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COMO REFERENCIAR ESSE ARTIGO

CAMARGO, Emanuela; VOLPI, Sandra Mara. A pele que me toca. In: VOLPI, José
Henrique; VOLPI, Sandra Mara (Org.) XXI CONGRESSO BRASILEIRO
PSICOTERAPIAS CORPORAIS. Anais. Curitiba: Centro Reichiano, 2016, pp. 343-
350. [ISBN – 978-85-69218-01-2].
Disponível em: www.centroreichiano.com.br/artigos_anais_congressos.htm.
Acesso em: ____/____/____.

A PELE QUE ME TOCA

Emanuela Camargo
Sandra Mara Volpi

RESUMO

Nosso corpo pode ser olhado como um todo ou, com todo cuidado e sensibilidade, olhado e
sentido no detalhe. Parte a parte, carregamos fragmentos de nossa história emocional, oriunda
de uma vida que se desenvolve desde nossa concepção. Neste artigo, será abordado como a
pele flexibiliza os bloqueios corporais e possibilita a sensibilização para o autoconhecimento,
por meio do tocar. Além disso, explora-se o quanto o tocar e ser tocado com generosidade é
importante para o desenvolvimento das funções emocionais, físicas e comportamentais do
indivíduo ao longo da vida.

Palavras-chave: Bloqueio. Corpo. Olhos. Pele. Toque.

Inúmeras informações do/no ambiente estão disponíveis e é através do processo de


percepção que o indivíduo é capaz de se relacionar e se integrar sensorialmente com essas
informações. A compreensão do processo perceptivo na presente pesquisa se dá pela
interação das relações entre mente e corpo, corpo e toque, pele e toque, foco interno e
externo, considerando que essas relações acontecem uma em função da outra.
Segundo Taylor (2007), é através dos cinco sentidos – tato, paladar, olfato, visão e
audição – que se recebem as informações do ambiente interno (o indivíduo) e do ambiente
externo (os outros e o mundo), e é através deles que cada um elabora as relações com o
mundo. O ato de perceber (percepção) emerge da maneira pela qual o indivíduo filtra, modifica,
distorce, aceita, rejeita e usa as informações disponíveis do ambiente.
O autor ainda nos diz que

Quando adentramos no mundo nossos sentidos não estão formados


completamente. Eles começam a se desenvolver ainda no útero como
potencial, mas se desenvolvem e aguçam em resposta às experiências, após o
nascimento e por toda a vida. Nossos padrões perceptuais básicos são
estabelecidos no útero, começando com o co-desenvolvimento do toque e
movimento que, juntos, estabelecem a linha de base para a percepção do
paladar, cheiro, audição e visão (TAYLOR, 2007, p. 1).

À medida que os sentidos mudam uns em relação aos outros, fluidamente e alterando o
papel dominante, possibilita-se uma maior flexibilidade do ser e das relações do indivíduo com
o mundo.

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Quando o indivíduo absorve uma informação, ele se conecta com os aspectos do


ambiente, isto é, aceita e se comunica com o estímulo, e se relaciona com o outro e consigo no
espaço. Quando bloqueia a informação, ou seja, quando o indivíduo encontra perigo interno ou
externo ameaçando o seu equilíbrio psíquico, danificando repentinamente o instinto de
conservação, então se forma a estrutura defensiva, a armadura, a couraça.
A mente retém os conflitos emocionais durante toda a nossa história e é responsável
pela formação de nossas neuroses. O corpo também retém esses conflitos em forma de
couraça muscular e energética, contraindo-se e adotando posturas defensivas como olhos
arregalados, boca tensa e apertada, pescoço rígido, ombros erguidos ou caídos, peito
estufado, entre outras.
Quando o indivíduo recebe o toque, a pele ativa automaticamente e abre, assim, um
campo de percepção. Esse campo estimula, vibra e sensibiliza as limitações musculares,
emocionais e energéticas, isto é, as couraças, que estão em pleno campo de transformação.
Os sentidos são os órgãos da percepção. Percepção é um processo físico/emocional de
interpretar sensorialmente a informação do mundo que permite ao corpo identificar, apreciar,

lembrar e diferenciar. Para Lowen (1982), a percepção é uma função da mente que, por sua

vez, é um aspecto do corpo. Ter consciência do corpo é um dos postulados da Bioenergética,

pois essa é a única maneira de descobrir quem se é, isto é, o que é a mente.


