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Due Diligence Ambiental

Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados –


FAFEN-BA e Terminal de Aratu, Bahia,
Brasil

30 de junho de 2020
Nº do Projeto: 0545321

The business of sustainability


Página de Assinatura

30 de junho de 2020

Due Diligence Ambiental


Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

Juliana Cibim
Coordenadora do Projeto

Susanne Loebmann
Sócia Responsável pelo Projeto

ERM Brazil LTDA. – ERM Brazil


Av. Eng. Luis Carlos Berrini, 105 – Conj. 171, São Paulo, Brazil. CEP 04571-010

© Copyright 2020 by ERM Worldwide Group Ltd and / or its affiliates (“ERM”).
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DUE DILIGENCE AMBIENTAL SUMÁRIO
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

SUMÁRIO
SUMÁRIO EXECUTIVO ......................................................................................................................... 1
1 INTRODUÇÃO E ESCOPO ........................................................................................................ 12
1.1 Objetivo e Auditores .................................................................................................................... 12
1.2 Escopo do Trabalho ..................................................................................................................... 13
1.3 Condições Limitantes e Especiais ............................................................................................... 15
1.3.1 Condições Limitantes Durante a Visita ....................................................................... 15
1.3.2 Data Gaps ................................................................................................................... 16
1.3.3 Considerações Significativas ...................................................................................... 16
1.3.4 Exceções e Desconsiderações da Norma ASTM E 1527-13 ...................................... 16

2 DESCRIÇÃO, LAYOUT E OPERAÇÃO .................................................................................... 17


2.1 Unidade – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados FAFEN – BA................................................... 18
2.1.1 Características Físicas da Propriedade – Site 1 ......................................................... 21
2.1.2 Sensibilidade e Vulnerabilidade .................................................................................. 22
2.2 Terminal de Aratu ........................................................................................................................ 23
2.2.1 Características Físicas da Propriedade ...................................................................... 25
2.2.2 Sensibilidade e Vulnerabilidade – Site 2 ..................................................................... 26

3 MEIO AMBIENTE ....................................................................................................................... 27


4 SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA .............................................................................................. 52
5 SAÚDE E SEGURANÇA ............................................................................................................ 68
6 REFERÊNCIAS .......................................................................................................................... 85
7 LIMITAÇÕES E OUTRAS CONSIDERAÇÕES ......................................................................... 88
7.1 Limitações Gerais ........................................................................................................................ 88
7.2 Limitações ASTM......................................................................................................................... 89
7.3 Outras Considerações ................................................................................................................. 89
7.4 Principais Definições ASTM......................................................................................................... 89

8 PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NESTA AVALIAÇÃO ........................................................... 91

ANEXO A FIGURAS
ANEXO B REGISTRO FOTOGRÁFICO
ANEXO C QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS
ANEXO D DATA GAPS

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Bahia, Brasil

SUMÁRIO EXECUTIVO

A ERM Brasil Ltda (ERM) foi contratada pela Unigel Participações S.A. e sua subsidiária Proquigel (“Cliente”) para realizar uma Due Diligence Ambiental e
de Saúde e Segurança da) na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (“FAFEN-BA” ou “Unidade”) pertencente a Petróleo Brasileiro (Petrobras). A unidade
está localizada no Município de Camaçari e no Terminal Marítimo de Aratu, localizado no Município de Candeias, (“Terminal” possui a subdivisão em
Terminal Marítimo de Amônia, “TMA”, e Terminal Marítimo de Ureia, “TMU” e localizam-se em diferentes áreas do Terminal Marítimo de Aratu), ambos no
estado da Bahia. O site se localiza dentro do Polo Industrial de Camaçari. O objetivo desta Due Diligence foi identificar potenciais problemas ambientais e de
saúde e segurança associados à Unidade industrial e ao Terminal que possam representar passivos ambientais e de saúde e segurança potenciais para
operações atuais e futuras no local. Esta Due Diligence considerou como um dos documentos base o Anexo IV do contrato de arrendamento que trata dos
passivos ambientais existentes no site. Cabe ressaltar, que nos termos da Ata Notarial nº 3510 celebrada em 14 de maio de 2020, os passivos não serão
transferidos à Proquigel Química, futura arrendatária.
De acordo com informações fornecidas pela Proquigel e e-mail enviado em 05 de maio de 2020, a Petrobras irá arrendar os ativos referentes à Unidade e ao
Terminal, para Proquigel por um período de 10 anos.
Os passivos ambientais destes ativos que foram identificados nesta Due Diligence permanecerão sob a responsabilidade da Petrobras, conforme consta no
item 8.3 do Anexo I ao Contrato de Arrendamento – FAFEN-BA – Informações Técnicas, e de acordo com Ata Notarial nº 3510, celebrada em 14 de maio de
2020.
Para fins desta transação, os funcionários da Petrobras alocados na Unidade e no Terminal (FAFEN-BA) não serão transferidos ou contratados pela
Proquigel, conforme informação apresentada no e-mail de 05 de maio de 2020. Não foram consideradas neste relatório, as questões de saúde e segurança
que tratam das relações ou processos trabalhistas, uma vez que conforme consta no item 8.1 do Anexo I ao Contrato de Arrendamento – FAFEN-BA –
Informações Técnicas, serão de responsabilidade exclusiva da Petrobras.
Esta Due Diligence foi realizada em conformidade com a proposta da ERM nº 0536684.03, de 10 de fevereiro de 2020, e adotou os requisitos mínimos da
Norma ASTM E 1527-13 – Práticas para Avaliações Ambientais: Processo de Avaliações Ambientais Fase I (Practice for Environmental Site Assessments:
Phase I Environmental Site Assessment Process), conforme aplicável no Brasil. Exceções e desconsiderações da Norma E 1527-13 estão descritas na
Seção 1.3.4 deste relatório.
Fez parte do escopo do trabalho a realização de avaliação de conformidade legal high level para os temas ambientais e de saúde e segurança. Esta
avaliação considera o atendimento à legislação aplicável para os aspectos ambientais e normas de saúde e segurança relevantes e pertinentes ao escopo
dessa Due Diligence. Não se trata de um relatório de compliance, por isso não apresenta a matriz de conformidade legal.
O escopo acima apresentado não abrange os seguintes pontos: (i) a avaliação de integridade de equipamentos e análise de segurança de processos
(exemplo: identificação de análise preliminar de risco, data, prazo, cumprimento de recomendações, HAZOP ou outra análise qualitativa de risco); (ii) análise
operacional do sistema de proteção contra incêndio; (iii) mapeamento e análise de todos os poços da Unidade e do Terminal com suas informações de
monitoramento; (iv) avaliação e entrevistas com a comunidade do entorno, bem como avaliação fundiária dos imóveis que compõe a vizinhança do entorno

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da Unidade e do Terminal; (v) análise jurídica das questões fundiárias dos imóveis; (vi) avaliação regulatória referente ao processo de licenciamento e
transferências de licenças, (vii) avaliação de multas e processos judiciais ambientais, trabalhista, cíveis, criminais, tributários dentre outros em andamento,
(viii) contratos (de arrendamento, compra e venda e quaisquer contratos não explicitamente citados nesta Due Diligence e (ix) avaliação dos serviços
prestados dentro do Pólo industrial de Camaçari/BA.
As limitações deste trabalho estão detalhadas no item 1.3 deste relatório.
A ERM entende que o endereçamento das questões identificadas foi definido de acordo com a metodologia acima apresentada, bem como a realização de
análise de conformidade high level, por meio de documentação, entrevistas e visita técnica para os temas de Meio Ambiente e Saúde e Segurança.
A FAFEN-BA é responsável pela produção de amônia, ureia, hidrogênio, dióxido de carbono, ácido nítrico diluído e concentrado e Agente Redutor Liquido de
Óxido de Nitrogênio Automotivo - ARLA 32. Localiza-se na Rua Eteno, 2.198, Polo Industrial de Camaçari, município de Camaçari, estado da Bahia, Brasil.
O Terminal, considerando o TMA e TMU, é responsável pelo armazenamento, carregamento e descarregamento portuário de fertilizantes e localiza-se na
Via Matoim, Porto de Aratu, município de Candeias, estado da Bahia, Brasil.
As visitas à FAFEN-BA e ao Terminal foram realizadas entre dias 09 e13 de março de 2020 pelos profissionais da ERM, Sr. Lucas Souza, Sra. Taíse
Rebouças e Sr. Lucas Carvalho. A visita foi acompanhada por representantes da Unidade (Petrobras) e do Cliente.
A descrição das questões regulatórias de meio ambiente e de saúde e segurança, consideradas high level compliance e saúde e segurança foram
identificadas e apresentadas por temas. A identificação considerou questões que podem representar um risco reputacional ou passivo ambiental e de saúde
e segurança, que estão em não conformidade com os dispositivos legais ou normativos.
A Tabela 1.1 abaixo traz o resumo dessas informações. A classificação da escala de cores indica (i) vermelho: alto impacto no início/continuidade das
operações ou passivo ambiental com devido endereçamento imediato; (ii) amarelo: médio impacto no início/continuidade das operações ou passivo
ambiental com endereçamento até 1 ano de operação; (iii) verde: baixo impacto no início/continuidade das operações ou sem passivo ambiental.
Para mais detalhes de cada um dos tópicos, verificar as seções 3. Meio Ambiente, 4. Solo e Água Subterrânea, 5. Saúde e Segurança.

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Tabela 1.1 - Questões Materiais e Conclusões


Item Localização Tópico Questão Recomendações/Considerações
1 Unidade e Solo e Água A ERM identificou 27 áreas com potencial Com o cenário atual identificado, poderão ser exigidos os monitoramentos
Terminais Subterrânea de contaminação de solo e água semestrais de água subterrânea, desde que nenhum passivo crítico (como
subterrânea. Do total de áreas: por exemplo, presença de fase livre de produto e/ou altas concentrações de
■ Unidade 1 – FAFEN-BA: 16 compostos tóxicos em subsuperfície) seja identificado na Fase II Due
áreas; Diligence. A ERM recomenda que seja feita a Fase II Due Diligence para a
■ Terminal – TMA: 6 áreas; e Unidade e Terminais.
■ Terminal – TMU: 5 áreas. Caso seja identificado algum passivo ambiental na Fase II Due Diligence ou
em outro estudo capaz de tal identificação e/ou a Agência Ambiental da
Bahia exija mais investigações ambientais na área, estudos adicionais
deverão ser realizados, além da implantação e operação de sistema de
remediação quando for o caso.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à não investigação das
áreas de forma adequada em atendimento às resoluçõesCONAMA
420/2009 e CONAMA 460/2013 e demais legislações aplicáveis.
2 Unidade e Terminal Condições da As instalações sanitárias e áreas onde Realizar adequação de equipamentos visando arrumação das áreas
área de trabalho estão os equipamentos desativados ou em desativadas há mais de dois anos (e.g., Amônia I e Ácido Nítrico), e nas
estado de conservação inadequado não instalações sanitárias de acordo com a NR 24.
atendem ao exigido na NR 24. Obras podem ser necessárias para a referida adequação à NR 24.
3 Unidade e Terminal Segurança em Instalações elétricas em não conformidade Realizar uma inspeção nas instalações elétricas, de acordo com a NR 10.
eletricidade com a NR 10. Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.
4 Unidade Segurança de Não foram realizadas as manutenções Realizar uma inspeção para verificação de conformidade com a NR 12.
Máquinas e previstas no plano de hibernação da Verificar o andamento da manutenção previstas no plano de hibernação da
equipamentos Unidade e amonioduto. Unidade e do amonioduto com Pipeline Inspection Gauge (PIG).
Caso as adequações não tenham sido realizadas, conforme consta no
Plano de hibernação, obras e aquisição de equipamentos podem ser
necessárias para a referida questão.
Terminal Máquinas e equipamentos identificados Realizar uma inspeção para verificação de conformidade com a NR 12 e
sem a proteção requerida pela NR 12. verificar o andamento da readequação de máquinas e equipamentos do

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TMU de acordo com a NR 12 e com o documento “TMU – Projeto de
Revitalização das Instalações”.
Caso necessário, readequar as máquinas e equipamentos do TMU de
acordo com as exigências da NR 12, onde obras e aquisição de
equipamentos podem ser necessárias para a referida questão.
5 Unidade Licenciamento Conforme Anexo IV - Relatório de Requerer o AVCB para a Unidade e o Terminal considerando as operações
Terminal ambiental Passivos Ambientais da FAFEN-BA, em cada propriedade.
(estadual) emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em Realização de obras, aquisições de equipamentos e intervenções
maio de 2019 e conforme verificado pela específicas para as adequações necessárias visando obtenção do AVCB.
ERM , não há AVCB válido para a Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de AVCB e
Unidade e o Terminal, considerando as não atendimento à legislação vigente.
operações em cada propriedade.
Unidade e Terminal em não conformidade Realizar uma inspeção de conformidade com a NR 23
com a NR 23. Situação de intervenção específicas para as adequações necessárias
visando conformidade com a NR 23
6 Unidade Água Cinco poços de captação de água Verificar às questões relacionadas à segurança patrimonial e segurança
subterrânea localizados fora dos limites da hídrica referente aos poços de captação de água subterrânea da Unidade.
propriedade que não tem monitoramento Verificar se existem contratos ou acordos celebrados com os proprietários
dos parâmetros de qualidade de água dos poços localizados fora dos limites da propriedade.
para consumo humano e industrial. Realizar o monitoramento dos parâmetros de qualidade de água para
consumo humano e industrial para atendimento à condicionante da RLO.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de
monitoramento dos parâmetros de qualidade de água para consumo
humano e industrial, que caracteriza o não cumprimento de condicionantes
da RLO.
7 Terminal Efluentes Efluentes lançados no mar sem Realizar o monitoramento de efluentes lançados no mar e desenvolver um
informações sobre os padrões de mapa de drenagens de efluentes da área do TMA e do TMU.
lançamento. Caso necessário realizar obras de adequação da rede de drenagens e/ou
instalação de processo de tratamento adequado em atendimento à
legislação aplicável.

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Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido ao lançamento de
efluentes no mar fora dos padrões estabelecidos pela legislação vigente.
8 Unidade e Terminal Edificações, Estruturas dos Armazéns de Ureia e das Adequar as estruturas dos Armazéns de Ureia e das suas áreas de
Pavimentos e áreas de carregamento inadequadas e em carregamento e ajuste a pavimentação da área identificada, de acordo com
Proteção Contra não conformidade com a NR 18. a NR 18.
Quedas Obras podem ser necessárias para a referida adequação.
9 Unidade Efluentes A exigência técnica nº 24 XXIV da Licença A ERM recomenda a realização do estudo que comprove o atendimento à
de Operação da Unidade (LO nº 3958) exigência técnica nº 24 XXIV da Licença de Operação da Unidade (LO nº
determina que a Unidade deve realizar 3958), ou seja, a realização de estudo do atual sistema de drenagem de
estudo do atual sistema de drenagem de efluentes, com foco na melhoria e otimizações do mesmo.
efluentes, com foco na melhoria e Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de
otimizações do mesmo. A ERM não teve atendimento à referida exigência técnica nº 24 XXIV.
acesso ao referido estudo.
10 Unidade Efluentes Não há como comprovar o atendimento às A ERM recomenda disponibilizar relatórios de automonitoramento dos
condicionantes 16 a 19 da LO, por efluentes de 2019 e 2020, bem como a realização de avaliação dos
ausência de disponibilização de relatório resultados dos padrões atuais em relação à legislação vigente.
de automonitoramento para revisão. Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido ao lançamento de
Conforme Anexo IV - Relatório de efluentes fora dos padrões estabelecidos pela legislação vigente.
Passivos Ambientais da FAFEN-BA,
emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em
maio de 2019, através de documentações
avaliadas, foram identificadas situações de
não atendimento para efluentes quanto
aos parâmetros de temperatura, pH,
nitrogênio amoniacal, matéria sólida em
suspensão e fosfatos. Além disso,
conforme informado neste Anexo IV,
ocorreram dois rompimentos da tubulação
enterrada de efluente orgânico (alto teor
de amônia), fabricado em fibra de vidro,
com contaminação de solo e também

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existem caixas de passagem na Unidade
que, em ocasião de chuvas, transbordam
e o efluente com alto teor de amônia
atinge a rede de efluente não
contaminado.
11 O Separador de Água e Óleo I (SAO I) A ERM recomenda que a Unidade:
encontra-se desativado desde a ■ Realize uma inspeção na estrutura da SAO I e na drenagem de
hibernação das operações. Foram efluentes;
identificados acúmulos residuais de óleo e ■ Elabore um Plano de Ação; e
água de chuva e verificada a danificação ■ Execute o Plano de Ação.
estrutural no sistema de SAO I (quebra de
concreto). O risco é de chegada deste
efluente até a canaleta de águas pluviais
da Unidade.
12 Unidade e Emissões O inventário de emissões e os relatórios A ERM recomenda que a Unidade e Terminal apresentem os relatórios de
Terminais Atmosféricas de auto monitoramento de emissões automonitoramento de emissões atmosféricas durante o período de
atmosféricas durante o período de operação.
operação das Unidade e Terminal não Caso não realizem o monitoramento das fontes de emissão de poluentes
foram apresentadas para análise da ERM. atmosféricos, a ERM recomenda a realização do mesmo.
Por esse motivo, não foi possível aferir se Caso seja identificado que as emissões atmosféricas da Unidade e
as emissões atmosféricas da Unidade Terminal não estão em conformidade com a legislação vigente, a ERM
encontram-se de acordo com a legislação recomenda a elaboração de um Plano de Ação para adequação das
vigente. emissões à legislação vigente.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido a emissões atmosféricas
fora dos padrões estabelecidos pela legislação vigente.
A Unidade apresenta 71 pontos de A ERM recomenda que que seja dada continuidade às recomendações
emissões fugitivas acima dos valores de apontadas no relatório Petrobras de 2018-201 (Relatório de Emissões
referência constantes do Relatório de Fugitivas) para a realização de revisão do atual cadastro de fontes fugitivas,
Emissões Fugitivas da Petrobras (2018- devido as modificações pelas quais as áreas passaram ao longo do tempo;
2019) que caracterizam vazamentos e o intervenções, manutenção e continuidade do monitoramento das fontes.
TMA apresenta 20 pontos de emissões Verificar se o cronograma de ações e de manutenções foi realizado.

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fugitivas acima dos valores de referência
que caracterizam vazamentos.
13 Unidade e Bifenilas Conforme Anexo IV - Relatório de A ERM recomenda que seja solicitado o laudo de análise dos
Terminais Policloradas Passivos Ambientais da FAFEN-BA, transformadores para PCBs para verificação da condição do equipamento.
(PCBs) emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em Caso o referido laudo não tenha sido elaborado, a ERM recomenda a
maio de 2019, os transformadores realização.
localizados na Unidade são preenchidos Caso o existam equipamentos venha venham a ser classificados como
com óleo mineral, não havendo contaminado, o descarte dos mesmos deverá atender a legislação vigente e
transformadores contendo PCBs na os mesmos deverão ser descartados como resíduo perigoso.
Unidade.
No entanto, não é possível confirmar a
presença ou ausência de PCBs nos
equipamentos instalados na Unidade e
nos Terminais.
14 Unidade Trabalho em Linhas de vida existentes e escadas em Reparar as linhas de vida existentes e as escadas de acordo com a NR 35.
Altura não conformidade com a NR 35 Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.
15 Unidade e Terminal Transporte e Áreas de carregamento em não Realizar adequações nas áreas de carregamento em conformidade à NR-
Manuseio de conformidade com a NR 11 11.
Cargas Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.
16 Unidade e Terminal Espaços Espaços confinados em não conformidade Readequar as estruturas dos espaços confinados e apresentar das
Confinados com a NR 33 informações, visando o atendimento à NR 33.
Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.
17 Unidade Vaso de Ausência de documentos que comprovem Realizar uma inspeção de conformidade com a NR 13 nos vasos de
Terminal Pressão que os vasos de pressão estão em pressão.
conformidade com a NR 13. Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.

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18 Unidade Fornos Forno 101-B identificado em condições Verificar a necessidade de substituição do forno 101-B, para atendimento à
inadequadas e em não conformidade com NR 14.
a NR 14. Obras e aquisição de equipamentos podem ser necessárias para a referida
adequação.
19 Unidade Licenciamento Divergência na delimitação da área Verificar e adequar juntamente ao INEMA a delimitação da área licenciada
Ambiental licenciada na Unidade pela RLO nº 3958, referente às operações da Unidade industrial da
(estadual) FAFEN/BA.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido a divergência de
informações de delimitação das áreas licenciadas.
20 Terminal Licenciamento A licença ambiental expedida pelo INEMA Requerer à CODEBA que formalize os limites de responsabilidades entre
Ambiental para a CODEBA (Companhia das Docas TMA e TMU visando o atendimento ao licenciamento ambiental vigente.
(estadual) do Estado da Bahia) não apresenta Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido ao não atendimento ao
delimitações claras sobre as licenciamento ambiental vigente.
responsabilidades específicas definidas
para cada terminal TMU e TMA.
21 Terminal Licenciamento Há um subarrendamento da área do TMU Verificar a existência de pendências perante à CODEBA e delimitar
ambiental celebrado com a Intermarítima no período responsabilidades das partes.
(estadual) de Entre o período de 2014 até 2016. A .
empresa realizava o transporte de Ureia e Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido a não regularização das
demais fertilizantes (especificações não licenças duranteo período de operação do Terminal pela Intermarítima
informadas).
Não foram transferidas as licenças para
esta empresa terceira e não houve uma
consulta com a Companhia das Docas do
Estado da Bahia (CODEBA) informando
estas alterações.
22 Unidade Licenciamento A Unidade não possui Alvará da Vigilância Renovar os Alvarás do Ambulatório e do Refeitório da Unidade perante à
Ambiental Sanitária Municipal do Ambulatório e Vigilância Sanitária Municipal.
(municipal) Refeitório válidos. Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de alvarás
válidos.

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23 Terminal Águas Pluviais Águas pluviais lançadas no mar sem Realizar o monitoramento de águas pluviais lançados no mar e desenvolver
informações sobre padrões de lançamento mapa de drenagem de águas pluviais nas áreas do TMA e do TMU.
Caso necessário, realizar obras de adequação da rede de águas pluviais
e/ou instalação de processo de tratamento adequado para atendimento da
legislação aplicável.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido ao lançamento de águas
pluviais no mar fora dos padrões estabelecidos pela legislação vigente.
24 Unidade e Terminal Rede de Rede de drenagem de águas pluviais e Realizar inspeção na rede de drenagem e elaborar plano de ação para
drenagem efluentes sem análise de integridade e recuperação, caso necessário.
com rachaduras.
25 Unidade Uso e Licença do Exército Brasileiro vencida, Regularizar as licenças relativas ao licenciamento atualizado de produtos
Armazenamento sem renovação protocolada. controlados pelo Exército e pela Polícia Civil da Unidade.
de Materiais Ausência de licença da Polícia Civil. Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de licenças
Perigosos válidas.
26 Terminal Licenças não disponibilizadas. Regularizar as licenças relativas ao uso de produtos controlados pelo
Exército e pela Polícia Federal e Civil do Terminal.
Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência de licenças
válidas.
27 Terminal TMA Caldeiras e De acordo com o Anexo IV - Relatório de A reconstrução do tanque é obrigação da Petrobras estabelecida pela
vasos de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, CODEBA, cabendo às estas as tratativas quanto ao cumprimento desta
pressão emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em obrigação.
maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi
realizada uma série de estudos de
Diagnóstico Ambiental Confirmatório e
Detalhado com Análise de Risco à Saúde
Humana pelas empresas Haztec e
CETREL (pg.33 – Demais pontos
identificados) consta que (in verbis): em
2010, houve uma falha estrutural em um
dos tanques de armazenamento de
amônia, localizado no TMA, ocasionando

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sua explosão. Tanto a estrutura quanto os
sistemas auxiliares do antigo tanque foram
removidos, após a falha estrutural. O
Parecer jurídico JURIDICO/JGE4314/12
de 29/05/2012 conclui que a Petrobras
não está obrigada a reconstruir o tanque
imediatamente, como solicitado pela
CODEBA,podendo fazê-lo até o fim do
arrendamento em 2026.
28 Unidade Água Ainda Conforme Anexo IV, a Unidade Regularização da situação do tamponamento do poço e manutenção da
possui uma Outorga de captação de água proibição de captação da água, bem como da outorga se for o caso.
subterrânea de um poço interno da
FAFEN-BA (2012-001465/OUT/RENOV-
0069), vencida em 24 de Setembro de
2017. Conforme Relatório, o poço não é
utilizado devido às solicitações da
CETREL e também reportam que não
foram disponibilizadas documentações
referentes ao não uso do poço, renovação
desta licença nem sobre previsões de
descomissionamento deste poço. A ERM
não teve acesso à essas documentações.
29 Unidade Gerenciamento Os manifestos de transporte de resíduos A ERM recomenda as seguintes ações:
de Resíduos perigosos e não-perigosos de todos os ■ Apresentar manifesto de resíduos relacionado ao transporte e
resíduos gerados e o PGRS não foram disposição final dos resíduos perigosos;
disponibilizados para revisão da ERM. ■ Solicitar às empresas terceiras que a gestão da área de resíduos
Conforme Anexo IV - Relatório de “Vila” seja realizada conforme os padrões ambientais exigidos
Passivos Ambientais da FAFEN-BA, legalmente; e
emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em ■ Criar também um sistema de acompanhamento e controle.
maio de 2019, a FAFEN-BA encontra-se Multas e penalidades podem ser aplicáveis devido à ausência das
sem contrato para a destinação final de documentações referentes ao gerenciamento de resíduos, conforme
resíduos sólidos desde fevereiro de 2016. legislações vigentes.

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL SUMÁRIO EXECUTIVO
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

Item Localização Tópico Questão Recomendações/Considerações


O Relatório não especifica a quais
resíduos este contrato se refere.
30 Terminal Os manifestos de transporte de resíduos
perigosos e não-perigosos e o PGRS do
Terminal não foram disponibilizados para
revisão da ERM.
31 Terminal Odor Registros de queixas e reclamações da A ERM recomenda que seja realizada uma análise de odores e ruídos no
comunidade do entorno em relação à Terminal e plano de ação associado para endereçar as questões
odores provenientes do Terminal - TMA relacionadas.
Riscos reputacionais associados à questão não podem ser descartados.
32 Unidade/ Voçoroca na Conforme Anexo IV - Relatório de A ERM recomenda o acompanhamento desse processo junto ao Ministério
Amonioduto Comunidade Passivos Ambientais da FAFEN-BA, Público e a gestão das obrigações de fazer juntamente com as 6 empresas
Menino Jesus emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em que integram o acordo de cooperação (Acrinor, Braskem, Companhia de
maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi Gás da Bahia, Dow Brasil Nordeste e Transpetro).
realizada uma série de estudos de
Diagnóstico Ambiental Confirmatório e
Detalhado com Análise de Risco à Saúde
Humana pelas empresas Haztec e
CETREL (pg 32), há inquérito em aberto
decorrente da ocorrência voçoroca na
região da Comunidade de Menino Jesus,
localizada em Candeias/BA.

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL INTRODUÇÃO E ESCOPO
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

1 INTRODUÇÃO E ESCOPO

1.1 Objetivo e Auditores


A ERM Brasil Ltda (ERM) foi contratada pela Unigel Participações S.A. e sua subsidiária Proquigel (“Cliente”) para realizar uma Due Diligence Ambiental e
de Saúde e Segurança da) na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (“FAFEN-BA” ou “Unidade”) pertencente a Petróleo Brasileiro (Petrobras). A unidade
está localizada no Município de Camaçari e no Terminal Marítimo de Aratu, localizado no Município de Candeias, (“Terminal” possui a subdivisão em
Terminal Marítimo de Amônia, “TMA”, e Terminal Marítimo de Ureia, “TMU” e localizam-se em diferentes áreas do Terminal Marítimo de Aratu), ambos no
estado da Bahia. O site se localiza dentro do Polo Industrial de Camaçari. O objetivo desta Due Diligence foi identificar potenciais problemas ambientais e
de saúde e segurança associados à Unidade industrial e ao Terminal que possam representar passivos ambientais e de saúde e segurança potenciais para
operações atuais e futuras no local. Esta Due Diligence considerou como um dos documentos base o Anexo IV do contrato de arrendamento que trata dos
passivos ambientais existentes no site. Cabe ressaltar, que nos termos da Ata Notarial nº 3510 celebrada em 14 de maio de 2020, esses passivos não serão
transferidos à Proquigel Química, futura arrendatária.
De acordo com informações fornecidas pela Proquigel e e-mail enviado em 05 de maio de 2020, a Petrobras irá arrendar os ativos referentes à Unidade e ao
Terminal, para Proquigel por um período de 10 anos.
Os passivos ambientais destes ativos que foram identificados nesta Due Diligence permanecerão sob a responsabilidade da Petrobras, conforme consta no
item 8.3 do Anexo I ao Contrato de Arrendamento – FAFEN-BA – Informações Técnicas, e de acordo com Ata Notarial nº 3510, celebrada em 14 de maio de
2020.
Para fins desta transação, os funcionários da Petrobras alocados na Unidade e no Terminal (FAFEN-BA) não serão transferidos ou contratados pela
Proquigel, conforme informação apresentada no e-mail de 05 de maio de 2020. Não foram consideradas neste relatório, as questões de saúde e segurança
que tratam das relações ou processos trabalhistas, uma vez que conforme consta no item 8.1 do Anexo I ao Contrato de Arrendamento – FAFEN-BA –
Informações Técnicas, serão de responsabilidade exclusiva da Petrobras.
A FAFEN-BA é responsável pela produção de amônia, ureia, hidrogênio, dióxido de carbono, ácido nítrico diluído e concentrado e Agente Redutor Liquido de
Óxido de Nitrogênio Automotivo - ARLA 32. Localiza-se na Rua Eteno, 2.198, Polo Industrial de Camaçari, município de Camaçari, estado da Bahia, Brasil.
O Terminal, considerando o TMA e TMU, é responsável pelo armazenamento, carregamento e descarregamento portuário de fertilizantes e localiza-se na
Via Matoim, Porto de Aratu, município de Candeias, estado da Bahia, Brasil.
A descrição das questões regulatórias de meio ambiente e de saúde e segurança, consideradas high level compliance e saúde e segurança foram
identificadas e apresentadas por temas. A identificação considerou questões que podem representar um risco reputacional ou passivo ambiental e de saúde
e segurança, que estão em não conformidade com os dispositivos legais ou normativos.
As visitas à FAFEN-BA e ao Terminal foram realizadas entre dias 09 e13 de março de 2020 pelos profissionais da ERM, Sr. Lucas Souza, Sra. Taíse
Rebouças e Sr. Lucas Carvalho. A visita foi acompanhada por representantes da Unidade (Petrobras) e do Cliente, a saber:

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Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

 Representantes da Unidade (Petrobras):


- Sr. Francisco Wellington, gerente de manutenção da Unidade;
- Sr. Carlos Alberto, da área de logística da Unidade;
- Sr. Antonio Bugarin – técnico de segurança da Unidade;
- Sr. Mauricio Papa – técnico de operação do Terminal;
- Sra. Clarice Amaral, gerência de avaliação de SMS em Projetos – corporativo da Petrobrás;
- Sr. Ramon Lopes – Service Engenharia (técnico de segurança do trabalho da Unidade);
- Sra. Ana Vitória – Enfil SA Controle Ambiental (consultoria de meio ambiente da Unidade);
- Sra. Naoma Fernandes – Enfil SA Controle Ambiental (consultoria de meio ambiente da Unidade);
- Sra. Agda Mendonça – Enfil SA Controle Ambiental (consultoria de meio ambiente da Unidade); e
- Sr. Ramon Lopes – Service Engenharia (técnico de segurança do trabalho da Unidade).
 Representantes do Cliente
- Sr. Deiviti Lopes Caetano, área de QSSMA do Cliente;
- Sra. Aline Eglantier, área de QSSMA do Cliente;
- Sra. Ana Clara, de Carvalho – GLCM Advogados Associados (consultoria jurídica do Cliente);
- Sra. Sara Carvalho – GLCM Advogados Associados (consultoria jurídica do Cliente); e
- Sr. José Roberto Franco (consultor do Cliente).

1.2 Escopo do Trabalho


A Due Diligence foi realizada em conformidade com a proposta da ERM nº 0536684.03, de 10 de fevereiro de 2020, e adotou os requisitos mínimos da
Norma ASTM E 1527-13 – Práticas para Avaliações Ambientais: Processo de Avaliações Ambientais Fase I (Practice for Environmental Site Assessments:
Phase I Environmental Site Assessment Process), conforme aplicável no Brasil. Exceções e desconsiderações da Norma E 1527-13 estão descritas na
Seção 1.3.4 deste relatório.
Fez parte do escopo do trabalho a realização de avaliação de conformidade legal high level para os temas ambientais e de saúde e segurança. Esta
avaliação considera o atendimento à legislação aplicável para os aspectos ambientais e normas de saúde e segurança relevantes e pertinentes ao escopo
dessa Due Diligence. Não se trata de um relatório de compliance, por isso não apresenta a matriz de conformidade legal.

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Bahia, Brasil

O escopo acima apresentado não abrange os seguintes pontos : (i) a avaliação de integridade de equipamentos e análise de segurança de processos
(exemplo: identificação de análise preliminar de risco, data, prazo, cumprimento de recomendações, HAZOP ou outra análise qualitativa de risco); (ii) análise
operacional do sistema de proteção contra incêndio; (iii) mapeamento e análise de todos os poços da Unidade e do Terminal com suas informações de
monitoramento; (iv) avaliação e entrevistas com a comunidade do entorno, bem como avaliação fundiária dos imóveis que compõe a vizinhança do entorno
da Unidade e do Terminal; (v) análise jurídica das questões fundiárias dos imóveis; (vi) avaliação regulatória referente ao processo de licenciamento e
transferências de licenças, (vii) avaliação de multas e processos judiciais ambientais, trabalhista, cíveis, criminais, tributários dentre outros em andamento,
(viii) contratos (de arrendamento, compra e venda e quaisquer contratos não explicitamente citados nesta Due Diligence e (ix) avaliação dos serviços
prestados dentro do Pólo industrial de Camaçari/BA.
A avaliação buscou identificar condições ambientais e de saúde e segurança reconhecidas e indicativas de potenciais de contaminações dentro ou fora da
Unidade. O trabalho desenvolvido procurou obter informações sobre: (1) usos atuais e passados da Unidade; (2) utilização atual e passada de produtos
químicos e substâncias perigosas; (3) gestão e disposição final de resíduos que possam ter causado ou que tem potencial de causar uma contaminação do
solo ou das águas subterrâneas; (4) ações corretivas (atuais, em andamento e passadas) relacionadas com a liberação de substâncias perigosas (atuais e
históricas); e (5) propriedades adjacentes ou localizadas próximas à Unidade que tenham condições ambientais que possam resultar em condições
indicativas de liberação ou com potencial de liberação de substâncias perigosas na Unidade.
O escopo dessa Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança incluiu:
 Inspeção da Unidade e Terminal, com a finalidade de avaliar as condições atuais e identificar áreas de potencial risco;
 Revisão do histórico da Unidade e Terminal, além das áreas adjacentes, através da realização de entrevistas e revisão de fontes históricas;
 Observação de propriedades adjacentes e do entorno para avaliar o potencial de impacto ambiental adverso para a Unidade e Terminal;
 Revisão da documentação disponibilizada (meio ambiente e saúde e segurança) pela Unidade e Terminal; e
 Entrevista / solicitação de informações aos profissionais responsáveis pelas questões ambientais que acompanharam a visita.
 Visita à propriedade com o objetivo de avaliar as condições de saúde e segurança e de identificar áreas de potencial preocupação. Durante as visitas de
campo foram observadas evidências sobre a presença de:
Atendimento às Normas Regulamentadoras, especificamente:
 NR -10 - Segurança Em Instalações E Serviços Em Eletricidade;
 NR - 12 - Segurança No Trabalho Em Máquinas E Equipamentos;
 NR - 13 - Caldeiras, Vasos De Pressão, Tubulações E Tanques Metálicos De Armazenamento;
 Avaliação do Ambiente do Trabalho para práticas de saúde, segurança do trabalho e higiene ocupacional; e

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 Avaliação visual e a adoção de medidas coletivas de prevenção como por exemplo implantação de linhas de vida para trabalhos em altura, ventilação
exaustora e sinalizações de advertência. O uso de equipamentos de proteção individual também foi avaliado.
Para fins desta transação, os funcionários da Petrobras alocados na Unidade (FAFEN-BA) e nos Terminais TMA e TMU não serão transferidos ou
contratados pela Proquigel, conforme informação apresentada no email de 05 de maio de 2020. Não haverá, portanto, transferência de responsabilidade
trabalhista da Petrobras para a Proquigel. Não foram consideradas neste relatório, as questões de saúde e segurança que tratam das relações ou processos
trabalhistas.
As seguintes considerações, classificadas como "considerações fora de escopo" da norma ASTM E 1527-13, estão incluídas no escopo da avaliação da
ERM:
 Uma avaliação expedita da presença de amianto na Unidade e Terminal foi realizada. A avaliação incluiu observações visuais nas áreas acessíveis. Os
telhados dos edifícios foram avaliados apenas a partir do nível do solo. Nenhuma amostragem foi realizada;
 Avaliação limitada da conformidade legal de questões aplicáveis à Unidade e Terminal, com ênfase em licenciamento ambiental, gerenciamento de
resíduos sólidos, emissões atmosféricas, descarte de efluentes líquidos, dentre outros aspectos; e
 A ERM também realizou uma Avaliação de Saúde e Segurança, em complemento à Due Diligence Ambiental. O objetivo desta análise expedita in loco e
documental (high level compliance) é identificar potenciais passivos de saúde e segurança do trabalho para manutenção da operação de cada unidade.
O item 7 deste relatório detalha as limitações e outras considerações associadas a realização deste trabalho e ao uso deste relatório.

