, consubstanciados no serviço da caridade e da
educação, será conservar na terra viva do sentimento um ídolo morto, sepultado entre as
flores inúteis das promessas brilhantes.50

50 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 39.



A fé constitui nosso patrimônio íntimo de bênçãos.
A caridade é o canal que as espalha, enriquecendo-nos o caminho.51

51 Reformador, dez. 1954, p. 273. Texto publicado em Escrínio de luz. Ed. O Clarim. Cap. “Fé e
caridade”.
FONTE DIVINA
Em todos os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das
bênçãos do Senhor.52

52 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 110.


FRATERNIDADE
A caridade fraternal é a chave de todas as portas para a boa compreensão. [...]
Saibamos caminhar, portanto, na senda que a vida nos oferece, sob a luz da caridade
fraternal, hoje e sempre.53

53 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 138.


GÊNIO
[...] a caridade, como gênio cristão na Terra, continua crescendo com os séculos, através
da bondade de um Francisco de Assis, da dedicação de um Vicente de Paulo, da
benemerência de um Rockefeller ou da fraternidade do companheiro anônimo da via
pública, salientando, valorosa e sublime, que o Espírito do Cristo prossegue agindo conosco
e por nós.54

54 Roteiro. FEB Editora. Cap. 16.


INIMIGO
Amemos aos inimigos externos que nos desafiam à prática do bem, ao exercício da
renúncia, ao trabalho da paciência e à realização da caridade, mas tenhamos cautela contra
os sicários escondidos em nós mesmos que, expressando sentimentos indignos de nosso
conhecimento e de nossa evolução, nos escravizam à angústia, e nos algemam à dor,
enclausurando-nos a vida em miséria e perturbação.55

55 Através do tempo. Ed. LAKE. Cap. 33.


INSPIRAÇÃO
Em todas as circunstâncias, particularmente naquelas que se enunciem no desfavor de
teus interesses, deixa que a caridade te inspire a benefício dos outros.56

56 No portal da luz. Ed. IDE. Cap. 21.


INVEJA
Se aspiras a servir ao bem, não te detenhas na cobiça expectante, a pedir que a
possibilidade dos outros te passe às mãos. A caridade não é invejosa.57

57 Reformador, abr. 1961, p. 76. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 93.
JESUS
Realmente a história do bom samaritano, contada por Jesus, expõe a caridade por
brilhante sublime oferecendo revelações prismáticas de inigualável beleza.58

58 Refúgio. Ed. IDEAL. Cap. “Receita de luz”.


JORNADA ESPIRITUAL
Se encontrares algum cadáver, dá-lhe a bênção da sepultura, na relação das tuas obras
de caridade, mas, tratando-se da jornada espiritual, deixa sempre “aos mortos o cuidado de
enterrar os seus mortos”.59

59 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 143.


JUSTIÇA
Em suma, todos necessitamos de caridade uns para com os outros, nesse ou naquele
ângulo do caminho, mas é forçoso observar que se a beneficência nos traça a obrigação de
ajudar, ensina-nos a justiça como se deve fazer.60

60 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 30.


LEMBRANÇA
Lembra-te dos mortos, auxiliando... [...] Não apenas os vivos precisam de caridade, mas
os mortos também.61

61 Reformador, nov. 1963, p. 247. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 89, com pequenas alterações.
LUZ DIVINA
E sempre que te observes, à frente de quaisquer dessas obras dedicadas à
compreensão e ao amor, recorda que te achas, perante a irradiação da Luz divina, ou mais
propriamente, ante a Caridade e Jesus.62

62 Marcas do caminho. Ed. IDEAL. Cap. 12. Texto publicado em Educandário de luz. Ed. IDEAL. Cap. 36.
LUZ RENOVADORA
[...] se somos efetivamente os aprendizes do Evangelho redivivo, unamos o ideal
superior e a ação edificante, em nossos sentimentos e atos de cada dia, e busquemos fundir
numa só luz renovadora a fé e a caridade, em nossos corações, desde hoje.63

63 Reformador, dez. 1954, p. 273. Texto publicado em Escrínio de luz. Ed. O Clarim. Cap. “Fé e
caridade”.
MANIFESTAÇÃO
A caridade para com o instrutor não é a mesma que devemos prestar ao aprendiz e a
assistência ao homem enfermo não é igual a que nos cabe dispensar ao homem robusto. A
essência do bem é una em suas raízes fundamentais, mas os seus métodos de manifestação
variam infinitamente.64

64 Reformador, fev. 1953, p. 26. Texto publicado em Intervalos. Ed. O Clarim. Cap. “Em louvor do
silêncio”.
OBREIRO
Os obreiros da caridade são intérpretes da Vida superior.65

65 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 11.


