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CURSO PARA ATENDENTES DO SUPORTE

1) Comandos MS-DOS:
Dos Básico
Comando DIR
Comando Copy
Comando Ren
Comando Del
Comando Md
Comando Cd
Comando Attrib
Comando Arj
Coringas
2) Rotinas do Sistema Mastermaq
Arquivos do Sistema
Configuração do Windows
Linux
Dados Gerais e Específicos
Instalação e Atualização dos Sistemas
Arquivos de Proteção
Teclas Usuais
Parâmetros
Reindexação
3) Impressoras
Portas Paralelas
Mapeamento pelo MSDOS
Mapeamento pelo Windows
Impressora USB
DOS Básico
DOS é a sigla de Disk Operating System (Sistema Operacional de Discos), e é um programa sem o qual o computador
não funciona. Normalmente, ele já vem instalado quando se adquire o computador, e frequentemente nem se nota que
ele é um programa, pois parece que é o próprio computador funcionando. A MicroSoft é a principal fabricante mundial
de DOS. Existem DOS de outros fabricantes, mas os perigos de incompatibilidade são maiores, pois o padrão
industrial é o DOS da MicroSoft.
Existem diversas versões de MS-DOS, sendo que os sistemas Mastermaq rodam em versões superiores ou iguais à
versão 3.30. A versão 6.00 costuma apresentar diversos problemas, portanto, é recomendável a utilização da versão
5.00 ou as superiores à 6.20.
Para acessar o DOS dentro do Windows devemos ir a executar (Tecla Win + R) e digitar “cmd” ou “command” de
acordo com o windows e teclar enter.

Comando DIR (de Directory = Diretório)


O comando DIR listará os arquivos que estiverem contidos em um diretório (incluindo os subdiretórios nele existentes,
que também são uma espécie de arquivo, porém de tipo diferente).
O parâmetro /P (Pause), informado após o DIR, dará uma pausa entre as telas, caso a listagem não caiba numa única
tela.
O parâmetro /W (wide = largo) listará só os nomes e extensões dos arquivos, apresentando-os em colunas. Deste
modo, mostra maior quantidade de arquivos por tela.
O parâmetro /S, informado após o comando DIR, faz com que sejam listados, além dos diretórios contidos no diretório
corrente, todos os subdiretórios existentes no diretório corrente. Se estivermos no diretório raiz (por exemplo: C:\>)e
dermos DIR /S, serão listados todos os arquivos de todos os diretórios desta unidade de disco.
Se especificarmos um nome de arquivo, este será mostrado em cada diretório onde existir (pois é exatamente como se
tivéssemos dado o comando DIR nome_do_arquivo em cada diretório existente). Assim, DIR /S NÃO serve para
procurar um arquivo em todo o winchester, como muitos acham; isto é um possível uso para este comando, mas não é
a sua correta definição.

Comando COPY (de Copy = Copiar)


Serve para copiar um ou mais arquivos para outros arquivos, que podem estar em outro drive ou outro diretório. Pode-
se mudar o nome do arquivo destino, isto é, o arquivo que é a cópia do original. Lembre-se de que o arquivo original
permanecerá existindo após a cópia ter sido concluída. A sintaxe de COPY é:
Copy (arquivo) [pasta]

Comando Ren (de Rename = Renomear)


Este comando serve para que se possa mudar o nome e/ou a extensão de um arquivo. Não será criado outro arquivo, o
arquivo que já existia é que terá seu nome modificado.
Sintaxe: REN arquivo_existente novo_nome,
Sendo que novo_nome não pode conter diretórios, pois é tão somente o novo nome que arquivo_existente (e aí se pode
especificar um diretório) deve passar a ter.

Comando DEL (de Delete = Deletar, Apagar) (/P)


Este comando deletará os arquivos referidos. Sintaxe:
DEL arquivo
Exemplos:
DEL FUNCS001.DBF
DEL \MFOLHA\*.MEM
Comando MD (de MkDir = Fazer ou Criar Diretório)
Este comando criará um diretório dentro do diretório em que estivermos no momento da emissão do comando.
Sintaxe:
MD novo_diretório,
Sendo que novo_diretório não deverá conter partes de diretório, e sim ser um nome simples (que porém pode ter
extensão, o que não é usual). Exemplos:
MD DADOS20

Comando CD (de ChangeDir = Trocar de Diretório)


Este comando irá mudar o diretório de onde estamos locados no momento para o novo diretório especificado. Sintaxe:
CD dir_desejado
Onde dir_desejado é qualquer expressão válida como diretório. Aqui cabe uma explicação sobre a diferença entre a
barra invertida inicial existir ou não quando se especifica um nome de diretório. Veja o seguinte exemplo:
Suponha que você esteja no diretório \MFOLHA; se você der os seguintes comandos, veja o que acontecerá:
CD DADOS1 -> o DOS irá para o diretório DADOS1 que está dentro do diretório onde estamos no momento, que será
então o diretório \MFOLHA\DADOS1;
CD \MFOLHA\DADOS1 -> o DOS irá para o diretório DADOS1 que está dentro do MFOLHA que está no raiz; ou
seja, a barra invertida inicial indica justamente o diretório raiz. Este comando terá exatamente o mesmo efeito do
comando anterior.
CD \DADOS1 -> não dará certo, pois não existe um diretório DADOS1 a partir do raiz.
Assim, vemos que se utilizarmos a barra invertida no início do nome, está informando ao DOS que "procure" o
diretório especificado a partir do raiz; se não colocamos a barra invertida, informamos ao DOS que procure o diretório
especificado à partir do diretório no qual estamos no momento.

Comando Attrib (-+R, -+H, -+S)


Serve para aplicar atributos a um arquivo. O + Adiciona, o – Remove o atributo. [O R é somente leitura, O H é atributo
Hidden (oculto), o S é para que o sistema aplique o atributo em todos os subdiretórios].