1.3 Condições Limitantes e Especiais

1.3.1 Condições Limitantes Durante a Visita


A visita ao local teve duração de 8,5 horas por dia, durante 3 dias na Unidade e 2 dias no Terminal e incluiu entrevistas com pessoal familiarizado com a
história da Unidade e Terminal e revisão de documentação disponíveis. Durante a visita, condições limitantes seja de segurança, condições climáticas ou
tempo de visita, descritas a seguir, não possibilitaram a verificação in loco de aspectos ambientais e segurança:
 A ERM não visitou o amonioduto da Unidade, que faz a ligação entre a Unidade e os Terminais;
 A ERM não visualizou todos os tanques e poços de captação de água subterrânea da Unidade, devido às restrições de tempo de visita;
 ERM não visitou as áreas do ambulatório (serviço médico) e prédios administrativos, devido às restrições de tempo de visita na Unidade;
 ERM não visitou as áreas de serviço de controle, devido às restrições de segurança da Unidade; e
 O telhado e as subestações elétricas não foram acessados devido às considerações de segurança.

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As situações descritas anteriormente, não prejudicam a análise da ERM, haja vista a possibilidade de verificação documental ou entrevistas sobre a situação
das referidas áreas.
As demais condições limitantes apresentadas a seguir restringiram a avaliação da ERM, pois havia a necessidade de visualização in loco:
 A ERM não visitou as áreas do pátio ferroviário, devido às restrições de tempo de visita na Unidade; e
 A ERM não visitou as áreas da antiga CEMAN, UTE e BR Distribuidora pois estas áreas encontram-se atualmente fora do escopo do arrendamento e
deste trabalho.
No entanto, a ERM entende que impactos relacionados às possíveis contaminações de solo e água subterrânea e questões de saúde e segurança em todas
áreas supracitadas não podem ser descartados.
As limitações gerais estão listadas na Seção 7.

1.3.2 Data Gaps


O anexo D resume os Data Gaps identificadas durante a avaliação da Unidade e do Terminal.

1.3.3 Considerações Significativas


Não foram adotadas considerações significativas sobre a visita. Sempre que possível, as informações obtidas dos representantes da Unidade (Petrobras) e
Terminal foram comparadas com a documentação pertinente.
O escopo acima apresentado não abrange os seguintes pontos: (i) a avaliação de integridade de equipamentos e análise de segurança de processos
(exemplo: identificação de análise preliminar de risco, data, prazo, cumprimento de recomendações, HAZOP ou outra análise qualitativa de risco); (ii) análise
operacional do sistema de proteção contra incêndio; (iii) mapeamento e análise de todos os poços da Unidade e do Terminal com suas informações de
monitoramento; (iv) avaliação e entrevistas com a comunidade do entorno, bem como avaliação fundiária dos imóveis que compõe a vizinhança do entorno
da Unidade e do Terminal; (v) análise jurídica das questões fundiárias dos imóveis; (vi) avaliação regulatória referente ao processo de licenciamento e
transferências de licenças, (vii) avaliação de multas e processos judiciais ambientais, trabalhista, cíveis, criminais, tributários dentre outros em andamento,
(viii) contratos (de arrendamento, compra e venda e quaisquer contratos não explicitamente citados nesta Due Diligence e (ix) avaliação dos serviços
prestados dentro do Pólo industrial de Camaçari/BA.

1.3.4 Exceções e Desconsiderações da Norma ASTM E 1527-13


Este relatório de Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança não atende em todo ao exigido na Norma ASTM E 1527-13 devido a limitações
específicas do Brasil listadas na Seção 7 deste relatório.

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2 DESCRIÇÃO, LAYOUT E OPERAÇÃO

As propriedades visitadas estão localizadas nos seguintes endereços:


 Unidade: Rua Eteno, 2.198, Polo Industrial de Camaçari, município de Camaçari, estado da Bahia, Brasil; e
 Terminal: Via Matoim, Porto de Aratu, município de Candeias, estado da Bahia, Brasil.
A Descrição e informações sobre o Layout e Operação das propriedades mencionadas acima serão apresentados nos itens 2.1 e 2.2 deste relatório.
A localização das propriedades e as características fisiográficas das áreas ao entorno das Unidades estão representados na Figura 1, desenvolvida a partir
do Google Earth Pro®, de 2020.

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2.1 Unidade – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados FAFEN – BA

INFORMAÇÕES DA UNIDADE
Nome Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados FAFEN - BA Mapa:
Endereço Rua Eteno, 2.198, Polo Industrial de Camaçari, município de Camaçari, estado da
Bahia, Brasil
Posse da Foi apresentado um documento do Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de
Propriedade Mata de São João, no estado da Bahia, datado de 12 de dezembro de 1973 no qual é
apresentado um memorial descritivo da área e consta a propriedade da Petrobras.

A ERM não teve acesso à documentos atualizados referentes ao Registro Imobiliário


da Unidade.

Zoneamento De acordo com o Mapa de Zoneamento do Município de Camaçari, produzido em maio de 2017 pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio
da área Ambiente (SEDUR), a FEFAN-BA está localizado em uma Zona Industrial – ZI, também chamada de Polo Industrial de Camaçari. A Certidão de Uso do
Solo não foi disponibilizada para avaliação da ERM.
Áreas A Unidade não está localizada dentro de uma Área de Preservação Permanente (APP).
protegidas Além disso, de acordo com o Mapa de Unidades de Conservação do Estado da Bahia, elaborado em 2014 pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos
Hídricos (INEMA), a Unidade encontra-se a aproximadamente 5 km da Área de Preservação Ambiental (APA) Joanes / Ipitinga.
Área da De acordo com o Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, a Unidade ocupa uma área de aproximadamente 0,28 km².
Unidade
Data de De acordo com o Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, A FAFEN-BA foi construída no final da década de 1960 e
construção começou a operar em 1970.
Número de Conforme reportado, a Unidade atualmente possui aproximadamente 60 funcionários diretos e aproximadamente 140 funcionários terceiros.
funcionários
Horários de Segunda à Sexta, - 3 turnos (7h30 – 15h30; 15h30 – 23h30; 23h30 – 7h30)
operação

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INFORMAÇÕES DA UNIDADE
Layout Os principais prédios da Unidade são: ■ Amônia II (hibernada);
■ Portaria; ■ Torres de Resfriamento;
■ Prédios Administrativos (desativados); ■ Rede de Água de Combate à Emergência (RACE);
■ Serviço Médico; ■ Ácido Nítrico (desativada);
■ Estacionamento de Veículos de Emergência; ■ Bacia de Equalização de Ácido Nítrico (desativada);
■ Refeitório; ■ Amônia I ou Hidrogênio (desativada);
■ Laboratório; ■ Casa de Controle Local (CCL);
■ Centro Integrado de Controle (CIC); ■ Esferas de Amônia;
■ Prédio das Contratadas; ■ Pátio de Resíduos Industriais;
■ Prédio Administrativo (em uso); ■ Pátio de Resíduos Recicláveis;
■ Setor de Manutenção; ■ Pátio de Sucatas Metálicas;
■ Estação de Tratamento de Água (ETA); ■ Tanques de Armazenamento de Óleo Usado;
■ Pátio das Contratadas "Vila"; ■ Separador de Água e Óleo da Bacia de Equalização;
■ Balança ferroviária; ■ Bacia de Equalização;
■ Carregamento de Ureia; ■ Área de Armazenamento de Arla 32 (desativada); e
■ Armazém II de Ureia; ■ Pátio de Madeiras.
■ Armazém I de Ureia;
■ Ureia I (desativada);
■ Área de Produção de Arla 32 (desativada);
■ Separador de Água e Óleo da Unidade de Amônia (desativado);
■ Ureia II (hibernada); e
■ Subestação.
Layout (cont.) A energia elétrica utilizada na Unidade é fornecida diretamente pela UTE Rômulo Almeida.
O fornecimento de água na Unidade é realizado através das seguintes fontes:
■ Captação de água subterrânea (abastecimento para uso industrial);
■ Distribuidora de Água de Camaçari (abastecimento para uso sanitário e combate a incêndio); e
■ Galões de 20L (abastecimento para água de beber).
O consumo médio de gás natural é de 1,4 milhões m³/dia, fornecido pela Distribuidora de Gás Natural.
Os efluentes gerados na unidade são encaminhados para três sistemas de efluentes localizados dentro da FAFEN-BA e administrados pela CETREL
(empresa terceira responsável pelo tratamento de efluentes das indústrias do Pólo de Camaçari.): Sistema Orgânico (esgoto sanitário), Sistema Não
Contaminado (água pluvial, água da purga das caldeiras) e Sistema Contaminado (efluentes das unidades de Ureia, Amônia e Esferas).
Um mapa com o layout da Unidade encontra-se na Figura 2.

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INFORMAÇÕES DA UNIDADE
Histórico de De acordo com o Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, a FAFEN-BA foi construída no final da década de 1960 e
Uso do Solo começou a operar em 1970. O entorno era predominantemente ocupado por campos antrópicos, com exceção de pequenos fragmentos de vegetação
nativa ao norte e ao sul da Unidade, quase sempre relacionados a áreas de várzea.
Operações A Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (FAFEN-BA) encontra-se localizada no Complexo Básico do Polo Industrial de Camaçari e era
atuais responsável pela produção de amônia, ureia fertilizante, ureia pecuária, ureia industrial, ácido nítrico, hidrogênio, gás carbônico e Agente Redutor
Liquido Automotivo (ARLA 32). Atualmente, a Unidade encontra-se em estado parcial de hibernação. Conforme reportado, as únicas operações
conduzidas atualmente são de estocagem e transferência de amônia, além das atividades relacionadas à preservação da hibernação na Unidade.
Operações Conforme informado no Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, s marcos históricos da Unidade são apresentados
históricas abaixo:
■ 1970: iniciam-se as operações na Unidade, que se denominava àquela época, COPEB – Conjunto Petroquímico da Bahia, órgão da área
industrial da PETROBRAS, que utilizavam o gás natural do Recôncavo Baiano a fim de suprir parte do déficit de fertilizantes nitrogenados da
região;
■ 1970-1977: O COPEB, possuía uma planta de amônia, uma de ureia e uma central de utilidades. A água utilizada na empresa era proveniente
de poços artesianos, os efluentes líquidos eram lançados no Rio Bandeira, afluente do Rio Joanes (que passava ao sul das instalações). Além
disso, soluções absorvedoras de CO2 à base de arsênio e metais pesados eram utilizadas no processo produtivo de amônia e cromato de sódio
era utilizado como inibidor de corrosão;
■ 1978: a razão social é alterada para NITROFÉRTIL S/A – Fertilizantes Nitrogenados do Nordeste;
■ 1978 a 1986: a NITROFÉRTIL S/A agregou ao seu complexo uma segunda unidade produtiva de amônia (900 t/d) e outra de ureia (800 t/d) e o
Polo Petroquímico do Nordeste foi criado. O polo contemplava centrais de Matérias primas, de Utilidades, de Manutenção e de Tratamento de
Efluentes Líquidos;
■ 1984: início da construção de uma nova bacia para recebimento de efluentes industriais, de modo a realizar o tratamento completo dos
efluentes na Estação de Tratamento de Efluentes. No local, estavam instaladas 3 bacias escavadas no solo e sem impermeabilização,
posteriormente desativadas entre o final da década de 80 e início de 90; e
■ 1993: incorporação da NITROFÉRTIL à área industrial da PETROBRAS, passando a ser denominada PETROBRAS-FAFEN, com Unidades na
Bahia e Sergipe. Neste mesmo período, uma área a céu aberto no limite sudeste da Unidade era utilizada como depósito de resíduos.
Atualmente essa área abriga prédios administrativos, uma planta de cogeração de energia elétrica e de vapor, um poço tubular profundo que
está desativado, além da Nova Opersan, empresa que capta, trata fornece e água para o processo industrial da FAFEN-BA.

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2.1.1 Características Físicas da Propriedade – Site 1

HIDROLOGIA

Corpo d’água mais próximo Rio Joanes, 6 km em relação ao limite oeste da Unidade, flui no sentido sul e deságua no Mar, em um ponto aproximadamente 24
km em relação ao limite sul da Unidade.
Qualidade da água superficial Segundo dados divulgados no Sistema Estadual de Informações Ambientais e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (SEIA), a
qualidade das águas dos pontos de monitoramento à montante e à jusante à Unidade (Referência: RCN-JOA-200 e RCN-JOA-400,
respectivamente) são classificados como ótimo(IQA 64 e 82, respectivamente).
Enchentes O Mapa de Vulnerabilidade às Inundações, emitido pela Agência Nacional de Águas (ANA) não apresenta a classificação de riscos
de inundações na Unidade, não sendo possível confirmar ou descartar o risco associado a este evento.

GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA
Geologia As informações geológicas foram obtidas através Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019.
De acordo com o relatório, a Unidade está localizada sobre a Bacia Sedimentar do Recôncavo, mais precisamente no domínio da
Formação São Sebastião.
A Formação São Sebastião é constituída por arenitos grossos a finos, amarelo-avermelhados, friáveis, feldspaticos, intercalados com
argilas silticas, variegadas.
Profundidade da Água De acordo com informações apresentadas no Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, o nível
Subterrânea médio de água estático dos poços de captação localizados na Unidade é de a 28 m.
Direção do fluxo da água Os dados necessários para determinar a direção do fluxo de água subterrânea mais superficial não estão disponíveis e, portanto, o
subterrânea fluxo não pode ser determinado com precisão pela ERM. No entanto, com base na topografia da superfície, infere-se que a água
subterrânea geralmente flua na direção sudoeste. É importante notar que a direção do fluxo de água subterrânea pode ser
influenciada localmente e regionalmente pela presença de áreas úmidas locais, topografia de superfície, áreas de recarga e
descarga, inconsistências horizontais e verticais nos tipos e localização de solos subterrâneos e proximidade à poços de
bombeamento de água.
Permeabilidade dos solos As informações hidrogeológicas foram obtidas através do Mapa de Geodiversidade do Brasil elaborado pelo Serviço Geológico do
superficiais Brasil - CPRM (escala 1:2.500.000). De acordo com o mapa, a Unidade está localizada em uma área com predomínio de sedimentos
quartzo-arenosos e conglomeráticos, contendo intercalações de finas camadas de sedimentos síltico-argilosos, presença de
sedimentos e solos argilo-siltosos. A permeabilidade e a porosidade primárias dos sedimentos quartzo-arenosos e conclomeráticos

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GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA
podem ser prejudicadas pelo alto grau de diagênese ou pela siltificação. Além disso, há um predomínio de sedimentos fraturados e
percolativos e solos residuais bastante permeáveis e de baixa capacidade de reter poluentes.
Poços de captação de água De acordo com os dados do Sistema de Informações de Águas Subterrâneas - SIAGAS, existem dez poços de captação de água
subterrânea conhecidos e uso subterrânea dentro de um raio de 500 metros da Unidade. Informações sobre o tipo de uso de cada poço não estava disponível para
avaliação.
Poço de captação de Água A Unidade possui quatro poços profundos de captação de água subterrânea utilizada para fins sanitários e industriais após
Subterrânea na Unidade tratamento (filtro multicamadas e desmineralização). Além disso, a Unidade abriga um quinto poço de captação de água subterrânea
que, segundo o Relatório de SMS elaborado pela Petróleo Brasileiro S.A em Maio de 2019, está fora de operação.
De acordo com a Outorga nº 18.009 emitida em 26 de Março de 2019 pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA),
a Unidade está autorizada para a extração de água subterrânea dos cinco poços até 26 de Março de 2023.
Fonte: Informação disponível publicamente no Serviço Geológico do Brasil – CPRM) e Sistema de Informações de Águas Subterrâneas – SIARGAS.

RECEPTORES SENSÍVEIS

De acordo com o Mapa de Zoneamento do Município de Camaçari, produzido em maio de 2017 pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (SEDUR), a
FEFAN-BA está localizado em uma Zona Industrial – ZI, também chamada de Polo Industrial de Camaçari. A Certidão de Uso do Solo não foi disponibilizada para
avaliação da ERM.
A Unidade encontra-se a aproximadamente entre 48 m e 57 m acima do nível do mar. Não existem áreas residenciais adjacente aos limites da Unidade.
O uso atual das propriedades ao entorno da Unidade está descrita a seguir:
Norte Rua Eteno e Braskem
Sul Dutos de transporte de produtos do Polo Industrial de Camaçari e DETEN Química
Leste Rua Hidrogênio e Braskem
Oeste Dutos de transporte de produtos do Polo Industrial de Camaçari e Braskem

2.1.2 Sensibilidade e Vulnerabilidade


A vulnerabilidade da água subterrânea associada a Fábrica de Fertilizantes, é considerada moderada, dadas as características geológicas da região,
conforme descrito acima. A sensibilidade da água subterrânea é considerada alta moderada devido à presença de diversos poços de captação subterrânea
dentro e ao redor da Unidade.

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A vulnerabilidade da água superficial é considerada moderada dada a distância do corpo de água superficial mais próximo à Unidade. A sensibilidade é
considerada moderada devido ao índice de Qualidade da água do Rio Joanes.

2.2 Terminal de Aratu


INFORMAÇÕES DA UNIDADE
Nome TMA – Terminal Marítimo de Amônia Mapa:
TMU – Terminal Marítimo de Uréia.
Endereço Via Matoim, Porto de Aratu, Candeias - BA
Posse da A ERM não teve acesso à documentos referentes ao Registro Imobiliário da
Propriedade Unidade. Conforme informado, a área dos Terminais é arrendada da CODEBA.

Zoneamento da De acordo com o Plano Direitor do Município de Candeias (Lei nº 924/2015), o TMA e TMU estão localizados em uma Zona Especial Portuária
área Consolidada – ZEPC. A Certidão de Uso do Solo não foi disponibilizada para avaliação da ERM.
Áreas Os terminais estão inseridos na Área de Preservação Ambiental (APA) da Baía de Todos os Santos.
protegidas
Área da O TMU ocupa uma área de aproximadamente 25.000 m² e o TMA ocupa uma área de aproximadamente 13.500 m², totalizando aproximadamente
Unidade 38.500 m².

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INFORMAÇÕES DA UNIDADE
Layout Os principais prédios do TMA são: Os principais prédios do TMU são:
■ Portaria; ■ Armazém de Ureia;
■ Prédio Administrativo e Sala de Controle; ■ Área de descarregamento de Ureia;
■ Unidade de Resfriamento da Amônia; ■ Balança;
■ Casa de Bombas; ■ Área de transporte subterrâneo de Ureia;
■ Área de Armazenamento de Óleo Usado; ■ Esteira de Ureia (transporte interno);
■ HTI; ■ Unidade de Transferência entre Esteiras;
■ Área de Manutenção; ■ Esteira de Ureia (transporte externo); e
■ Torre de Refrigeração; e ■ Prédio Administrativo.
■ Tancagem de Amônia.
Histórico de Uso A ERM realizou uma avaliação de fotos históricas da área em estudo dos anos 1969, 2005, 2011 e dos dias atuais.
do Solo A foto histórica de 1969 mostra que a área dos terminais já era industrialmente desenvolvida, porém em menor escala.
Em 2005, observa-se que não houve um desenvolvimento significativo na área dos terminais. Nota-se, no entanto, o desenvolvimento de um pátio de
automóveis à sudeste dos terminais.
A partir de 2011, observa-se uma melhoria nas condições do telhado da TMU. O terminal e a área ao entorno encontram-se consolidadas.
Não foram observadas grandes modificações na Unidade e ao entorno da mesma entre os anos 2011 e 2019.
Operações O Terminal Marítimo de Amônia – TMA historicamente e atualmente realiza as atividades de estocagem e transferência de amônia. Conforme
atuais e reportado, houveram momentos em que, além da comercialização nacional, o TMA também exportava sua produção (datas não fornecidas).
históricas O Terminal Marítimo de Ureia – TMU realizava as atividades de estocagem e transferência de ureia. Conforme informado, entre o período de 2014 –
2016 houve o sub-arrendamento da área do TMU para uma empresa denominada “Intermarítima”, a qual realizava o transporte de Ureia e demais
fertilizantes (especificações não informadas). Conforme reportado, durante esse período as licenças não foram transferidas para esta empresa terceira
e não houve uma consulta com a Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) informando estas alterações. Demais documentos e
informações referentes a esse período (incluindo produtos armazenados e transportados) não foram disponibilizadas para revisão da ERM.
Conforme verificado, Licença de Operação nº 9348 emitida em 03 de Março de 2015 e válida até 03 de Março de 2020 (com renovação em curso),
para o Terminal, os produtos licenciados para armazenamento, carregamento e descarregamento portuário são: Uréia, Fosfato Monoamônic (MAP,
granulado/pó), Cloreto do Potássio (KCl, granulado/pó), Rocha Fosfática, Sulfato de Amônio (SAM), Superfosfato Triplo (TSP) e Super Fosfato Simples
(SSP). Para mais detalhes de itens de licenciamento, verificar Seção 4. Meio Ambiente.

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2.2.1 Características Físicas da Propriedade


HIDROLOGIA

Corpo d’água mais próximo Baía de Todos os Santos - Oceano Atlântico, adjacente ao terminal.
Enchentes O Mapa de Vulnerabilidade às Inundações, emitido pela Agência Nacional de Águas (ANA) não apresenta a classificação de riscos
de inundações na Unidade, não sendo possível confirmar ou descartar o risco associado a este evento.

GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA
Geologia As informações geológicas foram obtidas através do Mapa de Geodiversidade do Brasil elaborado pelo Serviço Geológico do Brasil -
CPRM (escala 1:2.500.000).
De acordo com o mapa, a Unidade está localizada em uma área de predominância de coberturas sedimentares clástico-carbonáticas
mesozoicas, consolidadas, associadas a bacias costeiras. Além disso, essas coberturas apresentam ocorrências, em diferentes
proporções, de rochas calcárias, contendo intercalações de sedimentos síltico-srgilosos.
Profundidade da Água Dados sobre a profundidade das Águas Subterrâneas não estão disponíveis.
Subterrânea
Direção do fluxo da água Os dados necessários para determinar a direção do fluxo de água subterrânea mais superficial não estão disponíveis e, portanto, o fluxo
subterrânea não pode ser determinado com precisão pela ERM. No entanto, com base na topografia da superfície, infere-se que a água subterrânea
geralmente flua na direção norte. É importante notar que a direção do fluxo de água subterrânea pode ser influenciada localmente e
regionalmente pela presença de áreas úmidas locais, topografia de superfície, áreas de recarga e descarga, inconsistências horizontais e
verticais nos tipos e localização de solos subterrâneos e proximidade à poços de bombeamento de água.
Permeabilidade dos solos As informações hidrogeológicas foram obtidas através do Mapa de Geodiversidade do Brasil elaborado pelo Serviço Geológico do Brasil -
superficiais CPRM (escala 1:2.500.000). De acordo com o mapa, a Unidade está localizada em uma área de terrenos calcários que costumam ser
portadores de cavidades de ligação direta entre os fluxos d’água superficiais e subterrâneos, favoráveis, portanto à infiltração de poluentes
e rápido caminho para as águas subterrâneas.
Poços de captação de De acordo com os dados do Sistema de Informações de Águas Subterrâneas desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), não
água subterrânea existem poços de captação de água subterrânea dentro de um raio de 500 metros da Unidade.
conhecidos e uso
Poço de captação de Água Conforme reportado, o TMA e TMU não possuem poços de captação de água subterrânea.
Subterrânea na Unidade
Fonte: Informação disponível publicamente no Serviço Geológico do Brasil – CPRM).

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RECEPTORES SENSÍVEIS

A área está localizada na Zona Especial Portuária Consolidada – ZEPC., previsto no Plano Diretor da Cidade. A Unidade encontra-se a aproximadamente entre 3 m e 9 m
acima do nível do mar. Não existem áreas residenciais adjacente aos limites da Unidade.
O uso atual das propriedades ao entorno da Unidade está descrita a seguir:
Norte RHI Magnesita, Paranapanema e área verde.
Sul Praia Boca do Rio (Prainha), Ford e área verde.
Leste Área verde e Área Administrativa da Codeba.
Oeste Baía de Todos os Santos – Oceano Atlântico.

2.2.2 Sensibilidade e Vulnerabilidade – Site 2


A vulnerabilidade da água subterrânea do Terminal de Aratu é considerada alta, dadas as características geológicas da região, conforme descrito acima. A
sensibilidade da água subterrânea é considerada baixa a moderada devido à ausência de poços de captação subterrânea dentro e ao redor da Unidade.

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3 MEIO AMBIENTE

A ERM avaliou o documento nomeado “Anexo I – Informações Técnicas – FAFEN BA” elaborado em Abril de 2019 pela Unidade e nos quais constam dados
referentes ao processo de arrendamento da Unidade e dos Terminais.
Além disso, a ERM também avaliou o “ Anexo IV – Relatório de Passivos Ambientais (Partes I e II) BAHIA”, elaborado em Maio de 2019 pela Unidade, no
qual constam as informações referentes ao cumprimento das condicionantes ambientais do licenciamento e a identificação de passivos existentes em
relação aos diversos temas de meio ambiente, solo e água subterrânea e saúde e segurança.
Considerando a análise destes documentos em conjunto com as observações da visita técnica e avaliação dos demais documentos pertinentes à cada
tópico, as questões de meio ambiente, solo e água subterrânea e saúde e segurança identificadas como passivo estão apresentadas conforme a seguir.

QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
Licenciamento Ambiental
Nível Federal
A Unidade está inscrito no Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Unidade A ERM não identificou questões
utilizadoras de Recursos Ambientais – CTF do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos relacionadas a esse tópico.
Naturais Renováveis - IBAMA. A Unidade também possui o Certificado de Regularidade do CTF n. º
56389, emitido em 04 de Março de 2020 e válido por três meses.
O Terminal está inscrito no Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Terminal A ERM não identificou questões
utilizadoras de Recursos Ambientais – CTF do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos relacionadas a esse tópico.
Naturais Renováveis - IBAMA. O Terminal também possui o Certificado de Regularidade do CTF n. º
5251808, emitido em 04 de Março de 2020 e válido por três meses.
Nível Estadual
A Unidade possui Licenças de Operação emitidas pelo órgão estadual do estado da Bahia, INEMA – Unidade Verificar e adequar juntamente ao
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, todas em nome da “Petróleo Brasileiro S.A – Petrobrás INEMA a delimitação da área licenciada
- FAFEN – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados” e com CNPJ nº 33.000.167/1122-52, conforme listado pela RLO nº 3958, referente às
a seguir: operações da Unidade industrial da
■ 3958, emitida em 11 de Novembro de 2012 e válida até 11 de Novembro de 2020; licencia a FAFEN/BA.
produção de 1.500 ton/dia de amônia, 1.500 ton/dia de ureia, 30 ton/dia de hidrogênio; 1.875 Multas e penalidades podem ser
ton/dia de dióxido de carbono, 110 ton/dia de ácido nítrico diluído, 110/ton dia de ácido nítrico aplicáveis devido a divergência de

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
concentrado, 600 ton/dia de ARLA 32, e operação das Estações de telecomunicação informações de delimitação das áreas
transmissoras de radiofrequência da Unidade. A Unidade não soube informar qual a licenciadas.
delimitação da área licenciada perante ao órgão ambiental;
■ 12.111, emitida em 26 de Julho de 2016 e válida até 26 de Julho de 2020; licenciando a
operação da Unidade de envase, armazenamento e distribuição de ARLA I, com capacidade
de 47.200 m³/ano (21.244,80 ton/ano); e
■ 8699, emitida em 29 de Outubro de 2014 e válida até 20 de Outubro de 2019; licencia o
transporte dutoviário de 40 ton/h de amônia, interligando a FAFEN (Pólo Industrial de
Camaçari) com o Porto de Aratu, através da dutovia Pólo/Porto de Aratu/RLAM, podendo
efetuar transferência também no sentido Porto de Aratu/FAFEN. A ERM visualizou o protocolo
de renovação da licença, protocolado no dia 21 de Maio de 2019, dentro do prazo legal
estipulado.
Por localizar-se dentro do Polo Industrial de Camaçari, a Unidade também está licenciada conforme a
Licença de Operação nº 16.507 concedida ao “Comitê de Fomento Industrial de Camaçari – COFIC,
inscrito sob o CNPJ nº14.040.406/0001-02, emitida em 13 de Julho de 2018 e com validade de 8 anos.
Esta licença possui condicionantes relacionadas à gestão ambiental no polo, gerenciamento dos
recursos hídricos e efluentes líquidos, emissões atmosféricas, gerenciamento de resíduos,
gerenciamento de riscos e atendimento a emergências.
As referidas licenças apresentam condicionantes relacionadas à tópicos de meio ambiente (tais quais
gerenciamento de áreas contaminadas, efluentes, emissões atmosféricas, resíduos, entre outros) e de
saúde e segurança ocupacional (tais quais cumprimento do Plano de Prevenção de Riscos Ambientais
– PPRA, Sistema de Proteção contra incêndio, entre outros).
A discussão das exigências técnicas das licenças de operação da Unidade e as demais licenças
ambientais aplicáveis a nível estadual estão dispostas nos capítulos dos temas aos quais elas fazem
referência.
O Terminal possui Licença de Operação emitida pelo órgão estadual do estado da Bahia, INEMA – Terminal Requerer à CODEBA que formalize os
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, todas em nome da “Petróleo Brasileiro S.A – Petrobrás limites de responsabilidades entre TMA
- FAFEN – Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados” e com CNPJ nº 33.000.167/1124-14, conforme listado e TMU visando o atendimento ao
a seguir: licenciamento ambiental vigente. Multas
e penalidades podem ser aplicáveis
 9348, emitida em 03 de Março de 2015 e válida até 03 de Março de 2020; licencia o
devido ao não atendimento ao
armazenamento, carregamento e descarregamento portuário dos fertilizantes, Uréia, Fosfato

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
Monoamônic (MAP, granulado/pó), Cloreto do Potássio (KCl, granulado/pó), Rocha Fosfática, licenciamento ambiental vigente.
Sulfato de Amônio (SAM), Superfosfato Triplo (TSP) e Super Fosfato Simples (SSP), cuja
capacidade de armazenamento é de 32.000 toneladas de fertilizantes e de 30.000 toneladas de
amônia anidra. A ERM visualizou o protocolo de renovação da licença, protocolado no dia 31 de
Outubro de 2019, dentro do prazo legal estipulado.
Ressalta-se que essa licença contempla o Terminal Marítimo de Amônia (TMA) e o Terminal Marítimo
de Ureia (TMU), os quais localizam-se em diferentes áreas do Porto de Aratu. Conforme verificado, a
licença não possui uma delimitação clara de quais exigências técnicas se aplicam a cada um dos
Terminais.
Conforme informado, entre o período de 2014 – 2016 houve o subarrendamento da área do TMU para Terminal Verificar a existência de pendências
uma empresa denominada “Intermarítima”, a qual realizava o transporte de Ureia e demais fertilizantes perante à CODEBA e delimitar
(especificações não informadas). Conforme reportado, durante esse período as licenças não foram responsabilidades das partes.
transferidas para esta empresa terceira e não houve uma consulta com a Companhia das Docas do Eventuais penalidades ou penalidades
Estado da Bahia (CODEBA) informando estas alterações. Demais documentos e informações referentes relacionadas ao período operado pela
a esse período não foram disponibilizadas para revisão da ERM. Intermarítima podem exceder o nível de
materialidade.
Multas e penalidades podem ser
aplicáveis devido ao período de
operação do Terminal pela
Intermarítima.
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro Unidade Requerer o AVCB para a Unidade e o
S.A. em maio de 2019 e conforme verificado pela ERM, nenhuma das Unidades possui Auto de Vistoria Terminal Terminal considerando as operações
do Corpo de Bombeiros – AVCB vigente ou Autorização para Adequação, conforme previsto no Decreto em cada propriedade.
Estadual nº. 16.302/2015. Segundo reportado, o AVCB da Unidade ainda não foi requerido e existe um Realização de obras, aquisições de
plano de ação interno para requerer esta documentação junto ao Corpo de Bombeiros. Este plano de equipamentos e intervenções
ação teria como escopo solicitar o AVCB considerando o cenário de planta em estado de hibernação, o específicas para as adequações
qual não atenderia a um cenário de operação da planta em larga escala. Considerando o Terminal, o necessárias visando obtenção do
AVCB será solicitado em conjunto com a Braskem e a Ultracargo (empresas vizinhas), devido ao fato de AVCB.
que toda a estrutura de combate à incêndios da Unidade é proveniente dessas empresas. Multas e penalidades podem ser
Conforme reportado, a Unidade é composta por sistema denominado Rede de Água de Combate à aplicáveis devido à ausência de AVCB
Emergência – RACE. Este sistema é composto por duas bombas dedicadas e dois tanques de água

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
com capacidade para 55 m³. Um tanque adicional de água clarificada com mesma capacidade está e não atendimento às legislaçãoes
alinhado ao sistema para ser acionado em caso de necessidade. Adicionalmente, o sistema de bombas vigentes.
é interligado com o fornecimento de água da Distribuidora de Água de Camaçari - DAC para garantir
suprimento de água em caso de consumo do volume contido nos três tanques. O tanque de água da
ETA também pode ser revertido para o combate a emergências.
Os representantes da Unidade afirmaram que o sistema de bombas não é totalmente automático e que
a capacidade de resposta existente na Unidade em cenário de hibernação também atende a cenário de
operação em larga escala, visto que não houve redimensionamento da capacidade de resposta após a
hibernação.
Segundo reportado, O Terminal não conta com sistema dedicado de combate a incêndios. Todo o
suprimento de água para o TMA é garantido através de bombas localizadas na Ultracargo e na
Braskem. As reservas da Ultracargo estariam dimensionadas para abastecer tanto as suas
necessidades internas, quanto as necessidades do TMA e, caso seja necessário, o sistema é
dimensionado para direcionar água do mar para as operações de combate. Os equipamentos
localizados dentro do TMA não possuem acionamento automático.
A ERM não teve acesso a informações do sistema de combate à incêndios do TMU.
Nível Municipal
A Unidade possui Alvará de Funcionamento definitivo junto à Prefeitura Municipal de Camaçari, nº Unidade Renovar os Alvarás do Ambulatório e
0001278001, emitido em 10 de Junho de 2019 e com validade por tempo indeterminado. do Refeitório da Unidade perante à
Conforme reportado, a Unidade não possuía informações referentes ao status do Alvará do Ambulatório Vigilância Sanitária Municipal.
emitido pela Vigilância Sanitária Municipal. De acordo com representantes, o Alvará do Refeitório, Multas e penalidades podem ser
também emitido pela Vigilância Sanitária Municipal atualmente encontra-se vencido e não foi renovado aplicáveis devido à ausência de alvarás
devido aos trâmites em andamento do AVCB, pré-requisito para a obtenção do mesmo. A ERM não válidos.
teve acesso a essas documentações.
A Unidade possui Alvará de Funcionamento junto à Prefeitura Municipal de Candeias, nº 01022/2017, Terminal A ERM não identificou questões
emitido em 08 de Maio de 2017, sem data de validade. relacionadas a esse tópico.

