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Instituto Médio dom Bosco

Eletricidade Industrial

Cv5

Modulo: planificar, implementar e manter sistemas de comando com controladores logics

programáveis (PLCs)

Titulo: Manutenção do PLC

Temas:

1. Técnicas de medições de grandezas eléctricas de operações;

2. Formas de detectar possíveis causas de anomalias;

3. Elabora e executar planos de manutenção

Nomes:

Augusto Bento. N-07


Dércio Ivan N-13
Edinalto Manejo N-14
Ernesto Afonso N-16
João Lino Phiri N-22
Moisés Américo N-23

Formador: Génito soreis

Tete

Marco de 2021
Índice

Introdução ............................................................................................................................... 1
Objectivo geral ........................................................................................................................ 2
Objectivos específicos ............................................................................................................ 2
1.Técnicas de medição de grandezas eléctricas ...................................................................... 3
1.1.Principais grandezas eléctricas ......................................................................................... 3
1.2. Instrumentos de medição de grandezas eléctricas ........................................................... 4
2.Forma de detectar possíveis causas de possíveis avarias ..................................................... 5
2.1. Solução de problemas de entradas e saídas...................................................................... 6
2.2. Resolução de problemas de módulos de entrada digital .................................................. 7
2.3. Resolução de problemas de módulos de entrada analógica ............................................. 8
2.4. Resolução de problemas de módulos de saída digital ...................................................... 9
2.5.Solução de problemas de saídas PLC ............................................................................. 11
2.6 Solução de problemas da CPU........................................................................................ 12
2.7. Falha do módulo do sistema de entrada / saída (I / O) .................................................. 12
2.8. Interferência de ruído eléctrico ...................................................................................... 12
2.9. Memória Corrompida..................................................................................................... 13
3.Problemas de energia ......................................................................................................... 13
3.1. Problemas de Comunicação ........................................................................................... 13
3.2.Resumo dos métodos de solução de problemas de PLC ................................................. 14
4.Plano de manutenção preventiva de um PLC .................................................................... 14
4.1. Actividades no processo de manutenção dos plcs ......................................................... 15
Conclusão.............................................................................................................................. 17
Bibliografia ........................................................................................................................... 18
Introdução
O presente trabalho Iremos abordar acerca das Técnicas de medições de grandezas eléctricas
de operações; e os instrumentos de medição usada na eléctrica e Formas de Detectar possíveis
causas de anomalias; As anomalias congénitas (AC) podem ser definidas como todas as
alterações funcionais ou estruturais do desenvolvimento fetal cuja origem ocorre antes do
nascimento, possuindo causas genéticas, ambientais ou desconhecidas, mesmo que essa
anomalia se manifeste anos após o nascimento.

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Objectivo geral
 Elaborar plano de manutenção de Plcs.

Objectivos específicos
 Descrever técnicas de medições de grandezas eléctricas de operações;
 Demostrar formas de detectar possíveis causas de anomalias;
 Elaborar e executar planos de manutenção.

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1.Técnicas de medição de grandezas eléctricas
Técnicas de medições de grandezas são as formas e métodos utilizados para extrair dados ou
valores para cada tipo de grandeza eléctrica.
1.1.Principais grandezas eléctricas
Corrente eléctrica:
 A corrente eléctrica é originada a partir do movimento das cargas eléctricas.
 É, portanto, o fluxo de cargas por unidade de tempo.
 Representa-se a corrente eléctrica pelas letras I, i ou i(t). A letra maiúscula denota
variáveis contínuas, que não variam no tempo.
 Variáveis dependentes do tempo são denotadas por letras minúsculas ou por funções de
t. Usa-se o formato itálico para diferenciar variáveis do texto normal.
 A unidade de medida de corrente eléctrica é o Ampére (A). Normalmente se utilizam
também múltiplos e submúltiplos da unidade base, que são:
Microampères (μA), miliamperes (mA), kiloampères (kA).
Tensão eléctrica:
 A tensão eléctrica está relacionada com a energia necessária para o deslocamento de
cargas eléctricas. Também conhecida por voltagem ou diferença de potencial.
 É representada pelas letras V, v ou v(t).
 A unidade de medida de tensão eléctrica é o Volt (V) e também podem ser
 Usados múltiplos e submúltiplos como: quilovolt (kV), milivolt (mV), entre outros.