Comando Edit
Serve para editar arquivos textos.

ARJ
O ARJ é um programa para compactação e descompactação de arquivos. Na compactação, os arquivos originais não
são alterados, sendo gerada uma cópia com tamanho reduzido e com extensão ‘.ARJ’ dos arquivos selecionados. Pela
sua flexibilidade e facilidade de uso, o ARJ é usado para gerar os disquetes de instalação dos sistemas Mastermaq.
Sintaxe:
ARJ [comandos] [nome do arquivo ARJ a ser gerado/descompactado] [chaves] [nomes dos arquivos]
Comandos:
A - compacta os arquivos selecionados
E - extrai os arquivos compactados no diretório corrente
X - extrai os arquivos compactados nos diretórios de origem
L - lista os arquivos que estão compactados
D - apaga os arquivos selecionados de dentro de um ARJ
Parâmetros :
/R - compacta subdiretórios dentro do diretório corrente ;
/Y - evita que o ARJ pare a compactação/descompactação para pedir confirmações ;
/V - indica o tamanho máximo de cada arquivo ARJ a ser criado. Os tamanhos possíveis são :
/V360,/V720,/V1200,/V1440 ;

Utilização :
Para se compactar algum ou alguns arquivos, use o ARJ do seguinte modo:
ARJ A EXEMPLO *.DBF
Este comando adiciona (parâmetro A) todos os arquivos dbf (parâmetro *.DBF) para o arquivo EXEMPLO.ARJ, que
será automaticamente criado caso ainda não exista. Os arquivos *.dbf não são apagados, apenas sendo criado o
EXEMPLO.ARJ que contém dentro dele os *.dbf. Se o parâmetro *.DBF não fosse especificado, então todos os
arquivos que existissem no diretório corrente seriam compactados no EXEMPLO.ARJ.
Para consultar o que está contido em um arquivo .ARJ, use o seguinte comando:
ARJ L EXEMPLO
Este comando listará (parâmetro L) o conteúdo de EXEMPLO.ARJ, mostrando todos os arquivos que foram
compactados.
Para extrair (ou seja, tirar de dentro do .ARJ o arquivo que está compactado), use:
ARJ E EXEMPLO *.DBF
Este comando extrairá de EXEMPLO.ARJ todos os *.DBF que nele estiverem contidos. Se o parâmetro *.DBF não
fosse especificado, todos os arquivos que estão compactados dentro de EXEMPLO.ARJ seriam extraídos. Após a
extração, nada muda em EXEMPLO.ARJ. Os arquivos continuam lá dentro, só foram extraídos, e agora também
existem, descompactados no diretório corrente.
É importante lembrar que, extrair quaisquer arquivos em diretórios aonde já existia arquivos com o mesmo nome
causará a superposição destes.
ARJ A EXEMPLO *.DBF /R
Este comando, além de compactar os *.DBF do diretório corrente, compactará também todos os *.DBF encontrados
em qualquer subdiretório que esteja dentro do diretório corrente.
Se um arquivo compactado ficar maior do que o tamanho de um disquete, obviamente ele não poderá ser copiado para
este. Para resolver isto, o ARJ dispõe de parâmetros que regulam o tamanho máximo do .ARJ que será criado; caso o
.ARJ fique maior do que o tamanho especificado, serão criados, na seqüência, arquivos .A01,.A02... que são a
continuação do .ARJ. Comando:
ARJ A EXEMPLO *.DBF /V1440
Este comando criará o EXEMPLO.ARJ; se ele chegar aos 360Kbytes, então será criado o EXEMPLO.A01,
continuando o EXEMPLO.ARJ. Cada um destes arquivos criados poderá ser copiado para um disquete de baixa
densidade, pois seus tamanhos são no máximo 360 K. Os parâmetros válidos são /V360, /V1200, /V720, /V1440. Para
extrair destes arquivos partidos, use:
ARJ X EXEMPLO /V
Note que não especificamos /V360, apenas /V. Existe um pequeno defeito no ARJ.COM que faz com que às vezes ele
não consiga extrair automaticamente de todos os .A?? criados.
De vez em quando o ARJ lhe fará algumas perguntas, cujas respostas podem ser Y(Yes), A(Allways - Sempre), ou
N(Não). Para evitar estas perguntas, use sempre o parâmetro /Y todas as vezes que utilizar o ARJ. Exemplos:
ARJ A EXEMPLO /V360 /R /Y
ARJ X EXEMPLO /Y
Dominando estes comandos, você estará apto a realizar qualquer operação de compactação/ descompactação que se
faça necessária.
Regras de nomes de arquivos / wildcards (CORINGAS)
Um arquivo é qualquer conjunto de bytes, que normalmente significam algum tipo de informação (por exemplo, um
banco de dados, ou um texto, ou um programa). Toda e qualquer informação só pode ser guardada em arquivos. Todo
arquivo tem as seguintes características: um nome (name), uma extensão (extension), um tamanho (size), uma data e
hora de criação, e ainda seus atributos, assunto este que será tratado em outro capítulo. O nome de um arquivo pode ter
de 1 a 8 caracteres, e a extensão de 1 a 3 caracteres.
Podem-se usar os wildcards (coringas) para substituir partes ou totalmente o nome e/ou a extensão dos arquivos,
quando desejamos emitir um comando que deva agir sobre mais de um arquivo. Estes wildcards são o asterisco e o
sinal de interrogação.
O asterisco substitui o nome ou a extensão da posição onde foi colocado em diante, e a interrogação substitui somente
o caractere na posição em que foi colocado. Exemplos:
FUNCS*.DBF – Incide sobre todos os arquivos que começam com FUNCS e que tenham qualquer coisa depois de
FUNCS até o ponto, e que tenham a extensão DBF;
FUNCS*.* - Idem para o nome, porém com qualquer extensão.
*001.DBF - Poderíamos pensar que buscaria todos os nomes que acabassem com 001, mas isso NÃO ocorrerá, porque
como dissemos o asterisco substitui o nome da posição onde está até o fim.
?????001.DBF - Este trará os arquivos que tenham cinco caracteres quaisquer nas cinco primeiras posições e 001 nas
posições de 6 a 8 do nome, e cuja extensão seja DBF. Para os arquivos que tenham quatro letras antes do 001, será
necessário especificar ????001.DBF.
Identificar os Arquivos do Sistema Pelas Extensões
Dbf, .D+Ano de Trabalho, .Idx, .I+Ano de Trabalho, .For, .Etq, .Drv, .Var, .Rel
Para identificarmos os arquivos do sistema com mais facilidade, utilizamos extensões especiais:
DBF -> tipo de extensão característica da família XBase. Identifica os arquivos de dados do sistema;
D+ano de trabalho -> extensão dos arquivos de dados cujos registros são anuais;
IDX -> arquivos de índice;
I+ano de trabalho -> arquivos de índice correspondentes aos anos de trabalho;
FOR -> arquivos que contêm fórmulas para rotinas específicas dos sistemas;
REL -> os arquivos .REL são utilizados como geradores de relatório pelo sistema;
DOC -> extensão dos textos gerados pelo editor do sistema (disponível na tecla F6);
DRV -> são os drivers dos sistemas;
VAR -> arquivo complementar dos drivers;
ETQ -> arquivos para geração de etiquetas;
MEM-> arquivos de variáveis de memória;
DICT*.DBF , D_*.DBF -> Dicionários de dados e descritores de arquivo.
CLIENTES.DBF -> arquivo com o cadastro das empresas controladas pelos sistema.
SENHA.DBF -> arquivo com as senhas mestre do sistema, com conteúdo inteiramente cifrado.
COLORS.DBF -> arquivo de drivers de cores.
PRINTERS.DBF -> arquivo de drivers de impressora.
OPCOES.DBF -> arquivo das janelas de opções do sistema.
PARAMET.DBF >arquivo de parâmetros do sistema (aqueles definidos em Outros/Parâmetros).
PATHS.DBF -> arquivo que controla em que subdiretório está cada empresa do sistema.
MEMO??.DOC -> arquivo onde está o relatório que o usuário direcionou para Arquivo
*.REL -> Meta-Programas de relatórios.
*.VAR e *.DRV (Nem todos os sistemas possuem) -> drivers de formulários especiais.
MAQUINAS.DBF, IMPMAQ.DBF e IMPREDE.DBF -> arquivos que controlam ambiente multi-usuário, quando há.
Configuração do Windows
De acordo com as distribuições Windows devemos fazer algumas alterações nos arquivos de configurações para que o
sistema possa funcionar normalmente. O sistema permite a criação de autoexec e config padrões mas muitas das vezes
será necessário a edição desses arquivos.Devemos editar os arquivos config, autoexec e system.
Sendo que na maioria dos problemas editando o arquivo config.nt basta para resolver o problema.
Segue abaixo rotina mais prática para solucionar o problema: “Não é mais possível abrir nenhum arquivo”. No
Windows XP. De acordo com o Windows utilizado pelo cliente devemos fazer outras rotinas. Esta serve apenas como
referência para os demais.
Acessar o Iniciar do Windows e ir no campo Executar ( Win + R ).
Digitar config.nt

