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Diário da República, 1.ª série — N.

º 78 — 22 de abril de 2015 2013

Artigo 9.º c) Beneficiar, com as devidas adaptações, das


[...]
medidas previstas na Lei n.º 93/99, de 14 de julho,
que regula a aplicação de medidas para a proteção
1 — Quem por si ou, mediante o seu consentimento de testemunhas em processo penal, alterada pelas
ou ratificação, por interposta pessoa der ou prometer Leis n.os 29/2008, de 4 de julho, e 42/2010, de 3 de
a pessoa prevista no artigo anterior, ou a terceiro com setembro.»
conhecimento daquela, vantagem patrimonial ou não
Aprovada em 20 de fevereiro de 2015.
patrimonial, que lhe não seja devida, para prosseguir
o fim aí indicado é punido com pena de prisão até três A Presidente da Assembleia da República, Maria da
anos ou com pena de multa. Assunção A. Esteves.
2 — Se a conduta prevista no número anterior visar
obter ou for idónea a causar uma distorção da con- Promulgada em 13 de abril de 2015.
corrência ou um prejuízo patrimonial para terceiros, o Publique-se.
agente é punido com pena de prisão até cinco anos ou
com pena de multa até 600 dias. O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.
3 — A tentativa é punível.» Referendada em 14 de abril de 2015.
Artigo 4.º O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.
Alteração à Lei n.º 50/2007, de 31 de agosto
O artigo 13.º da Lei n.º 50/2007, de 31 de agosto, que
estabelece um novo regime de responsabilidade penal por PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
comportamentos suscetíveis de afetar a verdade, a lealdade E MINISTÉRIOS DA ECONOMIA E DO AMBIENTE,
e a correção da competição e do seu resultado na atividade ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA
desportiva, passa a ter a seguinte redação:
Portaria n.º 113/2015
«Artigo 13.º
de 22 de abril
[...]
O Decreto-Lei n.º 136/2014, de 9 de setembro, intro-
1— .....................................
duziu alterações ao regime jurídico da urbanização e edi-
a) A pena pode ser especialmente atenuada se o ficação (RJUE) aprovado pelo Decreto-Lei n.º 555/99, de
agente auxiliar concretamente na recolha das provas 16 de dezembro, que visam simplificar procedimentos,
decisivas para a identificação ou a captura de outros permitindo, designadamente, que, reunidas determinadas
responsáveis; condições, os interessados possam realizar determinadas
b) O agente pode ser dispensado de pena se repudiar operações, uma vez efetuada a comunicação prévia e pa-
voluntariamente, antes da prática do facto, o ofereci- gas as taxas devidas, sem dependência de qualquer ato
mento ou a promessa que aceitara ou restituir a vanta- permissivo expresso.
gem ou, tratando-se de coisa fungível, o seu valor. A agilização procedimental só é, contudo, exequível
se tiver igualmente expressão a nível regulamentar, pelo
2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .» que se impõe a revisão da Portaria n.º 232/2008, de 11 de
março, que define os elementos instrutores dos pedidos de
Artigo 5.º realização de operações urbanísticas.
Assim, optou-se pela manutenção da definição dos
Alteração à Lei n.º 19/2008, de 21 de abril elementos assente nos diversos tipos e procedimentos de
O artigo 4.º da Lei n.º 19/2008, de 21 de abril, que operações urbanísticas, conforme já constava dos diplo-
aprova medidas de combate à corrupção e procede à pri- mas anteriores, que se descriminam, quando for o caso,
meira alteração à Lei n.º 5/2002, de 11 de janeiro, à décima na parte dedicada ao controlo prévio tradicional, ou seja
sétima alteração à lei geral tributária e à terceira alteração à o licenciamento e autorização, e na parte relativa à comu-
Lei n.º 4/83, de 2 de abril, passa a ter a seguinte redação: nicação prévia.
Sem prejuízo do disposto no Decreto-Lei n.º 135/99,
«Artigo 4.º de 22 de abril, com a redação dada pelo Decreto-Lei
n.º 73/2014, de 13 de maio, em relação à obtenção
[...] de informação já seja detida pela própria Administra-
1 — Os trabalhadores da Administração Pública e de ção com preferência pela utilização da plataforma de
empresas do sector empresarial do Estado, assim como interoperabilidade da Administração Pública para o
os trabalhadores do sector privado, que denunciem o efeito, e uma vez que os elementos instrutórios dos
cometimento de infrações de que tiverem conhecimento procedimentos administrativos em causa não corres-
no exercício das suas funções ou por causa delas não pondem necessariamente a documentos a entregar pelos
podem, sob qualquer forma, incluindo a transferência requerentes, estabeleceu-se ainda a possibilidade de
não voluntária ou o despedimento, ser prejudicados. substituição de determinada informação pela inclusão
2— ..................................... de uma referência que permita o conhecimento do res-
3— ..................................... petivo procedimento administrativo, em casos como o
da junção da notificação de aprovação de um pedido
a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de informação prévia no âmbito de procedimentos de
b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . licenciamento.
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Assim: Artigo 5.º


Ao abrigo do disposto no n.º 4 do artigo 9.º e do n.º 4 do Entrada em vigor
artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro,
alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 136/2014, de A presente portaria produz efeitos no dia seguinte ao
9 de setembro: da sua publicação.
Manda o Governo, pelos Ministros Adjunto e do De- O Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional,
senvolvimento Regional, da Economia e do Ambiente, Luís Miguel Poiares Pessoa Maduro, em 8 de abril de
Ordenamento do Território e Energia, o seguinte: 2015. — O Ministro da Economia, António de Magalhães
Pires de Lima, em 9 de abril de 2015. — O Ministro do
Artigo 1.º Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge
Objeto Manuel Lopes Moreira da Silva, em 6 de abril de 2015.
A presente portaria identifica os elementos instrutó-
rios dos procedimentos previstos no Regime Jurídico ANEXO I
da Urbanização e Edificação (RJUE) aprovado pelo
Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de dezembro, alterado (a que se refere o n.º 1 do artigo 2.º)
e republicado pelo Decreto-Lei n.º 136/2014, de 9 de
setembro. ELEMENTOS INSTRUTÓRIOS

