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Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Departamento de Química
Curso: Técnico em química Turno: Diurno
Turma: QUI1A - T2
Disciplina: Mineralogia
Professora: Valéria
Aluno(a): Mariana Gabriela de Oliveira
Data: 26/10/09

Determinação de grãos minerais


Objetivo: Determinar o mineral usando uma amostra pulverizada sem
identificação

Materiais/Reagentes:
• HCl concentrado • Bico de Bunsem
• Solução de amônia concentrada • Tubos de ensaio
• Solução a 10% de oxalato de amônio • Alça de platina
• Solução a 10% de fosfato de amônio • Pipetas de plástico
• Molibdato de amônio • Estante para tubos de ensaio
• Ácido nítrico
• Solução a 10% de cloreto de bário
• H2O
• CH3COOH
EPI’s:
• Jaleco
• Luvas
• Óculos de proteção

Introdução:
Um mineral pode ser definido como um material homogêneo que ocorre na
natureza, possuindo usualmente uma estrutura cristalina e uma composição
que é controlada entre limites conhecidos por processos químicos bem
definidos. Dentro dessa definição, uma ampla faixa de propriedades físicas e
químicas é possível para a mesma espécie mineral e, para que as tabelas
possam ser usadas da melhor maneira, é necessário atender as razões
dessas variações.
Diferenças relativamente pequenas na composição química são
responsáveis pela formação de um certo número de minerais estritamente
relacionados, nos quais há uma substituição gradual de certos elementos
por outros que tenham características similares.
O conhecimento da composição química nem sempre é suficiente para
identificar as espécies porque dois minerais de composição química idêntica
podem ter propriedades físicas bastante diferentes. Pequenas quantidades
de impurezas também podem afetar as propriedades dos minerais.
Assim, é evidente que uma espécie de mineral pode apresentar
consideráveis variações em suas propriedades, mas essas variações são
predizíveis e tem sido listadas nas tabelas.
Uma das mais constantes propriedades dos minerais é o peso específico. No
esquema o peso específico relativo do mineral é determinado por imersão
do grão mineral em uma sucessão de três líquidos densos. Com o resultado
destes testes é possível enquadrar o mineral em um dos quatro grupos de
peso específico. Depois dos grãos serem removidos dos líquidos densos, a
dureza dos minerais pode ser comparada com dois minerais pradrão. Isso,
usualmente, permita a colocação do mineral em uma das três categorias de
dureza. Se o mineral tiver dureza igual à do padrão, será incluído em dois
grupos de dureza. A cor do pó do mineral é usualmente de maior valor
diagnóstico que a cor do mineral em si e constitui a base da próxima
subdivisão do esquema determinativo. A permeabilidade magnética do pó é
determinada e, apesar desta propriedade não ser usada para classificação,
é sempre útil na identificação final. São efetuados então testes químicos
com o mineral. Estes, juntos com as propriedades físicas já determinadas,
são usualmente suficientes para identificar o mineral, se ele for um
daqueles incluídos nas tabelas. Sempre deve-se fazer testes confirmatórios.
Para cada mineral as tabelas dão propriedades que não são utilizadas nos
processos de seleção, além destas, outras mencionadas em algum livro
texto de mineralogia devem ser testados. Sempre que o equipamento
disponível permitir, as propriedades críticas devem ser verificadas.

Procedimento:

Parte I:
a) Selecionar cuidadosamente o grão do mineral
b) Anotar as informações gerais sobre o mineral, incluindo cor, forma e
clivagem ou fratura
c) Determinar o grupo do peso específico
d) Determinar o grupo de dureza
e) Determinar a permeabilidade magnética
Parte II:
a) Fazer o teste de solubilidade com HCl concentrado; os resultados do
ataque ácido sobre vários minerais são representados nas tabelas,
conferi-las.
b) Essa solução ácida do mineral deve ser diluída com igual volume de
água destilada
Parte III:
a) Com o auxílio de uma pipeta de plástico, colocar um pouco da
solução da parte II em um tubo de ensaio.
b) Adicionar amônia concentrada em excesso
c) Observar se formou precipitado e a sua cor
d) Adicionar a solução a 10% de oxalato de amônio e observar se ocorre
precipitado
e) Em outro tubo de ensaio, colocar um pouco da solução da parte II e
adicionar 3 a 4 gotas de fosfato de amônio; observar se formou
precipitado.
f) Em outro tubo de ensaio, colocar um pouco da solução da parte II e
adicionar de 3 a 4 gotas de molibdato de amônio e ácido nítrico;
observar se há formação de precipitado.
g) Em outro tubo de ensaio com um pouco da solução da parte II,
adicionar de 3 a 4 gotas de cloreto de bário; observar a se há
formação de precipitado.
h) Em outro tubo de ensaio, contendo a um pouco da solução da parte
II, acionar ácido nítrico; observar se há formação de precipitado.
Parte IV: Teste de Cátion
a) ??????

Parte V: Teste de coloração da chama


a) Mergulhar a alça de platina na solução II
b) Colocá-la em contato com a chama do bico de Bunsen
c) Observar a coloração da chama

Resultados:

Parte I:
b) Granulação muito fina, pó do mineral possui cor branca
c) Grupo de dureza - Grupo II >3,2<4,2
d) Não foi possível
e) Não foi possível

Parte II:
Ocorreu efervescência ao adicionar HCl à amostra

Parte III:
b) Não ocorreu precipitado
d) A solução ficou turva com o oxalato de amônio
e) Não ocorreu precipitado
f) Não ocorreu precipitado
g) Não ocorreu precipitado
h) Não ocorreu precipitado

Parte IV:

Parte V:
A chama ficou vermelha

Mineral: Estroncionita (SrCO3)

Discussão:
• Na parte I, o dado de densidade foi dado pela professora e não foi
possível realizar os testes de dureza e nem observar a clivagem, já
que o granulado era muito fino.

Conclusão: a prática foi realizada de maneira correta, já que o resultado


final, Estroncionita (SrCO3), era o esperado.

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