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ABNT/CB-055 – Comitê Brasileiro de

Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e


Aquecimento
ATA

CE-055:002.002 – COMISSÃO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE EXAUSTÃO PARA


COZINHAS COMERCIAIS E INDUSTRIAIS
ATA DA 1ª REUNIÃO/2018 DATA: 20.02.2018
INÍCIO: 14 HORAS TÉRMINO: 18 HORAS
LOCAL: ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, ar condicionado, ventilação e
aquecimento. Avenida Rio Branco, nº 1 492, Campos Elíseos, São Paulo/SP.

COORDENADOR: Oswaldo de Siqueira Bueno (Ad hoc)


SECRETÁRIA: Clara Lúcia Hernandes M. Bastos

1 PARTICIPANTES
1.1 PRESENTES

Classe de Partes Interessadas: (1) Produtor; (2) Consumidor Intermediário; (3) Consumidor Final;
(4) Órgãos Técnicos; (5) Fornecedor de Insumos; (6) Órgão Regulador/Regulamentador/Acreditador;
(7) Organismo de Avaliação da Conformidade; (8) Fornecedor do Serviço; (9) Empresa de
Capacitação; (10) Empresa onde o sistema será implantado; (11) Empresa implantadora do sistema;
(12) Pessoas objeto da qualificação; (13) Empresa que fornece a mão de obra; (14) Empresa que
utiliza a mão de obra.

MPE: Micro e Pequena Empresa

Partes M
Representante Telefone Endereço eletrônico Interes- P
Entidade sadas E
Clara Lúcia H. M. 11-
ABNT/CB-055 cb55@abnt.org.br --- ----
Bastos 3361.7266
ABRAVA/ Oswaldo de 11-
oswaldo@bueno.eng.br 4 ----
ABNT/CB-055 Siqueira Bueno 3772.6821
Luciano E. R. 11-
AÇOS MACON lthon@acosmacom.com.br 1 ---
Thon 983.675.613
11- allyson.cebrian@argus-
ARGUS Allyson Cebrian 1 não
976.763.023 engenharia.com.br
ATMOS/ NANO
11–
ARWEK/ALETRON/ Omar Khozan dir@atmosambiental.com.br 1 sim
4048 0003
EXAUSTOR
11-
CAPMETAL Giuseppe Capulli giuseppe.capulli@hotmail.com 1 sim
999.487.360
Ariel Dov Ber 41-
DINAMO EXPRESS arielgandelman@hotmail.com 8 sim
Gandelman 999.976.668
Eduardo C. 11-
ECB ENGENHARIA ecbertomeu@hotmail.com 8 ---
Bertomeu 991.592.565
GIFEL Anastácio R. M. 11-
acamposjr@gifel.com.br 1 ---
ENGENHARIA Campos Jr. 999.892.082

1
Arnaldo T. 11-
ITHO ENGENHARIA ithoengenharia@uol.com.br 8 sim
Santos Neto 999.380.104
Salustiano da 11-
JHINOX saludasilva@gmail.com 1 sim
Silva 970.691.360
Marcelo B. P. 11-
MPRETTI pretti@mpretti.com.br 8 não
Pretti 3565.0111

AUSENTES JUSTIFICADOS
(P) Produtor (C) Consumidor (N) Neutro

Entidade Representante Telefone Endereço eletrônico


11-
BKL ENGENHARIA Luiz Carlos Stedefeld luiz@bkleng.com.br
943.750.033
CAPMETAL Domenico Capulli 21- 999.717.568 domenico@capmetal.com.br
CBTEC Carlos Henrique M.
------------------- carloshenrique@cbtec.eng.br
ABRAVA-MG Braga
11-
FUNDAMENT-AR Duilio Terzi duilio@fundament-ar.com.br
3873.4445
11-
NANOAR Gustavo Khozan gkhon@nanoar.com.br
991.800.453
Laura Acosta
PROJELMEC 11-5571.6329 sp@projelmec.com.br
Baldissera
11-
S&P BRASIL Sérgio E. Groff sgroff@solerpalau.com
4727.2757
Fernando Rossi 61- 981.229.064;
TERMACON
Tessaro 61- 3042-1448
termacon@termacon.com.br

1.2 PARTICIPAÇÃO POR SKYPE

11-
HALTON REFRIN Marcelo Vale marcelovale@refrin.com.br
97094-9071
11- j.renato@edu.fia.com.br
TONARE ENGENHARIA José Renato Viana
949 938 369 j.renato@tonare-eng.com.br

