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Neonato (SCI) – Felipe Matheus

ICTERÍCIA NEONATAL
INTRODUÇÃO  Transfusão sanguínea;
 Atraso no Clampeamento do cordão;
- Classificação:
 PIG;
 Significante: 16-17 mg/dL;  Mãe diabética.
 Grave: > 25 mg/dL; Obs.: Icterícia prolongada – Hipotireoidismo
 Extrema: > 30 mg/dL. congênito e síndrome da icterícia do leite materno.
- Fisiologia da bilirrubina TRATAMENTO
ICTERÍCIA FISIOLÓGICA - Fototerapia (Nomograma de Bhutoni)
- Fatores mais importantes: > 24h de vida e BT <  Acima de P95: fototerapia + BT em 4 – 8h. Alta
12mg/dL. com BT </= 8mg/dL e retorno com 48h.
- Causas:  Entre P95 e P75: fototerapia + BT em 12-24h.
Alta com BT </= 8 mg/dL e retorno com 48.
 Hemácias com volume maior;  Entre o P75 e P40: sem fototerapia. Alta e
 Meia-vida menor das hemácias; retorno com 72h.
 Hepatócitos imaturos;  Abaixo de P40: risco 0.
 Aumento da circulação êntero-hepática.
- Exsanguinotransfusão
- Níveis de BI:
ENCEFALOPATIA BILIRRUBÍNICA
 RN à termo: 12 – 13 mg/dL com pico entre 3º -
5º dia e durando 1 semana no máx. - Fases:
 RN pré-termo: 14 – 15 mg/dL com pico entre  Fase aguda (Fase 1, 2 e 3)
5º - 7º dia e durante 2 semanas no máx.  Fase crônica (Kernicterus)
- Zonas de Kramer - Fatores de risco:
- Indicativos de não é fisiológico  IG <36 semanas;
 Albumina < 3 g/dL;
 Asfixia, sepse ou acidose;
DIAGNÓSTICO  Doença hemolítica.
- Exames:
1. Bilirrubina
total e frações;
2. Tipagem sanguínea e fator Rh;
3. Coombs indireto;
4. Contagem de eritrócitos;
5. Hematócrito.

HB DIRETA
- Etiologias:
 Infecções congênitas;
 Sepse;
 Diminuição da produção de BD;
 Obstrução/atresia de vias biliares.
HB INDIRETA
- Etiologias:
 Icterícia do aleitamento materno (Pouco leite);
 Síndrome da icterícia do leite materno (muito
leite);
 Hemólises imunomediadas (ABO e Rh);