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1) O modelo clássico da radiação do corpo negro definido pela lei de Rayleigh-Jeans

tem duas grandes falhas. (a) Identifique-as e (b) Explique a hipótese de Planck para
contornar as falhas.

(a)

O aumento da freqüência implica em aumento da energia radiante até que limν→∞ => µν→∞.
Esta incoerência ficou conhecida como catástrofe do ultravioleta.

Comparação entre a teoria clássica de Rayleigh-Jeans e experiência. Podemos ver que há


concordância apenas quando a freqüência é muito baixa ou a temperatura muito alta. Neste
limite a teoria de Planck coincide com a clássica.

(b)

Para resolver este problema e completar a teoria, Planck postulou que a energia emitida por
cada oscilador harmônico se desse em pacotes (quantum). Com isso ele quis dizer que a
energia de cada pacote era igual a número inteiro de um dado valor mínimo de energia, isto é,
ε=nε0, sendo n um número inteiro, n=1,2,3,.... Matematicamente isto significa substituir a
soma contínua na equação de Rayleigh-Jeans por uma soma discreta

2) Se o efeito fotoelétrico for observado em um metal, podemos concluir que este efeito
também será observado em outro metal nas mesmas condições? Explique.

Sim, Quando a luz incide em um metal, elétrons podem ser ejetados da superfície do metal em
um fenômeno conhecido como efeito fotoelétrico. Esse processo também é frequentemente
referido como fotoemissão, e os elétrons que são ejetados do metal são chamados
de fotoelétrons. Em termos de comportamento e propriedades, fotoelétrons não são
diferentes de outros elétrons. O prefixo, foto-, simplesmente nos diz que os elétrons foram
ejetados de uma superfície metálica pela incidência da luz.

3) Todos os corpos irradiam energia, segundo a lei de Stefan. Então, por que não vemos
todos os corpos em uma sala escura?

A temperaturas usuais, a maioria dos corpos é visível não pela luz que emitem (infra-
vermelho),mas sim pela luz que refletem (frequências visíveis). De uma maneira geral, o
espectro da radiação térmica emitida por um corpo quente depende da composição desse
corpo. De uma maneira geral, o espectro da radiação térmica emitida por um corpo quente
depende da composição desse corpo. Dentre a diversidade de ondas eletromagnéticas,
os raios infravermelhos são os que apresentam efeitos térmicos com maior intensidade. Esses
raios, após serem irradiados, podem, dependendo do meio material, continuar ou não se
propagando. O exemplo mais prático da aplicação da irradiação é a estufa de plantas. Nas
estufas, a luz radiante atravessa suas paredes de vidro transparente, sendo absorvida pelos
diversos corpos contidos em seu interior. Em seguida, a energia absorvida é emitida na forma
de raios infravermelhos que não conseguem atravessar o vidro. Dessa forma, o ambiente
interno mantém a temperatura interna mais elevada do que a temperatura externa.

4) Ao ficar fora de casa em uma noite, você é exposto aos seguintes quatro tipos de
radiação eletromagnética: à luz amarela de uma lâmpada de sódio de iluminação pública, às
ondas de rádio de uma estação AM, às ondas de rádio de uma estação FM e às micro-
ondas de uma antena de sistema de comunicações. Classifique esses tipos de onda de
acordo com a energia do fóton, da mais alta para a mais baixa. (Dica: Pesquisar o
espectro eletromagnético para melhor visualização).

Espectro eletromagnético é o intervalo de todas as frequências de ondas


eletromagnéticas existentes. O espectro eletromagnético é, geralmente, apresentado em
ordem crescente de frequências, começando pelas ondas de rádio, passando
pela radiação visível até a radiação gama, de maior frequência. Frequência e comprimento das
ondas eletromagnéticas .A frequência das ondas eletromagnéticas, por sua vez, diz respeito
ao número de oscilações que o seu campo elétrico realiza a cada segundo, além disso, ondas
com frequências mais altas carregam mais energia consigo. Em ordem crescente de
frequência, as ondas distribuem-se no espectro eletromagnético, classificando-se em: ondas
de rádio, micro-ondas, infravermelho, luz visível, ultravioleta, raios X e raios gama. De acordo
com a teoria ondulatória, podemos determinar a frequência de uma onda como a razão de sua
velocidade de propagação pelo seu comprimento de onda:

