Você está na página 1de 2

Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Congonhas

Curso: Licenciatura em Letras


Disciplina: Educação, cultura e Diversidade
Aluno: Felipe Gustavo de Paula Vieira

Para isso, construa o seu texto com base no capítulo I "Gênero" do livro Marcas da
diferença no ensino escolar e "Sejamos todos feministas" de Chimamanda. Você pode
utilizar outras bibliografias presentes na pasta arquivo para compor o seu texto.

1- Por que é importante a discussão sobre a questão feminista e o lugar da


mulher na sociedade brasileira?

Na sociedade atual, a figura da mulher, foi como um elemento secundário como uma
marca da herança do sistema social patriarcal, ela desempenha um papel cada vez mais
importante nele. O gênero é um sinal de divisão social, enfoca qualquer relação de uma
forma que não pode ser ignorada - emoções, trabalho, na rua, nos tempos de lazer. As
características dessa diferença por fazer com que homens e mulheres se imponham
sobre os outros com base em seu comportamento e gosto, e assim avaliem as pessoas.
Com o passar do tempo, graças à luta promovida, as mulheres conseguiram aumentar
seu espaço na estrutura social, abandonando a figura de uma mera dona de casa,
assumindo empregos, ocupando cargos importantes na empresa e uma estrutura
hierárquica menos submissa. Pois, "a pessoa mais qualificada para liderar não é a pessoa
fisicamente mais forte. É a mais inteligente, a mais culta, a mais criativa, a mais
inovadora. E não existem hormônios para esses atributos." (CHIMAMANDA)

2- Como podemos trazer essa discussão para a sala de aula e para o texto?

Como importantes atores sociais, os educadores também são responsáveis pelo


tratamento diferenciado de meninos e meninas, devendo estar atentos aos fenômenos
que geram desigualdades. Não há respostas objetivas para essas perguntas, mas colocá-
las na ordem do dia em diferentes circunstâncias é o primeiro passo para questionar e
revisar os costumes sociais.

Marcar as diferenças de comportamento entre meninos e meninas é também uma forma


de alimentá-los e aos modelos que eles "devem" se reconhecer para serem considerados
"mais femininos" ou "mais masculinos". Não é incomum encontrar uma forma de
Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Congonhas
Curso: Licenciatura em Letras
Disciplina: Educação, cultura e Diversidade
Aluno: Felipe Gustavo de Paula Vieira

classificar as disciplinas com base no gênero no conteúdo didático e até mesmo


inconsciente, método que dá mais atenção às atividades masculinas do que aos homens.
As imagens de homens e mulheres transmitidas aos alunos por meio do conteúdo
didático têm contribuído enormemente para a formação de seu eu social, para o padrão
de diferenças de comportamento e para o padrão de reconhecimento de "mais
mulheres".

Essas estruturas hierárquicas podem e devem ser autoexplicativas para os educadores,


como a marca corporal diz quem é o sujeito, ou quem é o sujeito? Como mulheres ou
homens, negros ou brancos, pobres ou ricos definem a identidade das pessoas? Ou, mas,
como você chega à hipótese de que a ênfase da sociedade nas mulheres, negros e pobres
diminuiu? Nas escolas, as atividades gênero apontam que os educadores desencorajem a
separação, as meninas tendem a ficar entre elas e os meninos em outro lado, sem juntar,
o que também marca um espaço de diferenciação.