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A FIAT, além de produzir

automóveis com alta tecnologia


e design único, também investe
em ações socioculturais e ambi-
PORTUGUÊS
entais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça
essas iniciativas pelo site:
www.fiat.com.br/sustentabilidade

Linea - Impresso 60355762 - V/2016


COPYRIGHT BY FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA. - PRINTED IN BRAZIL
As informações contidas neste manual correspondem às características do veículo na data de sua publicação. A fabricante, porém, poderá alterar as
características do veículo, em razão de modificações de natureza técnica ou comercial, sem prejudicar as características básicas do produto. Este ma-
nual apresenta informações sobre diferentes versões do automóvel. Confira as características específicas do veículo que você adquiriu. Este manual
disponibiliza as informações necessárias para garantir a boa e segura utilização do seu veículo. Orientamos-lhe, ainda, verificar eventuais informações
sobre o veículo, que se encontram disponíveis no site www.fiat.com.br > menu > já tenho um Fiat > manual de seu Fiat. Eventuais dúvidas poderão ser
esclarecidas junto à Rede de Concessionárias Fiat e ou pela Central de Relacionamento Fiat, através dos telefones nº 0800-282-1001 ou 0800-707-1000.

Esta publicação foi produzida


com papel certificado FSC
COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE
300 mA

80 mA
ORIENTAÇÕES:
Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.
Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem 36 mA
Consumo máximo
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Stand-by da bateria
4 mA
Stand-by”. Como a bateria tem um limite máximo de consumo para ga- 11 mA 60 AH
rantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equipa-
mentos ao limite de consumo da bateria.
Rádio
Rádio Rádio
Veículo Genuíno
marca A marca B
Fiat
ADVERTÊNCIAS
Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)

Essence 1.8 16V Flex Absolute 1.8 16V Flex Dualogic®


Roda 15” Roda 16” Roda 17”
Com carga média
- dianteiro: 29 ou (2,0) 30 ou (2,1) 30 ou (2,1) 30 ou (2,1)
- traseiro: 29 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0)

Com carga completa


- dianteiro: 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
- traseiro: 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
Roda reserva 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
Os.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe de seu Fiat e assim, utilizá-lo da maneira mais
correta.
Antes de utilizar o veículo pela primeira vez, recomendamos que leia o manual com atenção. Nele estão contidas in-
formações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar, por completo, as qualidades
técnicas do seu veículo. Você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter o bom estado do veículo
e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, por isso recomendamos que a execução
seja feita por pessoal qualificado pela FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA.

No kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais trazem informações específicas e não menos
importantes sobre outros assuntos; tais como:
sGARANTIADOVEÓCULO
sSERVI OSADICIONAISRESERVADOSAOS#LIENTES&IAT
s#ØDIGO.ACIONALDE4RÊNSITOEINSTRU ÜESDEPRIMEIROSSOCORROS
sFUNCIONAMENTODOSISTEMADESOMSEDISPONÓVEL

Boa leitura e boa viagem!


Este manual descreve os instrumentos, itens e acessórios que podem equipar o modelo Fiat Linea disponível na rede de
Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/versão
e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme discriminado na nota fiscal de venda.

1
BEM-VINDO A BORDO

Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e
respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de
segurança e pela preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a perso-
nalidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.

Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de cons-
trução que diminuem os custos de manutenção.

Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem de seu Fiat um veículo a ser imitado.

2
OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA

Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário
deter-se com mais atenção.

Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir a
qual área pertencem os assuntos:

Segurança das pessoas. Proteção do meio ambiente. Integridade do veículo.


Atenção. A falta total ou parcial de Indica o comportamento correto a Atenção. A falta total ou parcial de
respeito a essas prescrições pode pôr manter, para que o uso do veículo não respeito a essas prescrições pode acar-
em grave perigo a segurança física das cause nenhum dano ao meio ambiente. retar sérios danos ao veículo e, em cer-
pessoas. tos casos, a perda da garantia.

3
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos
que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto. Verifique também se as
luzes-espia não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
/BSERVEOTRÊNSITOANTESDEABRIRUMAPORTAOUSAIRCOMOSEUVEÓCULODOESTACIONAMENTO
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas antes de movimentar o veículo.
0ARASUASEGURAN A OBSERVEASCONDI ÜESDOTEMPO DOTRÊNSITOEDAESTRADAEDIRIJADEACORDOCOMELAS
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funcionamento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois, em desaceleração rápida do veículo, poderão provocar ferimentos aos
ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.
Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação.
,EMBREOSMOTORISTASPRUDENTESRESPEITAMTODASASLEISDETRÊNSITO&A ADAPRUDÐNCIAUMHÉBITO
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando
for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica.

4
SIMBOLOGIA SÍMBOLOS DE PERIGO Correias e polias
Órgãos em movimento; não
Em alguns componentes do seu Fiat, Bateria aproximar partes do corpo
ou perto deles, estão aplicadas etique- ou roupas.
Líquido corrosivo.
tas coloridas específicas cujo símbolo
chama a atenção do usuário e indica
precauções importantes que este deve
Tubulação do climatizador
tomar, em relação ao componente em
de ar
questão. Bateria
Não abrir.
A seguir, são citados resumidamen- Perigo de explosão.
te todos os símbolos indicados pelas Gás em alta pressão.
etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao
lado, os componentes para os quais os
símbolos chamam a atenção. SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO
É também indicado o significado do Ventilador
símbolo de acordo com a subdivisão Pode ligar-se automatica- Bateria
de perigo, proibição, advertência ou mente, mesmo com o motor
obrigação, à qual o próprio símbolo parado. Não aproximar chamas.
pertence.

Reservatório de expansão Bateria


Não remover a tampa quan- Manter as crianças
do o líquido de arrefecimento afastadas.
estiver quente.

Anteparos de calor - cor-


Bobina reias - polias - ventilador
Alta tensão. Não pôr as mãos.

5
AI
RBAG
Airbag do lado do passa- Circuito dos freios Veículo com gasolina eco-
geiro Não superar o nível máximo lógica
Não instalar cadeirinhas pa- do líquido no reservatório. Usar somente gasolina sem
ra bebês viradas para trás no Usar somente o líquido pres- chumbo.
banco dianteiro do passagei- crito no capítulo “Abasteci-
ro. mentos”.

Reservatório de expansão
Usar somente o líquido pres-
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Limpador do para-brisa crito no capítulo “Abasteci-
Usar somente o líquido do mentos”.
Catalisador tipo prescrito no capítulo
Não estacionar sobre super- “Abastecimentos”.
fícies inflamáveis. Consultar
o capítulo “Proteção dos SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO
dispositivos que reduzem as
emissões”. Motor Bateria
Usar somente o tipo de lubri- Proteger os olhos.
ficante prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
Direção hidráulica
Não superar o nível máximo Bateria
do líquido no reservatório. Macaco
Usar somente o líquido pres-
crito no capítulo “Abasteci- Consultar o Manual de Uso e
mentos”. Manutenção.

6
CONHECIMENTO DO VEÍCULO A

USO CORRETO DO VEÍCULO B

EM EMERGÊNCIA C

MANUTENÇÃO DO VEÍCULO D

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E

ÍNDICE ALFABÉTICO F
CONHECIMENTO DO VEÍCULO
Recomendamos ler este capítulo sentado confortavel- CLIMATIZADOR MANUAL . . . . . . . . . . . . . . . . .A-43
mente a bordo do seu novo Fiat. Desta maneira, você vai A
poder reconhecer imediatamente as partes descritas no DESEMBAÇAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-46
manual e verificar “ao vivo” o que está lendo. CLIMATIZADOR AUTOMÁTICO . . . . . . . . . . . .A-48
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat,
com os comandos e os dispositivos com os quais está equi- ALAVANCAS SOB O VOLANTE . . . . . . . . . . . . .A-54
pado. Depois, quando ligar o motor e entrar no trânsito, fará PILOTO AUTOMÁTICO (CRUISE CONTROL) . . .A-59
muitas outras descobertas agradáveis.
COMANDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-64
EQUIPAMENTOS INTERNOS . . . . . . . . . . . . . . .A-66
SISTEMA FIAT CODE GERAÇÃO II . . . . . . . . . . . .A-1 PORTAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-71
ALARME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-5
PORTA-MALAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-75
COMUTADOR DE IGNIÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . .A-7
CAPÔ DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-78
REGULAGENS PERSONALIZADAS . . . . . . . . . . . .A-8
CINTOS DE SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-13 BAGAGEIRO DE TETO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-79

TRANSPORTE DE CRIANÇAS EM SEGURANÇA .A-17 FARÓIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-79


PRÉ-TENSIONADORES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-18 DRIVE BY WIRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-80
PAINEL DE INSTRUMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . .A-20 ABS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-80
QUADRO DE INSTRUMENTOS . . . . . . . . . . . . .A-21
AIRBAG . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-82
INSTRUMENTOS DE BORDO . . . . . . . . . . . . . .A-22
AUTORRÁDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-89
TRIP COMPUTER . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-32
LUZES-ESPIA E SINALIZAÇÕES . . . . . . . . . . . . . .A-34 NO POSTO DE ABASTECIMENTO . . . . . . . . . . .A-90
SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . .A-41 PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . .A-93
Para informações mais detalhadas ver, “Índice alfabético”.
A
SISTEMA FIAT CODE CHAVES - fig. 1 CHAVE COM CONTROLE REMOTO
Com o veículo são entregues 2 cha-
GERAÇÃO II ves.
A chave tem:

A fim de minimizar riscos de furtos/ A chave tem controle remoto incor-


- encaixe metálico (A) que pode ser A
embutido na empunhadura da chave.
roubos, o veículo é equipado com um porado para abertura/fechamento das
portas e abertura do porta-malas. - botão (E) para a abertura do encaixe
sistema eletrônico de inibição do fun-
metálico.
cionamento do motor (Fiat CODE) que A chave aciona:
é ativado automaticamente tirando a - botão (B) para o destravamento das
- ignição.
chave da ignição. portas.
- portas.
Cada chave tem um dispositivo ele- - botão (C) para o travamento das
trônico com a função de transmitir um - porta-malas. portas à distância com desligamento
sinal em código para o sistema de ig- - abertura/fechamento das portas temporizado das luzes internas.
nição através de uma antena especial por meio do controle remoto. - botão (D) para abertura do porta-
incorporada no comutador de ignição. malas.
O sinal enviado constitui a “palavra de ATENÇÃO: a fim de garantir a O encaixe metálico A da chave acio-
ordem”, sempre diferente, para cada perfeita eficiência dos dispositivos na:
partida com a qual a central reconhe- eletrônicos dentro das chaves, é
ce a chave e, somente nessa condição, - o comutador de ignição
necessário evitar que fiquem expos-
permite a partida do motor. tas diretamente aos raios solares. - a fechadura das portas

Em caso de mudança de
PE196

PE197
propriedade do veículo é
indispensável que ao novo
proprietário sejam entregues todas A B C D
as chaves e o presente manual de
uso e manutenção.

fig. 1 fig. 2
A-1
Ao apertar o botão E-fig. 3, Para acionar a abertura centralizada Para modelos de alarme originais,
prestar a máxima atenção das portas a distância, apertar o botão consultar a linha Fiat Acessórios
para evitar que a saída B-fig. 2. As portas se destravam e as oferecida nas Concessionárias Fiat.
do encaixe metálico possa causar setas efetuam uma dupla sinalização
lesões ou danos. O botão E-fig. 3 luminosa.
deve ser apertado somente quan- Para acionar o fechamento centrali- SOLICITAÇÃO DE CONTROLES
do a chave se encontrar longe do zado das portas, apertar o botão C-fig. REMOTOS ADICIONAIS
corpo, particularmente dos olhos e 2. As portas se travam e as setas efetuam O receptor pode reconhecer até 8
de objetos que podem ser danifica- uma sinalização luminosa simples. controles remotos. Se, por qualquer
dos (roupas, por exemplo). Não dei- Após destrancar as portas abaixando motivo, no decorrer da vida útil do veí-
xar a chave em qualquer lugar para os vidros, e se não forem abertas, elas culo se tornar necessário obter um novo
evitar que alguém, principalmente se travarão (função autoclose), mas não controle remoto, dirija-se à Rede Assis-
crianças, possa manejá-la e apertar fecharão os vidros. tencial Fiat levando um documento de
involuntariamente os botões. identidade e os documentos de proprie-
Se ocorrer intervenção do sistema
de bloqueio de combustível, ocorrerá dade do veículo.
Para introduzir a haste metálica na
empunhadura da chave, pressionar o o destravamento automático das portas
botão E-fig. 3 e girar a haste da cha- e acendimento da luz interna. ADVERTÊNCIA: a frequência do
ve. Soltar o botão e continuar girando telecomando pode sofrer interferên-
a haste no sentido da seta, até perceber ATENÇÃO: o funcionamento do cia de transmissão estranhas ao veí-
o ruído de travamento. controle remoto depende de vários culo, tais como telefones celulares,
fatores, como a eventual interferên- radioamadores, etc. Se isso ocorrer,
cia de ondas eletromagnéticas emi- o funcionamento do telecomando
PE198

tidas por fontes externas, o estado pode ser temporariamente inter-


de carga da bateria e a presença de rompido.
E
objetos metálicos em proximidade
da chave do veículo. No entanto,
sempre é possível efetuar a abertu-
ra manual do veículo utilizando o
encaixe metálico da chave.

fig. 3
A-2
A seguir, estão resumidas as principais funções que podem ser ativadas com SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA DA
as duas chaves. CHAVE COM CONTROLE REMOTO
Quando, apertando um dos botões
Tipo de Abertura Fechamento
Abertura
do porta-
(*) Descida Subida dos
da chave com controle remoto, não se
A
chave das portas das portas dos vidros vidros
malas verificar a ação esperada de abertura
Rotação da Rotação da ou fechamento de portas, isto pode ser
chave em chave em uma indicação de que a bateria do con-
sentido ho- sentido anti- - - - trole está fraca.
rário (lado -horário (lado Se isso ocorrer, é necessário substituir
Chave com motorista) motorista) a bateria por outra nova de tipo equi-
controle valente, encontrada em revendedores
remoto Pressão pro- Pressão
Pressão bre- Pressão bre- longada (por prolongada
normais.
Pressão breve
ve no botão ve no botão mais de 2 (por mais de
no botão
segundos no 2 segundos As baterias gastas são pre-
botão ) no botão ) judiciais ao meio ambiente
Lampejos
e devem ser descartadas em
dos indi- 1 lampejo
recipientes apropriados ou entre-
2 lampejos 2 lampejos 2 lampejos 1 lampejo gues à Rede Assistencial Fiat.
cadores de (**)
direção V

(*) A manobra de descida dos vidros é uma consequência de um comando de desbloqueio


das portas e a manobra de subida dos vidros é uma consequência de um comando de
bloqueio das portas.
V Indicação válida quando acionado pelo controle remoto.
(**) Se a tampa do porta-malas não estiver trancada no momento em que for acionado o
telecomando para fechamento das portas, os indicadores de direção (setas) se acendem
e em seguida emitem dois lampejos de advertência. Se isso ocorrer, feche manualmente
a tampa do porta-malas e repita a operação.

A-3
Para substituir a bateria: SUBSTITUIÇÃO DA TAMPA DO 2) Se a luz-espia Y ficar acesa (jun-
- apertar o botão A-fig. 4 e colocar CONTROLE REMOTO to com a luz-espia ), o código não
o encaixe metálico (B) na posição de foi reconhecido. Se isso ocorrer, acon-
Para algumas versões é possível subs- selha-se a repor a chave na posição
abertura. tituir a tampa do controle remoto. Para STOP e, depois, de novo em MAR; se
- utilizando uma chave de fenda de tal, efetuar o procedimento ilustrado o bloqueio persistir, tentar com a outra
ponta fina, girar o dispositivo de aber- nas figuras 5 e 6. chave fornecida.
tura (C) e retirar a caixinha da bateria
(D). O FUNCIONAMENTO DO FIAT Com o automóvel em movimento
CODE e a chave da ignição em MAR, a luz-
- substituir a bateria (E) respeitando -espia Y acender, significa que o siste-
as polaridades indicadas. Cada vez que girar a chave de igni- ma está efetuando um autodiagnóstico
- recolocar a caixinha na chave e ção na posição STOP, o sistema de pro- (por exemplo, devido a uma queda de
travá-la, girando o dispositivo (C). teção ativa o bloqueio do motor. tensão).
Girando a chave para MAR:
1) Se o código for reconhecido, a ADVERTÊNCIA: impactos
luz-espia Y no quadro de instrumen- violentos podem danificar
tos faz um breve lampejo, indicando os componentes eletrônicos
que o sistema de proteção reconheceu contidos na chave.
o código transmitido pela chave e o blo-
queio do motor foi desativado. Girando
a chave para AVV, o motor funcionará.
PE199

F0S0073M

F0S0073M
fig. 4 fig. 5 fig. 6
A-4
ADVERTÊNCIA: cada Etiqueta 2 - Immobilizer ALARME
chave fornecida tem um NBC 310.01
NBC 310.02 / NBC 310.03 / NBC 310.04
código próprio, diferente de NBC 310.05 / NBC 310.06 / NBC 310.07 O alarme, previsto em adição a
todos os outros, que deve ser memo- todas as funções do telecomando já A
rizado pela central do sistema. anteriormente descritas é comandado
1641-07-4050 pelo receptor situado próximo à uni-
Este equipamento opera em cará- dade central dos fusíveis.
ter secundário, isto é, não tem direi-
(01) 0789 838176 019 3
to a proteção contra interferência INTERVENÇÃO DO ALARME
prejudicial, mesmo de estações do
mesmo tipo, e não pode causar in- DUPLICAÇÃO DAS CHAVES O alarme intervém nos seguintes
terferência a sistemas operando em casos:
caráter primário. Quando o proprietário necessitar de - Abertura não autorizada de uma
A sequência numérica impressa acima chaves adicionais, deve ir à Rede As- porta, do capô do motor ou da tampa
do código de barras identifica o número sistencial Fiat com todas as chaves. A do porta-malas (proteção perimetral).
de homologação do controle remoto e Rede Assistencial Fiat efetuará a me-
morização (até um máximo de 8 cha- - Acionamento do dispositivo de
do immobilizer junto à ANATEL. ignição (rotação de uma chave não
ves) de todas as chaves, tanto as novas
O código de barras e os algarismos quanto as que estiverem em mãos. reconhecida para a posição MAR).
localizados abaixo dele contêm dados - Corte dos cabos da bateria.
do fornecedor do equipamento. A Rede Assistencial Fiat poderá exigir
os documentos de propriedade do veículo. - Presença de corpos em movimen-
As chaves não apresentadas durante to no interior do veículo (proteção vo-
Etiqueta 1 - Controle remoto lumétrica).
a nova operação de memorização são
RKE 192 definitivamente canceladas da memória - Elevação/inclinação anormal do
para garantir que aquelas eventualmen- veículo.
te perdidas não sejam mais capazes de A intervenção do alarme provoca
ligar o motor. o acionamento da sirene e dos indi-
cadores de direção (por cerca de 26
Se o veículo for vendido, segundos).
é indispensável que o novo
proprietário receba todas
as chaves.
A-5
É sempre previsto um número máxi- ATIVAÇÃO DO ALARME anomalia de funcionamento do siste-
mo de ciclos sonoro-visuais, e quan- ma. Dirija-se à Rede Assistencial Fiat.
do terminados, o sistema recomeça a O alarme pode ser ativado com
sua normal função de controle. portas e capô fechados e a chave de
ignição na posição STOP ou extraída. ADVERTÊNCIA: ao acionar o
As funções de proteção volumétrica fechamento centralizado com a
e antielevação podem ser desativadas Para ativar, posicione a chave com chave na ignição, o alarme não se
acionando o respectivo comando das telecomando na direção do veículo, ativa.
luzes de teto dianteiras (consultar o depois pressione e solte o botão Á.
parágrafo “Proteção volumétrica/an- Com exceção de alguns merca-
tielevação”). dos, o sistema emite um sinal sono- DESATIVAÇÃO DO ALARME
ro (“BIP”), e ativa o travamento das Pressionar o botão Ë na chave de
ADVERTÊNCIA: a função de ini- portas. telecomando.
bição de funcionamento do motor A ativação do alarme é precedida São efetuadas as seguintes ações
é garantida pelo Fiat CODE, que se por uma fase de autodiagnóstico: (com exceção de alguns mercados):
ativa automaticamente ao extrair a Quando for detectada uma ano-
chave de ignição. - Dois breves acendimentos dos
malia, o sistema emite um novo sinal indicadores de direção.
sonoro.
- Dois breves sinais sonoros (“BIP”).
Se isso ocorrer, desative o alarme,
ADVERTÊNCIA: se o alarme emi- - Destravamento das portas.
pressionando o botão Ë e verifique
tir um sinal sonoro, mesmo com as
o correto fechamento das portas, do
portas, o capô e a tampa do porta-
capô e da tampa do porta-malas. No- ADVERTÊNCIA: ao acionar a
-malas corretamente fechados, sig-
vamente faça a ativação do alarme abertura centralizada com a chave
nifica que existe uma anomalia de
pressionando o botão Á. na ignição o alarme não desativa.
funcionamento no sistema. Dirija-se
à Rede Assistencial Fiat. Caso contrário, a condição de por-
ta e o capô fechados incorretamente
PROTEÇÃO VOLUMÉTRICA/ANTIE-
resultaria na não ativação do alarme.
LEVAÇÃO
ADVERTÊNCIA: ao acionar o Se o alarme emitir um sinal sonoro,
fechamento centralizado com a mesmo com as portas, o capô e a Para garantir o funcionamento cor-
chave de ignição no contato, o alar- tampa do porta-malas corretamente reto da proteção, recomenda-se o fe-
me não se ativa. fechadas, indica a existência de uma chamento total dos vidros laterais e
do teto solar (quando previsto).
A-6
Se for necessário, a função pode ser utilizando a chave com telecomando COMUTADOR DE
desativada (se, por exemplo, forem na fechadura.
deixados animais no interior do vei- IGNIÇÃO
culo - ver advertência especifica no ADVERTÊNCIA: quando se des- A chave pode girar para 3 posições
A
manual de uso e manutenção), pres- carregam as pilhas da chave com
sionando o botão A-fig. 7, localizado diferentes fig. 8:
telecomando, ou se ocorrer uma
próximo às luzes de teto dianteiras, avaria no sistema, para desativar o - STOP: motor desligado, a chave
antes de ativar o próprio alarme. A de- alarme, introduzir a chave na igni- pode ser removida. Alguns dispositivos
sativação da função é sinalizada pelo ção e girá-la até a posição MAR. elétricos (por ex.: autorrádio, travamen-
lampejo, durante alguns segundos do to elétrico das portas, alarme eletrônico,
LED que se encontra no próprio bo- etc.) podem funcionar.
tão. A eventual desativação da pro- ABERTURA USANDO A CHAVE - MAR: posição de marcha. Todos os
teção volumétrica/ antielevação deve DE TELECOMANDO dispositivos elétricos podem funcionar.
ser repetida sempre que for desligada
a ignição. Pressionar o botão , com alar- Para algumas versões, ilumina-se o
me ativo (se previsto). A abertura da quadro de instrumentos.
EXCLUSÃO DO ALARME tampa do porta-malas é acompanha- - AVV: partida do motor.
da por um duplo sinal luminoso dos
Para excluir totalmente o alarme indicadores de direção, enquanto o Com a chave de ignição retirada,
(por exemplo: se houver inativida- fechamento é acompanhado por um é possível acender as luzes de posi-
de prolongada do veículo) efetuar único sinal (se o alarme estiver ativo). ção mediante a rotação da empu-
o fechamento de forma manual, Ao abrir a tampa do porta-malas na nhadura da alavanca de comando
presença de alarme, este provoca: das luzes externas.

LN262BR
LN188BR

- A desativação da proteção volu-


métrica.
A - A desativação da proteção antie-
levação.
- O sensor de controle da tampa do
porta-malas.
Ao fechar novamente a tampa do
porta-malas, todas estas funções são
fig. 7 restabelecidas. fig. 8
A-7
Se ocorrer violação do REGULAGENS A regulagem deve ser feita atuan-
do na alavanca B-fig. 9 levantando-a
dispositivo da ignição
(por ex.: uma tentativa de PERSONALIZADAS tantas vezes quantas forem necessárias
roubo), mandar verificar o funcio- para obter a posição desejada. Para
namento na Rede Assistencial Fiat. abaixar o banco, deve ser feito o pro-
BANCOS - fig. 9 cedimento contrário.
Qualquer regulagem deve ser feita
Ao descer do veículo, tire exclusivamente com o veículo parado. Não desmontar os ban-
sempre a chave para evitar cos nem efetuar serviços de
que alguém ligue os coman- Regulagem no sentido longitudinal manutenção e/ou repara-
dos involuntariamente. Lembre-se ção neles: operações realizadas de
Levantar a alavanca A e empurrar
de puxar o freio de mão até travar modo incorreto podem prejudicar o
o banco para a frente ou para trás. Ao
no dente necessário para imobili- funcionamento dos dispositivos de
soltar a alavanca, verificar se o banco
zar completamente o veículo. Se o segurança. Dirigir-se sempre à Rede
está bem travado, tentando empurrá-lo
veículo estiver em declive, engate a Assistencial Fiat.
para a frente e para trás. A falta deste
primeira marcha, sendo aconselhá-
bloqueio poderia provocar o movi-
vel também virar as rodas em dire-
mento do banco, fazendo com que se
ção ao passeio (calçada), tomando ADVERTÊNCIA: o banco deve
desloque alguns milímetros para frente
o cuidado para não tocar o pneu no estar bem travado para evitar o
ou para trás.
meio-fio (guias). Nunca deixe crian- movimento e possíveis acidentes.
ças sozinhas no veículo.
Com regulagem milimétrica:
Para reclinar completamente, ou para ADVERTÊNCIA: o projeto de um
FOM0055M

regular adequadamente a inclinação do veículo é concebido atualmente


encosto, girar o dispositivo específico para que, em casos de sinistros, os
C-fig. 9, para a frente ou para trás, con- ocupantes sofram o mínimo de con-
forme desejado. sequências possíveis.
Regulagem em altura
Para algumas versões, está prevista a
regulagem de altura para o banco do
fig. 9 motorista.
A-8
Para tanto, são concebidos na APOIA-CABEÇAS Bancos traseiros fig. 11
ótica de “segurança ativa” e “segu- Bancos dianteiros fig. 10 Para os bancos traseiros estão previs-
rança passiva”. Tratando especí- Para aumentar a segurança dos passa- tos apoia-cabeças reguláveis em altura.
fico dos bancos, estes, quando da geiros, os apoia-cabeças são reguláveis Para efetuar a regulagem: levantar to-
A
ocorrência de impactos que pos- em altura e travam-se automaticamente
sam gerar desacelerações em níveis talmente os apoia-cabeças até a altura
na posição desejada. máxima, ou abaixá-los totalmente.
“perigosos” aos usuários, são proje-
tados para se deformarem e, assim, Para abaixá-los, apertar o botão B ao Para removê-los, levantá-los até a
reduzir o nível de desaceleração lado dos suportes e empurrá-los para altura máxima, apertar os botões A e B
sobre os ocupantes, “preservando- baixo. ao lado dos suportes e puxar mais um
-os passivamente”. Sendo assim, a Para retirar o apoia-cabeças, apertar pouco para cima.
deformação dos bancos deve ser os botões A e B e puxá-los para cima.
considerada uma desejada conse- Não desmontar os ban-
quência do sinistro, uma vez que Lembre-se de que os
cos nem efetuar serviços de
é na deformação que a energia do apoia-cabeças devem ser
manutenção e/ou repara-
impacto é absorvida. Considera-se regulados de maneira que a
ção neles. Operações realizadas de
que, após constatada essa deforma- nuca, e não o pescoço, apoie neles.
modo incorreto podem prejudicar o
ção, o conjunto deverá ser substi- Somente nessa posição podem pro-
funcionamento dos dispositivos de
tuído. tegê-lo quando ocorrer batidas.
segurança. Dirigir-se sempre à Rede
Assistencial Fiat.
SISTEMA ANTI-WHIPLASH
Algumas versões, dotadas de airbag
lateral e window bag, estão equipadas
F0M0025M

LN163BR
com o dispositivo anti-whiplash nos
apoia-cabeças dianteiros. O sistema
atua no caso de colisões traseiras, des-
locando os apoia-cabeças dianteiros
para frente, reduzindo a distância entre
o apoia-cabeça e a nuca dos ocupantes.
Esta ação tem o propósito de proteger o
pescoço contra o efeito “chicote” pro-
fig. 10 vocado pela colisão traseira. fig. 11
A-9
PORTA-OBJETOS DAS PORTAS PORTA-OBJETOS NOS APOIA- No apoia-braço traseiro está dispo-
-BRAÇOS nível, além do compartimento para
Existentes no revestimento de cada objetos, um porta-copos duplo o qual,
porta, estão presentes os bolsos porta- Algumas versões dispõem de compar- para ser utilizado, deve ser extraído
-objetos / porta-documentos. timentos porta-objetos nos apoia-braços puxando-o para a frente fig. 15 e 16.
dianteiros. Para abrir o compartimento
Dentro do apoio existem duas sedes
APOIA-BRAÇO DIANTEIRO - fig. 12 e 13 para utilização do vão porta-objetos
B-fig. 15 para colocação de copos e/
B-fig. 15, pressionar o botão A-fig. 15.
Entre os bancos dianteiros, para algu- ou latinhas. Para utilizá-lo, puxar a lin-
mas versões, há um apoia-braço A-fig. 12. Puxe a trava C para voltar para posi- gueta A no sentido indicado pela seta.
ção anterior.
Para colocá-lo na posição de uso Levantando a tampa como indicado
normal empurrá-lo para baixo como na fig. 16, existe um porta-objetos.
ilustrado pela seta fig. 12.

LN032BR

FC0131BR
Para algumas versões, o apoia-braço
pode ser regulado em duas posições.
Para selecionar a posição desejada,
apertar o botão B-fig. 12.

APOIA-BRAÇO TRASEIRO - fig. 14


Para utilizar o apoio de braço A-fig.
14, se estiver disponível, abaixe-o co-
mo indicado na fig. 14. fig. 13 fig. 15
LN152BR

FC0130BR

FC0132BR
B

fig. 12 fig. 14 fig. 16


A-10
VOLANTE - fig. 17 Qualquer regulagem O funcionamento do espelho eletro-
deve ser realizada somente crômico estará ativo e só será possível
Em algumas versões, pode ser regu- com o veículo parado. com a ignição ligada, condição em que
lado no sentido vertical e em profun-
didade:
o espelho passa a funcionar em modo A
automático. Nesta situação, duas foto-
1) Deslocar a alavanca A para a po- ESPELHO RETROVISOR INTERNO - células controlam a atividade luminosa
sição 1-fig. 17. A-fig. 18 na frente e atrás do espelho, fazendo a
2) Efetuar a regulagem do volante. Deslocando a alavanca A obtém-se: compensação entre localidades ilumi-
nadas ou escuras.
3) Retornar a alavanca à posição 2 1) posição antiofuscamento
para travar o volante novamente. 2) posição normal Quando a fotocélula localizada na
parte frontal do espelho, ao lado do in-
O espelho retrovisor interno é equi- terruptor, detecta o ofuscamento pro-
Nos veículos dotados de pado com um dispositivo contra aci-
direção hidráulica, não per- vocado pelos faróis do veículo atrás do
dentes que o desprende em ocorrência seu, ela energiza uma camada química
manecer com o volante em de choques.
fim de curso (seja para a direita ou do vidro, causando o escurecimento e
esquerda) por mais de 15 segundos a absorção da luz. Assim que o ofus-
ESPELHO RETROVISOR INTERNO camento diminui, o espelho volta para
sob pena de danificar o sistema.
ELETROCRÔMICO - fig. 19 o seu estado normal de transparência.
Presente em algumas versões, o es-
pelho pode ser orientado em todas as
direções.
PE001

F0M0028M

4EN1269BR
2 B A
1
fig. 17 fig. 18 fig. 19
A-11
Com o dispositivo ligado, o LED ver- Inclinação (basculamento) fig. 20 e 21 Com regulagem elétrica fig. 22
de B-fig. 19 permanece aceso, indican-
Se ocorrer necessidade (por exemplo, A regulagem é possível somente com
do esse estado. Pressionando-se o botão
quando a saliência do espelho cria difi- a chave de ignição na posição MAR.
A-fig. 19 com o dispositivo ligado, o
culdades em uma passagem estreita), o Para regular o espelho, basta apertar
LED B-fig. 19 se apaga, indicando que
espelho pode ser dobrado deslocando- nos quatro sentidos a tecla C situada na
o sistema deixou de funcionar em modo
-o da posição 1-fig. 20 para a posição porta do motorista.
automático.
2-fig. 21.
O botão B seleciona o espelho (es-
Como característica adicional, o espe-
querdo ou direito) em que será feita a
lho passará para a posição normal (dia) Durante a marcha os regulagem.
sempre que a marcha a ré for engatada, espelhos devem estar sem-
garantindo a visibilidade em manobras. pre na posição 1-fig. 20.
Assim que o ofuscamento diminui, o Qualquer regulagem
espelho volta para o seu estado normal deve ser efetuada somente
de transparência. As lentes dos espelhos com o veículo parado e
retrovisores são parabóli- freio de mão puxado.
ESPELHOS RETROVISORES cas e aumentam o campo
EXTERNOS de visão. No entanto, diminuem
o tamanho da imagem, dando a
Qualquer regulagem impressão de que o objeto refletido
deve ser efetuada somente está mais distante do que a reali-
com o veículo parado. dade.

F0M0030
LN161BR

LN162BR

fig. 20 fig. 21 fig. 22


A-12
CINTOS DE Não apertar o botão (C) Ao posicionar a chave de ignição na
posição MAR, a luz-espia do cinto de
com o veículo em movi-
SEGURANÇA mento. segurança se acende de modo fixo no
quadro de instrumentos, se o cinto de A
O cinto, por meio do retrator automá- segurança do condutor não estiver afi-
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE tico, adapta-se ao corpo do passageiro velado. A luz-espia se apagará quando
SEGURANÇA permitindo liberdade de movimentos. o cinto for afivelado ou se estiver sido
Para colocar os cintos, pegar a lin- Com o veículo estacionado em forte afivelado antes de colocar a chave de
gueta de fixação A-fig. 23 e introduzi- aclive ou declive, o retrator pode tra- ignição na posição MAR.
-la na sede B até perceber o “click” de var-se: isso é normal. O mecanismo de Para veículos com airbag, o sinal so-
travamento. travamento do retrator intervém quan- noro, juntamente com a luz espia, será
Se durante a colocação do cinto, ele do ocorrer qualquer puxão repentino ativado quando, com a ignição ligada,
se travar, deixá-lo enrolar por um breve do cinto ou em ocorrência de freadas ocorrer pelo menos uma das seguintes
trecho e retirá-lo novamente, evitando bruscas, colisões e curvas em alta ve- situações:
puxões repentinos. locidade. - Passar mais de 50 segundos após o
veículo ultrapassar a velocidade de 10
Após engatar a fivela na km/h.
sede do fecho, puxar leve- - Veículo ultrapassar a velocidade de
mente o cinto para eliminar 20 km/h.
a folga do cadarço na região abdo- - Percorrer mais de 400 metros.
minal.
A luz-espia será desativada se:

FC0009BR
Para retirar o cinto, apertar o botão (C). - Os cintos forem novamente afivela-
Acompanhar o cinto durante seu enrola- dos.
mento para evitar que fique torcido. - A marcha a ré for inserida.

A
B
C
fig. 23
A-13
REGULAGEM DE ALTURA DOS A regulagem de altura é possível CINTOS DE SEGURANÇA
CINTOS DIANTEIROS em 4 posições distintas. Para fazer a TRASEIROS
regulagem, apertar o botão A-fig. 24
e levantar ou abaixar a empunhadura O banco traseiro tem cintos de segu-
A regulagem de altura B-fig. 24. rança inerciais de três pontos de fixação
dos cintos de segurança com retrator para os lugares laterais e
deve ser feita com o veícu- central.
lo parado. Após a regulagem, veri-
ficar sempre se o cursor Os cintos de segurança para os luga-
Regular sempre a altura dos cintos, está travado em uma das res traseiros devem ser usados conforme
adaptando-os à estatura das pessoas que posições predispostas. Para tanto, o esquema ilustrado na fig. 25.
os usam. Esta precaução permite melho- sem pressionar o botão, fazer um Para evitar engates incorretos, que
rar sua eficácia, reduzindo substancial- movimento para baixo para permi- poderiam afetar a funcionalidade dos
mente os riscos de lesões e choques. tir o travamento do dispositivo de cintos de segurança, as linguetas dos
A regulagem correta é obtida quando fixação, se ele não tiver sido travado cintos laterais e o fecho do cinto central
o cinto passa cerca da metade entre a em uma das posições estabelecidas. (identificado com a palavra CENTER)
extremidade do ombro e do pescoço. A são incompatíveis entre si.
sua eficiência depende diretamente da
correta colocação por parte do usuário.
F0M0484M-BR

F0Q0935m
fig. 24 fig. 25
A-14
Recordar-se de que, se Colocar e ajustar sempre os cintos de A opção em reclinar o
ocorrer colisão, os passa- segurança antes de iniciar uma viagem. banco limita as funções do
geiros dos bancos traseiros cinto de segurança, poden-
que não estiverem usando os cintos, Para garantir a máxima do ocasionar o escorregamento do A
além de estarem infringindo as leis proteção aos ocupantes do usuário por baixo do cinto, com
de trânsito e de serem expostos a veículo se ocorrer acidente, riscos de estrangulamento.
um grande risco, constituem um recomenda-se manter o encosto na
perigo também para os passageiros posição mais ereta possível e o cinto O cinto não deve ser
dos lugares dianteiros. bem aderido ao tórax e à bacia. dobrado. A parte superior
As fivelas devem ser retiradas nova- deve passar nos ombros e
mente das relativas sedes ao colocar o atravessar diagonalmente o tórax.
Colocar e ajustar sem- A parte inferior deve aderir à bacia
banco na posição de utilização, de modo pre os cintos de segurança,
que estejam sempre prontos para o uso. fig. 26 e não ao abdômen do pas-
tanto nos lugares dianteiros sageiro. Não utilizar dispositivos
como traseiros. Viajar sem utilizar (almofadas, espumas, clipes, etc.)
ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A os cintos aumenta o risco de lesões entre o corpo e o cinto, para qual-
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE graves, ou de morte, se ocorrer uma quer finalidade, ou qualquer outro
SEGURANÇA colisão. tipo de dispositivo que trave, afrou-
O motorista deve respeitar (e também xe ou modifique o funcionamento
os outros ocupantes do veículo) todas normal do cinto de segurança.
as disposições legislativas locais com
relação à obrigação e modalidades de

FC0015BR
utilização dos cintos.

fig. 26
A-15
Se o cinto tiver sido sub- Cada cinto de segurança COMO MANTER OS CINTOS DE
metido a uma forte solici- deve ser utilizado somen- SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES
tação como, por exemplo, te por uma pessoa. Nunca
após um acidente, deve ser substi- transportar crianças no colo de 1) Utilizar sempre os cintos de se-
tuído completamente junto com as um passageiro utilizando um cinto gurança bem esticados, não torcidos;
fixações, os parafusos e o próprio de segurança para a proteção de certificar-se de que possam deslizar
sistema pré-tensionador, mesmo ambos fig. 27 e não colocar nenhum livremente sem impedimentos.
não apresentando danos visíveis, objeto entre a pessoa e o cinto. 2) Após um acidente, substituir o
pois estes equipamentos podem ter cinto usado, mesmo se aparentemen-
perdido suas propriedades de resis- O uso dos cintos é necessário tam- te não pareça danificado. Substituir o
tência. bém para as mulheres grávidas: para cinto se ocorrer ativação do pré-tensio-
elas e para o bebê o risco de lesões se nador (quando disponível).
ocorrer colisão é certamente menor se 3) Para limpar os cintos, lavá-los com
Para qualquer intervenção ou estiverem usando o cinto. água e sabão neutro, enxaguando-os e
reparo, dirija-se sempre à Rede Obviamente as mulheres grávidas deixando-os secar à sombra. Não usar
Assistencial Fiat. deverão colocar a faixa abdominal do detergentes fortes, alvejantes ou tintu-
cinto muito mais baixa de modo que ras, ou qualquer outra substância quí-
passe sob o ventre fig. 28. mica que possa enfraquecer as fibras
do cinto.
4) Evitar que os retratores automáti-
cos se molhem. O seu correto funcio-
namento é garantido somente se não
sofrerem infiltrações de água.
FC0016BR

FC0017BR
5) Substituir o cinto quando apresen-
tar marcas de deterioração ou cortes.

fig. 27 fig. 28
A-16
TRANSPORTE DE
RBAG
AI
GRAVE PERIGO: O transporte de crianças no banco
não colocar cadei- dianteiro só pode se verificar quan-
CRIANÇAS EM rinhas para crianças do previstos conforme legislação
SEGURANÇA voltadas contra o sentido de marcha em vigor. Se isso ocorrer, o banco A
no banco dianteiro do veículo - fig. do passageiro deve ser regulado na
Se houver necessidade de transpor- 29. A ativação do airbag, se ocorrer posição mais afastada, a fim de evi-
tar crianças no veículo, faça-o com uma colisão, pode produzir lesões tar eventuais contatos da cadeirinha
segurança cumprindo rigorosamente mortais na criança transportada. para crianças com o painel
a legislação em vigor sobre o assunto,
especificamente o disposto no Código Para a melhor proteção se ocorrer
de Trânsito Brasileiro e Resolução do Os dispositivos de retenção para uma colisão, todos os ocupantes devem
Conselho Nacional de Trânsito (CON- crianças menores de um ano somen- viajar sentados e protegidos pelos siste-
TRAN). te oferecem proteção adequada mas de retenções adequados (cintos de
quando instalados no banco trasei- segurança, cadeirinhas).
A criança deverá estar protegida por
ro de um veículo e posicionados no Esta recomendação é ainda mais
um dispositivo de retenção apropriado
sentido contrário ao da marcha. importante quando são transportadas
e deverão ser observadas também as
instruções do fabricante do dispositivo. crianças no veículo.
As crianças devem ser transportadas no O transporte de crianças em veícu-
banco traseiro dos veículos até comple- los automotores sem seguir as normas
tarem 10 anos de idade e usar, individu- de segurança estabelecidas no Código
almente, cinto de segurança ou sistema de Trânsito Brasileiro é considerada
de retenção equivalente. Não utilizar infração gravíssima, com penalidade
cadeirinhas ou outros dispositivos sem de multa e inclusão de pontos no pron-

NU306
as instruções de uso. tuário da carteira de habilitação, além
da retenção do veículo até que seja
providenciada a acomodação correta
da criança.

fig. 29
A-17
ADVERTÊNCIA: cada sistema de PRÉ-TENSIONADORES Para ter a máxima pro-
retenção é rigorosamente dimensio- teção da ação do pré-
nado para uma pessoa, portanto não Para tornar ainda mais eficaz a ação -tensionador, usar o cinto
transporte duas crianças na mesma dos cintos de segurança, os veículos mantendo-o bem aderido ao tórax
cadeirinha ao mesmo tempo. estão equipadas também com pré- e à bacia.
-tensionadores dos cintos de segurança.
ADVERTÊNCIA: verificar sempre Estes dispositivos são acionados atra-
se os cintos não estão apoiando no vés de um sensor, que detecta que está Para que ocorra o fun-
pescoço da criança. ocorrendo uma colisão violenta e pu- cionamento correto do pré-
xam os cintos. Deste modo, garante-se -tensionador, o cinto de
ADVERTÊNCIA: durante a viagem a perfeita aderência dos cintos ao cor- segurança deverá estar sempre cor-
não permitir que a criança desencai- po dos ocupantes, antes que se inicie o retamente afivelado.
xe os cintos. deslocamento.
Ocorrendo a ativação dos pré-tensio-
O travamento do cinto, em virtude da nadores, pode-se verificar emissão de
ADVERTÊNCIA: se houver aciden- ação do pré-tensionador, é reconhecí- fumaça. Esta fumaça não é prejudicial
te, substituir a cadeirinha por uma vel pela impossibilidade de retornar o e não indica um princípio de incêndio.
nova. cinto ao puxá-lo, nem mesmo se acom-
O pré-tensionador não necessita de
panhado com as mãos.
ADVERTÊNCIA: aconselha-se veri- nenhuma manutenção ou lubrificação.
ficar na Rede Assistencial Fiat a Qualquer intervenção de modificação
disponibilidade de dispositivos de de suas características originais invalida
retenção para crianças da Linha Fiat sua eficiência. Se, por eventos naturais
Acessórios, especificamente desen- excepcionais (enchentes, marejadas,
volvidos para uso nos veículos Fiat. alagamentos, etc.), o dispositivo for
atingido por água ou barro, é obrigató-
ria a sua substituição.

