PROJETO BÁSICO DE UM AEROPORTO Classificação: Doméstico ROTEIRO GERAL

Creso de Franco Peixoto

I MATERIAL NECESSÁRIO
Material necessário, por projetista (por aluno): a. uma carta topográfica do IBGE, na escala 1:250.000, de uma região paulista. O Estado de São Paulo é coberto por 15 cartas, aproximadamente. São as cartas de, por exemplo: Campinas, Votuporanga, Presidente Prudente, São Paulo, Itapetininga, Guaratinguetá, S.J do Rio Preto, Franca, Ribeirão Preto. b. uma carta topográfica do IBGE, na escala 1:50.000; apresentando um município paulista de médio ou de grande porte em topografia não montanhosa e que também faça parte faça parte de área não muito próxima de borda da carta anterior, c. material de desenho técnico (régua de 50 cm ou de 60 cm, esQuadros médios, escalímetro e compasso), d. lápis com dureza HB e lápis com dureza B, e. borracha, f. calculadora, g. folhas milimetradas do tipo sulfite (opacas) no formato A-2, h. folhas do tipo sulfite no formato A-4, i. duas folhas de papel cartaz ou similar, j. três presilhas do tipo "classificador". Todas as folhas ou pranchas devem ter número escolar e nome do projetista à tinta, em cabeçalho na parte inferior das mesmas.

II FONTES DE PESQUISA
Considerar-se-á o número escolar do aluno para efeito de estabelecimento de aspectos quantitativos de algumas grandezas envolvidas no projeto. A é o primeiro dígito do número escolar, ou seja, o dígito da unidade, excetuando-se eventual dígito de controle. B é o segundo dígito do número do aluno, o da dezena, e C é o terceiro dígito, o da centena. Por exemplo, supondo-se o seguinte número escolar: 27.337-6, temse:A=7;B=3 e C=3.Caso A; B ou C = 0, adota-se = 1. As informações sobre as características das aeronaves devem ser coligidas do material da apostila do curso, de livros técnicos ou de catálogos de fabricantes.

Observe características do aeroporto em projeto no item IV - Informações Gerais, após as instruções de projeto. As constantes indicadas ou sugeridas foram obtidas de livros técnicos específicos sobre Aeroportos. Aquelas informações que exigiriam tomada de dados de campo foram arbitradas, facilitando o desenvolvimento do projeto.

III DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Parte A - PROJETO GEOMÉTRICO
1a FASE: PREVISÃO DE TRÁFEGO 1.1 Estimativa do Número de Passageiros por Ano
Utilizando-se de regressão múltipla de fatores, estime o volume anual de pax - VAP, para o ano de início de utilização (ano zero) e para o ano final da vida útil prevista nos estudos do plano diretor do aeroporto. Considere: a. ano atual (este ano!): de estudo e de projeto de detalhamento do aeroporto; b. próximo ano: início das obras da primeira fase, com duração de 3 anos; c. início de utilização: no ano seguinte ao término das obras da primeira fase. Este é o ano zero do aeroporto d. Vida útil prevista: 20 anos. Adotar-se-á, para a estimativa de tráfego do aeroporto a ser projetado, os valores relatados de um aeroporto próximo e que atenda CGT semelhante ao em estudo. Estes valores estão apresentados na Tabela 1.1. A população prevista para o CGT do aeroporto em projeto, no ano de sua abertura, é de 227.500xB e para o ano final da vida útil prevista, 335.000xB. O PIB/CAPITA previsto para a população do CGT do aeroporto em projeto, no ano de abertura, é de US$ 500xC e para o ano final da vida útil prevista, US$ 575xC. Área construída de alto padrão p/abertura:671000B, p/vida útil:874000B.

000B 56. O valor sugerido é médio em relação aos valores usuais. Se isto ocorrer.a.3.000B 375C 620. 0.000B 45.000B 405C 726.800B 345C 605.700B 390C 704. Estas aeronaves compõem parte do mix-de-frota do aeroporto mas não do mix-de-frota de hora-pico.04% do volume anual de passageiros.3 Mix-de-Frota Anual e Mix-de-frota de Hora-Pico O mix-de-frota do aeroporto em projeto será composto pelas aeronaves relatadas na Tabela 1.5000B 1987 113.PAX (US$) padrão alto(m2) 1985 95.000B 58.000B 65.3.b e arredondados os resultados pelo mesmo critério. Os 3 maiores valores de Ni deverão ser arredondados p/ 1 se forem <= 0.500B 1988 118. neste projeto.700B 1993 145.3 .Ni através da Equação 1.000B 1986 107.000B 350C 570.3. O resultado deve ser arredondado para o número inteiro superior. 1. conforme se nota percentual zero das aeronaves B-727-200.800B 1989 127. Os totais de operações aéreas de cada tipo de aeronave no período de um ano podem ser calculados pela Equação 1. "zere" outros Nis e passe os passageiros p/ as 3 aeronaves a serem consideradas.Tabela 1.000B 42. ou seja. Indica-se estimar o número de aeronaves de cada tipo.000B 54. A coluna dos valores de NOAi deve ser utilizada para anotar estes valores finais arredondados.VHP.000B 330C 588. .000B 1990 128.2 Estimativa do Número de Passageiros na Hora-Pico Indica-se. ano: população: PIB/CAPITA Área construída . As aeronaves que compõem o intervalo de tempo de pico não são as mesmas que compõem o mix-de-frota anual.000B 360C 575.500B 370C 685.000B 48.300B 1991 132.VHP.como sendo o volume de hora pico. Os totais de passageiros embarcados na hora-pico e em cada tipo de aeronave estão indicados em percentagem do volume de hora pico .900B 1992 144.1 Levantamentos Efetuados em Aeroporto Semelhante ao a Projetar.000B 380C 635.000B 49. B-767-200 e A-300. considerar 0.000B 52.000B 1.04%(VAP) . no intervalo de tempo de pico .

