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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

ACRE
CAMPUS RIO BRANCO
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

TÂMARA ROLA DE SOUZA

RESUMO: COMÉRCIO INTERNACIONAL I

RIO BRANCO – AC
2020

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Pesquisa apresentada como requisito para a
avaliação N1 da disciplina de Comércio
Internacional I do Curso Superior de Tecnologia
em Logística do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do acre – IFAC.

Docente: Francisco Junior

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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.................................................................................................5

2.DESENVOLVIMENTO.......................................................................................6

3.CONCLUSÃO....................................................................................................7

REFERÊNCIAS....................................................................................................7

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RESUMO

O comércio Internacional são as operações comerciais entre países que estão


em pleno desenvolvimento e é um dos responsáveis pela economia de um
país. Portanto ele gera um aumento das barreiras internacionais que ajudam a
proteger o desenvolvimento de empresas locais, dessa forma representa uma
grande parcela do PIB.

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1. INTRODUÇÃO

Vamos começar o resumo apresentando a evolução histórica do comércio


internacional. Apresentaremos, de forma sintética, as teorias do comércio
internacional, o que são políticas comerciais, seus instrumentos, e o conceito
de política comercial estratégica. Destaco que esta parte introdutória é de
fundamental importância.

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2.DESENVOLVIMENTO
2.1 O que é comércio internacional?
O comércio internacional é o conjunto de operações comerciais realizada entre
países e que são regidas por normas estabelecidas em acordos internacionais.
O conceito pode se referir tanto à circulação de bens e de serviços como ao
movimento de capitais.

O comércio internacional existe desde os primórdios da civilização. Um


exemplo que podemos citar é a Rota da Seda. Nas últimas décadas, sua
importância tem crescido com o avanço dos transportes, das comunicações e
da indústria, sendo essa uma das características da globalização.

A evolução do comércio internacional

As teorias que explicam o comércio internacional podem ser divididas em dois


grandes grupos.

O primeiro grupo foca-se na ideia das vantagens comparativas. Esse modelo


entende que o comércio internacional é incentivado pelas diferenças na
disponibilidade de fatores de produção (terra, trabalho, capital e tecnologia)
entre os países e está associado principalmente às economias de antes da
Primeira Guerra Mundial.

Nessa época, o comércio internacional dava-se, sobretudo, entre territórios


com características distintas. Por exemplo, a Grã Bretanha exportava produtos
manufaturados, já que era abundante em capital, mas importava matérias-
primas de países que tinham mais acesso aos fatores de produção que lhe
eram escassos, como a terra.

O pós-guerra

As grandes guerras mundiais, as crises econômicas e medidas protecionistas


frearam o comércio internacional no início do século XX. Quando o intercâmbio
de bens e serviços voltou a crescer após o fim da Segunda Guerra Mundial, os
acordos de liberalização no mundo desenvolvido alteraram suas

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características. Essas mudanças passaram a fomentar teorias que explicam o
comércio internacional com base nas vantagens da especialização e da
produção em escala.

O consumidor demanda produtos diferenciados. Para conseguir saciar esse


desejo, as empresas precisavam produzir um leque maior de bens. Se
ficassem focadas no comércio interno, as empresas teriam de reduzir a
quantidade ofertada de cada produto. Ao expandir suas vendas para outros
países, elas conseguiam atingir a produção em escala, reduzindo o seu custo.

3. O Sistema Multilateral do Comércio

Neste início de século XXI, o pano de fundo do comércio internacional compõe-


se de três pressupostos fundamentais: a consideração supranacional dos
mercados, o fluxo de investimentos estrangeiros e as estratégias das empresas
transnacionais.

Entretanto, a internacionalização da economia e seu consequente efeito de


liberalização do comércio exterior não se fizeram acompanhar pelo surgimento
de novas instituições e mecanismos supranacionais capazes de atuar, de
maneira eficiente, na correção dos desequilíbrios e instabilidades ocorridos nos
últimos tempos.

Na prática, apesar do discurso mundial, pouca coisa mudou.

O século terminou como havia começado: o capitalismo se tornara global


novamente e o mundo era, mais uma vez, capitalista. No entanto, apesar da
aparente marcha triunfal do capitalismo global, de continente a continente, os
desafios à globalização persistem. Alguns eram intrínsecos à operação dos
mercados internacionais, tais como a volatilidade do sistema financeiro, que
ameaçava o ritmo e a natureza da integração econômica. Outros eram
externos, provenientes de grupos onde a globalização não era consenso,
ativistas lutando pelos direitos humanos, pelos direitos dos trabalhadores e
pelo meio ambiente.

4. Organizações e Organismos Internacionais

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Relacionados ao Comércio

Além da Organização Mundial do Comércio, que certamente é a mais


importante e influente entidade do comércio internacional, outras organizações
possuem relação estreita com as transações em escala global, cada qual
voltada para

áreas específicas, como desenvolvimento, financiamento e controle das


atividades aduaneiras.

Neste capítulo abordaremos as principais características dessas organizações,


com o objetivo de apresentar ao leitor os antecedentes históricos, a estrutura,
os objetivos e a importância de cada entidade, tópicos que normalmente
refletem as perguntas elaboradas pelas bancas examinadoras de concursos.

