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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

QUEM CONTA A HISTÓRIA?

Páginas 3-5
1. As duas histórias são ficcionais, por contar uma sequência de fatos vividos por
personagens inventadas. Os alunos também podem comentar um ou mais elementos
da narrativa (tempo, espaço, personagens, enredo e foco narrativo).

2.

• Personagem: Resposta pessoal. A definição básica que foi dada define


personagem como o ser que age dentro da história.
• Enredo: Resposta pessoal. A definição básica que foi dada define enredo como a
sequência de ações vividas em uma narrativa.
• Tempo: Resposta pessoal. A definição básica que foi dada define tempo como o
período construído dentro da história: tempo cronológico/tempo psicológico.
• Espaço: Resposta pessoal. A definição básica que foi dada define espaço como a
ambientação de uma narrativa.

3.

a) Terceira pessoa.
b) A cigarra e a formiga.
c) Destacamos as expressões “tendo cantado por todo o verão”, “quando o vento
frio chegou”, “até a próxima estação”. É preciso destacar também as marcas de
tempo expressas pelos verbos.
d) A história começa com a passagem do tempo, mostrando a mudança de estação
climática. Depois disso, a história em si desenvolve-se em pouco tempo, o da
duração do diálogo entre as personagens.
e) A cigarra não aparece colada a marcas espaciais, o que indica sua condição de
ser que vive “perambulando”. Já a formiga mostra-se em casa, marca principal de seu
cuidado com o inverno que virá.

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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

Produção escrita

Páginas 5-6
1 e 2.

O aluno criará uma história, mas é importante que o professor destaque que, dado o
tamanho limitado da narrativa, é preciso definir com cuidado cada um dos elementos,
pois o aluno deve dar conta das propostas feitas no esquema. O estudante precisa ter
clareza de que esse esquema é uma orientação para seu trabalho. Portanto, quando ele
pensar nas respostas, deve levar em conta que escreverá uma história razoavelmente
curta e, assim, não deve desenvolver muitas ações nem criar diversas personagens etc.
para que os elementos não fiquem sem função no texto.

3. Espera-se que o aluno observe sua escrita como uma forma de representação de
acontecimentos, não como os acontecimentos em si.
4. O autor é o próprio aluno e o narrador, a voz que ele inventou dentro de sua história
para contá-la.

Página 6

A resposta é pessoal, mas o objetivo desta atividade é fazer com que os alunos
analisem o texto visual, localizando nele elementos físicos que podem causar medo.
Nesse sentido, qualquer elemento da imagem pode ser destacado, desde que seja
justificado de forma coerente.

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Página 7
2.
a) Resposta pessoal. Nesse tipo de pergunta, espera-se que o aluno crie uma
resposta coerente com o que foi perguntado. Ele pode afirmar que o narrador quer
“brincar” com o leitor, provocar-lhe medo, despertar sua piedade, entre outras
possibilidades. O importante é que ele justifique, com elementos do texto, sua
resposta. Nesse momento, ele não deve copiar, mas explicar com as palavras. A
transcrição de trecho será pedida no item seguinte.
b) Aqui se pede que o aluno copie do texto trechos que comprovem sua resposta
anterior. Exemplo: “Com suas consequências, tais eventos me aterrorizaram – me
torturaram – me destruíram. Contudo, esforçar-me-ei por não os explicar”.
c) O texto é narrado em primeira pessoa.

Páginas 8-9
2.
a) Terceira pessoa.
b) Resposta pessoal. Sugestão: morrer amanhã; morto; insepulto; ruídos
encapelados; torpor.
c) Do jeito como a história é contada, fica mais lenta, mas, ao mesmo tempo,
quebra a lentidão bruscamente, pois revelações importantes são feitas pela voz das
próprias personagens.
d) O foco narrativo manteve a distância do narrador, aumentando lentamente o
suspense e contribuindo para a sensação de medo.
e) Há vários comentários possíveis, por isso é importante observar a pertinência de
cada um. Pode-se considerar, comparativamente, que o texto fica mais lento e
objetivo com a terceira pessoa e, no caso da primeira, fica mais tenso, vivido pelos
sentimentos da personagem envolvida.

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O objetivo desta atividade é fazer o aluno procurar uma história de medo. Para tanto,
ele terá de realizar algum tipo de pesquisa e ler alguns textos, mesmo que parcialmente.
O principal objetivo é estimular a pesquisa e a leitura no contexto estudado. Solicitamos
também uma leitura dramática, que compreendemos como uma forma de interpretação
e, ao mesmo tempo, de fruição do texto.

