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Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

SUMÁRIO

1 FINALIDADE ................................................................................................................................... 7

2 CAMPO DE APLICAÇÃO ............................................................................................................... 7

3 RESPONSABILIDADES ................................................................................................................. 7

4 DEFINIÇÕES ................................................................................................................................... 8

4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL............................................................. 8

4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ..................................................... 8

4.3 Aterramento....................................................................................................................... 8

4.4 Câmara de Comercialização de Energia - CEEE ........................................................... 8

4.5 Cargas Elétricas Especiais .............................................................................................. 8

4.6 Carga Instalada ................................................................................................................. 8

4.7 Consumidor....................................................................................................................... 8

4.7.1 Consumidor Especial .......................................................................................................... 9

4.7.2 Consumidor Livre................................................................................................................ 9

4.7.3 Consumidor Potencialmente Livre...................................................................................... 9

4.8 Consumidores de Média Tensão da CEMAR ................................................................. 9

4.9 Cubículos Blindados ........................................................................................................ 9

4.10 Cubículo de Medição ........................................................................................................ 9

4.11 Demanda............................................................................................................................ 9

4.12 Demanda Contratada........................................................................................................ 9

4.13 Distribuidora.................................................................................................................... 10

4.14 Edificação de Uso Individual ......................................................................................... 10

4.15 Energia Elétrica Ativa ..................................................................................................... 10

4.16 Energia Elétrica Reativa ................................................................................................. 10

4.17 Entrada de Serviço ......................................................................................................... 10

4.18 Fator de Potência............................................................................................................ 10

4.19 Grupo “A” ........................................................................................................................ 10

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4.20 Inspeção .......................................................................................................................... 10

4.21 Ligação Provisória.......................................................................................................... 10

4.22 Malha de Aterramento .................................................................................................... 11

4.23 Ponto de Entrega ............................................................................................................ 11

4.24 Ponto de Medição ........................................................................................................... 11

4.25 Poste Auxiliar .................................................................................................................. 11

4.26 Ramal de Entrada............................................................................................................ 11

4.27 Ramal de Ligação ........................................................................................................... 11

4.28 Sistema de Medição ....................................................................................................... 11

4.29 Subestação...................................................................................................................... 11

4.30 Subestação Abrigada ..................................................................................................... 12

4.31 Subestação ao Tempo.................................................................................................... 12

4.32 Tensão de Atendimento ................................................................................................. 12

4.33 Tensão de Fornecimento ............................................................................................... 12

4.34 Tensão Nominal .............................................................................................................. 12

4.35 Transformador de Corrente - TC ................................................................................... 12

4.36 Transformador de Potencial - TP .................................................................................. 12

4.37 Unidade Consumidora ................................................................................................... 12

4.38 Vistoria............................................................................................................................. 12

5 REFERÊNCIAS ............................................................................................................................. 13

6 DISPOSIÇÕES GERAIS ............................................................................................................... 13

6.1 Generalidades ................................................................................................................. 13

6.2 Limites de Fornecimento ............................................................................................... 14

6.3 Localização da Medição................................................................................................. 15

6.4 Acesso às Instalações Consumidoras ......................................................................... 15

6.5 Conservação do Padrão de Entrada ............................................................................. 15

6.6 Entrada de Serviço ......................................................................................................... 15

6.6.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 15

6.6.2 Ramal de Entrada ............................................................................................................. 16

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6.7 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações............................ 18

6.7.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste ................................................................ 18

6.7.2 Subestações Abrigadas (Cabines) ................................................................................... 19

6.7.3 Cubículos Blindados ......................................................................................................... 21

6.8 Medição............................................................................................................................ 22

6.8.1 Generalidades................................................................................................................... 22

6.8.2 Medição em Tensão Secundária ...................................................................................... 23

6.8.3 Medição em Tensão Primária........................................................................................... 23

6.9 Proteção e Manobra ....................................................................................................... 23

6.9.1 Generalidades................................................................................................................... 23

6.9.2 Proteção contra Sobrecorrentes....................................................................................... 24

6.9.3 Proteção contra Sobretensão ........................................................................................... 24

6.9.4 Proteção contra Subtensão e/ou Falta de Fase ............................................................... 25

6.9.5 Manobras .......................................................................................................................... 25

6.10 Aterramento..................................................................................................................... 26

6.11 Geração Própria .............................................................................................................. 27

6.12 Fator de Potência............................................................................................................ 28

6.13 Determinação da Demanda............................................................................................ 28

6.14 Fornecimento de Energia ao Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio ........... 28

6.15 Exigências relativas a materiais e equipamentos ....................................................... 29

6.15.1 Transformadores ........................................................................................................... 29

6.15.2 Disjuntores..................................................................................................................... 30

6.15.3 Equipamentos de Medição ............................................................................................ 30

6.15.4 Barramentos .................................................................................................................. 30

6.15.5 Banco de capacitores .................................................................................................... 31

6.15.6 Materiais ........................................................................................................................ 32

6.16 Atendimento ao Cliente.................................................................................................. 32

6.17 Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ............................................................... 33

6.18 Projeto.............................................................................................................................. 33

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6.18.1 Generalidades ............................................................................................................... 33

6.18.2 Apresentação do projeto ............................................................................................... 34

6.18.2.1 Projeto da Extensão da Rede .................................................................................. 34

6.18.2.2 Projeto da Subestação ............................................................................................. 34

6.18.3 Análise do Projeto ......................................................................................................... 36

6.18.4 Responsabilidades ........................................................................................................ 37

6.18.5 Execução do Projeto ..................................................................................................... 37

6.19 Solicitação de Fornecimento......................................................................................... 37

6.19.1 Generalidades ............................................................................................................... 37

6.19.2 Solicitação de Vistoria e Ligação................................................................................... 37

6.19.3 Solicitação de Aumento de Carga ................................................................................. 38

6.20 Solicitação de Fornecimento Provisório ...................................................................... 39

6.20.1 Generalidades ............................................................................................................... 39

6.20.2 Ligações de Canteiros de Obras ................................................................................... 39

6.20.3 Ligações de Circos, Parques de Diversões e Similares ............................................... 39

6.21 Prazos .............................................................................................................................. 40

6.21.1 Estudos, orçamentos e projetos .................................................................................... 40

6.21.2 Prazo de validade.......................................................................................................... 40

6.21.3 Opção do consumidor em executar a obra ................................................................... 40

6.21.4 Execução da obra.......................................................................................................... 40

6.22 Casos Omissos ............................................................................................................... 41

7 ANEXOS ........................................................................................................................................ 42

ANEXO I – REQUERIMENTO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA................................. 42

ANEXO II – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO......................................................... 43

ANEXO III – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ..................................... 44

ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE AUMENTO DE CARGA .................................... 45

ANEXO V – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE DEMANDA E OPÇÃO TARIFÁRIA ................... 46

ANEXO VI – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA........................... 47

8 TABELAS ...................................................................................................................................... 49

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TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE


DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV ....................................................................................................... 49

TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS........................................................... 49

TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS SECUNDÁRIOS.................................... 50

TABELA 4 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES .................. 51

TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES ABRIGADAS .. 51

TABELA 6 – APARELHO DE AR-CONDICIONADO TIPO JANELA.......................................... 51

TABELA 7 – MOTORES MONOFÁSICOS................................................................................... 52

TABELA 8 – MOTORES TRIFÁSICOS ........................................................................................ 52

TABELA 9 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA ... 53

TABELA 10 – FATORES DE DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE........................................ 54

TABELA 11 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E


ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL ............................................................................................ 65

TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE MOTORES ................................................................ 66

TABELA 13 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS................................. 66

TABELA 14 – FATORES DE DEMANDA DE CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA .... 66

TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ............................................... 66

TABELA 16 – ELETRODOS DE TERRA ..................................................................................... 67

TABELA 17 – MÉTODOS DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V ...................... 67

TABELA 18 – CARGA MÍNIMA E FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS


DE USO GERAL............................................................................................................................ 68

TABELA 19 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ....................................... 69

TABELA 20 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS................................. 70

TABELA 21 – DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS PARA MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V71

TABELA 22 – MÉTODOS DE INSTALAÇÃO .............................................................................. 72

TABELA 23 – ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS................. 75

9 DESENHOS................................................................................................................................... 78

DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO............................................................. 78

DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES............... 79

DESENHO 3 – PONTO DE ENTREGA......................................................................................... 80

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DESENHO 4 – ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS – CRUZETA “T”


OU “L” ........................................................................................................................................... 81

DESENHO 5 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM................................... 82

DESENHO 6 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO............................................................. 83

DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 84

DESENHO 8 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300


KVA................................................................................................................................................ 85

LEGENDA – DESENHO 8 ............................................................................................................ 86

DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA ...... 87

LEGENDA – DESENHO 9 ............................................................................................................ 88

DESENHO 10 – CABINE DE MEDIÇÃO ...................................................................................... 89

LEGENDA – DESENHO 10 .......................................................................................................... 90

DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA......................................... 91

LEGENDA – DESENHO 11 .......................................................................................................... 92

DESENHO 12 – CABINE COM CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 kVA ........... 93

LEGENDA – DESENHO 12-1 ....................................................................................................... 94

LEGENDA – DESENHO 12-2 ....................................................................................................... 95

DESENHO 13 – CABINE COM CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO MAIOR QUE 300 kVA96

LEGENDA – DESENHO 13 .......................................................................................................... 97

DESENHO 14 – PORTA DO CUBÍCULO E PLACA DE ADVERTÊNCIA................................... 98

DESENHO 15 – CAVALETE PARA INSTALAÇÃO DE TC´S E TP´S ........................................ 99

DESENHO 16 – CAIXA DE MEDIÇÃO – MEDIÇÃO SECUNDÁRIA E PRIMÁRIA .................. 101

DESENHO 17 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS ................................. 102

DESENHO 18 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS SECUNDÁRIOS ........................ 103

10 CONTROLE DE REVISÕES ....................................................................................................... 104

11 APROVAÇÃO.............................................................................................................................. 104

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1 FINALIDADE

Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer regras e recomendações para a elaboração
e execução de projetos de novas instalações, ou reforma e ampliação de instalações já
existentes, de unidades consumidoras de uso individual, localizadas nas zonas urbanas e rurais,
a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em tensão primária de distribuição pela
CEMAR, nas classes de tensão 15 e 36,2 kV, respeitando-se o que prescrevem as legislações
oficiais, as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR em vigor.

2 CAMPO DE APLICAÇÃO

Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico, à Gerência de Planejamento


do Sistema Elétrico, à Gerência de Operação do Sistema Elétrico e à Gerência de Manutenção
do Sistema Elétrico, pertencentes à Diretoria de Distribuição; à Gerência de Recuperação de
Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente, pertencentes à Diretoria de Relações
Comerciais, no âmbito da CEMAR.

Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção


de padrões de entrada de consumidores cujas instalações elétricas serão alimentadas em tensão
primária, nas classes de tensão 15 e 36,2 kV, na área de concessão da CEMAR.

3 RESPONSABILIDADES

Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Estabelecer as normas e padrões


técnicos para o fornecimento de energia elétrica em alta tensão. Coordenar o processo de revisão
desta norma. Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de
acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.

Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao


planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste
instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do


sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento
normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à


manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste
instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de


energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.
Participar do processo de revisão desta norma.

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Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o


cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo,
divulgando as mesmas ao cliente. Participar do processo de revisão desta norma.

Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR: Realizar


suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento
normativo.

4 DEFINIÇÕES

4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL

Autarquia criada pela Lei 9.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a
produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, de acordo com a
legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal.

4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT

Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas técnicas no
Brasil.

4.3 Aterramento

Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação, incluindo o
neutro da rede e da referida instalação.

4.4 Câmara de Comercialização de Energia - CEEE

Associação civil, regulamentada pelo Decreto nº 5.177 de 12 de agosto de 2004, integrada


pelos agentes das categorias de Geração, Distribuição e Comercialização, que viabiliza as
operações de compra e venda de energia elétrica, registrando e administrando contratos
firmados entre geradores, comercializadores, distribuidores e consumidores livres.

4.5 Cargas Elétricas Especiais

Aparelhos elétricos, cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento


normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores, máquinas de solda,
aparelhos de raios-x; etc.

4.6 Carga Instalada

Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora,
em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

4.7 Consumidor

Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que solicitar à
CEMAR o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico, assumindo as
obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s), segundo
disposto nas normas e nos contratos, sendo:

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4.7.1 Consumidor Especial

Agente da CEEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica proveniente


de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art. 26 da Lei no 9.427, de 26 de
dezembro de 1996, para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por
comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que
não satisfaçam, individualmente, os requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de
7 de julho de 1995.

4.7.2 Consumidor Livre

Agente da CCEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica no ambiente


de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam, individualmente, os
requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995.

4.7.3 Consumidor Potencialmente Livre

Pessoa jurídica cujas unidades consumidoras satisfazem, individualmente, os requisitos


dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995, porém não adquirem energia elétrica no
ambiente de contratação livre.

4.8 Consumidores de Média Tensão da CEMAR

Consumidores ligados ao sistema de energia elétrica da CEMAR atendidos com tensão de


fornecimento de 13,8 kV e 34,5 kV, e faturados pelo Grupo “A”, Subgrupos A4 e A3a.

4.9 Cubículos Blindados

São consideradas conjuntos blindados, as instalações em que os equipamentos são abrigados


em cubículos metálicos, individualizados ou não.

4.10 Cubículo de Medição

Painel destinado à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica.

4.11 Demanda

Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da
carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo
especificado, expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr), respectivamente.

4.12 Demanda Contratada

É a demanda prevista em contrato, colocada continuamente à disposição do Consumidor e que


será integralmente paga, independentemente de ser ou não utilizada durante o período de
faturamento.

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4.13 Distribuidora

Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição
de energia elétrica.

4.14 Edificação de Uso Individual

Todo e qualquer imóvel, reconhecido pelos poderes públicos, constituindo uma Unidade
Consumidora.

4.15 Energia Elétrica Ativa

Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia, expressa em quilowatts-hora
(kWh).

4.16 Energia Elétrica Reativa

Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente
alternada, sem produzir trabalho, expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh).

4.17 Entrada de Serviço

É o conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir do ponto de


conexão na rede da CEMAR até a medição. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de
entrada.

4.18 Fator de Potência

Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias
elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.

4.19 Grupo “A”

Grupamento composto de Unidades Consumidoras com fornecimento em tensão igual ou


superior a 2,3 kV, ou, ainda, atendidas em tensão inferior a 2,3 kV a partir de sistema de
distribuição e faturadas neste Grupo.

4.20 Inspeção

Fiscalização da unidade consumidora, posteriormente à ligação, com vistas a verificar sua


adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR, o funcionamento do sistema de
medição e a confirmação dos dados cadastrais;

4.21 Ligação Provisória

É aquela cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários, tais como:


festividades, circos, parques de diversões, exposições, obras ou similares, estando o
atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica.

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4.22 Malha de Aterramento

É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus, enterrados no solo.

4.23 Ponto de Entrega

Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR com as instalações elétricas da Unidade


Consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.

Nota:

1. No caso de ramais de ligação subterrâneos derivando de rede subterrânea, o ponto de


entrega está situado na caixa de inspeção construída junto ao limite de propriedade. É
representado pela conexão entre os condutores do ramal de entrada e de ligação
subterrâneos;

2. Ramais de ligação subterrâneos só se aplicam a Unidades Consumidoras situadas em


áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN (Ver
DESENHO 5 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM ).

4.24 Ponto de Medição

Local de instalação do cubículo de medição que acomoda o equipamento de medição (medidor)


e seus acessórios.

4.25 Poste Auxiliar

Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar, elevar e/ou desviar o ramal
de ligação e o ramal de entrada.

4.26 Ramal de Entrada

Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a


medição ou a proteção de suas instalações.

4.27 Ramal de Ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR


e o ponto de entrega.

4.28 Sistema de Medição

Conjunto de equipamentos, condutores, acessórios e chaves que efetivamente participam da


realização da medição de faturamento.

4.29 Subestação

Parte de uma instalação elétrica, concentrada numa área definida, constituída de um conjunto
de equipamentos (transformação, proteção, equipamentos de manobras, controle, medição e
proteção, entre outros equipamentos) necessários para receber o fornecimento em tensão 15
kV e 36,2 kV, podendo ser ao tempo ou abrigada.

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4.30 Subestação Abrigada

Subestação cujos equipamentos são instalados inteiramente abrigados das intempéries,


situados em edificações.

4.31 Subestação ao Tempo

Subestação cujos equipamentos são instalados ao ar livre, sujeitos à ação das intempéries.

4.32 Tensão de Atendimento

Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão, obtido por meio de medição,
podendo ser classificada em adequada, precária ou crítica, de acordo com a leitura efetuada,
expressa em volts(V) ou quilovolts (kV).

4.33 Tensão de Fornecimento

Tensão fixada pela CEMAR para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos
pelo poder concedente, expresso em volts(V) ou quilovolts (kV).

4.34 Tensão Nominal

Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado, expresso em volts(V) ou
quilovolts (kV).

4.35 Transformador de Corrente - TC

É um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em série em um


circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar bobinas de corrente de
instrumentos elétricos de medição, controle e proteção.

4.36 Transformador de Potencial - TP

É um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em paralelo


(derivação) em um circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar
bobinas de potencial de instrumentos elétricos de medição, controle e proteção.

4.37 Unidade Consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e


acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado
pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição
individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma
propriedade ou em propriedades contíguas.

4.38 Vistoria

Procedimento realizado pela CEMAR na unidade consumidora, previamente à ligação, coma


finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR.