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CONSIDERAÇÕES
Água
O fornecimento de água na Unidade é realizado através das seguintes fontes: Unidade Verificar às questões relacionadas à
■ Captação de água subterrânea (abastecimento para uso industrial); segurança patrimonial e segurança
■ Distribuidora de Água de Camaçari (abastecimento para uso sanitário e combate a incêndio); e hídrica referente aos poços de
■ Galões de 20L (abastecimento para água de beber). captação de água subterrânea da
Unidade.
Captação de água subterrânea: captação de água através de cinco poços de captação, a qual é Verificar se existem contratos ou
captada e tratada (clarificação e desmineralização) na Estação de Tratamento de Água (ETA) da acordos celebrados com os
Unidade e utilizada para fins industriais. Conforme reportado, essa ETA previamente pertencia à uma proprietários dos poços localizados fora
empresa terceira denominada “Opersan” e que, conforme previsão de contrato ("built to suit" - contrato dos limites da propriedade.
de construção ajustada), atualmente pertence à FAFEN. Informações referentes ao status do Realizar o monitoramento e a dos
licenciamento (proprietária, validade, etc), o detalhamento do processo produtivo e documentos da parâmetros de qualidade de água para
Opersan não foram disponibilizados para revisão da ERM. A ERM teve acesso ao contrato celebrado consumo humano e industrial para
entre a Petrobras e a Geoplan (futuramente incorporada pela Opersan) e os demais aditivos de contrato atendimento à condicionante da RLO.
disponibilizados. Conforme revisado, o contrato não possui cláusulas específica referente à passivos Multas e penalidades podem ser
ambientais. A cláusula décima quarta (cessão de terreno em comodato), dentre as obrigações da aplicáveis devido à ausência de
Geoplan constam: “14.2.3. Zelar pelo terreno como se seu fosse fazendo sob sua exclusiva monitoramento dos parâmetros de
responsabilidade e sem ônus para a Petrobras, todos os serviços de conservação e reparos que se qualidade de água para consumo
fizerem necessário, a fim de que, em caso de encerramento do presente Contrato, o terreno seja humano e industrial, que caracteriza o
restituído à Petrobras nas mesmas condições em que for recebido, acrescido dos melhoramentos e/ou não cumprimento de condicionantes da
benfeitorias”. RLO.
Conforme licença nº 18.009 emitida pelo INEMA em 26 de Março de 2019 e válida até 26 de Março de
2023, os poços possuem as seguintes especificações: Regularização da situação do
■ Poço 1: vazão de 1900 m³/dia, durante 23h/dia; tamponamento do poço e manutenção
■ Poço 2: vazão de 6790 m³/dia, durante 23h/dia; da proibição de captação da água, bem
■ Poço 3: vazão de 6790 m³/dia, durante 23h/dia; como da outorga se for o caso.
■ Poço 4: vazão de 5160 m³/dia, durante 23h/dia; e
■ Poço 5: vazão de 4500 m³/dia, durante 23h/dia.
De acordo com o Relatório de Cumprimento de condicionante dos 5 poços de produção da FAFEN-BA
emitido pela Petrobras em novembro de 2018, foram evidenciados o atendimento às condicionantes que
estabelecem volume máximo permitido por dia conforme solicitação do órgão ambiental. Relatórios mais

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CONSIDERAÇÕES
recentes não foram disponibilizados para revisão da ERM. Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos
Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em maio de 2019, atualmente o poço 5
encontra-se fora de operação.
Ainda Conforme Anexo IV, a Unidade possui uma Outorga de captação de água subterrânea de um
poço interno da FAFEN-BA (2012-001465/OUT/RENOV-0069), vencida em 24 de Setembro de 2017.
Conforme Relatório, o poço não é utilizado devido às solicitações da CETREL e também reportam que
não foram disponibilizadas documentações referentes ao não uso do poço, renovação desta licença
nem sobre previsões de descomissionamento deste poço. A ERM não teve acesso à essas
documentações.
De acordo com representantes da Unidade, todos os poços localizam-se fora dos limites da
propriedade. Conforme reportado, atualmente existem questões relacionadas à segurança patrimonial
dos poços e que podem impactar na disponibilidade hídrica para a Unidade.

Distribuidora de Água de Camaçari: empresa pertencente à Braskem, fornece água potável à Unidade
para fins sanitários e de atendimento a emergências.

Galões de 20L: conforme reportado, o fornecimento de água para beber à Unidade é realizado somente
através de galões de água. Conforme relatório de análise de potabilidade de água referente a Outubro
de 2019, os padrões microbiológicos encontram-se dentro dos limites legais estabelecidos.
O fornecimento de água no terminal é realizado através das seguintes fontes: Terminal A ERM não identificou questões
■ Abastecimento público (abastecimento para uso sanitário e combate a incêndio); e relacionadas a esse tópico
■ Galões de 20L (abastecimento para água para consumo humano).

Abastecimento Público: De acordo com representantes, o fornecimento de água para o Terminal para
fins sanitários e de atendimento à emergências é realizado pela Empresa Baiana de Águas e
Saneamento (EMBASA)

Galões de 20L: fornecimento de água de beber no Terminal é realizado somente através de galões de
água.

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
Efluentes
Conforme reportado durante a visita técnica e de acordo com o documento de Gerenciamento de Unidade A ERM recomenda a realização do
Recursos Hídricos e Efluentes, elaborado em 08 de Maio de 2014 pela Petrobras, os efluentes gerados estudo que comprove o atendimento à
na Unidade incluem: exigência técnica nº 24 XXIV, ou seja, a
■ Efluente Sanitário: proveniente dos sanitários, vestiários e restaurante, o qual é destinado realização de estudo do atual sistema
através das drenagens do SO (“Sistema Orgânico”) e enviados por estas tubulações para de drenagem de efluentes, com foco na
tratamento na CETREL, empresa terceira responsável pelo tratamento de efluentes das melhoria e otimizações do mesmo.
indústrias do Pólo de Camaçari;
■ Efluente Industrial: proveniente das águas pluviais contaminadas, águas utilizadas no combate Multas e penalidades podem ser
a incêndios, águas de lavagem de pisos e equipamentos da área industrial e efluente de aplicáveis devido à ausência de
laboratório. Este efluente é destinado à um sistema de pré-tratamento (bacia de efluentes) atendimento à referida exigência
através de drenagens dedicadas, localizado na própria Unidade. Após este pré-tratamento, técnica nº 24 XXIV.
este efluente também é destinado através das drenagens do SO (“Sistema Orgânico”) e
enviados por estas tubulações para tratamento na CETREL; e A ERM não identificou questões
■ Efluente de Torres de Resfriamento: proveniente de purgas das torres de resfriamento, o qual relacionadas aos demais itens desse
é direcionado através das drenagens do SI (“Sistema Inorgânico”) juntamente ao sistema de tópico.
drenagem de águas pluviais da Unidade.
Durante visita técnica, a ERM visualizou mapas de drenagens de efluentes da área da Unidade.
Conforme mapa analisado e entrevistas realizadas, as linhas de drenagem apresentavam
inconsistências de nomenclatura em relação aos demais documentos apresentados e, portanto, não foi
possível realizar uma análise detalhada do direcionamento de cada uma das drenagens presentes na
Unidade.
A ERM não teve acesso a informações referentes a geração e destinação final dos efluentes gerados
pela Estação de Tratamento de água, a qual era operada pela empresa Opersan.
Em relação às condicionantes técnicas da LO nº 3958, tem-se:
■ A exigência técnica nº 10 (X) determina que a Unidade deve enviar o efluente proveniente do
sistema de pré-tratamento (bacia de efluentes) e o efluente sanitário para o SO (“Sistema
Orgânico”) dentro dos padrões de lançamento estabelecidos pela Portaria IMA nº 12.604/200
realizando monitoramento a cada 5 (cinco) dias, encaminhando o relatório com resultados ao
INEMA;

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CONSIDERAÇÕES
■ A exigência técnica nº 11 (XI) determina que a Unidade deve enviar os efluentes de processo,
incluindo as águas pluviais contaminadas, águas utilizadas no combate a incêndios, águas de
lavagem de pisos e equipamentos da área industrial e efluente de laboratório para o sistema
de pré tratamento (bacia de efluentes), antes do seu lançamento no Sistema Orgânico (SO) da
CETREL;
■ A exigência técnica nº 16 (XVI) determina que a Unidade mantenha a realização do
automonitoramento para avaliação do cumprimento dos padrões de lançamento de efluentes,
conforme frequências estabelecidas e enviando relatório ao INEMA até o 10º dia útil de cada
mês;
■ A exigência técnica nº 19 (XIX) estabelece que a Unidade deve manter, pelo prazo de um ano,
os registros eletrônicos de vazão de efluentes líquidos enviados para o Sistema Não
Contaminado (“SN” – também chamado de “SI” – Sistema Inorgânico) e o Sistema Orgânico
(“SO”) da CETREL disponíveis para a fiscalização do INEMA;
■ A exigência técnica nº 24 XXIV determina que a Unidade deve realizar estudo do atual sistema
de drenagem de efluentes, com foco na melhoria e otimizações do mesmo. A ERM não teve
acesso ao referido estudo; e
■ As exigências técnicas nº 28 (XXVIII), nº 29 (XXIX) e nº 30 (XXX) também estão relacionadas a
efluentes e reiteram o que já foi mencionado nas condicionantes listadas acima.
Além disso, por localizar-se dentro do Polo Industrial de Camaçari, a Unidade também está licenciada
conforme a licença de operação nº 16.507 (COFIC) e que possui condicionantes efluentes líquidos.
Destaca-se a exigência II.d, a qual determina que a Unidade deve manter os seus sistemas de efluentes
líquidos interligados aos sistemas de efluente da CETREL e cumprir os padrões de lançamento de
efluentes especificados na Licença.
A ERM não foi informada acesso à dados de fossas sépticas presentes na Unidade.
Não há como comprovar o atendimento às condicionantes 16 a 19 da LO, por ausência de Unidade A ERM recomenda disponibilizar
disponibilização de relatório de automonitoramento para revisão. A Unidade disponibilizou uma planilha relatórios de automonitoramento dos
contendo um laudo de análises de parâmetros de efluentes. efluentes de 2019 e 2020, bem como a
Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental (RTGA), elaborado em Março de 2019 pela realização de avaliação dos resultados
Petrobras, este relatório de automonitoramento foi enviado no prazo e os parâmetros analisados dos padrões atuais em relação à
atendem aos valores estabelecidos pela legislação ambiental vigente. legislação vigente

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CONSIDERAÇÕES
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro Multas e penalidades podem ser
S.A. em maio de 2019, através de documentações avaliadas, foram identificadas situações de não aplicáveis devido ao lançamento de
atendimento para efluentes quanto aos parâmetros de temperatura, pH, nitrogênio amoniacal, matéria efluentes fora dos padrões
sólida em suspensão e fosfatos. Além disso, conforme informado neste Anexo IV, ocorreram dois estabelecidos pela legislação vigente.
rompimentos da tubulação enterrada de efluente orgânico (alto teor de amônia), fabricado em fibra de
vidro, com contaminação de solo e também existem caixas de passagem na Unidade que, em ocasião
de chuvas, transbordam e o efluente com alto teor de amônia atinge a rede de efluente não
contaminado (pg. 23).
A Unidade também possui dois separadores de água e óleo (SAO), conforme a seguir: Unidade ERM recomenda que a Unidade:
■ SAO I, localizado na unidade de produção de Ureia II ("SAO I"), na porção norte da Unidade; ■ Realize uma inspeção na
■ SAO II, localizado anteriormente ao sistema de pré-tratamento (bacia de efluentes), na porção estrutura da SAO I e na
sul da Unidade. drenagem de efluentes;
Conforme reportado e observado durante a visita técnica, o SAO I encontra-se desativado desde a ■ Elabore um Plano de Ação; e
hibernação das operações e nele foram identificados acúmulos residuais de óleo e água de chuva. ■ Execute o Plano de Ação
Durante a visita, a ERM pode verificar uma danificação estrutural no sistema de SÃO I (quebra de
concreto), o que poderia viabilizar a chegada deste efluente até a canaleta de águas pluviais da
Unidade.
No que consiste a Unidade, a ERM visualizou pontos em que as drenagens de efluentes industriais e de Unidade A ERM recomenda que seja realizada
coleta de água de chuva encontravam-se próximas, tais como em na área de balança ferroviária, Terminal uma inspeção na rede de drenagem de
adjacente ao Armazém de Ureia II e localizada na porção central da Unidade. efluentes (industriais e pluviais) e
No que consiste o Terminal, a ERM verificou o seguinte: elaborar respectivo Plano de Ação para
■ A presença de drenagens e de contenção de efluente oleoso no interior da área de casa de recuperação.
bombas do TMA. Conforme reportado, todo efluente é drenado via sucção de caminhões e
essas contenções e drenagens não direcionam o efluente externamente à casa de bombas. A
ERM não pode avaliar as condições de integridade dessas estruturas de drenagens e de
contenção devido a limitações visuais da área; e
■ Durante visita técnica ao TMU, a ERM observou diferentes linhas de drenagem contendo
resíduos e efluentes oleosos percorrendo a Unidade e uma estrutura de aproximadamente 2
m², semelhante a um sistema separador água e óleo. Os representantes da Unidade não
possuíam informações referentes a especificação dessas linhas e da estrutura identificada.

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CONSIDERAÇÕES
Além disso, de acordo com representantes da Unidade, o sistema de pré tratamento de efluentes
apresentava uma estrutura danificada e que foi reparada em torno de 2018. A ERM não teve acesso ao
plano de recuperação da bacia.
Terminal Marítimo de Amônia (TMA) Terminal Realizar o monitoramento de efluentes
Conforme reportado durante a visita, os efluentes gerados no TMA incluem: lançados no mar e desenvolver um
■ Efluente Sanitário: proveniente dos sanitários, vestiários e copa, o qual é destinado para uma mapa de drenagens de efluentes da
fossa (especificações não fornecidas) e drenado por caminhões para tratamento externo área do TMA e do TMU.
(reportadamente 1x/semana); e Caso necessário realizar obras de
■ Efluente Industrial: óleo usado gerado na casa de bombas. Conforme reportado e verificado adequação da rede de drenagens e/ou
durante visita técnica, o TMA não possui um sistema dedicado à drenagem de efluentes instalação de processo de tratamento
industriais. adequado em atendimento à legislação
aplicável.
Terminal Marítimo de Ureia (TMU) Multas e penalidades podem ser
Conforme reportado durante a visita, os efluentes gerados no TMU incluem: aplicáveis devido ao lançamento de
■ Efluente Sanitário: proveniente dos sanitários, o qual é destinado para fossas sépticas efluentes no mar fora dos padrões
localizadas na Unidade; e estabelecidos pela legislação vigente
■ Efluente Industrial: o TMU não possui geração e um sistema dedicado à drenagem de
efluentes industriais.
A LO nº 9348 possui exigências técnicas relacionadas à efluentes, conforme citado a seguir:
■ A Exigência Técnica nº 2 (II) determina que o Terminal deve enviar as águas de lavagens de
pisos e equipamentos e águas pluviais contaminadas para a Unidade industrial FAFEN/BA em
Camaçari e posteriormente enviadas para tratamento na CETREL; e
■ A Exigência Técnica nº 3 (III) determina que o Terminal deve monitorar e controlar os efluentes
lançados no mar obedecendo os padrões estabelecidos no Art. 16 da Resolução CONAMA nº
430 de 13/05/2011, com frequência semanal, encaminhando trimestralmente os resultados ao
INEMA.
Ressalta-se que, conforme verificado, a licença não possui uma delimitação clara de quais exigências
técnicas se aplicam a cada um dos Terminais. Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental
(RTGA), elaborado em Março de 2019 pela Petrobras, as condicionantes II e III foram atendidas.
Os relatórios de monitoramento de efluentes lançados no mar e um mapa de drenagens de efluentes
das áreas do TMA e TMU não foram disponibilizados para revisão da ERM.

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CONSIDERAÇÕES
Águas pluviais
Conforme reportado e verificado durante visita técnica, a Unidade possui linhas de drenagem dedicadas Unidade A ERM não identificou questões
à captação de águas pluviais, a qual é destinada através das drenagens do Sistema Inorgânico e relacionadas a esse tópico.
enviados por estas tubulações para tratamento na CETREL.
Terminal Marítimo de Amônia (TMA): Conforme reportado e verificado durante visita técnica, o TMA Terminal Realizar o monitoramento de águas
possui canaletas dedicadas para a drenagem das águas pluviais pela Unidade. Conforme reportado, as pluviais lançados no mar e desenvolver
canaletas direcionam as águas pluviais para o mar sem tratamento prévio. Ainda de acordo com mapa de drenagem de águas pluviais
representantes, existe um monitoramento dessas águas, o qual ocorre com uma frequência semanal nas áreas do TMA e do TMU.
(2x/semana). Os relatórios de monitoramento de água de chuva lançados no mar não foram Caso necessário, realizar obras de
disponibilizados para revisão da ERM. Verificar seção de efluentes para mais detalhes sobre exigências adequação da rede de águas pluviais
técnicas relacionadas à lançamento de efluentes no mar. e/ou instalação de processo de
tratamento adequado para atendimento
Terminal Marítimo de Ureia (TMU): Durante visita técnica ao TMU, a ERM observou diferentes linhas de da legislação aplicável.
drenagem contendo resíduos e efluentes oleosos percorrendo a Unidade. A ERM não possui Multas e penalidades podem ser
informações referente a destinação final das águas pluviais drenadas. Verificar seção de Efluentes para aplicáveis devido ao lançamento de
mais detalhes sobre exigências técnicas relacionadas à lançamento de efluentes no mar. águas pluviais no mar fora dos padrões
estabelecidos legislação vigente.
Uso e Armazenamento de Materiais Perigosos
A Licença de Operação da Unidade não possui exigências técnicas relacionadas ao armazenamento de Unidade Regularizar as licenças relativas ao
produtos perigosos. A Unidade disponibilizou uma lista contendo os produtos químicos que são licenciamento atualizado de produtos
atualmente manipulados, os quais incluem cloro, ácidos, nitrogênio a granel, sais, carvão betuminoso, controlados pelo Exército e pela Polícia
inibidores, dispersantes, óleos hidráulicos, óleos lubrificantes, entre outros. Conforme verificado, a Civil da Unidade.
Unidade possui as seguintes licenças relacionadas à produtos químicos controlados: Multas e penalidades podem ser
■ Licença nº 6T/620/BA/16, emitida em 20 de Maio de 2014 pelo Exército Brasileiro, permitindo o aplicáveis devido à ausência de
uso de diversas substâncias tais quais ácido nítrico, cianeto de potássio, hidrazina, nitrato de licenças válidas.
potássio e trietanolamina válida até 01/03/2016 (licença vencida).
A Unidade disponibilizou para verificação da ERM, um Ofício do Exército, datado de 8 de Outubro de
2019 referente a um indeferimento do processo de revalidação do registro da Petrobrás. Conforme o
referido Ofício, a documentação solicitada para a revalidação não estava de acordo com os requisitos
legais estabelecidos pelo Órgão.

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CONSIDERAÇÕES
Conforme reportado por representantes da Unidade, existe um protocolo de renovação, o qual não foi
disponibilizado para revisão da ERM.
■ Licença de Funcionamento nº 2019-00518185 emitido em 10 de Novembro de 2019 e válido
até 09 de Novembro de 2020 e Certificado de Registro Cadastral nº 2003/007460 emitido em
06 de Dezembro de 2016 e sem data de validade. Ambos documentos emitidos pela Polícia
Federal. Conforme a referida Licença, a Unidade faz uso de diversas substâncias tais como:
permanganato de potássio, peróxido de hidrogênio, tolueno, acetona, ácidos, bases, entre
outros.
A Unidade disponibilizou um mapa mensal de entrada, consumo e estocagem de produtos químicos,
emitido para o trimestre Julho – Setembro de 2019. Conforme o referido documento, os estoques dos
produtos ácido nítrico, dicloridrato de hidrazina, trietanolamina,
nitrato de potássio e cianeto de potássio encontram-se zerados. A ERM não teve acesso aos
documentos de licenciamento da Unidade perante à Polícia Civil.
A Licença de Operação da Unidade não possui exigências técnicas relacionadas ao armazenamento de Terminal Regularizar as licenças relativas ao uso
produtos perigosos. Uma lista contendo todos os produtos químicos que são manipulados e utilizados de produtos controlados pelo Exército e
nos Terminais não foi disponibilizada para revisão da ERM. pela Polícia Federal e Civil do Terminal.
A ERM não teve acesso aos documentos de licenciamento de produtos controlados da Unidade perante Multas e penalidades podem ser
ao Exército, Polícia Federal e Polícia Civil. aplicáveis devido à ausência de
licenças válidas.
Tanques aéreos
Conforme documento disponibilizado, a Unidade possui um total de 30 tanques aéreos, que localizam - Unidade 1 A ERM não identificou questões
se nas áreas produtivas de Amônia I, Amônia II, Ureia II, Arla 32 e Ácido Nítrico. Os tanques ambientais materiais relacionadas a
armazenam diversos produtos químicos utilizados no processo produtivo, tais quais água esse tópico.
desmineralizada, fosfato, água amoniacal, carbamato, entre outras. De acordo com o documento, todos
os tanques possuem um regime e frequência de inspeção (que variam entre 12 e 240 meses), tanto
internamente quanto externamente. Os laudos de integridade dos tanques e a capacidade de cada um
deles não foi informada.
Durante visita técnica, os tanques observados pela ERM possuíam contenções secundárias de concreto
e sem manchas evidentes ou sinais de rachaduras ou fissuras. Não foi possível visitar todos os tanques
devido a restrições de tempo.

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CONSIDERAÇÕES

Além destes tanques, a ERM também identificou a presença de 2 tanques aéreos (TQ-330 e TQ-332,
especificações não fornecidas) localizados próximo ao sistema de pré tratamento de efluentes, na
porção sul da Unidade. Conforme reportado e conforme Plano de Gerenciamento de Resíduos da
Unidade (2019), estes tanques são utilizados para o armazenamento temporário de óleo usado. Durante
a visita técnica, a ERM observou que estes tanques estão posicionados sobre estruturas de concreto,
com contenção secundária e sem fissuras ou rachaduras.
Conforme reportado por representantes e observações durante visita técnica, o TMA possui 2 tanques Terminal A ERM não identificou questões
aéreos: ambientais materiais relacionadas a
■ Tanque de 80 m³, localizado na porção nordeste da Unidade e utilizado para armazenamento esse tópico.
de água potável para as torres de resfriamento e de atendimento à emergências. O tanque foi
observado em boas condições e sem manchas ou fissuras evidentes; e
■ Tanque de capacidade não informada, localizado na porção nordeste da Unidade e, conforme
reportado, encontra-se desativado. O tanque foi observado em boas condições, com
contenção secundária e sem manchas ou fissuras evidentes.
Tanques subterrâneos
Conforme documento disponibilizado, a Unidade possui 1 tanque aéreo interligado com uma estrutura Unidade Para informações referente à
semi-enterrada, denominada “poço”, que localiza - se na área produtiva de Amônia II, o qual realiza o contaminações do solo e água
armazenamento de uma substância de carbonato de potássio. De acordo com o documento, o tanque subterrânea devido às atividades de
possui um regime e frequência de inspeção, tanto internamente (a cada 120 meses) quanto tancagens, verificar o item 5.
externamente (a cada 180 meses). Os laudos de integridade e capacidade do tanque e do poço não
foram informados. Para mais informações sobre potencial contaminação de solo e água subterrânea
desta área, verificar o item 5, REC 2 – Área de Ureia II.
Conforme reportado por representantes, não há registros de tanques subterrâneos atuais e históricos no Terminal A ERM não identificou questões
TMA ou TMU. A ERM não observou evidências de tanques subterrâneos na área durante visita técnica. ambientais materiais relacionadas a
esse tópico.

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CONSIDERAÇÕES
Gerenciamento de Resíduos
A Unidade gera resíduos perigosos e resíduos não perigosos, os quais são armazenados Unidade A ERM recomenda as seguintes ações:
temporariamente em diferentes áreas da Unidade. De acordo com representantes, a gestão dos ■ Apresentar manifesto de
resíduos sólidos é de responsabilidade das áreas de Segurança, Meio ambiente e Saúde (SMS), de resíduos relacionado ao
Suprimentos, Bens e Serviços (SBS), de Suporte operacional e da empresa terceira “Enfil S/A – transporte e disposição final
Controle Ambiental”. dos resíduos perigosos;
A Licença de Operação da Unidade nº 3958, emitida em 11 de Novembro de 2012 e válida até 11 de ■ Solicitar às empresas terceiras
Novembro de 2020 possui diversas exigências técnicas relacionadas à resíduos, conforme citado a que a gestão da área de
seguir: resíduos “Vila” seja realizada
■ A exigência técnica nº 7 (VII) determina que a Unidade encaminhe todos os resíduos não conforme os padrões
recicláveis gerados para disposição final em aterro sanitário ou aterro industrial licenciados, de ambientais exigidos
acordo com o PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos); legalmente; e
■ A exigência técnica nº 14 (XIV) determina que a Unidade implemente as ações previstas no ■ Criar também um sistema de
PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos);e acompanhamento e controle.
■ A exigência técnica nº 18 (XVIII) determina que a Unidade mantenha o controle da Multas e penalidades podem ser
movimentação de resíduos sólidos da fábrica, que só deverão ser enviados para instalações aplicáveis devido à ausência das
de estocagem, tratamento ou disposições finais licenciadas. documentações referentes ao
Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental (RTGA), elaborado em Março de 2019 pela gerenciamento de resíduos, conforme
Petrobrás, as condicionantes acima citadas foram atendidas. legislações vigentes.
Além disso, por localizar-se dentro do Polo Industrial de Camaçari, a Unidade também está licenciada
conforme a licença de operação nº 16.507 (COFIC) e que possui condicionantes resíduos sólidos.
Destaca-se a exigência IV.1, a qual proíbe a disposição de Resíduos Classe I (perigosos) em aterros
industriais, no interior da poligonal definida para o Pólo Industrial de Camaçari, exceto aqueles que
forem submetidos a um pré –tratamento e atenderem aos critérios de disposição final conforme
estabelecem a licença e também sujeito à aprovação do órgão ambiental (INEMA).
As descrições de geração e destinação final destes resíduos constam a seguir.
Resíduos perigosos
Conforme o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Unidade emitido em 25 de Junho de
2019, os resíduos perigosos gerados na Unidade e sua respectiva destinação final são:
■ Lâmpadas fluorescentes – descaracterização e reciclagem;
■ Lodo de tratamento de efluente industrial – co-processamento;

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CONSIDERAÇÕES
■ Óleo lubrificante/óleo de motor (usado) – rerrefino;
■ Produtos químicos vencidos ou usados – co-processamento;
■ Resíduo de pintura e outros revestimentos – co-processamento;
■ Resíduos contaminados com óleo (EPIs, trapos, madeira) - co-processamento;
■ Solventes - co-processamento;
■ Tambores contaminados com produto químico – alienação; e
■ Resíduo hospitalar – destinação final não informada.
Conforme verificado no PGRS, a Unidade faz o transporte e destinação final dos resíduos acima citados
através de empresas terceiras, tais quais: Stericycle Gestão Ambiental LTDA, Viva Ambiental e Serviços
S.A., 3E Locações e Serviços Ltda ME, CTR Bahia (aterro sanitário), entre outras. Os manifestos de
transporte de resíduos não foram disponibilizados para revisão da ERM.
Conforme Inventário de Resíduos Sólidos Industriais referente ao biênio 2017/2018 e emitido em Junho
de 2019, a Unidade gerou um total de 88,45 toneladas de resíduos perigosos (EPI contaminado, carvão
usado e resíduos de serviço de saúde) durante esse período.

Resíduos não-perigosos
Conforme o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Unidade emitido em 25 de Junho de
2019, os resíduos perigosos gerados na Unidade e sua respectiva destinação final são:
■ Plástico e borracha – reciclagem;
■ Pneus – devolvidos ao fabricante ou co-processamento;
■ Lá de vidro – aterro;
■ Sucata ferrosa e não ferrosa – devolvidas ao fabricante;
■ Catalisadores – alienação;
■ Resíduo de cimento e concreto – aterro;
■ Vidro – reciclagem; e
■ Madeira – reciclagem.
Conforme verificado no PGRS, a Unidade faz o transporte e destinação final dos resíduos acima citados
através de empresas terceiras, tais quais: Planeta Indústria e Serviços Ltda ME, Polybras Ambiental
Ltda ME, Limpec, Cooperativa de materiais recicláveis de Camaçari (COOPERMARC) Rodabrasil,
News Recicle Ltda, Gerdau Açominas S/A, entre outras. Os manifestos de transporte de resíduos de
todos os tipos de resíduos gerados na Unidade não foram disponibilizados para revisão da ERM.

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CONSIDERAÇÕES
Conforme Inventário de Resíduos Sólidos Industriais referente ao biênio 2017/2018 e emitido em Junho
de 2019, a Unidade gerou um total de 15,29 toneladas de resíduos recicláveis (papel, plástico e vidro) e
696,97 toneladas de resíduos não recicláveis (lixo comum, vegetação, materiais de isolamento térmico
e entulho).

Áreas de Armazenamento e Gerenciamento de Resíduos


Conforme reportado no PGRS, a Unidade possui uma central de resíduos, a qual é composta por uma
área coberta (3 baias) dedicada para armazenamento de materiais recicláveis, uma área coberta
dedicada para armazenamento de resíduos industriais (classe II) e uma área descoberta para
movimentação de resíduos e veículos. De acordo com documento, a Central de Resíduos fica sob a
responsabilidade da gerência de SMS e possui piso de concreto impermeabilizado, drenagem de águas
pluviais, controle de operação, ventilação, drenagem de líquidos percolados, bacia de contenção,
isolamento e sinalização. Além disso, conforme Plano, os tambores e contêineres são etiquetados e
inspeções periódicas da Central são conduzidas pela área de SMS.
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro
S.A. em maio de 2019, os resíduos armazenados na Central de Resíduos não seguiam os
procedimentos do PGRS, devido à resíduos perigosos observados armazenados em área sem
cobertura, sem identificação e sem a possibilidade de inspecionar os recipientes individualmente.
Durante a visita técnica, a ERM verificou que a área encontrava - se em boas condições de organização
e limpeza, com estruturas de contenção secundária e sem fissuras e rachaduras. A ERM também
observou que os resíduos estavam armazenados em contêineres apropriados e de acordo com cada
classe de resíduo.
Ainda de acordo com o PGRS, existem três outras áreas de armazenamento de resíduos na Unidade,
conforme a seguir:
■ Área de armazenamento de resíduos não recicláveis, sob gestão da Gerência de Serviços de
Apoio – visitado; em boas condições;
■ Pátio de sucatas, sob gestão da Coordenação de Suprimentos - visitado; em boas condições; e
■ Abrigo externo de resíduos hospitalares, sob gestão da saúde ocupacional – não visitado pela
ERM devido à restrições de tempo na Unidade.
Além disso, ressalta-se a importância das observações a seguir:

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
■ Tambores metálicos de óleo usado estavam armazenados na unidade de produção de Ureia II,
na porção norte da Unidade, em área sem contenção secundária e diretamente sob rejunte do
pavimento de concreto;
■ A ERM visitou uma área denominada "Vila", localizada na área sul da Unidade e na qual são
realizadas atividades de oficina e manutenção por empresas terceiras. Esta área possui um
galpão principal - pavimentado com concreto e coberto - onde são realizadas as atividades de
manutenção e uma área externa - áreas pavimentadas e não pavimentadas - onde resíduos
são temporariamente armazenados. No galpão principal, foram observados tambores
metálicos danificados, fissuras e manchas de óleo. Nas áreas externas, foram observados
resíduos diversos (material de isolamento térmico, madeiras e sucatas metálicas)
armazenados em big bags e também diretamente sob solo não pavimentado. Ainda na área
externa, foram observados tambores metálicos contendo óleo, tintas e vernizes armazenados
em área pavimentada, adjacente a áreas não pavimentadas. Ambas as áreas (pavimentadas e
não pavimentadas) continham vestígios destes resíduos armazenados em tambores; e
■ A ERM não teve acesso a informações referentes a geração e destinação final dos resíduos
gerados pela Estação de Tratamento de Água, a qual era operada pela empresa Opersan.
Há geração de resíduos perigosos e resíduos não perigosos no TMA e no TMU, os quais são Terminal A ERM recomenda as seguintes ações:
armazenados temporariamente em diferentes áreas. De acordo com representantes, a gestão dos ■ Apresentar o PGRS;
resíduos sólidos é de responsabilidade das áreas de Segurança, Meio ambiente e Saúde (SMS). ■ Apresentar manifesto de
resíduos relacionado ao
A Licença de Operação da Unidade nº 9348, emitida em 03 de Março de 2015 e válida até 03 de Março transporte e disposição final
de 2020 possui exigências técnicas relacionadas à resíduos, conforme citado a seguir: dos resíduos perigosos; e
■ A exigência técnica nº 9 (IX) determina que a Unidade acondicione adequadamente o óleo ■ Solicitar às empresas terceiras
usado e demais resíduos oleosos gerados na manutenção preventiva dos equipamentos, para que a gestão da área de
destinação final em unidades industriais de rerrefino devidamente licenciadas; resíduos “Vila” seja realizada
■ A exigência técnica nº 10 (IX) determina que a Unidade armazene os fertilizantes e faça a conforme os padrões
disposição dos resíduos decorrente do processo de varredura, em local devidamente coberto, ambientais exigidos
com piso impermeável e atendendo a capacidade de armazenamento estabelecida, sendo legalmente.
vedado o armazenamento a céu aberto fora dos galpões cobertos e sobre o solo; Multas e penalidades podem ser
■ A exigência técnica nº 11 (XI) determina que a Unidade colete os resíduos sólidos domésticos aplicáveis devido ao não atendimento à
provenientes da unidade administrativa/industrial em recipientes fechados, encaminhando-os legislação vigente.

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
para coleta pela Limpeza Pública Municipal, proibindo o descarte aleatório ou queima a céu
aberto; e
■ A exigência técnica nº12 (XII) determina que a Unidade cumpra o Plano de Gerenciamento de
Resíduos Sólidos – PGRS.