Oralidade

Página 9
1. O objetivo é verificar a aprendizagem sobre foco narrativo, com base nos estudos
feitos anteriormente.
2. Acreditamos que, com a mudança de foco, o autor muda suas intenções e
os efeitos que pode causar nos leitores. Estimule seus alunos a discutir alguns efeitos
possíveis da mudança de foco.

Estudo da língua

Páginas 9-10
2. Cigarra; vento; mosca; verme; fome; formiga; grão; estação; cigarra; formiga;
defeito; verão; cigarra.
3. Alternativa a.
4. Alternativa b.
5.
a) Nomear os seres, as ideias, os sentimentos, as coisas que existem no mundo real
ou imaginado.
b) Indicar qualidades dos seres, das ideias, dos sentimentos, das coisas que existem
no mundo real ou imaginado.

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Páginas 11-12
1. O professor deve indicar as atividades sobre substantivos e adjetivos, do livro
didático ou de outra fonte, que julgar necessárias para complementação do estudo.
2.
a) Terceira pessoa.
b) Gilberta, Pedro, amigas de Gilberta e frequentadores do forró.
c) Pode ser relativamente longa a duração (meses ou anos), pois Gilberta tem o
hábito de dançar todas as semanas e não sabemos há quanto tempo.
d) Sim: sextas-feiras, semana, dias, dia.
e) A personagem sai de casa para ir ao forró, espaço principal da história.
3. O objetivo é fazer com que os alunos criem o hábito de anotar as fontes de onde
retiram informações, habilidade fundamental na sociedade letrada.

Página 12

O objetivo desta pesquisa é fazer o aluno entrar em contato com outras definições de
narrativa, diferentes das do livro didático. Assim, o professor pode discutir a variedade
de definições como riqueza de opiniões e, ao mesmo tempo, refletir com os alunos se há
elementos comuns em todas elas. O grupo deve, ainda, com base nas discussões e
atividades anteriores, construir uma definição que seja clara para todos da classe.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
CRIANDO UMA PERSONAGEM

Páginas 12-14
1.
• É da família dos marrecos. Gosta de nadar e viver em bandos. Cuida da casa,
alertando sobre a presença de estranhos.
• Vive perto da água. Faz seu ninho na vegetação aquática.
2. Resposta pessoal. Observar se o desenho é coerente com as características expostas
no texto verbal.
3. A atividade estimula a anotação de fontes e pede ao aluno que indique a presença de
personagens no texto, pondo em funcionamento essa definição.
4. Quando se solicita que o aluno crie uma definição, o objetivo é fazer com que ele
desenvolva uma paráfrase, traduzindo o conceito estudado de forma que lhe pareça
claro.
5. Observar se as respostas dadas são coerentes com a imagem apresentada.
6.
a) A fábula começa com a cigarra preocupada, pois não guardou nada para o
inverno.
b) Elas entram em conflito porque a cigarra vai chorar na casa da formiga.
c) O encontro entre as duas personagens e o diálogo.
d) Quando, efetivamente, a formiga faz a pergunta para a cigarra. Não sabemos,
nesse momento, se ela dará comida ou não e ficamos na expectativa pelo fecho da
história.
e) A formiga manda a cigarra dançar.

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Produção escrita

Páginas 14-15

Antes de o aluno criar a história, é importante que o professor destaque que, dado o
tamanho limitado da narrativa, é preciso definir com cuidado cada um dos elementos,
pois o aluno deve dar conta das propostas feitas no esquema. O professor deve destacar
ainda que a história criada precisa ser coerente com o perfil da personagem descrita em
atividade anterior. Por isso, o aluno precisa ter clareza de que esse esquema é uma
orientação para seu trabalho. Portanto, quando ele pensar nas respostas, deve levar em
conta que escreverá uma história razoavelmente curta e, assim, não deve desenvolver
muitas ações, criar diversas personagens etc. para que os elementos não fiquem sem
função no texto. Além disso, ela precisa ser coerente com o perfil da personagem.

Estudo da língua

Páginas 15-16
1. Ele; marreca-piadeira; ave; ela; animal.

a)

Palavra que dá nome ao animal Palavras usadas para substituí-la


Irerê Ele; marreca-piadeira; ave; ela;
animal

b)

Palavras que podem ser usadas Palavras que, além de substituir


para substituir ou retomar a irerê, podem ser usadas para
palavra irerê substituir qualquer nome
Ele; marreca-piadeira; ave; ela;animal Ele; ela

3. Correta. Essa atividade introduziu o conceito de pronome. Se o professor considerar


oportuno, pode dar outras explicações ou atividades complementares nesse momento.