Vai aparecer uma mensagem que o Windows não pode abrir o arquivo. Devemos clicar na opção Selecionar o
programa em uma lista.

Na lista de programas que vai aparecer devemos selecionar o bloco de notas. Quando abrir o arquivo devemos ir na
linha que contenha escrito Files e alterar para 200. Basta salvar o arquivo, fechar todas as janelas do DOS que
estiverem abertas e acessar normalmente

Sistema Operacional Linux

O Linux, sistema operacional baseado no Unix em constante expansão no mundo, tem como principal diferencial, o
custo Zero de aquisição (embora seu custo de manutenção seja alto em funçäo da exigência de mão de obra altamente
especializada). Os sistemas da contábil, ainda em MSDOS funcionam sob o sistema operacional Linux, quando
executados através do emulador MSDOS. Já os sistemas da linha Administrativa não funcionarão na plataforma Linux,
uma vez que não existe emuladores apropriados para aplicativos de 32 bits. Todavia, o usuário poderá ter um servidor
de dados na plataforma Linux e executar os aplicativos através de uma estação na plataforma Windows.9x ou superior.
Dados Gerais e Específicos
Definição: Dados Gerais são os dados do sistema que podem ser acessados indistintamente por todas as empresas
cadastradas no sistema, e Dados Específicos são os dados do sistema que são individuais de cada empresa, ou seja, só
correspondem a uma empresa específica e só podem ser acessados estando nesta empresa em especial.Os Dados
Gerais sempre estão no diretório principal de cada sistema (\MFOLHA, \MFISCAL,...); os Dados Específicos sempre
estão no diretório de dados de empresas, que ficam dentro do diretório principal das empresas, e têm o nome
“DADOS1”, “DADOS2”, “DADOS3”, etc. (para saber em qual sub-diretório cada empresa está, deve ser consultado o
PATHS.DBF, este assunto será tratado mais adiante).Os Dados Específicos são arquivos que SEMPRE têm o código
da empresa à qual pertencem escrito em seu próprio nome, geralmente no fim do nome (ex.: FUNCS001.DBF). A
única exceção são os arquivos de lançamento do MCONT, onde o código da empresa está no meio do nome do
arquivo (ex: DLY00112.D05); outra exceção quanto aos arquivos de lançamento do MCONT é que eles também ficam
no diretório DLY que fica dentro dos diretórios DADOSX.