É com os olhos que podemos ter o primeiro contato com o mundo, e não é à toa que o
olhar chega antes mesmo de nos movermos a lugares pouco imaginados. Os olhos alcançam o
que muitas vezes o coração ainda não sentiu. É ele também que pode expressar muitas
emoções e comunicar sem ser necessário verbalizar.
Mas além dos olhos expressarem e encontrarem formas, conceitos, imagens e captar
emoções, são eles também que podem revelar, e muito, parte do que se é, se pensa e se
sente.
Quando Reich (1995) definiu os sete níveis e bloqueios corporais os quais são: o
primeiro nível (olhos, ouvidos, nariz); o segundo (boca); o terceiro (pescoço); o quarto (tórax); o
quinto (diafragma); o sexto (abdômen) e o sétimo (pélvis), trouxe como primeiro ponto de
bloqueio ou estagnação de energia olhos, ouvidos e pele. Mais tarde, Navarro (1995) ampliou
esse ponto de bloqueio, considerando então outro órgão do corpo, o nariz.

Pela ordem de sete níveis, o primeiro nível, está ligado aos olhos e aos
ouvidos, tendo eu acrescentado também o nariz, que Reich não levou em

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consideração. É o nível que defino como “dos telerreceptores”, isto é, dos


receptores à distância: o ouvido, a visão, o olfato e o nariz, que tem sua
importância no que se refere à passagem entre o primeiro e o segundo nível, a
boca. Com relação à cavidade retro-nasal (rino-faríngeo), além de presidir o
olfato, possibilita reforçar o paladar, através daquilo que os americanos
chamam de flavour, ou seja, aroma. Ademais, que o nariz é um ponto de
passagem, é demonstrado pelo fato de os canais lacrimais possuírem uma
saída pelo nariz. Há pessoas facilmente sujeitas a resfriados, tais resfriados na
verdade são uma manifestação de implosão e não de explosão de choro.
Essas pessoas “choram por dentro’ e as lágrimas, que praticamente escorrem
pelo nariz, determinam, por exemplo, situações de rinite. (NAVARRO, 1995, p.
41).

Deve-se lembrar que determinado bloqueio pode não vir, num primeiro momento,
seguido obrigatoriamente de patologias. Cada indivíduo, dentro de sua história pessoal, nos
diversos cenários em que vive, terá um engate, em um ou outro ponto de bloqueio, que estão
divididos e interligados nas demais partes do corpo, podendo até mesmo haver mais de um
ponto de bloqueio no corpo.
Nem tudo que os olhos vêem é realmente o que estão olhando. O que se percebe, nem
sempre se vê, e o que se vê, nem sempre se percebe. Sendo através dos olhos o primeiro
contato com o mundo, quando o indivíduo nasce, são eles que buscam o alento e a segurança
quando se enxerga a mãe; num segundo momento, preferencialmente imediato, pode haver o
contato pelo toque, quando no colo dessa mãe encontra-se o calor da maternagem, do
cuidado, do nutrir, do amar e aceitar. É através da pele, nesse momento, que acontece o
primeiro perceber físico do amor real.

Não preciso de mais nada! Ah, que delícia... o colo da minha mãe, a mão do
meu pai fazendo carícias no meu corpo, a emoção dos dois por eu ter acabado
de nascer...tá tudo tão tranquilo! Após alguns minutos em contato direto com o
corpo de minha mãe, sentindo sua pele, seu cheiro e ouvindo sua voz, aquela
cordinha que me prende à minha mãe, que deve ser meu cordão umbilical,
parou de se mexer, ou melhor, pulsar, como eu ouvi alguém dizer. (VOLPI e
VOLPI, 2002, p. 26).

É no nascimento que são acionados para as primeiras atividades nesse mundo os


órgãos pertencentes ao primeiro nível de bloqueio descrito por Reich (1995), e nele inclui-se
também a pele, que entra em contato com a pele do outro, da mãe, do pai e do cuidador neste
momento.
Para Lowen (1990, p.12),

Caso o ambiente seja afetivo, acolhedor, o ser sente-se bem e o sangue flui
para a superfície e isso desencadeia sensações de afeto e prazer; caso a

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excitação seja mais intensa, pode provocar alegria e amor. No entanto, se a


pessoa a quem amamos nos rejeita ou se afasta, o prazer torna-se dor.
Quando um pai ou mãe restringe seu afeto por um filho, essa dor pode ser
descrita como “coração partido”. No caso do indivíduo com o coração partido,
faz com que o sangue se desloque da superfície do corpo para o centro,
sobrecarregando o coração e produzindo uma sensação de peso e desamparo.
Essa experiência de ter seu coração partido pode fazer com que, a criança
quando se tornar adulta, tenha medo de amar.

