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FISIOLOGIA – 2º PERÍODO

CONTRAÇÃO MUSCULAR

O sarcômero é responsável pelas contrações que ocorrem no tecido muscular.

A partir de um impulso nervoso transmitido por um neurônio, a acetilcolina é


liberada na fenda sináptica.

Essa acetilcolina desencadeia outro impulso nervoso, agora na fibra muscular.

Esse impulso nervoso caminha até os túbulos transversos por onde descem.

Na membrana desses túbulos transversos há receptores de diidroperidina,que


estimulados pelos impulsos, abrem os canais de Riaodina, permitindo a saída de
CA2 + (então armazenado no reticulo sarcoplasmático).

O CA2+ sai perpendicular ao túbulo t e se concentra no citoplasma da fibra


muscular .

Com o aumento na concentração de CA2+ este se liga a TNC do complexo


tropomina que deforma a tropomiosina, que antes inibia o sitio de ligação,
permitindo a interação da miosina com a actina.

Uma vez feita a ligação, as linhas z do sarcômero se aproximam da linha


m,figurando as contrações .

Para que a miosina se desencaixe, acontece a hidrólise de ATP.

No momento do relaxamento do músculo, chega na fenda sináptica a


acetilcolinesterase, uma enzima que quebra a acetilcolina e cessa todo impulso.

HIPOTÁLAMO

1- Recebe estimulo positivo ou negativo


2- Produção e secreção do fator liberador ou inibidor
3- O fator passa pelo sistema porta hipofisado
4- Passa pela hipófise posterior
5- Na hipófise anterior se o estímulo for positivo,produção e secreção de
hormônio
Se o estímulo for negativo teremos a inibição da produção e secreção de
hormônio
 O controle do sistema endócrino pelo hipotálamo inicia se com a
recepção de estimulo positivo ou negativo, em seguida ocorre a
produção e secreção do fator liberador ou inibidor. Esse fator passa pelo
sistema porta hipofisado, e logo após pela hipófise posterior. Quando
chega na hiposife anterior se o estimulo for positivo o hipotálamo produz
e libera hormônio, se for negativo ocorre a inibição do mesmo

RENINA- ANGIOTENSINA

Ocorre a vaso constrição.

A renina é produzida no rim,e o angiotensinogênio no fígado

é transformada em angiotensina 1 quando os mesmos se encontram

A angiotensina1 passa pela corrente sanguínea e chega no pulmão onde é


convertida pela ECA ( enzima conversora de angiotensina), que se transforma
em angiotensina 2.

Assim a angiotensina2 retorna aos vasos sanguíneos,fazendo uma vaso


constrição, chegando nas glândulas supra renais, produzindo a aldosterona

A produção da renina é um processo fisiológico causado por desidratação,


hemorragias

VIA DE SINALIZAÇÃO DA INSULINA PARA CAPTAÇÃO DE GLICOSE NA CÉLULA

A insulina se liga ao receptor heterotramérito a sub-unidade alfa não


consegue bloquear a sub-unidade beta. Beta vai ativar tirosina, que irá
produzir 10 substratos e vai ligar 4 deles (IRS 1, IRS 2, IRS 3, IRS 4), o
processo de IRS vai estimular o PI3Q, com a estimulação do PI3Q, vai
estimular o AKT, o AKT sendo estimulada, vai ter outra proteína que é
estimulação do glut-4, que será transportada na membrana. O glut-4
armazenada na membrana,vai capturar a glicose fora da célula, colocando
ela para dentro da membrana.
FUNCIONAMENTO DO NÉFRON

Após o sangue ser filtrado pelos capilares glomerulares, o líquido resultante


passa pela cápsula de Browman que envolve esse emaranhado de capilares, em
seguida o líquido passa para o túbulo proximal, ocorre a reabsorção de
substancias úteis pelos capilares do néfron.

Deste, passa pela alça de Henle ( há receptor de aldosterona) que logo ápos
penetra no túbulo distal e por fim a urina é liberada no ducto coletor e
encaminhada para os ureteres.

