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Universidade Cândido Mendes -

Ipanema
Moda - 2° Período – Diurno
Tecnologia Têxtil II
Aluna: Natália Jazbik Silva
Professor: Eleandro
Rio de Janeiro, 13 de Abril de
2010
MICROFIBRA : O QUE É E PARA QUE SERVE

Atualmente, no que tange ao mercado têxtil, tudo o que se tem de fazer é mencionar a
palavra “microfibras” e então assim se obtém uma audiência instantânea; micro é o novo
zumbido da indústria. Tem muito mistério e infelizmente é tão pouco entendido, como o óleo de
serpente vendido como a cura de todos os males, no oeste selvagem por volta de 1800.

Microfibras são fios sintéticos de multifilamentos com filamentos individuais ultrafinos


que lhe conferem uma série de propriedades superiores a outros tecidos. Caracteriza-se pelo
título expresso em dtex, que representa o peso, em gramas, de 10.000 metros de fio.
Comparativamente as fibras de microfibra são 2 vezes mais finas que a seda, 3 vezes que o
algodão e 100 vezes mais finas que o cabelo humano. Geralmente são compostas de 80% de
poliéster e 20% de poliamida. As suas propriedades e aspecto podem ser melhorados
misturando com outras fibras químicas e com fibras naturais, o que permite aplicar diversos
acabamentos.

A melhor forma de entender como funcionam é ver uma secção transversal de uma
fibra. Esta forma especial provoca que a sujidade e os líquidos fiquem “presos“ dentro da fibra.
Por este motivo as toalhas de microfibra têm 2 características únicas: limpam em profundidade
sem riscar e são capazes de absorver 8 vezes o seu peso em água (o dobro do algodão).
A produção de microfilamentos acontece da seguinte forma: um primeiro filamento de
poliamida ou poliéster se acopla com outro filamento por meio de um aquecimento
termoquímico, e então, esse novo filamento produzido se acopla a outro e assim sucessivamente.
Os fios produzidos são em torno de 60 vezes mais finos que um fio de cabelo, e os tecidos
confeccionados com as microfibras propiciam características como toque agradável,
respirabilidade, isolamento térmico, além de obterem um ótimo caimento. São considerados
tecidos de alta tecnologia, proporcionando conforto demasiado a quem usa.

No início dos anos 80, a redenção começou a se esboçar com o aperfeiçoamento das
microfibras. A indústria caminhava em direção a uma grande transformação, com base em duas
descobertas: quanto mais finos os fios, maior a facilidade com que o ar quente do corpo circula
para o meio externo. “Impede-se, assim, que a transpiração se acumule no tecido”, explica Maria
José Orione, engenheira têxtil da confecção Zoomp. Também se constatou que quanto mais fino
o fio, maior a maciez do pano. Assim, os sintéticos dominaram o mercado.

Quem vê uma elegante saia de microfibra não imagina que, no começo, aquilo foi uma
pasta informe de derivados de petróleo. Dissolvida e filtrada, a maçaroca é empurrada sob
pressão por aberturas semelhantes às de um chuveiro, cada fiozinho e hoje se produzem fios de
4 centésimos de milésimo de milímetro saindo por um orifício desses. A nova tecnologia deu tão
certo que tecidos com a durabilidade dos sintéticos e o conforto e caimento da seda nobre
invadiram as araras das lojas de roupas. Os artigos de vestuário feitos com microfibras protegem
o corpo contra a chuva e o vento e por isso são muito utilizados para linhas esportivas e peças de
moda feminina e masculina de fácil limpeza. Também é utilizada na roupa de baixo dos homens
para extra conforto, como por exemplo, em algumas das coleções de underwear da Calvin Klein.

Materiais de microfibra, tais como Primaloft, são usados para o isolamento térmico
como um substituto para os pêlos de isolamento em sacos de dormir e outros equipamentos
utilizados ao ar livre, devido à sua maior retenção de calor quando úmido ou molhado.
CARACTERÍSTICAS DOS TECIDOS DE MICROFIBRA

- Toque suave e macio

- Permite trocas térmicas

- Respirabilidade

- Durabilidade e resistência

- Solidez às cores

- Conforto

- Secagem rápida

- Bom caimento

- Estabilidade dimensional

- Transpiração

- Obtenção de aspectos visuais diferenciados

VANTAGENS DA MICROFIBRA:

- Um tato especialmente suave e sedoso.