A-18
O pré-tensionador é uti- Em hipótese alguma deve- LIMITADORES DE CARGA
lizável somente uma vez. -se desmontar ou intervir
Após a sua utilização, dirija- nos componentes do pré-
-se à Rede Assistencial Fiat para a -tensionador. Qualquer reparação Os limitadores de carga estão A
substituição completa dos dispositi- deve ser feita por pessoal qualifica- presentes somente nos cintos com
vos, incluindo os cintos de segurança. do e autorizado. Procure sempre a pré-tensionador, seja mecânico ou
Rede Assistencial Fiat. elétrico.

Intervenções que acarre- Para aumentar a segurança passiva,


tem colisões, vibrações ou os retratores dos cintos de segurança
aquecimentos localizados (equipados com pré-tensionador) têm
(superiores a 100°C por uma dura- em seu interior um limitador de carga
ção máxima de 6 horas) na zona que permite dosar a força com que o
do pré-tensionador podem provocar sistema age no tórax e nos ombros du-
danos ou a ativação do sistema. Não rante a ação de retenção dos cintos, se
se enquadram nestas condições as ocorrer uma colisão.
vibrações induzidas pela irregulari-
dade das estradas ou por ultrapassa-
gens acidentais de obstáculos como
guias, quebra-molas, etc. Para qual-
quer intervenção ou reparo, dirija-
-se sempre à Rede Assistencial Fiat.

A-19
PAINEL DE INSTRUMENTOS
A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis.

LN300BR
MUTE PHONE SCROFF BACK

23:32
MEDIA RADIO Todas SETTINGS MORE

FM
TUNE
VOLUME SCROLL
94.90 MHz

BROWSE
AM/FM Sinton. Info Áudio ENTER

fig. 30

1) Difusores de ar laterais orientáveis - 2) Difusores de ar laterais fixos - 3) Alavanca esquerda: comando das luzes externas -
4) Quadro de instrumentos - 5) Alavanca direita: comandos do limpador do para-brisa, Trip Computer - 6) Comandos no
painel - 7) Difusores de ar centrais orientáveis - 8) Difusor de ar fixo superior - 9) Airbag frontal lado passageiro - 10) Porta-
-luvas - 11) Guia de luz (night design) - 12) Uconnect™ - 13) Comandos de aquecimento/ventilação/climatização - 14)
Comutador de ignição - 15) Airbag frontal lado condutor - 16) Buzina - 17) Alavanca de regulagem do volante - 18) Alavanca
do piloto automático (cruise control) - 19) Comandos: luzes de neblina dianteiras/display digital.

A-20
QUADRO DE INSTRUMENTOS
O quadro de instrumentos varia em função do modelo/versão adquirido e dos itens opcionais.
A

PE012
100 120 140 40 50
80 160 30
60
60 180 20
40 70
200
10
20 80
220
0 0
km/h rpmx100

A B C D E
fig. 31

A - Velocímetro.
B - Indicador de nível do combustível com luz-espia de reserva.
C - Display multifuncional.
D - Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento do motor com luz-espia de máxima temperatura.
E - Conta-giros.

A-21
INSTRUMENTOS DE INDICADOR DO NÍVEL DE Ver observação
“Estacionamento”
no item
COMBUSTÍVEL - fig. 33
BORDO
O ponteiro indica a quantidade
A grafia dos instrumentos pode variar aproximada de combustível existente Advertência: se a luz-espia do
em função da versão do veículo. no tanque. indicador do nível de combustível
Ao posicionar a chave de ignição O acendimento contínuo da luz-es- estiver piscando é sinal de ano-
na posição MAR, o quadro de instru- pia de reserva A indica que no tanque malia no sistema. Procurar a Rede
mentos é iluminado e os ponteiros do restam cerca de 9,5 litros de combus- Assistencial Fiat.
velocímetro e do conta-giros percorrem tível.
toda a escala e retornam no início, de- E - (empty) - tanque vazio
monstrando funcionamento normal dos INDICADOR DE TEMPERATURA DO
F - (full) - tanque cheio LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO
instrumentos.
MOTOR - fig. 34
VELOCÍMETRO - fig. 32 Em regime de funcionamento, nor-
malmente, o ponteiro deve estar sobre
A quilometragem parcial e total,
os valores centrais da escala. Se chegar
assim como o zeramento, podem ser
perto da marca vermelha, significa que
acessados através do display.
o motor está sendo muito solicitado e
é necessário reduzir a exigência de de-
sempenho.
PE052

PE053

PE054
A A
km/h

fig. 32 fig. 33 fig. 34


A-22
Viajando a velocidade muito baixa Observação: CONTA-GIROS - fig. 35
com clima muito quente, o ponteiro po- H - do inglês hot: quente
de chegar perto da marca vermelha. Em O ponteiro sobre as marcas verme-
C - do inglês cold: frio lhas indica um regime de rotações mui-
algumas versões, acende-se no quadro
to elevado, que pode causar danos ao
A
de instrumentos, a luz-espia. Isso indi-
ca excessiva temperatura do líquido de motor e, portanto, deverá ser evitado.
arrefecimento. Advertência: se o indicador esti-
A posição da luz-espia indicadora ver no início da escala (temperatura ADVERTÊNCIA: o sistema de con-
de temperatura pode mudar em função baixa) com a luz-espia A-fig. 32 de trole da injeção eletrônica inter-
da versão do veículo e do quadro de excesso de temperatura ou com a rompe o fluxo de combustível quan-
instrumentos. luz-espia do sistema de injeção do o motor estiver com excesso de
acesa, é sinal de anomalia no sis- rotações, com consequente perda
tema. Procurar a Rede Assistencial de potência do próprio motor.
Se o motor funcionar sem o líqui- Fiat.
do de arrefecimento, seu veículo
poderá ser seriamente danificado. Observação:
Os reparos não serão cobertos pela rpm - rotações por minuto
Garantia.

Se ocorrer superaqueci-
mento, desligar o motor e
providenciar o reboque do

PE055
veículo à concessionária Fiat mais
próxima.

rpm
x100

fig. 35
A-23
DISPLAY MULTIFUNCIONAL C - Hora: sempre exibida, com a BOTÕES DE COMANDO - fig. 37
RECONFIGURÁVEL - fig. 36 chave em MAR e as portas dianteiras
fechadas. + Para navegar na tela nas correspon-
Os veículos são equipados com dis- dentes opções para cima ou aumentar
play multifuncional reconfigurável apto D - Temperatura externa (sensor lo- o valor visualizado.
a oferecer informações úteis ao usuário, calizado no retrovisor).
MENU ESC Pressione brevemente pa-
em função do que foi anteriormente de- E - Sinalização do estado do veículo ra acessar o menu e/ou passar a à tela se-
finido, durante a condução do veículo. (ex.: porta aberta). guinte ou confirmar a escolha desejada.
A tela standard pode fornecer as se- F - Indicação de câmbio automático Pressão prolongada para retornar à
guintes indicações: - função sport inserida (apenas para a tela standard.
A - Data. versão com câmbio Dualogic®). – Para navegar na tela nas correspon-
B - Hodômetro (visualização dos qui- G - Indicação da posição durante re- dentes opções para baixo ou diminuir o
lômetros percorridos). gulagem do farol. valor visualizado.
Colocar a chave de ignição na po-
sição MAR e, em seguida, o display
LN255BR
visualizará a indicação de data fig. 36.

LN261BR
8:30 Segunda-feira
13
Novembro

fig. 36 fig. 37
A-24
Os botões + e – ativam funções Menu de setup O menu de setup pode ser ativado
diversas de acordo com as seguintes - No interior do menu permitem a com uma pressão breve do botão ME-
situações: navegação para cima ou para baixo; NU ESC.
- Durante as operações de definição Com pressões individuais das teclas A
- No interior do menu permitem + ou – é possível navegar na lista do
a navegação para cima ou para permitem o aumento ou a diminuição.
menu de setup.
baixo.
MENU DE SETUP - fig. 38 Os modos de gestão a este ponto di-
- Durante as operações de con- ferem entre si de acordo com a caracte-
figuração permitem o aumento ou O menu é composto por uma série rística da entrada selecionada.
diminuição. de funções dispostas de modo “circu-
lar” cuja seleção, realizada através dos Seleção de uma entrada do menu
Ao abrir uma das portas diantei- botões + e –. Permite o acesso às diver- principal sem submenu:
ras, será visualizada no display, por sas operações de escolha e definição
(setup). - Através da pressão breve do botão
alguns segundos, a quilometragem MENU ESC pode ser selecionada a fun-
percorrida. Para algumas versões, Outras configurações importantes ção do menu principal que se deseja
serão visualizadas a quilometragem são realizadas diretamente no sistema modificar.
e a hora. Uconnect™. Consulte o manual espe-
cífico, que acompanha o veículo, para - Ao agir nas teclas + ou – (através de
ter acesso às informações completas das pressões individuais) pode ser escolhida
Regulagem da iluminação do quadro funções disponíveis. a nova definição.
de instrumentos - Através da pressão breve do botão
- Quando está ativa a tela standard, MENU ESC se pode memorizar a de-
é possível a regulagem da intensidade finição e ao mesmo tempo retornar à
luminosa do quadro de instrumentos, mesma entrada do menu principal antes
do autorrádio e do climatizador auto- selecionada.
mático (se presente).

A-25
Seleção de uma entrada do menu - Através da pressão breve do botão - São salvas somente as modificações
principal com submenu: MENU ESC pode-se memorizar a de- já memorizadas pelo usuário (já confir-
finição e ao mesmo tempo retornar à madas com a pressão do botão MENU
- Através da pressão breve do botão
mesma entrada do submenu antes se- ESC).
MENU ESC se pode visualizar a primei-
lecionada. O ambiente do menu de setup é tem-
ra entrada do submenu.
porizado; depois da saída do menu de-
- Ao agir nas teclas + ou – (através de Através da pressão prolongada do vido ao vencimento desta temporização
pressões individuais) pode-se navegar botão MENU ESC: são salvas somente as modificações já
em todas as entradas do submenu.
- Quando nos encontramos no nível memorizadas pelo usuário (já confir-
- Através da pressão breve do botão do menu principal, é abandonado o madas com a pressão breve do botão
MENU ESC pode-se selecionar a en- ambiente do menu de setup. MENU ESC).
trada do submenu visualizada e se tem
acesso ao menu de definição corres- - Quando nos encontramos num ou-
pondente. tro ponto do menu (ao nível de defini-
ção de uma entrada de submenu, ao
- Ao agir nas teclas + ou – (através de nível de submenu ou ao nível de defini-
pressões individuais) pode ser escolhida ção de uma entrada do menu principal)
a nova definição desta entrada do sub- é abandonado o nível de menu princi-
menu. pal.

A-26
LN301BR
Exemplo: A partir da tela standard, para ter acesso à navegação pressionar brevemente o
botão MODE. Para navegar dentro do menu, pressionar os botões N ou O.
Nota: com o veículo em movimento, por razões de segurança, é possível ter A
Português acesso só ao menu reduzido (função “Beep Velocidade” e função “Ilumina-
ção”). Com o veículo estacionado é possível ter acesso ao menu estendido.
Deutsch Español

English
Français Revisão
Bag passageiro
Italiano Saida Menu

Volume teclas
Revisão
Saída Menu Bag. passageiro
Saida Menu
Bag passageiro Iluminação

MODE
pressão Bag passageiro Iluminação
breve do (quando previsto)
botão

Volume avisos Saida Menu


Volume teclas
Revisão Revisão Beep velocidade Iluminação
Beep velocidade

Volume teclas Língua


Iluminação
Lingua Beep velocidade
Volume avisos
Volume teclas Volume avisos Lingua

Beep velocidade
Lingua
Volume avisos

fig. 38
A-27
Limite de velocidade (Beep Velocidade) Nota: a definição é possível a partir Seleção do idioma
Essa função permite estabelecer o li- de 30 km/h ou 20 mph, ver o parágra- As visualizações do display, prévia
mite de velocidade do veículo e avisar fo “Regulagem da unidade de medida definição, podem ser representadas nos
ao usuário quando ele for ultrapassado (Unid. medida)” descrito a seguir. A seguintes idiomas: Italiano, Deutsch,
(ver o capítulo “Luzes-espia e mensa- cada pressão no botão + / – é deter- English, Español, Français, Português.
gens”). minado o aumento/diminuição de 5
unidades. Ao manter pressionado o Para definir o idioma desejado, pro-
Para definir o limite de velocidade ceder como indicado a seguir:
desejado, proceder como indicado a botão + / – se obtém o aumento/dimi-
nuição rápida automático. Quando - Pressionar brevemente o botão ME-
seguir:
se está próximo do valor desejado, NU ESC, o display exibe o “idioma”
- Pressionar brevemente o botão ME- completar a regulação com pressões definido anteriormente.
NU ESC, o display exibe a mensagem individuais. - Pressionar o botão + ou – para efe-
(Beep Vel.).
tuar a escolha.
- Pressionar o botão + ou – para sele- - Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou - Pressionar brevemente o botão ME-
cionar a ativação (On) ou a desativação
pressionar prolongadamente o botão NU ESC para retornar à tela menu ou
(Off) do limite de velocidade.
para retornar à tela standard sem me- pressionar prolongadamente o botão
- Se a função tiver sido ativada (On), para retornar à tela standard sem me-
pressionar MENU ESC e, através da morizar.
morizar.
pressão dos botões + ou –, selecionar Sempre que se desejar anular a defi-
o limite de velocidade desejado e pres- nição, proceder como indicado a seguir:
sionar MENU ESC para confirmar a - Pressionar brevemente o botão ME-
escolha. NU ESC.
- Pressionar o botão + ou – para se-
lecionar a ativação (Off).
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para retornar à tela menu ou
pressionar prolongadamente o botão
para retornar à tela standard sem me-
morizar.

A-28
Regulagem do volume de sinal acús- Regulagem do volume das teclas (Vol. Manutenção programada (Revisão)
tico de avarias/avisos (Vol. avisos) Teclas) Esta função permite visualizar as indi-
Esta função permite regular (em 7 ou Esta função permite regular (em 7 ou cações relativas aos prazos quilométri-
8 níveis conforme a versão) o volume 8 níveis conforme a versão) o volume cos das revisões de manutenção. A
do sinal acústico (buzzer) que acompa- do sinal acústico que acompanha a Para consultar estas indicações pro-
nha as visualizações de avaria / aviso. pressão dos botões MENU ESC, + e –. ceder como indicado a seguir:
Para definir o volume desejado, pro- Para definir o volume desejado, pro- - Pressionar brevemente o botão ME-
ceder como indicado a seguir: ceder como indicado a seguir: NU ESC, o display exibe o prazo em km
- Pressionar brevemente o botão ME- - Pressionar brevemente o botão ME- ou mi em função do que foi definido
NU ESC, o display exibe o “nível” do NU ESC, o display exibe o “nível” do anteriormente (ver o parágrafo “Unid.
volume definido anteriormente. volume definido anteriormente. Medida”).
- Pressionar o botão + ou – para efe- - Pressionar o botão + ou – para efe- - Pressionar brevemente o botão ME-
tuar a regulagem. tuar a regulagem. NU ESC para retornar à tela menu ou
- Pressionar brevemente o botão ME- - Pressionar brevemente o botão ME- pressionar prolongadamente o botão
NU ESC para retornar à tela menu ou NU ESC para retornar à tela menu ou para retornar à tela standard.
pressionar prolongadamente o botão pressionar prolongadamente o botão para
para retornar à tela standard sem me- retornar à tela standard sem memorizar.
morizar.

A-29
Advertência para a revisão programada Será visualizado no display, automa- Procure a Rede Assistencial FIAT
ticamente e obedecendo a prioridade que realizará, além das operações de
A indicação ocorrerá quando a dis-
das mensagens (avaria ou advertência, manutenção previstas pelo “Plano de
tância percorrida pelo veículo estiver
se houver), a mensagem dos quilôme- manutenção programada” ou pelo
dentro da faixa estabelecida para sua
tros faltantes para a próxima revisão ou “Plano de inspeção anual”, o zeramen-
visualização, ou seja, 2000 km antes dos
quando forem excedidos até 1.000 km. to (reset) dos contadores de tempo ou
prazos estabelecidos no Plano de Manu-
tenção Programada até 1000 km depois. Para algumas versões a luz-espia õ quilômetros para a próxima troca anual
lampeja no quadro de instrumentos e, do óleo ou manutenção programada.
A indicação ocorrerá somente quan-
para outras, será visualizada õ no dis-
do a chave de ignição for posicionada
play.
em MAR a cada 200 km dentro da faixa
estabelecida para a advertência.

O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 10.000 km ou 1 ano, pre-
valecendo a condição que primeiro ocorrer. A exibição de informações relativas às operações de manutenção (com exceção da revisão de
carroceria) ocorrerá automaticamente quando a chave de ignição for colocada na posição MAR, a partir dos 2.000 km faltantes para a próxima
revisão ou a 30 dias da troca anual do óleo do motor. Essas informações serão exibidas a cada 200 km (para revisão) ou 3 dias (para troca de
óleo). Quando a manutenção programada estiver próxima do vencimento previsto, girando a chave de ignição para a posição MAR o display
exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Procure a Rede Assistencial
Fiat a qual realizará, além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de Inspeção Anual, o
zeramento (reset) dos contadores de tempo e quilometragem faltantes para a próxima intervenção.
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer
um mínimo de 200 quilômetros.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de modo que os intervalos
de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade, devendo ser sempre observados.
Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor, no capítulo D, se o veículo for utilizado, predominantemente,
em condições particularmente severas.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos,
no presente manual.
A-30
LN121BR
Advertência para a troca anual do Ativação/Desativação do airbag lado Menu:
óleo do motor passageiro frontal (Bag passageiro) Volume Teclas
O valor dos dias faltantes para a troca (quando disponível) Revisão
de óleo será indicado no display após Esta função permite ativar/desativar o
Bag passageiro A
inicialização do mesmo, obedecendo airbag lado passageiro.
a prioridade das mensagens (avaria e/ Proceder da seguinte forma:
ou advertência se houver). A indicação + MENU ESC
s0RESSIONAROBOTÎOMENU ESC e,
permanecerá no display durante 5 se- –
gundos. depois de ter visualizado no dis-
play a mensagem (Bag pass: Off) Bag. pass:
Obedecendo a prioridade das men- (para desativar) ou a mensagem Off
sagens (avaria e/ou advertência se hou- (Bag pass: On) (para ativar) através
ver), após a inicialização do quadro, On
da pressão dos botões + e –, pres-
será indicado quando tiver vencido o sionar novamente o botão MENU
prazo indicado para a troca de óleo. ESC.
Para algumas versões a luz-espia õ +
MENU ESC
lampeja no quadro de instrumentos e, –
para outras, será visualizada õ no dis-
Confirmar:
play.
Não
Procure a Rede Assistencial FIAT
Sim
que realizará, além das operações de
manutenção previstas pelo “Plano de
manutenção programada” ou pelo
“Plano de inspeção anual”, o zeramen- +
MENU ESC
to (reset) dos contadores de tempo ou –
quilômetros para a próxima troca anual
do óleo ou manutenção programada.
Bag passageiro
Desativado

fig. 39
A-31
s.ODISPLAYÏVISUALIZADAAMENSA- TRIP COMPUTER - Consumo médio B.
gem de pedido confirmação. - Velocidade média B.
s!TRAVÏSDAPRESSÎODOSBOTÜES+ ou - Tempo de viagem B (duração da
– selecionar (Sim) (para confirmar GENERALIDADES
condução).
a ativação/desativação) ou (Não) O “Trip computer” permite visuali-
(para renunciar). zar, com a chave de ignição na posição Nota: o “Trip B” é uma fun-
s0RESSIONAR BREVEMENTE O BOTÎO MAR, as grandezas relativas ao estado ção que pode ser excluída (ver
MENU ESC, é exibida uma men- de funcionamento do veículo. Esta fun- o parágrafo “Habilitação do Trip
sagem de confirmação da escolha ção é composta de dois trip separados B”). As grandezas “Autonomia” e
e se retorna à tela menu ou pres- denominados “Trip A” e “Trip B” capa- “Consumo instantâneo” não podem
sionar prolongadamente o botão zes de monitorizar a “missão completa” ser ajustadas a zero.
para retornar à tela standard sem do veículo (viagem) de modo indepen-
memorizar. dente um do outro.
Ambas as funções podem ser ajusta- GRANDEZAS VISUALIZADAS
Saída Menu das a zero (reset - início de uma nova Autonomia
Última função que encerra o ciclo de missão). Indica a distância que pode ainda ser
definições listadas na tela menu. O “Trip A” permite a visualização das percorrida com o combustível presen-
Ao pressionar brevemente o botão seguintes grandezas: te dentro do reservatório, na hipótese
MENU ESC, o display retorna à tela - Autonomia. de prosseguir a marcha mantendo o
standard sem memorizar. mesmo estilo de condução. No display
- Distância percorrida.
Ao pressionar o botão – o display re- será visualizada a indicação “----” ao
- Consumo médio. verificar-se os seguintes eventos:
torna à primeira entrada do menu (Beep
Velocida.). - Consumo instantâneo. - Valor de autonomia inferior a 50 km.
- Velocidade média. - Estacionamento do veículo com o
- Tempo de viagem (duração de con- motor ligado por um tempo prolonga-
dução). do.
O “Trip B”, presente somente na tela
multifuncional, permite a visualização Distância percorrida
das seguintes grandezas: Indica a distância percorrida desde o
- Distância percorrida B. início da nova contagem.
A-32
Consumo médio riormente à anomalia, nem o início - “manual” por parte do usuário, atra-
Representa a média dos consumos de uma nova contagem. vés da pressão do relativo botão.
desde o início da nova contagem. - “automático” quando a “distância
percorrida” atinge o valor, em função A
Botão TRIP de comando - fig. 40 do display instalado de 3999,9 km ou
Consumo instantâneo
O botão TRIP, situado do lado da 9999,9 km ou quando o “tempo de via-
Indica a variação, atualizada cons-
alavanca direita, permite, com a chave gem” atinge o valor de 99.59 (99 horas
tantemente, do consumo de combustí-
de ignição na posição MAR, ter acesso e 59 minutos).
vel. Se houver estacionamento do veí-
à visualização das grandezas anterior- - depois de cada desligamento e con-
culo com o motor ligado no display será
mente descritas e também de ajustá-las seguinte nova ligação da bateria.
visualizada a indicação “---”.
a zero para iniciar uma nova contagem:
Velocidade média - Uma breve pressão para ter acesso
AVISO: a operação de ajuste a
às visualizações das várias grandezas;
Representa o valor médio da veloci- zero efetuada na presença das visu-
dade do veículo em função do tempo - Pressão prolongada para ajustar a alizações do “Trip A” efetua o reset
total transcorrido desde o início da nova zero (reset) e iniciar uma nova conta- só das grandezas relativas à própria
contagem. gem. função.

Tempo de viagem Nova contagem


Procedimento de início viagem
Tempo transcorrido desde o início da Inicia a partir de quando é efetuado
um ajuste a zero: Com a chave de arranque na posi-
nova contagem. ção MAR, efetuar o ajuste a zero (reset)
mantendo pressionado o botão TRIP

F0M0124M
AVISO: na ausência de informa- por mais de 2 segundos.
ções, todas as grandezas do Trip
computer visualizam a indicação Saída do Trip
“---” no lugar do valor. Quando é Para sair da função Trip: manter pres-
restabelecida a condição de nor- sionado o botão MENU ESC por mais
mal funcionamento, a contagem das de 2 segundos.
várias grandezas retoma de modo
regular, sem haver nenhum ajuste a
zero dos valores visualizados ante-
fig. 40
A-33
LUZES-ESPIA E Nas páginas seguintes são
SINALIZAÇÕES
demonstrados alguns exemplos de
situações em que pode ocorrer o x FREIO DE MÃO
ACIONADO (vermelha)
acendimento de uma luz-espia no
quadro de instrumentos e/ou visu-
ADVERTÊNCIAS GERAIS Acende-se ao acionar o freio de mão.
alização no display em algumas
As sinalizações de advertência/ versões.
avaria ocorrem através do acendimen- Se a luz-espia x acender
to de uma luz-espia no quadro de ins- durante a marcha, verifi-
trumentos, podendo ser acompanhada
por um sinal sonoro e, para algumas x FLUIDO DOS FREIOS
INSUFICIENTE (vermelha)
car se o freio de mão está
acionado.
versões, mensagens no display.
Estas sinalizações são sintéticas e Girando a chave da ignição em MAR
¬
AVARIA DO AIRBAG
cautelares com o objetivo de sugerir a a luz-espia no quadro acende, mas de- (vermelha)
imediata ação que deve ser adotada pe- ve apagar após soltar o freio de mão.
lo motorista, em situações que podem A luz-espia acende para algumas ver-
levar o veículo a condições extremas sões, (juntamente com a mensagem Girando a chave da ignição na posi-
de uso. Esta sinalização não deve ser visualizada no display é emitido um ção MAR a luz-espia no quadro deve
considerada completa e/ou alternativa sinal sonoro) quando o nível do fluido acender e apagar após alguns segundos.
ao especificado no presente manual de dos freios no reservatório desce abaixo A luz-espia acende de modo permanen-
uso e manutenção, o qual recomenda- do nível mínimo ou quando o chicote te juntamente com a mensagem visuali-
mos sempre uma atenta e aprofundada elétrico se romper ou for desligado. zada no display, para algumas versões,
leitura. Se ocorrer sinalização de adver- quando o airbag apresentar anomalias
tência/avaria, recorrer sempre ao quan- de funcionamento.
to descrito no presente capítulo. Se a luz-espia x acen-
der durante a marcha
(juntamente com a mensa-
gem visualizada no display), parar
imediatamente e dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.

A-34
Se a luz-espia ¬ não A luz-espia do airbag INSUFICIENTE PRESSÃO
acender ou se permanecer frontal do passageiro v DE ÓLEO DO MOTOR
acesa com a chave na posi- sinaliza também eventu- (vermelha)
ção MAR, ou acender durante a ais anomalias da luz-espia . Esta
Girando a chave da ignição em MAR
A
marcha do veículo (juntamente com condição é sinalizada pelo lampejo
a mensagem visualizada no display) intermitente da luz-espia mesmo a luz-espia no quadro acende e deve
parar imediatamente o veículo e além dos 4 segundos. É necessário apagar logo que o motor funcione.
procurar a Rede Assistencial Fiat. parar imediatamente o veículo e Na hipótese de uma baixa pressão de
procurar a Rede Assistencial Fiat. óleo no motor, a luz-espia permanece
acesa no quadro de instrumentos e, em
A avaria da luz-espia ¬ algumas versões, aparece a mensagem
é sinalizada pelo lampejo w INSUFICIENTE CARGA DA
BATERIA (vermelha)
de texto no display juntamente com o
sinal sonoro.
da luz-espia F. Isto ocorre
somente após 4 segundos de acendi- Girando a chave da ignição na posi-
mento fixo da luz-espia F. ção MAR a luz-espia no quadro acende, Se a luz-espia v acen-
para algumas versões, e deve apagar lo- der durante a marcha do
go que o motor funcione (com o motor veículo (para algumas ver-
ESPIA DE EXCLUSÃO DO em marcha lenta é admitido um breve
AIRBAG DO LADO DO sões, juntamente com a mensagem
atraso no desligamento). Se permanecer visualizada no display), desligar
PASSAGEIRO (amarelo acesa procure imediatamente a Rede
âmbar) (quando existente) imediatamente o motor e procurar
Assistencial Fiat. a Rede Assistencial Fiat.
A luz-espia no quadro acende Para algumas versões, será visualiza-
quando for desligado o airbag frontal da no display juntamente com a men-
do lado do passageiro por meio do MY sagem indicativa de carga insuficiente
CAR FIAT. da bateria.
Com o airbag frontal do lado do pas-
sageiro ligado, girando a chave da igni-
ção em MAR, a luz-espia no quadro
permanece acesa por cerca de 4 segun-
dos e em seguida se apaga.

A-35
esquerdo, enquanto a visualização do
Se o motor funcionar sem o líqui-
ç EXCESSIVA TEMPERATURA do de arrefecimento, seu veículo
poderá ser seriamente danificado.
símbolo ˙ indica o fechamento incom-
pleto da porta do lado direito.
ou DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO Os reparos não serão cobertos pela

u MOTOR (vermelha) Garantia.

è
VELOCIDADE LIMITE
ULTRAPASSADA (amarelo
Quando o motor estiver muito Atenção: em percursos muito seve- âmbar)
quente, não retire a tampa do reser- ros é recomendável manter o motor A luz-espia acende no quadro de ins-
vatório de expansão, pois há perigo funcionando e ligeiramente acelerado trumentos (para algumas versões, jun-
de queimaduras. por alguns minutos antes de desligá-lo. tamente com a mensagem visualizada
no display e emissão de sinal sonoro)
Girando a chave da ignição em
´
FECHAMENTO quando o veículo ultrapassa a velocida-
MAR, a luz-espia no quadro acende e INCORRETO DAS PORTAS de limite ajustada anteriormente.
deve apagar após alguns segundos. (vermelha)
A luz-espia acende (para algumas Em algumas versões a luz-espia no
versões, juntamente com a mensagem
visualizada no display e emissão de um
sinal sonoro) quando o motor está su-
quadro acende (juntamente com a men-
sagem visualizada no display) quando
uma ou mais portas não estão perfeita-
< CINTO DE SEGURANÇA
(vermelha)
peraquecido. mente fechadas. Ao posicionar a chave de ignição na
Se acender durante a marcha, parar Para algumas versões, será visualizada posição MAR, a luz-espia do cinto de
o veículo, manter o motor ligado e li- somente no display juntamente com a segurança se acende de modo fixo no
geiramente acelerado para permitir a mensagem indicativa de porta aberta. quadro de instrumentos, se o cinto de
circulação do líquido de arrefecimento. segurança do condutor não estiver afi-
Em algumas versões, com o veículo
velado. A luz-espia se apagará quando
em movimento e estando alguma das
Se a luz-espia não se apa- o cinto for afivelado ou se estiver sido
portas abertas é emitido um sinal so-
gar em 2 a 3 minutos, ape- afivelado antes de colocar a chave de
noro.
sar das precauções toma- ignição na posição MAR.
das, desligar o motor e solicitar NOTA: no display multifuncional a
Para veículos com airbag, o sinal so-
assistência à Rede Assistencial Fiat. visualização do símbolo ¯ indica o fe-
noro, juntamente com a luz-espia, será
chamento incompleto da porta do lado

A-36
ativado quando, com a ignição ligada, emissões na descarga, possível perda quando, no reservatório, restarem cerca
ocorrer pelo menos uma das seguintes de desempenho, má dirigibilidade e de 9,5 litros de combustível.
situações: consumo elevado. Algumas versões sinalizam a insufici-
- Passar mais de 50 segundos após o Nestas condições pode-se prosseguir ência de combustível também com um A
veículo ultrapassar a velocidade de 10 a marcha evitando solicitar grandes es- sinal sonoro.
km/h. forços ao motor ou altas velocidades.
- Veículo ultrapassar a velocidade de O uso prolongado do veículo com a NÍVEL INSUFICIENTE OU
20 km/h. luz-espia acesa fixa pode causar da- FALTA DE GASOLINA NO
nos. Procure a Rede Assistencial Fiat RESERVATÓRIO DE
- Percorrer mais de 400 metros. o mais rápido possível. PARTIDA A FRIO
A luz-espia será desativada se: ou
A luz-espia apaga se o mau funcio-
- Os cintos forem novamente afivela- namento desaparecer, mas o sistema Para algumas versões, a
dos. memoriza a sinalização. luz-espia no quadro acende
- A marcha a ré for inserida. quando, no reservatório, o
Se, girando a chave da nível de gasolina for insuficiente ou
AVARIA NO SISTEMA DE ignição na posição MAR, a estiver vazio.
U CONTROLE DO MOTOR
(amarelo âmbar)
luz-espia U não acender
ou se, durante a marcha, acender- A falta de gasolina no reservatório po-
-se procure a Rede Assistencial Fiat. de dificultar a partida do veículo quan-
Em condições normais, girando a do ele estiver sendo usado com etanol.
chave da ignição na posição MAR, a Ver item “Dirigir com economia e
luz-espia acende e deve apagar quan- respeitando o meio ambiente - Sistema
do o motor funcionar. O acendimento OBD” no capítulo B.
inicial indica o correto funcionamento SISTEMA

>
ANTITRAVAMENTO DAS
da luz-espia. RODAS ABS INEFICIENTE
RESERVA DE
Se a luz-espia permanecer acesa ou
acender durante a marcha (para algu- ç COMBUSTÍVEL
(amarelo âmbar)
(amarelo âmbar)

mas versões, juntamente com a men- Girando a chave da ignição em MAR,


sagem visualizada no display e emissão A luz-espia no quadro acende (pa- a luz-espia no quadro acende e deve
de sinal sonoro) sinaliza um mal fun- ra algumas versões, juntamente com apagar após alguns segundos.
cionamento no sistema de alimentação/ a mensagem visualizada no display) A luz-espia acende (para algumas
ignição que pode provocar elevadas versões, juntamente com a mensagem
A-37
visualizada no display e emissão do si- AVARIA NO SISTEMA DE AVARIA DAS LUZES
nal sonoro) quando o sistema está inefi-
ciente. Assim, o sistema de freio mantém
inalterada a sua eficácia, mas sem as
Y PROTEÇÃO DO VEÍCULO
- FIAT CODE (amarelo 6 EXTERNAS (amarelo
âmbar)
âmbar) ou
potencialidades oferecidas pelo sistema
ABS. Recomenda-se prudência de modo Girando a chave da ignição na posi- Para algumas versões a
ção MAR a luz-espia no quadro deve
particular em todos as situações de ade-
rência não ideal. É necessário dirigir-se lampejar somente uma vez e depois T mensagem é visualizada
no display juntamente com
à Rede Assistencial Fiat imediatamente. apagar. Se, com a chave na posição emissão de sinal sonoro
MAR, a luz-espia permanecer acesa, quando for verificada uma anomalia
indica uma possível avaria (ver o siste- em algumas luzes externas:
CORRETOR ELETRÔNICO ma Fiat code neste capítulo).
x DE FRENAGEM EBD
INEFICIENTE
ATENÇÃO: o acendimento simul-
tâneo das luzes-espia U e Y indica
A anomalia referente a estas lâmpa-
das pode ser: queima de uma ou mais
lâmpadas, queima do relativo fusível
+ O veículo está equipado avaria no sistema Fiat CODE. de proteção ou interrupção da ligação
com corretor eletrônico de elétrica.

> frenagem EBD (Electronic


Brake Force Distribution) AVARIA NO SENSOR DE
ESTACIONAMENTO
NOTA: para as luzes de direção, no
display, a visualização do símbolo ¯
quando dispuser do sistema indica uma avaria em uma luz do lado
freios ABS. O acendimento simultâ- esquerdo, enquanto a visualização do
neo das luzes-espia no quadro de ins- O acendimento da luz-espia (para al-
gumas versões, juntamente com a men- símbolo ˙ indica uma avaria em uma
trumentos x e > (juntamente com luz do lado direito. Para as demais luzes
a mensagem visualizada no display e sagem visualizada no display, aparece
quando for verificada uma anomalia em externas a indicação será com os dois
emissão de sinal sonoro) com o motor símbolos juntos.
funcionando, indica uma anomalia no um dos sensores de estacionamento.
sistema EBD; assim, com frenagens Procure a Rede Assistencial Fiat.
violentas, pode ocorrer um travamento
precoce das rodas traseiras, com possi-
bilidade de perda da direção. Procure
imediatamente a Rede Assistencial
Fiat dirigindo com extrema cautela,
para a verificação do sistema.
A-38
quando for acionado o interruptor das

5
FOLLOW ME HOME/
FARÓIS DE NEBLINA
(verde)
luzes de emergência.
Em caso de avaria no indicador de
3 LUZES DE POSIÇÃO
A luz-espia no quadro direção, a luz-espia lampejará com uma A
acende quando são acesos os faróis de frequência maior que o normal. Ver “Se A luz-espia no quadro acende (junta-
neblina. apagar uma luz externa”, no capítulo mente com a mensagem visualizada no
“Em emergência”. display) quando for ligado o dispositivo
INDICADOR DE DIREÇÃO follow me e luzes de posição (ver o ca-
R ESQUERDA (verde)
(intermitente) 3
LUZES DE POSIÇÃO E
FARÓIS (verde)
pítulo relativo).

A luz-espia no quadro acende quan-


do a alavanca de comando das luzes
de direção (setas) é deslocada para bai-
Acendem-se girando a empunhadura
da posição 0 à posição 6. No quadro
1 FARÓIS ALTOS (azul)

xo ou, juntamente com a seta direita, de instrumentos acende-se a respectiva


quando for acionado o interruptor das luz-espia 3. A luz-espia acende quando são liga-
luzes de emergência. dos os faróis altos.
Em caso de avaria no indicador de PILOTO AUTOMÁTICO
direção, a luz-espia lampejará com uma Ü (CRUISE CONTROL)

è
frequência maior que o normal. Ver “Se (verde) SISTEMA DE
apagar uma luz externa”, no capítulo BLOQUEIO DE
“Em emergência”. A luz-espia no quadro acende (junta-
COMBUSTÍVEL
mente com a mensagem visualizada no
display) com o interruptor de velocida- Para algumas versões o acendimento
INDICADOR DE DIREÇÃO
de constante na posição ON, quando o da luz-espia, juntamente com a men-
E DIREITA (verde) (intermi-
tente)
dispositivo começa a intervir no motor. sagem visualizada no display e emis-
são do sinal sonoro, aparece quando
A luz-espia no quadro acende quan- o sistema de bloqueio de combustível
do a alavanca de comando das luzes de intervém.
direção (setas) é deslocada para cima
ou, juntamente com a seta esquerda,

A-39
è è
SINALIZAÇÃO DE AVARIA
è NO SENSOR CREPUS- SINALIZAÇÃO DE AVARIA POSSÍVEL PRESENÇA DE
CULAR - AUTO LAMP NO SENSOR DE CHUVA GELO NA ESTRADA
(FARÓIS AUTOMÁTICOS)
O acendimento da luz-espia (para al- O acendimento da luz-espia (para al- Para algumas versões é visualizado
gumas versões juntamente com a men- gumas versões juntamente com a men- no display quando a temperatura ex-
sagem visualizada no display e emis- sagem visualizada no display e emis- terna atinge ou desce abaixo dos 3°C
são de sinal sonoro), aparece quando são do sinal sonoro), aparece quando para advertir ao motorista da possível
for verificada uma anomalia no sensor for verificada uma anomalia no sensor presença de gelo na estrada.
de luminosidade externa (Auto lamp). de chuva. Procure a Rede Assistencial
Procure a Rede Assistencial Fiat. Fiat.
Se ocorrer avaria no sensor de lumi- Se ocorrer avaria no sensor de chuva,
nosidade externa, as luzes de posição o funcionamento do limpador é obtido
e faróis baixos podem ser ligados ma- somente se ativado manualmente.
nualmente.

