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André Castro




Ataques em redes e aplicações corporativas:


   DDoS, DoS, IP spoofing, port scan, session  
hijacking, buffer overflow, SQL Injection, cross-site
scripting, spear phishing; Malwares;
Sistemas de Criptografia: Criptografia simétrica e
   assimétrica. Certificação Digital e assinatura digital;  
Funções HASH;
   Cluster, GRID e Balanceamento de Carga; Cloud
Computing: IaaS, PaaS, SaaS, outros;   
Redes de Armazenamento: SAN, NAS, DAS.
   Tecnologias, estratégias e Ferramentas de Backup;  
Tipos de Armazenamento; Deduplicação; ILM
.   Protocolos de Roteamento – Rip, OSPF, BGP,
outros; Protocolos de Roteamento Multicast; VRRP; 


   Análise de Tráfego;
 


   QoS – Intserv e Diffserv; Redes e Protocolos


Multimídia; SIP; H.323; MGCP 

X.500 e LDAP; Serviços de Autenticação: Radius,
   TACACS, TACACS+, Kerberus; NFS, SAMBA e  

CIFS;

Olá pessoal, como estão? Vamos dar continuidade ao nosso curso.

Portanto, avancemos!!!

1. Protocolos e Tecnologias da Camada de


Acesso à Rede
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Como vimos, a camada de Acesso à Rede será responsável por prover


meios de acesso ao meio físico, controlar o fluxo, estabelecer
critérios de identificação e correção de erros, entre outros fatores.

Dessa forma, vamos verificar o funcionamento das principais tecnologias


utilizadas e é claro, as que são cobradas em provas.

1.1. Técnicas de Deteccção e Correção de Erros


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Os dados que chegam à camada de Enlace são geralmente


encapsulados em quadros conforme vimos na aula anterior. Esses
quadros são formados a partir do ordenamento e sequenciamento
de bits. Esses quadros (conjuntos de bits) estão sujeitos a erros
inerentes do meio físico no qual serão enviados os quadros.

A camada de acesso à rede do protocolo TCP/IP, na maioria das


implementações de seus protocolos, possui a capacidade de detectar e
corrigir esses.

Existem algumas técnicas de detecção de erros. Veremos as três


principais técnicas que geralmente são mais cobradas em provas:


   

   
Nessa técnica, na maioria de suas implementações, utiliza-se um bit
para controle de paridade da sequência de bits. Assim, caso a
sequência de bits original possua uma quantidade ímpar de bits iguais
a “1”, deve-se acrescentar mais um bit igual a “1” para um modelo de
paridade par. Com esse arranjo, tem-se, contando com o bit de
paridade, uma quantidade par de bits igual a “1” na sequência. Vemos a
seguir:

Sequência Original: 110100


Sequência de Transmissão: 1101001 -> em vermelho, o bit de paridade.

Caso haja uma alteração de algum desses bits ao longo da transmissão


(erro no enlace), o receptor é capaz de detectar esse erro, pois ele
esperaria uma quantidade par de bits iguais a “1”, porém, chegou uma
quantidade ímpar. 11576980693

Sequência de Transmissão: 1101001


Sequência com 1 erro: 0101001 -> devia ter 4 bits com número 1,
porém tem-se apenas 3 bits, indicando um erro por ser paridade par.

Para ambientes que estão sujeitos a uma quantidade de erros maior, ou


seja, mais de um bit errado por sequência, utilizam-se técnicas de
paridade bidimensional que permitem não apenas a detecção, mas a
correção desses erros.

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Um ponto para se observar, é que caso haja erro em dois bits na mesma
sequência, o receptor não detectará o erro, como no exemplo abaixo:

Sequência de Transmissão: 1101001


Sequência com 2 erros: 0111001 -> verifica-se dois bits errados,
porém, continua-se com 4 bits iguais a 1 indicando paridade par
correta. O receptor não reconhece esse erro.



 
  



 
  

Esse método é bastante utilizado na camada de transporte pelos
protocolos TCP e UDP. Ele oferece uma proteção relativamente baixa
contra erros em comparação com o próximo método. Entretanto, exige
pouco processamento em termos de cálculos sobre os pacotes.

Como a camada de transporte processa suas informações a nível de


software, um baixo consumo de processamento no cálculo desses erros
é fundamental. As questões que abordam esse assunto focam apenas na
característica de utilização conforme visto acima.

Já na camada de enlace, utiliza-se o método a seguir, que exige mais


processamento. Como a camada de enlace atua a nível de hardware,
o impacto no processamento é reduzido.

      


      
 
Também conhecidos como códigos polinomiais. Exige um grande
processamento para os cálculos aritméticos baseados em polinômios
com coeficientes 1 e 0, correspondentes aos possíveis bits “1” e “0”.
Como informado, é amplamente utilizado nas tecnologias da camada de
enlace. 11576980693

Utiliza-se de recursos de códigos geradores pré-definidos entre


remetente e destinatário. O tamanho desses códigos gerados é o que
define o padrão do CRC utilizado. Ele pode ser de 8, 12, 16 ou 32 bits,
correspondendo aos padrões CRC-8, CRC-12, CRC-16 e CRC-32,
respectivamente. O padrão CRC-32 é o mais utilizado pelos padrões do
IEEE

  
  

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Outro conceito interessante relacionado a questões de correção de erros


é o parâmetro “distância de Hamming”. Este parâmetro definirá a
quantidade de bits que precisam ser corrigidos para se obter a
sequência transmitida.

Chamamos de “Distância de Hamming” a quantidade de bits diferentes


entre duas palavras código. Portanto, vamos ao exemplo. Suponha que a
palavra código original seja a de cima e a palavra código recebida seja a
de baixo, logo, faz-se a diferença entre elas para verificar a quantidade
de bits diferentes:

0110 1011
1111 0000
1001 1011

Verificamos, portanto, que no exemplo, a “Distância de Hamming” é igual


a 5, isso implica que 5 bits necessitarão ser corrigidos.

1.2. Endereçamento da camada de Acesso à


Rede
Todo dispositivo que se conecta a uma rede através de um enlace físico
precisa ser identificado para que possa receber e enviar dados na rede
em um âmbito local. Esses endereços são atribuídos às interfaces de
conexão de cada dispositivo. Os endereços da camada de Acesso à
rede são chamados de endereços MAC (Media Access Control). São
também conhecidos como endereços físicos.

Na grande maioria das tecnologias da camada de Enlace, os endereços


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físicos possuem 6 bytes, ou o equivalente a 48 bits. São tipicamente


definidos no formato hexadecimal e possuem a forma:
47:3E:2A:B2:11:24, por exemplo. Este endereço é, na teoria, único,
sendo controlado pelos fabricantes das interfaces de rede.

A primeira metade do endereço, como já vimos na aula anterior,


corresponde a um identificador do fabricante. Já a segunda metade é o
endereço da placa daquele respectivo fabricante. Dessa forma, quando
os dispositivos estão dentro de uma mesma rede local, a informação é

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encaminhada até o destino baseado no endereço MAC e não mais


no endereço IP.

Mas então fica a pergunta. E quando um pacote vem de uma rede


diferente, com outro IP? Mesmo assim utiliza-se o endereço MAC? Como
funciona essa conversão? Bem, veremos isso nos próximos capítulos.
Mas já adiantando, essa é uma função do protocolo ARP, que atua na
camada de rede e faz a conversão dos endereços IP para os endereços
MAC.

Outro ponto importante para mencionar ainda sobre o endereço MAC é o


endereço utilizado para envio de quadro para broadcast, isto é,
propositalmente o quadro deve ser enviado para todos os equipamentos
daquela rede. Para tanto, utiliza-se o endereço físico de broadcast
padrão que é o FF:FF:FF:FF:FF:FF. Essa é uma das formas de se
implementar Broadcast. Veremos outras mais à frente.

1.3. Protocolo Ethernet


É o principal protocolo utilizado em redes LAN. Como essas redes
representam a grande maioria dos tipos de redes na Internet, podemos
dizer que o protocolo Ethernet está presente em boa parte das redes
operacionais atualmente.

Possui estrutura semelhante ao padrão IEEE 802.3, que foi uma


adaptação do padrão Ethernet proposto pelos laboratórios da
XEROX - DIX. Justamente por essa condição, diversas bancas e provas
acabam tratando os dois como idênticos, porém saibamos desse detalhe.
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Outro padrão muito conhecido é o IEEE 802.11 (LAN sem fio), tópico que
será abordado posteriormente em nossas aulas. Um ponto a se
ressaltar é que a diferença entre esses protocolos reside na camada
física do modelo OSI e na subcamada MAC da camada de enlace.
Muita atenção aqui!