1.3 CONVIDADOS

EMPRESA REPRESENTANTE ENDEREÇO ELETRÔNICO


2R FIRE SYSTEM Renato Rosa renato@2rservice.com.br
ABERC-ASSOC. BRAS.EMP. REF.
Daniel Mendes aberc@aberc.com.br
COLETIVAS
ABIH ASSOC. BRAS. HOTELARIA Alfredo Lopes nerli.carvalho@gruposantaisabel.com.br
ABRAVA/CB-55 Oswaldo de Siqueira Bueno oswaldo@bueno.eng.br
AÇOR Carlos Aguiar S. Pereira acortech@uol.com.br
AÇOS MACON Luciano Thon luciano@acosmacom.com.br
AIR SYSTEM Ricardo Gibrail ricardogibrail@gmail.com
ALVENIUS O. Guilherme Decanini decanini.guilherme@alvenius.ind.br;
AQUILA SISTEMAS Marcelo de L. Gomiero marcelogomiero@gmail.com
ARGUS PROD. SIST. CONTRA
José Assunção jose.assuncao@argus-engenharia.com.br
INCÊNDIO.
2
ARGUS PROD. SIST. CONTRA
Allyson Cebrian allyson.cebrian@argus-engenharia.com.br
INCÊNDIO.
ARMEC Eduardo Brunacci edu@armec.com.br
ARPLAC Paulo Hoenen paulo@arplac.com.br
ARTEMP ENGENHARIA Francisco José Machado coordenador.qualidade@ artemp.com.br
Antonio Luis Campos
ASHRAE/ USP camposmariani@gmail.com
Mariani
ASSOC. BRASILEIRA DE
O. Guilherme Decanini abspk.vicepresidente@abspk.org.br
SPRINKLERS
ATMOS AMBIENTAL Omar Khozan dir@atmosambiental.com.br
BKL ENGENHARIA Luiz Carlos Stedefeldt luiz@bklengenharia.com.br
BURGUER KING Mina Radovanovic mina.radovanovic@burgerking.com.br
CAPMETAL Domenico Capulli domenico@capmetal.com.br
CARLOS COTTA ENG. Carlos Cotta Rodrigues cottanet@uol.com.br
CBTEC Carlos Henrique M. Braga carloshenrique@cbtec.eng.br
CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO
Marcos Maran marcosmaran@hotmail.com
PAULO
CONFORLAB Leonardo Cozac leonardo@conforlab.com.br
CORPO DE BOMBEIROS SP Rodrigo de Lima Dib r.dib@policiamilitar.sp.gov.br
DATUM CONSULT. Edson Tito Guimarães etguima@datum.com.br
DW ENGENHARIA Danilo Werneck danilo@dwengenharia.com.br
ECB ENGENHARIA Eduardo Cabanes Bertomeu ecbertomeu@hotmail.com
ECOQUEST Henrique Cury henriquecury@ecoquest.com.br
ENGELOPES José Luiz de Almeida Lopes jlal@despoluidor.com.br
EPT ENGENHARIA João Luiz Lymberis joaoluiz@epteng.com.br
ERGO ENGENHARIA Neide Martins Ribeiro neide@ergoengenharia.com.br
EXAUBRÁS João Antonio exaubras@uol.com.br
FANCOLD Samuel O. Torres slotorres.bezerra@gmail.com
FLAVIS Marconi Flavis marconi@flavis.com.br
FTR Rafael Feijóo rafael.feijoo@ftrengenhariarj.com.br
FUNDAMENT-AR Duilio Terzi duilio@fundament-ar.com.br
GARNEIRA ENGENHARIA Miguel Ferreirós mgfa@garneira.eng.br
GEM – RIO LUZ Alberto Silva alberto.silva@rioluz-rio.rj.gov.br
GIFEL ENGENHARIA Anastácio R. M. Campos Jr. acamposjr@gifel.com.br
GSC PROJETOS Gustavo Serra Cemin gustavo@gscprojetos.eng.br
HALTON REFRIN Marcelo B. do Vale marcelovale@refrin.com.br
ICS ENGENHARIA Felipe Mello felipe.melo@icsengenharia.com.br
IPT Antonio Guimarães gnader@ipt.br
ITHO Arnaldo T. Santos Neto ithoengenharia@uol.com.br
JHINOX Salustiano da Silva saludasilva@gmail.com
KB ENGENHARIA Marcos Kahn mkahn@kbengenharia.com.br
KLEBER ALVES Kleber Alves kmengenharia@yahoo.com.br
KLIMATU Wili Colozza Hoffmann wili@klimatu.com.br
LIMP DUTOS Ricardo Donizette ricardo@limpdutos.com.br
MACROVENDA Luiz Roberto Basílio luiz@macrovenda.com.br
MELTIN Ademar Tetsuo Furukawa ademar@meltingnet.com.br
MELTIN Eduardo Seiji Furukawa eduardo@meltingnet.com.br
MICHELENA Gustavo Michelena gustavo@michelena.com.br
MORGANITE Marco Veiga marco.veiga@morganplc.com