Fig1:Símbolos de fontes de tensão

Resistência eléctrica:
 Resistência eléctrica é a oposição dos materiais à passagem da corrente eléctrica, ou
mais precisamente, ao movimento de cargas eléctricas.
 O elemento ideal usado como modelo para este comportamento é o resistor.
 Representa-se a resistência pela letra R.

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 A unidade de medida de resistência é o Ohm (Ω), mas é muito frequente uso de
múltiplos como o kilohm (kΩ) e o megaohm (MΩ) e submúltiplos como o miliohm
(mΩ) e microhm (μΩ).

Fig1:Símbolo do resistor

Potência eléctrica:
 Potência é a energia por unidade de tempo, fornecida ou recebida por um elemento e é
igual ao produto da tensão entre os terminais do elemento pela corrente que o atravessa.
 Representa-se a potência pela letra P e sua unidade de medida é o Watt (W).
 Normalmente se usam como múltiplos do Watt o quilowatt (kW) e o megawatt (MW)
e como submúltiplos o mil watt (mW) e o microwatt (μW).

 A potência em um elemento de circuito pode ser determinada por:


1.2. Instrumentos de medição de grandezas eléctricas
Instrumentos de medida ou instrumentos de medição, como o próprio nome sugere, são
aparelhos usados para realizar a medida de determinadas grandezas. Os diversos tipos de
instrumento de medidas eléctricas podem ser de campo ou de bancada, analógicos ou digitais e
com diferentes graus de precisão. Entre os diversos tipos de instrumentos de medição, podemos
citar como exemplo:
 Multímetro
 Alicate amperímetro
 Terrômetro
 Voltímetro
 Amperímetro
 Ohmímetro
 Wattímetro
 Frequencímetro
 Capacímetro
 Indutímetro

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 Osciloscópio
 Analisador de espectro
2.Forma de detectar possíveis causas de possíveis avarias
 A primeira etapa na solução de problemas do PLC é decidir se o problema é interno ao

processador ou ao sistema de E / S. Parece natural supor que a maioria dos problemas


de funcionamento dos sistemas PLC se devam a problemas do processador, mas na
verdade o oposto é verdadeiro. A experiência mostra que mais de 80% de todos os maus
funcionamentos do CLP podem ser atribuídos a problemas com módulos de E / S ou
equipamentos de campo. Além disso, é relativamente fácil determinar se um problema
está localizado no processador ou no sistema de E / S porque cada tipo de problema
possui uma assinatura exclusiva.
 Os problemas que podem ser localizados em um módulo de E / S específico ou mesmo
em um dispositivo de entrada ou saída específico geralmente são externos, enquanto os
problemas internos normalmente resultam em grandes grupos de falhas,
comportamento globalmente errático ou até mesmo falha total do sistema PLC.
Vejamos primeiro as possíveis causas dos problemas internos.
 A primeira coisa a verificar é a integridade da alimentação e do aterramento do PLC.
Inspeccione visualmente a fiação de alimentação e aterramento, procurando conexões
soltas, corroídas ou questionáveis. A integridade do aterramento pode ser verificada
electricamente medindo a tensão entre o terminal de aterramento do PLC e um
aterramento conhecido. Usando um medidor digital definido na escala mais baixa, as
tensões CA e CC devem ser zero.
 A fonte de alimentação também pode ser testada electricamente. Se o processador PLC
tiver uma fonte de alimentação CA, verifique a tensão de entrada; deve estar dentro da
faixa recomendada pelo fabricante. Os processadores PLC realmente operam com
alimentação CC, de modo que isso também deve ser verificado. Meça cada uma das
saídas da fonte de alimentação CC e verifique se as tensões estão dentro das faixas
recomendadas.
 Verifique também as fontes DC para ondulação AC. Isso pode ser feito usando um
medidor digital configurado em uma faixa de CA baixa, e o valor medido deve estar
bem abaixo das especificações do fabricante. O excesso de ondulação tem efeitos
drásticos na operação dos microprocessadores e dispositivos de memória normalmente
encontrados em processadores PLC.