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5 REFERÊNCIAS

[1] ANEEL (2010), Resolução Normativa Nº 414 - Estabelece as Condições Gerais de


Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada;

[2] NBR 5410:2004 - Instalações elétricas de baixa tensão;

[3] NBR 13570:1996 - Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos


específicos;

[4] NBR 14039:2005 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV;

[5] NBR 15688:2009 - Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus;

[6] NR 10:2004 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do


Trabalho e Emprego.

6 DISPOSIÇÕES GERAIS

6.1 Generalidades

a) Esta Norma aplica-se às instalações novas, bem como, às reformas e ampliações das
subestações já existentes, ainda que provisórias, quer sejam públicas ou particulares,
localizadas nas áreas de concessão da CEMAR;

b) O fornecimento de energia elétrica às Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras


será tratado na norma NT.GEMS.004 - FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS, especifica, na sua última versão;

c) As prescrições desta Norma, não implicam no direito do Consumidor em imputar à CEMAR


quaisquer responsabilidades com relação à qualidade de materiais ou equipamentos por
ele adquiridos, e desempenho dos mesmos, incluindo os riscos e danos de propriedade ou
segurança de terceiros, decorrentes do uso de tais equipamentos ou materiais;

d) Qualquer aumento ou redução da carga instalada em transformação deverá ser precedido


da aprovação do projeto elétrico pela CEMAR, sem o qual a Unidade Consumidora estará
sujeita às sanções legais, previstas pela lei, por operar irregularmente;

e) Não será permitido:

• Medição única para mais de um Consumidor;

• Consumidor com mais de um ponto de fornecimento de energia elétrica salvo em casos


especiais, para os quais a CEMAR procederá estudos;

• Cruzamento dos condutores do ramal de ligação ou ramal de entrada sobre áreas


construídas ou imóveis de terceiros;

• Extensão da instalação elétrica de um Consumidor além de seus limites de propriedade


ou a propriedade de terceiros, mesmo que o fornecimento seja gratuito;

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• A utilização dos secundários dos transformadores do conjunto de medição para


acionamento de dispositivos de proteção ou para outra finalidade qualquer;

• Acesso às redes de distribuição de energia elétrica da CEMAR, em qualquer situação.

f) Exigências Técnicas e Legais:

• As instalações elétricas deverão obedecer as normas técnicas brasileiras e se


enquadrarem nos padrões da CEMAR;

• A ligação de qualquer instalação nova deverá somente ser efetuada depois de


cumpridas as exigências técnicas e legais estabelecidas pela CEMAR;

• Toda ligação de Unidade Consumidora abrangida por esta norma, somente será
atendida após a apresentação do “HABITE-SE” fornecido pelo Corpo de Bombeiros,
mediante solicitação de vistoria e ligação do interessado;

• Após atendida a solicitação de ligação, e durante o período em que a Unidade


Consumidora permanecer ligada, somente os funcionários da CEMAR terão acesso aos
equipamentos de medição, sendo vetado ao Consumidor, sob qualquer pretexto a
violação dos lacres dos medidores, caixas e cubículos e modificações dos ajustes da
proteção geral;

• Constatado o rompimento ou violação de selos e/ou lacres instalados pela CEMAR, com
alterações nas características da instalação de entrada de energia originariamente
aprovadas, mesmo não provocando redução no faturamento, poderá ser cobrado o
custo administrativo adicional correspondente a 10 % (dez por cento) do valor líquido da
primeira fatura emitida após a constatação da irregularidade.

g) Orientação Técnica

Os órgãos técnicos da CEMAR estão à disposição dos interessados para prestar quaisquer
esclarecimentos de ordem técnica, julgados necessários para o fornecimento de energia
elétrica.

6.2 Limites de Fornecimento

O fornecimento de energia elétrica deve ser feito em tensão primária de distribuição, nas classes
de tensão 15 ou 36,2 kV, quando:

a) A carga instalada da Unidade Consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada


(ou estimada pelo interessado), para fornecimento, for igual ou inferior a 2500 kW;

b) A Unidade Consumidora possuir cargas ou equipamentos cujo funcionamento cause


perturbações na rede secundária.

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6.3 Localização da Medição

a) Deverá ser localizada junto ao alinhamento da propriedade particular com a via pública,
salvo recuo estabelecido por posturas governamentais;

b) Mediante acordo entre a CEMAR e o Consumidor, poderá ser aceita localização diferente
para o conjunto Proteção/Medição até o limite de 5 m.

6.4 Acesso às Instalações Consumidoras

a) Apenas o pessoal da CEMAR deve ter acesso aos equipamentos de medição que, sempre,
devem ser de propriedade da CEMAR, e incluem medidores, transformadores de corrente e
de potencial, e dispositivos complementares;

b) O Consumidor deve sempre propiciar as condições para que, sem impedimentos, atrasos
ou transtornos, e a qualquer época, o pessoal autorizado da CEMAR tenha acesso às
instalações de sua propriedade; bem como deverá fornecer, em qualquer tempo, os dados
e as informações solicitadas, referentes ao funcionamento dos equipamentos e instalações
ligados à rede elétrica da CEMAR.

6.5 Conservação do Padrão de Entrada

a) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição


da CEMAR instalados no Padrão de Entrada da edificação e responderá pelos eventuais
danos a eles causados por sua ação ou omissão;

b) O Consumidor deve assegurar o livre acesso dos funcionários da CEMAR aos


equipamentos de medição;

c) O local do Padrão de Entrada, bem como o acesso ao mesmo, devem ser mantidos limpos
e desimpedidos pelo Consumidor, no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção
das instalações pela CEMAR.

6.6 Entrada de Serviço

6.6.1 Ramal de Ligação

a) O ramal de ligação aéreo é instalado e mantido pela CEMAR;

b) Os condutores do ramal de ligação serão nus, de cobre ou de alumínio. Em áreas


poluídas os condutores deverão ser de cobre;

c) A bitola mínima deverá ser de 16mm² para condutor de cobre e 2 AWG CA/CAA para
condutor de alumínio;

d) Em condições normais, o vão livre do ramal de ligação não deverá exceder a 40 metros;

e) O ramal de ligação não deverá ser acessível de janelas, sacadas, escadas, áreas
adjacentes, etc, devendo seu condutor distar, horizontalmente, no mínimo, ao que orienta

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o DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES


para cada situação;

f) Os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de forma a permitir as


seguintes distâncias mínimas em relação ao solo (a 50 graus Celsius), medidas na
vertical, observadas as exigências dos poderes públicos, para travessias sobre:

Tensão U (kV)

Circuitos de
1 kV < Tensão U
Natureza do logradouro comunicação e Tensão U 1 kV
36,2 kV
cabos aterrados

Afastamento Mínimo (mm)

Vias exclusivas de pedestre em


3.000 4.500 5.500
áreas rurais
Vias exclusivas de pedestre em
3.000 3.500 5.500
áreas urbanas
Estadas rurais e áreas de
plantio com tráfego de 6.500 6.500 6.500
máquinas agrícolas

Ruas e avenidas 5.000 5.500 6.000

Entradas de prédios e demais


4.500 4.500 6.000
locais de uso restrito a veículos

Rodovias 7.000 7.000 7.000

Ferrovias não eletrificadas e


6.000 6.000 9.000
não eletrificáveis

Notas:

3. De acordo com a NBR 14165, em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância


mínima do condutor ao boleto dos trilhos deve ser de 12 metros para tensões até
36,2kV.

g) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação, somente por ocasião
de manutenção e quando absolutamente necessário, as emendas poderão ser feitas,
desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos.

6.6.2 Ramal de Entrada

Será sempre dimensionado e instalado pelo interessado, com condutores e acessórios de


sua propriedade.

a) Ramal de Entrada Aéreo

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Os condutores e acessórios para o ramal de entrada aéreo devem ser dimensionados de


acordo com a TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO
PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV e baseados nos cálculos de demanda.

b) Ramal de Entrada Subterrâneo;

I) O ramal de entrada subterrâneo só se aplica a Unidades Consumidoras situadas


em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -
IPHAN;

II) Os condutores do ramal de entrada subterrâneo deverão ser de cobre ou alumínio,


singelos, com tensão de isolamento de 12/20kV para 13,8kV, e 20/35kV para
34,5kV, próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos a umidade.
Deverão ter isolação de XLPE;

III) O ramal de entrada deverá ser instalado conforme as características construtivas


indicada no DESENHO 4 – ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS
MONOFÁSICAS – CRUZETA “T” OU “L”;

IV) A bitola do condutor do ramal de entrada deverá ser dimensionada em função da


corrente nominal, da corrente de curto circuito (10kA) e das características da
proteção a ser utilizada. A bitola mínima do condutor aceitável será função do tipo
de condutor empregado (Ver TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS
SECUNDÁRIOS);

V) Somente nos casos de manutenção, serão permitidas emendas nos condutores, as


quais deverão localizar-se em caixas de passagem;

VI) Deverá ser previsto um condutor de reserva, para os casos de avaria em um dos
condutores do ramal de entrada. Em todos os casos os condutores deverão estar
energizados (sob tensão);

VII) No interior de subestações abrigadas, os condutores do ramal de entrada deverão


ser fixados com suportes (Vide DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E
MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA);

VIII) Deverá ser prevista para os condutores, uma reserva instalada mínima de 2 metros
no interior das caixas de passagem situadas junto ao poste de derivação da rede e
próxima à subestação abrigada;

IX) Os condutores deverão ser protegidos ao longo de paredes, postes, etc., por meio
de eletrodutos rígidos metálicos com zincagem por imersão a quente. No poste da
derivação a altura mínima deverá ser de 5metros. Os eletrodutos deverão ter
diâmetro interno mínimo de 100mm;

Notas:

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4. Todos os condutores deveram ser instalados em um único eletroduto rígido metálico


por medidas de segurança;

5. Deverão ser atendidas as recomendações da ABNT de Taxa de Ocupação do Eletroduto


(40% da área).

X) Na aplicação dos cabos, deverá ser observado o raio de curvatura recomendado


pelo fabricante. Curvas maiores do que 45 graus, somente deverão ser realizadas
dentro de caixas de passagem com dimensões mínimas de 0,80 x 0,80 x 0,80
metros, com uma camada de brita de 0,10 metros no fundo da mesma (DESENHO
5 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM);

XI) Nos trechos subterrâneos, os condutores deverão ser:

• Instalados a uma profundidade de 0,50 metros, em dutos de Polietileno de Alta-


Densidade - PEAD corrugados;

• Identificados e protegidos para que não sejam danificados por ocasião de


escavações e passagem de carga sobre a superfície do terreno.

Nota:

6. Os dutos devem apresentar o fundo em desnível de modo a permitir o escoamento de


água para as caixas de passagem contíguas.

6.7 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações

a) As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nesta
Norma;

b) Deverão ser localizadas de forma a permitir o fácil acesso por pessoas e veículos e, em
condições normais, no alinhamento do terreno;

c) Os circuitos de comando e de iluminação das subestações abrigadas poderão ser


alimentados através dos secundários do transformador de potência instalado na
subestação abrigada (ou até a 300 metros de distância). Outra maneira seria a partir de TP
específico para esta função;

6.7.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste

a) Subestação no Solo (Conforme DESENHO 6 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO)

• Os portões de acesso das subestações deverão ser metálicos, com dobradiças e abrir
para dentro;

• Nos portões de acesso e nas cercas de proteção, deverão ser afixadas placas com a
indicação: “PERIGO DE MORTE - ALTA TENSÃO“. Em instalações com geração
própria, os portões de acesso deverão ter, também, placas com os dizeres:
“CUIDADO - GERAÇÃO PRÓPRIA”;

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• As subestações deverão possuir sistema de drenagem adequado a fim de evitar o


acúmulo de águas pluviais;

• As instalações que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante devem ser
providas de tanque de contenção, conforme DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO
DE ÓLEO. Poderão ser construídas caixas de captação de óleo individuais para cada
transformador existente na instalação, com capacidade mínima igual ao volume de
óleo do transformador a que se destina, ou ainda, uma única caixa para todos os
transformadores. Neste caso, a capacidade da caixa de captação de óleo, deverá ser
compatível com o volume de óleo do maior dos transformadores;

• Colocar uma camada mínima de 0,10metros de pedra britada nº. 2, dentro da área
demarcada pela cerca, caso o piso não seja inteiramente concretado;

• Deve ser delimitado um espaço ao redor dos transformadores, por meio de cerca com
tela de arame zincado 12 BWG e malha de 50mm ou muro de proteção. No caso de
cubículo blindado, sempre que possível, deve ser instalada cerca ou muro.

b) Subestação em Poste

A subestação obrigatoriamente deve ser provida, para efeito de medição e inspeção, de


recuo de no mínimo 1 metro e acesso a medição conforme, DESENHO 8 –
SUBESTAÇÃO TIPO POSTE CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 KVA, e
DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA.

6.7.2 Subestações Abrigadas (Cabines)

a) Os equipamentos devem ser instalados em compartimento ou edificação tipo cabine,


para qualquer potência de transformação até o limite previsto por esta Norma;

b) A cabine deve ser construída em alvenaria ou concreto armado, apresentar


características definitivas de construção e ser de materiais não inflamáveis, oferecendo
condições de bem estar e segurança aos operadores;

c) A área ocupada pela subestação não deve ser inundável e deve conter dreno para
escoamento de água e óleo nos casos exigíveis;

d) Se a atividade da Unidade Consumidora for caracterizada por grande fluxo de pessoas,


tais como lojas, cinemas, bancos, restaurantes, estádios, clubes, supermercados e
outros, a subestação deverá ser construída observando-se os aspectos de segurança
contra incêndio e explosão, sinalização e iluminação e de emergência descritos nas
NBR’s 12693, 13434, 14039, 14100;

e) As subestações deverão possuir abertura de ventilação conforme indicado nos desenhos


construtivos. O compartimento de cada transformador deverá possuir janelas para
ventilação com características conforme DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E

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MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA, DESENHO 10 – CABINE DE MEDIÇÃO e


DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA;

f) As subestações deverão possuir sistemas de iluminação natural e artificial. As janelas e


vidraças utilizadas para esta finalidade deverão ser fixas e protegidas por telas metálicas,
resistentes com malhas de, no máximo, 13 mm. As telas poderão ser dispensadas nos
casos de utilização de vidro aramado;

Nota:

7. A CEMAR exige a instalação de iluminação de emergência eficiente para o caso de falta


de energia.

g) As portas das subestações deverão ser metálicas ou inteiramente revestida de chapa


metálica, com duas folhas abrindo para fora e com dimensões mínimas de 2,10 x 0,80
metros por folha, ou de acordo com a maior medida de equipamento. Deverá possuir
cadeado ou fechadura, dotada de chave mestra, e ter afixadas placas com a indicação :
“PERIGO DE MORTE – ALTA TENSÃO “ (veja DESENHO 14 – PORTA DO CUBÍCULO
E PLACA DE ADVERTÊNCIA), bem como nas grades de proteção do interior da
subestação, não sendo permitido o uso de adesivo;

h) Em instalações com geração própria, as portas deverão ter, também, placas com os
dizeres: “CUIDADO - GERAÇÃO PRÓPRIA”;

i) Para separar as áreas de circulação das áreas com pontos energizados em Média
Tensão, devem-se colocar telas de proteção com malha máxima de 25 mm de arame de
aço zincado 12 BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 0,10
metros em relação ao piso da cabine e ter a altura mínima de 2,00 metros. As grades de
proteção das subestações deverão ser construídas conforme o DESENHO 9 – CABINE
DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA, DESENHO 10 –
CABINE DE MEDIÇÃO e DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM ENTRADA
AÉREA;

j) No cubículo de medição esta tela deverá ir até o teto, com porta de acesso também
telada nas dimensões de 2,10 x 0,80 metros. A porta de acesso ao cubículo de medição
deverá possuir cadeado ou fechadura tipo mestra e dispositiva para lacre localizado a
1,60 metros do piso da subestação e deverá abrir para fora do compartimento;

k) As subestações deverão ser providas com bacia de contenção de óleo conforme


DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. Poderão ser construídas caixas de
captação de óleo individuais para cada transformador e/ou gerador existente na
instalação, com capacidade mínima igual ao volume de óleo do transformador a que se
destina, ou ainda, uma única caixa para todos os transformadores. Neste caso, a
capacidade da caixa de captação de óleo, deverá ser compatível com o volume de óleo
do maior dos transformadores;

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l) Será obrigatória a instalação de proteção contra incêndio, constante de extintor de


incêndio – 12 kg, instalado do lado de fora da subestação, junto à porta e com proteção
contra intempéries, e ser adequado para uso em eletricidade (CO2 ou pó químico);

m) As subestações abrigadas devem ter área livre interna mínima de 3,50 x 3,00 metros e pé
direito mínimo de 3,0 metros quando a entrada for subterrânea. Quando a entrada for
aérea, a altura do encabeçamento deve ser tal que permita uma distância mínima de 6,00
metros entre os condutores no seu ponto de flecha máxima e o solo. A altura do pé direito
é mínima e o projetista deve verificar a facilidade para a operação da chave a ser instalada
(DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA
e DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA);

n) As paredes, o teto e o piso das subestações deverão ser construídos com materiais
incombustíveis;

o) As paredes internas e externas deverão ter espessuras mínimas de 100 e 200 mm


respectivamente;

p) A subestação não deverá estar situada em lugares sujeitos a inundação;

q) Deverá existir impermeabilidade total contra infiltração de água no prédio da subestação;

r) Não poderão passar pela subestação tubulações expostas de água, esgotos, gás, vapor,
etc;

s) Os equipamentos de proteção a serem utilizados pelos trabalhadores devem ser, no


mínimo, os exigidos pela NR 10.