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4. Quando se solicita que o aluno crie uma definição, o objetivo é fazer com que ele
desenvolva uma paráfrase, traduzindo o conceito estudado de forma que lhe pareça
claro.

Páginas 16-17

Esta atividade de pesquisa tem por objetivo apresentar ao aluno várias definições
para um mesmo conceito. Se possível, o professor deve levar definições realmente
diferentes (uma de uma gramática mais complexa e outra do livro didático, por
exemplo), para que o aluno perceba os elementos comuns e, ao mesmo tempo, observe
as distinções. Consideramos fundamental construir esse hábito de comparar diferentes
definições para um mesmo conceito, habilidade importante na pesquisa científica e em
outros contextos.

Oralidade

Página 17

Provavelmente, há mudanças na personagem. Se não houver, não há problema. O


importante é que os alunos façam seus comentários baseados em elementos do filme.
Assim, você deve, a todo o momento, estimulá-los a comprovar o que disseram com
cenas do filme.

Páginas 17-18
1. O aluno deve comparar o desenho que fez do irerê com o apresentado no Caderno,
observando semelhanças e diferenças.
2. O professor deve escolher uma ilustração de uma narrativa para que o aluno faça a
descrição verbal. O objetivo é fazer a mudança de linguagem de forma coerente.

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3. O aluno deve transcrever um trecho da narrativa que seja coerente com sua descrição.
Se perceber incoerências, peça ao aluno que justifique a escolha.
4. Resposta livre. O professor deve verificar se o aluno indicou apenas fatos que
envolvem a personagem principal, como pede a questão.
5. O professor deve indicar exercícios sobre pronomes, do livro didático ou de outra
fonte, que julgar necessários para complementação do estudo.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
ILUSTRANDO A HISTÓRIA EM DOIS MOMENTOS

Páginas 18-25
Professor, identifique as palavras ou expressões difíceis para os alunos. Discuta com
a classe os significados possíveis. Você pode, por exemplo, explicar que Havre fica na
França e que soul é uma antiga moeda desse país.

1.
a) O narrador e Davranche estão na rua e veem um homem pedindo dinheiro;
Davranche dá-lhe uma quantia alta, justificando que o faz lembrar seu tio Jules. Ele
pergunta se o narrador quer ouvir a história e ele diz que sim. Davranche era de uma
família simples: ele, o pai, as duas irmãs e a mãe, muito preocupada com a situação
financeira deles, culpando o pai pela pobreza; ele nada fazia.
Economizavam muito e só passeavam aos domingos, com o objetivo de atrair algum
pretendente para as moças. O passeio era no cais e, quando viam um navio, o pai
lembrava-se do irmão Jules, a “ovelha negra” da família, que tinha sido mandado
para Nova Iorque e, segundo uma carta, fizera fortuna.
Uma segunda carta chega, dois anos depois, informando que Jules estava na América
do Sul, em busca de ótimo negócio, e provavelmente não se comunicaria por alguns
anos. Nesse meio tempo, apareceu um pretendente para a irmã mais nova do
narrador. O rapaz apressa-se em marcar o casamento após ter ouvido a leitura da
carta de tio Jules. Todos resolvem fazer uma excursão para Jersey, uma ilha próxima,
após o casamento. Na ocasião, o pai vê um marinheiro sujo no convés, vendendo
ostras; ele resolve consumi-las. Após a compra, volta atordoado, dizendo que o
marinheiro se parece com seu irmão Jules.
A mulher vai verificar e confirma a suspeita do marido. Sem que o tio perceba, eles
colhem informações e descobrem que Jules dilapidou sua fortuna e não quer se
aproximar de seus parentes por lhes dever dinheiro.
As ostras não haviam sido pagas e, por precaução, para que o tio não descobrisse o
paradeiro da família, o narrador é designado para realizar o pagamento. Ele nada diz,