AVARIA CÂMBIO
t DUALOGIC®

Ver suplemento específico.

A-40
SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO

LN253BR
1 - Difusores fixos para desembaçamento
do para-brisa.
2 - Difusores centrais e laterais orientáveis.
3 - Difusores fixos para desembaçamento
dos vidros laterais dianteiros.
4 - Aberturas laterais inferiores para enviar
ar aos pés do motorista e do passageiro
dianteiro.
5 - Difusor central orientável para os
lugares traseiros (algumas versões).

fig. 41

A-41
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E Os difusores A não são orientáveis. DIFUSOR ORIENTÁVEL TRASEIRO
REGULÁVEIS LATERAIS E CENTRAIS Para utilizar os difusores B e C, agir - fig. 45
- fig. 42, 43 e 44 no relativo dispositivo de modo a orien- Algumas versões possuem um difusor
A - Difusor fixo para os vidros late- tá-los para a posição desejada. orientável traseiro localizado no con-
rais. sole central.
B - Difusores laterais orientáveis. E - Comando para o direcionamento
C - Difusores centrais orientáveis. lateral e vertical do fluxo de ar.
D - Comandos para orientação e para
regulagem da quantidade de ar.

LN291
fig. 43
LN290

LN254

LN275
D
E

fig. 42 fig. 44 fig. 45


A-42
CLIMATIZADOR Seletor B para a ativação/regulagem Cursor D para a ativação/desativação
do ventilador da circulação de ar
MANUAL p 0 = ventilador desligado. Ao fazer deslizar o cursor para a di-
1-2-3 = velocidade de ventilação. reita se realiza a ativação da circulação A
de ar interno.
O sistema utiliza fluido 4 - = ventilação na máxima velo-
refrigerante R134a o qual, cidade.
na ocorrência de vazamen- Botão E para a ativação/desativação
tos acidentais, não prejudica o meio do climatizador
Seletor C para a distribuição do ar
ambiente. Nunca utilizar o fluido Ao pressionar o botão (LED no botão
para ter ar nos difusores centrais
R12, incompatível com os compo- aceso) se realiza a ativação do clima-
e laterais.
nentes do próprio sistema. tizador.
para enviar ar aos pés e ao rosto
Ao pressionar novamente o botão
dos ocupantes dos bancos dian-
COMANDOS - fig. 46 (LED no botão apagado) se realiza a
teiros.
desativação do climatizador.
para o aquecimento com tem-
Seletor A para a regulagem da tempe- peratura externa baixa e para ter
ratura do ar (mistura ar quente/frio) a máxima quantidade de ar nos
Setor vermelho = ar quente pés.
Setor azul = ar frio para aquecer os pés e ao mes-
mo tempo desembaçar o para-
-brisa.
- para desembaçar rapidamente o
PE008

para-brisa.

fig. 46
A-43
VENTILAÇÃO NO HABITÁCULO - Girar o seletor C em correspondên- AQUECIMENTO DO HABITÁCULO
cia de .
Para obter uma boa ventilação do Proceder como indicado a seguir:
habitáculo, proceder como indicado - Girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 - (máxima velocidade venti- - Girar o seletor A no setor vermelho.
a seguir:
lador). - Girar o seletor C para a posição de
- Girar o seletor A no setor azul. distribuição de ar desejada.
- Ativar o climatizador pressionando
- Desativar a circulação de ar interno o botão E; o LED no botão E acende. - Girar o seletor B na velocidade de-
posicionando o cursor D totalmente pa- sejada.
ra a esquerda.
Regulagem do resfriamento
- Girar o seletor C em correspondên- AQUECIMENTO RÁPIDO DO
cia de . - Girar o seletor A para a direita para
aumentar a temperatura. HABITÁCULO
- Girar o seletor B na velocidade de- Para obter o mais rápido rendimento
sejada. - Desativar a circulação de ar interno
posicionando o cursor D totalmente pa- de aquecimento, proceder como indi-
ra a esquerda. cado a seguir:
CLIMATIZAÇÃO (resfriamento)
- Girar o seletor B para a posição re- - Posicionar o seletor A totalmente à
Para obter o mais rápido rendimento ferente à velocidade desejada. direita (setor vermelho);
de resfriamento, proceder como indi- - Ativar a circulação de ar interno
cado a seguir: posicionando o cursor D totalmente à
- Girar o seletor A no setor azul. direita.
- Ativar a circulação de ar interno
através do botão D totalmente para a
direita.

A-44
- Girar o seletor C em correspondên- ATIVAÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE ADVERTÊNCIA: trafegando em
cia de . AR INTERNO estradas de terra ou regiões poeiren-
- Girar o seletor B em correspondên- tas em geral, é aconselhado ativar a
Posicionar o cursor D na posição
cia de 4 - (máxima velocidade do .
recirculação do ar para prevenir a A
ventilador). infiltração de poeira, ou outro tipo
É aconselhável ativar a circulação de de partículas no interior do veículo.
Em seguida, agir nos comandos para ar interno durante as paradas em fila ou
manter as condições de conforto dese- em túnel, para evitar a introdução de ar
jadas e colocar o botão D totalmente externo poluído. Evite utilizar de modo A ativação da circulação de ar
à esquerda para desativar a circulação prolongado esta função, especialmente interno é desaconselhada em dias
de ar interno e prevenir fenômenos de com mais pessoas a bordo do veículo, chuvosos/frios para evitar a possibi-
embaçamento. de modo a prevenir a possibilidade de lidade de embaçamento dos vidros.
embaçamento dos vidros e para reno- NOTA: o sistema utiliza um filtro an-
AVISO: com o motor frio é neces- vação do ar no interior do habitáculo. tipólen instalado na caixa de climatiza-
sário aguardar alguns minutos para ção com objetivo de filtrar o ar enviado
que o sistema funcione nas condi- ADVERTÊNCIA: com a tempera- para o interior do veículo.
ções normais. tura externa muito alta, a recircu- Se for observado uma diminuição na
lação acelera o resfriamento do ar. vazão de ar pelos difusores, verificar as
condições do filtro e substituí-lo se ne-
cessário (ver plano de manutenção no
capítulo D).

A-45
DESEMBAÇAMENTO DESEMBAÇAMENTO DO LADO DESCONGELAMENTO DO LADO
INTERNO DO PARA-BRISA - VERSÃO EXTERNO DO PARA-BRISA
COM AR-CONDICIONADO
DESEMBAÇAMENTO DO LADO
Para-brisa e vidros laterais
INTERNO DO PARA-BRISA -
VERSÃO COM AQUECIMENTO AVISO: o climatizador é muito Em forte umidade externa e/ou de
útil para acelerar o desembaçamen- chuva e/ou de fortes diferenças de
to, para que o ar seja desumidifi- temperatura entre o interno e o externo
Para-brisa e vidros laterais cado. Regular os comandos como do habitáculo, aconselha-se a efetuar a
Proceder como indicado a seguir: anteriormente descrito e ativar o seguinte manobra de prevenção contra
- Girar o seletor A no setor vermelho. climatizador ao pressionar o botão embaçamento dos vidros:
E; o LED no botão se acende. - Girar o seletor A no setor vermelho.
- Girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 - (máxima velocidade do - Desativar a circulação de ar interno
ventilador). Para-brisa e vidros laterais através do botão D.
- Girar o seletor C em correspondên- Para obter o mais rápido rendimento - Girar o seletor C em correspon-
cia de -. de resfriamento, proceder como indi- dência de - com possibilidade de
- Desativar a circulação de ar interno cado a seguir: passagem à posição quando não for
através do botão D na posição esquer- - Girar o seletor A no setor azul. notado sinais de embaçamento.
da. - Girar o seletor B em correspondên-
- Ativar a circulação de ar interno
Após o desembaçamento/descon- através do botão D totalmente para a cia da 2ª velocidade.
gelamento, agir nos comandos para direita.
restabelecer as condições de conforto
- Girar o seletor C em correspondên-
desejadas.
cia de -.
- Girar o seletor B em correspondên-
cia de 4 - (máxima velocidade venti-
lador).
- Ativar o climatizador pressionando
o botão E; o LED no botão E acende.

A-46
ADVERTÊNCIA: para plena efici- MANUTENÇÃO DO SISTEMA DESEMBAÇAMENTO/
ência na operação de desembaça- DESCONGELAMENTO DO VIDRO
mento, mantenha a parte interna Durante o inverno o sistema de cli- TRASEIRO TÉRMICO - fig. 47
matização deve ser colocado em fun-
dos vidros sempre limpa e desen-
cionamento pelo menos uma vez por Pressionar o botão A para ativar esta
A
gordurada. Para limpeza dos vidros,
use apenas detergente neutro e mês por cerca de 10 minutos. Antes do função; a ativação da função é eviden-
água. Não utilize produtos à base verão mandar verificar a eficiência do ciada pelo acendimento do LED próxi-
de silicone para a limpeza de partes sistema na Rede Assistencial Fiat. mo ao botão.
plásticas, principalmente o painel, A função é temporizada e é desati-
pois o silicone se evapora quan- O sistema utiliza fluido vada automaticamente depois de 20
do exposto ao sol, condensando-se refrigerante R134a que, se minutos. Para excluir antecipadamente
sobre a superfície interna do vidro ocorrer perdas acidentais, a função, pressionar novamente o bo-
e prejudicando o desembaçamento não danifica o ambiente. Evite abso- tão A.
e a visibilidade noturna. lutamente o uso de fluido R12,
incompatível com os componentes AVISO: não aplique adesivos na
ADVERTÊNCIA: com o clima do sistema. parte interna do vidro traseiro pró-
muito úmido não é aconselhado o ximo dos filamentos do vidro térmi-
uso prolongado do ar-condicionado co para evitar danificá-los.
nas posições ou . A diferença
entre a temperatura externa e a do
para-brisa pode causar embaçamen-
to do lado externo do para-brisa,
causando perda de visibilidade. Se

LN302BR
isso ocorrer, acione a alavanca do
limpador do para-brisa fig. 52.
MUTE PHONE SCROFF BACK

23:32
MEDIA RADIO Todas SETTINGS MORE

FM
TUNE
VOLUME SCROLL
94.90 MHz

BROWSE
AM/FM Sinton. Info Áudio ENTER

fig. 47
A-47
CLIMATIZADOR Todas estas funções são modificáveis O sistema permite definir ou modifi-
manualmente, isto é, se pode intervir car manualmente os seguintes parâme-
AUTOMÁTICO no sistema selecionando uma ou mais tros e funções:
funções e modificar os parâmetros. Nes- - temperatura do ar.
te modo, porém, se desativa o controle
DESCRIÇÃO automático das funções modificadas - velocidade do ventilador (variação
manualmente nas quais o sistema irá contínua).
O climatizador automático regula a
temperatura e a distribuição do ar no intervir só por motivos de segurança. - alinhamento da distribuição de ar
habitáculo. O controle da temperatura é As escolhas manuais são sempre prio- em cinco posições.
baseado na “temperatura equivalente”: ritárias em relação às automáticas e são - ativação do compressor.
o sistema funciona continuamente para memorizadas enquanto o usuário não - função de descongelamento/de-
manter constante o conforto do habitá- restitui o controle ao sistema ao pres- sembaçamento rápido.
culo e compensar as eventuais varia- sionar a tecla AUTO, exceto quando o
sistema intervém em condições particu- - circulação de ar.
ções das condições climáticas externas
incluindo, a radiação solar detectada lares de segurança. - vidro traseiro térmico (para acionar/
por um sensor adequado. A definição manual de uma função desacionar somente vidro traseiro tér-
não prejudica o controle das outras em mico, pressionar o botão A-fig. 47).
Os parâmetros e as funções controla-
das automaticamente são: automático. A quantidade de ar introdu- - desligamento do sistema.
zido no habitáculo é independente da
- temperatura do ar nos difusores.
velocidade do veículo, sendo regulada
- distribuição do ar nos difusores. pelo ventilador controlado eletronica-
- velocidade do ventilador (variação mente. A temperatura do ar introduzido
contínua do fluxo de ar). é sempre controlada automaticamente,
- ativação do compressor (para o/a em função das temperaturas definidas
resfriamento/desumidificação do ar). no display (exceto quando o sistema es-
tá desligado ou em algumas condições
- circulação de ar. quando o compressor está desativado).

A-48
COMANDOS - fig. 48 E botão de desligamento do clima- UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE
tizador. CLIMATIZAÇÃO
A botão de ativação da função AUTO
(funcionamento automático) e sele- F botão de ativação da função O sistema pode ser ativado de diver-
tor de regulagem da temperatura. MAX-DEF (descongelamento/de- sas maneiras, mas, se aconselha ativá-lo
A
sembaçamento rápido dos vidros). pressionando o botão AUTO e girando
B botão de seleção da distribuição
de ar. G botão de ativação/desativação da o seletor para definir a temperatura de-
recirculação de ar interno. sejada no display.
C display de informações do clima-
tizador. H botão de ativação/desativação do Desta maneira, o sistema começará
compressor do climatizador. a funcionar de modo completamente
D aumento/diminuição da velocida- automático para atingir, da maneira
de do ventilador. mais rápida possível, as temperaturas de

PE009
conforto. O sistema regulará a tempera-
AM/FM Sinton. Info Áudio
BROWSE
ENTER tura, a quantidade e a distribuição do ar
introduzido no habitáculo e controlará
a função de circulação e a ativação do
compressor do condicionador.
No funcionamento completamente
automático, a única intervenção ma-
nual pedida é a eventual ativação das
seguintes funções:
circulação de ar, para manter
a circulação sempre ativa ou
sempre exclusa.
- para acelerar o desembaça-
mento/descongelamento dos
vidros dianteiros e do vidro
traseiro.

fig. 48
A-49
Durante o funcionamento completa- Ao girar o seletor completamente à O Fluxo de ar para os difusores da
mente automático do sistema, pode-se direita ou à esquerda se ativam respec- zona dos pés. Esta distribuição de
variar as temperaturas definidas, a dis- tivamente as funções de HI (máximo ar, devido à natural tendência do
tribuição do ar e a velocidade do ven- aquecimento) ou LO (máximo resfria- calor a difundir-se para cima, é
tilador agindo, a qualquer momento, mento). aquela que permite no mais breve
nos respectivos botões ou seletores: o Para desativar estas duas funções é tempo o aquecimento do habitá-
sistema modificará automaticamente as suficiente girar o seletor da temperatura, culo, dando uma rápida sensação
próprias definições para adaptar-se aos definindo a temperatura desejada. de calor.
novos pedidos. ˙ Distribuição do fluxo de ar entre os
Durante o funcionamento em com- Botões de seleção da distribuição O difusores da zona dos pés (ar mais
pleto automatismo (FULL AUTO), va- dianteira do ar - B-fig. 48 quente) e os difusores centrais e
riando a distribuição e/ou a quantidade Ao pressionar os botões, pode-se laterais do painel (ar mais fresco).
de ar e/ou a ativação do compressor e/ definir manualmente uma das cinco Esta distribuição do ar é particu-
ou a circulação, desaparece a escrita possíveis distribuições do ar para o la- larmente útil nas meias estações
FULL. Deste modo o sistema continuará do esquerdo e para o lado direito do (primavera e outono), na presença
sempre a gerir automaticamente todas habitáculo: de radiação solar.
as funções, exceto aquelas variadas ma- N Distribuição do fluxo de ar entre os
nualmente. N Fluxo de ar para os difusores do
para-brisa e dos vidros laterais O difusores da zona dos pés e os di-
dianteiros para o desembaça- fusores para o descongelamento/
Seletor de regulagem da temperatura desembaçamento do para-brisa e
do ar - A-fig. 48 mento ou descongelamento dos
vidros. dos vidros laterais dianteiros. Es-
Ao girar o seletor para a direita ou ta distribuição do ar permite um
para a esquerda, se eleva ou se abaixa a ˙ Fluxo de ar para os difusores cen- bom aquecimento do habitáculo
temperatura do ar desejada. A tempera- trais e laterais do painel para a prevenindo o possível embaça-
tura definida é evidenciada pelo display ventilação frontal. mento dos vidros.
situado próximo ao seletor. No funcionamento FULL AUTO o
sistema gere automaticamente a distri-
buição de ar escolhendo aquela mais
eficaz em função das condições climá-
ticas. No modo FULL AUTO os LED’s
da distribuição ficam apagados.

A-50
A distribuição do ar, quando definida O ventilador pode ser excluído so- AVISO: se o sistema, devido a
manualmente, é visualizada pelo acen- mente se foi desativado o compressor algumas intervenções manuais nas
dimento dos LED’s correspondentes nos do climatizador ao pressionar o botão funções, não considera possível
botões selecionados. Na função combi- H. garantir o alcance e manutenção da A
nada, pressionando um botão ativa-se temperatura solicitada, a tempera-
aquela função ao mesmo tempo com AVISO: para restabelecer o con- tura definida lampeja para indicar
aquelas já definidas. Se, ao contrário, trole automático da velocidade do a dificuldade encontrada pelo siste-
é pressionado um botão cuja função já ventilador depois de uma regulagem ma, depois de um minuto se apaga
está ativa, esta é anulada e o relativo manual, pressionar o botão AUTO. a escrita AUTO.
LED se apaga. Para restabelecer o con-
trole automático da distribuição do ar
depois de uma seleção manual, pressio- Botões AUTO (funcionamento auto- Para restabelecer a qualquer
nar o botão AUTO. mático) - A-fig. 48 momento o controle automático
Ao pressionar o botão AUTO, o sis- do sistema, depois de uma ou mais
Botão de controle da velocidade do tema regula automaticamente a quanti- seleções manuais, pressionar o
ventilador - D-fig. 48 dade e a distribuição de ar introduzido botão AUTO.
Ao pressionar o botão p se aumenta no habitáculo, anulando todas as pre-
ou se diminui a velocidade do ventila- cedentes regulagens manuais.
Botão de ativação/desativação da re-
dor e a quantidade de ar introduzido no Esta condição é indicada pelo apa- circulação de ar - G-fig. 48
habitáculo, mesmo mantendo o objeti- recimento da escrita FULL AUTO no
vo da temperatura desejada. A circulação de ar é controlada se-
display dianteiro. Ao intervir manual-
gundo as seguintes lógicas de funcio-
A velocidade do ventilador é visua- mente em pelo menos uma das funções
namento:
lizada pelas barras iluminadas no dis- geridas em automático pelo sistema
play: (circulação de ar, distribuição de ar, ve- - ativação automática, selecionável
locidade do ventilador ou desativação pressionando a tecla AUTO e sinaliza-
- Máxima velocidade do ventilador = da pelo acendimento do ícone AUTO
todas as barras iluminadas. do compressor condicionador), a escrita
FULL no display se apaga para indicar no display.
- Mínima velocidade do ventilador = que o sistema não controla mais todas - ativação forçada (circulação de ar
uma barra iluminada. as funções (a temperatura permanece sempre ativa), indicada pelo acendi-
sempre em automático). mento do LED no botão G e pelo sím-
bolo no display.

A-51
- desativação forçada (circulação de Quando é definido o controle manu- AVISO: com o compressor desa-
ar sempre desativada com tomada de ar al da circulação, no display apaga-se tivado, não é possível introduzir
do externo), sinalizada pelo apagamen- a escrita FULL e no ícone no display no habitáculo, ar com temperatu-
to do LED no botão e pelo símbolo desaparece a legenda AUTO. ra inferior à temperatura externa;
no display. A ativação e a desativação além disso, em condições ambien-
forçada da circulação é selecionável Com baixa temperatura tais particulares, os vidros podem
agindo na tecla de circulação de ar G. externa aconselha-se não embaçar-se rapidamente porque o
utilizar a função de recircu- ar não pode ser desumidificado.
AVISO: a ativação da recircula- lação do ar interno, pois os vidros
ção permite um mais rápido alcance podem embaçar rapidamente. A desativação do compressor perma-
das condições desejadas para aque- nece memorizada mesmo depois de o
cer ou resfriar o habitáculo. motor ter sido desligado.
Botão de ativação/ desativação do Para restabelecer o controle automá-
compressor condicionador - H-fig. 48 tico da ativação do compressor pressio-
É sempre desaconselhado o uso Ao pressionar o botão √, desativa-se nar novamente o botão √ ou pressionar
da recirculação em dias chuvosos/ o compressor do condicionador e o LED o botão AUTO.
frios já que aumenta a possibilida- se apaga. Ao pressionar o botão quando Com o compressor desativado, se a
de de embaçamento interno dos o LED está apagado se restitui ao con- temperatura externa é superior àquela
vidros, principalmente quando o trole automático do sistema a ativação definida, o sistema não considera pos-
climatizador não está ativado. do compressor. Quando se desativa o sível atender às condições solicitadas e
compressor do condicionador, o siste- o indica com o lampejo da temperatura
Para temperaturas externas baixas a ma desativa a recirculação para evitar o definida no display por alguns segun-
circulação é forçadamente desativada possível embaçamento dos vidros. dos, depois a escrita AUTO se apaga.
(com tomada de ar do externo) para Assim, mesmo se o sistema consi-
evitar possível embaçamento. Em condições de compressor desa-
derar possível manter a temperatura bilitado é possível reduzir a zero, ma-
No funcionamento automático, a cir- pedida, a escrita FULL no display de- nualmente, a velocidade do ventilador.
culação é controlada automaticamente saparece. Se, ao contrário, não é mais
pelo sistema em função das condições Quando o compressor é habilitado e
possível manter a temperatura pedida se
climáticas externas. o motor está ligado, a ventilação manu-
verifica o lampejo da temperatura e se
al não pode descer abaixo de uma barra
apaga também a escrita AUTO.
visualizada no display.

A-52
Botão para o desembaçamento/des- AVISO: a função de desembaça- ADVERTÊNCIA: trafegando em
congelamento rápido dos vidros - mento/descongelamento rápido dos estradas de terra ou regiões poei-
F-fig. 48 vidros permanece ativa por apro- rentas em geral, é aconselhável
Ao pressionar este botão, o clima- ximadamente 3 minutos, sempre e ativar a recirculação do ar para A
tizador ativa automaticamente todas quando o líquido de arrefecimento prevenir a infiltração de poeira, ou
as funções necessárias para acelerar do motor atingir a temperatura ade- outro tipo de partículas, no interior
o desembaçamento/descongelamento quada. do veículo.
do para-brisas e dos vidros laterais e
traseiro: Quando a função de máximo desem-
baçamento/descongelamento é ativada, ADVERTÊNCIA: para plena efici-
- ativa o compressor do condicio- acende-se o LED no botão F-fig. 48 e ência na operação de desembaça-
nador quando as condições climáticas o LED correspondente ao vidro traseiro mento, mantenha a parte interna
assim o permitem. térmico próximo ao botão no painel de dos vidros sempre limpa e desen-
- desativa a circulação do ar. comandos. gordurada. Para limpeza dos vidros,
- define a máxima temperatura do ar Além disso, no display se apaga a use apenas detergente neutro e
HI. escrita FULL AUTO. água. Não utilize produtos à base
- ativa uma velocidade do ventilador Quando a função de máximo de- de silicone para a limpeza de partes
em função da temperatura do líquido sembaçamento/descongelamento é plásticas, principalmente o painel,
de arrefecimento do motor para limitar ativada, as únicas intervenções manuais pois o silicone se evapora quando
o ingresso de ar não suficientemente possíveis são a regulagem manual da exposto ao sol, condensando-se na
quente para desembaçar os vidros. velocidade do ventilador e a desativa- superfície interna do vidro e pre-
ção do vidro traseiro térmico. Ao pres- judicando o desembaçamento e a
- manda o fluxo de ar para os difuso- visibilidade noturna.
res do para-brisas e dos vidros laterais sionar o botão da função de máximo
dianteiros. desembaçamento/descongelamento
ou os botões da circulação de ar ou da Desligamento do sistema (OFF) -
- ativa o vidro traseiro térmico. desativação do compressor ou o botão E-fig. 48
AUTO, o sistema desativa a função de
AVISO: não aplique adesivos nos máximo desembaçamento/ descongela- O sistema de climatização se desativa
filamentos elétricos na parte interna mento, restabelecendo as condições de pressionando o botão E. Com o sistema
do vidro traseiro térmico, para evi- funcionamento do sistema anteriores à desligado, as condições do sistema de
tar danificá-lo, prejudicando a sua ativação da função. climatização são as seguintes:
funcionalidade.
A-53
- o display da temperatura definida ALAVANCAS SOB O Luzes de posição - fig. 49
fica apagado.
Se houver necessidade, é possível
- a circulação de ar fica ativada, iso- VOLANTE sinalizar a presença do veículo à noite,
lando assim o habitáculo do externo. acendendo as luzes de posição mesmo
- o compressor do condicionador é ALAVANCA ESQUERDA com a chave de ignição retirada.
desativado. Acendem-se girando a empunhadura
Reúne os comandos das luzes exter-
- o ventilador fica desligado. da posição å à posição 6. No quadro
nas e das setas.
Também com o sistema desligado, o de instrumentos acende-se a respectiva
A iluminação externa funciona so- luz-espia 3.
vidro traseiro térmico pode ser ativado mente com a chave de ignição na po-
ou desativado normalmente. Com o veículo desligado, é possível
sição MAR (exceto função Follow me
acender as luzes de posição do lado
Home).
direito ou do lado esquerdo de forma
AVISO: a unidade do sistema de Acendendo as luzes externas, ilumi- independente. Para acender somente
climatização memoriza as tempe- nam-se os ideogramas no quadro de ins- as luzes do lado esquerdo, girar a em-
raturas definidas antes do desli- trumentos e os símbolos dos comandos punhadura da posição å à posição 6
gamento e as restabelece quando situados no painel de instrumentos. e em seguida deslocar a alavanca para
é pressionada uma tecla qualquer
baixo - posição 2-fig. 50. Para acender
do sistema (exceto o vidro traseiro
somente as luzes do lado direito, girar
térmico e a recirculação de ar); se
a empunhadura de posição å à posição
a função da tecla pressionada não
6 e em seguida deslocar a alavanca pa-
estava ativa antes do desligamento
ra cima - posição 1-fig. 50.
continuará inativa, se, ao contrário,
estava ativa, será mantida.

LN276BR
Faróis baixos - fig. 49
Quando se deseja reativar o sistema Acendem-se girando a empunhadura
de climatização em condições de total da posição 6 à posição 2.
automatismo, pressionar o botão AUTO.
Faróis altos - fig. 49
Acendem-se com a empunhadura na
posição 2, e puxando a alavanca em
direção ao volante até o fim do curso e
fig. 49 soltando em seguida.
A-54
No quadro acende-se a luz-espia 1. As setas são desativadas automatica- O sistema permite um tempo de até
Apagam-se puxando a alavanca em mente quando o veículo volta a prosse- 2 minutos para que o “follow me” se-
direção do volante até o fim do curso e guir em linha reta. ja acionado. Após este tempo, ligar e
soltando em seguida. desligar a chave para o acionamento A
Função "Lane change" da função.
Lampejos - fig. 50 Para sinalizar uma mudança de faixa, Se a alavanca for acionada após 2
mova a alavanca (posição 1 ou 2 fig. segundos o comando não reconhece
São feitos puxando a alavanca em como funcionamento da função e a luz
direção ao volante até o meio do curso 50) no estado instável por menos de
meio segundo. A seta do lado selecio- do farol é desligada.
(posição instável).
nado emitirá 5 lampejos e em seguida Uma vez ativado, durante 20 segun-
se desliga automaticamente. dos, aparecerá no display do quadro de
Luzes de direção (setas) - fig. 50
Sistema Follow me Home - fig. 51 instrumentos uma indicação de que o
Deslocando a alavanca: sistema está ativo com o tempo de du-
para cima - ativa-se a seta direita O sistema Follow me Home é acio- ração para o qual foi ajustado.
nado pela alavanca esquerda puxando-
para baixo - ativa-se a seta esquerda -a em direção ao volante. Este sistema Para desativar o sistema Follow me
No quadro de instrumentos acende- permite manter o farol baixo ligado de Home basta manter a alavanca de co-
se com intermitência a luz-espia y. 30 segundos até um tempo máximo de mando na posição lampejo dos faróis
210 segundos, ou seja, 7 acionamen- altos, durante um tempo superior a 2
tos consecutivos da alavanca, depois de segundos. Uma outra maneira de se
desligada a chave de ignição. desligar este sistema é girando a chave
de ignição na posição MAR.
LN277BR

LN263BR
8:30
Follow-me
120s

fig. 50 fig. 51
A-55
ALAVANCA DIREITA ≥ - Funcionamento contínuo e SENSOR DE CHUVA
lento.
Reúne todos os comandos para a lim- O sensor de chuva A-fig. 53, presen-
peza do para-brisa. ¥ - Funcionamento contínuo e te em algumas versões, é um dispositivo
rápido. eletrônico conjugado ao limpador do
Limpador/lavador do para-brisa - Ao deslocar a alavanca para a po- para-brisa com a função de adequar
fig. 52 sição A, o funcionamento antipânico automaticamente, durante o funciona-
Funciona somente com a chave de (contínuo rápido e temporário) é ativa- mento intermitente, a frequência dos
ignição na posição MAR e pode assu- do. Ao soltar, a alavanca volta para a ciclos do limpador do para-brisa à in-
mir quatro diversas posições: posição O e desliga automaticamente tensidade da chuva.
o limpador do para-brisa. Obs.: este sensor é disponível apenas
O - Limpador do para-brisa desli-
gado. Puxando a alavanca em direção do com o espelho retrovisor interno ele-
volante, ativa-se o esguicho do lavador trocrômico.
≤ - Funcionamento intermitente/ do para-brisa.
automático (com sensor de Todas as outras funções controladas
chuva). pela alavanca direita permanecem inal-
Lavagem inteligente - fig. 52 teradas.
Para algumas versões, a tempori-
Ao puxar a alavanca em direção ao
zação do limpador está relacionada
volante, ativa-se o esguicho do limpa-
proporcionalmente à velocidade do
dor dianteiro.
veículo.
O limpador entra em ação automa-
ticamente se a alavanca de comando é
acionada por mais de meio segundo.
LN278BR

F0M0381M-BR
O limpador é desativado logo após a
liberação da alavanca, enquanto exe-
cuta as últimas passadas.
Agindo repetidamente e rapidamente
(por tempo inferior a meio segundo) na
alavanca de comando, pode-se esgui-
char na área do para-brisa sem ativar
o limpador.
fig. 52 fig. 53
A-56
O sensor de chuva ativa-se automa- Girando a chave para a posição Não ativar o sensor de
ticamente, colocando a alavanca da STOP, o sensor de chuva é desativado chuva durante a lavagem
direita na posição ≤ fig. 54. Tem um e na partida seguinte (chave na posi- do veículo em um sistema
campo de regulagem que varia pro- ção MAR) o sensor não é novamente de lavagem automática. A
gressivamente desde limpador parado ativado mesmo se a alavanca tiver per-
(nenhum ciclo), quando o para-brisa manecido na posição ≤ fig. 54. Para
está seco, até o limpador na primeira ativar o sensor de chuva, basta deslocar Se for necessário limpar o para-
velocidade contínua (funcionamento a alavanca para outra posição qualquer -brisa, verificar sempre se o disposi-
contínuo lento) com presença de chuva. e depois deslocar novamente para a po- tivo está desligado.
Através do Menu My Car, é possível sição ≤ fig. 54.
efetuar a regulagem da sensibilidade do Quando o sensor de chuva é ativa- O sensor de chuva reconhece e adap-
sensor de chuva (ver MY CAR FIAT, neste do novamente, verifica-se pelo menos ta-se automaticamente à presença das
capítulo). um ciclo do limpador do para-brisa, seguintes condições particulares que
mesmo estando seco, para sinalizar a requerem uma sensibilidade diferente
Acionando o lavador do para-brisa de intervenção:
com o sensor de chuva ativado é reali- reativação.
zado o ciclo normal de lavagem ao tér- O sensor de chuva está localizado - Impurezas na superfície de controle
mino do qual, o sensor de chuva retoma atrás do espelho retrovisor interno, em (depósitos salinos, sujeira, etc.).
seu normal funcionamento automático. contato com o para-brisa, e dentro da - Faixas de respingos de água provo-
área coberta pelo limpador. Ele coman- cadas pelas palhetas gastas do limpa-
da uma central eletrônica que por sua dor.
vez controla o motor do limpador do - Diferença entre dia e noite (à noi-
para-brisa. te, o olho humano é mais incomodado
LN279BR

A cada partida, o sensor de chuva pela superfície molhada do vidro).


estabiliza-se automaticamente na tem-
peratura de aproximadamente 40°C Se houver gelo ou barro
para eliminar da superfície de controle no para-brisa, certificar-se
a eventual condensação e impedir a do desligamento do dispo-
formação de gelo. sitivo.

fig. 54
A-57
AUTO LAMP - SENSOR CREPUS- 1 - Pouca sensibilidade (acendimen- Após o acendimento automático
CULAR (Sensor de luminosidade to automático em condições de menor dos faróis, luzes de posição e luzes de
externa) intensidade luminosa externa). placa, é possível acender os faróis de
neblina (se presentes) manualmente.
Em algumas versões está presente o 2 - Sensibilidade normal.
Ao desligamento automático das lu-
sistema “auto lamp” que é constituído 3 - Alta sensibilidade (acendimento zes, desligam-se também os faróis de
de um sensor crepuscular instalado no automático em condições de maior in- neblina (se tiverem sido acesos ante-
para-brisa, que mede as variações de tensidade luminosa externa). riormente). No acendimento automáti-
intensidade luminosa externa. A sensibilidade do sensor das luzes co seguinte, será necessário acender o
O sistema Auto-lamp é ativado giran- pode ser também regulada posterior- farol de neblina manualmente.
do a alavanca esquerda para a posição mente através do menu My Car mesmo
A-fig. 55, deste modo habilita-se o com o veículo em movimento, agindo ATENÇÃO: com o sistema Auto
acendimento automático das luzes de nos botões MENU ESC, +, - localizados lamp ativado, é possível acionar
posição, dos faróis baixos e luzes de no painel do lado esquerdo da coluna tanto o lampejo quanto o farol alto.
placa, ao mesmo tempo, em função da da direção (ver botões de comando do Uma vez acionado o farol alto com
luminosidade externa. Ao ser aciona- “My Car”). a função “auto lamp” ativa, ao se
do é visualizado a opção do menu My desligar o farol alto, a função volta
Car para ajuste da sensibilidade em três O sensor crepuscular não a prevalecer sobre os faróis.
níveis: verifica a presença de nebli-
na. Portanto, nestas condi- Com as luzes acesas automatica-
ções, é necessário acender os faróis mente e na presença de comando de
de neblina, se presentes, manual- desligamento automático pelo sensor,
mente. tem-se o desligamento dos faróis e su-
LN280BR

cessivamente, após cerca de 10 segun-


A dos, das luzes de posição e placa.

fig. 55
A-58
PILOTO COMANDOS - fig. 56 Um breve toque na alavanca A, para
cima (+) permite aumentar a velocidade
AUTOMÁTICO O piloto automático é comandado memorizada.
pela alavanca A-fig. 56.
(Cruise Control)
Um breve toque na alavanca A, para A
A extremidade da alavanca (A) pode baixo (-) permite diminuir a velocidade
assumir duas posições: memorizada.
GENERALIDADES
OFF - nesta posição o dispositivo A cada acionamento da alavanca A a
O piloto automático com controle está desativado. velocidade aumenta ou diminui cerca
eletrônico, permite dirigir o veículo na ON - é a posição normal de fun- de 1 km/h.
velocidade desejada sem apertar o pe- cionamento do dispositivo. Quando o
dal do acelerador. Isto reduz a fadiga da Ao permanecer com a alavanca po-
dispositivo começa a intervir no motor, sicionada em (+) ou (-), a velocidade
direção nos percursos de estrada, espe- no quadro de instrumentos acende-se a
cialmente em longas viagens, porque a varia de modo contínuo. A nova velo-
luz-espia Ü. (juntamente com a mensa- cidade atingida será automaticamente
velocidade memorizada é mantida au- gem visualizada no display).
tomaticamente. mantida.
As posições +/- servem para memori- Após o desligamento automático do
O dispositivo é automaticamente zar e manter a velocidade do veículo ou
desligado nas seguintes situações: dispositivo, o botão RES (B) permite
para aumentar ou diminuir a velocidade restabelecer a velocidade memorizada.
- apertando o pedal do freio memorizada.
ATENÇÃO: girando a chave da igni-
- apertando o pedal da embreagem
ção na posição STOP, ou a extremidade
O dispositivo deve ser acionado so- da alavanca (A) na posição OFF, a ve-
mente em 4ª ou 5ª marcha, em função locidade memorizada é cancelada e o
da velocidade do veículo. Trafegando sistema desligado.

LN281BR
em descidas com o dispositivo aciona-
A extremidade da alavanca (A) pode
do, é possível que a velocidade do veí-
ser deixada constantemente na posição
culo aumente ligeiramente em relação
ON sem danificar o dispositivo. No
à velocidade memorizada, por causa da
entanto, recomenda-se desativar o dis-
variação de carga do motor.
positivo quando ele não for utilizado,
girando o comutador na posição OFF
para evitar memorizações acidentais de
velocidade.
fig. 56
A-59
PARA MEMORIZAR A VELOCIDADE PARA RESTABELECER A km/h) e a uma pressão contínua cor-
VELOCIDADE MEMORIZADA responderá um aumento contínuo da
Girar a extremidade da alavanca (A) velocidade. Soltando a alavanca A, a
para a posição ON e colocar normal- Se o dispositivo tiver sido desligado, nova velocidade ficará automaticamen-
mente o veículo na velocidade deseja- por exemplo, apertando o pedal do te memorizada.
da. freio ou da embreagem, pode-se resta-
Posicionar a alavanca A para cima belecer a velocidade memorizada do PARA REDUZIR A VELOCIDADE
(+) por pelo menos 3 segundos e soltá- seguinte modo: MEMORIZADA
-la em seguida. A velocidade do veículo - Acelerar progressivamente até co-
fica memorizada e é possível soltar o locar-se a uma velocidade próxima à A velocidade memorizada pode ser
pedal do acelerador. velocidade memorizada. reduzida de dois modos :
O veículo prosseguirá a marcha na - Engatar a marcha selecionada no 1) Desligando o dispositivo (por
velocidade constante memorizada até momento da memorização da veloci- exemplo, apertando o pedal do freio) e
que ocorra uma das seguintes condi- dade (4ª ou 5ª marcha). memorizando em seguida a nova velo-
ções: cidade (posicionando a alavanca para
- Apertar o botão RES (B). cima (+) por pelo menos 3 segundos).
- Pressão no pedal do freio
ou
- Pressão no pedal da embreagem PARA AUMENTAR A VELOCIDADE
MEMORIZADA 2) Mantendo posicionada a alavan-
ATENÇÃO: se houver necessidade ca para baixo (-) até que seja atingida
(em uma ultrapassagem, por exemplo) A velocidade memorizada pode ser a nova velocidade que ficará automati-
pode-se acelerar simplesmente apertan- aumentada de dois modos: camente memorizada.
do o pedal do acelerador; a seguir, sol- 1) Apertando o pedal do acelerador
tando o pedal do acelerador, o veículo e em seguida memorizando a nova ve- REPROGRAMAÇÃO DA
se recolocará na velocidade memoriza- locidade atingida (posicionando a ala- VELOCIDADE MEMORIZADA
da anteriormente. vanca A-fig. 54 para cima (+) por pelo
menos três segundos). A velocidade memorizada pode ser
eliminada da memória (reprograma-
ou ção) desligando o motor ou girando
2) Um breve toque na alavanca a extremidade da alavanca (A) para a
para cima (+): a cada impulso da ex- posição OFF.
tremidade corresponderá um pequeno
incremento da velocidade (cerca de 1
A-60
Durante a marcha, estan- Os valores programados O sistema presta auxílio ao motorista
do o controle de velocida- no sistema deverão ser sem- na verificação da presença de crianças
de ativado, não colocar a pre coerentes com aqueles que brincam atrás do veículo, obstácu-
alavanca de mudanças em ponto permitidos pela legislação de trânsi- los, muretas, colunas, vasos com plan- A
morto. to e pelo local por onde se transita. tas, etc.
Através de quatro sensores alojados
no para-choque traseiro fig. 57, o siste-
Aconselha-se acionar o A velocidade do veícu- ma verifica a distância entre o veículo e
sistema de controle de velo- lo pode aumentar natural- eventuais obstáculos; o motorista é aler-
cidade somente quando as mente em descidas devido tado por um sinal sonoro intermitente
condições do tráfego e da estrada à inclinação do terreno, excedendo e por uma tela específica no display de
permitam fazê-lo em plena segu- desta forma a velocidade inicialmen- algumas versões fig. 58 que, entrando
rança. O sistema deverá ser ativado te programada no equipamento. em funcionamento automático ao enga-
de preferência em estradas retas, tar a marcha a ré, indica ao motorista
com asfalto em boas condições e a distância do obstáculo, conforme as
havendo bom tempo. Não acionar o SENSORES DE ESTACIONAMENTO barras gráficas fig. 58 aumentando a
sistema na cidade ou em condições O sistema de estacionamento, pre- frequência do sinal em relação à dimi-
de tráfego intenso. sente em algumas versões, verifica e nuição desta distância.
alerta o motorista sobre a presença de
eventuais obstáculos na parte traseira
O sistema de controle de do veículo.
velocidade pode ser aciona-
do somente em velocidades

LN246BR

PE057
superiores a 40 km/h.

