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A Esfinge Provém da Atlântida


Por Editor VOPUS

“Existia uma Universidade atlante maravilhosa.


Quero referir-me, de forma enfática, à SOCIEDADE AKALDANA, uma verdadeira Universidade de Sábios”...
“Os membros da Sociedade Akaldana faziam parte daquele povo seleto que soube fugir da Atlântida
quando compreendeu que uma grande catástrofe se aproximava.
Eles se estabeleceram, a princípio, no sul do continente africano, depois emigraram para Cairona (hoje
Cairo).
Ali estabeleceram sua famosa Universidade e a Esfinge em frente à mesma”...

Samael Aun Weor

Se a Esfinge perguntasse, hoje, a Édipo: qual é o animal que esteve na Atlântida, esteve
no Egito e permanece ainda em nossos dias? Talvez Tebas não se salvasse...
Sempre estudamos nos livros de História que a Esfinge de Gizé (o famoso monumento
com corpo e garras de leão, patas de boi, asas de águia e rosto humano, com
aproximadamente 20 metros de altura e 57 de largura) tem aproximadamente uns 4.500
anos, segundo as datações da Ciência oficial.
Para a Ciência, as origens do Antigo Egito sempre foram um enigma. Os arqueólogos
muitas vezes se perguntam: “Como é que dois milênios antes da Grécia nasce uma
civilização tão complexa e que em tão pouco tempo desenvolveu um sistema hieroglífico
completo, um elaborado calendário, matemáticas sofisticadas e que, além disso, foi capaz
de erguer os maiores monumentos em pedra (conhecidos) construídos pelo homem?”
O ÚLTIMO ENIGMA DE GIZÉ

O geólogo Robert Schoch, da Universidade de Boston, não só explicou a polêmica, mas


também propôs um novo enigma aos que já precediam sobre o País ensolarado de Kem
(Egito), ao afirmar que a colossal e misteriosa estátua de Gizé tem mais milênios que os que
lhe são atribuídos.
Schoch baseou suas conclusões no estudo dos sinais de erosão no corpo da esfinge,
afirmando que uma deterioração tão severa só pode ter sido ocasionada pela água, o que
implicaria num clima de intensas chuvas que não existia na planície de Gizé quando as
pirâmides foram construídas.
Por outro lado, Mohamed Abu Baker, diretor do órgão responsável pelos monumentos
arqueológicos do Egito, afirmou que o estudo efetuado com um aparelho especial para
medir, por meio de vibrações, a idade das pedras, deu como resultado, ao ser aplicado
sobre a pedra calcária com que está construída a estátua, uma idade de mais de 10.0000
anos.
Apesar disso, há egiptólogos, como Lenny Bell da Universidade de Chicago, que com
cética soberba afirmam:“Não estou disposto a admitir que nos equivocamos em tantos
milhares de anos”..
Agora, se levamos em conta que muitas lendas e que Mestres como Samael Aun Weor,
Gurdjieff e vários egiptólogos esotéricos como John Anthony West (que acompanhou a
Schoch em suas expedições) sempre afirmaram que a Esfinge é mais antiga que as
dinastias egípcias, então, essas constatações e afirmações vêm a corroborar, enfim, por
meio das provas geológicas, tão misteriosa afirmação...