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PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60

CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA:

PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT)

PERDAS CONSTANTES: pC EFEITO DO CAMPO MAGNÉTICO NO NÚCLEO Î pFE ≈ V2

Î INDEPENDENTES DA
PERDAS DIELÉTRICAS (POLARIZAÇÃO DOS ISOLANTES)
CARGA
EFEITO DO CAMPO ELÉTRICO NO SISTEMA ISOLANTE Î pDIEL ≈ V2

PERDAS NO COBRE (EFEITO JOULE)


PERDAS VARIÁVEIS: pV EFEITO DAS CORRENTES NOS CONDUTORES Î pJOULE ≈ I2

Î DEPENDENTES DA
PERDAS SUPLEMENTARES (EFEITO JOULE)
CARGA
EFEITO DOS FLUXOS DISPERSOS NA ESTRUTURA Î pSUP ≈ I2

PERDAS TOTAIS EM CARGA : Σp = pC + pV


PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 61

CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS JOULE – RESISTÊNCIAS EM C.C.

RESISTÊNCIA ÔHMICA DOS ENROLAMENTOS : ( RESISTÊNCIA “C.C.” OU EM CORRENTE CONTÍNUA )


sC ρ : RESISTIVIDADE DO COBRE Æ 1,72 x 10-8 Ω.m @ 20°C
lm
ρ .lm .N lm : COMPRIMENTO MÉDIO DO CONDUTOR
R =
SC N: Nº DE ESPIRAS EM SÉRIE DA BOBINA

SC : SECÇÃO RETA DO CONDUTOR EQUIVALENTE


N
Î PERDA JOULE PRIMÁRIA : pJ1 = m.r1.I12
p J = R .I 2 Î PERDA JOULE SECUNDÁRIA : pJ2 = m.r2.I22
m : Nº DE FASES DOS ENROLAMENTOS

RESISTÊNCIAS ÔHMICAS E PERDAS JOULE DEPENDEM DA TEMPERATURA DO ENROLAMENTO

rT2 : RESISTÊNCIA NA TEMPERATURA DE REFERÊNCIA T2


234,5 + T2 rT1 : RESISTÊNCIA NA TEMPERATURA DE MEDIÇÃO T1
rT2 = rT1 .
234,5 + T1 234,5 = 1 / α COBRE

α COBRE = COEFICIENTE DE VARIAÇÃO TÉRMICA DA RESISTIVIDADE


PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 62

EFEITOS ADICIONAIS DA CORRENTE – ADENSAMENTO - PERDAS SUPLEMENTARES

CONDUTOR CONDUZINDO CORRENTE ALTERNADA ( ICOND ) :

Î FLUXO MAGNÉTICO ALTERNADO DISTRIBUÍDO DENTRO E FORA DO CONDUTOR, “NORMAL” AO PLANO DO MESMO ( ΦS )
Î VARIAÇÃO DO FLUXO NO TEMPO Æ TENSÕES INDUZIDAS AO LONGO DO CONDUTOR (LEI DE FARADAY)

ÎCORRENTES INDUZIDAS IMPOSTAS NO PLANO DO CONDUTOR, EM OPOSIÇÃO À VARIAÇÃO DO FLUXO (LEI DE LENZ) ( IIND )

ΦS
CONDUTOR CORRENTES INDUZIDAS SE
COMPÕEM COM A CORRENTE
CONDUZIDA PELO CONDUTOR IIND
Î DISTORÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
DA CORRENTE RESULTANTE AO
LONGO DA SECÇÃO DO CONDUTOR
ΦS
ICOND ΦS

DISTRIBUIÇÃO “APROXIMADA” DO ICOND IIND


FLUXO CRIADO PELA PRÓPRIA
CIRCULAÇÃO DA CORRENTE NO
CONDUTOR
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CORRENTE ADENSADA NO CONDUTOR Î MAIOR CONCENTRAÇÃO NAS EXTREMIDADES

h
DISTRIBUIÇÃO DA CORRENTE
AFETA A DISTRIBUIÇÃO DA
PERDA JOULE
IRES = I(h)
p Jdc = rdc .I EF
2

IRES
IIND ICOND IEF
PERDA JOULE SEM
IMAX ADENSAMENTO
DISTRIBUIÇÃO DA CORRENTE AO LONGO DA
ALTURA DO CONDUTOR rdc : RESISTÊNCIA “DC”
DO CONDUTOR