Se ocorrer funcionamen-
to defeituoso do sistema de
controle de velocidade ou
inoperância, girar a alavanca A para
a posição OFF e dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
fig. 57 fig. 58
A-61
O som produzido pelo sinal sonoro A responsabilidade do Durante a limpeza dos
torna-se contínuo quando a distância estacionamento e de outras sensores, prestar a máxima
entre o veículo e o obstáculo for inferior manobras perigosas é sem- atenção para não riscá-los
a cerca de 30 cm. pre do motorista. Quando são efe- ou danificá-los. Evitar o uso de
O sinal sonoro cessa imediatamente tuadas estas manobras, certificar-se panos secos, ásperos ou duros. Os
se a distância do obstáculo aumentar. A sempre de que no espaço de mano- sensores devem ser lavados com
frequência do sinal acústico permanece bra não existam nem pessoas (espe- água limpa ou, eventualmente, com
constante se a distância medida perma- cialmente crianças) nem animais. O shampoo para automóveis. Nos pos-
necer invariável. Quando esta situação sistema de assistência deve ser con- tos de lavagem que utilizam máqui-
for verificada pelos sensores laterais, o siderado um auxílio para o moto- nas polidoras hidráulicas, com jato
sinal é interrompido após cerca de 3 rista, que não deve nunca redu- de vapor ou a alta pressão, limpar
segundos para evitar, por exemplo, si- zir a atenção durante as manobras rapidamente os sensores mantendo
nalizações em situações de manobras potencialmente perigosas, mesmo o bico a mais de 10 cm de distância.
ao longo de um muro. se executadas em baixa velocidade.

A instalação aleatória de
ATENÇÃO: se houver anomalia
Para o correto funciona- ganchos de reboque pode
no sistema, o motorista é avisado
mento do sistema de assis- prejudicar o funcionamento
por um sinal de alarme, evidenciado
tência para estacionamen- do sistema.
pelo acendimento da luz-espia
to é indispensável que os sensores
ou t conforme versão, juntamente
posicionados nos para-choques
com a mensagem visualizada no
estejam sempre limpos, livres de
display, (se disponível).
barro e sujeira.

Distâncias de detecção:
Raio de ação central ... 150 ± 10 cm
Raio de ação lateral ...... 60 ± 10 cm
Se os sensores detectarem vários obs-
táculos, a central de controle sinaliza
aquele com distância menor.

A-62
ADVERTÊNCIAS GERAIS CÂMERA DE RÉ PARKVIEW® A tabela a seguir mostra as distâncias
(quando previsto) aproximadas para cada zona:
Durante as manobras de estaciona-
mento, prestar a máxima atenção nos Seu veículo pode estar equipa-
obstáculos que possam encontrar-se do com a Câmera de Ré ParkView® Zona
Distância da traseira do A
veículo
acima ou abaixo dos sensores. Os ob- que permite ver na tela uma imagem
jetos colocados a distância aproxima- da área atrás do veículo sempre que Vermelha 0 - 30 cm
da na traseira do veículo, em algumas a alavanca de câmbio é colocada Amarela 30 cm - 1 m
circunstâncias, não são detectados pelo em marcha a ré. A imagem será exi-
sistema e podem danificar o veículo ou bida na tela sensível ao toque do Verde 1 m ou mais
serem danificados. Uconnect. A câmera do ParkView® está
As sinalizações enviadas pelos senso- localizada na parte traseira do veículo, CUIDADO!
res podem ser alteradas pela sujeira ou acima da placa traseira.
- Para evitar danos ao veículo, o
barro depositados neles ou por sistemas Ao tirar a alavanca de câmbio do ve- ParkView® deve ser utilizado apenas
de ultrassom (ex.: freios pneumáticos de ículo da posição de marcha a ré, ele como auxílio de estacionamento.
caminhões ou martelos pneumáticos) sai do modo da câmera traseira e a tela A câmera do ParkView® não pode
presentes na vizinhança. de navegação ou áudio é exibida no- visualizar todos os obstáculos ou
Especial atenção deve ser dada vamente. objetos em sua rota de direção.
quando for acoplado ao veículo um Quando exibidas, linhas estáticas qua-
- Para evitar danos ao veículo, o
reboque, caracterizando uma situação driculadas ilustrarão a largura do veículo,
mesmo deve ser dirigido lentamen-
distinta para os sensores de estaciona- enquanto que a linha tracejada central in-
te ao utilizar o ParkView® para ser
mento, que poderão detectar a unidade dicará o centro do veículo para auxiliá-lo
possível parar a tempo quando um
acoplada como sendo um obstáculo, a estacionar ou alinhar a um obstáculo.
objeto for detectado. É recomen-
sinalizando a situação ao condutor. As linhas estáticas quadriculadas mostra-
dável que o motorista olhe para
Certifique-se que o espaço seja seguro rão zonas distintas que ajudarão a indi-
trás frequentemente ao utilizar o
para manobras, já que nesta situação, car a distância com relação à traseira do
ParkView®.
os sensores de estacionamento não se- veículo.
rão eficazes.

A-63
OBSERVAÇÃO: em caso de acúmu- COMANDOS do acionamento das luzes externas de
posição. Os faróis auxiliares são desli-
lo de gelo, lama ou substâncias estra-
nhas sobre a lente da câmera, limpe a gados cada vez que a chave de ignição
lente, enxágue e seque com um pano BOTÕES DE COMANDO for desligada. Para ligá-lo novamente é
macio. Não cubra a lente. necessário pressionar o botão A-fig. 59.
Estão situados abaixo dos difusores
Informações adicionais sobre a con- centrais do ar e no conjunto localiza- B - Regulagem dos faróis de acordo
figuração da câmera de ré ParkView® do à esquerda da coluna de direção. com a carga - Botão com indicação
estão disponíveis no manual do sistema Funcionam somente com a chave de de função para regulagem dos faróis.
Uconnect. ignição na posição MAR (exceto o da C - Abertura automática do porta-
luz de emergência que funciona com a -malas.
chave em posição STOP). D - Travamento/destravamento das
Quando uma função é ligada, acen- portas - Botão com LED incorporado
de-se a luz-espia correspondente situ- para travamento/destravamento das
ada no quadro de instrumentos e, em portas.
algumas versões, sobre o próprio botão. E - Desembaçador do vidro trasei-
Para desligar, basta apertar novamente ro fig. 60 - Botão com indicação de
o botão. função ativada para ligar/desligar o de-
A - Faróis auxiliares - Botão com in- sembaçador do vidro traseiro.
dicação de função ativada no quadro Um temporizador desliga automa-
de instrumentos para ligar e desligar os ticamente o dispositivo depois de 20
faróis auxiliares. Só funciona a partir minutos.

LN256BR

LN304BR
MUTE PHONE SCROFF BACK

23:32
MEDIA
C D E
RADIO

FM
F Todas SETTINGS MORE

TUNE
VOLUME SCROLL
94.90 MHz

BROWSE
AM/FM Sinton. Info Áudio ENTER

A B

fig. 59 fig. 60
A-64
F - Luzes de emergência - Botão A função permanece ligada até que a A ativação do sistema é sinalizada
com indicação de função para ligar e desaceleração atinja 2,5 m/s2. através do quadro de instrumentos pe-
desligar as luzes de emergência. Acen- Se ocorrer frenagem de emergência, lo acendimento da luz-espia ou por
dem-se apertando levemente o botão acendem-se automaticamente as luzes uma sinalização genérica . Algumas A
F-fig. 60, independente da posição da de emergência e simultaneamente no versões exibem também uma mensa-
chave de ignição. Com o dispositivo li- quadro iluminam-se as luzes indicado- gem de alerta no display eletrônico do
gado, o símbolo sobre o interruptor F e o ras e . quadro de instrumentos.
indicador , no quadro de instrumen- A função desliga-se automaticamente Após a colisão, recordar-se de girar a
tos iluminam-se de modo intermitente. quando a frenagem do veículo já não é chave da ignição para a posição STOP
NOTA: em caso de avaria de uma mais urgente. para não descarregar a bateria.
ou mais lâmpadas dos indicadores de
direção, ao acionar o botão F, as luzes- A luz de emergência só deve ser ADVERTÊNCIA: se ocorrer inter-
-espia e no quadro de instrumentos acionada com o veículo parado; venção do Sistema de bloqueio de
lampejarão com uma frequência maior nunca em movimento. combustível, recomenda-se soli-
que o normal. Ver “Se apagar uma luz citar o auxílio imediato da Rede
externa”, no capítulo “Em emergência”. Assistencial Fiat.
SISTEMA DE BLOQUEIO DE
COMBUSTÍVEL
ESS (Emergency Stop Signaling) - Si- Se ocorrer algum pro-
nalização de frenagem de emergência O sistema de bloqueio de combustí- blema no funcionamento
vel tem a função de prevenção de in- do sistema de bloqueio de
O ESS consiste no acionamento in-
cêndio se ocorrer acidente. Ao detectar combustível, que impossibilite a
termitente das luzes indicadoras de
uma colisão (obedecendo a parâmetros sua funcionalidade, para algumas
direção ao frear bruscamente, servindo
predeterminados pela central eletrôni- versões ocorrerá o acendimento
de alerta aos outros motoristas da ocor-
ca), o sistema é acionado cortando a das luz-espia ou uma sinalização
rência de uma situação de emergência.
injeção de combustível e, consequen- genérica . Para algumas versões,
É acionada na ocorrência de todas as temente, causando o desligamento do pode ser exibida também, mensa-
seguintes condições: motor. A função realiza também o des- gem no display eletrônico do qua-
- Desaceleração maior que 7m/s2. travamento automático das portas e, dro de instrumentos. Recomenda-se
- Velocidade igual ou maior que para algumas versões, o acendimento solicitar o auxílio imediato da Rede
50 km/h. das luzes internas após a colisão, faci- Assistencial Fiat.
litando e agilizando a saída ou retirada
- Pisca alerta desligado. dos ocupantes.
A-65
EQUIPAMENTOS Nunca trafegue com a Com o interruptor A na posição 2 as
tampa do porta-luvas aber- lâmpadas permanecem sempre ligadas.
INTERNOS ta. O acendimento/desligamento das lu-
zes é progressivo.
PORTA-LUVAS CONJUNTO DA LUZ INTERNA
O interruptor B tem a função de sele-
Para abrir, puxar o pegador A-fig. 61. Conjunto da luz interna dianteira cionar o lado do conjunto que se deseja
Dentro do porta-luvas existe um vão fig. 63 acender:
A-fig. 62 porta-documentos. Para abrir O veículo, está equipado com con- Para ligar/desligar a lâmpada C aper-
o compartimento porta-documentos, gi- junto de luz interna fig. 63. tar o lado esquerdo do interruptor.
rar o botão A-fig. 62, no sentido anti- O interruptor A-fig. 63 liga/desliga Para ligar/desligar a lâmpada D aper-
-horário. as lâmpadas do conjunto da luz interna tar o lado direito do interruptor.
Algumas versões estão equipadas dianteira.
com porta-luvas com iluminação. A Com o interruptor A na posição cen-
lâmpada se acende ao abrir a tampa. Advertência: antes de sair do veí-
tral, as lâmpadas C e D ligam/desligam culo, certifique que ambos interrup-
Nota: o porta-luvas de algumas com a abertura da porta dianteira. tores estejam na posição central.
versões tem um sistema de amor- Com o interruptor A na posição 1 as Ao fechar a porta as luzes deverão
tecimento para abertura da tampa. lâmpadas permanecem sempre desli- desligar para evitar que a bateria
gadas. seja descarregada.
PE015

PE093

PE094
B
1 2

fig. 61 fig. 62 fig. 63


A-66
Em algumas versões, se o interruptor O acendimento da luz interna é co- Conjunto da luz interna traseira - fig. 64
estiver na posição “sempre acesa” as lu- mandado por um tempo de 10 segun-
O veículo está equipado com o con-
zes serão desligadas automaticamente dos após a desativação da chave de
junto de luz interna traseira fig. 64.
depois de 15 minutos. ignição. Esta função é habilitada se a
A lâmpada fig. 64 tem 3 posições:
A
chave for retirada do comutador até três
Temporização da luz interna minutos após ter sido desligada. 1 - lâmpada acesa
Em algumas versões, para proporcio- 3 - posição central: lâmpada ligada
nar mais agilidade na entrada no veícu- Chave “ON”
2 - lâmpada apagada
lo, em especial em lugares pouco ilu- A lógica de acendimento da luz in-
minados, acende-se a lâmpada da luz terna dianteira segue o fechamento/ TOMADA DE CORRENTE - A-fig. 65
interna dianteira quando é destravada abertura da porta sem temporização,
uma das portas através do acionamento ou seja: Está previsto uma tomada de corrente
do telecomando (ao abrir a porta utili- Abertura da porta - acendimento da para alimentação de acessórios elétri-
zando a chave diretamente na fechadu- lâmpada - fechadura da última porta - cos (carregador de celular, aspirador
ra, a lâmpada não acenderá). luz desligada. de pó, etc.).
Quando se abre uma das portas la-
terais através do telecomando, a luz
interna dianteira acende-se por 10 se-
gundos. Ao abrir a porta, a lâmpada se
apagará após 3 minutos, se durante a
abertura de uma porta, abre-se a ou-
tra, começa novamente a contagem do
tempo. Se a porta está aberta por mais

LN103BR

LN282BR
de 3 minutos, a lâmpada da luz interna
é desligada até a próxima reabertura de
uma das portas.
Se durante os 3 minutos forem fecha-
das as portas é ativada uma segunda
contagem de tempo de 3 minutos.
1 3 2

fig. 64 fig. 65
A-67
Para algumas versões, o Devido à grande variedade de aces- PORTA-COPOS - fig. 66
uso da tomada de corrente sórios elétricos que podem ser co-
como acendendor de cigar- nectados a esta tomada de corrente, No console central existem duas se-
ros não é suportado. Risco de incên- recomenda-se especial cuidado na des para colocar, com o veículo parado,
dio e danos a componentes. utilização dos mesmos, observando se copos ou latinhas fig. 66.
atendem as especificações a seguir:
Verificar junto à Rede Assistencial - Somente podem ser conectados
Fiat se o modelo que você adquiriu acessórios com potência até 180 Watts.
suporta a instalação desse dispo- - Para prevenir danos, o corpo do
sitivo. Nesse caso, recomenda-se plugue do acessório deve ser largo o
manejar o acendedor com cautela e suficiente para servir como guia de cen-
evitar que crianças o utilizem, pois tralização, quando este estiver inserido
há perigo de incêndio e queima- na tomada de corrente.
duras devido ao calor gerado pelo
dispositivo. Se houver dúvidas com relação à
conformidade do plugue do acessório
a ser utilizado, recomenda-se veri-
Antes de instalar um acessório, ficar com o fabricante se o mesmo
recomenda-se verificar na Rede atende às especificações vigentes.
Assistencial Fiat a disponibilidade
de acessórios originais homologa-
dos e sua compatibilidade para uso O plugue do acessório
em seu veículo Fiat. deve se ajustar perfeita-

F0M0082M
mente à medida da toma-
da de corrente visando evitar mau
contato ou superaquecimento com
risco de incêndio.

fig. 66
A-68
PORTA-ÓCULOS - fig. 67 PORTA-OBJETOS Tampa da caixa de fusíveis - fig. 69
Está previsto um porta-óculos locali- À esquerda da coluna de direção, está
zado acima da porta do motorista. Para Encosto do banco - fig. 68 localizado um porta-objetos A-fig. 69.
utilizá-lo, abrir no sentido da seta.
A
Algumas versões têm uma bolsa
porta-objetos na parte posterior e bol- Porta-objetos com rede de proteção
sas nas duas laterais dos encostos dos - fig. 70
bancos dianteiros fig. 68. Para algumas versões, ao lado direito
do console central, está disponível um
porta-objetos com rede de proteção
C-fig. 70.

LN105BR
fig. 68
4EN1118BR

LN265BR

PE101
MENU
ESC

fig. 67 fig. 69 fig. 70


A-69
Região central do painel - B-fig. 71 PARA-SÓIS - fig. 73 CORTINA PARA-SOL - fig. 74
Acima dos difusores de ar está dispo- Estão situados ao lado do espelho re- Algumas versões têm uma cortina
nível uma portinhola que se abre quando trovisor interno, podendo ser orientados para-sol para o vidro traseiro. Para uti-
é pressionado o botão 1-fig. 71. para a frente ou para o lado. lizá-la, puxar para cima através da indi-
Está previsto um espelho de cortesia cação A e fixá-la no teto pelos pontos B.
Painel das portas dianteiras - D-fig. 72 A atrás dos para-sóis.
Porta-objetos disponível nos painéis Está previsto uma luz interna de cor-
de portas dianteiras. tesia B.

PE097
D

fig. 72
PE096

LN106BR

LN049BR
B B
B

fig. 71 fig. 73 fig. 74


A-70
PORTAS Abertura manual por dentro das por- Dispositivo de segurança para crianças
tas dianteiras Impede a abertura das portas traseiras
Abertura: puxar a maçaneta de aber- pelo lado de dentro. É ativado inserindo
PORTAS LATERAIS tura A-fig. 77. a ponta da chave de ignição na ranhura A
Se uma porta estiver mal fechada, A-fig. 78 e girando-a.
Abertura manual por fora - fig. 75 acende-se também a luz-espia ´ no Posição 1 - dispositivo ativado
Girar a chave conforme a seta 2 e quadro de instrumentos (somente algu- Posição 2 - dispositivo desativado
puxar a maçaneta de abertura. mas versões).
Este dispositivo permanece ativado
mesmo com a abertura das portas por
Travamento manual por fora meio do telecomando.
Girar a chave conforme a seta 1.

PE200
Utilizar sempre este dis-
Abertura por meio de telecomando positivo quando for trans-
Para as versões dotadas de teleco- portar crianças.
mando, para abrir as portas pressionar
o botão A-fig. 76. Para fechar as portas
deve-se pressionar o botão B-fig. 76.
Este comando é seguido de um breve
lampejo das luzes indicadoras de di-
reção.
fig. 76
LN208BR

LN232BR

F0M0128M-BR
A

1 2

fig. 75 fig. 77 fig. 78


A-71
TRAVAMENTO ELÉTRICO ADVERTÊNCIA: se uma das por- (para as versões/mercados onde pre-
tas dianteiras ou traseiras não esti- visto).
Por fora ver bem fechada ou houver um Pressionando o botão por mais
defeito no sistema, o travamento de 2 segundos ocorre a abertura dos
Com as portas fechadas, inserir e gi- centralizado não é ativado e, após vidros.
rar a chave na fechadura da porta do algumas tentativas, o dispositivo é
motorista. O destravamento das portas rea-
excluído por cerca de 2 minutos. liza-se automaticamente se houver
Nestes 2 minutos, é possível tra- intervenção do sistema de bloqueio
Por dentro var ou destravar as portas manual- de combustível.
Com as portas fechadas, pressione mente, sem que o sistema elétrico
brevemente (menos que 2 segundos) intervenha. Após esses 2 minutos, a
TRAVAMENTO DAS PORTAS E
o botão A-fig. 79 para travamento ou central está de novo apta a receber
TAMPA DO PORTA-MALAS
destravamento das portas. os comandos.
Efetuar uma pressão breve no bo-
tão : o fechamento das portas, da
Se foi resolvida a causa do proble- tampa do porta-malas e dos vidros
ma, o dispositivo volta a funcionar a distância ocorre ao mesmo tempo
normalmente, caso contrário, repe- à ativação do alarme (se previsto), e
te o ciclo de exclusão. do desligamento das luzes internas,
acompanhado também de um único
sinal luminoso dos indicadores de
DESTRAVAMENTO DAS PORTAS E direção.
DO PORTA-MALAS
Ao efetuar uma dupla pressão rápi-
LN305BR

Efetuar uma pressão breve do botão da do botão se ativa o dispositivo safe


: a abertura das portas e da tampa lock (se previsto).
MUTE PHONE

23:32
SCROFF BACK
do porta malas a distância ocorre ao
MEDIA RADIO
A Todas SETTINGS MORE mesmo tempo à desativação do alar-
FM
VOLUME
94.90 MHz
TUNE
SCROLL
me (se previsto), acompanhada tam-
AM/FM Sinton. Info Áudio
BROWSE
ENTER
bém pelo acendimento temporizado
das luzes internas e de um duplo sinal
luminoso dos indicadores de direção
fig. 79
A-72
Se uma ou mais portas estão aber- LEVANTADORES DOS VIDROS DAS E - Trava para bloquear/desbloquear
tas, o travamento não é efetuado. Isto PORTAS o funcionamento dos vidros traseiros
é indicado por um rápido lampejo do (quando os vidros traseiros estão blo-
LED no painel central e pelos indi-
Levantadores elétricos dos vidros queados, a iluminação das teclas de A
cadores de direção. O fechamento comando se apagam. O LED da tecla
das portas é efetuado mesmo com o fig. 81
aceso indica o bloqueio dos vidros tra-
porta-malas aberto. Os comandos dos levantadores elétri- seiros).
cos dos vidros traseiros estão instalados
no apoia-braço do lado do motorista Pressionar as teclas para abaixar os
TRAVAMENTO DE EMERGÊNCIA
fig. 81. vidros. Puxá-las para levantá-los.
DAS PORTAS
A - Levantador do vidro dianteiro Em algumas versões, é necessário
Se ocorrer pane elétrica com bateria apenas um toque mais longo (função
descarregada, efetuar o travamento ma- esquerdo.
one touch) para levantar ou abaixar os
nualmente de cada porta traseira e da B - Levantador do vidro dianteiro vidros.
porta dianteira direita atuando na trava direito.
Para interromper o fechamento do
A-fig. 80. C - Levantador do vidro traseiro es- vidro, basta um toque breve no inter-
Posição 1 - porta travada querdo. ruptor (função one touch).
Posição 2 - porta destravada D - Levantador do vidro traseiro di-
reito.
PE126

F0M0890M
1

fig. 80 fig. 81
A-73
LEVANTADORES ELÉTRICOS mantendo o vidro no fim de curso su- Levantadores elétricos dos vidros
DOS VIDROS COM FUNÇÃO perior com a tecla pressionada por 2 traseiros
ANTIESMAGAMENTO segundos. A ação deve ser efetuada pa-
No apoia-braço de cada porta tra-
ra cada vidro que esteja com a função
O mecanismo de acionamento dos seira, existe uma tecla A-fig. 82 para
desabilitada.
vidros das portas é dotado de sistema de o acionamento do respectivo vidro. A
O vidro que perde a programação tecla deve ser pressionada para abaixar
segurança que bloqueia o movimento
funciona pausadamente (“aos pulos”), o vidro, e levantada para fechá-lo.
de subida do vidro. Se interpor algum
necessitando de vários acionamentos
obstáculo entre 200 mm e 4 mm em seu
curtos e sucessivos do interruptor do
curso, o vidro o pressionará por alguns Antes de acionar o inter-
vidro para fechá-lo completamente.
instantes e, em seguida, retornará até o ruptor do mecanismo levan-
limite mínimo de 50 mm. tador do vidro, verifique se
Fechamento do vidro elétrico após
A função antiesmagamento dos vi- não há alguém com o braço de fora,
desligar a ignição
dros será desabilitada se ocorrer uma especialmente se forem transporta-
das seguintes situações: Em algumas versões, após desligar a das crianças.
ignição, o sistema de vidros elétricos
- Se forem feitos sucessivamente 20 continuará a funcionar por mais 120
movimentos de subida e descida do segundos, aproximadamente, para que
vidro, sem alcançar os fins de curso os vidros possam ser fechados, desde
inferior e superior. que, as portas não sejam abertas.
- Se forem feitos sucessivamente 5 A abertura de qualquer porta oca-
movimentos de subida do vidro, acio- siona no cancelamento automático do
nando o sistema antiesmagamento sem tempo de cortesia de todos os vidros.
que o vidro alcance o fim de curso in-

F0M0251M
ferior. Após este tempo, se não tiver fecha-
do os vidros, colocar a chave em MAR
- Se retirar a bateria do veículo. para que possa fazê-lo.
- Se for desconectada a central eletrô- Esta cortesia é específica apenas para
nica ou os chicotes elétricos do sistema os veículos que têm a função antiesma-
de vidros. gamento.
A reprogramação (reabilitação) da
função antiesmagamento é feita acio-
nando a tecla do respectivo vidro e fig. 82
A-74
O uso impróprio dos Instalações de acessórios, PORTA-MALAS
levantadores elétricos dos quando feitas de maneira
vidros pode ser perigoso. inadequada, podem afetar
Antes e durante o acionamento, a integridade do sistema elétrico do ABERTURA/FECHAMENTO DA A
verificar sempre se os passagei- veículo ocasionando graves danos. TAMPA DO PORTA-MALAS
ros não estão expostos ao risco Recomenda-se verificar na Rede
Para abrir o porta-malas por dentro
de lesões provocadas tanto direta Assistencial Fiat a disponibilidade
do veículo, pressionando o botão para
ou indiretamente pelos vidros em de acessórios projetados especifica-
abertura automática localizado no pai-
movimento, como por objetos pes- mente para uso no veículo.
nel A-fig. 84 ou através da chave de
soais arrastados ou jogados por eles.
ignição B-fig. 85.
Ao sair do veículo, retire É também possível abrir o porta-ma-
Ao instalar no veículo sis- sempre a chave da ignição las através de uma “cordinha” vermelha
temas de alarme eletrônico para evitar que os levan- A-fig. 83 de emergência localizada na
com fechamento automá- tadores elétricos dos vidros, acio- região posterior do porta-malas, sob a
tico dos vidros lembrar do peri- nados inadvertidamente, constitu- sede da lanterna traseira lado esquerdo.
go adicional que esses dispositivos am perigo para quem permanece A abertura da tampa é facilitada pela
podem oferecer para os passageiros a bordo. ação dos amortecedores laterais a gás.
que permanecem a bordo, sobretu-
do quando não estiver disponível a
função antiesmagamento.

LN107BR

LN249BR
MUTE PHONE SCROFF BACK

23:32
MEDIA
A RADIO

FM
Todas SETTINGS MORE

TUNE
VOLUME SCROLL
94.90 MHz

BROWSE
AM/FM Sinton. Info Áudio ENTER

fig. 83 fig. 84
A-75
Para evitar o fechamento espon- No uso do porta-malas, ABERTURA A DISTÂNCIA DA
tâneo da tampa do porta-malas, nunca superar as cargas TAMPA DO PORTA-MALAS
quando o veículo estiver em um máximas permitidas (ver
plano inclinado, deve-se forçá-la até capítulo “Características técnicas”). Pressione o botão para realizar a
o final de curso. Certificar-se ainda que os objetos abertura a distância da tampa do porta-
contidos no porta-malas estejam -malas, mesmo que o alarme esteja ati-
bem colocados, para evitar que uma vo (se previsto).
Para fechar, é necessária uma freada brusca possa jogá-los para a A abertura da tampa do porta-malas é
força inicial maior para vencer a frente, machucando os passageiros. sinalizada por um duplo sinal luminoso
resistência dos amortecedores de dos indicadores de direção, enquanto
sustentação. que o fechamento é indicado com ape-
Colocar acessórios na tampa do nas um sinal luminoso (apenas com o
porta-malas (alto-falantes, spoiler alarme ativo). Na presença de alarme,
etc., exceto quando previsto pelo ao abrir a tampa do porta-malas, o sis-
fabricante) pode prejudicar o corre- tema desativa a proteção volumétrica,
to funcionamento dos amortecedo- o sensor perimetral da tampa do porta-
res laterais a gás da própria tampa. -malas e o sensor de elevação/inclina-
Objetos soltos devem ser colocados ção anormal do veículo.
no porta-malas.

O compartimento de bagagens é de
uso exclusivo destas.
LN307BR

fig. 85
A-76
AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 6) Rebater para a frente o encosto, BANCO TRASEIRO BIPARTIDO
passando os cintos pelos lados, até que
1) Para facilitar o rebatimento dos este se apóie sobre o assoalho de ma- O banco traseiro bipartido em algu-
bancos traseiros, antes de rebatê-los, mas versões fig. 88 permite ampliar
posicionar os bancos dianteiros à frente
neira a obter uma única superfície de
apenas parte do porta-malas, tendo a
A
carga B-fig. 86.
fazendo-os deslizarem sobre os trilhos. opção de rebater o banco individual
2) Abaixar completamente os apoia- ou duplo.
-cabeças do banco traseiro. ADVERTÊNCIA: se hou- Para isso, puxar a fita da direita ou
ver carga no porta-malas da esquerda A-fig. 87 e rebater para
3) Se for necessário, remover os ou no compartimento de
apoia-cabeças do banco traseiro (ver a frente o encosto até obter uma única
carga, é melhor, viajando à noite, superfície de carga.
“Regulagens Personalizadas” neste ca- controlar e regular a altura do facho
pítulo) e colocá-los no compartimento luminoso dos faróis de luz baixa
de bagagens. (ver “Faróis” neste capítulo).
4) Em seguida, rebater o assento do
banco traseiro A-fig. 86 para frente.
5) Desencaixar o encosto, puxando Se ocorrer algum aci-
a fita A-fig. 87. dente, objetos pesados não
amarrados podem causar
graves danos aos passageiros.
LN045BR

LN044BR

LN047BR
A

fig. 86 fig. 87 fig. 88


A-77
Para repor o banco na posição nor- CAPÔ DO MOTOR 3) Levantar o capô segurando-o pela
mal parte central e, simultaneamente, soltar
1) Rebater para trás o banco traseiro a vareta de suporte do seu dispositivo
completo fig. 89. Para abrir o capô do motor de bloqueio C-fig. 92.
2) Rebater para trás o encosto, pas- 1) Puxar a alavanca A-fig. 90. 4) Introduzir a extremidade da va-
sando os cintos pelos lados, encaixan- 2) Puxar a trava B-fig. 91 localiza- reta D na abertura E do capô do motor
do os dispositivos de travamento do da acima da grade frontal sob o capô. fig. 93.
encosto nos seus respectivos pinos. Em Como indicado pela seta.
seguida, verificar se o encosto está de- ATENÇÃO: uma colocação incor-
vidamente travado. reta da vareta pode provocar a
3) Se tiverem sido desmontados, re- queda violenta do capô.
montar os apoia-cabeças.

LN250BR
Com banco duplo, é possível rebater
separadamente a parte esquerda ou di- Se houver necessidade de se fazer
reita do banco. alguma verificação no motor, estan-
A do este ainda quente, evite encos-
tar-se no eletroventilador, pois este
poderá funcionar mesmo com a
chave de ignição desligada. Espere
até que o motor esfrie.
fig. 90
LN046BR

LN266BR

LN287BR
C

fig. 89 fig. 91 fig. 92


A-78
Para fechar o capô do motor BAGAGEIRO DE FARÓIS
1) Manter levantado o capô com
uma mão e, com a outra, tirar a vareta
TETO
D-fig. 93 da abertura E e repô-la no seu A este respeito, sugerimos verificar
REGULAGEM DO FACHO A
dispositivo de bloqueio. LUMINOSO
na Rede Assistencial Fiat a existência
2) Abaixar o capô cerca de 20 cm de um bagageiro específico para o mo-
do vão do motor. delo Linea. ADVERTÊNCIA: uma cor-
3) Deixá-lo cair: o capô fecha-se Para a instalação do bagageiro de reta regulagem dos faróis
automaticamente. teto, é necessário dirigir-se à Rede é determinante para o
Assistencial Fiat. conforto e a segurança não só de
quem guia o veículo, mas de todos
Verificar sempre se o os usuários. Além disso, constitui
capô foi bem fechado para ADVERTÊNCIA: é de responsabi- uma norma precisa do Código de
evitar que se abra durante a lidade do usuário, a colocação das Trânsito. Para garantir a si mesmo e
marcha do veículo. bagagens no bagageiro de teto, res- aos outros as melhores condições de
peitando as cargas máximas admiti- visibilidade viajando com os faróis
das. Consulte tabela de pesos - car- acesos, o veículo deve ter um corre-
gas máximas admitidas - no capítulo to alinhamento dos mesmos.
específico.
Para o controle e a eventual regu-
lagem, dirigir-se à Rede Assistencial
Depois de percorrer Fiat.
alguns quilômetros, confe-
F0M0383M-BR

rir se as fixações do baga-


geiro estão bem apertadas. COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO
- fig. 94
Algumas versões estão equipadas
com um corretor elétrico de alinhamen-
D to dos faróis, que funciona com a chave
de ignição na posição MAR e os faróis
baixos acesos.
fig. 93
A-79
Quando o veículo está carregado, in- DRIVE BY WIRE ABS
clina-se para trás e, consequentemente,
o feixe luminoso se eleva. Nesse caso, É um sistema eletrônico de controle O ABS (Sistema Antibloqueio das Ro-
é necessário regulá-los corretamente da aceleração que substitui o cabo do das) é um dispositivo combinado com o
através dos botões A-fig. 94. acelerador. A aceleração do veículo, sistema de freios convencional, que im-
O display fornece a indicação visual através do pedal, é transmitida a uma pede o bloqueio das rodas permitindo:
das posições durante a regulagem. central eletrônica por impulsos elétri- - melhorar o controle e a estabilidade
cos, que gerencia a abertura da borbo- do veículo durante a freada.
Posições corretas em função da leta de aceleração. Este sistema evita o
desconforto dos trancos na aceleração - otimizar o mínimo espaço de frena-
carga - B-fig. 94 gem.
causados, sobretudo, em retomadas ou
Posição 0 - uma ou duas pessoas nos - usufruir plenamente da aderência
desacelerações muito rápidas.
bancos dianteiros. de cada pneu.
Quando a bateria é desligada, a cen-
Posição 1 - cinco pessoas. Uma central eletrônica recebe os
tral perde a referência da posição do
Posição 2 - cinco pessoas + carga no pedal do acelerador, assim, o veículo sinais provenientes das rodas, localiza
porta-malas. fica sem a aceleração. Para que possa quais tendem a travar-se e envia um
Posição 3 - motorista + carga máxima ser restabelecido o novo parâmetro de sinal à central eletrohidráulica para
admitida no porta-malas. posição do pedal acelerador, voltando reduzir, manter ou aumentar a pressão
a situação normal proceder da seguinte nos cilindros de comando dos freios, de
forma: maneira a evitar o bloqueio.
- Ligar a chave de ignição sem ligar O ABS entra em funcionamento
o motor e aguardar 40 segundos, logo quando é solicitada a total capacidade
de frenagem do veículo. O motorista é
LN257BR

em seguida ligar o motor.


avisado através da pulsação do pedal
do freio com ruídos de funcionamen-
to hidráulico. Este comportamento é
completamente normal e indica que o
sistema está ativo.

fig. 94
A-80
Se ocorrer qualquer anomalia, o - Desconectar os cabos da bateria an- Eventuais vazamentos de líquido de
sistema desativa-se automaticamente, tes de carregá-la ou antes de qualquer freios afetam o funcionamento destes,
passando a funcionar normalmente o reparo no sistema ABS. sejam do tipo convencional ou com
sistema convencional. Nesta condição, - Não retirar ou colocar o conector sistema ABS. A
acende-se a luz-espia no quadro de da unidade de comando com comuta-
instrumentos e ocorre visualização de dor de ignição ligado. A eficiência do sistema,
mensagem no display (algumas ver- em termos de segurança
sões). - Não desligar a bateria com o motor
em funcionamento. ativa, não deve induzir o
motorista a correr riscos desne-
ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat cessários. A conduta a manter ao
equipados com ABS devem ser mon- O acendimento somen- volante deve ser sempre a adequada
tados exclusivamente rodas, pneus, te da luz-espia , com o para as condições atmosféricas, a
lonas e pastilhas de freio do tipo e motor em funcionamento, visibilidade da estrada, o trânsito e
marca aprovados pelo fabricante. indica normalmente uma anomalia as normas de circulação.
de funcionamento do sistema ABS.
Se isso ocorrer, o sistema de freios
O ABS não dispensa o irá manter a sua eficiência normal, Uma utilização excessi-
motorista de uma condução não existindo no entanto a função va do freio motor (marchas
prudente, principalmente antitravamento das rodas. muito baixas com pouca
em estradas com água, lama, areia, aderência), poderia fazer derrapar
Recomenda-se levar o veículo até a as rodas motrizes. O sistema ABS
etc. Rede Autorizada Fiat, evitando freadas não tem qualquer efeito sobre este
bruscas. tipo de situação.
Cuidados com o sistema ABS:
- Se for efetuar solda elétrica no veí- Diante do acendimento
da luz-espia x, indicando Se o sistema ABS entrar
culo, desligar a bateria e a unidade de em funcionamento, signi-
comando elétrica. nível mínimo de líquido no
sistema de freios, levar o veículo fica que a aderência entre
- Retirar a unidade de comando elé- o pneu e a estrada foi reduzida em
trica quando o veículo for colocado em o quanto antes à Rede Assistencial
Fiat para uma verificação do sis- relação ao normal; se isso ocorrer,
estado de secagem (temperatura acima reduzir imediatamente a velocida-
de 80°C). tema.
de, no sentido de adequá-la às con-
dições do trecho em que se trafega.
A-81
CORRETOR DE FRENAGEM O acendimento apenas AIRBAG
ELETRÔNICO EBD da luz-espia , com o
motor ligado, indica nor-
O veículo é dotado de um corretor de malmente uma anomalia somente DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO
frenagem eletrônico denominado EBD do sistema ABS. Se isso ocorrer,
(Electronic Brake Force Distribution) O airbag é um dispositivo de se-
o sistema de freios mantém a sua
que, através da centralina e dos senso- gurança complementar ao cinto de
eficiência normal, não existindo, no
res do sistema ABS, permite intensificar segurança, constituído de uma bolsa
entanto, a função antitravamento.
a ação do sistema de freios. com enchimento instantâneo, contida
Em tais condições, também a fun-
em um vão apropriado no centro do
cionalidade do sistema EBD pode
volante, em frente ao motorista, e no
Nos veículos equipados ser reduzida. Se isso ocorrer, é
painel em frente ao passageiro. Pode
com corretor eletrônico de aconselhável dirigir-se imediata-
estar disponível também na lateral dos
frenagem (EBD), o acendi- mente à Rede Assistencial Fiat mais
bancos dianteiros (airbags laterais) e na
mento simultâneo das luzes-espia próxima, conduzindo de modo a
parte superior lateral para proteção à
e x, com o motor ligado, indi- evitar freadas bruscas, para a verifi-
cabeça (window bag). O cinto de se-
ca uma anomalia do sistema EBD; cação do sistema.
gurança garante a retenção necessária
assim, nas freadas violentas pode
para que o airbag venha a atuar com
ocorrer um travamento precoce das
eficácia, garantindo a correta trajetória
rodas traseiras, com possibilidade A eficiência do sistema,
do ocupante na direção da bolsa de ar
de derrapagem. Conduzir o veícu- em termos de segurança
se o airbag for acionado.
lo, com extrema cautela, à Rede ativa, não deve induzir o
Assistencial Fiat mais próxima para motorista a correr riscos inúteis e
a verificação do sistema. injustificáveis. A conduta a manter
ao volante deve ser sempre a ade-
quada para as condições atmosfé-
ricas, a visibilidade da estrada, o
trânsito e as normas de circulação.

A-82
AIRBAGS FRONTAIS braços na posição correta com as mãos dos airbags e não descaracterizar os
segurando a parte externa do volante seus componentes. O pó liberado po-
O airbag não substitui o cinto de de maneira que, se ocorrer a ativação de irritar a pele e os olhos de maneira
segurança, sendo acionado exclusiva-
mente se ocorrer impacto frontal vio-
do airbag, este possa encher-se sem en- que, se houver exposição, lavar-se com A
contrar obstáculos que poderiam cau- sabão neutro e água.
lento e não se acionando, portanto, em sar danos. Não colocar os pés sobre o O airbag não substitui os cintos de se-
qualquer tipo de colisão. O parâmetro painel. Não carregar objetos, crianças gurança, mas incrementa sua eficiência.
de controle de acionamento do airbag ou animais domésticos no colo. Não Além disso, uma vez que o airbag não
está associado à desaceleração do veí- manter objetos na boca (cigarros, ca- intervém se ocorrerem colisões frontais
culo e ao ângulo de colisão. Seu acio- netas, lápis, etc). a baixa velocidade, colisões laterais não
namento reduz o risco de contato entre
A entrada em funcionamento do violentas, colisões traseiras ou capota-
a cabeça/tórax dos ocupantes dianteiros
airbag produz calor e libera uma pe- mentos, os ocupantes serão protegidos
contra o volante/painel do veículo, em
quena quantidade de pó. Este produto somente pelos cintos de segurança, que
decorrência da violência do choque.
não é nocivo e não indica princípio de devem ser sempre usados por todos os
Para obter a máxima proteção, as- incêndio. Uma vez que uma unidade ocupantes do veículo.
sumir uma postura correta ao volante de airbag é ativada, não haverá nova Se ocorrer qualquer anomalia, acen-
regulando o encosto do banco em po- ativação. O pó decorrente da ativação de-se a luz-espia .
sição vertical, apoiando bem as costas é composto por substâncias que têm a
e mantendo o cinto bem aderente ao função de lubrificar os tecidos das bol- Qualquer manutenção no sistema do
tórax e à bacia. Nunca dirigir com o sas durante o seu enchimento. Instantes airbag só deve ser feita por pessoal es-
encosto do banco reclinado. Manter os após o acidente, não cortar as bolsas pecializado da Rede Assistencial Fiat.