3
MPM Wanderley Perini wanderley@mpm.com.br
MPRETTI Marcelo Pretti pretti@mpretti.com.br
MSA-AR CONDIC. REFRIG. Mário Sérgio P. de Almeida mario@msa.eng.br
NAREZZI SIST. CONTRA INCÊNDIO Ronaldo Lemos Narezzi ronaldo@narezzi.com
PENSAR ENGENHARIA Fábio Pires Takacs fabio.takacs@picture.com.br
haroledi@gmail.com;haroldo-
POLARTECH Haroldo Elias
polartech@uol.com.br;
PROJELMEC Laura Acosta Baldissera sp@projelmec.com.br
PROJETISTA AUTÔNOMO Hugo Messias hmessias@icloud.com
PROJETOS AVANÇADOS Mário Möller Alexandre marioalexandre@projetosavancados.com.br
QUALYFIRE Sergio F. Rosa sergio@qualyfire.com.br
QUALYFIRE Roberto Ciesillski roberto@qualyfire.com.br
RESTARANTE RASCAL Bruno Bennheim bruno.bennheim@rascal.com.br
ROTAREX André Luiz Stival stival.andre@rotarex.com
ROTAREX Cassio Mioti mioti.cassio@rotarex.com
RUBIFIL Rosinei S. Gomes rosinei@rubifil.com.br
S&P BRASIL Sérgio E. Groff sgroff@solerpalau.com
SHOPPING IBIRAPUERA Jose Ricardo Passarelli arcondicionado@scibirapuera.com.br
SIND. HOTÉIS, REST, BARES
Salvador Gonçalves Lopes sindhrbs@litoral.com.br
SIMILARES
SINDAL SIND. IND. EQUIP. COZINHA João Carlos Peres sindal@sindal.org.br
SMH SISTEMAS Cleber Scabio comercial6@smhsistemas.com.br
SMH SISTEMAS Anderson Spiler Mantovam projetos@smh.com.br
SPM ENG. Paulo Fernandes Presotto paulo.presotto@spm.com.br
Renato Nogueira de
TERMAX renato@termaxengenharia.com.br
Carvalho
THERMOCLEANAR Antonio Carlos de Oliveira kalu@thermocleanar.com.br
THERMOPLAN Carlos M. Kayano cmkayano@thermoplan.com.br
TONARE ENG. José Renato Vianna j.renato@edu.fia.com.br
TUDO PARA SEGURANÇA Aldo Sales aldosales@ig.com.br
TYCO FIRE PROTECTION Ricardo Pesce Pereira ricardo.pesce@tycofp.com
WSAR Willem Scheepmaker wsar@uol.com.br

2 EXPEDIENTE

2.1 O Sr. Oswaldo de Siqueira Bueno coordenou a reunião devido à ausência justificada de
Sr. Domenico Capulli.
2.2 Sr. Oswaldo agradeceu a presença de todos e iniciou a reunião.
2.3 A Ata da 1ª reunião de 2018 foi lida e aprovada pelos presentes.

2.4 PROCEDIMENTO:

Para facilitar o desenvolvimento dos trabalhos, elaboramos uma Tabela de cores, apresentada a
seguir:

TEXTO EM PRETO ORIGINAL NÃO ALTERADO


TEXTO EM AZUL ALTERADO E APROVADO
TEXTO EM VERDE SUGESTÕES NÃO ANALISADAS
TEXTO EM VERMELHO PROVÁVEIS EXCLUSÕES
TEXTO EM AMARELO DÚVIDAS (EM QUALQUER COR)

4
3 ASSUNTOS TRATADOS

3.1 Alterações ao Projeto de Revisão ABNT NBR 14518 Sistemas de ventilação para
cozinhas comerciais e industriais:

Figuras elaboradas por Sr. Marcelo Pretti e aprovadas pelos membros da Comissão de Estudos:

Figura 1 a — Coifa central ou ilha simples (20/02/18)

Figura 1 b — Coifa central ou ilha dupla (20/02/18)

7.1.2 Cálculo da vazão de ar para coifa de parede, ver Figuras 2a, 2b, 2c. com lados
fechados, conforme a Figura 2. (20/02/18)

5
Figura 2a Coifa parede (20/02/18)

Figura 2a Coifa com aspiração frontal e com laterais fechadas (20/02/18)

Figura 2b Coifa parede com uma lateral fechada (20/02/18)

Figura 2b Coifa com aspiração frontal e com uma lateral fechada (20/02/18)

6
Figura 2c Coifa parede com duas laterais fechadas (20/02/18)

Figura 2c Coifa de parede (20/02/18)

