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2008/04/04 Transmissão (Tração em Duas Rodas) (RENR6474)

SMCS - 3060 i04720226

Ilustração 1 g01224555

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Transmissão

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

A transmissão tem as seguintes características: quatro velocidades manuais, engrenagem helicoidal de acionamento direto, malha
constante, arranjo sincronizado e acoplada a embreagens direcionais de avanço e de ré com deslocamento hidráulico.

O defletor é um arranjo de embreagem com mais de um disco. O defletor contém dois pacotes de embreagem dentro de um
conjunto de eixo de entrada. Cada pacote de embreagem contém cinco placas e cinco discos. As embreagens são engatadas e
desengatadas hidraulicamente pela ação de molas.

O engate da embreagem é feito pelo uso de uma fiação elétrica conectada à válvula de controle do solenoide e à válvula seletora
de sentido. Isso engata hidraulicamente a embreagem de avanço (4) ou a embreagem de ré (8) .

O conjunto do eixo de entrada (1) envia a potência da turbina do conversor de torque para as embreagens de avanço e de ré. O
conjunto do eixo de entrada gira no mesmo sentido do volante do motor. Portanto, as placas também giram no mesmo sentido e
com a mesma rotação do eixo de entrada.

O conjunto do eixo de entrada fornece quatro passagens internas de óleo. Duas passagens internas de óleo são para lubrificação e
arrefecimento do defletor. As outras duas passagens internas de óleo são para o engate dos pacotes de embreagem de avanço e
de ré.

A engrenagem de entrada de avanço (2) e a engrenagem de entrada de ré (10) ficam livres para girar no conjunto do eixo de
entrada (1) quando os pacotes de embreagem de avanço e de ré não estão engatados. Os discos giram com as engrenagens de
entrada.

O eixo da roda-guia de ré (6) e as engrenagens (3) e (9) permitem a rotação reversa do contraeixo (20) quando a embreagem de
ré estiver engatada. A engrenagem acionada pela roda-guia da ré (9) é engatada com a engrenagem de entrada de ré (10). A
potência flui da engrenagem acionada pela roda-guia de ré (9) para a engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3) quando o
pacote de embreagem de ré (8) é engatado.

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O contraeixo (20) transfere a potência para as engrenagens da faixa de velocidade no eixo de saída (18). A engrenagem de
comando (21) aumenta a capacidade de movimento da máquina na quarta marcha a cerca de 40 km/h (25 mph). A potência é
transferida da engrenagem de entrada de avanço (2) ou da engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3). A engrenagem usada
depende do pacote de embreagem engatado.

O eixo de saída (18) conduz as engrenagens da faixa de velocidade (12), (14), (15) e (17) e os conjuntos do sincronizador (13) e
(16). Todas as engrenagens da faixa de velocidade giram nos rolamentos da gaiola de rolos (11).

Ilustração 2 g01520897
Conjunto do Sincronizador

(23) Cubo

(24) Garfo do câmbio

(25) Colar deslizante

(26) Cone

(27) Pino dividido

(28) Pino bloqueador

A montagem do sincronizador consiste em dois cones internos do sincronizador (26). O cones são instalados no colar deslizante
(25) por uma série de pinos bloqueadores alternados de alinhamento (28) e pinos divididos carregados na mola (27). O diâmetro
interno do colar deslizante (25) é emendado no eixo de saída (18). As engrenagens da faixa de velocidade apresentam emendas
correspondentes. Os cubos do sincronizador (23) são emendados às engrenagens da faixa de velocidade e giram com as
engrenagens da faixa de velocidade.

Quando garfo de câmbio (24) move o colar deslizante (25) para engatar uma marcha, o colar deslizante entra em contato com a
saliência dos pinos bloqueadores (28). A força exercida nos pinos bloqueadores faz o pino bloqueador empurrar o cone contra o
cubo. A montagem do colar deslizante (25) e o eixo de saída (18) estão girando à mesma rotação da marcha. Isso resulta em
sincronização.

Se houver uma carga de torção ou uma incorrespondência entre a engrenagem da faixa de velocidade e o eixo de saída, o ressalto
do pino bloqueador impedirá que o colar deslizante seja engatado. Quando as rotações estiverem sincronizadas e quando não
houver carga de torção nem lateral no pino bloqueador, o colar deslizante continuará a deslizar à medida que o garfo do câmbio se
mover.

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Os pinos partidos (27) se fecharão e o pino agirá como um mecanismo de travamento para manter colar deslizante (25) engatado
ao eixo de saída (18) .

A alavanca de câmbio de quatro marchas está no assoalho. O operador neutraliza a válvula de controle do solenoide da
transmissão, pressionando e mantendo pressionado o botão neutralizador na alavanca de câmbio. Isso mudará as marchas na
faixa de velocidade. A ativação do botão neutralizador libera uma embreagem de sentido e o botão coloca a transmissão em
NEUTRO. A partir de então, o operador pode selecionar qualquer velocidade na marcha, mesmo quando o veículo estiver se
movendo. Assim que a mudança de marchas estiver concluída, o botão neutralizador deve ser liberado. A mudança de marchas
está concluída e a embreagem de sentido é engatada novamente. A potência é enviada do eixo de saída ao eixo traseiro.

Somente uma montagem do sincronizador poderá ser engatada por vez.

Fluxos de Potência (Primeira ou Segunda Marcha Avante)

Ilustração 3 g01224674

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Fluxo de potência na primeira marcha avante

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

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Ilustração 4 g01224910

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Fluxo de potência na segunda marcha avante

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

Ilustração 5 g01520898

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Conjunto do Sincronizador

(23) Cubo

(24) Garfo do câmbio

(25) Colar deslizante

(26) Cone

(27) Pino dividido

(28) Pino bloqueador

A turbina do conversor de torque aciona a montagem do eixo de entrada (1). O operador move a alavanca do controle de sentido
que está instalada na coluna do volante, na posição de avanço. Isso engata a embreagem de avanço. A pressão do óleo é enviada
através do conjunto do eixo de entrada (1) ao pistão pressurizado da embreagem de avanço (5). O pacote de embreagem de
avanço (4) é engatado e envia a potência à engrenagem de entrada de avanço (2) .

A engrenagem de entrada de avanço (2) transmite a potência à engrenagem de comando (19), que gira o contraeixo (20), que está
constantemente engatado às engrenagens da faixa de velocidade. O botão neutralizador localizado na alavanca de câmbio deverá
ser ativado para neutralizar a válvula de controle do solenoide da transmissão. Isso engata a primeira marcha (12) ou a segunda
marcha (14) ao eixo de saída (18). A ativação do botão neutralizador libera uma embreagem de sentido e o botão coloca a
transmissão em NEUTRO. A alavanca de câmbio agora pode ser movida para a primeira marcha ou para a segunda marcha. O
garfo do câmbio (24) desliza o colar do sincronizador (25) para a direita de modo que a primeira marcha (12) é engatada ao eixo de
saída (18). Além disso, o garfo do câmbio (24) pode deslizar o colar sincronizado (25) para a esquerda de forma que a segunda
marcha (14) é engatada ao eixo de saída (18) .

