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PULVERIZAÇÃO

1. AGRES
1.1. CONTROLE DE SEÇÃO E VAZÃO

Eliminação da sobreposição e falhas de pulverização;


Controle automático do desligamento e reativação da pulverização;
Monitoramento da qualidade da aplicação (velocidade, vazão, etc);
Múltiplas configurações de bicos e padrões;
Até 9 seções;
Trabalha com válvulas de 2 e 3 vias (com ou sem retorno);
Trabalha com Válvulas de 2 e 3 fios;
Registro detalhado das informações da operação;
1. AGRES
1.2. PILOTO AUTOMÁTICO HIDRÁULICO

Garantia do traçado perfeito com segurança e precisão;


Economia de tempo (aumento da velocidade);
Redução do esmagamento;
Testado e aprovado em tratores e pulverizadores autopropelidos
(nacionais e importados);
Compensação de terreno com sensores eletrônicos em três eixos;
Desconexão do piloto automático através do volante;
Número reduzido de componentes.
1. AGRES
1.3. APLICAÇÕES

Tratores
Cabinados
Não Cabinados
Pulverizadores
Arrasto
Acoplados
Autopropelido
EQUIPAMENTOS E
ACESSÓRIOS
2. INSTALAÇÃO
2.1. DIAGRAMA 5 SEÇÕES

Comando de Válvula

Fluxômetro 4001030100031
CABO DE PULVERIZAÇÃO
4001030100037
AN28A
Computador
CABO DE SEÇÕES - 5
SEÇÕES AN29D

Bordo

Válvula Geral
e Reguladora
2. INSTALAÇÃO
2.2 DIAGRAMA 9 SEÇÕES

Comando de Válvula

Fluxômetro
4001030100036
Computador
4001030100031
Bordo
CABO DE SEÇÕES - 9
SEÇÕES AN29C CABO DE PULVERIZAÇÃO
AN28A

Válvula Geral
e Reguladora
2. INSTALAÇÃO
2.3 DIAGRAMA 9 SEÇÕES

4001030100050
Seção 8 e 9 CABO DE PULVERIZAÇÃO
ESQ/DIR
Computador
4001030100031
Bordo
Seção 6 e 7 CABO DE PULVERIZAÇÃO
AN28A

Seção 3 e 4
4001030100049
4001030100050 CABO DE SEÇÕES - 9 SEÇÕES
CABO DE PULVERIZAÇÃO
ESQ/DIR

Fluxômetro e
Seção 1 e 2 Seção 5
Válvula
Reguladora
2. INSTALAÇÃO
2.4. COMPUTADOR DE BORDO

BARRA DE LEDS

BOTÃO VERMELHO
Chave Geral da
Pulverização

BOTÃO PRETO
Liga/ Desliga
ENTRADA USB

BOTÃO VERDE
Piloto Automático
2. INSTALAÇÃO
2.4. COMPUTADOR DE BORDO

SERIE
CX 6

CX 8 CX 9
CX 7

ANTENA COMUNICAÇÃO
(Cabo AN23)

PULVERIZAÇÃO ALIMENTAÇÃO PULVERIZAÇÃO


(CX8) (Cabo AN23) (CX9)
2. INSTALAÇÃO
2.5. ANTENA

Receptores de sinais GNSS. Precisão entre passadas.


Convencional: GPS ou GPS e Antena convencional
A Partir de 20cm

GLONASS (L1)
SATILINE
Satline: GPS e GLONASS (L1 e L2) A Partir de 10cm

Satline 2 e 3: GPS, GLONASS (L1 e SATILINE 2


A Partir de 2,5cm
L2) e Sinal Pago
SATILINE 3
A Partir de 2,5cm

ANTENA/ BASE
2. INSTALAÇÃO
2.5. ANTENA

Identifique o local de instalação da antena GPS.


