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Sufo José Amade

IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA CIENTIFICA PARA ESTUDANTES NO


CONTEXTO UNIVERSITÁRIO

Instituto superior de ciências e educação à distância (isced)

Pemba

2021
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Sufo José Amade

IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA CIENTIFICA PARA ESTUDANTES NO


CONTEXTO UNIVERSITÁRIO

Instituto superior de ciências e educação a distância (isced)

Trabalho de metodologia de investigação


científica a ser submetido na coordenação
do curso de Licenciatura em Ensino de
português do ISCED.

Tutor: drª Carla Ceshene

Pemba
2021
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Índice
Introdução .................................................................................................................................. 4

1. A importância da Metodologia para discentes e docentes do ensino superior ...................... 5

2. A preparação da redacção e a apresentação de trabalhos científicos .................................... 6

3. Pesquisa científica nas universidades .................................................................................... 7

4. Método e Ciência ................................................................................................................... 8

5. Dificuldades na execução da pesquisa nas faculdades .......................................................... 9

6. As capacidades do docente universitário na actualidade .................................................... 10

7. O papel do estudante na contextualização universitária ...................................................... 11

Conclusão ................................................................................................................................ 12

Referência bibliográfica .......................................................................................................... 13


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Introdução

Este trabalho aborda a importância da disciplina de Metodologia Científica como


ferramenta fundamental na iniciação científica e no desenvolvimento de produções
científicas pelos alunos que ingressam nas universidades e ao longo do curso são
estimulados a desenvolver trabalhos científicos como parte dos requisitos de avaliação.

Nos últimos anos, tem sido um aparente consenso na comunidade académica o de que
instituições de ensino universitário devem aliar às práticas de ensino tradicional,
elementos que promovam o desenvolvimento do pensamento crítico reflexivo dos
estudantes, permitindo, através de uma visão real do mundo, detectar os problemas que
o assolam e ao mesmo tempo, dotá-los de ferramentas capazes de promover medidas
que ajudem solucioná-los.

Este trabalho aborda a importância da Metodologia Científica como ferramenta


fundamental no desenvolvimento de produções científicas pelos estudantes que
ingressam nas universidades e ao longo do curso são estimulados a desenvolver
trabalhos científicos como parte dos requisitos de avaliação.

Verifica-se que os estudantes se vêm diante de muitas dificuldades para cumprir essas
exigências, provavelmente, em decorrência de uma formação deficiente na formação
básica. Por vezes, verifica-se que estudantes cursando o último ano dos cursos de
graduação, desconhecem as mais elementares normas envolvidas na elaboração de
textos científicos, tais como: desenvolvimento e estrutura do trabalho, padrões de
redacção, procedimentos para se fazer pesquisas bibliográficas, selecção e organização
da leitura das obras, construção de citações directas e indirectas, bem como sobre o
propósito de incluí-las no corpo do próprio texto. Essas dificuldades podem ser a causa
de uma grande ansiedade nos alunos de graduação, na medida em que as exigências
mudam em profundidade a forma usual da escrita, incorporando diversos elementos, até
então desconhecidos, podendo, no limite, levar ao desânimo e, até mesmo, a desistência
do curso.
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1. A importância da Metodologia para discentes e docentes do ensino superior

O processo de construção mútua do conhecimento científico, frente às novas realidades


e possibilidades vivenciadas por esses agentes do ensino superior contemporâneo. Visto
todo o exposto, são consideradas as concepções de autores renomadíssimos na área de
Metodologia Científica para concatenar com o cotidiano universitário os conhecimentos
expostos nos variados artigos aprovados, além de embasar a pesquisa na análise de seus
resultados.