Figura 2Coifa de parede com as laterais fechadas (20/02/18)

Figura 2 — Coifa de parede com uma lateral fechada (20/02/18)

7.1.2.1 Cálculo para vazão de ar para coifa com aspiração frontal, conforme as Figuras 3a,
3b e 3c. (20/02/18)

Figura 3a Coifa com aspiração frontal (prateleira ou sobrepor) (low-side ou back shelf)
(20/02/18)

7
Figura 3b Coifa com aspiração frontal com uma lateral fechada (prateleira ou sobrepor)
(20/02/18)

Figura 3c Coifa com aspiração frontal com duas laterais fechadas (prateleira ou sobrepor)
(20/02/18)

7.1.2.2 Cálculo da vazão de ar para coifas de máquinas de lavar louças conforme 4a, 4b e 4c.
(20/02/18)

7.1.2.3 Tipo coifa sobreposta, conforme a Figura 4a. (20/02/18)

8
Figura 4a Coifa de máquina de lavar louças tipo sobreposta

7.1.2.4 Coifa tipo fresta, conforme a Figura 5 4b. (20/02/18)

Figura 5 4b Coifa de máquina de lavar louças tipo fresta

9
7.1.2.5 Tipo capela, conforme a Figura 6 4c. (20/02/18)

Figura 64c Coifa de máquina de lavar louças tipo capela

7.1.3 Cálculo da vazão de ar para coifa de forno, conforme as Figuras 7a e 7b 5a e 5b.

Figura 5a — Coifa total para forno a gás (inserir chaminé) (20/02/18)

10
Figura 5b — Coifa parcial para forno elétrico ou gás (20/02/18)
(refazer- interligação com dutos e captação de gases nas saídas) (20/02/18)

Figura 6 — Coifa total para forno a gás, elétrico ou ciclo combinado

11
Figura 9 7Coifa forno a combustível sólido, gás ou híbrido

Cálculo da vazão de ar para coifa de forno a combustível sólido, conforme Figura 9 7.

7.1.3.1 Cálculo da vazão de ar para coifa de churrasqueira a combustível sólido, conforme a


Figura 10 8.

Churrasqueira a combustível sólido, conforme a Figura 10. (20/02/2018)

Figura 10 8 — Coifa de churrasqueira combustível sólido

12
7.1.9.2 Churrasqueira irradiação por infravermelho, a gás ou elétrica, conforme a Figura 11 9.

Mínimo 1,20 m

Figura 11 9 — Coifa de churrasqueira de irradiação por infravermelho a gás ou elétrica

Tabela 1 — Cota de sobreposição

Cota de sobreposição mínima requerida para coifas

Sobreposição Sobreposição Sobreposição


Estilo de coifa Lateral (Sl) Frontal (Sf) Traseira (St)
(m) (m) (m)
Parede (Figura 2a, 2b e
0,15 0,30 Não aplicável
2c) (20/02/2018)
Ilha simples (Figura 1a) 0,30 0,30 0,30

Ilha dupla (Figura 1b) 0,30 0,30 Não aplicável

Aspiração frontal (forno) e


lava louças (Figuras 7 e 9) Não aplicável 0,30 Não aplicável

Aspiração frontal (Figura 3) 0,15 0,25 de recuo de


Não aplicável
sua parte frontal

(20/02/2018)

Sobreposição Sobreposição Sobreposição


lateral frontal traseira
Estilos de coifa
SL SF ST
(mm) (mm) (mm)

Parede 150 300 Não aplicável

Ilha simples 300 300 300

Ilha dupla 300 300 Não aplicável

Forno Não aplicável 300 Não aplicável

Prateleira ou sobrepor 150 Recuo RF 250 Não aplicável

Sugestão Marcelo Pretti -13/12/2017 (20/02/2018)


13
Serão inseridas 2 Tabelas separadas (coifas e coifas certificadas) (12.12.2017)

Combustível
Leve Moderado Severo
Estilos de Coifa 3 3 3 sólido
m /(s.m) m /(s.m) m /(s.m) 3
m /(s.m)
Parede (Figura 2) 0,310 0,465 0,620 0,852
Parede, ensaiada 0,232 0,310 0,310 0,465 0,310 0,620 0,542

Ilha simples (Figura 1) 0,620 0,775 0,930 1,084


Ilha simples, ensaiada 0,387 0,465 0,465 0,620 0,465 0,930 0,852

Ilha dupla (por lado) (Figura 1) 0,387 0,465 0,620 0,852


Ilha dupla (por lado), ensaiada 0,232 0,310 0,310 0,465 0,387 0,620 0,775

Forno (Figuras 7 e 9) 0,387 0,387 Não permitido Não permitido


Forno, ensaiada 0,232 0,387 0,232 0,387 Não permitido Não permitido

Prateleira ou de sobrepor (Figura 3) 0,465 0,465 0,620 Não permitido


Não
Prateleira ou de sobrepor, ensaiada 0,155 0,310 0,310 0,465 0,465 0,620
recomendado
NOTA 1 Este cálculo considera a carga térmica para cada tipo de equipamento de cocção.
NOTA 2 A distância máxima entre coifa e superfície de cocção do equipamento é de 1,2 m.