Este canal acumula a urina proveniente de diversos néfrons lançados na pelve


renal

PROCESSO FISIOLOGICO DO MÉTODO AUCUSTÁTÓRIO

1-Aparelho resistência alta

2- Diminuição da resistência do aparelho

3- A resistência do aparelho está igual da PAS ( 1º som 120)

4- A pressão do aparelho está igual da PAD (180) não tem som

PROCESSO FISIOPATOLÓGICO DA ATOESCLEROSE

1- Lesão nos vasos


2- Células do sistema imune
3- Monócitos
4- Macrófagos
5- Linhas de gordura
6- Espuma de gordura
7- Placa de ateroma

VIAS RESPIRATÓRIAS

Fossas nasais - boca – faringe – laringe – traquéia – brônquios – bronquíolos –


ductos alveolares – alvéolos

*Função: umidificação do ar: glândula mucosa


Filtração: pelos e cílios Aquecimento: capilares sanguíneos

Executados pela inspiração e expiração onde ocorre a troca gasosa de CO2 e O2

CÉLULAS E SISTEMAS

SISTEMA: Região que estou interessado a estudar

PROCESSO: Variação do estado inicial (ante) para o final (depois)

ENTERGÔNICO: (gasta energia) acopalamento de outro processo com mais


energia do que ele

EXERGÔNICO: (libera energia) desorganizado natural

EQUILIBRIO: não há variação de energia

SISTEMA MUSCULAR

MÚSCULOS ESQUELÉTICOS

 Possui estrias transversais


 Sarcolema: membrana plasmática da fibra
 Polinucleada: vários núcleos
 Conjunto de fascículos formão ventre muscular
 Conjunto de fibras formam os fascículos
 Epimísio: tec. Conjuntivo fibroso que envolve os fascículos e forma as
fibras musculares
 Perimisio: tec.Conjuntivo fibroso que envolve as fibras e forma os
fascículos
 Endomísio: tec.Conjuntivo fibroso que envolve as miofibrilas e forma as
fibras musculares
 Sarcômero: unidade contrátil do músculo
 Actina: filamento fino
 Miosina: Filamento grosso
 Complexo tropomina: TNC: tropomina de cálcio, contém os sítios de
fixação para o CA+ que dá inicio a coneração

TNI: Inibe a interação da actina com a miosina


TNT: Fixa outros componentes da tropomina a tropomiosina

 Acetilcolina: desencadeia potencial de ação na membrana pré sináptica


 Bomba de sódio e potássio: endergônico ativo, utiliza ATP

ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO NEURÔNIO

IMPULSO NERVOSO:unidirecional, potencial de ação sem decaimento, condução


saltatória, célula de Shawann ( produz a mielina), bainha de mielina, nódulo de
Ranvier ( onde a membrana do neurônio fica exposta)

SINAPSE: região de passagem do impulso nervoso, ramificação terminal

CORPO CELULAR: Localizado ente o SNC, gânglios nervosos

DENDRITOS: Receptores

AXÔNIO: Condutores

NEUROTRANSMISSORES

 Membrana pré sináptica ou pós sináptica


 Junção neuromuscular ou placa motora
 Membrana pré sináptica e pós sináptica,fenda sináptica
 Acetilcolina e colinesterase

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

NERVOS SOMÁTICOS OU MOTONEURÔNIOS : (voluntário)

 Inervam os músculos esqueléticos


 Resposta sempre exitatória
 Contação muscular

NERVOS AUTÔNOMOS: (involuntário)

 Ação no músculo liso ou involuntário


 Resposta exitatória ou inibidora
SISTEMA NERVOSO CENTRAL

CÓRTEX CEREBRAL

Lobo frontal: julgamento, pensamento, planejamento e emoção

Lobo parietal: informação sensorial, lógica matemática

Lobo temporal: sentido de audição,possibilitando o reconhecimento de tons


específicos e intensidades de som, memória e emoção

 Tumor ou acidente nessa região provoca deficiência de audição e surdez

Lobo límbico: comportamento sexual,emocional e memória

Córtex motor primário:iniciação do comportamento motor

Córtex somatosensorial primário: recebe informações tátil do corpo

Córtex pré frontal: planejamento,emoção,julgamento

Córtex de associação motora: coordenação de movimentos complexos

Área sensitiva primária: Penfield, homúnculo sensitivo

Área motora primária: homúnculo motor ( tamanho dos membros corporais não
é compatível com a área que ela ocupa no cérebro)

