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PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA

Edital 2020
MODELO DE RELATO DE EXPERIÊNCIA DO RESIDENTE

1. Identificação

Nome do Residente: Rebeca Silva Nunes


CPF: 065.964.065- 12
Nome e sigla da IES: Universidade Federal Da Bahia (UFBA)
Curso de Licenciatura: Ciências Sociais
Séries/Anos e Etapa da educação Básica nas quais desenvolveu atividades: 3º do Ensino Médio
Escola(s)-Campo onde desenvolveu as atividades: Colégio Estadual de Plataforma
Nome do Docente Orientador: Edilza Sotero
Nome do Preceptor: Márcia Bispo

2. Relato de Experiência (ver orientações para a elaboração do relato no documento anexo):

“Na prática… A teoria é outra”

Resumo:
Este relatório apresenta a minha experiência mais significativa do programa de
residência pedagógica. Assim, a partir deste, pude conhecer a perspectiva da educação
brasileira real, com todos seus problemas e entraves, o que me fez repensar as imagens que
tinha feito acerca da educação quando ainda estava somente na faculdade. Dessa forma,
isso gerou mudanças importantes na minha perspectiva como futura educadora, assim como
também a visualização na prática de certos conteúdos que havia visto na faculdade. Por
último, foi a partir desse contato, que pude repensar a minha postura de professora,
moldando a parâmetros reais do cotidiano, e não de elucubrações feitas no período da
graduação sem fundamentos práticos.
Palavras chaves: Educação; Classe dominante; Capitalismo; Residência pedagógica; BNCC

A experiência que mais me marcou em todo o meu percurso dentro do programa de


residência pedagógica, foi o estudo e a prática da educação como ela é na realidade da vida
cotidiana, e não, como até agora tinha sido para mim, estudar algo estando fora do
processo. Assim, muitas das minhas percepções acerca da educação e do fazer-se professor
foi mudando, desde os webinários formativos que ocorreram em Janeiro, até o real contato
com os alunos do colégio de plataforma, muito da forma como eu entendia a educação no
contexto brasileiro vem se reconstruindo. Dessa forma, a escolha de relatar essa mudança
de percepção se deu fundamentalmente pelo fato de ter sido isso que mais tem me
marcado, me fazendo refletir bastante a minha postura, e até mesmo o desejo de continuar
na área da educação. Sendo assim, o objetivo desse trabalho é justamente relatar os fatos
vividos no programa da residência pedagógica que me fizeram mudar de visão sobre a
educação, tanto de maneira positiva quanto negativa.