PACIÊNCIA
Que seria de nós se fôssemos constrangidos a pagar de improviso as contas do amor
que temos recebido e com que temos sido sustentados na longa fieira de nossas
reencarnações, através dos séculos? Pensa nisso e semeia o bem quanto possas, porque a
caridade é paciente e na caridade infatigável se edifica, em favor de nós todos, a paciência
de Deus.66

66 Reformador, set. 1967, p. 196. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 60, com pequenas
alterações.
PALAVRA
Em todos os avisos da caridade não nos esqueçamos da boa palavra que socorre e
ilumina sempre.67

67 Taça de luz. Ed. LAKE. Cap. 35.


PARENTELA
Parentela – instituto primário de caridade. [...] A pretexto de auxiliar a humanidade,
não fujas do cadinho fervente de lutas em que a vida te colocou sob o telhado em que
respiras.68

68 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 39.


PATRIMÔNIO MATERIAL
Reclamam o ouro do solo, o pão do celeiro, o linho usável, o equilíbrio da carne, o
prazer dos sentidos e a consideração social, com tamanha volúpia que não se recordam da
posição de simples usufrutuários do mundo em que se encontram, e nunca refletem na
transitoriedade de todos os patrimônios materiais, cuja função única é a de lhes
proporcionar adequado clima ao trabalho na caridade e na luz, para engrandecimento do
espírito eterno.69

69 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 48.


PAZ
A Caridade é a base da paz no relacionamento humano.70

70 Convivência. Ed. Cultura Espírita União. Cap. 20.


PENSAMENTO
Distribui, desse modo, a beneficência do agasalho e do pão, evitando humilhar quem te
recolhe os gestos de providência e carinho; contudo, não olvides estender a caridade do
pensamento e da língua, para que o bálsamo do perdão anule o veneno do ódio e para que a
força do esquecimento extinga as sombras de todo mal.71

71 O espírito da verdade. FEB Editora. Cap. 79.


PENÚRIA
A caridade suprime a penúria.72

72 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 49.


PERDÃO
É sempre reduzida a caridade que alimenta o estômago, mas que não esquece a ofensa,
que não se dispõe a servir diretamente ou que não acende luz para a ignorância.73

73 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 60.


PERFEIÇÃO
Realmente, a caridade expressa a perfeição dentre as manifestações da criatura e
dimana, em seus fundamentos, do Amor infinito de Deus.74

74 Ideal espírita. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 70.


PERSEGUIDOR
É por isso que, ante os nossos perseguidores, é preciso acender a flama da caridade, a
fim de que se nos não desvairem os pensamentos, espancados de chofre.75

75 Reformador, out. 1958, p. 233


PERSEVERANÇA
Inicia-se a missão de caridade, com entusiasmo santo, contudo, depois... ao surgirem os
primeiros espinhos, proclama-se a falência da fé, gritando-se com toda força – “não vale a
pena”. [...] Realmente, é muito difícil perseverar no bem e sempre fácil atingir o mal.
Todavia, depois...76

76 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 180.


PRECE
Quem estime a prática da caridade, compadeça-se das almas endurecidas,
beneficiando-as com as vibrações da prece.77

77 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 28.


PRECONCEITO
É preciso não engrossar hoje as amarras do preconceito para que o preconceito não se
faça crueldade amanhã, perseguindo em nome da caridade ou supliciando em nome da fé.78

78 Reformador, set. 1967, p. 196. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 57, com pequenas
alterações.
PREPARAÇÃO
Toda a preparação é necessária, no capítulo da resistência; entretanto, sobre tudo isto
é indispensável revestir-se nossa alma de caridade, que é amor sublime.79

79 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 5.


PROGRAMA DO BEM
Assistência, medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade
generosa que executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude
única. Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.80

80 Vinha de luz. FEB Editora. Cap. 110.


PROGRESSO ESPIRITUAL
Na sustentação do progresso espiritual precisamos tanto da caridade quanto do ar que
nos assegura o equilíbrio orgânico.81

81 Ceifa de luz. FEB Editora. Cap. 1.


PROVIDÊNCIA
A divina Providência suscita amor ao coração do homem e o homem substancializa a
caridade, metamorfoseando o dinheiro em pão que extingue a fome.82

82 Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 46.