para a aeronave de tipo i. de pax da aeronave i em função da conFiguração de trabalho da Empresa Aérea Pi: percentagem do VAP para a aeronave do tipo i Fo: fator de ocupação da aeronave. VHP) em pax) B-737-200 B-767-200 BAND.Tabela 1.3.6 para todas as aeronaves do mix-de-frota de hora-pico.3.a Ni: número de aeronaves de tipo i no intervalo crítico de utilização do aeroporto VHP: volume horário crítico de passageiros (no intervalo de tempo da hora-pico) Ci: cap.4 Apresentação . de pax da aeronave i em função da conFiguração de trabalho da Empresa Aérea pi: percentual do VHP na hora-pico. Sugere-se considerar igual a 0. Pi (%do operações VAP) no intervalo crítico): 33 3 15 9 28 4 7 1 NOAi (no. operações por ano): atenção: elimine do mix-de-frota aeronaves em caso de Pi<=50% de Ci: passar estes passageiros para aeronaves menores.EMB-110 BRAS.b NOAi: número de operações aéreas da aeronave de tipo i. 1. Indica-se considerar igual a 0. para período extenso de tempo.7 290 148 194 Ni (no. em um ano VAP: volume anual de passageiros Ci: cap. Ni=(VHPxpi/100)/(CixFo) Equação 1.5 7.EMB-120 L-1011-500 A-300 A-310 B-727-200 36 17 9 31 7 115 230 18 30 310 300 250 163 Capacidade dos porões m3 (All bulk) 47 172 1. NOAi=(VAPxPi/100)/(CixFo) Equação 1. limitando-se o mix-de-frota em pelo menos 2 aeronaves (neste caso.7 para todas as aeronaves do mix-de-frota de hora-pico. indica-se considerar para o mix-de-frota o B-737-200 e o EMB-120).3 Mix-de-Frota do Aeroporto Aeronave: Ci pi (% do (Cap. Fo: fator de ocupação da aeronave.

portanto. As áreas selecionadas devem estar situadas fora de área urbana. a seguir. que é o CGT .5 que apresenta croqui semelhante ao solicitado. traçando retângulos de dimensões 3.000: 6. número escolar e rubrica. em cada alternativa. As tabelas podem ser datilografadas ou digitadas e coladas nas folhas especificadas. as áreas dos sítios aeroportuários estudados (as dimensões reais de 2 km x 3 km.000 m x 2. custo de desapropriação c. dentre outras tabelas à critério do projetista. a alternativa que apresentar maior área de hachura será a menos favorável quanto à topografia. 2a FASE: SELEÇÃO DO SÍTIO AEROPORTUÁRIO 2.3 com os dados personalizados e completadas com as informações necessárias aos cálculos. As hachuras deverão ser distintas para cada alternativa. não constará desta fase do trabalho. impacto ambiental .000 e de município paulista a ser atendido por este aeroporto. Anote. Trace na carta de escala 1:250. as Tabelas 1. visando estabelecer o sítio aeroportuário. Identifique as alternativas com letras. A parte da área de influência que não se enquadrar na carta não será ainda estudada e. Anote. as possíveis áreas para desapropriação. Trace alinhamento de rodovia a ser construída para interligar o sítio aeroportuário ao sistema viário existente e estime a distância do centro do aeroporto até o ponto central da comunidade a ser atendida. com 100 m de largura.000 m (na escala 1:50.000. Indicam-se. na escala 1:50. em nível preliminar.000: 8 mm x 12 mm) com linhas contínuas e retângulos de áreas de influência de circulação de grandes aeronaves no entorno de cada aeroporto. obviamente. a área de desapropriação da faixa de domínio da nova rodovia. A área de cada sítio aeroportuário deve estar centrada nas áreas de influência respectivas e com as dimensões maiores paralelas. Estes retângulos representam. junto ao sistema viário.000: 6 cm x 4 cm). Todas as folhas devem apresentar nome do projetista e seu "RG".O memorial de cálculo deve ser apresentado em folhas no formato ofício ou A-4 pautadas e o texto redigido à mão.4 cm x 16 cm) em linhas tracejadas.1 e 1. Determine a cota do aeroporto e hachure as áreas que apresentam altitudes maiores que 50 m que a altitude do aeroporto. de 16 km x 40 km (na escala 1:250. Observe a Figura 2. topografia b.1 Estabelecimento de alternativas Selecionar 3 alternativas de sítios aeroportuários na carta topográfica do IBGE de escala 1:50. não necessariamente em ordem de prioridades: a. os critérios fundamentais para seleção dos sítios aeroportuários. a extensão do sistema viário a ser construído e a extensão total até o centro gerador de tráfego. É obrigatório apresentar.Centro Gerador de Tráfego. de maneira preliminar.

Considere que o custo de construção das áreas de apoio (tratamento de água. com função exclusiva de permitir estudo de seleção de área. Tabela 2. C é obtido na Tabela 2.000.2 Estimativas de Custo Estime. usina de queima de lixo.00 10 a 15 3. c.1.d.1 Custos de referência (C) para cálculo do custo do alqueire paulista Distância.000xA/km. equivale a 24. 2.000 m. O alqueire paulista.00 2. Custo de desapropriação por alqueire é de A x C.000. Estime o custo de construção do sistema viário de acesso ao aeroporto. tratamento de esgotos. a utilizada em grandes aeroportos).2 Custo de Construção Estime o custo de construção do TPS (terminal de passageiros) considerando US$ 500.00/m2 de área construída e disponibilidade de 10 m2 para cada 1. composto por pista única de duas faixas de tráfego.000 m2 b. setor de estocagem e de abastecimento de combustíveis. do sítio e da faixa de domínio do sistema viário de acesso.2.000.1 Custo de Desapropriação Estime o custo global de desapropriação. considerando: a. a título de custo de projeto executivo. de cada alternativa. da área ao limite urbano (km) C (US$) <5 50. sistema viário existente 2. a área do sítio apresenta. d. etc) corresponda a 80% do total de construção do TPS. O resultado é o custo preliminar de cada alternativa. Some-os e acrescente 2% do custo de construção. . aproximadamente. distância ao CGT e.00 >15 2.000 m por 3. anotando junto à cada alternativa. dimensões de 2. 1 km2=1. o custo de desapropriação e de construção de cada alternativa.00 5 a 10 4.000.2.2. central de água gelada para o ar-condicionado. subestação e sistema de no-break de energia elétrica.000.000 pax embarcados por ano (esta taxa é. supondo custo unitário de construção: US$ 100. Faixa de domínio da pista de acesso tem largura média de 100 m. que não será estudado neste trabalho. O custo previsto final seria função de projeto executivo. preliminarmente. armazéns de carga-geral.200 m2. preliminarmente. Estes valores são aproximados e válidos o interior do Estado de São Paulo.2.