Para isso tome os seguintes cuidados:

Evitar obstruções à visada do céu, como a saída de escape dos


tratores e coletor do filtro de ar, que podem atrapalhar a
recepção do sinal dos satélites;
O local deve ser o mais plano possível;
A antena GPS deve ser posicionada, de forma que esteja bem no centro da largura trator ou pulverizador.
No caso de dúvida, deve-se utilizar uma trena e medir;
Evitar locais que tenham muita vibração.

Instale a antena GPS no local definido. Se for preciso utilize o acessório para superfícies não magnéticas.
2. INSTALAÇÃO
2.5. ANTENA

Outro detalhe que influenciará na performance do Piloto Automático e barra de luz é


a proximidade da antena com o eixo dianteiro da máquina. Quanto mais a frente
melhor!
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.1. TELA

Seleciona
Item em
Destaque
Selecione item
da Esquerda Selecione item
da Direita
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Antes de começar a utilizar o ISOVIEW, é necessário verificar algumas


informações da tela, para ver se a mesma está em condições de uso,
relacionado aos parâmetros dos satélites e, ainda, se está liberada para o
uso da Pulverização.
Primeiramente selecione a tela de “Informações” e, em seguida, selecione
“Satélites”
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Dados de GPS: Fonte proveniente das informações do GPS (GPS emulado,


GPS externo ou GPS interno).

Qualidade de Sinal: exibe a qualidade do sinal, sendo: ótimo, médio, fraco,


sem sinal e demonstração;

Tipo Posição: Exibe informações sobre sinal pago e/ou RTK, se


disponíveis.

Idade Diferencial: Tempo de resposta do receptor RTK, quando


disponível.

Desvio Padrão: Desvio relacionado à precisão do sistema.

HDOP: Relacionado à qualidade de sinal conforme a quantidade de


satélites.

Satélites Usados: Número de satélites usados.

Satélites Disponíveis: Número de satélites disponíveis.

Latitude, Longitude e Altitude: Posição atual do equipamento.


3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Na sequência, selecione a tela de “Informações” e, em seguida, selecione


“Equipamento”
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Modelo: Modelo do Equipamento (ISOVIEW 40 a


ISOVIEW 45), para Pulverização: 41 ou 42;
Número de Série: Número de série do
equipamento.
Identificador: Modelo da placa que o Computador
de Bordo foi fabricado;
Versão Aplicativo: Versão do Software instalado;
Versão Carga: Versão do aplicativo de
inicialização;
Chave: Código vinculado a licença do GPS;
Compens. Terreno: Informações sobre o
compensador de terreno (quando disponível).
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Visualizar Licenças: Mostra as licenças ativas no equipamento, e suas respectivas


datas de vigência.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Visualizar Licenças: As informações sobre as


licenças serão exibidas, e seus respectivos
estados.
Licenças: Refere-se às liberações disponíveis no
equipamento, que podem ser: Pulverização,
Adubação, Piloto, Taxa Variável e Fixa, etc. A
liberação é realizada pela Agres, a qual envia um
arquivo para que seja carregado no Computador de
Bordo, através da memória portátil.
Estado: Corresponde se as licenças presentes no
equipamento estão Ativas ou possuem uma
previsão de ativação (Futura), conforme as
informações exibidas no status “Data Início” e
“Data Fim”.
Máquina: Modelo da máquina vinculado à licença,
na qual AGROTOUCH corresponde à máquinas em
geral, e máquinas específicas terão seus modelos
descritos neste campo.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Licenças: Mostra as licenças disponíveis na memória portátil para importação e


liberação.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Para que seja possível o acesso a este


menu, além do reconhecimento do arquivo
via pen drive, é necessário que o
Computador de Bordo esteja com Sinal de
GPS, para que o sistema colete
informações de data e hora, e possibilite a
liberação da licença a ser inserida.
O arquivo de licenças possui a extensão
“.AGK”, e está vinculada ao número de
série do equipamento, não sendo possível
a utilização da mesma licença em
equipamentos distintos.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.2. INFORMAÇÕES

