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TV CORPORATIVA:

Como Fazer o Projeto


Caber no Orçamento
Sumário
Introdução ............................................................................................................................ 03

Breve histórico .................................................................................................................... 04


Nos primórdios, era o satélite... ................................................................................................. 05
Depois, veio a internet... .............................................................................................................. 07

5 fatores que encarecem projetos de


TV Corporativa e como resolvê-los ............................................................................. 09
Terceirizar tudo ............................................................................................................................... 11
Uso de equipamentos de uso genérico ................................................................................. 14
Dificuldades com segurança de TI ........................................................................................... 20
Produção de conteúdo ................................................................................................................ 22
Gestão da programação .............................................................................................................. 24

Conclusão ............................................................................................................................. 27

Sobre a Progic .................................................................................................................. 28


Introdução

Todos sabem que em médias e grandes empresas é um grande desafio manter as equi-
pes alinhadas e engajadas com os objetivos estratégicos do negócio. Se quando a em-
presa é pequena a comunicação verbal direta, e-mail e mural impresso costumam funcio-
nar, em empresas maiores estas estratégias não “escalam” muito bem. Para resolver este
problema uma das soluções mais efetivas que existe é a TV Corporativa, ou mural digital.

No entanto, é muito comum que os profissionais responsáveis pelas áreas de gestão de


pessoas, comunicação interna e endomarketing tenham passado por uma experiência
frustrante ao tentar implantar em suas empresas projetos utilizando estas tecnologias. A
principal reclamação é em relação ao custo.

Neste e-book iremos mostrar os principais fatores que podem tornar alguns projetos mui-
to caros e como as novas tecnologias disponibilizadas por empresas nacionais, entre elas
a Progic, tem ajudado a tornar viáveis e seguros este tipo de projeto.

Boa leitura!

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Breve histórico
Nos primórdios, era o satélite...
Não faz muito tempo que a forma mais comum para imple-
mentar uma TV corporativa era com transmissão via satélite
do conteúdo audiovisual para todas as telas. Neste formato,
o sinal é gerado em uma central e transmitido por antenas
para um satélite geo-estacionário que, por sua vez, distribui
aquele sinal para todo o país.

Na TV Corporativa via satélite, cada tela é alimentada por um “O custo-benefício da


receptor satelital muito similar aos receptores de TV via sa- TV Corporativa via
satélite era muito baixo”
télite doméstico, como Sky, por exemplo. Estes receptores,
uma vez instalados, são dispositivos que raramente apre-
sentam problemas, gerando baixo custo para manutenção.
No entanto, toda a estrutura necessária para fazer o sinal
chegar a todos os receptores é muito cara, pois vai desde
a geração e transmissão do sinal até a locação do satélite
em si. É praticamente a estrutura de uma emissora de TV via
satélite tradicional.

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Nos primórdios, era o satélite...
Nesta arquitetura, todas as telas devem exibir a mesma programação, pois o sinal do
satélite é único para todo o país. Isto torna a relação custo-benefício deste tipo de abor-
dagem muito baixo, pois pagam-se valores enormes por uma programação igual para
todos os públicos da empresa.

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Depois, veio a internet...
A partir de meados dos anos 2000 as tecnologias de transmissão de dados via internet
evoluíram ao ponto de permitirem tráfego de vídeos, viabilizando o surgimento de fer-
ramentas populares como o Youtube e o Vimeo. Isto também tornou possível que proje-
tos de TV Corporativa utilizassem a internet como canal de transmissão, com custos
muito mais acessíveis em comparação ao uso de satélites. De quebra, ainda ofereceu a
vantagem de permitir programações diferentes em cada tela, customizando a men-
sagem de acordo com o público e região.

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Depois, veio a internet...
De modo geral, os projetos baseados em internet funcionam da seguinte forma:

- As telas são instaladas em pontos estratégicos da empresa e junto a elas instalam-se os


chamados “players”, que ficam conectados à rede da empresa. O “player” é um aparelho
que pode ser, por exemplo, um PC ou mini-PC, e é o responsável por baixar os conteú-
dos audiovisuais e reproduzi-los na tela, de forma similar a um aparelho de Blu-Ray ou
receptor de TV a cabo.