Indica-se considerar que o "custo do tempo" dos passageiros corresponda a 100% do custo da viagem de cada veículo. a demanda reprimida já se considera inclusa na previsão de passageiros. Neste estudo.km f.10/ton.1 (10%). drenagem subterrânea e superficial. no item 1. pode-se considerar como benefício a redução no custo de traslado. auxiliar na decisão de seleção de alternativa a adotar. preliminarmente. Capacidade média dos caminhões de carga: 6 tf. de carga operada e as taxas de utilização do aeroporto de cada operação aérea que neste ocorrer. que o volume de terra a movimentar seja igual ao produto da área total.000 m2.15/m3. apenas. . supondo.3 Benefícios O estudo a ser efetuado será simplificado. também. devido à redução do tempo e de custo de transporte para um outro aeroporto existente. considerando-se pagar ida e volta.Estime o custo de construção do sistema de pistas do aeroporto. construção de 400. Adote custo unitário de escavação e de movimentação de terra a US$ 0. A demanda reprimida já está embutida na previsão efetuada de VAP. e. "Recursos periféricos" também deveriam ser estudados. A redução do tempo pode ser correlacionada a recurso financeiro. englobando pavimentação.50/km. de bagagem extra. Estime o custo de terraplenagem. estabelecendo-se um custo por hora equivalente ao tempo do usuário do aeroporto. tais como a exploração de estacionamento de veículos. Deve-se observar. O aeroporto de alternativa para os passageiros deste CGT encontra-se a 150 km b.000. c. para apenas embasar análise de relação custo/benefício. que é de 6. na redução de custo porta-a-porta do usuário. Quanto ao retorno do capital aplicado na construção e na desapropriação. a publicidade ou a cessão de áreas franqueadas para estabelecimentos comerciais de interesse para o usuário. Sendo assim.2 d. Considere que neste custo já esteja embutido o custo de construção do bolsão de estacionamento de veículos de passageiros. seriam consideradas as taxas de embarque dos passageiros. Custo de transporte da tonelada de carga a ser operada: US$ 0. do ponto de vista do passageiro. O estudo será embasado. balizamento e acabamento. permitindo concluir que deve existir demanda reprimida que incrementaria os benefícios. supondo. que mais viagens poderiam estar sendo efetuadas se já existisse o novo aeroporto. revestimento vegetal. multiplicado por 1/4 do máximo desnível observável na topografia da área da alternativa estudada e multiplicado também por 0. 2. é de US$ 0. Nesta parte do projeto supor-se-á: a. O custo médio ponderado de traslado.00/m2. preliminarmente.000 m2 de pavimentos a US$ 300.. para veículos particulares e coletivos.

A 2a "multiplicação" foi adotada para corresponder ao "tempo perdido" do passageiro. em toneladas: VAC=[Σ(NOAixCapi)]x0. O quociente dos totais indica a relação benefício/custo.4 Viabilidade Econômica e Melhor Alternativa Somam-se as parcelas de benefícios e as parcelas de custo.O Benefício do empreendimento para passageiros. O maior valor de benefício/custo dentre as alternativas estudadas será a adotada.a.3. do CGT ao aeroporto em projeto Cc: custo/km. em um ano.168 NOAi: número de operações aéreas da aeronave de tipo i. Sugere-se estimar benefício para cargas a serem operadas.2 P=20 anos (vida útil adotada) 2. do CGT ao aeroporto em projeto Cr: custo/ km para veículos rodoviários de passageiros.ton para veículos rodoviários de carga. Bp. Bp:benefício financeiro para passageiros VAP: volume anual de passageiros Dp:densidade de pax/veículo rodoviário. 2. Salt:dist.10/km. Bc. Adote 1.2 P=20 anos (vida útil adotada) atenção: a 1a "multiplicação por dois" corresponde à ida e à volta. pela Equação 2.b Cap: quantidade média de carga nos caminhões: adote: 6 tf. do CGT ao aeroporto de alternativa Saer:dist. poderá ser calculado pela Equação 2.ton Bc:benefício financeiro para carga VAC .3.50/km rodado.a Salt:dist.b Bp= [(Salt-Saer)x2xCrx(VAP/Dp)xP]x2 Equação 2. objetivando mensurar a entrada de recursos no aeroporto a ser construído.3. Adote 1. Bc= [(Salt-Saer)x2xCcx(VAC/Cap)xP] Equação 2. Capi:capacidade de carga da aeronave de tipo i Densidade de carga: 168 kg/m3 (constante para porões de aeronaves) Dp:densidade de pax/veículo rodoviário. Adote US$ 0. do CGT ao aeroporto de alternativa Saer:dist. Adote US$ 0.volume anual de carga.3.5 Apresentação .