Alt-VV
O comando Alt-VV (segurar a tecla <Alt> e teclar a tecla <V> duas vezes seguidas sem largar o <Alt>) é um comando
que serve para abrir e mostrar o conteúdo de um arquivo do tipo DBF.
Sua finalidade é poder dar manutenção em um arquivo, diretamente pelo usuário, de dentro do sistema, sem que um
técnico precise se deslocar até o ambiente do cliente. Com este comando pode-se procurar por possíveis campos
danificados que possam estar provocando erro no sistema, e alterar o conteúdo dos campos sem ter conhecimento de
programas especiais que permitam tal edição.
Deve-se frisar ao cliente que ele não deve nunca usar o Alt-VV sozinho, e sim somente com supervisão (telefônica) de
alguém do suporte; igualmente, não utilize o Alt-VV sem necessidade, pois seu uso freqüente pode dar a impressão ao
cliente de que o sistema tem defeitos que para ser solucionados exigem o uso do Alt-VV, o que não é verdade; além
disso, o cliente poderá ter a idéia de começar a usar o Alt-VV sozinho, podendo assim furar a integridade de dados do
sistema.
Para facilitar, o Alt-VV apresenta a opção de listar os arquivos Gerais ou os Específicos, para evitar ter de digitar o
nome do arquivo. Se quiser digitar o nome do arquivo, usar a opção Livre.
Nas duas primeiras opções (Geral/Específico), deve-se escolher um dos arquivos com as setas e <Enter> (lembre-se de
que a janela rola para baixo, mostrando mais arquivos); em seguida, o sistema lhe pedirá: "Campo:"; digite o nome do
campo que você deseja que o sistema se posicione inicialmente, ou tecle <Enter> para começar do primeiro campo.
Na opção "Livre", o sistema ainda lhe pedirá o arquivo de índice que você deseja abrir junto com o DBF. Deixando
este campo em branco, o arquivo será aberto sem índices.Em seguida, o arquivo solicitado será mostrado numa tela
Browse, percorrível com as setas, e editável. O arquivo será aberto sob DELETED ON, portanto qualquer registro
deletado e ainda não packeado (esc + P) não será mostrado.
Evite editar os campos, mas se tiver de fazê-lo, então depois é seguro proceder a uma reindexação.
Para sair desta tela basta dar dois <Esc>.

Alt-RR
O comando Alt-RR é um comando que serve para ordenar ao sistema que reconstrua a estrutura de um ou mais
arquivos do sistema (se o arquivo for específico, este arquivo será reconstruído em cada empresa automaticamente).
Erro: Variável não existente: [variável] ([Alias])
Neste caso, [variável] é o nome do campo que está faltando, provavelmente (mas não certamente) no arquivo definido
por [Alias]. Nem sempre [Alias] é o arquivo onde está faltando o campo, o sistema apenas tenta indicar o arquivo mais
provável onde pode ter ocorrido o problema. Nenhuma outra mensagem de erro poderia indicar a necessidade de
reconstrução de arquivos, e nem toda mensagem de erro Variável não Existente quer dizer que é um campo que está
faltando; pode ser outro tipo de problema. Por isto, primeiro verifique se realmente está faltando o campo, antes de
ordenar uma reconstrução.Suponhamos que, CLIENTES.DBF está com a estrutura errada; então, para resolver isto,
devemos reconstruir o arquivo CLIENTES.DBF, sendo que esta operação é muito fácil de fazer nos sistemas
MasterMaq, podendo ser totalmente controlada por telefone. Poderíamos abrir o DICTDBFS e mudar o campo
RECONSTROI de F para T, mas isso é uma operação difícil para o usuário, e por isso o Alt-RR foi inventado,
simplesmente para facilitar esta operação, que no final das contas é apenas isso, uma intervenção no DICTDBFS.
Peça então ao cliente que entre no sistema, chegue até a tela de Menu Principal, e acione as seguintes teclas: <Alt-RR>
(Segurar a tecla <Alt>, enquanto se aperta a letra <R> duas vezes seguidas; não se pode largar o <Alt> entre as duas
teclagens do <R>). Aparecerá uma tela com vários nomes de arquivos, e uma barra iluminando o arquivo
correntemente selecionado. Se você teclar <Enter>, aparecerá uma marca ao lado do arquivo, indicando que ele está
selecionado para reconstrução. A barra se moverá para o próximo arquivo. Se houver a necessidade de reconstruir
mais de um, basta teclar <Enter> em cada arquivo desejado; se você marcar um arquivo indesejado, então volte a barra
iluminada para ele e tecle <Enter> novamente, que o mesmo será desmarcado.
Após acabar de marcar todos os arquivos desejados (em nosso exemplo, marque apenas o primeiro, com título
"Empresas"), tecle <Esc> para sair desta tela. Você voltará à tela do Menu Principal; o sistema não fará a reconstrução
neste ponto (pois afinal de contas apenas alteramos o DICTDBFS); é necessário sair do sistema e reentrar; logo após a
digitação da senha é que será processada a reconstrução. Depois, é recomendado proceder à Reindexação.

