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Seja você pesquisador(a) ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, vale a pena dar

uma olhada nas sugestões a seguir. Todos os textos já estão com link para download. E
se você tiver outras dicas para indicar, é só deixar nos comentários. A gente
agradece!
1- Problemas de Gênero – Feminismo e Subversão da Identidade. Autoria:
Judith Butler
Judith Butler propõe observar, de maneira geral, o modo como as fábulas de gênero
estabelecem e fazem circular sua denominação errônea de fatos naturais. Os textos estão
reunidos de modo a facilitar uma convergência política das perspectivas feministas, gays
e lésbicas sobre o gênero com a da teoria pós-estruturalista.

A filósofa pós-estruturalista norte-americana Judith Butler

>>> CLIQUE AQUI PARA LER Problemas de Gênero


2- História da Sexualidade – A Vontade de Saber – Vol. 1. Autoria: Michel
Foucault
Ao longo dos anos 1970, Michel Foucault dedicou seu trabalho no Collège de France à
análise do lugar da sexualidade na sociedade ocidental. Sua reflexão encontrou no sexo e
na sexualidade a causa de todos os acontecimentos da vida social. O filósofo
empreendeu uma pesquisa histórica, estabelecendo uma antropologia e uma análise dos
discursos acerca desse tema tão fundamental para a condição humana. É
reconhecidamente um dos grandes trabalhos do pensador e fonte de pesquisa e consulta
para milhares de estudiosos.
>>> CLIQUE AQUI PARA LER A História da Sexualidade
3- A Reinvenção do Corpo: Sexualidade e Gênero na Experiência
Transexual. Autoria: Berenice Bento
Este livro se ancora em histórias de vida de pessoas que mudaram o corpo,
cirurgicamente ou não, para se tornarem reais, para não serem “aberrações” (expressão
comum entre os/as transexuais), e sugerirá que as explicações para a emergência da
experiência transexual devem ser buscadas nas articulações históricas e sociais que
produzem os corpos-sexuados e que têm na heterossexualidade a matriz que confere
inteligibilidade aos gêneros. Ao mesmo tempo porporá que o suposto “transexual
verdadeiro”, construído pelo saber médico, que tem como objetivo final para
implementação da masculinidade/feminilidade a realização das cirurgias de
transgenitalização, esbarra em uma pluralidade de respostas para os conflitos entre
corpo, sexualidade e identidade de gênero internas à experiência transexual.
>>> CLIQUE PARA LER A Reinvenção do corpo
A socióloga paraibana Berenice Bento é professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e trabalha
principalmente com os seguintes temas: gênero, transexualidade, sexualidade, direitos humanos e estudos queer.

4- Manifesto Contrasexual — práticas subversivas de identidade sexual.


Autoria: Beatriz Preciado
Aqui, o aclamado filósofo espanhol (no masculino mesmo) Beatriz Preciado dinamita,
com seu humor corrosivo e rigor teórico, tudo aquilo que se entende por sexualidade. Os
estereótipos homem/mulher, homo/hétero, natural/artificial vão progressivamente
sendo despedaçados através das análises que o autor faz sobre o dildo, a história do
orgasmo e a atribuição de sexo. Se de início é curiosamente divertido, a cada capítulo
aprofunda-se nas contradições relacionadas às noções contemporâneas de gênero e
desejo. É inspirado pelo pensamento de Michel Foucault, Gilles Deleuze, Judith Butler e
Jacques Derrida que o autor inaugura a contrassexualidade: uma teoria do corpo que é,
também, estratégia de resistência ao poder.
>>> CLIQUE AQUI PARA LER Manifesto Contrassexual
5- Gênero, Sexualidade e Educação – Uma Perspectiva Pós-estruturalista.
Autoria: Guacira Lopes Louro
Este livro tem o caráter de introdução aos estudos de gênero. Apresenta conceitos e
teorias recentes no campo dos estudos feministas e suas relações com a educação.
Estuda as relações do gênero com a sexualidade, as redes do poder, raça, classe, a busca
de diferenciação e identificação pessoal e suas implicações com as práticas educativas
atuais. Tanto serve de material para estudantes como para professoras/es, como
incentivo amplo à iniciativa feminista e de outros grupos.
>>> CLIQUE PARA LER Gênero, Sexualidade e Educação

Guacira Lopes Louro é doutora em Educação e professora titular aposentada do programa de Pós-Graduação em Educação
da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

