Você está na página 1de 10

c 

    

      OLIVEIRA, A.G.B. Legislação Sanitária no Brasil. Trabalho


apresentado a Universidade Castelo Branco como requisito para conclusão de curso
de pós-graduação em Higiene e Inspeção de Produtos de Origem Animal. Brasília,
2008.Todos os créditos ao autor.


A República Federativa do Brasil é composta por três poderes


independentes e harmônicos entre si. As leis são uma exigência social, uma
norma jurídica ligada ao conceito de direito que, ligada à ética e à moral,
estabelece um ideal de conduta.
Na hierarquia das leis federais encontram -se a emenda constitucional, a
lei complementar, a lei ordinária, a medida provisória, a lei delegada, o decreto
legislativo, instrução normativa e a resolução. Deve ser lembrado que, sendo o
país uma federação, existem também as constituições dos estados, as leis
orgânicas dos municípios e as leis ordinárias estaduais e municipais. Serão
obedecidas da seguinte forma:

1ª. Constituição Federal (Carta Magna): É a lei máxima. Rege todo o


ordenamento jurídico vigente. Se alguma norma é considerada inconstitucional,
ela não entra em vigor ou será eliminada do ordenamento;
2ª. Lei: forma, regra, estabelecida pelo Poder Legislativo (Congresso Nacion al)
com a finalidade de nort ear as relações sociais do País;
3ª. Decreto: Ato administrativo derivado do Poder Executivo, com a finalidade
de regulamentar a lei propriamente dita, ou mesmo suprir uma lacuna do direito
positivo (aplicado na prática), em virtude da falta de uma lei;
4ª (a). Instrução normativa: é um ato puramente administrativo, uma norma
complementar administrativa, tão somente, ela complementa o que está em um
superior nível hierárquico;
4ª (b). Portaria: Ato da administração pública que vi sa à determinação de
providências para o bom andamento do serviço público;
5ª. Resolução: atos administrativos do executivo sobre assuntos internos.