Se não houver nenhuma carga de torção ou incorrespondência de velocidades entre a marcha e o eixo de saída, a montagem do
sincronizador (13) engatará a marcha ao eixo de saída. Assim que a mudança de marchas estiver concluída, o botão neutralizador
deve ser liberado. A mudança de marchas está concluída e a embreagem de sentido é engatada novamente. A potência é enviada
do eixo de saída ao eixo traseiro.

Fluxos de Potência (Terceira ou Quarta Marcha Avante)

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Ilustração 6 g01224742

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Fluxo de potência na terceira marcha avante

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

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Ilustração 7 g01520927

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Fluxo de potência na terceira marcha avante

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

Ilustração 8 g01520924

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Conjunto do Sincronizador

(23) Cubo

(24) Garfo do câmbio

(25) Colar deslizante

(26) Cone

(27) Pino dividido

(28) Pino bloqueador

A turbina do conversor de torque aciona a montagem do eixo de entrada (1). O operador move a alavanca do controle de sentido
que está instalada na coluna do volante, na posição de avanço. Isso engata a embreagem de avanço. A pressão do óleo é enviada
através do conjunto do eixo de entrada (1) ao pistão pressurizado da embreagem de avanço (4). O pacote de embreagem de
avanço (4) é engatado e envia a potência à engrenagem de entrada de avanço (2) .

A engrenagem de entrada de avanço (2) transmite a potência às engrenagens de comando (21) e (19), que giram o contraeixo
(20), que está constantemente engatado às engrenagens da faixa de velocidade. O botão neutralizador localizado na alavanca de
câmbio deverá ser ativado para neutralizar a válvula de controle do solenoide da transmissão. Isso engata a terceira marcha (15)
ou a quarta marcha (17) ao eixo de saída (18). A ativação do botão neutralizador libera uma embreagem de sentido e o botão
coloca a transmissão em NEUTRO. A alavanca de câmbio agora pode ser movida para a terceira marcha ou para a quarta marcha.
O garfo do câmbio (24) desliza o colar do sincronizador (25) para a direita de modo que a terceira marcha (15) é engatada ao eixo
de saída (18). Além disso, o garfo do câmbio (24) pode deslizar o colar sincronizado (25) para a esquerda de forma que a quarta
marcha (17) é engatada ao eixo de saída (18) .

Fluxos de Potência (Primeira ou Segunda Marcha a Ré)

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Ilustração 9 g01224758

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Fluxo de Potência na primeira marcha a ré

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

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Ilustração 10 g01225227

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Fluxo de potência na segunda marcha a ré

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

Ilustração 11 g01520925

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Conjunto do Sincronizador

(23) Cubo

(24) Garfo do câmbio

(25) Colar deslizante

(26) Cone

(27) Pino dividido

(28) Pino bloqueador

A turbina do conversor de torque aciona a montagem do eixo de entrada (1). O operador move a alavanca do controle de sentido
que está instalada na coluna do volante, na posição de ré. Isso engata a embreagem de ré. A pressão do óleo é enviada através
do conjunto do eixo de entrada (1) ao pistão pressurizado da embreagem de ré (7). O pacote de embreagem de ré (8) é engatado
e envia a potência à engrenagem de entrada de ré.

A engrenagem de entrada de ré (10) transmite a potência à engrenagem acionada pela roda-guia de ré (9) que gira o eixo da roda-
guia de ré (6) e a engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3). A engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3) transmite a
potência à engrenagens de comando (21) e à engrenagem de comando de avanço (19), que giram o contraeixo (20), que está
constantemente engatado às engrenagens da faixa de velocidade. O contraieixo girará no sentido de ré.

O contraeixo está em contato constante com as engrenagens da faixa de velocidade que estão instaladas no eixo de saída (18). O
botão neutralizador localizado na alavanca de câmbio deverá ser ativado para neutralizar a válvula de controle do solenoide da
transmissão. Isso engata a primeira marcha (12) ou a segunda marcha (14) ao eixo de saída (18). A ativação do botão
neutralizador libera uma embreagem de sentido e o botão coloca a transmissão em NEUTRO. A alavanca de câmbio agora pode
ser movida para a primeira marcha ou para a segunda marcha. O garfo do câmbio (24) desliza o colar do sincronizador (25) para a
direita de modo que a primeira marcha (12) é engatada ao eixo de saída (18). Além disso, o garfo do câmbio (24) pode deslizar o
colar sincronizado para a esquerda de forma que a segunda marcha (14) é engatada ao eixo de saída (18) .

Se não houver nenhuma carga de torção ou incorrespondência de velocidades entre a marcha e o eixo de saída, a montagem do
sincronizador (13) engatará a marcha ao eixo de saída. Assim que a mudança de marchas estiver concluída, o botão neutralizador
deve ser liberado. A mudança de marchas está concluída e a embreagem de sentido é engatada novamente. A potência é enviada
do eixo de saída ao eixo traseiro.

Fluxos de Potência (Terceira ou Quarta Marcha à Ré)

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Ilustração 12 g01224964
Fluxo de potência na terceira marcha à ré

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Ilustração 13 g01520929

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Fluxo de potência na quarta marcha à ré

(1) Conjunto do eixo de entrada

(2) Engrenagem de entrada de avanço

(3) Engrenagem de entrada da roda-guia de ré

(4) Pacote de embreagem de avanço

(5) Pistão da embreagem de avanço

(6) Eixo da roda-guia de ré

(7) Pistão da embreagem de ré

(8) Pacote de embreagem de ré

(9) Engrenagem acionada pela roda-guia de ré

(10) Engrenagem de entrada de ré

(11) Rolamentos da gaiola de rolos

(12) Engrenagem da primeira marcha

(13) Montagem do sincronizador da primeira e da segunda marchas

(14) Engrenagem da segunda marcha

(15) Engrenagem da terceira marcha

(16) Montagem do sincronizador da terceira e da quarta marchas

(17) Engrenagem da quarta marcha

(18) Eixo de saída

(19) Engrenagem de comando de avanço

(20) Contraeixo

(21) Engrenagem de comando

(22) Bomba do eixo de comando do implemento

Ilustração 14 g01520926

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Conjunto do Sincronizador

(23) Cubo

(24) Garfo do câmbio

(25) Colar deslizante

(26) Cone

(27) Pino dividido

(28) Pino bloqueador

A turbina do conversor de torque aciona a montagem do eixo de entrada (1). O operador move a alavanca do controle de sentido
que está instalada na coluna do volante, na posição de ré. Isso engata a embreagem de ré. A pressão do óleo é enviada através
do conjunto do eixo de entrada (1) ao pistão pressurizado da embreagem de ré (7). O pacote de embreagem de ré (8) é engatado
e envia a potência à engrenagem de entrada de ré (10) .