Artigo 2.º I

Âmbito Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio


1 — É aprovada a lista dos elementos que, em função do 1 — Certidão da descrição e de todas as inscrições em
tipo e complexidade da operação urbanística, deve instruir vigor emitida pela conservatória do registo predial refe-
os processos apresentados no âmbito do RJUE, bem como rente ao prédio ou prédios abrangidos, ou indicação do
as condições de apresentação desses elementos, constantes, código de acesso à certidão permanente do registo predial;
respetivamente, dos Anexos I e II a esta portaria e que dela quando omissos, a respetiva certidão negativa do registo
fazem parte integrante. predial, acompanhada da caderneta predial onde constem
2 — São aprovados os modelos dos termos de res- os correspondentes artigos matriciais.
ponsabilidade que, sem prejuízo do disposto no número 2 — Delimitação da área objeto da operação e sua área
seguinte, devem ser apresentados no âmbito do RJUE, de enquadramento em planta de localização fornecida pela
constantes do anexo III à presente portaria e que dela faz câmara municipal ou planta de localização à escala 1:1.000,
parte integrante. com indicação das coordenadas geográficas dos limites da
3 — Os termos de responsabilidade dos autores dos pro- área da operação urbanística, no sistema de coordenadas
jetos de especialidade de infraestruturas de telecomunica- geográficas utilizado pelo município.
ções regem-se pelo disposto no Decreto-Lei n.º 123/2009, 3 — Levantamento topográfico, sempre que haja alte-
de 21 de maio, alterado e republicado pela Lei n.º 47/2013, ração da topografia ou da implantação das construções,
de 10 de julho. à escala de 1:200, ou de 1:500 no caso de loteamentos,
4 — Só podem ser exigidos documentos não constantes devidamente cotado, que identifique o prédio e a respe-
dos anexos a esta portaria quando previstos em lei especial tiva área, assim como o espaço público envolvente (vias,
ou em plano municipal ou intermunicipal de ordenamento passeios, estacionamentos, árvores e infraestruturas ou
do território. instalações aí localizadas, incluindo postes, tampas, sina-
5 — Os requerentes e comunicantes podem apresentar lização e mobiliário urbano).
documentos adicionais não enunciados no anexo I, que 4 — Planta de implantação, desenhada sobre o levan-
entendam pertinentes para o licenciamento e fiscalização tamento topográfico, quando este for exigível, indicando
das operações urbanísticas, assim como justificar a não a construção e as áreas impermeabilizadas e os respetivos
instrução do pedido com alguns dos elementos obrigató- materiais e, quando houver alterações na via pública, planta
rios previstos naquele anexo quando desnecessários face dessas alterações.
à pretensão em concreto. 5 — Memória descritiva contendo:
a) Área objeto do pedido;
Artigo 3.º b) Caracterização da operação urbanística;
Disposição transitória c) Enquadramento da pretensão nos planos territoriais
aplicáveis;
Até à conclusão dos processos de transposição do con- d) Justificação das opções técnicas e da integração ur-
teúdo dos planos especiais de ordenamento do território bana e paisagística da operação;
nos termos previstos no artigo 78.º da Lei n.º 31/2014, de e) Indicação das condicionantes para um adequado rela-
30 de maio, as operações urbanísticas que incidam sobre cionamento formal e funcional com a envolvente, incluindo
áreas abrangidas por planos especiais devem ser instruídas com a via pública e as infraestruturas ou equipamentos aí
com extratos das respetivas plantas. existentes;
f) Programa de utilização das edificações, quando for o
Artigo 4.º caso, incluindo a área a afetar aos diversos usos;
Norma revogatória
g) Áreas destinadas a infraestruturas, equipamentos,
espaços verdes e outros espaços de utilização coletiva e
É revogada a Portaria n.º 232/2008, de 11 de março. respetivos arranjos, quando estejam previstas;
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h) Quadro sinóptico identificando a superfície total do (iv) Planta com indicação das áreas de cedência destina-
terreno objeto da operação e, em função da operação ur- das à implantação de espaços verdes e de utilização cole-
banística em causa, a área total de implantação, a área de tiva, infraestruturas viárias e equipamentos, acompanhada
implantação do edifício, a área total de construção, a área de quadros com as medições das áreas respetivas, exceto
de construção do edifício, o número de pisos, a altura da se não houver lugar a cedências para esses fins nos termos
fachada, as áreas a afetar aos usos pretendidos e as áreas do n.º 4 do artigo 44.º do RJUE, caso em que será indicado
de cedência, assim como a demonstração do cumprimento o valor e a forma de pagamento da compensação;
de outros parâmetros constantes de normas legais e regu-
lamentares aplicáveis; b) Termo de responsabilidade de técnico legalmente ha-
i) Quando se trate de operações de loteamento: bilitado a subscrever projetos que ateste que a execução da
operação de loteamento se conforma com o Regulamento
(i) Número de lotes e respetivas áreas, bem como as
Geral do Ruído, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 9/2007,
áreas e os condicionamentos relativos à implantação dos
de 17 de janeiro;
edifícios e construções anexas;
c) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa-
(ii) Área de construção e volumetria dos edifícios,
ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de
número de pisos e de fogos de cada um dos lotes, com
responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da
especificação dos fogos destinados a habitações a custos
operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de
controlados, quando previstos, e com indicação dos índi-
8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º
ces urbanísticos adotados, nomeadamente a distribuição
percentual das diferentes ocupações propostas para o solo,
8 — Quando se trate de obras de urbanização:
os índices de implantação e de construção e a densidade
habitacional, quando for o caso; a) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 ou
(iii) Redes de infraestruturas e sobrecarga que a preten- superior, correspondente ao estado e uso atual do terreno
são pode implicar, no caso de operações de loteamento em e de uma faixa envolvente com dimensão adequada à ava-
área não abrangida por plano de pormenor; liação da integração da operação na área em que se insere,
(iv) Solução adotada para o funcionamento das redes de com indicação dos valores naturais e construídos, de ser-
abastecimento de água, de energia elétrica, de saneamento, vidões administrativas e restrições de utilidade pública e
de gás e de telecomunicações e suas ligações às redes infraestruturas existentes;
gerais, quando for o caso; b) Termo de responsabilidade de técnico legalmente
(v) Estrutura viária adotada, especificando as áreas des- habilitado a subscrever projetos que ateste que a execução
tinadas às vias, acessos e estacionamentos de veículos, das obras de urbanização se conforma com o disposto no
incluindo as previstas em cave, quando for o caso. Regulamento Geral do Ruído, aprovado pelo Decreto-Lei
n.º 9/2007, de 17 de janeiro;
6 — Extratos das cartas da Reserva Agrícola Nacional c) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa-
e da Reserva Ecológica Nacional com a delimitação da ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de
área objeto da pretensão, quando se trate de operações responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da
não abrangidas por plano municipal ou intermunicipal de operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de
ordenamento do território e as operações não tenham sido 8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º,
precedidas por operação de loteamento, nem exista pedido quando se trate de obras em área não abrangida por ope-
de informação prévia em vigor. ração de loteamento.

II 9 — No caso de obras de edificação:

Elementos específicos da Informação Prévia


a) Quando a edificação esteja abrangida por operação
de loteamento, indicação do respetivo procedimento ad-
(requerida nos termos do n.º 2 do artigo 14.º do RJUE)
ministrativo;
b) Projeto de arquitetura, incluindo plantas à escala de
7 — No caso de operações de loteamento em área 1:500 ou superior, definindo a volumetria, alinhamento,
abrangida por plano de urbanização ou plano diretor mu- altura da fachada e implantação da edificação, dos muros
nicipal: de vedação e das construções anexas;
a) Projeto de loteamento, incluindo: c) Planta das infraestruturas locais e ligação às infraes-
truturas gerais;
(i) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 d) Planta com a definição das áreas de cedência desti-
ou superior, correspondente ao estado e uso atual do ter- nadas à implantação de espaços verdes, equipamentos de
reno e de uma faixa envolvente com dimensão adequada utilização coletiva e infraestruturas viárias, acompanhada
à avaliação da integração da operação na área em que se de quadros com as medições das áreas respetivas, exceto
insere, com indicação dos valores naturais e construídos, de se não houver lugar a cedências para esses fins;
servidões administrativas e restrições de utilidade pública e) Fotografias do imóvel sempre que se trate de obras de
e infraestruturas existentes; alteração, reconstrução, ampliação ou existam edificações
(ii) Planta síntese do loteamento à escala de 1:1.000 adjacentes;
ou superior contendo os elementos técnicos definidores f) Indicação da localização e dimensionamento das cons-
da modelação do terreno, da volumetria, alinhamentos, truções anexas, incluindo alçados a uma escala de 1:500
altura da fachada e implantação da edificação e dos muros ou superior, para os efeitos previstos na alínea d) do n.º 4
de vedação; do artigo 4.º do RJUE;
(iii) Planta das infraestruturas locais e ligação às infraes- g) Termo de responsabilidade de técnico legalmente
truturas gerais; habilitado a subscrever projetos que ateste que a execução
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das obras de urbanização se conforma com o disposto no e de uma faixa envolvente com dimensão adequada à ava-
Regulamento Geral do Ruído, aprovado pelo Decreto-Lei liação da integração da operação na área em que se insere,
n.º 9/2007, de 17 de janeiro; com indicação dos valores naturais e construídos, de ser-
h) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa- vidões administrativas e restrições de utilidade pública e
ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de infraestruturas existentes;
responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da f) Planta de síntese do loteamento, à escala de 1:1.000 ou
operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de superior, indicando, nomeadamente, a modelação proposta
8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º para o terreno, a estrutura viária, as redes de abastecimento
de água e de saneamento, de energia elétrica, de gás e
10 — Quando se trate de obras de demolição: de condutas destinadas à instalação de infraestruturas de
telecomunicações, a divisão em lotes e sua numeração,
a) Descrição sumária do estado de conservação do imó- finalidade, áreas de implantação e de construção, número
vel e da utilização futura do terreno; de pisos acima e abaixo da cota de soleira e número de
b) Peças desenhadas demonstrativas das técnicas de fogos, com especificação dos destinados a habitações a
demolição e das estruturas de contenção indicadas na me- custos controlados, quando previstos, e a localização dos
mória descritiva, quando aplicável; equipamentos e das áreas que lhes sejam destinadas, bem
c) Fotografias do imóvel. como das áreas para espaços verdes e de utilização coletiva;
g) Planta com identificação dos percursos acessíveis, de-
11 — Quando se trate de alteração de utilização: talhes métricos, técnicos e construtivos e uma peça escrita
Planta do edifício ou da fração com identificação do descrevendo e justificando as soluções adotadas;
respetivo prédio. h) Estudo que demonstre a conformidade com o Regu-
lamento Geral do Ruído, contendo informação acústica
12 — Quando se trate de outras operações urbanísticas: relativa à situação atual e à decorrente da execução da
operação de loteamento e termo de responsabilidade do
a) Planta à escala de 1:1.000 ou superior contendo os respetivo técnico;
elementos técnicos definidores da operação urbanística, i) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa-
nomeadamente da modelação do terreno; ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de
b) Termo de responsabilidade de técnico legalmente responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da
habilitado a subscrever projetos que ateste da conformidade operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de
da operação com o Regulamento Geral do Ruído, aprovado 8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º;
pelo Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de janeiro; j) Planta com identificação das áreas de cedência para
c) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa- o domínio municipal, a qual será vertida para a planta do
ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de cadastro predial a apresentar após a conclusão da operação;
responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da k) Simulação virtual tridimensional, nos casos em que
operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de seja exigida discussão pública;
8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º l) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
n.º 235/2013, de 24 de julho.
III
14 — No caso de obras de urbanização:
Elementos específicos do licenciamento
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
13 — No caso de operações de loteamento:
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização agir em sua representação, sempre que tal comprovação
da operação ou da atribuição dos poderes necessários para não resulte diretamente do n.º 1;
agir em sua representação, sempre que tal comprovação b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu-
não resulte diretamente do n.º 1; nicar a aprovação de um pedido de informação prévia,
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, procedimento administrativo, acompanhada de declaração
caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo dos autores e coordenador dos projetos de que a opera-
procedimento administrativo, acompanhada de declaração ção respeita os limites constantes da informação prévia
dos autores e coordenador dos projetos de que a opera- favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º
ção respeita os limites constantes da informação prévia do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE;
do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade c) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores
prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE; dos projetos e coordenador do projeto quanto ao cum-
c) Termos de responsabilidade subscritos pelos auto- primento das disposições legais e regulamentares apli-
res dos projetos, incluindo o de loteamento e os projetos cáveis;
de obras de urbanização, e pelo coordenador do projeto, d) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
quanto ao cumprimento das disposições legais e regula- bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
mentares aplicáveis; de 3 de julho;
d) Comprovativo da contratação de seguro de responsa- e) Termo de responsabilidade de técnico legalmente
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, habilitado a subscrever projetos que ateste que a execução
de 3 de julho; das obras de urbanização se conforma com o Regulamento
e) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 ou Geral do Ruído, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 9/2007, de
superior, correspondente ao estado e uso atual do terreno 17 de janeiro;
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f) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa- as fachadas e a cobertura, bem como as construções adja-
ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de centes, quando existam;
responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da (iii) Cortes longitudinais e transversais à escala de 1:50
operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de ou de 1:100 abrangendo o terreno, com indicação do perfil
8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º, existente e o proposto, bem como das cotas dos diversos
quando se trate de obras em área não abrangida por ope- pisos, da cota de soleira e dos acessos ao estacionamento;
ração de loteamento; (iv) Pormenores de construção, à escala adequada, es-
g) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 ou clarecendo a solução construtiva adotada para as paredes
superior, correspondente ao estado e uso atual do terreno exteriores do edifício e sua articulação com a cobertura,
e de uma faixa envolvente com dimensão adequada à ava- vãos de iluminação/ventilação e de acesso, bem como com
liação da integração da operação na área em que se insere, o pavimento exterior envolvente;
com indicação dos valores naturais e construídos, de ser- (v) Discriminação das partes do edifício correspondentes
vidões administrativas e restrições de utilidade pública e às várias frações e partes comuns, valor relativo de cada
infraestruturas existentes; fração, expressa em percentagem ou permilagem, do valor
h) Projetos de especialidades que integrem a obra, desig- total do prédio, caso se pretenda que o edifício fique sujeito
nadamente, infraestruturas viárias, redes de abastecimento ao regime da propriedade horizontal.
de águas, esgotos e drenagem, de gás, de eletricidade,
de telecomunicações, arranjos exteriores, contendo cada g) Calendarização da execução da obra, com estimativa
projeto memória descritiva e justificativa, bem como os do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
cálculos, se for caso disso, e as peças desenhadas, em h) Estimativa do custo total da obra;
escala tecnicamente adequada, e os respetivos termos de i) Plano de acessibilidades que apresente a rede de espa-
responsabilidade dos técnicos autores dos projetos; ços e equipamentos acessíveis, acompanhado do termo de
i) Calendarização da execução da obra, com estimativa responsabilidade do seu autor que ateste que a execução da
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos; operação se conforma com o Decreto-Lei n.º 163/2006, de
j) Estimativa do custo total da obra e custo por especiali- 8 de agosto, desde que inclua tipologias do seu artigo 2.º;
dades, baseado em quantidades e qualidades dos trabalhos j) Termo de responsabilidade de técnico autor do projeto
necessários à sua execução, devendo ser adotadas as nor- de condicionamento acústico que ateste da conformidade
mas europeias e portuguesas em vigor ou as especificações da operação com o Regulamento Geral do Ruído, aprovado
do Laboratório Nacional de Engenharia Civil. pelo Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de janeiro;
k) Fotografias do imóvel;
l) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
15 — No caso de obras de edificação, para efeitos de
n.º 235/2013, de 24 de julho;
aprovação do projeto de arquitetura: m) Facultativamente o requerente pode entregar, desde
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de logo, os projetos de especialidades.
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
da operação ou da atribuição dos poderes necessários para 16 — Quando se trate de obras de edificação, na se-
agir em sua representação, sempre que tal comprovação quência da aprovação do projeto de arquitetura, projetos
não resulte diretamente do n.º 1; de especialidades em função do tipo de obra a executar,
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- nomeadamente:
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, a) Projeto de estabilidade que inclua o projeto de esca-
caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo vação e contenção periférica;
procedimento administrativo, acompanhada de declaração b) Projeto de alimentação e distribuição de energia elé-
dos autores e coordenador dos projetos de que a opera- trica e projeto de instalação de gás, quando exigível, nos
ção respeita os limites constantes da informação prévia termos da lei;
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º c) Projeto de redes prediais de água e esgotos;
do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade d) Projeto de águas pluviais;
prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE; e) Projeto de arranjos exteriores, quando exista logra-
c) Caso a operação seja abrangida por operação de lotea- douro privativo não pavimentado;
mento e o procedimento adotado for o do licenciamento f) Projeto de infraestruturas de telecomunicações;
nos termos do n.º 6 do artigo 4.º do RJUE, indicação do g) Estudo de comportamento térmico e demais elemen-
respetivo procedimento administrativo; tos previstos na Portaria n.º 349-C/2013, de 2 de dezembro;
d) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores h) Projeto de instalações eletromecânicas, incluindo as
dos projetos e coordenador do projeto quanto ao cum- de transporte de pessoas e ou mercadorias;
primento das disposições legais e regulamentares apli- i) Projeto de segurança contra incêndios em edifícios;
cáveis; j) Projeto de condicionamento acústico;
e) Comprovativo da contratação de seguro de responsa- k) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, dos projetos quanto ao cumprimento das disposições legais
de 3 de julho; e regulamentares aplicáveis;
f) Projeto de arquitetura, incluindo: l) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
(i) Plantas à escala de 1:50 ou de 1:100 contendo as bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
dimensões e áreas e utilizações de todos os comparti- de 3 de julho.
mentos, bem como a representação do mobiliário fixo e
17 — Quando se trate de obras de demolição:
equipamento sanitário;
(ii) Alçados à escala de 1:50 ou de 1:100 com a indicação a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
das cores e dos materiais dos elementos que constituem qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
2018 Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015

