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FACULDADE DO CENTRO LESTE

BRENO CORRÊA SILVA

MATTHEUS CAPUA MOSCHEN

PEDRO HENRIQUE OLIVEIRA


LUCAS BARCELOS RODRIGUES

A importância do PCM

VITÓRIA

2021
BRENO CORRÊA SILVA

MATTHEUS CAPUA MOSCHEN

PEDRO HENRIQUE OLIVEIRA

LUCAS BARCELOS RODRIGUES

A importância do PCM

Trabalho entregue ao professor José Draurio Girão como requisito para avaliação.
Orientador: José Draurio Girão

VITÓRIA
2021
SUMÁRIO

1.RESUMO..........................................................................................4
2.INTRODUÇÃO..................................................................................4
3.VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DO PCM.......................................4
4.TIPOS DE MANUTENÇÃO QUE PODEM UTILIZAR O
PCM.....................................................................................................5

5. COMO APLICAR O PCM................................................................6

6. EXEMPLO PRÁTICO DE APLIAÇÃO DO PCM.............................7

7. CONCLUSÃO.................................................................................9
1. RESUMO:

O trabalho em questão se trata de uma avaliação dos circuitos elétricos da


Faculdade do Centro Leste (UCL), onde está sendo analisado, em todo o decorrer
do trabalho, a implantação de um sistema de manutenção preventiva dos circuitos
elétricos da faculdade, para assim, evitar imprevistos futuros. O trabalho em
sumula consiste numa avaliação.Dito isso, a finalidade principal deste trabalho em
questão identificar problemas recorrente ao uso da malha elétrica e uma maneira
de prevenir quaisquer acidentes, aproveitando que estamos em tempos de aulas
remotas, foi verificado que o momento atual seria o mais adequado para realizar
esta manutenção.

2. INTRODUÇÃO:
A manutenção preventiva engloba diversos processos e serviços para fazer
análises dos equipamentos e instalações, de forma preventiva, identificando
possíveis falhas e quedas de desempenho ou defeitos em estágio inicial, que
podem se consolidar e virar grandes problemas.

Assim, a gestão de manutenção preventiva é responsável por supervisionar o


funcionamento de todos estes serviços, com sua qualidade e eficiência. Além
disso, deve garantir a disponibilidade e confiabilidade dos ativos.

Quando é percebido a falta de uma manutenção preventiva, observamos alguns


problemas no decorrer dos processos produtivos,pois se uma operação for
prejudicada por um problema de manutenção, vai demorar um certo tempo para
corrigir o defeito, impactando a produtividade da empresa, deixando funcionários
ociosos e também gerando gastos elevados de uma manutenção emergencial.
Tudo isso aumenta os custos operacionais. Além disso, quando nós falamos de
circuitos elétricos a falta de manutenção acarreta em profissionais trabalhando em
instalações inadequadas ou operando máquinas que podem quebrar. Ambas as
situações podem provocar acidentes de trabalho.

3. MANUTENÇÃO DOS CIRUITOS ELETRICOS DA UCL:

A manutenção elétrica é fundamental para garantir o bom funcionamento de


painéis, máquinas e equipamentos industriais da UCL. Por meio dela, é
possível prevenir danos e corrigir diversos problemas, evitando acidentes que
podem comprometer a segurança dos alunos, professores e colaboradores da
faculdade.

Para realizar a manutenção elétrica, é necessário contar primeiramente com


profissionais especializados e capacitados para este tipo de serviço. Além de
treinados e cientes de todas as normas de segurança vigentes, eles devem estar
equipados com os itens de segurança necessários (EPIs).

A manutenção não apenas garante que as instalações elétricas sejam preservadas,


como também gera diversos benefícios para a Faculdade.

A primeira parte do planejamento deve contar com uma matriz de riscos e um plano
de ação para os eletricistas (empregados próprios ou terceirizados). Essa matriz
deve possuir um levantamento das instalações elétricas e a divisão dos riscos
envolvidos. Os riscos podem ser classificados em alto, médio e baixo, depende da
gravidade a ser reparada.