Através do Decreto nº. 8.331 de 31 de outubro de 1910 foi criado o


regulamento do Serviço de Veterinária , ainda sobre a ação do órgão em todo o
território nacional, fronteiras e portos; regia a importação e exportação de
animais; entre outras funções.
A década de 30 ficou marcada pela liderança do médico veterinário nos
serviços de inspeção. No dia 09 de setembro de 1933, através do Decreto nº
23.133, é regulamentada a profissão de médico veterinário, até então uma
classe mal conhecida.
Na mesma década, o ainda SIPOA (Serviço de Inspeção de Produtos de
Origem Animal) e suas inspetorias regionais tiveram ma is força graças à
aprovação de diversos regulamentos que instituíam a inspeção dos produtos
de origem animal. Entre eles: Decreto nº. 24.550 de 03/07/1934 (Regulamento
para Inspeção de carnes e derivados), Decreto nº. 3.467/1938 (Regulamento
de inspeção sanitária e da classificação, conservação e embalagem de ovos
para o comércio internacional), Decreto nº. 24.549/1934 (Regulamento para
inspeção de leites e produtos lácteos), Decreto -Lei nº. 3.717/1941 (inspeção
sanitária e classificação do mel de abelha), entre outros (PARDI, 1996). Vê-se,
então, que o serviço de inspeção da época começava a se organizar e
desenvolvia um aparato de fiscalização sólido e consistente.
Nesse mesmo contexto da Legislação Brasileira, o Código Penal
Brasileiro (Decreto-Lei nº. 2.848, de 07/12/1940), em seu Capítulo III, versa
sobre os crimes contra a saúde pública (MIRANDA, 2002). Estabelece em seus
artigos 272 a 279, pena para alteração de substância alimentícia ou medicinal,
emprego de processo proibido ou de substância não per mitida, infração de
medicina sanitária preventiva (infringir determinação do poder público a impedir
ou propagação de doenças contagiosas), corrupção, adulteração ou
falsificação de substância alimentícia ou medicinal, invólucro ou recipiente com
falsa identificação, substância destinada à falsificação.
A década de 50 é o período do marco histórico mais significativo do
Serviço de Inspeção Federal até o momento. Em 18 de dezembro de 1950 é
promulgada a Lei nº. 1.283 que estabelece a obrigatoriedade da fisc alização
sob o ponto de vista industrial e sanitária, de todos os produtos de origem
animal, comestíveis e não comestíveis, preparados, transformados,
manipulados, recebidos, acondicionados, depositados e em trânsito.
Estabelecia ainda os produtos a serem fiscalizados: animais destinados à
matança, seus produtos e subprodutos e matérias -primas; pescado e
derivados; leite e derivados; ovo e derivados; mel, cera de abelha e derivados.
Tratava também dos locais onde seriam feitas as fiscalizações (como por
exemplo, os estabelecimentos industriais destinados à matança e
estabelecimentos varejistas) e da competência para realizar a fiscalização, que
ficou a cargo do Ministério da Agricultura, no que tange a comercialização
interestadual e internacional, e às Secretarias ou Departamentos de Agricultura
dos Estados, Territórios e Distrito Federal, no tocante ao comércio municipal e
intermunicipal. Isso, posteriormente, foi modificado pela Lei nº. 7889, de 1989,
que veremos adiante (BRASIL, 1950; PARDI, 1996; MIRANDA, 2002).
A Lei nº. 1283, de 1950, mostrou ainda que nenhum estabelecimento
poderia operar sem prévio registro nos órgãos competentes, salvo as casas
atacadistas, que fizessem comércio interestadual e internacional, com produtos
procedentes de estabelecimentos sujeitos à fiscalização do Ministério da
Agricultura, mas deveriam ser relacionados no órgão competente do Ministério
para que pudesse ser feita a reinspeção. Isso sem prejuízo à fiscalização
sanitária.
Em seu artigo 9º, trouxe expressa a obrigatoriedade de uma
regulamentação para melhor orientar os serviços de inspeção. Nesse
regulamento, deveria constar, entre outras coisas:

I.Classificação e Higiene dos estabelecimentos;


II.Inspeção ante e post mortem dos animais destinados ao aba te
III.Inspeção e reinspeção dos produtos, subprodutos e matérias -primas de
origem animal durante as fases de industrialização e transporte; e
IV.Quaisquer outros detalhes que fossem necessários para maior
eficiência dos trabalhos de fiscalização sanitária .

A referida lei foi regulamentada através dos Decretos nº. 29.651 de


08/06/1951 e 30.691 de 29/03/1952, que resultaram na criação do
Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal
(c). Com seus 952 artigos, o mesmo foi alterado em 1962, como previa
seu artigo 908 (era para ser feita uma revisão a cada 4 anos), por uma
comissão especialmente constituída para essa finalidade, onde foram alteradas
as redações de 224 artigos e suprimindo outros doze (PARDI, 1996).
Esse importante documento passou a consolidar, em um só documento,
a legislação relativa à inspeção de praticamente todos os produtos de origem
animal consumíveis. Foi produzido um documento versátil, abrangente e de
cunho eminentemente didático. A atualização do r egulamento, que já tem mais
de 30 anos é de cunho extremamente importante. Isso faz com que o SIF
(Serviço de Inspeção Federal) se apóie em instruções complementares e na
relativa atualização representada pela instituição das Normas Higiênico -
Sanitárias e Tecnológicas (PARDI, 1996).
O ano de 1968 ficou marcado na história para os médicos veterinários,
pois foi o ano de edição da Lei nº. 5.517 de 23/10/1968, regulamentada pelo
Decreto nº. 64.604 de 17/06/1969, que criava o Conselho Federal e os
Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Isso foi deveras importante,
fazendo com que a inspeção higiênico-sanitária e industrial dos produtos de
origem animal fosse de competência privativa do médico veterinário, conforme
em seu art. 5º, alínea f (PARDI, 1996; MI RANDA, 2002):