Ambos possuem as mesmas características quando nos referenciamos à


subcamada LLC. Portanto, sob a ótica da camada de rede, esta não terá
informações se o meio que está sendo utilizado é do padrão 802.3 ou

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802.11, pois a subcamada LLC é a mesma, sendo esta subcamada a


responsável pelo interfaceamento com a camada de rede.

Fiquem atentos nesses pontos que acabamos de verificar. Caso não


tenha entendido, releiam.

 
!
!
A rede Ethernet padrão, foi definida para interligação de dispositivos em
uma LAN a taxas de 10 Mbps, no formato HalfDuplex.

Utilizava-se o hub como equipamento de interconexão de rede, uma vez


que não era exigido um processamento alto como o de um switch.

Tal padrão pode ser referenciado pelos termos 10BaseT, 10Base2,


10Base5, entre outros, variando apenas o meio de transmissão
utilizado, a saber, respectivamente, par trançado, cabo coaxial
Thinnet e cabo coaxial Thicknet.

 
∀ !
!
Atualmente, o padrão FastEthernet, que está muito bem consolidado nas
redes LAN, opera com taxas a 100 Mbps em seu formato padrão Half
Duplex, além de suportar também o modo Full Duplex.

Entretanto, algumas bancas trazem o fato de uma vez suportando o


modo Full Duplex, o FastEthernet é capaz de suportar até 200 Mbps.
Tal analogia também vale para o padrão Ethernet, totalizando 20
Mbps.

Mantém o mesmo formato do frame, MTU (Max Transfer Unit – Unidade


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Máxima de Transmissão) e mecanismos MAC. Quando utilizado cabos


de pares trançados, os dados são transmitidos usando apenas dois dos
quatro possíveis pares.

Pode ser referenciado pelos padrões 100BaseTX, 100BaseFX, entre


outros. O padrão 100BaseTX mantém a compatibilidade e estrutura
do padrão 10BaseT, utilizado em redes Ethernet.

Outra questão pessoal que pode ser cobrada em prova é a respeito das
classes dos repetidores, caso sejam usados em redes FAST
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ETHERNET. A ideia é seguir a regra 5-4-3 que vimos anteriormente.


Dessa forma, as novas boas práticas preconizavam o seguinte:

• Repetidor Classe I – É capaz de interligar dois segmentos


apenas. Suporte a distâncias de até 100 metros por
segmento com suporte a variantes do Ethernet. Nesse caso,
a distância máxima entre dois computadores seria de 200
metros.
• Repetidor Classe II – Suporte a distâncias de até 5 metros,
devendo ser a mesma tecnologia utilizada entre eles. É
capaz de interligar repetidores entre si.

 
#∃ !
!
O padrão GigabitEthernet está se tornando cada vez mais presente nas
redes e muito em breve assumirá o posto que hoje é das redes
FastEthernet. A sua concepção básica buscou o princípio de conectar
duas ou mais estações. Entretanto, nos casos de três ou mais estações,
deve-se utilizar, no mínimo, um switch L2 através da topologia em
estrela, não suportando mais a topologia em barramento, tanto a nível
físico quanto lógico. Esse ponto é uma diferença restritiva em relação
aos padrões anteriores.

As redes GigabitEthernet operam com taxas na casa de 1000 Mbps, ou


1 Gpbs, no modo FullDuplex. O modo Half Duplex também é
suportado, ainda que seja pouco utilizado.

Se implementado utilizando cabos de pares trançados, dependem


minimamente de cabos CAT 5. Neste caso, deve-se utilizar os 4 pares de
fios do cabo par trançado. Recomenda-se o uso de cabos CAT 5e ou
CAT 6. Nesses casos ainda continua-se utilizando os 2 pares.
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Foram mantidos os padrões de quadros do 802.3 garantindo assim plena


compatibilidade com os padrões mais antigos. Além disso, manteve-se
a utilização do CSMA/CD para o modo Half Duplex, porém utiliza-se
o método Flow Control para o modo Full Duplex. Diz-se ainda, no
mesmo sentido do FastEthernet, que na utilização do Full Duplex, atinge-
se taxas de 2 Gbps.

Uma pequena diferença é na permissão de apenas um repetidor pode


domínio de colisão, diferentemente dos padrões antigos.

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Tais velocidades também são alcançadas com cabos de fibra ótica,


conforme vimos na aula anterior.

Pode ser referenciado pelos padrões 1000BaseT, 1000BaseTX,


1000BaseCX, 1000BaseLX, 1000BaseSX, entre outros.

Um destaque importante é que o 1000BaseT é quem especifica a


utilização dos 4 pares para alcançar a taxa de 1000Mbps, enquanto o
1000BaseTX especifica apenas 2 pares. Em relação ao 1000BaseTX,
vale mencionar que este define que deve ser utilizado cabeamento CAT6
ou superior.

Outro ponto importante a ser mencionado é o suporte a “jumbo


frames” pelo padrão GigabitEthernet.

Os jumbos frames são aqueles quadros que possuem payload maiores


que 1500 bytes podendo chegar a 9000 bytes. O valor de 1500 bytes
foi definido no padrão Ethernet por motivos de processamento dos
equipamentos, tempo de ocupação do meio e tempo de retransmissão
em caso de perdas.

Porém, o padrão Gigabit Ethernet possui 100 vezes a velocidade de


transmissão dos padrões Ethernet, e nessa situação, pontos como tempo
de ocupação e retransmissão são bem menos preocupantes.

Em termos de processamento, quanto maior a quantidade de quadros


chegando a um dispositivo, maior será a exigência de processamento.
Dessa forma, havendo o suporte dos jumbos frames, tende-se a diminuir
o processamento das máquinas, pois o fluxo será menor para um mesmo
volume de dados. Porém, a quantidade de dados transmitidos por quadro
aumenta. 11576980693

Um detalhe importante, é que alguns fabricantes possuem switches e


placas de rede FastEthernet que também suportam jumbo frames, porém
é algo fora do padrão.

Outro ponto a ser mencionado é a necessidade de todos os


equipamentos da rede envolvidos na comunicação suportarem os jumbos
frames, dessa forma não há problemas de retransmissão ou
fragmentação ao longo da rede devido a equipamentos com suporte
menores.
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Como podemos ver, por padrão, o cabeçalho possui um tamanho de 18


bytes, sendo 4 deles utilizados como trailer, ou seja, ao final do
quadro para detecção e correção de erros. Vamos aos campos do
cabeçalho:

- Endereço de Destino: Campo de 6 bytes ou 48 bits que registra o


endereço físico de destino do dispositivo.

- Endereço de Origem: Campo de 6 bytes ou 48 bits que registra o


endereço físico de origem do dispositivo. Atenção para a ordem!
Primeiro vem o endereço de Destino e depois o endereço de origem.

- Tamanho PDU: Como o tamanho total do frame é variado devido ao


campo de dados, utiliza-se esse campo para definir o tamanho da área
de dados útil. Esse campo já foi utilizado na primeira geração do
protocolo 802.3 para indicar o tipo de protocolo da camada superior.

- CRC ou FCS: Conforme vimos, é o campo utilizado para o cálculo do


CRC-32, ou seja, 32 bits ou 4 bytes para detecção de erros no quadro.
Atenção para o posicionamento desse campo no cabeçalho!

Além desses campos, é importante mencionar a existência de dois outros


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campos utilizados para marcarem o início de um novo quadro no enlace,


ou seja, para que as interfaces dos dispositivos saibam da chegada de
um novo quadro.

Dessa forma, utiliza-se um preâmbulo de 7 bytes, com bits alternados


entre “1” e “0”, acrescido de um oitavo byte chamado SFD (Start Frame
Delimiter).

Portanto, utiliza-se 8 bytes para indicar a chegada de um novo quadro


Ethernet. Apenas para esclarecer, imagine um fluxo de bits contínuo (0’s
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e 1’s) com vários quadros dentro desse fluxo. Como saber quantos e
quais quadros estão sendo trafegados? Usa-se esses campos que
mencionamos para resolver esse problema.

Chamo atenção agora de vocês para o próximo parágrafo...

O tamanho mínimo de um quadro Ethernet, considerando o


cabeçalho é de 64 bytes e máximo de 1518 bytes. Por esse motivo
diz-se que o MTU padrão da Internet é de 1500 bytes, pois é o
máximo de dados recebidos pelo quadro Ethernet quando
descontados os 18 bytes de cabeçalho.

