Você está na página 1de 9

GLOBALIZAÇÃO ECONÔMICA E DIREITOS SOCIAIS: Desafios do Estado

Democrático de Direito1

ROBERT CARLON DE CARVALHO2

SAMIRA ZEINEDIN CHWEIH3

ORIENTADORA: Prof.ª Dr.ª VIVIANE COÊLHO DE SÉLLOS KNOERR4

RESUMO: Quais os reflexos da globalização econômica na sociedade moderna? Os


direitos sociais, expressos na legislação nacional, estão totalmente assegurados a
todos? De que modo a globalização econômica pode contribuir com o
desenvolvimento e a efetivação dos direitos sociais? Como resolver a questão da
exclusão social, do desemprego e suas consequências? Como garantir a efetividade
dos direitos sociais, num universo capitalista, de competição e lucro? Qual o papel
do Estado, da empresa, e da sociedade neste processo de efetivação dos direitos
sociais? O presente trabalho visa perquirir os processos de mudança ocorridos no
sistema capitalista econômico mundial nas últimas cinco décadas e os consequentes
processos de globalização, suas influências na efetivação dos direitos sociais e o
papel da propriedade privada na efetivação dos direito sociais.

PALAVRAS CHAVE: globalização; efetividade dos direitos sociais; desenvolvimento


social.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

Da leitura de Boaventura de Souza Santos, observa-se que a economia


mundial tem sido ludibriada pela ideia de abertura irrestrita dos mercados mundiais
por meio dos processos de exportação, o qual vem sendo equivocadamente
priorizado5.

O período atual é transitório, complexo e indefinido. Observa-se, cada vez


com mais frequência o surgimento de sociedades semiperiféricas e periféricas com
um modelo de desenvolvimento social caótico, cujas trocas e diferenças sociais são
desiguais e excludentes.

A globalização influenciou uma nova forma de organização institucional,


transacional, e com ela uma nova classe capitalista, que, por deter um terço do

1
Projeto de Pesquisa de Mestrado em Direito Empresarial e Cidadania do Centro Universitário Curitiba –
UNICURITIBA.
2
Especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná no ano de
2010. Mestrando em Direito Empresarial e Cidadania pelo Centro Universitário de Curitiba (UNICURITIBA).
Consultor e Advogado em Curitiba/Pr. E-mail: robert@decarvalhoadvogados.com.br
3
Especialista em Direito Civil e processo Civil pela Univel - União Educacional de Cascavel. Mestranda em
Direito Empresarial e Cidadania pelo Centro Universitário de Curitiba (UNICURITIBA). Consultora e
Advogada em Foz do Iguaçu/Pr. E-mail: samiraadv@superig.com.br
4
Advogada, Professora, Doutora e Coordenadora do Mestrado em Direito Empresarial e Cidadania do Centro
Universitário Curitiba – UNICURITIBA. E-mail: coordenacao@unicuritiba.com.br
5
SANTOS, Boaventura de Souza. Globalização, fatalidade ou utopia? . 3 ed. Edições Afrontamento. 2005
1
produto industrial mundial, por si só já conduz às desigualdades existentes em todo
o mundo.

O trabalho ora proposto tem por objetivo geral, pois, o estudo das tendências
de transformações e de crise da globalização e dos direitos sociais na atual fase de
transição paradigmática.

METODOLOGIA: Para a realização da pesquisa será utilizado o método teórico-


bibliográfico.

ANALISE E DISCUSSÃO:

A sociedade brasileira construiu e reproduz até hoje uma classe de


abandonados e desclassificados sem qualquer chance de participação na
competição social em qualquer esfera da vida. Existe uma luta de classes intestina e
inegável que permite que toda uma classe que não consegue, pelo abandono social
e político, incorporar conhecimento útil para participar no mercado econômico
competitivo, possa ser explorada como mão de obra barata. Esse sentido parece ser
construído, em primeiro lugar na reprodução da família desestruturada, fruto da
cegueira do debate científico e público dominante e do consequente abandono
político social da classe6.

É certo que o fenômeno da globalização transformou-se na Nova Ordem


Mundial.

A Globalização é um fenômeno que alterou as relações entre Estado-nação, e


provocou alterações na sociedade moderna. Profundas mudanças ocorreram a partir
da introdução do modelo de globalização. O capitalismo não tem permanecido igual
a si mesmo ao longo do tempo. Há uma evolução e crises de períodos
fundamentais.