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento


(UNCTAD)

A UNCTAD foi criada em 1964 como órgão do sistema das Nações Unidas
encarregado de debater e promover o desenvolvimento econômico pelo
incremento do comércio internacional. Funciona, na prática, como um
organismo intergovernamental com o objetivo de propiciar auxílio técnico e
capacitação aos países em desenvolvimento.

 Processos de Integração Econômica

Os processos de integração normalmente decorrem de acordos entre Estados

Soberanos, com ou sem a intervenção de uma organização


intergovernamental.

Em regra, a premissa básica do modelo é a eliminação gradual das barreiras


tarifárias e não tarifárias entre os participantes, sendo possível a evolução para
estágios mais complexos, que contemplem normas de maior alcance
econômico e social, como a livre circulação de pessoas e capitais.

Existe um debate bastante rumoroso entre os defensores dos processos de


integração, como decorrência natural da globalização e os que argumentam

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exatamente o contrário, no sentido de que a fragmentação regional cria
obstáculos ao livre-comércio.

A existência de acordos mercantis remonta a milênios, praticamente desde o


início da civilização, especialmente entre povos de áreas geográficas próximas
ou rotas comerciais estabelecidas, nas quais a relevância econômica era mais
intensa.

Mercado Cambial Ponto de encontro entre compradores e vende dores de


moeda estrangeira. O mercado cambia l pode ser: Livre – os participantes
podem comprar e vender livremente moeda estrangeira, onde a presença do
governo é mínima, a taxa de câmbio é flutuante, pode haver contas e m
moeda estrangeira .

O que é a Taxa de Câmbio?


A taxa de câmbio envolve dois ativos, neste caso duas moedas, e indica o
preço que uma unidade monetária de uma das moedas pode comprar da outra.
De maneira simples, a taxa indica o quanto o detentor de uma moeda
consegue comprar da divisa em que está interessado.
A taxa de câmbio pode ser apresentada de duas maneiras:
 Direta ou ao Incerto: quando temos a taxa apresentada em valores
da moeda estrangeira para uma unidade da moeda nacional.
Exemplo: 1,00 BRL = 0,25 USD;
 Indireta ou ao Certo: quando temos a taxa apresentada em valores
da moeda nacional para uma unidade da moeda estrangeira.
Exemplo: 1,00 USD = 4,00 BRL.
Quem regula o mercado de câmbio?
O mercado de divisas brasileiro é inicialmente regulamentado e fiscalizado pelo
Banco Central às financeiras ou bancos, que atuam como intermediários dos
clientes que procuram a moeda.

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As operações podem acontecer no mercado primário ou no mercado
secundário, este último quando as mesmas divisas são transacionadas a partir
da segunda vez.
Além de regulamentar, o Banco Central também é responsável pela política
cambial vigente, podendo ou não definir ou interferir no valor da moeda.
Em todo o mundo, as políticas cambiais são integradas pelo Banco de
Compensações Internacionais (BIS, em inglês) com a presença de 60 bancos
centrais. Segundo o BIS, em abril de 2016 a média diária de transações
cambiais foi de US$ 5,1 trilhões por dia.

A balança comercial mede a relação entre as importações e exportações de


um país, e faz parte da balança de pagamentos (soma total das transações
econômicas entre um país e seus parceiros comerciais pelo mundo). Quando o
valor das exportações é superior ao de importações, diz-se que o país tem um
superávit e torna-se credor do estrangeiro, tendo uma balança comercial
“favorável”. Já quando o valor das importações supera o de exportações, diz-se
que o país tem um déficit em sua balança comercial e estaria em dívida com o
estrangeiro, tendo uma balança comercial “desfavorável”.

Quando uma empresa brasileira vende seus produtos no exterior, o comprador


estrangeiro paga em Dólar, a moeda internacional de troca. Como por lei a
única moeda corrente no Brasil é o Real, a empresa brasileira que recebeu o
pagamento do comprador estrangeiro precisará trocar seus dólares por reais.
Quem compra esses dólares da empresa são os bancos, através de suas
corretoras. Os bancos venderão esses dólares para os importadores, que
usarão esta moeda internacional de troca para comprar produtos estrangeiros.
Em resumo, as exportações permitem as importações.

Resumidamente, porém, o que mantém a economia mais saudável é uma


política monetária não inflacionista por parte do Banco Central, assim como o
respeito à propriedade privada e a liberdade para empreender, o que permite a
acumulação de capital dos cidadãos locais, mantém a moeda nacional
valorizada e atrai investimentos estrangeiros, que acaba trazendo mais dólares
para o país sem restringir a oferta de bens via importações.

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Uma moeda valorizada é importante porque em longo prazo, o que determina o
câmbio é o poder de compra das moedas, quanto cada uma delas esta sendo
inflacionada por seus bancos centrais. Além disso, as exportações promovem
crescimento econômico se em troca a população do país exportador receber
bens, serviços e ativos que melhorem sua qualidade de vida e sua capacidade
de produção. Portanto, o país não precisa fazer esforços para ter uma balança
comercial superavitária.

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3.CONCLUSÃO
Comércio internacional refere-se ao intercambio de bens e serviços entre diferentes
países. Em geral, tem como objetivo a maximização da riqueza, tanto do comerciante
quanto do país, e o aumento do bem-estar da população. O conceito envolve tudo que
está relacionado com a operação comercial.

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REFERÊNCIAS
CAPARROZ, ROBERTO - COMÉRCIO INTERNACIONAL ESQUEMATIZADO

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