Ressalta-se que, conforme verificado, a licença não possui uma delimitação clara de quais exigências
técnicas se aplicam a cada um dos Terminais. Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental
(RTGA), elaborado em Março de 2019 pela Petrobrás, as condicionantes acima citadas foram
atendidas. Ainda conforme RTGA, o óleo usado é encaminhado para a empresa “Lwart Lubrificantes do
Nordeste” e os demais resíduos perigosos são encaminhados para tratamento e disposição na CTR
Bahia.

Terminal Marítimo de Amônia (TMA)

O PGRS da Unidade não foi disponibilizado para revisão da ERM.


Conforme reportado, os resíduos perigosos gerados na Unidade compreendem óleo usado e materiais
contaminados com óleo (EPIs, estopas, areia ou brita) e os resíduos não perigosos compreendem
resíduo comum e materiais recicláveis (não especificados).
De acordo com representantes, os resíduos contaminados com óleo (EPIs, estopas, areia ou brita) são
armazenados temporariamente em big bags ou tambores e enviados conforme d à Unidade 1 para
destinação final. Os resíduos não perigosos são armazenados em cestos de resíduos localizados
próximo à portaria do TMA.

Além disso, ressalta-se a importância das observações a seguir, relativas ao TMU:


■ Durante visita técnica ao TMA, a ERM observou uma área dedicada para armazenamento de
óleo usado, localizada entre a casa de bombas e a área do HTI (sistema de resfriamento da
amônia). Esta área possuía uma contenção secundária e estava sob capacidade máxima de
armazenamento. A ERM visualizou tambores em áreas adjacentes, localizadas em área não
pavimentada (brita) e com manchas de óleo de até 2 m²;

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
■ Durante a visita técnica ao TMA, a ERM também observou que na área do HTI, a qual possui
piso de concreto, apresentava fissuras, manchas escuras e vestígios de óleo, além de
tambores metálicos de armazenamento de óleo usado; e
■ A ERM não teve acesso a dados históricos de armazenamento de resíduos na área.

Terminal Marítimo de Ureia (TMU)

O PGRS da Unidade não foi disponibilizado para revisão da ERM.


Os dados de geração de resíduos perigosos e não perigosos da Unidade não foram fornecidos para a
ERM.
Além disso, ressalta-se a importância das observações a seguir, relativas ao TMU:
■ O TMU possui uma área de descarregamento de ureia, localizado na porção leste da Unidade.
A área é coberta, pavimentada e possui uma estrutura subterrânea de acúmulo da ureia para
posterior transferência para as esteiras de carregamento. Durante visita técnica, a ERM
observou que há um acúmulo de resíduos não caracterizados do processo. A Unidade não
possuía informações relativas à especificações de resíduo, quantidades e previsão de
disposição final (plano de remoção) dos mesmos;
■ A ERM observou resíduos metálicos (rolamento de esteira transportadora) acumulados em
uma área ao lado da esteira MM-5401, na porção norte da Unidade, e que foi observado
contendo borra oleosa acumulada. Esta área encontra-se próxima a um sistema de canaletas e
os representantes da Unidade não souberam informar qual a destinação dessas drenagens;
■ Durante visita técnica, foram observados 4 IBCs com monoetilenoglicol, armazenados na
porção noroeste da Unidade, sob pallets e em área não pavimentada. Conforme reportado,
essas substâncias são utilizadas no processo de resfriamento da amônia no TMA e foram
temporariamente armazenadas no TMU devido a questões logísticas;
■ Durante visita técnica ao TMU, não foi possível observar se as esteiras do TMU continham
residuais do processo de transferência de produtos; e
■ A ERM não teve acesso a dados históricos de armazenamento de resíduos na área.

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CONSIDERAÇÕES
Emissões Atmosféricas
Para a Unidade, a LO nº 3958 possui exigências técnicas relacionadas às emissões atmosféricas, Unidade A ERM não identificou questões
dentre elas apresentar ao INEMA inventário e automonitoramento de emissões atmosféricas e Terminal relacionadas a esse tópico.
implementar programa de detecção e reparo das fontes de emissões.
Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental (RTGA), elaborado em Março de 2019 pela
Petrobrás, as condicionantes acima citadas foram atendidas.
Durante a visita técnica, a ERM verificou o inventário de emissões atmosféricas da Unidade, emitido
pela Petrobrás em Fevereiro de 2020. Conforme documento, as fontes de emissões são conforme a
seguir:
Processo produtivo de Amônia:
■ Forno de aquecimento do dessulfurizador 103B;
■ Reformador primário 101B;
■ Caldeira auxiliar 101BA;
■ Torre desabsorvedora; w
■ Tocha do flare.
Processo produtivo de Ureia:
■ Tanque de solução de ureia;
■ Torre abatedora de amônia;
■ Tanque de solução de ureia concentrada e sistema de geração de vácuo;
■ Torre de granulação;
■ Tanque de condensado de processo;
■ Tanque de condensado de processo a tratar; e
■ Condensador de gases.

No que consiste o Terminal, a LO nº 9348 não possui exigências técnicas relacionadas a emissões
atmosféricas.
Conforme reportado, o TMA atualmente possui um contrato de utilização exclusiva do Flare localizado
na empresa Braskem, à leste da Unidade. Conforme reportado, o contrato está vencido e em trâmite de
renovação. A ERM não teve acesso à essa documentação. A Unidade também possui um vent
atmosférico, o qual, conforme reportado, é utilizado para emissões atmosféricas em caso de eventos de
manutenção ou falha no sistema Flare.

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CONSIDERAÇÕES
Em relação ao TMU conforme reportado e verificado pela ERM, atualmente a área não possui fontes
fixas ou fontes fugitivas de emissões. Além disso, a ERM não teve acesso à informações ou
documentos referentes à emissão de material particulado proveniente do TMU, quando em operação.
Para a Unidade, a LO nº 3958 possui exigências técnicas relacionadas às emissões atmosféricas, Unidade A ERM recomenda que a Unidade e
dentre elas apresentar ao INEMA inventário e automonitoramento de emissões atmosféricas e Terminal apresentem os relatórios de
implementar programa de detecção e reparo das fontes de emissões. automonitoramento de emissões
Conforme reportado, atualmente a Unidade somente realiza monitoramento de material particulado atmosféricas durante o período de
proveniente da torre de granulação do processo produtivo de Ureia. De acordo com representantes, operação.
nenhuma das fontes acima citadas possuem controle de abatimento de emissões atmosféricas. De Caso não realizem o monitoramento
acordo com a CONAMA nº 382/2006, que estabelece os limites de emissões para poluentes das fontes de emissão de poluentes
atmosféricos gerados na produção de fertilizantes nitrogenados, é necessário realizar o monitoramento atmosféricos, a ERM recomenda a
de emissões de material particulado e de amônia para as fontes de emissão dos processos de realização do mesmo.
evaporação, granulação e perolação. Caso seja identificado que as emissões
Durante visita técnica, a ERM visualizou o relatório de automonitoramento de Janeiro de 2020, e atmosféricas da Unidade e Terminal
verificou que não constavam dados de emissões. Conforme reportado, a ausência de dados de não estão em conformidade com a
emissões atmosféricas é devido ao atual estado de hibernação da Unidade. legislação vigente, a ERM recomenda a
elaboração de um Plano de Ação para
adequação das emissões à legislação
vigente.
Multas e penalidades podem ser
aplicáveis devido às emissões
atmosféricas fora dos padrões
estabelecidos pela legislação vigente.
Durante visita técnica para a Unidade e Terminal, a ERM também visualizou o relatório de emissões Unidade A ERM recomenda que que seja dada
fugitivas, emitido pela Petrobras e conduzido entre Dezembro de 2018 e Março de 2019. Os resultados Terminal continuidade às recomendações
são: apontadas no relatório Petrobras de
■ Unidade: foram monitorados 3985 pontos e identificados 71 pontos acima dos valores de 2018-201 (Relatório de Emissões
referência que caracteriza vazamento; e Fugitivas) para a realização de revisão
■ Terminal: foram monitorados 2481 pontos (Terminal – TMA) e identificados 20 pontos acima do atual cadastro de fontes fugitivas,
dos valores de referência que caracteriza vazamento. devido as modificações pelas quais as
Conforme relatório, as recomendações são: realização de revisão do atual cadastro de fontes fugitivas, áreas passaram ao longo do tempo;

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
devido as modificações pelas quais as áreas passaram ao longo do tempo; intervenções, manutenção e intervenções, manutenção e
continuidade do monitoramento das fontes. Conforme reportado por representantes da Unidade e do continuidade do monitoramento das
Terminal, um cronograma de ações e de manutenções foi realizado. A ERM não teve acesso a fontes.
documentações referentes à essas ações. Verificar se o cronograma de ações e
de manutenções foi realizado.
Odor, Ruído Ambiental e Vibrações
Para a Unidade o Terminal, as LO nº 3958 e LO nº 9348 não possuem exigências técnicas relacionadas Unidade A ERM recomenda que seja realizada
à odor, ruído ambiental e vibrações. Terminal uma análise de odores e ruídos no
Conforme reportado, não há registros de queixas e reclamações do entorno em relação à Unidade. No Terminal e plano de ação associado
entanto, há registros de queixas e reclamações da comunidade do entorno em relação à odores para endereçar as questões
provenientes do Terminal - TMA. A ERM não teve acesso a documentações referentes a estes relacionadas. Riscos reputacionais
processos. associados à questão não podem ser
descartados.
Durante a visita técnica, a ERM notou:
■ Unidade: ausência odores e ruídos característicos do processo produtivo. Não foram notadas
vibrações durante a visita; e
■ Terminal: presença odores e ruídos característicos da operação do TMA e TMU. Na área da
casa de bombas do TMA e em alguns pontos próximo às esteiras aéreas e do armazém do
TMU, o odor de amônia e ureia eram mais perceptíveis. Conforme reportado, o TMA possui 5
pontos distintos de controle de odores. Não foram notadas vibrações durante a visita.
Substâncias Restritas
Materiais Contendo Amianto
A legislação brasileira não estabelece requisito legal para realizar uma investigação ou remoção de Unidade A ERM não identificou questões
materiais contendo amianto instalado. A exigência de remoção de matérias contendo amianto ocorre terminal relacionadas a esse tópico.
quando os mesmos se encontram em condições friáveis. Os materiais que contém amianto (ACMs)
devem ser descartados como resíduos perigosos em uma instalação licenciada.
Para a Unidade, conforme observado pela ERM durante a visita, os materiais com potencial de conter
amianto são conforme a seguir:
■ Aproximadamente 215 m² de telhas (coberturas e prédio localizados na área de respostas à
emergências, na porção nordeste da Unidade); e

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
■ Isolamento de dutos localizados na unidade de produção de Ureia II, os quais foram
observados com material friável, com potencial de conter amianto. Não foi possível estimar
essas quantidades devido à ausência de informações.
De acordo com representantes, todas as telhas da unidade são de fibrocimento e a Unidade não possui
informações a respeito de material contendo amianto presente no isolamento de dutos.
Para o Terminal, durante visita técnica, a ERM não observou materiais com potencial de conter amianto
e, conforme reportado, os representantes da Unidade não possuíam conhecimento sobre materiais
desta natureza atualmente na Unidade. Conforme representantes, em 2009 foi feito um estudo em
relação a investigação e remoção de potenciais materiais contendo amianto na Unidade. Documentos
relacionados a estes estudos não foram disponibilizados para revisão da ERM.
Bifenilas Policloradas (PCBs)
A ERM inspecionou as propriedades com relação a tipos de equipamentos que podem estar Unidade A ERM recomenda que seja solicitado o
historicamente associados ao uso de bifenilas policloradas (PCBs) como fluido dielétrico, refrigerante ou Terminal laudo de análise dos transformadores
estabilizante. Alguns exemplos destes equipamentos que potencialmente podem conter PCBs ou óleo para PCBs para verificação da
contaminado com PCBs incluem transformadores, capacitores e dispositivos de alta tensão. A condição do equipamento. Caso o
legislação Brasileira baniu o uso de PCBs em 1981. referido laudo não tenha sido
Durante a visita técnica e análise de documentos, a ERM identificou: elaborado, a ERM recomenda a
■ Unidade: possui um inventário e relatórios de análises cromatográficas dos transformadores. realização.
Segundo o inventário, a Unidade possui 21 transformadores a óleo. Conforme verificado, os Caso o existam equipamentos venha
relatórios não contêm análises sobre a presença de PCBs nos óleos isolantes dos venham a ser classificados como
transformadores; e contaminado, o descarte dos mesmos
■ Terminal: possui 2 transformadores à óleo, 1 localizado no TMA e um localizado no TMU. Os deverá atender a legislação vigente e
representantes da Unidade não souberam informar se existe um inventário e relatórios de os mesmos deverão ser descartados
análises cromatográficas destes transformadores. como resíduo perigoso.
Durante visita técnica, a ERM observou que os transformadores estão distribuídos em diversas áreas da Para o assunto relacionado à
Unidade, que incluem subestações, áreas operacionais e postes. contaminação de solo e água
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro subterrânea, verificar o item 5.
S.A. em maio de 2019, os transformadores localizados na Unidade são preenchidos com óleo mineral,
não havendo transformadores contendo PCBs na Unidade.

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
Substâncias Degradadoras da Camada de Ozônio (ODSs)
Conforme observado, os equipamentos da Unidade com potencial de utilizar gases refrigerantes Unidade A ERM não identificou questões
controlados pelo Protocolo de Montreal (1987), implementado através do Decreto Federal Nº 99280/90, Terminal relacionadas a esse tópico.
incluem equipamentos de ar-condicionado. De acordo com Decreto Federal 2699/1998 (revogando o
Decreto 99280/90), o uso do R-22 está programado para ser extinto no Brasil até 2030.
Durante a Visita e de acordo com as informações obtidas, a Unidade e o Terminal não disponibilizaram
uma lista e não souberam informar quantidades desses equipamentos que podem conter gases
refrigerantes. Conforme informado, a manutenção destes é feita por empresa terceira (razão social não
disponível).
Materiais radioativos
Para a Unidade, a LO nº 3958 possui exigências técnicas relacionadas à materiais radioativos, as quais Unidade A ERM não identificou questões
incluem a realização de serviços de radioproteção para assegurar limites de dose estabelecidos pelo Terminal relacionadas a esse tópico.
CNEN, realizar a reciclagem de treinamento de proteção radiológica e realizar o monitoramento do
índice de radiação no topo do reator R-5202.
Conforme Relatório Técnico de Garantia Ambiental (RTGA), elaborado em Março de 2019 pela
Petrobrás, as condicionantes acima citadas foram atendidas.
Documentos de licenciamento perante ao CNEN não foram disponibilizados para revisão da ERM.
Conforme revisado durante visita técnica, o Relatório de Monitoramento de Radioproteção da Unidade,
elaborado em Janeiro de 2020 reportou que a medição referente a este mês não foi realizada em razão
da impossibilidade de acesso por problemas operacionais no topo do reator e assim, ficaram registrados
os valores obtidos no mês anterior. Conforme informado, os resultados encontrados estão dentro dos
limites máximos permitidos para Indivíduos Ocupacionalmente Expostos (IOEs) conforme norma CNEN
– NN 3,01 (Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica).
Para o Terminal, a LO nº 3958 não possui exigências técnicas relacionadas à materiais radioativos.
Conforme informações obtidas durante a visita técnica, a Unidade (TMA e TMU) não possui fontes de
radiação
Voçoroca na Comunidade Menino Jesus
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro Unidade/ A ERM recomenda o acompanhamento
S.A. em maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi realizada uma série de estudos de Diagnóstico Amonioduto desse processo junto ao Ministério
Ambiental Confirmatório e Detalhado com Análise de Risco à Saúde Humana pelas empresas Haztec e Público e a gestão das obrigações de

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QUESTÕES AMBIENTAIS LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/


CONSIDERAÇÕES
CETREL (pg 32), há inquérito em aberto decorrente da ocorrência voçoroca na região da Comunidade fazer juntamente com as 6 empresas
de Menino Jesus, localizada em Candeias/BA. que integram o acordo de cooperação
A Dutovia construída em 1975 da qual faz parte o amonioduto da FAFEN/BA que é considerado como (Acrinor, Braskem, Companhia de Gás
parte integrante de um acordo de cooperação entre 6 empresas, na qual essa se inclui. O relatório da Bahia, Dow Brasil Nordeste e
elaborado pelo Ministério Público confirmou que a presença da dutovia não é causa do processo Transpetro).
erosivo. O Laudo técnico 079/2016, atualização do anteprojeto para Recuperação de erosão no riacho
caboclo, elaborado pela Fundação José Silveira, afirmou que a dutovia mantém sua integridade,
atendendo o projeto conceitual. Em relação à erosão, conclui a inexistência de nexo com a dutovia. De
acordo com o referido Anexo IV, o processo junto ao Ministério Público está em andamento eos riscos
devem ser monitorados.
A ERM não teve acesso a esses processo ou relatórios técnicos.

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA
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4 SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA

As Resoluções CONAMA 420/2009 e CONAMA 460/2013 dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de
substâncias químicas e estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades
antrópicas. O estado da Bahia não possui padrões ambientais específicos que estabeleçam procedimentos para gestão de áreas contaminadas.
Além dos critérios estabelecidos pelas Resoluções CONAMA, se a Unidade estiver causando ou tiver causado poluição/contaminação no solo ou nas águas
subterrâneas, estará sujeita a Lei de Crimes Ambientais, Lei Federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Multas e infrações podem ser aplicadas associadas
a infrações da legislação ambiental.
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi
realizada uma série de estudos de Diagnóstico Ambiental Confirmatório e Detalhado com Análise de Risco à Saúde Humana pelas empresas Haztec e
CETREL, com o objetivo de caracterizar os solos e águas subterrâneas nas áreas identificadas como contaminadas e com potencial de contaminação.
Conforme relatório, as áreas identificadas foram: Tanques SAO e canteiro de obras (SAO I), área utilizada pela empresa ABB, balança ferroviária, área de
processo de ácido nítrico, armazém de ureia I e II, produção de Ureia, bacia de efluentes (sistema de pré-tratamento de efluentes) e pátio de resíduos.
Conforme verificado pela ERM, a Unidade possui em sua Licença de Operação nº 3958, condicionantes referentes ao gerenciamento de áreas
contaminadas. A condicionante IV determina que a Unidade avalie a ocorrência, magnitude e a extensão da contaminação na área da bacia de contenção
de efluentes (lagoa), prevendo a avaliação da necessidade de ações de remediação do solo e das águas subterrâneas. A condicionante XIII determina que a
Unidade implemente ações visando à prevenção/remediação de solo contaminado, com proposta de recuperação das águas subterrâneas e do solo,
tomando-se como referência os padrões de background de água subterrânea da região.
O Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi realizada
uma série de estudos de Diagnóstico Ambiental Confirmatório e Detalhado com Análise de Risco à Saúde Humana pelas empresas Haztec e CETREL, traz
a seguinte informação sobre a contaminação ambiental do Pólo Industrial de Camaçari (pg 28): há contaminação das águas subterrâneas por
hidrocarboneto e metais pesados. A Portaria 12.064, item II determina a obrigação de: (i) realizar o auto monitoramento de águas subterrâneas com envio
dos resultados para a CETEL semestralmente e (ii) contratar por meio de barreira hidráulica a contaminação para que não extrapole os limites do Pólo. A
licença ambiental do Pólo, foi renovada em 13/07/2018, por meio da Portaria 16.507 que traz como obrigação de fazer a eliminação e o controle dos
efluentes gerados e o auto monitoramento constante da referida contaminação. Conforme apresentado no referido Anexo IV, o monitoramento das 3 áreas
críticas do Pólo é realizado e há previsão de elaboração de um Plano de Ação para tratamento do passivo até 2020. Não há menção específica para a
FAFEN/BA ou para o Terminal neste item do referido Anexo IV, tratando de ação específica para o Pólo Industrial de Camaçari. A ERM não teve acesso a
licença ambiental do Pólo, pois não era escopo desta Due Diligence.
De acordo como Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA – a referida licença ambiental não obriga a remediação. Entretanto, obriga as
empresas em fase de desativação de suas atividades (venda, desmontagem desmobilização e hibernação) que continuem participando dos programas
coordenados pelo COFIC, até que o CFIC e CETREL emitam um parecer de dispensa dessa obrigação.

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA
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A identificação de Condições Ambientais Reconhecidas (Recognized Environmental Conditions – RECs) foi obtida conforme definições da ASTM E 1527 –
13 e as questões de solo e água subterrânea associadas as RECs identificadas (Figuras 7, 8 e 9 do Anexo A) estão detalhadas a seguir:

QUESTÕES DE SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA RECOMENDAÇÕES/ CONSIDERAÇÕES


Condições Ambientais Reconhecidas (Recognized Environmental Conditions – RECs)
Unidade 1 – FAFEN - BA
REC 1 - Área de Amônia II Com o cenário atual identificado, poderão
ser exigidos os monitoramentos semestrais
Conforme reportado e observado durante a visita, a área de Amônia II atualmente não se encontra completamente de água subterrânea, desde que nenhum
descontinuada e está contemplada no Plano de Hibernação da Unidade. A ERM observou que a área possui passivo crítico (como por exemplo, presença
equipamentos, linhas, bombas, reatores, entre outros e que contém equipamentos hibernados em bom estado de de fase livre de produto e/ou altas
conservação. Durante a visita, foram observadas algumas estruturas respingando (devido às chuvas do período, concentrações de compostos tóxicos em
conforme reportado); no entanto, sem manchas evidentes presentes no solo. subsuperfície) seja identificado na Fase II
Due Diligence. A ERM recomenda que seja
Os principais pontos de atenção estão relacionados a duas estruturas semi enterradas localizadas na área, conforme feita a Fase II Due Diligence para a Unidade
a seguir: e Terminais.
Caso seja identificado algum passivo
■ Estrutura semi-enterrada #1: localizada na porção sudoeste da área e é formada por uma estrutura semi- ambiental na Fase II Due Diligence ou em
enterrada de concreto para armazenamento de produtos sólidos. A estrutura está posicionada abaixo do outro estudo capaz de tal identificação e/ou
nível do solo e possui uma grade de ferro tampando a parte superior. A ERM observou através da grade a Agência Ambiental da Bahia exija mais
uma quantidade de produtos sólidos de aparência granular depositados do espaço, aparentemente úmidos investigações ambientais na área, estudos
e agregados. Os representantes da unidade não souberam informar a composição deste produto e, devido à adicionais deverão ser realizados, além da
presença do mesmo, a ERM não pôde visualizar as condições de integridade desta estrutura. A ERM implantação e operação de sistema de
observou que os arredores da estrutura semi - enterrada apresenta pavimento de concreto e não existem remediação quando for o caso.
equipamentos posicionados sobre esta estrutura; e Multas e penalidades podem ser aplicáveis
■ Estrutura semi-enterrada #2: localiza-se na base de um equipamento industrial de grande porte (não devido à não investigação das áreas de
identificado pela equipe de representantes de Unidade) e circundada por equipamentos industriais de forma adequada e que atenda as resoluções
diversas naturezas (e.g. linhas, válvulas, flanges, coluna, entre outros). A estrutura é semi-enterrada e CONAMA 420/2009 e CONAMA 460/2013 e
descoberta, na qual foi observado o acúmulo de líquido de natureza desconhecida. Os representantes da demais legislações vigentes.
Unidade não souberam informar a composição deste líquido e, devido à presença do mesmo, a ERM não
pôde visualizar as condições de integridade desta estrutura. A ERM não observou manchas no entorno
dessa estrutura.

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QUESTÕES DE SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA RECOMENDAÇÕES/ CONSIDERAÇÕES

REC 2 - Área de Ureia II

Conforme reportado e observado durante a visita, a área de Ureia II atualmente também não se encontra
completamente descontinuada e está contemplada no Plano de Hibernação da Unidade. A ERM observou que a
área possui equipamentos, linhas, bombas, reatores, entre outros e que contém equipamentos hibernados em bom
estado de conservação. Durante a visita, foram observadas algumas estruturas respingando (devido às chuvas do
período, conforme reportado); no entanto, sem manchas evidentes presentes no solo.

Os principais pontos de atenção desta área estão descritos conforme a seguir:


■ Estrutura semi-enterrada: localiza-se na porção leste da área e, conforme reportado e observado durante a
visita, é composta de um tanque que era previamente utilizado para o armazenamento de solução de
carbonato de potássio (“CATACARB”), interligado a uma estrutura semi-enterrada, denominada de “poço”. O
poço possui uma boca de visita localizada um pouco acima do nível do pavimento, que dá acesso ao seu
interior. A ERM não teve acesso ao histórico de inspeções dessa estrutura e não pôde realizar inspeção
visual da integridade do poço, em virtude da ausência de luminosidade e espaço para observação interna
das estruturas. Conforme reportado, essa estrutura ainda continha quantitativo desconhecido de
CATACARB no seu interior e não há previsão para remoção desde conteúdo do poço. A ERM também não
teve acesso ao histórico de produtos armazenados dessa estrutura. Conforme “Relatório Técnico Final de
Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de Práticas Potencialmente Geradoras de Áreas
Impactadas na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados - Fafen - Unidade Camaçari - BA”, emitido em 2007
pela empresa Bureau Veritas, o processo produtivo da Unidade utilizava catalisador a base de arsênio
("gianmarco vectroecke") e alterou esse uso para utilizar como catalisador uma solução a base de carbonato
de potássio (CATACARB); e
■ Tambores de óleo usado: a ERM identificou uma área com armazenamento de dois tambores metálicos
contendo óleo usado, dispostos diretamente sob o solo. Conforme reportado, a área de Ureia II não possui
área de armazenamento temporário do óleo necessário para a manutenção dos equipamentos. A ERM
identificou fissuras no pavimento, mas não evidenciou manchas neste local. A ERM não teve acesso a
estudos de investigação de solo e água subterrânea referentes a área de Ureia II.

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REC 3 - Área de manutenção de empresas terceiras (“Vila”)
A ERM visitou uma área denominada "Vila", localizada na área sul da Unidade e na qual são realizadas atividades de
oficina e manutenção por empresas terceiras. Esta área possui um galpão principal - pavimentado com concreto e
coberto - onde são realizadas as atividades de manutenção e uma área externa - áreas pavimentadas e não
pavimentadas - onde resíduos são temporariamente armazenados. No galpão principal, foram observados tambores
metálicos danificados, fissuras e manchas de óleo. Nas áreas externas, foram observados resíduos diversos
(material de isolamento térmico, madeiras e sucatas metálicas) armazenados em big bags e também diretamente sob
solo não pavimentado. Ainda na área externa, foram observados tambores metálicos contendo óleo, tintas e vernizes
armazenados em área pavimentada, adjacente às áreas não pavimentadas. Ambas as áreas (pavimentadas e não
pavimentadas) continham vestígios destes resíduos armazenados em tambores. A ERM não teve acesso a estudos
de investigação de solo e água subterrânea referentes a esta área.

REC 4 - Sistema de pré-tratamento de efluentes e Separador de Água e Óleo (SAO II)


Localizadas na porção sul da Unidade, a ERM observou que a estrutura do sistema de pré tratamento de efluentes
aparenta estar conservada. Conforme reportado, a área foi reestruturada por volta do ano de 2017. Durante a visita,
a ERM observou algumas fissuras na parede da lateral sul da bacia, no entanto elas não se apresentavam em
contato com o efluente acumulado. A ERM não teve acesso às informações referentes a integridade ou demais
relatórios de inspeção ou manutenção da estrutura.
Durante a visita, a ERM também observou que a estrutura do SAO II (a qual encontrava-se com água oleosa)
apresenta fissuras nas estruturas das paredes. A ERM não teve acesso às informações referentes a integridade ou
demais relatórios de inspeção ou manutenção da estrutura.
Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:
■ “Relatório Técnico Final de Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de Práticas Potencialmente
Geradoras de Áreas Impactadas na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados - Fafen - Unidade Camaçari - BA”,
emitido em 2007 pela empresa Bureau Veritas,: menciona um colapso da estrutura lateral do sistema, com a
imersão do concreto do trecho colapsado no fundo da bacia. O relatório concluiu que, existe a probabilidade
da manta de polietileno de alta densidade - PEAD utilizada para impermeabilização inferior ao concreto ter
rompido durante esse evento; e
■ “Relatório Fase III rev. 04 - Diagnóstico Ambiental Detalhado Complementar com Avaliação de Risco à
Saúde Humana– Bacia de Efluentes e Pátio de Resíduos – Fafen”, emitido em 2012 pela empresa Haztec
Tecnologia e Planejamento Ambiental S.A – Haztec: realizada uma investigação detalhada de solo e água
subterrânea, juntamente com uma análise de risco à saúde humana – ARSH para as áreas do sistema de

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pré tratamento de efluentes e pátio de resíduos. Os resultados indicaram que uma amostra de solo
apresentou concentrações de arsênio acima dos valores de referência. Para a água subterrânea,
destacaram-se as concentrações de antimônio, arsênio, boro, chumbo, cromo, ferro, manganês, mercúrio,
níquel, prata, selênio, vanádio e zinco. A ARSH identificou risco para ingestão e contato dérmico acidental
com solo e água subterrânea, devido à presença das substâncias químicas de interesse – SQI arsênio,
cádmio e cromo VI acima das Concentrações Máximas Aceitáveis – CMA. Entretanto, estes cenários de
risco foram descaracterizados devido à ausência de bombeamento de água subterrânea e de trabalhos com
escavação nas áreas no período.

Conforme revisado, a área do SAO II não foi especificamente mencionada nos relatórios emitidos pelas empresas
Haztec e Bureau Veritas. Entretanto, conforme verificado durante a visita e mencionado no relatório da Haztec, a
estrutura de poços de monitoramento existentes para a área do sistema de pré-tratamento de efluentes também
contempla a área de SAO II.

REC 5 - Separador de Água e Óleo (SAO I)


A ERM identificou um Separador de Água e Óleo localizado dentro da área de Ureia II (próximo ao tanque de
CATACARB), o qual, conforme reportado, foi historicamente utilizado para a separação de água e óleo de efluente
contendo amônia. Conforme reportado, este equipamento está inoperante desde a hibernação da Unidade. Durante
visita técnica, a ERM identificou que essa estrutura apresentava acúmulo de água de chuva e de grande quantidade
de óleo.
Conforme observado durante a visita técnica, o SAO I encontrava-se com acúmulos residuais de óleo e água de
chuva. Durante a visita, a ERM pode verificar uma danificação estrutural (quebra de concreto) na canaleta de saída
do SAO e que faz o transporte da porção aquosa do efluente.

A ERM não teve acesso à informações referentes a integridade ou demais relatórios de inspeção ou manutenção da
estrutura. Devido à presença de água e óleo, não foi possível realizar inspeção visual da estrutura de contenção do
SAO. A ERM não teve acesso a estudos de investigação de solo e água subterrânea referentes a esta área.

REC 6 – Área da balança ferroviária (zona de pesagem)


Conforme reportado e identificado durante a visita, a área completa da balança ferroviária percorre todo o
comprimento da porção sul do Armazém de Ureia II. A área é, em sua maioria, pavimentada com asfalto e possui
uma estrutura de apoio para motoristas, uma estrutura administrativa de apoio ao setor de emissão de notas fiscais e

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uma zona de pesagem. Esta última é composta por uma estrutura predial que armazena os silos de ureia, os quais
eram responsáveis pelo depósito do produto nos trens que ficavam posicionados sobre a balança. Conforme
reportado, essa estrutura foi posteriormente adaptada para o recebimento e pesagem de caminhões.

A balança está localizada no nível do pavimento (abaixo dos silos). Sensores são posicionados sob e sob caixas de
acúmulo de efluente. Conforme reportado e identificado durante a visita, as caixas de acúmulo de efluentes não
possuem ligação com o sistema de efluentes orgânico e eram esvaziadas por operadores da unidade, conforme
também reportado no relatório “Planta de Locação – Sistema Geral de Efluentes Líquidos“, de número DE 23 000
192 PDK 01, elaborado pela empresa JJ Inspeções Técnicas em 1996.

Durante visita técnica, não foi possível realizar inspeção visual na estrutura interna das caixas. Conforme reportado,
não foram realizadas operações de esgotamento dessa estrutura após a hibernação da unidade. A ERM não teve
acesso às informações referentes a integridade ou demais relatórios de inspeção ou manutenção da estrutura.
Durante a visita, a ERM também identificou manchas de óleo sobre toda a extensão do pavimento da zona de
pesagem, além do acúmulo de água proveniente de chuvas. Não foi possível identificar se este acúmulo era devido a
um esgotamento da capacidade volumétrica das caixas subterrâneas de efluentes. Durante a visita técnica, não
foram identificadas manchas no solo nas outras zonas da área da balança ferroviária.

Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:


■ “Relatório Fase II rev. 03 - Diagnóstico Ambiental Confirmatório – Balança Ferroviária – Fafen”, emitido pela
empresa Haztec no ano de 2012: realizado um diagnóstico ambiental confirmatório (Fase II) para a área
completa da balança ferroviária, onde foram realizadas coletas de amostras de solo e água subterrânea. Os
resultados não indicaram a presença de compostos orgânicos e inorgânicos acima dos valores orientadores
das amostras de solo. Quanto às amostras de água subterrânea, os resultados indicaram a presença de
antimônio, arsênio, chumbo, cromo, ferro, níquel, selênio e vanádio acima dos valores orientadores
estabelecidos pela CONAMA. Também foram encontradas concentrações de nitrato acima do valor
estabelecido pela CONAMA e de nitrito acima do limite orientador estabelecido pela agência ambiental
norte-americana (United States Environmental Protection Agency – USEPA). As concentrações identificadas
neste relatório estavam majoritariamente relacionadas à zona da balança.

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REC 7 – Armazém I de Ureia
Durante visita técnica, a ERM observou que o Armazém I de Ureia, que possui uma área de aproximadamente 6900
m² e está localizado na porção central da Unidade, possui rachaduras e fissuras no teto e rachaduras, fissuras e
manchas no pavimento. Além disso, também foram observados remanescentes de produtos e um maquinário de
grande porte no local. A ERM não teve acesso às informações referentes à manutenção da pavimentação da área.

Conforme reportado, esta área era utilizada somente para o armazenamento de ureia, onde também havia o trânsito
de veículos (a exemplo de pás carregadeiras) para movimentação de ureia sólida.

Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:


■ “Relatório Fase II rev. 02 - Diagnóstico Ambiental Confirmatório – Armazéns de Ureia I e II – Fafen”, emitido
em 2010 pela empresa Haztec: foi realizado um diagnóstico ambiental confirmatório (Fase II) para as áreas
dos Armazéns I e II, onde foram realizadas coletas de amostras de solo e água subterrânea. Os resultados
indicaram a presença de Cromo III acima dos valores orientadores em uma amostra de solo e de antimônio,
arsênio, boro, chumbo, cromo, cobre, níquel, selênio e zinco acima dos valores orientadores estabelecidos.
Também foram encontradas concentrações de nitrato acima do valor estabelecido pela CONAMA e de nitrito
acima do limite orientador estabelecido pela USEPA.
REC 8 – Armazém II de Ureia
Durante a visita ao Armazém II, que possui uma área de aproximadamente 7600 m² e também está localizado na
porção central da Unidade, a ERM identificou características estruturais semelhantes ao Armazém I. Conforme
reportado e identificado durante a visita, o cenário atual existente para ambos os armazéns é análogo, assim como o
histórico de ocupação. Adicionalmente, o estudo apresentado pela empresa Haztec, em 2010 (apresentado acima),
abrange ambas as áreas. Com isso, a ERM entende que a área do Armazém II de Ureia também caracteriza-se
como uma REC.