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 A verificação final de energia é para medir a tensão de todas as baterias no sistema. A
energia da bateria é frequentemente usada para evitar que um CLP perca seu programa
durante quedas de energia, e as tensões da bateria devem estar dentro dos valores
recomendados.
 Outras causas para o comportamento irregular do processador são a interferência
electromagnética (EMI) ou a interferência de radiofrequência (RFI). Tente
correlacionar o comportamento errático com um evento EMI ou RFI externo, como a
partida de um grande motor, soldagem a arco na área, quedas de raios ou mesmo o uso
de transmissores de rádio portáteis. Embora possam parecer inofensivos, os rádios
portáteis comummente usados pelo pessoal de manutenção emitem uma radiação de
RF poderosa e podem interromper seriamente a operação de equipamentos electrónicos
desprotegidos.
 Soluções de longo prazo para problemas de EMI e RFI geralmente envolvem melhorias
no condicionamento de energia, aterramento e blindagem.
Problemas de energia, aterramento e interferência podem causar danos à memória do PLC,
então a próxima etapa é verificar se o programa ainda está correto. Todos os PLCs têm
algum método para fazer isso, a maioria dos quais envolve a comparação do programa no
PLC com uma cópia de backup em fita ou disco.
 Verifique o programa com o backup e recarregue o programa se houver problemas.
 Mantenha os backups do programa actualizados e com segurança longe de temperaturas
extremas, alta humidade e exposição a EMI e RFI para garantir que estarão sempre
utilizáveis.
2.1. Solução de problemas de entradas e saídas
 Agora vamos ao problema mais comum de solucionar problemas de entradas e saídas.

O objectivo principal da solução de problemas de E / S é descobrir porque o status


interno do PLC (o que o PLC pensa que está acontecendo) não está de acordo com a
situação externa (o que está realmente acontecendo). A primeira coisa que deve ser
feita é determinar a relação entre os módulos de E / S físicos e as instruções de E / S no
programa PLC. Isso é feito usando o esquema de endereçamento para o CLP específico
no qual você está trabalhando, e esse esquema difere de um fabricante para outro. Em
algum lugar da documentação, haverá uma explicação de como determinar a qual ponto
de E / S físico um endereço de programa específico está conectado e vice-versa. Uma
vez que este esquema seja compreendido, cada problema pode ser isolado a um único
módulo de E / S e um dispositivo de monitoramento de programa (geralmente uma
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unidade portátil, terminal ou computador pessoal) pode ser usado para verificar o status
interno da entrada ou saída em questão.
2.2. Resolução de problemas de módulos de entrada digital
 A função de um módulo de entrada digital é determinar o status ON / OFF de um sinal

ou sinais no mundo externo e comunicar essa informação ao processador PLC. A


maioria dos módulos de entrada digital detecta mudanças nos níveis de tensão e estão
disponíveis com várias classificações CA, CC ou universais, com módulos universais
geralmente aceitando uma faixa bastante ampla de sinais CA ou CC. Observe que a
figura mostra lâmpadas indicadoras nos lados lógico e de alimentação do circuito;
muitos módulos, no entanto, têm apenas um ou outro deles. Se apenas um indicador
estiver presente, é importante para fins de solução de problemas determinar onde ele
está conectado. Se a unidade de limite em uma entrada activa falhou, por exemplo, um
indicador do lado da alimentação estaria LIGADO enquanto um indicador do lado
lógico estaria DESLIGADO.
 A energia para accionar as entradas do CLP geralmente não é fornecida pelo módulo
de entrada, por isso é importante descobrir de onde vem essa energia. Existem dois
tipos de entradas: isoladas e não isoladas. A solução de problemas difere dependendo
do tipo com o qual você está lidando. Cada canal em um módulo de entrada isolado é
electricamente separado dos outros e pode ter uma fonte de energia diferente. Por outro
lado, um lado de cada canal de entrada em um módulo não isolado é conectado a uma
referência comum.
 Determine se a energia para a entrada em questão está presente, já que falhas na fiação
e dispositivos de campo podem queimar um fusível, desarmar um disjuntor ou causar
alguma outra interrupção de energia. Se a alimentação de entrada não estiver presente,
determine e rectifique a causa da falha antes de continuar.
 Se a energia de entrada estiver presente, conecte um voltímetro na entrada como
mostrado na Fig. 3, ative o dispositivo de entrada no campo e meça a tensão na entrada
do PLC para determinar se ela muda adequadamente quando o dispositivo de campo
muda de estado. Caso contrário, o dispositivo de campo ou a fiação provavelmente
estão com defeito. Se uma mudança de tensão adequada for observada, os indicadores
de energia e / ou lógica no módulo devem mudar quando a tensão mudar, e a localização
endereçada no PLC, quando monitorada com o dispositivo de programação, também
deve mudar de estado. Se os indicadores não reflectirem correctamente o estado da
entrada, substitua o módulo de entrada.
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 Se o módulo de entrada está funcionando correctamente, mas o PLC ainda não está
registando a entrada internamente, o problema está no sistema usado para comunicar
as informações de entrada do módulo para o processador. Consulte a documentação do
fabricante para determinar como solucionar problemas deste equipamento, que pode
incluir um rack de E / S, backplane, módulo de comunicação e cabeamento.
2.3. Resolução de problemas de módulos de entrada analógica
 Em vez de monitorar o status ligado / desligado de uma entrada, as entradas analógicas