Caso se obtenha uma quantidade de dados menor que os 46 bytes de


área útil, utiliza-se a técnica “padding” ou preenchimento com bits “0” até
completar o tamanho mínimo.

A figura abaixo nos apresenta a estrutura completa, dos 18 bytes do


cabeçalho Ethernet e seus 8 bytes de marcação:

Reparem nos 8 bytes de marcação do quadro no início do cabeçalho.


Percebam também da existência do campo TYPE ao invés de LENGTH.
Na prática, ao se definir o tipo do protocolo da camada superior, sabe-se
o tamanho da informação de conteúdo (payload), ou seja, atingem o
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mesmo objetivo.



  %&



  %&

Existem basicamente 4 modos de operação ou métodos de
encaminhamento de quadros, quais sejam:

Store-and-Forward: Como o próprio nome diz, armazena e encaminha,


utilizando buffers. É o método mais lento que gera maior latência.
Verifica se o pacote é muito grande ou muito pequeno para o padrão
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utilizado. Caso possuam tais características, serão descartados. Utiliza


ainda o cálculo do CRC para validar o quadro que está sendo trafegado.

Para realizar esses procedimentos, necessita-se analisar todos os


quadros até o campo destinado para controle de erros, ou seja, o
quadro completo.

Por esses motivos, esse método assegura uma filtragem de erros nos
quadros, aumentando a confiabilidade da rede.

Cut-Through ou Fast Forward: Com o objetivo de diminuir a latência


causada pelo método anterior, foi criado o modo Cut-through ou Fast
Forward.

Faz-se a leitura apenas dos 6 primeiros bytes do quadro com o


objetivo de identificar o endereço MAC de destino, sendo este
suficiente para a realização do encaminhamento do quadro. Não se
preocupa em identificar erros ou quadros corrompidos.

Fragment Free: Faz-se a leitura dos primeiros 64 bytes do quadro,


assegurando que pelo menos o requisito de tamanho mínimo do pacote
está sendo atendido. É um meio termo entre os métodos anteriores. Gera
uma latência baixa na rede e filtra uma grande quantidade de erros.

Estatisticamente, diz-se que, se não houve erro nos 64 primeiros bytes,


dificilmente haverá erros nos bytes seguintes desse quadro, portanto não
vale o esforço de checagem.

Adaptative Cut-Through: É um método que permite a utilização dos


métodos anteriores de forma adaptativa, podendo ser manual
(configuração pelo gerente de rede) ou automática (recurso de
análise do próprio switch). Dessa forma, caso seja uma rede pequena,
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com poucas colisões e interferências, pode-se utilizar o Cut-through.


Entretanto, durante o uso, caso comece a ocorrer erros ou colisões,
pode-se migrar para outros métodos.

A seguir, apresento uma imagem com o formato do quadro invertido em


que podemos visualizar as parcelas analisadas pelos 3 principais
métodos:

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Pessoal, gostaria de deixar claro o comportamento do protocolo Ethernet


ou outro protocolo de camada de enlace com comutação por pacotes à
medida que os frames são trafegados nos enlaces na rede.

Quando um quadro precisa sair de uma origem A, até um destino D,


passando por dois nós intermediários B e C (roteadores), devemos
entender como funciona a troca de endereços a nível da camada de
enlace.

Na camada de rede, sabe-se que o endereço IP de origem e de destino


serão mantidos ao longo de toda a comunicação, correspondendo,
respectivamente aos endereços de nós A e D.

Assim, quando o quadro vai da origem A para o próximo nó B, o quadro


terá como endereço de origem e destino, respectivamente, os endereços
físicos do nó A e B, respectivamente.
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Endereço de Origem: MAC de A.


Endereço de Destino: MAC de B.

À medida que o quadro avança na rede, no próximo enlace, será a


interconexão entre os nós B e C. Dessa forma, o nó B modificará o
quadro, de tal forma que os endereços físicos de origem e destino agora
correspondam aos endereços dos nós B e C, respectivamente.

Endereço de Origem: MAC de B.


Endereço de Destino: MAC de C.
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E por último, na interconexão entre o nó C e o destino D, o nó C realizará


o mesmo processo de alteração do quadro, incluindo agora como
endereços físicos de origem e destino, os endereços físicos do nó C e D,
respectivamente.

Endereço de Origem: MAC de C.


Endereço de Destino: MAC de D.

Percebam que o endereço físico, ou MAC, possui significado apenas


local, isto é, na respectiva LAN. Por esse motivo, à medida que esse
quadro trafega em diferentes segmentos de rede da mesma LAN, os
endereços MAC precisam ser modificados.

Ao contrário do endereço físico, o endereço IP possui significado global,


não sendo alterado entre origem e destino.

Mas, e o NAT professor? Ele não muda o endereço?

Muito bem meus amigos... Veremos em um módulo específico que o


NAT é uma exceção à essa regra que permite uma modificação do
endereço IP de origem e destino pelos equipamentos intermediários,
principalmente pelos equipamentos de borda.

Entretanto, guardem isso!!! Os endereços IP públicos possuem um


significado e visibilidade global na Internet.



∋(
 )!


∋(
 )!
Pessoal, quero aproveitar ainda essa seção para falarmos do modelo
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hierárquico de switches em uma LAN por ser um tipo de conexão e


equipamento que atua na camada de enlace do modelo OSI.

O principal objetivo desse modelo é dividir os switches em camadas,


considerando as aplicações, funcionalidades e funções específicas de
cada uma dessas camadas em uma rede local. Com esse arranjo, a rede
será melhor gerenciada com os devidos critérios de escalabilidade e
desempenho.

Esse modelo pode ser dividido em até 3 camadas:

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• Acesso
• Distribuição
• Núcleo

Atenção para o "ATÉ" 3 camadas, pois dependendo do porte e da


organização de uma instituição, pode-se utilizar apenas uma ou duas
camadas.

Dessa forma, vamos avaliar as características de cada uma dessas


camadas:

1. Acesso:

É a camada mais próxima dos dispositivos finais ou terminais de


usuários. Esses dispositivos terminais terão acesso à rede por
intermédio dos switches de ACESSO. Os devidos controles de
acesso à rede são implementados nessa camada, definindo quais
dispositivos possuem as devidas permissões para se comunicar na
rede.

Ao ser utilizado VLANs, as TAGs (rótulos) dos dispositivos serão


marcadas pelos equipamentos dessa camada. Além disso, pode-
se implementar critérios de autenticação através do protocolo
802.1X.

2. Distribuição:

A separação efetiva das VLANs e a comunicação entre elas é


realizada nessa camada. Todo o tráfego gerado pela camada de
acesso será agregado e encaminhado entre os dispositivos da
camada de distribuição. 11576980693

Além disso, efetuará o controle e a implementação de políticas de


controle de tráfego da rede. Em termos de desempenho,
capacidade e confiabilidades, esses equipamentos devem ser mais
robustos, uma vez que são responsáveis pela interligação dos
dispositivos da camada de acesso.

3. Núcleo

São os principais dispositivos de uma rede. Concentrará todo e

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(ATM – Assynchronous Transfer Mode) não depende de sincronia entre


os relógios do nó de origem e destino.

Foi criado com o propósito de resolver problemas de qualidade de


serviço relacionados aos serviços de telefonia, com a capacidade de ser
aplicado para outros serviços como dados, televisão, entre outros. É
considerado um protocolo de alta velocidade de transmissão, aplicado
em redes LAN e WAN.


  
 ∗

  
 ∗
Por ser orientado à conexão, depende do estabelecimento de uma
conexão antes do envio dos dados. Dessa forma, envia-se um pacote de
configuração da origem ao destino para que os equipamentos
intermediários possam configurar o circuito virtual a ser utilizado,
reservando os recursos necessários.

Esses circuitos podem ser permanentes ou temporários, e todos eles


possuem um identificador exclusivo. Possui como premissa a
transmissão de dados em pequenas parcelas de tamanho fixos,
denominadas células.

Para estabelecimento dos circuitos, o protocolo utiliza três conceitos:

• TP (Transmission Path) – É o enlace físico propriamente dito


entre dois dispositivos.

• VP (Virtual Path) – Utiliza o TP como infraestrutura e define uma


rota virtual entre dois dispositivos adjacentes. Possui um
identificador único (VPI) dentro de um mesmo TP, logo, um TP
pode conter vários VP’s distintos.
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• VC (Virtual Channel) – É um canal virtual definido entre dois nós


adjacentes. É inserido dentro de um VP de forma que cada VP
possui VC’s diversos e únicos. Cada VC é identificado como VCI.