³Art. 5º É da competência privativa do médico veterinário o exercício das


seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Municípios,
dos Territórios Federais, entidades autárquicas, paraestatais e de economia
mista e particulares:
...
f. a inspeção e a fiscalização sob o ponto de vista sanitário, higiênico e
tecnológico dos matadouros, frigoríficos, fábricas de conservas de carne, de
pescado, fábricas de banha e gorduras em que se empregam produtos de
origem animal, usinas e fábricas de laticínios, entrepostos de carne, leite,
peixe, ovos e mel, cera de abelhas e demais derivados da indústria pecuária e,
de um modo geral, quando possível, de todos os produtos de origem animal
nos locais de produção, manipulação, armazenagem e comercialização´.

Tornava essa atividade, pois, uma tarefa típica específica e privativa do


Médico Veterinário, indelegável sobre qualquer pretexto. Dispunha ainda, em
seu art. 6º, entre outras coisas:
³Art. 6º Constitui, ainda, competência do médico veterinário o exercício
de atividades ou funções públicas e particulares, relacionadas com:
...
b. o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças
de animais transmissíveis ao homem (zoonoses);
...
d. a padronização e a classificação dos produtos de origem animal;
...
h. os exames periciais tecnológicos e sanitários dos subprodutos da
indústria animal;
...
l. os estudos e a organização de trabalhos sobre a economia e estatística
ligados à profissão´.

Já a década de 70, segundo Pardi (1996), marcou a história da inspeção


no Brasil por ter passado pelo processo de federalização dos Serviços de
Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal (Lei nº. 5.760 de
03/12/1971). Esse processo prete ndeu passar à responsabilidade do Serviço
de Inspeção Federal também os serviços antes feitos pelos estados e
municípios. Vinha expresso em seu código (BRASIL, 1971):

Art. 1º - É da competência da União, como norma geral de defesa e proteção


da saúde nos termos do art. 8º, item XXXVII, Alíneas a e c da Constituição, a
prévia fiscalização sob o ponto de vista industrial e sanitário, inclusive quanto
ao comércio municipal ou intermunicipal dos produtos de origem animal, de que
trata a Lei nº. 1.283, de 18 de dezembro de 1950. Parágrafo único - Serão
estabelecidas em regulamento federal as especificações a que os produtos e
as entidades públicas ou privadas estarão sujeitas.´