- Uma elevada comodidade ao uso e uma boa atividade respiratória.

- Um aspecto sedoso e uma estrutura espessa.

- Uma queda fluente, similar a das fibras naturais.

- Grande capacidade de Limpeza.

- Grande capacidade de absorção (dobro do algodão).

- Menor consumo de agentes limpadores.

- Não largam pêlos nem linhas o que evita tornar a passar.

- Grande resistência ás lavagem freqüentes, não encolhem, não se deformam, não perdem
propriedades, apenas se vão de gastando com o uso diário. Duram muito tempo.

- Podem ser lavadas a temperaturas de até 95º (conforme as marcas), o que as faz
extraordinariamente higiênicas.
- Redução do tempo de limpeza; absorvem maior quantidade de sujidade cada vez que se passa e
requer uma lavagem menos freqüente.

O formato, tamanho e combinações das microfibras sintéticas são selecionados para


características específicas, tais como: maciez, durabilidade, absorção, repelência à água,
eletrodinâmica e capacidade de filtragem.

Abaixo observamos a ação transversal de microfibras e fios de algodão. Princípio da


ação, ilustrado com o movimento para a direita. Microfibra não deixa resíduos, ao contrário do
algodão.

Assim temos uma curiosidade: panos de microfibra são utilizados para limpeza de lentes
fotográficas pois absorvem matéria oleosa sem serem rudes ou deixando resíduos, e são
vendidos por grandes fabricantes como a Sinar, Nikon e Canon. Pequenos panos de microfibra
também são normalmente vendidos para a limpeza de telas de computador e óculos.
A microfibra é inadequada para algumas limpezas, pois acumula poeira, detritos e
partículas. Superfícies sensíveis (como todas as superfícies de alta tecnologia, por exemplo,
revestidos CRT, LCD e telas de plasma) podem ser facilmente danificadas por um pano de
microfibra se este pegou areia ou outras partículas abrasivas durante a utilização. Têxteis de
limpeza feitos de microfibra só devem ser lavados com detergente de lavagem regular, não
oleoso. Amaciante não deve ser usado. Os óleos e amaciantes vão entupir as fibras e torná-las
menos eficientes.

Possibilidades de criação de tecidos da moda

Com superfícies felpudas e toque de pele de pêssego começou a orientação de moda do


tecido. Disto resultaram misturas com viscose, algodão, lã, linho, PES/algodão, PES/lã e
também seda o único parente natural. Nestas composições há um dos dois sistemas de fios feitos
de fios micro; o outro contém o parceiro de mistura respectivo. Assim, as suas propriedades
deixam-se combinar de modo ideal como as qualidades micro.

Porém, o potencial inovador dos atuais tecidos de mistura micro não se esgotou de
nenhum modo com isso, inumeráveis possibilidades de variação no enobrecimento tornaram a
margem de jogo configurativo, também da modelagem, ainda maior. Entretanto, isto levou a
que sejam aplicados mais de 75% em vestuário de moda. Cerca de metade disto incide em
tecidos leves para camisas, blusas e vestidos, portanto nos campos em que são postas exigências
tanto condicionais de intempérie como desportivas. Caráter sedoso, caimento fluente e óptica
nobre desempenham aqui o papel mais importante. Não só são bem-vindas as vantagens
fisiológicas micro mas também com elas; elas são importantes, porque elas atuam no mais
verdadeiro sentido da palavra próximo da pele sobre a sensação de vestir.

A tecnologia das microfibras criou as cincos maiores inovações durante as décadas 1970
e 1980:

- Acamurçados artificiais (Toray em 1970)

- Tecidos parecidos à seda (Kanebo em 1972)

- Tecidos de densidade super alta (Kanebo em 1981)

- Couros artificiais da segunda geração (Kuraray em 1981)

- Trapos de limpeza de alto rendimento (Kanebo em 1985)

Questões ambientais e de segurança

Têxteis de Microfibra tendem a ser inflamáveis e emitem gases tóxicos quando em


chamas. Eles são feitos de fibras sintéticas como o poliéster e o nylon, que são feitos dos
petroquímicos. Microfibras não são feitas a partir de um recurso renovável e não são
biodegradáveis.