AFASIA DE BROCA (área anterior da linguagem)

O individuo é capaz de compreender a linguagem falada ou escrita, mas tem


dificuldade de se expressar adequadamente.

AFASIA DE WERNICKE (área posterior da linguagem)

A compreensão da linguagem tanto falada quanto escrita é deficiente

CEREBELO
Compara os movimentos reais representados pela informação de feedback
sensorial periférico com o movimento pretendido. Participa do aprendizado
motor e aprende pelos próprios erros.

Função de equilíbrio e postura, amortecimento de movimentos, alterações


rápidas das posições do corpo. Movimentos rápidos (controle cerebelar dos
movimentos bálisticos)

ÁREAS FUNCIONAIS ANATOMICAS DO CEREBELO

Verniz: eixo corporal,pescoço,ombros e quadril

Zona intermediária: regiões distais dos membros superiores e inferiores (mãos e


pés)

Zona lateral: planejamento geral dos movimentos

VIAS AFERENTES CEREBELARES – 4 feixes, 2 ventrais e 2 dorsais

NÚCLEOS DA BASE

 Núcleo caudado: controla movimentos intencionais grosseiros


 Putamen: funciona em conjunto com o núcleo caudado
 Globo pálido; controla a posição das principais partes do corpo
 Núcleo subtalâmico: controla os movimentos de marcha
 Substância negra: secreta dopamina

DOENÇA DE PARKINSON

 Lentidão de movimentos
 Dificuldade em iniciar movimentos voluntários
 Aumento do tônus muscular
 Tremores
 Menor liberação de dopamina

DIFERENÇA ENTRE LIGAÇÃO DO NÚCLEO DA BASE E CEREBELO

 Cerebelo recebe informação somato sensorial diretamente da medula


espinhal, NB não.
 Essas diferenças sugerem que o cerebelo regule diretamente a execução
de movimento enquanto os NB estão envolvidos em controle motor de
níveis superiores- aspectos cognitivos

SISTEMA ENDÓCRINO

ENDÓCRINO: Secretado internamente nos vasos sanguíneos

EXÓCRINO: Secretados para fora

HORMÔNIO: É toda substância química secretada nos líquidos corporais por


uma célula ou grupo de células que tenha função de controle

HORMÔNIO LOCAL: Produzido no próprio sistema ou célula que será usado.


Ex:acetilcolina

HORMÔNIO GERAL: Produzido por uma célula ou grupo de células que vai
percorrer o corpo todo a ser usado em outro lugar do corpo. Ex: insulina

HIPÓFISES pequena glândula

ANTERIOR: adenohipófise ( hormônio de liberação), hormônio de crescimento

Hormônios secretados: GH,ACTH,TSH,LH

GH: efeitos:estimula renovação mitocondrial, aumenta síntese protéica pelos


ribossomos, aumenta formação de RNA, aumenta a utilização de gordura,
aumenta taxa de crescimento

Estímulos para secreção do GH: Sono e estresse físico, hipooglicemia, baixos


níveis celulares de aminoácidos

 GH é para manter a glicemia estimulando os triglicerídeos- ácidos graxos


livres. Economiza glicose porque utiliza ácidos graxos e bloqueia a glicose
na musculatura

POSTERIOR: Neurohipófise,controle do hipotálamo

Hormônios secretados: ADH (antidiurético) e Occitocina

 Álcool inibe a produção de ADH, aumentando a diurese


 Aumento da reabsorção da água para o interstício
 Atua impedindo a perda de água pelos rins
 Atua como permeabilizador dos ductos
 Atua com menos intensidade nos túbulos distais e alça de Henle
 Aumenta a permeabilidade da água
 OCCITOCINA:A produção e secreção da occitocina ocorre na hipófise
posterior (neurohipófise). (Tem como função promover as contrações
musculares uterinas; reduzir o sangramento durante o parto; estimular a
libertação do leite materno, a criança pressiona o canal do parto para
liberar occitocina)

TIREÓIDE

É uma glândula com formato semelhante ao de uma pequena borboleta.