Também na matriz deve estar clara a consequência do risco tratado, caso ele
venha a se concretizar.

É muito importante que todas as pessoas envolvidas na manutenção estejam


cientes sobre os riscos ponderados e seu escalonamento. Aqui, não se trata
somente das pessoas diretamente envolvidas em campo (técnicos, engenheiros.
etc). É necessário que os tomadores de decisão, departamento financeiro,
estratégico e RH também sejam envolvidos nesse assunto, pois somente com uma
boa comunicação entre todas as pontas, as medidas necessárias poderão ser
adotadas para sanar os riscos.

Assim, para cada risco verificado, deve-se travar um plano de ação. Para os mais
altos, deverá ser pesquisado, planejado e implementado com a maior celeridade
possível as melhores práticas preditivas disponíveis. Além disso, como vivemos em
uma época em que o ambiente de inovação tecnológica é crescente e constante,
as equipes de manutenção precisam estar sempre atualizadas acerca das
novidades do mercado.

A sua matriz de risco e o plano de ação não devem ser estáticos. Isso porque no
dia a dia da manutenção, novos riscos podem ser verificados, bem como novas
soluções podem surgir e isso deverá ser devidamente registrado. É o trabalho de
campo que permitirá tais atualizações.

Em campo, a manutenção elétrica colocará em prática o plano de ação, com os


reparos ou substituição de sistemas elétricos. De maneira geral e simplificada,
serão utilizados instrumentos que testam, medem e controlam as grandezas
elétricas a fim de descobrir se uma medida mais ampla deve ser adotada ou se o
risco ali levantado está devidamente escalonado e sob controle.

A partir daí será possível recorrer à manutenção corretiva (menos desejada se o


planejamento foi bem feito) ou definir se o risco requer uma manutenção preditiva
e/ou preventiva.

Se houver a necessidade deverá ser realizada manutenção preditiva elétrica


industrial tem o intuito de antever possíveis problemas nas instalações industriais.

Este tipo de manutenção necessita de tecnologias de ponta e especificas


responsáveis por prever possíveis falhas e avarias nos sistemas elétricos e seus
circuitos, disjuntores, interruptores e painéis elétricos, bem como nos equipamentos
por eles alimentados, antes que tais defeitos causem quaisquer danos à produção,
aos equipamentos, às pessoas e ao meio ambiente.

Quando é encontrado algum tipo de defeito ou anormalidade via manutenção


preditiva, as equipes de manutenção de campo poderão atuar de forma segura a
fim de corrigir o problema antes que ele tome proporções maiores. A manutenção
preditiva somente é viável com o monitoramento constante e ininterrupto do risco
que se pretende evitar. Via de regra, ela analisa pequenas anormalidades desde o
início, ou seja, identifica o problema já em sua raiz, quando ainda é incapaz de
causar algum dano.

Por sua natureza, a manutenção preditiva é essencial para aqueles riscos


classificados em sua matriz como alto. Apesar de ser necessário um investimento
maior no início, considerando os danos que serão evitados, o benefício da
manutenção preditiva é imponderável.

Já a manutenção preventiva não tem o intuito de prever falhas via um


monitoramento constante. Nela, a equipe de manutenção elabora um cronograma
para s das instalações conforme o que é determinado pelas normas, manuais de
fabricantes ou diretrizes internas. Em relação às manutenções elétricas e a
periodicidade da manutenção, o capítulo 8 da norma NBR 5410 trata apenas de
manutenção, e o item 8.1 fala sobre periodicidade de manutenção.

No item 8.1 fala que “a periodicidade da manutenção deve ser adequada a cada
tipo de instalação. Por exemplo, essa periodicidade deve ser tanto menor quanto
maior a complexidade da instalação (quantidade e diversidade de equipamentos),
sua importância para as atividades desenvolvidas no local e a severidade das
influências externas a que está sujeita.”