Segundo Demo (1995), a metodologia é uma disciplina que


instrumentaliza quanto aos procedimentos a serem tomados na
pesquisa, possibilitando acesso aos “caminhos do processo
científico”, além disso, ela visa, também, promover
questionamentos acerca dos limites da ciência sob os aspectos da
capacidade de conhecer e de interferir na realidade

Para Severino (2007, p. 17-18) o trabalho científico; refere-se ao processo de produção


do próprio conhecimento científico, actividade epistemológica de apreensão do real; ao
mesmo tempo, refere-se igualmente ao conjunto de processos de estudo, de pesquisa e
de reflexão que caracterizam a vida intelectual do estudante

O conhecimento é importantíssimo para todos os segmentos da humanidade, tornou-se


valioso, pois quem o domina pode ter acesso a inúmeras oportunidades. (TEIXEIRA,
2010).

Vieira et al. (2003), aponta que o conhecimento tomou proporções que vão além dos
limites das instituições de ensino ou do que o professor pode dispor, podendo ser
construído em várias formas e lugares.
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2. A preparação da redação e a apresentação de trabalhos científicos

Envolver um grande número de questões de natureza técnica e estética, dentre as quais,


pode-se destacar a disciplina, a criatividade na selecção da bibliografia, a leitura de
forma organizada, a ousadia e o rigor na abordagem do assunto, além da obediência a
certas normas de redacção e apresentação do texto final. A Metodologia Científica irá
abordar as principais regras da produção científica para estudantes dos cursos,
fornecendo uma melhor compreensão sobre a sua natureza e objectivos, podendo
auxiliar para melhorar a produtividade dos estudantes e a qualidade das suas produções.

A relevância desta pesquisa se dá, tendo em vista a pouca importância que é dada pela
maioria dos pesquisadores em formação aos detalhes da confecção de um documento
metodologicamente adequado. A necessidade do estudo em questão pode ser
considerada na medida em que ele irá abordar a importância da disciplina de
Metodologia Científica no desenvolvimento técnico, ideológico e científico do
estudante de nível superior melhorando a sua produtividade e a qualidade das suas
produções.

Objectiva-se com este estudo comprovar que a disciplina Metodologia Científica é


iminentemente prática e apresenta instrumentos necessários para a realização de
trabalho de pesquisa, buscando a construção do conhecimento dos académicos de forma
a favorecer-lhes uma leitura e escrita mais eficientes, através da pesquisa e redacção
com embasamento científico elaborados segundo normas científicas vigentes. Através
da análise dos principais conceitos que compõem a disciplina de Metodologia Científica
e posterior relação dos mesmos na produção e apresentação de trabalhos científicos,
aqui busca se uma analogia entre o saber científico e sua influência no desenvolvimento
da reflexão, da compreensão, da capacidade de interpretação e argumentação dos
académicos dum curso.
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3. Pesquisa científica nas universidades

De um modo geral, é na Universidade que o estudante passa a ter contacto directo com
o mundo científico e, assim sendo, são grandes as dificuldades encontradas pelos alunos
para desenvolverem actividades de pesquisa em suas universidades. Estas dificuldades
se estendem desde a escolha do tema até a conclusão final orientada pela análise dos
resultados obtidos. Este fato pode ser baseado em alguns fenómenos pré-universitário
como, por exemplo, baixa qualidade na formação de alunos interessados, curiosos e
exploradores que ingressam na comunidade académica, assim como, no próprio grau de
especificidade técnica para desenvolvimento dos projectos propostos.