- Toda a programação audiovisual a ser reproduzida nas telas é gerenciada através de um


software de gestão. Este software distribui os conteúdos para os players via rede, e
os dados podem ser armazenados tanto dentro da empresa quanto na “nuvem”, ou seja,
em servidores externos.

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5 fatores que encarecem projetos de
TV Corporativa e como resolvê-los
5 Fatores que encarecem projetos de
TV Corporativa e como resolvê-los
Mesmo utilizando a internet para tráfego dos vídeos, ainda assim um projeto de TV cor-
porativa pode parecer caro para muitas empresas. Alguns fatores podem encarecer os
projetos. São eles:

- Terceirizar tudo

- Uso de equipamentos de uso genérico

- Dificuldades com segurança de TI

- Produção de conteúdo

- Gestão da programação

Explicaremos a seguir como cada um destes fatores contribui para aumentar o custo do
projeto e como tecnologias podem amenizar o problema.

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Terceirizar tudo
O problema

Dependendo de quão estruturado é o setor de comunica-


ção interna de sua empresa, você vai precisar contar com
empresas externas para lhe ajudar a definir e executar suas
estratégias de endomarketing e comunicação interna. Cen-
tenas de excelentes agências de comunicação especiali-
zadas estão disponíveis e é muito bom poder contar com
estes parceiros externos, pois com o foco e know-how que
eles possuem, os investimentos trazem retorno. “Tome cuidado para não
terceirizar algumas decisões
Já no que diz respeito à tecnologia, terceirizar tudo pode técnicas importantes, como qual tipo
ser a diferença entre um projeto viável e um não viável,
dependendo do seu orçamento. É uma boa lógica focar es- de dispositivo fará a reprodução
forços no objetivo final - a comunicação - e evitar dores de da programação“
cabeça com a implementação e manutenção técnica da TV
Corporativa. Com isto em mente, muitas empresas buscam
os ditos projetos “turn-key”, ou “full-service”, em que presta-
dores de serviços, ou integradores, cobram para fornecer e
manter tudo funcionando: computadores, telas, infraestru-
tura de rede, gerenciamento da programação, etc.

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Terceirizar tudo
O problema

A terceirização de mão de obra em si ajuda a tornar o projeto mais caro, mas não é a razão
principal. O problema principal, em geral, está na escolha das tecnologias por parte des-
tas empresas integradoras, a começar pelo equipamento que reproduz a programação e
pelo software que o gerencia.

A maior parte dos integradores especializados em TV Corporativa fazem seus orçamentos


considerando o uso de PCs ou mini-PCs como dispositivos de exibição da programação.
Como veremos em detalhes na seção seguinte, esta é uma abordagem que implica em
inúmeros custos ocultos. Os integradores conhecem estes custos e repassam em seus
orçamentos.

Também é muito comum a reclamação, por parte das empresas que já possuem projetos
de TV Corporativa implantados e que optaram por terceirizar tudo, de que para qualquer
simples alteração na programação, mesmo que seja apenas para divulgar algum comu-
nicado aos funcionários, é necessário solicitar à empresa terceirizada que faça isto, o que
acarreta custos adicionais e reduz a flexibilidade do cliente.

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Terceirizar tudo
a solução

Existem hoje empresas de tecnologia que fornecem soluções focadas em TV Corporati-


va e que dispensam o uso de PCs, mini-PCs ou outros dispositivos não próprios para este
tipo de aplicação.

Se for contratar uma empresa terceirizada integradora para implantar e gerenciar a estru-
tura técnica, busque conhecer em detalhes sobre quais dispositivos eles estão conside-
rando no projeto. Exija do mesmo que adote equipamentos projetados para operação
24 horas por dia e de forma autônoma, ou seja, que demande o mínimo possível de
interação humana.

Já em relação ao software de gestão, independente se você for gerenciar o projeto inter-


namente ou contratar um integrador, é importante que o mesmo possibilite a criação de
quantos usuários desejar, e que possa ser definido o que cada usuário pode ou não fazer
no sistema. Este software deve permitir que você e sua equipe tenham a possibili-
dade de fazer novas publicações de comunicados, vídeos, apresentações, etc. Assim
é possível que você distribua responsabilidades para atualização da sua TV Corporativa
também entre os outros colaboradores da sua empresa, sem te deixar totalmente depen-
dente do integrador para qualquer atualização simples.