Tabela 2a – Vazão de exaustão mínima, por metro linear de coifa não certificada e tipo de serviço

Combustível
Leve Moderado Severo
Sólido
Estilos de coifa m³/h m³/h m³/h
m³/h
por metro por metro por metro
por metro

Parede 1 116 1 674 2 232 3 068

Ilha simples 2 232 2 790 3 348 3 902

Ilha dupla 1 393 1 674 2 232 3 068

Forno 1 393 1 393 Não permitido Não permitido

Prateleira ou sobrepor 1 674 1 674 2 232 Não permitido

NOTA 1 Este cálculo considera a carga térmica para cada tipo de equipamento de cocção.
NOTA 2 A distância máxima entre coifa e superfície de cocção do equipamento é de 1,2 m.

Serão inseridas 2 Tabelas separadas (coifas e coifas certificadas) (12.12.2017)

Combustível
Leve Moderado Severo
Estilos de Coifa 3 3 3 sólido
m /(s.m) m /(s.m) m /(s.m) 3
m /(s.m)
Parede (Figura 2) 0,310 0,465 0,620 0,852
Parede, ensaiada 0,232 0,310 0,310 0,465 0,310 0,620 0,542

Ilha simples (Figura 1) 0,620 0,775 0,930 1,084


Ilha simples, ensaiada 0,387 0,465 0,465 0,620 0,465 0,930 0,852

Ilha dupla (por lado) (Figura 1) 0,387 0,465 0,620 0,852


Ilha dupla (por lado), ensaiada 0,232 0,310 0,310 0,465 0,387 0,620 0,775
14
Forno (Figuras 7 e 9) 0,387 0,387 Não permitido Não permitido
Forno, ensaiada 0,232 0,387 0,232 0,387 Não permitido Não permitido

Prateleira ou de sobrepor (Figura 3) 0,465 0,465 0,620 Não permitido


Não
Prateleira ou de sobrepor, ensaiada 0,155 0,310 0,310 0,465 0,465 0,620
recomendado
NOTA 1 Este cálculo considera a carga térmica para cada tipo de equipamento de cocção.
NOTA 2 A distância máxima entre coifa e superfície de cocção do equipamento é de 1,2 m.

Tabela 2a — Vazão de exaustão mínima, por metro linear de coifa não certificada e tipo de
serviço

Combustível
Leve Moderado Severo
Sólido
Estilos de coifa m³/h m³/h m³/h
m³/h
por metro por metro por metro
por metro

Parede 1 116 1 674 2 232 3 068

Ilha simples 2 232 2 790 3 348 3 902

Ilha dupla 1 393 1 674 2 232 3 068

Forno 1 393 1 393 Não permitido Não permitido

Prateleira ou sobrepor 1 674 1 674 2 232 Não permitido

NOTA 1 Este cálculo considera a carga térmica para cada tipo de equipamento de cocção.
NOTA 2 A distância máxima entre coifa e superfície de cocção do equipamento é de 1,2 m.

Tabela 2b — Vazões de exaustão mínima e máxima, por metro linear de coifa certificada e tipo de
serviço

Combustível
Leve Moderado Severo
Sólido
m³/h m³/h m³/h
Estilos de coifa certificada m³/h
por metro por metro por metro
por metro

Mín. Máx. Mín. Máx. Mín. Máx. Mín.

Parede certificada 835 1 116 1 116 1 674 1 116 2 232 1 951

Ilha simples certificada 1 393 1 674 1 674 2 232 1 674 3 348 3 068

Ilha dupla certificada 835 1 116 1 116 1 674 1 393 2 232 2 790

Forno certificada 835 1 393 835 1 393 Não permitido Não permitido

Prateleira ou sobrepor, certificada 558 1 116 1 116 1 674 1 674 2 232 Não recomendado

NOTA 1 Este cálculo considera a carga térmica para cada tipo de equipamento de cocção.
NOTA 2 A distância máxima entre coifa e superfície de cocção do equipamento é de 1,2 m.

Sugestão de Sr. Marcelo Pretti 13/12/2017.