A engrenagem de entrada de ré (10) transmite a potência à engrenagem acionada pela roda-guia de ré (9) que gira o eixo da roda-
guia de ré (6) e a engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3). A engrenagem de entrada da roda-guia de ré (3) transmite a
potência às engrenagens de comando (21) e (19), que giram o contraeixo (20), que está constantemente engatado às
engrenagens da faixa de velocidade. O contraieixo girará no sentido de ré.

O contraeixo está em contato constante com as engrenagens da faixa de velocidade que estão instaladas no eixo de saída (18). O
botão neutralizador localizado na alavanca de câmbio deverá ser ativado para neutralizar a válvula de controle do solenoide da
transmissão. Isso engata a terceira marcha (15) ou a quarta marcha (17) ao eixo de saída (18). A ativação do botão neutralizador
libera uma embreagem de sentido e o botão coloca a transmissão em NEUTRO. A alavanca de câmbio agora pode ser movida
para a primeira marcha ou para a segunda marcha. O garfo do câmbio (24) desliza o colar do sincronizador (25) para a direita de
modo que a terceira marcha (14) é engatada ao eixo de saída (18). Além disso, o garfo do câmbio (24) pode deslizar o colar
sincronizado para a esquerda de forma que a quarta marcha (17) é engatada ao eixo de saída (18) .

Se não houver nenhuma carga de torção ou incorrespondência de velocidades entre a marcha e o eixo de saída, a montagem do
sincronizador (16) engatará a marcha ao eixo de saída. Assim que a mudança de marchas estiver concluída, o botão neutralizador
deve ser liberado. A mudança de marchas está concluída e a embreagem de sentido é engatada novamente. A potência é enviada
do eixo de saída ao eixo traseiro.

Absorção de Impactos (se equipada)

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Ilustração 15 g01225030

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Ilustração 16 g01520933
(30) Sensor de rotação

O sensor de rotação (30) da absorção de impactos monitora a rotação do eixo de saída. A engrenagem (29) é usada pelo sensor
de rotação (30) para determinar a velocidade de eixo de saída (18). A engrenagem (29) também pode ser uma roda em vez de
uma engrenagem.

PSP-0002FC6F
2021/07/23
13:31:11-03:00
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2007/05/04 Controle de transmissão (RENR6474)

SMCS - 3030,3060,3065 i02759369


A válvula solenóide de controle da transmissão é instalada na parte superior da caixa da transmissão. A válvula solenóide de controle da
transmissão controla as funções AVANÇAR, REVERSO e NEUTRO da transmissão.

A válvula solenóide de controle direciona o óleo pressurizado para o pacote da embreagem de avanço ou reverso. Na posição NEUTRA, a
pressão da embreagem é descarregada de volta para a caixa de transmissão. O solenóide reverso da válvula solenóide de controle para a
transmissão é eletricamente conectado com o interruptor de alarme de backup. O interruptor de alarme de backup ativa o alarme de backup.

Illustration 1 g01217804
Transmission neutral lock (If equipped)

Illustration 2 g00758104
Neutralizer controls (If equipped)

The neutralizer switch is located on either the left side of the dash or the loader control lever. The neutral lock switch on the left side of the dash
disables all transmission solenoids. The neutralizer switch that is located on the loader control lever disengages the direction control solenoids.

If the vehicle is turned off, and the direction control lever is left in the FORWARD position or the REVERSE position, the vehicle will not be able to
start until the direction control lever is returned to the NEUTRAL position.

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Illustration 3 g00758121
Direction control lever

The solenoids that are located in the solenoid control valve are electronically actuated. The solenoids are actuated by the direction control lever
that is on the steering wheel column.

When the solenoid control valve is de-energized, the centering springs center the spool, which blocks the oil flow from the transmission pump.
The oil pressure in the direction clutch decreases and the direction clutch disengages when oil flow to the transmission is blocked. When the
transmission solenoid is energized, the oil passages to the transmission are opened. The energized solenoid permits the filling of one of the
direction clutches. The energized solenoids also allow the pressure to build up in the transmission.

All Wheel Drive (If equipped)


The all wheel drive attachment will improve mobility and overall performance of the loader in conditions of poor traction.

Illustration 4 g01217851
All wheel drive switch (if equipped)

The front drive axle may be engaged at any time by activating the all wheel drive switch on the left side of the front console. This switch may be
activated when the vehicle is stopped or while the vehicle is moving. The following components are required with the all wheel drive attachment:
all wheel drive switch, all wheel drive solenoid valve, transmission for the all wheel drive, clutch pack for the all wheel drive that is on the output
shaft for the all wheel drive, a steerable front drive axle and front drive shaft with a guard. The front drive shaft connects the output shaft for the
all wheel drive with the steerable front drive axle.

Transmission Operation

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Illustration 5 g01298487

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The transmission hydraulic system in NEUTRAL

(1) Oil filter with bypass

(2) Clutch pack for the all wheel drive (If equipped)

(3) Pressure tap on the clutch pack for all wheel drive (If equipped)

(4) Solenóide de tração em todas as rodas (se equipado)

(5) Válvula de alívio do sistema

(6) Válvula solenóide de transmissão

(7) Pacote de embreagem reversa

(8) Torneira de pressão para embreagem reversa

(9) Torneira de pressão para embreagem dianteira

(10) Pacote de embreagem dianteira

(11) Torneira de pressão para entrada do conversor de torque

(12) Válvula de alívio de entrada para conversor de torque

(13) Conversor de torque

(14) Sensor de temperatura para saída do conversor de torque

(15) Resfriador de óleo

(16) Torneira de pressão para lubrificação e resfriamento

(17) Sistema de lubrificação da transmissão

(18) Reservatório de óleo

(19) Tela de sucção

(20) Bomba de óleo

(21) Torneira de pressão para bomba

(22) Torneira de pressão para pressão regulada

(23) Válvula de alívio modulante

Quando o motor está funcionando, a bomba de óleo (20) puxa o óleo do reservatório (18) através da tela de sucção (19) para a bomba. A
bomba de óleo envia o óleo através do filtro (1) e para a válvula solenóide de controle da transmissão (6).

Com a alavanca de controle de direção na posição NEUTRO, o fluxo de óleo é bloqueado pela válvula solenóide de controle. Nem o pacote de
embreagem de avanço nem o pacote de embreagem de ré podem ser pressurizados. As passagens para o óleo da embreagem são abertas
para o dreno.

Isso permite que o óleo que não é necessário ao circuito de transmissão flua através da válvula de alívio do sistema para o conversor de torque.