Para a maioria das aplicações de limpeza os tecidos de microfibra são concebidos para
uso repetido ao invés de serem descartados logo após o uso (uma exceção é a limpeza precisa de
componentes ópticos com um "pano" molhado, que é feita uma vez por todo o objeto e não deve
ser utilizado novamente já que os restos recolhidos e agora incorporados no tecido podem
arranhar a superfície óptica). Em muitas aplicações de limpeza domésticas (lavar pisos, móveis,
etc) os tecidos de limpeza de microfibra podem ser usados sem que sejam necessários
detergentes ou soluções de limpeza.

Ao mesmo tempo a microfibra é boa para o ambiente porque você pode limpar a sua
casa e no escritório sem o uso de toalhas de papel e produtos químicos de limpeza. Microfibra
limpa apenas com água. Além disso a fibra seca mais rápido que o algodão em uma menor
definição de calor que o algodão, o que contribui também para reduzir o uso de combustíveis
fósseis.
ANTECEDENTES

A fabricação de fios de filamentos de título baixo iniciou-se no Japão bastante tempo


atrás. Na metade da década de 70, o fio mais utilizado era 150d/30f (com um máximo de 34
filamentos) seguido do 100d/20f. Em ambos os casos o título individual era de 5 den. A estes
fios lhes seguiam em importância os do título 134/48, 70/24, 70/32, nos quais os títulos
individuais oscilam entre 2,5 e 3 den.

No princípio da década de 80, por causa da difusão do poliéster na tecelagem tipo seda e
da importância crescente da texturização por jato de ar, abriram caminho fios de multifilamento
como os 70/48, 50/36, com títulos individuais entre 1.5 e 2 den.

Em meados da década de 80, porém, produziu-se um cruzamento maior das aplicações


relativas à seda do poliéster, e se disseminaram os fios de título 50/48 e 70/72, com títulos
individuais de 1 den. Este título diminuía após um tratamento de caustificação ou de
descorticação.

Nenhum desenvolvimento novo estava à vista nas linhas de frente do vestuário. Não
houve, portanto, surpresa, quando as microfibras, com o seu potencial versátil, foram capazes
de preencher um nicho têxtil atraente e prometedor, especialmente na Europa.

Em finais dos anos 80 os produtores mais qualificados conseguiram fabricar fios têxteis
com filamentos de 0,4 - 0,6 den. Considera-se com estes produtos nasceram as microfibras
utilizadas na industria têxtil convencional. Com isso desejamos distingui-las das fibras de títulos
muito mais baixo (0,1 den e inferiores) que eram e continuam a ser utilizados na fabricação de
artigos de couro artificial.

Se for tido em conta que o título médio dos filamentos individuais era de 3,4 dtex até
1978, ressalta aparentemente estranho que não se já desde o inicio dos filamentos individuais
com a finura de seda (1,2 dtex). Não obstante, os conhecedores dos processos de fabricação dos
filamentos sintéticos e do seu processamento têxtil sabem que são muitos os problemas que se
apresentam. Principalmente porque, para a mesma resistência específica e o mesmo título de
fio, num com o dobro em número de filamentos muito mais sensíveis às forças mecânicas que
atuam sobre eles. Acrescente-se a isto mais difíceis e que as diferenças de morfologia ou de
propriedades físicas adquirem uma importância muito maior do que o caso dos produtos
convencionais.

Até 1985 o Japão liderava as exportações de tecidos de filamentos de poliéster, e


mantinha a reputação, no Oriente, na Europa e nos Estados Unidos, de um Know-How
sofisticado em acabamentos. Desde então, a competição dos preços de outros países do Leste
levou os japoneses a desenvolverem uma nova estratégia - “Shin Gosen” - ou novo poliéster. Não
há uma definição clara do que “Shin Gosen” significa, mas cobre novas qualidades de tecidos
funcionais e outros de poliéster, que parecem pele de pêssego, viscose, lã ou seda, anteriormente
impossíveis de obter com poliéster ou fibras naturais. Esses novos tecidos são todos baseados
em microfibras.