Instalação de sistemas
Instalar um Sistema
O ato de instalar um sistema qualquer consiste em fazer com que sejam colocados todos os arquivos e diretórios
necessários para que este sistema funcione no winchester do usuário. A instalação automatiza este processo, evitando
que o usuário tenha de ele mesmo criarem diretórios e copiar arquivos. A instalação se usa então de um programa
instalador, que pode ser inclusive um. BAT (como é o caso dos sistemas MasterMaq). No nosso caso o arquivo
instalar.bat.
Quando se executa o processo de instalação convencional e este não instala o sistema, devemos acessar a pasta
\ATUALIZACAO\(SISTEMA) e executar o arquivo instalar.bat. Que permite instalar e atualizar a versão.
Atualizar um sistema MasterMaq
Checa se há o arquivo ATUALIZA.KEY no diretório principal; se houver, isto quer dizer que já foi feita uma
atualização mas não se entrou no sistema; cada vez que se atualiza uma versão, deve-se entrar na mesma (ou seja,
entrar no sistema) para que o mesmo faça as conversões de dados que sejam necessárias naquela versão.
Checa se o arquivo indicador da versão anterior ou da atual está presente; num caso de a versão atual ter sido
reemitida, com alguma pequena diferença mas sem que seu número tenha mudado. Vai ser atualizada normalmente.
Não se pode pular uma versão, deve-se passar por cada versão existente entre a atualmente instalada e a que se deseja
chegar. Estes arquivos tem o nome V???, onde ??? são os números da versão; p.ex., o sistema que estiver na versão
2.36 terá o arquivo V236. (sem extensão).

Arquivos de Proteção
Ao adquirir os sistemas MasterMaq o cliente recebe também 2 arquivos denominados CIFRA.CIF e LIMITE.CTR,
que em conjunto, identificam o proprietário do software e impedem a ‘pirataria’ (distribuição ilegal de cópias) dos
sistemas.
Os sistemas não funcionarão sem estes dois arquivos, salvo em caso de demonstrações, onde haverá limite para
cadastros de Empresas (05) e de lançamentos (50).
O que é o Cifra.Cif?
Arquivo que determina o proprietário dos sistemas. Este arquivo guarda o Nome do Cliente, Nome impresso nos
relatórios, Número de Série, Versão do Sistema e Origem de venda do Sistema (se feito pela MasterMaq ou por
revendas).
O que é o Limite.ctr?
Arquivo que determina o tempo de uso dos sistemas MasterMaq para clientes que os adquiriram à prazo e para todos
os clientes que utilizam o MasterPlus (sistema for Windows, distribuído gratuitamente a clientes da Linha Contábil
que possuam contrato de manutenção de pelo menos um dos sistemas).

Teclas Usuais
As teclas usuais são as seguintes:
<Enter>, <Esc>, <setas>, <Tab>, <Insert>, <Delete>, <BackSpace>, <Ctrl-Y>, <PgUp>, <PgDn>, <Home>,
<End>, <CapsLock> e <NumLock>.
<Enter>
A tecla <Enter> é a mais importante do computador, e serve para indicar ao computador que este deve aceitar a
informação digitada.
Os dois <Enter> que existem na maioria dos teclados (um na parte principal do teclado e outro no teclado numérico
reduzido) são absolutamente iguais, sua repetição é apenas questão de comodidade.

<Esc>
A tecla <Esc> é a segunda tecla mais importante para o sistema, após a tecla <Enter>.
Esc vem de Escape, ou seja, escapar, indicando que sua utilidade é escapar, sair, abortar operações.
Deste modo, é como se ela fosse o oposto de <Enter>;
Quando teclada dentro de uma rotina de entrada de dados, normalmente faz com que apareça uma mensagem dando ao
usuário duas opções:<Enter> para recomeçar a entrada de dados, e <Esc> para sair da rotina. Para sair do sistema,
tecle <Esc> repetidamente, até que o sistema desligue.

<setas>
As setas são muito utilizadas para movimentar o cursor, tanto dentro de campos (veja campo) quanto nas janelas.
A maioria dos teclados (os de 101 teclas) têm as setas em dois locais: no teclado numérico reduzido, quando o
<NumLock> está desligado, e na parte do teclado entre o teclado num. reduzido e o teclado principal. Nesta última
área as setas estão permanentemente ligadas, independente do estado de NumLock. Estas observações também valem
para as teclas <Insert>, <Delete>, <Home>, <End>,<PgUp> e <PgDn>.
Quando se está digitando um campo ou um texto, o uso das setas não tem nenhum efeito sobre os caracteres, as setas
apenas reposicionam o cursor.
Numa tela de preenchimento de dados com vários campos, usualmente a seta para cima faz com que se vá para o
campo imediatamente anterior ao campo corrente.

<Tab>
A tecla <Tab> normalmente está localizada logo acima da tecla <CapsLock>, na parte esquerda do teclado.
Esta tecla é de uso muito freqüente, pois aciona nos campos que são codificados uma janela de auxílio contendo as
descrições dos códigos. Desta maneira, não é necessário consultar nenhum relatório de códigos para saber a relação
completa dos códigos existentes.
Além de visualizar os códigos, pode-se interativamente escolher o código desejado, bastando teclar <Enter> em cima
do item desejado.
Lembre-se que quando há muitos códigos, eles não são mostrados na tela todos ao mesmo tempo, sendo necessário
percorrer a janela com as setas para se ver os demais códigos.
Existem basicamente dois tipos de janelas: Janela de Cadastro e Janela de Códigos.
Se utilizar c comando <Shift+Tab> fazemos o processo reverso, voltando nos campos anteriores.

<Insert>
A tecla <Insert> ou <Ins> é uma tecla que liga/desliga o modo de inserção.
Ela é uma tecla diferente, pois não tem efeito imediato nos caracteres, como por exemplo a tecla <Delete>; ela apenas
liga o modo de inserção, caso este esteja desligado, ou o contrário, caso esteja ligado. Estando o modo de inserção
ligado, quando se digitar algum caractere em um campo este caractere não sobrescreverá o caractere que estiver sob o
cursor, e sim inserirá o novo caractere imediatamente antes deste caractere que está sob o cursor.