: Alternativa C.5. ao CGT=9kmLong: dist ao CGT=18km acesso a construir: 4 kmacesso a construir:10km Long: Alternativa B.: . as áreas de influência de proteção à navegação e as hachuras de áreas com cota superior a 50 m do aeroporto em projeto. Ra. Instituição de Ensino.a Exemplo de Apresentação de Estudo de Alternativas.3 km2 Lat.Rc 6.2km2 alternativa A.5. na parte inferior da carta deve-se colocar cabeçalho com o nome do projetista.5km2 Alt. os acessos até o sistema viário existente.b . área de proteção de A. data. número escolar.Rb Lat: dist. a desapropriar: 6. Alt.RaLat: Alt.: .a. ao CGT=24 km acesso a construir: 6km área de proteção de C. Na parte inferior da carta. Rb. data. na carta 1:50.000 devem ser traçados: as áreas das 3 alternativas. Figura 2. a altitude do ponto de referência do aeroporto. as extensões de rodovia a ser construída (acessos). as distâncias do CGT ao centro de cada área de alternativa. a desapropriar:6. limite urbano área de proteção de B.000 Na carta do IBGE na escala 1:250.5. a desapropriar: . RG. número escolar. colocar cabeçalho com o nome do projetista. e anotados: áreas de desapropriação das alternativas e dos seus acessos. RG.Na carta do IBGE na escala 1:50. o ponto de referência do aeroporto com suas coordenadas de latitude e de longitude até em segundos (este valor arredondado para inteiro). O croqui com exemplo destas informações é observado na Figura 2. as distâncias do CGT ao centro de cada área de alternativa. O croqui com exemplo destas informações é observado na Figura 2.: Long. Instituição de Ensino. Rc: pontos de referência de cada alternativa.000 devem ser traçadas: as áreas das 3 alternativas.: sistema viário existente dist.

limite urbano alternativa A. na carta 1:250. utilização atual da terra. observados e relatados em 9 anos de medições tal como se observa no Quadro 3.000 área c/cota 50m acima do aeroporto Em folhas "A-4" do tipo sulfite. vegetação. dist. deve-se elaborar memorial descritivo de cada alternativa. em função de direção e de intensidade dos mesmos. áreas de desapropriação. 3a FASE: PROJETO FÍSICO DO AEROPORTO 3.5. ao CGT=9km 1200m2 área de proteção de A. determine a direção principal dos ventos através de anemograma. F igura 2.1. área de proteção de B. 3450m2 sistema viário existente Alternativa C. D. Na conclusão deve-se justificar a escolha das três opções. Anotar as características físicas de cada alternativa.1 Estabelecimento do Número e Direção Principal das Pistas P. Quadro 3. facilidades construtivas e condições das áreas de aproximação e de afastamento das aeronaves. dist ao CGT=18km Alternativa B.1 Percentuais de Ventos Observados .b Exemplo de Apresentação de Estudo de Alternativas. extensão a ser construída de sistema viário. dist. ao CGT=24 km área de proteção de C. Tanto o anemograma quanto a análise dos seus resultados devem ser apresentados em folhas "A-4". citando e comentando a respeito de: topografia. Considerando os percentuais de duração de ventos da região do aeroporto. distância até o CGT.

5B) 3 Determine o coeficiente de utilização da(s) pista(s) para a sugestão da FAA e o coeficiente de utilização para cada cabeceira. é a que corresponde ao máximo coeficiente. Caso seja necessário.5 1. pelo Anexo 14/ICAO .5 1.5 13 46-72 0.0 0.5 2 0. considerando ventos transversal admissível de 35 km/h e longitudinal de 15 km/h.5 0.5 0. 3. deve-se estabelecer o coeficiente de utilização da mesma e justificar.5 0. Caso seja adotada outra direção que não a de maior percentagem de utilização.5 0.2 Dimensões das Pistas e seu Posicionamento Determine os comprimentos corrigidos de pista de pouso e de decolagem.(km/h)→ direção↓ N NNE NE ENE E ESE SE SSE S SSW SW WSW W WNW NW NNW TOTAIS: 0-7 7-24 A/2 A/2 A 3 5 B B/2 6 4 3 7 5 4 3 5 3 48+2A+1.5 1. d. Apresentação: em folhas "A-4". Faça um anemograma para cada situação: a. Convém lembrar que nem sempre a direção a ser adotada da pista p. necessários para operar cada aeronave do mix-de-frota.ventos: intens.5 0.5 100(64+2A+1.5 0.5 0.5 1. com destaque para a(s) direção(ões) selecionada(s) e justificativa sobre a solução adotada para direção de pista.5 0. estabeleça pistas com direções cruzadas para atender 95% do tempo segundo a sugestão da FAA.5 0. um para cada cabeceira. em função da direção da mesma que poderia causar muito ruído sobre a comunidade atendida ou por causa da topografia. para as condições: a.5 0. de altitude e de temperatura locais (de referência do aeroporto).5 1. b. um para a condição da FAA.5B 24-46 0. segundo as condições críticas acima citadas.