medem o valor real de uma tensão ou corrente e o comunicam ao processador. Módulos


de entrada analógica estão disponíveis em muitas faixas de tensão e corrente CC, e a
solução de problemas básicos é quase idêntica à dos módulos digitais.
 Primeiro determine se a entrada está isolada ou não isolada e determine a fonte de
alimentação e verifique se ela está presente.
 Em seguida, mude o nível de tensão ou corrente gerado pelo dispositivo de campo,
verifique se a mudança é reflectida nos terminais do módulo de entrada e verifique se
o conteúdo do endereço associado à entrada reflecte a mudança de tensão ou corrente.
 No entanto, existem duas complicações adicionais introduzidas pelos módulos
analógicos. Primeiro, geralmente não há indicação no módulo para reflectir o nível de
entrada, portanto, um medidor externo deve ser confiável. O segundo é o problema da
escala: você deve determinar que faixa de tensão ou corrente o módulo foi projectado
para medir e que escala numérica está associada a essa faixa no PLC. Pode-se esperar
que uma entrada com uma faixa de 1-5 VCC gere uma mudança de 0 a 1000 em um
registo PLC, por exemplo. Apenas determinar se o número muda quando a entrada
muda não é suficiente. Uma boa abordagem é ajustar a tensão ou corrente externa para
os valores mínimo, meia escala e máximo, e observar o registo do PLC para determinar
se as alterações correspondentes ocorreram. No exemplo anterior, 1 VDC deve gerar 0
no registo do PLC, 3 VDC deve gerar 500 e 5 VDC deve gerar 1000. Se o dispositivo
de campo não puder ser facilmente manipulado dessa maneira, ele pode ser substituído
temporariamente para fins de solução de problemas por um transmissor de sinal. O
transmissor de sinal pode ser conectado directamente ao módulo de entrada e, se o
módulo não responder correctamente, ele deve ser substituído. Se responder
correctamente, o problema provavelmente está no dispositivo de campo ou na fiação.
 A fiação de campo pode ser testada substituindo temporariamente o dispositivo de
campo por um transmissor de sinal e observando a reacção no PLC às mudanças de
sinal.
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2.4. Resolução de problemas de módulos de saída digital
Os módulos de saída são projectados para causar alguma mudança no mundo externo
em resposta a uma instrução no processador PLC. As saídas digitais costumam ser
usadas para executar tarefas como partida de motores, acender luzes indicadoras e
energizar válvulas solenóides. Muitos tipos diferentes de módulo de saída digital estão
disponíveis, com as variedades mais comuns sendo saídas CC que dependem de
transístores como dispositivos de comutação, saídas CA que dependem de tricas e saídas
universais que usam comutação de relé. Ambos os indicadores de potência e lógico são
mostrados mais uma vez, mas como no caso das entradas digitais, apenas um ou o outro
pode realmente estar presente.
 A energia para accionar as saídas do CLP, como entradas, geralmente não é fornecida
pelo módulo, por isso é importante descobrir de onde vem essa energia. Mais uma vez,
existem módulos isolados e não isolados, e a solução de problemas difere dependendo
do tipo com o qual você está lidando.
 Novamente, a primeira etapa da solução de problemas é determinar se a alimentação
para a saída em questão está presente e restaurá-la se não estiver. Há uma complicação
adicional para solucionar problemas na maioria dos módulos de saída, porque eles
normalmente contêm um fusível para proteger o dispositivo de comutação de saída.
Falhas na fiação e nos dispositivos de campo podem queimar esse fusível, portanto, sua
condição deve ser verificada antes de prosseguir. Muitos módulos são equipados com
um indicador de "fusível queimado" que mostra qual canal ou módulo tem um fusível
queimado. Esses fusíveis podem ser acessíveis pela parte frontal do módulo, ou o
módulo pode ter que ser removido ou mesmo desmontado para ter acesso a eles.
 Depois que a alimentação for verificada e os fusíveis verificados, o procedimento para
solucionar problemas de saídas digitais é um pouco o inverso daquele param entradas
digitais.
 Primeiro, o dispositivo de programação deve ser conectado ao PLC e o endereço que
está associado à saída em questão deve ser determinado. A saída então pode ser
"forçada" ON ou OFF internamente no PLC, e o módulo pode ser observado para uma
reacção. Se os indicadores no módulo não reflectirem a condição forçada, troque o
módulo de saída. Se o módulo estiver funcionando correctamente, mas ainda não reagir
ao forçamento, o problema novamente está na comunicação entre o processador e o
módulo, e a documentação do fabricante é sua melhor fonte de informações para
solução de problemas.
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 Se os indicadores forem observados reagindo ao estado forçado, meça a tensão no
dispositivo de saída para ver se ela está mudando conforme o estado da saída muda. Se
a tensão estiver mudando, mas o dispositivo não estiver reagindo, o problema está no
dispositivo de saída.
 Se a tensão não estiver mudando, o problema provavelmente pode ser encontrado na
fiação de campo. Se a fiação de campo estiver em dúvida, ela pode ser temporariamente
desconectada e uma carga de teste pode ser conectada ao módulo. Se a carga de teste
operar correctamente, o problema está na fiação de campo ou no dispositivo de campo.
É importante que uma carga de teste seja usada em vez de apenas desconectar a fiação
de campo. Como eles vazam uma pequena quantidade de corrente no estado
DESLIGADO, a tensão na maioria das saídas de estado sólido não mudará muito
quando o dispositivo de saída for comutado sem carga. Um resistor, válvula solenóide
ou bobina de relé de tamanho adequado fornece uma boa carga de teste.
 Resolução de problemas de módulos de saída analógica
 As saídas analógicas são usadas para gerar uma tensão ou corrente variável
normalmente usada para executar tarefas como estrangular a velocidade de uma
unidade de velocidade variável, ajustar a posição de uma válvula de controle ou
accionar um indicador de painel. Tal como acontece com os módulos de entrada, os
módulos de saída analógica estão disponíveis em muitas faixas de tensão e corrente
CC. Normalmente, não há indicação no módulo para reflectir o nível da entrada. Como
tal, você deve determinar que faixa de tensão ou corrente o módulo foi projectado para
produzir e que escala numérica está associada a essa faixa no PLC. Pode-se esperar que
uma saída com uma faixa de 4-20 mA DC reaja a uma mudança de 0 a 1000 em um
registo PLC, por exemplo.
 Uma boa abordagem para testar saídas analógicas é "forçar" o número no registo PLC
associado à saída em questão para valores mínimo, meia escala e máximo, e medir a
tensão ou corrente gerada na saída. No exemplo anterior, um 0 no registo PLC
apropriado deve gerar 4 mA nos terminais de saída, 500 deve gerar 12 mA e 1000 deve
gerar 20 mA. Se a fiação de campo ou o dispositivo de campo estiverem em dúvida,
eles podem ser temporariamente desconectados e substituídos por uma carga de teste.
Se as correntes ou tensões adequadas não forem medidas na carga de teste, o módulo
de saída analógica deve ser substituído. Um resistor de tamanho adequado,