 Produz T3 e T4 que regulam o metabolismo

Hipófise: produz hormônio estimulador da tireóide TSH+IODO que induz a


tireóide a produzir T3 e T4

 T3 e T4 são presas nas albuminas no sangue


 Aumenta a freqüência cardíaca, o débito cardíaco, ventilação pulmonar,
a força de contração, freqüência respiratória, aumenta a glicose, o
metabolismo
 Diminui o colesterol, porque diminui a produção de LDL
 T3 e T4 estimulam atividade metabólica de todas as células
 T3 e T4 não estimulam a quebra de substratos especificamente

GLÂNDULAS SUPRA RENAIS

Parte interna:medula

Parte externa: córtex

CÓRTEX DA SUPRA RENAL

 Zona glomerulosa: secreta mineralocorticóide ( aldosterona)


 Zona fasciculada: secreta glucacorticoides ( cortisol)
 Zona reticular: secreta hormônios andrógenos (testosterona)

MEDULA DA SUPRA RENAL produz catecolamina ( adrenalina e noradrenalina)


SUPRA RENAIS

ADRENALINA E NORADRENALINA (medula)

 Aumento da freqüência cardíaca, força de contração do miocárdio,


desvio do sangue para o cérebro e músculos, aumento da glicemia
 Ação metabólica depende de cortisol T3 e T4

CORTISOL (córtex)

 Antiinflamatório
 Promove a degradação de proteínas musculares e conversão de
aminoácidos em glicose, em periodos de jejum ou exercício prolongado

ALDOSTERONA (estimula a absorção de NA+ pelos rins = pressão sanguínea)

Estímulos para secreção: redução do sódio e cloreto, redução do volume


sanguineo e aumento do potássio no interstício celular

Função: Aumenta a retenção de água, da reabsorção tubular do sódio e o


aumento da secreção tubular de potássio.

 Aumento da pressão arterial, débito cardíaco, aumento de exercícios de


longa duração, aumenta a secreção com a desidratação.
 Estimulada diretamente para retenção da renina

ANGIOTENSINA

 Estimula a síntese de aldosterona


 Reduz o fluxo renal
 Reduz a formação da urina
 Vasoconstrição periférica

RENINA- ANGIOTENSINA Os rins (córtex) produzem o enzima renina


PÂNCREAS

VALORES GLICOSE EM JEJUM

 Normal: inferior a 99 mg/dl


 Pré diabetes: entre 100 e 125 mg/dl
 Diabete: superior a 126 mg/dl

VALORES GLICOSE 2 HRS APÓS A REFEIÇÃO

 Normal: inferior a 140 mg/dl


 Pré diabete: entre 140 e 199 mg/dl
 Diabete: igual ou superior a 200 mg/dl

DIABETES ( excesso de glicose no sangue)

 Tipo 1: crianças e adolescentes, insulino dependente, genético, linfócito T


destrói as células Beta no pâncreas
 Tipo 2: pessoas mais velhas, aumento de gordura, resistência a insulina (é
produzida mas não atua direito)
Cuidados com a hipoglicemia:não iniciar atividade física com níveis nem
baixos nem altos de glicose. Essas alterações podem levar a lesões nos
vasos facilitando o desenvolvimento e formação de placas de ateroma

INSULINA: facilita a entrada de glicose nas células e armazenamento no fígado,


na forma de glicogênio

GLUCAGON: produzido pelo pâncreas, age no fígado estimulando a quebrar o


glicogênio em moléculas de glicose
HORMÔNIOS SECRETADOS NAS GÔNADAS

 Ovários e supra renais produzem androstediona e testosterona.