da operação ou da atribuição dos poderes necessários para IV


agir em sua representação, sempre que tal comprovação
não resulte diretamente do n.º 1; Elementos específicos da comunicação prévia
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- 19 — No caso de operações de loteamento:
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia,
caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
procedimento administrativo, acompanhada de declaração qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
dos autores e coordenador dos projetos de que a opera- da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
ção respeita os limites constantes da informação prévia agir em sua representação, sempre que tal comprovação
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º não resulte diretamente do n.º 1;
do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu-
prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE; nicar a aprovação do pedido de informação prévia, ou
c) Caso a operação seja abrangida por operação de lo- indicação do respetivo procedimento administrativo, e
teamento, indicação do respetivo procedimento adminis- indicação da sua vigência acompanhado de declaração dos
trativo; autores e coordenador os projetos de que aquela respeita
d) Descrição da utilização futura do terreno; os limites constantes da informação prévia favorável, nos
e) Indicação do local de depósito dos entulhos; termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º do RJUE;
f) Projetos de especialidades necessários à execução c) Discriminação dos elementos apresentados em sede
dos trabalhos, incluindo o projeto de estabilidade ou de de pedido de informação prévia, cuja alteração tenha sido
contenção de construções adjacentes e termos de respon- imposta com a aprovação daquele pedido;
sabilidade dos seus autores; d) Pareceres, autorizações ou aprovações das entida-
g) Comprovativo da contratação de seguro de responsa- des externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, lei, exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente
de 3 de julho; no âmbito de procedimento de informação prévia ou de
h) Calendarização da execução da obra, com estimativa aprovação de plano de pormenor, nos termos do n.º 2 do
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos; artigo 13.º do RJUE, caso em que será indicado o procedi-
mento em que tal pronúncia ocorreu e em que termos;
i) Estimativa do custo total da obra;
e) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores
j) Termos de responsabilidade assinados pelo diretor de
dos projetos e coordenador do projeto quanto ao cumpri-
fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
mento das disposições legais e regulamentares aplicáveis;
k) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro f) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi- bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
litações adequadas à natureza ou valor da obra; de 3 de julho;
l) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria g) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 ou su-
n.º 235/2013, de 24 de julho. perior, correspondente ao estado e uso atual do terreno e de
uma faixa envolvente com dimensão adequada à avaliação da
18 — No caso de trabalhos de remodelação de terrenos: integração da operação na área em que se insere, com indicação
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de dos valores naturais e construídos, de servidões administrativas
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização e restrições de utilidade pública e infraestruturas existentes;
da operação ou da atribuição dos poderes necessários para h) Planta de síntese da operação de loteamento em for-
agir em sua representação, sempre que tal comprovação mato digital;
não resulte diretamente do n.º 1; i) Descrição pormenorizada dos lotes com indicação
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- dos artigos matriciais de proveniência, a qual é substituída
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, pela planta de cadastro predial, na qual se inclui as áreas
caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo de cedência, uma vez concluídos os trabalhos;
procedimento administrativo, acompanhada de declaração j) Calendarização da execução da obra, com estimativa
dos autores e coordenador dos projetos de que a opera- do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
ção respeita os limites constantes da informação prévia k) Estimativa do custo total da obra;
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º l) Documento comprovativo da prestação de caução;
do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade m) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela
prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE; reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
c) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro;
dos projetos e coordenador do projeto quanto ao cumpri- n) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de
mento das normas legais e regulamentares aplicáveis; fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
d) Comprovativo da contratação de seguro de responsa- o) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi-
de 3 de julho; litações adequadas à natureza ou valor da obra, quando as
e) Projetos de especialidades necessários à execução operações de loteamento incluam obras de urbanização;
dos trabalhos; p) Plano de segurança e saúde;
f) Projeto de execução dos trabalhos; q) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
n.º 235/2013, de 24 de julho.
g) Calendarização da execução da obra, com estimativa
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
20 — No caso de obras de urbanização:
h) Estimativa do custo total da obra;
i) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
n.º 235/2013, de 24 de julho. qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015 2019