4EN0147BR
PE025

fig. 95 fig. 96
A-83
Não colar adesivos ou Para não alterar a sensi- Airbag do lado do passageiro
outros objetos no volante bilidade do sistema de air- O airbag do lado do passageiro foi
ou no painel, sobretudo na bag, evitar a instalação, no estudado e calibrado para melhorar
região do airbag do lado do passa- veículo, de anteparos, proteções a proteção de uma pessoa que esteja
geiro. frontais e/ou laterais, acessórios usando o cinto de segurança.
não originais ou componentes não
preconizados pela fábrica. O seu volume, no momento de máxi-
Dirigir mantendo sempre mo enchimento, preenche a maior parte
as mãos na parte externa do espaço entre o painel e o passageiro.
do volante de maneira que, Intervenções não recomendadas Se ocorrer colisão, uma pessoa que
se ocorrer a ativação do airbag, poderiam interferir no funciona- não esteja usando o cinto de segurança
este possa encher-se sem encontrar mento do airbag, alterando o com- projeta-se para a frente em direção à
obstáculos que poderiam causar-lhe portamento originalmente previsto bolsa ainda na fase de abertura, com
graves danos. Não dirigir com o para esse dispositivo. uma proteção certamente inferior à que
corpo inclinado para a frente, mas poderia ser fornecida.
manter o encosto em posição ereta, O airbag não é um substituto, mas
apoiando bem as costas. um complemento ao uso do cinto, por
isso recomenda-se usar sempre o cinto,
RBAG
seguindo rigorosamente a legislação de
AI
GRAVE PERIGO: trânsito.
não colocar a cadei-
rinha para bebê no
banco dianteiro virada para trás, de Ao girar a chave de igni-
ção na posição MAR a luz-

PE026
costas para o painel (ver item “trans-
porte de crianças em segurança”, no -espia (com airbag fron-
presente capítulo). tal lado passageiro ativado) acende
por alguns segundos, para lembrar
que o airbag passageiro se ativará
se ocorrer colisão, em seguida deve
apagar-se.

fig. 97
A-84
Desativação do airbag frontal do lado AIRBAGS LATERAIS (SIDE BAG) -

LN121BR
do passageiro - fig. 98 Menu: fig. 99
Volume Teclas
Em necessidade de transporte de Os airbags laterais, presentes em al-
criança no banco dianteiro deve-se
Revisão
Bag passageiro gumas versões, têm a função de aumen-
A
desativar o airbag frontal do lado do tar a proteção dos ocupantes por oca-
passageiro. sião e em circunstâncias determinadas
Para desativar o airbag do passagei- + MENU ESC
de um choque lateral violento. São
ro, é necessário efetuar a sequência de – constituídos de bolsas de enchimento
comando por meio do MY CAR FIAT instantâneo.
Bag. pass:
conforme a versão fig. 99. - Os side bags estão alojados na late-
Off
A luz-espia no quadro de instrumen- ral dos encostos dos bancos dianteiros,
tos fica permanentemente acesa até a On sendo esta a solução que permite ter
reativação do airbag do lado do pas- sempre a bolsa na posição ideal em re-
sageiro. lação ao ocupante, independentemente
Lembre-se de reativar imediatamente + da posição do banco.
MENU ESC
o airbag assim que não for mais trans- – Se ocorrer choque lateral violento,
portar crianças. Confirmar:
uma central eletrônica elabora os sinais
Todos os menores, cujas característi- Não
provenientes de um sensor de desace-
cas físicas (idade, altura, peso) os impe- leração e ativa, quando necessário, o
Sim enchimento das bolsas.
çam de utilizar os cintos de segurança
com os quais o veículo é equipado ori-
ginalmente, deverão ser protegidos por

F0M0140M
dispositivos de transporte de crianças +
MENU ESC
apropriados (cadeirinhas para bebês, –
bercinhos, travesseiros, etc.), seguindo
rigorosamente as instruções do fabri-
Bag passageiro
cante do dispositivo. Desativado

fig. 98 fig. 99
A-85
As bolsas inflam-se instantaneamen- Para algumas versões, está previsto o Não cobrir o encosto dos
te, colocando-se como proteção entre sistema anti-whiplash quando o veículo bancos dianteiros e trasei-
o corpo dos passageiros e a lateral do tiver side bag/window bag. Esse sistema ros com revestimentos ou
veículo. Imediatamente após, as bolsas atua se ocorrer colisão traseira fazendo forros que não sejam predispostos
se esvaziam. com que os apoia-cabeças dianteiros para uso com Side bag.
Se ocorrer choques laterais de baixa se desloquem para frente, protegendo
gravidade (para as quais é suficiente a o pescoço do ocupante contra o efeito
“chicote”. Não lavar os bancos com
ação protetora dos cintos de segurança) água ou vapor em pressão
os airbags não são ativados. É sempre (a mão ou nas estações de
necessária a utilização dos cintos de Não apoiar os braços ou lavagem automáticas para bancos).
segurança, que em choque lateral as- os cotovelos na porta, nas
seguram o correto posicionamento do janelas e na área do airbag AIRBAGS LATERAIS DE PROTEÇÃO
ocupante e evitam a sua expulsão do lateral para evitar possíveis lesões DA CABEÇA (WINDOW BAG) -
veículo provocadas por colisões muito durante a fase de enchimento das fig. 100
violentas. bolsas.
Portanto, os airbags laterais não subs- São constituídos de duas almofadas
tituem, mas complementam o uso dos tipo “cortina”, uma colocada no lado
cintos de segurança, que deverão ser ATENÇÃO: a ativação dos air- direito e uma no lado esquerdo do ve-
sempre usados por todos os ocupantes bags laterais (side bag) é possível ículo, alojadas atrás dos revestimentos
dos veículo para garantir-lhes proteção. se o veículo for submetido a fortes laterais do teto e cobertas por acaba-
colisões laterais que afetem a parte mentos apropriados.
inferior da carroceria como, por
O funcionamento dos airba- exemplo, colisões violentas contra

F0M0141M
gs laterais não é desativado pelo degraus, passeios, ressaltos fixos do
comando da desativação do airbag solo ou quedas do veículo em gran-
frontal do passageiro. des buracos, valas ou depressões da
ATENÇÃO: a melhor proteção por estrada.
parte do sistema se ocorrer colisão la-
teral é obtida mantendo uma correta
posição no banco, permitindo deste
modo um correto desdobramento do
airbag lateral. fig. 100
A-86
Têm a função de proteger a cabeça Não apoiar a cabeça, os ATENÇÃO: a ativação dos airbags
dos ocupantes dianteiros e traseiros se braços ou os cotovelos nas é possível se o veículo for subme-
ocorrer choque lateral violento, graças portas, nas janelas e na área tido a fortes colisões que afetem a
à ampla superfície de desenvolvimento de desdobramento da almofada do parte inferior da carroceria como, A
das almofadas. airbag lateral de proteção da cabeça por exemplo, colisões violentas con-
(Window Bag) para evitar possíveis tra degraus, passeios, ressaltos fixos
ATENÇÃO: a ativação dos airbags lesões durante a fase de enchimento. do solo ou quedas do veículo em
laterais (window bag) é possível se grandes buracos, valas ou depres-
o veículo for submetido a fortes Não colocar objetos rígi- sões da estrada.
colisões laterais que afetem a parte dos nos ganchos de pendu-
inferior da carroceria como, por rar roupas e nos manípulos
exemplo, colisões violentas contra de sustentação. ATENÇÃO: a eficácia do sistema
degraus, passeios, ressaltos fixos do de airbag é constantemente verifi-
solo ou quedas do veículo em gran- cada por uma central eletrônica. Na
ADVERTÊNCIAS GERAIS eventualidade de alguma anomalia,
des buracos, valas ou depressões da
estrada. a luz-espia se acende, se isso
A entrada em funcionamento do ocorrer, procure imediatamente a
airbag produz calor e libera uma Rede Assistencial Fiat.
pequena quantidade de pó. Este
AVISO: a melhor proteção por
produto não é nocivo e não indica ATENÇÃO: se ocorrer acidente no
parte do sistema se ocorrer colisão
princípio de incêndio. Uma vez que qual tenha sido ativado qualquer dos
lateral se obtém mantendo uma cor-
uma unidade de airbag é ativada, dispositivos de segurança, procurar a
reta posição no banco, permitindo
não haverá nova ativação. O pó Rede Assistencial Fiat para substituir
neste modo um correto desdobra-
decorrente da ativação é composto aqueles ativados e para verificar a
mento dos airbags laterais.
por substâncias que têm a função integridade da instalação.
de lubrificar os tecidos das bolsas Todas as intervenções de controle,
durante o seu enchimento. Instantes reparação e substituição relativas aos
após o acidente, não cortar as bolsas airbags devem ser efetuadas exclusiva-
dos airbags e não descaracterizar os mente pela Rede Assistencial Fiat.
seus componentes. O pó liberado
pode irritar a pele e os olhos de
maneira que, se houver exposição,
lavar-se com sabão neutro e água.
A-87
Girando a chave da igni- A intervenção do airbag número de casos, ativar-se de modo
ção em MAR a luz-espia está prevista para colisões errado. Antes de prosseguir, dirigir-
acende-se e deve apagar-se de gravidade superior à dos -se à Rede Assistencial Fiat para o
após alguns segundos. Se a luz- pré-tensionadores do cinto de segu- imediato controle do sistema.
-espia não se acender, permanecer rança. Em colisões compreendidas
acesa ou acender-se durante a mar- no intervalo entre os dois limites ADVERTÊNCIAS: se ocorrer um
cha, procure imediatamente a Rede de ativação, é normal que somen- acidente no qual foi ativado o air-
Assistencial Fiat. te os pré-tensionadores entrem em bag, recomenda-se não dirigir, e
funcionamento (ver item “pré-ten- sim, rebocar o veículo até à Rede
sionadores”, no presente capítulo). Assistencial Fiat para substituir o
Lembramos que com a dispositivo e os cintos de segurança.
chave colocada na posição
MAR, mesmo com o motor Se o veículo tiver sido
desligado, os airbags podem ativar- objeto de roubo ou de ten- Não desligar a central eletrônica
-se também com o veículo parado tativa de roubo, se sofreu do chicote, nem mesmo desconec-
se este for atingido por outro veí- atos de vandalismo, inundações ou tar a bateria, estando a chave de
culo em marcha. Portanto, mesmo alagamentos, se faz necessária uma ignição na posição MAR, pois a
com veículo parado não devem ser verificação do sistema de airbag central memoriza estas condições
colocadas crianças no banco dian- junto à Rede Assistencial Fiat. como avarias do sistema.
teiro. Por outro lado, lembramos
que se a chave for colocada na
posição STOP, nenhum dispositivo Se, a luz-espia não Todas as intervenções de con-
de segurança (airbags e pré-ten- acende ao girar a chave trole, reparação e substituição do
sionadores) será ativado em con- na posição MAR ou per- airbag devem ser efetuadas junto à
sequência de uma colisão. A falta manece acesa durante a marcha Rede Assistencial Fiat.
de ativação destes dispositivos não (acompanhada da mensagem visu-
pode ser considerada como mau alizada pelo display multifuncional,
funcionamento do sistema. se previsto) é possível que haja uma
anomalia nos sistemas de retenção;
assim, os airbags ou os pré-tensiona-
dores podem não ativar-se se ocor-
rer acidente ou, num mais limitado
A-88
Se o veículo for sucateado é AUTORRÁDIO OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A
necessário desativar o sistema junto INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE SOM
à Rede Assistencial Fiat. O sistema de som que está equipado
- Recomenda-se a instalação dos
no veículo contém: modelos de autorrádios originais (en- A
Se o veículo for vendido, é indis- - Autorrádio. contrados em concessionárias), espe-
pensável que o novo proprietário - antena e respectivo cabo com co- cialmente projetados para proporcionar
conheça as modalidades de uso e nector. uma perfeita integração estética com o
as advertências acima indicadas e painel de instrumentos do veículo.
- alto-falantes nas portas dianteiras
que receba o presente manual de fig. 101. - Os dois níveis de predisposição
Uso e Manutenção original, ou que para autorrádio existentes, permitem
- alto-falantes nas portas traseiras também a instalação de outros modelos
o adquira na Rede Assistencial Fiat.
fig. 102. de autorrádio disponíveis no mercado,
- Subwoofer (algumas versões). desde que o equipamento escolhido
Não carregar objetos, tenha características técnicas e dimen-
crianças ou animais domés- Alto-falantes sões compatíveis com a sede disponível
ticos no colo. Não manter - Alto-falantes coaxiais dianteiros no painel do veículo.
objetos na boca (cigarros, caneta, com 20 W de potência cada. - A instalação dos autorrádios ori-
lápis, etc). - Alto-falantes coaxiais traseiros com ginais envolve a remoção de compo-
20 W de potência cada. nentes plásticos do painel e, portanto,
é recomendável que este trabalho seja
- Tweeter (para algumas versões confiado às concessionárias da Rede
equipadas com subwoofer). Assistencial Fiat.

PE029

PE030
fig. 101 fig. 102
A-89
A instalação de sistemas de som NO POSTO DE O acesso à tampa de combustível é
obtido abrindo a portinhola fig. 104
(autorrádios, módulos de potência,
CD Changers, etc.), que implique em ABASTECIMENTO através da alavanca A-fig. 105 e ob-
alterações das condições originais da servando as seguintes instruções:
instalação elétrica e/ou em interfe-
TAMPA DO RESERVATÓRIO DE
rências nos sistemas eletrônicos de
COMBUSTÍVEL
bordo; além de provocar o cancela-
mento da garantia dos componentes Mantenha a tampa do reservatório de
envolvidos, pode gerar anomalias de combustível sempre bem fechada e não
funcionamento com risco de incên- a substitua por outra de tipo diferente.
dio. Ver recomendações em ACES-
SÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO , no
O combustível que escorre aci-
capítulo USO CORRETO DO VEÍCULO.

LN122BR
dentalmente durante o abasteci-
mento, além de ser poluente, pode
PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME danificar a pintura do veículo na
Os veículos têm predisposição para região do bocal de abastecimento,
instalação de alarme eletrônico antifur- devendo ser evitado.
to (acessório genuíno Fiat).
Para instalação do sistema dirigir-se
à Rede Assistencial Fiat.
fig. 104

LN241BR

LN099BR
fig. 103 fig. 105
A-90
Em emergência é possível abrir a por- A adição de outro tipo rá permanecer desligada enquanto
tinhola puxando a cordinha localizada de gasolina no tanque (ex.: o veículo estiver sendo abastecido.
no lado direito, dentro do porta-malas gasolina de aviação), não
- seta-fig. 106. homologada para uso automotivo, A
- Gire a tampa no sentido anti-horá- pode provocar danos irreversíveis Não se aproximar do
rio até o seu completo desalojamento; no conversor catalítico. bocal do tanque de com-
Para algumas versões/mercado, está bustível com fósforos ou
prevista uma cordinha de segurança pa- cigarros acesos, pois há perigo de
ra evitar a perda ou a queda da tampa Se o veículo estiver em trânsi- incêndio. Evitar também aproximar
do reservatório de combustível. to por outros países, certifique-se demais o rosto do bocal, para não
de que o abastecimento seja feito inalar vapores nocivos.
Os dispositivos antipoluentes exigem o somente com gasolina que não con-
uso exclusivo de gasolina sem chumbo. tenha chumbo em sua composição.
De acordo com regulamenta- ADVERTÊNCIA: os postos de
ção vigente estabelecida pela ANP combustíveis contam com bombas
(Agência Nacional de Petróleo) a Nunca introduzir, nem de desligamento automático que
gasolina normalmente disponível no mesmo em emergência, a garantem, quando utilizadas con-
mercado brasileiro não deve conter mínima quantidade de gaso- forme normas vigentes, que o tan-
chumbo em proporções que possam lina com chumbo no tanque. que de combustível estará cheio no
causar danos ao conversor catalíti- segundo desligamento da bomba.
co dos automóveis. Após o segundo desligamento não
O conversor catalítico se deve continuar o abastecimento
ineficiente provoca emis- no modo manual da bomba, pois o
LN156BR

sões nocivas no escapamen- espaço de dilatação no interior do


to, com a consequente poluição do tanque poderá ser preenchido inde-
meio ambiente. vidamente, ocasionando, se houver
aumento de temperatura, transbor-
damento e odor de combustível.
Por motivos de seguran-
ça, assim como para garan-
tir o funcionamento correto
do sistema, a chave de ignição deve-
fig. 106
A-91
VERSÕES FLEX Para propiciar partidas mais rápi- O abastecimento do veículo com
das, manter sempre abastecido o etanol poderá originar uma osci-
Este sistema foi projetado para pro- reservatório de gasolina para par- lação da marcha-lenta durante a
porcionar, total flexibilidade na alimen- tida a frio. fase de aquecimento do motor. A
tação do motor do veículo, permitindo estabilização da rotação irá ocorrer
a utilização de etanol ou de gasolina quando o motor atingir a tempera-
indistintamente. O combustível pode Não utilizar combustí- tura normal de funcionamento.
ser adicionado no reservatório na pro- veis diferentes dos especi-
porção que o usuário julgar convenien- ficados. O sistema somente
te para o uso. está preparado para funcionar com ADVERTÊNCIA: após um abaste-
Caberá ao usuário a análise sobre etanol e gasolina automotivos. cimento, o sistema Flex necessita
qual proporção dos dois combustíveis de um pequeno tempo de adapta-
é mais conveniente para o seu tipo de ção (aproximadamente 10 minutos)
utilização, considerando as diversas Não adaptar o veículo com o veículo funcionando, para
variáveis (preço do combustível, con- para funcionamento com reconhecer o combustível que está
sumo, desempenho, etc.). GNV (Gás natural veicu- no tanque (etanol ou gasolina).
A central eletrônica de controle de in- lar), pois a adaptação no motor
jeção está preparada para “gerenciar” a pode causar danos, que não serão
interação entre os dois tipos de combus- cobertos pela garantia Fiat. Esta recomendação é importante,
tível (etanol ou gasolina) possibilitando sobretudo, quando tenha ocorrido
um funcionamento sempre regular em a troca do combustível que estava
todas as situações de utilização. Os motores Flex podem sendo utilizado (ex.: etanol em vez de
apresentar níveis de ruídos gasolina). O veículo deve cumprir um
No uso normal as versões Flex não
diferentes, dependendo do percurso mínimo (pelo tempo ante-
requerem cuidados ou procedimentos
combustível utilizado (etanol ou riormente especificado) para que o
especiais, excetuando a observação das
gasolina) bem como percentual de sistema assimile o novo combustível.
advertências de utilização presentes
mistura. Este comportamento é nor-
neste capítulo e os pontos de manuten-
mal e não afeta o desempenho do
ção específicos.
motor. Este procedimento irá minimizar
eventuais problemas na próxima
partida do veículo, principalmente
se o motor estiver frio.
A-92
PROTEÇÃO DO USO DE MATERIAIS NÃO NOCIVOS A transformação é auxiliada pela
AO MEIO AMBIENTE presença de minúsculas partículas de
MEIO AMBIENTE metais nobres presentes no corpo de
Nenhum componente do veículo cerâmica, fechado pelo recipiente me-
A proteção do meio ambiente condu- contém amianto ou cádmio. Os com- tálico de aço inoxidável.
A
ziu o projeto e a realização dos veículos ponentes espumados e o sistema de ar-
Fiat em todas as suas fases. O resulta- -condicionado não contêm CFC (Clo- A retirada do conver-
do está na utilização de materiais e no rofluorcarbono), gás responsável pela sor catalítico, além de não
aperfeiçoamento de dispositivos capa- redução da camada de ozônio. contribuir para aumentar o
zes de reduzir ou limitar drasticamen- desempenho do veículo, ocasiona
te as influências nocivas sobre o meio DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS poluição desnecessária e constitui um
ambiente. EMISSÕES claro desrespeito à legislação ambien-
O Veículo Fiat está pronto para rodar Conversor catalítico trivalente - fig. 107 tal para veículos automotores.
com uma boa margem de vantagem so-
bre as mais severas normas antipoluição Monóxido de carbono, óxidos de ni-
internacionais. trogênio e hidrocarbonetos não quei- Sonda Lambda (sensor de oxigênio)
mados são os principais componentes Todas as versões estão equipadas
nocivos dos gases de escapamento. com a sonda lambda, pois esta garante
Alterações feitas no veículo com o O conversor catalítico é um “labora- o controle da relação exata da mistu-
objetivo de aumentar o seu desempe- tório” no qual uma porcentagem muito ra ar/combustível, fundamental para o
nho, tais como a retirada do catalisa- alta destes componentes transforma-se correto funcionamento do motor e do
dor e/ou modificações no sistema de em substâncias inócuas. catalisador e do controle das emissões
injeção eletrônica, além de contribu- de poluentes.
írem para aumentar desnecessaria-

LN148BR
mente a poluição atmosférica, podem Sistema antievaporação
resultar no cancelamento da garantia Sendo impossível, mesmo com o
dos componentes envolvidos. motor desligado, impedir a formação
dos vapores de gasolina, o sistema os
mantêm armazenados num recipiente
especial de carvão ativado, de onde
são aspirados e queimados durante o
funcionamento do motor.
fig. 107
A-93
Ruídos veiculares Não jogue pontas de Os pontos de venda são obrigados a
cigarro para fora da janela. aceitar a devolução de sua bateria usa-
Este veículo está em conformidade
Além de evitar incêndios e da, bem como armazená-la em local
com a legislação vigente de controle
queimadas, você estará evitando a adequado e devolvê-la ao fabricante
da poluição sonora para veículos au-
contaminação do solo. para reciclagem.
tomotores.
Limite máximo de ruído para fiscali- Riscos do contato com a solução
zação de veículo em circulação (veícu-
O lixo que é jogado na ácida e com o chumbo
lo parado segundo Resolução n° 01/93
do CONAMA): rua coloca em risco as gera- Quando a solução ácida e o chumbo
ções futuras devido ao altís- contidos na bateria são descartados na
Versão Ruídos simo tempo de decomposição de natureza de forma incorreta, poderão
determinados materiais. contaminar o solo, o subsolo e as águas,
1.8 16V Flex 83,4 dB (A) bem como causar riscos à saúde do ser
humano.
É importante o seguimento do “Ser- DESTINAÇÃO DE BATERIAS Se ocorrer contato acidental com os
viço Periódico de Manutenção”, para Todo consumidor/usuário final é olhos ou com a pele, lavar imediata-
que o veículo permaneça dentro dos obrigado a devolver sua bateria usada mente com água corrente e procurar
padrões antipoluentes. orientação médica.
a um ponto de venda (Resolução CO-
NAMA 401/08 de 04/11/08).
Trafegar com o sistema
de escapamento modifi- Reciclagem obrigatória:
cado ou danificado, além
de aumentar consideravelmente o Não descarte a bateria no
nível de ruído do veículo (poluição lixo.
sonora), constitui uma infração ao
Código Nacional de Trânsito. Devolva a bateria usada ao
revendedor no ato da troca.
Composição básica: chum-
bo, ácido sulfúrico diluído e plástico.

A-94
USO CORRETO DO VEÍCULO
Para utilizar o veículo Fiat do melhor modo possível, PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
para não danificá-lo e, principalmente, para poder aprovei-
tar todas as suas qualidades, neste capítulo sugerimos “o ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-2
que fazer, o que não fazer e o que evitar”. USO DO CÂMBIO MECÂNICO . . . . . . . . . . . . . . . B-3
Trata-se, na maior parte das situações, de comportamen-
tos válidos também para outros veículos. Em outros, pode DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-4
tratar-se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat DIRIGIR COM ECONOMIA E B
Linea. Assim, é preciso prestar muita atenção neste capítulo
também, para conhecer o comportamento na direção e no RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . B-8
uso que lhe permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-13
CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE
VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-14
ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . B-14
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . B-14

B
PARTIDA DO Antes de dar partida no motor: Nas versões equipadas com FIAT
CODE se, com a chave na posição
1) Verificar se o freio de mão está
MOTOR acionado.
MAR, a luz-espia ficar acesa junto
com a luz-espia , aconselha-se repor
2) Colocar a alavanca do câmbio a chave na posição STOP e, depois, de
É perigoso deixar o motor em ponto morto. novo em MAR; se a luz-espia continuar
funcionando em local 3) Pisar a fundo no pedal da embre- acesa, tentar a partida de novo com a
fechado. O motor conso- agem, sem pisar no acelerador. outra chave fornecida.
me oxigênio e libera gás carbôni-
co, monóxido de carbono e outros
4) Girar a chave de ignição para a B
posição AVV e soltá-la assim que o mo- ADVERTÊNCIA: com o
gases tóxicos. tor der partida. motor desligado, não dei-
Nos primeiros segundos de funcio- xar a chave de ignição na
namento, principalmente se o veículo Não é necessário pisar no posição MAR.
tiver ficado muito tempo parado, pode acelerador para dar partida
ocorrer aumento do nível dos ruídos no motor. Para os veículos catalisa-
do motor. Este fenômeno, que não pre- dos deve ser completamen-
judica o funcionamento e sua confia- te evitado a partida com
bilidade, é característico das válvulas Com o motor em movi- empurrão, reboque ou aprovei-
hidráulicas: o sistema de distribuição mento, não tocar nos cabos tando as descidas. Essas manobras
escolhido para algumas versões do seu de alta tensão (cabos das poderiam causar o afluxo de com-
Fiat que contribui para reduzir os ser- velas). bustível no conversor catalítico e
viços de manutenção. danificá-lo irremediavelmente.
Se o motor não funcionar na primeira
tentativa, é necessário repor a chave na
ADVERTÊNCIA: ao ligar o veí- posição STOP antes de tentar de novo. Lembre-se de que,
culo, um ruído característico pro- enquanto o motor não
veniente da região do reservatório funcionar, o servofreio e a
de gasolina poderá ser percebido direção hidráulica não são assisti-
por até 3 minutos se houver tem- dos, sendo necessário exercer um
peraturas muito baixas, devido ao esforço muito maior tanto no pedal
acionamento da bomba do sistema do freio como no volante.
de partida a frio.
B-1
COMO AQUECER O MOTOR será alcançada alguns momentos ESTACIONAMENTO
DEPOIS DA PARTIDA depois da partida, dependendo das
condições externas de trânsito e
- Colocar o carro em movimento len- temperatura ambiente.
tamente, deixando o motor em regime Desligar o motor, puxar o freio
médio, sem aceleradas bruscas. de mão, engatar a 1ª marcha e
deixar as rodas viradas em dire-
- Evitar exigir, desde os primeiros qui- NOTA: não faça o motor funcio- ção ao meio-fio (guias) do passeio
lômetros, o máximo de desempenho. nar sem filtro de ar. (calçada). Se o veículo estiver esta-
cionado em uma descida íngreme,
Mesmo com a adoção de moder- aconselha-se também a travar as
PARTIDA COM MOTOR QUENTE
nos sistemas de injeção e ignição rodas com um calço.
eletrônicos, a ocorrência de peque- Para dar partida com o motor quente,
nas variações de funcionamen- aconselha-se manter a chave em MAR Não deixar a chave de ignição na
to (oscilação da marcha lenta ou por alguns segundos antes de girá-la posição MAR, para não descarregar a
pequenos engasgos), nos primeiros para AVV. bateria.
instantes de funcionamento, pode Essa operação fará a bomba elétrica de Ao descer do veículo, tirar sempre a
ser considerada uma característi- combustível funcionar antes do motor, chave do contato.
ca normal, própria dos motores possibilitando uma partida mais rápida.
a explosão, sobretudo quando ali-
mentados com etanol. A utilização PARA DESLIGAR O MOTOR
de combustível de má qualidade Nunca deixe crianças
pode acentuar essas características Com o motor em marcha lenta, gi- sozinhas no veículo.
a ponto de torná-las mais perceptí- rar a chave de ignição para a posição
veis por parte do usuário. STOP.
Ver recomendações específicas
A “pisada no acelerador” antes de des-
para estacionamento dos veículos
O motor do veículo somente irá ligar o motor não serve para nada, e cau-
equipados com câmbio Dualogic®
atingir um grau de funcionamento sa um consumo inútil de combustível.
no suplemento fornecido para essas
que possa ser considerado regular versões.
quando atingir a sua temperatura
padrão de funcionamento, a qual

B-2
Observação: o indicador do nível de Para acionar o freio de mão, puxar a USO DO CÂMBIO
combustível tem um circuito eletrônico alavanca para cima até travar no dente
de amortecimento, que tem a função necessário para imobilizar completa- MECÂNICO
de neutralizar as oscilações do pon- mente o veículo.
teiro que poderiam ser causadas pela Para engrenar as marchas, pisar a
movimentação do combustível dentro fundo no pedal da embreagem e pôr
ADVERTÊNCIA: independente a alavanca do câmbio em uma das po-
do tanque. dos prazos constantes da tabela do sições do esquema na fig. 2 (o esque-
Portanto, se no momento da partida “Plano de manutenção programa- ma também está indicado no pomo da
o veículo se encontrava estacionado em da”, e sem prejuízo destes, sempre alavanca). B
posição inclinada (subida ou descida), que for requerido maior esforço para
a indicação fornecida pelo ponteiro acionamento do freio de mão de seu Para engrenar a marcha a ré (R), (o
pode levar até 8 minutos para ser atu- veículo, leve-o à Rede Assistencial veículo deve estar parado e em ponto
alizada. Fiat para efetuar a regulagem. morto), pisar no pedal da embreagem
até o fim do curso, aguardar alguns se-
Com o freio de mão acionado e a gundos e, só então, puxar para cima o
FREIO DE MÃO - fig. 1
chave de ignição na posição MAR, no dispositivo inibidor de ré A e, ao mes-
A alavanca do freio de mão está situ- quadro de instrumentos ilumina-se a mo tempo, deslocar a alavanca para a
ada entre os bancos dianteiros. luz-espia x. direita e para trás.
Para desengatar o freio de mão: Para utilização do câmbio Dualogic®,
consultar suplemento específico no kit
1) Levantar levemente a alavanca e
de bordo do veículo.
apertar o botão de desengate A-fig. 1.
2) Manter apertado o botão e abaixar
F0M0115M

F0M0142M-BR
a alavanca. A luz-espia x apaga-se.

fig. 1 fig. 2
B-3
Velocidades para troca de marchas: DIRIGIR COM ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO
Para se obter máxima economia,
recomendamos observar os seguintes
SEGURANÇA - Verifique o correto funcionamento
das luzes e dos faróis.
limites de velocidades para trocas de Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou - Regule bem a posição do banco, do
marchas: com empenho para obter um veículo volante e dos espelhos retrovisores, pa-
capaz de garantir a máxima segurança ra obter a posição melhor para dirigir.
Para mudar as marchas aos passageiros. No entanto, o com- - Regule com cuidado os apoia-ca-
corretamente, é necessário portamento de quem dirige é sempre beças de modo que a nuca, e não o
pisar a fundo no pedal da um fator decisivo para a segurança nas pescoço, seja apoiada neles.
embreagem. Por isso, o piso sob estradas.
- Certifique-se que nada (tapetes,
os pedais não deve ter obstáculos. A seguir, você vai encontrar algumas etc.) impeça o movimento e o curso
Verificar se os tapetes estão sempre regras simples para viajar com seguran- dos pedais.
bem estendidos e não interferem no ça em diversas condições. Com certe-
deslocamento dos pedais, diminuin- za, muitas serão já conhecidas, mas, de
do o seu curso. qualquer forma, será útil ler tudo com Verifique que os tapetes
atenção. estejam sempre estendi-
dos e bem posicionados.
Observe a localização correta em
cada unidade e seu respectivo posi-
1ª 2ª 2ª 3ª 3ª 4ª 4ª 5ª cionamento. O sistema dispõe de
presilhas de fixação fig. 3 para auxi-
Essence 1.8 16V Flex 19 34 50 65
liar na sua retenção no assoalho.
Absolute 1.8 16V Dualogic 19 34 50 65 A disposição indevida, ou o uso de
um tapete não homologado, pode
se tornar um obstáculo ao aciona-
mento dos pedais. Utilize, exclu-
sivamente, tapetes originais e/ou
homologados pela FIAT, evitando
materiais não autorizados.

B-4
- Verifique se os eventuais sistemas ADVERTÊNCIA: nunca de segurança e que as crianças sejam
de proteção das crianças (porta-bebês, transporte no veículo reser- transportadas com sistemas específicos.
bercinhos, etc.) estão fixados correta- vatórios suplementares de
mente no banco traseiro. Não use o combustível, uma vez que, se ocor- Não dirija em estado de
banco dianteiro para o transporte de rer vazamento ou acidente, pode- embriaguez alcoólica ou
crianças. riam explodir ou incendiar-se. sob efeito de medicamen-
- Coloque com cuidado objetos no tos.
porta-malas para evitar que uma freada
Nunca encha galões de
brusca possa jogá-los para a frente.
combustível no interior do
B
- Evite ingerir alimentos pesados an- Use sempre os cintos de
tes de viajar. Uma alimentação leve, veículo, pois a eletricidade segurança e certifique-se de
de fácil digestão, ajuda a manter os estática e os vapores de combustível que os passageiros também
reflexos rápidos. Evite, principalmente, dos galões podem provocar explo- façam o mesmo. Viajar sem o uso
bebidas alcoólicas. são e incêndio. dos cintos aumenta o risco de lesões
Periodicamente, lembre-se de fazer graves, ou de morte, se ocorrer aci-
os controles citados em “Controles dente, e ainda é uma infração.
EM VIAGEM
frequentes e antes de viagens longas”, - Viagens longas devem ser feitas em
neste capítulo. - A primeira regra para dirigir com
segurança é a prudência. boas condições físicas.
- Prudência também significa estar - Não dirija por muitas horas conse-
em condições de prever um compor- cutivas; efetue paradas periódicas para
tamento incorreto ou imprudente dos fazer um pouco de movimento e revi-
outros motoristas. gorar o físico.
NP222

- Siga rigorosamente as regras do - Troque constantemente o ar no ve-


Código Nacional de Trânsito e, princi- ículo.
palmente, respeite os limites de veloci- - Nunca percorra descidas com o
dade. motor desligado; não tendo o auxílio
- Certifique-se sempre que, além de do freio motor e do servofreio, a ação
você, todos os outros passageiros do ve- de frenagem requer um esforço muito
ículo também estejam usando os cintos maior no pedal.
fig. 3
B-5
DIRIGIR À NOITE - Mantenha uma distância de segu- espaços para frear aumentam muito e
rança em relação aos veículos da frente, a aderência na estrada diminui.
Aqui estão as principais indicações a maior do que a que manteria durante o Aqui estão alguns conselhos a seguir
seguir quando viajar à noite. dia. É difícil avaliar a velocidade dos em caso de chuva:
- Dirija com prudência especial, já outros veículos quando só as luzes são
visíveis. - Reduza a velocidade e mantenha
que, à noite, as condições de direção
uma distância de segurança maior dos
são mais difíceis. - Verifique a correta orientação dos veículos da frente.
- Reduza a velocidade, principal- faróis; se estiverem baixos demais, re-
duzem a visibilidade e cansam a vista. - Se estiver chovendo muito forte, a
mente em estradas sem iluminação.
Se estiverem altos demais, podem atra- visibilidade também é reduzida.
- Aos primeiros sinais de sonolência,
palhar os motoristas dos outros veícu- Dessa forma, mesmo se for dia, acen-
pare o veículo em local seguro. Prosse-
los. da os faróis baixos para tornar-se mais
guir seria um risco para si mesmo e para
- Use os faróis altos somente fora das visíveis aos outros.
os outros. Continue a viagem só depois
de ter descansado bastante. cidades e quando tiver certeza que não - Não atravesse poças em alta velo-
atrapalharão os outros motoristas. cidade e segure bem o volante. Uma
- Cruzando com um outro veículo, poça atravessada em alta velocidade
passe, com bastante antecedência, dos pode provocar a perda de controle do
faróis altos (se estiverem acesos) aos veículo (aquaplanagem).
baixos.
- Mantenha luzes e faróis limpos.
- Fora da cidade, atenção para com
a travessia de animais.
LN235BR

LN236BR
DIRIGIR COM CHUVA
A chuva e as estradas molhadas sig-
nificam perigo.
Em uma estrada molhada, todas as
manobras são mais difíceis, pois o atrito
das rodas no asfalto é reduzido consi-
fig. 4 deravelmente. Consequentemente, os fig. 5
B-6
- Coloque os comandos de ventila- DIRIGIR NA NEBLINA DIRIGIR EM MONTANHA
ção na função de desembaçamento (ver
capítulo “CONHECIMENTO DO VEÍCULO”), - Se a neblina for densa, evitar, o - Em estradas em descida, use o freio
para não ter problemas de visibilidade. quanto possível, viajar. motor, engrenando marchas fortes, para
Se dirigir com névoa, neblina uni- não superaquecer os freios.
- Verifique, de vez em quando, as
condições das palhetas dos limpadores forme ou possibilidade de banco de - Não percorra, em hipótese alguma,
do para-brisa. neblina: descidas com o motor desligado ou em
- Mantenha uma velocidade modera- ponto morto, e muito menos com a cha-
da. ve tirada do contato.
A passagem em poças d’água - Dirija com velocidade moderada,
B
muito profundas, ou em ruas alaga- - Acenda, mesmo durante o dia, os fa-
róis baixos e os eventuais faróis auxilia- evitando “cortar” as curvas.
das, pode ocasionar graves danos ao
motor do veículo. res dianteiros. Não use os faróis altos. - Lembre-se de que a ultrapassagem
- Coloque os comandos de ventilação em subida é mais lenta e, por isso, re-
na função de desembaçamento (ver ca- quer mais estrada livre. Ao ser ultrapas-
ADVERTÊNCIA: em dias frios e/ pítulo “CONHECIMENTO DO VEÍCULO”), para sado em subida, facilite a ultrapassagem
ou úmidos, os faróis podem apre- não ter problemas de visibilidade. do outro veículo.
sentar condensação de água nas
lentes. Esta condensação deve desa- DIRIGIR COM O ABS
parecer após o veículo trafegar com O ABS é um equipamento do sistema
os faróis acesos. de frenagem que dá, essencialmente,
duas vantagens:
1) Evita o bloqueio e o consequente
LN237BR

LN238BR
deslizamento das rodas nas freadas de
emergência e, principalmente, em con-
dições de pouca aderência.
2) Permite frear e virar ao mesmo
tempo, para evitar eventuais obstáculos
repentinos, ou para dirigir o veículo pa-
ra onde quiser durante a frenagem; isto
compativelmente com os limites físicos
fig. 6 fig. 7 de aderência lateral do pneu.
B-7
Para usufruir do ABS da melhor ma- DIRIGIR COM PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS
neira: QUE REDUZEM AS EMISSÕES
- Nas freadas de emergência ou com ECONOMIA E O correto funcionamento dos dispo-
pouca aderência, percebe-se uma leve RESPEITANDO O sitivos antipoluentes não só garante o
pulsação no pedal do freio: é sinal que respeito ao meio ambiente, mas influi
o ABS está funcionando. Não solte o MEIO AMBIENTE também no rendimento do veículo. As-
pedal, mas continue a apertar para que sim, manter em boas condições estes
a ação de frenagem continue. A proteção do meio ambiente é um
dos princípios que conduziram a reali- dispositivos é a primeira regra para uma
O ABS impede o bloqueio das rodas, zação dos veículos Fiat. Os dispositivos direção ao mesmo tempo ecológica e
mas não aumenta os limites físicos de antipoluentes desenvolvidos dão resul- econômica.
aderência entre pneus e estrada. Assim, tados muito além das normas vigentes. A primeira precaução é seguir cui-
mesmo com veículo equipado com dadosamente o plano de Manutenção
ABS, respeite a distância de segurança Entretanto, o meio ambiente não po-
de ficar sem o maior cuidado da parte Programada.
dos veículos da frente e diminua a ve-
locidade no começo das curvas. de cada um. Se utilizar gasolina, use somente sem
O motorista, seguindo regras simples, chumbo.
DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO pode evitar danos ao meio ambiente e, Se a partida for difícil, não insis-
PAVIMENTADAS ao mesmo tempo, diminuir o consumo ta com tentativas prolongadas. Evite,
de combustível. principalmente, empurrar, rebocar ou
A utilização do veiculo em estradas usar descidas; são todas manobras que
A este respeito, são citadas, a seguir,
não pavimentadas, rodovias ou cami- podem danificar o conversor catalítico.
muitas indicações úteis que unem-se
nhos com a presença de buracos, va- Use somente uma bateria auxiliar (ver
àquelas identificadas pelo símbolo #,
letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” no capítu-
presentes em várias partes do manual.
alagadiços, presença de areia ou todo lo “EM EMERGÊNCIA”).
e qualquer material que possa danificar O conselho, tanto para as primeiras
como para as últimas, é de ler tudo com Se, durante a marcha, o motor não
carroceria e/ou componentes mecâni- funcionar bem, prossiga reduzindo ao
cos do veiculo deve ser evitada. atenção.
mínimo indispensável a exigência de
desempenho do motor e dirija-se, logo
que puder, à Rede Assistencial Fiat.