Com o arquivo inserido na raiz do pen


drive, será possível o acesso às
“Informações” da licença em questão,
correspondentes às liberações desta, além
do status de cada uma.
Confirmando a escolha da licença, o
sistema irá solicitar a remoção da
memória portátil, e o computador de
bordo irá desligar automaticamente. Ligue-
o novamente e acesse o menu “Visualizar
Licenças” e verifique se a mesma entrou
em vigor.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.3. CONFIGURAÇÃO

Antes de começar a utilizar o ISOVIEW é necessário configurar o


computador de bordo. Os menus a serem configurados são:

1. Trabalho;
2. Pulverização;

A sugestão é seguir a sequência acima para otimização da configuração. Por


exemplo, se a operação do trabalho não for configurada como pulverização
o menu não estará disponível.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Acesse
Configurações

Trabalho
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

SELECIONE AS
OPÇÕES
SAIR DO MENU ATRAVÉS DAS
TRABALHO SETAS

EDITAR
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Talhão, Evento, Operador, Cultura,


Máquina: São informações para
identificação do trabalho.

Para realizar a edição de alguma das opções


acima, selecione através das setas e pelo ícone
de edição.
O teclado será apresentado para realizar a
alteração do parâmetro. Ao finalizar confirme,
conforme as imagens.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Operação: As operações disponíveis são


Pulverização, Adubação, Colheita, Plantio,
Irrigação e Outros.

As opções Pulverização e Adubação estão


vinculados a licença do ISOVIEW e os menus de
configuração dessas operações só estarão
disponíveis caso eles sejam selecionados.

Implemento: Largura da faixa de aplicação. Esta


alteração é realizada somente no menu
Configuração > Pulverização > Barra. A largura
do implemento é calculada pelo número de
bicos e espaçamento entre eles.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Tipo de Guia: Reta, curva, livre ou


projeto.
Esse será o tipo de guia inicial do trabalho
já que ele poderá ser alterado durante a
navegação além da inclusão de mais guias.

A
A
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

B
Sempre fazer a maior
Curva do Talhão

Área sem Guia e nem


Piloto Automatico
A
B B

A A B
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Tipo de Limite:
• Barra inteira,
• Meia Barra,
• Personalizado,
• Projeto,

Meia Barra

Barra inteira

Personalizado Projeto
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Tipo de Engate: É o tipo de engate do


implemento. Pode ser engate fixo
(acoplado e automotriz) ou barra de
tração (arrasto).

Distância do Implemento: É a distancia


entre a antena e local aonde o produto
toca o chão.

Essa informação é muito importante e deve


ser medida com auxilio de uma trena.
Esse valor irá impactar diretamente na
abertura e fechamento automático de seção.
Se for colocado um valor menor do que o
tamanho real, por exemplo, a seção será
aberta antes do esperado fazendo com que
haja o desperdício de produto.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Deslocamento Lateral do Implemento: No


caso da faixa de aplicação ter diferentes
medidas.

Essa informação é muito importante e deve


ser medida com auxilio de uma trena.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.4. CONFIGURAÇÃO DE TRABALHO

Configuração de trabalho:
• Sobreposição:
• Medida que as faixas de
aplicação serão sobrepostas.
• Altera a distância entre as guias.
0,20 m 0,20 m

14,9 m 14,9 m

15 m 15 m

14,9 m 14,9 m
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Para que o menu de configuração seja apresentado desta


forma a licença de utilização deve ser de ISOVIEW 41 ou
ISOVIEW 42, caso contrário, neste menu só será
apresentada as opções de configuração de barra
(numero de bicos, distancia entre eles e quantidade de
seções).

Neste menu será possível configurar as características


do pulverizador, as calibrações do produto e os
trabalhos.

Vamos iniciar pela opção “Trabalhos”...