O antropólogo Montagu

apresenta diversas experiências e estudos que confirmam que, após o


nascimento, o toque é essencial para o recém-nascido porque essa ação
estimula o acionamento de musculaturas profundas como as que formam os
músculos do assoalho pélvico, responsáveis pelo funcionamento efetivo de
sistemas como o respiratório, o urogenital, o gastrointestinal, o circulatório, etc.
(LUNA, 2015, p. 101)

Além disso, os estímulos táteis aumentam o potencial elétrico da pele. O aumento do


potencial elétrico age sobre as células e glândulas produzindo um resultado fisiológico com
efeitos sobre a mente e as emoções, produzindo reflexos sobre o comportamento. Há
alterações fisiológicas e bioquímicas quando a superfície da pele é bem estimulada, o que
possibilita a flexibilização dos bloqueios do corpo e sensibilização para o autoconhecimento.

Com o crescimento, o bebê passa a desenvolver a sua propriocepção,


organizando uma maneira particular de se locomover e de estabelecer diversas
dinâmicas gestuais. Estas condicionam, em muito, a formação de hábitos
motores, formação de caráter, e refletem na percepção que cada indivíduo tem
sobre si mesmo, sobre o outro e o mundo. (LUNA, 2015, p. 102)

A pele pode ser considerada um grande filtro que discrimina o interno do externo e vice-
versa. É através da pele que se percebe o outro, positivamente ou negativamente. Se os olhos
buscam e vêem, a pele percebe.
De acordo com Luna (2015, p. 100)

A pele é o primeiro órgão dos sentidos humanos a se desenvolver desde o


concepto (organismo da concepção até o nascimento). Antes de o embrião ter
olhos e orelhas, a pele já está em perfeito desenvolvimento. Outros órgãos dos
sentidos tradicionais como a visão, a audição, o paladar e olfato são envolvidos
pela pele: a córnea do olho, o ouvido interno, a língua e as fossas nasais.
Pode-se viver sem utilizar os olhos ou qualquer dos outros órgãos dos
sentidos, mas não há como um indivíduo viver sem a pele.

Para aqueles que possuem visão sadia, e que desde o nascimento, encontraram
segurança, amor e aconchego em quem buscavam, a facilitação do contato e o

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reconhecimento das necessidades fazem-se satisfatórios para as demais fases da vida. Do


contrário, se os olhos que buscaram a mãe não a encontraram, surgiu aí um primeiro bloqueio
ocular, seguido possivelmente de outros bloqueios. Tais bloqueios irão interferir até a fase
adulta na maneira de ser e agir, em especial nas relações. Níveis de energia física, capacidade
de amar, traços emocionais passam, a partir desse momento, a sofrer oscilações quanto à
natureza plena que cada um possui de tocar e ser tocado, de permitir-se ser aconchegado, de
ver o que realmente é e de perceber o que realmente há em si.

Todas as chamadas doenças orgânicas, no nível dos olhos, têm sua


etiopatogenia numa estase energética. Essa estase é um terreno propício para
o desenvolvimento de micróbrios, fungos e vírus que se encontram em nossa
pele. (NAVARRO, 2013, p. 39).

Volpi e Volpi (2003) dizem: “Nossa pele reage de acordo com o nosso estado
emocional. Não nos deixamos tocar quando estamos com raiva de uma pessoa. Ficamos
vermelhos de vergonha. A pele fica fria quando temos dificuldade de contato, de toque”. Da
mesma maneira, num momento de stress, a pele pode ser a película que carregará o ferver
que o sentir trará, desenvolvendo patologias como infecções e alergias. Demonstrará também
empatia ou aversão ao outro; sensações de horror poderão aparecer através de arrepios.
Podemos considerar então a pele, um fio que liga todo o nosso corpo, e através dela, propicia
a conexão de todo nosso ser.
Através de um método e conjunto de actings (exercícios) da Vegetoterapia, que Navarro
(2013) desenvolveu como um auxílio à dissolução de bloqueios, propõe-se movimentos
específicos para cada um dos níveis de bloqueios citados por Reich (1995) pode-se evoluir
gradativamente como ser, passando a obter maior qualidade em viver consigo mesmo e com o
outro. Entrando naquilo que está no inconsciente guardado, e que se desconhece
conscientemente, é que se pode tornar um ser melhor e mais capaz de dar e receber,
ampliando não apenas o raio de visão externa, mas principalmente, o olhar para dentro, para o
que se é.
A ação de tocar-se e tocar o outro gera uma reação satisfatória não só para o recém-
nascido, mas sim, para qualquer ser humano, em qualquer faixa etária. Observa-se que olhar e
tocar o outro com amor e generosidade ativa o sentido da pele, possibilitando a cura, o
autoconhecimento e o desbloqueio dos próprios limites.