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normalmente entre 250 e 1000 ohms, geralmente é usado como uma carga de teste em
circuitos analógicos.
 Entrada analógica: Um sinal variável que fornece informações de mudança de processo
a um módulo de entrada analógica.
 Saída analógica: Um sinal variável que transmite informações de mudança de processo
de um módulo de saída analógica.
 Unidade central de processamento (CPU): um circuito integrado que interpreta, decide
e executa instruções.
 Módulo de entrada: Um componente de um PLC que processa sinais digitais ou
analógicos transmitidos de dispositivos de campo.
 Módulo de saída: Um componente de um PLC que controla os dispositivos de campo.
 Programa: uma ou mais instruções ou declarações que realizam uma tarefa.
 Dispositivo de programação: um dispositivo usado para dizer a um PLC o que fazer e
quando deve ser feito.
2.5.Solução de problemas de saídas PLC
As interfaces de saída do PLC também contêm indicadores de status que fornecem informações
úteis para a solução de problemas. Como na solução de problemas de entradas do CLP, a
primeira etapa na solução de problemas de saídas é isolar o problema no módulo, no dispositivo
de campo ou na fiação.
IMPORTANTE! No módulo de saída, certifique-se de que a fonte de alimentação para alternar
a saída esteja no nível correto. Em um sistema de 120 VAC, este valor deve estar dentro de
10% do valor nominal (ou seja, entre 108 e 132 volts AC).
Além disso, examine o módulo de saída para ver se ele tem um fusível queimado. Se houver
um fusível queimado, verifique o valor nominal do fusível. Além disso, verifique os requisitos
atuais do dispositivo de saída para determinar se o dispositivo está puxando muita corrente.
Se o módulo de saída receber o comando para LIGAR do processador, mas o status de saída do
módulo não LIGAR de acordo, então o módulo de saída está com defeito. Se o indicador
acender, mas o dispositivo de campo não energizar, verifique a tensão no terminal de saída para
garantir que o dispositivo de comutação esteja operacional. Se não houver tensão, o módulo
deve ser substituído.
Se houver tensão, o problema está na fiação ou no dispositivo de campo. Neste ponto,
certifique-se de que a fiação de campo para o terminal do módulo ou para o bloco de terminais