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Uso de equipamentos de uso genérico
O problema

É muito comum redes de TV Corporativa em que cada tela é alimentada por um PC ou mi-
ni-PC, quase sempre rodando um sistema operacional Windows. Este binômio PC+Win-
dows é, como todos sabem, um grande sucesso entre usuários domésticos e profissionais
de informática, mas é uma grande fonte de custos e incertezas quando utilizado em
projetos de TV Corporativa. Veremos a seguir algumas razões para isto:

Custo do hardware
Independente se adquirido ou alugado, PCs ou mini-PCs são plataformas caras. A razão
disso é porque o mercado de PCs é configurado de tal forma que existe um ecossistema
de fornecedores independentes de componentes que podem ser intercambiáveis e ex-
pansíveis: placa mãe, módulos de memória, processador, fonte, placa de vídeo, etc. Tudo
isto pode ser comprado separadamente, mesmo na maioria dos mini-PCs, que surgiram
justamente para “integrar” um pouco mais este monte de peças separadas. O problema
do PC, esta plataforma genérica, expansível e customizável, é que para tudo isto ser mon-
tado são necessários conectores adicionais nas placas, espaço adicional, embalagens
separadas, transportes separados e mão de obra para montar tudo isto. Isto é o que torna
a plataforma PC ótima para uso em estações de trabalho, mas péssima para aplicações
específicas, como TV Corporativa.

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Uso de equipamentos de uso genérico
O problema

Custo do sistema operacional


Se o sistema operacional for Windows (e não for pirata), há o custo de sua licença. PCs
com sistema operacional Linux não têm o custo da licença, mas apresentam custos de-
rivados ainda maiores pois necessitam de pessoal mais qualificado para instalar e dar
manutenção.

Implantação
Montar um PC, instalar Windows, instalar anti-virus, configurar o sistema para impedir
atualizações automáticas, instalar software de exibição da programação, etc. É a mesma
coisa que acionar seu departamento de TI para montar uma nova estação de traba-
lho de algum funcionário recémcontratado. Para projetos com 2 ou 3 telas isto não é tão
perceptível, mas e quando se tratam de 20 ou 50 telas? Toda vez que uma nova tela é ins-
talada, ou quando é necessário substituí-la, tudo isto tem que ser refeito.

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Uso de equipamentos de uso genérico
O problema

Manutenção
Quem nunca viu aquelas telas de elevadores com o ponteiro
do mouse ou a barra de tarefas aparecendo? Ou uma mensa-
gem de anti-virus ou de atualização aparecendo? Ou então
desligadas, porque o PC foi desligado e não se reiniciou so-
zinho? Ou travados por conta de uma queda de energia que
corrompeu o disco? É tecnicamente muito difícil evitar que
este tipo de transtorno aconteça quando são utilizados “PCs foram projetados para uso
PCs com Windows ou Linux para reproduzir a programação geral, por isso são ótimas estações
da TV Corporativa ou Mural Digital, pois eles não foram pro- de trabalho mas péssimas
jetados para este tipo de aplicação. Estas são tecnologias que
foram desenvolvidas considerando que sempre haverá um para aplicações específicas,
operador utilizando o sistema, não foram feitos para fun- como TV Corporativa”
cionar 24 horas por dia, 7 dias por semana sem nenhuma
intervenção humana. A cada vez que este tipo de problema
acontece, alguém tem que se deslocar ou utilizar um aplica-
tivo de acesso remoto, como o “TeamViewer” ou o “LogMe In”,
para resolver. Em outras palavras: dá trabalho e custa caro.
Além de “pegar mal” a tela parada.

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Uso de equipamentos de uso genérico
O problema

Algumas empresas, para fujir do binômio PC+Windows, utilizam Android Players de


baixo custo que são destinados ao uso doméstico. Atualmente, a grande maioria des-
tes dispositivos disponíveis no mercado Brasileiro são importados da China, e não pos-
suem garantia ou suporte técnico.

Caso queira utilizar o Android, existem opções de hardware profissionais e várias


empresas com software de gestão compatível. Dê preferência a estes modelos.

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Uso de equipamentos de uso genérico
a solução

Na hora da escolha do hardware, é recomendável optar por tecnologias plug and play,
ou seja, “liga-e-funciona”, que não demandam o trabalho de profissionais especializados
para a realizar a configuração dos equipamentos e a instalação de softwares. Existem
players desenvolvidos especificamente para o uso em TV Corporativa que só precisam ser
alimentados e ligados à tela para entrarem em funcionamento, tornando a instalação
muito mais fácil, rápida e, consequentemente, barata.