Contudo, as Universidades tentam minimizar estas situações inserindo no conteúdo


programático do curso superior a disciplina de Metodologia Científica e na maioria das
vezes, ministrada nos primeiros semestres do caminho académico. As falhas e
dificuldades mais comuns encontradas nos projectos de pesquisa estão relacionadas a
própria construção do projecto, ausência de articulação na construção dos projectos; um
problema proposto de difícil compreensão; conteúdo teórico do projecto limitado à
resenhas de obras alheias; técnicas de pesquisa ineficientes e incoerentes com o
problema de pesquisa (BONIN, 2006). Neste contexto o orientador docente torna-se
figura indispensável para identificar os erros apontados e orientar de forma adequada á
resolução dos problemas. Tanto o aluno, quanto o orientador são peças chaves para o
desenvolvimento da pesquisa nas Universidades, além de também usufruírem dela para
seu crescimento profissional. O estudante faz uso da pesquisa para construir o
conhecimento de maneira significativa e o docente para aprimorar as suas competências
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4. Método e Ciência
A evolução da ciência se deu com a evolução da inteligência humana, que passou do
medo do desconhecido ao misticismo, numa tentativa de explicar os fenómenos através
do pensamento mágico, das crenças e das superstições e, finalmente, evoluiu para a
busca de respostas através de caminhos que pudessem ser comprovados. Desta forma,
nasceu a ciência metódica, que procura sempre uma aproximação com a lógica. O ser
humano é o único animal na natureza com capacidade de pensar. Esta característica
permite que os seres humanos sejam capazes de reflectir sobre o significado de suas
próprias experiências. Assim sendo, é capaz de novas descobertas e de transmiti-las a
seus descendentes. O desenvolvimento do conhecimento humano está intrinsecamente
ligado à sua característica de viver em grupo, ou seja, o saber de um indivíduo é
transmitido a outro, que, por sua vez, aproveita-se deste saber para somar outro. Assim
evolui a ciência.

Segundo Oliveira (1999), a Ciência num determinado período da


história acabou sendo mistificada, principalmente a partir do séc.
XVIII, e hoje ela é entendida como sendo qualquer assunto que
possa ser estudado pelo homem, pela utilização do Método
Científico e de outras regras especiais de pensamento.

O autor destaca ainda que a Metodologia estuda os meios ou métodos de investigação


do pensamento concreto e do pensamento verdadeiro, e procura estabelecer a diferença
entre o que é verdadeiro e o que não é, entre o que é real e o que é ficção.

O aprofundamento em um conjunto de processos de estudos, de pesquisa e de reflexão,


passa a exigir do estudante uma nova postura de actividade didáctica mais crítica e
rigorosa.

Para Gil (2002, p.17), o desenvolvimento de produções científicas só se dá de maneira


efectiva mediante o concurso dos conhecimentos disponíveis e a utilização cuidadosa de
métodos, técnicas e outros procedimentos científicos.

O método científico visa descobrir a realidade dos factos que, uma vez descobertos,
devem guiar o uso do método. Cervo e Bervian (1983, p.125) destacam que o método
não é apenas um meio de acesso: só a inteligência e a reflexão descobrem o que os
factos realmente são. O método científico percorre os caminhos da dúvida sistemática,
que não pode ser confundida com a dúvida universal dos cépticos.
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5. Dificuldades na execução da pesquisa nas faculdades


A iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico
à realização de um projecto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a
formação de uma nova mentalidade no aluno, que de simples repetidores, passam a
criadores de novas atitudes e comportamento, através da construção do próprio
conhecimento.

A situação actual do ensino médio encerra várias e complexas questões, como aspectos
estruturais que ainda não foram resolvidos, a precariedade desse ensino público. O
cenário educacional em que convivem velhos e novos problemas aponta para a
expansão do ensino médio com baixa qualidade, para a privatização da sua gestão e,
simultaneamente, exibe um forte componente de exclusão. A reforma política
educacional do ensino médio, em curso, vem afectando sensivelmente o trabalho do
professor e a dinâmica institucional da escola e, em muito menor grau, a realidade
educacional do aluno. Tal fato, reflectirá na sua actuação enquanto discente de uma
instituição de nível superior.

Em recente pesquisa do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), foi


divulgado que apenas um por cento dos estudantes da terceira série do ensino médio (ou
seja, os que se preparam para ingressar na universidade) tem domínio adequado do
idioma Português.