A válvula de alívio de entrada do conversor de torque (12) controla a pressão máxima para o conversor de torque a fim de evitar danos durante
partidas a frio. A pressão do conversor de torque é mantida no conversor de torque pelas restrições criadas pelo resfriador de óleo e as linhas
de óleo que estão deixando o conversor de torque.

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Ilustração 6 g01217851
Interruptor de tração em todas as rodas (se equipado)

Com o interruptor de tração em todas as rodas na posição OFF, o óleo é bloqueado pela válvula solenóide de tração em todas as rodas (4). O
óleo do pacote de embreagem para a tração em todas as rodas é então conectado ao dreno.

Quando a chave de tração em todas as rodas está na posição LIGADA, o solenóide de tração em todas as rodas é energizado. Quando o
solenóide de tração integral é energizado, o óleo pressurizado é direcionado ao pacote da embreagem para a tração integral (2).

Com o interruptor de tração integral na posição ALL WHEEL DRIVE BRAKING, o óleo flui para o pacote da embreagem para tração integral (2).
O óleo é então bloqueado pela válvula solenóide de tração em todas as rodas até que ambos os pedais do freio sejam acionados. Quando os
dois pedais do freio são acionados, o solenóide de tração integral será energizado. Com um solenóide de tração em todas as rodas energizado,
uma passagem será aberta a fim de fornecer uma passagem de óleo para o pacote de embreagem (5).

Execute o motor (para frente)

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Illustration 7 g01298581

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The transmission hydraulic system in FORWARD

(1) Oil filter with bypass

(2) Clutch pack for the all wheel drive (If equipped)

(3) Pressure tap on the clutch pack for all wheel drive (If equipped)

(4) All wheel drive solenoid (If equipped)

(5) System relief valve

(6) Transmission solenoid valve

(7) Reverse clutch pack

(8) Pressure tap for reverse clutch

(9) Pressure tap for forward clutch

(10) Forward clutch pack

(11) Pressure tap for torque converter inlet

(12) Inlet relief valve for torque converter

(13) Torque converter

(14) Temperature sensor for torque converter outlet

(15) Oil Cooler

(16) Pressure tap for lubrication and cooling

(17) Transmission lubrication system

(18) Oil reservoir

(19) Suction screen

(20) Oil pump

(21) Pressure tap for pump

(22) Torneira de pressão para pressão regulada

(23) Válvula de alívio modulante

Quando a alavanca de controle de direção na coluna do volante é movida para a posição AVANÇAR, o solenóide de avanço da válvula
solenóide (6) é eletricamente ativado. A ativação elétrica do solenóide de avanço substitui a mola de centragem. O carretel então se moverá. O
óleo pressurizado poderá fluir para o pacote da embreagem dianteira (10).

Um orifício dentro da válvula solenóide de controle estabelece um fluxo e pressão constantes de óleo para o pacote da embreagem dianteira.
Isso permite que o óleo que não é necessário para o circuito de transmissão flua para o conversor de torque.

A posição FORWARD direciona o óleo para o pacote da embreagem dianteira. A passagem do óleo da embreagem reversa está aberta para o
dreno. O óleo enche o pacote da embreagem dianteira. O óleo pressurizado engatará o pacote da embreagem dianteira.

Quando o pacote da embreagem dianteira obtém a pressão máxima do sistema, a válvula de alívio (5) se abre. A válvula de alívio ajuda a
manter a pressão máxima do sistema para o pacote da embreagem dianteira.

Quando a válvula de alívio (5) é fechada, um orifício de desvio dentro da válvula de alívio ainda permite o fluxo de óleo para o conversor de
torque em baixa rotação para fins de lubrificação e resfriamento.

Execute o motor (reverso)

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Illustration 8 g01298590

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The transmission hydraulic system in REVERSE

(1) Oil filter with bypass

(2) Clutch pack for the all wheel drive (If equipped)

(3) Pressure tap on the clutch pack for all wheel drive (If equipped)

(4) All wheel drive solenoid (If equipped)

(5) System relief valve

(6) Transmission solenoid valve

(7) Reverse clutch pack

(8) Torneira de pressão para embreagem reversa

(9) Torneira de pressão para embreagem dianteira

(10) Pacote de embreagem dianteira

(11) Torneira de pressão para entrada do conversor de torque

(12) Válvula de alívio de entrada para conversor de torque

(13) Conversor de torque

(14) Sensor de temperatura para saída do conversor de torque

(15) Resfriador de óleo

(16) Torneira de pressão para lubrificação e resfriamento

(17) Sistema de lubrificação da transmissão

(18) Reservatório de óleo

(19) Tela de sucção

(20) Bomba de óleo

(21) Torneira de pressão para bomba

(22) Torneira de pressão para pressão regulada

(23) Válvula de alívio modulante

Quando a alavanca de controle de direção na coluna do volante é movida para a posição REVERSE, o solenóide reverso da válvula solenóide
(6) é eletricamente ativado. A ativação elétrica do solenóide reverso substitui a mola de centralização. O carretel então se moverá. O óleo
pressurizado poderá fluir para o pacote da embreagem de ré (7).

Um orifício dentro da válvula solenóide de controle estabelece um fluxo e pressão constantes de óleo para o pacote da embreagem reversa.
Isso permite que o óleo que não é necessário para o circuito de transmissão flua para o conversor de torque.

A posição REVERSE direciona o óleo para o pacote de embreagem de ré. A passagem de óleo da embreagem dianteira está aberta para o
dreno. O óleo enche o pacote da embreagem de ré. O óleo pressurizado engatará o pacote de embreagem de ré.

Quando o pacote da embreagem de ré obtém a pressão máxima do sistema, a válvula de alívio (5) se abre. A válvula de alívio ajuda a manter a
pressão máxima do sistema para o pacote da embreagem reversa.

Quando a válvula de alívio (5) é fechada, um orifício de desvio dentro da válvula de alívio ainda permite o fluxo de óleo para o conversor de
torque em baixa rotação para fins de lubrificação e resfriamento.

PSP-0002FC6F
2021/07/23
14: 18: 03-03: 00
i02437286
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2011/12/14 Motor de viagem (KENR6554)

SMCS - 79PC i04688389

Illustration 1 g02798324

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Motor de viagens
(1) Corpo
(2) Primavera
(3) Pistão de freio
(4) Placa Separadora
(5) Placa de Fricção
(6) Barril
(7) Pistão
(8) Retentor
(9) Chinelo
(10) Pistão
(11) Primavera
(12) Passagem
(13) Passagem
(14) Placa de válvula
(15) Válvula Piloto de Freio
(16) Orifício
(17) Placa de came
(18) Guia
(19) Eixo
(20) Pistão
(21) Primavera
(22) Porta do piloto (mudança de velocidade)
(23) Porta de drenagem
(24) Porto
(25) Porto
(26) Válvula de mudança de deslocamento
(27) Plug
(28) Primavera
(29) Bobina
(30) Plug
(31) Passagem
(32) Passagem
(33) Passagem
O motor de deslocamento pode ser dividido nos três grupos a seguir:

1. O grupo rotativo é composto pelos seguintes componentes: tambor (6), eixo (19), pistões (7), sapatilhas (9), placa retentora (8) e guia (18).