<Delete>
A tecla <Delete> ou <Del> serve para apagar um caractere dentro de um campo. O caractere que será apagado será
aquele que está exatamente sob o cursor, diferente portanto da tecla <BackSpace>.
<BackSpace>
A tecla <BackSpace> serve para apagar o caractere imediatamente à esquerda do cursor, quando se está editando um
campo. Na maioria dos teclados ela não está identificada por seu nome, e sim apenas por uma seta para a esquerda.
Ela é normalmente usada quando se digita um campo e se nota que se errou o último caractere; <BackSpace> apagará
este último caractere. Quando se está corrigindo um campo ou texto após ele já estar completamente digitado, é mais
fácil usar a tecla <Delete> para apagar caracteres.

<PgDn>
A tecla <PgDn> ou <PageDown> (page down-página abaixo) serve para dois propósitos diferentes dentro do sistema:
dentro do editor de textos ou do <F10>, avança uma página de tela, e nas telas de edição de dados, em muitas
situações faz com que se passe a tela toda de uma só vez (como se tivesse sido dado o <Enter> em cada um dos
campos da tela), indo para uma tela posterior, se houver, ou para a confirmação dos dados.

<PgUp>
A tecla <PgUp> ou <PageUp> (page up-página acima) serve para dois propósitos diferentes dentro do sistema: dentro
do editor de textos ou do <F10>, recua uma página de tela, e nas telas de edição de dados, em muitas situações faz
com que se passe a tela toda de uma só vez (como se tivesse sido dado o <Enter> em cada um dos campos da tela),
indo para uma página anterior, se houver, ou para a confirmação dos dados.

<Home>
A tecla <Home> serve para levar o cursor para a primeira posição do campo que se está digitando ou, no caso do
editor de textos, da linha do texto. Também serve para levar a barra iluminada para a primeira posição, caso se esteja
em alguma janela ou menu.

<End>
A tecla <End> serve para levar o cursor para a última posição do campo que se está digitando ou, no caso do editor de
textos, da linha do texto.

<CapsLock>
A tecla <CapsLock> (fala-se Cáps Lock, e não cáps-luck) serve para fazer com que as letras maiúsculas fiquem
permanentemente acionadas. Seu estado é indicado por um led luminoso no teclado; quando o led está aceso, quer
dizer que as letras maiúsculas estão acionadas.

<NumLock>
A tecla <NumLock> (fala-se num-lóck, e não num-luck) serve para fazer com que as teclas do teclado numérico
reduzido funcionem como algarismos ou como teclas de movimentação. Seu estado é indicado por um led luminoso no
teclado; quando o led está aceso, quer dizer que o teclado numérico reduzido funcionará como algarismos.