REC 9 – Área de armazenamento de Arla 32


Durante a visita técnica, a ERM analisou um relatório emitido pela empresa Haztec, o qual não foi disponibilizado
para posterior análise. Conforme documento, esta área, localizada na porção leste da Unidade, apresenta plumas de
isoconcentração de contaminantes na água subterrânea, as quais estariam posicionadas entre os limites da Unidade
e áreas adjacentes à BR distribuidora. Conforme relatório, estas plumas não foram delimitadas horizontalmente e
verticalmente. A ERM entende que plumas de isoconcentração nestas condições devem ser investigadas para
delimitação adequada das mesmas.

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REC 10 - Área de Ácido Nítrico (bacia de equalização)


A área de produção de ácido nítrico teve sua operação descontinuada anos antes do processo de hibernação.
Durante visita técnica, a área estava com acesso bloqueado e a ERM não pode realizar uma inspeção visual das
estruturas.
A área de ácido nítrico possui um sistema de pré-tratamento de efluentes, o qual, durante a visita, foi observado com
efluente aparentemente oleoso. Conforme reportado, esse líquido acumulado era proveniente das águas de chuvas
e a aparência de produto indicava que poderiam haver efluentes remanescentes do período em que a unidade
produtiva estava em funcionamento. Os representantes da unidade não souberam informar durante a visita à área
sobre histórico de contaminação.

Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:


■ “Relatório Fase II rev. 02 – Versão Final - Diagnóstico Ambiental Confirmatório – Área de Processo de Ácido
Nítrico – Fafen”, emitido em 2010 pela empresa Haztec: o escopo deste trabalho trata da realização de uma
investigação confirmatória na área. Os resultados indicaram a presença dos metais ferro, manganês,
chumbo e arsênio na água subterrânea acima dos valores orientadores. Além disso, foram identificadas
concentrações de nitrato acima do valor orientador da USEPA; e
■ “Relatório Fase III rev. 03 - Diagnóstico Ambiental Detalhado Complementar com Avaliação de Risco à
Saúde Humana– Área de Processo de Ácido Nítrico – Fafen”, emitido em 2012 pela empresa Haztec: neste
relatório foi realizada uma investigação detalhada de solo e água subterrânea, juntamente com uma ARSH
para a área de ácido nítrico. Os resultados indicaram concentrações de antimônio, chumbo, cromo, ferro,
cádmio, selênio e zinco acima dos valores orientadores. Ainda foram identificadas concentrações de nitrato
acima do valor orientador da USEPA. A ARSH não indicou a existência de risco carcinogênico e tóxico à
saúde humana para as vias de exposição consideradas.

Conforme verificado, os relatórios não mencionam diretamente a área da a bacia de equalização de ácidos nítricos.
No entanto, as áreas onde foram identificadas plumas de isoconcentração de mais fácil acesso para perfuração nos
dias atuais são nas proximidades dessa área.

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REC 11 - Estação de Tratamento de Água (ETA, antiga área da Opersan)
A ERM não teve acesso às informações históricas e documentações referente ao período de operação da Opersan
(com exceção do contrato).

Durante a visita, a ERM identificou tanques que possuíam indicações de armazenar produtos tais quais soda
cáustica, rejeitos e outros produtos. Conforme observado, os tanques possuem contenção secundária e estavam em
boas condições.

Devido as atividades executadas na área e à ausência de informações, a ERM considera esta uma REC e
recomenda a investigação dessa área.

REC 12 – Área de descarregamento e armazenamento de óleo usado


Conforme reportado e observado pela ERM durante a visita, a Unidade possui uma área de armazenamento de óleo
usado composta por dois tanques horizontais, os quais estão posicionados sobre estruturas de concreto, com
contenção secundária e sem fissuras ou rachaduras.
Adjacente à porção leste do dique encontra-se uma área de armazenamento temporário de tambores, a qual,
conforme reportado, é utilizada para apoio dos tambores e contentores de óleo usado que precisam ter os seus
conteúdos drenados e transferidos para os tanques. Esta área possui contenção secundária, a qual foi observada
com manchas de óleo em toda a sua extensão. Conforme reportado, essas manchas eram provenientes de
operações de transferência do óleo de tambores para os tanques. Nos arredores desta estrutura, a ERM observou
diversos outras manchas devido às atividades de transferência de óleo.
Conforme Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo Brasileiro S.A. em maio
de 2019, esta área foi identificada com manchas devido à vazamento de óleo.

Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:


■ “Relatório Técnico Final de Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de Práticas Potencialmente
Geradoras de Áreas Impactadas na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados - Fafen - Unidade Camaçari - BA”,
emitido em 2007 pela Bureau Veritas. Conforme documento, a área anexa ao dique dos tanques (área de
armazenamento temporário de tambores) apresentava manchas de óleo impregnadas ao solo. Além disso,
este relatório reportou a existência de tubulação de escape saindo do dique de contenção dos tanques e
sendo direcionado diretamente para solo sem Impermeabilização.

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REC 13 - Esferas de Amônia
Durante a visita, a ERM teve acesso à área de armazenamento de amônia líquida, a qual é composta por quatro
esferas de armazenamento posicionadas sobre estruturas metálicas. Conforme reportado, esta área sempre
historicamente sempre foi utilizada para este fim. A ERM não teve acesso a relatórios de investigação de solo e
água subterrânea realizados especificamente nesta área.
No entanto, investigações realizadas em 2012 pela Haztec para as áreas da bacia de efluentes e pátio de resíduos
( “Relatório Fase III rev. 04 - Diagnóstico Ambiental Detalhado Complementar com Avaliação de Risco à Saúde
Humana– Bacia de Efluentes e Pátio de Resíduos – Fafen) englobam a área do entorno das esferas. Conforme
apresentado neste relatório, os resultados indicaram que uma amostra de solo apresentou concentrações de arsênio
acima dos valores de referência. Para a água subterrânea, destacaram-se as concentrações de antimônio, arsênio,
boro, chumbo, cromo, ferro, manganês, mercúrio, níquel, prata, selênio, vanádio e zinco.

REC 14 - Pátio de resíduos


Durante a visita técnica, a ERM teve acesso ao pátio de resíduos da Unidade. Conforme verificado, a área
encontrava-se em boas condições de organização e limpeza, com estruturas de contenção secundária e sem fissuras
e rachaduras. A ERM também observou que os resíduos estavam armazenados em contêineres apropriados e de
acordo com cada classe de resíduo.

Conforme revisado pela ERM, os seguintes documentos mencionam esta área:


■ “Relatório Fase III rev. 04 - Diagnóstico Ambiental Detalhado Complementar com Avaliação de Risco à
Saúde Humana– Bacia de Efluentes e Pátio de Resíduos – Fafen), emitido pela Haztec em 2012: os
resultados indicaram que uma amostra de solo apresentou concentrações de arsênio acima dos valores de
referência. Para a água subterrânea, destacaram-se as concentrações de antimônio, arsênio, boro, chumbo,
cromo, ferro, manganês, mercúrio, níquel, prata, selênio, vanádio e zinco. A ARSH identificou risco para
ingestão e contato dérmico acidental com solo e água subterrânea, devido à presença das substâncias
químicas de interesse – SQI arsênio, cádmio e cromo VI acima das Concentrações Máximas Aceitáveis –
CMA. Entretanto, estes cenários de risco foram descaracterizados devido à ausência de bombeamento de
água subterrânea e de trabalhos com escavação nas áreas no período; e
■ “Relatório Técnico Final de Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de Práticas Potencialmente
Geradoras de Áreas Impactadas na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados - Fafen - Unidade Camaçari - BA”,
elaborado em 2007 pela Bureau Veritas: neste documento, a empresa afirma que até 1975, parte do pátio
de resíduos era ocupada por lagoa de efluentes (sem impermeabilização), sendo que o processo produtivo

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de amônia utilizava catalisador a base de arsênio ("gianmarco vectroecke"), o que pode se caracterizar
como uma potencial fonte para a contaminação por arsênio identificada no relatório da Haztec. Nesse
sentido, a ERM recomenda a investigação desta área, devido ao seu histórico de ocupação.

REC 15 – Área de Ureia I


■ A área de Ureia I encontra-se atualmente desativada. A ERM teve acesso a esta área e não observou
evidências visuais que indiquem uma potencial contaminação no solo é água subterrânea. Conforme
reportado, a área não sofreu mudanças históricas desde sua instalação. A ERM teve acesso ao relatório
emitido pela empresa Haztec em 2011, intitulado “Relatório Fase III rev. 05 - Diagnóstico Ambiental
Detalhado Complementar com Avaliação de Risco à Saúde Humana– Produção de Ureia I – Fafen”. Os
resultados apresentados neste relatório indicam destaque para as concentrações de antimônio, arsênio,
chumbo, cromo, níquel, bário, cádmio, selênio e boro, as quais foram encontradas acima dos valores
orientados pela CONAMA 420. A ARSH realizada neste relatório indicou que não há risco à saúde humana
para os trabalhadores industriais/comerciais on-site a partir da água subterrânea.

REC 16 – Área de Amônia 1


■ A área de Ureia I encontra-se atualmente desativada e a ERM não acessou esta área devido à restrições da
Unidade. A ERM não teve acesso a informações históricas da área e relatórios contendo investigações de
solo e água subterrânea da mesma.

Além das RECs acima identificadas, a ERM ressalta a importância dos itens a seguir:
■ O documento “Relatório Técnico Final de Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de Práticas
Potencialmente Geradoras de Áreas Impactadas na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados - Fafen - Unidade
Camaçari - BA” identificou duas áreas como áreas fonte denominadas “área dos catalisadores” e “pátio
ferroviário”. A ERM não identificou a localização da “área dos catalisadores” e não visitou a área do “pátio
ferroviário” devido à restrições de tempo na Unidade;
■ Durante visita técnica, a ERM observou que os transformadores estão distribuídos em diversas áreas da
Unidade, que incluem subestações, áreas operacionais e postes. Devido à restrições de tempo na Unidade,
a ERM não visitou todas as áreas que continham transformadores. Nesse sentido, não é possível descartar
a possibilidade de contaminação por PCB nestas áreas;

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■ A ERM observou a presença de uma sala de operação, denominada Centro de Comando Local - CCL no
interior da área industrial. A CCL fica localizada em zona adjacente às esferas de amônia, ao pátio de
resíduos e a antiga unidade de Amônia I (desativada). A ERM também não teve acesso a resultados de
investigações de solo e água subterrânea nesta área e a informações que indiquem que uma ARSH tenha
sido realizada nessa área. Nesse sentido, não é possível descartar a necessidade de investigação de solo e
água subterrânea e um ARSH para esta área; e
■ As áreas da antiga Central de Manutenção - CEMAN (ou antiga ABB) e da BR Distribuidora (localizadas na
porção leste da Unidade) e da Usina Termoelétrica – UTE (localizada na porção sul da Unidade) não fazem
parte da Unidade 1. Conforme reportado, historicamente, a CEMAN era utilizada como uma central de
manutenção de todas as indústrias do Polo de Camaçari e, portanto, servia como base para
armazenamento de resíduos de óleo. Ainda conforme reportado, a BR Distribuidora atua como ponto de
apoio logístico para o transporte de combustíveis. A UTE atuava com o fornecimento esporádico de energia
para a Unidade 1. Em relação à estas áreas, a ERM não possui informações para identificar ou descartar a
existência de contaminação de solo e água subterrânea nestes locais e nas áreas adjacentes.
Unidade 2 – TMA
REC 1 - Áreas das fossas Com o cenário atual identificado, poderão
Conforme reportado, o efluente sanitário do TMA é proveniente dos sanitários, vestiários e copa, o qual é destinado ser exigidos os monitoramentos semestrais
para fossas e drenado por caminhões para tratamento externo (reportadamente 1x/semana). Os representantes não de água subterrânea, desde que nenhum
souberam informar as especificações técnicas de perfis construtivos das fossas e a ERM não revisou nenhum passivo crítico (como por exemplo, presença
documento que abordavam essas estruturas. Conforme reportado, não existem estudos de investigação de solo e de fase livre de produto e/ou altas
água subterrânea referentes às fossas do TMA. concentrações de compostos tóxicos em
subsuperfície) seja identificado na Fase II
Considerando a natureza do efluente direcionado às fossas sépticas e a ausência de informação referente às Due Diligence. A ERM recomenda que seja
drenagens de efluentes industriais, a ERM entende que existe a possibilidade de contaminação no solo e água feita a Fase II Due Diligence para a Unidade
subterrânea nestas áreas. e Terminais.
Caso seja identificado algum passivo
REC 2 - Área de armazenamento de óleo usado ambiental na Fase II Due Diligence ou em
Durante visita técnica ao TMA, a ERM observou uma área dedicada para armazenamento de óleo usado outro estudo capaz de tal identificação e/ou
(aproximadamente 3m²), localizada entre a casa de bombas e a área do HTI (sistema de resfriamento da amônia). a Agência Ambiental da Bahia exija mais
Esta área possuía uma contenção secundária e estava sob capacidade máxima de armazenamento. A ERM investigações ambientais na área, estudos
visualizou tambores em áreas adjacentes, localizadas em área não pavimentada (brita) e com manchas de óleo de adicionais deverão ser realizados, além da
até 2 m². implantação e operação de sistema de

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QUESTÕES DE SOLO E ÁGUA SUBTERRÂNEA RECOMENDAÇÕES/ CONSIDERAÇÕES


Conforme reportado, o óleo usado é temporariamente armazenado nesta área e, posteriormente enviado à Unidade 1 remediação quando for o caso.
para descarte final. De acordo com representantes, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea
nesta área.

REC 3 - Casa de bombas


Conforme reportado e verificado durante visita técnica, o TMA possui uma casa de bombas, uma área semi-
enterrada e que possui piso impermeabilizado. Durante a visita técnica, a área foi observada com um acúmulo de
água contaminada com efluente oleoso. No dia seguinte, a Unidade drenou esse efluente (através de sucção por
caminhões), direcionou-o para tratamento no Separador Água e Óleo da FAFEN-BA e a ERM revisitou a área para
verificar as condições do piso.

A ERM verificou que a área estava em condições regulares, com manchas de óleo e sem fissuras ou rachaduras
evidentes no piso. A ERM também verificou a presença de drenagens e de contenção de efluente oleoso no interior
desta área. Conforme reportado, todo efluente é drenado via sucção de caminhões e essas contenções e drenagens
não direcionam o efluente externamente à casa de bombas. A ERM não pode avaliar as condições de integridade
dessas estruturas de drenagens e de contenção devido a limitações visuais da área.
Conforme reportado, a casa de bombas é submetida à inspeção diária para averiguação do estado de funcionamento
dos equipamentos. Os representantes da Unidade não souberam informar se foram realizados testes de integridade
da área e se existem laudos dessas inspeções. Ainda conforme reportado, não foram realizadas investigações de
solo e água subterrânea nesta área. Vale ressaltar que esta área, a nível do solo, é circundada por pavimentação
contendo britas.

REC 4 - Área da HTI


Durante a visita técnica ao TMA, a ERM observou que na área do HTI, a qual possui piso de concreto, apresentava
fissuras, manchas escuras e vestígios de óleo, além de tambores metálicos de armazenamento de óleo usado.
Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea nesta área. Vale ressaltar que
esta área, a nível do solo, é circundada por pavimentação contendo britas, com exceção da porção oeste.

REC 5 - Entorno da unidade


Conforme evidenciado durante a visita, o entorno da área do TMA compreende o Terminal de Granéis Líquidos (TGL)
a oeste, o Terminal da Ultracargo, a leste, além de demais terminais de armazenamento de outras empresas nas
porções norte e sul.

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Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea na área do entorno do TMA e a
ERM não teve acesso a estudos que comprovem contaminação em área externa ao TMA. Nesse sentido, a ERM
recomenda a investigação de solo e água subterrânea nas áreas limítrofes do TMA, para identificar potenciais fontes
externas de contaminação.

REC 6 – Área dos tanques de amônia


Conforme reportado e evidenciado durante a visita, a unidade atualmente possui um tanque aéreo (volume não
especificado) para o armazenamento de amônia, o qual possui sustentação de concreto e estruturas de drenagem de
águas pluviais. Historicamente, a Unidade possuía um outro tanque, localizado adjacente ao atual e que foi removido
após um evento de acidente.

Devido ao grande volume de chuvas que ocorreram nos dias que antecederam as visitas, a ERM não pôde verificar a
presença de fissuras ou rachaduras nas estruturas de drenagem. A ERM identificou durante a visita que, à exceção
da porção de sustentação de concreto abaixo dos tanques, a bacia de contenção dos tanques possui cobertura
vegetal rasteira, sem nenhum tipo de pavimentação.
Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea na área dos tanques.
Além das RECs acima identificadas, a ERM ressalta a importância dos itens a seguir:
■ Durante visita técnica, a ERM observou que os transformadores estão distribuídos em diversas áreas da
Unidade, que incluem subestações, áreas operacionais e postes. Devido a restrições de tempo na Unidade,
a ERM não visitou todas as áreas que continham transformadores. Nesse sentido, não é possível descartar
a possibilidade de contaminação por PCB nestas áreas.
Unidade 2 – TMU
REC 1 - Áreas de descarregamento de ureia Com o cenário atual identificado, poderão
O TMU possui uma área de descarregamento de ureia, localizado na porção leste da Unidade. A área é coberta, ser exigidos os monitoramentos semestrais
pavimentada e possui uma estrutura subterrânea de acúmulo da ureia para posterior transferência para as esteiras de água subterrânea, desde que nenhum
de carregamento. Durante visita técnica, a ERM observou que há um acúmulo de resíduos não caracterizados do passivo crítico (como por exemplo, presença
processo nesta estrutura subterrânea. A Unidade não possuía informações relativas às especificações de resíduo, de fase livre de produto e/ou altas
quantidades e previsão de disposição final (plano de remoção) dos mesmos. concentrações de compostos tóxicos em
subsuperfície) seja identificado na Fase II
Devido à presença destes resíduos, não foi possível analisar a integridade da estrutura subterrânea. Conforme Due Diligence. A ERM recomenda que seja
reportado, essa estrutura é de concreto. A ERM não teve acesso a documentações que atestem inspeções e

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integridade deste local. Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea nesta feita a Fase II Due Diligence para a Unidade
área. e Terminais.
Caso seja identificado algum passivo
REC 2 - Esteira aérea de transporte de ureia ambiental na Fase II Due Diligence ou em
outro estudo capaz de tal identificação e/ou
Conforme reportado e evidenciado durante visita à Unidade, a estrutura das esteiras de transporte de ureia é a Agência Ambiental da Bahia exija mais
composta por trechos subterrâneos e trechos aéreos, percorrendo diversos pontos da Unidade. Durante a visita, a investigações ambientais na área, estudos
ERM identificou odores próximo à trechos aéreos da esteira e partes inferiores da esteira danificadas e semi-abertas. adicionais deverão ser realizados, além da
Não foi possível observar se as esteiras continham residuais do processo de transferência de produtos. Além disso, a implantação e operação de sistema de
ERM também identificou, no solo logo abaixo às esteiras, manchas em tons esverdeados sob a cobertura vegetal. Os remediação quando for o caso.
representantes da Unidade não souberam informar a natureza destas manchas.

Durante visita técnica à esta área, a ERM também observou diferentes linhas de drenagem contendo resíduos e
efluentes oleosos percorrendo a Unidade e uma estrutura de aproximadamente 2 m², semelhante a um sistema
separador água e óleo. Os representantes da Unidade não possuíam informações referentes a especificação dessas
linhas e da estrutura identificada.

Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea nesta área.

REC 3 - Armazém de ureia

Durante visita técnica, a ERM observou que o Armazém de Ureia, que possui uma área de aproximadamente 10.200
m² e está localizado na porção central da Unidade, possui rachaduras e fissuras no teto e rachaduras, fissuras e
manchas no pavimento. A ERM não teve acesso às informações referentes à manutenção da pavimentação da área.

Conforme reportado, esta área era utilizada somente para o armazenamento de ureia, onde também havia o trânsito
de veículos (a exemplo de pás carregadeiras) para movimentação de ureia sólida.

A ERM não teve acesso à documentação referente ao armazém para análise. Conforme reportado, não foram
realizadas investigações de solo e água subterrânea nesta área.

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REC 4 - Armazenamento temporário de equipamentos de rolagem das esteiras

A ERM observou resíduos metálicos (rolamento de esteira transportadora) acumulados em uma área ao lado da
esteira MM-5401, na porção norte da Unidade, e que foi observado contendo borra oleosa acumulada. Esta área
encontra-se próxima a um sistema de canaletas e os representantes da Unidade não souberam informar qual a
destinação dessas drenagens. Conforme reportado, não foram realizadas investigações de solo e água subterrânea
nesta área.

REC 5 - Trecho enterrado da esteira de transporte de ureia

Conforme descrito, a área de descarregamento de ureia é conectada à esteira aérea através de uma estrutura
subterrânea de esteiras. Devido a questões de segurança da Unidade, A ERM não teve acesso a esta área.
Os representantes da Unidade não souberam informar qual o atual estado de conservação e descomissionamento
dessa estrutura. Considerando a presença de remanescentes de produto na área de descarregamento e nos trechos
aéreos da esteira, a ERM recomenda a realização de uma investigação de solo e água subterrânea nesta área.
Além das RECs acima identificadas, a ERM ressalta a importância dos itens a seguir:
■ Conforme informado, entre o período de 2014 – 2016 houve o sub-arrendamento da área do TMU para uma
empresa denominada “Intermarítima”, a qual realizava o transporte de Ureia e demais fertilizantes
(especificações não informadas). Conforme reportado, durante esse período as licenças não foram
transferidas para esta empresa terceira e não houve uma consulta com a Companhia das Docas do Estado
da Bahia (CODEBA) informando estas alterações. Demais documentos e informações referentes a esse
período não foram disponibilizadas para revisão da ERM; e
■ Durante a visita a unidade, a ERM foi informada sobre a existência de fossa localizada na porção leste
externa do armazém de ureia. Segundo reportado, essa estrutura não apresenta comunicação com o
sistema de canaletas de água pluvial e não está localizada em proximidade dos prédios administrativos. A
ERM não teve acesso à essa estrutura durante a visita e a equipe de representantes não soube informar
qual o tipo de fossa existente no local, i.e., não é possível dizer se a fossa é dos tipos séptica, sumidouro,
filtro, absorventes ou outra classificação aplicável.

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5 SAÚDE E SEGURANÇA

Para fins desta transação, os funcionários da Petrobras alocados na Unidade (FAFEN-BA) e nos Terminais TMA e TMU não serão transferidos ou
contratados pela Proquigel, conforme informação apresentada no email de 05 de Maio de 2020. Não foram consideradas neste relatório, as questões de
saúde e segurança que tratam das relações ou processos trabalhistas.
A ERM identificou as questões regulatórias conforme apresenta resumidamente abaixo, as quais incluem os tópicos associados às questões trabalhistas,
cuja recomendação é que a Proquigel avalie os requisitos constantes na legislação brasileira quando a Unidade retomar suas operações.

QUESTÕES DE SAÚDE E SEGURANÇA LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/ CONSIDERAÇÕES


Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional
A Petrobrás possui uma Política de Segurança e Política de Meio Ambiente que inclui o processo de Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
melhoria contínua dos ambientes de trabalho, investindo na capacitação das pessoas e cumprindo a Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
legislação nacional aplicável. Conforme reportado, as questões de saúde e segurança do trabalho são quando a Unidade retomar suas operações.
conduzidas de acordo com a Política de Saúde, Meio Ambiente e Segurança - SMS da Petrobras e
tanto a FAFEN quanto o Terminal Aratu são gerenciadas por um único setor de SMS.
A ERM observou a presença de procedimentos e ordens de serviço de segurança relacionados a
questões de prevenção de riscos associados ao ambiente de trabalho (e.g., planilha de perigos e riscos
e procedimentos operacionais – PO), conforme define na Norma Regulamentadora NR 1. A ERM não
teve acesso ao conteúdo desses documentos. A ERM também não teve acesso a documentos que
evidenciem a comunicação dos riscos relacionados a atividades desenvolvidas nas Unidades (e.g.,
certificados de treinamentos e/ou listas de presenças de Diálogos de Segurança). Entretanto, conforme
reportado, tanto a equipe de funcionários próprios, quanto os terceirizados, possuem treinamentos
básicos de segurança e periódicos referentes aos riscos envolvidos nas atividades. Neste caso, a
Petrobras é responsável por treinar a sua equipe interna, enquanto os terceirizados são treinados pelas
próprias empresas. Dentre os treinamentos requisitados para atuação nas Unidades estão trabalho em
altura, espaço confinado, equipamentos e maquinários e caldeiras e vaso de pressão.
Conforme definições da Norma Regulamentadora NR 4, a Unidade e o Terminal são obrigados a
estabelecer o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança em Medicina do Trabalho –
SESMT. Atualmente. O SESMT é composto por um Engenheiro de Segurança (funcionário próprio),
dois Técnicos de Segurança, uma Higienista Ocupacional, uma Enfermeira do Trabalho. A ERM não
teve acesso à identificação dos membros deste setor.
Conforme estabelecido na NR 5, devido ao grau de risco, três (3), e o número de funcionários, a

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QUESTÕES DE SAÚDE E SEGURANÇA LOCALIZAÇÃO RECOMENDAÇÕES/ CONSIDERAÇÕES


Unidade e o Terminal são requeridos para estabelecer a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
–CIPA formada por dois membros eleitos pelos trabalhadores, sendo um titular e um suplente.
Segundo reportado, a CIPA costumava ser atuante antes do processo de hibernação da Unidade,
porém o representante entrevistado não soube informar se esta atuação permanece com o mesmo
status na situação atual. Adicionalmente, o representante não soube informar se a CIPA atuava
também no Terminal. Não foram apresentadas evidências sobre a constituição da CIPA e/ou da sua
atuação, conforme requerido na NR 5.
Segundo reportado, existe um Plano Básico de Segurança - PBS, no qual estão detalhadas as
atividades e seus respectivos riscos, além das principais instruções de segurança e Equipamentos de
Proteção Individual – EPIs a serem utilizados para cada atividade. Este documento também referência
normas e procedimentos específicos.
Auditorias e Inspeções
De acordo com a Lei do Trabalho do Brasil, artigo 628, parágrafo 1, as inspeções da Secretaria do Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
Trabalho devem ser registradas no Livro de Inspeção do Ministério do Trabalho. Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
A ERM não teve acesso ao Livro de Inspeção do Ministério do Trabalho das Unidades. quando a Unidade retomar suas operações.
Ações e Reclamações Trabalhistas
Foram identificados procedimentos de Inquérito Civil (IC) e notícias de fato (NF) em certidão sem Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
número emitida pelo Ministério Público do Trabalho referentes à Unidade. Estes procedimentos não Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
estão detalhados, porém possuem temáticas como acidente do trabalho (NF-000515.2011.05.000/7, quando a Unidade retomar suas operações.
IC-001800.2012.05.000/7 e NF-000667.2013.05.000/0), meio ambiente do trabalho (IC-
000049.2004.05.000/0) e equipamento de proteção individual - EPI ou coletiva - EPC (IC-
000047.2016.05.000/7). Os referidos procedimentos apresentaram status de arquivados ou
desativados. Ainda segundo estas informações, um IC apresentou status de ativo (IC-
003325.2017.05.000/6) e é referente a atividades e operações insalubres.
Adicionalmente, foi apresentada a Certidão Eletrônica de Ações Trabalhistas de nº 14521/2020,
contendo uma relação de 15.316 processos em tramitação contra a razão social PETROLEO
BRASILEIRO S A PETROBRAS, inscrita no CNPJ sob o n° 33.000.167/1124-14. Não é possível
identificar se os referidos processos trabalhistas são relacionados a questões de saúde e segurança
com base no documento fornecido, nem estabelecer se os mesmos são relacionados à Unidade e ao
Terminal.
A ERM não teve acesso a informações sobre eventuais embargos ou irregularidades identificadas pela

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Delegacia Regional do Trabalho – DRT.
Estatísticas de Acidentes e Incidentes
Os processos de classificação, registro, investigação, análise, divulgação, quantificação de perdas, Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
comunicação e documentação de acidentes e incidentes na Petrobras visam estabelecer ações e Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
análises das anomalias relacionadas as seguintes categorias: quando a Unidade retomar suas operações.
■ Acidente com Lesão;
■ Acidentes com Danos ao Patrimônio;
■ Acidentes com Impacto ao Meio Ambiente, interna ou externamente;
■ Incidentes e Desvios; e
■ Doenças Ocupacionais.
Os reportes de acidentes obtidos durante as visitas envolveram apenas as categorias acidentes com
lesão e com danos ao patrimônio.
Segundo reportado, as principais causas de acidentes com lesão nas Unidades estão relacionadas
com membros superiores, principalmente mãos e geralmente ocorrem no período da manhã e após o
horário do almoço. No caso da Unidade, a tomada de ação após acidentes segue um fluxo baseado na
gravidade do evento. Primeiramente, o acidentado é encaminhado ao serviço médico para análise. Em
eventos de menor gravidade, o funcionário é orientado a retornar ao seu posto de trabalho após a
avaliação da equipe médica. Casos de maior gravidade são encaminhados ao serviço médico do Plano
de Auxílio Mútuo a Emergências – PAME. O serviço médico do PAME conta com uma unidade
hospitalar dentro do Polo Petroquímico de Camaçari com capacidade de gerenciar situações
emergenciais. Em casos ainda mais graves, o acidentado é enviado ao Hospital São Rafael, localizado
na cidade de Salvador, Bahia. A ERM não teve acesso as informações referentes ao fluxo de
atendimento a acidentes do Terminal.
Todo acidente é registrado, mesmo que sendo menor gravidade e, quando aplicável, as Unidades
procedem com a abertura de Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT.
Conforme reportado, não ocorreram acidentes na Unidade após o início da hibernação. A ERM não
teve acesso a informações sobre eventuais acidentes e incidentes envolvendo pessoas no Terminal. A
ERM também não teve acesso à nenhuma CAT emitida ao longo dos anos relacionadas a ambas
Unidades.

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Estatísticas de Doenças Ocupacionais
Para a Unidade, a ERM verificou o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO de Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
2019 considerando 288 funcionários ativos. Durante a visita técnica, a ERM identificou que este Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
número de funcionários não corresponde às operações ativas da Unidade. O documento apresentado quando a Unidade retomar suas operações.
também não apresenta os dados estatísticos de doenças ocupacionais.
Para o Terminal, a ERM não teve acesso a dados estatísticos de doenças ocupacionais nem ao
PCMSO da propriedade.
Programas de Higiene Ocupacional
A ERM teve acesso a um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA vigente e aplicável ao Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
endereço da Unidade. Segundo evidenciado neste documento, as equipes responsáveis pelo PPRA e requisitos constantes na legislação brasileira
PCMSO desenvolvem os seguintes programas de saúde e segurança: quando a Unidade retomar suas operações.
Programa de Conservação Auditiva - PCA; e
Programa de Proteção Respiratória - PPR.
Segundo o PCMSO de 2019 da Unidade, além do PPR, os Programas Ergonomia e de Imunização são
obrigatórios para a proteção dos riscos operacionais. A ERM não teve acesso ao motivo da ausência
de ambos os programas no PPRA vigente, bem como à ausência de informações referentes ao PPR
no PCMSO.
A ERM não teve acesso à evidência de discussão do conteúdo do PPRA com a CIPA. Concernente a
este quesito, segundo o Plano de Ação do PPRA, a apresentação do documento à CIPA deverá
ocorrer no último mês de vigência do mesmo (dezembro de 2020) e não no início da mesma.
Adicionalmente, o referido Plano de Ação é previsto para ocorrer entre janeiro e dezembro de 2020,
enquanto o documento possui validade de um ano a partir da sua emissão (novembro de 2019).
Os riscos ambientais referentes às operações da Unidade não estão identificados no PPRA, o qual
também não faz distinção entre os agentes químicos, físicos e biológicos, conforme previsto na versão
da NR 9 em vigor do período de sua elaboração. O Anexo B do PPRA, contém Matrizes de Conclusão
dos Grupos Homogêneos de Exposição – GHE aos Agentes de Risco Identificados, nas quais podem
ser identificados riscos referentes a “amônia” e “ruído”. Não foi possível identificar as atividades aos
quais os referidos riscos estão atribuídos, nem qual o estado físico da amônia considerada neste caso.
Também não foram fornecidos dados referentes ao monitoramento da exposição de funcionários à
amônia em estado gasoso.

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Não foram identificados riscos biológicos no PPRA relacionado ao Serviço Médico da Unidade,
conforme apresentado no PCMSO 2109. O documento informa que este serviço foi desmobilizado em
01 de setembro de 2019. No entanto, a ERM identificou a presença de Serviço Médico em atuação na
Unidade, porém não foi possível identificar qual o nível de ação deste serviço atualmente. Potenciais
riscos como exposição a vibração pelo uso das empilhadeiras existentes na Unidade, exposição a
agentes químicos do laboratório, riscos ergonômicos e riscos biológicos no serviço médico não foram
identificados no PPRA.
A análise preliminar dos riscos de higiene ocupacional – APR-HO (Anexo F) do PPRA não foi
disponibilizada para avaliação.
A ERM não teve acesso ao PPRA e PCMSO do Terminal, bem como não foram fornecidas Terminal A ERM recomenda que seja avaliado os
informações referentes aos programas de higiene ocupacional aplicados ao seu contexto. requisitos constantes na legislação brasileira
Reportadamente, esses programas são executados consoantes aos programas da Unidade. quando a Unidade retomar suas operações.
Entretanto, as documentações de referência consultadas (PPRA e PCMSO da Unidade) citam apenas
o endereço da Unidade de Camaçari e não foram apresentadas evidências de aplicação dos
programas para o contexto dos colaboradores do Terminal.
Conforme reportado, os funcionários próprios e terceiros das Unidades recebem adicional de Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
periculosidade. Adicionalmente, foi reportado que os funcionários estariam expostos à insalubridade, Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
porém não foi identificada a causa, nem o GHE exposto. A ERM não teve acesso à documentação que quando a Unidade retomar suas operações.
indique o pagamento desses incrementos aos funcionários.
Durante as visitas, a ERM identificou potencial de exposição dos funcionários por via respiratória a
concentrações de amônia em estado gasoso. Não foram apresentados laudos técnicos e/ou
informações referentes à medição da exposição dos funcionários a fim de identificar se o ambiente
deveria ser enquadrado como insalubre, segundo descrito na NR 15.
A ERM identificou também a existência de atividades com produtos explosivos, inflamáveis e em
contexto de eletricidade em todas as Unidades. Não foram apresentados laudos técnicos e/ou
informações referentes à exposição dos funcionários a agentes que possam conferir periculosidade,
segundo preconizado na NR 16.
Programa de Proteção Respiratória
Segundo a Instrução Normativa nº 1 de 11/04/94 do Ministério do Trabalho, as Unidades são obrigadas Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
a implantar o PPR. A ERM não teve acesso ao PPR das Unidades. Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
Durante as visitas às Unidades, os funcionários e terceiros foram avistados portando máscaras de quando a Unidade retomar suas operações

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fuga.
Programa de Conservação Auditiva
Segundo reportado, as unidades possuem PCA, que visa a monitoração biológica dos funcionários Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
expostos a níveis de pressão sonora elevados (iguais ou acima de 80 dB). A ERM não teve acesso ao Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
PCA das unidades. Entretanto, durante as visitas às áreas industriais, os funcionários e terceiros foram quando a Unidade retomar suas operações
avistados portando protetores auriculares dos tipos plugue e concha (separadamente).
Ergonomia
A ERM não teve acesso à Análise Ergonômica do Trabalho - AET de nenhuma das Unidades, as Unidade A ERM recomenda que seja desenvolvida a
informações fornecidas não indicam se esta documentação foi elaborada em atendimento a NR 17. Terminal análise Ergonômica do Trabalho e
Também não foram apresentados à ERM orçamentos ou planos de implantação de AET. A ERM respectivo Plano de Ação para
entende que a realização de uma AET para avaliação dos postos de trabalho não apresenta endereçamento das não-conformidades
materialidade. identificadas, quando a Unidade retomar
suas operações.
Condições do Ambiente de Trabalho
Housekeeping
As condições de limpeza e arrumação do ambiente de trabalho estavam em boas condições, inclusive Unidade A ERM recomenda que seja realizada a
nas áreas hibernadas. As áreas desativadas/descontinuadas apresentavam aspectos de desordem em Terminal arrumação das áreas mencionadas.
alguns quesitos, a saber:

Unidade:
■ Área da Amônia I (Hidrogênio) e área de Ácido Nítrico estavam com equipamentos em
avançado estado de deterioração e vegetação alta;
■ Armazéns I e II de Ureia apresentaram acúmulo de água de chuva no pavimento e restos de
produto agregados às paredes e ao solo;
■ Área das contratadas (Vila) estava com resíduos espalhados e em contato direto com o solo,
sem as devidas identificações e métodos de contenção. Foram observados resíduos de
isolamento (contendo lã de vidro) expostos, tanto no pavimento quanto no depósito desta
área; e
■ Área de grama em frente à UTE contendo sucatas de equipamentos industriais dispostos à
céu aberto, sem delimitação e proteção acúmulo de água de chuva.

