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Anexo A

Questionário

Resposta à pergunta nr.4

Do meio à ponta, é geralmente a zona do arco que perde a direção mais facilmente.
Não propriamente uma zona específica, começo por ensinar corda solta em toda a
extensão do arco.
Não propriamente uma zona específica, começo por ensinar corda solta em toda a
extensão do arco.
Apesar de ser importante que os alunos aprendam a tocar em cada zona do arco,
começo por ensiná-los a utilizar todo o arco para que se habituem ao movimento
contínuo.
A zona inferior do arco revela-se mais próxima/confortável para o aluno, sendo
menos fatigante. Assim é possível abordar os aspetos primários da aprendizagem do
movimento do arco e mais tarde aplicar nas restantes zonas.
Habituá-los desde já a conseguir percorrer o máximo da extensão do arco, dada a
proximidade da mão ao talão, considero mais fácil instruir o hábito de levar o arco ao
talão primeiro.
É a zona do arco onde eles conseguem controlar melhorar a posição da mão direita.
Costumo começar do meio arco até à ponta. O talão deixo para fase posterior porque
é do ponto de vista físico mais exigente uma vez que o peso do arco pressiona
excessivamente o mindinho e consequentemente complica a emissão de som de
qualidade desejada. No sentido de evitar desmotivação, evito o domínio do arco ao
talão no início da aprendizagem.
Na verdade, não é nenhuma em separado, são várias em simultaneo, ponta, talão e
meio.
No início tento ensinar primeiro um bom posicionamento do arco, bem como
exercícios de flexibilidade dos dedos para garantir que os alunos se sentem
familiarizados e conseguem controlar minimamente o arco. Depois disso, e
dependendo sempre das necessidade dos alunos, começo com cordas soltas
normalmente na zona de equilíbrio do arco/ meio do arco, e logo que possível início
exercícios de cordas soltas com o arco todo. É muito importante que os alunos, logo
desde o início, aprendam, para além da mão/dedos, a utilizar o movimento do
braço/antebraço (arco todo).
Faz sentido que o aluno comece num ponto de equilíbrio para se sentir cómodo.
É mais fácil e "cómodo" para se tirar um bom som.
Costumo ensinar as várias zonas do arco (talão, meio e ponta)
Em geral, os extremos do arco são as zonas mais difíceis de controlar para um
principiante.
Pois é o sítio do arco em que temos mais controlo
Acredito ser mais fácil para tocar inicialmente, uma vez que o braço perfaz um ângulo
de cerca 90º e está numa posição mais confortável.
Tem maior conforto, e sentem se mais à vontade
Primeiro ensino toda a extensão do arco, para treinar movimentos mais fluídos. Só
depois particularizo. Não gosto de compartimentar movimentos numa fase inicial da
aprendizagem. Atenção que, na pergunta 1, falo apenas dos casos de alunos que
iniciam a sua aprendizagem. A direcção direcção do arco é importante, mas a
perpendicularidade absoluta ao cavalete em fases mais avançadas da aprendizagem
é bastante limitador na exploração da dinâmica e timbre do instrumento. Um aluno
avançado que toca exclusivamente com o arco perpendicular ao cavalete não será
possuidor de uma técnica de arco desenvolvida ou mais completa.

Utilizo um rolo de papel higiénico, sendo que este objeto ajuda a que o aluno seja
"obrigado" a movimentar apenas o antebraço.

Exercício em frente ao espelho; exercício com o braço encostado à parede que funciona
como agente de bloqueio

Tocar com o braço enconstado à parede. À frente de um espelho. Exigir um maior foco
na atividade do pulso, variações rítmicas que subdividam o arco primeiro em duas
partes, depois em 4.

Como referência uso a chamada posição "L" braço num ângulo de 90°, braço estica na
direção da ponta e braço em posição "v" quando alcança o talão. Sensibilizo sempre o
aluno para a questão da velocidade continua do arco. Falamos da equação da correta
pressão do arco sobre a corda e aplicação da velocidade correta. Domínio do ponto de
fricção tendo como referência o cavalete (paralelismo entre a linha da vara do arco e do
cavalete) como exercício costumo usar o arco parado à ponta de forma a disponibilizar
um percurso de arco pré-estabelecido enquanto a mão direita desliza sobre o arco de
forma lenta. Desta forma trabalha-se o percurso do arco na sua máxima extensão.
Utilização de espelho e control regular desta questão, nunca deixar passar quando se
verifica o erro.

Vários exercícios, dependendo sempre do problema detetado nos alunos. Um dos


exercícios pode ser o de fazer de conta: tocar com o arco todo “mesmo em cima das
cordas” mas sem tocar nas cordas, controlando a direção do arco; colocar uma
borracha/ surdina grande para tocarem com o arco sempre lá (corretor de arco);
exercícios em frente ao espelho; usar a minha própria mão para corrigir o braço, etc etc.

Ha alguma ferramentas (utensílios) que podem ser servir como suporte. E o principal
ponto no meio entender é alertar e educar o aluno para entender a diferença entre um
bom som e um som consistência (harmónicos etc).

Treinar o movimento sem nada, com uma vara no ombro e deslizar a mão sobre a
mesma, com o arco sem violino, com violino e arco encostado a uma parede.

Ver resposta 7. Quando comecei a fazer exercícios de preparação como passar o arco no ombro
esquerdo, ou eu manter o arco paralelo e fixo enquanto o aluno passa com a mão no arco, ou passar o
arco dentro de um rolo de cozinha de papel, eram poucos os alunos que desenvolviam este problema.
Cotovelo encostado à parede; 4 lápis nas ilhargas a servir de limitador; utilizar o espelho
e fazer com que os alunos visualizem diferentes formas geométricas conforme a parte
do arco e à disposição do membro, arco e violino (talão - triângulo, meio - quadrado,
ponta - triângulo maior); com alunos mais pequeninos, imaginar um comboio ou carro
numa estrada; etc...

Exercício do elástico, tocar à frente do espelho

Arco sobre o ombro, arco sob o cavalete, etc.

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