Durante meu curso de ciências sociais, aprendendo todos aqueles conteúdos


incríveis, que constantemente me fazia questionar tudo que acreditava, todas as minhas
fundações de pensamento mais sólidas, onde sempre um novo aprendizado acerca da minha
realidade ocorria, foi crescendo em mim uma vontade muito grande que todas as pessoas
que eu conheço e as demais que eu pudesse tocar, também tivessem acesso a tudo isso que
eu estava aprendendo. Já que muito do que vi no meu curso de graduação, resolveria
diversos problemas sociais, e ajudaria muita gente se esses conteúdos fossem socializados
com todos. Contudo, conforme o curso foi avançando, eu fui observando que pela
bacharelado, e assim na área de pesquisa, todo conteúdo empoderador e de grande
capacidade de mudança social pesquisado e desenvolvido, no final virava um livro, e
arquivado em um biblioteca, sem que o resto da sociedade tivesse acesso a esses assuntos.
Sendo assim, desejei me enveredar na área da educação, já que essa seria uma via onde eu
poderia disseminar esses conteúdos, tirando-os ao âmbito restrito da universidade e
fazendo chegar ao resto da sociedade, com a vontade que assim pudesse gerar a
transformação social, de todos os jovens aos quais eu tivesse contato todos os anos sendo
professora. Por conta disso, comecei a cursar licenciatura, e me veio a oportunidade de fazer
parte do programa de residência pedagógica, onde poderia me aprofundar nos estudos da
licenciatura, ter contato com os estudantes de fato, e ganhar experiência nesse ramo.
Assim, logo no começo da experiência da residência, tivemos um webinário no dia
13/01, onde o tema foi: princípios, orientações e questões propositivas para programas de
formação de professores onde se falava da BNCC, e o que para mim foi o primeiro grande
choque com relação a educação Brasileira. Nesse Webinário a professora Elizabeth trouxe
que a implementação da BNCC, documento que pasteuriza os currículos de todos os lugares
de Brasil, não mais de acordo com as demandas locais e contextos específicos, documento
feito por empresas privadas que têm um interesse muito claro por trás dessa
implementação, resume o escola ao ensino de conteúdos prontos e fechados pautada em
uma lógica utilitarista e funcionalista de competências (centrando todo processo educativo a
aprendizagem de determinados conteúdos), e que agora estão querendo que a formação
dos professores sejam pautadas na BNCC. Ademais, as escolas públicas que implantaram a
BNCC recebem uma cota maior do estado (escolas que acabam por aceitar essa condição,
por serem constantemente sucateadas pelo governo e não ter outra escolha a não ser se
submeter a isso). Assim, como professora, teria que implementar essa BNCC
obrigatoriamente, e que já foi uma grande frustração, pois a educação que eu gostaria de
ensinar, é uma educação emancipatória, questionadora, que faz o aluno refletir, não
conteudista e limitada. Ademais, esse foi o primeiro contato que eu tive com a educação
Brasileira na posição de educadora, e começar a ver esses mecanismos atrasadores,
repudiantes que servem a elite e colaboram para manter a sociedade classes na prática foi
um grande baque. A partir daí, vários estudos foram se dando no sentido de entender mais
um pouco como funciona a educação no Brasil, como a leitura dos documentos de
implementação do novo ensino médio, dos organizadores curriculares, os cadernos que
foram feitos pelo estado para ajudar nesse ensino remoto, de várias leis e projetos de leis,
encontros formativos, leituras como o texto: “A ofensiva neoliberal e o pensamento
conervador reacionário na política educacional no Brasil”, que foram aprofundando as
questões cada vez mais de como que a educação brasileira no Brasil claramente serve a uma
classe, hegemônica aparatada pelo estado, que quer manter o status quo da sociedade e
que a educação pública é um forte instrumento de poder na mão dela para manter o seu
poder.
Outro momento onde eu percebi na prática todas essas questões elitistas da
educação brasileira, questões essas que eu estudei durante a graduação, foi quando houve o
retorno das aulas na rede pública, e eu pude ter contato com uma sala de aula pela primeira
vez. Assim, temos de sociologia 50 minutos de aula por semana (que no final acabam sendo
30 minutos, com a espera da chegada de todo mundo na sala) o que por si só se apresenta
como um desafio, já que vindo de um curso de ciências sociais e conhecendo diversos
conteúdo sociológicos enriquecedores e que de muito serviram a esses alunos em suas
vidas, ter 50 minutos de aula por semana nem de longe seria o suficiente para que eles
tenham uma noção do que é a sociologia e de como o seu estudo é fundamental para a
desnaturalização do mundo, para o desenvolvimento do pensamento questionador,
reflexivo etc. Portanto éramos obrigados a fazer uma clivagem muito grande dos conteúdos,
não conseguindo aprofundar ou mostrar outras perspectivas sobre temas, obrigadas a
ensinar um conteúdo raso (ainda mais se seguirmos somente o caderno de sociologia que o
estado disponibilizou). Além disso, se somava o fato das limitações que a educação remota
impõe, agravado ao se considerar o contexto social e material dos alunos. Dessa forma
existiam problemas de conexão (e quando chovia, vinha uma média de 5 alunos para as
aulas) e problemas de cunho familiar dos estudantes, que prejudicava a aprendizagem do
pouco que conseguíamos passar.
Toda essa situação me remete muito ao que Bourdieu trazia em seus trabalhos
(assunto que inclusive já foi tema de discussão no RP) sobre como a escola não é uma
estrutura neutra dentro do sistema capitalista. Assim, os conhecimentos transmitidos
através dela aos estudantes estão a serviço da classe dominante, realizando legitimação e
reprodução do seu status quo, garantindo a perpetuação da estratificação social. Ademais, o
autor se apropria da concepção de cultura da antropologia para continuar seus argumentos,
dessa forma:
Nenhuma cultura pode ser objetivamente definida como superior a
nenhuma outra. Os valores que orientariam cada grupo em suas atitudes e
comportamentos seriam, por definição, arbitrários, não estariam fundamentados
em nenhuma razão objetiva, universal. Apesar de arbitrários, esses valores – ou
seja, a cultura de cada grupo – seriam vividos como os únicos possíveis ou, pelo
menos, como os únicos legítimos (NOGUEIRA; NOGUEIRA, 2002)