6- Pensando o Sexo: Notas para uma Teoria Radical das Políticas da


Sexualidade. Autoria: Gayle Rubin.
Rubin afirma a necessidade da separação analítica entre gênero e sexualidade, pensando
o sexo como um vetor de opressão que atravessa outros modos de desigualdade social,
tais como classe, raça, etnicidade ou gênero. A autora questiona a fusão cultural de
gênero com sexualidade, feita por feministas radicais anti-pornografia, para as quais a
sexualidade organiza a sociedade em dois sexos (um dos quais oprime o outro).
>>> CLIQUE PARA LER Pensando o Sexo
7- Gênero: uma categoria útil para análise histórica. Autoria: Joan Scott
O próprio título do artigo anuncia o gênero como um executor teórico-metodológico
para análise histórica. Por isso, Joan Scott inicia o artigo desconstruindo a intenção de
se implementar certas ideias às coisas, evidenciando que assim como as palavras, as
ideias também têm seu dinamismo e contexto social.
>>>CLIQUE PARA LER Gênero: uma categoria útil para a análise histórica

A historiadora norte-americana Joan Scott.

8- Gênero e sexualidade nas pedagogias culturais: implicações para a


educação infantil. Autoria: Jane Felipe de Souza
O artigo visa problematizar as relações existentes entre pedagogia, gênero e sexualidade
na educação infantil, a partir da perspectiva dos Estudos Culturais e dos Estudos
Feministas. A autora considera que a pedagogia e o currículo devem ser compreendidos
a partir de sua intrínseca relação com as questões históricas, políticas e culturais, todas
elas envolvidas nas tramas do poder, no sentido que lhe confere Foucault (1992).
>>> CLIQUE PARA LER Gênero e sexualidade nas pedagogias culturais
9- Sexualidade, cultura e política: a trajetória da identidade homossexual
masculina na antropologia brasileira. Autoria: Sérgio Carrara e Júlio Assis
Simões
O texto tenta explorar a forma como, supostamente, o brasileiro organiza as categorias
ou identidades sexuais, transformando-se às vezes num eixo para a construção de uma
identidade nacional caracterizada como exótica, retardatária e “não-ocidental”. Também
traça paralelos entre dois momentos da reflexão sobre as relações entre sexualidade,
cultura e política.
>>> CLIQUE PARA LER Sexualidade, cultura e política
10- Gênero e sexualidade: pedagogias contemporâneas. Autoria: Guacira
Lopes Louro
A autora visa mostrar que gênero e sexualidade são construídos através de inúmeras
aprendizagens e práticas, empreendidas por um conjunto inesgotável de instâncias
sociais e culturais, de modo explícito ou dissimulado, num processo sempre inacabado e
diz que na contemporaneidade, essas instâncias multiplicaram-se e seus ditames são,
muitas vezes, distintos.
>>> CLIQUE PARA LER Gênero e Sexualidade: pedagogias contemporâneas
11- Quando o “estranho” resolve se aproximar: a presença da professora
transexual e as representações de gênero e sexualidade no ambiente
escolar. Autoria: Tiago Zeferino dos Santos
A pesquisa tem como objetivo geral analisar as representações de gênero e sexualidade
(re)produzidas no espaço escolar por estudantes e profissionais de educação a partir da
inserção de uma professora autodefinida transexual em uma escola de Ensino
Fundamental da cidade de Tubarão/SC.
>>> CLIQUE PARA LER o texto de Tiago Zeferino
12- Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde. Autoria: Karen Giffin
O presente artigo discute os resultados de uma recente análise de dados internacionais
sobre a violência contra a mulher, bem como as consequências para a saúde dessas
formas de violência, nas quais o perpetuador é normalmente o parceiro da vítima. A
segunda parte do artigo desenvolve questões relacionadas às raízes da violência,
incluindo a construção social de identidade de gênero, relações de gênero e sexualidade,
dentro de uma tradição dualista que separa mente e corpo, enfatizando elementos
biológicos da sexualidade e definindo homens e mulheres como radicalmente diferentes.
Para concluir, argumenta que as atuais críticas à visão dualista tem construído novas e
mais integradas visões a cerca das sexualidades e seres humanos.
>>> CLIQUE PARA LER o texto de Karen Giffin
13- Sexualidade e gênero: ensaios educacionais contemporâneos. Autoria:
Maria Rita de Assis César
Este texto analisa alguns dos caminhos que os discursos e as práticas sobre a
sexualidade e o gênero percorreram na instituição escolar brasileira, em especial nas
últimas décadas. A partir de uma perspectiva ancorada nos conceitos de Michel
Foucault, especialmente nas noções de dispositivo da sexualidade e biopolítica,
analisou-se a produção discursiva e institucional acerca da sexualidade na escola. A
