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Uma proposta para o significado 

da Última Trombeta Parte 2.

Falando de última trombeta, seríamos deselegantes se não falássemos de


1Ts 4:16, já que todos entendem ser a mesma trombeta.

1Ts 4:16 οτι αυτος ο κυριος εν κελευσματι εν φωνη αρχαγγελου και εν


σαλπιγγι θεου καταβησεται απ ουρανου και οι νεκροι εν χριστω
αναστησονται πρωτον,

A palavra que iremos trabalhar agora é κέλευσμα.

Κέλευσμα (hap. Leg . No NT; Provérbios 24: 6 [Provérbios 30:27], LXX veja as
ilustrações de Lightfoot do grego clássico) é a "palavra de comando" ou "sinal" -
o grito com o qual um oficial dá a ordem para suas tropas ou um capitão para
sua tripulação. Tal "comando" ele pode proferir por "voz" - sua ou de outra
pessoa - ou por meio de uma "trombeta"; 

Cambridge Greek Testament.

"A palavra κελευσματι, assim traduzida, denota o grito que os soldados de um


exército costumavam dar em seu primeiro ataque para encorajar uns aos outros
no ataque;" 

Joseph Benson.

A palavra é usada para o chamado de um cocheiro para seu corcel, o chamado de


um caçador para seus cães, o chamado, por voz ou sinal, do contramestre dando
tempo aos remadores, a música tocada para colocar um exército ou frota em
movimento. 

O ilustrador bíblico.

Keleusma era usado no grego clássico para descrever um grito que implicava
autoridade e urgência. A ideia é de um grito alto e autoritário,
frequentemente proferido no auge da grande excitação.

Hiebert comenta que keleusma ... implica autoridade e urgência. Era usado de
várias maneiras para um general gritando ordens para suas tropas, um cocheiro
gritando para excitar seus cavalos a uma velocidade maior, um caçador
encorajando seus cães a perseguir a presa ou um capitão de remadores
estimulando-os a um remo mais vigoroso. A mensagem foi deixada indefinida,
nenhum genitivo definitivo sendo adicionado. Nada é dito sobre quem dá o grito
ou a quem é dirigido.

Thayer acrescenta que keleusma foi usado para "um grito estimulante," seja
aquele pelo qual os animais são despertados e incitados pelo homem, como
cavalos pelos cocheiros, cães pelos caçadores, etc., ou aquele pelo qual um sinal é
dado aos homens, por exemplo, aos remadores pelo mestre de um navio (Lucian),
a soldados por um comandante (Tucídides).

TDNT adiciona que ... Com um sentido básico de "o que é impelido", keleusma
tem significados como "comando", "convocação", "grito de encorajamento" e
"choro". Na linguagem comum, tende a ser substituído por keleusis, que se torna
um termo técnico para um decreto governamental. (Kittel, G., Friedrich, G., &
Bromiley, Dicionário Teológico GW do Novo Testamento. Eerdmans).

O historiador Heródoto registra o uso de κέλευσμα para descrever um sinal


de engajamento na batalha.

Keleusma foi usado no exército romano ao som da terceira trombeta. Um


arauto, de pé à direita do comandante, gritava para perguntar se os
soldados estavam prontos para a guerra. As tropas gritaram fortemente
"Estamos prontos!"

Keleusma é usado uma vez na Septuaginta (LXX) ...

Os gafanhotos não têm rei, mas todos eles saem em fileiras (na Septuaginta
lê-se "marche ordenadamente com uma ordem {keleusma}.") (Provérbios
30:27).

Após enfatizar bem o caráter militar dessa trombeta anexada à


palavra κελευσμα, os pós tribulacionistas podem contestar o pré
tribulacionismo dizendo que na vinda após a tribulação, estará ocorrendo
uma guerra (o que de fato está correto), ligando assim essa chamada do
grito militar junto à essa trombeta militar, visto que não há qualquer
menção de guerra beirando um período pré tribulacional nos dias de um
provável arrebatamento pré. Quanto à esta objeção, apresentaremos duas
situações que torna esse argumento pós insustentável:

1°) A Noiva do Cordeiro nunca é orientada a lutar no mundo físico, pelo


contrário, ela tem armas para lutar no mundo espiritual. 

==> Ef 6:12 ACF2007 Porque não temos que lutar contra a carne e o
sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os
príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade,
nos lugares celestiais.

Numa perseguição, a igreja jamais recebe ordem para guerrear contra


pessoas físicas que estão a perseguindo, mas à fugir ou não negar sua fé diante
dos homens. 