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Terminal:
■ A área abaixo dos tanques de amônia do TMA estava com acúmulo de água de chuva;
■ Armazém de Ureia do TMU apresentou acúmulo de água de chuva no pavimento e restos de
produto agregados às paredes e ao solo; e
■ Na porção norte externa do Armazém de Ureia do TMU, foram identificados rolos de metal
contendo borras de óleo empilhados no pavimento. Esses rolos são aplicáveis a operação de
rolamento da esteira de carregamento de Ureia.
Condições de Higiene e Conforto nos Locais de Trabalho
A Unidade possui um refeitório, enquanto o Terminal possui um espaço designado como copa em cada Unidade Realizar adequação de equipamentos
um dos dois prédios administrativos do TMA e TMU. Os espaços relativos às refeições de todas as Terminal visando arrumação das áreas desativadas
Unidades apresentavam boas condições de limpeza e higienização, sem comunicação com locais de há mais de dois anos (e.g., Amônia I e Ácido
trabalho, instalações sanitárias e locais insalubres e perigosos. Em todos estes locais foi identificado o Nítrico), e nas instalações sanitárias de
fornecimento de água potável por meio de copos individuais. acordo com a NR 24.
As instalações sanitárias e vestiários são separadas por gênero e apresentavam boas condições de Obras podem ser necessárias para a
higienização. A ERM não teve acesso a todas as instalações sanitárias. Por este motivo, não é referida adequação à NR 24.
possível estimar qual a capacidade máxima das instalações atualmente, bem como não é possível
afirmar se atendem aos quantitativos de funcionários mínimos exigidos pela NR 24 para cada tipo de
instalação (e.g., quantidade mínima de mictórios e chuveiros por grupo de funcionários).
Edificações, Pavimentos e Proteção Contra Quedas
Segundo avaliado durante as visitas, as edificações aparentam garantir condições de iluminação e Unidade A ERM não identificou questões
conforto térmico compatíveis com a natureza dos trabalhos executados, bem como adequada proteção Terminal relacionadas a esse tópico
contra chuva. Dentro das instalações administrativas visitadas, os pisos, escadas, rampas, corredores
e passagens dos locais de trabalho apresentavam materiais antiderrapantes. Não foram identificadas
aberturas nos pisos e paredes nesses locais.
A ERM identificou aberturas e desníveis na pavimentação, principalmente nas estruturas do asfalto, Unidade Adequar as estruturas dos Armazéns de
além da necessidade de readequação da sinalização das pistas, as quais se apresentam apagadas Ureia e das suas áreas de carregamento e
e/ou inexistentes. ajuste a pavimentação da área identificada,
Nos Armazéns I e II de Ureia, foram identificadas aberturas nas paredes e nos pisos, sem proteção de acordo com a NR 18.
e/ou anteparos que possam impedir a queda de pessoas e objetos. Ambas as instalações também Obras podem ser necessárias para a
apresentaram cobertura deficiente contra chuvas e pontos de alagamento no solo. Adicionalmente, a referida adequação.

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ERM identificou estruturas metálicas em avançado estado de oxidação em ambos os armazéns e nas
suas respectivas áreas de carregamento. Mais especificamente, na área de carregamento de ureia em
caminhões (localizada entre o Armazém II e a ETA), foi identificado que a estrutura predial que
armazena os silos de ureia está em avançado estágio de deterioração, motivo pelo qual não foi
possível adentrar nessas instalações para identificar as específicas necessidades de readequação
dessas estruturas.
Foram identificadas aberturas nas paredes e nos pisos do armazém de Ureia do TMU, sem proteção Terminal Adequar as estruturas dos Armazéns de
e/ou anteparos que possam impedir a queda de pessoas e objetos. A instalação também apresentou Ureia e das suas devidas áreas de
cobertura deficiente contra chuvas e pontos de alagamento no solo. Adicionalmente, as esteiras de carregamento e ajuste a pavimentação da
carregamento da ureia apresentaram falhas estruturais (ausência de tábuas) em diversos pontos. A área identificada, de acordo com a NR 18.
readequação dessas estruturas está prevista no contrato entre a Petrobras e a CODEBA. As fases do Obras podem ser necessárias para a
projeto foram descritas em documento intitulado “TMU – Projeto de Revitalização das Instalações”, cujo referida adequação.
plano de ação prevê que a referida revitalização seja finalizada em dezembro de 2020. A ERM não
teve acesso ao andamento do plano de ação e não consegue identificar quais ações do referido plano
estão pendentes/concluídas para fornecer o somatório da materialidade faltante.
Segurança Operacional
Equipamentos de Proteção Individual
Durante as visitas, a ERM identificou funcionários e terceiros que visitaram a área industrial Unidade A ERM não identificou questões
usando/portando EPIs do tipo capacete, luvas de vaqueta de cano longo, máscaras de fuga, sapatos Terminal relacionadas a esse tópico
de segurança com biqueiras de aço, óculos de proteção contra respingos químicos (ampla visão),
protetores auriculares e uniforme retardante ao fogo (Fire Retardant – FR).
Durante as visitas às áreas industriais, foi possível identificar sinalizações quanto aos tipos de EPIs
necessários para cada área.
A ERM não teve acesso às fichas individuais de entrega de EPIs, nem ao controle do Certificado de
Aprovação e/ou validade dos mesmos. Segundo reportado, a Petrobras mantém esses registros para
os funcionários internos e fiscaliza os registros das terceirizadas por meio de auditorias.
Trabalho em Altura
Segundo reportado, as principais atividades de trabalho em altura são relacionadas a montagem de Unidade Reparar as linhas de vida existentes e as
andaimes e carregamento e descarregamento de ureia. O reporte ainda indicou que toda atividade de Terminal escadas de acordo com a NR 35.
trabalho em altura é realizada por profissionais habilitados conforme definições da NR 35. A ERM não Obras e aquisição de equipamentos podem

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teve acesso às evidências de treinamento da equipe que está habilitada a executar este tipo de ser necessárias para a referida adequação.
atividade.
Foi mencionado que as linhas de vida eram utilizadas nas áreas de carregamento e descarregamento
de ureia e que estes equipamentos eram periodicamente inspecionados e antes da do processo de
hibernação. Após este período, as inspeções e manutenções periódicas foram descontinuadas.
Entretanto, conforme reportado, a última inspeção indicou que as linhas de vida estavam em perfeitas
condições de uso e que demandariam inspeção para serem habilitadas ao uso novamente.
No que tange as escadas das unidades industriais, foi reportado que as escadas de marinheiro
possuem guarda corpo e que as demais escadas laterais de possuem corrimão. Ainda segundo o
reporte fornecido, foram identificadas oportunidades de melhoria nesses equipamentos durante a
última parada de manutenção (antes da hibernação) e, por isso, foram realizadas diversas
intervenções em corrimões, guarda corpos, estruturas das linhas de marinheiro e de plataformas. A
ERM não teve acesso ao plano de ação dessas melhorias. Durante a visita as Unidades, A ERM
identificou escadas de marinheiro com pontos de oxidação e contendo guarda corpos em alturas
equivalentes a 2,0m. A ERM não teve acesso as escadas da torre de perolação (Amônia II) e da torre
da Ureia I, as quais fornecem acesso aos equipamentos mais altos da Unidade, para identificar
potenciais necessidades de melhorias. A ERM presenciou uma atividade com trabalho em altura sendo
executada na Unidade por uma empresa terceirizada (SNA), na qual o cinto de segurança, talabarte,
linha de vida e permissão de trabalho - PT especial estavam sendo corretamente utilizados.
Juntamente coma PT, foi anexado o formulário intitulado Recomendação Adicional de Segurança -
RAS, o qual continha orientações adicionais de segurança da atividade.
Nenhuma atividade em altura foi identificada durante a visita à Unidade 2.
Transporte e Manuseio de Cargas
Conforme reportado, as atividades de transporte e manuseio de cargas são realizadas por equipe Unidade A ERM não identificou questões
especializada e treinada conforme requisitos da NR 11. A ERM não teve acesso aos certificados de Terminal relacionadas a esse tópico
treinamento dos funcionários e terceiros, no entanto, entende que este item não apresenta
materialidade.
Durante a visita, foram evidenciados equipamentos contendo cabos e correntes em avançado estado Unidade Realizar adequações nas áreas de
de deterioração, principalmente nas áreas de carregamento dos Armazéns I e II. Terminal carregamento em conformidade à NR-11.
Foram identificados equipamentos de transporte motorizados (e.g. guindaste, empilhadeiras e Obras e aquisição de equipamentos podem
caminhão munck), porém os mesmos não foram avistados em funcionamento para a identificação de ser necessárias para a referida adequação.

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sinais luminosos e de advertência. A ERM não teve acesso aos documentos de inspeção desses
equipamentos, porém, os mesmos apresentavam estar em boas condições.
No que consiste o içamento manual de cargas, foi informado e identificado que:
■ Unidade: atividades de içamento manual de cargas de até 25 kg por pessoa eram executadas
na área de carregamento de ureia ensacada (localizada no Armazém II). Estas atividades
envolviam a apanha dos sacos de ureia pelos colaboradores e posterior depósito dos mesmos
nos leitos dos caminhões. Não foi avistado equipamento de apoio a este tipo de içamento
manual e as estruturas aéreas existentes na área do carregamento (e.g. plataformas de
carregamento e teto) podem representar impedimentos à instalação deste tipo de auxílio; e
■ Terminal: identificadas estruturas de içamento contendo cabos e correntes em avançado
estado de deterioração na área do armazém de ureia.
Espaços Confinados
Conforme reportado e considerando as observações da ERM durante as visitas, os espaços Unidade Readequar as estruturas dos espaços
confinados da Unidade e Terminal estão, majoritariamente identificados, tendo sido visualizado Terminal confinados e apresentar das informações,
espaços confinados não identificados nos armazéns de ureia I e II da Unidade e no armazém de ureia visando o atendimento à NR 33.
do Terminal. Obras e aquisição de equipamentos podem
Conforme reportado, uma empresa terceirizada realizou o levantamento de todos esses espaços da ser necessárias para a referida adequação.
Unidade. A integridade dos espaços confinados é avaliada durante as atividades previstas nos planos
de preservação (Unidade), manutenção (Terminal - TMA) e revitalização (Terminal - TMU). A ERM não
teve acesso a lista de espaços confinados do Terminal, nem aos seus estados atuais de integridade.
As atividades nesses espaços são realizadas com base na NR 33 e em procedimento operacional
estruturado conforme requisitos da mesma. Ainda segundo reportado, os serviços em espaços
confinados são realizados por equipe treinada, munida de PT especial, RAS, análise de risco e em
conformidade procedimentos definidos na NR 33. A ERM não teve acesso a registros de treinamentos
dos trabalhadores que atuam neste serviço. Não foram reportados incidentes envolvendo trabalhos em
espaços confinados.
Trabalho a Quente (soldagem, brasagem, corte, esmerilhamento e perfuração)
De acordo com os representantes das Unidades, trabalhos a quente são executados com base nas Unidade A ERM não identificou questões
necessidades de manutenção e fazem parte da rotina diária. Por este motivo, apenas funcionários e/ou Terminal relacionadas a esse tópico.
terceirizados treinados atuam com este tipo de atividade. Durante as visitas, a ERM identificou
atividade de solda e respectivo uso de EPIs e proteção da área de soldagem com lonas.

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Materiais Inflamáveis e Combustíveis
A ERM não teve acesso ao inventário de materiais combustíveis e inflamáveis que são armazenados Unidade A ERM não identificou questões
na Unidade e no Terminal, conforme define a NR 20. Segundo reportado, o gás liquefeito de petróleo – Terminal relacionadas a esse tópico
GLP é armazenado para abastecimento de empilhadeiras e para uso no refeitório. Adicionalmente,
óleo combustível é armazenado em contentores plásticos e metálicos para utilização em equipamentos
variados e para geração de ar de instrumento. Ainda segundo reportado, o gás natural utilizado nos
flares não é armazenado, pois é recebido através de dutos.
Durante a visita, a ERM identificou armazenamento de cilindros de GLP próximos ao carregamento de
ureia e ao pátio de sucatas metálicas da Unidade 1. Os armazenamentos não apresentavam
identificação, estavam trancados e continham, aparentemente, cilindros vazios. Não foi possível
identificar os valores de pressão nos manômetros para garantir que os cilindros estavam vazios.
Conforme reportado, o Terminal não faz armazenamento de materiais combustíveis e inflamáveis.
Segurança em Eletricidade
Conforme reportado, as Unidades contam com Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas Unidade Realizar uma inspeção nas instalações
(SPDA). A ERM não teve acesso ao relatório de inspeção do SPDA de nenhuma das Unidades. Os Terminal elétricas, de acordo com a NR 10.
projetos das instalações e os diagramas elétricos também não foram disponibilizados para análise da Obras e aquisição de equipamentos podem
ERM. Conforme verificado, a Unidade também possui um Procedimento de Prontuário das instalações ser necessárias para a referida adequação.
elétricas da Unidade, emitido em 19 de Março de 2019 e também possui um procedimento de
segurança em instalações e serviços em eletricidade.
Durante a inspeção de campo, a ERM verificou que a maioria das estruturas referentes a eletricidade
(cabos, quadros, subestações) estão em bom estado de conservação. Os componentes das
instalações elétricas possuem sinalização e identificação. Exceções a esta observação foram
identificadas nas seguintes circunstâncias: cabeamentos elétricos aéreos expostos no setor de
manutenção da Unidade e cabeamentos elétricos passando pelo interior de canaletas de água pluvial
no Terminal - TMU.
Segundo os representantes das Unidades, as subestações das Unidades em
hibernação/descontinuidade foram mantidas energizadas para garantir uma melhor conservação dos
equipamentos.
Ainda com base no reportado, as atividades que envolvem eletricidade são executadas por
profissionais autorizados a trabalhar em instalações elétricas, os quais possuem habilitação técnica
específica de acordo com a NR 10. A ERM não teve acesso a evidências de treinamento e/ou

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capacitação da equipe habilitada das Unidades.
Segurança de Máquinas e Equipamentos
De modo geral, as inspeções nas áreas hibernadas indicaram que os equipamentos se encontram em Unidade Realizar uma inspeção para verificação de
boas condições de conservação, com devidos isolamentos e identificações. As áreas que foram conformidade com a NR 12. Verificar o
descontinuadas sem status de hibernação (e.g. Ácido Nítrico e Amônia I) não foram inspecionadas andamento da manutenção previstas no
devido ao isolamento da área e falta de condições de segurança para acesso às instalações. plano de hibernação da Unidade e do
Segundo descrito no Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, a Unidade possui um Programa amonioduto com Pipeline Inspection Gauge
de Integridade Mecânica, ACET, o qual promove a verificação final de equipamento novo ou (PIG).
modificado para confirmar que todos os elementos de segurança de processo foram sido devidamente Caso as adequações não tenham sido
considerados e se a instalação se encontra em condições seguras para a operação. A ERM não teve realizadas, conforme consta no Plano de
acesso às evidências de aplicação deste plano e/ou de sua continuidade após a hibernação. hibernação, obras e aquisição de
A ERM teve acesso a dados estatísticos referentes ao plano de inspeção dos equipamentos da equipamentos podem ser necessárias para
Unidade desde 2014 até 2018. O plano foi executado integralmente entre os anos de 2014 e 2017, a referida questão.
enquanto em 2018, alguns equipamentos não foram inspecionados. O plano não apresenta
especificação de quais equipamentos foram deixados com inspeção pendente em 2018 e, dentre os
documentos fornecidos, não foram identificados dados de inspeções do ano de 2019. Adicionalmente,
o escopo das inspeções não foi detalhado nesses documentos.
Um levantamento realizado no dia 07/05/2019 e disponibilizado para análise da ERM, indicou que
existe um total de 11.202 notas de manutenção de equipamentos abertas, relacionadas ao plano de
arrendamento das Unidades. Este documento não apresenta detalhamentos sobre os níveis de ação
requeridos por essas manutenções.
Com relação ao amonioduto, dentre os documentos fornecidos para análise da ERM, foi possível
identificar que a última inspeção com o Pipeline Inspection Gauge – PIG ocorreu em 2011.
Adicionalmente, a próxima inspeção teria previsão para ocorrer em 2021. Notas de manutenção teriam
sido abertas em 2019, relacionadas a questões de pintura do amonioduto. Com base na experiência da
ERM, a inspeção de do amonioduto com PIG poderia incorrer em materialidade.
No que consiste o Terminal – TMA, máquinas e equipamentos apresentavam boas condições de Terminal Realizar uma inspeção para verificação de
segurança, de modo geral. No entanto, foram observadas estruturas metálicas pertencentes a escadas conformidade com a NR 12 e verificar o
de marinheiros e proteção de bombas em estágio avançado de oxidação. Adicionalmente, foram andamento da readequação de máquinas e
identificadas bombas com partes rotativas sem proteção na casa de bombas. equipamentos do TMU de acordo com a NR
A ERM não teve acesso aos planos de manutenção e/ou inspeção do Terminal - TMA.

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Com relação ao TMU, conforme mencionado anteriormente, existe um plano de revitalização requerido 12 e com o documento “TMU – Projeto de
pela CODEBA, no qual todas as suas unidades deverão ser revitalizadas com base no plano de ação Revitalização das Instalações”.
apresentado neste documento. Durante as inspeções de campo, a ERM identificou que os
equipamentos que foram mantidos no TMU (e.g. KRATZER, esteiras transportadoras, distribuidor Caso necessário, readequar as máquinas e
TRIPER CAR, balança rodoviária, moegas, silos, rolos, entre outros) apresentaram estágio avançado equipamentos do TMU de acordo com as
de oxidação e, em alguns casos, deterioração. A readequação dessas estruturas também está prevista exigências da NR 12, onde obras e
no contrato entre a Petrobras e a CODEBA. As fases do projeto foram descritas em documento aquisição de equipamentos podem ser
intitulado “TMU – Projeto de Revitalização das Instalações”, cujo plano de ação prevê que a referida necessárias para a referida questão.
revitalização seja finalizada em dezembro de 2020. A ERM não teve acesso ao andamento do plano de
ação e não consegue identificar quais ações do referido plano estão pendentes, para estimar a
materialidade relativa à estas ações.
Caldeiras e Vasos de Pressão
Nenhuma das Unidades possui caldeiras. Especificamente relacionado à Unidade, existia uma caldeira Unidade Realizar uma inspeção de conformidade
101-BA. Porém, conforme reportado, a classificação do equipamento com caldeira estava incorreta Terminal com a NR 13 nos vasos de pressão.
considerando às especificações da NR 13. As justificativas para esta conclusão estão descritas em Obras e aquisição de equipamentos podem
documento intitulado “Relatório do Grupo de Trabalho – Alteração da Classificação dos Equipamentos ser necessárias para a referida adequação.
101-BA e 101-A das Plantas de Camaçari e Laranjeiras”. A readequação da classificação do
equipamento foi requerida à Gerência de Certificação - GECER do Instituto Brasileiro de Petróleo e
Gás - IBP, a qual foi aprovada em carta de nº IBP-GECER-088.
Segundo dados de um levantamento realizado de 05/05/2019, as Unidades possuem os seguintes
quantitativos de vasos de pressão:
■ A Unidade 1 possui 195 vasos de pressão não relacionados à NR 13 e 328 relacionados à NR
13; e
■ A Unidade 2 possui 32 vasos de pressão não relacionados à NR 13 e 42 relacionados à NR
13.
A ERM não teve acesso a relatórios de inspeção e/ou laudos que atestem a integridade desses
equipamentos.
Conforme documento disponibilizado de “Registro de Segurança Vasos de Pressão Unidade Amônia II
Livro 2”, o último registro de 30 de Novembro de 2011 relata: “”Equipamento encontra-se fora de
operação – em hibernação a partir desta data.”.Após inspeção interna PPG-2019.”
Dentre a documentação disponibilizada para análise da ERM, foi identificada uma planilha com data de Unidade A ERM não identificou questões

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26/12/2018 referente aos resultados das auditorias do Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos relacionadas a esse tópico
(SPIE). A planilha apresenta dados de observações, preocupações e não conformidades, observados
durante as auditorias realizadas anualmente desde 2002 até 2017. Com base nos dados, é possível
identificar uma melhoria nos resultados do SPIE ao longo dos anos. Entretanto, a ERM não teve
acesso ao conteúdo das auditorias, motivo pelo qual não é possível identificar a natureza das
observações, preocupações e não conformidades, bem como identificar se foram tomadas ações
corretivas para atender a estas questões.
De acordo com o Anexo IV - Relatório de Passivos Ambientais da FAFEN-BA, emitido pela Petróleo TMA A reconstrução do tanque é obrigação da
Brasileiro S.A. em maio de 2019, a partir do ano de 2005, foi realizada uma série de estudos de Petrobras estabelecida pela CODEBA,
Diagnóstico Ambiental Confirmatório e Detalhado com Análise de Risco à Saúde Humana pelas cabendo às estas as tratativas quanto ao
empresas Haztec e CETREL (pg.33 – Demais pontos identificados) consta que (in verbis): em 2010, cumprimento desta obrigação.
houve uma falha estrutural em um dos tanques de armazenamento de amônia, localizado no TMA,
ocasionando sua explosão. Tanto a estrutura quanto os sistemas auxiliares do antigo tanque foram
removidos, após a falha estrutural. O Parecer jurídico JURIDICO/JGE4314/12 de 29/05/2012 conclui
que a Petrobras não está obrigada a reconstruir o tanque imediatamente, como solicitado pela
CODEBA,podendo fazê-lo até o fim do arrendamento em 2026.
A ERM não teve acesso a esse parecer jurídico.
Fornos
Conforme identificado durante às visitas, a Unidade possui três fornos. O Terminal não possui este tipo Unidade Verificar a necessidade de substituição do
de equipamento. Segundo reportado, os fornos existentes se adequam as definições da NR 14. Terminal forno 101-B, para atendimento à NR 14.
Foi identificada uma observação referente ao forno 101-B dentre as documentações fornecidas à ERM. Obras e aquisição de equipamentos podem
Segundo informação, o referido forno ultrapassou as horas de operação previstas em projeto e deveria ser necessárias para a referida adequação.
ser substituído na próxima Parada Programada – PPG. A ERM não teve acesso a relatório e/ou
documentação que ateste a conformidade dos fornos com a norma, nem aos dados de projeto dos
fornos existentes na Unidade.
Controles de Travamento e Liberação de Equipamentos Energizados (Lockout/Tagout)
Conforme reportado, o travamento e liberação de equipamentos nas Unidades é feito através do Unidade A ERM não identificou questões
sistema de Liberação, Isolamento, Bloqueio, Raqueteamento e Aviso – LIBRA. Este sistema visa a Terminal relacionadas a esse tópico
manutenção e o controle ao acesso de pessoas não autorizadas a máquinas ou sistema que possam
de forma inesperada, sofrer algum tipo de energização, seja de tipo elétrico, hidráulico, mecânico,
químico, entre outros.

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A ERM não teve acesso ao procedimento de LIBRA da Unidade e Terminal, porém identificou a
existência de etiquetas de travamento de linhas e equipamentos em todas as Unidades.
Sistema de Atendimento à Emergências
Conforme reportado, ambas as Unidades possuem Plano de Atendimento à Emergência – PAE. A Unidade A ERM não identificou questões
Unidade possui o PAME e o Terminal possui o Plano de Auxílio Mútuo – PAM para auxiliar no Terminal relacionadas a esse tópico.
atendimento a emergências de diversos cenários. O PAE tem o objetivo de promover estratégias no
atendimento a emergências na unidade, enquanto o PAME e o PAM são relacionados às estratégias
de combate aplicadas em conjunto pelo Polo Petroquímico de Camaçari e pelo Porto de Aratu,
respectivamente. A Petrobras dispõe de Sistema Informatizado para Apoio a Plano de Ação de
Emergência – INFOPAE e de Plano de Emergência Local – PEL. O INFOPAE tem o objetivo de facilitar
o acesso às informações no momento da emergência, minimizando o tempo de resposta das equipes
envolvidas. O PEL tem o objetivo estabelecer procedimentos técnicos e administrativos a serem
seguidos em situações de emergência que eventualmente possam ocorrer nas áreas de atuação da
Petrobras, incluindo a Unidade e o Terminal, o transporte de amônia via amonioduto do Polo
Petroquímico de Camaçari para o Porto de Aratu e do Porto de Aratu para o Polo, e o transporte
rodoviário de Amônia, Ureia e Ácido Nítrico.
A ERM teve acesso ao Plano de Resposta a Emergência da Unidade (sem data), nos quais constam
as ações estabelecidas para situações de emergência em instalações da Unidade e dos Terminais. O
documento inclui de quem são as autoridades e responsabilidades, limites de abrangência e
vulnerabilidade, caracterização das áreas, hipóteses acidentais (classificadas em ocorrências
intramuros e extramuros), cenários de emergência (com base na frequência e severidade),
informações e procedimentos para resposta, comunicação de acidente ou incidente, estrutura
organizacional de resposta, estrutura da brigada, situações de abandono de área, entre outros tópicos.
Segundo o documento intitulado “Relatório de SMS” (maio de 2019), tanto o PAE quanto o PAM foram
revisados e não foram identificadas oportunidades de melhoria nos seus conteúdos após a hibernação
das unidades.
Representantes da Unidade e do Terminal afirmaram que os funcionários próprios e terceiros são
treinados nos planos no período inicial de contratação e que passam por reciclagens periódicas ao
longo da sua permanência nas propriedades. Treinamentos específicos são fornecidos às equipes de
brigadistas para atendimento a emergências. Além disso, as equipes de funcionários e brigadistas são
treinadas quanto às saídas de emergência e rotas de fuga de ambas as propriedades. Estes
treinamentos são realizados em conjunto com as empresas do Polo de Camaçari e do Porto de Aratu

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e, anualmente, são realizados simulados de evasão.
Extintores de incêndio do tipo ABC foram avistados em todas as áreas operacionais com as devidas
etiquetas de identificação. Apenas os extintores posicionados na portaria apresentaram prazo de
inspeção visual vencido.
A ERM não teve acesso à documentação técnica do sistema de combate à emergência da Unidade e
Terminal. Dentre a documentação disponibilizada, foi identificado um mapa das utilidades empregadas
no combate a incêndios de cada Unidade (à exceção do TMU), o qual foi consultado para composição
deste item. Sendo assim, as questões consideradas nas análises individuais da Unidade e Terminal
são, basicamente, compostas das informações reportadas pelos representantes durante as visitas e
entrevistas.
Durante as inspeções de campo, a ERM identificou sistema de iluminação de emergência nas áreas de Unidade Realizar uma inspeção de conformidade
trabalho. A ERM também solicitou que chuveiros e lava-olhos de emergência fossem testados durante Terminal com a NR 23
as visitas e a maioria dos equipamentos testados não funcionou. O único equipamento que funcionou Situação de intervenção específicas para as
dentre os testados estava localizado na área de Ureia II da Unidade (nas proximidades do SAO de adequações necessárias visando
amônia) e a água apresentou baixa pressão e coloração típica de água contendo traços de ferrugem. conformidade com a NR 23
Testes que não funcionaram foram realizados nas seguintes áreas:
■ Na Unidade 1, ETA e arredores da bacia de equalização; e
■ Na Unidade 2, área dos tanques de amônia.
A ERM não identificou portas corta-chama nos prédios administrativos acessados, nem teve acesso às
plantas da Unidade e Terminal para identificar se as saídas de emergência estão em conformidade
com os padrões definidos na NR 23. Testes dos alarmes são realizados regularmente, à exceção do
TMU no Terminal.
A ERM teve acesso ao Plano de Resposta a Emergência da Unidade (sem data) e seus anexos, nos
quais constam as ações estabelecidas para situações de emergência em instalações da Unidade e dos
Terminais. O documento inclui de quem são as autoridades e responsabilidades, limites de
abrangência e vulnerabilidade, caracterização das áreas, hipóteses acidentais (classificadas em
ocorrências intramuros e extramuros), cenários de emergência (com base na frequência e severidade),
informações e procedimentos para resposta, comunicação de acidente ou incidente, estrutura
organizacional de resposta, estrutura da brigada, situações de abandono de área, entre outros tópicos.

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Controle de Terceirizados
A Petrobras possui um padrão de contratação e gerenciamento de terceirizados baseado na sua Unidade A ERM recomenda que seja avaliado os
política de SMS. Segundo reportado, a seleção de empresas terceirizadas é baseada na solicitação de Terminal requisitos constantes na legislação brasileira
documentação para avaliação de conformidade legal. Além disso, os contratados devem seguir os quando a Unidade retomar suas operações
procedimentos operacionais definidos pelo contratante para a execução de suas atividades. Os
contratos entre as unidades e as empresas terceirizadas não foram fornecidos para a avaliação da
ERM. A ERM não teve acesso a informações sobre reivindicações trabalhistas em andamento contra
empresas terceirizadas que atuam nas Unidades.
Conforme reportado, as empresas terceirizadas que estão atuando nas Unidades atualmente são:
■ Enfil, atuando como consultora no gerenciamento das áreas de meio ambiente e segurança
das Unidades;
■ SNA, empresa contratada para manutenção das unidades industriais e estruturas civis;
■ Centro de Defesa Ambiental (CDA), responsável por remoção de material oleoso na bacia de
equalização de efluentes com uso de embarcação apropriada, barreiras de contenção e
skimmers;
■ Lwart, responsável pela coleta de óleo usado;
■ Empresa responsável pela coleta do material oleoso no SÃO (razão social não especificada);
■ IVOMAX, atua com separação e coleta de lâmpadas;
■ Stericycle, atua com coleta de resíduos provenientes do serviço médico;
■ LIMPEC, aterro industrial;
■ Gerdau, atua com o recebimento de sucatas metálicas;
■ COOPMARC, cooperativa que atua na coleta dos resíduos recicláveis das Unidades; e
■ As empresas de coleta de resíduos, segurança, limpeza, portaria e refeitório não tiveram seus
nomes divulgados.

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL REFERÊNCIAS
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

6 REFERÊNCIAS

As seguintes fontes de informação foram utilizadas na condução da Avaliação Ambiental exposta


neste relatório. Quando as informações obtidas destas fontes foram consideradas úteis pelo Auditor
Ambiental, elas foram detalhadas nas seções dedicadas do relatório.
Nenhuma consulta a Agências Regulatórias foi realizada pelo ERM. Todas as informações foram
obtidas de documentos e entrevistas com representantes da Unidade (Petrobras) e imagens aéreas
foram obtidas do Google Earth Pro® (2020).

