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ROSANA DE JESUS SIMÕES SOUZA RA: 8061099

Bacharelado em Biomedicina

Relatório de Hematologia Clínica

Orientador: Kahyna Maria Batista Tenório

Claretiano - Centro Universitário

8SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ – RO


2021
RELATÓRIO DE HAMATOLOGIA CLÍNICA

2.COLETA

2.1 Material utilizado

 Algodão;
 Álcool a 70%;
 Garrote;
 Agulha verde calibre 25x8;
 Tubos para coleta;
 Estante;
 Descarte;
 Amostra de sangue;
 EPIs;
 Homogeneizador.

Já com o paciente sentado na cadeira de coleta. Preparou-se todo o material de


coleta na frente do paciente, usou-se uma agulha verde de calibre 25x8. Quebrou-se o
lacre da agulha e enroscou no adaptador do sistema a vácuo. Em seguida pediu-se ao
paciente que se deixa o braço bem estendido garroteando próximo ao local escolhido.
Selecionou-se a melhor veia. Fez-se assepsia do local a ser puncionado com álcool a
70%. Após ter escolhido a veia a ser puncionada, não se tocou mais no local. Retirou-se
o protetor da agulha. Para puncionar a veia, esticou-se a pele do braço com o polegar e
facilitou-se a penetração da agulha.

Com o bisel voltado para cima e tubo de coleta dentro do adaptador puncionou-
se o local escolhido. Soltou-se o torniquete assim que o sangue começou a entra no
tubo, e em seguida retirou-se o tubo. Retirou-se a agulha do braço do paciente com o
auxílio de uma mecha de algodão seco e fez-se uma leve pressão por alguns minutos.
Finalizou-se a coleta pedindo ao paciente que mantesse o braço em posição horizontal
sem dobrá-lo e em seguida identificou-se o tubo colocando o nome de cada paciente.

3. ESFREGAÇO

3.1 Material utilizado


 Lâmina;
 Lâmina extensora;
 Pipeta de 10 uL;
 Ponteira;
 Amostra de sangue.
 EPIs.

Foi pipetado o sangue utilizando uma pipeta de 10 uL logo após foi colocado na
ponta da lâmina uma gota de sangue. Em seguida, com a lâmina extensora, foi arrastado
o sangue um pouco para trás preenchendo toda a borda e assim finalizando a confecção
do o esfregaço, deixando o mesmo depois secando em temperatura ambiente.

4.COLORAÇÃO

4.1 Material utilizado

 Panótico rápido;
 Água destilada;
 Pipeta de Pasteur;
 EPIs.

4.2 Coloração com Panótico rápido

Após a preparação da extensões sanguínea e passado o tempo de secagem da


mesma em temperatura ambiente pegou-se uma das lâmina com o esfregaço já seco e
demarcamos o nome com lápis, para facilitar a identificação e a mergulhamos no
fixador que estava no primeiro refratário por 25 vezes. Após ser tirada do fixador, ela
foi mergulhada no segundo refratário por 25 vezes novamente, para receber o primeiro
corante. O terceiro refratário havia o segundo corante, então a lamina foi mergulhada
neste refratário por mais 25 vezes, totalizando um minuto. Após finalizada a etapa do
corante a lamina foi levada até a torneira onde continha água corrente e foi aos poucos
mergulhada num jato moderado de água em seguida levou-se para secar. Quando a
lamina já estava totalmente seca foi levada para o bioquímico responsável do local
realizar a visualização da mesma no microscópio.

4.3 Hematócrito

4.4 Material utilizado

 Tubo de ensaio.
 Tubo capilar;
 Cartão de leitura de hematócrito;
 Fosforo e vela;
 Micro centrífuga;

 EPIs.

Foi preenchido um tubo capilar com sangue até ¾. Limpou- se o mesmo com
papel absorvente, depois foi realizado o fechamento de uma das extremidades na chama
de uma vela, finalizando essa etapa do fechamento do capilar o mesmo foi colocado na
centrifuga apropriada que chamamos de micro centrifuga por 5 minutos em 10000 a
12000 rpm, passado esse tempo foi retirado os capilares da centrifuga e levado para a
bancada onde foi feita a leitura e interpretação utilizando o cartão de leitura fornecido.