15
7.3 Dimensões e instalação das coifas

7.3.1 Para as coifas descritas em 6.1 devem ser estabelecidas cotas que ultrapassem no mínimo
0,15 m em cada direção do bloco ou equipamento de cocção nos lados livres, isto é, não
adjacentes a paredes. A altura entre a borda inferior da coifa e a superfície de cocção não deve
ser superior a 1,20 m. (20/02/2018)

7.3.2 A distância vertical entre o equipamento de cocção e a borda inferior dos filtros deve ser
superior a 0,50 m, sendo que para equipamento com chama exposta deve ser superior a 0,75 m.
Para charbroiler e churrasqueiras a combustível sólido, a base inferior do filtro deve estar a uma
distância superior a 1,20 m da superfície aquecida ou do leito de brasas.

7.3.3 Para coifa com aspiração frontal (tipo prateleira ou sobrepor) (low side ou back shelf) a
distância dos filtros em relação à superfície aquecida pode ser reduzida até 0,15 m, desde que não
haja chama exposta. (20/02/2018)

7.3.4 A vazão de ar em operação deve assegurar a velocidade mínima da rede dutos conforme
7.6.1 e dispor de mecanismos de controle proporcional nos sub-ramais que assegurem a captura e
contenção de gases de combustão em conformidade com as taxas de emissão dos blocos de
cocção e a taxa de operação nas condições de carga total, parcial, ou completamente inativa,
atendendo ao desempenho especificado na ASTM F 1704:12. (20/02/2018)

7.3.4.1 Os dutos terminais em telhado devem ser verticais, descarregando o ar diretamente para
cima, sendo observada a distância mínima de 1,0 m acima da superfície do telhado.

Podem ser previstos dispositivos, como os da Figura 12 11, para evitar a entrada de chuva no
terminal de descarga do ar exaurido. (20/02/2018)

8.1.1 Os ventiladores devem ser do tipo centrifugo, podendo ser:

a) de simples ou dupla aspiração, fluxo radial e adequados para operar em alta temperatura
(400 ºC);
b) tubular, fluxo linear e adequado para operar em alta temperatura (400 ºC);
c) telhado, elemento final do sistema com descarga e fluxo vertical e adequado para operar em
alta temperatura (80 ºC). Este tipo de ventilador quando instalado em parede deve atender os
requisitos da Figura 14.

3.2 Sr. Marcelo Vale questionou sobre a alínea c) da Seção 8.1.1.

3.3 Os membros da Comissão de Estudos decidiram mantê-lo em amarelo até o término da


revisão da Norma, quando voltarão a discutir o assunto.

16
Figura 14 12 — Afastamentos de duto terminal em fachada

9.2.12 Os dispositivos despoluidores atmosféricos devem ser selecionados considerando a


condição de dispersão atmosférica da descarga dos gases conjugada com a classificação dos
equipamentos de cocção empregados na cozinha, conforme 11.3 e Tabela 3. Não é aceita a
utilização de quaisquer dispositivos que não sejam capazes de atingir os índices determinados por
9.1.4 e 9.1.5. (12.12.2017) (20.02.2018)

9.2.13 Os despoluidores e outros dispositivos de extração de gordura devem ser instalados antes
dos exaustores, sendo a construção metálica incombustível totalmente soldada, sendo que o
material construtivo empregado deve ter no mínimo 1,09 mm de espessura (número 18 MSG) em
aço inoxidável e no mínimo 1,37 mm de espessura (número 16 MSG) em aço-carbono, conforme
descrito na Seção 14.8. (20.02.2018)

8.2 Coifas lavadoras


Dispositivo, com ou sem filtros inerciais, que incorpora a função de filtragem do ar utilizando água
como elemento filtrante. Deve dispor de um sistema hidráulico com adição de detergente ao fluxo
de água circulante. A periodicidade e duração do ciclo de lavagem são determinadas pelo uso e
classificação dos equipamentos de cocção, conforme Tabela 1.
A circulação do líquido é feita por meio de bomba hidráulica, acoplada ao corpo da coifa ou remota
e confirmada por meio de sinalização adequada local.

17
As coifas lavadoras, a exemplo dos lavadores de gases devem dispor de sensor de fluxo ou
pressostato na linha de recalque de liquido. Em caso de falta de fluxo de água, o sistema deverá
alarmar e desligar o sistema de ventilação e a alimentação do gás.
Devem dispor de acessos para inspeção e manutenção interna, e dreno de sobre nível que impeça
o transbordamento em situação de pane hidráulica. As coifas lavadoras devem atender as
recomendações contidas em 8.5.2 10.2 (20.02.2018)