B-8
Quando acender a luz-espia de re- (grama, folhas secas, folhas de - Manter uma velocidade uniforme
serva de combustível, abastecer assim pinheiro etc.) pois há perigo de o quanto possível, evitando freadas e
que for possível. Um baixo nível do incêndio. arranques supérfluos que gastam com-
combustível poderia causar uma ali- bustível e aumentam claramente as
mentação irregular do motor, e como Não instale outros anteparos de calor emissões.
consequência, possíveis danos ao con- e nem remova os existentes colocados - Desligar o motor em paradas pro-
versor catalítico. sobre o conversor catalítico e o tubo de longadas.
Não ligar o motor, mesmo que só escapamento.
- Controlar periodicamente a pressão
para testar, com uma ou mais velas Não borrifar nenhum produto sobre dos pneus. Se a pressão estiver muito B
desligadas. o conversor catalítico, a sonda lambda baixa, o consumo de combustível au-
Não aquecer o motor em marcha e o tubo de escapamento. menta.
lenta antes de partir, a não ser que a - Remover o bagageiro do teto quan-
temperatura externa esteja muito baixa A falta de respeito a estes do não for usado. Este acessório diminui
e, mesmo assim, não por mais de 30 procedimentos pode causar consideravelmente a penetração aero-
segundos. riscos de incêndio. dinâmica do veículo.
- Utilizar os dispositivos elétricos
A retirada do conver- OUTROS CONSELHOS somente pelo tempo necessário. A exi-
sor catalítico, além de não gência de corrente aumenta o consumo
contribuir para aumentar o - Não aquecer o motor com o veículo de combustível.
desempenho do veículo, ocasiona parado; neste estado o motor se aque-
poluição desnecessária e constitui ce muito mais devagar, aumentando
um claro desrespeito à legislação consumos e emissões. Assim, é melhor Não jogue resíduos ou
ambiental para veículos automo- partir lentamente, evitando regimes de recipientes vazios na rua,
tores. rotação elevados. mantenha dentro do veí-
culo um saco plástico para guardá-
- Assim que as condições do trânsito -los até que possa descartá-los em
e a estrada o permitirem, utilizar uma uma lixeira apropriada. Esta prática
No seu funcionamento marcha mais alta.
normal, o conversor cata- ajuda a manter as ruas mais limpas,
lítico atinge elevadas tem- - Evitar acelerações quando estiver evitando o entupimento dos esgo-
peraturas. Assim, não estacione o parado em semáforos ou antes de des- tos e reduzindo, assim, o perigo
veículo sobre material inflamável ligar o motor. das enchentes causadas pelas fortes
chuvas de verão.
B-9
Trafegar com o sistema digos de erros memorizados na central Nessas condições, é possível conti-
de escapamento modifi- eletrônica, em conjunto com uma série nuar a dirigir, sempre evitando esfor-
cado ou danificado, além de parâmetros específicos de diagnós- ços do motor e altas velocidades. O uso
de aumentar consideravelmente o tico e funcionamento do motor. Tal prolongado do veículo, com a luz-espia
nível de ruído do veículo (poluição verificação é possível para os agentes acesa, pode provocar danos. Procure a
sonora), constitui uma infração ao encarregados de fiscalização de trânsi- Rede Assistencial Fiat.
Código Nacional de Trânsito. to, mediante a interface do sistema com Se o mau funcionamento desaparece
instrumentos adequados. a luz-espia se apaga, mas o sistema me-
moriza a sinalização.
SISTEMA OBD LUZ-ESPIA DE AVARIA Se a luz-espia se acende de modo in-
O Sistema de Diagnóstico de Bordo DO SISTEMA DE termitente é indicação de possível dano
(OBD - On Board Diagnosis), presente DIAGNÓSTICO DE no catalisador. Se ocorrer acendimento
em algumas versões, efetua um diagnósti- BORDO/CONTROLE DO intermitente, soltar o pedal do acelera-
co contínuo dos componentes relaciona- MOTOR (amarelo âmbar) dor, reduzindo a velocidade, até que a
dos com as emissões gasosas produzidas Em condições normais, girando a luz espia se apague. Prossiga a marcha
pelo veículo. Além disso, indica por meio chave de ignição para a posição MAR, em velocidade reduzida e procure a
do acendimento da luz-espia no qua- a luz-espia se acende, mas deve apagar- Rede Assistencial Fiat.
dro de instrumentos, acompanhada de -se quando o motor funcionar.
mensagem no display (algumas versões),
Se a luz-espia permanece acesa, ou Se, girando a chave para
a condição de falha de componentes do
se acender durante a marcha, é indi- a posição MAR, a luz-espia
sistema de controle do motor.
cação de funcionamento imperfeito do não se acender, ou se
O sistema OBD tem como objetivos: sistema de controle do motor. O acen- acender de modo fixo/intermitente
sMANTERSOBCONTROLEAEFICIÐNCIADO dimento fixo da luz-espia indica mau durante a marcha, contatar o quan-
sistema. funcionamento no sistema de alimen- to antes a Rede Assistencial Fiat.
sSINALIZARUMAUMENTODEEMISSÜES tação/ignição, que poderá provocar au- A funcionalidade da luz-espia
devido a um funcionamento irregular mento de emissões do escape, possível pode ser verificada pelos agentes de
do veículo. perda de desempenho, má dirigibilida- fiscalização do trânsito ou em even-
de e consumos elevados. Em algumas tuais programas oficiais de inspeção
sSINALIZARANECESSIDADEDESUBSTITUIR versões o display exibe mensagem es- de veículos. Respeite as normas
os componentes deteriorados. pecífica. vigentes.
O sistema dispõe também de um
conector que permite a leitura dos có-
B-10
CONTENÇÃO DOS GASTOS DE Pneus Equipamentos elétricos
UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO Controlar periodicamente a pressão Utilizar os dispositivos elétricos so-
AMBIENTAL de ar dos pneus em intervalos não supe- mente pelo tempo necessário. Os faróis
riores a 4 semanas; se a pressão estiver auxiliares, o limpador de para-brisa e o
A seguir, são fornecidas algumas
muito baixa, o consumo de combustível eletroventilador do sistema de aqueci-
sugestões que permitem obter uma
aumenta quanto maior for a resistência mento e ventilação requerem, para o
economia de utilização do veículo e
ao rolamento. É importante ressaltar, seu funcionamento, uma quantidade de
um comportamento ecologicamente
nestas condições, o desgaste natural dos energia adicional que pode aumentar o
adequado.
pneus é acelerado, piorando também consumo de combustível do veículo em B
o comportamento do veículo e, conse- até 25%, em trechos urbanos.
CONSIDERAÇÕES GERAIS quentemente, a segurança de marcha.
Ar-condicionado
Manutenção do veículo Cargas inúteis Exerce forte influência no consumo
As condições de manutenção do ve- Não viajar com excesso de carga. O de combustível do veículo (aproxi-
ículo representam um fator muito im- peso do veículo (sobretudo no trânsito madamente 20% a mais). Quando a
portante, que incide diretamente sobre urbano), influencia fortemente o consu- temperatura externa o permitir, utilizar
o consumo de combustível, a tranqui- mo e a estabilidade. somente o sistema de renovação de ar
lidade de marcha e a própria vida útil natural do veículo.
do veículo. Por este motivo, é oportu-
no cuidar da manutenção fazendo com Acessórios aerodinâmicos
que o veículo passe pelas revisões e
Os acessórios aerodinâmicos não
operações de manutenção previstas no
certificados durante o desenvolvimento
“PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA”.

LN239BR
do veículo podem, na realidade, pena-
lizar o consumo e o próprio coeficiente
aerodinâmico original.

fig. 8
B-11
MODO DE DIRIGIR em relação aos veículos que trafegam Situação do trânsito e condição das
logo a frente. vias e estradas
Troca de marchas
O consumo elevado de combustível
Tão logo as condições do trânsito Aceleração está ligado diretamente a situações de
o permitam, utilizar as marchas mais Acelerar o motor de forma violenta, trânsito intenso, sobretudo nas gran-
altas. O uso de marchas baixas para induzindo-o a funcionar em rotações des cidades, onde se trafega durante a
obter uma boa resposta do motor pro- elevadas, penaliza notavelmente o maior parte do tempo utilizando mar-
voca aumento inevitável do consumo. consumo de combustível, as emissões chas baixas e as paradas em semáforos
Da mesma forma, a insistência em man- de poluentes e a própria durabilidade; são muito frequentes.
ter marchas altas em trechos de baixa convém acelerar gradualmente e não
velocidade, além de aumentar o consu- Também os percursos sinuosos, co-
ultrapassar o regime de torque máximo mo estradas de montanha, ou trechos
mo e a emissão de poluentes, acelera o do motor.
desgaste do motor. em mau estado de conservação, influe-
ciam negativamente o consumo.
Condições de utilização
Velocidade máxima
Trajetos muito curtos e partidas fre- Paradas ou interrupções de trânsito
O consumo de combustível aumenta quentes com o motor frio não permitem
proporcionalmente em relação à veloci- Durante as paradas prolongadas,
que o motor atinja a temperatura ideal motivadas por trânsito interrompido, o
dade que o veículo desenvolve; como de funcionamento, além de significar
exemplo, pode-se dizer que passando melhor a fazer é desligar o motor.
um incremento de consumo e de emis-
de 90 a 120 km/h, o incremento de são de substâncias nocivas da ordem
consumo de combustível é de aproxi- de 15 a 30%.
madamente 30%.

LN050BR

LN052BR
Tentar manter uma velocidade uni-
forme, dentro do possível, evitando fre-
adas e retomadas desnecessárias, que
consomem combustível e aumentam,
simultaneamente, a emissão de poluen-
tes. Aconselha-se a adotar um modo de
dirigir prudente, tratando de antecipar
as manobras para evitar perigo iminente
e de respeitar a distância de segurança
fig. 9 fig. 10
B-12
LONGA - cobrir o veículo com uma capa de - ligar o motor (se necessário, reco-
tecido ou de plástico perfurado. Não nectar os bornes dos polos da bateria na
INATIVIDADE usar encerados de plástico compacto mesma sequência recomendada para o
que não deixam evaporar a umidade desligamento) e fazê-lo funcionar por
DO VEÍCULO presente na superfície do veículo. um tempo superior a 2 minutos.
Se o veículo tiver que ficar parado - calibrar os pneus com uma pressão - ligar o sistema de ar-condicionado
por mais de um mês, tomar estas pre- de +0,5 bar em relação à normalmente e deixá-lo funcionando por um tempo
cauções: indicada e controlá-la periodicamente. superior a 1 minuto.
- colocar o veículo num lugar cober- - não esvaziar o sistema de refrigera- - acionar o sistema de aquecimento B
to, seco e possivelmente arejado. ção do motor. posicionando o seletor de temperatura
- engrenar uma marcha. - esvaziar o reservatório de gasolina na posição máxima para permitir a cir-
para partida a frio (FLEX). culação de todo o líquido no sistema
- certificar-se que o freio de mão não de arrefecimento, de maneira uniforme.
esteja puxado. Mensalmente, ou preferencialmente
Para veículos equipados com climatiza-
- desligar os bornes dos polos da ba- a cada 2 semanas, executar as seguintes
dor automático, selecionar a tempera-
teria (retirar primeiro o borne negativo) operações:
tura máxima de funcionamento.
e controlar o estado de carga. Durante
o tempo em que o veículo ficar parado,
este controle terá que ser feito mensal- ADVERTÊNCIA: se o veículo é
mente. Recarregar se a tensão estiver equipado com o sistema de alarme,
abaixo de 12,5 V. desative-o.
- limpar e proteger as partes pintadas
aplicando ceras protetoras. RECARGA DA BATERIA

LN240BR
- limpar e proteger as partes metáli-
cas brilhantes com produtos especiais.
ADVERTÊNCIA: se o veículo esti-
- polvilhar talco nas palhetas de bor- ver equipado com o sistema de
racha do limpador do para-brisa e do FIAT

alarme, é necessário desativá-lo


limpador do vidro traseiro e deixá-las mediante o telecomando (vide pará-
afastadas dos vidros. grafo “Alarme”).
- abrir um pouco os vidros.
fig. 11
B-13
CONTROLES ACESSÓRIOS DISPOSITIVO PARA
FREQUENTES E COMPRADOS REBOQUE
ANTES DE PELO USUÁRIO
VIAGENS LONGAS INSTALAÇÃO DO GANCHO DE
REBOQUE PARA ATRELADOS
TRANSMISSORES DE
A cada 500 km, ou antes de viagens RÁDIO E TELEFONES Para efetuar reboques de atrelados
longas controlar: CELULARES (carretinhas, trailers, etc.), o veículo
- pressão e estado dos pneus. deve estar equipado com engate es-
A eficiência de transmissão destes férico para acoplamento mecânico e
- nível do líquido da bateria. aparelhos pode ficar prejudicada pelo conexão elétrica adequada, sendo que
- nível do óleo do motor. efeito isolante da carroceria do veícu- ambos dispositivos devem cumprir
- nível do líquido de arrefecimento lo. os requisitos das normas vigentes da
do motor e estado do sistema. ABNT (Associação Brasileira de Normas
- nível do líquido dos freios. ADVERTÊNCIA: para efeito de Técnicas).
- nível do líquido do lavador do para- utilização de telefonia celular
-brisa. durante a marcha, mantenha-se
rigorosamente informado do que
- nível do líquido da direção hidráu- é estabelecido pela legislação de
lica. trânsito vigente, à época, mesmo se Seção lateral traseira de um veículo
- nível de gasolina no reservatório de houver disponibilidade no veículo (exemplo genérico)
partida a frio (FLEX). de dispositivos originais ou adquiri-

4EN1160BR
- estado do filtro de ar. dos no mercado.

fig. 12
B-14
O dispositivo para o gancho de re- Para garantir a completa funcio- O peso que o reboque exerce
boque deve ser fixado à carroceria por nalidade e segurança da instalação, no engate para reboque do veículo
pessoal especializado da Rede Assis- e dependendo do modelo de engate reduz, a capacidade de carga do
tencial Fiat (ver observação na página adequado para cada versão, pode ser próprio veículo. Para ter certeza de
seguinte), conforme as indicações que necessário efetuar modificações na não superar o peso máximo rebocá-
serão fornecidas a seguir, as quais deve- parte posterior do veículo (recorte do vel, é preciso levar em considera-
rão ser integralmente respeitadas. para-choque, por exemplo) com a fina- ção o peso do atrelado com carga
- Efetuar no veículo a furação com lidade de evitar interferências entre os completa, incluídos acessórios e
componentes envolvidos. bagagens pessoais. Este veículo tem
Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as-
capacidade de tracionar somente B
soalho posterior (ver detalhe A-fig. 12) - Aplicar um torque de aperto de 40
e a longarina nas marcas esquemáticas Nm sobre os parafusos. um reboque sem freio próprio até o
indicadas na fig. 13. limite de 400 kg.
De acordo com o tipo de gancho de OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE
reboque homologado pela Fiat Auto- REBOQUE
Se as ligações da tomada
móveis, será necessário furar também elétrica do atrelado forem
o painel traseiro de algumas versões mal executadas, podem
(ver figura). Lembre-se de que o ato de rebo-
car um atrelado reduz a capacidade ocorrer sérios danos no sistema
- Alargar os furos, somente no assoa- máxima do veículo para superar eletroeletrônico do veículo.
lho, para Ø (diâmetro) 16 mm. aclives (rampas).
- Aplicar proteção contra a corrosão
sobre os furos. A garantia contra corrosão da
- Montar o engate para reboque con- Nos percursos em des- região perfurada somente será man-
forme orientação do fabricante do Kit. cida, engatar uma mar- tida se os furos forem executados
cha forte em vez de usar através da Rede Assistencial Fiat
somente o freio. e desde que o campo “Acessórios
Fiat”, contido no Manual de
Garantia, esteja devidamente pre-
enchido com a assinatura e carimbo
da concessionária.

B-15
O engate para reboque genuí- A Fiat Automóveis somente se Vista superior do assoalho traseiro
no Fiat, adquirido como acessório responsabiliza por instalações efe-

LN019BR
original e instalado fora da Rede tuadas na Rede Assistencial Fiat,
Assistencial Fiat, tem exclusivamen- de acordo com as prescrições e os
te garantia legal de 90 dias. critérios técnicos das informações
anteriormente citadas.

A peça genuína adquirida e ins-


talada na Rede Assistencial Fiat, Recomenda-se a utilização de
mediante pagamento é garantida engate para reboque genuíno Fiat,
por 12 (doze) meses, inclusa garan- o qual, se disponível para o modelo
tia legal de noventa dias, contados a de seu veículo, pode ser adquirido e
partir da data da execução dos ser- instalado na Rede Assistencial Fiat.
viços, conforme nota fiscal de servi-
ços, que deverá ser mantida com o
cliente para apresentação, quando Antes de trafegar com reboque
exigida pela Fiat Automóveis e/ou em outro país, verifique as disposi-
Rede Assistencial Fiat no Brasil. ções gerais em relação ao reboque
de atrelados. Respeite os limites de
velocidade específicos de cada país
O respeito à presente para os veículos com reboque.
instrução de instalação é
uma forma de conservar a
integridade do veículo e prevenir a
ocorrência de acidentes. Instalações
efetuadas de modo diferente ao
quanto indicado neste manual são,
conforme a legislação vigente, de
responsabilidade do instalador e do
proprietário do veículo.

fig. 13
B-16
EM EMERGÊNCIA
As páginas seguintes foram elaboradas especialmente PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
para socorrê-lo em situações de emergências com seu
veículo. PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-1

Como você verá, foram considerados alguns inconve- SE UM PNEU FURAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-2
nientes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de inter-
SE UMA LUZ EXTERNA OU INTERNA SE
venção que você pode efetuar pessoalmente. Em contra-
tempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede APAGAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-6
Assistencial Fiat. SUBSTITUIÇÃO DA LÂMPADA EXTERNA . . . . . . .C-8
A este respeito lembramos-lhe de que, junto com o
Manual de Uso e Manutenção, também constam em seu SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADA INTERNA . . . . . .C-12
kit de bordo o Manual Básico de Segurança no Trânsito e SE A BATERIA DESCARREGAR . . . . . . . . . . . . . .C-14
o Livrete Confiat, no qual estão descritos detalhadamente C
todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição se SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-15
ocorrer dificuldades.
SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-15
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas
páginas. Assim, se houver necessidade, você vai saber loca- SE UM ACIDENTE OCORRER . . . . . . . . . . . . . . .C-15
lizar imediatamente as informações úteis. EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-16

C
PARTIDA COM Não efetue esta opera-
ção se não tiver experiên-
PARTIDA COM
BATERIA AUXILIAR cia; operações efetuadas de MANOBRAS POR
forma incorreta podem provocar
Se a bateria estiver descarregada, descargas elétricas de intensidade
INÉRCIA
pode-se ligar o motor usando uma ou- considerável e até mesmo explosão
tra bateria que tenha capacidade igual da bateria. Além disso, recomenda-
ou pouco superior à da bateria descar- Para os veículos catali-
se não chegar perto da bateria com
regada (ver capítulo “CARACTERÍSTICAS sados, deve ser comple-
chamas ou cigarros acesos e não
TÉCNICAS”). tamente evitada a partida
provocar faíscas, pois há perigo de
com empurrões, a reboque ou apro-
Esta operação deverá ser feita da se- explosão e de incêndio.
veitando descidas. Essas manobras
guinte maneira: poderiam causar o afluxo de com-
1) Ligar o terminal positivo (sinal bustível no conversor catalítico,
+ perto do terminal) das duas baterias Evitar, rigorosamente,
danificando-o irremediavelmente.
com um cabo especial. o uso de um carregador C
de baterias para a parti-
2) Ligar, com um segundo cabo, o da de emergência. Poderiam ser
terminal negativo (–) da bateria auxiliar Lembre-se de que,
danificados os sistemas eletrônicos
com um ponto de massa no motor ou enquanto o motor não
e, principalmente, as centrais que
na caixa de mudanças do veículo a ser funcionar, o servofreio e a
comandam as funções de ignição e
ligado, ou com o terminal negativo (–) direção hidráulica não têm assistên-
de alimentação.
da bateria descarregada. cia, sendo necessário exercer um
esforço muito maior tanto no pedal
3) Ligar o motor.
do freio como no volante.

F0H0160M
4) Quando o motor estiver em mo-
vimento, retirar os cabos, seguindo a
ordem inversa.
Se, depois de algumas tentativas, o
motor não funcionar, não insistir inu-
tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis-
tencial Fiat.

fig. 1
C-1
SE UM PNEU FURAR 2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO Para retirar o parafuso especial, pro-
E RODA SOBRESSALENTE ceder como a seguir:
Estão no porta-malas, debaixo do es- - Para roda em liga, retirar a caloti-
1. PARAR O VEÍCULO nha central A-fig. 4, quando disponível,
tepe, para retirá-las:
- Se possível, parar o veículo em ter- utilizando uma chave de fenda no local
- Levantar o tapete de revestimento. apropriado.
reno plano e compacto.
- Desatarraxar o dispositivo de blo- - Retirar da bolsa de ferramentas a
- Ligar as luzes de emergência. queio A-fig. 2, tirar a roda sobressalen- chave soquete (ou em local opcional
- Puxar o freio de mão. te. no veículo) fig. 5, que destrava o me-
- Engatar a primeira marcha ou a - Soltar as ferramentas, e remover o canismo antifurto.
marcha a ré. macaco fig. 3 de acordo com a versão - O destravamento da roda deve ser
- Calçar as rodas com um pedaço do veículo puxando-o de sua sede. realizado encaixando a extremidade B
de madeira, ou outros materiais ade- da chave soquete fig. 5 no encaixe C do
quados, se o veículo se encontrar em 3. SUBSTITUIR A RODA parafuso especial de retenção da roda.
uma via inclinada ou em mau estado. Está disponível um dispositivo an- Na extremidade A deve ser encaixada a
O calço deve estar do mesmo lado da tifurto para as rodas composto de um chave de roda fornecida com o veículo.
utilização do macaco. parafuso especial e uma chave soquete - Girar a chave de roda no sentido
com segredo. anti-horário para retirar o parafuso.

LN242BR
4EN0295BR

F0M0389M-BR
A
A

fig. 2 fig. 3 fig. 4


C-2
Nota: com a chave soquete é entre- - Desapertar cerca de uma volta os - Colocar o macaco onde está mar-
gue um impresso contendo seus dados parafusos de fixação da roda a ser subs- cado o símbolo O B-fig. 7 ou 8 perto
característicos. Guarde-o em local se- tituída, A-fig. 6. da roda a substituir, e certificar-se de
guro, para a necessidade de reposição. - Com rodas de liga, balançar lateral- que a ranhura A do macaco esteja bem
Cada chave soquete tem um segre- mente o veículo para facilitar o desen- encaixada na longarina C.
do, entre uma série de combinações gate da roda de seu cubo.
possíveis. - Girar a manivela do macaco para A colocação incorreta do macaco
Se ocorrer perda da chave, dirigir-se abri-lo parcialmente. pode provocar a queda do veículo
à Rede Assistencial Fiat. levantado ou acoplamento incorre-
to da roda.

- Girar a manivela do macaco e le-


vantar o veículo de maneira que a roda

4EN1281BR

H0017BR
B fique a alguns centímetros longe do
B chão. C
C
A - Desapertar completamente os 4 pa-
A rafusos e remover a roda.
C - Montar a roda sobressalente, encai-
xando os furos A-fig. 9 com os respec-
tivos pinos B-fig. 9.
fig. 5 fig. 7
LN243BR

F0M0384M-BR

H0019BR
A
B B
B A A
A C

fig. 6 fig. 8 fig. 9


C-3
- Apertar os parafusos A-fig. 10 utili- - Apertar bem os parafusos, passan- GUARDAR FERRAMENTAS, MACA-
zando a chave de roda específica A-fig. do alternadamente de um parafuso ao CO E RODA SOBRESSALENTE
11. outro diagonalmente oposto, de acordo
com a ordem ilustrada na fig. 12. - Colocar o macaco no suporte das
- Girar a manivela do macaco de ma- ferramentas fig. 13, encaixando de
neira a abaixar o veículo e remover o Para roda em liga, recolocar a caloti- modo a evitar vibrações, ou que se
macaco. nha central, pressionando-a. solte durante a marcha. Ao colocar o
Ao girar a manivela, tomar cuidado macaco no suporte, exerça pressão do
para que a rotação ocorra livremente centro para as extremidades, de forma
sem riscos de escoriações na mão cau- que as laterais do macaco fiquem bem
sadas pelo esfregamento contra o piso. encostadas nas bordas de sua sede.
Também as partes do macaco em movi-
mento (parafusos e articulações) podem

LN289BR
causar lesões. Evite contato com elas.

fig. 11
LN283BR

LN288

LN166BR
A

fig. 10 fig. 12 fig. 13


C-4
- Guardar as ferramentas utilizadas A roda substituída e os ADVERTÊNCIA: na primeira opor-
nos lugares específicos nos suportes. seus elementos de fixação tunidade, providencie a reparação
- A chave soquete que destrava o me- deverão ser sempre reco- do pneu furado. Evite rodar com a
canismo antifurto poderá ser guardada locados em suas sedes, para evitar roda sobressalente.
no veículo em local opcional. que, com o movimento do veículo,
- Colocar o suporte das ferramentas sejam arremessados em direção aos
seus ocupantes. ADVERTÊNCIA: periodicamente,
no local apropriado. controlar a pressão dos pneus e da
O suporte deve ser colocado com a roda de reserva.
seta (detalhe - fig. 13) apontando para ADVERTÊNCIA: para versões do
o sentido de marcha do veículo (frente). modelo que têm roda em liga e este-
- Colocar a roda substituída no com- pe em chapa, não utilizar o disposi- O macaco serve somente
partimento da roda sobressalente. tivo de bloqueio A-fig. 14, pois ele é para a troca das rodas. Não
- Fixar a roda com o dispositivo de dimensionado para estepe com roda deve, em hipótese alguma,
bloqueio A-fig. 14. em chapa de aço, não permitindo a ser usado para efetuar consertos C
fixação da roda em liga. debaixo do veículo.

O macaco não requer nenhuma


regulagem. Se ocorrer algum defei-
to, deve ser substituído por um
original.

4EN0295BR
ADVERTÊNCIA: após a troca de
pneus deve-se calibrá-los.
A

fig. 14
C-5
SE UMA LUZ As lâmpadas “queimadas” devem
ser substituídas por outras com as mes-
As lâmpadas halógenas contêm
gás sob pressão que, se ocorrer
EXTERNA OU mas características. As lâmpadas com quebra da lâmpada, pode projetar
potência insuficiente iluminam pouco,
INTERNA SE enquanto que as potentes demais con-
fragmentos de vidro.

APAGAR somem muita energia, além de causar


danos à instalação elétrica do veículo. TIPOS DE LÂMPADAS
Após ter substituído uma lâmpada
Modificações ou conser- dos faróis, verificar sempre a regulagem Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
tos do sistema elétrico, efe- destes por motivos de segurança. taladas no veículo - fig. 15.
tuados de maneira incorre-
ta e sem levar em consideração as A - Lâmpadas totalmente de vidro
características técnicas do sistema, ADVERTÊNCIA: em dias frios e/
podem causar um funcionamento ou úmidos, os faróis e lanternas São inseridas a pressão. Para retirá-
anômalo com riscos de incêndio. podem apresentar condensação de -las, basta puxá-las.
água nas lentes. Esta condensação
deve desaparecer momentos após o B - Lâmpadas à baioneta
INDICAÇÕES GERAIS veículo trafegar com as luzes exter- Para retirá-la do porta-lâmpada, aper-
nas acesas. tar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido
Quando uma luz não funcionar, an-
tes de substituir a lâmpada, verificar se anti-horário e extrair a lâmpada.
o fusível correspondente está em bom ADVERTÊNCIA: as lâm-
estado. padas halógenas devem C - Lâmpadas cilíndricas
Quanto à localização dos fusíveis, ser manuseadas tocando Para extraí-las, separar o contato elé-
consultar “SE QUEIMAR UM FUSÍVEL” neste somente a parte metálica. Se o trico que as sustenta.
capítulo. bulbo transparente entrar em conta-
Antes de substituir uma lâmpada apa- to com os dedos, diminui a intensi- D - E - Lâmpadas halógenas
gada, verificar se os contatos não estão dade da luz emitida e pode ser pre- Para remover a lâmpada, retirar antes
oxidados. judicada a duração da lâmpada. Se a presilha de fixação de sua sede.
ocorrer contato acidental, esfregar
o bulbo com um pano umedecido
com álcool e deixar secar.

C-6
LN109BR
Referência - fig. 15 Tipo Potência
A
Luz de posição dianteira A W5W 5W
Indicador de direção dianteiro B PY21W 21W
B Farol alto D H1 55W
Farol baixo E H7 55W
Farol auxiliar de neblina D H1 55W
C Luz de posição traseira F R5W 5W
Indicador de direção traseiro B PY21W 21W
C
Luz de freio B P21W 21W

D Luz de marcha a ré B P21W 21W


Brake light
A W2,3W 2,3W
(luz suplementar de freio)
Luz de placa C C5W 5W
E Luz do porta-malas A W5W 5W
Luz interna dianteira C C10W 10W
Luzes do para-sol
A C5W 1,2W
(onde previsto)
F Luz interna traseira C C10W 10W
Repetidor lateral A W5W 5W
Luz do porta-luvas A W5W 5W
fig. 15
C-7
SUBSTITUIÇÃO DA A - Farol baixo - Pressionar nas aletas B e retirar o
porta-lâmpada;
B - Luzes de posição
LÂMPADA EXTERNA C - Farol alto - Extrair a lâmpada C e substituí-la;
Para identificar o tipo de lâmpada e D - Indicadores de direção (setas) - Introduzir novamente o porta-lâm-
sua relativa potência consultar tabela pada e remontar a tampa A asseguran-
anterior. LUZES DE POSIÇÃO - fig. 17 do-se do correto bloqueio.

GRUPOS ÓTICOS DIANTEIROS - Para substituir a lâmpada, proceder


fig. 16 como indicado a seguir:
- Remover a tampa girando-a no sen-
Os grupos óticos dianteiros contêm tido anti-horário;
as lâmpadas das luzes de posição, faróis
baixos, faróis altos e luzes de direção.
A disposição das lâmpadas do grupo
ótico é a seguinte:
LN056BR

LN057BR
A

C B D

fig. 16 fig. 17
C-8
FARÓIS ALTOS - fig. 18 FARÓIS BAIXOS - fig. 19 INDICADORES DE DIREÇÃO (Setas)
Para substituir a lâmpada, proceder Para substituir a lâmpada, proceder
como indicado a seguir: como indicado a seguir: Dianteiros - fig. 20
- Remover a tampa C-fig. 16 giran- - Remover a tampa A-fig. 16 giran- Para substituir a lâmpada proceder
do-a no sentido anti-horário; do-a no sentido anti-horário; como a seguir:
- Desligar o conector elétrico central - Desligar o conector elétrico central - Remover a tampa girando-a no sen-
e desencaixar a mola de fixação da lâm- e desencaixar a mola de fixação da lâm- tido anti-horário;
pada; pada; - Extrair a lâmpada D empurrando-
- Extrair a lâmpada B-fig. 18 e subs- - Extrair a lâmpada B-fig. 19 e subs- a ligeiramente e girando-a no sentido
tituí-la; tituí-la; anti-horário e substituí-la;
- Montar a nova lâmpada fazendo - Montar a nova lâmpada fazendo - Montar a tampa, girando no senti-
coincidir os moldes da parte metálica coincidir os moldes da parte metálica do horário, assegurando-se do correto
bloqueio.
com as sedes existentes na parábola do com as sedes existentes na parábola do C
farol; farol;
- Encaixar a mola de fixação da lâm- - Encaixar a mola de fixação da lâm-
pada e reconectar o conector elétrico; pada e reconectar o conector elétrico;
- Montar a tampa C-fig. 16 assegu- - Montar a tampa A-fig. 16 assegu-
rando-se do correto bloqueio. rando-se do correto bloqueio.
LN058BR

LN059BR

LN060BR
fig. 18 fig. 19 fig. 20
C-9
REPETIDORES LATERAIS - fig. 21 GRUPOS ÓTICOS TRASEIROS - figs. A - Luz de freio
23, 24 e 25 B - Luzes de posição
Para substituir a lâmpada, proceder
como a seguir: Os grupos óticos traseiros contêm C - Luzes de posição
- Empurrar o lado traseiro da tampa A as lâmpadas das luzes de posição, do D - Indicadores de direção (setas)
em direção à frente do veículo de modo freio, de direção e ré. A disposição das
lâmpadas do grupo ótico fig. 23 é a E - Luz de marcha a ré.
a comprimir a trava interna B, puxar a
tampa A e retirar o suporte da lâmpada; seguinte:
- Girar no sentido anti-horário o
porta-lâmpada C extrair a lâmpada D
inserida sob pressão e substituí-la;
- Remontar o porta-lâmpada C giran-

LN062BR

LN064BR
do no sentido horário;
- Remontar o grupo assegurando do
correto travamento.

LUZES DE NEBLINA
Para a substituição das lâmpadas das
luzes de neblina A-fig. 22 é necessário
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
fig. 22
LN294BR

LN063BR
A B C

E D
fig. 21 fig. 23 fig. 24
C-10
Para substituir uma lâmpada, proce- BRAKE LIGHT - figs. 26 e 27 LUZES DE PLACA - figs. 28 e 29
der como a seguir:
Para substituir uma lâmpada, proce- Para substituir uma lâmpada, proce-
- Abrir o porta-malas, suspender o
der como indicado a seguir: der como indicado a seguir:
carpete e retirar os três parafusos de
fixação G-fig. 24; - Abrir o porta-malas; - Agir no ponto indicado pela seta e
- Desligar o conector elétrico; remover o grupo transparente A-fig. 28;
- Desligar o conector elétrico e ex-
trair o grupo ótico; - Retirar os suportes laterais B-fig. 26;
- Atuar nos pontos de fixação F-fig. - Extrair a lâmpada montada a pres-
24 e extrair os porta-lâmpadas; são fig. 27 e substituí-la.
- Retirar a lâmpada à substituir A, B,
C ou D-fig. 25 girando no sentido anti-
-horário;

LN066BR
- Remontar o porta-lâmpada;
- Reconectar o conector elétrico;
C
- Fixar o grupo ótico com os parafu-
sos de fixação.

fig. 26
LN065BR

LN067BR

LN285BR
fig. 25 fig. 27 fig. 28
C-11
- Substituir a lâmpada fig. 29 desvin- SUBSTITUIÇÃO DE - Abrir a portinhola de proteção B;
culando-a do soquete e certificando-se - Substituir as lâmpadas C-fig. 31
de que a nova lâmpada fique correta- LÂMPADA INTERNA desvinculando-as dos contatos laterais
mente bloqueada entre os contatos; e certificando-se de que as novas lâm-
Para identificar o tipo de lâmpada e
- Montar o grupo transparente mon- padas estejam corretamente bloqueadas
a sua relativa potência consultar o pa-
tado à pressão. entre os contatos;
rágrafo “Tipos de lâmpadas”.
- Fechar o portinhola B-fig. 31 e fixar
PLAFONIERA DIANTEIRA a plafoniera A-fig. 30 no próprio aloja-
mento, certificando-se do bloqueio.
Para substituir as lâmpadas, proceder
como indicado a seguir:
- Agir nos pontos indicados pelas se-
tas e remover a plafoniera A-fig. 30;

LN292BR

F0M0213M

LN069BR
fig. 29 fig. 30 fig. 31
C-12
PLAFONIERA TRASEIRA - figs. 32 e LUZ DE CORTESIA - fig. 34 - Recolocar a tampa A em seu aloja-
33 mento, certificando-se do correto blo-
Algumas versões têm luz de cortesia queio.
Algumas versões têm plafoniera tra- no para-sol.
seira. Para substituir uma lâmpada pro- Para substituir uma lâmpada proce-
ceder como a seguir: PLAFONIERA DO PORTA-MALAS -
der como a seguir: fig. 35
- Atuar no ponto indicado pela seta e - Atuar nos pontos indicados pelas
remover a plafoniera. setas e remover a tampa A. Para substituir a lâmpada, proceder
- Substituir a lâmpada E-fig. 33, como indicado a seguir:
- Substituir a lâmpada “queimada”
desvinculando-as dos contatos laterais certificando-se que a nova lâmpada - Abrir a tampa do porta-mala.
e certificando-se de que as novas lâm- esteja bem posicionada. - Extrair a plafoniera A forçando ligei-
padas estejam corretamente bloqueadas ramente no ponto indicado pela seta.
entre os contatos.

LN068BR
- Abrir a proteção B e substituir a
- Recolocar a plafoniera em seu alo-
jamento, certificando-se do bloqueio.
lâmpada introduzida à pressão. C
- Fechar a proteção B na tampa A.
- Montar a plafoniera A, introduzin-
do-a na sua correta posição, primeiro o
lado esquerdo e depois no lado direito
até perceber o bloqueio.

fig. 33
LN070BR

LN110BR

F0M0216M
fig. 32 fig. 34 fig. 35
C-13
SE A BATERIA B - Pressione firmemente para RECARGA DA BATERIA
baixo o engate até a base do borne.
DESCARREGAR C - Feche a alavanca do engate.
Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa corrente pela duração de cerca
Antes de tudo, aconselha-se a ver no de 24 horas. Aqui estão os procedi-
capítulo “Manutenção do veículo” as mentos:
precauções para evitar que a bateria se

4EN1719BR
A 1) Desligar os cabos elétricos dos
descarregue e para garantir uma longa terminais da bateria.
duração da mesma.
2) Ligar, aos terminais da bateria, os
cabos do aparelho de recarga.
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
3) Ativar o aparelho de recarga.
Ver “Partida com bateria auxiliar” 4) Terminada a recarga, desativar o
neste capítulo. aparelho antes de desligá-lo da bateria.
5) Ligar os bornes aos terminais da
Evitar, rigorosamente, o B bateria respeitando as polaridades.
uso de um carregador de
bateria para a partida do
motor; isto poderia danificar os sis- O líquido contido na
temas eletrônicos e, principalmen- bateria é venenoso e cor-
te, as centrais que comandam as rosivo. Evite o contato com
funções de ignição e alimentação. a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-
ada em ambiente ventilado e longe
ATENÇÃO C de chamas ou possíveis fontes de
Siga as instruções a seguir para faíscas, pois há perigo de explosão
conectar o engate rápido ao polo ou de incêndio.
negativo da bateria - fig. 36:
A - Leve o terminal do engate
com a alavanca aberta até o polo da
bateria.

fig. 36
C-14
SE PRECISAR SE PRECISAR SE UM ACIDENTE
LEVANTAR O REBOCAR O OCORRER
VEÍCULO VEÍCULO - É importante manter sempre a cal-
ma.
Se for necessário levantar o veículo, É aconselhável, sempre, utilizar ca-
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat, que minhão-guincho para rebocar o veícu- - Se não estiver diretamente envolvi-
é aparelhada de pontes com braços ou lo. Desta forma, o veículo poderá ser do, pare a uma distância de pelo menos
elevadores de oficina. seguramente sustentado pelas rodas uns dez metros do acidente.
O veículo deve ser elevado apenas dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoia- - Em rodovia, pare em local seguro.
lateralmente, dispondo a extremidade do em plataformas específicas sobre o - Desligue o motor e acenda as luzes
dos braços ou o elevador de oficina nas próprio caminhão-guincho. de emergência.
zonas ilustradas nas figs. 37 e 38. Respeite a legislação de trânsito vi- - À noite, ilumine com os faróis o lu-
gente sobre procedimentos de rebo-
que.
gar do acidente. C
- Comporte-se com prudência, não
corra o risco de ser atropelado.
- Assinale o acidente pondo o tri-
ângulo bem à vista e a uma distância
regulamentar.
- Nos acidentes múltiplos em rodo-
vias, principalmente com pouca visibili-
LN252BR

LN114BR
dade, é grande o risco de envolvimento
em outros impactos. Abandone imedia-
tamente o veículo e proteja-se fora do
“guard-rail”.
- Remova a chave de ignição dos ve-
B ículos acidentados.
- Se sentir cheiro de combustível ou
A C
de outros produtos químicos, não fume
fig. 37 fig. 38 e mande apagar os cigarros.
C-15
- Para apagar os incêndios, mesmo EXTINTOR DE O extintor de incêndio é indicado
de pequenas dimensões, use o extintor para apagar princípio de incêndio das
(descrito neste capítulo), cobertas, areia INCÊNDIO classes:
ou terra. Nunca use água. A - Sólidos inflamáveis como borra-
O extintor de incêndio está localiza-
chas, plásticos e espumas.
SE HOUVER FERIDOS do no piso, à frente do banco do moto-
rista, fig. 39. B - Líquidos inflamáveis.
- Nunca se deve abandonar o ferido. Em algumas versões está prevista uma C - Materiais elétricos.
A obrigação de socorro é válida tam- capa de proteção para o extintor. O extintor de incêndio deverá ser
bém para as pessoas não envolvidas imediatamente substituído (não permite
diretamente no acidente. A validade do extintor de incêndio
está vinculada ao teste hidrostático (tes- recarga), quando ocorrer uma das situ-
- Não aglomerar-se ao redor dos fe- te para verificação de vazamentos no ações seguintes:
ridos. cilindro), que é de 5 anos a partir da - Vencimento do prazo de validade
- Tranquilize o ferido em relação à data de fabricação. A indicação desta do teste hidrostático.
rapidez dos socorros, fique a seu lado validade se encontra gravada no corpo - Após a sua utilização em incêndio.
para dominar eventuais crises de pâni- do cilindro.
co. - Se o ponteiro do manômetro estiver
fora da sua faixa normal de operação
- Destrave ou corte os cintos de se- (faixa verde), indicando alguma anoma-
gurança que retêm os feridos. lia no cilindro, na válvula ou no próprio
- Não dê água aos feridos. manômetro.
- O ferido nunca deve ser removido
do veículo, salvo nos casos indicados Recomendamos, também, ler as ins-

F0M0298M-BR
no ponto seguinte. truções impressas no equipamento.
- Tirar o ferido do veículo somente
em situações de perigo de incêndio,
de afundamento em água ou de queda
em precipício. Ao tirar um ferido: não
provoque deslocamentos dos membros,
nunca dobre a cabeça dele. Manter,
sempre que possível, o corpo em posi-
ção horizontal. fig. 39
C-16
MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
A primeira revisão de Manutenção Programada está pre- MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
vista somente aos 10.000 km. Entretanto, é útil recordar que
o veículo necessita sempre de serviços rotineiros como, por PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
exemplo, o controle sistemático dos níveis dos líquidos e SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-5
eventual restabelecimento da pressão dos pneus.
SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-5
De qualquer maneira, lembramos que uma correta manu-
tenção do automóvel é certamente o melhor modo para VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-7
conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-11
do veículo e as características de segurança, o respeito pelo
meio ambiente e os baixos custos de funcionamento. BATERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-12
Lembre-se ainda que o respeito pelas normas de manu- CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
tenção indicadas pelo símbolo pode constituir a condição
necessária para a conservação da garantia. SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . D-15
VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-19
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-19
TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-24
D
LIMPADORES DO PARA-BRISA . . . . . . . . . . . . . D-24
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-25
CARROCERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-26
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-28

D
MANUTENÇÃO A correta manutenção do
veículo, além de contribuir
Os produtos que o veícu-
lo utiliza para o seu funcio-
PROGRAMADA para prolongar ao máximo namento (óleo de motor,
a sua vida útil, é essencial também fluido de freio, fluido de direção
Uma correta manutenção é deter- para garantir o respeito ao meio hidráulica, líquido para radiador,
minante para garantir ao veículo uma ambiente. etc.), quando substituídos, deverão
longa duração em condições perfeitas. ser recolhidos cuidadosamente evi-
Por isso, a Fiat preparou uma série de Durante a realização de interven- tando, assim, que se contamine o
controles e de intervenções de manu- ções, além das operações previstas, po- meio ambiente.
tenção a cada 10 mil quilômetros. de haver a necessidade de substituições
ou consertos não programados, os quais
ADVERTÊNCIA: As revisões de serão comunicados ao cliente. Os refe- ADVERTÊNCIA: Alguns com-
Manutenção Programada são pres- ridos consertos podem alterar o prazo ponentes, tais como lubrificantes,
critas pelo fabricante. A não rea- de entrega do veículo. podem requerer uma verificação/
lização pode acarretar a perda da troca com maior frequência, devido
garantia. ADVERTÊNCIA: Aconselha-se à utilização do veículo, portanto, é
dirigir-se imediatamente à Rede importante observar com cuidado
O serviço de Manutenção Programa- Assistencial Fiat, quando verificar as recomendações constantes desta
da é prestado por toda a Rede Assisten- pequenas anomalias de funciona- seção do manual.
cial Fiat, com tempos prefixados. mento, sem esperar a realização da D
próxima revisão.