Para reduzir os custos com manutenção dos equipamentos, sempre dê preferência a


aparelhos profissionais, que foram desenvolvidos para ficarem sempre ligados e pos-
suem vida útil longa. Na maioria dos casos estes dispositivos não possuem conecto-
res internos, que podem causar mau-contato, nem partes móveis como coolers (também
conhecidos como equipamentos fanless) e discos rígicos (HDs), que podem apresentar
problemas mecânicos. Isto diminui consideravelmente a necessidade de manuten-
ção dos equipamentos.

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Uso de equipamentos de uso genérico
a solução

Também é importante que os equipamentos sejam prepa-


rados para funcionamento autônomo, evitando a neces-
sidade de deslocamento e de realização de acesso remoto
via TeamViewer ou LogMeIn para corrigir qualquer tipo de
problema.

Por fim, é recomendado que opte por um fornecedor de


hardware que ofereça garantia no mesmo, com trocas ime-
diatas em caso de qualquer tipo de problema. Tome cuida-
do com produtos importados cujo fabricante não oferece
garantia em território nacional.

“Sempre dê preferência a
equipamentos profissionais,
plug-and-play, autônomos
e com garantia do fabricante”

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Dificuldades com segurança de TI
O problema

Hoje em dia as empresas estão cada vez mais restritivas com relação às suas políticas in-
ternas de tecnologia da informação (TI). Como os projetos de TV Corporativa utilizam
a rede interna da empresa para trafegar dados, os dispositivos conectados nesta rede
devem atender a estas políticas.

Novamente, neste quesito, o uso da plataforma PC se mostra problemático. Como esta


é uma plataforma aberta, ela tem várias brechas, como:

- Permite a instalação de programas

- Há possibilidade de acesso remoto

- Infecção por vírus de computador

Por isso, PCs utilizados em TV Corporativa devem ser configurados para conectar-se na
rede interna com os mesmos procedimentos que são feitos para todos os outros compu-
tadores da empresa, o que geralmente envolve autenticação, senhas, instalação de anti-
vírus (que por sua vez deve ser sempre mantido atualizado), etc.

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Dificuldades com segurança de TI
a solução

Utilize, para o hardware de exibição da programação, uma plataforma fechada, onde não
seja possível realizar acesso remoto e instalar programas, tornando impossível a in-
fecção por vírus e invasão da rede interna. Utilize também dispositivos que só trafeguem
dados criptografados, e que sejam projetados para se comunicar única e exclusivamen-
te com o seu servidor central de gestão da programação.

Isto elimina a necessidade de configuração de autenticações complexas na rede interna


e definição de uma senha para cada ponto de exibição. Também elimina necessidade de
instalação de anti-vírus e outros programas de segurança. Para este tipo de dispositivo
“plataforma fechada”, basta liberar uma regra no firewall da empresa que permite que
aquele equipamento específico (indentificado pelo IP ou MAC Address) tenham autoriza-
ção para “conversar” com o servidor de conteúdos, e mais nada.

Isto reduz drasticamente o tempo necessário para garantir que a solução de TV Corpo-
rativa não coloque em risco a segurança da rede interna.

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Produção de conteúdo
O problema

O custo da mão de obra interna ou externa responsável


pela produção dos conteúdos e gestão da programação
também pesa. Para produzir um novo vídeo, é necessário
que alguém produza o material a ser exibido, preocupan-
do-se com a parte visual do conteúdo, mas sem esquecer
das especificações técnicas, como formatos de arquivo, re-
solução da imagem e outros fatores.

“Um conteúdo interessante, bem


produzido e atualizado regularmente
é essencial para o sucesso do
objetivo da TV Corporativa”

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Produção de conteúdo
a solução

Para reduzir os custos com produção de conteúdos, algumas ferramentas disponíveis no


mercado já incluem vários modelos prontos para serem inseridos na programação.
Estes conteúdos são facilmente editáveis, dispensando conhecimento técnico específi-
co. Muitas também contam com conteúdo informativo pronto para uso e atualizados
automaticamente, como resultados de jogos, previsão do tempo, últimas notícias de
economia, política, entretenimento, saúde e outras áreas, tornando a programação mais
atrativa para os colaboradores.