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mas tem vontade de chamar o homem de tio. Com pena, dá-lhe uma parte do troco
como gorjeta, o que irrita sua mãe. A família pega outro navio na volta para não
correr mais nenhum risco.
A história termina com a justificativa de Davranche ao narrador: é por causa dessa
história que ele sempre ajuda os mendigos.
b) Podemos percebê-la linguisticamente, no trecho “Um coitado como esse me
lembra uma história, que me persegue a vida toda... Se você quiser ouvir, eu a
contarei. Claro que queria! Então foi isto que ouvi...” (inicial) e “Meu amigo
Davranche olhou fixamente para mim...” (final).
c) Resposta pessoal. Devem-se enfatizar os marcadores temporais adverbiais e
destacar também os verbos. Se considerar mais produtivo, divida o texto em partes e
organize os alunos em grupos, para que cada um selecione os marcadores de um
trecho. Outra possibilidade é selecionar para análise apenas um trecho do texto e
fazer a atividade individualmente.
d) No início, temos um diálogo entre duas personagens: uma, a partir da presença
de um mendigo, recorda-se de uma história que gostaria de contar. Então ele passa a
contar a história de sua família e o tempo passa cronologicamente. No final, temos
uma retomada do diálogo entre as personagens.
Você pode destacar ainda o diálogo inicial e o final, comentando que ali o narrador
está no presente, em um tempo distante da história que vai contar. Já na narrativa
propriamente dita, há várias marcas de passagem do tempo cronológico, iniciado na
infância do narrador. É importante também que eles percebam, no meio da história
do narrador, a história do tio Jules, que aparece por meio de flashbacks informativos
sobre o que ele fazia enquanto o narrador crescia. Um último ponto a destacar é o
encontro dos tempos da história, que ocorre quando a família reencontra tio Jules. É
como se ele saísse do “passado” e, repentinamente, entrasse no presente imediato da
vida das personagens, quebrando toda a expectativa que eles tinham sobre seu
retorno.
e) Ela parece durar alguns minutos, mas é preciso levar em conta que entre o
começo e o fim Davranche conta a história do tio. Nesse sentido, a duração seria um
pouco maior.
f) A passagem de tempo.

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g) Observar a pertinência das respostas dos alunos (pensamos, prioritariamente, no


casamento da filha e na necessidade de possíveis pretendentes não descobrirem a real
condição financeira da família).
h) Os elementos da resposta anterior podem servir para essa análise. Observar a
pertinência das respostas dadas.
i) Está conversando com um amigo e vê um mendigo na rua.
j) Vive com sua família, na região do Havre.
k) Inicialmente, foi enviado a Nova Iorque e depois à América do Sul.
l) No porto, quando a família reencontra o tio.
2. Quando se solicita que o aluno crie uma definição, o objetivo é fazer com que ele
desenvolva uma paráfrase, traduzindo o conceito estudado de forma que lhe pareça
claro.
3. O objetivo é observar se o aluno compreendeu os conceitos de tempo psicológico e
cronológico.
4.
a) Tempo psicológico, pois temos acesso a seus pensamentos.
b) Tempo cronológico, pois está centrada nos acontecimentos.
5. Psicológico, pois temos acesso à mente da personagem, por meio de seus sonhos.
6. Histórias inventadas que apresentam cinco elementos: tempo, espaço, foco,
personagens e enredo. Há, ainda, o desenvolvimento de uma intriga elaborada,
preocupada em estimular o imaginário do leitor.
7. Com base nos textos já estudados em sala, ou em outros que os alunos possam
mencionar, observe se os estudantes relacionam o gênero indicado com suas
características.

Produção escrita

Página 25
Sabe-se muito pouco sobre esse narrador; portanto, qualquer opinião pode ser
pertinente. O importante, então, é focar na justificativa para a opinião da personagem, o
que será construído pelos alunos.

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Páginas 25-27
1. O professor ou um ou mais alunos devem ler os fragmentos 1 e 2, compreendendo
que fazem parte do mesmo texto, mas que não estão em sequência.
3. Os alunos deverão fazer em outra linguagem (a visual) uma paráfrase do que
entenderam sobre marcas de passagem do tempo na narrativa (cronológico e
psicológico).
4.
a) Observar se os alunos conseguem justificar o tédio da personagem visualmente.
b) Observar se os alunos conseguem identificar o momento em que Alice,
bruscamente, acorda.

Produção escrita

Página 27
1. Solicita-se que façam paráfrase; assim, os alunos desenvolvem habilidades de
resumo. Outro objetivo é destacar e analisar a coerência das marcas de passagem de
tempo da história parafraseada.
2. É feito um estudo da passagem do tempo, de um ponto de vista linguístico (se julgar
pertinente, comente alguma classe gramatical destacada) e dos estudos literários
(tempos psicológico e cronológico).

Estudo da língua
Página 27

O objetivo dessa atividade é estabelecer a distinção entre verbos e advérbios (ou


expressões adverbiais), mas ainda sem explicação formal. Se considerar oportuno, faça-
-a nesse momento, ou destaque apenas que, em uma narrativa, há palavras que marcam
o tempo e variam no presente, passado e futuro, e outras que não variam. Haverá
continuidade do estudo nos próximos exercícios.