D-1
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA

100
110
120
130
140
150
160
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180
10
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30
40
50
60
70
80
90
milhares de quilômetros
Substituição do óleo do motor e filtro de óleo do motor
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
(ou a cada 12 meses). (*)
Substituição do filtro de combustível. (*)
Obs: não é prevista a substituição do filtro de combus-
+ + + + + + + + +
tível para os modelos que possuam o filtro incorporado
à bomba de alimentação,do tipo “full life”.
Substituição do elemento do filtro de aspiração de ar
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
do motor. (*)
Substituição das velas de ignição do motor. + + + + + +
Substituição das correias dos órgãos auxiliares. Ou a
+ + +
cada 3 anos. (*) (**)
Substituição do fluido dos freios (ou a cada 2 anos). + + + +
Substituição do óleo da caixa de câmbio mecânica/
+
diferencial.
Controle visual das correias dos órgãos auxiliares do
+ + + + + +
motor. (*) (**)
(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para veículos utilizados predomi-
nantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi, entrega
de porta em porta, etc.) ou em situações de longa inatividade.
(**) Se utilizar o veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um controle
do estado da correia e do rolamento do tensor a cada 10.000 km e, se necessário, efetuar a sua substituição. Efetuar
também a substituição das correias dos órgãos auxiliares (direção/ar-condicionado/bomba d’água/alternador).

D-2
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90
milhares de quilômetros
Controle visual das condições da corrente de distri-
+ + +
buição e guias da corrente.
Verificação dos cabos das velas de ignição do motor. + + + + + +
Verificação do sistema de injeção/ignição do motor.
+ + + + + +
Utilizar o equipamento de diagnóstico.
Verificação do sistema de ventilação do cárter do mo-
+ + + +
tor (blow-by). (*)
Verificação do sistema evaporativo do tanque de com-
+ + +
bustível. (*)
Verificação do nível de emissões dos gases de esca-
+ + +
pamento.
Verificação do nível do óleo da caixa de câmbio/di-
+ + + +
ferencial.
Verificação do nível do óleo da caixa do câmbio
Dualogic®, quando disponível no modelo.
+ + + + D
Verificação dos níveis dos líquidos/fluidos de todos os
sistemas: arrefecimento do motor, freios, embreagem,
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
direção hidráulica, lavador dos vidros, bateria, partida
a frio, etc.

(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para os veículos utilizados predo-
minantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi, entrega
de porta em porta, etc.) ou em situações de longa inatividade.

D-3
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70
80
90
milhares de quilômetros
Verificação das pastilhas de freio das
Dianteiras + + + + + + + + + + + + + + + + + +
rodas e indicador de desgaste (se
disponível). Obs: se a espessura útil das
pastilhas seja menor do que 5 mm, deve- Traseiras + + + + + +
-se substituí-las.
Verificação das tubulações de escapamento, de ali-
mentação de combustível, do sistema de partida a frio,
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
dos freios, componentes de borracha da parte inferior
do veículo, coifas, guarnições, mangueiras e pneus.
Verificação do curso da alavanca do freio de mão. + + + + + + + + + + + + + + + + + +
Verificação do extintor de incêndio, esguicho e palhe-
tas dos vidros para-brisa e traseiro, cintos de seguran-
ça, sistema de iluminação e sinalização, comandos + + + + + + + + + + + + + + + + + +
elétricos dos vidros das portas, sistema de abertura/
fechamento das portas e sistema de partida a frio.
Verificação do filtro antipólen do ar-condicionado. (*) + + + + + + + + + + + + + + + + + +

(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para os veículos utilizados predo-
minantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi, entrega
de porta em porta, etc.) ou em situações de longa inatividade.

D-4
SUBSTITUIÇÕES SERVIÇOS ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor
FORA DO PLANO ADICIONAIS Substituir o óleo e o filtro de óleo
a cada 5.000 km, se o veículo esti-
A cada 500 km ou antes de viagens ver sujeito a quaisquer das seguintes
A CADA 2 ANOS: longas, controlar e, se necessário, res- condições:
- Fluido dos freios TUTELA TOP 4. tabelecer:
- Reboques.
- Líquido de arrefecimento do motor - nível do óleo do motor.
- Estradas poeirentas, arenosas
50% Coolantup (vermelho) + 50% de - nível do líquido de arrefecimento ou lamacentas.
água pura. do motor.
- Motor que roda frequentemen-
- nível do fluido dos freios. te em marcha lenta, condução em
CONTINUIDADE DA - nível do fluido da direção hidráuli- distâncias longas com baixa velo-
MANUTENÇÃO ca. cidade ou baixa rotação frequente
Após a realização da última revisão - nível do líquido do lavador do para- (por ex.: “anda e para” do tráfego
indicada no Plano de Manutenção -brisa. urbano, táxis, entregas de porta em
(180.000 km), considerar a mesma fre- porta ou em situações de longa ina-
- nível do líquido do reservatório de tividade).
quência para substituição e verificação partida a frio.
de itens a partir da revisão (40.000 km). - Trajetos curtos (até 8 km) com
- pressão e estado dos pneus.
- verificar o correto funcionamento
o motor não aquecido completa- D
mente.
do eletroventilador, assim como o es- Se nenhuma destas condições
tado das pás da hélice quanto à limpe- ocorrer, troque o óleo e o filtro de
za e conservação - ver CARROCERIA/ óleo a cada 10.000 km ou 12 meses,
Eletroventilador do radiador, neste o que ocorrer primeiro, sempre com
capítulo. o motor quente.
- estado do filtro de ar. As trocas de óleo deverão ser fei-
tas dentro do intervalo de tempo ou
quilometragem estabelecidos, para
que o óleo não perca sua proprieda-
de de lubrificação.

D-5
A troca de óleo do veí- Em situações de emergência, uti- ADVERTÊNCIA - FILTRO DO AR
culo deve, obrigatoria- lize aquele que tiver especifica-
mente, ser feita na rede ção técnica similar ao homologado. Utilizando o veículo em estradas
Assistencial Fiat que tem o filtro e Atenção: observe as instruções da poeirentas, arenosas ou lamacentas,
o óleo recomendados, bem como embalagem. substituir o elemento do filtro de ar
tem uma rotina correta de recolhi- com uma frequência maior daquela
mento, armazenamento e encami- Recomendamos que depois de indicada no Plano de Manutenção
nhamento do produto usado para efetuada a troca emergencial, seu Programada.
reciclagem. veículo seja encaminhado a uma
concessionária autorizada FIAT, o O mau estado do elemento do
Lembre-se de que o óleo usado mais breve possível, para que seja filtro de ar pode ocasionar aumento
não poderá ser descartado na rede realizado o serviço de troca de óleo no consumo de combustível.
pública de esgoto, já que esta práti- utilizando os produtos aprovados
ca pode poluir rios e lagos e trazer para o seu veículo.
sérios prejuízos ao meio ambiente. Para qualquer dúvida referente
ADVERTÊNCIA - BATERIA às frequências de substituição do
ATENÇÃO: óleo do motor e do elemento do
Aconselha-se controlar o esta- filtro de ar em relação a como é
do da carga da bateria, com mais utilizado o veículo, dirigir-se à Rede
1) Não se deve acrescentar qual- frequência se o veículo é usado Assistencial Fiat.
quer tipo de aditivo ao óleo do predominantemente para percursos
motor, pois não necessita de aditi- breves ou se estiver equipado com
vos complementares. dispositivos que absorvam energia O filtro de ar deverá ser inspecio-
permanentemente, mesmo com a nado periodicamente e, se estiver
Os danos causados pelo uso des- chave desligada, principalmente se muito sujo, deverá ser substituído
ses aditivos não são cobertos pela instalados depois da compra. antes do prazo especificado no Pla-
garantia do veículo. no de Manutenção Programada.

2) Se for necessário complemen- A retirada da capa térmica insta-


tar o nível de óleo, utilize, sempre, lada na bateria acarreta a redução
óleo com a mesma especificação de vida útil e, consequentemente,
daquele disponível no motor. perda da garantia
D-6
A manutenção do veículo VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS
deve ser confiada à Rede
Assistencial Fiat. Para os
serviços de manutenção e repara- MOTOR 1.8 16V FLEX - fig. 1
ções pequenas e rotineiras, certifi-
1) Óleo do motor
que-se sempre se tem as ferramen-
tas adequadas, as peças de substitui- 2) Fluido dos freios
ção originais Fiat e os líquidos; em 3) Líquido do lavador do para-brisa
todo caso, não faça tais operações 4) Líquido de arrefecimento do motor
se não tiver nenhuma experiência.
5) Fluido da direção hidráulica
6) Reservatório de gasolina para partida a frio
ADVERTÊNCIA - FILTRO DE
COMBUSTÍVEL

Verificar o estado do filtro de


combustível se for notada alguma
falha (engasgamento) no funciona-

LN267BR
mento do motor. 2
5
D
ADVERTÊNCIA - EXTINTOR DE
INCÊNDIO 6

Fazer, mensalmente, uma inspe-


1
ção visual do estado do equipa- 3
mento e, se constatar alguma ano-
malia, levá-lo, de imediato, à Rede 4
Assistencial Fiat ou representante
credenciado do fabricante do apa-
relho para verificação e solução do
inconveniente. fig. 1
D-7
ÓLEO DO MOTOR O controle do nível do óleo deve ser Com motor quente,
efetuado com o veículo em terreno pla- mexer com muito cuidado
no e com o motor ainda quente (cerca dentro do vão do motor,
Motor 1.8 16V FLEX - fig. 2 de 10 minutos após tê-lo desligado). pois há perigo de queimaduras.
A = vareta de verificação Se o nível do óleo estiver perto ou Lembre-se de que, com o motor
B = bocal de enchimento até abaixo da referência MIN, adicionar quente, o eletroventilador pode
óleo através do bocal de enchimento pôr-se em movimento e ocasionar
ADVERTÊNCIA: verifique o nível até atingir a referência MAX. lesões.
e efetue a troca do óleo do motor O nível do óleo nunca deve ultrapas-
de acordo com a frequência indi- sar a referência MAX.
cada no “Plano de Manutenção Não adicionar óleo com
Programada”. características diferentes
ADVERTÊNCIA: depois de ter das do óleo já existente no
adicionado ou substituído o óleo, motor. Só o uso de óleo semissinté-
funcionar o motor por alguns segun- tico ou sintético (ver “Características
O nível do óleo deve estar entre as dos, desligá-lo e só então verificar
referências MIN e MAX marcadas na dos lubrificantes e dos líquidos” no
o nível. capítulo Características Técnicas)
vareta de controle. O espaço entre
elas corresponde a cerca de 1 litro garante a quilometragem prevista
Devido à concepção dos motores à pelo plano de manutenção.
de óleo. combustão interna, para que haja uma
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
cante é consumido durante o funciona- LÍQUIDO DO SISTEMA DE ARRE-
mento do motor. FECIMENTO DO MOTOR - C-fig. 3
LN215BR

B Quando o motor estiver


muito quente, não remover
a tampa do reservatório;
pois há perigo de queimaduras.
A

fig. 2
D-8
O nível do líquido deve ser controlado FLUIDO PARA A DIREÇÃO
com motor frio e não deve estar abaixo da ATENÇÃO: nunca abasteça o
reservatório no sistema de arre- HIDRÁULICA - E-fig. 5
referência MIN marcada no reservatório.
fecimento do motor do veículo Verificar se o nível do óleo, com o ve-
Se o nível for insuficiente, despejar com líquido de arrefecimento não ículo em terreno plano e motor frio, está
lentamente, através do bocal do re- orgânico (verde). Utilize somen- entre as referências MIN e MAX mar-
servatório, uma mistura com 50% de te Coolantup (vermelho), pois cadas na parte externa do reservatório.
Coolantup (vermelho) e 50% de água a mistura com outros aditivos
pura. Com o óleo quente, o nível também
pode alterar as propriedades do pode superar a referência MAX.
Coolantup (vermelho), comprome-
Se o motor funcionar sem o tendo sua eficiência. Se for necessário adicionar óleo,
líquido de arrefecimento, seu certificar-se de que tenha as mesmas
veículo poderá ser seriamente características do óleo já presente no
danificado. Os reparos não serão LÍQUIDO DOS LAVADORES DO sistema. Não retirar o filtro presente sob
cobertos pela Garantia. PARA-BRISA - D-fig. 4 a tampa durante o abastecimento.
Para adicionar líquido, retirar a tam- Usar somente óleo TUTELA GI/A.
pa do reservatório. Se o nível do fluido no reservatório
estiver inferior ao nível prescrito, adi-
ADVERTÊNCIA: não viajar com o cionar o óleo TUTELA GI/A, operando
reservatório do lavador do para-bri- da seguinte forma:
sa vazio; a ação do lavador é funda- D
mental para melhorar a visibilidade.
LN268BR

LN269BR

LN218BR
C D E

fig. 3 fig. 4 fig. 5


D-9
- Ligar o motor, deixá-lo em marcha RESERVATÓRIO DE GASOLINA reservatório de partida a frio prefe-
lenta e aguardar até que o nível de flui- PARA PARTIDA A FRIO rencialmente com gasolina de alta
do no reservatório esteja estabilizado. octanagem - Ron 95 ou Aki 91,
O reservatório de gasolina para par- por exemplo, a gasolina Podium da
- Com o motor ligado, girar comple-
tida a frio F-fig. 6 tem uma capacidade Petrobras e a V-Power Racing da
tamente o volante para a esquerda e
de 0,62ᐉ. Shell, entre outras com as mesmas
para a direita.
- Encher somente até a marca de re- O abastecimento deve ser efetua- características. Consulte o posto de
ferência MAX do reservatório. do com cautela, evitando derrama- abastecimento de combustível de
mento de gasolina. Se isso ocorrer, sua preferência, das opções dispo-
fechar o reservatório com a tampa níveis. Na ausência destas, utilizar
ADVERTÊNCIA: para esta opera- e jogar água, a fim de remover o gasolina aditivada, que mantém as
ção é aconselhável dirigir-se à Rede excesso de combustível. suas propriedades por período mais
Assistencial Fiat. extenso do que a gasolina tipo C
A baixa frequência de uti- comum.
lização de 100% de etanol
Evitar que o fluido para Anti-knock index (Aki) é bem similar
pode provocar o envelheci-
a direção hidráulica entre à denominação Ron. Aki 91 correspon-
mento da gasolina presente no reser-
em contato com a partes de a aproximadamente Ron 95.
vatório de partida a frio pela falta de
quentes do motor.
consumo. Para minimizar este evento, Substituir o combustível do reser-
é recomendável o abastecimento do vatório de partida a frio a cada 3
Não forçar o volante meses se este não for consumido.
totalmente girado em fim
Para a substituição do combus-

LN219BR
de curso. Isto provoca o
aumento desnecessário da pressão F tível, dirigir-se à Rede Assistencial
do sistema. Fiat.

Verificar periodicamente o estado e a O reservatório de partida a frio deve


tensão da correia da bomba da direção ser abastecido sempre que a luz-espia
hidráulica. K no painel acusar nível insuficiente de
gasolina.
O abastecimento deve ser efetuado
fig. 6 com o motor desligado.
D-10
FLUIDO DOS FREIOS - G-fig. 7 ADVERTÊNCIA: o fluido dos FILTRO DE AR
freios é higroscópico (isto é, absor-
Se precisar adicionar fluido, utili- ve a umidade). Por isto, se o veículo
zar somente os classificados DOT 4. for usado predominantemente em SUBSTITUIÇÃO - figs. 8 e 9
Em particular, aconselha-se o uso de regiões com alta porcentagem de
TUTELA TOP 4, com o qual foi efetu- Para substituição do filtro de ar, pro-
umidade atmosférica, o fluido deve
ado o primeiro enchimento. ceder como a seguir:
ser substituído com mais frequên-
O nível do fluido no reservatório não cia do que indicado no Plano de - Soltar os parafusos H-fig. 8 e retirar
deve ultrapassar a referência MAX. Manutenção Programada. a tampa I-fig. 8.
- Remover o elemento filtrante fig. 9.
Evitar que o fluido dos
freios, altamente corrosivo, Importante: para evitar inconve-
nientes de frenagem, substitua o O filtro de ar deverá ser inspecio-
entre em contato com as nado periodicamente e, se estiver
partes pintadas. Se isso acontecer, fluido dos freios a cada dois anos,
independentemente da quilometra- muito sujo, deverá ser substituído
lavar imediatamente com água. antes do prazo especificado no Pla-
gem percorrida.
no de Manutenção Programada.

O símbolo π, presente no reci-


piente, identifica os fluidos de freios
de tipo sintético, distinguindo-os
D
dos de tipo mineral. Usar fluidos de
tipo mineral danifica irremediavel-
LN270BR

LN220BR
mente as juntas especiais de borra-
cha do sistema de frenagem. H H

G
H I
H

H H

fig. 7 fig. 8
D-11
Um filtro de ar muito sujo Este filtro, se estiver sujo, pode ser BATERIA
contribui para aumentar o responsável direto por uma eventual
consumo de combustível do diminuição da eficiência do sistema de As baterias dos veículos Fiat são do
veículo. ventilação ou do ar-condicionado, ra- tipo “Sem Manutenção”, que, em con-
zão pela qual recomenda-se sua inspe- dições normais de uso, não exigem en-
ção periódica e eventual substituição. chimentos com água destilada.
FILTRO ANTIPÓLEN E CARVÃO Se o veículo for utilizado predomi-
ATIVADO Para a recarga da bateria, ver o capí-
nantemente em localidades com alta tulo “EM EMERGÊNCIA”.
Em algumas versões, o sistema de concentração de poeira, poluição at-
ventilação ou de ar-condicionado po- mosférica ou regiões litorâneas, deve-
-se substituir com maior frequência o O líquido contido na bateria é
de ter um filtro específico destinado a
elemento filtrante. venenoso e corrosivo. Evitar o con-
eliminar os odores resultantes da poeira
tato com a pele e com os olhos.
e fungos, além de absorver as partículas Recomendamos que tanto o trabalho Não aproximar-se da bateria com
de pólen que normalmente poderiam de inspeção quanto o de substituição chamas ou possíveis fontes de faís-
entrar no habitáculo, junto com o fluxo do elemento filtrante seja realizado na cas, pois há perigo de explosão e de
de ar coletado externamente. Rede Assistencial Fiat. incêndio.

4EN0716BR
LN207BR

Pb

fig. 9 fig. 10
D-12
A utilização da bateria CONSELHOS ÚTEIS PARA Se ocorrer parada prolongada, ver
com o nível de eletrólito PROLONGAR A DURAÇÃO DA “Inatividade prolongada do veículo”,
muito baixo pode danificá- BATERIA no capítulo “Uso correto do veículo”.
-la irreparavelmente, provocando Se, após a compra do veículo, você
o rompimento da caixa plástica e o Ao estacionar o veículo, certificar-se
desejar montar acessórios (alarme ele-
vazamento do ácido. que as portas e o capô estejam bem fe-
trônico, etc.), dirija-se à Rede Assisten-
chados. As luzes internas devem estar
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi-
apagadas.
vos mais adequados e, principalmente,
As baterias contêm subs- Com motor desligado, não manter recomendar-lhe a utilização de uma
tâncias muito perigosas dispositivos ligados por muito tempo bateria com capacidade maior.
para o meio ambiente. Para (por ex. rádio, luzes de emergência,
a substituição da bateria, aconse- etc.).
ADVERTÊNCIA: Tendo
lhamos dirigir-se à Rede Assistencial
que instalar no veículo sis-
Fiat, que está preparada para a eli- ADVERTÊNCIA: A bateria temas adicionais (alarme,
minação desta respeitando a nature- mantida por muito tempo som, etc.), frisamos o perigo que
za e as disposições legais. com carga abaixo de 50% é representam derivações inadequa-
danificada por sulfatação, reduzin- das em conexões dos chicotes elé-
do-se a sua capacidade e o desem- tricos, principalmente se ligados aos
Uma montagem incorre- penho na partida.
ta de acessórios elétricos dispositivos de segurança.
e eletrônicos pode causar
D
graves danos ao veículo. A retirada da capa térmica ins-
talada na bateria, de algumas ver-
sões, acarreta a redução de vida
útil e, consequentemente, perda da
garantia.

D-13
CENTRAIS - Tome um cuidado especial com li-
gação entre bateria e sistema elétrico,
ADVERTÊNCIA: A insta-
lação de acessórios eletrô-
ELETRÔNICAS verificando tanto a exata polaridade, nicos (rádio, alarme, etc.)
como a eficiência da própria ligação. com exceção dos originais de fábri-
Usando normalmente o veículo, não Quando a bateria é religada, a central ca, não deve em hipótese alguma,
é preciso ter precauções especiais. do sistema de injeção/ignição deve rea- alterar os chicotes elétricos dos
Em intervenções no sistema elétrico daptar os próprios parâmetros internos; sistemas de injeção e ignição.
ou de partida de emergência, é neces- portanto, nos primeiros quilômetros
sário, porém, seguir cuidadosamente as de uso, o veículo pode apresentar um
instruções seguintes: comportamento levemente diferente do Modificações ou con-
- Nunca desligue a bateria do sistema anterior. sertos no sistema elétrico,
elétrico com o motor em movimento. - Não ligue ou desligue os terminais efetuados de maneira incor-
das centrais eletrônicas quando a chave reta e sem ter em consideração as
- Desligue a bateria do sistema elétri-
de ignição estiver na posição MAR. características técnicas do sistema,
co em operações de recarga.
- Não verifique polaridades elétricas podem causar anomalias de funcio-
- Em emergência, nunca efetue a par- namento com risco de incêndio.
tida com um carregador de bateria, mas com faíscas.
utilizar uma bateria auxiliar (ver “PARTI- - Desligue as centrais eletrônicas se
DA COM BATERIA AUXILIAR” no capítulo “EM for efetuar soldas elétricas na carroce-
EMERGÊNCIA”). ria. Removê-las se houver temperaturas
acima de 80°C (trabalhos especiais na
carroceria, etc.).

D-14
SUBSTITUIÇÃO DE Os fusíveis estão colocados em três
centrais localizadas, respectivamente,
Para a central do painel de instru-
mentos A-fig. 11 e a central ao lado
FUSÍVEIS debaixo do painel de instrumentos, à da bateria B-fig. 12, os números que
esquerda do volante A-fig. 11; no vão identificam o elemento elétrico princi-
motor, ao lado da bateria B-fig. 12 e so- pal correspondente a cada fusível estão
NOTA: se ocorrer queima de fusí- bre o polo positivo da bateria C-fig. 13. indicados no lado interno da tampa.
veis, procure a Rede Assistencial
Fiat para uma inspeção no sistema
elétrico do veículo.

LN271BR
PE177

LN072BR
C
B
MENU
ESC

fig. 11 fig. 12 fig. 13


D-15
Para a identificação do fusível de Central do painel de instrumentos - Central ao lado da bateria - fig. 15
proteção, consultar a tabela seguinte, fig. 14 Para ter acesso à unidade porta-fu-
fazendo referência às ilustrações se-
Para retirar a tampa da caixa de fusí- síveis situada ao lado da bateria, é ne-
guintes fig. 14, fig. 15 e fig. 16.
veis sob o painel de instrumentos, pu- cessário remover a tampa de proteção.
xá-la conforme indicado pela seta fig.
11. Para recolocá-la, cuidar para que os
pinos e guias estejam bem encaixados.

NP158
F109 F116

F02 F03 F04 F01 F07 T07

LN274BR
F16
MENU
ESC
F24

T35 F87

F19

F81 F82 F06 F05 F83 T30 F14

T14 F10
F15
F111
A

F18
A
A

F22

F85 F23
T02 T10 T05 T20 F08 T19
A

A
A

F17
F30
F11
A
A

A
A

F21

F112 F09
A
A

A
A

F114 T03 T17 T06 T08 T31 T09 F84


A
A

A
A

F20

fig. 14 fig. 15
D-16
Fusível Corrente (A) Figura Circuito de proteção (utilizadores)
F01 50 23 Central do painel
F03 20 23 Comutador de ignição
F04 40 23 Eletrobomba ABS
F06 30 23 1ª velocidade do ventilador do radiador
F07 40 23 2ª velocidade do ventilador do radiador
F09 15 23 Farol alto esquerdo/direito
F10 15 23 Buzina
F11 15 23 Eletroválvula de regulagem de pressão canister
F12 7,5 22 Farol baixo direito
F13 7,5 22 Farol baixo esquerdo
F14 10 23 Eletrobomba de partida a frio
F16 10 23 Central de controle do motor, sistema de injeção eletrônica
F17 10 23 Sensor de rotação
F18 15 23 Central de controle do motor
F19 7,5 23 Compressor do ar-condicionado
F20 20 23 Limpador do para-brisa
F21 15 23 Bomba de combustível D
F22 20 23 Injetores, bobina
F23 30 23 ABS
F30 15 23 Farol de neblina
F31 7,5 22 Bobina, central do vão motor - NBC
F32 15 22 Subwoofer
F33 20 22 Levantador elétrico do vidro traseiro esquerdo/direito
F34 20 22 -
F35 7,5 22 Luz de ré
F36 7,5 22 Central levantadores dos vidros
F37 7,5 22 Quadro de instrumentos
F38 20 22 Trava elétrica
D-17
Fusível Corrente (A) Figura Circuito de proteção (utilizadores) Central no polo positivo da bateria
Predisposição para alarme, Blue&MeTM, fig. 16
F39 10 22 Para ter acesso aos fusíveis, puxar a
autorrádio
F40 30 22 Vidro traseiro térmico tampa C-fig. 13 para cima.
F41 - - -
F42 7,5 22 Central ABS Não repare fusíveis nem
F43 20 22 Bomba bidirecional (esguicho) use fusíveis inadequados ou
F44 15 22 Tomada de corrente e acendedor de cigarros com capacidade diferen-
F45 10 22 Fechamento do porta-malas te do especificado neste manual,
F46 20 22 Teto solar evitando-se assim danos ao sistema
Levantador elétrico do vidro dianteiro es- elétrico do veículo com riscos de
F47 20 22 incêndio.
querdo/direito
F48 - 22 -
Serviço +15, alimentação interna para au-
torrádio, espelho elétrico, iluminação do
F49 7,5 22 comando do espelho elétrico, sensor de
chuva, predisposição para alarme, sensor
crepuscular, alerta
F50 7,5 22 Airbag
Alimentação, iluminação dos comandos
do ar-condicionado, iluminação do autor-
rádio, sensor de estacionamento, teto so-

LN286BR
F51 7,5 22
lar, bomba de combustível, cruise control,
brake light, travamento da porta e quadro

F1
de instrumentos

F2
F52 15 22 -
F53 7,5 22 NBC

F3
F82 30 22 Subwoofer
F83 40 23 Eletroventilador do climatizador
Bobina, sensor nível combustível,
F87 10 23
velocímetro fig. 16
D-18
VELAS As velas devem ser subs- RODAS E PNEUS
tituídas dentro dos pra-
A limpeza e a integridade das velas zos previstos pelo Plano
fig. 17 são decisivas para a eficiência de Manutenção Programada. Use INFORMAÇÕES GERAIS - PNEUS
do motor e para a contenção das emis- somente velas do tipo recomen- NOVOS
sões poluentes. dado; se o grau térmico for inade-
Os pneus e as rodas especificados pe-
O aspecto da vela, se examinado por quado, ou se não for garantida a
la Fiat são rigorosamente ajustados ao
um especialista, é um válido indício pa- duração prevista, podem acontecer
respectivo modelo/versão do veículo,
ra localizar um defeito, mesmo se não inconvenientes.
contribuindo fundamentalmente para
for ligado ao sistema de ignição. As- a estabilidade do veículo e a segurança
sim, se o motor tiver algum problema, dos seus ocupantes.
é importante verificar as velas na Rede MOTOR Velas (tipo)
Assistencial Fiat.
Recomendamos utili-
1.8 16V Flex NGK KR8B-10D zar exclusivamente pneus
e rodas homologados pela
Fiat para o modelo/versão do seu
veículo, ou seja, pneus radiais do
mesmo tipo de construção, fabri-
cante, dimensões e com o mesmo
desenho, evitando, assim, riscos.
D
Utilizar calotas genuínas Fiat.
4EN0169BR

Os veículos Fiat usam pneus Tube-


less, sem câmara de ar. Nunca usar câ-
maras de ar com estes pneus.
Efetuar a revisão e manutenção dos
pneus e das rodas na Rede Assistencial
Fiat, que dispõe de ferramentas espe-
cíficas e das peças necessárias e provi-
dencias quanto a eliminação dos pneus
fig. 17 velhos como resíduos.
D-19
Evitar a substituição individual dos Nestas condições, poderá provocar Exemplo: 195/65R15 91H
pneus. Se possível, substituir pelo me- seu estouro, acidentes e lesões. 195 - Largura nominal do pneu em mm
nos os pneus do mesmo eixo, ou seja, os
(S)
pneus dianteiros e traseiros, aos pares. O pneu envelhece mesmo se pouco
usado. Rachaduras na borracha da ban- 65 - Relação altura/largura em % (H/S)
Devido às características diferentes
de construção e à estrutura do pneu, da de rodagem e nas laterais são sinais R - Tipo de construção - código de
podem ocorrer diferenças na profundi- de envelhecimento. Pneus montados há radial
dade do perfil de pneus novos, de acor- mais de 5 anos necessitam passar por 15 - Diâmetro da roda em polegadas
do com a versão e o fabricante uma avaliação técnica. Atente-se para (’)
controlar também a roda sobressalente.
91 - Índice de capacidade de carga
A posição de montagem dos pneus Se for substituir, montar sempre
está indicada nas laterais pelas pala- pneus novos, optando por pneus ho- H - Índice de velocidade máxima
vras “inside” (parte interna) e “outsi- mologados FIAT. Os pneus podem ter também infor-
de” (parte externa). Em alguns pneus mações do sentido de marcha e refe-
a posição de montagem pode ser Leitura correta dos pneus - fig. 18 rência de pneus com versão reforçada
identificada por uma seta. É impor- (Reinforced). A data de fabricação tam-
tante que seja sempre mantido o Para uma escolha certa é importan- bém está indicada no flanco do pneu.
sentido de rodagem indicado, asse- te saber identificar as características e Por exemplo: DOT... 4509 - significa
gurando-se desse modo, um melhor dimensões do pneu corretamente. Os que o pneu foi produzido na 45ª sema-
aproveitamento das características pneus radiais, por exemplo, apresentam na do ano de 2009.
relacionadas com aquaplanagem, a seguinte inscrição nos flancos:
aderência, ruídos e desgaste. PRESSÃO DOS PNEUS

NU157
Controlar quinzenalmente, e antes
Atenção! de viagens longas, a pressão de cada
Pneus novos apresentam melhor pneu, inclusive da roda sobressalente.
aderência após percorrerem pelo me- Respeite sempre os valores de pressão
nos 150 km. dos pneus, descritos no capítulo E ou
na contracapa.
Não circule com pneus A pressão dos pneus indi-
em mau estado (ex.: bolhas, cada é valida somente para
furos, desgaste acentuado). fig. 18 os “pneus frios”. Deve-se
D-20
calibrá-los somente dessa maneira, Uma pressão errada pro- - Ajustar a pressão dos pneus à res-
sobretudo antes de longas viagens. voca um desgaste anormal pectiva carga. (Ver tabela de pressão de
dos pneus fig. 19. pneus com carga média e carga com-
Usando o veículo por um longo perí- pleta no capítulo E e na contracapa des-
odo, é normal que a pressão aumente. A - Pressão normal: banda de roda- te manual).
O ar nos pneus dilata-se quando aquece gem gasta de maneira uniforme. - Verificar também a pressão do pneu
através do atrito interno, fazendo com B - Pressão insuficiente: banda de ro- sobressalente. Calibrar com a pressão
que a pressão seja mais alta nos pneus dagem gasta principalmente nas bordas. mais alta prevista, de modo que tenha
quentes do que nos frios. pressão suficiente para substituir qual-
C - Pressão excessiva: banda de ro-
dagem gasta principalmente no centro. quer roda no veículo.
Um pneu com pressão
abaixo do especificado se A não observação das
aquece excessivamente Lembre-se de que a ade-
rência do veículo na estra- recomendações constantes
quando em utilização continuada, do presente manual reduz
isso poderá provocar danos aos da depende também da cor-
reta pressão dos pneus. substancialmente a durabilidade
pneus ou até mesmo o seu estou- dos pneus e influi negativamente no
ro. Mantenha sempre os valores comportamento do veículo.
de pressão indicados neste manual.
Uma pressão errada provoca um Em alta velocidade e em
piso úmido, o pneu com des- A falta de tampas de válvulas ou
desgaste anormal dos pneus fig. 19.
gaste acentuado pode perder a utilização de tampas inadequadas D
o contato com o solo fazendo com pode dar origem a vazamentos de ar.
que o veículo perca sua dirigibilidade Para evitá-los, mantenha sempre todas
as tampas devidamente apertadas. Se
4EN0170BR

e controle.
substituir um pneu, recomendamos tro-
car a válvula de enchimento também.
Para calibrar o pneu
- Consultar os valores da pressão dos PARA EVITAR DANOS:
pneus na contracapa ou no capítulo E. - Evitar o contato do pneu com óleo,
- Retirar a tampa da válvula e conec- graxa ou combustível.
A B C tar a mangueira de controle da pressão
diretamente na válvula.
fig. 19
D-21
- Remover os corpos estranhos (pre- - Não viajar com sobrecarga, pois po- cadas violentas aumentam o desgaste
gos, parafusos, etc.) que tenham pene- de causar sérios danos às rodas e aos dos pneus.
trado no pneu. pneus (Ver carga máxima admitida no A sobrecarga é também um dos fato-
capítulo E - Pesos). res que pode reduzir consideravelmen-
ADVERTÊNCIAS: evitar freadas - Se furar um pneu, agir com respeito te a durabilidade dos pneus. O excesso
repentinas, arrancadas violentas, à sinalização de trânsito e parar o veí- de peso compromete a durabilidade
choques contra calçadas, buracos culo no acostamento para providenciar dos componentes e aumenta o risco
e obstáculos de qualquer espécie, a troca. A substituição imediata evita de danos ou de alterações estruturais
dimensão e profundidade. O uso danos no próprio pneu, na roda, na sus- importantes no veículo.
prolongado em estradas mal conser- pensão e no mecanismo da direção.
vadas danifica os pneus. PARAFUSOS DAS RODAS
DURABILIDADE DOS PNEUS
- Verificar, periodicamente, se os Para verificar o desgaste do pneu, ve-
pneus não têm cortes laterais, fissuras Utilizar exclusivamente
rificar os indicadores de desgaste loca- os parafusos que pertencem
e bolhas, aumento de volume ou des- lizados no fundo da banda de rodagem
gaste irregular das bandas de rodagem. ao respectivo veículo.
transversalmente em relação ao sentido
Dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. de rodagem. Os indicadores estão dis- Os parafusos das rodas devem ser
postos em 6 ou 8 locais (conforme a apertados com o torque indicado.
marca), à distâncias iguais e são sina- Com um torque insuficiente, as rodas
lizados por marcas/símbolos ou siglas poderão soltar-se com o veículo em
(“TWI”) nos flancos dos pneus fig. 20. movimento e um torque excessivo po-
É importante obedecer ao limite de derá provocar danos nos parafusos. Os
NU169

segurança no desgaste natural do pneu parafusos das rodas devem estar limpos
em sua banda de rodagem, que não deve e girando facilmente.
ter menos de 1,6 mm de profundidade O torque prescrito para os parafusos
nos sulcos. Quando a altura for de 1,6 de roda em aço é de 86 Nm e em roda
mm, os pneus devem ser substituídos. de liga leve é de 98 Nm.
A durabilidade do pneu tem relação
TW com estilo de direção de cada condu-
I tor. Curvas feitas em alta velocidade,
acelerações bruscas, freadas e arran-
fig. 20
D-22
Em nenhuma circunstân- Não efetuar rodízio cru- Se ocorrer desgaste anormal dos
cia os parafusos devem ser zado dos pneus, deslocan- pneus, procure a Rede Assistencial Fiat
lubrificados. do-os do lado direito do para o alinhamento da direção.
veículo para o esquerdo e vice-
-versa. O Alinhamento de dire-
RODÍZIO DE RODAS - fig. 21
ção e o balanceamento dos
Para permitir um desgaste uniforme pneus não são cobertos pela
BALANCEAMENTO DAS RODAS
entre os pneus dianteiros e os trasei- Garantia do veículo, assim como os
ros, aconselha-se efetuar o rodízio dos As rodas do veículo foram previamen- eventuais inconvenientes decorren-
pneus a cada 10 mil quilômetros, man- te balanceadas por ocasião da monta- tes do fato de o veículo trafegar fora
tendo-os do mesmo lado do veículo gem, no entanto, a rodagem poderá das especificações fornecidas pela
para não inverter o sentido de rotação. provocar o seu desbalanceamento. Fiat no que se refere a esses itens.
Deste modo, os pneus terão aproxi- Um dos sinais de que a roda está
madamente a mesma duração. desbalanceada é quando se percebe MEIO AMBIENTE
Recomenda-se, após o rodízio, ve- vibrações na direção. O desbalancea-
rificar o balanceamento das rodas e o mento provoca desgaste da direção, da Uma pressão insuficiente dos pneus
alinhamento da direção. suspensão e dos pneus. aumentará o consumo de combustível,
Após a montagem de um pneu novo poluindo o meio ambiente.
ou em situações de forte impacto no
pneu é necessário balancear a respec- A borracha não se
D
tiva roda. decompõe com o passar do
tempo, razão pela qual os
NU158

ALINHAMENTO DA DIREÇÃO pneus usados, quando forem subs-


tituídos, não devem ser descartados
O veículo deve estar com as espe- em lixeiras comuns. É aconselhável
cificações geométricas da suspensão deixá-los no estabelecimento que
em conformidade com o fabricante, fez a troca para que este, segundo
pois assim não estará sujeito a sofrer legislação específica, se encarregue
desequilíbrio das forças que atuam no de reciclá-los.
veículo quando em sentido de marcha,
e consequente desgaste prematuro dos
fig. 21 componentes da suspensão e pneus.
D-23
TUBULAÇÕES DE LIMPADORES DO Substituição das palhetas do limpador
do para-brisa fig. 22
BORRACHA PARA-BRISA 1) Levantar o braço A do limpador
Em relação às tubulações flexíveis de do para-brisa.
borracha do sistema de freios, da dire- PALHETAS 2) Posicionar a palheta de maneira
ção hidráulica e de alimentação, seguir que forme um ângulo de 90º.
Limpar, periodicamente, a parte de
rigorosamente o Plano de Manutenção borracha usando produtos adequados. 3) Atuar na trava de bloqueio D da
Programada. Efetivamente, o ozônio, as Substituir as palhetas se o limpador de palheta.
altas temperaturas e a falta prolongada borracha estiver deformado ou gasto. 4) Retirar a palheta B desengatando-
de líquido no sistema podem causar o Em todo caso, aconselha-se substituí- -a de seu braço A.
endurecimento e a rachadura das tubu- -las uma vez por ano.
lações, com possíveis vazamentos de lí- 5) Montar a palheta nova introdu-
quidos. Assim, é necessário um controle zindo-a na respectiva sede, certifican-
cuidadoso. Viajar com as palhetas do-se de que fique bem travada.
do limpador do para-brisa 6) Recolocar a palheta sobre o para-
desgastadas representa um -brisa.
grave risco, pois reduz a visibilidade
em más condições atmosféricas.