Espectro eletromagnético visível


O espectro visível diz respeito às ondas eletromagnéticas cujas frequências são localizadas
entre o infravermelho e o ultravioleta. Essas ondas, que têm frequências que se estendem de
4,3.1014 Hz até 7,5.1014 H, são aquelas que podem ser percebidas pelo olho humano e
interpretadas pelo cérebro.
Cores do espectro eletromagnético
A figura abaixo apresenta o espectro eletromagnético visível, mostrando o pico de frequência
correspondente a cada cor, observe:
Apenas uma pequena fração do espectro eletromagnético pode ser percebida pelo olho
humano. Em ordem crescente de frequências, as cores do espectro visível
são: vermelho, laranja, amarelo, verde, ciano, azul e violeta. A seguir, apresentaremos um
pouco sobre as propriedades e usos tecnológicos de cada um dos intervalos de frequência do
espectro eletromagnético.
Ondas de rádio
As ondas de rádio são um intervalo de frequências do espectro eletromagnético que são
largamente utilizadas nas tecnologias de telecomunicações. As ondas de rádio têm os maiores
comprimentos de onda do espectro eletromagnético, estendendo-se entre 1 mm (10-3 m) até
100 km. Esse tipo de onda é usado para transmitir sinais de televisão, rádio, celular, internet e
GPS.
As antenas de telefonia móvel utilizam ondas de rádio.
Micro-ondas
As micro-ondas são ondas eletromagnéticas cujos comprimentos de onda estendem-se entre 1
m e 1 mm ou 300 GHz e 300 MHz, respectivamente. Dessa forma, as micro-ondas encontram-
se dentro do intervalo das ondas de rádio. Apesar disso, apresentam frequências um pouco
maiores que as ondas de rádio e são usadas em aplicações diferentes.
Os principais usos tecnológicos das micro-ondas são as redes sem fio (roteadores wi-fi),
radares, comunicação com satélites, observações astronômicas, aquecimento de alimentos,
entre outros.
Infravermelho
O infravermelho é uma onda eletromagnética de frequência menor que a luz visível (300 GHz a
430 Thz) e, portanto, invisível ao olho humano. A maior parte da radiação térmica emitida
pelos corpos que se encontram em temperatura ambiente é radiação infravermelha. Por
tratar-se de uma faixa de frequências muito grande, com diversas aplicações tecnológicas, o
infravermelho é subdividido em regiões menores: infravermelho próximo, médio e longínquo.
Além de poder ser utilizado para aquecer, em razão de sua capacidade de fazer com que as
moléculas de um corpo vibrem, o infravermelho é utilizado para cocção de alimentos, para o
aquecimento de ambientes, para a produção de sistemas de detecção de presença e
movimento, sensores de estacionamento, controles remotos e câmeras de visão térmica.