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tenha uma boa conexão e que nenhum fio esteja quebrado. Após verificar o módulo, verifique
se o dispositivo de campo está funcionando correctamente.
Meça a tensão que chega ao dispositivo de campo enquanto o módulo de saída está LIGADO,
certificando-se de que a linha de retorno esteja bem conectada ao dispositivo. Se ainda houver
energia, o dispositivo não responder, então o dispositivo de campo está com defeito.
Outro método para verificar o dispositivo de campo é testá-lo sem usar o módulo de saída.
Remova a fiação de saída e conecte o dispositivo de campo directamente à fonte de alimentação.
Se o dispositivo de campo não responder, então ele está com defeito. Se o dispositivo de campo
responder, o problema está na fiação entre o dispositivo e o módulo de saída.
Verifique a fiação, procurando fios quebrados ao longo do caminho.
2.6 Solução de problemas da CPU
Os PLCs também fornecem indicadores de diagnóstico que mostram o status do PLC e da CPU.
Esses indicadores incluem as condições de energia OK, memória OK e comunicações OK.
Primeiro, verifique se o PLC está recebendo energia suficiente do transformador para fornecer
todas as cargas. Se o PLC ainda não estiver funcionando, verifique se há queda de tensão no
circuito de controlo ou fusíveis queimados.
Se o PLC não funcionar com a alimentação adequada, o problema está na CPU, e isso é muito
ruim.
Os indicadores de diagnóstico na frente da CPU mostrarão uma falha na memória ou nas
comunicações. Se um desses indicadores estiver aceso, a CPU pode precisar ser substituída.
2.7. Falha do módulo do sistema de entrada / saída (I / O)
Talvez o problema mais comum que afecta os PLCs seja uma falha do módulo do sistema de
entrada / saída (E / S). O foco principal do processo de solução de problemas neste caso é
estabelecer qual é a desconexão entre a situação interna (essencialmente, o que o PLC pensa
que está acontecendo) e a situação externa (o que está realmente acontecendo).
Isso requer um exame da relação entre os módulos de E / S físicos e as instruções de E / S no
programa PLC. Uma vez que essa relação tenha sido estabelecida, um único módulo de E / S
pode ser isolado e um dispositivo de monitoramento de programa pode ser usado para verificar
o status interno do módulo em questão.
2.8. Interferência de ruído eléctrico
A interferência de sinal estrangeiro resultante de interferência electromagnética (EMI) ou
interferência de radiofrequência (RFI) pode afectar significativamente o desempenho e a
longevidade de um CLP. O potencial para EMI aumenta muito se houver um grande motor ou
máquina semelhante que seja activado próximo ao PLC, ou se um raio cair nas proximidades.
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Como alternativa, antenas e transmissores de mão usados próximos ao PLC podem resultar em
RFI. Idealmente, o potencial de interferência deve ser contido, já que EMI ou RFI podem
resultar em danos caros e tempo de inactividade significativo. Dispositivos portáteis que podem
resultar em interferência devem ser proibidos nas proximidades do PLC e qualquer maquinaria
que possa ser problemático deve ser segregado. Devem ser feitos esforços para melhorar a
blindagem, o aterramento e o condicionamento de energia, todos os quais podem combater a
maioria dos problemas de EMI e RFI.
2.9. Memória Corrompida
Factores externos, como a interferência de frequência mencionada acima e interrupções de
energia, podem corromper a memória de um PLC. Quando isso acontece, o código dentro do
PLC pode se tornar ilegível ou o PLC pode não ser capaz de ler correctamente quando é
inicializado a partir de um desligamento não intencional. A maneira mais segura e eficiente de
lidar com esse problema é garantir que todos os dados sejam copiados para um dispositivo de
armazenamento redundante que seja mantido longe de interferências, altas temperaturas e
unidade.
3.Problemas de energia
Como qualquer outra máquina, os dispositivos PLC requerem um fluxo de energia constante e
ininterrupto para funcionar de maneira adequada e eficaz. Se houver perda de energia devido a
apagões regionais, falha da rede, conexões soltas ou cabos deteriorados, o choque para o sistema
PLC é grande e pode resultar em perda de dados. A maneira mais eficaz de evitar esses
problemas resultantes da perda de energia é instalar fontes de alimentação de backup que são
activadas quando a fonte de alimentação primária fica comprometida. Muitas instalações
também empregam baterias em seus PLCs, o que prolongará a energia até que possam ser
desligados adequadamente. Obviamente, assim que a energia for reiniciada, o PLC pode ser
reiniciado com segurança.