μ0 . f
hC
rdc 2
p Jac = ∫0 h = ac EF > p Jdc rac > rdc ⇒ rac = rdc .[ g (h).
2
. I ( h ).dh r . I ]
ρc
PERDA JOULE COM ADENSAMENTO DE CORRENTE rac : RESISTÊNCIA APARENTE EM “AC”

ρC : RESISTIVIDADE DO MATERIAL DO CONDUTOR - g(h) : FUNÇÃO COMPLEXA DA GEOMETRIA DO CONDUTOR


PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 64

ADENSAMENTO DE CORRENTE OCORRE TAMBÉM DEVIDO À IMERSÃO DO CONDUTOR NO


FLUXO DE DISPERSÃO PRESENTE NA VIZINHANÇA DAS BOBINAS

DISTRIBUIÇÃO DA DENSIDADE DE
CORRENTE VARIA EM FUNÇÃO DA
POSIÇÃO NA BOBINA

Î INTENSA NAS BOBINAS FEITAS


EM FOLHA CONDUTORA CONTÍNUA

MECANISMOS PARA LIMITAR


EFEITOS DO ADENSAMENTO:

Î SUBDIVISÃO DE CONDUTORES
DE SECÇÃO ELEVADA

Î DISTRIBUIÇÃO DE BOBINAS EM
PARALELO ADEQUADAMENTE
CONECTADAS

Î USO DE CONDUTORES OU
BARRAS COM TRANSPOSIÇÃO
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RENDIMENTO EM POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR

PU : POTÊNCIA ÚTIL (ATIVA) FORNECIDA PELO SECUNDÁRIO [kW]


PABS : POTÊNCIA TOTAL ABSORVIDA (ATIVA) PELO PRIMÁRIO [kW]

η = PU / PABS = PU / (PU + Σp) = PU / ( PU + pC + pV )

pC ≅ pFE ; pV = r2CC.I22

r2CC : RESISTÊNCIA DE CURTO CIRCUITO EQUIVALENTE, COM PERDAS


SUPLEMENTARES INCLUÍDAS, REFERIDA AO SECUNDÁRIO

V2 .I 2 . cos ϕ 2
η=
V2 .I 2 . cos ϕ 2 + pFE + r2CC .I 22
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 66

η (%)

100 I2 = 0 Î η = 0 ( VAZIO )
cosφ2 = 1,0
I2 = ICC Î η = 0 ( CURTO - V2 = 0 )
cosφ2 = 0,8
cosφ2 = 0,6
ηMAX Î 0 < I2 ≅ I2N < ICC

0 1,0 I2 (p.u.) PREFERENCIALMENTE

V2 .I 2 . cos ϕ 2 1
η= =
V2 .I 2 . cos ϕ 2 + p FE + r2CC .I 2 1 +
2
p FE r .I
+ 2CC 2
V2 .I 2 . cos ϕ 2 V2 . cos ϕ 2

1 df ( I 2 )
η= ∴η MAX ⇒ [ f ( I 2 )]MIN . ⇒ =0
1 + f (I2 ) dI 2
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 67

⎛ ⎞
⎜ ⎟
d ⎜ 1 ⎟ = 0 ⇒ − 1 . pFE + r2CC = 0
dI 2 ⎜ 1 + pFE . 1 + r2CC .I ⎟ I 22 V2 . cos ϕ 2 V2 . cos ϕ 2
⎜ V . cos ϕ I V . cos ϕ 2 ⎟
⎝ 2 2 2 2 2 ⎠

r2CC .I 22 = pFE CONDIÇÃO PARA MÁXIMO RENDIMENTO: pV = pC

OPERAÇÃO DO TRANSFORMADOR COM CARGA CONSTANTE, I2N (NOMINAL):

PROJETADO PARA r2CC.(I2N ) 2 = pFE Î MAXIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO EM POTÊNCIA


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CARGA VARIÁVEL NO TEMPO :

Î OBJETIVA-SE MINIMIZAR A POTÊNCIA DE PERDAS AO LONGO DO TEMPO

Î RENDIMENTO EM ENERGIA

EFORN : ENERGIA FORNECIDA NUM PERÍODO T

EABS : ENERGIA ABSORVIDA NO MESMO PERÍODO T

Î ηE = EFORN / EABS

MAXIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO DEVE SE DAR EM UMA POTÊNCIA ÚTIL EFETIVA NO PERÍODO:

PEF < PN

Î [ pV ]Pef = pC : IGUALDADE ENTRE PERDA VARIÁVEL E PERDA CONSTANTE DEVE SE DAR PARA A
POTÊNCIA EFETIVA E NÃO PARA A NOMINAL
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 69

PU ; Pv ; PFE PUi : POTÊNCIA ÚTIL NO INTERVALO i


pVi : PERDA VARIÁVEL NO INTERVALO i
PUi = V2.I2i.cosφ2i pFE : PERDA CONSTANTE
Δti : INTERVALO DE TEMPO

pVi = r2CCi.I2i2 pFE

PERFIL DE CARGA DO
t TRANSFORMADOR
Δt1 Δt2 Δt3 Δti Δtn-1 Δtn

n T

∑P Ui .Δti ∫ P .dt
U

ηE = n
i =1
n
= T
0
T

∑P
i =1
Ui .Δti + pFE .T + ∑ pVi .Δti
i =1
∫ P .dt + p
U FE .T + ∫ pV .dt
0 0
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TRANSFORMADORES EM SISTEMAS TRIFÁSICOS

SISTEMAS DE POTÊNCIA Î GRANDES BLOCOS DE ENERGIA Î GRANDES DISTÂNCIAS


SISTEMA DE GERAÇÃO E TRANSMISSÃO TRIFÁSICO

ADOÇÃO DO SISTEMA TRIFÁSICO Î MAIS ECONÔMICO GLOBALMENTE

GERADOR: 1Ø Æ VOLUME ELETROMAGNÉTICO: D².L Æ GERA POTÊNCIA: P1


GERADOR: mØ Æ DE MESMO VOLUME Æ GERA POTÊNCIA: Pm = P1. m.sen [π /( 2.m)]

Nº DE FASES POTÊNCIA Pm Nº DE CONDUTORES NA LINHA


m
1 P1 2

2 1,41. P1 3

3 1,50. P1 3

4 1,53. P1 4

5 1,55. P1 5

∞ 1,57. P1 ∞
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O TRANSFORMADOR NO SISTEMA TRIFÁSICO

A POLARIDADES RELATIVAS E CONVENÇOES


B PARA TENSÕES E CORRENTES EM CADA LADO
C
IA IA IA
vA vB vC
A1 A2 B1 B2 C1 C2
1ÁRIO A1 A2 B1 B2 C1 C2

2ÁRIO
a1 a2 b1 b2 c1 c2
a1 va a2 b1 vb b2 c1 vc c2
Ia Ib Ic
TRANSFORMADOR TRIFÁSICO OU BANCO
DE TRES TRANSFORMADORES FASES INDIVIDUAIS CONECTADAS
MONOFÁSICOS ENTRE SI EM LIGAÇÕES PADRÃO DO
CARGAS INDIVIDUAIS EQUILIBRADAS OU SISTEMA TRIFÁSICO:
CONECTADAS EM CONEXÃO PADRÃO Υ - ESTRELA - Δ - TRIÂNGULO

LIGAÇÕES ESPECIAIS:
ZIG-ZAG – TRIÂNGULO ESTENDIDO
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CONEXÃO TRIFÁSICA EM ESTRELA - Y


A1 B1 C1
. . . IA A
TENSÕES DE FASE:
. VAB
A2 B2 C2 N VA VA = VA-N = VA.ej.0°

VB = VB-N = VA.e-j.120°
NEUTRO PODE SER OU NÃO ACESSÍVEL
VB
ACESSÍVEL Æ IN = IA + IB + IC SEQUENCIA ZERO N

.
IC C
SISTEMA EQUILIBRADO Æ IN = 0 VC VC = VC-N = VA.e-j.240°

.
B

0° IB
-VB
TENSÕES DE LINHA:
VAB 30°
VA
VAB = VA – VB = VA.ej.0° – VA.e-j.120° = √3.VA.e+j.30°

VBC
VBC = VB – VC = VA.e-j.120° – VA.e-j.240° = √3.VA.e-j.90°
VC
VB -VC
VCA = VC – VA = VA.e-j.240°– VA.ej.0° = √3.VA.e-j.210°
VCA
-VA
DIAGRAMA FASORIAL
VLINHA = √3.VFASE Æ ADIANTADA 30° - ILINHA = IFASE
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 73