OBS: Não vejo a batalha de Gogue e Magogue citada em Ez 38-39 ocorrendo


antes da Tribulação conforme muitos escatólogos ensinam. Mesmo se esta
fosse um evento pré tribulacional, essa guerra não é contra a Igreja, mas
sim contra ISRAEL. A guerra contra a Igreja é constante e tem uma relação
tempo-espaço bem diferente da de Israel.

2°) Em Apocalipse 19:11-21, temos uma narrativa de uma batalha no dia da


vinda de Yeshua. Se os pós concordarem que os exércitos do céu do verso 14
são a Igreja, isso acarretará 2 problemas:

a) A vestimenta desses exércitos é a mesma da Noiva AINDA NO CÉU no


versos 7-9;

b) Esta cena de Yeshua descendo e "pisando o lagar do vinho do furor e da


ira do Deus Todo-Poderoso", é retratado em Isaías 63:1-6. Vamos ao texto
do profeta messiânico: 

Is 63:1-6 ACF2007
1 QUEM é este, que vem de Edom, de Bozra, com vestes tintas; este que é
glorioso em sua vestidura, que marcha com a sua grande força? Eu, que
falo em justiça, poderoso para salvar.
2 Por que está vermelha a tua vestidura, e as tuas roupas como as daquele
que pisa no lagar? 
3 Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; e os pisei
na minha ira, e os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou as
minhas vestes, e manchei toda a minha vestidura.

4 Porque o dia da vingança estava no meu coração; e o ano dos meus


remidos é chegado.
5 E olhei, e não havia quem me ajudasse; e admirei-me de não haver
quem me sustivesse, por isso o meu braço me trouxe a salvação, e o meu
furor me susteve. 

6 E atropelei os povos na minha ira, e os embriaguei no meu furor; e a sua


força derrubei por terra.

Vejamos a impressionante associação destes dois capítulos com seis


elementos em comum:

Is 63:1 <== Justiça ==> Apc 19:11;

Is 63: 1-3 <== Vestiduras/vestes ==> Apc 19:13;

Is 63:2,3 <== Pisar no lagar ==> Apc 19:15;

Is 63:3,6 <== Ira ==> Apc 19:15;

Is 63:3,5-6 <== Furor ==> Apc 19:15;

Is 63:3 <== Sangue dos inimigos ==> Apc 19:13;

Impossível uma leitura honesta desassociar estes dois textos do mesmo


período.

Vejamos que, mesmo que Apc 19 apresente um exército com Yeshua neste
dia, [exército esse que muitos pós tribulacionistas concordam ser a Igreja], o
texto joanino não insere este exército nesta guerra. E encontramos apoio
para isso justamente no texto de Is 63:3 - EU SOZINHO PISEI NO LAGAR.
Logo, a trombeta de Deus/última trombeta, não está convocando à igreja para
uma batalha, mas sim para: 

A) Ressuscitar os mortos em Cristo {já incorruptíveis};

b) Transformar os vivos;

c) Arrebatar todo o corpo de Yeshua;

d) Encontrar com Yeshua;

e) E estar para sempre com Yeshua; 

Vejamos que a convocação para guerrear está ausente nos dois textos
áureos deste evento.

Agora vamos analisar os eventos da Sétima Trombeta listados em Apc


11:15-18.

Ap 11:15 - E tocou o sétimo anjo a trombeta, e houve no céu grandes


vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do
seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. 

Ap 11:16 - E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus


tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a
Deus,

Ap 11:17 - Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és,


e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.

Ap 11:18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos,


para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus
servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a
grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
1º) E iraram-se as nações,

2º) e veio a tua ira,

3º) e o tempo dos mortos, para que sejam julgados,

4º) e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e
aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes,

5º) e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Visto que a Ira de Deus vem antes do tempo dos mortos (uma clara
referência à uma ressurreição), logo temos tempos diferentes para
ressurreição de todos santos, já que temos uma ressurreição da Igreja antes
da Ira de Deus.

O que é crucial notar é quem está proclamando essas palavras do verso 18.

Ap 11:16 E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos


diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,

Ap 11:17 Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e


que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.

Ap 11:18 E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para
que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos,
e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o
tempo de destruíres os que destroem a terra.

Visto que os pós pretendem dizer que esses servos são os membros da
Igreja, notaremos dois pontos que nos impedem de entender que a Igreja é
retratada nesse grupo de servos.

1. Hebraísmo.

A construção "profetas, teus servos" se reporta ao mesmo grupo de pessoas.


Temos aqui um uso idiomático hebraico bem comum no AT (2Rs 9:7; 17:13,
23; 21:10; 24:2; Ed 9:11; Jr 7:25; 25:4; 26:5; 29:19; 44:4; Ez 38:17; Dn 9:6, 10;
Am 3:7; Zc 1:6).
É significativo notar que essa construção aparece apenas duas vezes no NT,
e, para ser mais preciso, todas no Apocalipse (10:7 - que receberam de Deus
o anúncio sobre Seu mistério) e aqui no cap. 11:18.