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Na figura podemos ver que um TP comporta vários VP’s distintos e cada


VP comporta vários VC’s distintos.

  
  
A célula ATM possui 53 bytes e é dividida em duas partes:
cabeçalho (5 bytes) + dados ou carga útil (48 bytes). A primeira parte
do cabeçalho é responsável pela identificação do circuito de forma a
permitir que os equipamentos intermediários façam a comutação das
células. Essa comutação é extremamente eficiente pois é feita a nível
de hardware.

Algumas vantagens apresentadas pelo ATM referentes ao tamanho de


suas células é que por ser de tamanho fixo, facilita a implementação nos
roteadores. Outro ponto é que pacotes pequenos não ocupam os canais
por muito tempo, gerando um overhead menor na rede, sendo possível
um controle maior da qualidade de serviço esperada.

Analisando a forma de distribuição das células nos circuitos, é importante


mencionar que elas sempre chegarão em sequência, desde que
referentes ao mesmo serviço, ou seja, o segundo pacote nunca chegará
antes do primeiro para um dado serviço, pois todas elas seguem a
mesma rota definida previamente. Entretanto, perdas podem ocorrer,
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mas isso não inverte a sequência. A recuperação das células


perdidas é responsabilidade das camadas superiores.

Um detalhe muito importante a ser observado, é que as células podem


ser intercaladas entre diversos serviços, conforme podemos ver na figura
abaixo, mantendo a sequência dentro de cada serviço:

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+,


+,
O ATM pode ser considerado um modelo, uma vez que é diferente
do modelo OSI e da arquitetura TCP/IP. Ele consiste em 3
subcamadas: camada de adaptação, camada ATM e camada física.
As camadas superiores são independentes.

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• Camada de Adaptação – AAL – ATM Adaption Layer:

Por defender a premissa de independência das camadas superiores,


criou-se uma camada de adaptação em que é possível receber qualquer
tipo ou tamanho de pacotes das camadas superiores e segmenta-los em
nas células para transporte da camada inferior.

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Essa camada é responsável por realizar a segmentação e


reorganização dos dados em células e vice-versa. Controla os erros
de transmissão, controle de fluxo, entre outros.

• Camada ATM – ATM Layer

Essa camada trata das células em si e de como essas serão


transportadas pela rede. O controle dos circuitos virtuais também é
feito nessa camada, bem como o controle de fluxo e
congestionamento.

• Camada Física

Essa camada é semelhante à camada física do modelo OSI, em que


serão definidos critérios de voltagens, sincronização de bits, entre outros.

As camadas físicas e AAL possuem ainda uma subdivisão em duas


subcamadas. As subcamadas inferiores implementam a propriedade
característica da camada e as subcamadas superiores são responsáveis
por tratar questões de convergência dos dados.

A camada AAL é dividida em:

• CS (Convergence Sublayer) – Permite que o ATM forneça


serviços a diversos protocolos, serviços e aplicações.

• SAR (Segmentation and Reassembly) – Responsável por dividir


os pacotes em células na origem e reagrupa-los no destino.

A camada física é dividia em:


11576980693

• TC (Transmission Convergence) – Faz a conversão das células


em sequência de bits e vice-versa.

• PMD (Physical Medium Dependent) – Diz respeito à conexão


entre a interface e o meio. Faz a ativação e desativação dos bits a
serem trafegados, bem como controla sua sincronização.

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O ATM possui ainda tratamento de critérios relacionados a classe de


serviço, e todos são feitos na camada AAL. Dessa forma, existem 4
modalidades ou classes:

• CBR (Constant Bit Rate) ou Classe A – Utilizado em conexões


que necessitam de banda fixa e taxa constante. Serviços como
video on demand, vídeo e áudio interativo, utilizam essa classe.

• VBR (Variable Bit Rate) ou Classe B – Pode ser em tempo real


ou não. O primeiro é discriminado como rt-VBR e possui uma
variação mínima da taxa de bits. Pode ser utilizado para serviços
como os mencionados no CBR de forma comprimida. Já o nrt-
VBR, pode ser utilizado com reserva de conexões ou não e é
usado em aplicações que são menos suscetíveis às variações das
taxas de transmissão.

O tipo de tráfego ou conexão pode ser caracterizada baseando-se


na Taxa Máxima de Células (PCR – Peak Cell Rate), Taxa
Sustentável de Células (SCR – Sustained Cell Rate) ou Tamanho
Máximo da Rajada (MBS – Maximum Burst Size).

• ABR (Available Bit Rate) ou Classe C - Depende da


disponibilidade da rede. Dessa forma, geralmente acontecem
transferência em rajadas, nos casos em que há uma maior
disponibilidade da banda. O próprio padrão TCP/IP pode ser
usado em conjunto com essa classe.

• UBR (Unspecified Bit Rate) ou Classe D – É a classe mais


volátil e que menos fornece recurso às aplicações. Possui o
menor critério em termos de qualidade de serviço.
11576980693

Mediante as formas acima, tem-se as principais classes de serviços


efetivamente do ATM:

• AAL 0 – Não implementa nenhuma característica de classe de


tráfego diferenciado. Também conhecido como “raw cell”.
Mantém a área útil de dados em 48 bytes.

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• AAL 1 – Suporta CBR, é orientado à conexão e seu tráfego é


sincronizado. Utiliza um bit da área útil de dados para sua
implementação. É utilizado para tráfego de voz sem compressão.

• AAL 2 – Suporta VBR, com orientação à conexão e tráfego


sincronizado. Utiliza um bit da área útil de dados para sua
implementação.

• AAL 3/4 – Suporta ABR, com orientação à conexão e tráfego


assíncrono. Utiliza 4 bytes da área útil dos dados para sua
implementação.

• AAL 5 – Similar ao AAL 3/4, porém com uma implementação mais


simplificada e uso do UBR. É o formato mais utilizado.

11576980693

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1.5. Outros Protocolos

−./0  ∀ 1


−./0  ∀ 1
Ambos foram desenvolvidos previamente para comunicações em
redes WAN.

As redes X.25 usam a técnica de comutação por pacotes e é


orientado à conexão, ou seja, depende de um estabelecimento prévio
antes do envio dos dados. Utiliza o esquema de circuitos virtuais para
este estabelecimento.

Possui cabeçalho simples de 3 bytes e transporta dados com um


tamanho máximo de 128 bytes.

Existem dois tipos básicos de pacotes X.25: de dados e de controle.


Utiliza técnica de janela deslizante para controle de fluxo, ou seja, é
capaz de ajustar o volume de dados ao longo da transmissão, enviando
conjuntos maiores ou menores de uma só vez. Possui ainda a
capacidade de controlar erros.

A principal característica para guardarmos a respeito do X.25 é que


este é orientado à conexão e possui controle de erro e de fluxo.

Já o Frame Relay nada mais é do que uma adaptação das redes X.25. É
resultante de um sistema com características de multiplexação estatística
11576980693

e compartilhamento de portas do X.25, realizando uma adaptação do


X.25 para as necessidades correntes, como uma maior taxa de
transmissão.

Dessa forma, ele possui características de alta velocidade e baixo atraso


na transmissão quando comparado ao X.25. Ele é diferente de
tecnologias como o TDM que dependem de slots fixos de tempos para
envio dos quadros. É um protocolo comutado por pacotes e
orientado à conexão.

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É operacionalizado de forma automática pela rede independendo da


intervenção e criação por parte do administrador. Ou seja, caso haja
demanda por parte dos serviços, o circuito será criado automaticamente
para atender a essa demanda. Temos como exemplo a utilização de
serviços de voz. Nesse caso, para cada chamada, cria-se um SVC.

No momento de estabelecimento desses links, é negociado um valor


mínimo de tráfego pretendido, denominado CIR (Commited Information
Rate) em bps. Nada mais é do que a implementação de qualidade de
serviço – QoS.

2
 ,

 


3
2
 ,

 


3
O protocolo PPP foi desenvolvido com características específicas para
uma comunicação ponto a ponto, seja ela através de dois roteadores ou
para a comunicação entre um equipamento de borda de cliente e seu
ISP.

É definido na RFC 1661, acrescido de incrementos nas RFC’s 1662 e


1663. Uma das características do PPP é que este suporta diversos
protocolos das camadas superiores, bem como pode funcionar
sobre diversos tipos de enlaces.