da operação ou da atribuição dos poderes necessários para a execução da operação se conforma com o Decreto-Lei
agir em sua representação, sempre que tal comprovação n.º 163/2006, de 8 de agosto, desde que inclua tipologias
não resulte diretamente do n.º 1; do seu artigo 2.º;
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- s) Projeto de condicionamento acústico e termo de res-
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, ponsabilidade do respetivo técnico.
quando esta exista e esteja em vigor, ou indicação do
respetivo procedimento administrativo, acompanhado de 21 — Quando se trate de trabalhos de remodelação de
declaração dos autores e coordenador os projetos de que terrenos:
aquela respeita os limites constantes da informação prévia
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
do RJUE; qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
c) Cópia da notificação do deferimento do pedido de
agir em sua representação, sempre que tal comprovação
licenciamento da operação de loteamento ou indicação do
não resulte diretamente do n.º 1;
respetivo procedimento administrativo;
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu-
d) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia,
dos projetos e coordenador de projeto quanto ao cumpri-
quando esta exista e esteja em vigor, ou indicação do
mento das disposições legais e regulamentares aplicáveis;
respetivo procedimento administrativo, acompanhado de
e) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
declaração dos autores e coordenador os projetos de que
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
aquela respeita os limites constantes da informação prévia
de 3 de julho;
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º
f) Pareceres, autorizações ou aprovações das entidades
do RJUE;
externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da lei,
c) Pareceres, autorizações ou aprovações das entidades
exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente no
externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da lei,
âmbito da operação de loteamento ou plano de pormenor,
exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente no
nos termos do n.º 2 do artigo 13.º do RJUE, caso em que
âmbito da operação de loteamento, nos termos do n.º 2 do
será indicado o procedimento e os termos em que tal pro-
artigo 13.º do RJUE, caso em que será indicado os termos
núncia ocorreu;
em que tal pronúncia ocorreu;
g) Planta da situação existente, à escala de 1:1.000 ou
d) Projetos das especialidades que integrem a obra,
superior, correspondente ao estado e uso atual do terreno
devendo cada projeto conter memória descritiva e justifi-
e de uma faixa envolvente com dimensão adequada à ava-
cativa, bem como os cálculos, se for caso disso, e as peças
liação da integração da operação na área em que se insere,
desenhadas, em escala tecnicamente adequada, com os
com indicação dos valores naturais e construídos, de ser-
respetivos termos de responsabilidade dos técnicos autores
vidões administrativas e restrições de utilidade pública e
dos projetos quanto ao cumprimento das normas legais e
infraestruturas existentes;
regulamentares aplicáveis;
h) Projetos das especialidades que integrem a obra,
e) Calendarização da execução da obra, com estimativa
designadamente das infraestruturas viárias, redes de abas-
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
tecimento de águas, esgotos e drenagem, de gás, de eletri-
f) Estimativa do custo total da obra;
cidade, de telecomunicações, arranjos exteriores, devendo
g) Documento comprovativo da prestação de caução;
cada projeto conter memória descritiva e justificativa,
h) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela
bem como os cálculos, se for caso disso, e as peças de-
reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
senhadas, em escala tecnicamente adequada, com os res-
nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro;
petivos termos de responsabilidade dos técnicos autores
i) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de
dos projetos;
fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
i) Calendarização da execução da obra, com estimativa
j) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
j) Estimativa do custo total da obra e custo por especiali-
de 3 de julho;
dades, baseado em quantidades e qualidades dos trabalhos
k) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro
necessários à sua execução, devendo ser adotadas as nor-
título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi-
mas europeias e portuguesas em vigor ou as especificações
litações adequadas à natureza ou valor da obra;
do Laboratório Nacional de Engenharia Civil;
l) Livro de obra, com menção de termo de abertura;
k) Documento comprovativo da prestação de caução;
m) Plano de segurança e saúde;
l) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela
n) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
n.º 235/2013, de 24 de julho.
nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro;
m) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de
22 — Quando se trate de comunicação prévia de obras
fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
de edificação:
n) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro
título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi- a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
litações adequadas à natureza ou valor da obra; qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
o) Livro de obra, com menção de termo de abertura; da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
p) Plano de segurança e saúde; agir em sua representação, sempre que tal comprovação
q) Projeto de contrato de urbanização, quando exista; não resulte diretamente do n.º 1;
r) Plano de acessibilidades que apresente a rede de b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu-
espaços e equipamentos acessíveis, acompanhado do nicar a aprovação de um pedido de informação prévia,
termo de responsabilidade do seu autor que ateste que quando esta exista e esteja em vigor, ou indicação do
2020 Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015

respetivo procedimento administrativo, acompanhado de (iv) Pré-certificado do SCE, emitido por perito quali-
declaração dos autores e coordenador dos projetos de que ficado no âmbito do Sistema de Certificação Energética
aquela respeita os limites constantes da informação prévia dos Edifícios.
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º
do RJUE; j) Quando se trate de obras de construção, reconstru-
c) Termos de responsabilidade subscritos pelos autores ção, ampliação, alteração, ou conservação de imóvel de
dos projetos e coordenador do projeto quanto ao cum- edifícios de comércio e serviços, os elementos previstos no
primento das disposições legais e regulamentares apli- ponto 2.1 do anexo à Portaria n.º 349-C/2013, de 2 de de-
cáveis; zembro, relativa ao desempenho energético de edifícios:
d) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, (i) Termo(s) de responsabilidade subscrito(s) pelo
de 3 de julho; autor(es) do(s) projeto(s) do(s) sistema(s) técnicos(s) ob-
e) Pareceres, autorizações ou aprovações das entidades jeto de requisitos, no âmbito do Regulamento de Desem-
externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da lei, penho Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços
exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente no (RECS), quanto ao cumprimento das disposições legais e
âmbito da operação de loteamento ou plano de pormenor, regulamentares aplicáveis;
nos termos do n.º 2 do artigo 13.º do RJUE, caso em que (ii) Declaração ou outra prova de reconhecimento de
capacidade profissional dos técnicos responsáveis pelo(s)
será indicado o procedimento e os termos em que tal pro-
projeto(s) do(s) sistema(s) técnico(s) objeto de requisitos
núncia ocorreu;
no âmbito do Regulamento de Desempenho Energético
f) Projeto de arquitetura, a apresentar nos termos da
dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS), emitida
alínea f) do n.º 15;
pela respetiva ordem profissional;
g) Projetos de especialidades, a apresentar em função
(iii) Projeto(s) do(s) sistema(s) técnico(s) objeto de
do tipo de obra a executar, com os respetivos termos de
requisitos no âmbito do Regulamento de Desempenho
responsabilidade dos técnicos autores dos projetos quanto
Energético dos Edifícios de Comércio e Serviços (RECS),
ao cumprimento das normas legais e regulamentares apli-
elaborado(s) pelo(s) técnico(s) responsável(is) pelo(s)
cáveis, nomeadamente:
mesmo(s), onde devem constar evidências das soluções
(i) Projeto de estabilidade que inclua o projeto de esca- adotadas e os cálculos efetuados;
vação e contenção periférica; (iv) Pré-certificado do SCE, emitido por perito quali-
(ii) Projeto de alimentação e distribuição de energia ficado no âmbito do Regulamento de Desempenho Ener-
elétrica e projeto de instalação de gás, quando exigível, gético dos Edifícios de Comércio e Serviços.
nos termos da lei;
(iii) Projeto de redes prediais de água e esgotos; k) Fotografias do imóvel sempre que se trate de obras de
(iv) Projeto de águas pluviais; alteração, reconstrução, ampliação ou existam edificações
(v) Projeto de arranjos exteriores, quando exista logra- adjacentes;
douro privativo não pavimentado; l) Calendarização da execução da obra, incluindo prazos
(vi) Projeto de infraestruturas de telecomunicações; para o início e para o termo da execução dos trabalhos;
(vii) Estudo de comportamento térmico e demais ele- m) Estimativa do custo total da obra;
mentos previstos na Portaria n.º 349-C/2013, de 2 de de- n) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela
zembro; reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
(viii) Projeto de instalações eletromecânicas, incluindo nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro;
as de transporte de pessoas e ou mercadorias; o) Apólice de seguro de construção, quando for legal-
(ix) Projeto de segurança contra incêndios em edifícios; mente exigível;
(x) Projeto de condicionamento acústico. p) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de
fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
h) Plano de acessibilidades que apresente a rede de q) Número do alvará ou de registo emitido pelo
espaços e equipamentos acessíveis, acompanhado do InCI, I. P., que confira habilitações adequadas à natureza
termo de responsabilidade do seu autor que ateste que e valor da obra;
a execução da operação se conforma com o Decreto-Lei r) Livro de obra, com menção de termo de abertura;
n.º 163/2006, de 8 de agosto, desde que inclua tipologias s) Plano de segurança e saúde;
do seu artigo 2.º; t) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
i) Quando se trate de obras de construção, reconstrução, n.º 235/2013, de 24 de julho.
ampliação, alteração, ou conservação de imóvel de edifí-
cios de habitação, os elementos previstos no ponto 1.1 do 23 — Quando se trate de obras de demolição:
anexo à Portaria n.º 349-C/2013, de 2 de dezembro, relativa
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
ao desempenho energético de edifícios:
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
(i) Termo de responsabilidade subscrito pelo autor do da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
projeto de comportamento térmico; agir em sua representação, sempre que tal comprovação
(ii) Projeto de comportamento térmico elaborado por não resulte diretamente do n.º 1;
técnico responsável, onde devem constar evidências das b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu-
soluções adotadas e os cálculos efetuados e cumprimento nicar a aprovação de um pedido de informação prévia,
do Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios caso exista e esteja em vigor, ou indicação do respetivo
de Habitação; procedimento administrativo, acompanhada de declaração
(iii) Ficha resumo caracterizadora do edifício e da in- dos autores e coordenador dos projetos de que a opera-
tervenção preconizada; ção respeita os limites constantes da informação prévia
Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015 2021

favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º e) Calendarização da execução da obra, com estimativa
do RJUE, se o requerente estiver a exercer a faculdade do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
prevista no n.º 6 do artigo 4.º do RJUE; f) Estimativa do custo total da obra;
c) Caso a operação seja abrangida por operação de lo- g) Documento comprovativo da prestação de caução;
teamento, indicação do respetivo procedimento adminis- h) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela
trativo; reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
d) Pareceres, autorizações ou aprovações das entidades nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro;
externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da lei, i) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de
exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente no fiscalização de obra e pelo diretor de obra;
âmbito da operação de loteamento ou plano de pormenor, j) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
nos termos do n.º 2 do artigo 13.º do RJUE, caso em que bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009,
será indicado o procedimento e os termos em que tal pro- de 3 de julho;
núncia ocorreu; k) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro
e) Descrição da utilização futura do terreno; título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi-
f) Indicação do local de depósito dos entulhos; litações adequadas à natureza ou valor da obra;
g) Projetos de especialidades necessários à execução l) Livro de obra, com menção de termo de abertura;
dos trabalhos, incluindo o projeto de estabilidade ou de m) Plano de segurança e saúde;
contenção de construções adjacentes; n) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
h) Calendarização da execução da obra, com estimativa n.º 235/2013, de 24 de julho.
do prazo de início e de conclusão dos trabalhos;
i) Estimativa do custo total da obra; V
j) Comprovativo da contratação de seguro de responsa-
bilidade civil dos técnicos, nos termos da Lei n.º 31/2009, Elementos específicos dos pedidos de autorização
de 3 de julho; e alteração de utilização
k) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria 25 — Quando se trate de autorização de utilização de
n.º 235/2013, de 24 de julho; edifícios ou suas frações formulado na sequência de rea-
l) Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela lização de obra sujeita a controlo prévio:
reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho,
nos termos previstos na Lei n.º 100/97, de 13 de setembro; a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de
m) Termo de responsabilidade assinado pelo diretor de qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização
fiscalização de obra e pelo diretor de obra; da operação ou da atribuição dos poderes necessários para
n) Número do alvará, ou de registo, ou número de outro agir em sua representação, sempre que tal comprovação
título habilitante emitido pelo InCI, I. P. que confira habi- não resulte diretamente do n.º 1;
litações adequadas à natureza ou valor da obra; b) Termo de responsabilidade subscrita pelo dire-
o) Livro de obra, com menção de termo de abertura; tor da obra ou do diretor de fiscalização da obra, nos
p) Plano de segurança e saúde. termos do n.º 1 do artigo 63.º do RJUE e, ainda, nos
termos e para os efeitos do disposto nas alíneas a) e b)
24 — No caso de comunicação prévia de outras ope- do n.º 1.2 e 2.2 do anexo à Portaria n.º 349-C/2013, de
rações urbanísticas: 2 de dezembro;
c) Declaração ou outra prova de reconhecimento
a) Documentos comprovativos da qualidade de titular de da capacidade profissional dos técnicos responsáveis
qualquer direito que lhe confira a faculdade de realização mencionados nas alíneas anteriores, emitida pela res-
da operação ou da atribuição dos poderes necessários para petiva ordem profissional, nos termos na alínea c) do
agir em sua representação, sempre que tal comprovação n.º 1.2 e 2.2 do anexo à Portaria n.º 349-C/2013 de 2
não resulte diretamente do n.º 1; de dezembro;
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- d) Ficha resumo caracterizadora do edifício e da in-
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, tervenção realizada, de acordo com o modelo ficha 2,
quando esta exista e esteja em vigor, ou indicação do constante do anexo à Portaria n.º 349-C/2013, de 2 de
respetivo procedimento administrativo, acompanhado de dezembro, caso se trate de edifício de habitação;
declaração dos autores e coordenador os projetos de que e) Certificado SCE, emitido por perito qualificado no
aquela respeita os limites constantes da informação prévia âmbito do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios;
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º f) Termo de responsabilidade subscrito por pessoa le-
do RJUE; galmente habilitada a ser autor de projeto, nos termos
c) Pareceres, autorizações ou aprovações das entidades de regime jurídico que define a qualificação profissional
externas cuja consulta seja obrigatória nos termos da lei, exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subs-
exceto se estas já se pronunciaram favoravelmente no crição de projetos, pela fiscalização e pela direção da obra,
âmbito da operação de loteamento ou plano de pormenor, caso o requerente queira fazer uso da faculdade concedida
nos termos do n.º 2 do artigo 13.º do RJUE, caso em que pelo n.º 3 do artigo 64.º do RJUE;
será indicado o procedimento e os termos em que tal pro- g) Termo de responsabilidade subscrito por pessoa le-
núncia ocorreu; galmente habilitada a ser autor de projeto, nos termos
d) Projetos das especialidades que integrem a obra bem de regime jurídico que define a qualificação profissional
como os cálculos, se for caso disso, e as peças desenhadas, exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subs-
em escala tecnicamente adequada, com os respetivos ter- crição de projetos, relativo à conformidade da obra com
mos de responsabilidade dos técnicos autores dos projetos o projeto acústico;
quanto ao cumprimento das normas legais e regulamentares h) Cópia do título da operação urbanística ao abrigo da
aplicáveis; qual foram realizadas as obras;
2022 Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015

i) Telas finais, quando aplicável; ANEXO III


j) Ficha de elementos estatísticos previstos na Portaria
n.º 235/2013, de 24 de julho. (a que se refere o n.º 2 do artigo 2.º)