A concorrência num mercado aberto e sem restrições, garante o menor custo


social possível e, ainda, impede ou permite regular as eventuais distorções da vida
econômica. Assim, é na concorrência que assenta a ordem natural da economia
globalizada.

A incapacidade do sistema para responder por si às perturbações do aparelho


econômico provocadas por crises cada vez mais agudas, de absorver os conflitos
sociais que se radicalizavam até ao ponto de rotura, de responder às novas
exigências do progresso técnico, obrigou o Estado a procurar disciplinar a economia
no seu conjunto. Cabe destacar que o Estado, então, se vira forçado a uma prática
de assistência às massas operárias (Bismarck na década de 80) e à tentativa de
domínio das mais flagrantes distorções do aparelho econômico (medidas
americanas antitruste na década de 90).

Por força da lógica da acumulação capitalista e por exigências do


desenvolvimento das forças produtivas e nomeadamente da técnica, a concentração
e a centralização do capital prossegue a ritmo cada vez mais acelerado,

6
SOUZA, Jessé. A Ralé Brasileira.
2
ultrapassando as fronteiras nacionais. A concorrência deixa cada vez mais de ser
efetuada sobre os preços no mercado, para se passar progressivamente para outros
domínios (acesso a mercados, encomendas do governo, meios de financiamento,
etc.).

Assim, neste Estado de coisas, nenhuma mão invisível poderia ressurgir para
lançar ordem no processo econômico e social. Reconhecida definitivamente a
incapacidade da economia para se regular a si mesma, em absorver ou neutralizar
os conflitos que a dilaceram, em corresponder às exigências que lhe são feitas por
uma sociedade que reclama o aproveitamento integral das suas potencialidades.

O Estado vem reclamar-se de principal responsável pelo curso da economia,


instituindo um quadro institucional de intervencionismo do Estado por meio de uma
política de transformação em produtor e em administrador e planificador da
economia nacional.

O Estado absorve uma quota-parte significativa do produto nacional, é o


maior produtor, o maior consumidor, o maior investido. Estado econômico deixou de
funcionar no quadro do político, para exercer a maior parte da sua atividade no
quadro do econômico, como figura econômica.

Assim, a separação de princípio entre o Estado e a economia deu lugar à


interpenetração recíproca, num processo de politização do econômico ou de
economização do político. Do Estado-guarda-noturno, abstencionista e ‘negativo’,
passa-se ao Estado afirmativo ou positivo.

Após o colapso do socialismo viu-se, por muitos pesquisadores, o triunfo da


democracia, eis que importantes acontecimentos ocorriam em um momento sensível
à humanidade. O fenômeno econômico, denominado de Globalização, passou a ser
voz corrente nos foros econômicos internacionais e a democracia permitiu que
qualquer pessoa debatesse sobre o tema.

A ascensão do capitalismo, como mecanismo de regulação e regulamentação


das forças econômicas internacionais, deu origem à atual conjuntura econômica
mundial, configurando-se como paradoxal frente ao progresso declarado e vivido
nas décadas seguintes ao pós-guerra, onde os capitais se acumularam seguidos de
rápida prosperidade. Onde quer figure a chamada economia de mercado são
observadas taxas de desenvolvimento decrescentes e níveis de desemprego nunca
vistos7.

Após a Grande Depressão e até os anos 70, período conhecido como “os
trinta gloriosos”, o capitalismo viveu seus denominados anos dourados, anos de
desenvolvimento econômico, de regulação dos mercados, de diminuição das
desigualdades. No entanto, este ciclo foi interrompido com a crise de 1970, gerando
uma nova fase: a fase neoliberal da financeirização.

7
SILVA, Leonardo Rabelo de Matos Silva. A crise no contexto da globalização e seus efeitos nos direitos
sociais e humanos. P.3
3
Assim ocorreu a liberalização dos mercados financeiros, que desta forma
deixaram a porta aberta para os especuladores, para a criação de mecanismos
novos de investimentos, surgindo um capitalismo baseado na financeirização.

Neste contexto o que se presenciou foi um forte aumento de riquezas fictícias,


daquelas que cada vez mais não corresponde à realidade das riquezas reais, estas
sim geradas pela produção de bens e produtos.