Parâmetros
Conhecer o significado dos itens da 1a. página dos parâmetros (parâmetros comuns aos sistemas).
Impressora: Define o tipo de impressora e papel usados. Note que as impressoras com a observação "(132 Col)"
querem dizer na verdade que se deseja usar papel de 132 colunas; se a impressora for de 132 colunas, mas se desejar
usar papel de 80 colunas deve-se escolher a impressora com a observação "(80 Col)". Uma impressora escolhida
incorretamente pode acarretar em impressão problemática. O arquivo que é lido para carregar o driver de impressora é
o PRINTERS.DBF.
Quase todas as impressoras importadas são compatíveis com as Epson; caso a sua impressora não conste na lista de
impressoras, experimente a opção Epson FX da lista de impressoras.
Monitor: Define o conjunto de cores ou de tonalidades a ser usado pelo sistema. Para monitores coloridos, escolher a
opção Colorido; para monitores que só dão duas tonalidades, escolher Monocromático Puro; para os demais monitores,
devem-se escolher entre as diversas outras opções até se encontrar uma que seja clara e agradável. As definições de
cores estão armazenadas no arquivo COLORS.DBF.
Formulários Impressora Informa se estou trabalhando com formulário contínuo ou folha solta.
Ainda que o usuário esteja trabalhando com Impressoras jato de tinta, é aconselhável que se informe Formulário
Contínuo, caso contrário, o sistema vai ficar pedindo para colocar o papel a cada página impressa.
Após Fim Relatórios : Quando um relatório acaba de ser impresso, geralmente é desejável que a impressora já
posicione o papel no picote para que quando outro relatório for impresso o papel já esteja na posição correta; é isto que
a opção Ejetar Papel faz. Não Ejetar Papel faz com que o papel fique exatamente onde acabou o último relatório (ex.:
O usuário imprimiu o relatório até o meio da página. No momento que ele mandar imprimir o próximo relatório, o
sistema iniciará a partir do local onde foi impresso a última linha da impressão anterior).
Testa On-Line da Impressora : Quando o sistema vai imprimir na impressora, ele primeiro a testa para ver se ela está
ligada e se está on-line (remoto); caso ela não esteja, será impossível realizar a impressão, e será emitida uma
mensagem alertando quanto à situação; porém, algumas impressoras e/ou computadores não conseguem fazer esta
identificação corretamente, achando que a impressora está off-line quando na verdade ela está on-line. Neste caso, o
sistema não vai nunca imprimir o relatório, quando na verdade se ele tentasse imprimir conseguiria. Para os
equipamentos normais, colocar esta opção no Sim.Se você estiver em rede, o Default deve ser sempre Não. Caso
contrário, sempre emitirá a mensagem de “Impressora Desligada”.
Default do Menu de Impressão No momento da impressão, o sistema procura pela impressora OnLine. Se a
impressora estiver OnLine, a impressão é automaticamente direcionada para a impressora. Caso contrário vai para
arquivo. Esta opção permite que ao enviar relatórios, o sistema sempre envia para o Arquivo.
Note Bem: Sempre que envio um relatório para arquivo, o último relatório enviado sobrepõe o último. Caso queira ter
todos os relatórios enviados em momentos diferentes em arquivo, o cliente ao mandar imprimir deve mudar para a
opção SPOOL.
Porta da Impressora : A impressora está conectada fisicamente no painel traseiro do micro, e logicamente a uma
porta, geralmente a porta LPT1 (correspondente à primeira porta paralela). As portas seriais são as COM1 e COM2, e
a porta PRN é a porta padrão, geralmente idêntica à LPT1. Se você indicar a porta errada, o sistema vai imprimir
normalmente, mas nada sairá na impressora, parecendo que há um erro, porém tudo o que há é um erro de
configuração.
Data/Hora Emissão nos Relats. : Se for escolhido Sim, no cabeçalho de todos os relatórios serão impressos a data e a
hora da impressão, sendo que a data é aquela que é definida no momento em que se entra no sistema. Lembrando que
esta opção SEMPRE deve ser diferente da opção testa On-line impressora. Se uma opção estiver sim a outra deve estar
não.
Máscara para campos de Telefone Indica a máscara utilizada para os campos de telefone de acordo com as diversas
regiões brasileiras. Existe também a possibilidade de ser sem a máscara (que é a mais utilizada).
Sistema Operacional : Estaremos informando ao sistema que estamos num ambiente mono-usuário, como o DOS ou
estaremos querendo dizer que estamos num ambiente multi-usuário tal qual uma rede, mesmo que seja apenas para
utilização da impressora.
Controlar Acessos de Usuário: No cadastro de Usuários (senhas), pode-se definir que itens dos menus cada usuário
pode acessar. Quando o sistema entra, após se informar qual usuário está usando o sistema, este se encarrega de ler os
acessos permitidos para este usuário.
Relatório em Vídeo com Possibilidade de Impressäo Indica que o relatório mostrado no vídeo poderá ser impresso a
qualquer momento a partir da tecla F10.
Gerar Relatórios para o MasterLeitor Indica se eu quero gerar os relatórios para serem enviados para serem
impressos pelo MasterLeitor. Caso seja afirmativo, é necessário que no cadastro de empresas o campo Impressora do
Cliente esteja preenchido com o modelo de impressora que o cliente possui. Esta opção SEMPRE deve ser contrária a
opção de relatório em vídeo com possibilidade de impressão.
Nomenclatura das Páginas Indica se ao imprimir um relatório, a referência será Pág. ou Folha. Em alguns estados,
entende-se que a expressão não pode ser página, porque página é Frente e Verso. Em outros que Folha é Frente e
Verso.
Integrar-se ao MasterPlus. Indica se o sistema irá utilizar os cadastros centralizados integrados ao MasterPlus.
Tipo de Papel para Darf Indica se o sistema imprimi DARF em formulário de Gráfica (Papelaria) ou papel Branco.
Relatório em Vídeo Indica se o relatório mostrado no vídeo será no formato comprimido cabendo mais informações
(relatório com a letra pequena. Não tem nada haver com a impressão. Isto é apenas no vídeo) ou na edição normal
(com letra maior e menos informações).
<F10> - Imprime o relatório que está sendo visualizado no vídeo na impressora (na porta LPT1 somente); este
relatório sairá exatamente igual ao que sairia se fosse impresso novamente na rotina que o originou, DESDE QUE a
opção “Gerar Relatório para o MasterLeitor” esteja desabilitada. Caso contrário será impresso o relatório considerando
o mesmo modelo de impressora informado no cadastro da empresa, no campo “Impressora do Cliente”.
<F8> - Permite gravar o arquivo referente ao presente relatório em vídeo no diretório “\MMQC\MLEITOR”, (esse
diretório é destinado a guardar os relatórios gerados pelos sistemas Mastermaq que serão enviados aos clientes que os
imprimirá).
Multi-Empresa
Todos os sistemas MasterMaq são multi-empresa, isto é, trabalham com mais de uma empresa (até 999 por unidade
lógica de disco rígido). As empresas são codificadas, sendo o código de 3 caracteres (string), alinhados com zeros a
esquerda (p.ex.: empresa 1 -> código "001"). A criação de novas empresas e dos respectivos arquivos é totalmente
controlada pelo sistema, não exigindo jamais intervenção do operador.
Multi-Usuário
Esta secção é destinada a controlar as operações realizadas no sistema no modo Multi-usuário. É composto das sub
rotinas Máquinas da Rede, Impressoras da Rede e Impressoras da Máquina.
Máquinas da Rede
Rotina utilizada para se cadastrar todas as máquinas que o usuário possui em seu escritório. A partir deste cadastro,
torna-se possível trabalhar no modo multi-usuário com mais segurança.
Impressoras da Rede
Rotina utilizada para cadastrar todas as impressoras que existe em seu escritório. Caso você possua mais de um
modelo da mesma impressora, Não é necessário cadastrar o mesmo modelo de impressora mais de uma vez. A objetivo
desta rotina é separar as impressoras existentes, por modelo, Não pela quantidade.
Impressoras da Máquina
Nesta rotina faço a relação das impressoras utilizadas por cada máquina. Em outras palavras, informo à Estação 001
que na porta LPT1, ele irá imprimir na impressora 001, na porta LPT2, ele irá imprimir na impressora 002, etc..
Desnecessário comentar que posso utilizar as portas de LPT1 a LPT9 para imprimir em qualquer impressora. Não é
necessário colocar Impressora 1 na Lpt1, impressora 002 na LPT2, etc., pode ter a Impressora 003 na LPT1, etc..