26 — Quando se trate de pedido de autorização ou TERMOS DE RESPONSABILIDADE


alteração de utilização de edifícios ou suas frações não
precedido de operação urbanística sujeita a controlo I
prévio:
Termo de responsabilidade do autor do projeto de... (a)
a) Documentos previstos no número anterior, com ex-
ceção dos referidos nas alíneas b), c), f), g) e h); … (b), morador na…, contribuinte n.º…, inscrito
b) Cópia da notificação da câmara municipal a comu- na… (c) sob o n.º…, declara, para efeitos do disposto no
nicar a aprovação de um pedido de informação prévia, n.º 1 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de de-
quando esta existir e estiver em vigor, ou indicação do zembro, na redação que lhe foi conferida pela Decreto-Lei
respetivo procedimento administrativo, acompanhado de n.º 136/2014, de 9 de setembro, que o projeto de… (a), de
declaração dos autores e coordenador os projetos de que que é autor, relativo à obra de… (d), localizada em… (e),
aquela respeita os limites constantes da informação prévia cujo… (f) foi... (g) por … (h):
favorável, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 17.º a) Observa as normas legais e regulamentares aplicáveis,
do RJUE; designadamente … (i);
c) Termo de responsabilidade subscrito por pessoa b) Está conforme com os planos municipais ou inter-
legalmente habilitada a ser autor de projeto, nos termos municipais de ordenamento do território aplicáveis à pre-
de regime jurídico que define a qualificação profissio- tensão, bem como com … (j).
nal exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e
subscrição de projetos, relativo à conformidade da uti- …. (data).
lização prevista com as normas legais e regulamentares … (assinatura) (k).
que fixam os usos e utilizações admissíveis, bem como
Instruções de preenchimento
à idoneidade do edifício ou sua fração autónoma para o
fim pretendido. (a) Identificar o tipo de operação urbanística, projeto
de arquitetura ou de especialidade em questão.
(b) Indicar nome e habilitação do autor do projeto.
ANEXO II (c) Indicar associação pública de natureza profissional,
quando for o caso;
Condições de apresentação dos elementos instrutórios (d) Indicar a natureza da operação urbanística a realizar.
(e) Indicar a localização da obra (rua, número de polícia
1 — Os elementos instrutórios que devam ser apre- e freguesia).
sentados em formato digital, devem assumir o formato (f) Indicar se se trata de licenciamento ou comunicação
“pdf”, ou, caso contenham peças desenhadas, o formato prévia.
“.dwf” e o formato “.dwg” ou formatos abertos equi- (g) Indicar que foi “requerido” no caso de licenciamento
valentes, adotados nos termos da Lei n.º 36/2011, de ou “apresentado” no caso de comunicação prévia.
21 de junho no que respeita à implantação da operação (h) Indicar o nome e morada do requerente ou comu-
urbanística. nicante.
2 — As peças escritas devem respeitar o formato A4. (i) Discriminar, designadamente, as normas técnicas ge-
3 — Os elementos instrutórios devem incluir um índice rais e específicas de construção, o alvará de loteamento ou a
que indique os documentos apresentados e estes devem informação prévia, quando aplicáveis, bem como justificar
ser paginados. de forma fundamentada os motivos da não observância das
4 — As peças desenhadas devem incluir legendas, con- normas técnicas e regulamentares, nos casos previstos no
tendo todos os elementos necessários à identificação da n.º 5 do artigo 10.º RJUE.
peça: o nome do requerente, a localização, o número do (j) Indicar a licença de loteamento ou informação prévia,
desenho, a escala, a especificação da peça desenhada e o quando aplicável.
nome do autor do projeto. (k) Assinatura reconhecida nos termos gerais de direito
5 — Todas as peças escritas e desenhadas dos projetos ou assinatura digital qualificada, nomeadamente através
devem ser datadas e assinadas pelo autor ou autores do do cartão de cidadão.
projeto.
6 — Sempre que a operação urbanística a apreciar com- II
preenda alterações ou demolições parciais e/ ou afetar a
via pública, devem ser utilizadas para a sua representação Termo de responsabilidade do coordenador do projeto de... (a)
as seguintes cores convencionais:
… (b), morador na…, contribuinte n.º…, inscrito
a) A vermelha para os elementos a construir; na… (c) sob o n.º…, declara, para efeitos do disposto no
b) A amarela para os elementos a demolir; n.º 1 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de
c) A preta para os elementos a manter; dezembro, na redação que lhe foi conferida pelo Decreto-
d) A azul para elementos a legalizar. -Lei n.º 136/2014, de 9 de setembro, que o projeto de… (a),
de que é coordenador, relativo à obra de… (d), localizada
em… (e), cujo… (f) foi … (g) por … (h):
7 — As escalas indicadas nos desenhos não dispensam
a cotagem, quer nos desenhos com as cores convencionais, a) Observa as normas legais e regulamentares aplicáveis,
quer nos desenhos com a proposta final. designadamente … (i);
Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015 2023