3.1. Problemas de Comunicação


Para funcionar correctamente, os dispositivos PLC devem estar em comunicação constante com
os dispositivos circundantes, como periféricos, interfaces homem-máquina e outros
equipamentos inteligentes. Esta comunicação é facilitada por cabos Ethernet e requer uma
conexão segura, estável e consistente. Se esta conexão falhar, os dispositivos conectados não
serão capazes de realizar suas funções conforme programado, resultando em tempo de
inactividade das instalações.
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As inspecções de manutenção regulares devem ser conduzidas para proteger os sistemas de uma
falha de comunicação. Os engenheiros devem garantir que a rede de comunicação física tenha
sido instalada correctamente, que os dispositivos conectados estejam funcionando normalmente
e sejam adequados ao sistema e que os patches de firmware sejam instalados quando necessário
para garantir a segurança do sistema de comunicação.
Embora os dispositivos PLC tenham se tornado cada vez mais convencionais e confiáveis,
encontrar problemas ocasionais é inevitável. É aqui que as habilidades de solução de problemas
rápidas e eficientes são fundamentais para o seu trabalho como técnico de PLC. Nosso
programa de técnico de PLC investiga profundamente os problemas comuns de programação
de PLC e as melhores práticas para solução de problemas. Se você estiver interessado em
aprender mais sobre PLCs e seguir este campo em crescimento como uma opção de carreira,
não deixe de conferir nosso Programa de Técnico em PLC.
3.2.Resumo dos métodos de solução de problemas de PLC
Concluindo, o melhor método para diagnosticar mau funcionamento de entrada / saída é isolar
o problema no módulo, no dispositivo de campo ou na fiação. Se os indicadores lógicos e de
energia estiverem disponíveis, as falhas do módulo se tornarão imediatamente aparentes.
A primeira etapa para resolver o problema é fazer uma medição de tensão para determinar se o
nível de tensão adequado está presente no terminal de entrada ou saída.
Se a tensão for adequada no terminal e o módulo não estiver respondendo, o módulo deve ser
substituído. Se o módulo de substituição não tiver efeito, a fiação de campo pode ser o
problema. Um nível de tensão adequado no terminal de saída enquanto o dispositivo de saída
está DESLIGADO também indica um erro na fiação de campo. Se uma linha de saída for
activada, mas o indicador LED estiver DESLIGADO, o módulo está com defeito.
Se um mau funcionamento não puder ser rastreado até o módulo de E / S, os conectores do
módulo devem ser inspeccionados quanto a mau contacto ou desalinhamento.
Finalmente, verifique se há fios quebrados sob os terminais do conector e juntas de solda fria
nos terminais do módulo.
4.Plano de manutenção preventiva de um PLC
No caso da manutenção preventiva, a maior vantagem é o aumento da vida útil do
equipamento.A manutenção correctiva tem um custo-benefício a longo prazo por dispensar o
investimento em um novo sistema ou equipamento.
 A manutenção CLP permite realizar testes em todas as entradas e relés do cartão de
controlo;