3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

SELECIONAR
TRABALHO

RESUMO DOS EDITAR


DADOS DO TRABALHO
TRABALHO
SELECIONADO

TODOS OS BICOS
LEQUES
CONFIGURADOS
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Para criar um novo bico selecione um Trabalho


(VAZIO) e pressione Editar:

Nome do Trabalho: Insira um nome simples,


como, por exemplo, Bico Fungicida ou Cone
Azul.
Vazão e Pressão do Bico: Dados retirados da
especificação do bico a ser utilizado.
Tipo de Taxa: Refere-se ao tipo de taxa
utilizada no trabalho, que pode ser Fixa ou
Variável (se disponível)
Taxa de Aplicação 1: É a taxa alvo do
trabalho a ser executado
Taxa de Aplicação 2: É uma segunda taxa
que poderá ser alterada durante o trabalho.
Procure colocar no máximo de +/- 20% da
vazão alvo.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

O valor de vazão e pressão


de trabalho de cada Bico
serão utilizados para o
cálculo da pressão total do
sistema de pulverização. Ele
não irá interferir nas taxas de
aplicação configuradas.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5 CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Na configuração da Barra, deverá ser


informado:

Número de Bicos (total da máquina);


Espaçamento entre Bicos;
Número de Seções;
Bicos das Seções de acordo com a quantidade de
seções do pulverizador.

A largura da barra e de cada seção é


calculada conforme o número de bicos
informados e o espaçamento entre eles.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Na configuração das Válvulas, os parâmetros


devem ser informados referentes às válvulas
instaladas no pulverizador.
As válvulas do pulverizador são divididas em:

Geral;
Seção;
Proporcional (ou Reguladora).

Existem casos em que não existe uma válvula


geral elétrica instalada no pulverizador. Para
esses casos, a opção “Não possui” deve ser
escolhida.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

As válvulas podem ser de 2 ou 3 vias. Cada via indica um curso que a


água poderá seguir.

PRESSÃO VELOCIDADE
2 BAR

VÁLVULA
3 VIAS

VÁLVULA
2 VIAS
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Abertura Seção: Período de tempo de


antecipação na abertura das válvulas.
Tempo V. Regul: Período de tempo de abertura e
fechamento total da válvula reguladora.
Tempo de Ativação: É um parâmetro que pode
ser modificado em função da demanda de
energia requerida para o acionamento das
válvulas. Sua função é de acionar as válvulas em
sequência, e não todas ao mesmo tempo.
(parâmetro específico para determinados tipos
de máquinas)

Por padrão, o valor é mantido em 1,5 segundos para abertura das seções, ou seja,
quando o computador de bordo percebe o momento de abertura da seção, ele se
antecipa em 1,5 segundos e abre a válvula antes. Quanto maior o valor, maior será
o período de antecipação.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Velocidade Taxa Mínima: Velocidade limite mínima de aplicação do


produto, para evitar a quebra de leque na aplicação.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Capacidade Tanque: Capacidade total do


tanque do pulverizador;
Alarme de Nível: Nível de produto do tanque
em que o computador de bordo irá indicar a
necessidade de abastecimento.

Não existe um sensor de nível na solução de


pulverização, portanto, o nível do tanque é
calculado com base no nível inicial do tanque
menos e a quantidade de produto que passou
pelo fluxômetro.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

Na Simulação, será possível realizar alguns testes do pulverizador com o


mesmo fora de operação (“parado”). As principais funções da Simulação são:

1. Calibração do fluxômetro;
2. Teste de bico;
3. Ajuste do retorno calibrado;
4. Diagnósticos diversos.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.5. CONFIGURAÇÃO DE PULVERIZAÇÃO

ALTERAR ENTRE
TAXA ALVO/
VELOCIDADE

ALTERAR O
VALOR DE
LIGAR/ DESLIGAR VELOCIDADE OU
PULVERIZAÇÃO DE TAXA ALVO
GERAL

FECHAMENTO/ ABERTURA DAS


SEÇÕES
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.6. CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

Fluxômetro: Faz a medição constante em pulsos por litro do


sensor, que deve ser calculado conforme procedimento de
calibração, que será apresentado na sequência.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.6. CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

1. Acesse o menu Configuração → Pulverização


→ Sensores e anote o valor atual do
Fluxômetro (no exemplo, ao lado, o valor é de
625 pulsos/L);