Assim, a cultura que a escola ensina aos seus alunos, é tão arbitrária como qualquer
outra, seu valor não é baseado nenhuma verdade inquestionável, porém ela se apresenta
como se fosse, transmitindo a cultura legitimada socialmente como única possível, e essa
cultura é aquela pertencente a classe dominante. Assim, isso está relacionado a força que a
classe social dominante da sociedade possui de impor seus valores a sociedade (deixando
implícito a disputa de forças presente na sociedade), esses seriam os legítimos e validados, a
escola perpetua essa cultura, contudo se apresenta como neutra,não vinculada a nenhuma
classe e precisa ser, justamente para garantir a sua legitimidade. Assim, ao se ler a BNCC, o
documento aparentemente técnico e neutro e portanto livre de qualquer suspeita, não
deixa transparente os interesses por trás dele, mas que sim servem a classe dominante a
manter o seu poder, limitando o conhecimento ao aprendizado de conteúdos fixos,
fechados, articulados em competências funcionalistas e utilitaristas, ou seja, formando a
classe trabalhadora para ser classe trabalhadora, não dando possibilidade dela vislumbrar
outros horizontes, se mantendo assim no poder, e a escola sendo um instrumento para isso.
Além disso, o fato da BNCC ser implantada em todos os lugares do Brasil, sem levar em conta
os contextos particulares de cada um, situação de aparente igualdade e neutralidade, na
verdade está privilegiando a classe dominante:
Tratando formalmente de modo igual, em direitos e deveres, quem é
diferente, a escola privilegiaria, dissimuladamente, quem, por sua bagagem
familiar, já é privilegiado. Nessa perspectiva, Bourdieu compreende a relação de
comunicação pedagógica (o ensino) como uma relação formalmente igualitária,
que reproduz e legitima, no entanto, desigualdades anteriores. (NOGUEIRA;
NOGUEIRA, 2002)

Existem diversos outros autores e teorias que desmembrando conseguimos ver o


quanto que a educação brasileira serve a uma elite dominante, que se deseja se perpetuar
no poder e em sua posição de dominante, e instrumentaliza a educação como forma de
perpetuar a sua dominação, garantindo que o trabalhador não tenha acesso ao
conhecimento que o permita vislumbrar outras possibilidades, ou enxergar todo essa
estrutura. Ademais, não é à toa que também a sociologia, uma importante matéria que
permite a esse trabalhador o empoderamento é constantemente ameaçada pelos governos,
e que com muita luta sindicato, conseguiu se manter a essa reforma do novo ensino médio,
mesmo que muito minimamente.
O resultado dessa experiência toda do RP para mim foi a percepção na prática o que
sempre havia lido na teoria durante toda a faculdade, sobre como o sistema capitalista tem
mecanismos de manutenção da classe burguesa (hoje os grandes empresários) no poder, de
como o estado opera juntamente para satisfazer as necessidades dessa classe, ademais
como a educação é um instrumento fortíssimo para que isso se mantenha. Assim, outro
resultado decorrente desse aprendizado sobre todas essas estruturas sociais limitantes na
prática, foi a desmistificação de tudo que eu criei na faculdade sobre como eu atuaria ao sair
dali, a retirada de todo véu de expectativa ingênua e fantasiosa de heroína e salvadora que
eu tinha, pensando em assim e chegar e apresentar todas as teorias, categorias e ideias que
motivariam os alunos a questionar a sua realidade, a criar movimentos de contestação do
sistema por parte deles, a mudar a forma como enxergam a sua vida ou mesmo ensiná-los a
sempre ter um pensamento questionador a tudo que chega de informação até eles.
Ademais, estando livre para criar meu currículo e a minha forma de atuação (utilizando
diversas pedagogias alternativas que aprendi, como as oficinas) abordar um pouco de
antropologia e mostrar como que muitas coisas que acreditamos ser fundamental para a
nossa vida é só uma construção social da nossa cultura, e portanto foi dada de forma
aleatória e não precisa ser assim, já que existem outras culturas que se dão de outra forma,
entre muitas outras coisas.

Toda a situação da educação brasileira me deixa frustrada, preocupada, ainda mais


com o governo atual de Bolsonaro, cada dia que passa se percebe uma nova medida de
desmonte da educação pública, assisto ao desmanche de conquistas educacionais fruto de
muitas lutas, serem desfeitas como se não fossem nada. Assim, sinto-me desanimada, e com
uma sensação de pequeneza muito grande, são estruturas muito maiores que eu, e que
pouco posso fazer para a sua modificação, chega ao ponto de me perguntar se quero
continuar nesse caminho, sei que existem brechas (que inclusive foram mostradas em
muitos momentos do programa RP) que permite a nossa atuação significativa, e que
devemos lutar para expandi-las e conquistar cada vez mais o que foi perdido e avançar nesse
processo. Contudo, não consigo me pegar em muitos momentos sofrendo em relação a tudo
isso.
Por fim, minha experiência no projeto da residência pedagógica me fez refletir a
minha postura como futura professora, como que irei fazer para, nem que seja um pouco,
manejar a realização daquilo que eu tinha de expectativa na faculdade (que é o que de fato
eu gostaria de fazer enquanto docente), e a realidade prática da educação brasileira? Como
operalizar essas questões? Como ser um professor que ensina uma sociologia emancipatória
e transformadora tendo todos esses mecanismos que dificultam a minha prática? São
questões que ainda não tenho as respostas, mas me fazem estar atentas a forma como atuo
e atuarei dentro da sala de aula, como uma vigia constante do meu comportamento.