6.7.3 Cubículos Blindados

a) Os materiais de blindagens, estruturas e bases, devem ser tratados contra corrosão;

b) Ao redor dos cubículos blindados, deve ser mantido espaço livre suficiente para facilitar a
operação, manutenção e remoção dos equipamentos;

c) O local onde tiver instalado o conjunto blindado deve ter aberturas com dimensões
suficientes para iluminação e ventilação natural adequada;

d) Quando forem utilizados equipamentos com líquidos isolantes inflamáveis, em cubículos


blindados, estes devem ser instalados em recinto isolado por paredes de alvenaria;

e) A disposição dos equipamentos deve, obrigatoriamente, obedecer aos diagramas


unifilares adotados por padrões da CEMAR (Vide DESENHO 6 – SUBESTAÇÕES AO
TEMPO NO SOLO);

f) As características técnicas exigidas para os equipamentos são as mesmas estabelecidas


para subestações abrigadas;

g) O cubículo blindado deve ser sempre instalado sobre base de concreto;

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h) Os cubículos, quando instalados em locais de manobra de veículos, devem ser protegidos


mecanicamente contra eventuais colisões;

i) A bitola mínima de chapa de aço utilizada deve ser 12 USG (2,6 mm);

j) Todas as partes metálicas do cubículo blindado, bem como suportes e carcaças dos
equipamentos, devem ser interligados e devidamente aterrados;

k) A pintura dos barramentos deve obedecer à codificação CEMAR (Vide item 6.15.4
Barramentos);

l) Todos os cubículos blindados devem possuir paredes ou telas internas de proteção


devidamente aterradas;

m) É necessária, para aprovação do conjunto blindado, a apresentação de detalhes de


montagem, cortes, especificações dos materiais e acabamento;

n) A porta de acesso ao compartimento dos equipamentos deve possuir cadeado ou


fechadura tipo mestra e dispositivo tipo lacre para os TC’s e TP’s.

6.8 Medição

6.8.1 Generalidades

a) A medição é única e individual para cada Unidade de Consumo e devem ser obedecidos
os tipos de medição estabelecidos nesta Norma;

b) A medição em mais de um ponto poderá ser viabilizada se as condições mínimas


apresentadas no DESENHO 17 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS
sejam cumpridas;

c) O tipo de medição a ser empregado, será definido em função da tarifa aplicável e das
características do atendimento;

d) Os medidores e equipamentos para medição na baixa ou média tensão são fornecidos e


instalados pela CEMAR;

e) O quadro de medição deve ser adquirido e montado pelo Consumidor;

f) Quando a medição for feita em tensão secundária, o quadro de medição deverá ser
localizado conforme DESENHO 8 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE CAPACIDADE DE
TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 KVA;

g) Quando a medição for feita em tensão primária, os TC´s, TP´s e quadro de medição
devem ser instalados conforme DESENHO 6 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO,
DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA,
DESENHO 10 – CABINE DE MEDIÇÃO, DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM
ENTRADA AÉREA, DESENHO 12 – CABINE COM CAPACIDADE DE

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TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 kVA e DESENHO 13 – CABINE COM CAPACIDADE DE


TRANSFORMAÇÃO MAIOR QUE 300 kVA;

h) Quando a medição for feita em tensão primária, os condutores do secundário dos TC’s e
TP’s devem ter comprimento de, no máximo, 15 metros;

i) As medidas básicas das caixas de medição estão representadas no DESENHO 16 –


CAIXA DE MEDIÇÃO – MEDIÇÃO SECUNDÁRIA E PRIMÁRIA.

6.8.2 Medição em Tensão Secundária

a) No caso de medição em tensão secundária, os condutores secundários deverão ficar


inacessíveis, desde os terminais do transformador até a saída da caixa dos
transformadores de corrente;

b) No caso de instalação com um único transformador com potência de até 300 kVA, e
tensão secundária 380/220V, a medição deverá ser feita na tensão secundária.

Nota:

8. Somente será permitida a medição em tensão primária para transformador com potência
de até 300kVA caso aprovado pela CEMAR.

6.8.3 Medição em Tensão Primária

a) Em instalações com potência superior a 300 kVA (um ou mais transformadores), a


medição deve ser feita em tensão primária;

b) Toda medição em tensão primária deverá ser em cabines ou cubículos;

c) Para fixação dos transformadores de instrumentos, o consumidor deverá confeccionar


suporte apropriado (cavalete), conforme DESENHO 15 – CAVALETE PARA INSTALAÇÃO
DE TC´S E TP´S;

d) O eletroduto deverá ser em aço, do tipo pesado, zincado por imersão a quente.

6.9 Proteção e Manobra

6.9.1 Generalidades

a) Todas as instalações Consumidoras deverão ter sistema de proteção primária coordenado


com a proteção do sistema da CEMAR. Tal sistema de proteção deverá ser dimensionado
e ajustado, de modo a permitir adequada seletividade entre os dispositivos de proteção da
instalação;

b) Quando aplicável, as instalações devem ser protegidas contra inversão de fase;

c) Para acionamento dos dispositivos de proteção, não será permitida a utilização dos
transformadores de medição.

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6.9.2 Proteção contra Sobrecorrentes

De acordo com a potência instalada na Unidade Consumidora, assumem-se os seguintes tipos


de proteção:

Potência Instalada
Tipo de Proteção
(kVA)

Disjuntor acionado por relés secundários com as funções 50 e 51,


ou por meio de chave seccionadora e fusível (com elo fusível de
Até 300 acordo com TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS
FUSÍVEIS), neste caso, adicionalmente, a proteção geral, na
baixa tensão, deve ser realizada através de disjuntor.

Acima de 300 Disjuntor acionado por relés secundários com as funções 50 e 51.

Nota:

9. Quando a proteção geral na média tensão for realizada por meio de chave seccionadora
e fusível, adicionalmente, a proteção geral na baixa tensão deve ser realizada através de
disjuntor.

a) O disjuntor deverá ser equipado com relés de sobrecorrente de ação indireta (fase/terra)
conforme DESENHO 18 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS SECUNDÁRIOS;

b) Não será permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral do Consumidor;

c) Nas subestações ao tempo os transformadores deverão ser protegidos no lado de alta


tensão por chaves fusíveis unipolares equipadas com elos dimensionados de acordo com
a TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS ;

d) Nas subestações abrigadas os transformadores deverão ser protegidos no lado de alta


tensão por disjuntor com relé secundário;

e) Para proteção contra sobrecorrente, em transformadores em paralelo, exige-se que se


faça proteção única, isto é, que se instale um único tipo de equipamento para proteção
geral em alta tensão;

f) Os circuitos secundários dos transformadores deverão ser protegidos por disjuntores


termomagnéticos tripolares ou chaves tripolares para abertura sob carga, com fusíveis do
tipo NH.

6.9.3 Proteção contra Sobretensão

a) Para proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões, serão utilizados pára-raios


que deverão atender às especificações e padronização da CEMAR, conforme indicado
abaixo:

• Quando a subestação for ao tempo, os pára-raios serão instalados em sua estrutura;

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• Sendo a subestação abrigada com entrada aérea, eles serão instalados na parte
externa da subestação, junto às buchas de passagem, de média tensão;

• Quando a entrada for subterrânea, deverão ser instalados pára-raios no ponto de


derivação do ramal, sendo também recomendável à instalação de pára-raios nas
muflas no interior da subestação;

• Quando após a subestação de medição ou transformação, existir linha aérea, haverá


necessidade da instalação de pára-raios nas suas extremidades.

b) Deverá ser previsto um jogo de pára-raios em todos os pontos de transição de rede aérea
para subterrânea e vice-versa (conforme DESENHO 4 – ENTRADA SUBTERRÂNEA
COM MUFLAS MONOFÁSICAS – CRUZETA “T” OU “L” e DESENHO 5 – TRAVESSIA
SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM).

6.9.4 Proteção contra Subtensão e/ou Falta de Fase

a) É aconselhável o uso de relé de mínima tensão ou falta de fase quando o dispositivo de


disparo do disjuntor geral for de acionamento retardado;

b) Motores elétricos devem ser protegidos por dispositivos de proteção contra subtensão e
falta de fase, instalados junto aos mesmos.

6.9.5 Manobras

a) Em subestações abrigadas, deverão ser utilizadas chaves seccionadoras tripolares, de


uso interno, com ou sem fusíveis, de operação manual, com ações simultâneas, dotadas
de alavanca de manobra;

b) As chaves seccionadoras que não possuam características adequadas para manobra em


carga deverão ser dotadas de dispositivos para cadeados e ser instaladas com a seguinte
indicação, colocada de maneira bem visível e próxima dos dispositivos de operação:
“ESTA CHAVE NÃO DEVE SER MANOBRADA SOB CARGA”. Para maior segurança,
poderá ser feito, a critério do projeto, intertravamento entre a chave seccionadora e o
equipamento de proteção do ramal secundário do transformador. Toda chave
seccionadora deve ter dispositivo que impeça a sua abertura ou fechamento acidental
(travamento mecânico);

c) Quando houver mais de um transformador, devem ser instaladas chaves seccionadoras


tripolares;

d) Havendo capacitores no circuito primário, deverão ser utilizadas chaves seccionadoras


tripolares em ambos os lados do disjuntor;

e) No caso de paralelismo de transformadores, as chaves seccionadoras tripolares com


fusíveis, devem ser dotadas de dispositivos de abertura simultânea por queima de fusível

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de qualquer uma das fases, e intertravadas eletricamente com os disjuntores de baixa


tensão.

6.10 Aterramento

a) A resistência de aterramento não deverá ser superior a 10 Ohms, em qualquer época do


ano, para o sistema de tensão nominal, classe 15 ou 36,2 kV;

b) O condutor de aterramento deverá ser, de cabo de cobre nú de seção mínima 25 mm² ou fio
de aço cobreado de seção mínima 33,62 mm², tanto para os equipamentos conectados
diretamente à tensão primária (transformadores, pára-raios, chaves seccionadoras e
disjuntores), como para as partes sem tensão;

c) O condutor de aterramento deverá ser contínuo, isto é, não deve ter em série nenhuma
parte metálica da instalação;

d) Deverão ser ligadas ao sistema de aterramento, todas as partes metálicas normalmente sem
tensão, das subestações ao tempo e abrigadas, cubículos, e de equipamentos, tais como
portas, janelas metálicas, suportes de equipamentos, carcaças de equipamentos e
disjuntores de alta tensão, portões, cercas de proteção, caixas de medição, eletrodutos
metálicos e outros;

e) Os secundários dos transformadores para instrumentos deverão ser ligados ao sistema de


aterramento;

f) Nas subestações ao tempo, deverão ser conectados ao condutor de aterramento dos pára-
raios, o tanque do transformador e as demais partes metálicas da estrutura;

g) Nos casos de medição em baixa tensão, o aterramento do neutro do transformador, deverá


ser feito juntamente com o aterramento das caixas da entrada de serviço. O
dimensionamento do condutor de aterramento deverá ser feito de acordo com a TABELA 3 –
DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS SECUNDÁRIOS;

h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos
também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios;

i) Os condutores de aterramento deverão ser protegidos, em sua descida ao longo das


paredes por eletrodutos de PVC rígido, nunca por dutos metálicos;

j) O condutor de aterramento deverá ser firmemente ligado ao sistema de aterramento por


meio de conectores de aperto, ou por processo de solda exotérmica (não será permitido o
uso de solda mole). As conexões dos equipamentos ao condutor de aterramento deverão
ser feitas com conectores adequados;

k) A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões

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mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

l) Nos casos em que o ramal cruzar cerca de arame, estas deverão ser seccionadas e
aterradas;

m) Poderão ser usados produtos químicos, para diminuir a resistência de aterramento, desde
que não venham causar corrosão na malha de aterramento;

n) Nos casos em que a infraestrutura de aterramento da edificação for constituída pelas


próprias armaduras embutidas no concreto das fundações (armaduras de aço das estacas,
dos blocos de fundação e vigas baldrames), pode-se considerar que as interligações
naturalmente existentes entre estes elementos são suficientes para se obter um eletrodo de
aterramento com características elétricas adequadas, sendo dispensável qualquer medida
suplementar;

Nota:

10. É considerado como eletrodo de aterramento as próprias armaduras do concreto das


fundações, caso preparadas para esse fim. Nessas condições, o eletrodo de aterramento
assim constituído apresenta uma resistência de aterramento de valor bastante baixo.
Por outro lado, a abrangência de sua zona de influência torna impossível, na prática,
utilizar outro eletrodo de aterramento eletricamente independente para qualquer sistema
da edificação. Por essa razão, a medição da resistência de aterramento não deve, no
caso, ser efetuada pelos métodos tradicionais, e sim, através da injeção de corrente no
terminal de aterramento principal.

o) Nas fundações em alvenaria, a infra-estrutura de aterramento pode ser constituída por fita,
barra ou cabo de aço galvanizado imerso no concreto das fundações, formando um anel em
todo o perímetro da edificação. A fita, barra ou cabo deve ser envolvido por uma camada de
concreto de no mínimo 5 cm de espessura, a uma profundidade de no mínimo 0,5 metros;

p) Para subestação com potência superior a 1000 kVA, deverá ser apresentada memória de
cálculo referente à malha de terra;

q) Nos casos de subestações com transformadores instalados em poste e medição secundária


o sistema de aterramento deve ser feito conforme indicado no DESENHO 8 –
SUBESTAÇÃO TIPO POSTE CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 KVA.

6.11 Geração Própria

A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR,


obedecendo às seguintes prescrições:

a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão


ao sistema de média tensão da CEMAR, devem seguir a norma NT.GEMS.015 -

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CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES


DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR, na sua última versão;

b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.GEMS.009 - CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO
SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR, específica para estes casos, em sua última versão.

Nota:

11. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão
instalados os equipamentos destinados à subestação.

6.12 Fator de Potência

O Consumidor deverá manter o fator de potência médio de suas instalações o mais próximo
possível de 1 (um). Caso seja constatado fator de potência, indutivo ou capacitivo, inferior a
0,92 (noventa e dois centésimos) será efetuado o faturamento da energia e da demanda de
potência reativa excedente de acordo com a legislação da ANEEL em vigor. Para correção do
fator de potência e melhoramento da regulação de tensão o Consumidor deverá realizar estudo
contemplando uma previsão de fontes de reativos para de suas instalações.

6.13 Determinação da Demanda

A determinação da demanda deve ser feita para o dimensionamento dos condutores,


transformadores e equipamentos da entrada de serviço da instalação Consumidora.

Para o cálculo da demanda há a necessidade do conhecimento prévio da carga instalada, do


regime de funcionamento, do fator de potência e do ramo de atividade a que se destina a
instalação. O ramo de atividade pode ser enquadrado como sendo de prestação de serviços ou
de transformação.

O cálculo da demanda deve ser próprio para cada caso e de inteira responsabilidade do
projetista

Na ausência de informações por parte do Consumidor, podem ser utilizados como orientação, os
coeficientes adotados nesta Norma. Contudo, o projetista responsável deve verificar se estes se
aplicam ao seu caso particular.

6.14 Fornecimento de Energia ao Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio

As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção Contra Incêndio”, do Corpo de Bombeiros,


estabelece as disposições seguintes:

a) As edificações com áreas de construção superior a 750 m² e/ou altura superior a 12 metros
a contar do piso mais elevado, devem ter meios de combate a incêndio através de extintores
manuais, hidrantes com utilização de bomba de recalque, ventiladores de incêndio ou de
extração de fumaça, etc;

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b) As bombas devem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão;

c) No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico, a ligação do motor deve ser
independente das demais ligações, de forma a permitir o desligamento de energia elétrica
das demais instalações da Unidade Consumidora, sem prejuízo do funcionamento do
conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça;

d) O projetista deve, preferencialmente, atender a especificação do Corpo de Bombeiros,


prevendo um atendimento independente para o sistema de combate a incêndio, partindo
diretamente do próprio transformador da unidade de consumo, ou antes, da proteção geral
da instalação;

e) A CEMAR, no entanto, pode considerar a instalação exclusiva para prevenção e combate a


incêndio, como sendo outra unidade consumidora e, como tal, deve obedecer às suas
Normas de Fornecimento.

6.15 Exigências relativas a materiais e equipamentos

Os materiais e equipamentos devem ter características de acordo com a TABELA 23 –


ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS, e com os subitens a
seguir:

6.15.1 Transformadores

a) Transformador de subestação instalada em edificação industrial

Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante da edificação


industrial, será permitido somente o emprego de transformadores com líquidos isolantes
não inflamáveis ou de transformadores a seco.

b) Transformador de subestação instalada em edificação residencial e/ou comercial

Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante da edificação


residencial e/ou comercial, será permitido somente o emprego de transformadores a seco.

c) Dimensionamento do transformador

• Para demanda calculada de até 500 kVA, efetuada conforme ANEXO VI – CÁLCULO
DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA, pode ser aplicada a TABELA 4 –
DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES, arredondando-se
a demanda calculada para a unidade imediatamente superior;

• Para demanda calculada acima de 500 kVA, a capacidade do transformador a ser


instalado deve estar próxima da demanda calculada ou ligeiramente superior,
recomendando-se não ultrapassar em 20% a demanda prevista.

d) Paralelismo de transformadores

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É admitido o paralelismo de transformadores desde que observadas as seguintes


condições:

• Os transformadores devem ter a mesma relação de transformação;

• Os transformadores devem possuir o mesmo grupo de defasamento;

• Os transformadores devem possuir impedância percentual (ou tensão de curto-


circuito), a mais próxima possível, sendo que a relação entre o maior e o menor valor
não deve exceder a 1,075;

• Os transformadores devem possuir relação entre resistência ôhmica e reatância série,


a mais próxima possível.