partir de questionamentos oriundos da teoria queer realiza-se uma reflexão
contemporânea sobre a sexualidade na escola a partir de autoras feministas como
Judith Butler e Deborah Britzman, que demonstram as (im)possibilidades de uma
abordagem sobre a sexualidade que se dê de forma a interrogar os dispositivos de
controle e manutenção da ordem discursivo-social.
>>> CLIQUE PARA LER o texto de Maria Rita
14- Educação e docência: diversidade, gênero e sexualidade. Autoria:
Guacira Lopes Louro
Minha proposta é compartilhar e discutir com vocês algumas reflexões. Entendo que
esse trabalho não é apenas teórico, mas é também político. As questões em torno dos
gêneros e das sexualidades não envolvem apenas conhecimento ou informação, mas
envolvem valores e um posicionamento político diante da multiplicidade de formas de
viver e de ser. Como a escola tem lidado com tudo isso? Como nós, professoras e
professores, nos vemos diante dessas questões? Quais são nossos pontos de apoio e
onde se encontram nossas fragilidades e receios?
>>> CLIQUE PARA LER o texto Educação e docência
15- Gênero, sexualidade e a produção de pesquisas no campo da educação:
possibilidades, limites e a formulação de políticas públicas. Autoria: Jane
Felipe
O presente texto tem por objetivo discutir a produtividade do conceito de gênero como
ferramenta teórica e política, abalando certezas tão firmemente alicerçadas em torno
das diferenças biológicas, que serviram durante muito tempo para justificar as
desigualdades entre homens e mulheres. A consolidação dos Estudos de Gênero, dos
Estudos Gays e Lésbicos e da Teoria Queer no campo acadêmico traz a possibilidade de
pensar que existem muitas formas de viver as masculinidades e as feminilidades e que
estas são construções sociais e culturais, elaboradas minuciosamente por inúmeros
discursos, áreas de conhecimento e instituições.
>>> CLIQUE PARA LER o texto de Jane Felipe
16- Ser professora, ser mulher: um estudo sobre concepções de gênero e
sexualidade para um grupo de alunas de pedagogia. Autoria: Ana Paula
Costa e Paulo Rennes Marçal Ribeiro
Este trabalho tem por objetivo investigar as concepções de relações de gênero de um
grupo de alunas do curso de Pedagogia que já atuam na educação escolar como
professoras. Para a realização desta pesquisa qualitativa, de tipologia analítico-
descritiva, foi utilizada uma entrevista semiestruturada com as universitárias
escolhidas. A construção e a análise do objeto têm como fundamentação teórica os
estudos de Michel Foucault, Joan Scott e Guacira Lopes Louro. Constatamos que, em
um processo de “acomodação” e “resistência”, as categorias “mulher” e “professora” se
fundem, o que obscurece, em certa medida, a atuação da professora como profissional
da educação.
>>> CLIQUE PARA LER Ser professora, ser mulher
17- Diversidade sexual e de gênero na escola. Autoria: Alexandre Bortolini
A coexistência de diferentes sujeitos e construções culturais no interior da escola nos faz
pensar sobre os processos de interação que se dão nesse contexto de relações sociais.
Diferentes correntes vêm produzindo teorias e categorizações que nos ajudam a pensar
essas relações que envolvem igualdade, desigualdade e diferença. A idéia aqui é tentar
pensar sobre a diversidade sexual e de gênero na escola numa perspectiva relacional,
problematizando essencializações identitárias, entendendo essa questão como
indissociável dos debates que hoje povoam esse campo mais amplo e trazendo não só
os(as) autores(as) que trabalham com gênero e sexualidade, mas também as
contribuições das discussões sobre cultura e interculturalidade.
>>> CLIQUE PARA LER o texto de Alexandre Bortolini
18- O gênero nas políticas públicas de educação no Brasil: 1988-2002.
Autoria: Cláudia Pereira Vianna e Sandra Unbehaum
Orientado pela teoria das relações de gênero, este artigo examina as principais leis,
planos e programas federais que especificam as diretrizes nacionais das políticas
públicas de educação no Brasil. Entre os documentos privilegiados para análise
destacam-se a Constituição Federal (CF/1988), a nova Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (LDB/1996), o Plano Nacional de Educação (PNE/ 2001) e os Parâmetros
Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental (PCN/1997). Mostramos que adotar a
ótica de gênero para a análise dessas políticas permite avaliar como elas podem facilitar
ou dificultar a aquisição de padrões democráticos, uma vez que a política educacional
não tem um papel neutro, dissociado de preconceitos, entre os quais destacamos o de
gênero.
>>> CLIQUE PARA LER O Gênero nas políticas públicas
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