É importante também utilizar ferramentas de gestão de conteúdos para TV Corporativa


que aceitem automaticamente todos os formatos de arquivo de vídeo e imagem mais
comumente utilizados, fazendo a padronização automática dos mesmos para garantir
a correta exibição nas telas. Isto evitará que a equipe tenha que ter conhecimentos e se
preocupar com quais formatos ou “codecs” de vídeo são aceitos pelo sistema.

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Gestão da programação
O problema

Mesmo com todo o conteúdo pronto, também é necessário levar em conta a mão de
obra destinada para gerenciar a rede de TVs corporativas, onde as principais tarefas são
de gestão da programação e monitoramento dos pontos. A gestão da programação
passa pela escolha do que será exibido entre notícias, memorandos, avisos e imagens,
além de outros conteúdos informativos que podem ser adicionados, como últimas infor-
mações de agências de notícias. Já o monitoramento dos pontos é feito para garantir que
a TV está exibindo o conteúdo corretamente, e que não houve nenhum tipo de problema
no sistema.

Neste quesito, se a equipe de gestão não contar com uma ferramenta simples, versátil e
automatizada, os custos de operação da rede acabam se tornando elevados e o projeto
de TV corporativa se mostrará caro ao longo do tempo.

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Gestão da programação
a solução

Ainda é muito comum casos em que a atualização dos con-


teúdos da TV corporativa é feita manualmente, utilizando
pen-drives para passar os arquivos de ponto em ponto. Nos
dias de hoje, isto é injustificável, mesmo se a empresa tem
apenas uma TV para gerenciar.

Há diversas empresas que oferecem soluções específicas


para a gestão da rede de TVs corporativas. Citaremos a
seguir alguns critérios básicos que um software de geren-
ciamento de conteúdo precisa ter para diminuir ao máximo
o orçamento de um projeto de TV corporativa.

“O uso de pen drives para atualizar


a programação é injustificável.
Há soluções no mercado que
automatizam este processo“

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Gestão da programação
a solução

Ser simples e intuitivo


Quanto mais recursos o software possuir melhor, mas ele não pode deixar de ser fácil e intui-
tivo de usar. Assim, não será preciso fazer treinamento com cada novo usuário do sistema.

Ser Web
Ter um software de gerenciamento de conteúdo que é acessado por qualquer browser
elimina a necessidade de instalação do software em uma máquina específica, e conta
com a versatilidade de poder ser acessado a qualquer momento por qualquer dispositivo.

Ter boa integração com o hardware


A gestão da programação também é facilitada quando hardware e software são desen-
volvidos em conjunto, pois aumenta a compatibilidade entre ambos. Isto irá diminuir
problemas que causariam custos de manutenção.

Tela de diagnóstico dos players


Um dos requisitos imprescindíveis para a otimização do gerenciamento de sua rede de
murais digitais é uma área que concentre as informações de status de todos os seus
pontos de exibição. Assim, quando ocorrer algum problema em alguma tela, você conse-
gue saber antes que alguém venha lhe reclamar.

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Conclusão

A TV Corporativa é uma das ferramentas mais eficientes para promover a comunicação


interna nas empresas, mas a implementação do projeto não é trivial e pode ser feito de
várias formas diferentes. Algumas decisões aparentemente simples, como terceirizar ou
não o projeto, qual hardware será utilizado, entre outros, podem fazer toda a diferença no
que diz respeito ao investimento feito e no custo do projeto ao longo do tempo.

Ao adotar uma tecnologia especificamente desenvolvida para TV Corporativa, diminui-se


os custos de compra de equipamento, instalação e manutenção periódica do hardware,
além de diminuir os gastos com mão de obra para a produção do conteúdo e gestão da
programação exibida. Ganha-se em efetividade na Comunicação Interna e Endomarke-
ting da sua empresa por um custo acessível.

Obrigado pela leitura e até a próxima!

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Sobre a Progic

A Progic oferece uma solução completa para implantação e gestão de redes de TV Corpo-
rativa que inclui Hardware exibidor de conteúdos, software de gestão da programação e
um pacote de conteúdos prontos para uso. Mais de 300 empresas Brasileiras já utilizam a
tecnologia Progic em projetos que vão de 1 tela até mais de 600 telas.

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