Tabela 6.1 - Resumo das Fontes Históricas Avaliadas


Instituição/Fonte de informação Dado fornecido Anos avaliados (se aplicável)
Unidade Propriedades
Adjacentes

Representantes da Unidade
Informações Gerais
(Petrobras) e do Cliente, conforme 1962-2019 1962-2019
da Área
consta na seção 1.1

Fotografias aéreas
Base de dados de fotografias aéreas 1973 1973
históricas

Google Earth Pro® 2020 Imagens áreas 2005 2019

Tabela 6.2 - Outros Documentos Consultados


Data Documento
Março/Abril 2020 Anexo I - Solicitações de Vistoria Técnica TMA – Bombeiros
Março/Abril 2020 Anexo III - Protocolos do Projeto – Bombeiros
Março/Abril 2020 Anexo IV-Notificação de Projeto nº 5776 2019 – Bombeiros
Março/Abril 2020 Anexo V - Proposta de Serviço de Projeto – Bombeiros
Março/Abril 2020 Anexo VI -TPS Taxa de incêndio - Bombeiros
Março/Abril 2020 Relação de Produtos Controlados – Exército Brasileiro
Março/Abril 2020 Título de Registro n°6T/620/BA/16 – Exército Brasileiro
Março/Abril 2020 Certificado de Regularidade IBAMA – FAFEN-BA (jun/2018, set/2018, dez/2018)
Março/Abril 2020 Certificado de Regularidade IBAMA – TMA (jun/2018, set/2018, dez/2018)
Março/Abril 2020 Comprovante de Inscrição IBAMA – Registro nº 56389 – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Comprovante de Inscrição IBAMA – Registro nº 5251808 – TMA
Março/Abril 2020 Comprovante de entrega de Relatório IBAMA – FAFEN-BA e TMA (2018/2019)
Março/Abril 2020 Carta Hibernação FAFEN-BA à INEMA (2018)
Março/Abril 2020 Notificação INEMA nº 2019-002446/TEC/NOT-0613
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 8699 – Renovação da Licença de Operação Amonioduto
Março/Abril 2020 Relatório de Cumprimento de Condicionantes da Licença de Operação do Amonioduto –
Jul/2019
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 9348 – Renovação da Licença de Operação TMA-TMU
Março/Abril 2020 Relatório de Cumprimento de Condicionantes da Licença de Operação dos Terminais
Marítimos de Amônia e Ureia (2019)
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 12.111 – Renovação da Licença de Operação ARLA 32

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL REFERÊNCIAS
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

Data Documento
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 18.009 – Renovação Direito de Uso de Recursos hídricos – Poços 1,
2, 3, 4 e 5.
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 8732 – Renovação Direito de Uso de Recursos hídricos – Poços 1, 2,
3, 4 e 5.
Março/Abril 2020 Relatório de Cumprimento de Condicionantes da Outorga dos 5 poços de produção da
FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Relatório Fotográfico dos Poços de Produção da FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 3958 – Renovação de Licença de Operação – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Portaria INEMA nº 9089 – Revisão das Condicionantes IX, X, XVI, XIX, XX, XXIII e XXV
Março/Abril 2020 Relatório de Cumprimento de Condicionantes da Licença de Operação da FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Certificado de Registro Cadastral nº 2003/007460 – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Certificado de Licença de Funcionamento nº 2019-00518185
Março/Abril 2020 Lista de Produtos Controlados
Março/Abril 2020 Alvará de Licença para Funcionamento – FAFEN-BA - Secretaria Municipal de Camaçari
Março/Abril 2020 Alvará de Licença de Localização e Funcionamento – Prefeitura Municipal de Candeias –
Porto de Aratu
Março/Abril 2020 Anexo III – Relatório de Inspeção de Transmissão
Março/Abril 2020 Inventário Emissões Atmosféricas – TMU 2017
Março/Abril 2020 Inventário Emissões Atmosféricas – TMU 2016
Março/Abril 2020 Estudo de Análise Quantitativa de Riscos – Porto de Aratu
Março/Abril 2020 Anexo A – Dados Amonioduto
Março/Abril 2020 Anexo B – FISPQ Amônia
Março/Abril 2020 Anexo C – Dados Amônia
Março/Abril 2020 Anexo D – Dados Amonioduto e TMA
Março/Abril 2020 Anexo E – Isso Risco
Março/Abril 2020 Anexo F - ARTs
Março/Abril 2020 RTGA Amonioduto 2018
Março/Abril 2020 RTGA Aratu 2018
Março/Abril 2020 RTGA FAFEN-BA 2018
Março/Abril 2020 Mapa do Entorno – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Laudos de Efluente – FAFEN –BA (2017/2018/2019)
Março/Abril 2020 Planilha de Volume dos Tanques – FAFEN - BA
Março/Abril 2020 Planilha de Relação dos Tanques – Tubulação – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Fluxograma de Processo – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Avaliação PGR – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Foto Aérea – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Planta de Instalação – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Plano Diretor do Polo
Março/Abril 2020 Anexo I – Informações Técnicas – FAFEN-BA

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL REFERÊNCIAS
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

Data Documento
Março/Abril 2020 Anexo IV – Relatório de Passivos Ambientais (Partes I e II)
Março/Abril 2020 Documento Base do PPRA 2019-2020
Março/Abril 2020 Relatório da 1ª Campanha de Monitoramento Ambiental da Água Subterrânea – Janeiro
2020
Março/Abril 2020 Anexo I – Relatório Fotográfico
Março/Abril 2020 Anexo II – Certificado de Acreditação do Laboratório
Março/Abril 2020 Anexo III – Certificados de Calibração dos Equipamentos
Março/Abril 2020 Emissões por Unidade – 2015/2016/2017/2018/2019
Março/Abril 2020 Relatório de Diagnóstico Geoambiental – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Relatório de Gerenciamento de Recursos Hídricos e Efluentes - FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Gerenciamento de Risco – TMA – Anexos A, B e C
Março/Abril 2020 Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Industriais (2015, 2016, 2017, 2018 e 2019) –
FAFEN-BA
Março/Abril 2020 PCMSO – FAFEN-BA - 2019
Março/Abril 2020 Relatório de Gestão da Central de Resíduos Perigosos e Recicláveis – FAFEN-BA –2019
Março/Abril 2020 Relatório de Gestão da Central de Resíduos Sólidos e Semi-Sólidos – FAFEN-BA –2018
Março/Abril 2020 PGR FAFEN-BA – 2010 e 2013
Março/Abril 2020 PGRS – FAFEN-BA - 2019
Março/Abril 2020 Plante de Locação – Sistema Geral de Efluentes
Março/Abril 2020 Reclassificação das Áreas da FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Relatório Fase II – Área de Processo de Ácido Nítrico – FAFEN-BA 2010
Março/Abril 2020 Relatório Fase II – Armazéns de Ureia I e II – FAFEN-BA 2010
Março/Abril 2020 Relatório de Monitoramento das Águas Subterrâneas no Entorno da Bacia de Efluentes e
Pátio de Resíduos – FAFEN-BA - 2015
Março/Abril 2020 Relatório da Hibernação – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Relatório Inventário de Resíduos – FAFEN-BA – 2017-2018
Março/Abril 2020 Relatório Inventário de Resíduos – FAFEN-BA – 2015-2016
Março/Abril 2020 Relatório Técnico Final de Identificação de Áreas Potencialmente Impactadas e de
Práticas Potencialmente Geradoras de Áreas Impactadas na Fábrica de Fertilizantes
Nitrogenados – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Relatório Fase III – Área de Processo de Ácido Nítrico – FAFEN-BA - 2012
Março/Abril 2020 Relatório Fase II – Balança Ferroviária – FAFEN-BA 2013
Março/Abril 2020 Relatório Fase III – Bacia de Efluentes – FAFEN-BA - 2013
Março/Abril 2020 Relatório Fase III – Produção Ureia – FAFEN-BA - 2011
Março/Abril 2020 Tabela I – Identificação do Gerador – FAFEN-BA
Março/Abril 2020 Tabela II – Produtos Gerados – FAFEN -BA
Tabela III – Plano de Movimentação de Resíduos – FAFEN-BA

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL LIMITAÇÕES E OUTRAS CONSIDERAÇÕES
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

7 LIMITAÇÕES E OUTRAS CONSIDERAÇÕES

7.1 Limitações Gerais


Existe um número de exclusões e limitações nesta avaliação. Estas estão brevemente destacadas
abaixo:
 Este relatório foi preparado pela ERM exclusivamente para a Unigel e sua subsidiária Proquigel
e não pode ser utilizado por qualquer outro destinatário, pessoa física ou jurídica (em conjunto
denominado “Outro Destinatário”) sem expressa permissão por escrito da ERM. A ERM não faz
nenhuma garantia e não tem obrigação de informar sobre alterações feitas nesse relatório ou
mudanças em leis e regulamentos posteriores à data de emissão do presente relatório para
qualquer Outro Destinatário. Ao receber este relatório, qualquer Outro Destinatário que se
relaciona de alguma forma com este relatório concorda que (a) não vai fazer nenhuma
reclamação contra a ERM; e (b) de acordo com legislação aplicável, libera e vai defender a ERM
contra qualquer reclamação, ação, dano, perda, prêmio, responsabilidade, despesa, custo ou
taxas, incluindo honorários advocatícios decorrentes ou relacionados com qualquer uso ou
divulgação do relatório ou qualquer parte dele por qualquer terceiro. Não obstante, se solicitado,
a ERM emitirá uma carta permitindo que outras partes interessadas tenham acesso ao conteúdo
deste relatório, de acordo com os termos e condições da ERM, para fins de financiamento ou
outros;
 A ERM e a Proquigel assinaram Termo Aditivo que autoriza o uso pela Petrobrás nos seguintes
termos: (i) O encaminhamento dos supramencionados relatórios autoriza a PETROBRÁS única e
exclusivamente ao seu uso para fins de estudos, verificação e delimitação de responsabilidades
entre a PROQUIGEL e a PETROBRÁS, tendo em vista o contrato de arrendamento firmado
entes estes, não sendo autorizado qualquer outro uso diverso a este por parte da PETROBRÁS
e (ii) Qualquer eventual dúvida, divergência, discordância, contestação ou qualquer outra forma
de questionamento ou debate acerca dos relatórios finais de due diligence ambiental que
porventura tenha a PETROBRÁS deverão ser apresentados e tratados pela PETROBRÁS junto
à PROQUIGEL, de forma que a presente autorização não concede qualquer direito de
esclarecimentos, contestações ou reivindicações da PETROBRÁS junto à ERM. Sendo que,
permanecem inalterados todos os termos, condições e cláusulas originais que constam no
Contrato de Prestação de Serviços de Due Diligence Ambiental e na proposta nº 0536684.3, na
PO 180103-36928 e no projeto nº 0545321, que não foram expressamente alterados por
intermédio do termo aditivo;
 A ERM é uma empresa de consultoria ambiental, e, como tal, não fazemos representações
sobre as questões de interpretação legal ou contábil. A consulta com um advogado e / ou
contador certificado deve ser feita com relação a quaisquer assuntos legais ou contábeis, ou
itens que requerem tal interpretação, sob qualquer lei, regulamento ou contrato;
 A ERM não verifica de forma independente as informações em bancos de dados disponíveis
publicamente. Portanto, nossos resultados são precisos e completos apenas na medida em que
as informações fornecidas para a ERM foram em si precisas e completas;
 Este relatório é baseado na aplicação dos princípios científicos e no julgamento dos profissionais
envolvidos, sendo assim, certos fatos podem apresentar interpretações subjetivas. Os
julgamentos dos profissionais, aqui expressos, são baseados nos fatos atualmente disponíveis
dentro dos limites dos dados existentes, o escopo e orçamento do projeto;
 Nenhuma amostragem ou ensaio de solos, águas ou outros materiais foram incluídas na
avaliação. No entanto, referência e menção a testes e amostragens anteriores foram descritos,
conforme apropriado;

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL LIMITAÇÕES E OUTRAS CONSIDERAÇÕES
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

 A ERM assumiu que a propriedade continuará a ser utilizada para os fins atuais. A avaliação da
ERM não inclui provisão para fechamento da propriedade ou mudança no uso do solo, a menos
que expressamente indicado acima;
 As regulamentações estaduais específicas a respeito da transferência de propriedade (ou
mudanças de propriedade) podem aplicar-se à transação do imóvel. Os custos relacionados com
o cumprimento destes requisitos não foram incluídos na avaliação da ERM;
 Esta Due Diligence foi realizada em conformidade com a proposta da ERM nº 0536684.03, de 10
de fevereiro de 2020, e adotou os requisitos mínimos da Norma ASTM E 1527-13 – Práticas
para Avaliações Ambientais: Processo de Avaliações Ambientais Fase I (Practice for
Environmental Site Assessments: Phase I Environmental Site Assessment Process), conforme
aplicável no Brasil. Exceções e desconsiderações da Norma E 1527-13 estão descritas na
Seção 1.3.4 deste relatório;
 Fez parte também do escopo do trabalho a realização de avaliação de conformidade legal high
level para os temas ambientais e de saúde e segurança. Esta avaliação considera o atendimento
à legislação aplicável para os aspectos ambientais e normas de segurança relevantes e
pertinentes ao escopo dessa Due Diligence. Não se trata de um relatório de compliance, por isso
não apresenta a matriz de conformidade legal; e
 São ainda limitações desse relatório e não fazem parte do escopo e portanto não foram
realizados: (i) a avaliação de integridade de equipamentos e análise de segurança de processos
(exemplo: identificação de análise preliminar de risco, data, prazo, cumprimento de
recomendações, HAZOP ou outra análise qualitativa de risco); (ii) análise do sistema de
proteção contra incêndio; (iii) elaborar e analisar mapa/imagem de todos os poços da Unidade e
do Terminal com suas informações de monitoramento; (iv) avaliação e entrevistas com a
comunidade do entorno, bem como avaliação fundiária dos imóveis que compõe a vizinhança do
entorno da Unidade e do Terminal; (v) análise jurídica das questões fundiárias dos imóveis; (vi)
avaliação regulatória referente ao processo de licenciamento e transferências de licenças, (vii)
avaliação de multas e processos judiciais ambientais, trabalhista, cíveis, criminais, tributários
dentre outros em andamento, (viii) contratos (de arrendamento, compra e venda e quaisquer
contratos não explicitamente citados nesta Due Diligence e (ix) avaliação dos serviços prestados
dentro do Pólo industrial de Camaçari/BA.

7.2 Limitações ASTM


A avaliação da ERM é limitada estritamente a identificação de condições ambientais reconhecidas
associadas à unidade. Os resultados desta avaliação são baseados na inspeção visual de áreas da
unidade de fácil acesso realizados pela equipe da ERM, informações de entrevistas com pessoas
com conhecimento sobre a unidade, informações revisadas sobre os usos históricos, as informações
fornecidas pelos órgãos reguladores contatados e revisão de dados públicos disponíveis e
informações de usos atuais e históricos da propriedade e das propriedades circundantes. Todas as
conclusões e recomendações sobre a Propriedade de Interesse representam as opiniões
profissionais da equipe da ERM envolvida no projeto, e os resultados deste relatório não devem ser
considerados como uma interpretação jurídica das normas ambientais existentes. A ERM não
assume qualquer responsabilidade ou obrigação por erros nos dados públicos utilizados. Nós não
fazemos nenhuma garantia explícita ou implícita, incluindo, sem limitação, garantias quanto à
comercialização ou adequação a uma finalidade específica.

7.3 Outras Considerações


Fontes de pesquisa de dados ambientais não estão disponíveis no Brasil.

7.4 Principais Definições ASTM


A Norma ASTM E1527-13 apresenta as seguintes definições:

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL LIMITAÇÕES E OUTRAS CONSIDERAÇÕES
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

Recognized Environmental Condition (REC): Condição Ambiental Reconhecida - “a presença ou a


provável presença de quaisquer substâncias perigosas ou de produtos derivados do petróleo em,
sobre ou em uma propriedade: (1) devido à liberação para o meio ambiente; (2) em condições
indicativas de uma liberação para o meio ambiente; ou (3) em condições que representam uma
ameaça substancial de um futuro lançamento para o meio ambiente...”
Controlled REC (CREC): Condição Ambiental Reconhecida Controlada - “... uma condição
ambiental reconhecida resultante de uma liberação no passado de substâncias perigosas ou de
produtos derivados do petróleo que foi corrigida de forma eficiente pela da autoridade reguladora
aplicável (por exemplo, evidenciada pela emissão de uma carta informando que nenhuma ação
adicional é necessária ou pelo cumprimento de critérios de risco estabelecidos pela autoridade
reguladora), com substâncias perigosas ou produtos derivados de petróleo que podem permanecer
no local sujeito à implementação de controles necessários (por exemplo, restrições de uso de
propriedade, controles institucionais, ou controles de engenharia)...”
Historical REC (HREC): Condição Ambiental Reconhecida Histórica – “... um vazamento passado de
quaisquer substâncias perigosas ou de derivados do petróleo que ocorreu em conexão com a
propriedade e foi corrigida de forma satisfatória pela a autoridade reguladora aplicável ou que
atendeu aos critérios de uso irrestrito estabelecidos por uma autoridade reguladora, sem submeter à
propriedade sob quaisquer controles necessários (por exemplo, restrições de uso de propriedade,
atividade e as limitações de uso, controles institucionais, ou controles de engenharia). Antes de
chamar um vazamento passado de uma condição ambiental reconhecida histórica, o profissional
ambiental deve determinar se o lançamento passado é uma condição ambiental reconhecida no
momento em que a Avaliação Ambiental Preliminar Fase I da Unidade está sendo realizada (por
exemplo, se houve uma mudança na regulamentação) ...”
De minimis condition: Condição de minimis - “... uma condição que geralmente não apresenta uma
ameaça para a saúde humana ou o ambiente e que, geralmente, não seria objeto de uma infração,
se levado ao conhecimento dos órgãos governamentais competentes...”
Data gap: Lacuna de dados - “... uma falta ou incapacidade de obter as informações necessárias por
esta prática, apesar de esforços de boa-fé por parte do profissional ambiental para coletar essas
informações. As lacunas de dados podem resultar de incompletude em qualquer uma das atividades
requeridas por esta prática, incluindo, mas não limitado ao reconhecimento da unidade (por exemplo,
a incapacidade de realizar a visita ao local) e entrevistas (por exemplo, a impossibilidade de
entrevistar o gerente da empresa, oficiais reguladores, etc.). ”
Data failure: - Falha de dados - “... uma falha para alcançar os objetivos de pesquisa histórica...
mesmo depois de analisar as fontes históricas... que são razoavelmente assertivas e, prováveis de
serem úteis...”

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NESTA AVALIAÇÃO
Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados – FAFEN-BA e Terminal de Aratu,
Bahia, Brasil

8 PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NESTA AVALIAÇÃO

Este relatório foi elaborado pelo Sr. Lucas Souza, pela Sra. Taíse Rebouças, revisado pela Srta.
Catherine Hallot, Sra Juliana Cibim, Sra Alice Correa e pela Sra. Susanne Loebmann. As
qualificações dos profissionais da ERM encontram-se no Anexo B. A Sra. Susanne Loebmann é o
profissional responsável por este projeto e, por isso, declara e assina estar de acordo com os itens
descritos a seguir:
 Declaro que, para o melhor do meu conhecimento profissional, atendo os requisitos da definição
de Profissional da Área Ambiental, conforme definido no §312.10 da 40 CFR 312; e
 Possuo as qualificações específicas baseadas em educação, treinamento e experiência para
avaliar a propriedade, sua história e demais assuntos relacionados à propriedade. Desenvolvi e
executei as investigações em conformidade com os padrões e práticas estabelecidas pelo 40
CFR Parte 312.

www.erm.com Versão: 1.0 Nº do Projeto: 0545321 Cliente: Proquigel 30 de junho de 2020 Página 91
DUE DILIGENCE AMBIENTAL

ANEXO A FIGURAS

www.erm.com Versão: 1.0 Nº do Projeto: 0545321 Cliente: Proquigel 30 de junho de 2020


573.200 573.600 574.000 574.400

MAPAS DE LOCALIZAÇÃO

® ¬
AP
BRASIL - REGIÃO NORDESTE
São Luís
)
(
!

Fortaleza
(
)
!
8.600.400

PA MA Teresina
)
(
!
CE Natal
RN (
)
!

João Pessoa
PA PB (
)
!

Recife
PI (
)
!
PE

¬
«4 AL (
)
!
Maceió

¬
«9 TO
SE Aracaju
(
)
!

o
BA Salvador

ic
MT (
)
!

nt
¬
«1


At
o
an
GO DF

Oce
¬
«2 MG

ES
¬
«3 ¬
8.600.000

«8 0
MS
150 300 600 km

Pojuca

¬
( !

Unidade
BAHIA - CAMAÇARI
¬
«7 ¬
«5 Fafen - BA

Mata De São João


(
!

Dias D'Ávila
(
!

Camaçari
(
!

¬
«
10
8.599.600

Simões Filho
(
!

Lauro De Freitas
(
!

¬
«6
0 5 10 20 km

ITEM DESCRIÇÂO
1 Rua Eteno
2 BR Distribuidora
3 Antiga CEMAN/ABB
4 Cetrel - DAC (Cetrel - Distribuidora de Água de Camaçari)
5 Braskem PE-1
6 CBE (Companhia Brasileira de Estireno) LEGENDA
7 Copenor
8 Rua Hidrogênio
8.599.200

0 50 100 200 m Unidade FAFEN - BA


9 Braskem - Químicos 1
10 UTE-RA (Usina Termoelétrica Rômulo Almeida)
FORMATO A3 297 x 420 mm

FONTE:
Imagem de 2015, disponível no Basemap do Arcgis desktop, acessado em 15.02.2018; CLIENTE DESCRIÇÃO
NÚMERO DO PROJETO

0545321-1-PG001
Vias de acessos, sedes e limites municipais: IBGE, escala 1:250.000. 0545321
Unigel Quimica SA Localização e Entorno da Unidade 1 FIGURA / ANEXO

(FAFEN-BA) FIGURA 01
Universal Transversa de Mercator PROJETO CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Meridiano Central 39° WGr ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Datum Horizontal: SIRGAS2000_24S Due Diligence Ambiental 12/11/2018 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
554.000 554.400 554.800

MAPAS DE LOCALIZAÇÃO

® ¬
AP
BRASIL - REGIÃO NORDESTE
São Luís
)
(
!

Fortaleza
(
)
!

PA MA Teresina
)
(
!
CE Natal
RN (
)
!

João Pessoa
PA PB (
)
!

Recife
PI (
)
!
PE
8.587.600

Maceió
AL (
)
!
TO
SE Aracaju
(
)
!

o
BA Salvador

ic
MT (
)
!

nt

At
o
an
GO DF

Oce
MG

ES
MS
0 150 300 600 km

¬
BAHIA - CANDEIAS

São Sebastião Do Passé


(
!
Mata De São João
8.587.200

(
!
Santo Amaro
(
!

Dias D'Ávila
(
!

São Francisco Do Conde


(
!

Candeias
(
!

Camaçari
(
!

Madre De Deus
(
!

Simões Filho
(
!

Itaparica
(
!
(
Salinas Da Margarida
!
Lauro De Freitas
(
!

Itaparica
(
!
8.586.800

0 5 10 20 km

ÍTEM DESCRIÇÃO
1 TEQUIMAR LEGENDA
2 VOPAK
TMA (Terminal Marítimo de Amônia)
3 CODEBA
4 RHI Magnesita
0 50 100 200 m 5 Terminal de Gas (carregamento/descarregamento de Amônia) TMU (Terminal Marítimo de Ureia)
6 Terminal de carregamento/descarregamento de Ureia
FORMATO A3 297 x 420 mm

FONTE:
Imagem de 2015, disponível no Basemap do Arcgis desktop, acessado em 15.02.2018; CLIENTE DESCRIÇÃO
NÚMERO DO PROJETO

0545321-1-PG002
Vias de acessos, sedes e limites municipais: IBGE, escala 1:250.000. 0545321
Unigel Quimica SA Localização e Entorno da Unidade 2 FIGURA / ANEXO

(Terminal Marítimo de Amônia e Terminal Marítimo de Ureia) FIGURA 02


Universal Transversa de Mercator PROJETO CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Meridiano Central 39° WGr ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Datum Horizontal: SIRGAS2000_24S Due Diligence Ambiental 12/11/2018 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
573.600 573.800 574.000 574.200 574.400
IMAGEM AÉREA

8.600.200

® ¬

¬
«4
2
¬
«5
2
¬
«3
2
¬
«3
2
¬
«3
2 ¬
«6
2
¬
«2
2
¬
«1
2

¬
«0
4
300 150 0 300 m

¬
«
1
¬
«0
2
¬
«9
1
8.600.000

¬
«7
2
ÍTEM
1 Portaria
DESCRIÇÃO

2 Prédios Administrativos (desativados)


3 Serviço Médico
¬
«2 ¬
«8
1 4 Estacionamento de Veículos de Emergência
5 Refeitório

¬
«3 ¬
«7
1 ¬
«8
2 ¬
«9
3 6 Laboratório
7 Centro Integrado de Controle (CIC)

¬
«
4 ¬
«
6 Unidade
8
9
Prédio das Contratadas
Prédio Administrativo (em uso)
Fafen - BA 10 Setor de Manutenção

¬
«
5 ¬
«
7 11
12
Estação de Tratamento de Água (ETA)
Pátio das Contratadas "Vila"
¬
«6
1 ¬
«0
3
¬
«6
3
13
14
Balança ferroviária
Carregamento de Ureia

¬
«1
3 ¬
«7
3 15 Armazém II de Ureia

¬
«
2
¬
«9
2 16
17
Armazém I de Ureia
Ureia I (desativada)
¬
«
8 18 Área de Produção de Arla 32 (desativada)
¬
«2
3 19 Separador de Água e Óleo da Unidade de Amônia (desativado)
8.599.800

¬
«5
1 20
21
Ureia II (hibernada)
Subestação

¬
«0
1 ¬
«4
1
22
23
Amônia II (hibernada)
Torres de Resfriamento
24 Rede de Água de Combate à Emergência (RACE)

¬
«
2 ¬
«
9 25 Ácido Nítrico (desativada)
¬
«3
1 ¬
«4
3 ¬
«5
3 26
27
Bacia de Equalização de Ácido Nítrico (desativada)
Amônia I ou Hidrogênio (desativada)
¬
«3
3 28 Casa de Controle Local (CCL)
29 Esferas de Amônia
30 Pátio de Resíduos Industriais
31 Pátio de Resíduos Recicláveis
¬
«2
1 32 Pátio de Sucatas Metálicas
33 Tanques de Armazenamento de Óleo Usado
34 Separador de Água e Óleo da Bacia de Equalização
35 Bacia de Equalização
36 Área de Armazenamento de Arla 32 (desativada)
37 Pátio de Madeiras
¬
«8
3 38
39
UTE-RA
Antiga CEMAN/ABB
8.599.600

¬
«1
1 40 BR Distribuidora

LEGENDA
Unidade FAFEN - BA

Antiga CEMAN/ABB

BR Distribuidora
0 50 100 200 m
UTE-RA
FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: © 2020 Microsoft Corporation © 2020 DigitalGlobe ©CNES (2020) Distribution Airbus DS © 2020 HERE
CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO

0545321-1-IG003
0545321
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA Layout da Unidade 1 (FAFEN-BA) FIGURA / ANEXO
Meridiano Central 39° WGr FIGURA 03
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 17/04/2020 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
554.200 554.400 554.600 554.800
IMAGEM AÉREA

8.587.600
8.587.400

® ¬

300 150 0 300 m


8.587.200

ÍTEM DESCRIÇÃO
1 Portaria
2 Prédio Administrativo e Sala de Controle
3 Unidade de Resfriamento da Amônia
4 Casa de Bombas
5 Área de Armazenamento de Óleo Usado
6 HTI
7 Área de Manutenção
8 Torre de Refrigeração
9 Tancagem de Amônia
10 Armazém de Ureia
11 Área de descarregamento de Ureia
8.587.000

12 Balança
13 Área de transporte subterrâneo de Ureia
14 Esteira de Ureia (transporte interno)
15 Unidade de Transferência entre Esteiras
16 Esteira de Ureia (transporte externo)
17 Prédio Administrativo

LEGENDA
TMA (Terminal Marítimo de Amônia)
0 25 50 100 m
TMU (Terminal Marítimo de Ureia)
FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: © 2020 Microsoft Corporation © 2020 DigitalGlobe ©CNES (2020) Distribution Airbus DS © 2020 HERE
CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO

0545321-1-PG004
0545321
Unigel Quimica SA Layout da Unidade 2
Universal Transversa Mercator FIGURA / ANEXO
Meridiano Central 39° WGr
(Terminal Marítimo de Amônia e Terminal Marítimo de Ureia)
FIGURA 04
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 17/04/2020 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
Imagens Aéreas Históricas - Camaçari, Bahia
1973 2010 2019

Unidade Unidade Unidade


Fafen - BA Fafen - BA Fafen - BA

0 50 100 200 m 0 50 100 200 m 0 50 100 200 m


FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits:


NÚMERO DO PROJETO
LEGENDA
CLIENTE DESCRIÇÃO
0545321

0545321-1-PG005
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA Imagens aéreas históricas da Unidade 1 FIGURA / ANEXO
Meridiano Central 39° WGr Unidade FAFEN - BA (FAFEN-BA) FIGURA 05
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 17/04/2020 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O M ESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
Imagens Aéreas Históricas - Candeiasi, Bahia
2005 2009 2011

TMU TMU TMU

TMA TMA TMA

0 50 100 200 m 0 50 100 200 m 0 50 100 200 m


FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: LEGENDA


CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO
TMA (Terminal Marítimo de Amônia) 0545321

0545321-1-PG005
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA Imagens aéreas históricas da Unidade 2 FIGURA / ANEXO
Meridiano Central 39° WGr (Terminal Marítimo de Amônia e Terminal Marítimo de Ureia) FIGURA 06
TMU (Terminal Marítimo de Ureia)
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 17/04/2020 17/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O M ESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
573.600 573.800 574.000 574.200
IMAGEM AÉREA

8.600.200

® ¬

10
1 !
(
!
(

(2
!

5
!
(
8.600.000

300 150 0 300 m

15
16
!
(

Unidade
!
(
Fafen - BA

7
!
( 14 9

13 !
(
!
( !
(

!
(
8.599.800

8
!
(
!
(

6 4
!
( 12
!
( ÍTEM DESCRIÇÃO
REC 1 Área de Amônia II
REC 2 Área de Ureia II
REC 3 Área de manutenção de empresas terceiras (“Vila”)
REC 4 Sistema de pré-tratamento de efluentes e Separador de Água e Óleo (SAO II)
REC 5 Separador de Água e Óleo (SAO I)
3 REC 6 Área da balança ferroviária (zona de pesagem)
REC 7 Armazém I de Ureia
REC 8 Armazém II de Ureia
!
( REC 9 Área de armazenamento de Arla 32
REC 10 Área de Ácido Nítrico (bacia de equalização)
REC 11 Estação de Tratamento de Água (ETA, antiga área da Opersan)
REC 12 Área de descarregamento e armazenamento de óleo usado
REC 13 Esferas de Amônia
REC 14 Pátio de resíduos
REC 15 Área de Ureia I
REC 16 Área de Amônia 1
11
8.599.600

!
( LEGENDA
Sondagem para Coleta de Solo e Instalação de
!
( Poço de Monitoramento

RECs Unidade 1
0 50 100 200 m
Unidade FAFEN - BA
FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: © 2020 Microsoft Corporation © 2020 DigitalGlobe ©CNES (2020) Distribution Airbus DS © 2020 HERE
CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO

0545321-1-IG007
0545321
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA RECs da Unidade 1 ( FAFEN-BA) FIGURA / ANEXO
Meridiano Central 39° WGr FIGURA 07
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 22/04/2020 22/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
554.600
IMAGEM AÉREA

8.587.000

® ¬

300 150 0 300 m

ÍTEM DESCRIÇÃO
REC 1 Áreas das fossas
REC 2 Área de armazenamento de óleo usado
REC 3 Casa de bombas
REC 4 Área da HTI
REC 5 Entorno da unidade
REC 6 Área dos tanques de amônia

LEGENDA
Sondagem para Coleta de Solo e Instalação de Poço de
!
( Monitoramento

RECs Unidade 2 - TMA


0 20 40 80 m
TMA (Terminal Marítimo de Amônia)
FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: © 2020 Microsoft Corporation © 2020 DigitalGlobe ©CNES (2020) Distribution Airbus DS © 2020 HERE
CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO

0545321-1-PG008
RECs da Unidade 2 0545321
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA FIGURA / ANEXO
(Terminal Marítimo de Amônia)
Meridiano Central 39° WGr FIGURA 08
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 22/04/2020 22/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
554.400 554.600 554.800
IMAGEM AÉREA

8.587.600

® ¬

300 150 0 300 m


8.587.400

ÍTEM DESCRIÇÃO
REC 1 Áreas de descarregamento de ureia
REC 2 Esteira aérea de transporte de ureia
REC 3 Armazém de ureia
REC 4 Armazenamento temporário de equipamentos de rolagem das esteiras
REC 5 Trecho enterrado da esteira de transporte de ureia

LEGENDA

Sondagem para Coleta de Solo e Instalação de Poço de


!
( Monitoramento

RECs Unidade 2 - TMA


0 20 40 80 m
TMU (Terminal Marítimo de Ureia)
FORMATO A3 297 x 420 mm

Service Layer Credits: © 2020 Microsoft Corporation © 2020 DigitalGlobe ©CNES (2020) Distribution Airbus DS © 2020 HERE
CLIENTE NÚMERO DO PROJETO
DESCRIÇÃO

0545321-1-PG008
RECs da Unidade 2 0545321
Universal Transversa Mercator Unigel Quimica SA FIGURA / ANEXO
(Terminal Marítimo de Amônia)
Meridiano Central 39° WGr FIGURA 09
Datum Horizontal: WGS 1984 CONTROLE DE EDIÇÃO
ELABORADO POR
PROJETO ESTE DOCUMENTO É PROPRIEDADE DA
Zon 24 Sul ERM BRASIL LTDA E NÃO PODE SER COPIADO, MARCIO ROCHA
Due Diligence Ambiental 22/04/2020 22/04/2020 REPRODUZIDO OU TRANSMITIDO POR NENHUM
OUTRO MEIO, OU USADO EM DIFERENTE PROPÓSITO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
EDIÇÃO REVISÃO QUE AQUELE PARA O QUAL O MESMO FOI FEITO. JULIANA CIBIM CIP
DUE DILIGENCE AMBIENTAL

ANEXO B REGISTRO FOTOGRÁFICO

www.erm.com Versão: 1.0 Nº do Projeto: 0545321 Cliente: Proquigel 30 de junho de 2020


Ureia I

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 1


Armazém de Ureia I

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 2


Ureia II

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 3


Armazém de Ureia II

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 4


Carregamento Ureia

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 5


Arla 32

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 6


Esferas de Amônia

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 7


Hidrogênio ou Amônia I

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 8


Flare

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 9


Nítricos

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 10


Área de Resíduos

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 11


Estação de Tratamento de Água

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 12


SAO I

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 13


SAO I

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 14


SAO II

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 15


Sistema de Pré Tratamento de Efluentes

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 16


TMA – Armazenamento de Óleo

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 17


TMA – Casa de Bombas

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 18


TMA – HTI

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 19


TMA – Tancagem

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 20


TMU

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 21


TMU

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 22


TMU

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 23


TMU

www.erm.com Due Diligence Ambiental e de Saúde e Segurança – FAFEN-SE 24


DUE DILIGENCE AMBIENTAL

ANEXO C QUALIFICAÇÕES PROFISSIONAIS

www.erm.com Versão: 1.0 Nº do Projeto: 0545321 Cliente: Proquigel 30 de junho de 2020


Susanne Loebmann, M.S.
Partner

Engenheira Química graduada em 1992 pela escola Politécnica da Universidade


de São Paulo, com Mestrado em Engenharia Ambiental pela Universidade da
Califórnia - Davis (2000). Iniciou sua carreira como Engenheira de Processo em
uma indústria química no Brasil, liderou vários projetos envolvendo otimização de
processos, controle e prevenção de poluição, bem como na implementação de
programas de qualidade, por exemplo, a ISO 9000.
Iniciou na ERM em 1996, trabalhando no escritório de São Paulo, Califórnia e
Filadélfia, sua experiência profissional abrange uma vasta gama de serviços,
incluindo auditorias ambientais, processos de licenciamento e trabalhos de
investigação e remediação – sua área de expertise. Exerceu a função COO na
ERM Brasil e atualmente é Diretora da Conta da Odebrecht/Braskem na ERM.

Experiência: 25 anos de experiência ■ Espanhol - fleunte


principalmente nos setores químicos e ■ Alemão (nível intermediário)
farmacêuticos e de construção,
Domínios de competência
E-mail: susanne.loebmann@erm.com ■ Interface com Agências Ambientais
■ Remediação de Solo e Água Subterrânea
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/susanne-
■ Avaliação de Risco à Saúde Humana
loebmann-2577724/
■ Avaliação de Risco Ecológico
Educaçâo ■ Programas de prevenção de poluição e
■ Mestre em Ciências, Engenharia Ambiental, minimização de impactos de resíduos
Universidade da Califórnia, Davis, Junho 2000 ■ Revisão da Legislação
■ Programa intensivo de certificado em ■ Licenciamento ambiental
Gerenciamento de Resíduos Perigosos, ■ Estudos de impacto ambiental
Universidade da Califórnia, Davis, 1996 ■ Treinamento ambiental
■ Programa de Certificação em Gestão de ■ Implementação da ISO 9000
Negócios, Universidade da Califórnia, Davis, ■ Auditoria ISO 9000
1996
■ Engenharia Química, Universidade de São Key Industry Sectors
Paulo, 1992 ■ Químico
■ Manufatura
Afiliações e Registros Profissionais ■ Automotivo
■ EARA (Associação de Registro de Auditores ■ Farmacêutico
Ambientais) ■ Financeiro
■ CREA - Conselho Regional de Engenharia, ■ Tecnologia, Mídia &Telecomunicações
Arquitetura, Agronomia e Geologia

Languages
■ Português - nativo
■ English - fluente

The business of sustainability


Susanne Loebmann, M.S.