Se um sistema opera em uma determinada condição de carga e posteriormente é


estudada a possibilidade de uma ampliação, com o acréscimo de transformadores em
paralelo, deve ser verificado se os equipamentos, cabos, barramentos, etc., estão
dimensionados para este aumento de potência e para suportar as novas condições de
curto-circuito.

6.15.2 Disjuntores

Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante de edificação industrial
ou residencial e/ou comercial, será permitido somente o emprego de disjuntores com isolação
a vácuo ou a gás SF6.

6.15.3 Equipamentos de Medição

Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento serão fornecidos pela


CEMAR. Caberá ao Consumidor preparar o local de instalação dos mesmos, conforme
especificado nos padrões construtivos estabelecidos pela CEMAR.

6.15.4 Barramentos

a) O barramento de Média Tensão das subestações abrigadas é dimensionado conforme a


TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES
ABRIGADAS;

b) O barramento de média tensão das subestações abrigadas pode ser constituído de cobre
nú ou alumínio, nas formas de vergalhão, fio, tubo ou barra retangular, não sendo admitido
o uso de cabos;

c) Os condutores devem ser contínuos, sem emendas e ter comprimento suficiente, de modo
a permitir sua conexão aos equipamentos de medição e proteção. O condutor neutro deve
ser perfeitamente identificado, sendo que no caso de identificação pela cor, esta deve ser
azul claro;

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d) O padrão de cores adotado pela CEMAR para pintura de barramento é o mesmo


determinado pela NBR 14039:

• Fase A: vermelha;

• Fase B: branca;

• Fase C: marrom.

e) Em subestações ao tempo é admitido o emprego de barramentos, em cabos ou fios, de


cobre ou alumínio, devidamente tracionados com isoladores de disco ou pino duplos;

f) Todas as emendas, derivações e ligações de equipamentos aos barramentos, devem ser


feitas através de conectores apropriados, não sendo permitido o uso de solda;

g) Nas subestações, a interligação dos bornes secundários do transformador ao quadro de


medição, deve ser feita com cabos isolados para 1000 V, conforme a TABELA 3 –
DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS SECUNDÁRIOS. Os cabos devem ser
protegidos por eletrodutos metálicos;

h) A TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS SECUNDÁRIOS deve ser


aplicada para a demanda ou a capacidade nominal do transformador, adotando-se o maior
valor;

i) Dentro da caixa de proteção dos TC’s é obrigatório o uso de cabos isolados, para permitir
a ligação dos transformadores de corrente.

6.15.5 Banco de capacitores

a) O Consumidor deverá manter o fator de potência indutivo médio de sua instalação o mais
próximo possível da unidade (1), instalando, se for necessário, capacitores para a
correção de fator de potência;

b) Constatando-se, nas instalações um fator de potência indutivo médio, inferior ao


estabelecido pela legislação em vigor (0,92), o Consumidor estará sujeito ao pagamento
de multa;

c) Se houver banco de capacitores no circuito primário, deve ser instalada chave


seccionadora tripolar de abertura em carga para manobra do mesmo;

d) Do ponto de vista técnico a melhor solução é de instalar capacitores de baixa tensão junto
a motores e outras cargas de fator de potência baixo. Instalados neste ponto os
capacitores proporcionarão um melhor nível de tensão para as cargas e reduzirão as
perdas de energia no sistema de distribuição interno do Consumidor, melhorando o
funcionamento das cargas e reduzindo o custo de energia;

e) Quando forem escolhidos outros pontos da instalação elétrica de baixa tensão para a
instalação de capacitores, tais como centros de carga da rede de distribuição interna a

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indústria ou um ponto próximo ao transformador ou à entrada de energia (sempre após a


medição) os capacitores deverão ser protegidos por dispositivo de abertura sob carga,
adequado à interrupção de correntes capacitivas;

f) A instalação de bancos de capacitores deverá obedecer às normas brasileiras e, quando


omissas, às normas IEC, bem como às recomendações dos fabricantes.

6.15.6 Materiais

Os materiais empregados na construção destas instalações elétricas devem ser de boa


qualidade e recomendamos adquiri-los dos fornecedores homologados pela CEMAR.

6.16 Atendimento ao Cliente

a) O Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e reconhecida em


cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo (São Luís, Bacabal,
Timon, Imperatriz e Balsas) ou estabelecer contato com a Central de Atendimento
Corporativo através do telefone 0800 280 2800, para obter todos os esclarecimentos de
ordem comercial, técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao
fornecimento de energia elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para
caracterização da Unidade Consumidora, particularmente no que se refere à produção,
posição do projeto, discriminação da potência instalada e previsões de carga em caráter
preliminar;

b) Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média


tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e
reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo (São
Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) portando os documentos necessários para cada
tipo de solicitação;

c) Na fase de análise subseqüente, sob a coordenação do órgão responsável pelo


Atendimento Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os
demais órgãos envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

d) O Consumidor pode contratar a CEMAR para elaboração de uma solução completa de


engenharia para o suprimento de energia elétrica às suas instalações, incluindo os estudos,
projeto e construção, de acordo com a legislação em vigor;

e) Cabe à CEMAR disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto ao


cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais e
equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a
fiscalização da obra antes do recebimento.

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6.17 Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica

O Estudo de Viabilidade Técnica será praticado para todas as cargas maiores que 75 kW. Para
obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR
Anteprojeto, em 3 vias, contendo os seguintes elementos:

a) Requerimento preenchido conforme ANEXO I – REQUERIMENTO DO ESTUDO DE


VIABILIDADE;

b) Formulário de Dados de Curto-Circuito, fornecido pelo setor de estudos elétricos da


operação;

c) Planta da situação conforme DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO;

Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de


entrega pretendido, incluindo:

• Nome das ruas adjacentes;

• Ponto de referência significativo;

• Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar


número do mesmo).

6.18 Projeto

6.18.1 Generalidades

A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as
regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, que deve ser assinado por responsável
técnico legalmente habilitado, ou seja, devidamente registrado no Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA.

O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 - Segurança
em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10), no que segue:

a) Medidas de controle;

b) Segurança em projetos;

c) Segurança na construção, montagem, operação e manutenção;

d) Segurança em instalações elétricas desenergizadas;

e) Segurança em instalações elétricas energizadas;

f) Trabalhos envolvendo alta tensão (AT);

g) Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores;

h) Proteção contra incêndio e explosão;

i) Sinalização de segurança;

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j) Procedimentos de trabalho;

k) Situação de Emergência.

Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR todas as unidades
consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e 36,2 kV, independente se a
construção for executada ou não pela CEMAR.

6.18.2 Apresentação do projeto

6.18.2.1 Projeto da Extensão da Rede

O Consumidor deverá apresentar à CEMAR os seguintes elementos:

a) Projeto de Extensão da Rede, em 3 vias, contendo:

I) Memorial Descritivo;

II) Planta da situação (Vide DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO);

Deverá ser desenhada na escala 1.5000, identificando a localização da obra e o


ponto de entrega pretendido, incluindo:

Nome das ruas adjacentes;

Ponto de referência significativo;

Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada


(informar número do mesmo).

III) Projeto Planialtimétrico;

IV) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários


à execução do projeto);

b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente ao Projeto;

c) Termo de Autorização de Passagem, quando aplicável;

d) Licença Ambiental, quando aplicável.

6.18.2.2 Projeto da Subestação

O Consumidor deverá apresentar à CEMAR os seguintes elementos:

a) Projeto da Subestação, em 3 vias, contendo:

I) Memorial Descritivo:

• Finalidade;

• Referências;

• Cálculo de Carga Instalada e Demanda Máxima;

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• Descrição Geral:

Tipo de subestação (solo, poste, subestação abrigada, cubículo blindado);

Potência;

Tensão primária (valores máximos, intermediários e mínimos / tipo de ligação);

Tensão secundária (valores fase/fase, fase/neutro e tipo de ligação);

Entrada de serviço (aérea/subterrânea, estruturas, condutores, etc);

Alimentador do quadro geral (tipo da instalação, condutores, etc);

Aterramento (descrição do arranjo, quantidades e tipos de hastes, tipos de


conexões e condutores de terra);

Proteção (descrição dos tipos e características principais dos equipamentos


de proteção da MT e BT, bem como os estudos de proteção).

Nota:

12. Antes da elaboração do projeto, o projetista precisará consultar a CEMAR para obtenção
dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da
proteção de retaguarda do alimentador que suprirá o Consumidor para
dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção.

II) Anexos:

• Diagrama Unifilar

Deverão constar todos os equipamentos, dispositivos e materiais essenciais,


desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão, contendo os seus
valores elétricos nominais, faixas de ajuste e ponto de regulação. Caso exista
geração própria, indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de
suprimento da CEMAR, detalhando o sistema de reversão adotado.

• Diagramas Funcionais (Para instalação com disjuntor de média tensão)

• Arranjo Físico das estruturas e equipamentos:

Planta da entrada de serviço ou linhas: (tipo de estruturas e poste, condutor,


tensão, proteção, etc);

Planta de situação em escala mínima 1:100;

Plantas da subestação com cortes na escala 1:50 ou 1:25, contendo:

Posto de medição, indicando a posição do quadro de medição;

Posto de proteção e seccionamento;

Posto de transformação;

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Barramento primário e secundário principal;

Indicação da seção e do tipo de isolamento dos condutores;

Detalhe das aberturas da ventilação;

Planta detalhada da malha da terra.

• Lista de material (especificação e quantificação de todos os materiais necessários


à execução do projeto).

b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente ao Projeto;

c) Autorizações e licenças previstas:

I) Se na Unidade Consumidora houver irrigação, deve ser apresentado documento de


outorga de água;

II) Se a atividade for considerada poluente, deve ser apresentado documento do


Órgão de Recursos Ambientais;

III) Se a atividade implicar em desmatamento, deve ser apresentada autorização do


IBAMA ou órgão estadual equivalente.

d) Carta que manifeste o pedido da demanda a ser contratada junto a CEMAR e opção
tarifária (convencional, horo-sazonal verde ou horo-sazonal azul) conforme ANEXO V –
MODELO DE SOLICITAÇÃO DE DEMANDA E OPÇÃO TARIFÁRIA;

e) Apresentar Termo de Utilização de Grupo Gerador, quando aplicável.

6.18.3 Análise do Projeto

a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo proprietário, e


pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA;

b) Para sua aprovação pela CEMAR o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com
as normas e padrões da mesma, com as normas da ABNT e com as normas expedidas
pelos órgãos oficiais competentes;

c) Uma vez aprovado o projeto, a CEMAR devolverá uma das vias ao interessado,
acompanhada da Carta de liberação do Projeto;

d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado, antes da ligação, somente pode ser
feita através do responsável pelo mesmo, mediante consulta à CEMAR;

Nota:

13. Após aprovação do projeto e execução das obras, o responsável pelo empreendimento
deverá formalizar a solicitação de ligação junto à CEMAR. A partir desta data serão
contados os prazos segundo a legislação vigente.

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e) A CEMAR dará um prazo de, no máximo, 12 meses a partir da data de aprovação do


projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize a solicitação de ligação
de sua unidade consumidora, conforme item 6.19 Solicitação de Fornecimento. Expirado
este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.

6.18.4 Responsabilidades

Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente


habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu
registro no CREA.

6.18.5 Execução do Projeto

a) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente


sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR;

b) Caso a aquisição e a execução da instalação se antecipem à aceitação do projeto elétrico,


serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas decorrentes de eventual
necessidade de modificações na obra ou substituição de equipamentos;

c) Caso durante a execução da obra haja necessidade de modificações no projeto elétrico


aceito, deverão ser previamente encaminhadas à CEMAR as pranchas modificadas, em
duas vias para análise e aprovação.

6.19 Solicitação de Fornecimento

6.19.1 Generalidades

a) A ligação de uma Unidade Consumidora ao sistema da CEMAR, quando viável, processar-


se-á somente após terem sido tomadas pelo interessado, sucessivamente, todas as
providências relatadas nos itens anteriores;

b) À CEMAR se reserva ao direito de recusar-se a proceder à ligação da unidade


consumidora caso haja discordância entre a execução das instalações e o projeto outrora
aprovado;

c) Cabe à CEMAR alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser explicitada,
implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação da Unidade
Consumidora até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto aprovado.

6.19.2 Solicitação de Vistoria e Ligação

O consumidor deverá apresentar à CEMAR os seguintes itens:

a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO III – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE


VISTORIA E LIGAÇÃO;

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b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução


da Obra;

c) Informações Adicionais:

I) Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II) Nº CNPJ ou CPF;

III) Endereço completo da Unidade Consumidora e do cliente;

IV) Atividade desenvolvida pela Unidade Consumidora;

V) Local onde está o ponto de conexão entre o sistema elétrico da CEMAR e a rede de
responsabilidade do cliente;

VI) Contrato Social, se pessoa jurídica;

VII) Última alteração cadastral;

VIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);

IX) Cópia da Carta de liberação do Projeto;

X) Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se


houver);

XI) Notas fiscais de todos os materiais e equipamentos utilizados na obra.

Nota:

14. O fornecimento somente será efetuado após aprovação da solicitação de fornecimento.

6.19.3 Solicitação de Aumento de Carga

O consumidor deverá apresentar à CEMAR os seguintes itens:

a) Apresentar Solicitação de Aumento de Carga conforme ANEXO IV – MODELO DE


SOLICITAÇÃO DE AUMENTO DE CARGA;

b) Apresentar Documentos conforme o caso:

I) Caso exista modificação na subestação:

O Consumidor deve apresentar documentos conforme itens 6.17 Obtenção de Estudo


de Viabilidade Técnica e 6.18.2.2 Projeto da Subestação

II) Caso não exista modificação na subestação:

O Consumidor deve apresentar documentos conforme item 6.17 Obtenção de Estudo


de Viabilidade Técnica.

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6.20 Solicitação de Fornecimento Provisório

6.20.1 Generalidades

a) A CEMAR poderá considerar como fornecimento provisório o que se destinar ao


atendimento de eventos temporários, tais como: festividades, circos, parques de
diversões, exposições, obras ou similares, estando o atendimento condicionado à
disponibilidade de energia elétrica;

b) Correrão por conta do consumidor as despesas com instalação e retirada de rede e


ramais de caráter provisório, bem como as relativas aos respectivos serviços de ligação e
desligamento, podendo a CEMAR exigir, a título de garantia, o pagamento antecipado
desses serviços e do consumo de energia elétrica e/ou da demanda de potência prevista,
em até 3 (três) ciclos completos de faturamento;

c) Serão considerados como despesas os custos dos materiais aplicados e não


reaproveitáveis, bem como os demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação,
retirada, ligação e transporte.

6.20.2 Ligações de Canteiros de Obras

a) O projeto e documentos obrigatórios para a ligação são os mesmos dos itens 6.17
Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica e 6.18 Projeto;

b) Mesmo sendo uma ligação provisória, o Consumidor deve prever o inicio das construções
e se ater aos prazos citados no item 6.21 Prazos para a energização do canteiro;

c) A participação financeira do consumidor em obras na rede da CEMAR necessárias para


sua ligação obedecerá a legislação em vigor e a prática de atendimento de mercado da
Companhia.

6.20.3 Ligações de Circos, Parques de Diversões e Similares

a) A CEMAR pode fazer este tipo de ligação provisória em média tensão, desde que as
condições apresentadas sejam as estipuladas no item 6.2 - Limites de Fornecimento;

Nota:

15. Caso as condições não se enquadrem no disposto no item 6.2 - Limites de


Fornecimento, deve ser obedecida a norma da CEMAR específica para fornecimento de
energia elétrica em baixa tensão (NT.GEMS.001 - FORNECIMENTO DE ENERGIA
ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO), em sua última revisão, e o pagamento dos serviços
necessários na rede da CEMAR deve obedecer às normas e procedimentos comerciais
em vigor para ligações provisórias em baixa tensão.

b) Caso o interessado possua subestação móvel, deve ser apresentado para liberação da
ligação, projeto assinado por engenheiro eletricista, havendo, ainda, uma vistoria antes
da ligação;

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c) Os prazos para vistoria e ligação serão conforme item 6.21 Prazos.

6.21 Prazos

Os prazos estabelecidos pela CEMAR para cada item abaixo são regidos pela regulamentação
estabelecida pela ANEEL.

6.21.1 Estudos, orçamentos e projetos

A CEMAR terá o prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da data da solicitação de


fornecimento, de aumento de carga ou de alteração da tensão de fornecimento, para elaborar
os estudos, orçamentos, projetos e informar ao interessado, por escrito, as obras de distribuição
necessárias, prazos de início e término das obras, bem como a eventual necessidade de
participação financeira (Art. 32º da REN. Nº 414 da ANEEL).

6.21.2 Prazo de validade

• Estudo de Viabilidade Técnica: 6 meses;

• Projeto da Rede: 12 meses;

• Projeto da Subestação: 12 meses.

6.21.3 Opção do consumidor em executar a obra

Após a entrega do orçamento o interessado deverá optar, no prazo máximo de 30 dias, entre
executar a obra ou financiar a execução pela CEMAR, neste caso com base no orçamento
apresentado (Art. 33º da REN. Nº 414 da ANEEL).