É capaz de detectar bits alterados (erros) durante a transmissão. Possui


ainda a capacidade de detectar problemas a nível de enlace e, dessa
forma, informar às camadas superiores sobre o problema detectado. É
caracterizado ainda pela sua simplicidade de implementação e operação.
Este protocolo não trata de questões relacionadas às correções de erros
dos bits, não há controle de fluxo ou sequenciamento dos quadros.
11576980693

A sua capacidade de realizar autenticação entre os pontos é uma das


principais características que o leva a ser utilizado na Internet,
principalmente para a relação de clientes e ISP’s.










,
4 
,
4  
  56/.0
56/.0
Para começar, é importante já desmistificarmos as regras aplicadas a
essa tecnologia em termos de topologia.

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• Topologia Física: ESTRELA


• Topologia Lógica: ANEL

Atenção!!! Assim como o Ethernet, existe diferença da topologia física e


lógica. No Token Ring, o arranjo físico, ou seja, como os dispositivos são
interconectados, teremos a topologia em ESTRELA. Entretanto, a forma
como a informação é trafegada é equivalente a uma topologia em ANEL,
logo, topologia lógica.

Essas redes possuem como característica ainda, em termos de taxas de


transmissão, valores na ordem de 4 ou 16 Mbps.

Por ser um arranjo físico em estrela, o equipamento central ou nó


concentrador é chamado de MAU (Multistation Access Unit ou Media
Attached Unit).

Diferentemente do modelo de concorrência ao meio realizado pelo


Ethernet através do CSMA/CD (estatístico), as redes TOKEN RING
utilizam um mecanismo de transferência de um TOKEN entre os nós.
Dessa forma, é considerado um protocolo determinístico no sentido de
que os dispositivos com o TOKEN, e somente eles, poderão transferir
dados na rede naquele determinado instante, logo, de forma e tempo
determinado.

∀7
∀7
Também é uma tecnologia utilizada em redes LAN, com certa aplicação
também em redes MAN.

Seu arranjo físico consiste na formação de dois anéis (primário e


11576980693

secundário) conforme imagem abaixo, com fluxo de dados nos dois


sentidos, em um ambiente em condições normais:

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É considerado uma tecnologia tolerante a falhas, uma vez que na falha


de um enlace ou dispositivos, pode-se utilizar o anel alternativo para
comunicação entre os dispositivos.

Em relação à forma de acesso ao meio para transmissão da informação,


utiliza o mesmo conceito do Token Ring, através da transferência de
TOKEN entre os dispositivos. Tal tecnologia, opera com taxas de 100
Mpbs, utilizando fibras ópticas.

Um ponto de diferença entre as redes FDDI e Token RING é que esta


última utiliza um clock centralizado para todos os dispositivos. Já aquela
se vale de clocks locais por interfaces do dispositivo.

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2. Tecnologias de Rede de Acesso


Depois de bastante teoria, falaremos de algumas tecnologias utilizadas
no dia a dia para provimento de acesso à Internet “Banda Larga” para
diversos usuários. Muitos dos conceitos aqui presentes fazem parte do
nosso cotidiano, como ADSL, cable modem e Internet por Satélite.
Falaremos mais detalhadamente sobre cada um deles.

Outro termo muito utilizado é Tecnologias de rede de acesso. Isso se


deve pois, ao conectarmos os sistemas finais ou usuários à Internet,
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temos três partes envolvidas diretamente nesse processo: usuário final,


ISP (Internet Service Provider) e a operadora. Em alguns casos, o ISP e
a operadora são um mesmo ente.

Desse modo, podemos analisar a figura abaixo:

Nessa figura, temos diversas possibilidades de acesso à Internet em


termos da utilização de tecnologias e protocolos.
11576980693

89
89
O acrônimo xDSL é uma forma de representar serviços DSL (Digital
Subscriber Lines). Esses serviços possuem a capacidade de fornecer
acesso à Internet aos clientes com alta velocidade, ou, de forma similar,
com grande largura de banda.

O principal protocolo utilizado para comunicação entre o terminal de


entrada na rede do cliente e a central de distribuição é o PPPoE.

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Discutiremos aqui as principais tecnologias desses serviços.

• ADSL – Assymetric DSL

Essa tecnologia utiliza, em termos de infraestrutura, os cabos de pares


trançados da rede de telefonia pública, também chamada de tecnologia
de linha digital assimétrica.

Esse é o principal serviço atualmente comercializado pelas operadoras


de telefonia, como speedy, Velox, turbonet, entre outros.

O seu principal escopo de atuação é em áreas residenciais, escritórios


de pequeno e médio porte. Uma de suas características é a grande
variedade de velocidades suportadas, abrindo um grande leque de
opções para os clientes.

Uma de suas limitações está no quesito “distância”. Sua implementação


nativa fornece suporte a distâncias de até 5 km, aproximadamente,
sendo que quanto maior a distância, maior a limitação da taxa de
transferência dos dados.

O termo “assimétrico” que define essa tecnologia é devido ao fato de que


a taxa de transferência de download (dados com destino ao cliente) é
maior que a de upload (dados com destino à operadora). Enquanto a
primeira suporta até 8Mbit/s, o segundo suporta até 640 kbit/s.

A implementação dessa tecnologia também permitiu que fosse utilizado o


serviço de banda larga de forma simultânea com o uso da linha telefônica
para ligações. Isto é, acabaram-se os problemas de queda de Internet
quando se tirava o telefone do ganho, tal qual acontecia na Internet
discada!!! Lembra-se disso? A Internet discada suportava taxas de
11576980693

download na ordem de 56 kbit/s.

A seguir temos o arranjo típico de uma conexão ADSL:

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Para nos familiarizarmos com as figuras acima, vou descrever os


principais elementos. O primeiro e principal deles é o modem ADSL.
Esse é o equipamento instalado em nossas residências que permitem a
distribuição de cabos para comunicação com a Internet. Atualmente,
esse equipamento é incorporado a um roteador, um switch (geralmente
de 4 portas) e um access point para fornecimento de rede sem fio, tudo
em um só dispositivo.

Os divisores de potência ou Splitters em conjunto com filtros permitem a


segmentação do sinal de voz da chamada telefônica e do tráfego de
dados. É esse equipamento que evita que a Internet caia ao se usar o
telefone e que não haja ruído (interferência) da ligação quando se está
utilizando a Internet.

Já o DSLAM possui a característica de agregar os diversos tráfegos de


dados dos diversos clientes conectados a ele através da multiplexação e
disponibilizá-los para a rede de dados ou Internet. Na maioria das vezes,
11576980693

utiliza-se tecnologias como PPPoE.

• ADSL 2 e ADSL 2+

Devido ao grande sucesso da tecnologia ADSL, continuou-se a aprimorá-


la de tal modo que surgiram tecnologias sucessoras a ela, como a
ADSL2 e ADSL2+ que permitem o alcance de taxas superiores a 10
Mbit/s, com novas funcionalidades e interface mais amigável para o
usuário final.

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Os principais focos dessas tecnologias era o aumento do alcance em


conjunto com o aumento da taxa de bits suportada. Para o ASDL2
considera-se o suporte de até 12 Mbit/s para Downstream e 1 Mbit/s para
Upstream. Um dos principais avanços que possibilitou tal evolução foi a
utilização de uma nova técnica de modulação, conhecida como QAM de
16 estados.

Para termos uma ideia comparativa das tecnologias, temos o gráfico


abaixo:

Avançando um pouco mais nas tecnologias, tem-se então o surgimento


11576980693

do ADSL2+, devidamente padronizado em 2003. A sua principal


característica é na duplicação da banda utilizada para Downstream,
conforme figura a seguir:

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Percebam na figura a distribuição de todos os recursos disponíveis aos


usuários na contratação de um serviço de linha telefônica (POTS) e
Internet (Upstream e Downstream). Percebam que não houve ganho
para taxas de Upstream. Entretanto, tal fanho se aplica a distância
curtas, na ordem de 1,8 km, sendo praticamente igual a taxa suportada
além dessa distância devido a ruídos e interferências.

• SDSL – Symmetric DSL ou Single Pair DSL

Como vimos anteriormente, a característica do SDSL é a simétrica nas


taxas de download e upload. Para efeito de histórico, antes do SDSL,
existia o HDSL, que utilizava 4 fios ou dois pares, também fornecendo
uma taxa simétrica.

O SDSL permitiu a utilização de apenas dois fios ou um par para a


mesma taxa suportada pelo o HDSL (1.168kbs para distâncias de
5,2km). Devido a essa evolução, alguns chamam o SDSL de HDSL2.

• VDSL – Very High Speed DSL

O VDSL também é uma tecnologia assimétrica, como a ADSL.