Observa-se no país uma perigosa desvalorização da cultura básica, da erudição e do


conhecimento. A grande maioria dos cursos de ensino médio e os cursos preparatórios
para os vestibulares preparam o aluno apenas para realizar a prova, mas não
desenvolvem nele o raciocínio, o senso crítico e o conhecimento de base.

Obras literárias importantes são resumidas de forma pobre e descaracterizada, em


poucos parágrafos. Já sem cultura básica, nossos jovens também não são estimulados à
leitura dos jornais e revistas, que também se constituem em fonte imprescindível de
informação e formação.

Os estudantes sabem manipular com habilidade os microcomputadores, em casa, e, de


forma crescente, também nas escolas, públicas ou privadas, mas são incapazes de
interpretar um texto de teor mais rebuscado. Não conseguem redigir um texto com
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princípio, meio e fim, estilo, forma e linguagem, e por conta dos modismos atentam
contra o idioma, com seu pobre

6. As Capacidades do docente universitário na actualidade

Avanços tecnológicos e a inserção de computadores influenciam na qualidade do


ensino, principalmente, o superior. Atentar para como o computador é utilizado, através
da Internet (Redes Sociais) e outras mídias, é fundamental, pois, nem todo conteúdo
disponibilizado é significativo. É necessária uma reflexão quanto a essas informações
para que, então, o estudante consiga desempenhar suas competências a contento. Dessa
forma, ninguém melhor que o professor para refletir e propor conteúdos significativos.
Sendo assim, o professor deve utilizar todos os recursos a sua disposição em sua
didática para que a qualidade do ensino e aprendizagem seja otimizada.

Segundo Antunes (2009, p. 97-98) diz que: Essa posição ressalta


o valor da perspectiva construtivista da aprendizagem e redefine
o papel do professor. Em síntese, o papel do novo professor é o
de usar a perspectiva de como se dá a aprendizagem, para que,
usando a ferramenta dos conteúdos postos pelo ambiente e pelo
meio social, estimule as diferentes inteligências de seus alunos e
os leve a se tornarem aptos a resolver problemas ou, quem sabe,
criar ‘produtos‘ válidos para seu tempo e sua cultura.

O professor ao utilizar o computador poderá ministrar uma aula diferenciada, mais


criativa, que estimule o aluno que deseja aprofundar-se, buscar e investigar,
transformando o conhecimento abstrato (a teoria) em concreto (a prática). Contribuindo
de maneira eficaz no processo de ensino e aprendizagem, estimulando o interesse à
pesquisa e desenvolvendo o raciocínio. Sendo assim, “o conhecimento deve ser
construído pela experiência ativa do estudante e não mais ser assimilado passivamente.
Podemos ensinar e aprender sem eles, porém sua apropriação é importante tanto ao
estudante como aos professores, mais a este, pois os computadores com seus aplicativos
podem ser ‘próteses‘ maravilhosas para o cérebro humano em suas funções tanto de
aprendizagem como de produção.
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7. O papel do estudante na contextualização universitária

Ao ingressar na universidade o estudante depara-se com situações pouco comuns a sua


realidade, até então. A partir disso, é necessária uma adequação, por parte do estudante,
ao novo ambiente.

Para Severino (2007, p. 37): No ensino superior, os bons


resultados do ensino e da aprendizagem vão depender em muito
do empenho pessoal do aluno no cumprimento das atividades
acadêmicas, aproveitando bem os subsídios trazidos seja pela
intervenção dos professores, seja pela disponibilidade de recursos
pedagógicos fornecidos pela instituição de ensino.

Teixeira (2010), ao mencionar sobre as competências transversais do ofício do aluno,


diz que o estudante precisa desenvolver três atos acadêmicos: os hábitos de estudar, ler
e escrever textos para torna-se atuante na sociedade. Isso servirá como requisito para
que o estudante se torne um pesquisador.