PRÓXIMO
Com a caridade em nosso passo, semearemos a caridade nos passos do próximo.83

83 Reformador, jun. 1957, p. 138. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 13.
PUREZA
A necessidade mais imperiosa de nossas almas é sempre aquela do culto incessante à
caridade pura sem condições de qualquer natureza. Quem estiver fora dessa orientação
respira a distância do apostolado com Jesus.84

84 O espírito da verdade. FEB Editora. Cap. 84.


PURIFICAÇÃO
Labareda de fé renovadora, suscetível de purificar-nos o sentimento e soerguê-lo à
prática da caridade genuína, e pira ardente de amor que nos aprume a alma arrojada ao pó
de velhas desilusões, a fim de que possamos penetrar, como filhos de Deus, o santuário de
nossa sublimação para a divina imortalidade...85

85Reformador, jan. 1958, p. 23. Texto publicado em Escrínio de luz. Ed. O Clarim. Cap. “Ante o sol
eterno”.
RECONFORTO
Estender a mão e distribuir reconforto é iniciar a execução da virtude excelsa. Todas as
potências do espírito, no entanto, devem ajustar-se ao preceito divino, porque há caridade
em falar e ouvir, impedir e favorecer, esquecer e recordar.86

86 Pão nosso. FEB Editora. Cap. 31.


REINO DE DEUS
Se nos propomos colaborar, na edificação do reino de Deus, comecemos pela caridade
sublime e silenciosa de não complicar e nem desanimar ninguém.87

87Reformador, maio 1971, p. 115. Texto publicado em Mais perto. Ed. GEEM. Cap. “Auxílio no auxílio”,
com pequenas alterações.
REINO DO AMOR
Por isso mesmo, recomendou-nos o apóstolo Paulo: “E consideremo-nos uns aos outros
para nos estimularmos à caridade e às boas obras”, porque somente nessa diretriz
estaremos servindo à construção do reino do Amor.88

88 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 176.


REINO DO ESPÍRITO
[...] se existe um modo distinto para que a beneficência exerça a caridade de saber
assistir, nos domínios do corpo, nos reinos do espírito é preciso que ela aperfeiçoe,
igualmente, a caridade de saber explicar.89

89 Reformador, jul. 1966, p. 146. Texto publicado em Bênção de paz. Ed. GEEM. Cap. 30, com pequenas
alterações.
RELAÇÃO RECÍPROCA
Decerto, pensando na importância da Caridade nos mecanismos de nossas relações
recíprocas, é que Jesus nos legou a observação inesquecível: “Amai-vos uns aos outros como
eu vos amei”.90

90 Convivência. Ed. Cultura Espírita União. Cap. 20.


RELIGIÃO DA ALMA
[...] a religião irrepreensível da alma, perante a divina Providência, segundo no-lo
confirma a Doutrina Espírita em seus postulados, repousa, acima de tudo, no serviço ao
próximo e no caráter ilibado, ou melhor, na caridade incessante e na tranquilidade da
consciência.91

91 Reformador, jul. 1963, p. 145. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 139.
RENÚNCIA
Simão Pedro, que desejou saber qual lhe seria a recompensa pela adesão à Boa-Nova,
viu, de perto, a necessidade da renúncia. Quanto mais se lhe acendrou a fé, maiores
testemunhos de amor à humanidade lhe foram requeridos. Quanto mais conhecimento
adquiriu, à mais ampla caridade foi constrangido, até o sacrifício extremo.92

92 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 22. Texto publicado em Cartas do coração. Ed. LAKE. Cap. “A
retribuição”.
RIQUEZA
Se acreditas que apenas o ouro é base correntia da caridade, lembra-te de Jesus, que
enriqueceu a Terra sem possuir uma pedra onde repousar a cabeça. [...] Não aguardes
sobras na bolsa para atender aos planos da caridade.93

93 Reformador, jan. 1959, p. 3. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 49.
SABEDORIA
Um ato de caridade traz em si a argamassa indestrutível da eterna Perfeição, composta
de sabedoria e justiça, trabalho e solidariedade, confiança e paz.94

94 Ideal espírita. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 70.


SAMARITANO
Provavelmente, não existe em nenhum tópico da literatura mundial figura mais
expressiva que a do samaritano generoso, apresentada por Jesus para definir a psicologia da
caridade.95

95 Justiça divina. FEB Editora. Cap. 27.


SERVIÇO
A convicção e o entusiasmo da fé bastam para começar honrosamente, mas para
continuar o serviço, e terminá-lo com êxito, ninguém poderá prescindir da caridade
paciente, benigna e invencível.96

96 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 98.