Atualmente, a VDSL pode fornecer taxas na ordem de 51 Mbps para
11576980693

Downstream e 2,3 Mbps para Upstream. Em termos de suporte a


velocidades, percebemos que houve um grande salto na utilização dessa
tecnologia.

A tecnologia VSDL2 suporta taxas na ordem de 100 Mbps, quando


combinada com a distribuição de FTTB (fiber to the building) ou FTTH
(fiber to the home).

A seguir, temos uma lista com o resumo e as principais características


das diversas versões da família DSL:
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Pares Telefone Taxa de


Transmissão
de fio e dados dados

ADSL 1,5-8
Mbit/s Mais popular. Utilizado para acesso à
Assymmetric 1 Sim Assimétrica
64-640 Internet.
DSL kbit/s

ADSL 2 1,5-12
Mbit/s Evolução do ADSL. Também é
Asymmetric 1 Sim Assimétrica
64 k-1,1 utilizado para acesso à Internet.
DSL 2 Mbit/s
1,5-24
ADSL 2+ Mbit/s Evolução do ADSL 2. Também é
1 Sim Assimétrica
DSL 2+ 64 k-1,1 utilizado para acesso à Internet.
Mbit/s

RADSL 1-7 Mbit/s Variação do ADSL que permite o


Rate-adaptive 1 Sim Assimétrica 128k-1 ajuste da taxa de transmissão de
DSL Mbit/s acordo com a necessidade do cliente

HDSL Uma das primeiras tecnologias xDSL


a ser usada amplamente. Utilizada
High-bit-rate 2 Não Simétrica 2 Mbit/s
para o provimento de serviço de
DSL linhas dedicadas de 2Mbit/s.

SDSL
Implementação do HDSL utilizando 1
Symmetric 1 Não Simétrica 768 kbit/s
par de fios
DSL
Até 2,3 Novo padrão que melhora a
G.shdsl 1 Não Simétrica
Mbit/s performance do SDSL

MSDSL n x 64 Variação do SDSL que permite o


Multirate 1 Sim Simétrica kbit/s até provimento de serviços TDM com
SDSL 2 mbit/s múltiplas taxas de dados.

IDSL Até 144


1 Não Simétrica Empregado em acessos ISDN
ISDN DSL kbit/s

Até 1 Projetado para suportar as condições


Reach DSL 1 Sim Simétrica
Mbit/s mais adversas da rede externa.

11576980693



Esse modelo permite a utilização de sinais de satélites para tráfego de
dados. A sua principal aplicação era para ambientes mais remotos que
não possuíam uma infraestrutura cabeada suficiente ou adequada de
modo a implementar os outros modelos de acesso à Internet.

Em termos de infraestrutura, o que temos é o seguinte:


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Percebam que o satélite funciona como um intermediário para a


comunicação das antenas dos clientes e da antena da operadora ou
prestadora do serviço.

∃ 

 ∀ 21∃ ∀∃ 
83
∃ 

 ∀ 21∃ ∀∃ 
83
 ∀∃ 
83
Uma tecnologia que também se faz presente nos cenários de acessos
residenciais e corporativos é a partir da utilização de cabos de fibra
óptica e cabos coaxiais utilizando, na maioria das vezes, a infraestrutura
de serviços de TV a cabo. Esses serviços permitem bandas na ordem de
30 Mbps. A principal crítica desse modelo é o acesso compartilhado via
cabo a partir de um backbone da infraestrutura, não havendo, assim,
banda garantida quando há grande quantidade de colisões de pacotes.
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Entretanto, atualmente, esse problema já foi superado simplesmente a


partir de um correto e justo dimensionamento da rede, permitindo uma
qualidade de serviço muito maior.

Para fecharmos o nosso estudo nesse módulo, apresento a vocês uma


figura que correlaciona algumas tecnologias e alguns serviços:

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LISTA DE EXERCÍCIOS COMENTADOS


1. CESPE - PCF/Área 3/1997
 
   
    
 
 
 
 



   
  

     
   






 

 

  
           

            
     
 
        
 !  


   
11576980693

  

  

2. CESPE – BACEN/Analista de Suporte em TI/2013


 
 
 
  

 

 

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   –  

 





 
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 !
   ∀    

  

   
#∃
 
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3. CESPE – BACEN/Analista de Suporte em TI/2013


 
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4. CESPE – INMETRO/Analista Executivo/2009


1  2

 #∃
  

  



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!    
 
 
   
 

 

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5
     
11576980693

#∃
   6 

 3   !




   7
 83   


   !
    


7


  

5. CESPE - TRT 17ª Região/Técnico Judiciário – TI/2013


9

∀      
 

  7 
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   –  

 





 
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4 :(7:;%%9:∃:∃< :5 :− :%:−= 
  

6. CESPE - TRT 17ª Região/Técnico Judiciário – TI/2013
1 − /9

∀        
   
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∃/  %   > ?
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11576980693

7. CESPE – TC-DF/Analista Administrativo – TI/2013


9

∀   
 & ∀      
   

 

   ∋≅ =

  
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   –  

 





 
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8. CESPE – MEC/Adminitrador de Redes/2011


1 ∀    !    ! :  
 ∀  
  

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!    
     


  

9. CESPE – FUB/Técnico de TI/2008
 


  
  !
 


 

∃/  / ( 
  

10.CESPE – TRT-10ª região (DF e TO)/Técnico Judiciário –


TI/2013
9

∀  6

 

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   & ) > ∋   
 Α  

  
11576980693

11.CESPE – Banco da Amazônia/Técnico Científico – Produção e


Infraestrutura/2012
    

 



! 

    % 

 

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   –  

 





 
André Castro




∃/%0   +   


 &∋
/  &∋  &∋ 
Α

  

12.CESPE – Banco da Amazônia/ Técnico Científico – TI/2010


 
      & ∀  9


∀  
    
 


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∃/% %)  
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13.CESPE – ANS/ Analista de Redes/2005


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11576980693

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      &∋ ()  

  

14.CESPE – Banco da Amazônia/Técnico Científico – TI/2010

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   –  

 





 
André Castro




∀  9

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15.CESPE – TRE-RJ/Analista Judiciário – Análise de


Sistemas/2012
1         
    
−2<=2>/   !
 
 

 (9 

 

0 ∋
∋ 
∆;#∃ ( 

  

16.CESPE – MPU/Técnico – TI/2013


 
 
    
9

∀  
  ! ∀  & ∀      ! 
,+
 11576980693

 

)%   &∋≅ =5
 &∋
 (3, ∃       2∃  
∋      
 &∋

  

17.CESPE – SERPRO/ Técnico – Operação de redes / 2013

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   –  

 





 
André Castro








 
 
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   >∀&∀     

 
  
 
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Ε∋ +            &∋     
  9 )  %    9 

 11576980693

  

18.CESPE – PEFOCE/Perito Criminal – Análise de Sistemas / 2012


1  .
   
       
   
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:        

    ;          


   ;;.   6
 

           

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   –  

 





 
André Castro




 

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     &∋   & ()    
/ +     &∋    ! !9 
    %

  

19.CESPE – TCU/Analista de Controle Interno – TI/2008


!
 
      





   
   
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2<=2> 
 
  
 
 
     ∗  




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∀  ∆∀∀∀
∃)Ε8

 

0 ∋ 
     ∋5∃∃∃≅ =
?
     8

11576980693

  

20.CESPE – TCU/Analista de Controle Externo/2007


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   –  

 





 
André Castro




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21.CESPE – TRE-GO/Técnico Judiciário – Programação de
Sistemas/2015
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22.CESPE – STJ/Analista Judiciário – Suporte em Ti/2015
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   –  

 





 
André Castro




23.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário – Área 7/2015


(ADAPTADA)
 
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24.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário – Área 7/2015


(ADAPTADA)

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11576980693

25.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário/2015 (ADAPTADA)


   
 
      ∀    Φ
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   –  

 





 
André Castro




26.CESPE - AJ (STF)/Apoio Especializado/Suporte em Tecnologia


da Informação/2008
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27.CESPE - Ana MPU/Perito/Informática/2010


 

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28.CESPE - AJ TRE RJ/Apoio Especializado/Análise de


11576980693

Sistemas/2012
1 , 
   

   

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   –  

 





 
André Castro






  

29.CESPE - Ana MPU/Informática/Suporte Técnico/2010


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30.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
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 11576980693

 

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31.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009

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   –  

 





 
André Castro








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32.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
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   –  

 