80% destes passageiros sentados a taxa de 1. com eqüidistância vertical interpolada de 5 m em 5 m.5. Corredores: capacidade de 500 pax/min. d. deve ter capacidade para sentar 20% do VHP (movimento de hora-pico). Trace com linha descontínua a área de proteção de pistas p. projetar com 2m2/pax do VHP. Projete curva(s) vertical(is) entre os tramos. nas escalas: Horizontal: 1:500 e Vertical:1:50.4 m2/pax e os restantes. Trace em planta a(s) pista(s) de p.3. a distância de separação de pistas paralelas. em pé. a 0. extrapoladas da carta 1:50. longitudinais e transversais. em A-4. Trace as curvas de nível.2. aproximadamente. Estabeleça margem de pista em volta das pistas p.9 m2/pax. d. em folha "A-2". em corredor de 6 m de largura. Verifique a visibilidade. Lobby de embarque: a área também conhecida por "piso de embarque" que apresenta balcões das empresas aéreas..b. para cada cabeceira: C km/h. temperatura de referência do aeroporto: (15+2xA) oC. distribua-a para os diversos setores internos do TPS e corrija-as. .1.2.000. c. d. declividade: 1% ascendente (condição preliminar) Estabeleça as características físicas da(s) pista(s) de pouso e de decolagem segundo o Quadro de características físicas do anexo 14/ICAO.3 Terminal de Passageiros 3. ventos predominantes de cauda (para estudo em condição crítica). se for o caso Levante o perfil da(s) pista(s) de pouso e de decolagem. na escala 1:5. conforme abaixo relatadas: altitude do ponto de referência do aeroporto. situe as mesmas em relação ao sítio aeroportuário selecionado. 3. d. Indique com setas as declividades. Apresentação: projetos das pistas em folhas A-2 e memorial de cálculo com justificativas. em folha "A-2". para todas as condições do Anexo 14/ICAO.Saguões de espera de embarque: cada salão deve ter capacidade para 90% da aeronave atendida. aproximadamente cada posição dupla de processamento pode ter 3 m. Todas as folhas devem ter cabeçalhos com as informações citadas no item 2. e a área de proteção das cabeceiras. a partir do ponto de referência do aeroporto e/ou de outros pontos notáveis do sítio.000. Área Total do TPS e de setores A partir da área total já estabelecida no item 2. em função de determinações mais precisas e fundamentadas nas seguintes condições: a. b.Área de Check-in: o número necessário de pontos de processamento deve ser estimado supondo fila de 5 pax e capacidade total para 10%VHP. Anote todas as declividades.

3. no período crítico: 0.EMB-120 L-1011-500 A-310 Totais: 30 20 20 55 50 número de posições: envergadura: (m) Considere: taxa de utilização:0.3.3 Tabela para projeto da extensão da interface Aeronave: Ni (no. tempo de percentual: operaçõe parada s no (min) intervalo crítico): B-737-200 BAND. 3.3. arredondando da maior para a menor.3. então. Para arredondamento do número de posições. Conceba.2.3. obviamente. junto ao lobby de desembarque: 25cm para cada passageiro de desembarque na hora-pico. observe extensão de envergadura de cada aeronave.4. número de operações aéreas no intervalo de uma hora. Considere mínimo de 50 m. 3. junto ao Lobby de embarque: 15 cm para cada passageiro de embarque na hora-pico e.3. Extensão do Meio-fio Considere o Critério do Aeroporto Internacional de Genebra. em tabela do tipo da tabela 3. A extensão total da interface será estimada multiplicando-se envergadura e folga de 15 m entre pontas de asas pelo número de posições de parada de cada aeronave. a forma final do TPS.3.3.7xNi (arredondado para inteiro). Extensão da Interface Determine o número de posições necessárias para as aeronaves do mix-de-frota de hora-pico. Adote forma da interface para que esta tenha extensão necessária. Tabela 3.EMB-110 BRAS.5 Apresentação .3. ConFiguração do TPS Primeiramente. da Tabela 3.3.3.65.3. para o dimensionamento do comprimento do meio-fio. estabeleça as dimensões de um "retângulo" de comprimento igual ao do meio-fio e largura igual ao quociente da área total com o comprimento.

apenas sua forma básica com envergadura e comprimento em escala). 2. para interpolar para os 115 pax da versão deste B-737-200.a que exemplifica a apresentação de TPS em caso de VAP elevado e a Figura 3. tabelas de estimativas.3. interface e posições de docagem de aeronaves.a Croqui de apresentação de planta de TPS para VAP elevado Em folhas "A-4" faça memorial de cálculo. saguões de embarque lobby de desembarque Lobby de embarque meio-fio/calçada acesso viário acesso aos bolsões de estacionamento Figura 3. Processamento de bagagens 3. calçamento carroçável.5. . gráfico de estudo de movimentação de passageiros no saguão de embarque . embarque 2.5. bolsão de estacionamento e seu acesso. saguões de desembarque 5. indicando suas principais dimensões. Anote a nomenclatura de todos os setores internos. TECA 4. limite do pavimento rígido de parqueamento das aeronaves. TWR 4. 1. Não há necessidade de se detalhar espessura de paredes ou outros elementos estruturais. desenhe a planta do TPS. 5.Em escala 1:200 e em folhas "A-2". aeronaves no pátio (não precisa desenhar aeronaves com fidelidade.b para caso de VAP reduzido.3.administração 2. Sag.3. interface 3. Observe a Figura 3. desenhe também: calçada fronteiriça ao TPS e o meio-fio.. 1.5.utilize de distribuição de tempos de chegada de pax antes da partida de exercício da apostila.

3. sanitários.1. ou seja. saguões de desembarque 5. meio-fio/calçada acess o aos bols ões de es tacionamento Figura 3. T WR 4.. então a Equação 3. apresentando suas dimensões. Process amento de bagagens 3.5.b Exemplo de apresentação de planta de TPS para VAP reduzido Em folhas "A-4" faça memorial de cálculo. 3. 3. embarque 2. Terá largura adequada para permitir a docagem das aeronaves. 5. poltronas e outros elementos que considerar necessários. porta de acesso. Utilize-se. Paraa a entrada e para a saída do bolsão de estacionamento determine o número de acessos controladores de entrada e de saída. 3.utilize de distribuição de tempos de chegada de pax antes da partida de exercício da apostila. para interpolar para os 115 pax da versão deste B-737-200. gráfico de estudo de movimentação de passageiros no saguão de embarque . Considere que em cada acesso pode-se processar 150 a 200 veículos/hora x vaga. lobby de des embarque 1. em uma determinada área. Sag. deverá ser maior que o comprimento da maior aeronave a atender. 2. Considerou-se necessário duas vagas para cada passageiro da hora-pico.5 Bolsão de Estacionamento de veículos particulares Estime o número de vagas necessárias no bolsão de estacionamento de acordo com o critério preliminar adotado para o Aeroporto Internacional de Genebra. Em escala 1:100 e em folhas "A-2" detalhe um saguão de embarque defronte a uma vaga de aeronave B-737-200. tabelas de estimativas. check-out e contadores.5 para esta estimativa.adminis tração interface 2. . L obby de embarque acess o viário T ECA 4.4 Pátio de Estacionamento e de Manobras Envolverá o TPS ao longo da interface.