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Página 28

Quando se solicita que o aluno crie uma definição ou retome algum conceito, o
objetivo é fazê-lo desenvolver uma paráfrase, traduzindo o tema estudado de forma que
lhe pareça claro.

Estudo da língua

Páginas 28-31
1. Os alunos devem fazer duas listas, uma de verbos e outra de advérbios, de acordo
com o quadro preenchido na página 27.
2. Quando se solicita que o aluno crie uma definição ou retome algum conceito, o
objetivo é que ele desenvolva uma paráfrase, traduzindo o tema estudado de forma
que lhe pareça claro.
3. Observar se as orações criadas estão no Modo Indicativo. Esse é um exercício de
reconhecimento e fixação.
4. Observar se os verbos selecionados estão no Modo Indicativo. Esse é um exercício de
reconhecimento e fixação.
5. Quando se solicita ao aluno que crie uma definição, o objetivo é que ele desenvolva
uma paráfrase, traduzindo o conceito estudado de forma que lhe pareça claro. Essa
também é uma excelente forma de o professor perceber como está sendo a
compreensão dos alunos para que possa fazer as intervenções necessárias.
6. O Pretérito Perfeito determina a finalização de uma dada ação. Exemplo: eu amei. O
Pretérito Imperfeito, por sua vez, produz a ideia de continuidade no passado.
Exemplo: eu amava (eu costumava amar sempre, continuamente). Observar se, com
suas palavras, o aluno compreendeu a ideia central.
7. Observar se os verbos selecionados estão nos tempos indicados. Esse é um exercício
de reconhecimento e fixação.

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8.

Verbo amar – Modo Indicativo


Presente Pretérito Perfeito Pretérito Imperfeito
Eu amo Eu amei Eu amava

Tu amas Tu amaste Tu amavas

Ele ama Ele amou Ele amava

Nós amamos Nós amamos Nós amávamos

Vós amais Vós amastes Vós amáveis

Eles amam Eles amaram Eles amavam

9.

Verbo ser – Modo Indicativo


Presente Pretérito Perfeito Pretérito Imperfeito
Eu sou Eu fui Eu era

Tu és Tu foste Tu eras

Ele é Ele foi Ele era

Nós somos Nós fomos Nós éramos

Vós sois Vós fostes Vós éreis

Eles são Eles foram Eles eram

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Verbo ir – Modo Indicativo


Presente Pretérito Perfeito Pretérito Imperfeito
Eu vou Eu fui Eu ia

Tu vais Tu foste Tu ias

Ele vai Ele foi Ele ia

Nós vamos Nós fomos Nós íamos

Vós ides Vós fostes Vós íeis

Eles vão Eles foram Eles iam

10. Sim, Pretérito Perfeito.


11. O contexto da oração deve indicar de que verbo se trata.

Oralidade

Página 31
1. Acompanhe a discussão e garanta que os alunos identifiquem corretamente as formas
de passagem do tempo na cena assistida.
2. Uma ou duas vezes; quando de repente.
• Apesar da imprecisão, é cronológico, pois acompanhamos o que a personagem
está pensando, sentindo, fazendo.
3. Pela vigésima vez naquele dia; quando acabou de dizer.
• Psicológico, pois trata-se de um sonho de Alice.

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Páginas 31-33
1. O tempo é principalmente cronológico, pois há marcas da passagem do tempo da
ação das personagens no texto.
2. O objetivo é fixar os conceitos de tempo psicológico e tempo cronológico e localizar
termos ou expressões que indicam a passagem de tempo na história.
3. O professor deve indicar as atividades sobre verbos e advérbios, do livro didático ou
de outra fonte, que julgar necessárias para complementação do estudo.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
PROCURANDO TEXTOS NARRATIVOS NA BIBLIOTECA

Páginas 33-35
2.
a) Ela não fez uma leitura pertinente à proposta do texto, que provoca o leitor com
base em uma situação imaginária.
b) Não, pois a professora destacou o aspecto ficcional do texto e como isso se
insere na realidade.
c) Sim, pois propõe uma viagem imaginária, só possível pela ficção.
d) Não, ela esperava do texto uma abordagem realista.
3.
a) Ele fez uma leitura pertinente com a proposta imaginária do texto.
b) Ele também imaginou uma espécie de viagem fictícia.
c) A leitura foi coerente, pois ele não só aceitou a premissa do imaginário como
entrou no jogo do texto, criando também uma situação fictícia.
d) Conseguiu totalmente, de tal forma que o garoto também cria um caminho, com
base no que foi trilhado pelo texto.