   2.     Gramática da língua grega.

και δουναι τον μισθον τοις δουλοις σου τοις προφηταις και τοις αγιοις και
τοις φοβουμενοις το ονομα σου τοις μικροις και τοις μεγαλοις.
Apocalipse 11:18.

E dares o galardão aos seus servos, os profetas e aos santos e aos que
temem Teu nome, a pequenos e a grandes.

Percebamos que entre "τοῖς δούλοις σου" [aos seus servos] e "τοῖς
προφήταις" [aos profetas] não temos a conjunção και (e) como temos após
a palavra προφήταις diferenciando-os dos santos, que por sua vez é seguida
de και para em seguida vir "os que temem o Teu nome," que são "os
pequenos e grandes," visto que a partícula και não aparece entre essas duas
últimas construções.

GRUPO 1 => Os seus servos, os profetas;

GRUPO 2 => Os santos;

Grupo 3 => Os que temem o Teu nome, a pequenos e a grandes.

A SÉTIMA TROMBETA MOSTRA AS NAÇÕES SE IRANDO, MAS OS PÓS


DIZEM QUE AS NAÇÕES SE IRAM ANTES (a ira do inimigo), assim Deus
também se ira antes do fim da Grande Tribulação.

Na sétima trombeta, a ira de Deus vem antes do tempo dos mortos.

Portando, se e o arrebatamento ocorre antes da Ira de Deus, isso sugere um


momento diferente para a ressurreição da Igreja e ressurreição destes
mortos do verso 18.
Recebi um texto por uma de nossas inscritas de nosso site e canal que ela
recebeu enviada por um irmão pós tribulacionista. Eis o texto com nossas
considerações:

Última Trombeta (1Co 15) x Sétima Trombeta (Ap 11)

Vamos comparar as duas trombetas:

☑ As duas trombetas são a última de uma sequência.

Refutação: A sétima faz parte de uma sequência relatada no contexto, mas a


última trombeta não é antecedida por uma sequência de trombetas citadas
no texto. Precisaríamos de eventos citados em 1 Co 15 das trombetas
anteriores, conforme vemos nas trombetas apocalípticas para verificarmos
se essas sequências apresentam os mesmos eventos.
 

☑ As duas trombetas falam sobre a Vinda de Cristo.

R: CONCORDO, mas em momentos diferentes.

☑ As duas trombetas falam sobre a Vinda do Reino.

"Herdar o Reino de Deus" (1Co 15.50)

"O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará
pelos séculos dos séculos. ...assumiste o teu grande poder e passaste a
reinar." (Ap 11:15-17).

Refutação: O Reino de Deus que Paulo apresenta em 1Co 15:50 parece


mesmo chegar como resultado dos eventos imediatos da última trombeta, a
saber, a ressurreição dos santos e a transformação dos vivos. O Reino de
Deus desta referência é imediato após o Arrebatamento. Uma vez
ressuscitados, transformados e arrebatados, logo seremos inseridos no
Reino que Paulo fala no verso 50, afinal, Paulo fala que a carne e o sangue
(natureza pecaminosa do homem) não herdam o Reino de Deus. É crucial
entendermos que aqui Paulo apresenta um aspecto novo sobre participar
do Reino de Deus: A incorruptibilidade, fator não apresentado na narrativa
do julgamento das nações em Mt 25, quando as ovelhas entram no reino sem a
glorificação/incorruptibilidade.

Já no texto da sétima trombeta, nos é apresentado imediatamente após a


citação: "E o sétimo anjo tocou a sua trombeta", as seguintes palavras: "Os
reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará
para todo o sempre." Porém, é claro que os Reinos do mundo não passam a
ser de nosso Senhor e do Seu Cristo NO ÁTOMO DO PISCAR DE OLHOS E NO
SOAR DA SÉTIMA TROMBETA.

E POR QUE? PORQUE A IRA DE DEUS DEVE SER DERRAMADA ANTES DO


MILÊNIO. LEMBRE-SE DE QUE O TERCEIRO AI ESTÁ NA SÉTIMA
TROMBETA. 

O 3º AI DEVE VIR ANTES DO MILÊNIO.

LOGO, O MOMENTO DA ENTRADA DA IGREJA NO REINO DE DEUS AQUI  DE


1 CO 15 É DIFERENTE DO MOMENTO DO ESTABELECIMENTO DO REINO
MILENAR.

Mais uma observação: E, quando isto que é corruptível se revestir da


incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então
cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. 1 Co
15:54.