Quase todos os produtores europeus de fibras hoje estão comercializando microfibras.


Microfibras e suas misturas constituem o maior assunto em recentes exibições têxteis, como
Première Vision e Interstoff. O advento dessa nova geração de fibras, indiscutivelmente deu
novo ímpeto à industria do vestuário, e tornou novamente atrativos os sintéticos. “Micro”
tornou-se uma palavra mágica que gera muita expectativa.

Do que se acaba de assinalar se deduz que só as fabricas que dispõem de uma tecnologia
avançada podem empreender com êxito a produção de fios de multifilamentos com filamentos
individuais ultrafinos.

Pode afirmar-se que as microfibras são conseqüências das tendências da moda, mas é
também certo que foram possível graças aos avanços da ciência dos polímeros e estreitando a
distribuição do peso molecular seria fiar filamentos muito mais finos que permitiriam fabricar
tecidos mais confortáveis ao uso, já que para uma mesma resistência, seria mais macio e
facilitariam a circulação do ar e da umidade graças à sua maior superfície interna.
MÉTODOS DE FABRICAÇÃO DA MICROFIBRA

Resumidamente, podemos dizer que o processo de fabricação da microfibra exige:

a) um polímero mais limpo e de alta regularidade

b) um sistema de extrusão e resfriamento mais elevado, de modo a garantir temperaturas mais


uniformes entre os filamentos, e menos variáveis ao longo do tempo. Obs.: No caso de um
processo via úmido, o sistema de coagulação deve também garantir a uniformidade dos
filamentos.

c) um controle de processo rigoroso

Do ponto de vista mais próximo da estrutura têxtil ou semelhante, os de maior interesse


são os seguintes:

- Métodos convencionais melhorados

- Fiação de fibras conjugadas separáveis

- Fiação integral

- Fiação de mistura de polímeros

- Método fusão-sopro.

Métodos convencionais melhorados

As fibras obtidas deste modo são conseqüência dos estudos realizados para evitar
métodos mais complexos que conduziam a custos mais elevados. A este grupo pertencem quase
todas as fibras de aplicação mais propriamente têxteis.

Processamento de uma Microfibra

O processamento de uma microfibra, ou de um filamento, exige cuidados muito


especiais. A rigidez de uma fibra é uma função diretamente proporcional ao quadrado do título.
Assim, com a redução do título, os tecidos ou malhas feitos a partir das microfibras, terão um
toque muito mais macio e uma aparência muito mais leve.

As microfibras, em relação aos microfilamentos, oferecem a flexibilidade de mistura


com outras fibras, inclusive com as naturais, mantendo ainda o aspecto de leveza e o toque
macio, quando a sua predominância na mistura for mantida. Elas minimizam também a
aparência de plástico. O aumento da flexibilidade, entretanto, traz alterações na possibilidade
das fibras, normalmente não favoráveis.

Cardagem: Quando se passa de uma fibra 1,4 dtex para uma fibra 0,9 dtex, o número de
fibras/grama aumenta drasticamente. A carda processa fibras/hora, logo, trabalhando-se com
microfibras, se faz necessária uma redução da massa de fibras processadas. Entretanto, parte
dessa perda de produção pode ser recuperada, aumentando o ponto de densidade ou a
velocidade do cilindro.

É bom lembrar, que como as fibras são mais leves, a força centrífuga que tende a jogá-
las do cilindro, nos flats ou no doffer, diminui. Assim, é necessário também que a guarnição da
carda esteja em excelente estado, livre de qualquer rebarba.

Com o aumento do número de fibras/grama, o volume das mechas aumenta e, em


conseqüência, o peso de fibra que se pode colocar nos vasos diminui.

Passador e Maçaroqueira: As velocidades de saída devem ser aumentadas para


compensar a menor força de retorção de mecha (conseqüência da menor força de retração de
microfibra). No caso dos passadores, o peso dos vasos também é menor.