Página 36

O objetivo desta atividade é promover, inicialmente, a busca por uma narrativa para
leitura de fruição (isto é, feita com gosto, para deleite) e estimular os alunos a fazer
anotações de fonte bibliográfica.

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Produção escrita

Página 36

Há dois focos principais nesta produção: observar a coerência entre o diálogo criado
pelo aluno e as imagens exibidas; observar o uso dos sinais de pontuação.

Estudo da língua

Páginas 36-37
Quando se solicita que o aluno crie uma definição ou retome algum conceito, o
objetivo é que ele desenvolva uma paráfrase, traduzindo o tema estudado de forma que
lhe pareça claro.

Durante a realização das atividades 2 e 3, se necessário, interfira nas leituras e


discussões. O objetivo é que os alunos reconheçam os diferentes sinais de pontuação e
compreendam a importância de seu uso adequado.

Oralidade

Páginas 37-38

As questões desta Oralidade exigem respostas pessoais. O importante é que você


verifique a coerência entre as respostas e suas justificativas. Acreditamos que a
sequência de atividades incentivará o aluno a concluir que nem sempre compreendemos
o que está à nossa volta e que a falta de entendimento contribui para estimular a
imaginação. O professor pode ressaltar como o uso da imaginação na fruição de
narrativas escritas ou fílmicas é mais importante do que um entendimento racional
completo.

Página 38
1. Observar a adequação do resumo e a capacidade de não repetir termos, de acordo
com as instruções do enunciado.
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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

2. O aluno pode comentar qualquer coisa, desde que seja coerente com o que foi lido,
sem se desviar para assuntos que não estejam presentes no texto.
3. O professor deve passar textos sem pontuação para que os alunos pontuem. Depois,
comentar as possibilidades ou impossibilidades dos usos sugeridos.
4. O aluno, como forma de fixação, deve justificar as pontuações feitas. O professor
deve indicar textos na quantidade que considerar produtiva.
5. O professor deve indicar atividades sobre pontuação, do livro didático ou de outra
fonte, que julgar necessárias para complementação do estudo.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5

OBSERVANDO NARRATIVAS DE UM PONTO DE VISTA


LINGUÍSTICO

Páginas 39-40
1.
a) Um dia na vida de um homem. Observar a pertinência de outras respostas.
b) É escrito apenas com substantivos. Observar a pertinência de outras respostas.
c) Essa é uma atividade de pesquisa no dicionário e compreensão do sentido lido.
Estimule os alunos a encontrar o sentido de um termo e discutir seu sentido.
d) Essa é uma atividade de pesquisa no dicionário e compreensão do sentido lido.
Estimule os alunos a encontrar o sentido de um termo e discutir seu sentido.
e) A partir da discussão dos itens c e d, os alunos vão construir a resposta. Se
pensarmos que dinâmico diz respeito a movimento, pode ser analisado assim. Se, por
outro lado, for compreendido como uniforme, por causa da estrutura repetida, que
apenas sequencia substantivos, pode ser monótono. Tudo depende da análise dos
termos no dicionário.
2. Observar a fluidez da versão criada. O objetivo é, justamente, fazer um movimento
inverso ao texto de Ricardo Ramos, facilitando a rapidez e compreensão do texto.
3.
a) É preciso estar, mas é importante que o aluno consiga justificar a presença do
tema. Se não conseguir, sugira a reescrita, de acordo com as orientações que o texto
do aluno exigir.
b) A de Ricardo Ramos, a princípio, pois nos faz ler palavra por palavra para
construir o sentido.
c) Provavelmente a dos alunos, pois, usando os conectivos, fazemos uma leitura
mais fluida.

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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

Estudo da língua

Páginas 40-44
1. É fundamental fazer este exercício com a classe, coletivamente. Mesmo que o
professor peça uma primeira versão individual, deve corrigir depois na lousa, para
que os alunos possam comentar.
2.

Acontecimento central Marca temporal Marca espacial


Garcia forma-se em No ano anterior, 1861 Não há
medicina
Garcia encontrou-se com Pela primeira vez (explica o Na porta da Santa Casa
sentido de “anterior”) (retoma o tema da medicina)
Fortunato

Fez-lhe impressão a figura, Não fosse o segundo Não há


encontro, poucos dias depois
mas tê-la-ia esquecido (anuncia a sequência que
virá)

Morava Não há Na Rua de D. Manuel

Uma de suas poucas Ia uma ou duas vezes por Que ficava perto, entre essa
mês rua e a praia (rua é
distrações era ir ao teatro retomada)

Só os mais intrépidos Não há Até aquele canto da cidade


(retoma ideia de lugar ermo,
ousavam estender os indicada pelas “40
passos pessoas”)

Apareceu-lhe Fortunato Uma noite Ali (retoma teatro e estando


nas cadeiras)

3.
a) Não, pois ele fala do que seria ideal, não do que está ocorrendo. Isso é reforçado
pelo uso do Pretérito do Subjuntivo.
b) Há apenas a expressão do desejo, pois é um ideal, marcado pelo mesmo modo
verbal.