- Não ligar os limpadores do para-bri-


sa sobre o vidro seco. Somente devem
ser utilizados estando o vidro molhado
e livre de impurezas, tais como: terra,

LN073BR
barro, areia, etc, sob pena de se danifi-
carem a borracha e o próprio vidro.

fig. 22
D-24
ESGUICHOS AR-CONDICIONADO Durante o inverno, o sistema de ar-
-condicionado deve ser colocado em
Se o jato não sair, antes de tudo, ve- funcionamento pelo menos uma vez
rificar se há líquido no reservatório; ver A utilização constante do ar-condi-
cionado pode resultar, com o tempo, por mês e por cerca de 10 minutos.
“VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS” neste capítulo.
na formação de mau cheiro devido ao Antes do verão, verificar a eficiência
Depois, usando um alfinete, verificar acúmulo de poeira e umidade no sis- do sistema na Rede Assistencial Fiat.
se os furos de saída não estão entupidos tema de ar-condicionado, facilitando a
A-fig. 23. proliferação de fungos e bactérias.
Os jatos do lavador podem ser orien- O sistema utiliza fluido
Para minimizar o problema de mau refrigerante R134a que, se
tados regulando a direção dos esgui- cheiro, é recomendado, semanalmen-
chos. Girar o cilindro dos esguichos ocorrer vazamentos aciden-
te, desligar o ar-condicionado e ligar o tais, não danifica o meio ambiente.
com uma chave de fenda introduzida aquecedor, no máximo, cerca de 5 a
na sede B-fig. 23 de maneira que sejam Evitar completamente o uso de flui-
10 minutos antes de estacionar o veí- do R12 que, além de ser incompatí-
apontados para o ponto mais alto al- culo, para que a umidade do sistema
cançado pelo movimento das palhetas. vel com os componentes do sistema,
seja eliminada. contém clorofluorcarbonetos (CFC).
O filtro antipólen, existente no siste-
ma, deve ser substituído com maior fre-
quência se o veículo transitar constante-
mente em estradas de muita poeira ou
ficar estacionado debaixo de árvores. D
LN074BR

fig. 23
D-25
CARROCERIA - Aspersão de polímeros com função Os detergentes poluem as
protetora, nos pontos mais expostos: so- águas. Por isso, a lavagem
leira das portas, parte interna dos para- do veículo deve ser efetu-
PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES -lamas, bordas, etc. ada usando produtos biodegradá-
ATMOSFÉRICOS veis, que se decompõem no meio
CONSELHOS PARA A BOA ambiente.
As principais causas de fenômenos
CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA
de corrosão são:
- poluição atmosférica. Ao lavar o veículo, utilize
Pintura
- salinidade e umidade da atmosfera o mínimo de água possível.
(regiões litorâneas ou com clima quente A pintura não tem só função estética, Se for utilizar mangueira,
e úmido). mas também de proteção das chapas. certifique-se de que não apresente
- variações climáticas das estações. Em abrasões ou riscos profundos, vazamentos que favoreçam o des-
aconselha-se a fazer os devidos reto- perdício de água potável.
Não se deve subestimar também a ques imediatamente, para evitar for-
ação abrasiva da poeira atmosférica e mações de ferrugem. Para uma lavagem correta:
da areia levadas pelo vento, do barro e
Para os retoques na pintura, utilizar 1) Molhar a carroceria com um jato
do cascalho atirados pelos outros ve-
somente produtos originais (ver o capí- d’água com baixa pressão.
ículos.
tulo “CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS”). 2) Passar na carroceria uma espon-
A Fiat adotou em seus veículos as
A manutenção normal da pintura ja com shampoo neutro automotivo,
melhores soluções tecnológicas para
consiste na lavagem, cuja frequência enxaguando-a com frequência.
proteger, com eficácia, a carroceria
contra a corrosão. depende das condições do ambiente 3) Enxaguar bem com água e enxu-
de uso. Por exemplo, nas zonas com gar com jato de ar, uma camurça ou
Aqui estão as principais: alta poluição atmosférica, alta salidade pano macio.
- Produtos e sistemas de pintura que ou em estradas rurais, onde é comum
Ao enxugar, prestar atenção nas
dão ao veículo uma maior resistência haver estrume de animal, orientamos
partes menos visíveis, como o vão das
contra corrosão e abrasão. lavar o veículo com mais frequência.
portas, capô e contorno dos faróis, nos
- Uso de chapas zincadas (ou pré- quais a água pode empoçar-se com
-tratadas), dotadas de alta resistência mais facilidade.
contra a corrosão.

D-26
Aconselha-se não guardar logo o ve- Evitar estacionar o veículo debaixo Vão do motor
ículo em ambiente fechado, mas deixá- de goteiras com resíduos de concreto,
A lavagem do compartimento do
-lo ao ar livre para favorecer a evapo- pois são corrosivos.
motor é um procedimento que deve ser
ração da água.
ADVERTÊNCIA: os excrementos evitado. Porém, quando isto se tornar
Não lavar o veículo depois de ter fi- necessário, observar as recomendações
de pássaros devem ser lavados ime-
cado parado sob o sol ou com o capô a seguir:
diatamente e com cuidado, pois sua
do motor quente; o brilho da pintura acidez é bastante agressiva.
pode ser alterado.
ADVERTÊNCIA: Ao lavar o motor,
As partes de plástico externas devem tome os seguintes cuidados:
ser limpas com o mesmo procedimen- Para proteger melhor a pintura,
to seguido para a lavagem normal do aconselhamos encerar periodicamen-
veículo. te, pois a cera deixa uma camada - Não o lave quando estiver ainda
protetora. quente.
Para algumas versões, a
haste da antena pode ser Vidros - Não utilize substâncias cáusti-
removida de sua base. Ao Para a limpeza dos vidros, usar de- cas, produtos ácidos ou derivados
lavar o veículo em equipamento de tergentes específicos. Usar panos bem de petróleo.
lavagem automática com escovas limpos para não riscar os vidros ou al-
rotativas, recomenda-se retirar a terar a transparência destes. - Evite jatos d’água diretamente
haste da antena no teto para evitar sobre os componentes eletroeletrô-
D
que ela seja danificada. Para retirá- nicos e seus chicotes.
-la, girá-la no sentido anti-horário ADVERTÊNCIA: Para não prejudi-
até se soltar completamente. Após car as resistências elétricas presen-
lavar e secar o veículo, recolocar a tes na superfície interna do vidro - Proteja com plásticos o alter-
haste da antena em sua sede. traseiro, esfregar delicadamente nador, a central da ignição/injeção
seguindo o sentido das próprias eletrônica, a bateria, a bobina e, se
Evitar estacionar o veículo debaixo resistências. existente, a central do sistema ABS.
de árvores; a resina que muitas espécies
deixam cair dão um aspecto opaco à Evite aplicar decalques ou outros
adesivos nos vidros, visto que podem - Proteja também com plástico o
pintura e aumentam a possibilidade de reservatório do fluido de freio, para
corrosão. desviar a atenção e reduzir o campo
de visão. evitar a sua contaminação.

D-27
Após a lavagem, não pulverize A limpeza do eletroven- INTERIOR DO
nenhum tipo de fluido (óleo die- tilador do radiador deve
sel, querosene, óleo de mamona ser feita respeitando as dis- VEÍCULO
etc.) sobre o motor e componentes, posições estabelecidas no tópico
sob pena de danificá-los, causando, “Vão do motor”. Particularmente, Periodicamente, verificar se não há
inclusive, a retenção de poeira. o emprego inadequado de jatos água parada debaixo dos tapetes (devi-
d’água pode ocasionar danos nas do a sapatos molhados, guarda-chuvas,
colmeias do radiador e no motor etc.) que poderiam proporcionar o sur-
ADVERTÊNCIA: A lavagem deve gimento de focos de corrosão.
ser efetuada com motor frio e chave elétrico do eletroventilador.
de ignição em STOP. Depois da LIMPEZA DOS BANCOS E DAS
lavagem, verificar se as diversas Pneus PARTES DE TECIDO
proteções (ex.: tampas de borra-
cha e outras proteções) não foram Após uma lavagem geral do veículo - Retirar o pó com uma escova macia
removidas ou danificadas. aconselha-se esfregar uma escova de ou com um aspirador de pó.
cerdas macias com uma solução de
água e shampoo neutro. - Esfregar os bancos com uma espon-
ja umedecida com uma mistura de água
Eletroventilador do radiador
e detergente neutro.
A utilização do veículo em vias la-
macentas pode ocasionar o acúmulo de Limpeza dos bancos em veludo
barro no eletroventilador, provocando (algumas versões)
vibrações e ruídos anormais e, em si-
tuações extremas, o travamento do sis- Para limpeza do veludo, use aspira-
tema. A inspeção e limpeza do eletro- dor de pó, uma escova de cerdas ma-
ventilador do radiador é uma operação cias e água. Não use sabão ou deter-
necessária em veículos que trafegam gentes, pois podem manchar o veludo.
em tais condições. Após aspirar deve-se proceder a lim-
peza do encosto varrendo de cima para
baixo com escova seca.

D-28
O assento deve ser varrido da parte PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
mais próxima do encosto para a frente ol ou benzina para a limpeza do
do banco. Após o uso da escova seca Usar produtos específicos, estudados visor do quadro de instrumentos.
deve-se repetir a operação com a esco- para não alterar o aspecto dos compo-
va levemente umedecida. nentes.
Em seguida, deixar que seque com- Não deixar frascos de
TAPETES E PARTES DE BORRACHA aerossol no veículo, pois
pletamente para sua utilização. (exceto vão do motor) há perigo de explosão. Os
Limpeza dos bancos com Recomenda-se usar produtos de efi- frascos de aerossol não devem ser
revestimento parcial em couro ciência comprovada. Misturas caseiras expostos a uma temperatura supe-
(algumas versões) de álcool + glicerina produzem brilho rior a 50°C. Dentro do veículo
exagerado, além de agredir a borracha exposto ao sol, a temperatura pode
Retirar a sujeira seca com uma flanela ultrapassar em muito este valor.
úmida, sem exercer muita pressão. dos pneus.
Retirar as manchas de líquidos e gra-
xa com um pano macio absorvente,
sem esparramar. Em seguida passar uma
flanela umedecida em uma solução de
água e sabão neutro.
Se a mancha persistir, usar produtos D
específicos, prestando atenção nas ins-
truções de uso.
Nunca usar álcool ou produtos à base
de álcool.

D-29
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . E-1
vão começar a ler o manual a partir desta parte. Efetivamente,
inicia uma seção cheia de dados, números, medidas e tabelas. MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-3
Trata-se, de uma certa forma, da carteira de identidade de TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-4
seu veículo. Um documento de apresentação que mostra, em
linguagem técnica, todas as características que fazem dele um FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
modelo criado para proporcionar-lhe a máxima satisfação.
SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5

DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5

ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . E-6

RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-7

PRESSÃO DOS PNEUS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-8

SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-9

DESEMPENHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-10

DIMENSÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-11

PESOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-12

ABASTECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-13
E
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E
DOS LÍQUIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-15

E
DADOS PARA A ANO DE FABRICAÇÃO CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE
CARROCERIA
IDENTIFICAÇÃO C - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita, próxima E - Plaqueta de identificação fixada
Estão indicados nos seguintes pontos à etiqueta VIS. sob o para-lama dianteiro, lado esquer-
fig. 1 e 2. do, com o código de identificação da
TIPO E NÚMERO DO CHASSI carroceria.
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO D - Gravação no assoalho à frente do
VEÍCULO (VIS) TIPO E NÚMERO DO MOTOR
banco dianteiro direito.
A - Etiqueta sobre o para-lama dian- F - Gravação no bloco do motor:
teiro direito. Lado esquerdo do bloco.
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita.
Este número sequencial está também
gravado no para-brisa, vidro traseiro e
vidros das portas.

4EN0268BR
LN258BR
A D

01 0
00 00
00
00 00
*9 B0
LN260BR

*9
A C
E

LN184BR

H0457BR
4EN0265BR

B
F E F
D

C
E
B

fig. 1 fig. 2
E-1
ETIQUETA ADESIVA DE Indica os seguintes dados: ETIQUETA ADESIVA DE IDENTIFI-
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA A - Fabricante da tinta. CAÇÃO DO FABRICANTE - fig. 4
CARROCERIA - fig. 3
B - Denominação da cor. A etiqueta adesiva está localizada sob
A etiqueta adesiva está colada na C - Código Fiat da cor. o capô do motor, na travessa frontal do
parte lateral interna da porta esquerda. veículo.
D - Código da cor para retoques ou
nova pintura.

4EN0177BR

4EN1451BR
$
FIAT AUTOMÓVEIS S/A
% Av. Contorno, nº 3455, bairro Paulo Camilo
Betim-Minas Gerais-CEP: 32.669-900
& CGC 16 701 716/0001-56
Indústria Brasileira

'

fig. 3 fig. 4
E-2
MOTOR
DADOS GERAIS 1.8 16V
Ciclo OTTO
Combustível Gasolina/etanol
Número de cilindros 4
Número de válvulas por cilindro 4
Diâmetro x curso mm 80,5 x 85,8
Cilindrada total cm3 1747,0
Taxa de compressão 11,2:1 ± 0,15
Gasolina Etanol
Potência máxima ABNT cv/kW 130,0/95,59 132,0/97,6
regime correspondente rpm 5250 5250
Torque máximo ABNT kgfm 18,4/180,32 18,9/185,22
regime correspondente rpm 4500 4500
800 ± 50 (Ar-condicionado desligado)
Regime de marcha lenta rpm
850 ± 50 (Ar-condicionado ligado)
DISTRIBUIÇÃO
Admissão: início antes do PMS 4,4º
fim depois do PMI 37,7º E
Escapamento: início antes do PMI 37,7º
fim depois do PMS 0,51º
Teor de CO em marcha lenta < 0,2 %

E-3
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO LUBRIFICAÇÃO TRANSMISSÃO
Forçada, através de bomba de en-
Modificações ou conser- grenagens com válvula limitadora de EMBREAGEM
tos no sistema de alimenta- pressão incorporada. Monodisco a seco com mola a disco
ção, efetuados de maneira e comando hidráulico. Não necessita
incorreta e sem ter em conta as ARREFECIMENTO de ajustes.
características técnicas do sistema,
podem causar anomalias de funcio- Sistema de arrefecimento com radia-
dor, bomba centrífuga e reservatório de CAIXA DE MUDANÇAS E
namento com riscos de incêndio. DIFERENCIAL
expansão.
Grupo cilíndrico de redução e gru-
Motor 1.8 16V Flex po diferencial incorporados à caixa de
Ordem de ignição: 1-3-4-2. velocidades.
Tipo: Multipoint sequencial indireta
(Magneti Marelli) 7GF.
Filtro do ar: a seco, com elemento
filtrante de papel.
Bomba de combustível: elétrica.

E-4
FREIOS SUSPENSÕES DIREÇÃO
Com pinhão e cremalheira com as-
FREIOS DE SERVIÇO DIANTEIRA sistência hidráulica, coluna de direção
De rodas independentes, tipo descentrada e com absorção de ener-
Dianteiros: McPherson com braços oscilantes fixa- gia.
A disco ventilado, com pinça flutu- dos a uma travessa.
ante. Diâmetro mínimo de curva:
Molas helicoidais e amortecedores
hidráulicos telescópicos de duplo efei- 10,9 metros
Traseiros: to.
A disco sólido, com pinça flutuante. Barra estabilizadora. Número de voltas do volante:
Duplo circuito diagonal. 2,65 voltas com direção hidráulica
Sistema ABS. TRASEIRA
Recuperação automática da folga de- Com rodas semi-independentes, tra-
vido ao desgaste das pastilhas. vessa de torção de seção aberta.
Molas helicoidais e amortecedores
FREIO DE MÃO hidráulicos telescópicos de duplo efei-
to.
Comandado por alavanca de mão
que age mecanicamente sobre as pas-
tilhas dos freios traseiros, com compen-
sação de desgaste.

E-5
ALINHAMENTO DAS RODAS

RODAS DIANTEIRAS

Essence 1.8 16V Flex Absolute 1.8 16V Flex Dualogic®

Câmber -33’ ± 30’ -35’ ± 30’

Cáster 2º 50’ ± 30’ 2º 44’ ± 30’

Convergência -1,0 ± 1,0 mm -0,5 ± 0,5 mm

RODAS TRASEIRAS

Essence 1.8 16V Flex Absolute 1.8 16V Flex Dualogic®

Câmber -43’ ± 30’ -47’ ± 30’

Convergência 2,0 ± 0,5 mm

E-6
RODAS E PNEUS
Rodas (*) Pneus

6,0 x 15” 195/65 R15 91H


6,5 x 16” (**) 205/55 R16 91V (**)
Essence 1.8 16V Flex 6,5 x 17” (**) 205/50 R17 93V (**)
Estepe em chapa 6,5 x 16” (***) 205/55 R16 91V (estepe)(***)

6,5 x 17” 205/50 R17 93V (**)


Absolute 1.8 16V Flex Estepe em chapa 6,5 x 16” (***) 205/55 R16 91V (estepe)(***)

(*) Para algumas versões, a roda sobressalente dos veículos equipados com rodas de liga leve é em aço estampado.
(**) Opcional.
Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com
pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.

(***) ADVERTÊNCIA: a roda sobressalente deve ser utilizada apenas em caso de emergência. A utilização deve
ser reduzida ao mínimo indispensável e a velocidade não deve ultrapassar 80 km/h. Na roda encontra-se aplicado
um adesivo com os principais avisos sobre a utilização e as respectivas limitações. Não remover o adesivo.

ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. Utilize somente pneus com caracte-
rísticas e dimensões prescritas no manual. Esta condição garante uma correta indicação de velocidade e distância E
percorrida no quadro de instrumentos.

E-7
PRESSÃO DOS PNEUS

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS - lbf/pol2 (kgf/cm2)


Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.

Essence 1.8 16V Flex Absolute 1.8 16V Flex Dualogic®

Roda 15” Roda 16” Roda 17”


Com carga média
- dianteiro: 28 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0)
- traseiro: 28 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0) 29 ou (2,0)

Com carga completa


- dianteiro: 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
- traseiro: 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)
Roda reserva 32 ou (2,2) 32 ou (2,2)

Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.

E-8
SISTEMA ELÉTRICO O alternador tem um regulador de
tensão que incorpora a função de diag-
MOTOR DE PARTIDA

Tensão de alimentação: 12 volts. nóstico, ou seja, a luz-espia de recarga


da bateria permanece acesa até 2,5 se-
1.8 16V Flex
BATERIA gundos após a partida do veículo para
leitura do sistema. Potência 1,3 KW
Se houver algum inconveniente per- fornecida
Capacidades
manente, a luz-espia continuará acesa.
1.8 16V Flex: .........................60 Ah Dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
(*) para algumas versões
Se não houver nenhum inconvenien-
ALTERNADOR te permanente no veículo a luz-espia
apagará e, se a seguir, a chave de igni- Modificações ou con-
1.8 16V Flex ção for colocada em Stop e novamente sertos no sistema elétrico,
em marcha, a luz-espia de recarga da efetuados de maneira incor-
Corrente nominal 120 A
bateria não mais acenderá. reta e sem ter em conta as caracte-
máxima fornecida 120 A (*) rísticas técnicas do sistema, podem
causar anomalias de funcionamento
com riscos de incêndio.
(*) Com ar-condicionado

E-9
DESEMPENHO
Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h).

1.8 16V Flex

Gasolina Etanol
a
1 marcha 49,0 49,0
2a marcha 86,0 86,0
3a marcha 127,0 127,0
4a marcha 167,0 167,0
a
5 marcha (*) 190,0 192,0
Em marcha a ré 49,0 49,0

(*) Valores indicativos.

Rampa máxima superável (*), em primeira marcha e com carga útil; estando o veículo já em movimento com o motor
em rotação de torque máximo.

1.8 16V Flex


Gasolina Etanol
%* 39,4 39,4

* Obs.: os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos
opcionais do veículo.
E-10
DIMENSÕES

LN245BR
Dimensões em mm

Volume do porta-malas (norma


ISO 3832):
- Em condições normais: 500 艎
- Ampliada, com carga rente aos
vidros laterais (banco totalmente
rebatido): 870 艎
I
- Rebatido 1 : 670 艎
3
- Rebatido 2 : 794 艎
3 FIAT

fig. 5

A B C D E F G H I
E
4578 945 2603 1030 1505 (*) 1476 1730 1482 1946

(*) Veículo vazio

E-11
PESOS

Pesos (kg) Essence 1.8 16V Absolute 1.8 16V Dualogic®

Peso do veículo em ordem de marcha


(com abastecimentos, roda de reserva, 1315 1340
ferramentas e acessórios):

Capacidade útil incluindo o motorista: 400 395

Cargas máximas admitidas (*):


- eixo dianteiro 1000 1000
- eixo traseiro 900 900

Cargas rebocáveis:
400 400
- reboque sem freio

Carga máxima sobre o bagageiro do teto 40 40

(*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/
ou sobre a superfície de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.

E-12
ABASTECIMENTOS
1.8 16V Flex Produtos
litros kg homologados
Tanque de combustível: (*) 60,0 - Gasolina tipo C ou etanol etílico hidrata-
Incluída uma reserva aproximada de: 9,5 - do combustível em qualquer proporção
Sistema de arrefecimento do motor: 50% de Coolantup (vermelho)
6,4 -
- com aquecedor e/ou ar-condicionado + 50% de água pura
Cárter do motor e filtro: 4,30 3,65 SELÈNIA K PURE ENERGY 5W30
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 1,76 TUTELA GEARFORCE
Direção hidráulica: 1,12 - TUTELA CAR GI/A
0,125 (roda)
Junta homocinética e coifa: - TUTELA MRM 2/L
0,150 (câmbio)
Circuito dos freios hidráulicos com
dispositivo antibloqueio ABS/comando 0,500 - TUTELA TOP 4
hidráulico da embreagem:
Reservatório do líquido dos lavadores do
2,3 - Água pura (**)
para-brisa e do vidro traseiro:
Gasolina tipo C com teor de álcool etíli-
Reservatório de partida a frio 0,62 -
co anidro conforme legislação vigente E

(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa para-brisas ao
líquido do reservatório do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa para-brisas + 75% de água pura.
(***) Para especificação do óleo para câmbio Dualogic®, consultar manual específico no kit de bordo.

E-13
NOTAS SOBRE O USO DOS ADVERTÊNCIA: o uso de combus- Consumo de óleo do motor
PRODUTOS tíveis diferentes dos especificados Devido à concepção dos motores a
poderá comprometer o desempe- combustão interna, para que haja uma
Óleo nho do veículo, bem como causar boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
danos aos componentes do sistema cante é consumido durante o funciona-
Não completar o nível com óleos de
de alimentação, e do próprio motor, mento do motor.
características diferentes das do óleo já
que não são cobertos pela garantia.
existente. De maneira indicativa, o consumo
máximo de óleo do motor, expresso
Combustíveis em mililitros a cada 1000 km, é o se-
Os motores FLEX foram projetados guinte:
para utilizar gasolina do tipo “C” com
teor de álcool etílico anidro ou etanol
etílico hidratado combustível em qual-
quer proporção, conforme legislação vi- Motor ml. a cada 1000 km
gente (PROGRAMA DE CONTROLE DE
POLUIÇÃO DO AR PARA VEÍCULOS 1.8 16V Flex 500
AUTOMOTORES e ANP).

ADVERTÊNCIA: O consumo do
óleo do motor depende do modo
de dirigir e das condições de uso
do veículo.

E-14
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS

PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS

Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para


Tipo Aplicação
um correto funcionamento do veículo (*)

Lubrificantes para
Lubrificante sintético SAE 5W30. API SM; FIAT 9.55535-G1 Cárter do motor
motores

Óleo sintético para caixa de mudanças e diferenciais com


graduação SAE 75W. Atende às especificações API GL-4, Caixa de mudanças e diferencial
Lubrificantes e graxas FIAT 9.55550-MZ6
para a transmissão do
movimento Óleo de tipo DEXRON II, FIAT 9.55550-AG1 Direções hidráulicas
Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de lítio,
Juntas homocinéticas e coifas
consistência N.L.G.I. = 2
Fluidos para freios Freios hidráulicos e comandos
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703, FIAT 9.55597
hidráulicos hidráulicos da embreagem
Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base
Protetor e anticonge-
de monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão de
lante para sistema de Sistema de arrefecimento
origem orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology).
arrefecimento
Mistura de 50 % com 50 % de água pura, FIAT 9.55523-2 E

(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o funcionamento
do veículo.
A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção Abastecimentos, neste capítulo.

E-15
ÍNDICE ALFABÉTICO Apoia-braço dianteiro ...............A-10 Câmera de ré Parkview®
Apoia-cabeças .............................A-9 (quando previsto) ....................A-63
Capô do motor ..........................A-78
Abastecimentos ....................... E-13 Aquecimento do habitáculo ......A-44
Aquecimento rápido do Características dos lubrificantes e
Abertura com chave do dos líquidos............................. E-15
telecomando .............................A-7 habitáculo ...............................A-44
Ar-condicionado ...................... D-25 Características técnicas ...................E
ABS ...........................................A-82
Arrefecimento.............................. E-4 Carroceria ................................ D-26
Acessórios comprados pelo
usuário .................................... B-14 Ativação da circulação do ar.....A-45 Carroceria ................................... E-2
Airbag - desativação ..................A-85 Ativação do alarme .....................A-6 Centrais eletrônicas .................. D-14
Airbag do lado do passageiro ....A-84 Autorrádio .................................A-89 Chave com controle motor ..........A-2
Airbag laterais ...........................A-85 Chaves ........................................A-1
Airbag .......................................A-82 Bagageiro de teto .....................A-79 Cintos de segurança ..................A-13
Airbags frontais .........................A-83 - advertências gerais................A-15
Balanceamento das rodas ......... D-23
Alarme ........................................A-5 - como manter os cintos sempre
Banco traseiro bipartido ............A-77
Alavancas sob o volante ............A-54 eficientes .................................A-16
Bancos
- alavanca direita ....................A-56 - regulagens...............................A-8 - como utilizar ........................A-13
- alavanca esquerda ................A-54 Bateria .....D-6, D-12,D-13, E-9, A-94 - regulagem de altura ..............A-14
Alimentação e ignição................. E-4 Bem-vindo a bordo ........................ 2 - uso dos cintos traseiros .........A-14
Alinhamento da direção ........... D-23 Botões de comando do display Climatização (resfriamento) .......A-44
Alinhamento das rodas ................ E-6 eletrônico ................................A-24 Climatizador automático ...........A-48
Alternador ................................... E-9 Botões de comandos no painel .A-64 CODE geração II .........................A-1
Ano de fabricação ....................... E-1 Código dos motores
Antes de sair com o veículo ........ B-5 Caixa de mudanças e diferencial ..E-4 - versão de carroceria................ E-2 F
Antiesmagamento ......................A-74 Câmbio ....................................... B-3 Comandos do ar ........................A-43
F-1
Comandos do climatizador Dados para identificação Dirigir com economia e respeitando
automático ..............................A-49 - ano de fabricação ................... E-1 o meio ambiente ....................... B-8
Combustíveis ............................. E-13 Dados para identificação - etiqueta Dirigir com segurança ................. B-4
Como aquecer o motor de partida . B-2 adesiva de identificação da tinta de - dirigir à noite .......................... B-6
carroceria .................................. E-2
Comutador de ignição .................A-7 - dirigir com ABS....................... B-7
Dados para identificação - etiqueta
Conhecimento do veículo .............. A adesiva de identificação do fabri- - dirigir com chuva.................... B-6
Conjunto da luz interna ............A-66 cante ......................................... E-2 - dirigir em estradas não
Dados para identificação - Seção de pavimentadas ............................ B-8
Conselhos para a boa conservação
da carroceria .......................... D-26 identificação do veículo ............ E-1 - dirigir em montanha ............... B-7
Conselhos úteis para prolongar a Dados para identificação - dirigir na neblina .................... B-7
vida da bateria ....................... D-13 - tipo e número do chassi.......... E-1
- em viagem .............................. B-5
Considerações importantes ............. 4 Dados para identificação
- tipo e número do motor .......... E-1 Display eletrônico .....................A-24
Consumo de óleo do motor....... E-14 Dispositivo para reboque .......... B-14
Dados para identificação............. E-1
Conta-giros ................................A-23 Dispositivos para reduzir as
Desativação do alarme ................A-6
Contenção de gastos de utilização e emissões..................................A-93
da poluição ambiental ............ B-11 Descongelamento......................A-46
Drive by wire ............................A-80
Continuidade da manutenção .... D-5 Desembaçamento......................A-46
Duplicação das chaves................A-5
Controles frequentes e antes de lon- - para-brisa ..............................A-46
gas viagens .............................. B-14 - Manutenção do sistema ........A-47
Em emergência ............................. C
Controles remotos adicionais ......A-4 Desempenho ............................. E-10
Embreagem ................................. E-4
Conversor catalítico trivalente ...A-93 Desligar o motor ......................... B-2
Equipamentos internos ..............A-66
Corretor de frenagem ................A-82 Destinação de baterias ..............A-94
Esguichos ................................. D-25
Cortina para-sol.........................A-70 Difusores de ar orientáveis ........A-42 Espelho retrovisor interno
Dimensões ................................ E-11 eletrocrômico ..........................A-11
Dados gerais sobre o motor ....... E-3 Direção ....................................... E-5 Espelho retrovisor interno ..........A-11
F-2
Espelhos retrovisores externos ...A-12 Funcionamento do Fiat Code ......A-4 Levantadores dos vidros das
Estacionamento ........................... B-2 Funções do computador de portas ......................................A-73
bordo - My Car .......................A-25 Levantadores elétricos com
Etiqueta adesiva de identificação da
tinta de carroceria ..................... E-2 Fusíveis .................................... D-15 antiesmagamento ....................A-74
Etiqueta adesiva de identificação Limitadores de carga .................A-19
do fabricante ............................. E-2 Guardar ferramentas ..................C-4 Limpadores de para-brisa ......... D-24
Exclusão do alarme .....................A-7 Limpeza das partes de plásticos
Extintor de incêndio ..................C-16 Identificação do veículo ............. E-1 internas .................................. D-29
- advertência ............................ D-7 Inatividade do veículo ............... B-13 Limpeza de tapetes e partes de
borracha................................. D-29
Indicador de temperatura do líquido
Limpeza dos bancos ................. D-28
Faróis .......................................A-79 de arrefecimento do motor ......A-22
Indicador do nível de Líquido do sistema de arrefecimento
- compensação da inclinação..A-79
combustível............................A-22 do motor .................................. D-8
- regulagem do facho luminoso .A-79
Instalação do gancho de reboque ..B-14 Líquido dos lavadores do para-brisa
Fiat CODE geração II ..................A-1 e do vidro traseiro .................... D-9
Instrumentos de bordo
Filtro antipólen e carvão ativado..D-12 - conta-giros ............................A-23 Líquido para direção hidráulica . D-9
Filtro de ar................................ D-11 Instrumentos de bordo - indicador de Longa inatividade do veículo .... B-13
- advertência ............................ D-6 temperatura do líquido de arrefeci- Lubrificação ................................ E-4
mento do motor ......................A-22
Filtro de combustível Luzes espias e sinalizações .......A-34
- advertência ............................ D-7 Instrumentos de bordo - indicador do
nível de combustível ...............A-22 - avaria nas luzes externas ......A-38
Fluido dos freios ....................... D-11 - avaria no Fiat Code...............A-38
Instrumentos de bordo
Freio de mão ............................... B-3 - velocímetro ...........................A-22 - avaria no sensor crepuscular.A-40
Freio de mão ............................... E-5 Instrumentos de bordo...............A-22 - avaria no sensor de chuva ....A-40
Freios de serviço ......................... E-5 Interior do veículo .................... D-28 - avaria no sistema de controle do F
Freios .......................................... E-5 Intervenção do alarme.................A-5 motor ......................................A-37
F-3
- cinto de segurança ................A-36 - possível presença de gelo nas - regulagem do volume das
estradas ...................................A-40 teclas.......................................A-29
- corretor eletrônico de
frenagem .................................A-38 - reserva de combustível .........A-37 - Seleção de uma entrada do
menu.......................................A-26
- espia da exclusão do airbag ..A-35 - sistema antitravamento da rodas
ABS ineficiente ........................A-37 - seleção do idioma.................A-28
- excessiva temperatura do líquido
- velocidade limite ultrapassada.. A-36
de arrefecimento .....................A-36
Luz-espia do sistema de
Observações gerais sobre o
- faróis altos ............................A-39 reboque................................... B-15
diagnóstico.............................. B-10
Óleo do motor .................. D-8, E-14
- faróis de neblina ...................A-39
Os símbolos para uma direção
- fechamento incorreto das Manutenção do veículo ...............D correta.......................................... 3
portas ......................................A-36 Manutenção programada ........... D-1 Outros conselhos sobre emissões . B-9
- fluido dos freios insuficiente .A-34 Materiais não nocivos ao meio
ambiente .................................A-93 Painel de instrumentos ............A-20
- follow me home....................A-39
Meio ambiente ................A-93, D-23 Palhetas dos limpadores ........... D-24
- freio de mão acionado ..........A-34
Menu de setup ..........................A-25 Para desligar o motor .................. B-2
- indicador de direção direita ..A-39
Modo de dirigir ......................... B-12 Para evitar danos nos pneus ..... D-21
- indicador de direção esquerda . A-39
Motor de partida ......................... E-9 Parafuso das rodas.................... D-22
- insuficiente carga da bateria .A-35 Motor .......................................... E-3 Para-sóis ....................................A-72
- insuficiente pressão do óleo do My Car Partida com bateria auxiliar........... C-14
motor ......................................A-35 - airbag - Ativação/desativação ..A-31 Partida com manobras por inércia . C-1
- interruptor inercial ................A-39 - desativação do airbag ...........A-31 Partida com o motor quente ........ B-2
- luzes de posição e faróis .......A-39 - habilitação do trip B .............A-32 Partida de emergência .................C-1
- nível insuficiente de gasolina no - limite de velocidade .............A-28 Partida do motor ......................... B-1
reservatório de partida a frio ...A-37 - manutenção programada ......A-29 Pesos ......................................... E-12
F-4
Piloto automático ......................A-59 Pressão dos pneus ............. D-20, E-8 Sair com o veículo..................... B-4
- aumentar a velocidade..........A-60 Pré-tensionador .........................A-18 Se a bateria descarregar ............C-14
- Memorizar velocidade ..........A-60 Produtos lubrificantes ................ E-15 Se furar um pneu .........................C-2
- reduzir a velocidade .............A-60 Produtos utilizados e suas - parar o veículo........................C-2
- reprogramação da velocidade .A-60 características.......................... E-15
- pegar ferramentas ...................C-2
- restabelecer a velocidade......A-60 Proteção contra agentes
- substituir a roda ......................C-2
atmosféricos ........................... D-26
Plano de manutenção Se houver feridos.......................C-16
programada .............................. D-2 Proteção do meio ambiente ......A-93
Se ocorrer um acidente .............C-15
Pneu-substituição ........................C-2 Proteção dos dispositivos que
reduzem as emissões................. B-8 Se precisar levantar o veículo....C-15
- durabilidade dos pneus ........ D-22
Proteção volumétrica ..................A-6 Se precisar rebocar o veículo ....C-15
Porta-copos ...............................A-68
Se queimar um fusível .............. D-15
Porta-luvas ................................A-66
Quadro de instrumentos ..........A-21 Se uma luz externa ou interna se
Porta-malas ...............................A-75 apagar - tipos de lâmpadas .......C-6
- abertura a distância...............A-76 Seção de identificação do veículo ..E-1
- ampliação .............................A-77 Recarga da bateria ......... B-13, C-14 Sensor crepuscular - autolamp ..A-58
Porta-objetos das portas ............A-10 Regulagem dos bancos ................A-8 Sensor de chuva ........................A-56
Porta-objetos .............................A-69 Regulagens personalizadas ..........A-8 Sensores de estacionamento ......A-62
Porta-óculos ..............................A-69 Reservatório de gasolina para Serviços adicionais de
partida a frio .......................... D-10 manutenção ............................. D-5
Portas laterais ............................A-71
Retrovisor eletrocrômico ...........A-11 Simbologia ..................................... 5
Portas ........................................A-71
Retrovisor ..................................A-11 - símbolos de advertência ............ 6
Posição dos fusíveis.................. D-16
Rodas e pneus ................... E-7, D-19 - símbolos de obrigação ............... 6
Predisposição para alarme.........A-90
Pressão de calibragem dos pneus
Rodízio das rodas ..................... D-23 - símbolos de perigo..................... 5 F
frios ........................................... E-8 Ruídos veiculares ......................A-94 - símbolos de proibição................ 5
F-5
Sistema antievaporação .............A-93 - plafoniera dianteira ...............C-12 Utilização do sistema de
Sistema anti-whiplash ..................A-9 - plafoniera do porta-malas .....C-14 climatização............................A-49
Sistema climatização .................A-41 - plafoniera traseira .................C-13
Sistema de bloqueio de Substituição dos fusíveis ........... D-15 Veículo - uso correto .................... B
combustíveis ...........................A-65 Substituições fora do plano de Velas ........................................ D-19
Sistema elétrico ........................... E-9 manutenção ............................. D-5
Velocidade para troca de marchas...B5
Sistema Fiat CODE geração II......A-1 Suspensões .................................. E-5
Velocímetro...............................A-22
Sistema OBD ............................. B-10
Solicitação de controles remotos Tipo e número do chassi ............ E-1 Ventilação do habitáculo ..........A-44
adicionais..................................A-3 Tipo e número do motor ............. E-1 Verificação dos níveis do motor . D-7
Substituição da bateria da chave com Tomada de corrente ..................A-67 Versões Flex ..............................A-92
controle remoto.........................A-4
Transmissão................................. E-4 Volante......................................A-11
Substituição da lâmpada externa .C-8 Transporte de crianças em
- brake light.............................C-11 segurança ................................A-17
Travamento de emergência das
Window bag ...........................A-86
- faróis baixos e altos ................C-9
portas ......................................A-73
- grupos óticos dianteiros ..........C-8
Travamento e destravamento das
- grupos óticos traseiros...........C-10 portas ......................................A-72
- indicadores de direção............C-9 Travamento elétrico das portas ..A-72
- luz de neblina .......................C-10 Trip computer ...........................A-32
- grandezas visualizadas..........A-32
- luz de placa ..........................C-11
- saída do Trip .........................A-33
- luzes de posição .....................C-8
Tubulações de borracha ........... D-24
- repetidores laterais ................C-10
Substituição de fusíveis ............ D-15 Uso correto do veículo ................. B
Substituição de lâmpada interna ..C-12 Uso do câmbio............................ B-3
F-6
NOTAS

F
F-7
NOTAS

F-8
SEU FIAT MERECE OS MELHORES FLUIDOS E LUBRIFICANTES.
UTILIZE SEMPRE A LINHA DE PRODUTOS PETRONAS.
MÁXIMA PROTEÇÃO.
As linhas de fluidos e lubrificantes PETRONAS garantem maior proteção ao seu veículo Fiat.
A PETRONAS é a marca recomendada pela Fiat em todo o mundo.
PETRONAS. PRESENTE NO MUNDO. NO BRASIL. NA SUA VIDA.

F
F-9
PROTEÇÃO PARA SEU CARRO,
COM DESEMPENHO
E TECNOLOGIA.
A PETRONAS traz em suas linhas de lubrificantes, fluidos
e graxas as qualidades necessárias para que seja sempre
a marca utilizada no seu carro: tecnologia, desempenho,
proteção e cuidado com o meio ambiente.

O lubrificante PETRONAS Selènia, recomendado pela


Fiat em todo o mundo para o motor dos seus carros,
é produzido pela PETRONAS, além do fluido de
arrefecimento PETRONAS Coolant e da linha
PETRONAS Tutela para transmissão e fluido de freio.

Tenha sempre em seu Fiat todo o desempenho e


durabilidade originais de fábrica com a PETRONAS.

F-10
Se ocorrer troca de propriedade do veículo é indispensável que o novo proprietário tenha conhecimento das modalidades
de utilização e das advertências descritas nesta publicação, e que lhe seja entregue o presente manual de uso e manutenção.

Se você deseja entrar em contato conosco, de qualquer parte do Brasil, ligue para:

Central L’UNICO
Fone: DDG (0800) 725 - 4632

FCA FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS BRASIL LTDA. / Assistência Técnica


Avenida Contorno, 3455 - Bairro Paulo Camilo - Betim - MG - CEP 32669-900
Internet: http://www.fiat.com.br

Este veículo está em conformidade com o PROCONVE - Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores.

Produzido pela Star Comunicação e Serviços Ltda.

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