 Os testículos produzem testosterona
 Ovários secretam estrógenos e progesterona

FASES

Fase folicular ( desenvolvimento de folículos no ovário) – preparação do útero –


6 a 9 dias após o inicio da menstruação

 Aumento do estrógeno
 Crescimento celular nos órgãos associados a reprodução e amamentação
 Estimulo de FSH
 Melhor para treinamento de força

Fase luteínica (6 a 9 dias após a ovulação)

 Estímulo de LH
 Aumento da progesterona
 Manutenção do estrógeno
 Incorporação de substratos nos órgãos relacionados a reprodução e
amamentação

Adeno secreta LCSH, vai para o interstício celular que produz testosterona,
Adeno também secreta FSH que vai para os canais seminíferos e junto com a
testosterona produzem esperma

A TPM é causado pela diminuição da concentração sanguínea da progesterona.


A finalidade de manter a progesterona elevada é a manutenção da gravidez.

Durante o parto, a placenta é eliminada provocando a queda da concentração


sanguínea materna dede progesterona, consequentemente a depressão pós
parto.
CONTROLE HORMONAL E REPRODUÇÃO

Homem:induz a produção de testosterona que ativa a espermatogênese e o


aparecimento de caracteres sexuais secundários (ex: barba).

Para produzir a testosterona e fabricar os espermatozoides, os testículos


recebem uma “ordem” através dos hormônios produzidos pela hipófise.
Acontece que, ao receber a testosterona externa (os anabolizantes), a nossa
hipófise passa a entender que não precisa mais mandar os sinais de ordem para
os testículos produzirem testosterona e espermatozoides.

Gonadotrofinas: secretado pela hipófise anterior atuam sobre as gônadas

1- Folículo estimulante (FSH)


2- Luteinizante (LH)
3- Occitocina: hipófise posterior; trabalho de parto

Mulher:FSH promove o desenvolvimento dos folículos ovarianos LH: ovulação

 Estimula a produção de estrógeno e progesterona que preparam o


endométrio ( parede do útero para receber o embrião)

LÍQUIDOS, COMPARTIMENTOS E EDEMAS CORPORAIS

LÍQUIDOS: * Manutenção do equilíbrio, homeostase do organismo*

LÍQUIDO EXTRACELULAR fora da célula

 20% do peso corporal 4% água do plasma sanguíneo 16% do liquido


intersticial ( líquido entre as células)

LÍQUIDO INTRACELULAR

 40% do peso total do corpo


 Líquido da célula, 28 a 42 litros de líquido no corpo.

LIQUIDOS TRANSCELULARES: Cefaloraquidiano, sinovial, pleural

EDEMA INTRACELULAR Diminuição do fluxo sanguíneo que acarreta em uma


diminuição de nutrientes e trabalho na célula, com isso as bombas de íon ficam
comprometidas, como por exemplo a bomba de sódio e potássio que terá seu
potássio elevado fora da célula e dentro da célula o sódio também se encontra
em um nível elevado, o que gera a ocorrência de um aumento do nível de água
da célula.
EDEMA EXTRACELULAR Começa com um trauma, este faz com que o líquido que
se encontra dentro da célula saia para o meio extracelular, pelo rompimento da
membrana celular, ao sair tem se um elevado nível de líquido fora da célula

ANATOMIA FISIOLÓGICA DOS RINS

 Localiza se entre a ultima vértebra torácica e a terceira lombar


 Pesa 135 a 150 gramas

FUNÇÃO DOS RINS

 Excreção de produtos de degradação metabólica


 Elimina amônia, uréia e acido úrico
 Secreção de hormônios
 Regulação da PA
 Regulação PH sanguíneo, e do equilíbrio ácido- base
 Glicogênese