2. O grupo do freio de estacionamento é composto pelos seguintes componentes: molas (2), válvula piloto do freio (15), pistão do freio (3),
orifício (16), placa de fricção (5) e placa separadora (4).

3. O grupo de mudança de deslocamento consiste nos seguintes componentes: mola (11) e (21), pistão (10) e (20) e válvula de mudança de
deslocamento (26).

As portas de abastecimento e de retorno dependem da direção do percurso. Se o óleo da bomba for fornecido pela porta (24) do motor de
deslocamento, o óleo retorna pela porta (25). Se o óleo da bomba for fornecido através da porta (25) do motor de deslocamento, o óleo retorna
pela porta (24).

O óleo de drenagem da caixa que vazou das superfícies deslizantes e folgas retorna para o tanque hidráulico através da porta de drenagem
(23) do corpo (1).

O óleo de abastecimento da bomba da bomba direita vai para o motor de deslocamento esquerdo através da porta (24) durante o deslocamento
para a frente. O óleo da porta (24) passa pela passagem (31) no corpo (1) para a passagem (13) da placa da válvula (14). Agora, o óleo da
bomba passa pela passagem (12) do barril (6) e o óleo força o pistão (7) para a esquerda.

Ilustração 2 g02783586

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Passagem do motor (vista lateral da cabeça)


(A) Top center
(B) Lado de entrada (alta pressão)
(C) Centro inferior
(D) Lado de saída (baixa pressão)
(12) Passagem (barril)
(13) Passagem (placa da válvula)
(34) Passagem (placa da válvula)
(35) Passagem (barril)

Slipper (9) é acoplado ao pistão. O deslizador desliza na superfície da placa de came (17) do centro superior para o centro inferior e o chinelo
gira com o tambor (6). O óleo de pressão é descarregado através da passagem (25) do pistão. Em seguida, o óleo passa pela passagem (35)
da placa da válvula (14).

O eixo (19) é estriado no cano. O eixo e o cilindro giram no sentido anti-horário para deslocamento para a frente.

Na posição REVERSE TRAVEL, a porta (24) funciona como uma porta de retorno de óleo e a porta (25) funciona como uma porta de
abastecimento. O motor de deslocamento esquerdo gira no sentido horário.

Como o motor de deslocamento direito recebe óleo da bomba esquerda através da porta (25), o motor de deslocamento direito gira no sentido
horário para deslocamento para a frente. O óleo da bomba esquerda através da porta (24) gira o motor no sentido anti-horário para
deslocamento reverso.

CBA4121-UP, DKD1-UP, DLP1-UP, ECN1-UP, GAC1-UP, GMD1-UP, HCW1-UP, HJX1-UP, JBC1-UP, KCD1-UP, KES1-UP, KLE1-UP, KXD1- UP,
LRK1-UP, MGJ1-UP, MJD1-UP, MPP1-UP, PHH1-UP, PLD1-UP, PZL1-UP, RAF1-10075, RHL1-UP, RKF1-UP, RXZ1-UP, SKA1-UP, TDY1-11033,
TGY1-UP, TJY1-UP, WEY1-UP, WHJ1-UP, WPK1-UP, XGK1-UP, YCW1-UP, ZJT1-UP

PSP-0002FC6F
2021/07/23
14:22:12-03:00
i02815109
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2011/11/29 Freio de estacionamento de viagem (KENR6554)

SMCS - 4267 i04629461


O freio de estacionamento de deslocamento está embutido no motor de deslocamento. Quando a entrega de óleo da bomba flui para o motor de
deslocamento, o freio de estacionamento é liberado e o motor de deslocamento começa a girar. Quando nenhuma entrega de óleo flui para o
motor de deslocamento, a rotação do motor de deslocamento para e o freio de estacionamento de deslocamento é acionado. Para obter mais
informações sobre a operação do motor de deslocamento, consulte Operação de sistemas, "Motor de deslocamento".

Ilustração 1 g02771056
Freio de estacionamento (seção transversal)
(1) Primavera
(2) Pistão de freio
(3) Placa separadora
(4) Placa de fricção
(5) Barril
(6) Passagem
(7) Passagem
(8) Eixo
(9) Câmara do pistão
(10) Passagem
(11) Corpo
(12) Orifício
(13) Válvula piloto do freio
(14) Passagem
(15) Primavera
(16) Retentor
(17) Porto
(18) Válvula
(19) Orifício

As placas separadoras (3) são estriadas na carcaça do motor (11). As placas de fricção (4) são estriadas no cilindro (5).

Quando nenhum óleo da bomba é fornecido ao motor de deslocamento, o pistão do freio (2) é forçado para a esquerda pela força da mola (1).

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O óleo na câmara do pistão (9) flui através da passagem (10), orifício (12) e passagem (14). O óleo flui do orifício (12) para a porta de drenagem
da caixa do motor. Quando o pistão do freio (9) se move para a direita, as placas separadoras (3) e as placas de fricção (4) são forçadas contra
o alojamento (11) pela força da mola (1). A rotação do tambor (5) e a rotação do eixo (8) param e o freio de estacionamento é acionado.

O orifício (12) na válvula (13) restringe o fluxo de óleo da câmara do pistão (9). A restrição do fluxo de óleo de retorno atrasa a aplicação do freio
de estacionamento. O freio de estacionamento é atrasado para dar tempo à máquina para parar. Pode ocorrer desgaste anterior e / ou danos à
máquina se ela permanecer em movimento.

Antes da operação do motor de deslocamento, uma parte do óleo sob pressão flui através da passagem (6). Em seguida, o óleo flui pela
passagem (7) e abre a válvula piloto do freio (13). O óleo então flui pela passagem (10) e flui para a câmara do pistão (9). O pistão do freio (2) é
movido para a esquerda contra a força da mola (1). A placa separadora (3) e a placa de fricção (4) são liberadas, permitindo que o cilindro (5) e
o eixo do motor (8) girem.