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c) Mesma justificativa anterior.


4. Quando se solicita que o aluno crie uma definição ou retome algum conceito, o
objetivo é que ele desenvolva uma paráfrase, traduzindo o tema estudado de forma
que lhe pareça claro.
5. Presente, Pretérito Imperfeito e Futuro.

6.

Verbo gostar – Modo Subjuntivo


Presente Pretérito Imperfeito Futuro
Que eu goste Se eu gostasse Quando eu gostar

Que tu gostes Se tu gostasses Quando tu gostares

Que ele goste Se ele gostasse Quando ele gostar

Que nós gostemos Se nós gostássemos Quando nós gostarmos

Que vós gosteis Se vós gostásseis Quando vós gostardes

Que eles gostem Se eles gostassem Quando eles gostarem

7.
Uso informal do Futuro do Subjuntivo do verbo ver: ver (eu); ver (ele); vermos
(nós); verem (eles).
Uso formal do Futuro do Subjuntivo do verbo ver: vir (eu); vires (tu); vir (ele);
virmos (nós); virdes (vós); virem (eles).
8.
Uso informal do Futuro do Subjuntivo do verbo vir: vir (eu); vir (ele); virmos
(nós); virem (eles).
Uso formal do Futuro do Subjuntivo do verbo vir: vier (eu); vieres (tu); vier (ele);
viermos (nós); vierdes (vós); vierem (eles).

23
Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

Páginas 44-47
1. Imaginamos que para a Situação 1 eles escolham o texto de Ricardo Ramos. A
justificativa deve sair da discussão anteriormente estabelecida em sala (o texto de
Ramos obriga o leitor a preencher lacunas de conexão no texto; portanto, ele sugere,
mas não afirma). É a mesma situação que ocorre no descrito na primeira situação
(“ele quer que os leitores percebam o assunto, mas não tenham certeza de que a
análise falará”).
2. É fundamental fazer este exercício com a classe, coletivamente. Mesmo que o
professor peça uma primeira versão individual, deve corrigir depois na lousa, para
que os alunos possam comentar.
3.

Pessoa Futuro do Subjuntivo de Futuro do Subjuntivo de


ver vir
Eu vir vier

Tu vires vieres

Ele vir vier

Nós virmos viermos

Vós virdes vierdes

Eles virem vierem

4.

Verbo ser – Modo Subjuntivo


Pessoa Presente Pretérito Futuro
Imperfeito
Eu seja fosse for

Tu sejas fosses fores

Ele seja fosse for

24
Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

Nós sejamos fôssemos formos

Vós sejais fôsseis fordes

Eles sejam fossem forem

5.

Verbo estar – Modo Subjuntivo


Pessoa Presente Pretérito Futuro
Imperfeito
Eu esteja estivesse estiver

Tu estejas estivesses estiveres

Ele esteja estivesse estiver

Nós estejamos estivéssemos estivermos

Vós estejais estivésseis estiverdes

Eles estejam estivessem estiverem

6. O professor deve indicar os exercícios sobre Modo Subjuntivo, do livro didático ou


de outra fonte, que julgar necessários para complementação do estudo.

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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6
SISTEMATIZAÇÃO

Páginas 47-49
2.
• Primeira pessoa.
• Só sabemos que há duas ou mais personagens.
• Um intervalo curto, pois é tempo psicológico, em que as impressões do narrador
sobre o que está havendo são reveladas.
• A principal marca retomada, de certa forma, dentro do texto, é “E foi então que”,
expressão que marca a surpresa do acontecimento e suas consequências
imediatas.
• Sabemos que estão em um bar, conversando sobre histórias de terror e, no início
do fragmento, a luz acabou.
• Sabemos que o espaço lá de fora está quieto, o que causa estranhamento no
narrador, pois o espaço é normalmente movimentado.