Este é o cenário atual, de um novo mundo amparado em riquezas artificias,


riquezas que não correspondem a um crescimento real baseado na maior produção
de bens e, consequentemente na criação de empregos e aumento do consumo,
gerado pelo aumento efetivo da riqueza. O que na verdade ocorre é a antecipação
do consumo, gerado por endividamentos da população, que a certa altura acaba não
se sustentando e a bolha estoura e toda a economia global acaba atingida.

Logo, não há aumento produtivo e dos salários neste mundo irreal criado pelo
capitalismo financeirizado, há sim acréscimo da riqueza daqueles que aumentam
seu capital através da especulação, absorvendo parte do excedente do produto da
riqueza real alcançada.

De forma geral as crises financeiras são resultado de um processo de elevada


alavancagem e de má escolha na destinação dos créditos.

Verifica-se, portanto, que os efeitos da crise foram fortes e dentre eles


encontra-se a supressão dos direitos sociais.

A Constituição Federal de 1988, no artigo 6º, elenca em seu texto os direitos


fundamentais e, dentre eles, os direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o
lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a
assistência aos desempregados.

Também, o artigo 170 da Constituição Federal de 1988 aduz que a ordem


econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por
fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social.

Dessa maneira, é preocupante o distanciamento dos preceitos fundamentais


constitucionais, das políticas adotadas pelo Estado pela influência da globalização
sobre os direitos de ordem econômica social, principalmente nos países marcados
pela desigualdade como o Brasil.

O impacto da globalização está se fazendo sentir de forma cada vez mais


forte e difusa. A sua recepção inicial foi marcada pelo entusiasmo otimista, mas com
o ocorrer do tempo este foi sendo substituído pelo temor e pelo desencanto. O
mundo globalizado tornou-se mais aberto e receptivo, mas, além das novidades
consumíveis e culturais, o exterior está nos mandando quebra de empresas, corte
de postos de trabalho e crises financeiras.

Diante desses fatores, põe-se o Direito de forma quase “ineficaz”, ainda mais
no tocante aos direitos sociais dispostos na Constituição Federal de 1988, uma vez
que atualmente preocupa-se muito com a legalidade, com o cumprimento da ordem
4
e da lei, mas pouco se discute sobre a questão da dignidade humana, dos entes de
uma família que perdem seus empregos, ou da gama de excluídos sociais que se
formam todos os dias por conta dos avanços tecnológicos, da alta competitividade
do mercado e das disposições governamentais somente acerca da conquista e
manutenção do poder.

CONCLUSÃO:

A conduta neoliberal, juntamente com um processo globalizado, traz consigo


promessas grandiosas, com liberdade de consumo e expansão do comércio e,
consequentemente, uma expansão da miséria e exclusão social.

A exclusão social não se confunde com a marginalização. Em se tratando da


primeira, esta não tem retorno; o sistema funciona sem essas pessoas, Estados ou
Continentes ditos excluídos, simplesmente, lhes tira a relevância.

Já a marginalização lhes põe a margem do sistema por um fator econômico.


Como este se pode alterar, esta última tem-se por provisória, enquanto a primeira
(exclusão social), permanente.

Sendo assim, o potencial econômico e consumista passa a ser fator decisivo


nas relações para o Estado e, dessa forma, condiciona também a efetiva
aplicabilidade dos direitos fundamentais.

Logo, uma das mais preocupantes consequências da globalização, é o


desemprego estrutural, uma vez que os excluídos em termos da aquisição de renda,
prestígio social ou direitos legais são exatamente aqueles que obtêm menos desses
recursos porque outros obtêm demais.

Portanto, o desemprego prejudica diretamente os direitos sociais, como a


flexibilização dos direitos trabalhistas, a fim de facilitar contratações a baixo custo e
trabalhos temporários; o prejuízo na educação, saúde, lazer e previdência social,
assim como na questão da maternidade e da infância.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, Silvio Rodrigues. O Desafio do Déficit Público. Rio de Janeiro: Revista de


economia: 1988

ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? São Paulo: Editora Cortez, 1995.

AVELÃS NUNES, António José. A crise atual do capitalismo: crise esperada e


quase programada. Revista dos Tribunais. Ano 101. vol. 918. Abril/2012.