BRW1-UP, CBA4121-UP, CLA1-UP, DDW1-UP, DGF1-UP, DKD1-UP, DLP1-UP, DWR1-UP, EAB1-UP, ECN1-UP, FAB1-UP, FAP1-UP,
FEB10001- UP, GAC1-UP, GAJ1-UP, GAP1-UP, GMD1-UP, GWN1-UP, HCW1-UP, HJX1-UP, JBC1-UP, KCD1-UP, KES1-UP, KLE1-UP, KXD1-
UP, LCY10001-UP, LKA1-UP, LRK1-UP, MDW1-UP, MES10001-10127, MGJ1-UP, MJD1-UP, MPP1-UP, MTM1-UP, PHH1-UP, PLD1-UP, PNJ1-
UP, PZL1- UP, RAF1-10075, RDE10001-UP, RHL1-UP, RKF1-UP, RKN1-UP, RNL1-UP, RXZ1-UP, SKA1-UP, SYG1-UP, TDY1-11033, TGY1-UP,
TJY1-UP, WEY1-UP, WHJ1-UP, WPK1-UP, XGK1-UP, YCW1-UP, ZAA1-UP, ZJT1-UP

PSP-0002FC6F
2021/07/23
14:25:12-03:00
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2011/11/29 Final Drive (KENR6554)

SMCS - 4050 i04623849

Illustration 1 g02768336
Final drive
(1) Gear housing
(2) Ball bearing
(3) Travel motor
(4) Sun gear (first stage)
(5) Planetary carrier (first stage)
(6) Roller bearing
(7) Planetary gears (first stage)
(8) Sun gear (second stage)
(9) Planetary gears (second stage)
(10) Travel motor output shaft
(11) Motor housing
The final drive reduces the rotational speed of travel motor (3). Travel motor output shaft (10) is splined to first stage sun gear (4) of the final
drive.

A unidade final consiste em dois grupos. O primeiro grupo é formado pelos dois estágios das engrenagens planetárias. O segundo grupo é o
grupo de saída.

Os dois estágios das engrenagens planetárias contêm os seguintes componentes:

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Os componentes da redução do primeiro estágio são o suporte planetário (5), a caixa de engrenagens (1), as engrenagens planetárias (7)
e a engrenagem solar (4).

Os componentes da redução do segundo estágio são a engrenagem solar (8), o suporte planetário, as engrenagens planetárias (9) e a
caixa de engrenagens (1).

O grupo de saída tem a seguinte estrutura: A caixa de engrenagens (1) tem uma coroa na circunferência interna. As engrenagens planetárias
(7) e as engrenagens planetárias (9) engatam a coroa. A caixa de engrenagens (1) e a tampa são fixadas com parafusos. A caixa de
engrenagens (1) e a tampa são mantidas em posição por rolamentos (2). A rotação da caixa de engrenagens (1) desenvolve o torque de saída
que é usado para acionar a esteira.

As engrenagens planetárias reduzem a velocidade de deslocamento. A velocidade de deslocamento é reduzida pela relação entre os dentes da
engrenagem solar e da coroa. O mecanismo de deslocamento compacto oferece uma taxa de redução maior quando a engrenagem solar é
incorporada na coroa.

Operação de engrenagem planetária


A engrenagem solar (4) é estriada no eixo de saída (10). A rotação do eixo de saída do motor de deslocamento (10) é transferida para a
engrenagem solar (4). A engrenagem solar (4) gira no sentido horário. O conjunto da unidade de deslocamento opera da seguinte maneira.

Illustration 2 g02789363
First stage reduction group
(1) Gear housing
(4) Sun gear
(5) Planetary carrier
(6) Roller bearing
(7) Planetary gear
(13) Direction of motion

A engrenagem solar (4) engata com as engrenagens planetárias (7) no grupo de redução do primeiro estágio. As engrenagens planetárias (7)
giram no sentido anti-horário enquanto a engrenagem solar (4) gira no sentido horário. As engrenagens planetárias (7) também engatam na
coroa da caixa de engrenagens (1). As engrenagens planetárias (7) avançam no sentido horário ao redor dos dentes da coroa. As engrenagens
planetárias (7) são montadas no suporte planetário (5) por eixos planetários e rolamentos de rolos (6). O conjunto do suporte planetário (5),
engrenagens planetárias (7), eixos planetários e rolamentos de rolos (6) gira no sentido horário.

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Ilustração 3 g02791484
Splines em engajamento
(5) Portador planetário (primeiro estágio)
(8) Engrenagem solar (segundo estágio)
(14) Estrias no engate

A rotação do portador planetário (5) é transferida para a engrenagem solar (8) do segundo estágio. As estrias do suporte planetário (5) se
engrenam com os dentes da engrenagem solar (8). A engrenagem solar (8) gira no sentido horário.

No grupo de redução do segundo estágio, as engrenagens planetárias do segundo estágio (9) são mantidas no lugar pela carcaça do motor (11)
por meio de parafusos. A carcaça do motor (11) é aparafusada à estrutura da trilha.

As engrenagens planetárias de segundo estágio não giram em torno da engrenagem solar. Em vez disso, as engrenagens planetárias de
segundo estágio fazem com que a caixa de engrenagens (1) gire no sentido anti-horário.

A roda dentada é aparafusada à caixa de engrenagens (1). O torque da engrenagem solar de segundo estágio (8) é transferido para o
alojamento (1). Essa ação faz com que a roda dentada gire no sentido anti-horário. A trilha certa gira na direção para frente.

BRW1-UP, BYJ1-UP, CBA4121-UP, CLA1-UP, DDW1-UP, DGF1-UP, DJE1-10000, DJE10001-UP, DKD1-UP, DLP1-UP, DWR1-UP, EAB1-UP,
ECN1- UP, FAB1-UP, FAP1-UP, FEB10001-UP, FKE1-UP, GAC1-UP, GAJ1-UP, GAP1-UP, GJD1-UP, GMD1-UP, GWN1-UP, HCW1-UP, HDK1-
UP, HJX1-UP, JBC1-UP, JFT1-UP, KCD1-UP, KCW1-UP, KES1-UP, KLE1-UP, KMK1-10000, KMK10001-UP, KXD1-UP, LCY10001-UP, LKA1-UP,
LKR1- UP, LRK1-UP, LZF1-UP, MDW1-UP, MES10001-UP, MGJ1-UP, MJD1-UP, MPP1-UP, MTM1-UP, NLG1-10000, NLG10001-UP, PDP1-UP,
PHH1-UP, PLD1-UP, PNJ1-UP, PRG1-10000, PRG10001-UP, PZL1-UP, RAF1-UP, RDE10001-UP, RDZ10500-UP, RHL1-UP, RKF1-UP, RKN1-
UP, RNL1-UP, RXZ1- UP, SBP1-UP, SKA1-UP, SSZ1-UP, STN10100-UP, SYG1-UP, TDY1-UP, TGY1-UP, TJY1-UP, TXN1-UP, WEY1-UP, WHJ1-
UP, WLN1-UP, WPK1-UP, XGK1-UP, XHR1-UP, YCW1-UP, ZAA1-UP, ZGS1-UP, ZJT1-UP

PSP-0002FC6F
2021/07/23
14:26:32-03:00
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Lagarta:
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2002/12/10 Engrenagens de transmissão e transferência (RENR4174)

SMCS - 3030.3159 i01821900

Ilustração 1 g00930229
Engrenagens de transferência
(1) Engrenagem de entrada
(2) Engrenagem de entrada dianteira
(3) Engrenagem de saída
(4) Engrenagem de saída
(5) Engrenagem de entrada reversa
(6) Marcha lenta
(7) Engrenagem de entrada planetária
A transmissão planetária tem oito velocidades à frente e oito à ré. A seleção de velocidade e direção é feita manualmente. A
transmissão é controlada hidraulicamente. A transmissão é acionada por um conjunto de engrenagens de transferência que são
giradas diretamente por um adaptador no volante do motor. As engrenagens de transferência têm duas embreagens giratórias.
Uma das embreagens de giro é a embreagem de avanço e a outra embreagem de giro é a embreagem de ré.