CONEXÃO TRIFÁSICA EM TRIÂNGULO - Δ


IAC
A1 B1 C1 CORRENTES DE FASE:
VC
. . . IA
. IA = IA.ej.(0°- φ)

.
ICB IC

IB = IA.e-j.(120°+ φ)
A2 B2 C2 VA

VB

.
IB
IC = IA.e-j.(240°+ φ)

IBA
φ -IC
CORRENTES DE LINHA:
IA
VA
30°
IAC IAC = IA – IC = √3.IA.e-j.(30°+ φ)
ICB

-IB
IC
PERMITE CIRCULAÇÃO INTERNA IBA = IB – IA = = √3.IA.e-j.(150°+ φ)
NO Δ DE CORRENTES DE
VB SEQUENCIA ZERO
VC
ICB = IC – IB = √3.IA.e-j.270°+ φ)
IB
IBA
DIAGRAMA FASORIAL ILINHA = √3.IFASE Æ ATRASADA 30° - VLINHA = VFASE
-IA
φ : ANGULO DE FASE DA CORRENTE EM RELAÇÃO À TENSÃO
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 74

CONEXÃO TRIFÁSICA EM “ZIG – ZAG” - Z


IA
TENSÕES DE FASE: A1 B1 C1 A
. . . .
VZA = VA-N VA/2
A2 B2 C2
VZB = VB-N VAB
N
A3 B3 C3 VA/2
VZC = VC-N . . . .
VC/2

.
0° A4 B4 C4 N

.
VB/2
VAeq VB/2
VZA

.
IC C B
30° VC/2

.
DIAGRAMA FASORIAL
VA/2
-VC/2 VB/2 IB
-VB/2
TENSÕES DE FASE:
-VA/2
VZA = VA-N = VA/2 – VB/2 = VA/2.ej.0° – VA/2.e-j.120°

VC/2 VZA = (√3)/2.VA.e+j.30°


LIGAÇÃO Z : ELIMINAÇÃO DE
HARMÔNICAS TRIPLAS DA TENSÃO VFASE – Z = (√3)/2.VFASE – eq (DA ESTRELA CONVENCIONAL)
TOTAL DE FASE

UTILIZAÇÃO EM CARGAS VAB = √3.VZA = √3. (√3)/2.VAeq = 1,5.VA-ESTRELA CONVENCIONAL


DESEQUILIBRADAS E RETIFICADORES
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COMBINAÇÕES DE CONEXÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

COMBINAÇÕES MAIS COMUNS Î Y / Y - Δ / Δ - Δ /Y - Y/Δ - Y/Z - Δ/Z

COMBINAÇÕES INTRODUZEM DEFASAGEM ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1ÁRIO E DO 2ÁRIO

GRUPOS DE DEFASAGEM Î PADRONIZADOS E INDICADOS POR SEMELHANÇA COM OS


PONTEIROS DO RELÓGIO

USO DO NEUTRO NAS CONEXÕES ESTRELA Æ ASSOCIADO À CIRCULAÇÃO DE CORRENTES


HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM E CORRENTES DE SEQÜÊNCIA ZERO DURANTE FALTAS
ASSIMÉTRICAS
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COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

CONEXÃO Y / Y
IA a Ia
A

. .
VA Va VA / Va = a = VAB / Vab

Vab EM FASE COM VAB


.

.
IC C c b Ib
.

.
B

IB Ic
PRIMÁRIO
SECUNDÁRIO

0° 0° DEFASAGEM NULA ENTRE TENSÕES


DE LINHA DO 1ÁRIO E DO 2ÁRIO
VA Va
DESLOCAMENTO DE FASE: Yy0
VAB Vab YÆ PRIMÁRIO

y Æ SECUNDÁRIO
VC Vc
0 Æ 0° DE DEFASAGEM
VB Vb
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COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

CONEXÃO Y / Y - ALTERNATIVA
IA A a Ia VA / Va = a = VAB / Vab
. Va Vab EM OPOSIÇÃO DE FASE COM VAB
VA .

.
DEFASAGEM DE 180º ENTRE TENSÕES DE
.

.
IC C c b Ib LINHA DO 1ÁRIO E DO 2ÁRIO
.