b) Está conforme com os planos municipais ou inter- Instruções de preenchimento


municipais de ordenamento do território aplicáveis à pre- (a) Indicar o nome e habilitação profissional do diretor
tensão, bem como com (j). da obra ou diretor de fiscalização de obra.
(b) Indicar associação pública de natureza profissional,
… (data). quando for o caso.
… (assinatura) (k). (c) Identificar a localização da obra (rua, número de
polícia e freguesia).
Instruções de preenchimento (d) Indicar o nome e morada do titular.
(a) Identificar o tipo de operação urbanística, projeto (e) Indicar a data da conclusão da obra.
de arquitetura ou de especialidade em questão (f) A preencher nos casos previstos no n.º 2 do artigo 63.º
(b) Indicar nome e habilitação do autor do projeto. do RJUE.
(c) Indicar associação pública de natureza profissional, (g) Indicar o nome e habilitação profissional.
quando for o caso; (h) Indicar se se trata de técnico autor do projeto ou de
(d) Indicar a natureza da operação urbanística a realizar. mandatário do dono da obra com a habilitação legalmente
(e) Indicar a localização da obra (rua, número de polícia exigida para o efeito.
e freguesia). (i) Assinatura reconhecida nos termos gerais de direito
(f) Indicar se se trata de licenciamento ou comunicação ou assinatura digital qualificada, nomeadamente através
prévia. do cartão de cidadão.
(g) Indicar que foi “requerido” no caso de licenciamento IV
ou “apresentado” no caso de comunicação prévia.
(h) Indicar o nome e morada do requerente ou comu- Termo de responsabilidade do autor/coordenador do projeto
nicante.
(i) Discriminar, designadamente, as normas técnicas ge- … (a), morador na …, contribuinte n.º …, inscrito na
rais e específicas de construção, o alvará de loteamento ou a … (b) sob o n.º …, declara, para efeitos do disposto no
informação prévia, quando aplicáveis, bem como justificar n.º 3 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de
de forma fundamentada os motivos da não observância das dezembro, na redação que lhe foi conferida pelo Decreto-
normas técnicas e regulamentares, nos casos previstos no -Lei n.º Lei n.º 136/2014, de 9 de setembro, que … (c), de
n.º 5 do artigo 10.º RJUE. que é autor/coordenador dos projetos, relativo à obra de
(j) Indicar a licença de loteamento ou informação prévia, … (d), localizada em … (e), cujo pedido de informação
quando aplicável. prévia foi requerida por … (f), respeita os limites constantes
(k) Assinatura reconhecida nos termos gerais de direito da informação prévia favorável.
ou assinatura digital qualificada, nomeadamente através … (data).
do cartão de cidadão. … (assinatura) (g)
Instruções de preenchimento
III
(a) Indicar o nome e habilitação do autor ou do coor-
Termo de responsabilidade do diretor de fiscalização denador do projeto.
e do diretor de obra (b) Indicar associação pública de natureza profissional,
… (a), morador na …, contribuinte n.º …, inscrito quando for o caso.
na … (b) sob o n.º …, declara, na qualidade de dire- (c) Indicar o pedido de licenciamento ou apresentação
tor de fiscalização da obras, que a obra localizada em de comunicação prévia.
… (c), à qual foi atribuído o alvará de licença ou titulo (d) Indicar a natureza da operação urbanística a realizar.
de comunicação prévia de obras de edificação n.º …, (e) Identificar a localização da obra (rua, número de
cujo titular é … (d), se encontra concluída desde … (e), polícia e freguesia).
em conformidade com o projeto aprovado ou apresen- (f) Indicar o nome e morada do requerente ou comunicante.
tado, com as condicionantes da licença, com a utilização (g) Assinatura reconhecida nos termos gerais de direito
prevista no alvará de licença ou titulo de comunicação ou assinatura digital qualificada, nomeadamente através
prévia, e que as alterações efetuadas ao projeto estão em do cartão de cidadão.
conformidade com normas legais e regulamentares que V
lhe são aplicáveis;
(f) …. (g), morador na …., contribuinte n.º …, inscrito Termo de responsabilidade do autor do Plano
na … (b) sob o n.º …, declara, na qualidade de … (h), que de Acessibilidades
a obra localizada em... (c), à qual foi atribuído o alvará de … (a), morador na …, contribuinte n.º …, inscrito na
licença ou título de comunicação prévia de obras de edi- … (b) sob o n.º …, declara, para efeitos do disposto no n.º 1
ficação n.º …, cujo titular é … (d), se encontra concluída do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezem-
em conformidade com o projeto aprovado ou apresen- bro, e do n.º 2 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 163/2006, de
tado, com as condicionantes da licença, com a utilização 8 de agosto, ambos com a redação conferida pelo Decreto-
prevista no alvará de licença ou título de comunicação -Lei n.º 136/2014, de 9 de setembro, que o plano de acessi-
prévia, e que as alterações efetuadas ao projeto estão em bilidades de que é autor, relativo à obra de … (c), localizada
conformidade com normas legais e regulamentares que em … (d), cujo … (e) foi … (f) por … (g) observa as normas
lhe são aplicáveis legais e regulamentares aplicáveis, com exceção … (h);
…. (data). … (data).
… (assinatura) (i). … (assinatura) (i).
2024 Diário da República, 1.ª série — N.º 78 — 22 de abril de 2015

Instruções de preenchimento que estabelece o regime das depreciações e amortizações


(a) Indicar nome e habilitação do autor do projeto. para efeitos do imposto sobre o rendimento das pessoas
(b) Indicar associação pública de natureza profissional, coletivas.
quando for o caso;
(c) Indicar a natureza da operação urbanística a realizar. Artigo 2.º
(d) Indicar a localização da obra (rua, número de polícia Alteração ao Decreto Regulamentar
e freguesia). n.º 25/2009, de 14 de setembro
(e) Indicar se se trata de licenciamento ou comunicação
Os artigos 1.º, 2.º a 5.º, 9.º, 10.º, 11.º, 12.º, 15.º, 16.º e
prévia.
(f) Indicar que foi “requerido” no caso de licenciamento 18.º do Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 14 de setem-
ou “apresentado” no caso de comunicação prévia. bro, alterado pela Leis n.os 64-B/2011, de 30 de dezembro,
(g) Indicar o nome e morada do requerente ou comu- 2/2014, de 16 de janeiro, e 82-D/2014, de 31 de dezembro,
nicante. passam a ter a seguinte redação:
(h) Indicar, quando for o caso, as normas técnicas de
acessibilidades que não foram cumpridas e justificação «Artigo 1.º
dos motivos que legitimam o incumprimento. [...]
(i) Assinatura reconhecida nos termos gerais de direito
ou assinatura digital qualificada, nomeadamente através 1 - […].
do cartão de cidadão. 2 - Salvo razões devidamente justificadas e aceites
pela Autoridade Tributária e Aduaneira, as depreciações
e amortizações só são consideradas:
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS a) [...];
b) [...].
Decreto Regulamentar n.º 4/2015 3 - [...].
de 22 de abril
Artigo 2.º
Na sequência da entrada em vigor da Lei n.º 2/2014,
de 16 de janeiro, alterada pelo Decreto-Lei n.º 162/2014, [...]
de 31 de outubro, que procedeu à reforma da tributa- 1 - [...]:
ção das sociedades, foram introduzidas alterações ao
Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas a) [...];
Coletivas, nomeadamente em matéria de depreciações e b) [...];
amortizações, as quais impõem a necessidade de adap- c) Valor de mercado, à data do reconhecimento
tar, alterando em conformidade, algumas disposições inicial, para os bens objeto de avaliação para este
do regime de depreciações e amortizações, atualmente efeito, quando não seja conhecido o custo de aqui-
constante do Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 14 sição ou de produção, podendo esse valor ser objeto
de setembro, alterado pela Leis n.os 64-B/2011, de 30 de correção, para efeitos fiscais, quando se considere
de dezembro, 2/2014, de 16 de janeiro, e 82-D/2014, excedido.
de 31 de dezembro.
Adicionalmente, é adaptado o conteúdo de algumas 2 - [...].
das normas do Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 3 - [...].
14 de setembro, alterado pela Leis n.os 64-B/2011, de 4 - [...].
30 de dezembro, 2/2014, de 16 de janeiro, e 82-D/2014, 5 - Para efeitos da determinação do valor depreciável
de 31 de dezembro, às alterações entretanto ocorridas ou amortizável, previsto nos números anteriores:
em matéria de tributação das sociedades, procedendo-se
ainda à atualização das referências contidas no referido a) Não são consideradas as despesas de desmante-
diploma à extinta Direção-Geral dos Impostos, as quais lamento; e
são substituídas pela referência à Autoridade Tributária b) Deduz-se o valor residual.
e Aduaneira.
Assim: 6 - [Anterior n.º 5].
Nos termos da alínea c) do artigo 199.º da Constituição, 7 - [Anterior n.º 6].
e do n.º 1 do artigo 31.º do Código do Imposto sobre o
Rendimento das Pessoas Coletivas, aprovado pelo Decreto- Artigo 3.º
-Lei n.º 442-B/88, de 30 de novembro, na redação dada [...]
pela Lei n.º 2/2014, de 16 de janeiro, o Governo decreta
o seguinte: 1 - [...].
2 - [...].
Artigo 1.º 3 - [...].
4 - [...].
Objeto
5 - Não são aceites como gastos para efeitos fiscais
O presente diploma procede à quarta alteração ao as depreciações ou amortizações praticadas para além
Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 14 de setembro, do período máximo de vida útil, ressalvando-se os ca-
alterado pela Leis n.os 64-B/2011, de 30 de dezembro, sos devidamente justificados e aceites pela Autoridade
2/2014, de 16 de janeiro, e 82-D/2014, de 31 de dezembro, Tributária e Aduaneira.