SERVIÇO DA FÉ
[...] Deus, o Pai, que, através de Jesus Cristo, inicia na Terra o serviço da fé renovadora e
dinâmica que, sendo êxtase e confiança, é também compreensão e caridade para a ascensão
do espírito humano à Luz universal.97

97 Roteiro. FEB Editora. Cap. 20.


SILÊNCIO
Decerto, não somos convidados a favorecer os abusos que nos visitam em forma de
apelos à caridade, mas, ainda aí, podemos auxiliar, com o silêncio e com a prece, as vítimas
da delinquência, para que se desvencilhem das trevas em que se afligem, encorajando-as
com o nosso testemunho de paciência e boa vontade.98

98 Reformador, nov. 1955, p. 243. Texto publicado em Segue-me!... Ed. O Clarim. Cap. “De mãos no
bem”.
SOCORRO
Deixa, pois, que o dinheiro de passagem por tuas mãos se faça bênção de trabalho e
educação, caridade e socorro, à feição do ar que respiras sem furtá-lo aos pulmões dos
outros, e perceberás que o dinheiro, na origem, é propriedade simples de Deus.99

99 Reformador, jan. 1959, p. 2. Texto publicado em Palavras de vida eterna. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 48.
SOLIDARIEDADE
A caridade é sublime em todos os aspectos sob os quais se nos revele e em
circunstância alguma devemos esquecer a abnegação admirável daqueles que distribuem
pão e agasalho, remédio e socorro para o corpo, aprendendo a solidariedade e ensinando-
a.100

100 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 60.


TAREFA MEDIÚNICA
Tarefa mediúnica, no fundo, é consagração do trabalhador ao ministério do bem. O
fenômeno, dentro dela, surge em último lugar, porque, antes de tudo, representa caridade
operante, fé ativa e devotamento ao próximo.101

101 Reformador, jun. 1951, p. 144.


TOLERÂNCIA
Caridade será tolerar com paciência o parente necessitado, respeitar as dificuldades do
vizinho sem comentá-las, amparar a criança tresmalhada na rua ou socorrer a um animal
doente.102

102 Escultores de almas. Ed. Cultura Espírita União. Cap. “Caridade”.


TRABALHO
Conduzamos, assim, o carro de nosso trabalho sobre os trilhos do respeito e da
caridade e encontraremos, em nosso favor, a alegria que nunca se extingue.103

103 Fonte viva. FEB Editora. Cap. 178.


TRIBULAÇÃO
Quando estiveres sob o impacto de tribulações e de agravos, não identifiques, dessa
forma, por onde passes, a lâmina da perversidade ou o ferrete da culpa, mas sim, a moléstia
da ignorância ou a chaga da própria dívida, para que, usando a caridade, incessantemente,
possas partir dos sofrimentos da noite para as alegrias do grande Alvorecer.104

104 Escrínio de luz. Ed. O Clarim. Cap. “Nos quadros da luta”.


VERDADE
É necessário seguir a verdade em caridade, sem o propósito de encarcerá-la na gaiola
da definição limitada. [...] Verdade somada com caridade apresenta o progresso espiritual
por resultante do esforço.105

105 Pão nosso. FEB Editora. Cap. 146.


VIDA
Paulo indica que a caridade, expressando amor cristão, deve abranger todas as
manifestações de nossa vida.106

106 Pão nosso. FEB Editora. Cap. 31.


VIRTUDE
Caridade não é tão somente a divina virtude, é também o sistema contábil do universo,
que nos permite a felicidade de auxiliar para sermos auxiliados.107

107 Reformador, out. 1964, p. 240. Texto publicado em Livro da esperança. Ed. Comunhão Espírita
Cristã. Cap. 42, com pequenas alterações.
VITÓRIA
Muitos aprendizes da Verdade pesquisam sofregamente a fórmula ideal para a vitória
na Vida, no entanto, ela aí brilha à mão de qualquer um, estruturada na gradação infinita da
caridade.108

108 Ideal espírita. Ed. Comunhão Espírita Cristã. Cap. 70.


Conselho Editorial:
Jorge Godinho Barreto Nery – Presidente
Geraldo Campetti Sobrinho – Coord. Editorial
Evandro Noleto Bezerra
Marta Antunes de Moura
Miriam Lúcia Herrera Masotti Dusi

Produção Editorial:
Rosiane Dias Rodrigues

Preparação de conteúdo e indexação:


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Larissa Meirelles Barbalho Silva
Saulo Cesar Ribeiro da Silva

Revisão:
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Larissa Meirelles Barbalho Silva

Capa e Projeto Gráfico:


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Diagramação:
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Normalização Técnica:
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