A visão térmica é útil na ausência da luz visível, ela detecta raios infravermelhos que emanam
dos corpos aquecidos.
Luz visível
O intervalo do espectro eletromagnético que pode ser visto pelo olho humano é conhecido
como luz visível, cujo comprimento de onda estende-se entre 400 nm e 700 nm, portanto,
todas as imagens que vemos tratam-se da interpretação que o cérebro produz das ondas
eletromagnéticas que forem emitidas ou refletidas pelos corpos ao redor de nós. O olho
humano é capaz de perceber essas frequências de luz graças a dois tipos especiais de células
que revestem o fundo do olho: os cones e os bastonetes.
Os cones e os bastonetes são células fotorreceptoras, isto é, são capazes de perceber sinais
luminosos. Enquanto os bastonetes são responsáveis pela percepção de movimento e pela
formação de imagens em preto e branco (como quando tentamos enxergar no escuro), os
cones nos proporcionam a visão em cores. Existem três tipos de cones no olho humano e cada
um deles é capaz de perceber uma das seguintes cores cores: vermelho, verde ou azul.
Para a Física, portanto, as cores que enxergamos não passam de fenômenos fisiológicos que
dependem da captação de luz e da sua interpretação pelo cérebro. Além disso, a proporção
entre cada uma das frequências de vermelho, verde e azul é capaz de produzir todos os tons
que conhecemos. Quando emitidas juntas, essas três cores produzem a luz branca, que não se
trata de uma cor, mas de uma superposição das frequências visíveis.
Ultravioleta
A radiação ultravioleta corresponde ao conjunto de frequência de ondas eletromagnéticas que
são maiores que as frequências da luz visível e menores que as frequências dos raios-X. Esse
tipo de radiação tem três subdivisões que não são exatas: ultravioleta próximo (380 nm a 200
nm), ultravioleta distante (200nm a 10 nm) e ultravioleta extremo (1 a 31 nm).
Os raios ultravioleta também podem ser subdivididos em raios UV-A (320-400 nm), UV-B (280-
320 nm) e UV-C(1-280 nm). Tal classificação diz respeito às formas de interação dessas
frequências de ultravioleta com os organismos vivos e com o meio ambiente.
Apesar de todas serem produzidas pelo Sol, 99% da radiação ultravioleta que chega à
superfície da Terra é do tipo UV-A, a radiação UV-B, no entanto, apesar de menos presente, é a
principal responsável pelos danos causados à pele humana, como queimaduras e danos às
moléculas de DNA das células epiteliais.
O UV-C, por sua vez, é o ultravioleta de maior frequência, capaz de destruir micro-organismos
e esterilizar objetos. Toda a radiação UV-C produzida pelo Sol é absorvida pela atmosfera
terrestre.
Os raios ultravioleta podem ser utilizados para o bronzeamento artificial, uma vez que eles
induzem a formação de melanina; em lâmpadas fluorescentes, fazendo com que
o fósforo presente nessas lâmpadas emita luz branca; em análises de moléculas que podem
sofrer alterações estruturais ao serem expostas ao ultravioleta; e também nos tratamentos
para combater o câncer de pele.
Veja também: Você sabe o que é luz negra?
Raios X
Os raios X são uma forma de radiação eletromagnética de frequência mais alta que o
ultravioleta, no entanto, sua frequência é inferior à frequência característica dos raios gama.
Os raios X estendem-se pelo espectro eletromagnético entre as frequências de 3.1016 Hz e
3.1019 Hz, que correspondem a comprimentos de onda muito pequenos, entre 0,01 nm e 10
nm (1 nm = 10-9 m).
Os raios X são absorvidos pelos ossos, por isso é possível produzirmos imagens do interior do
corpo humano.
Os raios X têm grande capacidade de penetração e são absorvidos pelos ossos humanos, por
essa razão, esse tipo de radiação é largamente utilizado para a realização de exames de
imagem, como a radiografia e a tomografia.
Além disso, os raios X são uma forma de radiação ionizante, uma vez que podem causar danos
ao código genético das células. É por esse motivo que a radiação X é também utilizada em
sessões de radioterapia.
Raios gama
Os raios gama são uma forma de radiação eletromagnética de alta frequência (entre 1019 Hz e
1024 Hz), geralmente, produzidos pelo decaimento nuclear de elementos radioativos, pela
aniquilação entre pares de partículas e antipartículas, ou ainda em fenômenos astronômicos
de grandes proporções, como no surgimento de novas e supernovas, colisões de estrelas e
erupções solares.
A radiação gama transporta uma enorme quantidade de energia, sendo capaz de atravessar
obstáculos como paredes de concreto com relativa facilidade. Além disso, é uma radiação
altamente ionizante, capaz de causar danos irreversíveis a diversos tecidos. Apesar de seus
perigos, a radiação gama é largamente usada na medicina nuclear, para o tratamento do
câncer e também em cirurgias complexas, como na remoção de tumores intracranianos.