O acto ou hábito de estudar está diretamente ligado ao de aprender através de boas


práticas de leitura e atenção às aulas, dando ao aluno a possibilidade de participar,
interpretar e envolver-se no desenvolvimento de tais práticas. Sendo assim, deve-se
aproveitar ao máximo as aulas em sala, pois “esse material didático científico deve ser
considerado e tratado pelo estudante como base para seu estudo pessoal, que
complementará os dados adquiridos através das atividades de classe” (SEVERINO,
2007, p. 43), além das leituras de bons livros que possibilitem atuação e/ou reflexão do
estudante.

A iniciação científica é um dever da instituição e não deve representar uma actividade


eventual ou esporádica. A actividade de pesquisa universitária, especialmente a pesquisa
básica, sempre exigiu um conjunto de condições que estão fora do alcance da realidade
da maior parte dos estabelecimentos de ensino superior privados. No sector público, a
pesquisa universitária só se institucionalizou a partir do final da década de sessenta, em
função da implementação da reforma de 1968. As várias propostas demandavam
mudanças estruturais para o ensino superior brasileiro, objectivando modernizar e
democratizar o sistema.
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Conclusão
A presença de tantas regras, detalhes, indicações rígidas para digitação e formatação do
texto, que parecem cercear a liberdade do estudante em pensar e escrever sem nenhuma
exigência metodológica, faz com que o estudo de Metodologia Científica nas
universidades raramente seja bem aceito pelos estudantes.

A metodologia, porém, objectiva bem mais do que levar o estudante a elaborar


projectos, a desenvolver um trabalho monográfico ou um artigo científico como
requisito final e conclusivo de um curso académico. Ela almeja levar o estudante a
comunicar-se de forma correcta, inteligível, demonstrando um pensamento estruturado,
plausível e convincente, através de regras que facilitam e estimulam à prática da leitura,
da análise e interpretação de textos e consequentemente a formação de juízo de valor,
crítica ou apreciação com argumentação plausível e coerente.

O método, quando incorporado a uma forma de trabalho ou de pensamento, leva o


indivíduo a adquirir hábitos e posturas diante de si mesmo, do outro e do mundo, que só
têm a beneficiar a sua vida tanto profissional quanto social, afectiva, económica e
cultural.

Com base em métodos adequados e técnicas apropriadas, o estudante terá condições, a


partir da conscientização de um problema, de ir em busca das respostas ou soluções para
o mesmo. A actividade científica é, acima de tudo, o resultado de uma atitude do ser
humano diante do mundo que a cerca, do qual ele mesmo é parte integrante, para
entendê-lo, reconstruí-lo e, consequentemente, torná-lo inteligível.

As regras e passos metodológicos que são ensinados na universidade, visam, portanto, a


inserção do estudante no mundo académico científico desenvolvendo nele hábitos que o
acompanharão por toda a sua vida, como o gosto pela leitura e o espírito crítico maduro
e responsável. A disciplina de Metodologia Científica ajuda os estudantes na
experiência de sentirem-se cidadãos, livres e responsáveis e os auxilia a administrar
suas emoções, a exercitar o bom senso e a enfrentar desafios na conquista de suas
metas.
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Referência bibliográfica

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ANTUNES, Celso. As inteligências múltiplas inteligências e seus estímulos. 15. ed.


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BETTEGA, Maria Helena Silva. A educação continuada na era digital. 2. ed. São Paulo,
SP: Cortez, 2010.

DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed. rev. e atual. São Paulo,
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FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 28.


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IMBERNÓN, Francisco. Inovar o ensino e a aprendizagem na Universidade. Tradução


Silvana Cobucci Leite. São Paulo, SP: Cortez, 2012. (Questões da nossa época,
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SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual.
São Paulo, SP: Cortez, 2007.

TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. 7. ed.


Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

VALENTE, José Armando. Diferentes usos do Computador na Educação. Disponível


em: Acesso em: 20 mar. 2011.

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SP: Avercamp, 2003

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