Pardi (1996) cita ainda que a razão fundamental para essa iniciativa
residiu na evidência das acentuadas deficiências observadas nos regimes
estaduais de inspeção, tendo ficado mais do que comprovado que esse tipo de
inspeção, com tais deficiências, nos vinte anos de vigência da Lei nº. 1.283/50,
acarretava graves riscos para a saúde pú blica e a economia.
Segundo Dornelles (2005 ), o governo federal foi o único que exerceu a
missão de cumprir a legislação sanitária vigente. Esse fato de deveu a uma
melhor estrutura do Ministério da Agricultura, com seu tradicional órgão
especializado, que, há anos, vinha realizando o serviço de inspeção. Já os
estados, não cumpriram ou cumpriram mal a legislação vigente. Poucos
chegaram a estruturar os seus serviços de inspeção, e quando o fizeram, foram
desempenhos precários, gerando sérios problemas de ordem econômica e de
distribuição dos produtos, especialmente da carne.
Os estados ainda apresentavam posturas político administrativas
evidentemente inadequadas, sem ter homogeneidade suficiente, no grau que
teve a União Federal, que há anos exercia esse tipo de atividade. Faltou -lhes a
personalidade e a imunidade para contraporem -se aos interesses e ingerências
político-econômicas locais, muito comuns e atuantes neste campo de atividade
(DORNELLES, 2005).
No artigo 1º da regulamentação reza que é da competência do Ministério
da Agricultura proceder, em todo o território nacional, a prévia fiscaliza ção, sob
o ponto de vista industrial e sanitário dos produtos de origem animal, de que
trata as Leis nº. 5.760, de 03 de dezembro de 1971, e 1.283, de 16 de
dezembro de 1950, desde a produção até a comercialização, exceto quando
esta importar em distribuição ao consumidor, sendo os demais artigos sobre as
formas de execução, relacionamento com o Ministério da Saúde, penalidades
para os infratores e a possibilidade de delegações de competência na fase de
transição.
Depois de instalado, esse processo trouxe enormes resultados, como o
fechamento de diversos estabelecimentos sem a mínima condição de
funcionamento e que traziam riscos à saúde dos consumidores. Em vista disso,
em praticamente todas as áreas que sofreram o processo, não foram poucas
as críticas e as reações contra esse processo que não concedia exceções.
Alegavam que o programa era contra as pequenas e médias empresas e em
favor das grandes empresas.
Por ser visto como de rigor excessivo e de natureza técnica rigorosa,
alegou-se que causariam desemprego e problemas sociais. Às reclamações,
juntaram-se políticos, entidades de classe e empresas de fabricantes de
equipamentos que eram favoráveis à proliferação de matadouros municipais.
Alguns políticos chegaram a afirmar que o processo prejudicava e e nfraquecia
os interesses eleitorais e políticos do ARENA, partido político da época, fato
esse que exerceu enorme peso na desarticulação do processo (PARDI, 1996).
Nesse período, merece destaque particular o enorme número de
construções de novos matadouros-frigoríficos, mais notadamente, nas regiões
Sudeste e Centro-Oeste, principalmente na região de São Paulo. Prevaleceu a
construção de matadouros de médio porte em substituição dos matadouros
municipais que, com reduzido abate, não comportavam maiores inv estimentos,
além de não se ajustarem à existência de um serviço satisfatório de inspeção
sanitária e industrial (PARDI, 1996).
Apesar dos excelentes resultados obtidos, tanto na parte higiênico -
sanitário, quanto na melhoria da matéria -prima final, entidades de classe
marginais que não se interessavam pela oficialização, políticos e industriais
que também não se interessavam ou não entendiam o alcance do programa,
protestavam contra o mesmo. Alguns parlamentares de São Paulo e do Rio
Grande do Sul, associados a empresas marginais, interferiram para a
derrubada da Lei nº. 5.760/1971, conseguindo, finalmente, através do traiçoeiro
parágrafo, inserido no corpo da Lei nº. 6.275, de 1º de dezembro de 1975,
anular virtualmente o fundamento da federalização.
Miranda (2002) define brilhantemente o período ao dizer que ³num curto
prazo de tempo (1971 a 1975), desenvolveu -se uma verdadeira revolução,
entendido este termo como a transformação radical dos conceitos tec nológicos
com profunda repercussão social, demonstrando um nítido panorama da soma
de benefícios sociais e econômicos que adviriam do pleno cumprimento
daquela lei e de sua regulamentação´.
Já a década de 80 caracterizou-se pelo prosseguimento dos esforços do
SIF no sentido de desenvolver os trabalhos nas áreas sobre controle do órgão,
contornando os problemas gerados pela desarticulação do processo de
federalização. Com a concorrência dos estabelecimentos com inspeções
estaduais e municipais, eram evidente s a ociosidade dos que continuaram sob
inspeção federal, o risco à saúde pública, à economia e ao erário público. Ao
menos, deixavam de ser responsabilidade do SIF estabelecimentos
desinterditados já condenados e os acobertados pela ausência da inspeção
estadual ou por sua inoperância (PARDI, 1996).
A promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil (CF),
em 1988. Essa Constituição trouxe expresso em seu artigo 196 que a saúde é
direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas s ociais e
econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao
acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção
e recuperação.
Em 23 de novembro de 1989 é promulgada a Lei nº. 7.889, que dispõe
sobre a inspeção sanitária e industrial, em que são inicialmente definidos os
produtos de origem animal abrangidos, para caracterizar os estabelecimentos
onde serão exercidos os trabalhos de inspeção e fiscalização (SIF, SIE e SIM).
Esta Lei veio para reeditar a Lei nº. 1.283/1950 em termos de competências.
Revoga, expressamente, em seu artigo 6º, as Leis nº. 5.760/1971 e nº.
6.275/1975, dando por encerrado o grande sonho da federalização, retornando
o SIF a concentrar seus esforços nos estabelecimentos dedicados ao c omércio
interestadual e internacional, como previsto na Lei nº. 1.283/1950 (BRASIL,
1989; PARDI, 1996; MIRANDA, 2002).
Vale ressaltar ainda que, em 1990 foi instituído o Código de Defesa do
Consumidor (Lei nº. 8.078, de 11 de setembro), estabelecendo norm as da
proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, e
responsabilizando os prestadores de serviços e produtores, pela qualidade do
produto e do serviço (MIGUEL et al., 2000). Miranda (2002) ressalta ainda que
a referida lei traga como direitos básicos do consumidor a proteção da vida,
saúde e segurança contra riscos provocados por práticas no fornecimento de
produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.
Tabela 1 ± Peculiaridades do Sistema de Inspeção Sanitária no Brasil

