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QUEM É VOCE

QUANDO NINGUÉM ESTA OLHANDO?

Procuramos sempre agir de forma correta quando nosso nome e


nossa imagem estão em jogo. Mas quando ninguém esta olhando,
qual é a nossa atitude? De que maneira agimos? E aí entra a
questão do caráter: ser coerente mesmo quando isso parece não
trazer uma vantagem para nós.

Caráter, é o modo como agimos quando ninguém está olhando.


Caráter não é o que já fizemos, mas aquilo que somos.
A maior necessidade de nosso mundo hoje é de pessoas com
caráter. Se todos os mais de 6 bilhoes de habitantes tivessem
firmeza de caráter, não haveria guerras, fome, esfacelamento de
famílias, crimes ou pobreza.

Todos os dias temos de tomar decisões que revelam se somos


corajosos ou covardes. Temos de escolher entre algo que é certo
e algo que nos é mais conveniente.
Coragem para seguir em frente, coragem nos relacionamentos
(casamento, filhos, amigos).
Poderíamos analisar muitos tipos de coragem: a profissional, a
moral, a coragem para enfrentar situaçoes difíceis. Que medida
de coragem precisamos para agir corretamente no mercado de
trabalho? Que tipo de coragem é necessário para sermos
honestos? Não queremos desagradar nossos clientes, então
dizemos: A encomenda chegará na segunda, quando sabemos
que só sairá do fornecedor na quarta.
Toda vez que encaramos o medo e o vencemos, crescemos um
pouco mais. Crescemos em coragem a medida que permitimos
que nossa mente seja transformada. É preciso ter coragem para
vivermos dignamente e edificarmos relacionamentos sólidos com
a esposa, os filhos e os amigos. É necessário coragem para
ampliar um negócio, mudar de curso na universidade ou
começar uma nova carreira.

DISCIPLINA

Há pessoas que parecem bem sucedidas em tudo que fazem. São


vitoriosas na profissão. Gozam de um bom relacionamento com
os familiares. Acham-se envolvidos nas atividades da igreja e da
comunidade. E ainda mantém uma boa forma física. Quando nos
aproximamos de gente assim, tentamos descobrir que quase
todas possuem uma qualidade fundamental – a disciplina.
Por outro lado, há aqueles que colecionam uma vergonhosa
gama de catástrofes e fracassos. Se lhes perguntarmos a razão e
eles forem sinceros, provavelmente farão uma avaliação honesta
do porque dessas situações:
“ Sabe como é, fui deixando as coisas fugirem ao meu controle”.
“ Deixei de fazer as minhas tarefas”.
“ Deixei de cumprir as ordens”.
“ Não cuidei da minha loja como devia”.
“ Continuei freqüentando o bar”.
“ Parei com as vendas”.
“ Não fui perseverante”.
“ Não cuidei de mim mesmo”.
“ Não dediquei tempo suficiente a minha família”.
“ Achei que os problemas se resolveriam por si mesmos”.
TER DISCIPLINA É RETARDAR A AUTO-
SATISFAÇÃO.

“Retardar a auto-satisfação é um modo de programar o


sofrimento e os prazeres da vida, de forma a acentuar o
prazer. Implica começar encarando a dor, para depois
vivenciá-la e, por fim, ultrapassá-la”.

Programa-se propositadamente a parte mais difícil


primeiro, crendo que uma fase muito mais interessante esta
a caminho. ( trabalho, criação de filho, etc)

Sem sacrifícios não há ganhos

Tomar decisóes conscientes de renunciar a certas delicias


da culinária, porque quer ter satisfação na hora em que
sobe na balança.
Tomar a decisão consciente de não gastar dinheiro com algo
que gostaríamos muito de ter, é incomodo e desagradável.
Contudo, quando a poupança dá juros e nosso investimento
aumenta, dizemos: “Tomei a decisão certa”.

Se nos lembrarmos das palavras “retardar a auto-


satisfaçao”, será fácil entender a disciplina.

Tomar decisão antecipadamente, mesmo que eu reclame,


mas já esta decidido, esta na minha agenda, e ponto final.