6.21.4 Execução da obra

a) CEMAR

Satisfeitas, pelo interessado, as condições estabelecidas na legislação e normas


aplicáveis, a CEMAR terá o prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias para iniciar as
obras (Art. 34º da REN. Nº 414 da ANEEL).

b) TERCEIRO

Sempre que o interessado optar pela execução da obra por terceiro, a CEMAR - no prazo
máximo de 15 (quinze) dias, contados da data do exercício da opção do Cliente - deverá
disponibilizar as normas, os padrões técnicos, as especificações técnicas de materiais e
equipamentos, os requisitos de segurança e proteção, bem como orientar quanto ao
cumprimento de exigências obrigatórias e alertar que será procedida fiscalização antes do
recebimento das instalações e que eventual inconformidade entre o projeto e a obra
implicará o não recebimento das instalações e a recusa da conexão da unidade
consumidora até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto aprovado.
(Art. 37º da REN. Nº 414 da ANEEL).

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a) Vistoria

A vistoria de Unidade Consumidora será efetuada no prazo de 3 (três) dias úteis na área
urbana e 5 (cinco) dias úteis na área rural, contados da data da solicitação de
fornecimento ou do pedido de nova vistoria, ressalvados os casos de aprovação de
projeto. (Art. 30º REN. da Nº 414 da ANEEL).

b) Ligação de Unidade Consumidora

• 7 dias úteis - Grupo A, Área Urbana ou Rural.

6.22 Casos Omissos

Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR, que
tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições técnicas exigidas
pela mesma.

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7 ANEXOS

ANEXO I – REQUERIMENTO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA

À
Companhia Energética do Maranhão – CEMAR
Solicitação GERC Nº__________________
(Solicitar à CEMAR via 0800 280 2800)

_____________________________________________________ vem, pelo presente, consultar sobre o

anteprojeto anexo das Instalações Elétricas em sua propriedade, fornecendo-lhe as seguintes informações

adicionais:

1. IDENTIFICAÇÃO DO SOLICITANTE / INTERESSADO


Nome:
Endereço:

CEP: Cidade:
Fone: ( ) E-mail:

2. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETISTA
Nome:
CREA: E-mail:
Fone: ( )

3. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Nome:
Endereço:

CEP: Cidade:

Ramo de Atividade: Regime de Operação:


Potência Instalada: kVA Demanda Prevista: kW
Extensão Rede AT: km Extensão Rede MT: km
Extensão Rede BT: km Início de Operação:

4. IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO


Subestação: Alimentador:
Código da Estrutura
Anterior à Posterior à
Derivação: Derivação:

Nota: Quando a(s) unidade(s) consumidora(s) possuírem motor(es) de potência(s) superior(es) à 30cv,
forno(s) de indução ou outro(s)aparelhos elétricos, cujo fornecimento possa causar perturbação ao
suprimento normal de energia, deve ser apresentado Memorial Descritivo contendo: (1) Especificação dos
equipamentos com as respectivas cargas; (2) Tipo e regime de partida do(s) motor(es); (3) Sensibilidade à
qualidade de energia (sag, sweel, etc).

Atesto a veracidade dos dados acima apresentados.

___________________, _____ de ______________ de __________.

_______________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

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ANEXO II – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO

À
Companhia Energética do Maranhão – CEMAR
Solicitação GERC Nº__________________
(Solicitar à CEMAR via 0800 280 2800)

__________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V.Sa. a

aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas de sua propriedade, situada à

____________________________________________________________, número _________, bairro

___________________________________ no Município de _________________________ conforme

consulta feita a esta Companhia, registrada sob o nº da solicitação informado.

___________________, _____ de ______________ de __________.

_______________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim executadas de acordo com as

Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR, e estão em condições de serem ligadas

ao sistema.

IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO

Nome:

Endereço:

CREA: Fone: ( )

E-mail:

_______________________________________________________
Assinatura do Engenheiro

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ANEXO III – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO

À
Companhia Energética do Maranhão – CEMAR
Solicitação GERC Nº__________________
(Solicitar à CEMAR via 0800 280 2800)

____________________________________________________________ vem pelo presente solicitar de

V.Sa., a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas, de sua propriedade, denominada

______________________________________________________________________________ situado(a)

à _________________________________________________________________, número

_____________, bairro ______________________________________ no Município de

________________________________________ conforme projeto aceito por esta companhia, conforme nº

da solicitação informado.

___________________, _____ de ______________ de __________.

_______________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as

Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR.

IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR

Nome:

Matrícula: E-mail:

Fone: ( )

_______________________________________________________
Assinatura do Colaborador da CEMAR

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ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE AUMENTO DE CARGA

À
Companhia Energética do Maranhão – CEMAR
Solicitação GERC Nº__________________
(Solicitar à CEMAR via 0800 280 2800)

_____________________________________________________ vem, pelo presente, consultar sobre o

anteprojeto anexo das Instalações Elétricas em sua propriedade, fornecendo-lhe as seguintes informações

adicionais:

1. IDENTIFICAÇÃO DO SOLICITANTE / INTERESSADO


Nome:
Endereço:

CEP: Cidade:
Fone: ( ) E-mail:

2. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETISTA
Nome:
CREA: E-mail:
Fone: ( )

3. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Nome:
Endereço:

CEP: Cidade:

Ramo de Atividade: Regime de Operação:


Potência Atual: kVA Potência Solicitada: kVA
Demanda Provável: kW km
Data prevista para início da construção das instalações:
Data prevista para início de Operação:

___________________, _____ de ______________ de __________.

_______________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

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ANEXO V – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE DEMANDA E OPÇÃO TARIFÁRIA

À
Companhia Energética do Maranhão – CEMAR
Solicitação GERC Nº__________________
(Solicitar à CEMAR via 0800 280 2800)

A empresa __________________________________________________________________________,

vem solicitar por meio desta contratação de demanda e especificação de tarifa conforme opção abaixo:

Tarifa Demanda

( ) Convencional No valor de ____________ kW

( ) Horo-sazonal Verde No valor de ____________ kW

( ) Horo-sazonal Azul No valor de ____________ kW (p*) e ____________ kW (fp**)

Nota: *p Horário de Ponta /// **fp Horário Fora de Ponta

1. IDENTIFICAÇÃO DO SOLICITANTE / INTERESSADO


Nome:
Fone: ( ) E-mail:

2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Nome:
Endereço:

CEP: Cidade:
CNPJ: Ramo de Atividade:

Seguem em anexo os documentos: cópia da identidade e do CPF do (s) Representante(s) Legal(is) e cópia

do Contrato Social da Empresa, necessários ao andamento do processo.

___________________, _____ de ______________ de __________.

_______________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

ANEXO VI – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA

1 ROTEIRO DE CÁLCULO

1.1 Prestação de Serviços

Estão incluídas neste item as instalações destinadas ao ramo de prestação de serviço, tais como:
Hotéis, Hospitais, Poderes Públicos, etc.

A demanda estimada pode ser calculada pela fórmula abaixo:

Dt = Da + Db + Dc + Dd + De
Onde:

D = carga instalada x fator de demanda

Dt = Demanda total calculada da instalação em kVA;

Da = Demanda referente a tomadas e iluminação.

• Carga instalada de acordo com o interessado, devendo separar as cargas de tomada e


iluminação.

• Fator de demanda para tomadas e iluminação.

• Fator de potência para iluminação.

• Projeto com iluminação incandescente igual a 1.

• Projeto com iluminação a lâmpada fluorescente, neon, vapor de sódio ou mercúrio, sem
compensação do fator de potência, igual a 0,50.

• Projeto com iluminação a lâmpada fluorescente, néon, vapor de sódio ou mercúrio, com
compensação do fator de potência igual a 0,92.

• Fator de potência para tomadas igual a 1.

Db = Demanda de equipamentos de utilização específica.

• Carga instalada conforme declarada pelo interessado devendo separar por tipo de aparelho.

• Fator de demanda: conforme a TABELA 9 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS


DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA.

• Fator de potência igual a 1.

Nota:

16. No caso de edificações contendo vestiários, deve ser considerado fator de demanda de
100% para as cargas de chuveiros, torneiras, aquecedores, etc, instalados nos mesmo.
Para os aparelhos instalados internamente à edificação, considerar os fatores de
demanda da TABELA 9 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO
ESPECÍFICA.

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Dc = Demanda referente a condicionador de ar tipo janela.

• Carga instalada: considerar a potência por aparelho, conforme a TABELA 6 – APARELHO


DE AR-CONDICIONADO TIPO JANELA.

• Fator de demanda conforme a TABELA 6 – APARELHO DE AR-CONDICIONADO TIPO


JANELA.

Dd = Demanda referente a motores elétricos e máquinas de solda.

• Carga instalada: Potência de placa do fabricante (cv ou hp) e conversão para kW ou kVA,
conforme a TABELA 7 – MOTORES MONOFÁSICOS e

• TABELA 8 – MOTORES TRIFÁSICOS.

• Fator de demanda conforme a TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE MOTORES.

De = demanda referente a equipamentos especiais.

• Carga instalada: potência de placa do fabricante.

• Fator de demanda conforme a TABELA 13 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS


ESPECIAIS.

• Fator de potência considerar igual a 0,5.

1.2 Indústrias

Neste item estão incluídas as indústrias de transformação, tais como Metalurgia, Mecânica, Têxtil, e
outras.

A demanda estimada é dada pela fórmula abaixo:

P = CIxFD
Onde:

P = Demanda estimada em kW;

CI = Somatória da carga instalada em kW;

FD = Fator de demanda.

A TABELA 10 – FATORES DE DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE relaciona os fatores de


demanda típicos para diversos tipos de atividade. No entanto, os responsáveis pelo projeto elétrico
devem adotar o valor do FD aplicável a cada caso particular, ficando esta adoção sob sua inteira
responsabilidade.

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8 TABELAS

TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE


DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 KV

Demanda Calculada Cabo de Alumínio Nú Cabo de Cobre Nú


2
(kVA) CA (AWG) (mm )
Até 900 2 25
901 a 1500 1/0 50
1501 a 1900 1/0 50
1901 a 2500 4/0 70

TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS

Transformadores Monofásicos

Potência 13,8 34,5


kV kV
(kVA) 3 3
5 0,5H 0,5H
10 1H 0,5H
15 2H 0,5H
25 3H 1H
Transformadores Trifásicos
Potência
13,8 kV 34,5 kV
(kVA)
Até 15 0,5H 0,5H
30 1H 0,5H
45 2H 0,5H
75 3H 1H
112,5 5H 2H
150 6K 2H
225 10K 5H
300 15K 6K
500 25K 12K
750 40K 15K
1.000 40K 25K
1.500 65K 30K
2.000 100K 50K
2.500 100K 65K

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TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS SECUNDÁRIOS

Transformadores Monofásicos
Condutores de cobre Condutor de Aterramento
Corrente Secundária isolamento Eletroduto
Potência em 220 V termoplástico XLPE Ø interno Aço-
(kVA) Cobre
(A) 0,6/1kV (mm) cobreado
2 (mm2)
(mm ) (AWG)

3 7 6 (6) 30 25 4

5 12 6 (6) 30 25 4

10 23 6 (6) 30 25 4

15 34 6 (6) 40 25 4

25 57 10 (10) 40 25 4

Transformadores Trifásicos

Condutores de cobre Condutor de


Corrente isolamento Eletroduto Aterramento
Potência Tensão
Secundária termoplástico XLPE Ø interno Aço-
(kVA) (V) 0,6/1kV Cobre
(A) (mm) cobreado
2
(mm ) (mm2)
(AWG)

Até 15 23 6(6) 20 25 2

30 46 10 (10) 20 25 2

45 69 16 (16) 35 25 2

75 114 25 (16) 35 25 2

112,5 380/220V 171 50 (50) 50 25 2

150 228 70 (50) 60 50 1/0

225 342 120 (95) 75 50 1/0

300 456 185 (150) 100 50 1/0

500 760 2x150 (150) 100 50 1/0

Notas:

17. A bitola indicada entre parênteses se refere ao condutor neutro;

18. Serão aceitos condutores de menores bitolas, desde que tenham melhores
características de isolamento;

19. Os condutores de aterramento deverão ser de têmpera meio dura.

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TABELA 4 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES

Demanda calculada Transformador recomendado


(kVA) (kVA)
Até 33 30
34 à 49 45
50 à 82 75
83 à 124 112,5
125 à 165 150
166 à 250 225
251 à 333 300
334 à 555 500

TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES ABRIGADAS

Seção do tubo ou barra Vergalhão


Potência Fio
2 retangular nominal
(kVA) (mm ) 2
(mm ) (pol)
Até 800 25 30 1/4”
De 801 a 1500 50 30 3/8”
De 1501 a 2000 50 40 3/8”
De 2001 a 2500 50 60 3/8”

TABELA 6 – APARELHO DE AR-CONDICIONADO TIPO JANELA

Cap
7100 8500 10000 12000 14000 18000 21000 30000
(BTU/h)
Cap
1775 2125 2500 3000 3500 4500 5250 7500
(kCal/h)
Tensão
110 220 110 220 110 220 110 220 220 220 220 220
(V)
Corrente
10 5 14 7 15 7,5 17 8,5 9,5 13 14 18
(A)
Potência
1100 1100 1550 1550 1650 1650 1900 1900 2100 2860 3080 4000
(VA)
Potência
900 900 1300 1400 1400 1400 1600 1600 1900 2600 2800 3600
(W)

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TABELA 7 – MOTORES MONOFÁSICOS

Potência Potência Absorvida da Corrente de Partida


Corrente Nominal (A) COS ϕ
Nominal Rede (A)
Médio
(CV ou HP) KW KVA 110 V 220 V 110 V 220 V
¼ 0,42 0,66 5,90 3,00 27 14 0,63
1/3 0,51 0,77 7,10 3,50 31 16 0,66
½ 0,79 1,18 11,60 5,40 47 24 0,67
¾ 0,90 1,34 12,2 6,1 63 33 0,67
1 1,14 1,56 14,2 7,1 68 35 0,73
1½ 1,67 2,35 21,4 10,7 96 48 0,71
2 2,17 2,97 27,0 13,5 132 68 0,73
3 3,22 4,07 37,0 18,5 220 110 0,79
5 5,11 6,16 - 28,0 - 145 0,83
7½ 7,07 8,84 - 40,2 - 210 0,80
10 9,31 11,64 - 52,9 - 260 0,80
12 ½ 11,58 14,94 - 67,9 - 330 0,78
15 13,72 16,94 - 77,0 - 408 0,81

Notas:

20. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não se
dispuser das mesmas nas placas dos motores.

TABELA 8 – MOTORES TRIFÁSICOS

Potência Potência Absorvida da Corrente a Plena Corrente de Partida


Nominal Rede Carga (A) (A) COSϕϕ
Médio
(CV ou HP) kW KVA 380 V 220 V 380 V 220 V
1/3 0,39 0,65 0,98 1,7 4,1 7,1 0,61
½ 0,58 0,87 1,3 2,3 5,8 9,9 0,66
¾ 0,83 1,26 1,9 3,3 9,4 16,3 0,66
1 1,05 1,52 2,3 4,0 11,9 20,7 0,69
1½ 1,54 2,17 3,3 5,7 19,1 33,1 0,71
2 1,95 2,70 4,1 7,1 25,0 44,3 0,72
3 2,95 4,04 6,1 10,6 38,0 65,9 0,73
4 3,72 5,03 7,6 13,2 43,0 74,4 0,74
5 4,51 6,02 9,1 15,8 57,1 98,9 0,75
7 1/2 6,57 8,65 12,7 22,7 90,7 157,1 0,76
10 8,89 11,54 17,5 30,3 116,1 201,1 0,77

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Potência Potência Absorvida da Corrente a Plena Corrente de Partida


Nominal Rede Carga (A) (A) COSϕϕ
Médio
(CV ou HP) kW KVA 380 V 220 V 380 V 220 V
12 1/2 10,85 14,09 21,3 37,0 156,0 270,5 0,77
15 12,82 16,65 25,2 43,7 196,6 340,6 0,77
20 17,01 22,10 33,5 58,0 243,7 422,1 0,77
25 20,92 25,83 39,1 67,8 275,7 477,6 0,81
30 25,03 30,52 46,2 80,1 326,7 566,0 0,82
40 33,38 39,74 60,2 104,3 414,0 717,3 0,84
50 40,93 48,73 73,8 127,9 528,5 915,5 0,84
60 49,42 58,15 88,1 152,6 632,6 1095,7 0,85
75 61,44 72,28 109,5 189,7 743,6 1288,0 0,85
100 81,23 95,56 144,8 250,8 934,7 1619,0 0,85
125 100,67 117,05 177,3 307,2 1162,7 2014,0 0,86
150 120,09 141,29 214,0 370,8 1455,9 2521,7 0,85
200 161,65 190,18 288,1 499,1 1996,4 3458,0 0,85

Notas:

21. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes;

22. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não
dispuser das mesmas placas dos motores.