           


      
SIF Autoriza a Maior Maiores custos
comercialização credibilidade de
de alimentos para no mercado implantação e
todo o território interno (grandes burocracia
nacional e redes varejistas
mercado externo dão preferência
ao
SIF em relação
aos sistemas
estaduais)
SIE Permite o Menores custos Impossibilidade
comércio de de de
alimentos só implantação se exploração do
dentro dos limites comparados ao mercado externo
de cada Estado SIF e
de outros
estados;
descrédito frente
a
alguns
segmentos
de mercado
SIM Permite a Alternativa para Vínculo c/
comercialização pequenos poderes
de alimentos produtores e políticos locais e
somente dentro produtores locais associação c/
dos limites do práticas
município clandestinas de
abate
Clandestino Ilegal e, portanto, Preço Diversos
não circunscrito aproximadamente problemas de
às 30% inferior se ordem econômica
fronteiras político- comparados com e social; não
administrativas os comércios existem
legais padronização e
qualidade do
produto
Fonte: Silva & Batalha (2002) apud Azevedo (2005);
Azevedo (2005), modificado;
Oliveira (2008).
c!!c"#

BRASIL. Lei nº. 1.283 de 18 de dezembro de 1950. Dispôs sobre a Inspeção
Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Secretaria de Inspeção de
Produto Animal. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Ministério da
Agricultura. 1950.

BRASIL. Lei nº. 5.517 de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício d a


profissão de Médico Veterinário e cria o Conselho Federal e os Conselhos
Regionais de Medicina Veterinária . Conselho Federal de Medicina Veterinária.
1968.

BRASIL. Lei nº. 5.760 de 03 de dezembro de 1971. Federalização da Inspeção


Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal. Secretaria de Inspeção
de Produto Animal. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Ministério da
Agricultura. 1971.

BRASIL. Lei nº. 7.889 de 23 de novembro de 1989. Dispõe sobre a Inspeção


sanitária e industrial de Produtos de Origem Animal. Secretaria de Inspeção de
Produto Animal. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Ministério da
Agricultura. 1989.

DORNELLES, A. M. G. Sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem


animal. VI Congresso Latino-Americano de Higienistas de Alimentos. Junho de
2005. Anais do Congresso. Búzios±RJ.

MIGUEL, M.; et al. Legislação em Higiene Alimentar e suas aplicações. Revista


Higiene Alimentar. V. 14, nº. 68/69, p. 107 -114. Janeiro/fevereiro. 2000.

MIRANDA, Z. B. Inspeção de Produtos de Origem Animal. Revista CFMV. Ano


VIII, nº. 26, p. 21-26. Maio/junho/julho/agosto, Brasília -DF. 2002.

PARDI, M. C. Memória da inspeção sanitária e industrial de produtos de origem


animal no Brasil: O Serviço de Inspeção Feder al - SIF. Brasília: Columbia,
1996.p