5) Com base na teoria do efeito fotoelétrico proposta por Einstein em 1905, explique o
gráfico a seguir, inclua na explicação o que representa fisicamente a inclinação da reta e o
que representa fisicamente a intersecção com o eixo y. (Dica: analise o que representa
matematicamente e compare com a equação para desenvolver a sua resposta).
Para explicar o espectro de radiação do corpo negro, Planck tinha postulado que a energia de
uma onda eletromagnética numa cavidade assumia valores quantizados.
Porém, Planck acreditava que esta propriedade era essencialmente uma característica - até aí
não explicada - das trocas de energia entre as cargas nas paredes da cavidade e a radiação nela
contida. Einstein deu um passo gigantesco para frente ao interpretar a hipótese
de Planck como indicando que a radiação era composta de pacotes ou quanta de energia,
propagando-se como partículas. A cada uma destas partículas - agora chamadas fótons, ele
atribuiu uma energia relacionada com a freqüência n da radiação por

O estado da onda de energia

prevista pela teoria de Planck é então interpretado como um estado de n fótons.

As interações entre radiação e matéria passam a ser consideradas com processos de emissão e
absorção de fótons. Em especial, o efeito fotoelétrico é interpretado como a absorção de um
fóton pela matéria, levando à ejeção de um elétron. A energia é conservada neste processo, de
maneira que se denotarmos por w o trabalho necessário para liberar o elétron do material, a
energia cinética do elétron após ejeção é

Em geral, o trabalho w não é igual para todos os elétrons. Alguns elétrons estão mais
firmemente ligados ao material que outros. O valor mínimo de w, que denotaremos por w0, é
uma quantidade característica de cada material chamada função trabalho. Obviamente, este
trabalho mínimo leva à máxima energia cinética do elétron emitido (para uma dada
freqüência):

Evidentemente, se o lado direito desta equação for negativo, não haverá possibilidade de o
efeito ocorrer. Ou ainda, o efeito ocorrerá apenas quando a freqüência for superior a um
valor n0 dado por

Para valores menores da freqüência, o fóton não traz energia suficiente para vencer a função
trabalho e o elétron permanece preso no material. Vê se que a teoria de Einstein prevê uma
simples dependência linear para a variação da energia cinética máxima com a freqüência.
Como já mencionado, as observações de Lenard não tinham permitido a determinação desta
função. Foi apenas em 1914 que Millikan2 conseguiu confirmar experimentalmente a teoria
de Einstein. A figura abaixo ilustra o caso do efeito fotoelétrico sobre um catodo de sódio.
Repare que a análise do gráfico da variação de Kmax em função de n permite a determinação
da função trabalho do material considerado e fornece uma determinação da constante
de Planck. A concordância, dentro das limitações experimentais, do valor obtido com aquele
extraído da análise da radiação de corpo negro, constitui-se numa confirmação da teoria de
Einstein.

Na teoria de Einstein, a energia cinética máxima dos elétrons, e portanto o potencial de


corte V0, depende da freqüência da radiação, mas não da sua intensidade. Na visão
corpuscular, aumentar a intensidade da radiação significa aumentar o número de fótons
incidente por segundo. O número de elétrons liberados por segundo ou seja, a corrente
elétrica, aumenta na mesma proporção, como observado experimentalmente. A teoria
de Einstein também permite entender porque não se observa qualquer atraso no
estabelecimento da corrente em relação ao começo da iluminação. Mesmo se a intensidade da
radiação for muito baixa, tão logo a iluminação for iniciada, haverá fótons alcançando o
material. Já que apenas um fóton é necessário para produzir o efeito, a corrente será
estabelecida imediatamente. Apenas, o seu valor será pequeno também.

6) Se a matéria tem natureza ondulatória, por que esta característica não é observável em
nosso cotidiano?