2. Ainda no menu Configuração → Pulverização,


acesse o item Simulação e acione a
pulverização geral, e verifique se todos os bicos
estão operando normalmente (“saindo
produto”);

3. Ajuste a Vazão, através do botão de Edição,


alterando a taxa alvo e/ou a velocidade para
que o sistema atinja 50 litros/min, por
exemplo, para facilitar a coleta;
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.6. CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

4. Com um copo milimetrado, realize a coleta de


10 bicos, de preferência um em cada seção,
durante 1 minuto. Quanto maior o número de
coletas, o procedimento será mais preciso;

5. Faça a média das amostras coletadas e


multiplique o valor pelo total de bicos para
encontrarmos a vazão atual coletada.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.6. CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

6. Durante a coleta das amostras, anote o valor


da vazão medida no computador de bordo.

7. Faça o Cálculo da nova Constante do


fluxômetro, conforme procedimento a seguir.

8. Retorne ao menu de Sensores e altere a


Constante (CTE) Atual do Fluxômetro para o
novo valor que foi calculado.
VAZÃO MEDIDA
NO COMPUTADOR
DURANTE TODO O PROCESSO DE CALIBRAÇÃO DEVE SER
MANTIDA A MESMA ROTAÇÃO DO TRATOR/ PULVERIZADOR E,
DE PREFERÊNCIA, A ROTAÇÃO DE TRABALHO.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.6. CALIBRAÇÃO DO FLUXÔMETRO

Calculo de Calibração do Fluxômetro (Exemplo)


1º PASSO

Amostras 𝑴É𝑫𝑰𝑨 𝑫𝑨𝑺 𝑨𝑴𝑶𝑺𝑻𝑹𝑨 =


𝑺𝑶𝑴𝑨𝑻Ó𝑹𝑰𝑶 𝑫𝑨𝑺 𝑨𝑴𝑶𝑺𝑻𝑹𝑨𝑺
𝑻𝑶𝑻𝑨𝑳 𝑫𝑨𝑺 𝑨𝑴𝑶𝑺𝑻𝑹𝑨𝑺
1- 0,85 Litros 6- 0,88 Litros
𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔
2- 0,87 Litros 7- 0,85 Litros 𝑴É𝑫𝑰𝑨 𝑫𝑨𝑺 𝑨𝑴𝑶𝑺𝑻𝑹𝑨 = 𝟎, 𝟖𝟓
𝒎𝒊𝒏
/𝒃𝒊𝒄𝒐

3- 0,80 Litros 8- 0,81 Litros 2º PASSO


𝑽𝑨𝒁Ã𝑶 𝑨𝑻𝑼𝑨𝑳 𝑪𝑶𝑳𝑬𝑻𝑨𝑫𝑨 = 𝑴É𝑫𝑰𝑨 𝑫𝑨𝑺 𝑨𝑴𝑶𝑺𝑻𝑹𝑨𝑺 × 𝑻𝑶𝑻𝑨𝑳 𝑫𝑬 𝑩𝑰𝑪𝑶𝑺
4- 0,82 Litros 9- 0,92 Litros 𝑽𝑨𝒁Ã𝑶 𝑨𝑻𝑼𝑨𝑳 𝑪𝑶𝑳𝑬𝑻𝑨𝑫𝑨 = 𝟎, 𝟖𝟓 𝒙 𝟓𝟓 𝒃𝒊𝒄𝒐𝒔
5- 0,90 Litros 10- 0,85 Litros 𝑽𝑨𝒁Ã𝑶 𝑨𝑻𝑼𝑨𝑳 𝑪𝑶𝑳𝑬𝑻𝑨𝑫𝑨 = 𝟒𝟔, 𝟕𝟓 𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔/𝒎𝒊𝒏
3º PASSO
Soma: 8,55 Litros
𝑽𝑨𝒁Ã𝑶 𝑴𝑬𝑫𝑰𝑫𝑨 𝑪𝑶𝑴𝑷𝑼𝑻𝑨𝑫𝑶𝑹 × 𝑪𝑻𝑬 𝑭𝑳𝑼𝑿𝑶𝑴𝑬𝑻𝑹𝑶 𝑨𝑻𝑼𝑨𝑳
Amostras: 10 Bicos 𝑪𝑻𝑬 𝑭𝑳𝑼𝑿𝑶𝑴𝑬𝑻𝑹𝑶 =
𝑽𝑨𝒁Ã𝑶 𝑨𝑻𝑼𝑨𝑳 𝑪𝑶𝑳𝑬𝑻𝑨𝑫𝑨