Notamos que a morte só será aniquilada depois do Reino Milenar (1 Co 15:23


/ Apc 20:14). Mas fica evidente que os mortos em Cristo vencem a morte no
dia de sua ressurreição, porque neste dia os mortos serão revestidos de
incorruptibilidade e imortalidade. Estes dois fenômenos estão ausentes na
descida de Mt 24 e em todos os dias da voz do sétimo anjo.
☑ As duas trombetas falam sobre um Mistério de Deus.

"Eis que vos digo um mistério..." (1Co 15:51)

"...a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus..." (Ap 10:7)

Refutação: O mistério de 15:51 é revelado no próprio texto, logo TODOS


SABEMOS DESTE MISTÉRIO DESDE ENTÃO. E que mistério é esse? "Na
verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;" (1 Co
15:51), FATO JAMAIS REVELADO A QUALQUER PROFETA DO AT.

E Paulo ainda prossegue desvendando este mistério nos versos 52-54 deste
capítulo.

Note também que esse mistério de I Co 15:51 ocorre num átomo de tempo,
num piscar de olhos.

Já o mistério que se cumpre na sétima trombeta se cumpre num período de


vários dias. Nenhum pós com a consciência sã dirá que a ressurreição e
transformação dos santos da Igreja acontecerão em vários dias. O autor dessa
argumentação esqueceu de postar a primeira parte de Apc 10:7 "Mas nos
dias da voz do sétimo anjo..."

Uma nota sobre o mistério da sétima trombeta: Deus anunciou


(evangelizou) este mistério aos seus servos, os profetas, e sabemos que a
transformação de corpos (Mistério de 1Co 15:51) não foi anunciada por Deus
aos seus servos, os profetas em qualquer momento de suas palavras
proféticas.
Mais uma nota sobre os mistérios de 1Co 15:51 e Apc 10:7. A palavra mistério
em 1Co 15:51 não está acompanhada de artigo. Já o mistério de Apc 10:7,
sim, tem um artigo o precedendo.

1Co 15:51 ==> ιδου μυστηριον υμιν λεγω.

Apc 10:7 ==> και ετελεσθη το μυστηριον του θεου.


☑ As duas trombetas falam sobre a ressurreição.

Refutação: Embora as duas trombetas apresentem ressurreições, são


ressurreições em momentos diferentes.

Em I Co 15, fala apenas da ressurreição da Igreja. A ressurreição de Apc 11:18


ocorre após a Ira de Deus:

1. E iraram-se as nações;
2. E veio a tua ira; (Os pós entendem que a Ira de Deus é uma resposta à
ira das nações, logo, segue-se uma sequencia neste verso)
3. E o tempo dos mortos, para que sejam julgados;

O que seria incompatível com a correta visão pós de uma ressurreição da


Igreja antes da Ira de Deus de Apc 11:18.

☑ As duas trombetas falam sobre o galardão.

"O sétimo anjo tocou a trombeta... e chegou, ...o tempo determinado para
serem julgados os mortos (ressurreição), para se dar o galardão aos teus
servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos
pequenos como aos grandes..." (Ap 11:15,18).

Refutação: O autor deste texto não postou o verso de 1 Co 15:51-58


mostrando o galardão da igreja aí acima. 

Embora a Igreja seja galardoada após seu arrebatamento, a narrativa da


última trombeta (1Co 15:52) não fala de galardão, como sugere este tópico
da postagem. Talvez remotamente no 58 onde nos é dito que "NOSSO
TRABALHO NÃO É VÃO NO SENHOR", possa deixar implícito a ideia de
galardão.

Quanto ao momento da Igreja receber seu galardão, os pós vão pegar apoio
nas expressões que aparecem em Apc 11:18: "e o tempo de dares o galardão
aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a
pequenos e a grandes."

Novamente o texto não mostra o momento em que a Igreja é galardoada,


porém, essas palavras do verso 18 são proferidas pelos 24 anciãos, ou seja,
é a própria Igreja quem está dizendo que os santos e os que temem seu
nome são galardoados.

O autor do texto termina dizendo isso ==> Mas... você diz que essas duas
trombetas não falam sobre o mesmo assunto, não falam sobre o mesmo evento,
sobre a mesma trombeta, sobre a mesma vinda de Cristo... 

Depois de nossas considerações a esta postagem, façamos das palavras finas


desse texto do irmão pós, as nossas: Mas... vocês (pós tribulacionistas)
dizem que essas duas trombetas falam sobre o mesmo assunto, falam sobre
o mesmo evento, sobre a mesma trombeta, sobre a mesma vinda de Cristo...

E aqui finalizamos nosso artigo sobre nossa proposta para o significado da


última trombeta.

Leandro di Paula, 29 de outubro de 2020, Rio de Janeiro de 2020.

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