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Capitulo 11 – Castellan

Questões
11.1 – O potencial químico possui grande importância em sistemas químicos, pois um
sistema em equilíbrio apresenta valores iguais do potencial químico em todas as suas
partes.
11.2 – Podemos interpretar o quociente diferencial como sendo a variação de  em
 , significa que a energia de


relação a variação da reação, no sentido da seta. Se
Gibbs está diminuindo conforme a reação avança, o que configura a situação em que a
 , significa que a energia de Gibbs


reação direta é favorável. Por outro lado, se
aumenta conforma a reação avança, e reação inversa é favorável. Portanto, somente
 , a reação estará em equilíbrio.


quando

11.3 –

11.4 – Utiliza-se  para qualquer posição da reação e  exclusivamente para o


equilíbrio químico.

11.5 – Se    , a quantidade relativa de produtos deve aumentar. Logo,  .




Por

outro lado, se    , a quantidade relativa de reagentes deve aumentar, e  .





11.6 –
11.7 – Da Eq.(11.58), segue que
   

  
Assim, se   , segue que um aumento de  faz com que   diminua. Ou seja,
quando  diminui,   diminui. Assim, para uma reação endotérmica, diminuir a
temperatura, faz com que a reação se desloque para o sentido contrário da seta.
Interpretações semelhantes podem ser retiradas para   . Para a Eq.(11.70), segue
que:
 
  
  

Vemos que se   , então um aumento de temperatura faz a reação se deslocar para o


sentido da seta, que é a mesma interpretação anterior.
11.8 – Admitindo que os gases se comportem como ideais, temos que:
(a) N2 + 3H2  2NH3
Aumentar a pressão, fará a reação se deslocar para o lado de menor volume (produtos).

(b) N2O4  2NO2


Aumentar a pressão, fará a reação se deslocar para o lado de menor volume (reagentes).
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11.9 – A consequência prática é que se pode calcular  a partir de dados puramente


calorimétricos.

11.10 – Quando    e    , calor passa do sistema para a vizinhança


espontaneamente.
Problemas
11.1 –
11.2 – O amoníaco a 25°C é um gás, que podemos considerar como sendo um gás ideal.
Então, temos que:
       
Logo,

          
 
        
         

        
11.3 –
A energia de Gibbs de uma mistura é dada por:

           

logo,

      
(1)

(a) Para     , temos que:


   
         
   
(b) Para    e   , segue que:
   
         
   
(c) Nesse caso, teremos no final 20 mol de B e 10 de A. Assim, temos que:
      
11.4 –
(a) Temos que, a variação da energia de Gibbs é dada pela Eq.(1). Como:

   
 
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Segue que,,

   
 

Logo,


             

 

Portanto, temos que:


   
         
   
(b) Temos que,    para esse caso, pois   . Assim, segue que:
    
(c) ----
(d) ----
(e) ----

11.5 – O número total de mols é           .


(a) Pela Eq.(1), segue que:
         
         
     

(b) Derivando a equação acima em relação a , segue que:


    
             
    
  
                   
  
(c) Utilizando    na relação anterior, temos que:
     
           
     
Logo,

 

11.6 – Um argumento físico é suficiente. Se os gases são ideais, então eles são
indistinguíveis. Não faz sentido físico se devemos ter mais gás do que outro.
Matematicamente,

                   



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Seja,       , logo        , de modo que:


                     
Logo,

                       

Da mesma forma,

         

Assim,

          

          
    

Dessas equações, vemos que    e que,   ,    e portanto   .


11.7 –
H2(g) + I2(g)  2HI(g)
(a) Temos que:
     

Suponha que a reação tenha avançado  .


H2(g) I2(g) 2HI(g)
1 1 ----------
  
  

Número final de mol:             . Portanto, temos que:


   
           
   

            

Por outro lado,

          


 

            

Pela Eq.(11.4a) do texto,


          
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Logo,
 
                    
 
     
O que se simplifica como,

  
                     
 
No equilíbrio, temos que        (Eq.(11.33) do texto). No equilíbrio,
temos que:

 
 
  

Logo,

            

Como:

        
Então,
 
   

E, podemos escrever que:

          

Agora, para calcular  e  , fazemos:

             

como,    , segue que,



                 

 
               
 
Finalmente, temos que:
 
                
 

          

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(b) Suponha que a reação avance  :


H2(g) I2(s) 2HI(g)
1 ------ ----------
 ------ 
 ------ 

Número de mols final,      . Agora, temos que:


   
          
   
Organizando a expressão acima, temos que:

                       


    
                      
Por outro lado,
 
                       
 

  
                    
  

      
          
 

   

(Nessa última passagem, foi utilizado o fato que, no equilíbrio,     ). Por
outro lado, como:

 
 

 


segue que,

           

Mas, como:

          

Logo,
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 
           


                


              

Como:

       

segue que,

  


           
de modo que,

               

                    


11.8 – Seja a reação:
H2(g) + I2(g)  2HI(g)

Podemos calcular   para essa reação:


      
Como:
          
           
Logo,
        
Ou seja,
 
         

Para calcular a fração molar de HI no equilíbrio, façamos:
H2(g) I2(g) 2HI(g)
1 1 ----------
  
  
Assim, segue que o número total de mols é 2. Logo,
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
  
   
   
             
 

Assim,

         

Veja que, nesse caso, a variação de pressão não ocasiona deslocamento do equilíbrio.
11.9
(a) Os dados da tabela AV, fornecem:

Substância      


H2 0
CO -137,15
HCOH -113
A reação é:
H2+CO → HCOH

Suponha que a reação tenha se avançado  . Assim, podemos montar a tabela:


H2(g) CO(g) HCOH(g)
1 1 ----------
  
  
Logo,

      
       
     

 
Como:
         
    
 

           

Por fim, para   , segue que:
   
   
   

e, temos que resolver essa equação para  . Utilizando uma calculadora, encontramos o
valor de  como sendo      , de modo que:

     

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Para  atm, temos que:


   
   
   
logo,      , de modo que:

     

(b) Nesse caso, a tabela se modifica:
H2(g) CO(g) HCOH(g)
1 1 1
  
  
Logo,

         
    
     
        

Logo, para    segue que:


      
   
   
Donde achamos que    (ou seja, a reação inversa é favorecida). Logo, temos
que o grau de dissociação em H2 e CO é o valor absoluto desse número. Para   ,
segue que:
  
e, novamente, temos que a resposta é o valor absoluto do número acima.
(c)
        

       

11.10 –
Seja a reação:
3O2(g)  2O3(g)
Podemos montar a tabela:

3O2 2O3
3 0
  
  
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(a) Para a reação, temos que   , de modo que:

  
         


(b) Temos que       


 
 



   
 


    

Supondo que   , segue que:

 
         

Logo,
 
     
 

(c) Utilizando o fato que     para essa reação, segue que:

         


11.11 –
2NO(g) + Cl2(g)  2NOCl(g)
Temos que:
      

       
Podemos montar a tabela:
2NO(g) Cl2(g) 2NOCl (g)
2 1 ----------
  
    
Assim,



       

 


 

        
  
 
        

Supondo que   , segue que:

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