pátio e pistas de pouso e de decolagem. viveiro de plantas. Trace o perfil natural do terreno. torre de controle do tráfego aéreo. cozinha industrial. cruzando as pistas. estação de tratamento de águas servidas. adotando ângulo de saída e velocidade de saída. posicione pistas de táxi para acesso às pistas de pouso e de decolagem. 3. 3. a direção do sistema viário que interliga a área externa do aeroporto. pistas de retorno de táxi. Levante o perfil longitudinal das pistas e os trace em outra folha A-2. subestação de energia elétrica e "linhão de entrada da companhia local".8 Posicionamento de Equipamentos de Rádio-auxílios e Balizamento Luminoso . para o caso de qualquer problema que exija ao piloto retornar ao pátio e as pistas de saída rápida de táxi. em croqui que apresente o TPS. calçadas para pedrestres.Desenhe em folha A-2 e em escala 1:100 o bolsão indicando as áreas retangulares de estacionamento de veículos. Projete as pistas de saída rápidas pelo critério apresentado na apostila do curso. áreas verdes. sem necessariamente traçar as curvas verticais. "no break"de pistas de pouso e de decolagem.7 Áreas de Apoio Este aeroporto deve apresentar Central de água gelada. inclusive para as pistas de pouso e de decolagem. os acessos. base de distribuição de combustíveis. NV=2xVHP Equação 3.6 Pistas de táxi.5. Trace curvas de nível de 5 m em 5 m. heliponto. de Saída Rápida e de Retorno de Táxi De acordo com conFigurações típicas de aeroportos deste tipo que ora se está projetando. a direção do TPS e os pontos de controle de entrada de veículos. NV: número de vagas necessárias no bolsão de estacionamento de veículos VHP: volume de passageiros de hora pico 3. Posicione. Lance rampas verticais. também. usina de queima de lixo.6. Desenhe em folhas A-2 e em escala 1:500 o sistema de pistas de pouso e de decolagem e as outras pistas do item 3.

Em folha de detalhamento de equipamentos de navegação e de sistema de pistas deve-se anotar. As folhas que envolvam lay-out geral do aeroporto devem apresentar curvas de nível com equidistância vertical de 5 m em 5 m e com sua altitude anotada. as áreas de apoio. O eixo das pistas deve ser estaqueado de 20 em 20 m. As dimensões e características físicas limites constantes do anexo 14/ICAO devem ser anotadas e comparadas com as dimensões adotadas. referido no item 3. As pistas de pouso e de decolagem devem sempre apresentar o balizamento de solo da sua orientação.traçar via de circulação de veículos de apoio.trajetória de planeio e do localizador -. Em perfis longitudinais de pistas considere escala vertical dez vezes maior que a escala horizontal. "No break" .ALS. balizamento luminoso . No entorno da área restrita .tetômetro. que deverá ser a mesma do detalhamento correspondente. Anote todas as declividades de todas as pistas e do pátio. em cópia da prancha do item 3. o sistema de circulação de veículos terrestres.Posicione os auxílios de terra à navegação aérea em relação às pistas. . TPS. estação meteorológica . Tanto nestas folhas quanto nas folhas anteriores que apresentam instalações físicas do aeroporto. PAPI. pátio de estacionamento e de manobras e outras áreas de apoio . Deve-se fazer cortes longitudinal e transversal do TPS em folha A-2. 3.3.adote convenções para designar cores de luzes -. deve-se anotar a direção do norte verdadeiro. ou de cortes. psicrômetro e visibilômetro -. relativamente ao seu detalhamento.pistas. as pistas para aeronaves. o pátio de estacionamento de aeronaves com as posições de parada circulares. Indicar: antenas do ILS . o norte magnético da data da carta. específica para o detalhamento destes equipamentos.9 Apresentação do Lay-out Geral do Aeroporto Desenhe em folhas "A-2" e em escala 1:500 o contorno do TPS.6. Deve-se incluir escala de altura em todos os detalhamentos de perfis Verifique a visibilidade das pistas de pouso e decolagem. o perímetro do bolsão de estacionamento. também. radar do aeroporto e farol luminoso.

. em cortes altos e cotas de todos os pontos notáveis. domínio Figura 4. em folhas A-2.d. 4. Anotar em cada seção: distância em relação a eixo de referência.4 que apresenta esquema de alguns elementos de detalhamento desta fase.Parte B .item 3. Não precisa elaborar a planilha de "NOTAS DE SERVIÇO NA TERRAPLENAGEM" e nem estimar o volume final.4. Observe a Figura 4.2.9 . extensão de plataforma e até aos off-sets. considere banquetas de 4 m de largura a cada 8 m de altura. Gabarite seções transversais a cada 200m em cada uma das direções. 4m 8m xxx m pátio xxx m TPS pista p. Exemplo de alguns elementos de detalhamento dos off-sets.Projeto de Pavimentação e de Distribuição de Terras 4a FASE: PROJETO FÍSICO DOS OFF-SETS DO AEROPORTO 4. depois de traçada a seção. 4.d. Traçar em cópia do lay-out geral da área . 4.1.os off-sets determinados ap partir das seções traçadas. exemplo de traçado de seção transversal em aterro (faltam dimensões e cotas) p. Desenhe-as em colunas segundo a ordem crescente dos alinhamentos da área do aeroporto.3. dobrar esta folha dupla nas dimensões de folha única. off-sets seção H seção I pátio TPS seção D seção E Seção F seção G seção C seção B seção A f. Caso uma dada seção tenha dimensão maior que a folha A-2 deve-se colar outra folha e. em coluna . permitindo levantar os off-sets de corte e de aterro.4.