O adaptador no volante do motor gira a engrenagem de entrada (1). A engrenagem de entrada (1) gira contra a engrenagem de
entrada de avanço (2). O movimento gira a engrenagem de entrada reversa (5). Não há fluxo de força se as embreagens de
direção não estiverem engatadas. Quando a embreagem de avanço nº 1 é engatada, a engrenagem de saída (3) gira contra a
engrenagem intermediária (6). Isso gira a engrenagem de entrada planetária (7). Como a embreagem de ré não está engatada, a
engrenagem de saída (4) pode girar livremente com a engrenagem intermediária (6). Quando a embreagem de ré nº 2 está
engatada, a embreagem de avanço não está engatada. A engrenagem de saída (3) gira a engrenagem intermediária (6) que
aciona a engrenagem de entrada planetária (7) na direção oposta.

Transmissão Planetária

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Ilustração 2 g00930230

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Transmissão planetária
(8) No. 3 e No. 4 transportadora
(9) No. 3 clutch
(10) Engrenagem planetária
(11) Alojamento para embreagem No. 3
(12) No. 4 clutch
(13) Alojamento para embreagem No. 4
(14) Engrenagem planetária
(15) Alojamento para embreagem No. 5
(16) No. 5 clutch
(17) Alojamento para embreagem No. 6
(18) No. 6 clutch
(19) Alojamento para embreagem No. 7
(20) No. 7 clutch
(21) Habitação
(22) Embreagem do freio de estacionamento
(23) No. 8 clutch
(24) Gaiola
(25) Flange
(26) Engrenagem de anel para freio de estacionamento
(27) Eixo
(28) Engrenagem planetária
(29) Engrenagem de anel para embreagem No. 3
(30) Equipamento solar
(31) Engrenagem circular
(32) Operadora nº 5 e nº 6
(33) Engrenagem de anel para embreagem No. 5
(34) Equipamento solar
(35) Engrenagem planetária
(36) Engrenagem circular para embreagem nº 6
(37) Equipamento solar
(38) Engrenagem de anel para embreagem No. 7
(39) Engrenagem planetária
(40) No. 7 operadora
(41) Cubo para embreagem No. 8
(42) Habitação
A transmissão planetária possui cinco embreagens estacionárias. As embreagens estacionárias são as seguintes embreagens:
embreagem nº 3, embreagem nº 4, embreagem nº 5, embreagem nº 6 e embreagem nº 7. A transmissão planetária possui uma
embreagem giratória. A embreagem rotativa é a embreagem nº 8. A transmissão planetária também possui uma embreagem
estacionária para o freio de estacionamento. Duas das seis embreagens planetárias e uma da embreagem de direção devem ser
engatadas para cada velocidade.

Engrenagem Speed Clutches Embreagem dianteira Embreagem reversa


NEUTRO 3e8
PRIMEIRO 6e7 1 2
SEGUNDO 5e7 1 2
TERCEIRO 4e7 1 2
QUARTO 3e7 1 2
QUINTO 6e8 1 2
SEXTO 5e8 1 2
SÉTIMO 4e8 1 2
OITAVO 3e8 1 2

tabela 1

Primeira velocidade

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Ilustração 3 g00930232

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(8) No. 3 e No. 4 transportadora


(9) No. 3 clutch
(10) Engrenagem planetária
(11) Alojamento para embreagem No. 3
(12) No. 4 clutch
(13) Alojamento para embreagem No. 4
(14) Engrenagem planetária
(15) Alojamento para embreagem No. 5
(16) No. 5 clutch
(17) Alojamento para embreagem No. 6
(18) No. 6 clutch
(19) Alojamento para embreagem No. 7
(20) No. 7 clutch
(21) Habitação
(22) Embreagem do freio de estacionamento
(23) No. 8 clutch
(24) Gaiola
(25) Flange
(26) Engrenagem de anel para freio de estacionamento
(27) Eixo
(28) Engrenagem planetária
(29) Engrenagem de anel para embreagem No. 3
(30) Equipamento solar
(31) Engrenagem circular
(32) Operadora nº 5 e nº 6
(33) Engrenagem de anel para embreagem No. 5
(34) Equipamento solar
(35) Engrenagem planetária
(36) Engrenagem circular para embreagem nº 6
(37) Equipamento solar
(38) Engrenagem de anel para embreagem No. 7
(39) Engrenagem planetária
(40) No. 7 operadora
(41) Cubo para embreagem No. 8
(42) Habitação
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou a embreagem nº 2. A energia é então transferida das embreagens para o
suporte (8). As engrenagens planetárias (10) são giradas pelo suporte (8). As engrenagens planetárias são engatadas com a coroa
(31) para a embreagem nº 4 (12). A coroa gira. A embreagem nº 4 não está engatada, mas a coroa (31) está conectada ao suporte
(32) por uma ranhura. Como a embreagem nº 6 (18) está engatada, a coroa (36) é mantida. Engrenagens planetárias (35) forçam a
engrenagem solar (37) a girar o eixo (27).

Quando a engrenagem solar (37) gira o eixo (27), há resistência às engrenagens planetárias (35). Também há resistência ao
portador (32). A engrenagem anelar (31) é conectada ao portador (32). A engrenagem anelar (31) é resistida pelo transportador
(32). Engrenagens planetárias (10) forçam a engrenagem solar (30) a girar o eixo (27). A potência é dividida entre a engrenagem
solar (30) e a coroa (31).

O eixo (27) gira as engrenagens planetárias (39). A embreagem nº 7 (20) segura a coroa (38) e as engrenagens planetárias (39)
giram o suporte (40). O suporte nº 7 é conectado à engrenagem anelar (26). A engrenagem anelar (26) é conectada ao flange de
saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Segunda velocidade
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). A engrenagem solar (34) é conectada ao portador (8) por uma ranhura. A engrenagem solar (34) gira as
engrenagens planetárias (14). A embreagem nº 5 (16) segura a coroa (33). Engrenagens planetárias (14) forçam o portador (32) a
girar. O portador (32) é conectado à engrenagem anelar (31) por uma ranhura. A engrenagem anelar (31) gira na mesma direção
que o portador (8) em uma velocidade mais lenta. A diferença de velocidade entre o suporte (8) e a coroa (31) força as
engrenagens planetárias (10) a girar a engrenagem solar (30). A engrenagem solar (30) é conectada ao eixo (27).