IB DESLOCAMENTO DE FASE: Yy180


PRIMÁRIO Ic
SECUNDÁRIO
YÆ PRIMÁRIO
0° 0°
y Æ SECUNDÁRIO
Vb Vc
VA 180 Æ 180° DE DEFASAGEM

VAB VAB
Vab DESLOCAMENTO DE FASE: Yy 6
VC Va
Y Æ 1ÁRIO VAB “0” MINUTOS (SEMPRE)
VB Vab
y Æ 2ÁRIO Vab “6” HORAS ( 180° )
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COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

CONEXÃO Δ / Y
IAC Ia
a VA / Va = a - VAB / Vab = a /√3
VC A
. Vab ADIANTADO EM RELAÇÃO A VAB
. Va
.

ICB
C VA= VAB Vb
DEFASAGEM DE 30º ENTRE TENSÕES DE

.
VB c b Ib LINHA DO 1ÁRIO E DO 2ÁRIO
.

Vc

.
B

IBA Ic
DESLOCAMENTO DE FASE: Dy+30
PRIMÁRIO SECUNDÁRIO
DÆ PRIMÁRIO
+30°
y Æ SECUNDÁRIO

+30 Æ 30° DE DEFASAGEM EM AVANÇO
Va
VCA
VAB
Vab DESLOCAMENTO DE FASE: Dy 11
VA= VAB
VBC Vab D Æ 1ÁRIO VAB “0” MINUTOS (SEMPRE)
Vc
y Æ 2ÁRIO Vab “11” HORAS ( +30° )
Vb
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COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

CONEXÃO Δ / Y - ALTERNATIVA COM ROTAÇÃO DE FASE

a Ia VA / Va = a - VBA / Vba = a /√3


IAB A VB = VBA
. Vba ATRASADA EM RELAÇÃO A VBA
. . Va

VA B
Vb
DEFASAGEM DE 30º ENTRE TENSÕES DE

.
ICA VC
b Ib
.

C c Vc LINHA DO 1ÁRIO E DO 2ÁRIO

.
IBC
DESLOCAMENTO DE FASE: Dy-30
Ic
PRIMÁRIO SECUNDÁRIO
DÆ PRIMÁRIO
30°
y Æ SECUNDÁRIO
60°
-30 Æ 30° DE DEFASAGEM EM ATRASO
Va
VB =VBA VBA
VBA
Vba
VA
DESLOCAMENTO DE FASE: Dy1
30°

VC D Æ 1ÁRIO VBA “0” MINUTOS (SEMPRE)


Vba
Vc
y Æ 2ÁRIO Vba “1” HORA ( - 30° )
Vb
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COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM

COMBINAÇÕES Δ / Δ E Y/Y Î DEFASAGENS PARES

Dd0 - Dd2 - Dd4 - Dd6 - Dd8 - Dd10 E Yy0 - Yy2 - Yy4 - Yy6 - Yy8 - Yy10

COMBINAÇÕES Δ / Y E Y / Δ Î DEFASAGENS IMPARES

Dy1 - Dy3 - Dy5 - Dy7 - Dy9 - Dy11 E Yd1 - Yd3 - Yd5 - Yd7 - Yd9 - Yd11
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HARMÔNICAS EM TRANSFORMADORES

EFEITOS DA SATURAÇÃO SOBRE O COMPORTAMENTO DO CIRCUITO MAGNÉTICO:


Æ DISTORÇÃO DA FORMA DE ONDA DA CORRENTE DE EXCITAÇÃO, PARA
ALIMENTAÇÃO COM TENSÃO SENOIDAL

INTRODUÇÃO DE COMPONENTES
HARMÔNICAS NA CORRENTE DE
MAGNETIZAÇÃO, PRINCIPALMENTE
DE 3ª ORDEM

PROVOCA ELEVADAS CORRENTES


TRANSITÓRIAS NA LIGAÇÃO DA
BOBINA À REDE – “INRUSH”
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CORRENTES HARMÔNICAS E DE SEQUÊNCIA ZERO EM TRANSFORMADORES

CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO Î FORTE COMPONENTE DE 3ª HARMÔNICA PARA FLUXO


SENOIDAL NO NÚCLEO E TENSÃO INDUZIDA SENOIDAL

NO SISTEMA TRIFÁSICO Î HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM ESTÃO EM FASE NO TEMPO E


CONSTITUEM CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FREQUÊNCIA TRIPLA