11.2 Medidas de proteção passiva

S ã o aquelas associadas a aspectos construtivos intrínsecos ao sistema de exaustão e


compreendem: seleção de materiais e procedimentos de fabricação e instalação, incluindo, onde
aplicável, selagem corta-fogo, enclausuramento e/ou atendimento aos afastamentos mínimos.
Os sistemas de exaustão de cozinhas são classificados quanto à qualidade dos efluentes
produzidos e pelo tipo de edificação onde será instalado, e devem atender aos requisitos da
Tabela 3. (20.02.2018)

11.3 Classificação quanto à qualidade dos efluentes

11.3.1 Sistema tipo II Equipamentos leves (20.02.2018)

11.3.2 Sistema tipo I Equipamentos moderados e severos (20.02.2018)

11.3.3 Sistema tipo III Equipamentos que utilizam combustível sólido (20.02.2018)

Tabela 3 Classificação dos equipamentos de cocção

Extra Severo
Leves Severos
Moderados Combustível sólido
Temperatura de Temperatura de
Temperatura de referência Temperatura de
referência referência
(204 ºC) referência
(204 ºC) (316 ºC)
(371 ºC)

Banho-maria Fogões Charbroiler Forno a lenha

Churrasqueira
Caldeirão Chapa de grelhados Churrasqueira a carvão
(elétrica ou gás)

Estufas Fornos combinados Bifeteira Churrasqueira a lenha

Forno de microondas Galeteira Frigideira


Wook
Cafeteiras Chapa quente
Extra Severo
Leves Severos
Moderados Combustível sólido
Temperatura de Temperatura de
Temperatura de referência Temperatura de
referência referência
(204 ºC) referência
(204 ºC) (316 ºC)
(371 ºC)
Lava-louças Sanduicheira Fritadeiras de todos
os tipos (elétricas e a
gás)
Tostadeiras Salamandra

Leiteira Forno (elétrico/gás)

18
Cozedor de massas

NOTA Equipamentos com sistemas autônomos de exaustão são tratados na Seção 16.

(20/02/18)

Combustível
Leve Moderado Severo
Sólido
Temperatura de referência Temperatura de referência Temperatura de referência
Temperatura de referência
(204 °C) (204 °C) (316 °C)
(371 °C)

Banho-maria Fogão Charbroiler Forno a lenha

Caldeirão Churrasqueira elétrica Chapa de grelhados Churrasqueira a carvão

Estufa Churrasqueira a gás Bifeteira Churrasqueira a lenha

Forno de microondas Forno combinado Frigideira

Cafeteira Galeteira Wok

Lava-louça Chapa quente Fritadeira (elétrica/gás)

Tostadeira Sanduicheira

Leiteira Salamandra

Cozedor de massas Forno (elétrico/gás)

NOTA: Equipamentos com sistemas autônomos de exaustão são tratados na Seção 16.

Sugestão Marcelo Pretti (20/02/18)

Tabela 4 Requisitos básicos dos sistemas de exaustão

Sistema de exaustão Requisitos


Duto em aço, chavetado, ou flangeado
Dispensa registro corta-fogo
Tipo II Coifas sem filtros
Selagem de travessias
Dispensa proteção passiva
Dispensa sistema fixo de extinção
Dutos em aço-carbono com espessura mínima 1,37 mm ou aço inoxidável
com 1,09 mm, soldados ou flangeados, com portas de inspeção.
Coifas com filtros
Tipo I Registro corta-fogo conforme projeto
Selagem de travessias
Proteção passiva
Requer sistema fixo de extinção de incêndio
Requer isolamento térmico na rede de duto

Sistema de exaustão Requisitos

Tipo III Dutos em aço-carbono com espessura mínima 1,37 mm ou aço inoxidável
com 1,09 mm, soldados ou flangeados, com portas de inspeção.

19
Registro corta-fogo conforme projeto
Coifas com filtros
Selagem de travessias
Proteção passiva
Requer sistema fixo de extinção de incêndio
Requer isolamento térmico em toda rede de duto

Tabela 4 – Requisitos básicos dos sistemas de exaustão

Equipamentos moderados,
Requisitos Equipamentos leves
severos e combustível sólido
Espessura mínima 1,37 mm,
Dutos em aço carbono Chavetado ou flangeado
soldados ou flangeados,
Espessura mínima 1,09 mm,
Dutos em aço inoxidável Não requer
soldados ou flangeados,

Porta de inspeção Requer Requer

Isolamento térmico na rede de dutos Não requer Requer

Registro corta fogo Não requer Conforme sistema fixo de combate


a incêndio
Coifas Sem filtros Com filtros

Proteção passiva Selagem de travessias Requer

Sistema fixo de combate a incêndio Não requer Requer

NOTA Para sistema de exaustão de equipamentos com combustível sólido, ver seção 14.
Sugestão Marcelo Pretti -13/12/2017

11.5.20 Os afastamentos previstos em 11.5.5.17 podem ser reduzidos à zero, mediante a aplicação
de revestimento isolante térmico, diretamente nos dutos de exaustão, deve o material isolante ter
características de resistência ao fogo de no mínimo 1 h, ensaiado conforme ASTM E119. A espessura
do revestimento isolante térmico deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do
material, que deve apresentar certificado de conformidade com os procedimentos recomendados pela
UL1978. Deve ser instalado de forma a possibilitar sua remoção e posterior reinstalação nos locais
onde forem montados os flanges de conexão dos dutos. Sempre que forem constatados danos no
revestimento, deve ser providenciado o imediato reparo, restaurando suas condições originais.