A norma também aborda o que deve ser observado em caso de manutenção


preventiva. O item 8.3.1 trata dos condutores e diz que nos condutores deve ser
inspecionado o estado da sua isolação e de seus elementos de conexão, fixação e
suporte, para detectar sinais de aquecimento excessivo, rachaduras e
ressecamentos, também se a fixação, identificação e limpeza se encontram em
boas condições.

A norma NBR 5410 também trata do que é preciso analisar nos quadros e painéis,
dividindo entre estrutura dos quadros e dos componentes.

A norma diz que na estrutura dos quadros deve ser verificada a estrutura dos
quadros e painéis, observando seu estado geral quanto a fixação, integridade
mecânica, pintura, corrosão, fechaduras e dobradiças. Além disso deve ser
verificado o estado geral dos condutores e cordoalhas de aterramento.

Com relação aos componentes, no caso dos componentes com partes móveis,
como por exemplo, contatores, relés, chaves seccionadoras, disjuntores etc.,
devem ser inspecionados, quando o componente permitir, o estado dos contatos e
das câmaras de arco, sinais de aquecimento, limpeza, fixação, ajustes e
calibrações são detalhes que devemos ficar atentos. Sempre que for possível, o
componente deve ser acionado algumas vezes, para que suas condições de
funcionamento sejam verificadas.

A norma também fala sobre os casos de componentes sem partes móveis, como
por exemplo, fusíveis, condutores, barramentos, calhas, canaletas, conectores,
terminais, transformadores, etc., pois deve ser inspecionado o estado geral do
componente, verificando se a existência de sinais de aquecimento e de
ressecamentos, além da fixação, identificação e limpeza.

Destacamos que no caso de sinalizadores é preciso verificar a integridade das


bases, fixação, limpeza interna e externa.

A norma fala no item 8.3 que as verificações devem ser realizadas, sempre que
possível, com a instalação desenergizada. Invólucros, tampas e outros meios
destinados a garantir proteção contra contatos com partes vivas podem ser
removidos para fins de verificação ou manutenção, mas devem ser completar e
prontamente restabelecidos ao término destes procedimentos.

Podemos observar claramente que a norma não proíbe a manutenção em circuito


energizado, mas isso deve ser feito somente em casos extremamente específicos,
tendo todos os cuidados necessários.

Assim como a NBR 5410 a norma NR 10 que trata apenas de segurança em


eletricidade, também não proíbe a manutenção em circuitos energizados, mas vale
a pena consultar e seguir o capítulo 10.6 da NR 10, pois é onde que trata de todos
os detalhes que garantem a segurança do eletricista em casos onde é necessário
realizar manutenção em circuito energizado.

Para os riscos que não são classificados como alto, a manutenção preventiva se
revela uma boa solução a fim de evitar danos. Tais ações (preditiva ou preventiva)
sempre serão mais vantajosas que uma manutenção corretiva não programada.
Além disso, evitam o risco de acidentes e outras complicações para sua indústria,
como paradas na produção ou paralisações de maquinário, que podem resultar em
prejuízos financeiros de diversas proporções.

Caso haja necessidade de fazer uma manutenção elétrica corretiva deve ser
realizado quando já existe algum problema identificado, por exemplo, depois que
algum disjuntor começou a apresentar problemas em seu funcionamento. Apesar
de necessária (quando não foi feito um trabalho preventivo), a manutenção
corretiva costuma ter um custo-benefício muito baixo.

Isso porque, além do serviço ser mais caro devido a urgência e risco envolvido, a
UCl que o solicitou o serviço provavelmente teve que desligar da energia todo o
quadro do disjuntor,fazendo com que 1 ou mais salas deixem de serem utilizadas
por falta de energia devido ao reparo vigente. Podendo gerar assim insatisfação
por parte de seus alunos.

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