TABELA 9 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA

Fator de Demanda

Número de Torneira Elétrica,


Máq. Secar roupa, Máq.
Aparelhos Chuveiro Aquecedor de
Fogão Elétrico Lavar louça, Forno
Elétrico Passagem, Ferro
Elétrico, Microondas
Elétrico
01 1,00 0,96 1,00 1,00
02 0,80 0,72 0,60 1,00
03 0,67 0,62 0,48 1,00
04 0,55 0,57 0,40 1,00
05 0,50 0,54 0,37 0,80
06 0,39 0,52 0,35 0,70
07 0,36 0,50 0,33 0,62
08 0,33 0,49 0,32 0,60
09 0,31 0,48 0,31 0,54
10 a 11 0,30 0,46 0,30 0,50

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Fator de Demanda

Número de Torneira Elétrica,


Máq. Secar roupa, Máq.
Aparelhos Chuveiro Aquecedor de
Fogão Elétrico Lavar louça, Forno
Elétrico Passagem, Ferro
Elétrico, Microondas
Elétrico
12 a 15 0,29 0,44 0,28 0,46
16 a 20 0,28 0,42 0,26 0,40
21 a 25 0,27 0,40 0,26 0,38
26 a 35 0,26 0,38 0,25 0,32
36 a 40 0,26 0,36 0,25 0,26
41 a 45 0,25 0,35 0,24 0,25
46 a 55 0,25 0,34 0,24 0,25
56 a 65 0,24 0,33 0,24 0,25
65 a 75 0,24 0,32 0,24 0,25
76 a 80 0,24 0,31 0,23 0,25
81 a 90 0,23 0,31 0,23 0,25
91 a 100 0,23 0,30 0,23 0,25
101 a 120 0,22 0,30 0,23 0,25
121 a 150 0,22 0,29 0,23 0,25
151 a 200 0,21 0,28 0,23 0,25
201 a 250 0,21 0,27 0,23 0,25
251 a 350 0,20 0,26 0,23 0,25
351 a 450 0,20 0,25 0,23 0,25
451 a 800 0,20 0,24 0,23 0,25
801 a 1000 0,20 0,23 0,23 0,25

TABELA 10 – FATORES DE DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE

FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES
01.01 Cultivo de cereais 0,59 0,21
01.02 Cultivo de cana-de-açúcar 0,48 0,34
01.03 Cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas 0,56 0,3
01.04 Cultivo de frutas cítricas 0,53 0,28
01.05 Cultivo de outras frutas 0,62 0,27
01.06 Criação de bovinos 0,46 0,37
01.07 Criação de suínos 0,6 0,19

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
01.08 Criação de aves 0,62 0,38
01.09 Criação de outros animais 0,55 0,4
01.10 Produção mista: lavoura e pecuária 0,58 0,16
01.11 Atividades de serviços relacionados com a agricultura 0,49 0,42
01.12 Exploração florestal 0,93 0,34
PESCA, AGRICULTURA E ATIVIDADES DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES
02.01 Pesca 0,55 0,65
INDÚSTRIAS EXTRATIVAS
03.01 Extração de petróleo e gás natural 0,53 0,64
03.02 Extração de pedra areia e argila 0,59 0,28
03.03 Extração e refino de sal marinho e sal-gema 0,33 0,17
INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO
Abate e preparação de produtos de carne e de pescado
04.01 Abate de reses e preparação de produtos de carne 0,52 0,46
04.02 Abate de aves e outros pequenos animais 0,73 0,44
Preparação de carne, banha e produtos de salsicharia não associados
04.03 0,96 0,59
ao abate
Preparação e preservação do pescado e fabricação de conservas de
04.04 0,67 0,57
peixes, crustáceos e moluscos
Processamento, preservação e produção de conservas de frutas, legumes e outros vegetais
05.01 Processamento, preservação e produção de conservas de frutas 0,61 0,46
05.02 Produção de sucos de frutas e de legumes 0,84 0,32
Produção de óleos e gorduras
06.01 Produção de óleos vegetais em bruto 0,53 0,3
Preparação de margarinas e outras gorduras vegetais e de óleos de
06.02 0,25 0,17
origem animal não comestíveis
Laticínios
07.01 Preparação do leite 0,64 0,43
07.02 Fabricação de produtos de laticínios 0,5 0,44
07.03 Fabricação de sorvetes 0,8 0,38
Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de rações balanceadas para animais
08.01 Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz 0,6 0,35
08.02 Moagem de trigo e fabricação de derivados 0,58 0,52
08.03 Fabricação de fubá e farinha de milho 0,58 0,45
08.04 Fabricação de rações balanceadas para animais 0,64 0,35
Beneficiamento, moagem e preparação de outros alimentos de origem
08.05 0,39 0,24
vegetal

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
08.06 Usina de açúcar 0,24 0,29
Fabricação de outros produtos alimentícios
09.01 Fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria 0,64 0,45
09.02 Fabricação de biscoito e bolachas 0,62 0,51
Fabricação de massas alimentícias e elaboração de chocolates, balas,
09.03 0,6 0,45
gomas de mascar
09.04 Preparação de especiarias e molhos 0,88 0,5
Preparação de produtos dietéticos, alimentos para crianças e outros
09.05 0,37 0,2
alimentos conservados
09.06 Fabricação de outros produtos alimentícios 0,55 0,51
Fabricação de bebidas
10.01 Aguardentes e outras bebidas destiladas 0,44 0,26
10.02 Fabricação de vinho 0,52 0,2
10.03 Fabricação de malte, cervejas e chopes 0,5 0,49
10.04 Engarrafamento de gaseificados de águas minerais 0,89 0,37
10.05 Fabricação de refrigerantes e refrescos 0,56 0,39
Fabricação e beneficiamento de fibras têxteis
11.01 Beneficiamento de algodão 0,51 0,39
11.02 Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais 0,57 0,53
11.03 Fiação de algodão 0,67 0,73
11.04 Fabricação de linhas e fios para cozer e bordar 0,75 0,35
11.05 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais 0,12 0,28
Fabricação de artefatos têxteis incluindo tecelagem
Fabricação de artigos de tecidos de uso doméstico incluindo
12.01 0,35 0,36
tecelagem
12.02 Fabricação de outros artefatos têxteis incluindo tecelagem 0,85 0,51
12.03 Serviços de acabamento em fios, tecidos e artigos têxteis 0,53 0,61
Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos – exclusive vestuário
13.01 Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos 0,6 0,34
13.02 Fabricação de tecidos especiais inclusive artefatos 0,92 0,32
13.03 Fabricação de tecidos de malha 0,42 0,42
CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
14.01 Confecção de artigos do vestuário 0,73 0,3
14.02 Confecção de peças interiores do vestuário 0,5 0,3
14.03 Confecção de outras peças do vestuário 0,67 0,31
14.04 Confecção de roupas profissionais 0,32 0,24
Fabricação de acessórios do vestuário e de segurança profissional

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
15.01 Fabricação de acessórios do vestuário 0,91 0,27
15.02 Fabricação de acessórios para segurança 0,41 0,2
PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO
16.01 Curtimento e outras preparações de couro 0,52 0,33
Fabricação de malas, bolsas, valises e outros artefatos para viagem de
16.02 0,91 0,25
qualquer material
16.03 Fabricação de outros artefatos de couro 0,94 0,45
Fabricação de calçados
17.01 Fabricação de calçados de couro 0,69 0,29
17.02 Fabricação de calçados de plástico 0,66 0,45
17.03 Fabricação de calçados de outros materiais 0,54 0,3
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA
18.01 Desdobramento de madeira 0,57 0,28
Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado
18.02 0,42 0,22
exclusive móveis
18.03 Fabricação de esquadrias de madeira 0,42 0,12
18.04 Fabricação de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira 0,51 0,24
18.05 Fabricação de artefatos diversos de madeira 0,31 0,14
FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL
19.01 Fabricação de papelão liso, cartolina e cartão 0,7 0,45
19.02 Fabricação de embalagens de papel 0,47 0,36
Fabricação de embalagens de papelão inclusive a fabricação de
19.03 0,27 0,26
papelão corrugado
19.04 Fabricação de artefatos de papel 0,8 0,59
EDIÇÃO E IMPRESSÃO
20.01 Edição: edição e impressão de jornais 0,7 0,43
20.02 Edição: edição e impressão de livros 0,85 0,36
20.03 Edição: edição e impressão de outros serviços gráficos 0,91 0,28
20.04 Execução de impressão de outros serviços gráficos 0,4 0,37
20.05 Reprodução de discos e fitas 0,69 0,62
REFINO DE PETRÓLEO, FABRICAÇÃO DE COQUE
21.01 Refino de petróleo 0,67 0,32
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
22.01 Fabricação de outros produtos inorgânicos gases industriais 0,8 0,68
22.02 Fabricação de resinas termoplásticas 0,75 0,78
Fabricação de produtos farmacêuticos
23.01 Fabricação de produtos farmacêuticos 0,46 0,55

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
23.02 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 0,62 0,48
Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza
24.01 Fabricação de sabões, sabonetes e detergentes sintéticos 0,45 0,26
24.02 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 0,63 0,21
24.03 Fabricação de artigos de perfumaria e cosméticos 0,45 0,36
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
25.01 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 0,68 0,23
25.02 Fabricação de tintas de impressão 0,38 0,17
Fabricação de outros produtos químicos
Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou não
26.01 0,5 0,32
classificados
FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO
27.01 Fabricação de pneumáticos e de câmara 0,54 0,25
27.02 Fabricação de artefatos diversos de borracha 0,69 0,33
27.03 Fabricação de produtos de plástico 0,51 0,21
27.04 Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos 0,75 0,32
27.05 Fabricação de embalagem de plástico 0,56 0,44
27.06 Fabricação de artefatos diversos de plástico 0,61 0,33
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS
28.01 Fabricação de artigos de vidro 0,97 0,36
28.02 Fabricação de cimento 0,9 0,56
28.03 Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso 0,36 0,24
28.04 Fabricação de produtos cerâmicos 0,67 0,2
Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso estrutural
28.05 0,76 0,27
na construção civil
Britamento, aparelhamento e outros trabalhos em pedras não
28.06 0,56 0,3
associados a extração
28.07 Fabricação de cal virgem, hidratada e gesso 0,73 0,54
28.08 Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos 0,68 0,47
28.09 Produção de laminados planos de aço 0,94 0,44
28.10 Metalurgia do alumínio e suas ligas 0,4 0,25
28.11 Fabricação de pecas fundidas de metais não ferrosos e suas ligas 0,35 0,15
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL – EXCLUSIVE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
29.01 Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada 0,19 0,31
Fabricação de estruturas metálicas para edifícios, pontes, torres de
29.02 0,51 0,25
transmissão
29.03 Fabricação de esquadrias de metal 0,44 0,14

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para
29.04 0,76 0,41
aquecimento central
29.05 Produção de forjados de aço 0,68 0,26
29.06 Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas 0,84 0,4
29.07 Fabricação de artefatos estampados de metal 0,3 0,28
29.08 Metalurgia do pó 0,78 0,23
Têmpera cimentação e tratamento térmico do aço, serviço de
29.09 0,9 0,23
usinagem, galvanotécnica e solda
29.10 Fabricação de artigos de serralheira -exclusive esquadrias 0,45 0,19
29.11 Fabricação de embalagens metálicas 0,96 0,79
29.12 Fabricação de artefatos de trefilados 0,6 0,49
Fabricação de artigos de funilaria e de artigos de metal para uso
29.13 0,38 0,22
doméstico e pessoal
29.14 Fabricação de outros produtos elaborados de metal 0,13 0,17
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Fabricação de motores estacionários de combustão interna, turbinas e
30.01 outras máquinas motrizes não elétricas, exclusive para aviões e 0,76 0,18
veículos rodoviários
30.02 Fabricação de bombas e carneiros hidráulicos 0,27 0,13
30.03 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral 0,64 0,26
Fabricação de maquinas e equipamentos para agricultura, avicultura e
30.04 0,36 0,2
obtenção de produtos animais
Fabricação de maquinas e equipamentos vestuário e do couro e
30.05 0,77 0,2
calçados
30.06 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil 0,68 0,27
30.07 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos 0,92 0,24
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
31.01 Fabricação de transformadores, indutores, conversores e semelhantes 0,56 0,38
31.02 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos 0,24 0,11
31.03 fabricação de outros aparelhos ou equipamentos elétricos 0,8 0,22
FABRICAÇÃO DE MATERIAL ELETRÔNICO BÁSICO
Fabricação de equipamentos transmissores de rádio e televisão e de
32.02 0,27 0,22
equipamentos de estação telefônica
FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES,
INSTRUMENTOS DE PRECISÃO E ÓTICOS
33.01 Fabricação de aparelhos e instrumentos para uso médico-hospitalar 0,21 0,27
Fabricação de aparelhos instrumentos e materiais óticos, fotográficos e
33.02 0,78 0,27
cinematográficos
FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS

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Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
34.01 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 0,76 0,27
34.02 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhão 0,62 0,24
34.03 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos 0,14 0,22
Fabricação de pecas e acessórios de metal para veículos automotores
34.04 0,77 0,46
não classificados em outra classe
Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos
34.05 0,63 0,37
automotores
FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE
35.01 Construção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes 0,87 0,37
35.02 Fabricação de bicicletas e triciclos não motorizados 0,33 0,2
FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS
36.01 Fabricação de móveis com predominância de madeira 0,53 0,22
36.02 Fabricação de móveis com predominância de metal 0,61 0,43
36.03 Fabricação de móveis outros materiais 0,49 0,23
36.04 Fabricação de colchões 0,24 0,23
36.05 Fabricação de aviamentos para costura 0,41 0,39
36.06 Fabricação de produtos diversos 0,79 0,23
36.07 Reciclagem de sucatas não metálicas 0,57 0,22
ELETRICIDADE, GÁS E ÁGUA QUENTE
37.01 Produção e distribuição de energia elétrica 0,68 0,57
37.02 Captação tratamento e distribuição de água 0,71 0,58
CONSTRUÇÃO
38.01 Demolição e preparação do terreno 0,71 0,34
38.02 Perfuração e execução de fundações para construção civil 0,42 0,33
38.03 Construção de edifícios e obras de engenharia civil 0,2 0,38
38.04 Edificações, inclusive ampliações e reformas 0,52 0,26
38.05 Obras viárias, inclusive manutenção 0,74 0,39
38.06 Grandes estruturas e obras de arte 0,79 0,31
38.07 Obras de outros tipos 0,45 0,11
38.08 Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica 0,54 0,38
38.09 Construção de estações e redes de telefonia e comunicação 0,41 0,34
COMÉRCIO, REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
39.01 Comércio e reparação de veículos automotores 0,28 0,31
39.02 Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores 0,73 0,29
39.03 Comércio a varejo e por atacado de peças e acessórios p/ veículos 0,47 0,3
39.04 Comércio a varejo de combustíveis 0,65 0,49
39.05 Intermediário do comércio de matérias primas agrícolas, animais vivos, 0,67 0,47

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
matérias primas têxteis e produtos semi-acabados
39.06 Intermediários ferragens 0,87 0,28
39.07 Comércio atacadista agropecuário 0,51 0,28
39.08 Comércio atacadista de leite e produtos de leite 0,46 0,53
39.09 Comércio atacadista defeculares 0,58 0,3
39.10 Comércio atacadista de carnes e produtos de carne 0,54 0,44
39.11 Comércio atacadista de pescados 0,59 0,51
39.12 Comércio atacadista de outros produtos alimentícios 0,62 0,31
39.13 Comércio atacadista de fios têxteis, tecidos, artefatos de tecidos 0,8 0,29
39.14 Comércio atacadista de artigos do vestuário e complementos 0,7 0,3
39.15 Comércio atacadista de calçados 0,33 0,28
Comércio atacadista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos
39.16 0,35 0,39
e odontológicos
Comércio atacadista de artigos de escritórios e de papelaria, papel,
39.17 0,63 0,37
papelão, livros, jornais e outras publicações
39.18 Comércio atacadista de outros artigos de uso pessoal e doméstico 0,66 0,27
39.19 Comércio atacadista de combustíveis 0,46 0,42
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos de uso
39.20 0,86 0,26
agropecuário
Comércio atacadista de mercadorias em geral não compreendidas nos
39.21 0,42 0,43
grupos anteriores
39.22 Comércio atacadista de mercadorias em geral (Não especializado) 0,69 0,36
COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
Comércio Varejista Não Especializado
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
40.01 Produtos alimentícios, com área de venda superior a 5000 m2 - 0,67 0,58
Hipermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
40.02 Produtos alimentícios, com área de venda entre 300 e 5000 m2 - 0,57 0,6
Supermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
40.03 Produtos alimentícios, com área de venda inferior a 300 m2 - Exclusive 0,61 0,63
lojas de conveniências
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de
40.04 0,76 0,56
Produtos alimentícios, industrializados – Lojas de conveniências
Comércio varejista não especializado, sem predominância de Produtos
40.05 0,25 0,39
alimentícios
Comércio Varejista de produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo em lojas Especializadas
Comércio varejista de produtos de padaria, de laticínio, frios e
41.01 0,7 0,44
conservas
41.02 Comércio varejista de doces, balas bombons, confeitos e semelhantes 0,5 0,44