5. Hemograma (eritrograma e leucograma)

5.1 Materiais utilizados

 Lamina;
 Microscópio;
 Câmera de Neubauer;
 Pipeta;
 Ponteiras;
 Líquido de Turk;
 Tubo de ensaio.
 EPIs.
A partir do esfregaço foi realizada a contagem diferencial das células contando
100 células (leucócitos) em ziguezague contando se 2 eosinófilo, 64 segmentado, 33
linfócitos, e 1 monócito. Por fim, foi realizado a contagem de leucócitos totais em
Câmara de Neubauer, para isso foi realizado a diluição 1:20 da amostra de sangue em
líquido de Turk. A contagem foi feita nos 4 quadrantes laterais da Câmara de Neubauer
no final ao realizar o cálculo chegamos ao resultado de 6.550 leucócitos, e a partir dos
dados do hematócrito, contagem de hemácias e hemoglobina foram determinados os
índices hematimétricos (VCM, HCM e CHCM).

6. Tipagem sanguínea

6.1 Materiais utilizados

 Sangue com EDTA;


 Laminas;
 Pipeta de 1000 uL
 Ponteira;
 Tubos de ensaio;
 Reagentes;
 EPIs.

6.2 Procedimento 1

No início do procedimento foi identificado três laminas com o código de


identificação do paciente e também a identificação dos reagentes na seguinte ordem:
Anti- A, Anti- B, Ant-AB, Anti-RH logo após foi pipetado 100 uL de sangue e colocado
sobre as laminas uma gota de sangue para uma gota de cada reagente, homogenizou-se
as amostras, depois de alguns minutos de homogeneização foi possível visualizar a
formação de aglutinação no anti-A e o Anti-AB e o Anti-RH não apresentarão
formação de aglutinação indicando que o sangue do paciente é A- , precisando então
fazer o teste em tubo para tirar a prova do tipo sanguíneo.

6.3 Procedimento 2

Identificou-se os tubos de ensaio e os numerou na seguinte ordem: Anti-A, Anti-


B, Anti-AB, Anti-RH. Preparou-se a suspensão de hemácias, onde utilizou-se pipetas de
500 uL para solução fisiológica e 50 uL de sangue total em tubo de ensaio e
homogenizou-se. Pingou-se 2 gotas Anti-A, Anti-B, Anti-AB e Anti-RH em seus
respectivos tubos e adicionou-se em cada tudo 50 uL da suspensão de hemácias, onde
trocou-se as ponteiras. Homogenizou-se os tubos e centrifugou-se por 1’ a 2700 rpm.
Após a realização de cada etapa foi possível ver a formação de pequenos pontos de
aglutinação no fundo do tubo numerado com o Anti-A e nos outros respectivos tubos
não houve a formação, confirmando assim que o tipo sanguíneo do paciente é A-.

7. VHS (Velocidade de Hemossedimentação)

7.1 Materiais utilizados

 Sangue com EDTA;


 Pipeta de Westergreen;
 Suporte de Westergreen;
 EPIs.

7.2 Procedimento 1

Com o auxílio da pipeta Westergreen foi então pipetado o sangue até a marcação
correta da pipeta em seguida com muito cuidado encaixou-se a pipeta sob o suporte de
Westergreen, posicionando e fixando a mesma para não ocorrer o extravasamento do
sangue, para não ocorrer interferência no resultado do exame por não ter a quantidade
exata de sangue, depois foi feito a marcação do nome do paciente na pipeta para que
não houvesse confusão, após feito isso a leitura foi realizada a partir de sua
sedimentação eritrocitária que deve ser contada milimetricamente a quantidade de
sedimento da amostra analisada. Segundo os valores de referência para homens 10mm/h
e mulheres 20mm/h.
8. REFERÊNCIAS

Analisador hematológico DDH-20 LABTEST. Disponível em: https:// www.


centerlab.com/ sdh-20-labtest.html. Acesso dia 06 de julho de 2021.

Centrifuga clinica Digital Macro 12 Tubos de 15 ml, velocidade até 3400 rpm.
Disponível em: https:// www.google. com/search?q=C entrifuga+clinica+ Digital+
Macro+ 12+ Tubos+de+15+ml%2C+ velocidade +ate+ 3400 +rpm&rlz =1C1RLNS_pt-
BRBR93 6BR937 &oq= Centrifuga+ clinica+ Digital+ Macro +12+Tubos+ de+15+ ml
%2C+ velo cidade+ate+3400+ rpm&aqs=chrome. .69i57&sourceid=c hrome&ie= UTF-
8. Acesso dia 06 de julho de 2021.

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