Principais Projetos carbono supercrítico. Resultados demonstraram


grande influência do teor de água e tempo de
Sistemas de remediação envelhecimento em eficiência de extração.
Implementação de sistemas de remediação de
águas subterrâneas (Air Stripper, extração de Dual Gestão de Resíduos
Phase, escavação) e testes-piloto.
Desenvolveu programas de prevenção
Avaliação de riscos de saúde humana gerenciamento de resíduos sólidos e de prevenção
Conduziu estudos de risco à saúde humana e de vazamento de produtos para a empresa
avaliação de risco ecológico áreas contaminadas. Warner Lambert, auxiliando na formação de
pessoal e procedimentos.
Estudo de viabilidade
Desenvolveu o estudo de viabilidade para a Força
Desenvolveu projetos para a fábrica Rayon da
Aérea Americana para avaliar alternativas de
Nitro Química Brasileira com foco prevenção da
remediação de águas subterrâneas.
poluição, implementando a redução da geração de
Estudos de tratabilidade resíduos dentro das áreas de produção e
Trabalhou no Centro de Tecnologia de oferecendo cursos de conscientização ambiental.
Remediação da ERM, conduziu estudos de
tratabilidade para solos e águas subterrâneas Estudou alternativas de tratamento/disposição de
contaminadas com compostos orgânicos, resíduos perigosos gerados na fábrica Rayon da
principalmente solventes clorados em diversos Companhia Nitro Química Brasileira. Estudos
Superfund Sites nos Estados Unidos. laboratoriais indicaram que os resíduos poderiam
ser neutralizados e transformados em resíduos não
Escavação da área contaminada perigosos, porém um teste piloto foi recomendado
Coordenou um projeto de remediação (escavação) para avaliar a viabilidade do tratamento em larga
para um site impactado com DDT em Portland, escala.
Estados Unidos, incluindo a elaboração de
relatórios diários para a USEPA e o monitoramento Desenvolveu a coleta seletiva de resíduos no
de saúde e segurança. processo de fiação da Fábrica Rayon, reduzindo o
montante de resíduos a serem destinados como
Auditorias ambientais resíduos perigosos.
Executou mais que 80 Avaliações Ambientais Fase
I para áreas de empresa de telecomunicações Treinamento de Gerenciamento da Qualidade
ALLTEL e visitou mais de 100 torres de Preparou e executou treinamento da qualidade
transmissão de celulares como parte do programa
para mais de 500 funcionários dos diversos níveis
de inventário USEPA no Arizona, Louisiana e
Nebraska. Preparou e executou auditorias gerenciais da Companhia Nitro Química Brasileira
ambientais, coordenando investigação de áreas, como parte do Programa Completo de
estudos de impacto ambiental e processos de Gerenciamento da Qualidade dentro da
licenciamento para companhias como Procter & companhia.
Gamble, Delphi, Sara Lee Corporation and AMP.
Controle de qualidade e Auditoria
Gerenciamento de 20 projetos envolvendo
Key Projects Prior to Joining ERM questões de controle da qualidade como parte do
processo de implementação da ISO 9000 para a
Projeto da Dissertação de Mestrado – Companhia Nitro Química Brasileira.
Remediação do solo
Estudo de mecanismos de dessorção em solos
contaminados com fenantreno, usando dióxido de

www.erm.com 2
Susanne Loebmann, M.S.

Preparou e executou auditorias internas de Demonstration; Susanne Loebmann and


qualidade ISO 9000 requeridas para a Companhia Eliton Luz (Environmental Resources
Nitro Química Brasileira. Management, São Paulo, São Paulo, Brazil),
Richard A. Brown, (Environmental Resources
Publications Management, Ewing, New Jersey), Antonio
■ Using Recirculating Well Technology to Control Zabin (TRW Automotive, Limeira, São Paulo,
the Migration of Volatile Organic Compound Brazil); Battelle, 2012;
Contaminated Groundwater in Brazil; Susanne ■ Using Chemical Reduction to Treat Chlorinated
Loebmann (susanne.loebmann@erm.com), Solvent Contaminated Groundwater in Brazil-
Regiane Costa, Beatriz Pascale (Environmental Long term Monitoring, Susanne Loebmann
Resources Management, São Paulo, SP, (Environmental Resources Management, São
Brazil),Derek Ross (Environmental Resources Paulo, São Paulo, Brazil), Richard A. Brown,
Management, Malvern, PA, USA); Battelle (Environmental Resources Management,
2014; Ewing, New Jersey), Antonio Zabin (TRW
■ Minimizing cross contamination and Automotive, Limeira, São Paulo, Brazil);
characterizing the bedrock aquifer in Brazil with Battelle 2012;
FLUTe® liners; Susanne Loebmann ■ Case Studies on Groundwater Metal Analysis in
(susanne.loebmann@erm.com), Beatriz Brazil: Total or Dissolved?, Susanne
Pascale, Fabiana Tamada, Regiane Costa Loebmann, Alaine Cunha, Cristiane Aily,
(Environmental Resources Management, São Juliana Camillo, Maria Cristina Frasca
Paulo, SP, Brazil),Joseph Fiacco, Johannes Spilborghs (Environmental Resources
Mark (Environmental Resources Management, Management, São Paulo, São Paulo, Brazil),
Boston, MA, USA),Derek Ross (Environmental Dick Brown, Randy Shuler (Environmental
Resources Management, Malvern, PA, USA); Resources Management, Ewing, New Jersey);
Battelle, 2014; Battelle 2010;
■ Attenuation Factor Determination for a Vapor ■ Using Chemical Reduction to Treat Chlorinated
Intrusion Study at a Pharmaceutical Solvent Contaminated Groundwater in Brazil,
Manufacturing Facility in Brazil; Susanne Susanne Loebmann, Sander Eskes, Alaine
Loebmann (susanne.loebmann@erm.com), Cunha (Environmental Resources
Beatriz Gil, Camila Baroni, Regiane Costa Management, São Paulo, São Paulo,
(Environmental Resources Management, São Brazil),Dick Brown, George J. Skladany
Paulo, SP, Brazil), Derek Ross (Environmental (Environmental Resources Management,
Resources Management, Malvern, PA, USA); Ewing, New Jersey),Antonio Zabin (TRW
Battelle, 2014; Automotive, Limeira, São Paulo, Brazil),
■ Financial Assessment of the Remediation of Battelle 2008.
Chlorinated and Recalcitrant Compounds;
Susanne Loebmann and Berguedof Elliot
Sciulli (ERM, São Paulo, Brazil); Battelle, 2012;
■ Using Biostimulation to Treat Chlorinated
Solvent Contaminated
Groundwater in Brazil – Full Scale System
Results, Susanne Loebmann, Eliton Luz
(Environmental Resources Management, São
Paulo, Brazil), Michael D. Lee (Terra Systems,
Inc., Wilmington, Delaware), George J.
Skladany (Environmental Resources
Management, Ewing, New Jersey); Battelle
2012;
■ Using Base Activated Persulfate to Treat
Chlorinated Solvent Contaminated
Groundwater in Brazil- Full Scale

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Catherine Hallot
Consultora Ambiental – Nível 2

Catherine Hallot é Engenheira ambiental e segurança do trabalho com dez anos


de experiência em consultoria de projetos dessa natureza.
Catherine conduz auditorias de meio ambiente, para diferentes fins, como por
exemplo, aquisições, fusões, vendas, conformidade legal, cadeia de fornecedores
bem como financiamento sustentável em relação aos padrões do IFC
(International Finance Corporation) e BID (Banco Interamericano de
Desenvolvimento).
Catherine atua em consultorias desde o início de sua carreira, tendo trabalhado
com os mais diversos projetos de licenciamento ambiental e planejamento.

Experiência: 10 anos de experiência em Domínios de competência


consultoria ambiental ■ Transaction Services (auditorias de fusões e
aquisições);
Email: catherine.hallot@erm.com ■ Conformidade legal
■ Avaliações ambientais e sociais com base nos
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/catherine- Princípios do Equador;
hallot-8562809/ ■ Financiamento Sustentável;
■ Avaliação de Impactos Ambientais;
Formação Acadêmica
■ Estudo de Impacto Ambiental;
■ Engenharia de Segurança do Trabalho
UCAM, Brasil, 2016 ■ Plano Básico Ambiental;
■ Pós-graduação executive em Meio Ambiente ■ Assessoria Técnica e Estratégica para
COPPE, Brasil, 2012 Licenciamento Ambiental
■ BSc. Engenheira Ambiental
Setores-chave da indústria
PUC-Rio, Brasil, 2008
■ Setor Elétrico;
Línguas ■ Resíduos Sólidos;
■ Português, nativo ■ Dragagem;
■ Francês, nativo ■ Loteamento/ Terrenos Vazios;
■ Inglês, fluente ■ Óleo & Gás;
■ Alemão, básico ■ Químico;
■ Silvicultura;
■ Logística.

Publications
■ Apresentação de artigo relacionado à
Avaliação Ambiental Integrada em Inventários
Hidrelétricos (ABRH, 2013)
■ Apresentação de artigo relacionado à
Avaliação de impactos de novas transposições
de águas propostas para o rio Paraíba do Sul
(ABRH, 2013)

The business of sustainability


Catherine Hallot

Principais Projetos Due Diligence Ambiental, de Saúde e


Segurança (EHSDD) - 2019
Due Diligence Ambiental, de Saúde e
Segurança, Social e Engenharia (EHSSDD) - A ERM realizou uma Due Diligence na indústria
2019 química localizada em Goiânia, Goiás, Brasil.
Catherine foi a consultora de EHS.
A ERM executou uma Due Diligence em uma
empresa de gestão de resíduos localizada em
quatro países (Brasil, Bolívia, Peru e Argentina) e Avaliação de Risco da Cadeia de Suprimentos -
55 locais diferentes. Catherine foi a gerente de 2019
projeto da avaliação.
A ERM realizou uma Avaliação de Risco da Cadeia
de Suprimentos na indústria de seda e produtores
Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019 de vergalhões localizados em Londrina e
arredores, Paraná, Brasil. Catherine foi a
A ERM realizou uma Due Diligence em um consultora de EHS e gerente do projeto.
Greenfield (terreno sem ocupação) localizado em
São Paulo, Brasil. Catherine foi a gerente de
projeto. Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019
A ERM realizou uma Due Diligence na indústria de
Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019 vidros localizada no Rio de Janeiro, Brasil.
Catherine foi consultora de EHS e gerente de
A ERM realizou uma Due Diligence em uma projetos.
indústria química localizada em São Paulo, Brasil.
Catherine foi a gerente de projeto.
Due Diligence Ambiental, de Saúde e
Segurança (EHSDD) - 2018
Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019
A ERM realizou uma Due Diligence nas indústrias
A ERM realizou uma Due Diligence em escolas de tecelagem e vestuário localizadas nos estados
localizadas em Londrina, Paraná, Brasil. Catherine de São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil. Catherine foi
foi a consultora ambiental. a consultora de EHS.

Due Diligence Ambiental de Venda (EDD) - 2019 Due Diligence Ambiental, de Saúde e
A ERM realizou uma Due Diligence de venda na Segurança (EHSDD) - 2018
indústria metalúrgica localizada em Barra Mansa, A ERM realizou uma Due Diligence em uma
Rio de Janeiro, Brasil. Catherine foi a consultora empresa de saneamento localizada no estado de
ambiental. Santa Catarina, Brasil. Catherine foi a consultora
de EHS.

Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019


A ERM realizou uma Due Diligence nas unidades Avaliação do monitoramento da IFC
de serviços automotivos localizados em São Paulo, (monitoramento da IFC) - 2018
Brasil. Catherine foi a consultora ambiental. A ERM realizou uma Avaliação do Monitoramento
do IFC em uma usina hidrelétrica localizada no
Estado de Rondônia, Brasil. Catherine foi a
consultora de EHS avaliando o PS3.

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Catherine Hallot

desenvolvimento dos capítulos de Caracterização


do Empreendimento.
Due Diligence Ambiental (EDDA) - 2018
A ERM realizou uma Due Diligence para uma Masterplan – Estudo de Impacto Ambiental de
ferrovia localizada nos estados do Rio Grande do Dois Arcos Aterro Sanitário (2016)
Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, Brasil. Gerenciou e coordenou o Estudo de Impacto
Catherine foi a consultora ambiental. Ambiental Aterro Sanitário Dois Arcos, no estado
do Rio de Janeiro, Brasil. Foi responsável também
pelo desenvolvimento dos capítulos de
Avaliação Preliminar (DD / # 038) - 2018 Caracterização do Empreendimento, Avaliação de
Impactos e Prognóstico.
A ERM realizou Avaliação Preliminar em uma
empresa de injeção plástica localizada no Estado Masterplan – Estudo de Impacto Ambiental
de São Paulo, Brasil. Catherine foi consultora Dragagem de Aprofundamento de Canal (2015)
ambiental e desenvolveu o relatório de acordo com Gerenciou e coordenou o Estudo de Impacto
a decisão da Diretoria do Estado de São Paulo DD Ambiental Dragagem de Aprofundamento de
# 038/2017. Canal, no Porto do Açu, estado do Rio de Janeiro,
Brasil. Foi responsável também pelo
desenvolvimento dos capítulos de Caracterização
Due Diligence Ambiental (EDDA) - 2018 do Empreendimento, Avaliação de Impactos e
A ERM realizou uma Due Diligence para o setor de Prognóstico.
petróleo e gás, referente à aquisição de terminais e
postos de gasolina em vários estados do Brasil.
Catherine foi a consultora ambiental. Masterplan – Due Diligence Ambiental para
planta Waste to energy (2015)
Realizou a Avaliação Ambiental e Social de uma
Due Diligence Ambiental (EDDA) - 2018 planta de geraçã de energia através do resíduo
(Waste to Energy), localizada em Barueri, SP,
ERM desenvolveu uma EDDA em uma companhia Brasil, visando a elaboração de relatório de Due
de silvicultura localizada em Minas Gerais, Brasil. Diligence Ambiental
Catherine foi a consultora de EHS responsável
pela visita ao site e desenvolvimento do relatório. Masterplan – Estudo de Impacto Ambiental
Extração Mineral (areia) (2016)
Due Diligence Ambiental (EDDA) - 2018
Gerenciou e coordenou o Estudo de Impacto
ERM desenvolveu uma EDDA em uma indústria Ambiental para Extração Mineral (areia), no estado
química com várias plantas no Brasil para um do Rio de Janeiro, Brasil. Foi responsável também
potencial comprador em unidades selecionadas. pelo desenvolvimento dos capítulos de
Catherine analisou os relatórios fornecidos pelo Caracterização do Empreendimento, Avaliação de
vendedor e outras informações obtidas no data Impactos e Prognóstico.
room.
Masterplan – Assessoria para Licenciamento
Ambiental no setor de óleo e gás (2015)
Principais Projetos antes de entrar na ERM
Responsável pela definição de estratégia de
Masterplan – Plano Básico Ambiental (2017) licenciamento, coordenação e reuniões técnicas
Gerenciou e coordenou o Plano Básico Ambiental mantidas com membros de agências ambientais,
contendo a descrição dos programas ambientais clientes e equipe.
para a Marina Cabo Frio, no estado do Rio de
Janeiro, Brasil. Foi responsável também pelo

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Catherine Hallot

Masterplan – Assessoria para Licenciamento


Ambiental de extração de mineral (2014-2017)
Responsável pela definição de estratégia de
licenciamento, coordenação e reuniões técnicas
mantidas com membros de agências ambientais,
clientes e equipe.

Masterplan – Assessoria para Licenciamento


Ambiental de Loteamento (2014-2015)
Responsável pela definição de estratégia de
licenciamento, coordenação e reuniões técnicas
mantidas com membros de agências ambientais,
clientes e equipe.

PSR – Due Diligence Ambiental para Usina


Hidrelétrica (2013)
Realizou a Avaliação Ambiental e Social de uma
usina hidrelétrica, localizada no rio Madeira, no
estado de Rondônia, no norte do Brasil, visando a
elaboração de relatório de Due Diligence
Ambiental.

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Lucas Souza
Consultor Ambiental

Engenheiro Ambiental e pós-graduando em Engenharia de Segurança do


Trabalho, Lucas é um consultor ERM baseado no escritório de São Paulo –
Brasil.
Lucas atuou com consultoria ambiental nas áreas de gerenciamento de resíduos
sólidos, licenciamento ambiental, certificação (ISO 14001) e planejamento
urbano. Na ERM, Lucas tem atuado desde setembro de 2017 com auditorias de
meio ambiente para diferentes fins, a exemplo de aquisições, fusões, vendas,
cadeia de fornecedores e conformidade legal. Lucas também atuou com projetos
de transferência de licenças devido a processos de aquisição, com relatório de
amostragem de emissões atmosféricas e no apoio à resposta de questionários de
Índices de Sustentabilidade de bolsas de valores, (DJSI, ISE e CDP Investor).

Experiência: 3,5 anos de experiência nas áreas Áreas de Competência


de auditorias, licenciamento ambiental e ■ Due diligence EHS
certificação ■ Resíduos Sólidos
■ Licenciamento Ambiental
Email: lucas.souza@erm.com ■ Sistema de Gestão Ambiental
■ Certificação Ambiental
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/lucas-
augusto-de-souza-32b2b3129/
■ Planejamento Urbano

Setores-chave
Formação Acadêmica
■ Engenharia Ambiental, Universidade de São ■ Químico
Paulo – EESC/USP, São Carlos (07/2017) ■ Farmacêutico
■ Pós graduação no curso de Engenharia de ■ Óleo e gás
Segurança do Trabalho, Universidade Estácio ■ Resíduos sólidos
de Sá, São Paulo (12/2020) ■ Metalúrgico
■ Bens de Consumo
Afiliações Profissionais e Registros
■ CREA – Conselho Regional de Engenharia e
Arquitetura
■ Registro no Cadastro Técnico Federal do
IBAMA

Idiomas
■ Português, nativo
■ Inglês, fluente
■ Espanhol, intermediário
■ Alemão, básico

The business of sustainability


Lucas Souza

Principais Projetos questionários e evidências, oferecendo


recomendações para que haja progresso em seu
Due Diligence Ambiental, de Saúde e desempenho
Segurança, Social e Engenharia (EHSSDD) -
2019
A ERM executou uma Due Diligence em uma Principais Projetos antes da ERM
empresa de gestão de resíduos localizada em
quatro países (Brasil, Bolívia, Peru e Argentina) e Certificação Ambiental (ISO 14001)
55 locais diferentes. Lucas foi consultor ambiental Husqvarna, 2017
e realizou visitas em 12 Unidades.
Responsável pelo tratamento dos dados de
avaliação de aspectos ambientais e pela análise
Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019 de riscos dos impactos. Preparação de oficina de
propostas de melhoria de processos e elaboração
A ERM realizou uma Due Diligence em um de objetivos ambientais.
Greenfield (terreno sem ocupação) localizado em
São Paulo, Brasil. Lucas foi consultor ambiental.
Elaboração do Plano de Mobilidade Urbana do
município de Porto Feliz (SP), 2016/2017
Due Diligence Ambiental (EDD) - 2019 Levantamento de dados gerais e de leis municipais
A ERM realizou uma Due Diligence nas unidades relacionadas a transporte e mobilidade do
de serviços automotivos localizados em São Paulo, município e elaboração do inventário físico dos
Brasil. Lucas foi consultor ambiental. meios de transporte.
Responsável por realizar análises SWOT e
Ishikawa, definição dos objetivos, metas,
Projeto LER (Legal Entity Rationalization) indicadores e estratégias do Plano.
Dow Corning do Brasil Ltda.
Licenciamento Ambiental e Gerenciamento de
Transferência de 22 licenças em 7 órgãos e Resíduos
gerenciamento de outras 8 unidades
Pernambucanas, 2016

John Deere Responsável pela revisão dos Planos de


Gerenciamento de Resíduos Sólidos e de
Tratamento de dados e elaboração de Relatório de
Resíduos de Serviços de Saúde, pela emissão de
Amostragem de Emissões Atmosféricas
documentação para o transporte dos resíduos
perigosos gerados na unidade (CADRI) e pela
Avery Dennison emissão das licenças necessárias para a operação
do centro de distribuição.
Levantamento de dados e auxílio na elaboração de
Avaliação Ambiental Preliminar; vista a processos Voluntário do Núcleo de Apoio à População
na CETESB Ribeirinha da Amazônia (NAPRA), 2016/2017

Responsável por formações internas sobre o


Bradesco contexto Amazônico e pela arrecadação de fundos
Apoio à resposta de questionários de Índices de para a organização. Coordenou equipes e novos
Sustentabilidade de bolsas de valores, incluindo: membros, além do desenvolvimento de projetos
Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) diversos para atuação em comunidades ribeirinhas
2018, Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) em Rondônia (São Carlos do Jamarí, Julho de
2018 e CDP Investor 2018. Análise de 2016).

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Taíse Rebouças, Engenharia Ambiental, Ph.D.
Consultora Ambiental

Taise Rebouças é Consultora Ambiental da ERM do escritório de Salvador,


Bahia, Brasil. É formada em Engenharia Ambiental e de Segurança do Trabalho
Especialista em Soluções e Tecnologias Ambientais e Ph.D. em Engenharia
Ambiental. Possui dez anos de experiência na área de Meio Ambiente e quatro
na área de Saúde e Segurança do Trabalho. Na ERM, atua com as práticas de
Gerenciamento de Áreas Contaminadas e Planejamento e Estudos de Impactos
Ambientais. Suas práticas na empresa incluem monitoramento de água
subterrânea, instalação de poços de monitoramento e outros processos na área
de investigação de áreas contaminadas. Adicionalmente trabalha com processos
de licenciamento, elaboração de programas ambientais (PGRS, PGRSCC, RCA,
RCE e outros), atendimentos a emergências ambientais e outras práticas.

Experiência: Dez anos de experiência em gestão Domínios de competência


ambiental, dos quais, simultaneamente, oito ■ Investigação e Remediação de Áreas
dedicados à consultoria e três à pesquisa científica Contaminadas
na área de otimização de pegada ambiental no ■ Licenciamento Ambiental
processo de tratamento de efluentes. ■ Gerenciamento Ambiental
■ Gerenciamento de Resíduos
Email: taise.reboucas@erm.com ■ Segurança do Trabalho
LinkedIn: https://br.linkedin.com/in/taisereboucas
■ Auditorias
■ Modelagem matemática
Formação Acadêmica
Setores-chave da indústria
■ Ph.D. em Engenharia Ambiental pela Università
degli Studi di Palermo (Itália) – 2020. ■ Química e Petroquímica
■ Especialista em Soluções e Tecnologias ■ Alimentícia
Ambientais pelo SENAI –2016
■ Especialista em Engenharia de Segurança do
Trabalho pela Universidade Salvador – 2014
■ Graduação em Engenharia Ambiental pela
Faculdade Área 1 - 2011

Registros e Afiliações Profissionais


■ CREA-BA – Conselho Regional de Engenharia
e Agronomia do Estado da Bahia.

Línguas
■ Português, nativo
■ Inglês (avançado)
■ Italiano (avançado)
■ Espanhol (básico)

The business of sustainability


Taíse Rebouças, Engenharia Ambiental, Ph.D.

Principais Projetos captação para projeto de investigação de água


subterrânea e solo.
Ultracargo, 2019
Consultora no atendimento à questionamentos John Deere, 2015
jurídicos da emergência ocorrida no Terminal Consultora adjunta na elaboração de relatório de
Químico de Aratu, localizado no Porto de Santos – Auditoria de Fase I, para embasar a instalação do
SP. cliente em espaço comercial de interesse.

Proquigel, 2019 Braskem, 2015.


Consultora no atendimento à questionamentos Consultora no atendimento à questionamentos
jurídicos da emergência ocorrida no Canal de jurídicos da emergência ocorrida no Navio Golden
Aratu – BA. Miller, no Terminal Químico de Aratu, localizado no
Porto de Aratu – BA.
Dow Brasil (Aratu), 2016.
Consultora no projeto de amostragem de água Ultracargo, 2015.
subterrânea nos poços de monitoramento para Consultora na elaboração do relatório da
atendimento à condicionante de licença ambiental. emergência ocorrida no dia 02 de abril de 2015, no
Terminal Químico de Aratu, localizado no Porto de
Acrinor Acrilonitrila do Nordeste (antiga EDN), Santos – SP. Atuando adicionalmente na
2016. elaboração do PGRSCC da unidade, revisão
Consultora no processo de amostragem de água técnica de documentos elaborados por empresas
subterrânea. terceirizadas com relatos sobre a emergência, bem
como na revisão dos programas PAE, PGR,
Baker Hughes, 2015. PCDM, PCDT, PI/ABTL e outros.
Consultora no processo de dispensa do
licenciamento ambiental. Dow Brasil (Aratu), 2015.
Consultora em Projetos de Investigação Preliminar
J. Macêdo S/A, 2015. e Complementar com atuação na instalação de
Consultora no processo de licenciamento para poços de monitoramento de água subterrânea e
obra civil de ampliação do Porto de Salvador, com amostragem de solo e água subterrânea.
intervenção em órgãos como CODEBA e SUCOM.
Dow Brasil (TDI), 2015.
Acrinor Acrilonitrila do Nordeste (antiga EDN), Consultora no projeto de amostragem de água
2015. subterrânea nos poços de monitoramento para
Consultora no monitoramento de compostos em projeto de investigação complementar.
fase livre, instalação de poços de monitoramento,
amostragem de água subterrânea e estudo de Cristal Pigmentos do Brasil S.A., 2015.
viabilidade de remediação de LNAPL. Consultora no projeto de amostragem de solo e
água subterrânea.
Metalic, 2015.
Consultora adjunta na avaliação dos índices do BJ Services, 2015.
Programa de Reciclagem “Reciclaço”. Consultora em projetos de encerramento de
atividades industriais da unidade localizada em
SoNo, 2015. Catu – BA.
Consultora no projeto de sondagem de solo e
amostragem de água subterrânea em poço de

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Taíse Rebouças, Engenharia Ambiental, Ph.D.

Acrinor Acrilonitrila do Nordeste (antiga EDN), Braskem, 2014.


2015. Consultora no projeto de amostragem de água
Consultora em Projetos de Investigação Preliminar subterrânea nos poços de monitoramento para
e Complementar com atuação na amostragem de projeto de investigação complementar.
água subterrânea e elaboração de relatório
técnico. Dow Brasil (Aratu e TDI), 2014.
Consultora em Projetos de Investigação Preliminar
Monsanto do Brasil, 2015. e Complementar com atuação na instalação de
Consultora em projetos de renovação de poços de monitoramento de água subterrânea e
condicionantes da Licença de Operação da amostragem de solo e água subterrânea.
unidade de Camaçari – BA.
Cliente Confidencial, 2014.
Monsanto do Brasil, 2014. Consultora adjunta em Projetos de Investigação
Consultora em projetos de renovação de licença Preliminar com atuação na amostragem de água
do Departamento de Polícia Civil, Federal e subterrânea e superficial no estado de Minas
Exército. Gerais.

J. Macêdo S/A, 2014. Braskem, 2014.


Consultora em projetos de renovação de licença Consultora adjunta no atendimento a emergência
de operação e licença de alteração da unidade de com derrame de óleo do Navio Golden Miller, no
fabricação de massas, biscoitos e misturas Terminal Químico de Aratu, localizado no Porto de
localizada em Simões Filho – BA. Aratu – BA.

Projeto Ember, 2014. Estireno do Nordeste, 2013.


Consultora no projeto de sondagem e amostragem Consultora adjunta em Projetos de Investigação
de água subterrânea nos poços de monitoramento Preliminar e Complementar com atuação na
para projeto de investigação de água subterrânea amostragem de água subterrânea e elaboração de
e solo. relatório técnico.

Yara Brasil, 2014. Principais Projetos antes de entrar na ERM


Consultora no projeto de amostragem de água
subterrânea nos poços de monitoramento para Petrobras, 2013.
projeto de investigação complementar. Consultora na elaboração de estratégia de
resposta contra derrame de óleo em zonas
Estireno do Nordeste, 2014. costeiras e áreas off-shore.
Consultora em projetos de investigação preliminar
e complementar com atuação na instalação de Petrobras, 2013.
poços de monitoramento de água subterrânea, Pesquisadora em projeto de proteção de áreas
amostragem de solo e água subterrânea e vulneráveis contra derrame de hidrocarbonetos e
elaboração de relatório técnico. derivados para licenciamento de sonda perfuratriz
nas bacias de exploração BM-CAL 7 e 9, BM-J 4 e
Cristal Pigmentos do Brasil S.A., 2014. 5, BM-POT 16 e 17 e BM-CE 1 e 2.
Consultora no projeto de instalação de poços de
monitoramento e amostragem de solo e água Cliente Confidencial, 2011.
subterrânea. Atuação na identificação de oportunidades de
implementação de tecnologias de simbiose
industrial. Processo de gerenciamento de resíduos

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Taíse Rebouças, Engenharia Ambiental, Ph.D.

industriais nas etapas de instalação de áreas de Congress on Impact Assessment: "Ethics and
armazenamento, criação de procedimentos, Environmental Impact Assessment". Paper
atendimento à legislações e destinação para locais #197.
adequados. ■ Mannina, G., Rebouças, T. F., Cosenza, A.,
2018. Uncertainty and Sensitivity Analysis for
Reducing Greenhouse Gas Emissions from
Publicações Wastewater Treatment Plant. In proceedings of
9th International Congress on Environmental
■ Mannina, G., Ni, B., Rebouças, T. F., Cosenza,
Modeling and Software June 24-28, 2018 · Fort
A., Olsson, G., 2020. Minimizing membrane
Collins, Colorado, USA.
bioreactor environmental footprint by multiple
objective optimization. Bioresource Technology
302, 122824.
■ Mannina, G., Cosenza, A., Rebouças, T. F.,
2020. Aeration control in membrane bioreactor
for sustainable environmental footprint.
Bioresource Technology 301, 122734.
■ Mannina, G., Cosenza, A., Rebouças, T. F.,
2020. A plant-wide modelling comparison
between membrane bioreactors and
conventional activated sludge. Bioresource
Technology 297, 122401.
■ Mannina, G., Rebouças, T. F., Cosenza, A.,
Sànchez-Marrè, M., Gibert, K., 2019. Decision
support systems (DSS) for wastewater
treatment plants – A review of the state of the
art. Bioresource Technology 290, 121814.
■ Mannina, G., Cosenza, A., Rebouças, T. F.,
2019. Multi-objective analysis by integrated
MBR modelling. In Proceedings of the 9th
International Water Association (IWA)
Membrane Technology Conference (MTC) &
Exhibition for Water and Wastewater Treatment
and Reuse (IWA-MTC 2019).
■ Mannina, G., Rebouças, T. F., Cosenza, A.,
2019. MBR vs. CAS: a comprehensive
modelling comparison. In Proceedings of the
10th IWA Symposium on Modelling and
Integrated Assessment (Watermatex 2019) -
Copenhagen, Denmark.
■ Mannina, G., Rebouças, T. F., Cosenza, A.,
Chandran, K., 2019. A plant-wide wastewater
treatment plant model for carbon and energy
footprint: model application and scenario
analysis. Journal of Cleaner Production 217,
244-256.
■ Ferraro Junior, L. A., da Silva, F. H., Rebouças,
T. F., 2018. Challenges and strategies for
instrumenting, enhancing and supporting
environmental assessment in the state of
Bahia, Brazil. In proceedings of 4th Brazilian

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DUE DILIGENCE AMBIENTAL

ANEXO D DATA GAPS

www.erm.com Versão: 1.0 Nº do Projeto: 0545321 Cliente: Proquigel 30 de junho de 2020


# Documento ‐ FAFEN/BA Prioridade Observações
2 Atestado de uso de solo ou equivalente, emitido pela Prefeitura Municipal    Média
4 Termos de Ajustamento de Conduta, Inquérito Civil, etc. Alta
5 Alvarás da Vigilância Sanitária (ambulatório e refeitório)    Média
Perfil geológico de poços de captação de água ou poços de monitoramento 
Média
7 existentes   
8 Dados de monitoramento da qualidade da água de poços de captação    Alta
9 Laudos de análise de efluentes líquidos gerados    Alta
10 Relatório de monitoramento de emissões atmosféricas    Alta Disponibilizar Procedimentos Petrobrás associados 
12 Manifestos de transporte de resíduos    Alta
Licenças para disposição de resíduos sólidos industriais (perigosos e não 
Alta
13 perigosos) emitidos pelo Órgão Ambiental local   
Lista de produtos químicos utilizados na unidade (nome do produto, forma de 
Alta
14 armazenamento, local de armazenamento, quantidade consumida)   
Registro de inspeções/manutenção de tanques e tubulações (testes de 
Alta
15 estanqueidade e integridade)    Disponibilizar Procedimentos Petrobrás associados 
Licença para o uso e estocagem de produtos controlados do Ministério do 
Alta
16 Exército, Polícia Federal e Polícia Civil, e seus respectivos mapas de controle   
19 Registro do Supervisor de Radioproteção    Média
Lista de equipamentos que utilizam gases refrigerantes (tipo de equipamento, 
Baixa
20 tipo de gás, quantidade de gás instalada e consumida)   
21 Relatório de monitoramento de ruído na vizinhança    Baixa
22 Registros de acidentes ambientais ocorridos na unidade    Alta
Fornecer todos os relatórios emitidos pela Bureau Veritas, 
Relatórios de avaliação preliminar/investigação confirmatória/investigação  Alta Haztec, CETREL e demais empresas que tenham realizado 
23 detalhada/remediação de solo e água subterrânea estudos de passivos ambientais na área
24 Descrição de todas as etapas do processo produtivo Alta Disponibilizar Procedimentos Petrobrás associados 
# Documento ‐ FAFEN/BA Prioridade Observações
1 Procedimentos operacionais de segurança Média
2 Certificado de Aprovação das Instalações emitido pelo Ministério do Trabalho Alta
Registro de inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas 
6 atmosféricas Alta
Registro de manutenção preventiva de talhas, pontes rolantes, guindastes e 
7 empilhadeiras Alta
8 Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares Média
9 Prontuário dos Vasos de Pressão Alta
12 Análise Ergonômica dos postos de trabalho Média
13 Procedimento de trabalho a quente Baixa
14 Procedimento de trabalho em altura Baixa
15 Relatório de inspeção da seguradora Baixa
17 Plano de Emergência da unidade Alta
18 Registro de simulados Baixa
20 Lista de espaços confinados Média
21 Relatório das auditorias de saúde e segurança realizadas anteriormente Alta
# Documento ‐ Terminal de Aratu/BA Prioridade Observações
3 Atestado de uso de solo ou equivalente, emitido pela Prefeitura Municipal    Média
4 Registro Imobiliário    Alta
6 Planta das linhas de drenagens pluviais, sanitárias e industriais    Alta
7 Laudos de análise de efluentes líquidos gerados    Alta
Inventário/lista de resíduos gerados na unidade (nome do resíduo, tipo, 
quantidade gerada, forma de armazenamento, local de armazenamento, 
8 quantidade média gerada, forma e local de disposição final)    Alta
10 Manifestos de transporte de resíduos    Alta
Licenças para disposição de resíduos sólidos industriais (perigosos e não 
11 perigosos) emitidos pelo Órgão Ambiental local    Alta
Lista de produtos químicos utilizados na unidade (nome do produto, forma de 
12 armazenamento, local de armazenamento, quantidade consumida)    Alta
Registro de inspeções/manutenção de tanques e tubulações (testes de  Disponibilizar Procedimentos 
13 estanqueidade e integridade)    Alta Petrobrás associados 
Licença para o uso e estocagem de produtos controlados do Ministério do 
14 Exército, Polícia Federal e Polícia Civil, e seus respectivos mapas de controle    Alta
Lista de equipamentos que utilizam gases refrigerantes (tipo de equipamento, 
17 tipo de gás, quantidade de gás instalada e consumida)    Baixa
18 Relatório de monitoramento de ruído na vizinhança    Baixa
19 Registros de acidentes ambientais ocorridos na unidade    Alta
Disponibilizar Procedimentos 
20 Descrição de todas as etapas do processo produtivo Alta Petrobrás associados 
# Documento ‐ Terminal de Aratu/BA Prioridade Observações
1 Procedimentos operacionais de segurança Média
2 Certificado de Aprovação das Instalações emitido pelo Ministério do Trabalho Alta
3 Diagrama unifilar das instalações elétricas Baixa
4 Prontuário de Instalações Elétricas Alta
5 Procedimentos de segurança em instalações elétricas Baixa
Registro de inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas 
6 atmosféricas Alta
Registro de manutenção preventiva de talhas, pontes rolantes, guindastes e 
7 empilhadeiras Alta
8 Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares Média
9 Prontuário dos Vasos de Pressão Alta
10 Registro de Segurança dos Vasos de Pressão Alta
11 Relatórios de Inspeção dos Vasos de Pressão Alta
12 Análise Ergonômica dos postos de trabalho Média
13 Procedimento de trabalho a quente Baixa
14 Procedimento de trabalho em altura Baixa
15 Relatório de inspeção da seguradora Baixa
16 Registro de inspeção mensal de extintores Alta
18 Registro de simulados Baixa
19 Rota de fuga Baixa
20 Lista de espaços confinados Média
21 Procedimento de entrada em espaços confinados Baixa
22 Relatório das auditorias de saúde e segurança realizadas anteriormente Alta
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