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Ao fechar os olhos, é possível entrar em contato com outras emoções, é possível


respirar profundamente e sentir o próprio corpo e, no encontro de um outro alguém, sentir o
que há na relação de dois corpos, acionar outros sentidos, entendendo o que a pele diz.
Lentamente, no passo pessoal de cada um, é possível encontrar o caminho para a própria
evolução. Estar só e estar com o outro. Amar o outro e amar a si mesmo. Parar, e cuidar do
próprio ser, que muitas vezes é deixado de lado, na execução das atividades do dia a dia, nos
compromissos, nas aflições diante do externo. Agradecer ao corpo que a tudo tem suportado, e
que vez ou outra, avisa que está no limite.
Assim, chega-se à conclusão de que a maneira de tocar e de vivenciar sensibiliza o
indivíduo, pois passa a existir entre esse e outro um lugar terapêutico, afetivo e até mesmo
uma relação de cura interior. É relevante proporcionar o retorno ou até mesmo o início da ação
de tocar em uma sociedade tão sem contato, tão mecanicista e individualista como a nossa,
além de convidar o indivíduo a olhar para si e se conhecer através do autotoque e também pela
permeabilidade do abraço, do olhar e do sorriso com o outro, removendo barreiras e pré-
conceitos sobre o toque, para que seja possível uma verdadeira revolução no hábito social.

REFERÊNCIAS

LOWEN, A. Amor, Sexo e seu Coração. São Paulo: Summus, 1990.

LOWEN, A. Bioenergética. São Paulo: Summus, 1982.

LUNA, C. G. F. A poética da Compagnie dos à Deux: história, construção do gesto e


princípios do treinamento (vivências, notas e entrevistas com André Curti e Artur
Ribeiro). 2015. 175 f. Dissertação (Mestrado em Teatro) - Centro de Artes – Programa de Pós-
graduação em Teatro, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis. 2015.

NAVARRO, F. Somatopsicopatologia. Centro Reichiano: Curitiba, 2013.

NAVARRO, F. Somatopsicodinâmica. Curitiba. 2013.

NAVARRO, F. Caracterologia pós-reichiana. São Paulo: Summus, 1995.

REICH, W. Análise do caráter. São Paulo: Martins Fontes, 1995.

TAYLOR, M. Workshop Corpo em Movimento. Anais. Faculdade de Artes do Paraná. II. Título.
2007. p. 01-44.

VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Crescer é uma aventura! Desenvolvimento emocional segundo a


Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2002.

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VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Reich: da Psicanálise à Análise do Caráter. Curitiba: Centro


Reichiano, 2003.

AUTORA e APRESENTADORA

Emanuela Camargo Marquez Raboch / Jaraguá do Sul / SC / Brasil


Graduada em Dança pela FAP-PR e estudante de Fisioterapia pela ACE.
Certificada em Pilates pelo Physicalmind Institute ® de Nova York / DeMarkondes
Pilates® e em Gyrotonic Expansion System®. Assistente nos cursos do método
pelo DeMarkondes Pilates®. Especialista em Psicologia Corporal pelo Centro
Reichiano. Em formação do método GDS, cadeias musculares e articulares pelo
Centre de Formation Philippe Campignion.
E-mail: emanuelacamargo@hotmail.com
ORIENTADORA
Sandra Mara Volpi / Curitiba / PR / Brasil
Psicóloga (CRP-08/5348) formada pela PUC-PR. Analista Bioenergética (CBT) e Supervisora
em Análise Bioenergética (IABSP), Especialista em Psicoterapia Infantil (UTP) e
Psicopedagoga (CEP-Curitiba), Mestre em Tecnologia (UTFPR), Diretora do Centro Reichiano,
em Curitiba/PR.
E-mail: sandra@centroreichiano.com.br

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