Podemos observar sim fenômenos ondulatórios, onde o primeiro exemplo, e o mais comum
em nosso cotidiano, é a onda propagada em meio líquido, no mar ou quando jogamos uma
pedrinha em um rio. Ela é um fenômeno ondulatório facilmente percebido. Ao observar o seu
comportamento, é possível estabelecer padrões e compreender melhor esse conceito. Além
disso, os fenômenos ondulatórios também podem ser vistos em terremotos, um exemplo
muito clássico de como isso funciona. Além disso, as ondas também podem ser percebidas em
muitos outros aspectos de nossa vida. A luz emitida pelo seu computador ou smartphone,
nesse momento, é consequência da propagação de energia em ondas eletromagnéticas.
Ondas sonoras e de rádio também são outros bons exemplos disso, não sendo possivel ser
observado a olho nú, apenas por teoria.

7) O que tem mais energia, um fóton de radiação ultravioleta ou um fóton de luz amarela?
Explique.

As tentativas iniciais de explicar o efeito a partir da teoria ondulatória da luz falharam. A


descoberta de Hertz criou um impasse na física. Einstein, em um ato de extrema coragem
intelectual, supôs que a radiação eletromagnética fosse formada por pequenas balas de
radiação, que ganharam o nome de fótons. Einstein propôs que a energia de um fóton fosse
proporcional à sua frequência -quanto maior a frequência de um fóton, maior a sua energia.
Portanto, um fóton de radiação ultravioleta tem energia maior do que um fóton de radiação
correspondente a algum tom da cor amarela.
Essa simples relação explica por que a luz ultravioleta, e não a amarela, pode eletrificar a placa
metálica. A placa é feita de átomos, que têm elétrons girando em torno do núcleo, em órbitas
diversas. Esses elétrons, com carga negativa, são atraídos eletricamente pelo núcleo, que tem
carga positiva. Imagine um fóton como um pequeno projétil que se chocaria com o elétron
mais externo do átomo: se o fóton tiver energia suficiente, ele será capaz de arrancar o elétron
do átomo, sobrepondo a atração entre o elétron e o núcleo atômico. Com isso, o átomo fica
com um déficit de uma carga negativa (o elétron perdido), o que equivale a ganhar uma carga
positiva.

8) O elétron é uma onda ou uma partícula? Fundamente sua resposta citando um resultado
experimental.

Uma importante aplicação da difração de elétrons é a microscopia eletrônica, que utiliza


elétrons para criar imagens de estruturas na escala atômica. Nesse caso, a separação que
existe entre os átomos – que é da mesma ordem de grandeza do comprimento de onda
associado aos elétrons – funciona como as ranhuras do CD para a luz visível. Ao interagir com
os átomos, os elétrons difratam e as novas frentes de ondas que se formam permitem compor
a imagem da estrutura que as gerou. De fato, elétrons, fótons e outros entes atômicos não são
nem ondas nem partículas. Eles podem apresentar esse comportamento dualista, dependendo
da forma como interagimos com eles. Embora isso possa parecer contraditório e ferir o nosso
senso comum, os resultados experimentais comprovam esses fatos. A mecânica quântica nos
levou a mudar a nossa visão de mundo.
As observações de Huygens permitiram a ele concluir que cada ponto de uma onda se
comporta como uma fonte de onda secundária para os próximos pontos. Isso explica a
difração das ondas ao atravessarem uma fenda. Mas podemos dizer que a teoria da luz
começou a ganhar força quando o físico e matemático Young montou um experimento que foi
capaz de mostrar que a luz sofria difração. Em seu experimento, Young usou um obstáculo, O1,
contendo uma minúscula fenda; e na sequência, outro obstáculo, O2, com duas minúsculas
fendas, conforme mostra a figura acima. Usando um feixe de luz monocromática, ele a fez
passar pela primeira fenda. Após os obstáculos, Young colocou um anteparo para projetar a
luz. Para a surpresa de Young, apareceram franjas claras e escuras, com isso ele pôde concluir
que, se houve a formação de franjas, a luz sofreu difração ao passar pelas minúsculas fendas.
Portanto, a luz tem um comportamento ondulatório. Assim, podemos afirmar que quando a
luz se propaga no espaço, ela se comporta como onda, mas quando a luz incide sobre uma
superfície, passa a se comportar como partícula.

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