CORRENTES DE FALTA Î CURTO-CIRCUITO ASSIMÉTRICO OU CARGAS DESEQUILIBRADAS


PROVOCAM CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL

CIRCULAÇÃO DE COMPONENTES DE SEQÜÊNCIA ZERO Î DEPENDE DA LIGAÇÃO DO


TRANSFORMADOR
PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 83

CORRENTES HARMÔNICAS E DE SEQUÊNCIA ZERO EM TRANSFORMADORES

CONEXÕES: Y / Y COM NEUTROS ISOLADOS Î NÃO PROVÊEM CAMINHO PARA CIRCULAÇÃO DE


COMPONENTES DE CORRENTE DE SEQUÊNCIA ZERO. Î RESULTA :

DISTORÇÃO DO FLUXO NO NÚCLEO EM VAZIO Æ TENSÕES INDUZIDAS POR FASE NÃO


SENOIDAIS (COMPONENTE DE FREQUÊNCIA TRIPLA DE TENSÃO) Æ FLUTUAÇÃO DO NEUTRO

FORTE DESEQUILÍBRIO DA TENSÃO DE FASE PARA OPERAÇÃO COM CARGA DESEQUILIBRADA

CONEXÕES: Δ / Δ - Δ / Y - Y / Δ COM NEUTROS ISOLADOS Î PERMITEM A CIRCULAÇÃO DE

HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM NO CIRCUITO FECHADO DO LADO COM LIGAÇÃO Δ. Î RESULTA:

RECUPERAÇÃO DO FLUXO SENOIDAL NO NÚCLEO E DA TENSÃO DE FASE TAMBÉM SENOIDAL E

LIMITAÇÃO DA FLUTUAÇÃO DO NEUTRO

AINDA NÃO PERMITEM CIRCULAÇÃO DE CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FALTA Æ

EXCETO SE O NEUTRO ESTIVER ATERRADO E A FALTA OCORRER NO LADO CONECTADO EM Y


PEA – 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 84

ENROLAMENTO TERCIÁRIO NOS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA

MESMO EM LIGAÇÕES QUE PERMITEM A CIRCULAÇÃO DE SEQUÊNCIA ZERO ( Y / Y - Δ / Y –

Y / Δ COM NEUTRO ATERRADO) Æ A IMPEDÂNCIA DE SEQUÊNCIA ZERO DO TRANSFORMADOR


PODE LIMITAR ESSAS CORRENTES Æ MANIFESTAÇÃO DOS PROBLEMAS JÁ MENCIONADOS
Æ COMPROMETIMENTO DAS PROTEÇÕES DO SISTEMA

Î PROBLEMA MAIS GRAVE EM BANCOS TRIFÁSICOS COMPOSTOS DE TRANSFORMADORES


MONOFÁSICOS E EM TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DO TIPO ENCOURAÇADO ( 5 COLUNAS )

Î USO DE TRANSFORMADORES COM ENROLAMENTO TERCIÁRIO, OU ENROLAMENTO DE


ESTABILIZAÇÃO

Î CONSTITUI-SE DE UM TERCEIRO ENROLAMENTO, MONTADO NAS COLUNAS JUNTO COM O


1ÁRIO E O 2ÁRIO E CONECTADO EM TRIÂNGULO Æ FORMA UM CAMINHO PARA A CIRCULAÇÃO
INTERNA DE CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO Î IMPOSTAS PELO FLUXO HOMOPOLAR CRIADO
NO NÚCLEO DO TRANSFORMADOR
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ENROLAMENTO TERCIÁRIO NOS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA


CIRCUITOS
ENROLAMENTO TERCIÁRIO EM Δ DE
SEQUENCIA
ZERO COM E
SEM
ΦA ΦB ΦC TERCIÁRIO

+ + +

- - -

Æ CORRENTES DE SEQUENCIA ZERO TEM MESMA


FASE NO TEMPO

Æ PRODUZEM FLUXOS MAGNÉTICOS


HOMOPOLARES NO NÚCLEO

Æ INDUZ TENSÕES SIMULTÂNEAS NAS 3 FASES

Æ TERCIÁRIO EM Δ FORMA CAMINHO FECHADO


PARA CIRCULAÇÃO DE CORRENTES

Î REDUÇÃO DA IMPEDÂNCIA DE SEQUENCIA ZERO