BAER, Monica. O Rumo Perdido: A Crise Fiscal e Financeira do Estado


Brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

BARACAT, Eduardo Milleo. Catação de Materiais Sólidos Recicláveis: da Busca


do Trabalho Decente a Proibição do Trabalho Infantil. In: Élisson Miessa;
5
Henrique Correia. (Org.). Estudos Aprofundados Magistratura do Trabalho.
1ed.Salvador: Jus Podium, 2013, v. 1, p. 323-338

________________________; CHIARADIA, J. E. . Da importância do respeito aos


direitos fundamentais dos trabalhadores para sustentabilidade do ramo
empresarial. In: Ginal Vidal Marcílio Pompeu, Ruy Cardozo de Mello Tucunduva
Sobrinho. (Org.). Direito e Sustentabilidade. 1ed.Florianópolis: FUNJAB, 2012, v. 1,
p. 20-30.

________________________; A necessidade da criação de um Direito do


Trabalho no Mercosul. In: Aldacy Rachid Coutinho; José Affonso Dallegrave Neto;
Luiz Eduardo Gunther. (Org.). Transformações do Direito do Trabalho. 1ªed.Curitiba:
Juruá Editora, 2000, v. 1, p. 579-594.

BARROSO, Luís Roberto. O Direito Constitucional e a Efetividade de suas


Normas. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Renovar, 2000.

BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional, 22ª ed., São Paulo:
Editora Saraiva, 2001.

BECK, Ulrich. O que é globalização? Equívocos do Globalismo. Respostas à


Globalização. São Paulo. Carone, 1999.

BERTONCINI, Mateus; CORRÊA, Felippe Abu-Jamra. Responsabilidade Social da


empresa e as ações afirmativas Implicações do Estatuto da Igualdade Racial. I.
ed. CURITIBA: JM Editora, 2012. v. I. 250p.

___________________; CORRÊA, Felippe Abu-Jamra . Responsabilidade social


da empresa e as ações afirmativas: implicações do estatuto da igualdade
racial. 1. ed. Curitiba: JM, 2012. v. 1. 234p .

BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. 11ª Ed. São Paulo. Campos, 2002.

BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 7.ed. revista, atualizada e


ampliada, São Paulo: Editora Malheiros, 1997.

CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro.


5ª. Ed. São Paulo. Saraiva, 2012.

_______________________________. Direito Constitucional. 5ª Edição. Coimbra:


Almedina, 1991.

COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. 3ª


ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.

DARCANCHY, Mara. Direitos, Inclusão e Responsabilidade Social. São Paulo.


LTr, 2013.

6
FERRARI, Irany, NASCIMENTO, Amauri Mascaro e FILHO, Ives Gandra da Silva
Martins. História do trabalho, do direito do trabalho e da justiça do trabalho. 2ª
ed. São Paulo: Editora LTR, 2002.

FILHO, Manoel Gonçalves Ferreira. Direitos Humanos Fundamentais. 3ª ed. São


Paulo: Editora Saraiva, 1999.

FOUCAULT, Michel. Nascimento da Biopolítica. São Paulo. Martins, 2004;

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo. Companhia das


Letras. 2004;

GRAU, Eros Roberto. A Ordem Econômica na Constituição de 1988. 15ª Ed. São
Paulo. Malheiros Editores. 2012.

GUNTHER, Luiz Eduardo (Org.); SELLOS, Viviane (Org.). Cidadania empresarial,


dignidade humana e desenvolvimento sustentável. 1ed. Rio de Janeiro: Clássica,
2011.

_________________________. Fundamentos econômicos do direito


empresarial e impactos sociais: uma questão de cidadania empresarial. 1. ed.
Rio de Janeiro: Clássica, 2011.

IHERING, Von. A luta pelo direito. Rio de Janeiro. Forense, 1995.

KRUGMAN, Paul. Internacionalização pop. São Paulo. Campos, 1999.

LANNI, Octavio; RESENDE, Paulo-Edgar A; DOWBOR, Ladislau. Desafios da


Globalização. 2ª Edição. Petrópolis. Vozes, 2002

_______________; A Era do Globalismo. 3. Ed. Rio de Janeiro. Civilização


Brasileira, 1992.

_______________; A Sociedade Global. 8. Ed. Rio de Janeiro. Civilização


Brasileira, 1999.

MACHADO, Leda Maria Vieira. A incorporação de gênero nas políticas públicas.


São Paulo. Annablume, 1999.

MAGNOLI, Demétrio. Globalização. Estado Nacional e espaço mundial. São


Paulo. Moderna, 1958.

MIRANDA, Jorge. Teoria do Estado e da Constituição. 1.ed. Rio de Janeiro:


Editora Forense, 2005.