3 Vida útil do pavimento: 10 anos.1 Notação dimensional do trem de pouso em "duplo-tandem" Tabela 1. 5. 5. . i (tf) de pouso (cm) pneumático operações s (p.) por ano): B-767-200 150 duplo tandem 114 142 183 L-1011-500 250 duplo-tandem 132 178 184 A-300 150 duplo tandem 89 140 168 5.i. Adote pavimento rígido para as áreas de docagem de aeronaves no pátio.3 Mix-de-Frota Para Projeto dos Pavimentos Aeroportuários Aeronave: MTOW tipo de trem a (cm) b pressão dos NOA (no.1.1.2. para o pavimento flexível de todas as pistas de taxi e área de circulação no pátio projete pelo Método FAA e para o pavimento rígido das área de docagem de aeronaves no pátio projete pelo Método PCA. para os pavimentos flexíveis e 20 anos para o pavimento rígido.6 Métodos de projeto indicados: para o pavimento flexível das pistas de pouso e de decolagem projete pelo Método CBR.1 observa-se a notação adotada para as distâncias principais do trem de pouso com rodas em duplo-tandem.1.1.1.1 Tráfego: Os pavimentos flexível e rígido das pistas e do pátio de estacionamento.4 Taxa de crescimento anual: considere que o número de aeronaves da frota não se altera durante a vida útil prevista para os pavimentos. Prancha com os Estudos de tráfego e dos Projetos dos Pavimentos. Na Tabela 5.1 apresentam-se os pesos das aeronaves concideradas como críticas no mix-de-frota. serão projetados considerando-se as solicitações das aeronaves mais pesadas. b a Figura 5. 5. citadas na Tabela 1. Na Figura 5.1.1.1. para todas as pistas de taxi e para a parte de circulação das aeronaves no pátio. 5. Tipos de pavimentos: adote pavimentos flexíveis para as pistas de pouso e de decolagem. o tipo de trem de pouso e as distâncias entre os eixos de rodas destas.1.5a FASE: PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO 5.s.3. 5.5 Na prancha de estudo de tráfego deve-se fazer Quadro com croqui das aeronaves estudadas. respectivamente.1.

ft (lb/in2) base de pav. classificar o subleito. se B<=3 adote B=4. flex. k (lb/in3). Caracterização do subleito 100 lb/in3. considerando o mesmo com boa drenagem se este permitir.A rígido Para este item. Para o projeto pelo Método FAA: classificar o solo do subleito pela Classificação de solos da FAA. pedra britada graduada CBR=42 com cimento portland BGTC reforço do subleito solo-cal CBR=A (qualquer pavimento) resistência à flexão do CCP CCP ft= Bx100 para o pav.8 Materiais disponíveis: os materiais disponíveis para as camadas dos pavimentos flexíveis e rígidos serão aqueles citados na Tabela 5. utilize gráficos genéricos.1.1. Adote revestimento de acordo com o sugerido pelo Método FAA. Para o projeto pelo Método PCA: adote espessura da sub-base e determine o k do topo do sistema subleito-sub-base.revestimento e base . O coeficiente de recalque do subleito para o pavimento rígido é de . se B>7 adote igual a B=7 Caso o CBR do reforço seja menor ou igual ao CBR do subleito deve-se projetar sem reforço.9. 5.8 Materiais disponíveis para construção dos pavimentos materiais para: serviço CBR (%). senão. se A<=2 adote A=3.5. para uma e todas as rodas. para as aeronaves que destes se disponham. idem. gráfico de profundidades contra espessuras limites. projete as espessuras pelos gráficos específicos.1.1. 5. rígido sub-base de pavimento BGTC k=20.por gráfico específico da aeronave. espessura do pavimento . e espessuras necessárias em função do CBR.8. solo-cimento de alta CBR=95 resistência sub-base de pav. Tabela 5. flex.7 Algoritmos para os projetos: Para o projeto pelo Método CBR: raio da área hipotética circular de impressão dos pneumáticos.1.

tal como se observa na Figura 5. na escala 1:50.5B-1.2.2.5B-1. Devem apresentar as declividades e sistemas de drenagem subterrânea.5A 50-2. Prancha com os Perfis Típicos de Pavimentos Deverão ser desenhadas.: CBR=z% CBR=y% reforço subleito subleito CBR=x % exemplo de perfil de pavimento de pista z% R B SBB dreno subterrâneo valeta de drenagem placa CCP SBB ref exemplo de perfil de pavimentos de pátio .junção do pavimento flex. para pista de taxi. pavimento flexível e pavimento rígido. para o pátio. Serão 3 seções: para a pista de pouso e decolagem. e rígido .laboratoriais: CBR (%) %ret# 10 %qp# 10 e ret# 40 %qp# 40 e ret# 200 %qp# 200 LL (%) IP (%) O subleito do pavimento flexível apresenta os seguintes resultados B 50-2.5A 3A 5A 20 5 5. Plataforma/2 R1 R2 B valeta href x% reaterro base sub-base 10 5 pista de pouso e de decolagem margem de pista dreno sub-superficial y% CBR=t% faixa granul. em sua junção. as seções tipo de pavimentos a serem adotados.