NOTA Para construção de dutos, ver 7.6.2. (20.02.2018)

11.5.24 As reduções de afastamento previstas em 11.5.5.22 não se aplicam para


enclausuramento de dutos. É obrigatória a selagem dos dutos na travessia de paredes ou lajes, de
forma a preservar as mesmas características de resistência destes elementos.

20
Tabela 5  Redução do afastamento mínimo

Tipo de proteção aplicável nas construções com materiais Afastamento mínimo


combustíveis (mm)

Chapas de aço com espessura mínima de 0,33 mm, espaçadas de 230


25 mm da construção com material combustível.

Chapas de aço com espessura mínima de 0,69 mm, com 25 mm


de manta de lã mineral ou manta de fibra cerâmica, reforçadas
com tela de arame ou equivalente, espaçada de 25 mm da 80
construção com material não combustível por espaçadores não
combustíveis.

NOTA Ver Figuras 1714 e 18 15, para tipos de redução do sistema de afastamento. (20.02.2018)

12.4.1.2 Inspeção

A inspeção deve gerar relatório fotográfico onde se comprove a necessidade ou não de limpeza e
conter imagens de uma parcela representativa da parte interna dos dutos, motores e lavadores de
gases.

Uma inspeção programada semestral dos sistemas de exaustão e de compensação doar exaurido
deve ser procedida em todos os seus componentes, sendo desenvolvida por profissional habilitado e
qualificado, para constatação da plena operacionalidade de todos os elementos do sistema.

Inspeções na rede de dutos, incluindo, ao menos o trecho inicial após o captor, para aferição da
espessura do filme de condensado devem ser executadas no mínimo na periodicidade prevista na
Tabela 4 6.(20.02.2018)
Inspeções de equipamentos, acessórios e dispositivos, tais como os de acionamento, detecção,
controle e proteção, devem ser efetuados de acordo com as instruções dos fabricantes.

Tabela 6  Inspeções periódicas

Tipologia da cozinha e/ou volume de cocção


Freqüência de inspeção
(conforme Tabela 1)

Sistemas operando com combustível sólido Mensal


Sistemas operando com equipamentos severos Trimestral

Sistemas operando com equipamentos moderados Semestral


Sistemas operando com equipamentos leves Anual

NOTA Os prazos de inspeção periódica podem ser reduzidos pelo profissional habilitado em função da
experiência e resultados práticos obtidos. ver 10.3.1.1. (20.02.2018)

12.6.3 A limpeza da rede de dutos deve ser executada com estrita observância do previsto em 12.5.

21
13.1.3 O suprimento de ar de compensação, quando efetuado mecanicamente, deve ser ajustado no
ventilador ou em dispositivos situados no duto de ar de insuflação, de modo a atender aos requisitos
de 11.6. (20.02.2018)

13.1.4 Caso a cozinha seja dotada demais de uma coifa, onde parte destes seja ativada para suprir
as horas de pico ou de atividades específicas, o sistema de compensação de ar deve ser ajustável,
de maneira a preservar as condições previstas em 11.6. (20.02.2018).

PARAMOS AQUI 20.02.2018

3.4 Sr. Marcelo Pretti corrigirá as Figura 5a e 5b (observação: Inserir nas Figuras as
interligações com dutos, captação de gases nas saídas e chaminés)

3.5 Sr. Oswaldo agradeceu a presença de todos e encerrou a reunião.

4 OUTROS ASSUNTOS

Não houve

5 PRÓXIMA REUNIÃO

5.1 AGENDAMENTO PARA 2018.

MES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
DATA ---- 20 13 10 08 12 10 14 11 09 13 11
HOR ---- 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h 14 h

(Segunda TERÇA-FEIRA de cada mês)

5.2 LOCAL: ABRAVA - Avenida Rio Branco, nº 1 492- Campos Elíseos- São Paulo.
5.3 PAUTA: Continuação dos trabalhos de revisão da ABNT NBR 14518 Sistemas de
ventilação para cozinhas profissionais.

Atenciosamente.

Clara Lúcia H. M. Bastos


Secretaria ABNT/CB-055

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