3.
a) Nesse momento, guiado apenas por critérios pessoais, o aluno deverá grifar
um trecho que lhe pareça escrito para causar medo no leitor. O professor pode
estimulá-lo a explicar como o medo é construído no trecho.
b) A falta de luz é um elemento importante associado ao assunto terror que
prevalecia na mesa. Outro ponto é a falta de ruído no trecho final, parecendo que
“tudo está em suspenso” naquele momento.
c) Observar a pertinência da resposta. Consideramos que a narrativa em 1a pessoa,
nesse caso, ajuda a aumentar o medo, pois o narrador está envolvido nos fatos e
passa suas sensações e seus pensamentos ao leitor.
d) Observar a pertinência da resposta. É um trecho inicial, pois aparece o conflito
principal nele (será que ocorrerá algo sobrenatural ali? É a pergunta que o leitor se
faz nesse momento).

26
Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

Produção escrita

Página 50

Sugerimos a reescrita do texto com base na mudança de um dos elementos da


narrativa. O aluno deverá escolher apenas um caminho e concentrar-se em torná-lo
coerente em sua versão. Outras adaptações poderão ser necessárias devido à sua
escolha.

É importante o aluno perceber que o foco aqui é reescrever e não criar livremente.
Seu desafio é mudar, respeitando o original, tendo-o como base o tempo todo.

Oralidade

Página 50

Este exercício retoma, com base na narrativa selecionada pelo professor, os


elementos da narrativa em funcionamento no texto.

Página 50

O aluno não deve perder de vista a questão do medo e do suspense que o texto havia
criado. Nem deve, por coerência ao momento inicial da narrativa, resolver o suspense;
deve, sim, continuar deixando no ar, acrescentando mais um elemento para que o leitor
deseje continuar lendo a história.

Estudo da língua

Página 51
1.
a) O começo dado induzia ao uso do Subjuntivo. Observar se o aluno usou-o nos
momentos adequados e conjugados de acordo com a norma-padrão da língua
portuguesa.

27
Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

b) Exercício de fixação dos tempos do Modo Subjuntivo. Depende de o texto ter


sido construído de acordo com a sugestão dada.
c) É muito provável que sim. O objetivo é que o aluno reconheça em seu texto o
uso de outros modos verbais, diferentes do subjuntivo.
d) O Modo Subjuntivo, pois esse é o modo da sentença. Mas haverá também o
Indicativo, com o uso do Futuro do Pretérito.

Páginas 51-53
1. Alternativa b. A expressão assim mesmo retoma a pista se achava em péssimo estado.
2. Alternativa c. Apresenta uma sequência de acontecimentos.
3. Alternativa b. Há marcas de passagem de tempo no texto.
4.
Trecho escolhido (exemplo): No período final, a iminência do desastre aéreo, o
descaso com a pista e com o risco de acidentes, o trecho figurado “A situação deles
estava russa, né? Não dava tempo para vacilar, era pousar ali ou se arrebentar...”,
entre outras possibilidades.
Justificativa Espera-se que o aluno seja capaz de reconhecer alguns trechos do texto
que, por se tratar de construção narrativa típica, deixam brechas para nosso
imaginário. Além disso, ele deve saber dar uma explicação para o trecho selecionado,
demonstrando por que ele desperta a imaginação (aqui cabe qualquer coisa que o
texto sugira, mas não afirme).
5. Apesar da referência ao piloto, parece ser narrada em terceira pessoa (alguém que
conhece a pista e sabe histórias sobre ela).

Atividades complementares

Página 54
1. O objetivo é observar se eles percebem a oposição entre os termos “intensos”,
apresentados na situação adolescente, e os termos mais “contidos”, apresentados na
maturidade. O importante é que percebam que, com esses usos, o texto sugere essa

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Gabarito – Caderno do Aluno Língua Portuguesa 5a série/6o ano – Volume 1

diferença entre os momentos da vida, solicitando ao leitor que faça essas conexões
em seu imaginário, uma vez que a oposição não está exposta de forma explícita.
2. Sugerimos a reescrita do texto e uma reflexão sobre os elementos da narrativa nela
organizados. É importante que o aluno perceba que o foco aqui é reescrever e não
criar livremente. Seu desafio é mudar, respeitando o original, tendo-o como base o
tempo todo.
3. As questões servem para uma retomada dos elementos, servindo também como forma
de reflexão sobre a própria escrita, de acordo com um objetivo dado.
4. O aluno deve perceber a oposição entre “loucura”, “suspiro”, “desejos” (termos
presentes no primeiro parágrafo) e “relativo lucro”, “resultados práticos”,
“ligeiramente satisfatórios” (expressões presentes no segundo parágrafo). Os
primeiros termos parecem ser mais próximos da expressão de sentimentos juvenis,
enquanto os últimos parecem indicar a ponderação presente nas ações de pessoas
mais maduras.

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