Menu de Impressão
O Menu de Impressão sempre aparece imediatamente antes que se emita um relatório. Ele tem duas partes distintas:
Faixa de Páginas
Aqui se decide quais páginas devem ser impressas do relatório. Deve-se escolher qual é a primeira página a ser
impressa, o número que esta primeira página deve ter, e escolher ainda a última página do relatório.
Caso se deseje emitir o relatório inteiro, basta deixar as opções default que já aparecem (1,1 e 9999), bastando teclar
<Enter> sobre elas, ou ainda <PgDn> para passar pelas três opções de uma vez só.
A opção de Número da 1ª Pág. é importante para certos tipos de relatórios que precisam estar numa seqüência de
páginas, sendo que certo relatório deve estar depois de outro, como se fosse um relatório só. Um exemplo típico é um
livro-diário, onde o diário propriamente dito deve ter sua primeira página com o número 0002, já que a página de
número 0001 é o termo de abertura.
Em alguns relatórios, pode aparecer ainda uma quarta opção, que é o número de cópias que se deseja emitir o relatório.

Modo de Impressão
A primeira opção é óbvia, emitirá o relatório na impressora, seguindo as definições da impressora escolhida em
Outros/Parâmetros.
A segunda opção, Arquivo emitirá o relatório internamente num arquivo, e em seguida o mostrará na tela (veja mais
detalhes em <F10>).
A opção Spooler é quase igual à opção Arquivo, com a diferença de que o relatório que se está emitindo se somará ao
anteriormente emitido, sem apagá-lo; assim, pode-se visualizar na tela ao mesmo tempo mais de um relatório.
A opção RTF, gera um documento no formato RTF que pode ser enviado por e-mail e editado pelo Word.
A opção Cancelar permite que se desista de emitir o relatório ( <Esc> tem o mesmo efeito).
Se o parâmetro Testa On-Line da Impressora do Outros/Parâmetros estiver ligado, o sistema já sugerirá
automaticamente a opção Impressora ou Arquivo de acordo com o estado da impressora; caso ela esteja ligada e com o
On-Line ligado, será sugerida Impressora, caso contrário, Arquivo.

Reindexação
A rotina de Reindexação faz duas coisas básicas: reconstrói os arquivos de índice (necessário após uma restauração de
backup ou um pique de luz que os tenha danificado), e opcionalmente dá o 'pack' nos bancos de dados, que significa
eliminar de modo definitivo os registro deletados, economizando deste modo espaço de winchester.

O que quer dizer reorganização de arquivos?


Constantemente, efetuamos alterações no banco de dados. Estas alterações podem ser as mais variadas, tais como
nome, endereço, salários, eventos, documentos fiscais, valores de impostos, lançamentos contábeis, etc.. Estes
arquivos, são indexados. O que é indexado? É um arquivo, seguido de um outro que define um ponteiro de ordem. Por
exemplo: Quando você efetua um cadastro de funcionários, você inclui estas pessoas normalmente em ordem de
admissão na empresa. Logo, teríamos em nosso cadastro os funcionários ordenados por número e data de admissão.
Aí, ocorre de você precisar listar todos estes funcionários em ordem Alfabética. Isto não seria possível se o arquivo
não fosse indexado pela ordem alfabética. Os sistemas MasterMaq, trazem no MENU OUTROS, a opção
REINDEXAÇÄO.

IMPRESSORAS
As principais portas de impressão
A porta paralela é uma interface de comunicação entre o computador e um periférico. Quando a IBM criou seu
primeiro PC (Personal Computer) ou Computador Pessoal, a idéia era conectar a essa Porta uma impressora, mas
atualmente, são vários os periféricos que utilizam-se desta Porta para enviar e receber dados para o computador
(exemplos: Scanners, Câmeras de vídeo, Unidade de disco removível e outros).Para que o computador consiga
comunicar-se com periféricos externos ele utiliza comunicação paralela (LPTX) ou serial (COMX).
E estas portas de impressão quando não mapeadas automaticamente devemos utilizar da rotina de mapeamento manual
através do NET USE.

Mapeamento pelo DOS


NET USE
Este comando mostra o status da rede, o local e onde está acessando remotamente. Utilizando de parâmetros podemos
adicionar ou remover mapeamento de rede no sistema. Para mapear uma impressora devemos saber o nome da
máquina na rede ( Tecla Win + Pause\Break – Nome do computador) e a impressora deve estar compartilhada.
Dependendo da configuração da máquina e da rede pode ser necessário fazer mapeamento pelos DOS e pelo Windows
para que o sistema possa imprimir normalmente.
Exemplos:
NET USE LPT1 \\nomedaminhamaq\impressora
Neste caso mapeamos a impressora na porta LPT1.
NET USE LPT1 /delete
Neste caso retiramos o mapeamento da porta LPT1.

PORTA USB
USB é a sigla de Universal Serial Bus. Trata-se de uma tecnologia que tornou mais simples e fácil a conexão de
diversos tipos de aparelhos (câmeras digitais, mp3, mouse, teclado, celular, impressoras etc) ao computador. Quando
se instala uma impressora que utiliza a porta USB, devemos mapear da mesma forma que mapeamos uma impressora
de porta paralela. Devemos ficar atento que esta impressora deve ser mapeada na primeira porta paralela, deve estar
como padrão no Windows e a opção Ativar Impressão Windows em parâmetros deve estar sim.
Mapeamento pelo Windows

Para mapear uma pasta ou determinada partição pelo Windows. Devemos acessar o sistema de origem. Clicar com o
botão direito do mouse e selecionar a opção “Compartilhamento e segurança”.
Logo após devemos clicar na opção “Compartilhar esta pasta”, com a opção “Máximo Permitido” e clicar em “OK”.

Depois devemos acessar a máquina de origem, acessar o Windows Explorer ( Win + E ). Clicar na opção “Mapear
unidade de rede...”

Na próxima tela que vai aparecer devemos selecionar em qual letra queremos mapear e qual o pasta do caminho
mapeado. Lembrando de marcar a opção “Reconectar-se durante logon” . Para este mapeamento sempre estar ativado
mesmo quando reiniciar a máquina.