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
41.03 Comércio varejista de carnes -açougues 0,56 0,64
41.04 Comércio varejista de bebidas 0,52 0,31
41.05 Comércio varejista de outros produtos alimentícios 0,79 0,57
41.06 Comércio varejista de artigos do vestuário e complementos 0,6 0,31
41.07 Comércio varejista de calçados, artigos de couro e viagem 0,82 0,32
Comércio Varejista de outros produtos em lojas Especializadas
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, médicos, ortopédicos,
42.01 0,2 0,47
de perfumaria e cosméticos
Comércio varejista de máquinas e aparelhos de uso domésticopessoal,
42.02 0,46 0,32
discos e instrumentos musicais
Comércio varejista de moveis, artigos de iluminação e outros para
42.03 0,89 0,33
residência
Comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório,
42.04 0,86 0,4
informática e comunicação
42.05 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 0,61 0,27
42.06 Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente 0,7 0,45
Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos
43.01 Reparação e manutenção de máquinas e aparelhos eletrodomésticos 0,74 0,43
43.02 Reparação de outros objetos pessoais e domésticos 0,65 0,39
ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO
44.01 Estabelecimentos hoteleiros, com restaurante 0,7 0,39
44.02 Estabelecimentos hoteleiros, sem restaurante 0,66 0,32
44.03 Outros tipos de alojamento 0,6 0,29
44.04 Restaurantes e estabelecimentos de bebidas, com serviço completo 0,64 0,4
44.05 Lanchonetes e similares 0,76 0,37
44.06 Outros serviços de alimentação 0,67 0,43
TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E COMUNICAÇÃO
45.01 Transporte ferroviário interurbano 0,92 0,4
45.02 Transporte rodoviário de passageiros, regular urbano 0,7 0,48
45.03 Transporte rodoviário de cargas, em geral 0,53 0,38
45.04 Transporte rodoviário de mudanças 0,65 0,21
45.05 Transporte por navegação interior de carga 0,86 0,68
45.06 Transporte aéreo regular 0,11 0,18
45.07 Carga e descarga 0,63 0,37
45.08 Armazenamento e depósito de cargas 0,28 0,52
45.09 Atividades de agências de viagens e organizadores de viagem 0,66 0,31
45.10 Atividades relacionadas a organização do transporte de cargas 0,31 0,19

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
CORREIO E TELECOMUNICAÇÕES
46.01 Atividades de correio nacional 0,7 0,37
46.02 Telecomunicações 0,62 0,63
INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA, EXCLUSIVE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA
47.01 Bancos comerciais 0,69 0,33
47.02 Bancos múltiplos (com carteira comercial) 0,36 0,32
47.03 Arrendamento mercantil 0,61 0,28
47.04 Seguros de vida 0,89 0,26
47.05 Previdência privada fechada 0,88 0,45
47.06 Planos de saúde 0,71 0,3
Atividades de intermediários em transações de titulo e valores
47.07 0,76 0,28
mobiliários
47.08 Outras atividades auxiliares da intermediação financeira 0,33 0,5
ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS
48.01 Incorporação de imóveis por conta própria 0,74 0,21
48.02 Administração de imóveis por conta terceiros 0,59 0,4
48.03 Condomínios prediais 0,45 0,39
48.04 Alugues de objetos pessoais e domésticos 0,97 0,37
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
49.01 Pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais 0,53 0,31
SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE AS EMPRESAS
50.01 Atividades jurídicas 0,62 0,22
50.02 Gestão de participações societárias 0,75 0,23
50.03 Sedes de empresas e unidades administrativas locais 0,64 0,34
50.04 Atividades de acessoria em gestão empresarial 0,2 0,26
Serviço de arquitetura e engenharia e de assessoramento técnico
50.05 0,84 0,35
especializado
50.06 Publicidade 0,79 0,44
50.07 Atividades de investigação, vigilância e segurança 0,24 0,4
50.08 Atividades de limpeza em prédios e domicílios 0,39 0,34
50.09 Atividades fotográficas 0,74 0,26
50.10 Outras atividades de serviços prestados principalmente as empresas 0,32 0,43
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA SEGURIDADE SOCIAL
51.01 Administração pública, defesa, seguridade social 0,31 0,39
51.02 Administração do estado e da política 0,69 0,31
51.03 Regulamentação das atividades sociais e culturais 0,73 0,31
51.04 Atividades de apoio a administração pública 0,37 0,2

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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR DE FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE
DEMANDA CARGA
51.05 Segurança e ordem publica 0,12 0,31
51.06 Seguridade social 0,64 0,33
EDUCAÇÃO
52.01 Educação pré-escolar 0,64 0,24
52.02 Educação fundamental 0,5 0,25
52.03 Educação média de formação geral 0,72 0,24
52.04 Educação média de formação técnica e profissional 0,39 0,22
52.05 Educação superior 0,52 0,25
52.06 Educação supletiva 0,61 0,27
SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS
53.01 Atividades de atendimento hospitalar 0,58 0,36
53.02 Atividades de serviços de complementação diagnóstica ou terapêutica 0,54 0,4
53.03 Outras atividades relacionadas com a saúde 0,62 0,31
53.04 Serviços sociais com alojamento 0,76 0,35
53.05 Serviços sociais sem alojamento 0,61 0,29
LIMPEZA URBANA E ESGOTO E ATIVIDADES CONEXAS
54.01 Limpeza urbana e esgoto 0,3 0,31
ATIVIDADES ASSOCIATIVAS
55.01 Atividades de organizações empresariais, patronais 0,78 0,29
55.02 Atividades de organizações profissionais 0,49 0,24
55.03 Atividades de organizações religiosas 0,57 0,35
55.04 Atividades de organizações políticas 0,91 0,15
55.05 Outras atividades associativas 0,54 0,28
ATIVIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS E DESPORTIVAS
56.01 Projeção de filmes e de vídeo 0,91 0,36
56.02 Atividades de rádio 0,64 0,61
56.03 Atividades de televisão 0,77 0,51
56.04 Outras atividades de espetáculos 0,44 0,15
Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais e
56.05 0,42 0,28
reservas ecológicas
56.06 Atividades desportivas 0,53 0,3
56.07 Outras atividades relacionadas ao lazer 0,36 0,44
SERVIÇOS PESSOAIS
57.01 Lavanderias e tinturarias 0,64 0,4
57.02 Outras atividades de serviços pessoais 0,64 0,25

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TABELA 11 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E


ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL

FATOR DE DEMANDA
NÚMERO DE
APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE
POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3,5kW
3,5kW
1 0,80 0,80
2 0,75 0,65
3 0,70 0,55
4 0,66 0,50
5 0,62 0,45
6 0,59 0,43
7 0,56 0,40
8 0,53 0,36
9 0,51 0,35
10 0,49 0,34
11 0,47 0,32
12 0,45 0,32
13 0,43 0,32
14 0,41 0,32
15 0,40 0,32
16 0,39 0,28
17 0,38 0,28
18 0,37 0,28
19 0,36 0,28
20 0,35 0,28
21 0,34 0,26
22 0,33 0,26
23 0,31 0,26
24 0,30 0,26
25 0,30 0,26
26 0,30 0,24
27 0,30 0,22
28 0,30 0,20
29 0,30 0,18
30 0,30 0,16

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE MOTORES

MOTORES FD
Maior motor 100%
Restantes 50%

TABELA 13 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS

EQUIPAMENTOS ESPECIAIS FD
Maior Aparelho 1,00
Restantes 0,60

TABELA 14 – FATORES DE DEMANDA DE CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA

NÚMERO DE APARELHOS FD NÚMERO DE APARELHOS FD


01 1,00 14 0,68

02 0,88 15 0,67

03 0,82 16 0,67

04 0,78 17 0,66

05 0,76 18 0,66

06 0,74 19 0,66

07 0,72 20 0,66

08 0,71 21 0,66

09 0,70 22 0,66

10 0,70 23 a 30 0,65

11 0,69 31 a 50 0,64

12 0,68
51 ou mais 0,62
13 0,68

TABELA 15 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES

NÚMERO DE ELEVADORES POR BLOCO FD


1 80

2 70

3 65

4 60

5 50

Acima de 5 45

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TABELA 16 – ELETRODOS DE TERRA

MATERIAL
TIPO DIMENSÕES MÍNIMAS POSIÇÃO PROFUNDIDADE
(Nota 26)
2
Cobre ou ferro 2 mm x 0,25 m 0,60 m
Chapa vertical
2
Aço 3 mm x 1 m 0,60 m
Tubo Ferro ou aço 25 mm (interno) x 3m vertical 0,10 m (Nota 24)

Perfilado cantoneiras
Ferro ou aço vertical 0,10m (Nota 24)
(Nota 23) 38 mm x 5 mm x 3 m
Copperweld 13 mm x 2,40 m vertical 0,10m (Nota 24)
Haste seção circular
Ferro ou aço 16 mm x 3 m vertical 0,10m (Nota 24)
Cobre 25 mm x 2 mm x 10 m horizontal 0,60m (Nota 25)
Fita
Ferro ou aço 40 mm x 2 mm x 25 m horizontal 0,60m (Nota 25)
2
Cobre 50 mm horizontal 0,60m (Nota 25)
Cabo
Ferro ou aço 13 mm horizontal 0,60m (Nota 25)

Notas:

23. Outros perfis de seção equivalente podem ser usados;

24. Valor referente à extremidade superior, o enterramento deve ser total e feito por
percussão;

25. Suscetível de variação de acordo com as condições do terreno;

26. Todo material de ferro ou de aço deve ser zincado.

TABELA 17 – MÉTODOS DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V

TIPO DO MOTOR POTÊNCIA DO MOTOR MÉTODO DE PARTIDA


Inferior a 5 cv Direta
De rotor em curto-circuito
De 5 cv a 20 cv Chave estrela-triângulo (Nota 27)
e síncrono
Superior a 20 cv Compensador de partida (Nota 28)
De rotor bobinado Qualquer potência Reostato (Nota 29)

Notas:

27. Em substituição á chave estrela-triângulo, permitem-se chaves de reatância, desde que


reduzam a tensão de partida, pelo menos a 65%;

28. A tensão de partida deve ser reduzida, no mínimo a 65%;

29. Deve existir bloqueio que impeça a partida do motor com as escovas levantadas.

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TABELA 18 – CARGA MÍNIMA E FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE


USO GERAL

CARGA MÍNIMA
DESCRIÇÃO 2 FD
(w/m )
Auditórios salões para exposição e
10 1,00
Semelhantes

Bancos, lojas e Semelhantes 30 1,00

Barbearias, salões de beleza e Semelhantes 30 1,00

Clubes e Semelhantes 20 1,00

1,00 para os primeiros 12 kW


Escolas e Semelhantes 30
0,50 para o que exceder a 12 kW
1,00 para os primeiros 20 kW
Escritórios (Edifícios de) 30
0,70 para o que exceder a 20 kW

Garagens Comerciais e Semelhantes 05 1,00

0,40 para os primeiros 50 kW


Hospitais e Semelhantes 20
0,20 para o que exceder a 50 kW
0,50 para os primeiros 20 kW
Hotéis e Semelhantes 20
0,40 para o que exceder a 20 kW

Igrejas e Semelhantes 10 1,00

100 para os primeiros 10kW


Residências e Edifícios de Apartamentos 30 35 para os seguintes 110kW
25 para o que exceder de 120kW

Restaurantes e Semelhantes 20 1,00

Conforme declarado
Indústrias 1,00
p/interessado

Notas:

30. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para a instalação de
iluminação e tomadas, utilizando lâmpadas incandescentes. No caso de outro tipo de
lâmpada, consultar os catálogos dos fabricantes;

31. No caso de lojas, deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine, medida
horizontalmente ao longo de sua base;

32. Os fatores de demanda indicados valem para qualquer tipo de lâmpada de iluminação
interna;

33. Quando a Unidade Consumidora possuir cozinha, deve ser considerado exclusivamente
para ela fator de demanda igual a 1,00, para as cargas de iluminação e tomadas

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declaradas pelo interessado. Para as demais dependências da Unidade Consumidora,


considerar os valores indicados na tabela;

34. A tabela se refere a carga mínima das instalações de iluminação e tomadas de força em
função da área da Edificação, com os respectivos fatores de demanda;

35. Em qualquer dos casos constantes desta tabela, nas áreas destinadas a corredores e
passagens, bem como almoxarifados, rouparias a depósito de material em geral, deve
ser considerada a carga mínima de 5 W/m² com demanda de 100 %;

36. Os alimentadores do recinto em que, por sua natureza, toda a carga seja utilizada
simultaneamente (Sala de Operações, Salões de Baile, Recepções e Semelhantes)
deverão ser considerados com o fator de demanda de 100%.

TABELA 19 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS

POTÊNCIA POTÊNCIA
APARELHOS APARELHOS
(WATTS) (WATTS)

50 a 100 litros 1000 Enceradeira 300

Aquecedor de 150 a 200 litros 1250 Esterelizador 200


água por
250 litros 1500 Exaustor 300
acumulação
(Boiler):
300 a 350 litros 2000 Ferro de Engomar 400 a 1650

400 litros 2500 Fogão elétrico 4000 a 12000

Aquec. de água passagem: 4000 a 8000 Geladeira 150 a 400

Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Grelha 1000

Aspirador de pó 250 a 800 Lavadora de pratos 1200 a 2700

Barbeador elétrico 10 Liquidificador 100 a 250

Batedeira 70 a 300 Máquina de costura 60 a 150

Bomba d'
água 300 Máquina de lavar roupa 500 a 1000

Cafeteira 100 Máquina de escrever 150

Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Moedor de lixo 300 a 600

Circulador de ar 150 Ponto de luz e tomada 100


Condiciona 5.000 BTU/h 625 Projetor Slide 100
dor de Ar
6.000 BTU/h 760 Rádio 50

7.500 BTU/h 925 Som 120

8.500 BTU/h 1300 Relógio 5

10.000 BTU/h 1400 Secador de cabelo 500 a 1500

12.000 BTU/h 1600 Secador de roupa 2500 a 6000

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POTÊNCIA POTÊNCIA
APARELHOS APARELHOS
(WATTS) (WATTS)

14.000 BTU/h 1900 Televisor 70 a 100

18.000 BTU/h 2600 Torneira elétrica 2500 a 3200

21.000 BTU/h 2800 Torradeira 500 a 1200

30.000 BTU/h 3600 Ventilador 60 a 100

Congelador (Freezer) 350 a 500

Nota:

37. Os valores acima estabelecidos são estimados, devido às diferenças entre fabricantes,
modelos, estado de conservação, etc. Havendo disponibilidade dos dados de placa do
equipamento, recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou
demanda.

TABELA 20 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS

POTÊNCIA TENSÃ TENSÃO Nº


PARTIDA

TIPO TIPO TAPS


TIPO DE

DO DA DE DE
TIPO DE CHAVE DO DO TAPS DE
MOTOR REDE PLACA TERMI-
MOTOR ROTOR PARTIDA
(cv) (V) (V) NAIS

5 380/220 6
DIRETA

- - - 380/220 - -
7,5 380 3 ou 3

ESTRELA- 5< P 25 380/220


INDUÇÃO GAIOLA 380/220 6 ou 6 - -
TRIÂNGULO 7,5< P 25 660/380

5< P 25 9 s - 9 \\
INDIRETA MANUAL

SÉRIE- 220/380/ ou
INDUÇÃO GAIOLA 380/220 - -
PARALELO 7,5< P 25 440/760 12 s -
12 \\
CHAVE 5< P 25
220/380/ 12 s - 50,65
COMPENSADO- INDUÇÃO GAIOLA 380/220 50
7,5< P 25 440/760 12 \\ e 80
RA
RESISTÊNCIA OU
REATÂNCIA DE A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A, NO MÍNIMMO, 65% DO VALOR NOMINAL
PARTIDA

ESTRELA- 5< P 30
TRIÂNGULO 7,5< P 30
AUTOMÁTICA
INDIRETA

SÉRIE- 5< P 30
PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS
7,5< P 30
CHAVE 5< P 40
COMPENSADO-
RA 7,5< P 40

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Notas:

38. Para motores do tipo rotor bobinado, deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir
a partida do motor com as escovas levantadas;

39. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com
a tensão de placa em triângulo;

TABELA 21 – DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS PARA MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V

FUSÍVEIS
CORRENTE
POTÊNCIA PARTIDA COM CONDUTORES
APROXIMADAMETE A
(HP) PARTIDA
TENSÃO DE COBRE (mm2)
DIRETA PLENA CARGA (A)
REDUZIDA
0, 373 4 - 1,20 1,5

0,559 4 - 1,60 1,5

0,746 5 - 2,10 1,5

1,119 6 - 2,9.0 1,5

1,492 8 - 3,80 1,5

1,865 10 - 4,60 1,5

2,238 12 - 5,20 1,5

2,984 16 - 6,90 1,5

3,73 18 10 8,70 2,5

5,595 20 12 13,00 4,0

7,46 25 15 16,00 6,0

9,325 30 20 9,60 10 (6)

11,19 40 25 23,00 10 (6)

14,92 50 30 30,00 10 (6)

18,73 60 35 37,00 16 (6)

22,38 75 45 45,00 25 (10)

Notas:

40. Os fusíveis são retardados, dos tipos "D" ou "NH";

41. Os motores devem possuir proteção térmica regulada para a corrente nominal dos
mesmos;

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42. A bitola indicada para os condutores é a mínima admissível entre parênteses. O


condutor terra só é indicado quando sua bitola puder ser diferente da bitola dos
condutores fase;

43. Caso ocorra a queima dos fusíveis quando da partida do motor, os mesmos poderão ser
substituídos por outros de corrente nominal imediatamente superior;

44. Para distâncias significativas, verificar a queda de tensão.

TABELA 22 – MÉTODOS DE INSTALAÇÃO

Método de Método de Referência


Instalação Esquema Ilustrativo Descrição para a Cap. Condução
Número Corrente

Condutores Isolados ou cabos


unipolares em eletrodutos de
1 A1
seção circular embutido em
parede termicamente isolante.

Cabo multipolar em eletroduto


2 de seção circular embutido em A2
parede termicamente isolante.

Condutores isolados ou cabos


unipolares em eletroduto
3 aparente de seção circular B1
sobre parede ou espaçado da
mesma.

Cabo multipolar em eletroduto


aparente de seção circular
4 B2
sobre parede ou espaçado da
mesma.

Cabos isolados ou cabos


unipolares em eletroduto
5 B1
aparente de seção não-circular
sobre parede.

Cabo multipolar em eletroduto


6 aparente de seção não-circular B2
sobre parede.