Filatório: No filatório de anel, é de se esperar um aumento no número de


enrolamentos/fusos x hora. A torção poderá ser reduzida, em função da maior tenacidade dos
filamentos.

Open-End: O andamento das microfibras no OE não apresenta grandes dificuldades.

Tanto a viscose, como o acrílico ou o poliéster com comprimento de corte de 32 mm,


andam bem e produzem um fio de boa qualidade, trabalhando a uma rotação de 80.000 ou
90.000 rpm, com rotor tipo T 33 D, torção 3,80 e produzindo fios Ne 60-70. O fio produzido a
partir de microfibras apresenta um alongamento menor, devido a menor permanência da
frisagem, que é praticamente desfeita antes da fiação.

Texturação: Na texturação são recomendadas as seguintes alterações em relação aos


filamentos Standards:

I - Reduzir a relação T1/T2 a valores próximos de 1 ou inferiores a 1. Isso vai resultar em:

- redução abrasão dos filamentos

- aumento do alongamento

- melhor nível de torção, aumento o volume

II - Utilização de discos de poliuretano, que vão permitir:

- menor abrasão dos filamentos

- menor D/Y (1,6 - 1,7 em vez de 2,2)

- aumento do nível de torção

- menor relação de tensões (inferiores a 1)

III - Utilizar um twist stop fixo.


VI - Reduzir a temperatura de texturização de 10 a 15 °C.

Os pesos dos filamentos mais finos com 0,69 dtex situa-se consideravelmente abaixo de
1,0 dtex e por isso na zona dos micro. Só pela comparação: um pêlo humano é até 100 vezes
mais volumoso. Mesmo os microtecidos em moda devem conter como tecidos de marca pelo
menos num sentido, urdidura e trama, filamentos mais finos de menos do que 1,0 ou 1,2 dtex.

As vantagens descritas de fios enfeixados feitos de fibras químicas de microfilamentos


proporcionam tecidos com propriedades inteiramente novas, em teoria até mutuamente
exclusivas. Os valores de uso lográveis são tão invulgares que eles deixaram os produtores de
fibras e tecidos pensarem primeiro originalmente na aplicação para vestuário funcional: em
construção certa o tecido é denso e microporoso; ele não deixa:

- penetrar água em forma líquida,

- mas, deixa passar sem entraves água em estado de vapor.

- Vento e intempérie ficam de fora, porém a

- respiração corporal pode atravessar livremente os microporos.

A criação de sua superfície, com muito mais filamentos que um fio normal, provoca
maior dispersão da umidade, criando um fluxo contínuo de evaporação. O fluxo provoca
também uma regulagem dinâmica da temperatura e evita a elevação de peso da peça usada
durante a prática de esportes, refletindo diretamente na performance do usuário e no conforto
proporcionado pela sensação de estar seco. Por causa de tais e outras propriedades fisiológicas
de desempenho, tecidos de microfibras foram desenvolvidos ao princípio apontados para:

- desporto cativo e de competição,

- vestuário de montanhismo, pedestrianismo,

- caça e intempérie.

Por isso, eles entraram em concorrência com peças de vestuário de revestimento


microporoso no verso, mas especialmente com Sportwear de folhas de membrana entre tecido
exterior e o forro. Ao mesmo tempo também do lado do produtor foi introduzido o argumento
de que a vedação de costura não seria mais necessária e diminuiria relativamente o preço. A
facilidade de tratamento inerente ao material aliviou sem dúvida adicionalmente o avanço neste
campo. O toque macio de seda, o peso pluma e a nova óptica deveriam ter igualmente
contribuído para isso. Além disso, estas propriedades convenceram muito rapidamente o
produtor e manufaturador de tecido das versáteis possibilidades de criação de tecido e modelo
de moda.
Linkografia

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an+antonio+spurs+microfibra+-+cinza+++preto dia 20 de agosto
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CsoK4hAjaIwpQZPHX47rWE0qAlImgs0X*NS0euOMmdneI6acwTxLPpQPSvyXbsKiAAnI1RD1
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page=shop.product_details&category_id=2&flypage=shop.flypage&product_id=65&option=co
m_virtuemart&Itemid=1 dia 20 de agosto às 20:56hs
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