 
André Castro




33.CESPE - ERSPT (ANATEL)/Engenharia (Elétrica, Eletrônica


ou Telecomunicações)/2004
; 
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34.CESPE - AJ TRT10/Apoio Especializado/Tecnologia da


Informação/2013
1 ,   
  
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 11576980693

  

35.CESPE - Analista do Ministério Público da União / 2010 /


Suporte Técnico / Informática
 
,
 
   

  
Κ
 
   
:  


      
 
  
 
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   –  

 





 
André Castro




 

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http://st1-lecom.dei.uminho.pt/sm.pdf

  

36.CESPE – TCU/Analista de Controle Interno – TI/2008


11576980693

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   –  

 





 
André Castro




 

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37.CESPE – Analista do Ministério Público da União / 2010 /
Suporte Técnico / Informática /
∀   ;3    
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11576980693

 

  

38.CESPE - AJ (STF)/Apoio Especializado/Suporte em Tecnologia


da Informação/2008
∀   3       ;  
7  %: Λ         

        Λ Κ 
 
  
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   –  

 





 
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39.CESPE - Ana (BACEN)/Informática/2000


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≅Ε0
     

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40.CESPE - Analista MPU/Informática/Suporte Técnico/2010


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11576980693


!∀

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41.CESPE - Analista MPU/Informática/Suporte Técnico/2010

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   –  

 





 
André Castro




 
 3       
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42.CESPE - ERSPT (ANATEL)/Engenharia (Elétrica, Eletrônica
ou Telecomunicações)/2004
∀  !
<       
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43.CESPE - OI (ABIN)/Código 09 (Computação)/2004


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11576980693

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   –  

 





 
André Castro




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44.CESPE - AA (PREVIC)/Tecnologia da Informação/2011


 
 
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       %
&∋  . Γ  
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45.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
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11576980693

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   –  

 





 
André Castro




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46.CESPE – DEPEN/Agente Penitenciário Federal – Área 7/2015


 
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     %  
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47.CESPE – STJ/Técnico Judiciário – Informática/2008


∀       
 %: 
><Β

 

∀%    !
 
  

48.CESPE – MPOG/Analista de Infraestrutura/2012


∀
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11576980693


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   –  

 





 
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LISTA DE EXERCÍCIOS COMENTADOS


COMPLEMENTARES
49.FCC – CNMP/Analista de Suporte/2015
+   
  
9

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11576980693

  

50.FCC – DPE RS/Técnico em Informática/2013


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   –  

 





 
André Castro




 

  
     
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11576980693

  

51.FCC - ACE (TCE-GO)/Tecnologia da Informação/2014
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     : 
 
  
   

  

 
 
      
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   –  

 





 
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52.FCC - AJ TRE SP/Apoio Especializado/Análise de Sistemas/2012


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   –  

 





 
André Castro




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53.FCC - TJ TRF4/Apoio Especializado/Tecnologia da


Informação/2014
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  ∀  ! 




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2    


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11576980693

 

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∃ ?
 
    Κ≅  ∋   
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8=8ΜΓ8)Γ8≅Γ8 8∃

  

54.FCC - ACE TCE AP/Controle Externo/Tecnologia da


Informação/2012

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   –  

 





 
André Castro




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)     %      ΦΚ <  
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  ∋ ≅<
 ∀, ΚΦ<+/ Γ<
  

56.FCC – TRT-12ª Região (SC)/Analista Judiciário/2013


∀   
  
  ()Ε#
 
(Ε∃3  

 

ϑ
  
       
Π#3  

  

57.FCC – TRT-12ª Região (SC)/Analista Judiciário/2013


11576980693

2   ∀      Κ


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   –  

 





 
André Castro




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58.FCC – MPE-AP/Analista Ministerial/2012


  % 

 


  
   
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59.FCC – MPE-PE/Técnico Ministerial/2012


∀     

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/() 
  
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   –  

 





 
André Castro




60.FCC – TRT-24ª Região (MS)/Técnico Judiciário/2011


∀ 9

∀   
   

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     ∋ ; %

 

Ε 2 ∃  )∗(4) >  
      Χ

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61.FCC – TCE-CE/Técnico de Controle Externo/2015


∀  



 
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11576980693

  
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    /

  

62.FCC – TCE-CE/Analista de Controle Externo/2015


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 2  ∀ 24

    

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∗
   
  


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   –  

 





 
André Castro





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63.FCC – TRT – 23ª Região (MT)/Técnico Judiciário – TI/2016


> ;  

  
    

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  4%
 
  3    
    


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11576980693

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64.FCC – TRT/ - 24ª Região (MS)/Técnico Judiciário/2011


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   –  

 





 
André Castro




  
 
   


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65.FCC – TRT – 18ª Região (GO)/Técnico Judiciário/2013


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11576980693

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   –  

 





 
André Castro




66.FCC – TRT – 6ª Região (PE)/Técnico Judiciário/2012


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11576980693

67.FCC – TCE-AP/Analista de Controle Externo – TI/2012


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   –  

 





 
André Castro




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68.FCC – MPE-RN/Analista de TI/2010


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11576980693


  

69.FCC – TER-AM/Analista Judiciário/2010


∀  , 
 Χ
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   ; 
  


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   –  

 





 
André Castro




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70.FCC – TER-CE/Analista Judiciário – Análise de Sistemas/2012


11576980693

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   –  

 





 
André Castro




 

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71.FCC – TRT – 14ª Região (RO e AC)/Técnico Judiciário –
TI/2011
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11576980693

72.FCC – TCP-PA/Técnico em Informática/2010


1   &>>∆   


 
 
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   –  

 





 
André Castro




  

73.FCC – TRE-RN/Técnico Judiciário – Programação de


Sistemas/2011
Μ 
    


  
    
4
   
    
 4
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74.FCC – TCE-AL/Programador/2008
  
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/+><Β><Β
/><Β+><Β
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11576980693

 

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∗−∗∗−

  

75.FCC – TJ-AP/Analista Judiciário – TI/2014

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   –  

 





 
André Castro




3. CESPE – BACEN/Analista de Suporte em TI/2013


 
& ∀  
 ∋!

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4. CESPE – INMETRO/Analista Executivo/2009


1  2

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5. CESPE - TRT 17ª Região/Técnico Judiciário – TI/2013


9

∀      
 

  7 

6. CESPE - TRT 17ª Região/Técnico Judiciário – TI/2013
1 − /9

∀        
   
   !!
  
   
  


7. CESPE – TC-DF/Analista Administrativo – TI/2013


9

∀   
 & ∀      
   

8. CESPE – MEC/Adminitrador de Redes/2011


1 ∀    !    ! :  
 ∀  
  

  !
())) 
11576980693


9. CESPE – FUB/Técnico de TI/2008
 


  
  !
 


10.CESPE – TRT-10ª região (DF e TO)/Técnico Judiciário –


TI/2013

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   –  

 





 
André Castro




9

∀  6

 

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 4%
())   

11.CESPE – Banco da Amazônia/Técnico Científico – Produção e


Infraestrutura/2012
    

 



! 

    % 

12.CESPE – Banco da Amazônia/ Técnico Científico – TI/2010


 
      & ∀  9


∀  
    
 


!  

  


        
 

13.CESPE – ANS/ Analista de Redes/2005


2     −   .
/  
− ;   .

/      

       !4




 
     
     
    

14.CESPE – Banco da Amazônia/Técnico Científico – TI/2010


∀  9

∀  ()9

∀    ;
 %46

:  


 2<=2>




15.CESPE – TRE-RJ/Analista Judiciário – Análise de


Sistemas/2012
1         
    
11576980693

−2<=2>/   !


 
 

 (9 

16.CESPE – MPU/Técnico – TI/2013


 
 
    
9

∀  
  ! ∀  & ∀      ! 
,+

17.CESPE – SERPRO/ Técnico – Operação de redes / 2013


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   –  

 





 
André Castro








 
 
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∀    !
  

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4


 
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  .

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18.CESPE – PEFOCE/Perito Criminal – Análise de Sistemas / 2012


1  .
   
       
   
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    ;          


   ;;.   6
 

11576980693

           



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19.CESPE – TCU/Analista de Controle Interno – TI/2008


!
 
      





   
   
 Χ   

2<=2> 
 
  
 
 
     ∗  




      6
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   –  

 





 
André Castro





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∀  ∆∀∀∀
∃)Ε8

20.CESPE – TCU/Analista de Controle Externo/2007


1∆∀∀∀
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∆∀∀∀∃)Ε81  

   
2<=2>−
   
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/   
  7


21.CESPE – TRE-GO/Técnico Judiciário – Programação de
Sistemas/2015
∀      
; % 


  

 
   

22.CESPE – STJ/Analista Judiciário – Suporte em Ti/2015


      9

∀    
  
  ∀  

∀   

   %   




! 