O eixo (27) gira as engrenagens planetárias (39). A embreagem nº 7 (20) segura a coroa (38) e as engrenagens planetárias (39)
giram o suporte (40). O suporte nº 7 é conectado à engrenagem anelar (26). A engrenagem anelar (26) é conectada ao flange de
saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Terceira velocidade
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida das embreagens para o
suporte (8). A embreagem nº 4 (12) segura a coroa (31). Engrenagens planetárias (10) forçam a engrenagem solar (30) a girar o
eixo (27).

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O eixo (27) gira as engrenagens planetárias (39). A embreagem nº 7 (20) segura a coroa (38). Engrenagens planetárias (39)
forçam o portador nº 7 (40) a girar. O suporte nº 7 é conectado à engrenagem anelar (26). A engrenagem anelar (26) é conectada
ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Fourth Speed

Ilustração 4 g00930234

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Fluxo de potência na posição QUARTA ENGRENAGEM AVANÇADA


(8) No. 3 e No. 4 transportadora
(9) No. 3 clutch
(10) Engrenagem planetária
(11) Alojamento para embreagem No. 3
(12) No. 4 clutch
(13) Alojamento para embreagem No. 4
(14) Engrenagem planetária
(15) Alojamento para embreagem No. 5
(16) No. 5 clutch
(17) Alojamento para embreagem No. 6
(18) No. 6 clutch
(19) Alojamento para embreagem No. 7
(20) No. 7 clutch
(21) Habitação
(22) Embreagem do freio de estacionamento
(23) No. 8 clutch
(24) Gaiola
(25) Flange
(26) Engrenagem de anel para freio de estacionamento
(27) Eixo
(28) Engrenagem planetária
(29) Engrenagem de anel para embreagem No. 3
(30) Equipamento solar
(31) Engrenagem circular
(32) Operadora nº 5 e nº 6
(33) Engrenagem de anel para embreagem No. 5
(34) Equipamento solar
(35) Engrenagem planetária
(36) Engrenagem circular para embreagem nº 6
(37) Equipamento solar
(38) Engrenagem de anel para embreagem No. 7
(39) Engrenagem planetária
(40) No. 7 operadora
(41) Cubo para embreagem No. 8
(42) Habitação
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). A embreagem nº 3 (9) segura a coroa (29). Engrenagens planetárias (28) forçam o eixo (27) a girar.

O eixo (27) gira as engrenagens planetárias (39). A embreagem nº 7 (20) segura a coroa (38). Engrenagens planetárias (39)
forçam o portador nº 7 (40) a girar. O suporte nº 7 é conectado à engrenagem anelar (26). A engrenagem anelar (26) é conectada
ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Quinta velocidade
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). As engrenagens planetárias (10) giram a coroa (31). A engrenagem anelar (31) conecta-se ao transportador
(32) por uma ranhura. A embreagem nº 6 (18) segura a coroa (36). Engrenagens planetárias (35) forçam a engrenagem solar (37)
a girar o eixo (27).

Quando a engrenagem solar (37) gira o eixo (27), há resistência às engrenagens planetárias (35). Também há resistência ao
portador (32). A engrenagem anelar (31) é conectada ao portador (32). A engrenagem anelar (31) é resistida pelo transportador
(32). Engrenagens planetárias (10) forçam a engrenagem solar (30) a girar o eixo (27). A potência é dividida entre a engrenagem
solar (30) e a coroa (31).

O eixo (27) gira o cubo (41). A embreagem No. 8 força a engrenagem anelar (26) a girar com o cubo (41). A engrenagem anelar
(26) é conectada ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Sexta velocidade
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). A engrenagem solar (34) é conectada ao portador (8) por uma ranhura. A engrenagem solar (34) gira as
engrenagens planetárias (14). A embreagem nº 5 (16) segura a coroa (33). As engrenagens planetárias (14) forçam os portadores
5 e 6 (32) a girar. O transportador (32) se conecta à engrenagem anelar (31) por uma ranhura. A engrenagem anelar (31) gira na
mesma direção que o portador (8), mas em uma velocidade mais lenta. A diferença de velocidade entre o suporte (8) e a coroa
(31) força as engrenagens planetárias (10) a girar a engrenagem solar (30). A engrenagem solar (30) é conectada ao eixo (27).

O eixo (27) gira o cubo (41). A embreagem No. 8 força a engrenagem anelar (26) a girar com o cubo (41). A engrenagem anelar
(26) é conectada ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

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Sétima velocidade
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). A embreagem nº 4 (12) segura a coroa (31). Engrenagens planetárias (10) forçam a engrenagem solar (30) a
girar o eixo (27).

O eixo (27) gira o cubo (41). A embreagem nº 8 (23) força a engrenagem anelar (26) a girar com o cubo (41). A engrenagem anelar
(26) é conectada ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

Oitava velocidade

Illustration 5 g00930235

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Fluxo de potência na OITAVA MARCHA


(8) No. 3 e No. 4 transportadora
(9) No. 3 clutch
(10) Engrenagem planetária
(11) Alojamento para embreagem No. 3
(12) No. 4 clutch
(13) Alojamento para embreagem No. 4
(14) Engrenagem planetária
(15) Alojamento para embreagem No. 5
(16) No. 5 clutch
(17) Alojamento para embreagem No. 6
(18) No. 6 clutch
(19) Alojamento para embreagem No. 7
(20) No. 7 clutch
(21) Habitação
(22) Embreagem do freio de estacionamento
(23) No. 8 clutch
(24) Gaiola
(25) Flange
(26) Engrenagem de anel para freio de estacionamento
(27) Eixo
(28) Engrenagem planetária
(29) Engrenagem de anel para embreagem No. 3
(30) Equipamento solar
(31) Engrenagem circular
(32) Operadora nº 5 e nº 6
(33) Engrenagem de anel para embreagem No. 5
(34) Equipamento solar
(35) Engrenagem planetária
(36) Engrenagem circular para embreagem nº 6
(37) Equipamento solar
(38) Engrenagem de anel para embreagem No. 7
(39) Engrenagem planetária
(40) No. 7 operadora
(41) Cubo para embreagem No. 8
(42) Habitação
A potência é transferida para a embreagem nº 1 ou para a embreagem nº 2. A energia é então transferida da embreagem engatada
para o portador (8). A embreagem nº 3 (9) segura a coroa (31). Engrenagens planetárias (28) forçam o eixo (27) a girar.

O eixo (27) gira o cubo (41). A embreagem nº 8 (23) força a engrenagem anelar (26) a girar com o cubo (41). A engrenagem anelar
(26) é conectada ao flange de saída (25). O poder é enviado para o diferencial.

ASE1-UP, ATS1-UP

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