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 A manutenção CLP permite realizar testes em todas as entradas e relés do cartão de
controlo;
 Economia de tempo e investimento, o que evita prejuízos.
4.1. Actividades no processo de manutenção dos plcs
A manutenção de CLP deve ser realizada apenas por profissionais capacitados, já que se trata
de um componente relativamente importante e que necessita de uma série de cuidados especiais,
mantendo a sua estabilidade intacta. Referente aos serviços, existem basicamente dois pontos
de atenção, e são eles os seguintes:
 Hardware – Neste ponto, são realizadas todas as intervenções que mantêm a
preservação do CLP contra factores externos, como descargas estáticas, extremas
alterações de tensão, humidade, pó, isolamento estrutural, entre outros;
 Software - No que diz respeito aos sistemas, é necessário a realização de um backup
prévio do CLP, já que, mesmo que a manutenção seja realizada com o máximo cuidado,
ainda existem os riscos de uma descarga eléctrica, ou qualquer outro acidente que resulte
na perca total do conteúdo programado.
 Limpeza dos cartões electrónicos por meio de ultra-som, sem correr risco de danificar.
Para secar, é utilizada estufa com controlo da temperatura;
 A fonte de alimentação passa por testes rigorosos para medir as variações de tensões;
 Certifique-se de que equipamentos pesados geradores de ruído não estejam localizados
também perto do PLC.
 Certifique-se de que itens desnecessários sejam mantidos longe do equipamento dentro
do gabinete. Deixando itens, como desenhos, instalação manuais, ou outros materiais,
em cima do rack da CPU ou outro rack os gabinetes podem obstruir o fluxo de ar e criar
pontos quentes, que podem causar mau funcionamento do sistema.
 Se o gabinete do sistema PLC estiver em um ambiente que exibe vibração, instale um
detector de vibração que possa fazer interface com o PLC como medida preventiva.
Desta forma, o controlador programável pode monitorar altos níveis de vibração, o que
pode levar ao afrouxamento de conexões.
 Limpar ou substituir periodicamente quaisquer filtros que tenham sido instalados em
gabinetes em uma frequência dependente da quantidade de poeira na área.
Não espere até a manutenção programada da máquina para verificar o filtro. Esta prática irá
garantir que haja circulação de ar limpo dentro do gabinete.

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 Não permita que sujeira e poeira se acumulem nos componentes do PLC; a unidade de
processamento central e o sistema de E / S não são projectados para serem à prova de
poeira. Se a poeira se acumular em dissipadores de calor e circuitos electrónicos, pode
obstruir a dissipação de calor, causando mau funcionamento do circuito. Além disso,
se a poeira condutiva atingir as placas electrónicas, pode causar um curto-circuito,
resultando em possível dano permanente ao circuito borda.
 Verificar periodicamente as conexões com os módulos de E / S para garantir que todos
os plugues, soquetes, réguas de terminais e módulos têm boas conexões.
 Além disso, verifique se o módulo está instalado com segurança. Faça isso tipo de
verificação com mais frequência quando o sistema PLC está localizado em uma área
que experimenta vibrações constantes, o que poderia afrouxar o terminal conexões.

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Conclusão
Neste trabalho concluiu-se que As AC são a segunda causa de mortalidade infantil, e esse fato
enfatiza a importância do conhecimento de algumas de suas causas, principalmente as que
podem ser evitadas quantidade e variedade de instrumentos de medidas eléctricas é enorme,
sendo que cada um destes instrumentos possui aplicações e características distintas, mesmo
sendo tipos iguais de instrumentos, como por exemplo os multímetros, que mesmo sendo
capazes de medir as mesmas grandezas servem para um serviço e para outro não. Exemplo disso
são as categorias dos multímetros.

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Bibliografia

 AHMADI M.; YOUSEFI A.; SOROUDI A. et al., Programable logic control In:
Power Electronics and Motion Control Conference, 2008.EPE-PEMC 2008. 13th.
2008. p. 80-85.
 MANN T, DERSSON G, Programable logic control.Pag 8-14.2 ed.
 Max.D.L. Controlador logico programável. Brasília, v. 5, N. 3, P. 180-190, 2001.
AGÊNCIA DE ELECTRONICOS

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