23.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário – Área 7/2015
(ADAPTADA)
 
 Β      

;
            
      
%  2

Β


24.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário – Área 7/2015


(ADAPTADA)
11576980693

<.
  ;    .
  Ε    
       

  

 !

   2 

25.CESPE – TRE/RS / Técnico Judiciário/2015 (ADAPTADA)


   
 
      ∀    Φ
;&
   
   

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   –  

 





 
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26.CESPE - AJ (STF)/Apoio Especializado/Suporte em Tecnologia


da Informação/2008
∀  <  −,/   08   
2  4
        
     6    
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 ,
       

27.CESPE - Ana MPU/Perito/Informática/2010


 

 !
  
  
  






!
   
 
  

  , 


      

 

28.CESPE - AJ TRE RJ/Apoio Especializado/Análise de


Sistemas/2012
1 , 
   

   

!
 
   
4
 

29.CESPE - Ana MPU/Informática/Suporte Técnico/2010


∀  , 4    <ϑ−   

  3/  Β−

 

3/     #∃3  

30.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
, !
 %!
4!
−5?ϑ/   
!
 

 ∋ 
: ! 4 3
 
  %  4!  −<2ϑ/  %
11576980693

4%
  − 2ϑ/∀  !

!

    
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  − ;5?ϑ/5?ϑ  ;− ;5?ϑ/

31.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009

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   –  

 





 
André Castro








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 ,  
 
  
Κ%

 


   


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   );
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32.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
1  Κ   
 ∗ 

   
  
 Κ           ∆9  
    ∆  Κ     
  
   ∆− 
  
 /

33.CESPE - ERSPT (ANATEL)/Engenharia (Elétrica, Eletrônica


ou Telecomunicações)/2004
; 
−Π3(  
<Θ 3( % %&
 /∋     
% 

34.CESPE - AJ TRT10/Apoio Especializado/Tecnologia da


Informação/2013
1 ,   
  
11576980693

!

 
    
!  
   
 
    !
     
% 

35.CESPE - Analista do Ministério Público da União / 2010 /


Suporte Técnico / Informática
 
,
 
   

  
Κ
 
   
:  


      
 
  
 
! 
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   –  

 





 
André Castro




36.CESPE – TCU/Analista de Controle Interno – TI/2008


>  4
 
  !  

     !
   !  
  −Η  .

/  !     
       
 

    
   

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ϑ3  


 

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<∋
  
  
&1  ∋    

    >    
&∋   
  

  

37.CESPE – Analista do Ministério Público da União / 2010 /
Suporte Técnico / Informática /
∀   ;3    
% 
 
!
 
  

38.CESPE - AJ (STF)/Apoio Especializado/Suporte em Tecnologia


da Informação/2008
∀   3       ;  
7  %: Λ         

        Λ Κ 
 
  
11576980693

  


  
!4
      
!4
 

%         
  

  

39.CESPE - Ana (BACEN)/Informática/2000


& ;3  
     
   ≅Ε0  
!
    ;
3 4
≅Ε0
     

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   –  

 





 
André Castro





%     
  
 .  
    4
 
 



40.CESPE - Analista MPU/Informática/Suporte Técnico/2010


∀  !
<    
% 
 
!
 
  

41.CESPE - Analista MPU/Informática/Suporte Técnico/2010


 
 3       
      !
  
  %  

42.CESPE - ERSPT (ANATEL)/Engenharia (Elétrica, Eletrônica
ou Telecomunicações)/2004
∀  !
<       
!
!
<
      
%
4
 !
  

 
 
 !
6
 4
∋  


43.CESPE - OI (ABIN)/Código 09 (Computação)/2004


>    ;3  

 


        

! 

   ;3
 :   %

 
  !    
 7   6


   

44.CESPE - AA (PREVIC)/Tecnologia da Informação/2011


11576980693

 
 
 ,
 ! 
     
≅Ε0!
 

   


45.CESPE - AA (ANATEL)/Tecnologia da Informação/Redes e


Segurança/2009
1    !6 
%
    
 
    
  
Η∀ 
   

      
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   –  

 





 
André Castro




 


     . 
  

 
<  
   


  4
  
        ;
 Α>Β2

46.CESPE – DEPEN/Agente Penitenciário Federal – Área 7/2015


 
 3

   
Η  
(0))     !
 
  +,  Π∀  



     %  
 (0 

47.CESPE – STJ/Técnico Judiciário – Informática/2008
∀       
 %: 
><Β

48.CESPE – MPOG/Analista de Infraestrutura/2012


∀
   ><Β  !4
      
  4! 
 
%  

   ><Β
      4
!;  4 !
,−
    /


; 5?ϑ−!

 /   
%


LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES


49.FCC – CNMP/Analista de Suporte/2015
+   
  
9

∀   
11576980693

−/
∗
 4%
  () 
−?/
  
 ∀  & ∀  
 !
−2/

∆∀∀∀
−>/ ()))?<∀;,≅ 
!; 

 
2,Π  
 
−∀/   
:  full-duplex

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   –  

 





 
André Castro




50.FCC – DPE RS/Técnico em Informática/2013


< :  
& ∀  9

∀  
 
 Χ
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 Ε)) 
 
     ; %  

      
/1& ∀   
4
 ∀    Κ
 

  
     
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∀    ∀    

 
 
   
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∀    
 
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∀   
Θ<
− 
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   !
 
 
%
 
  

  

4
 

51.FCC - ACE (TCE-GO)/Tecnologia da Informação/2014
  1<∆   
  

7      
  ;     
     : 
 
  
   

  

 
 
      
 4 
2
 
2
2ϑ2−)<
ϑ  <
)7/ 11576980693

/ΒΒ2−−
−7)
/
/Α,, 
/ 7 
/  
/ 4
 

52.FCC - AJ TRE SP/Apoio Especializado/Análise de Sistemas/2012


∀  9∆21ϑϑ∀,1
 Χ

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   –  

 





 
André Castro




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 9 !
  
      
    

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Λ  
!

 4

   
  
/19 !   !

 
  
 
 
/        

 9!
 !9 !!   9 ! 

53.FCC - TJ TRF4/Apoio Especializado/Tecnologia da


Informação/2014
,  


! 
  ∀  ! 




7

∀      

2    


  %

∀ 




 
  
 
/8Ε
/#∃
/(Π
/∃
/Π#

54.FCC - ACE TCE AP/Controle Externo/Tecnologia da


11576980693

Informação/2012
Θ  ∋       
−()) /

     

 %Ε)0
          
    
())
  
     

 = 2 ∆∆
  
/( 
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/8 
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   –  

 





 
André Castro




/())Τ()Ε))

59.FCC – MPE-PE/Técnico Ministerial/2012


∀     

& ∀   %

 

/() 3    
/()) 3    
/() 
  
/()) 
  
/())

  

60.FCC – TRT-24ª Região (MS)/Técnico Judiciário/2011
∀ 9

∀   
   

2<=2>
     ∋ ; %

61.FCC – TCE-CE/Técnico de Controle Externo/2015


∀  



 
! 
  
 Β 


   >!
  
 ∆∀∀∀
     

: 

!
 
 
∀     
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62.FCC – TCE-CE/Analista de Controle Externo/2015


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63.FCC – TRT – 23ª Região (MT)/Técnico Judiciário – TI/2016


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64.FCC – TRT/ - 24ª Região (MS)/Técnico Judiciário/2011


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65.FCC – TRT – 18ª Região (GO)/Técnico Judiciário/2013


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66.FCC – TRT – 6ª Região (PE)/Técnico Judiciário/2012


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67.FCC – TCE-AP/Analista de Controle Externo – TI/2012


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68.FCC – MPE-RN/Analista de TI/2010


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69.FCC – TER-AM/Analista Judiciário/2010


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70.FCC – TER-CE/Analista Judiciário – Análise de Sistemas/2012


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71.FCC – TRT – 14ª Região (RO e AC)/Técnico Judiciário –
TI/2011
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André Castro




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72.FCC – TCP-PA/Técnico em Informática/2010


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73.FCC – TRE-RN/Técnico Judiciário – Programação de


Sistemas/2011
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74.FCC – TCE-AL/Programador/2008
  
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75.FCC – TJ-AP/Analista Judiciário – TI/2014
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