SUPRIMENTO SANGUINEO RENAL

 Fluxo sanguíneo renal: 22% débito cardíaco 1100 ml por segundo


 Artéria Renal: Artérias segmentares e interloabres

LEITOS CAPILARES

 Capilares glomerulares: pressão de 60 mmHg, células epiteliais, cápsula


de Bowman
 Capilares peritubulares: pressão de 13 mmHg, esvaziam se nos vasos
venosos, veias interlobular, arqueada, interbolar e renal

NÉFRON

 Unidade funcional do rim, 1 milhão em cada rim


 Os rins não são capazes de regenerar os néfrons
 Formação da urina
 Após 40 anos diminui 10 %
 Após 80 diminui 40%, essa perda não coloca em risco a vida
SISTEMA RESPIRATÓRIO E MECÂNICO RESPIRATÓRIO

MUSCULOS EXPIRAÇÃO: Intercostais interno, reto do abd, transverso do abd,


obliquo interno do abd, obliquo externo do abd

MUSCULOS INSPIRAÇÃO: Esternocleidomastóideo, escaleno, diafragma,


intercostais interno e intercostais externo

O QUE É A RESPIRAÇÃO? Entrada e saída de ar no sistema respiratório.


Tem a função de trocar os gases envolvidos no processo de respiração celular.
Capta O2 atmosférico e libera CO2 produzido no organismo para o meio externo
Pulmão é o principal órgão, limitado anteriormente pelo
esterno,posteriormente pela coluna vertebral e inferiormente pelo diafragma

FARINGE permite a passagem do bolo alimentar, e a passagem do ar, função


controlada pela epiglote

LARINGE formado por tecido muscular e tecido cartilaginoso, conduz o ar onde


ficam as cordas vocais

TRAQUEIA grande tubo constituído por pequenos anéis de cartilagem, conduz o


ar por dentro do tórax até se bifurcarem, formando os brônquios

BRONQUIOS resultam na bifurcação da traquéia, revestida por mucosa


lubrificante e ciliada

BRONQUIOLOS fibras musculares lisas em suas paredes, não existem anéis de


cartilagem

TROCA GASOSA

FUNÇÃO fornecer O2 do meio externo e permutar por quantidades quase iguais


de CO2

COMPONENTES
PULMÃO: permuta gasosa, transfere CO2 do sangue para os alvéolos e daí para
o ambiente
Processos: ventilação ( mobilização do ar para dentro e fora dos pulmões)
Difusão ( movimento aleatório das moléculas de uma área de
concentração elevada para uma área de menor concentração
ALVÉOLOS : local onde ocorre a passagem de O2 para o sangue e CO2 para o ar
a ser exalado
POROS DE KOHN: poros pequenos dentro de cada alvéolo, ventilação entre os
alvéolos lesados

HEMATOSE Mecanismo de trocas gasosas que ocorre nos alvéolos pulmonares.

Esse processo é fundamental para garantir o transporte do oxigênio pelo copo e


a remoção de gás carbônico

TROCA GASOSA O ar alveolar é substituído parcialmente por ar atmosférico a


cada respiração. O ar atmosférico seco que penetra nas vias aéreas é
umidificado antes de chegar nos alvéolos.

TRANSPORTE DE GASES

(QUADRO)

HEMOGLOBINA Cada átomo de ferro presente na hemoglobina fixa


frouxamente uma molécula de O2

MIOGLOBINA Proteína que contém ferro e é encontrada nos músculos, fibras


musculares avermelhadas

IMPORTÂNCIA Uma queda na PO2 tecidual acarreta um aumento na produção


de hemácias, aumento na capacidade carreadora global de oxigênio. Como os
gases podem ser transportados? Dissolvidos no plasma e na hemoglobina

DIFERENÇA ARTERIOVENOSA Diferença de saturação entre o sangue venoso e


arterial. Representa a quantidade de oxigênio extraída pelos tecidos

VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES

 Medidos pela esperometria

CAPACIDADE VITAL (cv) Quantidade máxima de ar que pode ser expirado


seguindo uma inspiração máxima
VOLUME RESIDUAL (vr) Ar remanescente nos pulmões após uma expiração
máxima
Capacidade pulmonar total (cpt) = soma de cv e vr

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