REFERÊNCIAS:

-NOGUEIRA, Cláudio; NOGUEIRA, Maria. A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE


BOURDIEU: LIMITES E CONTRIBUIÇÕES. Educação & Sociedade, Campinas -SP, ano 2002, v.
23, n. 1678-4626, ed. 78, p. 1-22, abr. 2002. Disponível em:
https://www.scielo.br/pdf/es/v23n78/a03v2378.pdf. Acesso em: 6 maio 2021.

- ZABEL LAGOA, Maria. A OFENSIVA NEOLIBERAL E O PENSAMENTO REACIONÁRIO-


CONSERVADOR NA POLÍTICA EDUCACIONAL BRASILEIRA. HISTEDBR on-line , Campinas -SP,
ano 2019, v. 19, n. e019006, p. 1-14, 19 mar. 2019. Disponível em:
https://www.google.com/url?
sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwij3azhibXwAhWC
pZUCHdndAPwQFjACegQIFBAD&url=https%3A%2F%2Fperiodicos.sbu.unicamp.br%2Fojs
%2Findex.php%2Fhistedbr%2Farticle%2Fdownload
%2F8653195%2F19237%2F49515&usg=AOvVaw0_O0CFmaovURvZtxeQkLSg. Acesso em: 6
maio 2021.
- MARX, Karl. Manuscritos Econômicos-Filosóficos. In: FROMM, Erich. Conceito Marxista do
Homem. 8ª edição, Rio de Janeiro, Zahar, 1983
3. Autorização de uso pela CAPES

Eu, Rebeca Silva Nunes, autorizo a utilização pela Capes do presente relato de experiência,
na qualidade de bolsista residente, sob responsabilidade do(a) Docente(a) Orientador(a)
Edilza Sotero vinculado ao Programa de Residência Pedagógica da Universidade Federal Da
Bahia (UFBA). Meu relato escrito poderá ser incluído nos bancos de dados e nas plataformas
de gestão da Capes, podendo, eventualmente, ser reproduzido, publicado ou exibido por
meio dos canais de divulgação e informação sob responsabilidade desse órgão.

Residente
(Nome e Assinatura)
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RELATO DE EXPERIÊNCIA DO RESIDENTE
Programa Residência Pedagógica
Edital 2020

1. O relato de experiência deve conter no mínimo 06 e no máximo 10 páginas, incluindo


o resumo e as referências bibliográficas.
2. As citações e a formatação do relato devem seguir as normas vigentes da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT para trabalhos acadêmicos.
3. Elementos constitutivos do relato de experiência:

3.1 Título do Relato


3.2 Resumo: breves informações sobre o objeto do relato, a metodologia utilizada, a
discussão e as conclusões da experiência. A escrita deve ser realizada de forma
contínua e dissertativa, em apenas um parágrafo, com espaçamento simples
entre as linhas.
3.3 Palavras-chave: imediatamente após o Resumo, deve-se apresentar no mínimo
três e no máximo cinco palavras-chave, separadas por ponto e vírgula.
3.4 Introdução: com objetividade e clareza, deve-se justificar a escolha da
experiência a ser relatada, os objetivos do trabalho e o referencial teórico
utilizado.
3.5 Desenvolvimento: exposição da experiência de forma ordenada e detalhada,
apresentando os seguintes elementos:
3.5.1 Contextualização: apresentar onde, quando e como ocorreu a experiência,
descrevendo o contexto e os procedimentos utilizados pelo residente;
3.5.2 Discussão: deve-se relatar a experiência, contextualizando-a com a sua
área de formação e com a teoria sobre o tema;
3.5.3 Resultados: apresentar os resultados obtidos a partir da experiência.
3.5.4 Recursos Ilustrativos (uso opcional): Podem-se usar recursos ilustrativos
como figuras, tabelas ou fotos que sejam relevantes para a compreensão
do relato.
3.6 Conclusão ou considerações finais: apresentar as considerações finais e explicitar
a relevância da experiência para a futura prática profissional do residente.
3.7 Referências: listar autores e obras mencionados no texto, em conformidade com
as normas da ABNT.
4. O Residente deverá preencher e assinar a Autorização de uso pela Capes.
5. O relato poderá ser utilizado em eventuais estudos e pesquisas ou exibido por meio
dos canais de divulgação e informação sob responsabilidade da Capes.
6. A elaboração do relato de experiência pelo residente deverá ser orientada e
acompanhada pelo Docente Orientador responsável, zelando pelos os aspectos
éticos e acadêmicos do trabalho.
7. O Relato de Experiência do Residente deverá ser postado pelo Docente Orientador,
em formato .pdf, na Plataforma Capes de Educação Básica.

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