em escalas H:1:250. apresentando o perfil do terreno natural e o traço das superfícies limitantes. que também serão traçadas. de acordo com a Portaria 1141/GM5 . Trace um corte longitudinal.extensões de talvegues e declividades dos talvegues.3. . áreas em Ha e km2. da superfície horizontal interna e da superfície cônica. pintar completamente a área). também: cotas. tal como se observa na Figura 3. Prancha com o plano básico de proteção ao vôo da região do aeroporto: copie em folha A-2. Anote a posição de bueiros e valetas.500. na mesma folha. construções existentes (preto) . runoff aproximado da área. basta copiar da carta do IBGE . O perímetro das bacias deve ser traçado com linha tracejada.. elemento que se pretende projetar.alagadiços (azul.2. trace a posição de valetas de drenagem superficial de todos os elementos apresentados.000..1:50. em folhas A-2.5. Aer.000/V:1:2.2 Exemplo de seção de pavimento para pista 2.Projeto de Restrições de Altura e de Ruído 7a FASE: PROJETO DE RESTRIÇÕES DE ALTURA Trace o plano básico de proteção ao vôo do aeroporto.Min. em folha A-2 e em escala 1:50. Parte D . A área objeto da cópia das curvas de nível é das áreas limitantes da superficie horizontal externa. estradas existentes (marrom).Projeto de Drenagem 6a FASE: PROJETO DE DRENAGEM 6.Figura 5. de carta do IBGE .escala 1:250. Parte C . as curvas de nível e trace o contorno do sítio aeroportuário apresentando suas pistas de pouso e de decolagem. apenas apresentadas as suas posições. Traçar os talvegues com traço azul e com seta indicando a direção do fluxo. Estes elementos não serão projetados. 6. tracejado). Indicar a posição de caixas coletoras e de escadas dissipadoras de energia. município. açudes (azul.1.000-. Prancha das bacias contribuintes: traçar. as bacias contribuintes de talvegues que passem pelo sítio aeroportuário.000. Não serão projetados estes elementos. Trace as valetas com duas linhas de espessura média e contínuas e as tubulações enterradas com linha grossa e contínua. as curvas de nível e outros acidentes topográficos. Deve-se anotar.2 Devem ser indicadas todas as espessuras e declividades transversais. Para tanto. Em cópia do lay-out aeroportuário em formato A-2.

usar somente lápis nos desenhos. ILS cat II. Luzes de pistas de pouso e de decolagem. farol f.Prancha com o plano básico de proteção ao vôo. luzes de pistas de táxi e de pátio. DME. Todas as folhas devem ser acondicionadas em caderno com capa dura de papel cartaz ou similar. os projetos serão vistados em data anterior à entrevista de avaliação em cada fase. 1141/GM5. Banquetas nos taludes: quando necessárias. de acordo com a Portaria Min. tetômetro. as pistas de pouso e de decolagem e os contornos das áreas das curvas de ruído 1 e de ruído 2. Auxílios luminosos: ALS. Aeroporto: Doméstico b. PAPI. superfície horizontal interna e superfície cônica. radar do aeroporto c. Estação Meteorológica: visibilômetro.000. o próprio contorno do sítio aeroportuário apresentando suas pistas de pouso e de decolagem e as áreas limitantes das superfícies de aproximação no pouso. Deve apresentar o tipo de ocupação atual . d. para facilitar a execução do projeto. corte: 1:1. mesmo que ainda contenha alguns erros. 8a FASE: PROJETO DE RESTRIÇÕES DE RUÍDO Trace em folha A-2 e em escala 1:10.que. Categoria (quanto aos Rádio-auxílios): por instrumentos precisos d. c. IV INFORMAÇÕES GERAIS: características gerais do aeroporto: a. Torre de Controle e Rádio-auxílios: VOR. Plataforma: i. j.000 da região do sítio aeroportuário em folhas A-2. Drenagem: h. nas apresentações de projeto. de afastamento na decolagem. psicrômetro e. O memorial de cálculo deve ser afixado sobre a capa dura do projeto. Vida útil prevista: 20 anos. Declividade dos taludes: aterro: 3:2 (H:V). radar de superfície. na data do visto estará sendo avaliado o volume de serviço.000. apresentando. . trazer sempre as cartas do IBGE. Avaliação do projeto: a. com largura de 4 m e a cada 8 m de altura. b. g. Em todas apresentações estará o projeto sendo avaliado. higrômetro. Aer. será a ocupação que se observa na carta do IBGE de escala 1:50. do sítio aeroportuário: copie as curvas de nível de carta do IBGE de escala 1:50. superficie horizontal externa. além das curvas de nível. contudo.

Curso de Engenharia Civil. serão a lapis. os erros observados nas avaliações parciais devem ser corrigidos e influirão nas avaliações seguintes h. na data seguinte de avaliação. (Assunto da Folha) número da Folha: __ . Instruções Especiais: a. b. apenas nome do projetista e seu número escolar à tinta. data. O ponto de referência do aeroporto. Caso determinado desenho não se encaixe dimensionamente em uma folha especificada. Todo o texto e desenhos sempre à lápis. deverá constar das pranchas que apresentem o sítio aeroportuário. cole outra folha para poder completar e depois dobre-as para que se mantenham no formato A-2. Cabeçalhos das Folhas: O "cabeçalho" de todas as folhas deverá ter as dimensões de 20 cm x 10 cm. Todo o detalhamento e desenhos. definido em termos de latitude e de longitude com precisão em segundos. i As folhas serão sempre do tipo sulfite e opacas. PROJETO DE AEROPORTO. j. . as folhas "vistadas" pelo Avaliador não poderão ser substituídas. (número escolar).e.O número do aluno e o seu nome são as únicas informações no projeto que serão à tinta. as fases e a data das entrevistas serão fornecidas com uma semana de antecedência. estabelecido no "pé da folha" e no lado direito e constar: (Nome da Instituição de Ensino). fora nome e número do projetista. o projeto é desenvolvido e avaliado individualmente g. Projetista: (nome do aluno). escala: ________. Caso o projetista venha a desejar "passar a limpo" deverá trazer as folhas "vistadas" anteriormente. salvo em casos excepcionais e à critério do professor. LOCAL:(município/UF). no mínimo f. Deve apresentar a cota da superfície final de terraplenagem.

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