MOREIRA, Vital. A ordem Jurídica do Capitalismo. 3.ed. Coimbra: editora


Centelha, 1978.

NASH, Laura L. Ética nas empresas. São Paulo. Makron, 2001;

7
NEVES, Marcelo. Entre a Têmis e Leviatã: Uma relação difícil. São Paulo. Martins
Fontes, 2012.

OHMAE, Kenichi. O fim do Estado-nação. São Paulo. Campos, 1999

OLIVEIRA, Flávia Arlanch Martins de. Globalização, Regionalização e


Nacionalismo. São Paulo. Unesp/Fapesp, 1998;

OLIVEIRA, Francisco Cardozo. Os paradigmas da justiça social como referencial


teórico da responsabilidade social empresarial. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora
Clássica, 2012. v. 1. 157p.

OPUSZKA, Paulo Ricardo (Org.); SELLOS, V. (Org.). Fundamentos Econômicos


do Direito Empresarial e Impactos S. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Clássica, 2012.
v. 1.

______________________________; BORDIGNON, Nara; WOOD, Daniel; LORGA,


Carlos Alexandre; DESCHK, João Paulo Vieira. Reflexões sobre fundamentos
econômicos do Direito para uma contribuição aos estudos do Direito
Econômico e Direito Empresarial. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Clássica, 2012. v.
1.

______________________________; KNOERR, Viviane de Séllos. (Org.).


Fundamentos Econômicos do Direito Empresarial e impactos sociais: uma
questão de cidadania empresarial. 1ed.Rio de Janeiro: Clássica, 2012, v. 1, p. 5-
19.

ORTIZ, Renato. Mundialização e Cultura. São Paulo. Brasiliense, 2000.

PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos, Globalização Econômica e Integração


Regional: Desafios do Direito Constitucional Internacional. São Paulo: Editora
Max Limonad, 2002.

RENAULT, Luiz Otávio Linhares. Discriminação. 2ª. Ed. São Paulo. LTr, 2010.

SANTOS, Boaventura de Souza. Globalização: Fatalidade ou Utopia? 3ª. Ed.


Porto – Portugal. Editora: Edições Afrontamento. 2005;

SARLET, Ingo Wolfgang. Dignidade da Pessoa Humana e Direitos Fundamentais


na Constituição de 1988. Porto Alegre. Livraria do Advogado, 2012.

SCHUMANN, Harold; e, MARTIN, Hans-Peter. A Armadilha da Globalização.


Assalto à democracia e ao bem estar-social. 5ª ed. São Paulo. Globo, 1999;

SILVA, Leonardo Rabelo de Matos. A crise no contexto da globalização e seus


efeitos nos direitos sociais. In.
http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/rdugr, 2004.

SILVEIRA, Vladmir Oliveira da Silveira. Revista de Direito Brasileiro – ano 2 –


Julho-Dezembro. São Paulo. Revista dos Tribunais, 2012.
8
_________________________________. Revista de Direito Brasileiro – ano 3,
vol. 4. São Paulo. Revista dos Tribunais, 2013.

SINGER, Paul. Globalização e desemprego. 4ª ed. São Paulo: Editora Contexto,


2000.

SOUZA, Carlos Aurélio Mota de. 50 anos de Direitos Humanos. 1ª. Ed. São Paulo,
2003.

SOUZA-LIMA, José Edmilson de. (Org.); KNECHTEL, Maria Do Rosário (Org.);


CARNEIRO, Sônia Maria Marchiorato (Org.); NOGUEIRA, V. (Org.). Educação
ambiental e multiculturalismo. 1. ed. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2012. v. 1.
143p .

______________________________(Org.) ; LIMA, S. M. M. (Org.) . Percepção


ambiental e risco: uma contribuição interdisciplinar. 1. ed. Curitiba: CRV, 2011.
v. 1. 146p .

______________________________; SILVA, Christian Luiz da (Org.). Políticas


Públicas e Indicadores para o Desenvolvimento Sustentável. São Paulo:
Saraiva, 2010. v. 1. 192p .

SOUZA, Jessé. A ralé brasileira: Quem é e como vive. 1ª Ed. Belo Horizonte.
Editora UFMG, 2011.

TAVARES, André Ramos. Direito Constitucional Econômico. São Paulo: Editora


Método, 2006.

TORRES, Ricardo Lobo. Teoria dos Direitos Fundamentais. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Editora Renovar, 2001.

Você também pode gostar