𝟓𝟎, 𝟓 𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔Τ𝒎𝒊𝒏 × 𝟔𝟐𝟓 𝒑𝒖𝒍𝒔𝒐𝒔/𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔


𝑪𝑻𝑬 𝑭𝑳𝑼𝑿𝑶𝑴𝑬𝑻𝑹𝑶 =
𝟒𝟔, 𝟕𝟓 𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔Τ𝒎𝒊𝒏

𝑪𝑻𝑬 𝑭𝑳𝑼𝑿𝑶𝑴𝑬𝑻𝑹𝑶 = 𝟔𝟕𝟓 𝒑𝒖𝒍𝒔𝒐𝒔/𝒍𝒊𝒕𝒓𝒐𝒔


3. COMPUTADOR DE BORDO
3.7. TESTE DE BICOS

PROCEDIMENTO DE TESTE DOS BICOS


Para que o bico seja considerado adequado para uso com o ISOVIEW, ele deve
atingir 2 objetivos:

Seja atingida a taxa alvo durante a velocidade máxima de trabalho.

Não haja gotejamento em velocidade mínima.

Para testar os bicos, siga os passos a seguir:

1. Instale todos os bicos conforme especificação do fabricante;


2. Entre no Menu de Simulação;
3. Ligue a Pulverização Geral.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.8. AJUSTE DE VELOCIDADE DE TAXA MÍNIMA

AJUSTE DE VELOCIDADE DE TAXA MÍNIMA


Esse procedimento deve ser realizado sempre que
notar a quebra do leque de pulverização em
velocidades baixas.
1. Acesse o menu de Simulação;

2. Configure a TAXA ALVO desejada, colocando a


TAXA MÍNIMA utilizada no trabalho;

3. Utilize o ícone de Edição para alterar a taxa de


aplicação, e as Setas para selecionar entre
Taxa Alvo e Velocidade;

4. Com a máquina ligada, coloque o motor em


rotação de trabalho;
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.8. AJUSTE DE VELOCIDADE DE TAXA MÍNIMA

5. Ligue a Pulverização;
6. Através das setas, selecione a opção Velocidade;
7. Utilizando o ícone Edição, abaixe a velocidade aos
poucos, observando como está o leque de
pulverização dos bicos;
8. Quando os leques começarem a se deformar,
aumente novamente a velocidade para verificar
qual a velocidade mínima em que o leque de
pulverização fique perfeito;
9. Verifique se a Taxa Lida da pulverização alcança a
Taxa Alvo desejada. Os dois valores devem ser o
mesmo. Caso a taxa não seja alcançada, aumente a
velocidade até a mesma atingir a taxa alvo;
10. Anote o valor da velocidade mínima onde o leque
continua perfeito e a Taxa Alvo seja a mesma da
Taxa Lida.
3. COMPUTADOR DE BORDO
3.8. AJUSTE DE VELOCIDADE DE TAXA MÍNIMA

11. Insira o valor de Velocidade Mínima na opção Velocidade de


Taxa Mínima.

12. Entre na opção: Configurações > Pulverização > Válvulas;

13. Selecione a opção Vel. Taxa Mín. utilizando o ícone de


Edição, selecione a velocidade correta;

14. Coloque o valor encontrado no teste da Simulação de


Pulverização.

Nota: Ao utilizar a ferramenta de taxa mínima, o equipamento irá


aplicar uma taxa maior que a desejada nos momentos de velocidade
inferior a configurada, podendo gerar fitotoxidade e/ou calda
insuficiente.

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