Você está na página 1de 1

Impactos da falta de água potável e tratamento de esgoto no Brasil

A higiene básica é garantida pela Constituição Federal e reconhecida pelas Nações


Unidas como um direito humano e fundamental. São medidas básicas que visam
prevenir doenças e melhorar a saúde, incluindo acesso a água potável, coleta e
tratamento de esgoto. No entanto, a maioria das cidades brasileiras não tem acesso a
esse recurso, portanto, a falta desse recurso representará uma ameaça à saúde pública e
ao meio ambiente, sendo as cidades periféricas os principais alvos. Portanto, políticas
públicas são necessárias para reverter esse quadro. A priori, é importante ressaltar o
impacto no meio ambiente pela falta de esgoto doméstico e coleta de lixo. Segundo
dados da Autoridade Nacional de Águas, 45% do total de esgoto humano produzido no
país é despejado a céu aberto, e as consequências são comprovadas por meio de matéria
orgânica, onde ocorrerá a eutrofização caso seja descartado em lagos e rios - este O
processo facilita o crescimento de bactérias e causa a morte de peixes. Além disso, de
acordo com a pesquisa da Atlas Esgoto, 40% dos resíduos brasileiros vão para aterros
sanitários, e suas deficiências certamente produzirão o gás metano, causador do efeito
estufa, e ele produzirá lixiviado, causando séria poluição à população do entorno.
Portanto, o Brasil enfrenta o desafio de fechar esgotos a céu aberto e lixões. Não há
dúvida de que a atual falta de condições de saneamento básico está relacionada à
acelerada expansão urbana. Sem planejamento e infraestrutura, o ambiente urbano
torna-se caótico, agravando os problemas de saúde pública, por exemplo, devido à
poluição da água. Em princípio, o Governo Federal aprovou a Lei Básica de Saúde em
2007, que estipula a responsabilidade de cada prefeitura de formular um plano
municipal de saúde básico. No entanto, como mencionado anteriormente, o crescimento
populacional da última década não só afetou a falta de coordenação entre os governos
estadual e municipal, mas também prejudicou o desenvolvimento dos serviços de coleta
de esgoto no país. Dada a ineficiência do poder público, a tomada de medidas é
fundamental para mudar a situação básica de saúde no Brasil. Para reduzir o impacto ao
meio ambiente e proteger a saúde humana, o Ministério do Meio Ambiente e a Anvisa
devem promover a coleta adequada de resíduos e esgoto tratado, além de implantar um
aterro sanitário compartilhado entre municípios vizinhos, portanto, isso não promoverá
efeito. Esgoto de estufas ou locais inseguros. Além de criar projetos de urbanização para
o entorno, o Ministério da Cidade também deve cooperar com o Ministério da Saúde
para fornecer infraestrutura de saneamento e coleta regular de lixo para conscientizar a
população de que o descarte inadequado traz riscos à saúde humana.

Você também pode gostar