Cabos isolados ou cabos


unipolares em eletroduto de
7 B1
seção circular embutido em
alvenaria.

Cabo multipolar em eletroduto


8 de seção circular embutido em B2
alvenaria.

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Método de Método de Referência


Instalação Esquema Ilustrativo Descrição para a Cap. Condução
Número Corrente

Cabos unipolares ou cabo


11 multipolar sobre parede ou C
afastado da mesma.

Cabos unipolares ou cabo


12 multipolar em bandeja não- C
perfurada ou prateleira.

Cabos unipolares ou cabo


multipolar em bandeja E (multipolar)
13
perfurada, horizontal ou F (unipolar)
vertical.

Cabos unipolares ou cabo E (multipolar)


16
multipolar em leito. F (unipolar)

1,5 ⋅ De ≤ V < 5 ⋅ De
Cabos unipolares ou cabo B2
21 multipolar em espaço de
construção. 5 ⋅ De ≤ V < 50 ⋅ De
B1

1,5 ⋅ De ≤ V < 20 ⋅ De
Condutores isolados em B2
22 eletroduto de seção circular em
espaço de construção V > 20 ⋅ De
B1

Cabos unipolares ou cabo


multipolar em eletroduto de
23 B2
seção circular em espaço de
construção.

1,5 ⋅ De ≤ V < 20 ⋅ De
Cabos unipolares em
eletroduto de seção não- B2
24
circular em espaço de
construção. V > 20 ⋅ De
B1

Cabos unipolares ou cabo


multipolar em eletroduto de
25 B2
seção não-circular em espaço
de construção.

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Método de Método de Referência


Instalação Esquema Ilustrativo Descrição para a Cap. Condução
Número Corrente

1,5 ⋅ De ≤ V < 5 ⋅ De
Cabos isolados em eletroduto B2
26 de seção não-circular embutido
em alvenaria. 5 ⋅ De ≤ V < 50 ⋅ De
B1

Cabos unipolares ou cabo


multipolar em eletroduto de
27 B2
seção não-circular embutido
em alvenaria.

Condutores isolados ou cabos 1,5 ⋅ De ≤ V < 20 ⋅ De


unipolares em eletroduto de B2
41 seção circular contido em
canaleta fechada com percurso V > 20 ⋅ De
horizontal ou vertical.
B1
Condutores isolados ou cabos
unipolares em eletroduto de
42 seção circular contido em B1
canaleta ventilada encaixada
no piso ou no solo.

Cabo multipolar em eletroduto


de seção circular contido em
43 B1
canaleta ventilada encaixada
no piso ou no solo.

Cabos unipolares ou cabo


multipolar embutido
52 C
diretamente em alvenaria sem
proteção mecânica adicional.

Cabo multipolar em eletroduto


61 enterrado ou em canaleta não D
ventilada no solo.

Cabos unipolares ou cabo


multipolar em eletroduto
61A D
enterrado ou em canaleta não
ventilada no solo.

Nota:
45. Métodos de Referência
A1 - Condutores isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede
termicamente isolante;

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A2 - Cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente


isolante;
B1 - Condutores isolados em eletroduto de seção circular sobre parede;
B2 - Cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede;
C - Cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede;
D - Cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo;
E - Cabo multipolar ao ar livre;
F - Cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre;
G - Cabos unipolares espaçados ao ar livre.

TABELA 23 – ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

Zona de Corrosão
Materiais e Equipamentos para Instalações de classe
de Tensão 15 kV Baixa ou Média Alta ou Muito Alta

Chave Fusível Unipolar (uso exterior)


15 kV com isolador
Classe de Tensão 15 kV
espaçador
Corrente Nominal 300 A 300 A
Capacidade de Ruptura Simétrica 10 kA 10 kA
Tipo de Base Tipo C Tipo C
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 95 kV
Chave Seccionadora Unipolar (uso exterior)
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal 400 A 400 A
Corrente Suportável - Valor de Crista 16 kA 16 kA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 110 kV 110 kV
Chave Seccionadora Tripolar (uso interior)
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal Mínima 400 A 400 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV
Chave Seccionadora Fusível Tripolar (uso interior)
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal 100 A 100 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV
Disjuntor de Média Tensão
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal Mínima 400 A 400 A
Capacidade de Ruptura mínima 350 MVA 350 MVA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV

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Pára-Raios
Classe de Tensão 12 kV 12 kV
Capacidade Mínima de Ruptura 10 kA 10 kA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV
Condutores Nus do Ramal de Ligação Cobre ou Alumínio Cobre
TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM
Seção mínima CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE
DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV
Condutores Isolados Cobre Cobre
Isolação Mínima 12 / 20 kV 12 / 20 kV

Conforme Potência Conforme Potência


Seção (mínimo 25 mm²)
Instalada Instalada

Isoladores de Disco (cadeia) Com 2 isoladores Com 3 isoladores


Isolador de Pino
Tipo Hi-Top Pilar
Classe de tensão 25kV 24,2kV
Transformador de Distribuição
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Buchas de Média Tensão 24.2 kV 24.2 kV
Material do Tanque Aço Pintado Liga de Alumínio
Tensão Primária Nominal 13,8 kV 13,8 kV
Tensão Secundária Nominal 380/220 V 380/220 V
Tipo de Ligação Triangulo - Estrela (com Neutro acessível)
TAP´s Primários 13,8 / 13,2 / 12,6 / 12 / 11,4 kV
Zona de Corrosão
Materiais e Equipamentos para Instalações de classe
de Tensão 36,2 kV Baixa ou Média Alta ou Muito Alta

Chave Fusível Unipolar (uso exterior)


36,2 kV com isolador
Classe de Tensão 36,2 kV
espaçador
Corrente Nominal 300 A 300 A
Capacidade de Ruptura Simétrica 5 kA 5 kA
Tipo de Base Tipo C Tipo C
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV
Chave Seccionadora Unipolar (uso exterior)
Classe de Tensão 38 kV 38 kV
Corrente Nominal 200 A 200 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV
Chave Seccionadora Tripolar (uso interior)
Classe de Tensão 38 kV 38 kV

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

Corrente Nominal Mínima 200 A 200 A


Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV
Chave Seccionadora Fusível Tripolar (uso interior)
Classe de Tensão 38 kV 38 kV
Corrente Nominal 100 A 100 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV
Disjuntor de Média Tensão
Classe de Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Corrente Nominal Mínima 200 A 200 A
Capacidade de Ruptura mínima 350 MVA 350 MVA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 170 kV 170 kV
Pára-Raios
Classe de Tensão 27 kV 27 kV
Capacidade Mínima de Ruptura 5 kA 5 kA
Condutores Nus do Ramal de Ligação Cobre ou Alumínio Cobre
TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM
Seção mínima CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE
DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV
Condutores Isolados Cobre Cobre
Isolação Mínima 20 / 35 kV 20 / 35 kV

Conforme Potência Conforme Potência


Seção (mínimo 25 mm²)
Instalada Instalada

Isoladores de Disco (cadeia) Com 3 isoladores Com 4 isoladores


Isolador de Pino
Tipo Multicorpo Pilar
Classe de tensão 34,5kV 35kV
Transformador de Distribuição
Classe de Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Buchas de Média Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Material do Tanque Aço Pintado Liga de Alumínio
Tensão Primária Nominal 34,5 kV 34,5 kV
Tensão Secundária Nominal 380/220 V 380/220 V
Tipo de Ligação Triangulo - Estrela (com Neutro acessível)
TAP´s Primários 36,2 / 35,3 / 34,5 / 33,0 / 31,5 kV

Nota:

46. Nas áreas poluídas localizadas em regiões consideradas de atmosfera de corrosividade


alta e muito alta – regiões situadas em até 5 km de distância da orla marítima e/ou de
áreas industriais – são aplicados materiais e equipamentos diferenciados, conforme
exposto na tabela.

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9 DESENHOS

DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO

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DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES

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DESENHO 3 – PONTO DE ENTREGA

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DESENHO 4 – ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS – CRUZETA “T” OU


“L”

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DESENHO 5 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM

Nota:

47. Aplica-se apenas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional - IPHAN.

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DESENHO 6 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO

A A
FONT E
CARGA

F ONT E
PLAN TA BAIXA

LEGENDA:

F ONT E
CARGA

CORTE - AA

DIAGRAMA U NIFILAR

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DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO

VISTA SUPERIOR

CORTE TRANSVERSAL

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DESENHO 8 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300


KVA

CORTE - AA CORTE - BB
B

A A
B

PLANTA BAIXA

Nota:

48. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.

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LEGENDA – DESENHO 8

NUMERAÇÃO MATERIAL

01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio

02 Isoladores Suspensão

03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm

04 Cruzeta de Concreto Tipo “T” 1900mm

05 Chave Fusível Distribuição 15kV ou 25kV - 100A/ -10kA/Base C

06 Cabo de Cobre Nu

07 Conector Cunha

08 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA

09 Transformador de Distribuição 15kV – Buchas de 25kV

10 Cabo de Cobre Isolado XLPE – Isolamento 0,6/1kV

11 Suporte de Transformador Tipo Cantoneira

12 Curva 4” 180º de Aço Galvanizado a fogo

13 Eletroduto 4” de Aço Galvanizado a fogo

14 Cabo de Cobre (ou Aço Cobreado) nu 25mm² - Aterramento

15 Arame de Aço Galvanizado 12BWG

Poste Concreto Armado 11m/300daN para transformadores de até 150 kVA


16
Poste Concreto Armado 11m/600daN para transformadores de 225-300 kVA

Caixa de Medição/Proteção (para instalação de dispositivos de medição e


17
proteção)

18 Armação Secundária

19 Isolador Roldana

20 Malha de Terra

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DESENHO 9 – CABINE DE PROTEÇÃO E MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA

PLANTA BAIXA

CARGA FONTE

CORTE - AA

DIAGRAMA UNIFILAR

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LEGENDA – DESENHO 9

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Eletroduto de aço Galvanizado, 4"
02 Cabo Isolado Cobre 20kV
03 Mufla Monofásica – 15 kV
Suporte Cantoneira em Aço Galvanizado 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm
04
de Comprimento
05 Suporte Afastador
06 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
07 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
08 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR)
09 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR)
10 Cavalete para Instrumentos de Medição
11 Bucha de Passagem – 15 kV
12 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
13 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo
14 Transformador de Corrente 15kV Proteção
15 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV
16 Eletroduto de Aço Galvanizado a Fogo, 1.½"
17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
18 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame
21
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm
22 Bacia de Contenção de Óleo
23 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo
24 Tapete Isolante
25 Caixa de Passagem de Cabos
26 Malha de Terra
27 Cabo de Cobre nu 25mm² - Aterramento

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 89 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 10 – CABINE DE MEDIÇÃO

CARGA

B
A

FONTE
B

PLANTA BAIXA

FONTE CARGA

CORTE - AA CORTE - BB

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 90 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

LEGENDA – DESENHO 10

NUMERAÇÃO MATERIAL

01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio

02 Isoladores Suspensão

03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm

04 Conector Cunha

05 Bucha de Passagem – 15 kV

06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA

Suporte Para Pára-Raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço


07
Galvanizado 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento

08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento

09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm

10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)

11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra

12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno

13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR)

14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR)

15 Cavalete para Instrumentos de Medição

16 Eletroduto de aço Galvanizado, 1.½"

17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores

18 Iluminação Artificial

Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação


19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas

Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado


20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça

21 Malha de Terra

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 91 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 11 – CABINE DE PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA

CARGA FONTE

PLANTA BAIXA
CARGA FONTE

DIAGRAMA UNIFILAR

CORTE - AA

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


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NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 92 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

LEGENDA – DESENHO 11

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio
02 Isoladores Suspensão
03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm
04 Conector Cunha
05 Bucha de Passagem – 15 kV
06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA
Suporte Para Pára-raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado
07
1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento
08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento
09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm
10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR)
14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR)
15 Cavalete para Instrumentos de Medição
16 Eletroduto de Aço Galvanizado, 1.½"
17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
18 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
21 Malha de Terra
22 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo
23 Transformador de Corrente 15kV Proteção
24 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV
Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame
25
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm
26 Tapete Isolante
27 Bacia de Contenção de Óleo
28 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


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NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 93 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 12 – CABINE COM CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO ATÉ 300 KVA

ENTRADA AÉREA ENTRADA SUBTERRÂNEA

FONTE

FONTE

A B

A B

PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA


FONTE

FONTE

CORTE - BB

DIAGRAMA UNIFILAR
CORTE - AA

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 94 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

LEGENDA – DESENHO 12-1

NUMERAÇÃO MATERIAL

01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio

02 Isoladores Suspensão

03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm

04 Conector Cunha

05 Bucha de Passagem – 15 kV

06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA

Suporte Para Pára-raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado


07
1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento

08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento

09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm

10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)

11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra

12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno

Chave Seccionadora com Fusível Limitador de Corrente 15kV Acionamento


13
Simultâneo

14 Transformador de Distribuição

15 Cabo de Cobre Isolado XLPE – Isolamento 0,6/1kV

16 Eletroduto de Aço Galvanizado, 4"

17 Iluminação Artificial

Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação


18 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas

Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame


19
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm

20 Bacia de Contenção de Óleo

21 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo

22 Tapete Isolante

23 Malha de Terra

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 95 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

LEGENDA – DESENHO 12-2

NUMERAÇÃO MATERIAL

A Eletroduto de aço Galvanizado, 4"

B Caixa de Passagem de Cabos

C Cabo Isolado Cobre 20kV

D Suporte Afastador

E Mufla Monofásica – 15 kV

F Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra

G Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno

Suporte Para Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado 1.1/2” x


H
1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento

Chave Seccionadora com Fusível Limitador de Corrente 15kV Acionamento


I
Simultâneo

J Transformador de Distribuição

K Iluminação Artificial

Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação


L de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas

Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame


M
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm

N Bacia de Contenção de Óleo

O Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo

P Tapete Isolante

Q Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento

R Malha de Terra

S Cabo de Cobre Isolado XLPE – Isolamento 0,6/1kV

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 96 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 13 – CABINE COM CAPACIDADE DE TRANSFORMAÇÃO MAIOR QUE 300 KVA

B
FONTE

CARGA

A
C

CORTE - BB
PLANTA BAIXA

FONTE

CARGA

CORTE - AA CORTE - CC

DIAGRAMA UNIFILAR

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 97 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

LEGENDA – DESENHO 13

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio
02 Isoladores Suspensão
03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm
04 Conector Cunha
05 Bucha de Passagem – 15 kV
06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA
Suporte Para Pára-raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado
07
1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento
08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento
09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm
10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR)
14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR)
15 Cavalete para Instrumentos de Medição
16 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo
17 Transformador de Corrente 15kV Proteção
18 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV
19 Transformador Distribuição
20 Cabo de Cobre Isolado XLPE – Isolamento 0,6/1kV
21 Eletroduto 4" Aço Galvanizado
22 Eletroduto 1.½" Aço Galvanizado
23 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
24 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
25 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
26 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame
27
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm
28 Bacia de Contenção de Óleo
29 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo
30 Tapete Isolante
31 Malha de Terra

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 98 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 14 – PORTA DO CUBÍCULO E PLACA DE ADVERTÊNCIA

DETALHE 01 DETALHE 02

BARRAS PARA FIXAÇÃO


DA CAIXA DE MEDIÇÃO

PORTA COM PLACA DE ADVERTÊNCIA

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 99 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 15 – CAVALETE PARA INSTALAÇÃO DE TC´S E TP´S

Nota:

49. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 100 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 101 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 16 – CAIXA DE MEDIÇÃO – MEDIÇÃO SECUNDÁRIA E PRIMÁRIA

MEDIÇÃO SECUNDÁRIA - CONSUMIDORES COM MEDIÇÃO INDIRETA TRANSFORMADORES DE CORRENTE DE BT

I on

O off

MEDIÇÃO PRIMÁRIA - CONSUMIDORES COM MEDIÇÃO INDIRETA TRANSFORMADORES DE CORRENTE E DE TENSÃO DE MT

Nota:

50. Corpo da caixa em aço - chapa nº 18.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 102 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 17 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 103 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

DESENHO 18 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS SECUNDÁRIOS

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
26 / 11 / 2010 104 de 104

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.GEMS.002 02

10 CONTROLE DE REVISÕES

REV DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL


Mário Sérgio de
00 25/08/2005 - Emissão Inicial
Medeiros Damascena
Francisco Carlos
Martins Ferreira/
Larissa Cathariny
01 30/07/2010 Todos Revisão Geral
Ramos de Souza/
Orlando Maramaldo
Cruz
Francisco Carlos
Martins Ferreira/
Adequação à Resolução Normativa nº414 da Larissa Cathariny
02 26/11/2010 Todos
ANEEL. Ramos de Souza/
Orlando Maramaldo
Cruz

11 APROVAÇÃO

ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES)

Alexandre Joaquim Santos Cardoso - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico

Eduardo Nunes Raposo - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico

Emanoel Fernando Ramos dos Santos - Gerência de Operação do Sistema Elétrico

Enoque Gomes dos Reis - Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico

Francisco Carlos Martins Ferreira - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico

Juliana Duarte Ferreira - Gerência de Recuperação de Energia

Larissa Cathariny Ramos de Souza - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico

Marcelo Fernandes Augusto Junior - Gerência de Relacionamento com o Cliente

Orlando Maramaldo Cruz - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico

Raquel Martinela Coelho Martins - Gerência de Assuntos Regulatórios

APROVADOR (ES)

Sérvio Túlio dos Santos - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico )

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO