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TIA-942

ANSI/TIA-942-2005
Aprovada em: 12 de Abril de 2005

NORMAS
TIA
Normas de Infra-estrutura de Telecomunicações para
Data Centers

TIA-942

Abril de 2005

TELECOMMUNICATIONS INDUSTRY ASSOCIATION

Representando a Industria de
Telecomunicações em associação
com a Electronic Industries Alliance
TIA-942

INFORMAÇÃO

As Normas e Publicações da TIA destinam-se a atender o interesse público, eliminando divergências


entre fabricantes e compradores, facilitando o intercâmbio e melhora de produtos e auxiliando o
comprador na seleção e obtenção, com um mínimo de atraso, do produto adequado para a sua necessidade
específica. A existência de tais Normas e Publicações não deve de qualquer forma impedir que qualquer
membro ou não membro da TIA fabrique ou venda seus produtos em desacordo com estas Normas e
Publicações. Nem a existência de tais Normas e Publicações impede seu uso voluntário por não membros
da TIA, tanto domestica quanto internacionalmente.

As normas de publicações são adotadas pela TIA de acordo com a política de patentes do American
National Standard Institute (ANSI). Em virtude disto, a TIA não assume qualquer obrigação a qualquer
detentor de patente, nem assume qualquer obrigação com terceiros que adotem a Norma ou Publicação.

Esta Norma não pretende abordar todos os problemas de seguranças associados com seu uso ou todas as
exigências reguladoras aplicáveis. É de responsabilidade do usuário dessa Norma estabelecer as práticas
de segurança e saúde adequadas e determinar a aplicabilidade das limitações reguladoras antes de seu uso.

(Da Proposta de Normas Nº 3-0082-C-1, formulada sob o conhecimento do Sub-comitê de Cabeamento


de Telecomunicações de Edifico Comercial, TIA TR-42-1).

Publicado por

© TELECOMMUNICATIONS INDUSTRY ASSOCIATION


Departamento de Normas e Tecnologia
2500 Wilson Boulevard
Arlington, VA 22201 U.S.A.

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AND ENGINEERING PUBLICATIONS
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(1-800-854-7179) Internacional (303-397-7956)
ou procure online em http://www.tiaonline.org/standards/search_n_order.cfm

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DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO E LIMITAÇÃO DE RESPONSABILIDADES

O documento ao qual esta Declaração se encontra anexada (o "Documento") foi preparado por um ou mais Comitês
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Os Comitês e Grupos de Formulação de Engenharia da TIA conduzem suas tarefas de acordo com o Manual de
Engenharia da TIA (o "Manual"), cujas versões antigas e atuais se encontram disponíveis no endereço
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A TIA NÃO SE RESPONSABILIZA POR DANOS DIRETOS OU INDIRETOS, CAUSADOS OU COM


RELAÇÃO AO USO DO CONTEÚDO AQUI CONTEMPLADO, INCLUSIVE, E SEM LIMITAR-SE, OS DANOS
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DE CONTRATO, VIOLAÇÃO DA GARANTIA (INCLUSIVE NEGLIGENCIA), RESPONSABILIDADE PELO
PRODUTO, OU OUTROS, MESMO SE AVISADO SOBRE A POSSIBILIDADE DE TAIS DANOS. A
DECLARAÇÃO ACIMA SOBRE DANOS É ELEMENTO FUNDAMENTAL PARA O USO DO CONTEÚDO
DESTE, E ESSE CONTEÚDO NÃO SERÁ PUBLICADO PELA TIA SEM TAIS LIMITAÇÕES.

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Normas de Infra-estrutura de Telecomunicações


para Data Centers

Índice
Lista de Figuras ............................................................................................................................. 7
Lista de Tabelas ............................................................................................................................ 7
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 8
1. ESCOPO ................................................................................................................... 12
1.1. Geral.......................................................................................................................... 12
1.2. Referência Normativa................................................................................................ 12
2. DEFINIÇÕES E TERMOS, ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES E
UNIDADES DE MEDIDAS ....................................................................................... 13
2.1. Geral.......................................................................................................................... 13
2.2. Definições de termos................................................................................................. 13
2.3. Acrônimos e Abreviações.......................................................................................... 16
2.4. Unidades de Medida ................................................................................................. 18
3. VISÃO GERAL DO PROJETO DO DATA CENTER................................................. 20
3.1. Geral.......................................................................................................................... 20
3.2. Relação das áreas do data center a outras áreas do edifício................................... 20
3.3. Classificação em camadas....................................................................................... 21
3.4. Consideração para o envolvimento de profissionais................................................. 21
4. INFRA-ESTRUTURA DE SISTEMA DE CABEAMENTO DO DATA CENTER ........ 22
4.1. Os elementos básicos da estrutura do sistema de cabeamento do data center ...... 22
5. ÁREAS E TOPOLOGIAS RELATIVAS A TELECOMUNICAÇÕES
DO DATA CENTER................................................................................................... 23
5.1. Geral.......................................................................................................................... 23
5.2. Estrutura do Data Center .......................................................................................... 23
5.2.1. Elementos Principais ............................................................................................... 23
5.2.2. Topologia típica do data center ............................................................................... 24
5.2.3. Topologias reduzidas de data centers..................................................................... 24
5.2.4. Topologias de Data Center Distribuídos.................................................................. 25
5.3. Requisitos da sala de informática ............................................................................. 26
5.3.1. Geral ........................................................................................................................ 26
5.3.2. Local ........................................................................................................................ 27
5.3.3. Acesso ..................................................................................................................... 27
5.3.4. Projeto arquitetônico ................................................................................................ 27
5.3.4.1. Tamanho ........................................................................................................................ 27
5.3.4.2. Diretrizes para outros equipamentos.............................................................................. 27
5.3.4.3. Altura do teto .................................................................................................................. 27
5.3.4.4. Tratamento ..................................................................................................................... 27
5.3.4.5. Iluminação ...................................................................................................................... 27
5.3.4.6. Portas ............................................................................................................................. 28
5.3.4.7. Carga do piso ................................................................................................................. 28
5.3.4.8. Sinalização ..................................................................................................................... 28
5.3.4.9. Considerações sísmicas ................................................................................................ 28

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5.3.5. Projeto ambiental ..................................................................................................... 28


5.3.5.1. Contaminantes ............................................................................................................... 28
5.3.5.2. HVAC ............................................................................................................................. 28
5.3.5.2.1. Operação Contínua .................................................................................................... 28
5.3.5.2.2. Operação de Emergência........................................................................................... 28
5.3.5.3. Parâmetros Operacionais............................................................................................... 29
5.3.5.4. Baterias .......................................................................................................................... 29
5.3.5.5. Vibração ......................................................................................................................... 29
5.3.6. Projeto Elétrico......................................................................................................... 29
5.3.6.1. Energia ........................................................................................................................... 29
5.3.6.2. Energia de Emergência .................................................................................................. 30
5.3.6.3. Junção e aterramento .................................................................................................... 30
5.3.7. Proteção contra incêndio ......................................................................................... 30
5.3.8. Infiltração de água ................................................................................................... 30
5.4. Requisitos da sala de entrada................................................................................... 30
5.4.1. Geral ........................................................................................................................ 30
5.4.2. Local ........................................................................................................................ 30
5.4.3. Quantidade .............................................................................................................. 31
5.4.4. Acesso ..................................................................................................................... 31
5.4.5. Roteamento do conduite de entrada sob o piso de acesso .................................... 31
5.4.6. Áreas do provedor de acesso e provedor de serviço .............................................. 31
5.4.7. Terminal de entrado do edifício ............................................................................... 31
5.4.7.1. Geral .............................................................................................................................. 31
5.4.8. Projeto arquitetônico ................................................................................................ 31
5.4.8.1. Geral .............................................................................................................................. 31
5.4.8.2. Tamanho ........................................................................................................................ 32
5.4.8.3. Painéis de Compensado ................................................................................................ 32
5.4.8.4. Altura do teto .................................................................................................................. 32
5.4.8.5. Tratamento ..................................................................................................................... 33
5.4.8.6. Iluminação ...................................................................................................................... 33
5.4.8.7. Portas ............................................................................................................................. 33
5.4.8.8. Sinalização ..................................................................................................................... 33
5.4.8.9. Considerações sísmicas ................................................................................................ 33
5.4.8.10. HVAC ............................................................................................................................. 33
5.4.8.10.1. Operação Contínua .................................................................................................. 33
5.4.8.10.2. Operação de Emergência......................................................................................... 33
5.4.8.11. Parâmetros Operacionais............................................................................................... 34
5.4.8.12. Energia ........................................................................................................................... 34
5.4.8.13. Energia de emergência .................................................................................................. 34
5.4.8.14. Junção e aterramento .................................................................................................... 34
5.4.9. Proteção contra incêndio ......................................................................................... 34
5.4.10. Infiltração de água ................................................................................................ 35
5.5. Área de distribuição Principal.................................................................................... 35
5.5.1. Geral ........................................................................................................................ 35
5.5.2. Local ........................................................................................................................ 35
5.5.3. Requisitos da Instalação.......................................................................................... 35
5.6. Área de distribuição horizontal .................................................................................. 35
5.6.1. Geral ........................................................................................................................ 35
5.6.2. Local ........................................................................................................................ 36
5.6.3. Requisitos da Instalação.......................................................................................... 36
5.7. Área de distribuição de zona..................................................................................... 36
5.8. Áreas de distribuição de equipamento ...................................................................... 36
5.9. Sala de Telecomunicações ....................................................................................... 36
5.10. Áreas de suporte do data center ............................................................................... 37
5.11. Racks e Gabinetes .................................................................................................... 37
5.11.1. Geral ..................................................................................................................... 37
5.11.2. Corredores “quente” e “frio”.................................................................................. 37

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5.11.3. Colocação do Equipamento ................................................................................. 38


5.11.4. Colocação relativas à grade de ladrilhos do piso................................................. 38
5.11.5. Cortes do ladrilho do piso de acesso ................................................................... 38
5.11.6. Instalação dos racks nos pisos de acesso ........................................................... 39
5.11.7. Especificações...................................................................................................... 39
5.11.7.1. Espaços livres ................................................................................................................ 39
5.11.7.2. Ventilação do gabinete................................................................................................... 39
5.11.7.3. Altura do gabinete e rack ............................................................................................... 40
5.11.7.4. Largura e profundidade do gabinete .............................................................................. 40
5.11.7.5. Trilhos ajustáveis............................................................................................................ 40
5.11.7.6. Acabamento de rack e gabinete..................................................................................... 40
5.11.7.7. Blocos de tomadas......................................................................................................... 40
5.11.7.8. Especificações de racks e gabinetes adicionais............................................................. 41
5.11.8. Racks e gabinetes na sala de entrada, áreas de distribuição principal e áreas de
distribuição horizontal ........................................................................................................... 41
6. SISTEMAS DE CABEAMENTO DE DATA CENTER ............................................... 42
6.1. Geral.......................................................................................................................... 42
6.2. Cabeamento horizontal ............................................................................................. 42
6.2.1. Geral ........................................................................................................................ 42
6.2.2. Topologia ................................................................................................................. 42
6.2.3. Distâncias de cabeamento horizontal...................................................................... 43
6.2.3.1. Comprimento máximo para cabeamento de cobre......................................................... 43
6.2.4. Mídia reconhecida.................................................................................................... 44
6.3. Cabeamento de backbone ........................................................................................ 45
6.3.1. Geral ........................................................................................................................ 45
6.3.2. Topologia ................................................................................................................. 45
6.3.2.1. Topologia estrela............................................................................................................ 45
6.3.2.2. Acomodação de configurações não estrela ................................................................... 46
6.3.3. Topologias de cabeamento redundante .................................................................. 46
6.3.4. Mídia reconhecida.................................................................................................... 46
6.3.5. Distancias de cabeamento de backbone................................................................. 47
6.4. Escolhendo a mídia ................................................................................................... 48
6.5. Cabeamento de fibra óptica centralizada.................................................................. 48
6.5.1. Introdução ................................................................................................................ 48
6.5.2. Diretrizes.................................................................................................................. 49
6.6. Desempenho de transmissão de cabeamento e requisitos de teste ........................ 49
7. CANALETAS DE CABEAMENTO DE DATA CENTER ............................................ 50
7.1. Geral.......................................................................................................................... 50
7.2. Segurança para cabeamento de data center............................................................ 50
7.3. Separação dos cabos de energia de telecomunicações .......................................... 50
7.3.1. Separação entre cabos de energia elétrica e cabos de pares trançados ............... 50
7.3.2. Práticas para acomodar os requisitos de separação de energia ............................ 51
7.3.3. Separação de cabeamento de fibra e cobre ........................................................... 52
7.4. Canaletas de entrada de telecomunicações ............................................................. 52
7.4.1. Tipos de canaleta de entrada .................................................................................. 52
7.4.2. Diversidade .............................................................................................................. 52
7.4.3. Dimensionamento .................................................................................................... 52
7.5. Sistemas de piso de acesso...................................................................................... 52
7.5.1. Geral ........................................................................................................................ 52
7.5.2. Bandejas de cabo para cabeamento de telecomunicações .................................... 53
7.5.3. Requisitos de desempenho do piso de acesso ....................................................... 53
7.5.4. Borda de corte do ladrilho do piso ........................................................................... 53
7.5.5. Tipos de cabo sob os pisos de acesso.................................................................... 53

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7.6. Bandejas de cabo na parte superior ......................................................................... 53


7.6.1. Geral ........................................................................................................................ 53
7.6.2. Suporte da bandeja de cabos.................................................................................. 54
7.6.3. Coordenação das rotas de bandeja de cabos......................................................... 54
8. Redundância de data center ..................................................................................... 55
8.1. Introdução.................................................................................................................. 55
8.2. Entradas de manutenção redundantes e canaletas de entrada ............................... 55
8.3. Acesso redundante a provedor de serviços.............................................................. 56
8.4. Sala de entrada redundante...................................................................................... 56
8.5. Área de distribuição principal redundante................................................................. 56
8.6. Cabeamento de backbone redundante..................................................................... 57
8.7. Cabeamento horizontal redundante .......................................................................... 57
ANEXO A (INFORMATIVO) CONSIDERAÇÕES DE PROJETO DE CABEAMENTO............... 58
A.1 Distancias de aplicação de cabeamento................................................................... 58
A 1.1 Distâncias de circuito .................................................................................................. 59
A.1.2 Conexões de console EIA/TIA-232 e EIA/TIA-561 ..................................................... 61
A.1.3 Outras distâncias de aplicação ................................................................................... 62
A.2 Conexões Cruzadas....................................................................................................... 62
A.3 Separação de funções na área de distribuição principal ............................................... 62
A.3.1 Conexão cruzada principal de par trançado............................................................ 62
A.3.2. Conexão cruzada principal coaxial .......................................................................... 63
A.3.3 Conexão cruzada principal de fibra óptica .............................................................. 63
A.4 Separação das funções na área de distribuição horizontal ...................................... 63
A.5 Cabeamento para o equipamento de telecomunicações............................................... 63
A.6 Cabeamento para equipamento terminal.................................................................. 63
A.7 Consideração de projeto de fibra .............................................................................. 63
A.8 Consideração de projeto de cobre ............................................................................ 63
ANEXO B (INFORMATIVO) ADMINISTRAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA DE
TELECOMUNICAÇÕES............................................................................................ 65
B.1 Geral.......................................................................................................................... 65
B.2 Esquema de identificação para planta ...................................................................... 65
B.3 Esquema de identificação para racks e gabinetes......................................................... 65
B.4 Esquema de identificação para painéis de ligação ........................................................ 66
B.5 Identificador de Cabo e patch cord ................................................................................ 68
ANEXO C (INFORMATIVO) INFORMAÇÃO DO PROVEDOR DE ACESSO ............................ 70
C.1 Coordenação do provedor de acesso ....................................................................... 70
C.1.1 Geral ........................................................................................................................ 70
C.1.2 Informações para fornecer aos provedores de acesso ........................................... 70
C.1.3 Informação que os provedores de acesso devem fornecer .................................... 70
C.2 Demarcação do provedor de acesso na sala de entrada ......................................... 71
C.2.1. Organização ......................................................................................................... 71
C.2.2 Demarcação de circuitos de baixa velocidade............................................................ 71
C.2.3 Demarcação de circuitos T-1 ...................................................................................... 74
C.2.4 Demarcação de circuitos E-3 e T-3............................................................................. 74
C.2.5 Demarcação dos circuitos de fibra óptica ................................................................... 75
ANEXO D (INFORMATIVO) PLANOS DE COORDENAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
COM OUTROS ENGENHEIROS .............................................................................. 76
D.1 Geral.......................................................................................................................... 76
ANEXO E (INFORMATIVO) CONSIDERAÇÕES DE ESPAÇO NO DATA CENTER ................ 77

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E.1 Geral.......................................................................................................................... 77
ANEXO F (INFORMATIVO) ESCOLHA DO LOCAL................................................................... 78
F.1 Geral.......................................................................................................................... 78
F.2 Considerações sobre a escolha do local - Arquitetura.............................................. 78
F.2 Considerações sobre a escolha do local - Parte Elétrica ......................................... 79
F.4 Considerações sobre a escolha do local - Parte Mecânica ...................................... 79
F.5 Considerações sobre a escolha do local - Telecomunicações ................................. 79
F.6 Considerações sobre a escolha do local - Segurança.............................................. 80
F.7 Outras Considerações sobre a escolha do local....................................................... 80
ANEXO G (INFORMATIVO) CLASSIFICAÇÕES DE INFRA-ESTRUTURA DE
DATA CENTER ......................................................................................................... 81
G.1 Geral.......................................................................................................................... 81
G.1.1. Visão Geral da Redundância................................................................................ 81
G.1.2 Visão Geral da Classificação................................................................................... 81
G.2 Redundância ............................................................................................................. 82
G.2.1 Requisito - Base N ................................................................................................... 82
G.2.2 Redundância N+1 ................................................................................................... 82
G.2.3 Redundância N+2 .................................................................................................... 82
G.2.4 Redundância 2N ..................................................................................................... 82
G.2.5 Redundância 2(N+1)............................................................................................... 82
G.2.6 Sustentabilidade concomitante e capacidade de teste ........................................... 82
G.2.7 Capacidade e Escalonamento................................................................................. 82
G.2.8 Isolação.................................................................................................................... 82
G.2.9 Classificação em camadas do data center.............................................................. 82
G.2.9.1 Geral ..................................................................................................................... 82
G.2.9.2 Data Center Camada 1: Básico............................................................................ 83
G.2.9.3 Data Center Camada 2: componentes redundantes............................................ 84
G.2.9.4 Data Center Camada 3: sustentabilidade concomitante...................................... 84
G.2.9.4 Data Center Camada 4: resistência à falha ......................................................... 84
G.3 Requisitos dos sistemas de telecomunicações......................................................... 84
G.3.1 Classificação de camadas de telecomunicações .................................................... 84
G.3.1.1 Camada 1 (Telecomunicações)............................................................................ 85
G.3.1.2 Camada 2 (telecomunicações)............................................................................. 85
G.3.1.3 Camada 3 (telecomunicações)............................................................................. 86
G.3.1.4 Camada 4 (telecomunicações)............................................................................. 87
G.4 Requisitos estruturais e arquitetônicos ..................................................................... 87
G.4.2 Classificações arquitetônicas .................................................................................. 88
G.4.2.1 Classificação 1 (arquitetônica) ............................................................................. 88
G.4.2.2 Classificação 2 (arquitetônica) ............................................................................. 89
G.4.2.3 Classificação 3 (arquitetônica)........................................................................... 89
G.4.2.4 Classificação 4 (arquitetônica)........................................................................... 90
G.5 Requisitos de Sistema elétrico .................................................................................. 90
G.5.1 Requisitos elétricos gerais.................................................................................... 90
G.5.1.1 Entrada de serviço de empresa de serviço público e distribuição primária ......... 90
G.5.1.2 Geração de emergência ....................................................................................... 91
G.5.1.3 Fonte de energia ininterrupta ............................................................................... 92
G.5.1.4 Distribuição de energia do computador................................................................ 93
G.5.1.5 Aterramento do edifício e sistemas de proteção contra raios. ............................. 95
G.5.1.6 Infra-estrutura de aterramento do data center. .................................................... 95
G.5.1.7 Aterramento de rack ou estrutura de computador ou telecomunicações ............ 96

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G.5.1.7.1 O condutor de aterramento do rack .............................................................................. 96


G.5.1.7.2 Ponto de conexão de aterramento do rack ................................................................... 96
G.5.1.7.3 Ligação ao rack............................................................................................................. 97
G.5.1.7.4 Ligação à infra-estrutura de aterramento do data center .............................................. 97
G.5.1.7.5 Continuidade do rack .................................................................................................... 97
G.5.1.8 Aterramento de equipamento montado no rack ................................................... 99
G.5.1.8.1 Aterrando o chassi do equipamento ............................................................................. 99
G.5.1.8.2 Aterrando através dos cabos de energia do equipamento ac (corrente alternada)....... 99
G.5.1.9 Pulseira de descarga eletrostática ....................................................................... 99
G.5.1.10 Sistema de gerenciamento do edifício ............................................................ 100
G.5.2 Classificação em camadas – Elétrica .................................................................... 100
G.5.2.1 Camada 1 (elétrica) ............................................................................................ 100
G.5.2.2 Camada 2 (elétrica) ............................................................................................ 100
G.5.2.3 Camada 3 (elétrica) ............................................................................................ 101
G.5.2.4 Camada 4 (elétrica) ............................................................................................ 102
G.6 Requisitos de sistemas mecânicos ......................................................................... 103
G.6.1 Requisitos mecânicos gerais ................................................................................. 103
G.6.1.1 Ar ambiental........................................................................................................ 103
G.6.1.2 Ar de ventilação.................................................................................................. 103
G.6.1.3 Ar condicionado da sala de informática ............................................................. 103
G.6.1.4 Sistema de detecção de vazamento .................................................................. 103
G.6.1.5 Sistema de gerenciamento do edifício ............................................................... 104
G.6.1.6 Sistema de tubulação ......................................................................................... 104
G.6.1.7 Instalações de emergência................................................................................. 104
G.6.1.8 Reposição de água do HVAC............................................................................. 104
G.6.1.9 Tubulação de esgoto .......................................................................................... 104
G.6.1.10 Sistemas de proteção contra incêndio ............................................................ 104
G.6.1.11 Extinção de água – extinção pré-action .......................................................... 106
G.6.1.12 Extinção gasosa – extinção de incêndio por agente limpo ............................. 106
G.6.1.13 Extintores manuais.......................................................................................... 107
G.6.2 Classificação em camadas - mecânica .............................................................. 107
G.6.2.1. Camada 1 (mecânica) ........................................................................................ 107
G.6.2.2 Camada 2 (mecânica) ........................................................................................ 107
G.6.2.3 Camada 3 (mecânica) ........................................................................................ 108
G.6.2.4 Camada 4 (mecânica)........................................................................................... 108
ANEXO H (INFORMATIVO) EXEMPLOS DE PROJETO DE DATA CENTER ........................ 128
H.1 Exemplo de projeto de pequeno data center .......................................................... 128
H.2 Exemplo de projeto de Data Center Corporativo .................................................... 129
H.3 Exemplo de projeto de data center de Internet ....................................................... 130
ANEXO I (INFORMATIVO) BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS ............................................... 132

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Lista de Figuras

Figura 1: Relação de espaços em um data center ..................................................................... 21


Figura 2: Topologia do Data Center ............................................................................................ 22
Figura 3: Exemplo de uma topologia básica de center data....................................................... 24
Figura 4: Exemplo de topologia de data center reduzido ........................................................... 25
Figura 5: Exemplo de uma topologia de data center com salas de múltiplas entradas.............. 26
Figura 6: Exemplo de corredores “quentes” e “frios” e colocação do gabinete .......................... 38
Figura 7: Cabeamento horizontal típico utilizando uma topologia estrela .................................. 43
Figura 8 – Cabeamento de backbone típico utilizando topologia estrela ................................... 46
Figura 9: Cabeamento de fibra óptica centralizado .................................................................... 48
Figura 10: Redundância de infra-estrutura de telecomunicações .............................................. 55
Figura 11: Identificadores de amostra de planta......................................................................... 65
Figura 12: Identificador de rack/ gabinete de amostra................................................................ 66
Figura 13: Esquema de identificação de amostra de painel de ligação de cobre ...................... 67
Figura 14: Amostra de rotulagem de painel de ligação modular de 8 posições – Parte 1 ......... 68
Figura 15: Amostra de rotulagem de painel de ligação modular de 8 posições – Parte 2 ......... 68
Figura 16: Circuitos de conexão cruzada para hardware de conexão IDC cabeada
para jacks modulares na seqüência de 8 pinos T568A ............................................ 72
Figura 17: Circuitos de conexão cruzada para hardware de conexão IDC cabeada
para jacks modulares na seqüência de 8 pinos T568B ............................................ 73
Figura 18: Arruela dentada interna-externa padrão americana .................................................. 97
Figura 19: Hardware típico de montagem rack ........................................................................... 99
Figura 20: Layout de Sala de Informática mostrando corredores “quentes” e “frios” ............... 128
Figura 21: Exemplo para data center corporativo ..................................................................... 129
Figura 22: Exemplo de data center para Internet...................................................................... 130

Lista de Tabelas

Tabela 1: Comprimentos máximos de cabos da área horizontal e de equipamento.................. 44


Tabela 2: Separação no data center de cabos de pares trançados e de energia blindados ..... 51
Tabela 3: Distâncias máximas de circuito sem painel DSX de cliente ....................................... 59
Tabela 4: Redução das distâncias de circuito para painel DSX de cliente................................. 59
Tabela 5: Redução das distâncias de circuito por painel de ligação ou tomada ........................ 60
Tabela 6: Máximas distâncias para a configuração do data center típico .................................. 60
Tabela 7: Backbone máximo para a configuração do data center típico .................................... 61
Tabela 8: Guia de referencia de classificação de camada (telecomunicações)....................... 110
Tabela 9: Guia de referencia de classificação de camada (arquitetônico) ............................... 111
Tabela 10: Guia de referencia de classificação de camada (elétrico) ...................................... 119
Tabela 11: Guia de referencia de classificação de camada (mecânico) .................................. 124

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INTRODUÇÃO
(Esta introdução não é considerada parte desta Norma)

Aprovação desta Norma


Esta norma foi aprovada pelo Sub-comitê TR 42.2 da Telecommunication Industry Association (TIA),
Comitê de Engenharia Técnica da TIA, TR 42 e American National Standard Institute (ANSI).
A TIA revisa normas a cada 5 anos. Na ocasião, as normas são reiteradas, rescindidas ou revisadas de
acordo com as atualizações dos comitês. As atualizações a serem incluídas na próxima revisão desta
Norma devem ser enviadas para a presidência do comitê ou para a TIA.
Organizações Contribuintes
Mais de 60 organizações dentro da industria de telecomunicações contribuíram com sua experiência para
o desenvolvimento desta Norma (incluindo fabricantes, consultores, usuários finais e outras
organizações).
O comitê TR-42 inclui os seguintes sub-comitês que estão relacionados a esta atividade.

• TR-42.1 – Sub-comitê sobre Cabeamento de Telecomunicações de Edifício Comercial

• TR-42.2 – Sub-comitê sobre Infra-estrutura de Telecomunicação Residencial

• TR-42.3 – Sub-comitê sobre Vias e Áreas de Telecomunicações de Edifício Comercial

• TR-42.4 – Sub-comitê sobre Infra-estrutura de Telecomunicações de Planta Externa

• TR-42.5 – Sub-comitê de Termos e Símbolos de Infra-estrutura de Telecomunicações

• TR-42.6 – Sub-comitê de Infra-estrutura de Telecomunicações e Administração de Equipamento

• TR-42.7 – Sub-comitê de Sistemas de Cabeamento de Cobre de Telecomunicações

• TR-42.8 – Sub-comitê de Sistemas de Cabeamento de Fibras Ópticas de Telecomunicações

• TR-42.9 – Sub-comitê de Infra-estrutura de Telecomunicações Industrial

Documentos Substituídos
Esta Norma é a primeira edição.

Relacionamento a outras normas e documentos da TIA


As especificações e recomendações desta Norma terão prioridade para uso em data centers.

• ANSI/TIA/EIA-568-B.1, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; Part 1 General


Requirements

• ANSI/TIA/EIA-568-B.2, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; Part 2 Balanced


Twisted-Pair Cabling Components

• ANSI/TIA/EIA-568-B.3, Optical Fiber Cabling Components Standard

• ANSI/TIA-569-B, Commercial Building Standard for Telecommunications Canaletas and


Spaces

• ANSI/TIA/EIA-606-A, Administration Standard for Commercial Telecommunications


Infrastructure

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• ANSI/TIA/EIA-J-STD-607, Commercial Building Grounding (Earthing) and Bonding


Requirements for Telecommunications

• ANSI/TIA-758-A, Customer-Owned Outside Plant Telecommunications Cabling Standard

Esta norma contém referencias a normas nacionais e internacionais bem como outras documentações
adequadas.

• National Electrical Safety Code (NESC)

(IEEE C 2)

• Life Safety Code (NEC)

(NFPA 101)

• National Electrical Code (NEC)

(NFPA 70)

• Standard for the Protection of Information Technology Equipment

(NFPA 75)

• Engineering Requirements for a Universal Telecommunications Frame

(ANSI T1.336)

• Recommended Practice for Powering and Grounding Electronic Equipment

(IEEE Std. 1100)

• Recommended Practice for Emergency and Standby Power Systems for Industrial and Commercial
Applications.

(IEEE Std. 446)

• Telcordia specifications

(GR-63-CORE (NEBS) e (GR-139-CORE)

• ASHRAE

Thermal Guidelines for Data Processing Environments

No Canadá, o National Building Code, o National Fire Code, Canadian Electrical Code (CSA CEC C22.1),
e outros documentos incluindo CAN/ULC S524, CAN/ULC S531 podem ser utilizados como referência
cruzada para a NFPA 72, NFPA 70 seção 725-8 e seção 725-54.

Os suplementos úteis a esta Norma são o Building Industry Service International (BICSI)
Telecommunications Distribuition Methods Manual, o Customer-owned Outside Plant Design Manual, e o
Telecommuncations Cabling Instalation Manual. Estes manuais fornecem as práticas e métodos
recomendados através dos quais podem ser implementados muitos dos requisitos desta Norma.

Outras referências estão relacionadas no anexo I.

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Os anexos A, B, C, D, E, F, G e H são informativos e não consideramos como requisitos desta Norma,


exceto quando houver referência especifica dentro do documento principal.

Finalidade desta Norma

A finalidade desta Norma é fornecer requisitos e diretrizes para o projeto e instalação de um data center
ou sala de informática. Ela é destinada para projetistas que necessitam de um conhecimento abrangente
do projeto do data center, incluindo o planejamento da instalação, o sistema de cabeamento, e o projeto
da rede. A Norma permite que o projeto do data center seja considerado no início do processo de
incorporação do edifício, contribuindo para as considerações arquitetônicas, fornecendo informações que
transcendem os esforços de projeto multidisciplinar; favorecendo a cooperação nas fases de projeto e
construção. O planejamento adequado durante a construção ou reforma do edifício é significativamente
mais econômico e menos sujeito a interrupção do que após a instalação em funcionamento Os data
centers, em particular, podem ser beneficiados através de uma estrutura antecipadamente planejada
para suportar crescimento e mudanças nos sistemas de informática.

Este documento em particular apresenta uma topologia de infra-estrutura para acessar e conectar os
respectivos elementos em várias configurações de sistemas de cabeamento atualmente encontradas no
ambiente de data centers. Para poder determinar os requisitos de desempenho de um sistema de
cabeamento genérico, foram considerados vários serviços de telecomunicações e aplicativos. Além disso,
este documento abrange a topologia do layout do piso para poder alcançar o equilíbrio adequado entre
segurança, densidade e maneabilidade do rack.

A Norma específica um sistema de cabeamento de telecomunicações genérico para o data center e as


instalações associadas, cuja função principal é a tecnologia de informação. Tais áreas de aplicações
podem ser dedicadas a uma companhia ou instituição privada, ou ocupada por um ou mais provedores de
serviços para hospedar conexões de Internet, e sistemas de armazenamento de dados.

Os data centers suportam uma ampla série de protocolos de transmissão. Alguns destes protocolos de
transmissão impõem restrições de distância que são menores do que as fixadas por essa Norma. Quando
forem aplicados protocolos de transmissão específicos é necessário consultar normas, regulamentos,
fornecedores de equipamentos e fornecedores de serviço de sistemas quanto à aplicabilidade, limitações
e requisitos auxiliares. Levar em consideração a consolidação de um cabeamento padronizado e
proprietário em um sistema de cabeamento estruturado simples.

Os data centers podem ser categorizados de acordo com sua utilização, se atendem domínio particular
(data centers de “empresas”) ou domínio público (data centers de Internet, data centers de locação
conjunta e outros data centers de provedor de serviço). As instalações de empresa incluem corporações
privadas, instituições ou agências do governo e podem envolver o estabelecimento de intranets ou
extranets. As instalações de Internet incluem provedores de serviço de telefone tradicional, provedores
de serviço competitivo não regulamentado e operadores comerciais associados. As topologias propostas
neste documento, contudo, são planejadas para serem aplicadas para ambos de forma a preencher suas
respectivas exigências de conectividade (acesso a Internet e comunicação de área ampla), hospedagens
operacionais (hospedagem de web, armazenamento e backup de arquivos, gerenciamento de database,
etc.), e serviços adicionais (hospedagem de aplicativos, distribuição de conteúdo, etc.). São também
requisitos normais a prevenção de falha de energia, controles ambientais, extinção de incêndio e
sistemas de redundância e segurança para as instalações que atendem o domínio público e particular.

Especificações de critérios

São especificadas duas categorias de critérios; obrigatório e aconselhado. Os requisitos obrigatórios são
designados pela palavra “deve” e; os requisitos aconselhados são designados pela palavra “deveria”,
“poderia” ou “desejável” que são, de forma permutável, utilizadas nesta Norma.

Os critérios obrigatórios aplicam-se geralmente a proteção, desempenho, administração e


compatibilidade; eles especificam os requisitos mínimos absolutos aceitáveis. Os critérios aconselhados
ou desejáveis são apresentados quando sua realização irá melhorar o desempenho geral do sistema de
cabeamento em todas as aplicações consideradas. Para que seja dada ênfase ou para oferecer
sugestões informativas é utilizada uma observação no texto, tabela ou figura.

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Equivalentes métricos de unidades usuais dos Estados Unidos

A maioria das dimensões nesta Norma são unidades métricas. As conversões de unidades métricas para
unidades usuais do Estados Unidos são fornecidas entre parênteses; por exemplo, 103 milímetros (4
polegadas).

Validade desta Norma

Esta Norma é um documento em vigor. Os critérios adotados nesta Norma estão sujeitos a revisões e
atualizações conforme assegurado pelos avanços em técnicas de construção de edifícios e tecnologia de
telecomunicações.

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1. ESCOPO

1.1. Geral

Esta Norma especifica os requisitos mínimos para a infra-estrutura de telecomunicações de data centers e
salas de informática incluindo data centers de empresa arrendatária simples e data centers de
hospedagem de Internet de múltiplos arrendatários.

1.2. Referência Normativa

A seguinte norma contém provisão que, através de referência neste texto, constitui provisões para esta
Norma. No momento da publicação, as edições indicadas eram válidas. Todas as normas estão sujeitas a
revisão e as partes do contrato com base nesta Norma são incentivadas a investigar a possibilidade da
aplicação das edições mais recentes das normas publicadas por elas.

- ANSI/TIA/EIA-568-B.1, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; Part 1: General


Requirements;

- ANSI/TIA/EIA-568-B.2, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard; Part 2: Balanced


Twisted-Pair Cabling Components

- ANSI/TIA/EIA-568-B.3-2000, Optical Fiber Cabling Components Standard

- ANSI/TIA-569-B, Commercial Building Standard for Telecommunications Canaletas and Spaces

- ANSI/TIA/EIA-606-A-2000, Administration Standard for Commercial Telecommunications Infrastructure

- ANSI/TIA/EIA-J-STD-607-2001, Commercial Building Grounding (Earthing) and Bonding Requirements


for Telecommunications

- ANSI/TIA-758-A, Customer-Owned Outside Plant Telecommunications Cabling Standard

- ANSI/NFPA 70-2002, National Electrical Code

- ANSI/NFPA 75-2003, Standard for the protection of information technology equipment

- ANSI T1.336, Engineering requirements for a universal telecommunications frame

- ANSI T1.404, Network and customer installation interfaces – DS3 and metallic interface specification;

- ASHRAE, Thermal Guidelines for Data Processing Environments

- Telcordia GR-63-CORE, NEBS (TM) Requirements, physical protection;

- Telcordia GR-139-CORE, General Requirements for central office coaxial cable;

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2. DEFINIÇÕES E TERMOS, ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES E UNIDADES


DE MEDIDAS

2.1. Geral

Esta cláusula contém as definições de termos, acrônimos e abreviações que têm significado técnico
especial ou que são exclusivos para o conteúdo técnico desta Norma. Também estão incluídas as
definições especiais que são adequadas para as cláusulas técnicas individuais.

2.2. Definições de termos

As definições genéricas nesta sub-cláusula foram formuladas para uso em toda a família de normas de
infra-estrutura de telecomunicações. Os requisitos específicos são encontrados nas cláusulas normativas
desta Norma. Para finalidades desta Norma, aplicam-se as seguintes definições.

administração: O método de rotulagem, identificação, documentação e utilização necessária para


implementar mudanças, acréscimos e alterações da infra-estrutura de telecomunicações.

área de distribuição de zona: Uma área em uma sala de informática onde está localizada uma tomada
ou ponto de consolidação.

área de distribuição do equipamento: O espaço da sala de informática ocupado pelos racks ou


gabinetes do equipamento.

área de distribuição horizontal: um espaço em uma sala de informática onde está localizada uma
conexão cruzada.

área de distribuição principal: o espaço em uma sala de informática onde está localizada a conexão
cruzada principal.

área de telecomunicações: Ver área (telecomunicações)

aterramento: O ato de criar uma conexão.

aterrar: Uma conexão condutora, intencional ou acidental, entre o circuito elétrico (por exemplo,
telecomunicações) ou equipamento e a terra, ou a algum corpo condutor que serve como terra.

backbone: 1) Uma instalação (por exemplo, canaleta, cabo ou condutores) entre qualquer uma das
seguintes áreas: salas de telecomunicações, salas de telecomunicações comuns, terminais de serviço do
piso , instalações de entrada, salas de equipamentos e salas de equipamentos comuns. 2) em um data
center, uma instalação (por exemplo, canaleta, cabo ou condutores) entre qualquer uma das seguintes
áreas: salas ou áreas de entrada, áreas de distribuição principal, salas de telecomunicações.

blindagem: Uma camada metálica ao redor de um condutor ou grupo de condutores.

cabeamento centralizado: Uma configuração de cabeamento da área de trabalho para uma conexão
cruzada centralizada utilizando cabos pull through, uma interconexão ou emenda na sala de
telecomunicações.

cabeamento horizontal: 1) o cabeamento entre e incluindo tomada/ conector de telecomunicações e a


conexão cruzada horizontal. 2) O cabeamento entre e incluindo a tomada do sistema de automação do
edifício ou a primeira terminação mecânica do ponto de conexão horizontal e a conexão cruzada
horizontal. 3) em um data center, o cabeamento horizontal é o cabeamento da conexão cruzada
horizontal (na área de distribuição principal ou área de distribuição horizontal) a tomada na área de
distribuição do equipamento ou área de distribuição da zona.

cabeamento: uma combinação de todos os cabos, jumpers, fios e hardware de conexão.

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cabo de backbone: Ver backbone.

cabo de fibra óptica: Um conjunto consistindo de um ou mais fibras ópticas.

cabo equipamento; fio: Um cabo ou conjunto de cabo utilizado para conectar equipamento de
telecomunicações ao cabeamento horizontal ou backbone.

cabo multipar: Um cabo que possui mais de quatro pares.

cabo: um conjunto de um ou mais condutores isolados ou fibras ópticas, dentro de uma capa envolvente.

canal: o caminho de transmissão ponta a ponta entre dois pontos no qual é conectado um equipamento
específico.

cobertura: Ver cobertura de cabo

comutação de ramificação privada: Um sistema de comutação de telecomunicações privado.

conduite: (1) um canal de seção transversal circular. (2) uma estrutura contento um ou mais dutos.

condutor de aterramento: Um condutor utilizado para conectar o eletrodo de aterramento ao barramento


de aterramento principal.

conectar cruzado: Uma instalação que permite a terminação dos elementos do cabo e sua interconexão
ou conexão cruzada.

conexão cruzada horizontal: Uma conexão cruzada do cabeamento horizontal a outro cabeamento, por
exemplo, horizontal, backbone, equipamento.

conexão cruzada intermediária: Uma conexão cruzada entre o primeiro nível e segundo nível de
cabeamento do backbone.

conexão cruzada principal: Uma conexão cruzada para os cabos de backbone de primeiro nível, cabos
de entrada e cabos do equipamento,

conexão cruzada: Um esquema de conexão entre o cabeamento, subsistemas e equipamento utilizando


patch cords ou jumpers que fixam em cada ponta no hardware de conexão.

conexão: A junção permanente de partes metálicas para formar uma linha eletricamente condutiva que
irá garantir a continuidade e a capacidade de conduzir com segurança qualquer provável corrente.

data center: Uma construção ou parte de um edifício cuja função primária é alojar uma sala de
informática e suas áreas de suporte.

dispositivo de conexão: Um dispositivo provido de terminais de cabo mecânicos.

fibra óptica monomodo: Uma fibra óptica em que a luz percorre um único caminho.

fibra óptica multimodo: Uma fibra óptica em que a luz pode percorrer vários caminhos.

fibra óptica: Qualquer filamento feito de materiais dielétricos que guiam a luz.

fio: Um condutor metálico sólido ou trançado individualmente isolado.

fornecimento de energia ininterrupta: Um buffer entre a companhia de fornecimento de energia ou


outra fonte de energia e uma carga que exige energia contínua.

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gabinete (telecomunicações): Um recinto provido de tampa com dobradiça utilizada para terminação de
cabos de telecomunicações, fiação e sistemas de conexão.

gabinete: Um container que pode dispositivos de conexão, terminais, aparelhos, fiação e equipamento.

identificador: Um item de informação que une um elemento específico da infra-estrutura de


telecomunicações com seu correspondente registro.

infra-estrutura (telecomunicações): Um conjunto dos componentes de telecomunicações, excluindo


equipamentos, que juntos fornecem o suporte básico para a distribuição de todas as informações dentro
de um edifício ou campus.

infra-estrutura de telecomunicações: Ver infra-estrutura (telecomunicações)

interconexão: Um esquema de conexão que emprega hardware de conexão para a conexão direta de
um cabo a outro cabo sem um patch cord ou jumper.

interferência de radiofreqüência: Interferência eletromagnética dentro da banda de freqüência para


transmissão de rádio.

interferência eletromagnética: Energia eletromagnética irradiada ou conduzida que tem efeito


indesejável nos equipamentos eletrônicos ou sinais de transmissão.

jack modular: Um conector fêmea de telecomunicações que pode ser com trava ou sem trava e pode ter
6 a 8 posições de contato, mas nem todas as posições precisam ser equipadas com contatos jack.

jumper: Um conjunto de par trançado sem conectores, utilizado para unir circuitos/link de
telecomunicações na conexão cruzada.

junção: Uma união de condutores que se presume como permanente

link: Um caminho de transmissão entre dois pontos, não incluindo equipamento de terminal, cabos de
área de trabalho e cabos de equipamentos.

mídia (telecomunicações): Fio, cabo ou condutores utilizados em telecomunicações.

mídia de telecomunicações: Ver mídia (telecomunicações)

tomada de zona: Um sistema de conexão em uma área de distribuição de zona terminado o cabo
horizontal que permite conexões de cabo de equipamento para a área de distribuição de equipamento.

par trançado com blindagem de tela (ScTP): Um cabo trançado com blindagem total.

patch cord: Um cabo com plug em uma ou ambas as pontas.

painel de ligação: Um sistema de hardware que facilita a terminação de cabos e organização de cabos
utilizando patch cords.

canaleta: Uma instalação para colocar os cabos de telecomunicações.

piso de acesso: Um sistema consistindo de painéis de piso completamente removíveis e intercambiáveis


que são apoiados em bases ou vigas ajustáveis (ou ambos) para permitir acesso à área abaixo.

plenum Um compartimento ou câmara no qual são conectados dutos de ar e que formam parte do
sistema de distribuição de ar.

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ponto de consolidação: Um local para interconexão entre cabos horizontais estendidos nos canaletas
do edifício e cabos horizontais estendidos nos canaletas dos móveis.

ponto de demarcação: Um ponto onde muda o controle operacional ou propriedade.

ponto de entrada de telecomunicações: Ver ponto de entrada (telecomunicações).

provedor de acesso: O operador de qualquer instalação que é utilizada para transmitir sinais de
telecomunicações para e de uma instalação do cliente.

provedor de serviço: O operador de qualquer serviço que fornece conteúdo de telecomunicações


(transmissão) enviado para as instalações do provedor de acesso.

pull box: Uma caixa localizada no percurso de uma canaleta para facilitar a colocação de fios e cabos.

sala de informática: Um espaço arquitetônico cuja função principal é acomodar o equipamento de


processamento de dados.

sala de equipamento (telecomunicações): Um espaço centralizado, ambientalmente controlado, para o


equipamento de telecomunicações que normalmente aloja uma conexão cruzada principal ou
intermediária.

sala de equipamento comum (telecomunicações): um espaço fechado utilizado para interconexão de


equipamento e backbone para mais de um arrendatário em um edifício ou campus.

sala de equipamento de telecomunicações: Ver sala de equipamento (telecomunicações)

sala de mecânica: Um espaço fechado para atender as necessidades de sistemas mecânicos do


edifício.

sala de telecomunicações: Uma área arquitetonicamente fechada para alojar equipamento de


telecomunicações, terminação de cabos e cabeamento de conexão cruzada.

sala ou área de acesso (telecomunicações): Uma área onde ocorre a junção das instalações do
backbone de telecomunicações inter ou intra edifício.

sala ou área de entrada de telecomunicações: Ver sala ou área de acesso (telecomunicações)

sem fio: O uso de energia eletromagnética irradiada (por exemplo, radiofreqüência e sinais de
microondas, luz) percorrendo o espaço livre para conduzir informação.

tela: Um elemento de um cabo formado por uma blindagem

telecomunicações: Qualquer transmissão, emissão e recepção de sinais, sinais, textos, imagens e sons,
que é, informação de qualquer natureza, por cabo, rádio, meio óptico ou outro sistema eletromagnético.

topologia estrela: Uma topologia no qual os cabos de telecomunicações são distribuídos de um ponto
central.

topologia: A organização física ou lógica de um sistema de telecomunicações.

2.3. Acrônimos e Abreviações

AHJ authority having jurisdiction- autoridade competente

ANSI American National Standards Institute

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AWG American Wire Gauge

BICSI Building Industry Consulting Service International

BNC bayonet Neil-Concelman ou conector baioneta centrado

CCTV televisão de circuito fechado

CEC Canadian Electrical Code, Part I

CER common equipment room – sala comum de equipamento

CPU central processing unit - unidade de processamento central

CSA Canadian Standards Association International

DSX digital signal cross-connect - conexão cruzada de sinal

EDA equipment distribution area – área de distribuição de equipamento

EIA Electronic Industries Alliance

EMI electromagnetic interference – interferência eletromagnética

EMS energy management system – sistema de gerenciamento de energia

FDDI fiber distributed data interface – interface de dados distribuído por fibra

HC horizontal cross-connect - conexão cruzada horizontal

HDA horizontal distribution area - área de distribuição horizontal

HVAC heating, ventilation and air condicioning – aquecimento, ventilação e condicionamento de ar

IC intermediate cross-connect – conexão cruzada intermediária

IDC IDC insulation displacement contact

LAN local area network - rede local

MC main cross-connect – conexão cruzada principal

MDA main distribution area – área de distribuição principal

NEC National Electrical Code

NEMA National Electrical Manufacturers Association

NEXT near-end crosstalk

NESC National Electrical Safety Code

NFPA National Fire Protection Association

OC optical carrier – transmissão óptica

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PBX private branch exchange – Intercambio de troca de ramais

PCB printed circuit board – cartão de circuito impresso

PDU power distribution unit – unidade de distribuição de energia

PVC polyvinyl chloride – cloreto de polivinila

RFI radio frequency interference – interferência de radiofreqüência

RH relative humidity – umidade relativa

SAN storage area network – rede de armazenamento

ScTP screened twisted-pair - par trançado com blindagem de tela

SDH synchronous digital hierarchy - hierarquia digital de sinal sincrono

SONET synchronous optical network – rede de transmissão síncrona para fibras ópticas

STM synchronous transport model – modelo de transmissão síncrona

TIA Telecommunications Industry Association

TR telecommunications room – sala de telecomunicações

UL Underwriters Laboratories Inc

UPS uninterruptible power supply – fonte de energia ininterrupta

UTP unshielded twisted-pair – par trançado sem blindagem

WAN wide area network – rede de área ampla

ZDA zone distribution area - area de distribuição de zona

2.4. Unidades de Medida

A Ampére

°C graus Celsius

°F graus Fahrenheit

ft pés, pé

Gb/s gigabit por segundo

Hz hertz

in polegada

kb/s kilobit por segundo

kHz kilohertz

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km quilometro

kPa kilopascal

kVA kilovolt ampére

kW kilowatt

lbf libra força

m metro

Mb/s megabit por segundo

mm milímetro

nm nanômetro

µm micrometro ou mícron

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3. VISÃO GERAL DO PROJETO DO DATA CENTER

3.1. Geral

A intenção desta sub-cláusula é fornecer informação geral dos fatores que devem ser considerados no
planejamento do projeto de um data center. As informações e recomendações têm a intenção de permitir
uma implementação efetiva de um projeto de data center identificando as ações adequadas a serem
adotadas em cada etapa do planejamento e processo do projeto. Os detalhes específicos do projeto são
fornecidos nas subseqüentes cláusulas e anexos.

As etapas no processo do projeto, descritas abaixo, se aplicam ao projeto de um data center novo ou a
ampliação de um data center existente. É essencial para cada caso que o projeto do sistema de
cabeamento de telecomunicações, planta do piso do equipamento, planta elétrica, planta arquitetônica,
HVAC, segurança, e sistemas de iluminação sejam coordenados. De maneira ideal, o processo deveria:

a) Avaliar os requisitos do equipamento de telecomunicações, espaço, energia e refrigeração a plena


capacidade. Antecipar futuras tendências de telecomunicações, energia e resfriamento no decorrer
do tempo de vida do data center.

b) Fornecer para os arquitetos e engenheiros o espaço, energia, resfriamento, segurança, carga do


piso, aterramento, proteção elétrica e outros requisitos da instalação. Fornecer os requisitos para o
centro de operações, plataforma de carga, sala de armazenamento, áreas de suporte e outras áreas
de apoio.

c) Coordenar preliminarmente as planejamentos de áreas do data center dos arquitetos e engenheiros.


Sugerir alterações conforme for necessário.

d) Criar uma planta do piso do equipamento incluindo a colocação das salas e os espaços principais
para salas de entrada, áreas de distribuição principal, áreas de distribuição horizontal, áreas de
distribuição de zonas e áreas de distribuição de equipamentos. Fornecer os requisitos estimados de
energia, resfriamento e carga do piso para os engenheiros. Fornecer os requisitos para os canaletas
de telecomunicações.

e) Obter uma planta atualizada dos engenheiros com os canaletas de telecomunicações, equipamento
elétrico e equipamento mecânico adicionados à planta do piso do data center a plena capacidade.

f) Projetar o sistema de cabeamento de telecomunicações com base nas necessidades do


equipamento a ser situado no data center.

3.2. Relação das áreas do data center a outras áreas do edifício

A Figura 1 ilustra as áreas principais de um data center típico e como elas estão relacionadas umas às
outras e às áreas fora do data center. Veja a clausula 5 para informação referente às áreas de
telecomunicações dentro do data center.

Esta Norma aborda a infra-estrutura de telecomunicações para as áreas do data center que é a sala de
informática e suas áreas de suporte associadas.

O cabeamento e os espaços fora da sala de informática e seus espaços de suporte associados estão
ilustrados na figura 1 para demonstrar seu relacionamento ao data center.

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Canteiro de Obras do Edifício

Área Externa do Edifício

Área do Escritório Geral Salas de


Telecomunicações
e Equipamentos
que atendem áreas
fora do data center

Data Center

Escritórios da Sala(s) de Entrada Sala(s) de Equipamentos


Equipe de Apoio Elétricos e Mecânicos do
Data Center

Centro de Sala(s) de Sala de Armazenamento e


Operações Telecomunicações Plataformas de carga
que atendem áreas do
data center

Sala de informática

Figura 1: Relação de espaços em um data center

3.3. Classificação em camadas

Esta Norma inclui informação para quatro camadas relacionadas aos vários níveis de disponibilidade e
segurança da infra-estrutura da instalação do data center. As camadas mais altas correspondem a maior
disponibilidade e segurança. O anexo G desta Norma fornece informações detalhadas para cada um dos
quatro níveis de camadas,

3.4. Consideração para o envolvimento de profissionais

Os data centers são projetados para lidar com os requisitos de grandes quantidades de informática e
equipamentos de telecomunicações. Assim, os profissionais e especificadores de telecomunicações e
tecnologia de informação deveriam estar envolvidos no projeto de um data center desde seu inicio. Além
do espaço, ambiente, adjacências e requisitos operacionais para o informática e equipamento de
telecomunicações, os projetistas do data center precisam abordar os requisitos dos canaletas de
telecomunicações e os espaços especificados nesta Norma.

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4. INFRA-ESTRUTURA DE SISTEMA DE CABEAMENTO DO DATA


CENTER

4.1. Os elementos básicos da estrutura do sistema de cabeamento do data center

A Figura 2 ilustra um modelo representativo para os vários elementos funcionais que compreendem um
sistema de cabeamento para um data center. Ela descreve a relação entre os elementos e como eles são
configurados para criar um sistema completo.

Os elementos básicos da estrutura do sistema de cabeamento do data center são os seguintes:

a) Cabeamento horizontal (sub-cláusula 6.2)

b) Cabeamento de backbone (sub-cláusula 6.3)

c) Conexão cruzada na sala de entrada ou área de distribuição principal

d) Conexão cruzada principal (MC) na área de distribuição principal

e) Conexão cruzada horizontal (HC) na sala de telecomunicações, área de distribuição horizontal ou


área de distribuição principal

f) Tomada de zona ou ponto de consolidação na área de distribuição de zona

g) Tomada na área de distribuição do equipamento

Sala de Entrada Primária

Provedores Provedores

Salas de Escritórios, Centro Cabeamento de Backbone


de Operações, Suporte
Cabeamento Sala de Entrada Secundária

Provedores
Cabeamento de
HC MC

CabemntodBck
Sala de Telecomunicações

Cabeamento de Backbone
Cabeamento de Backbone

CabemntoHrizal
Área de
HC HC HC
Cabeamento
Cabeamento
Cabeamento

Área de
Interconexão
Cabeam.

Área de
Interconexão Interconexão Interconexão Equip. Ativo
Equip. Ativo Equip. Ativo Equip. Ativo
Distribuição

Data Center

Figura 2: Topologia do Data Center

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5. ÁREAS E TOPOLOGIAS RELATIVAS A TELECOMUNICAÇÕES DO


DATA CENTER

5.1. Geral

O data center necessita de áreas dedicadas para suportar a infra-estrutura de telecomunicações. As


áreas de telecomunicações devem ser dedicadas para suportar cabeamento e equipamentos de
telecomunicações. As áreas típicas encontradas dentro de um data center geralmente abrangem uma
sala de entrada, área de distribuição principal (MDA), área de distribuição horizontal (HDA), área de
distribuição de zona (ZDA) e área de distribuição de equipamento (EDA). Dependendo do tamanho do
data center, nem todas essas áreas necessitam ser utilizadas dentro da estrutura. Estas áreas devem ser
planejadas para poderem proporcionar crescimento e transição para tecnologias em evolução. Elas
podem ou não ser separadas com paredes das outras áreas de sala de informática.

5.2. Estrutura do Data Center

5.2.1. Elementos Principais

As áreas de telecomunicações do data center abrangem a sala de entrada, a área de distribuição principal
(MDA), a área de distribuição horizontal (HDA), a área de distribuição de zonas (ZDA) e a área de
distribuição de equipamento (EDA).

A sala de entrada é o espaço utilizado para a interface entre o sistema de cabeamento estruturado do
data center e o cabeamento inter-edifícios, ambos pertencentes ao provedor de acesso e ao cliente. Este
espaço inclui o hardware de demarcação do provedor de acesso e o equipamento do provedor de acesso.
A sala de entrada pode estar localizada fora da sala de informática se o data center estiver localizado em
um edifício que possui escritórios de finalidades gerais ou outro tipos de espaços fora do data center. A
sala de entrada pode também estar localizada no lado externo da sala de informática para melhorar a
segurança, uma vez que evita a necessidade dos técnicos do provedor de acesso entrarem na sala de
informática. Os data centers podem ter múltiplas salas de entrada para oferecer redundância adicional ou
para evitar exceder os comprimentos de cabo máximo para os circuitos providos pelo provedor de
acesso. As interfaces da sala de entrada com a sala de informática através da área de distribuição
principal. A sala de entrada pode ser adjacente ou combinada com área de distribuição principal.

A área de distribuição principal inclui a conexão cruzada principal (MC), que é o ponto central para o
sistema de cabeamento estruturado do data center e pode abranger a conexão cruzada horizontal (HC)
quando as áreas do equipamento são atendidas diretamente a partir da área de distribuição principal.
Esta área está dentro da sala de informática; por segurança, ela pode estar localizada em uma sala
dedicada em um data center de múltiplos arrendatários. Cada data center deve ter pelo menos uma área
de distribuição principal. Os roteadores principais da sala de informática, comutadores principais da LAN,
comutadores principais da SAN e PBX estão normalmente localizados na principal área de distribuição
porque neste espaço está o hub da infra-estrutura de cabeamento para o data center. O equipamento de
provisionamento do provedor de acesso (por exemplo multiplexadores M13) está normalmente e
preferivelmente localizado na área de distribuição principal do que na sala de entrada para evitar a
necessidade de uma segunda sala de entrada devido a restrições de comprimento do circuito.

A área de distribuição principal pode atender uma ou mais áreas de distribuição horizontal ou áreas de
distribuição de equipamento dentro do data center e com um ou mais salas de telecomunicações
localizadas fora de um da área sala de informática para acomodar os espaços de escritório, centros de
operações outras salas de suporte externo.

A área de distribuição horizontal é utilizada para atender áreas de equipamento quando o HC não estiver
localizado na área de distribuição principal. Assim, quando utilizado, a área de distribuição horizontal
podem abranger o HC, que é o ponto de distribuição para o cabeamento para as áreas de distribuição de
equipamento. A área de distribuição horizontal está dentro da sala de informática, mas para segurança
adicional, pode estar localizada em uma sala específica dentro da sala de informática. A área de
distribuição horizontal inclui os comutadores da LAN, os comutadores da SAN e comutadores de Teclado/
Vídeo/ Mouse (KVM) para o equipamento de ponta localizado nas áreas de distribuição de equipamento.

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Um data center pode áreas de sala de informática localizadas em múltiplos pisos sendo atendidos
somente por um HC. Um pequeno data center pode não necessitar de áreas de distribuição horizontais
uma vez que toda a sala de computar pode ser suportada a partir da área de distribuição principal.
Contudo, um data center típico terá várias áreas de distribuição horizontal.

A área de distribuição do equipamento (EDA) é o espaço alocado para o equipamento terminal, incluindo
sistemas de informática e equipamento de telecomunicações. Estas áreas não devem atender as
finalidades de uma sala de entrada, a área de distribuição principal ou área de distribuição horizontal.

Poderá haver um ponto de interconexão opcional dentro do cabeamento horizontal, chamado uma área
de distribuição de zona. Esta área está localizada entre a área de distribuição horizontal e a área de
distribuição do equipamento para permitir reconfiguração freqüente e flexibilidade.

5.2.2. Topologia típica do data center

O data center típico inclui uma sala de entrada única, possivelmente uma ou mais salas de comunicação,
uma área de distribuição principal e várias áreas de distribuição. A Figura 3 ilustra a topologia típica do
data center.

Provedores de Acesso Sala de Entrada Provedores de Acesso


Equipamento de
Transmissão e Demarcação
Escritórios,
Centro de Operações,
Salas de Suporte

Cabeamento Cabeamento do backbone


Sala de
Sala de Área de Distribuição
informática
Telecomunicações Cabeamento Principal
(Escritório e Comutadores (Roteadores, Comutadores
LAN, SAN do Centro de LAN, SAN do Bakbone,
Operações) PBX, Multxes M13)

Cabeamento do backbone

Área de Distr. Horiz,


(Comutadores, LAN,
SAN/KVM)

Área de Distr. Horiz, Área de Distr. Horiz, Área de Distr. Horiz,


Cabeamento Horizontal
(Comutadores, LAN, (Comutadores, LAN, (Comutadores, LAN,
SAN/KVM) SAN/KVM) SAN/KVM)
Área de Distr. Zona
Cabeamento Horizontal Cabeamento Horizontal Cabeamento Horizontal
Cabeamento Horizontal

Área de Distr. Equip. Área de Distr. Equip. Área de Distr. Equip. Área de Distr. Equip.
Rack/ Gabinete) (Rack/ Gabinete)

Figura 3: Exemplo de uma topologia básica de center data

5.2.3. Topologias reduzidas de data centers

Os projetistas de data center podem consolidar a conexão cruzada principal e a conexão cruzada
horizontal em uma única área de distribuição principal, possivelmente tão pequena quanto um simples
gabinete ou rack. Em uma topologia de data center reduzida a sala de telecomunicações para
cabeamento para as áreas de suporte e a sala de entrada podem também ser consolidadas em uma área
de distribuição principal. A topologia de data center reduzida, para um pequeno data center, é ilustrada na
Figura 4 .

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Provedores de Acesso

Área de Distrib. Principal


Sala do
Escritórios, Centro (Equip. de Trasmissão,
Informática
de Operações, Cabeamento Demarcação, Roteadoers,
Comutadores LAN;SAN/KVM do
Salas de Suporte Backbone, PBX, Multixes M13)

CabemntoHrizl
Cabeamento Horizontal
Área de Distrib.
de Zona
Cabeamento Horizontal

Área de Distrib. Área de Distrib.


de Equip. de Equip.
(Rack/Gabinete) (Rack/Gabinete)

Figura 4: Exemplo de topologia de data center reduzido

5.2.4. Topologias de Data Center Distribuídos

Podem ser necessárias salas de telecomunicações múltiplas para data centers com escritórios e áreas de
suporte grandes ou amplamente separadas.

As restrições de distância de circuito poderiam exigir salas de múltiplas entradas para data centers muito
grandes. A salas de entradas adicionais podem ser conectadas à área de distribuição principal e áreas de
distribuição horizontal que elas apóiam utilizando cabos de par trançado, cabos de fibra óptica e cabos
coaxiais. A topologia do data center com salas de múltiplas entradas é mostrado na figura 5. A sala da
entrada primária não deve ter conexões diretas com as áreas de distribuição horizontal. É permitido que a
sala de entrada secundária tenha cabeamento direto para as áreas de distribuição horizontal se as salas
de entrada secundária foram acrescentadas para evitar exceder as restrições do comprimento máximo do
circuito. Apesar do cabeamento da sala de entrada secundária diretamente para as HDAs não ser prática
comum ou encorajada, ela é permitida para atender certas limitações de comprimento de circuito e
necessidades de redundância.

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Sala de Entrada
Provedores de Acesso Provedores de Acesso
Primária
(Equip. Transmissão e
Escritórios, Demarcação)
Centro de Operações, Provedores de Acesso
Salas de Suporte

Cabeamento

Sala de Sala de Distribuição Sala de Entrada


Telecomunicações Cabeamento Principal Cabeamento Secundária
(Roteadores, Comutadores (Equip. Transmissão e
(Escritório e Comutadores da
LAN do Centro de Operações) LAN/SAN do backbone, PBX, Demarcação)
Multixes M13)

CabemntodBck
Cabeamento de Backbone Cabeamento Cabeamento
de backbone
Sala de

Cabeamento
Area de Distrib.
Horizontal de backbone
Cabeamento Informática
(Comutadores
LAN/SAN/KVM)
Cabeamento Area de Distrib. Area de Distrib.
de backbone Area de Distrib.
Horizontal Horizontal Horizontal
(Comutadores (Comutadores (Comutadores
LAN/SAN/KVM) LAN/SAN/KVM) LAN/SAN/KVM)
Cabeamento
Cabeamento Horizontal Cabeamento Horizontal Cabeamento Horizontal

Area de Distrib. de Area de Distrib. de Area de Distrib. de Area de Distrib. de


Equipam. Equipam. Equipam. Equipam.
(Rack/ Gabinete) (Rack/ Gabinete) (Rack/ Gabinete) (Rack/ Gabinete)

Figura 5: Exemplo de uma topologia de data center com salas de múltiplas entradas.

5.3. Requisitos da sala de informática

5.3.1. Geral

A sala de informática é um espaço ambientalmente controlado que atende o único propósito de alojar
equipamentos e cabeamento diretamente relacionado aos sistemas de informática e outros sistemas de
telecomunicações. A sala de informática deve atender a norma NFPA 75.

O layout do piso deve ser consistente com os requisitos do equipamento e fornecedores da instalação,
tais como:

- Os requisitos de carga do piso incluindo equipamento, cabos, patch cords e mídia (carga estática
concentrada, carga do piso estática uniforme, carga móvel dinâmica);

- Requisitos que espaços livres para manutenção (requisitos de espaços livres em cada lado do
equipamento, necessários para manutenção adequada do equipamento);

- Requisitos de fluxo de ar;

- Requisitos de montagem;

- Requisitos de energia DC e restrições de comprimento de circuito;

- Requisitos de comprimento de conectividade do equipamento (por exemplo, comprimentos máximos


de canal para periféricos e consoles).

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5.3.2. Local

Ao selecionar o local da sala de informática evitar locais que são restringidos por componentes do edifício
que limitem a expansão, tais como elevadores, paredes principais e externas, ou outras paredes fixas do
edifício. Deve ser prevista a acessibilidade para a entrega de grandes equipamentos para a sala de
equipamento (ver ANSI/TIA-579-B anexo B.3).

A sala deve estar localizada longe de fontes de interferência e eletromagnética. Os exemplos de tais
fontes de ruídos incluem transformadores de fornecimento de energia elétrica, motores e geradores,
equipamentos de raios-X, transmissores de rádio ou radar, e dispositivos de solda por indução.

A sala de informática não deve ter janelas exteriores, uma vez que janelas exteriores e aumentam a carga
térmica e reduzem a segurança.

5.3.3. Acesso

As portas da sala de informática devem prover acesso somente a pessoas autorizadas. Além disso, o
acesso à sala deve estar de acordo com os requisitos de AHJ. Para informações adicionais sobre o
monitoramento de acesso à sala de informática, veja o anexo G.

5.3.4. Projeto arquitetônico

5.3.4.1. Tamanho

A sala de informática deve ser dimensionada para atender os requisitos conhecidos do equipamento
específico, incluindo os espaços livres adequados; esta informação pode se obtidas do fornecedor(es) do
equipamento. O dimensionamento deve incluir os requisitos projetados para o futuro bem como os atuais.
Veja o anexo E quanto às diretrizes sobre dimensionamento de salas de informática.

5.3.4.2. Diretrizes para outros equipamentos

O equipamento de controle elétrico, tal como distribuição de energia ou sistemas de condicionadores e


UPS até 100 kVA podem estar na sala de informática, com exceção de baterias de eletrólito líquido. A
UPS maior do que 100 kVA e qualquer UPS contendo baterias de eletrólito líquido devem estar
localizadas em uma sala separada conforme exigido pela AHJ.

Os equipamentos não relacionados ao apoio da sala de informática (por exemplo, tubulação, dutos,
tubulação de ar comprimido, etc) não devem ser instalados internamente, atravessarem ou entrarem na
sala de informática.

5.3.4.3. Altura do teto

A altura mínima em uma sala de informática deveria ser de 2,6 m (8,5 pés) do piso acabado até qualquer
obstáculo. tal como sprinklers, luminárias ou câmeras. Os sistemas de resfriamento ou racks/ gabinetes
mais altos do que 2,13 m (7 pés) podem necessitar tetos mais altos. Deve ser mantido um espaço livre de
460 mm (18 polegadas) para o sprinkler de água.

5.3.4.4. Tratamento

Os pisos, paredes e tetos devem ser selados, pintados ou construídos de material que reduzam poeira.
Os acabamentos devem ser em cores claras para melhorar a iluminação ambiental. Os pisos devem ter
propriedades anti-estáticas de acordo com a IEC 61000-4-2.

5.3.4.5. Iluminação

A iluminação deve ser de no mínimo 500 lux (50 pés-vela) no plano horizontal e 200 lux (20 pés-vela) no
plano vertical, medidas 1 m (3 pés) acima do piso acabado no meio de todos corredores entre os
gabinetes.

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As luminárias não devem receber energia do mesmo painel de distribuição elétrica do equipamento de
telecomunicações na sala de informática. Não devem ser utilizados interruptores do tipo dimmer. A
iluminação e sinalização de emergência devem ser instaladas segundo a autoridade competente (AHJ) de
forma que a ausência da iluminação primária não prejudique a saída de emergência.

5.3.4.6. Portas

As portas devem ter no mínimo 1 m (3 pés) de largura e 2,13 m (7 pés) de altura, sem soleira, abrindo
para fora (se o código permitir) ou portas de correr dupla ou serem removíveis. As portas devem possuir
fechaduras e não devem ter poste central ou poste central removível para facilitar acesso de grandes
equipamentos. Os requisitos de saída para a sala de informática devem atender os requisitos da AHJ.

5.3.4.7. Carga do piso

A capacidade de carga do piso na sala de informática deve ser suficiente para sustentar a carga
distribuída e a carga concentrada dos equipamentos instalados com o cabeamento e a mídia associada.
A capacidade de carga mínima do piso deve ser de 7,2 kPA (150 lbf/ft2). A capacidade de carga
2
distribuída do piso é de 12 kPA (250 lbf/ft ).
2
O piso deve ter uma capacidade de sustentação de 1,2 kPA (25 lbf/ft ) para suportar cargas que são
suspensas na parte inferior do piso (por exemplo, bandeja de cabos suspensos a partir do teto do piso
2
inferior). A capacidade de carga suspensa do piso é de 2,4 kPA (50 lbf/ft ). Veja a especificação Telcordia
GR-63-CORE referente a medição de capacidade de carga e os métodos de teste.

5.3.4.8. Sinalização

A sinalização, se utilizada, deveria ser desenvolvida dentro do projeto de segurança do edifício. A


sinalização adequada de saída deve ser fixada de acordo com a AHJ.

5.3.4.9. Considerações sísmicas

As especificações para as instalações relativas devem levar em conta os requisitos aplicáveis de zona
sísmica. Veja a especificação Telcordia GR-63-CORE para maiores informações referente a
considerações sísmicas.

5.3.5. Projeto ambiental

5.3.5.1. Contaminantes

A sala deve estar protegida de contaminantes de acordo com a ANSI/TIA-569-B.

5.3.5.2. HVAC

Se a sala de informática não tiver um sistema de HVAC dedicado, a sala de informática deve estar
localizada com fácil acesso ao principal sistema de fornecimento de HVAC ou utilizar o HVAC principal do
edifício e ter dampers automáticos instalados.

5.3.5.2.1. Operação Contínua

O HVAC deve ser fornecido na base de 24 horas por dia, 365 dias por ano. Se o sistema do edifício não
puder garantir a operação contínua para aplicações em grandes equipamentos, deve ser instalada uma
unidade individual para a sala de informática.

5.3.5.2.2. Operação de Emergência

O sistema de HVAC deve ser assistido pelo sistema de gerador de emergência da sala de informática, se
houver. Se a sala de informática não tiver um sistema de gerador de emergência dedicado, o HVAC da

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sala de informática deveria ser conectado ao sistema de gerador de emergência do edifício, se existir um
instalado.

5.3.5.3. Parâmetros Operacionais

A temperatura e a umidade relativa devem ser controladas para oferecer faixa de operações contínuas
para temperatura e umidade.

- Temperatura bulbo seco: 20º C (68º F) a 25º (77º F);

- Umidade relativa: 40% a 55%;

- Ponto de Orvalho máximo: 21º C (69,8º F);

- Taxa de alteração máxima: 5º C (9º F) por hora;

- Pode ser necessário equipamento de umidificação de desumidificação dependendo das condições


ambientes locais.

A temperatura e a umidades devem ser medidas após o equipamento estar em operação. As medições
devem ser efetuadas a uma distância de 1,5 m (5 pés) acima do nível do piso a cada 3 a 6 m (3 a 30 pés)
ao longo da linha central dos corredores frios e em qualquer local de entrada de ar do equipamento
operacional. As medições de temperatura deveriam ser tomadas em vários locais de entrada de ar de
qualquer equipamento com problemas de resfriamento potencial. Veja a ASHRAE sobre diretrizes mais
detalhadas para medir e avaliar temperaturas da sala de informática.

Deve ser proporcionada uma pressão diferencial positiva com respeito às áreas ao redor.

5.3.5.4. Baterias

Se forem utilizadas baterias para backup, deve haver ventilação adequada e um retentor de respingos
para as mesmas. Veja os requisitos para códigos elétricos aplicáveis.

5.3.5.5. Vibração

A vibração mecânica junto com a infra-estrutura do equipamento ou cabeamento pode levar a falha de
serviço no decorrer do tempo. Um exemplo comum deste tipo de falha seria o de conexões soltas. Os
problemas de vibração potencial deveriam ser considerados no projeto da sala de informática uma vez
que a vibração dentro do edifício existirá e será direcionada para a sala de informática através da
estrutura do edifício. Nesses casos, o engenheiro do projeto estrutural deveria ser consultado para
projetar proteções contra vibração excessiva da sala de informática. Veja a especificação Telcordia GR-
63-CORE para maiores informações referentes a testes de vibração.

5.3.6. Projeto Elétrico

5.3.6.1. Energia

Devem ser fornecidos circuitos separados de alimentação atendendo a sala de informática e terminados
em seu próprio painel ou painéis.

A sala de informática deve ter tomadas duplas de uso geral (120V 20A) para ferramentas elétricas,
equipamento de limpeza e equipamentos não adequados de serem ligados aos blocos de tomadas dos
gabinetes. As tomadas de uso geral não devem estar na mesma unidade de distribuição de energia
(PDUs) ou painéis elétricos que o utilizado para o equipamento de telecomunicações e informática na
sala. As tomadas de uso geral devem ser espaçadas em 3,65 m (12 pés) ao longo das paredes da sala,
ou mais próximas se especificado pelo regulamento local e acessível por um fio de 4,5 m (15 pés)
(conforme Artigos NEC 210.7 (A) e 645,5 (B1)).

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5.3.6.2. Energia de Emergência

Os painéis elétricos da sala de informática deve ser assistidos pelo sistema de gerador de emergência da
sala de informática, se houver. Quaisquer geradores que forem utilizados deveriam ser classificados para
cargas eletrônicas. Os geradores desta capacidade são geralmente referidos como “Computer Grade”.
Se a sala de informática não tiver um sistema de gerador de emergência dedicado, os painéis elétricos da
sala de informática deveriam ser conectados ao sistema de gerador de emergência do edifício, se existir
um instalado. Os requisitos para o desligamento de energia para equipamentos de sala de informática são
estabelecidos pela AHJ e variam conforme a jurisdição.

5.3.6.3. Junção e aterramento

O acesso ao sistema de aterramento de telecomunicações deve ser disponível, conforme especificado


pela ANSI/NEMA/EIA-J-STD-607-A. A sala de informática deve ter uma rede de junção comum (CBN) (ver
sub-cláusula G.5.1.6).

5.3.7. Proteção contra incêndio

Os sistemas de proteção contra incêndio e extintores de incêndio manuais devem estar de acordo com a
NFPA-75. Os sistemas de sprinklers nas salas de informática devem ser do sistema pré action.

5.3.8. Infiltração de água

Onde houver risco de entrada de água, deve ser providenciado um meio de drenar a mesma (por
exemplo, um ralo no piso). Além disso, deve ser previsto pelo menos um ralo ou outro meio de drenar a
2 2
água a cada 100 m (1000 ft ) de área. Quaisquer tubulações de água e esgoto que atravesse a sala
devem estar localizadas longe de e não diretamente acima do equipamento da sala.

5.4. Requisitos da sala de entrada

5.4.1. Geral

A sala de entrada é uma área, preferivelmente uma sala, na qual as instalações pertencentes ao provedor
de acesso promovem a interface com o sistema de cabeamento do data center. Ela normalmente aloja os
equipamentos do provedor de acesso de telecomunicações e é o local onde os provedores de acesso
tipicamente disponibilizam os circuitos aos clientes. Este ponto de liberação (hands off) é chamado de
ponto de demarcação. É onde a responsabilidade do provedor de acesso pelo circuito termina e a
responsabilidade do cliente para o circuito começa.

A sala de entrada irá alojar os canaletas de entrada, os blocos protetores para os cabos de entrada de
pares de cobre, equipamento de terminação para os cabos provedor de acesso, equipamento do provedor
de acesso e equipamento de terminação para o cabeamento para a sala de informática.

5.4.2. Local

A sala de entrada deve estar localizada em forma a garantir que os comprimentos máximos do circuito do
ponto de demarcação do provedor de acesso para o equipamento não sejam superados. Os
comprimentos máximos de circuito precisam incluir a rota total do cabo, incluído patch cords e mudanças
de altura entre pisos e dentro dos racks ou gabinetes. Os comprimentos de circuito específicos (do ponto
de demarcação para o equipamento final) a serem considerados quando planejar os locais de sala de
entrada estão fornecidos o anexo A.

OBSERVAÇÃO: Podem ser utilizados repetidores para estender os circuito além dos
comprimentos especificados no anexo A.

As salas de entrada podem estar localizadas dentro ou fora da área da sala de informática. As
preocupações de segurança podem necessitar que as salas de entrada estejam localizadas fora da sala
de informática para evitar a necessidade de que técnicos do provedor de acesso acessem a sala de

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informática. Contudo, em grandes data centers, as preocupações de comprimento de circuito podem


exigir que a sala de entrada esteja localizada na sala de informática.

O cabeamento nas salas de entrada deveria utilizar a mesma distribuição de cabo (na parte superior ou
subterrâneo) da forma como for utilizado na sala de informática; isto irá minimizar os comprimentos de
cabo para evitar uma transição das bandejas de cabo localizadas na parte superior para as bandejas de
cabo sob o piso.

5.4.3. Quantidade

Os grandes data centers podem necessitar salas de entradas múltiplas para suportar alguns tipos de
circuito através da área da sala de informática e/ou fornecer redundância adicional.

A salas de entrada adicionais podem ter seus próprios canaletas de entrada para a alimentação de
serviço dedicado dos produtores de acesso. De forma alternativa, a salas de entradas adicionais podem
ser subsidiárias da sala de entrada primária, e neste caso as alimentações de serviço do provedor de
acesso provém da sala de entrada primária.

5.4.4. Acesso

O acesso à sala de entrada deve ser controlada pelo proprietário do data center ou seu agente.

5.4.5. Roteamento do conduite de entrada sob o piso de acesso

Se a sala de entrada estiver localizada na área da sala de informática, o percurso do conduite de entrada
deve ser projetado de forma a evitar a interferência com o fluxo de ar, tubulação de água fria e outros
roteamentos de cabo sob o piso de acesso.

5.4.6. Áreas do provedor de acesso e provedor de serviço

As áreas para provedor de acesso e provedor de serviço para data centers estão tipicamente localizadas
na sala de entrada ou na sala de informática. Veja a ANSI/TIA-569-B para informações sobre as áreas do
provedor de acesso e provedor de serviços.

As áreas de provedor de acesso e provedor de serviços da sala de entrada do data center normalmente
não requerem separação porque o acesso à entrada do data center é cuidadosamente controlada.
Entretanto, os provedores de acesso e serviço que arrendam espaço na sala de informática, requerem
normalmente acesso seguro às suas áreas.

5.4.7. Terminal de entrado do edifício

5.4.7.1. Geral

Aqui estão relacionados os requisitos para os terminais de entrada do edifício, localizados na entrada do
cabeamento para as instalações do edifício, onde ocorre a transição entre o ambiente interno e externo.
Os terminais externos são normalmente utilizados quando a conexão de entrada estiver localizada em um
recinto em uma parede externa do edifício. Os terminais internos serão utilizados quando o cabo externo
for conectado ao sistema de cabeamento de distribuição interna. Veja a ANSI/TIA/EIA-568-B para
informações adicionais sobre o as instalações de entrada e conexões da instalação de entrada.

5.4.8. Projeto arquitetônico

5.4.8.1. Geral

A decisão sobre disponibilizar uma sala ou uma área aberta deve estar baseada na segurança (levando
em consideração ambos, acesso e contato incidental), a necessidade de espaços de parede para
protetores, tamanho da sala de entrada e localização física.

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5.4.8.2. Tamanho

A sala de entrada deve ser dimensionada para atender os requisitos conhecidos e máximos projetados
para:

- canaletas de entrada para provedor de acesso encadeamento do campus;

- área de painel e estrutura para cabeamento do provedor de acesso e campus;

- racks do provedor de acesso;

- equipamento pertencente ao proprietário para serem colocados na sala de entrada;

- racks de demarcação incluindo hardware de terminação para cabeamento da sala de informática;

- canaletas para a sala de informática, a principal área de distribuição e possivelmente área de


distribuição horizontal para salas de entrada secundárias;

- canaletas para outras salas de entrada se houver salas de múltiplas entradas.

A área necessária está mais intimamente relacionada ao número de provedores de acesso, o número de
circuitos, e tipo de circuitos a serem terminados na sala mais do que o tamanho do data center. Reunir
todos provedores de acesso para determinar suas necessidades de área inicial e futura. Veja o anexo C
para maiores informações referentes à coordenação do provedor de acesso e demarcação do provedor
de acesso.

Deve também ser disponibilizada área para cabeamento do campus. Os cabos contendo componentes
metálicos (pares de cobre, coaxiais, cabos de fibra óptica com componentes metálicos, etc) devem ser
terminado com os protetores na sala de entrada. Os protetores podem ser montados na parede ou na
estrutura. O espaço para os protetores deve estar localizado o mais próximo possível aos pontos de
entrada dos cabos do edifício. Os cabos de fibra óptica do campus podem ser terminados na conexão
cruzada principal ao invés da sala de entrada, se não tiverem componentes metálicos (por exemplo, capa
ou cabo de reforço). Veja os regulamentos aplicáveis referentes a cabo de entrada e requisitos de
terminação de cabos de entrada.

5.4.8.3. Painéis de Compensado

Onde forem colocados protetores nos limites da parede, a parede deve ser revestida com compensado A-
C de 20 mm (3/4 de polegada) firmemente fixada, preferivelmente sem revestimento, de 2,4 m (8 pés) de
altura e capaz de suportar hardware de conexão fixados. O compensado deve ter classificação de reação
a fogo (retardante de chama) ou coberta com duas camadas de tinta retardante de chama.

Se o compensado classificado de reação a fogo (retardante de chama) tiver que ser pintado, a tinta não
deve cobrir o carimbo de classificação de reação a fogo até que a inspeção pelo corpo de bombeiros ou
outro AHJ seja efetuada. Para reduzir empenamento, compensado classificado de reação a fogo
(retardante de chama) deve ser secado em estufa e a umidade não deve exceder 15%.

5.4.8.4. Altura do teto

A altura mínima deve ser de 2,6 m (8,5 pés) do piso acabado até qualquer obstáculo. tal como sprinklers,
luminárias ou câmeras. Os sistemas de resfriamento ou racks/ gabinetes mais altos do que 2,13 m (7 pés)
podem necessitar tetos mais altos. Deve ser mantido um espaço livre de 460 mm (18 polegadas) para os
cabeçotes dos sprinkler de água.

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5.4.8.5. Tratamento

Os pisos, paredes e tetos devem ser selados, pintados ou construídos de material que reduzam poeira.
Os acabamentos devem ser em cores claras para melhorar a iluminação ambiental. Os pisos devem ter
propriedades anti-estáticas de acordo com a IEC 61000-4-2.

5.4.8.6. Iluminação

A iluminação deve ser de no mínimo 500 lux (50 pés-vela) no plano horizontal e 200 lux (20 pés-vela) no
plano vertical, medidas 1 m (3 pés) acima do piso acabado no meio de todos corredores entre os
gabinetes.

As luminárias não devem receber energia do mesmo painel de distribuição elétrica do equipamento de
telecomunicações na sala de informática. Não devem ser utilizados interruptores do tipo dimmer. A
iluminação e sinalização de emergência devem ser instaladas pela AHJ de forma que a ausência da
iluminação primária não prejudique a saída de emergência.

5.4.8.7. Portas

As portas devem ter no mínimo 1 m (3 pés) de largura e 2,13 m (7 pés) de altura, sem soleira, abrindo
para fora (se o código permitir) ou portas de correr dupla ou serem removíveis. As portas devem possuir
fechaduras e não devem ter poste central ou poste central removível para facilitar acesso de grandes
equipamentos.

5.4.8.8. Sinalização

A sinalização, se utilizada, deveria ser desenvolvida dentro do projeto de segurança do edifício.

5.4.8.9. Considerações sísmicas

As especificações para as instalações relativas deve levar em conta os requisitos aplicáveis de zona
sísmica. Veja a especificação Telcordia GR-63-CORE para maiores informações referente a
considerações sísmicas.

5.4.8.10. HVAC

A sala de entrada deve estar localizada de forma a ter fácil acesso ao sistema de fornecimento de HVAC
da sala de informática. Deve ser considerada existência de um condicionador de ar dedicado para a sala
de entrada. Se a sala de entrada tiver um condicionador de ar dedicado, os circuitos de controle de
temperatura para as unidades de ar condicionado da sala devem receber energia das mesmas PDUs ou
painéis que servem os racks da sala de entrada.

O HVAC para o equipamento da sala de entrada deve ter o mesmo grau de redundância e backup que o
HVAC e energia da sala de informática.

5.4.8.10.1. Operação Contínua

O HVAC deve ser fornecido na base de 24 horas por dia, 365 dias por ano. Se o sistema do edifício não
puder garantir a operação contínua, deve ser instalada uma unidade individual para a sala de entrada do
data center.

5.4.8.10.2. Operação de Emergência

O sistema de HVAC da sala de entrada deve ser assistido pelo sistema de gerador de emergência da sala
de informática, se houver. Se a sala de informática não tiver um sistema de gerador de emergência
dedicado, o HVAC da sala de informática deveria ser conectado ao sistema de gerador de emergência do
edifício, se existir um instalado.

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5.4.8.11. Parâmetros Operacionais

A temperatura e a umidade relativa devem ser controladas para oferecer faixa de operações contínuas
para temperatura e umidade.

- Temperatura bulbo seco: 20º C (68º F) a 25º (77º F);

- Umidade relativa: 40% a 55%;

- Ponto de Orvalho máximo: 21º C (69,8º F);

- Taxa de Alteração máxima: 5º C (9º F) por hora;

- Pode ser necessário equipamento de umidificação de desumidificação dependendo das condições


ambientes locais.

A temperatura e a umidades devem ser medidas após o equipamento estar em operação. As medições
devem ser efetuadas a uma distância de 1,5 m (5 pés) acima do nível do piso a cada 3 a 6 m (3 a 30 pés)
ao longo da linha central dos corredores frios e em qualquer local de entrada de ar do equipamento
operacional. As medições de temperatura deveriam ser tomadas em vários locais de entrada de ar de
qualquer equipamento com problemas de resfriamento potencial.

5.4.8.12. Energia

Deve ser considerada a existência de painéis de energia alimentados por PDUs e UPS para a sala de
entrada. A quantidade de circuitos elétricos para a sala de entrada depende dos requisitos do
equipamento a ser colocado na sala. A salas de entrada deve utilizar o mesmo sistema de backup elétrico
(UPS e geradores) como os utilizados para a sala de informática. O grau de redundância para o sistema
mecânico e elétrico da sala de entrada deve ser o mesmo que o da sala de informática

A sala de entrada deve ter tomadas duplas de uso geral (120 20A) para ferramentas elétricas,
equipamento de limpeza e equipamentos não adequados de serem ligados aos blocos de tomadas dos
racks do equipamento. As tomadas de uso geral não devem estar na mesma PDU ou painel elétrico
utilizado para o equipamento de telecomunicações e equipamento de informática na sala. Deve haver
pelo menos uma tomada dupla em cada parede da sala espaçadas em no máximo 4 m (12 pés) uma das
outras, e em caixas de piso de forma que possam ser alcançadas por um cabo de energia de 4,5 m (15
pés) de qualquer ponto da sala, conforme NFPA 70 artigo 645,5 (B1) ou conforme a AHJ.

5.4.8.13. Energia de emergência

Os painéis elétricos da sala de entrada deve ser assistidos pelo sistema de gerador de emergência da
sala de informática, se houver. Quaisquer geradores que forem utilizados deveriam ser classificados para
cargas eletrônicas. Os geradores desta capacidade são geralmente referidos como “Computer Grade”.
Se a sala de informática não tiver um sistema de gerador de emergência dedicado, os painéis elétricos da
sala de entrada deveriam ser conectados ao sistema de gerador de emergência do edifício, se houver um
instalado.

5.4.8.14. Junção e aterramento

O acesso ao sistema de aterramento de telecomunicações deve ser disponível, conforme especificado


pela ANSI/NEMA/EIA-J-STD-607-A.

5.4.9. Proteção contra incêndio

Os sistemas de proteção contra incêndio e extintores de incêndio manuais devem estar de acordo com a
NFPA-75. Os sistemas de sprinklers nas salas de informática devem ser do sistema pré action.

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5.4.10. Infiltração de água

Onde houver risco de entrada de água, deve ser providenciado um meio de drenar a mesma (por
exemplo, um ralo no piso). Quaisquer tubulações de água e esgoto que atravesse a sala devem estar
localizadas longe de e não diretamente acima do equipamento da sala.

5.5. Área de distribuição Principal

5.5.1. Geral

A área de distribuição principal (MDA) é o espaço central onde está localizado o ponto de distribuição
para o sistema de cabeamento estruturado no data center. O data center deve ter pelo menos uma área
de distribuição principal. Os roteadores principais e comutadores principais para a rede do data center são
freqüentemente localizados nas proximidades da área de distribuição principal.

Nos data center que são utilizados para múltiplas organizações, tais como data centers de Internet e
instalações em conjunto a área de distribuição principal deveria estar em um espaço seguro.

5.5.2. Local

A área de distribuição principal deve ser centralizada para evitar exceder as restrições de distancia
máxima para os aplicativos que serão mantidos, incluindo os comprimentos máximos de cabo para os
circuitos do provedor de acesso distribuídos na sala de entrada.

5.5.3. Requisitos da Instalação

Se a área de distribuição principal estiver em recinto fechado, considerar a instalação de HVAC, painéis
de alimentação de energia PDU e UPS dedicados para esta área.

Se é área de distribuição principal tem HVAC dedicado, os circuitos de controle de temperatura para as
unidades de ar-condicionado devem ser alimentadas e controladas das mesmas PDUs ou painéis de
energia que atendem o equipamento de telecomunicação e área de distribuição principal.

Os requisitos arquitetônicos, mecânicos e elétricos para a área de distribuição principal são os mesmos
que aqueles para a sala de informática.

5.6. Área de distribuição horizontal

5.6.1. Geral

A área de distribuição horizontal (HDA) é o espaço que suporta o cabeamento para as áreas de
distribuição do equipamento. Os comutadores da LAN, SAN, consoles e KVM que atendem o
equipamento final também estão normalmente localizados na área de distribuição horizontal. A área de
distribuição principal pode servir como área de distribuição horizontal para equipamentos nas
proximidades ou para toda a sala de informática se a sala de informática for pequena.

Deve existir no mínimo uma área de distribuição horizontal por piso. Pode ser necessário áreas de
distribuição horizontal adicionais para suportar equipamentos além dos limites de comprimento de cabos
horizontais.

O número máximo de conexões por área de distribuição horizontal deveria ser ajustado com base na
capacidade da bandeja de cabos, deixando espaço na bandeja de cabos para cabeamentos futuros.

Nos data center que são utilizados para múltiplas organizações, tais como data centers de Internet e
Collocation, a área de distribuição principal deveria estar em um espaço seguro.

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5.6.2. Local

As áreas de distribuição horizontal devem estar localizadas de forma a evitar exceder os comprimentos
máximos de backbone da MDA e as distâncias máximas para o tipo de mídia.

5.6.3. Requisitos da Instalação

Se a área de distribuição principal estiver em recinto fechado, considerar a instalação de HVAC, painéis
de alimentação de energia PDU e UPS dedicados para esta área.

Os circuitos de controle de temperatura para as unidades de ar-condicionado devem ser alimentados a


partir de uma PDUs ou painéis de energia diferentes que atendem o equipamento de telecomunicação e
área de distribuição principal.

Os requisitos arquitetônicos, mecânicos e elétricos para a área de distribuição horizontal são os mesmos
que aqueles para a sala de informática.

5.7. Área de distribuição de zona

A área de distribuição de zona deveria estar limitada para atender o máximo de 288 conexões coaxiais ou
pares trançados para evitar congestionamento de cabo, particularmente para suportes que devam ser
colocados na parte superior ou embaixo de ladrilhos de acesso do piso de 2 pés x 2 pés (600 mm x 600
mm).

Não deve ser utilizada conexão cruzada na área de distribuição de zona. Nem mais do que uma área de
distribuição de zona deve ser utilizada dentro do mesmo percurso do cabo horizontal.

Não deve existir equipamento ativo na área de distribuição de zonas com exceção do equipamento de
alimentação DC.

5.8. Áreas de distribuição de equipamento

As áreas de distribuição são espaços alocados para o equipamento terminal, incluindo sistemas de
computadores de equipamento de comunicações. estas áreas não incluem as salas de telecomunicações,
salas de entrada, área de distribuição principal de as áreas de distribuição horizontal.

O equipamento terminal é tipicamente de um equipamento de colocação no piso ou equipamento


montado em gabinetes ou racks.

Os cabos horizontais são terminados no hardware de conexão montado nos gabinetes ou racks nas áreas
de distribuição de equipamento. Cada o gabinete ou rack de equipamento deve ser provido de suficientes
tomadas de energia e hardwares de conexão para minimizar patch cords e extensões de cabos de
energia.

O cabeamento ponta a ponta é permitido entre equipamentos localizados na área de distribuição. O


comprimento do cabo para cabeamento ponta a ponta entre equipamento na área de distribuição não
deve ser maior do que 15 m (49 pés) e deve ser entre equipamento em racks ou gabinetes adjacentes da
mesma fileira.

5.9. Sala de Telecomunicações

Nos data center, a sala de telecomunicações (TR) é um espaço que suporta o cabeamento para as áreas
fora da sala de informática. A TR está normalmente localizada fora da sala de informática mas, se
necessário, ela pode ser combinada com área de distribuição principal ou áreas de distribuição horizontal.

O data center pode suportar mais de uma sala de telecomunicações se as áreas a serem atendidas não
podem ser suportadas por uma única sala de telecomunicações.

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A salas de telecomunicação deve atender as especificações da ANSI/TIA-569-B.

5.10. Áreas de suporte do data center

As áreas de suporte do data center são espaços fora da sala de informática que são dedicados a apoiar a
instalação do data center. Elas podem incluir o centro de operações, escritores de pessoal de apoio, salas

de segurança, salas de equipamentos elétricos, salas de equipamentos mecânicos, salas de


armazenamento, áreas de suporte de equipamento e plataformas de carga.

O centro de operação, sala de segurança e escritório de pessoal de apoio devem ser cabeados da
mesma forma que as áreas de escritório padrão, conforme a ANSI/TIA/EIA-568-B. As consoles do centro
de operação e consoles de segurança irão necessitar maior número de cabos do que os requisitos da
área de trabalho padrão. A quantidade deve ser determinada com a assistência da equipe de operações e
técnica. O centro de operação pode também necessitar cabeamento para os grande displays montados
na parede ou montados no teto (por exemplo, monitores e televisões).

A salas de equipamento elétrico, salas de equipamento mecânico, salas de armazenamento, áreas de


suporte de equipamento e plataformas de carga deve ter pelo menos um telefone de parede em cada
uma delas. A salas de equipamento elétrico e mecânico deve também ter pelo menos uma conexão de
dados para acesso ao sistema de gerenciamento da instalação.

5.11. Racks e Gabinetes

5.11.1. Geral

Os racks são equipados com trilhos laterais de montagem nos quais o equipamento e hardware são
montados. Os gabinetes podem ser equipados com trilhos laterais de montagem, painéis laterais, portas
superior frontal e traseira e são freqüentemente equipados com fechaduras.

5.11.2. Corredores “quente” e “frio”

Os gabinetes e racks são organizados em um padrão alternado, com os lados frontais de gabinetes/ racks
em frente uns aos outros em uma fila para criar corredores “quentes” e "frios".

Os corredores "Frios" estão na frente dos racks e gabinetes. Se houver um piso de acesso, os cabos de
distribuição de energia devem ser instalados sob o piso de acesso na laje.

Os corretores "Quentes" estão atrás dos racks e gabinetes . Se houver um piso de acesso, as bandejas
de cabos para o cabeamento de telecomunicações devem estar localizadas sob o piso de acesso nos
corredores “quentes”.

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Frente

Gabinetes

Traseiro

Esta fila de ladrilhos pode ser elevada CORREDOR “QUENTE” (Atrás


dos gabinetes)
Traseiro

Gabinetes

Alinhar a frente ou traseiro dos gabinetes com a


Borda dos ladrilhos do piso Frente
Esta fila de ladrilhos pode ser elevada CORREDOR “FRIO” (Frente
dos gabinetes)
Esta fila de ladrilhos pode ser elevada
Alinhar a frente ou traseiro dos gabinetes com a Frente
Borda dos ladrilhos do piso
Gabinetes

Traseiro

Figura 6: Exemplo de corredores “quentes” e “frios” e colocação do gabinete

5.11.3. Colocação do Equipamento

O equipamento deve ser colocado nos gabinetes e racks com a entrada de ar "frio" na frente do gabinete
ou rack, e a saída de ar "quente" da parte de trás. A reversão do equipamento no rack irá desorganizar o
funcionamento próprio dos corredores "quentes" e "frios". O equipamento de utiliza o esquema de
resfriamento frente-para-trás deve ser utilizado de forma que ele não desorganize o funcionamento dos
corredores quente e frio

Devem ser instalados painéis cegos nos espaços não utilizados dos racks e gabinetes para melhorar o
funcionamento dos corredores "quentes" e "frios". Além disso não deve ser colocada bandejas de cabos
ou outras obstruções nos corredores abaixo dos ladrilhos perfurados.

Vejo o anexo D para informações adicionais referentes aos planos de coordenação de equipamento com
outras disciplinas.

5.11.4. Colocação relativas à grade de ladrilhos do piso

Quando colocados do piso de acesso, os gabinetes e racks devem ser organizados de forma a permitir
que os ladrilhos na frente e atrás dos gabinetes possam sejam levantados. Os gabinetes devem estar
alinhados com a borda frontal ou traseira ao longo da bordas do ladrilho do piso. Os racks devem ser
colocados de tal forma que as hastes com rosca que fixam os racks na laje não penetrem nas longarinas
do piso de acesso.

5.11.5. Cortes do ladrilho do piso de acesso

Os cortes de ladrilho do piso não deve ser maiores do que o necessário. Devem ser instalados tampões
nos cortes de ladrilho do piso para minimizar a perda de ar através das aberturas nos ladrilhos do piso. As
bordas cortadas dos ladrilhos do piso devem ter filetes ou molduras de acabamento nas bordas cortadas.

Os cortes de ladrilho do piso para racks devem posicionados sob os organizadores de cabo vertical entre
os racks ou sob os racks. (na abertura entre os ângulos da base). Geralmente, é preferível posicionar o
corte do ladrilho sob os organizadores de cabo verticais uma vez que permite que o equipamento fique
localizado na base do rack.

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Os gabinetes e racks devem ser colocados no mesmo local sobre cada ladrilho do piso de forma que os
cortes de ladrilho possam ser padronizados. Desta forma, os gabinetes devem ter a mesma largura que
os ladrilhos do piso e a largura combinada de um rack e um organizador de fio vertical devem ser da
mesma largura que o ladrilho do piso. Além disso, podem ser empregados espaçadores entre os
gabinetes para garantir que cada gabinete em uma fila comece na borda de um ladrilho de piso. As
exceções a essa regra geral são:

- a área de distribuição principal e a área de distribuição horizontal onde normalmente são usados
grandes organizadores de cabo vertical para fornecer gerenciamento adequado de cabo.

- Os racks e gabinetes do provedor de acesso da sala de entrada, que são normalmente 585 mm (23
polegadas) e não os racks de 480 mm (19 polegadas).

- gabinetes para grandes servidores que não se ajustam nos gabinetes de 480 mm (19 polegadas)

5.11.6. Instalação dos racks nos pisos de acesso

Os racks sísmicos que devem ser parafusados a uma estante sísmica ou parafusados diretamente à laje.

Os racks que são apoiados pelo piso de acesso devem ser parafusados na laje de cimento ou a um canal
metálico fixado à laje por hastes com rosca que penetram através dos ladrilhos do piso

As bordas agudas no topo das hastes com rosca devem ser cobertas usando porcas calota. As roscas
expostas, sob o piso de acesso, deve ser cobertas usando conduite flexível ou outro método.

5.11.7. Especificações

5.11.7.1. Espaços livres

Deve ficar disponível um espaço livre na frente de no mínimo 1 m (3 pés) para a instalação do
equipamento. Para equipamentos com profundidade maior é preferível um espaço livre na frente de 1,2 m
(4 pés). Na parte de trás deve ficar disponível um espaço livre de 0,6 m (2 pés) para acesso de serviço na
parte traseira dos racks e gabinetes. alguns equipamentos podem exigir espaços livres de serviço
maiores do que 1 m (3 pés). Veja os requisitos do fabricante do equipamento.

5.11.7.2. Ventilação do gabinete

Os gabinetes devem ser selecionados para fornecer ventilação adequada para o equipamento que irão
alojar. A ventilação pode ser realizada utilizando:

- Fluxo de ar forçado utilizando ventiladores;

- Utilizando o fluxo de ar natural entre os corredores frio e quente através de aberturas de ventilação
nas portas frontal e traseira dos gabinetes;

- Uma combinação de ambos os métodos;

Para cargas térmicas moderadas, os gabinetes podem utilizar qualquer uma dos métodos de ventilação:

1) Ventilação através de aberturas ou perfurações nas portas frontal e traseira para fornecer um mínimo
de 50% de espaço aberto. Aumentar o tamanho e área das aberturas de ventilação pode aumentar o
nível de ventilação

2) A ventilação através de fluxo de ar forçado utilizando ventiladores em combinação com aberturas de


portas adequadamente colocadas e espaço suficiente entre os equipamentos e porta dos racks.

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Para grandes cargas térmicas, o fluxo de ar natural não é suficiente e é necessário o fluxo de ar forçado
para oferecer resfriamento adequado para todos os equipamentos no gabinete. Um sistema de fluxo de ar
forçado utiliza uma combinação de aberturas adequadamente localizadas além de sistemas de
ventiladores de resfriamento.

Se forem instalados ventiladores de gabinete, eles devem ser do tipo que é projetado para melhorar e não
interromper o funcionamento dos corredores “quentes" e "frios". O fluxo de ar dos ventiladores deve ser
adequado para dissipar o calor gerado no gabinete.

No data centers onde é desejada a mais alta eficácia, os ventiladores devem ser ligados à circuitos
separados daqueles alimentados pelos painéis de energia PDUs ou UPS para evitar a interrupção do
equipamento de telecomunicações e computador quando o ventilador falhar.

5.11.7.3. Altura do gabinete e rack

A altura máxima do rack e gabinete deve ser 2,4 m (8 pés). Preferivelmente os racks e gabinetes não
devem ter mais de 2,1 m (7 pés) para facilitar o acesso ao equipamento ou conectar hardware instalado
no topo.

5.11.7.4. Largura e profundidade do gabinete

Os gabinetes devem ter largura adequada para acomodar o equipamento planejado, incluindo
cabeamento na frente e/ou atrás, cabos de energia, hardware de organização de cabo e blocos de
tomadas. Para garantir o fluxo de ar adequado e para dispor de espaço adequado para as os blocos de
tomadas e cabeamento, levar em consideração o uso de gabinetes que sejam pelo menos 150 mm (6
polegadas) mais profundos e mais largos do que o mais profundo de todos.

5.11.7.5. Trilhos ajustáveis

Os gabinetes devem ter trilhos ajustáveis na frente e atrás. Os trilhos devem oferecer espaço de
montagem de 42 ou mais unidades de rack (RUs). Os trilhos podem opcionalmente ter marcações nas
bordas da unidade de rack para simplificar o posicionamento do equipamento. O equipamento ativo e
hardware de conexão devem ser montados nos trilhos nas bordas da unidade do rack para uma utilização
mais eficiente do espaço do gabinete.

Se forem instalados painéis de ligação na frente dos gabinetes, os trilhos frontais devem ser rebaixados
em pelo menos 100 mm (4 polegadas) para proporcionar espaço para o organizador de cabos entre os
painéis de ligação e portas e para proporcionar espaço para o cabeamento entre gabinetes. De forma
similar, se os painéis de ligações forem instalados na parte de trás dos gabinetes, os trilhos traseiros
devem ser rebaixados em pelo menos 100 mm (4 polegadas).

Os painéis de ligação não devem ser instalados em ambos trilhos, frontal e traseiro, de um gabinete ou
rack para evitar acesso de serviço ao lado de trás dos painéis de ligação.

Se os blocos de tomadas forem instalados no trilho frontal ou traseiro dos gabinetes, deve ser
proporcionado espaço livre adequado para os cabos de energia e fontes de energia que possam ser
instalados nos blocos de tomadas.

5.11.7.6. Acabamento de rack e gabinete

O acabamento de pintura deve ser revestimento a pó ou outro acabamento resistente a risco.

5.11.7.7. Blocos de tomadas

Os gabinetes e racks sem equipamento ativo não necessitam de blocos de tomadas.

A configuração típica para blocos de tomadas em gabinetes fornece pelos um bloco de tomada de 20A
120V. Deve ser considerado o uso de dois blocos de tomadas que contém circuitos que são alimentados

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de diversas fontes de energia. Os circuitos de energia devem ter condutores neutro e terra dedicados. Os
blocos de tomadas com indicadores mas sem interruptores liga/desliga ou botão para religar o disjuntor
não deveriam ser utilizados para minimizar um desligamento acidental. Deve ser utilizado um número de
blocos de tomadas para suprir tomadas e capacidade de corrente suficientes para suportar o
equipamento planejado. O plug do bloco de tomadas deve do tipo com trava para evitar desconexão
acidental.

Os blocos de tomadas devem ser etiquetados com o identificador de PDU/painel e o número do disjuntor
do circuito.

5.11.7.8. Especificações de racks e gabinetes adicionais

Veja a ANSI T1.336 sobre especificações adicionais para gabinetes e racks. Além dos requisitos
especificados em T1.336, podem ser utilizados nos data centers, gabinetes e racks com altura até 2,4 m
(8 pés) e gabinete com profundidade até 1,1 m (43 polegadas).

5.11.8. Racks e gabinetes na sala de entrada, áreas de distribuição principal e áreas de


distribuição horizontal

A sala de entrada, área de distribuição principal e áreas de distribuição horizontal deveriam utilizar racks
para painéis de ligação do equipamento de 480 mm (19 polegadas). Os provedores de serviço podem
instalar seu próprio equipamento da sala de entrada nos racks ou gabinetes proprietários de 585 mm (23
polegadas).

Na sala de entrada, área de distribuição principal e áreas de distribuição horizontal, deve ser instalado um
organizador de cabo vertical entre cada par de racks e em ambas pontas de cada fila de racks. Os
gerenciadores de cabo vertical devem ter mais de 83 mm (3,5 polegadas) de largura. Onde forem
instalados rack simples, o organizador de cabo vertical devem ter pelo menos 150 mm (6 polegadas) de
largura. Onde for instalada uma fila com dois ou mais racks, levar em consideração a montagem de
gerenciadores de cabo vertical de 250 mm (10 polegadas) de largura entre os racks e gerenciadores de
cabo vertical de 150 mm (6 polegadas) em cada ponta da fila. O gerenciador de cabo deve se estender do
piso até o topo dos racks.

Na sala de entrada, área de distribuição principal e áreas de distribuição horizontal, os painéis de


gerenciamento de cabo horizontal deveriam ser instalados acima e abaixo de cada painel de ligação. O
índice preferível de gerenciamento de cabo horizontal para painéis de ligação é 1:1.

A organização de cabo vertical, organização de cabo horizontal e armazenamento de pontas livres devem
ser adequadas para garantir que todos o que os cabos possam estar perfeitamente alinhados e que
sejam atendidos os requisitos de curvatura especificados na ANSI/EIA/TIA-568-B2.

As bandejas de cabo superiores devem ser para a organização de cabos de ligação entre os racks.

A bandeja de cabo superior não deve ser utilizada para suporte estrutural para racks. É recomendado que
um engenheiro de estrutura seja consultado para determinar a montagem adequada para aplicações de
cargas de alto peso.

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6. SISTEMAS DE CABEAMENTO DE DATA CENTER

6.1. Geral

O sistema de cabeamento do data center é uma infra-estrutura de cabeamento que irá suportar um
ambiente de multi-produto, multi-fornecedor.

6.2. Cabeamento horizontal

6.2.1. Geral

O Cabeamento horizontal é a parte do sistema de cabeamento de telecomunicações que se estende da


terminação mecânica na área de distribuição do equipamento para a conexão cruzada horizontal na área
de distribuição horizontal ou para a conexão cruzada principal na área de distribuição principal. O
cabeamento horizontal abrange cabos horizontais, terminais mecânicos e patch cords ou jumpers e pode
incluir uma tomada de zona ou um ponto de consolidação na área de distribuição de zona.

OBSERVAÇÃO: o termo "Horizontal" é usado uma vez que normalmente o cabo nesta parte do
sistema de cabeamento corre horizontalmente ao longo do piso(s) ou teto(s) do data center.

A seguinte listagem parcial de serviços e sistemas comuns devem ser considerada quanto for projetado o
cabeamento horizontal:

- serviço de telecomunicações de voz, modem e fac-símile.

- equipamento de comutação das estações;

- conexões de gerenciamento de computador e telecomunicações;

- conexões teclado/vídeo/mouse - (KVM);

- comunicações de dados;

- redes de área ampla (WAN);

- redes diária local (LAN)

- redes de área de armazenamento (SAN);

- Outros sistemas de sinalização do edifício (sistemas de automação do edifício tais como incêndio,
segurança, energia, HVAC, EMS, etc.)

Além de satisfazer os requisitos de telecomunicações de hoje, o cabeamento horizontal deveria ser


planejado para reduzir a manutenção e recolocação em andamento. Ele deveria também acomodar
equipamento futuro e mudanças de serviço. Deve ser levada em consideração a acomodação de uma
diversidade de aplicações do usuário para poder reduzir ou eliminar a probabilidade das mudanças
exigidas no cabeamento horizontal assim com a evolução das necessidades do equipamento. O
cabeamento horizontal pode ser acessado para reconfiguração sob o piso de acesso ou sistema de
bandeja de cabo na parte superior. Entretanto, em uma instalação adequadamente planejada, os
transtornos do cabeamento devem somente ocorrer durante o acréscimo de um novo cabeamento.

6.2.2. Topologia

O cabeamento horizontal deve ser instalado em uma topologia estrela conforme mostrado na figura 7.
Cada terminação mecânica na área de distribuição do equipamento deve ser conectada a uma conexão
cruzada horizontal na área de distribuição horizontal ou conexão cruzada principal na área de distribuição
principal através de um cabo horizontal.

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O cabeamento horizontal não deve conter mais de um ponto de consolidação na área de distribuição de
zona entre a conexão cruzada horizontal na área de distribuição horizontal e a terminação mecânica na
área de distribuição do equipamento. Veja a sub-cláusula 5.7 para informação adicional referente às
áreas de distribuição de zona.

Cabo horizontal

Área Distrib. Área Distrib.


de Equip. de Zona
Cabo horizontal

Área de
Distribuição
Horizontal

Área Distrib.
de Equip.
Cabo horizontal

Figura 7: Cabeamento horizontal típico utilizando uma topologia estrela

6.2.3. Distâncias de cabeamento horizontal

A distância do cabeamento horizontal é o comprimento do cabo desde a terminação mecânica da mídia


na conexão cruzada horizontal na área de distribuição de horizontal ou a área de distribuição principal
para a terminação mecânica da mídia na área de distribuição de equipamento. A distância horizontal
máxima deve ser 90 m (295 pés), independentemente do tipo de mídia (ver figura 7). A distância de canal
máxima incluindo cabos do equipamento deve ser 100 m (328 pés). A distância de encadeamento
máxima em um data center não contendo uma área de distribuição horizontal deve ser 300 m (984 pés)
para um canal de fibra ótica incluindo cabos de equipamento, 90 m (294 pés) para o cabeamento de
cobre excluindo cabos de equipamento e 100 m (328 pés) para cabeamento de cobre incluindo cabos de
equipamento. Se for utilizada uma tomada de zona, a distância horizontal máxima da mídia de cobre deve
ser reduzida de acordo com a sub cláusula 6.2.3.1.

Além disso, as distâncias do cabo horizontal em uma sala de informática podem precisar ser reduzidas
para compensar os cabos de equipamento mais compridos nas áreas de distribuição do data center.
Assim, devem ser feitas considerações cuidadosas para a distância do cabo horizontal para garantir que
as distâncias de cabeamento e requisitos de transmissão não sejam excedidas quando os cabos de
equipamento forem ligados. Veja o anexo A para informação adicional sobre as distâncias de cabeamento
baseada nos aplicativos.

OBSERVAÇÃO: Para cabeamento de cobre, para poder reduzir o efeito de múltiplas conexões
nas proximidades de perda NEXT e perda de retorno, a terminação da área de distribuição de
zona deve estar localizada pelo menos a 15 m (49 pés) da terminação da área de distribuição
horizontal.

6.2.3.1. Comprimento máximo para cabeamento de cobre

Os cabos de cobre de equipamentos utilizados no contexto das tomadas de zona na área de distribuição
de zona devem atender os requisitos da ANSI/TIA/EIA-568-B.2. Com base nas considerações sobre
perda por inserção, o comprimento máximo deve ser determinado de acordo com:

C = (10 2- H)/(1+D)

Z= C – T ≤ 22 m (72 pés) para UTP/ScTP 24 AWG ou ≤ 17 m (56 pés) para ScTP

Onde:

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C é o comprimento máximo combinado (m) do cabo de área de zona, cabo do equipamento e patch
cord.

H é o comprimento (m) do cabo horizontal (H + C ≤ 100 m).

D é o fator de De-rating para o tipo de patch cord

Z é o comprimento máximo (m) do cabo da área de zona.

T é o comprimento total de patch cords e cabo de equipamento.

A tabela 1 aplica as formulas acima assumindo que existe um total de patch cords e cabos de
equipamento de 5 m (16 pés) de UTP 24 AWG/ScTP 24 AWG ou 4 m (13 pés) de ScTP 26 AWG na área
de distribuição principal ou área de distribuição horizontal. A tomada de zona deve estar marcada com o
comprimento máximo permitido de cabo de área de zona. Um método para executar isto é avaliar as
marcações de comprimento de cabo.

Tabela 1: Comprimentos máximos de cabos da área horizontal e de equipamento


Patch Cords Patch Cords
Compriment UTP 24 AWG/ScTP 24 AWG ScTP 26 20 AWG
o do cabo Compriment Comprimento máximo Comprimento Comprimento máximo
horizontal o máximo do combinado dos cravos da máximo do combinado dos cravos da
cabo da área área de zona, patch cords cabo de área área de zona, patch cords
de zona e cabo de equipamento de zona e cabo de equipamento
H Z C Z C
m (pé) m (pé) m (pé) m (pé) m (pé)
90 (295) 5 (16) 10 (33) 4 (13) 8 (26)
85 (279) 9 (30) 14 (46) 7 (23) 11 (35)
80 (262) 13 (44) 18 (59) 11 (35) 15 (49
75 (246) 17 (57) 22 (72) 14 (46) 18 (59)
70 (230) 22 (72) 27 (89) 17 (56) 21 (70)

6.2.4. Mídia reconhecida

Devido à ampla série de serviços e tamanhos e locais onde será utilizado o cabeamento horizontal, mais
de uma mídia de transmissão é reconhecida. Esta Norma especifica a mídia de transmissão que deve ser
utilizada individualmente ou em combinação no cabeamento horizontal.

Os cabos reconhecidos, hardware de conexão associados, jumpers, patch cords, cabos de equipamento e
cabos de área de zona devem atender todos requisitos aplicáveis especificados nas ANSI/TIA/EIA-568-
B.2 e ANSI/TIA/EIA-568-B.3.

As mídias reconhecidas são:

- Cabo de par trançado 100 ohms (ANSI/TIA/EIA-568-B.2), é recomendada a categoria 6


(ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1);

- Cabo de fibra óptica multimodo, 62,5/125 micrometros ou 50/125 micrometros (ANSI/TIA/EIA-568-


B.3), é recomendada a fibra multimodo de 50/725 micrometros 850 nm 50/125 micrometros 850 nm
laser-optimized. (ANSI/TIA/EIA-568-B.3-1);

- Cabo de fibra óptica monomodo (ANSI/TIA/EIA-568-B.3).

As mídias coaxial reconhecidas são o cabo coaxial de 75 ohm (tipo 734 e 735) (Telcordia Technologies
GR-139-CORE) e conector coaxial (ANSI T1.404). estes cabos e conectores são recomendados para
suportar aplicações específicas conforme o anexo A.

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Os canais construídos a partir de cabos reconhecidos, hardware de conexão associado, jumpers, patch
cords, cabos de equipamentos e cabos de área de zona devem atender os requisitos especificados na
ANSI/TIA/EIA-568-B.1, ANSI/TIA/EIA-568-B.2, ANSI/TIA/EIA-568-B.3 e ANSI T1.404 (DS3).

OBSERVAÇÕES

1) A diafonia (crosstalk) entre pessoas, os pares trançados não blindados podem afetar o
desempenho da transmissão de cabos de cobre multipares. O Anexo B da ANSI/TIA/EIA-
568-B.1 fornece algumas diretrizes para capas compartilhadas para cabos multipares.

2) Veja a sub-clausula 6.2.3 sobre limitações de distância de cabeamento horizontal.

6.3. Cabeamento de backbone

6.3.1. Geral

A função do cabeamento de backbone é oferecer conexão entre a área de distribuição principal, a área de
distribuição horizontal e as instalações de entrada no sistema de cabeamento do data center. O
cabeamento do backbone consiste de cabos de backbone, conexões cruzadas principais, conexões
cruzadas horizontais, terminais mecânicos e patch cords ou jumpers utilizados para a conexão cruzada
backbone para backbone.

O cabeamento de backbone é previsto para atender às necessidades dos usuários do data center para
uma ou várias fases de planejamento, cada fase abrangendo uma escala de tempo que pode ser da
ordem de dias ou meses. Durante cada período do planejamento, o projeto de cabeamento do backbone
deve adequar-se ao crescimento e mudanças nas exigências de serviços sem a instalação de
cabeamento adicional. A extensão do período de planejamento é em último caso dependente das
logísticas do projeto incluindo a compra de material, transporte, instalação e controle de especificação.

O cabeamento de backbone deve permitir que configuração de rede e crescimento futuro sem afetar o
cabeamento de backbone. O cabeamento de backbone deve suportar diferentes requisitos de
conectividade, incluindo a conectividade de rede e console físico tais como redes de área local, redes de
área ampla, redes de área de armazenamento, canais de informática e conexões de console do
equipamento.

6.3.2. Topologia

6.3.2.1. Topologia estrela

O cabeamento de backbone deve utilizar a topologia de estrela hierárquica conforme ilustrada na figura 8
onde cada conexão cruzada horizontal na área de distribuição horizontal é cabeada diretamente para
uma conexão cruzada principal na área de distribuição principal. Não deve haver mais de um nível
hierárquico de conexão cruzada no cabeamento de backbone. Da conexão cruzada horizontal não mais
de uma conexão cruzada deve ser atravessada parar atingir uma outra conexão cruzada horizontal.

TR

Cabos de backbone Área de


Distribuição
Horizontal
Área de
Sala de Distribuição
Entrada Principal
Área de
Distribuição
Cabos de backbone Horizontal

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Figura 8 – Cabeamento de backbone típico utilizando topologia estrela

A presença de conexão cruzada horizontal não é obrigatória. Quando as conexões cruzadas horizontais
não são utilizadas, o cabeamento que se estende da conexão cruzada principal para a terminação
mecânica na área de distribuição do equipamento é considerada cabeamento horizontal. Se o
cabeamento horizontal passa através da HDA, deve existir suficiente sobra de cabo na área de
distribuição horizontal para permitir a movimentação dos cabos quando migrar para uma conexão
cruzada.

As conexões cruzadas de cabeamento de backbone podem estar localizadas nas salas de


telecomunicações, salas de equipamentos, áreas de distribuição principal, áreas de distribuição horizontal
ou salas de entrada. No caso de salas de múltiplas entradas, deve ser permitido um cabeamento de
backbone direto para a conexão cruzada horizontal quando forem encontradas limitações de distâncias.

6.3.2.2. Acomodação de configurações não estrela

A topologia na figura 8, através do uso de interconexões adequadas, equipamentos eletrônicos ou


adaptadores nas áreas de distribuição do data center, podem freqüentemente acomodar sistemas que
são projetados para configurações não estrela tais como anel, barramento ou arvore.

- Deve ser permitido o cabeamento entre HDAs para fornecer redundância e para evitar exceder restrições de
distancias de aplicações de legado.

6.3.3. Topologias de cabeamento redundante

As topologias redundantes podem incluir uma hierarquia paralela com áreas de distribuição redundantes.
Estas topologias são, juntas com a topologia estrela, especificada na sub-clausulas 6.2.2 e 6.3.2. Veja a
clausula 8 para informações adicionais.

6.3.4. Mídia reconhecida

Devido à ampla série de serviços e tamanhos de locais onde será utilizado o cabeamento horizontal, mais
de uma mídia de transmissão é reconhecida. Esta Norma especifica a mídia de transmissão que deve ser
utilizada individualmente ou em combinação no cabeamento do backbone.

Os cabos reconhecidos, hardware de conexão associados, jumpers, patch cords, cabos de equipamento e
cabos de área de zona devem atender todos requisitos aplicáveis especificados nas ANSI/TIA/EIA-568-
B.2 e ANSI/TIA/EIA-568-B.3.

As mídias reconhecidas são:

- Cabo de par trançado 100 ohms (ANSI/TIA/EIA-568-B.2), é recomendada a categoria 6


(ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1);

- Cabo de fibra óptica multimodo, é recomendada a fibra multimodo 62,5/125 micrometros ou 50/125
micrometros (ANSI/TIA/EIA-568-B.3), 50/125 micrometros 850 nm laser-optimized. (ANSI/TIA/EIA-
568-B.3-1);

- Cabo de fibra óptica monomodo (ANSI/TIA/EIA-568-B.3).

As mídias coaxial reconhecidas são o cabo coaxial de 75 ohm (tipo 734 e 735) (Telcordia Technologies
GR-139-CORE) e conector coaxial (ANSI T1.404). estes cabos e conectores são recomendados para
suportar aplicações específicas conforme o anexo A.

Os canais construídos a partir de cabos reconhecidos, hardware de conexão associado, jumpers, patch
cords, cabos de equipamentos e cabos de área de zona devem atender os requisitos especificados na
ANSI/TIA/EIA-568-B.1, ANSI/TIA/EIA-568-B.2, ANSI/TIA/EIA-568-B.3 e ANSI T1.404 (DS3).

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OBSERVAÇÕES

1) A diafonia (crosstalk) entre pessoas, os pares trançados não blindados podem afetar o
desempenho da transmissão de cabos de cobre multipares. O Anexo B da ANSI/TIA/EIA-
568-B.! fornece algumas diretrizes para capas compartilhadas para cabos multipares.

2) O anexo C da ANSI/TIA/EIA-568-B.1 fornece uma breve descrição de um certo número de


outros cabos de backbone que são utilizados em telecomunicações. Estes cabos, bem como
outros, podem ser eficazes para aplicações específicas. Apesar destes cabos não serem
parte dos requisitos desta Norma, eles podem ser utilizados além dos requisitos mínimos
desta no norte parte

3) Veja a sub-clausula 6.3.5 sobre limitações de distância de cabeamento de backbone.

6.3.5. Distancias de cabeamento de backbone

As distancias máximas toleráveis são dependentes de aplicativos e mídia. As distâncias máximas de


backbone no Anexo A deste documento fornecem diretrizes específicas de aplicação. Para minimizar as
distâncias de cabeamento, é freqüentemente vantajoso posicionar a conexão cruzada principal próxima
do centro de um local. As instalações de cabeamento que excederem estes limites de distâncias podem
ser divididas em áreas, cada uma da quais pode ser suportada por cabeamento de backbone dentro do
âmbito desta Norma. As interconexões entre as áreas individuais que estão fora do âmbito desta Norma,
podem ser realizadas empregando-se equipamento e tecnologia normalmente utilizada para aplicativos
de área ampla.

O comprimento do cabeamento de backbone multipar de 100 Ohm de categoria 3 que suporte aplicativos
até 16 MHz deveria ser limitado a um total de 90 m (295 pés).

O comprimento do cabeamento de backbone multipar de 100 Ohm de categoria 5e e 6 deveria ser


limitado a um total de 90 m (295 pés). A distância de 90 m (295 pés) permite 5 m (16 pés) adicionais em
cada ponta para conectar cabos de equipamento ao backbone.

Os data center utilizam tipicamente patch cords com menos de 5 m (16 pés). Nos data center que utilizam
patch cords mais longos, a distância de cabeamento de backbone deve ser conseqüentemente reduzida
para poder garantir que o comprimento de canal máximo não sejam superado. Veja a sub cláusula 6.2.3.1
para informações sobre comprimento de patch cords.

OBSERVAÇÕES

1) A limitação de distância de 90 m (295 pés) assume um percurso de cabeamento ininterrupto


entre as conexões cruzadas que atendem o equipamento (isto é, sem conexão cruzada
intermediária).

2) Os usuários destes documentos estão as para consultar as normas específicas associadas


ao serviço planejado ou os fabricantes de equipamentos e integradores de sistemas para
determinar a conveniência do cabeamento aqui descrito para aplicações específicas.

3) Para cabeamento de cobre, para poder reduzir o efeito de múltiplas conexões nas
proximidades de perda NEXT e perda de retorno, a terminação da área de distribuição de
zona deve estar localizada pelo menos a 15 m (49 pés) da terminação da área de
distribuição horizontal.

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6.4. Escolhendo a mídia

O cabeamento especificado por este documento é aplicável a diferentes requisitos de aplicativos dentro
do ambiente do data center. Dependendo das características de aplicação individual, deve ser feita a
escolha quanto à mídia de transmissão. Os fatores a serem consideradas abrangem:

a) flexibilidade quanto ao serviços suportados,

b) vida útil exigida do cabeamento,

c) tamanho da instalação/ local e população de ocupantes,

d) capacidade do canal dentro do sistema de cabeamento,

e) recomendações ou especificações do fornecedor de equipamento.

Cada cabo reconhecido possui características individuais que o tornam adequado para a miríade de
aplicações e situações. Um cabo simples pode não satisfazer todas as exigências do usuário final.
Poderia ser necessário utilizar mais de meio no cabeamento do backbone. Nessas situações, a mídia
diferente deve utilizar a mesma arquitetura de instalação com o mesmo posicionamento para conexões
cruzadas, terminais mecânicos, salas de entrada inter-edifícios, etc.

6.5. Cabeamento de fibra óptica centralizada

6.5.1. Introdução

Muitos usuários arrendatário individuais de fibra óptica estão implementando redes de dados com
equipamentos eletrônicos centralizados versus equipamentos eletrônicos distribuídos no edifício. O
cabeamento de fibra ótica centralizado é projetado como uma alternativa para a conexão cruzada óptica
localizada na área de distribuição horizontal quando assentar o cabo de fibra óptica reconhecido na
horizontal em apoio a equipamentos eletrônicos centralizados.

O cabeamento centralizado oferece conexões de áreas de distribuição de equipamento para conexões


cruzadas centralizadas permitindo o uso de cabos pull-through uma interconexão ou união na área de
distribuição horizontal

Área de Distribuição horizontal


Cabo horizontal

Interconexão Canaleta
ou união Área de Distribuição do equipamento

Cabo
Pull-through
Canaleta
Área de Distribuição do equipamento
Canaleta

Conexão Cruzada
Centralizada

Equipamento
Área de Distribuição principal

Figura 9: Cabeamento de fibra óptica centralizado

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6.5.2. Diretrizes

As especificações da ANSI/TIA/EIA-568-B.1 devem ser seguidas exceto o comprimento do cabo pull-


through que deve ser menor ou igual ou a 300 m (984 pés) e, desta forma, a distância do cabeamento
horizontal máximo não deve exceder 300 m (984 pés) quando for utilizado um cabo pull-through. As
implementações do cabeamento centralizado devem estar localizadas dentro do mesmo edifício que
atende as áreas de distribuição de equipamento. A administração de mudanças, acréscimos e alterações
devem ser efetuadas na conexão cruzada centralizada.

O projeto do cabeamento centralizado deve permitir a migração (parcial ou total) da interconexão pull-
through ou implementação da união para uma implementação de conexão cruzada. Deve ser deixado
espaço suficiente na área de distribuição horizontal para permitir a colocação de painéis de ligações
necessários para a migração do pull-through, interconexão ou união para uma conexão cruzada. Deve
existir sobra de cabo suficiente na área de distribuição horizontal para permitir a movimentação dos cabos
quando houver a migração para uma conexão cruzada.

A sobra pode ser armazenada como cabo o ou fibras sem revestimento (com buffer ou revestida). O
armazenamento da sobre deve ter controle de raio de forma que as limitações de raio de curvatura do
cabo e fibra não sejam violadas. A sobra do cabo pode ser armazenada dentro de recintos ou no rack/
gabinete da área de distribuição horizontal. A sobra de fibra pode ser armazenada em recintos protegidos.

O projeto de cabeamento centralizado deve permitir o acréscimo ou a redução de fibras de backbone


horizontais e intra-edifícios. O layout do hardware de terminação deve acomodar o crescimento modular
de forma ordenada.

O sub-sistema intra-edifícios deve ser projetado com suficiente folga de capacidade para utilizar tomadas/
conectores adicionais da conexão cruzada centralizada sem necessidade de puxar cabos de backbone
intra-edifícios adicionais. A contagem de fibra de backbone intra-edifícios deve ser dimensionada para
transmitir aplicações presentes e futuras para a máxima densidade de áreas de distribuição de
equipamento dentro da área atendida pela área de distribuição horizontal. Geralmente são necessárias
duas fibras para cada aplicação transmitida a um equipamento da área de distribuição.

O cabeamento centralizado deve estar de acordo com os requisitos de etiquetagem da ANSI/TIA/EIA-606-


A e anexo B desta Norma. Além disso, a união da área de distribuição horizontal e hardware de
interconexão devem ser etiquetados com identificadores únicos para cada posição da terminação. O
código de cor de campo não é utilizado na interconexão ou junção. As posições de terminação de
conexão cruzada centralizadas na área de distribuição principal devem ser etiquetadas como campo azul.
O campo azul deve mudar para a área de distribuição horizontal para cada circuito que for convertido para
uma conexão cruzada na área de distribuição horizontal.

O cabeamento centralizado deve ser implementado para garantir a polaridade correta da fibra conforme
especificado na sub-clausula 10.3.2. da ANSI/TIA/EIA-568-B.1.

6.6. Desempenho de transmissão de cabeamento e requisitos de teste

O desempenho da transmissão depende das características do cabo, hardware de conexão, patch cords
e fiação da conexão cruzada, o número total de conexões e o cuidado com a qual elas são instaladas e
mantidas. Veja a ANSI/TIA/EIA-568-B.1, Clausula 11 para especificações de teste de campo para
medições de desempenho pós-instalação do cabeamento projetado de acordo com esta Norma.

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7. CANALETAS DE CABEAMENTO DE DATA CENTER

7.1. Geral

Exceto quando de outra forma especificado, os canaletas de cabeamento de data centers devem seguir
as especificações da ANSI/TIA-569-B.

7.2. Segurança para cabeamento de data center

O cabeamento de telecomunicações para data centers não deve ser roteado através de espaços
acessíveis pelo público ou outros arrendatários do edifício a menos que os cabos estejam em conduites
fechados ou outros canaletas seguros. Qualquer abertura de manutenção, caixas de tomadas, e caixas
de união devem ser equipados com uma fechadura.

O cabeamento de entrada de telecomunicações para data centers não deve ser roteado através de uma
sala de equipamento comum (CER).

Quaisquer aberturas de manutenção na propriedade do edifício ou sob controle do proprietário do data


center deveriam ser fechados com chave e monitorado pelo sistema de segurança do data center
utilizando uma câmera, alarme remoto ou ambos.

O acesso às caixas de tomadas para cabeamento de data center (cabeamento de entrada ou


cabeamento entre partes do data center) que estão localizadas em espaços públicos ou espaços
compartilhados do arrendatário deveriam ser controlados. As caixas de tomadas também deveriam ser
monitoradas pelo sistema de segurança do data center utilizando uma câmera, alarme remoto ou ambos.

Quaisquer caixas de união para acabamento de data center que estão localizadas em espaços públicos
ou espaços compartilhados do arrendatário deveriam ser fechadas com chave e monitoradas pelo sistema
de segurança do data center utilizando uma câmera, alarme remoto ou ambos.

A entrada para os túneis para utilidades utilizados para salas de entrada de telecomunicações e outros
cabeamentos do data center devem ser fechadas com chave. Se os túneis são usados por múltiplos
arrendatários ou não podem ser fechadas com chave, o cabeamento de telecomunicações para os data
centers devem estar em conduite rígido ou outro canaleta seguro.

7.3. Separação dos cabos de energia de telecomunicações

Para minimizar o acoplamento longitudinal entre cabos de energia e cabos de cobre de par trançado,
devem ser proporcionadas as distâncias delineadas nesta clausula. Esta separação é especificada para
acomodar a grande variedade de equipamentos que podem estar presentes em um data center, mas não
são encontrados em um ambiente de escritório normal ou sala de telecomunicação.

7.3.1. Separação entre cabos de energia elétrica e cabos de pares trançados

As distâncias da tabela 2 devem ser mantidas entre cabos de energia elétrica e cabos de pares
trançados. Os regulamentos de sistema elétrico podem exigir uma barreira com separação maior do que
aquela especificada na tabela 2. Veja a NFPA 70 artigo 800 , ou regulamento elétrico aplicável para
informações adicionais.

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Tabela 2: Separação no data center de cabos de pares trançados e de energia blindados


Quantidade Tipo de circuito elétrico Distância de Distância de
de circuitos separação (mm) separação (polegadas)
1 – 15 20A 110/240V 1-fase blindada ou sem blindagem Veja a 569B Veja a 569B
Anexo C Anexo C
16 – 30 20A 110/240V 1-fase blindada 50 mm 2 polegadas
31 – 60 20A 110/240V 1-fase blindada 100 mm 4 polegadas
61 – 90 20A 110/240V 1-fase blindada 150 mm 6 polegadas
91+ 20A 110/240V 1-fase blindada 300 mm 12 polegadas
1+ 100A 415V 3-fases linha de alimentação blindada 300 mm 12 polegadas

Se os cabos de energia não forem blindados, então as distâncias de separação fornecidas na tabela 2
devem ser dobradas. Contudo, estas distâncias podem ser aplicadas a cabos de energia não blindados
se os cabos de energia e os cabos de dados forem instalados em bandejas metálicas unidas e aterradas.
A lateral ou o fundo da bandeja metálica deve separar os cabos de energia dos cabos de pares traçados,
esta superfície de separação deve ser metal sólido. Veja a NEMA VE 2-2001 para informações adicionais
sobre diretrizes de instalação da bandeja.

A blindagem deve envolver completamente o cabo (exceto na tomada) e deve ser adequadamente unido
e aterrado de acordo com os regulamentos elétricos aplicáveis.

Não existem requisitos para a separação de cabeamento de energia e telecomunicações cruzando em


ângulos retos, exceto os requisitos de separação obrigatórios pelos regulamentos elétricos aplicáveis.

Não é necessária distância de separação se os cabos de energia ou cabos de dados forem encerrados
em um condutor metálico ou conduite que atenda os seguintes requisitos:

- o condutor metálico ou conduite deve envolver completamente o cabo e ser contínuo;

- o condutor metálico ou conduite deve ser adequadamente unido e aterrado de acordo com os
regulamentos elétricos aplicáveis.

- o condutor metálico ou conduite deve ter no mínimo 1 mm (0,04 polegadas) de espessura se


fabricado de aço (baixo carbono) galvanizado ou 2 mm (0,08 polegadas) de espessura se fabricado
em alumínio.

7.3.2. Práticas para acomodar os requisitos de separação de energia

É normalmente possível atender as distâncias de separação recomendadas através de um projeto


cuidadoso e práticas da instalação.

Os circuitos derivados em data centers devem estar em conduites metálicos flexíveis à prova d'água. Os
circuitos de alimentação para as unidades de distribuição de energia e painéis devem ser instalados em
conduites metálicos sólidos. Se os circuitos de alimentação não estiverem em conduites sólidos metálicos,
eles podem estar em com conduites metálicos flexíveis a prova d'água.

Nos data centers que utilizam bandejas de cabo na posição superior, as distâncias de separação normal
oferecidas pelas práticas padrão fornecem separação adequada. Conforme especificado na ANSI/TIA-
569-B, deve ser fornecida e mantida uma distância mínima de 300 mm (12 polegadas) de altura livre de
acesso entre o topo da bandeja ou calha e a base da bandeja ou calha. Isto oferece separação adequada
se os cabos elétricos forem blindados ou se a bandeja de cabo de energia atende as especificações da
sub-clausula 7.3.1 e estiver acima da bandeja ou calha de cabo de telecomunicações.

Nos data centers que empregam sistemas de piso de acesso, a separação adequada do cabeamento de
energia e telecomunicações pode ser acomodada através das seguintes medidas:

- nos corredores principais, alocar corredores separados para cabeamento de energia e


telecomunicações, se possível;

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- onde não for possível alocar corredores separados para cabeamento de energia e telecomunicações
nos corredores principais, efetuar separação vertical dos cabos de energia e telecomunicações.
Fazer a separação horizontal alocando diferentes filas de ladrilhos nos corredores principais para o
cabeamento de energia e telecomunicações, com os cabos de energia e telecomunicações o mais
longe possível uns dos outros. Além disso, fazer a separação vertical colocando o cabeamento de
telecomunicações em bandejas ou cestos de cabos o mais acima possível dos cabos de energia,
preferivelmente com a bandeja ou cesto de cabos 20 mm (0,75 polegadas) abaixo da base do ladrilho
do corredor de acesso;

- Nos corredores de gabinete de equipamento, alocar corredores separados para cabeamento de


energia e telecomunicações. Veja a sub-cláusula 5.11.2 para informações adicionais sobre
corredores “quentes" e "Frios".

7.3.3. Separação de cabeamento de fibra e cobre

O cabeamento de fibra e cobre nas bandejas de cabo e outros canaletas utilizados em conjunto devem
ser separados para melhorar a administração, operação e minimizar danos a cabos de fibra de diâmetros
menores. Não são necessárias barreiras físicas entre os 2 tipos de cabo.

7.4. Canaletas de entrada de telecomunicações

7.4.1. Tipos de canaleta de entrada

Os canaletas de entrada de telecomunicações para data centers deveriam estar localizados sob o piso.
Os canaletas de entrada aérea para canaletas de entrada de serviço de telecomunicações não são
recomendados por causa da sua vulnerabilidade devido à exposição física.

7.4.2. Diversidade

Veja a ANSI/TIA-569-B para informações referentes a diversidade de canaletas de entrada.

7.4.3. Dimensionamento

O número de conduites de entrada necessários dependem do número de provedores de acesso que


fornecerão serviço ao data center e o número e tipo de circuitos que os provedores de acesso fornecerão.
Os canaletas de entrada deverão ter uma capacidade adequada para lidar com o crescimento e
provedores de acesso adicionais.

Cada provedor de acesso deveria ter pelo menos um conduite de tamanho comercial de 100 mm (4
polegadas) em cada ponto de entrada . Podem ser necessários conduites adicionais para o campus. Os
conduites utilizados para cabos de entrada de fibra óptica devem ter três dutos internos [dois de 38 mm
(1,5 polegadas) e um de 25 mm (1,0 polegada) ou três de 33 mm (1,25 polegadas)].

7.5. Sistemas de piso de acesso

7.5.1. Geral

Os sistemas de piso de acesso, também conhecidos como sistemas de piso elevado, devem ser utilizados
nos data centers que suportam equipamentos que são projetados para serem cabeados pelo lado de
baixo.

Não devem ser abandonados cabos sob o piso de acesso. Os cabos devem ser terminados em pelo
menos uma ponta na área de distribuição principal ou uma área de distribuição horizontal ou devem ser
removidos.

Para informações adicionais sobre instalação de rack e gabinete com sistemas de pisos de acesso veja a
sub-clausula 5.11.

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7.5.2. Bandejas de cabo para cabeamento de telecomunicações

O cabeamento de telecomunicações, sob o piso de acesso, deve estar em bandejas ventiladas que não
bloqueiem o fluxo de ar. Veja a ANSI/TIA-569-B para maiores considerações de projeto de bandejas de
cabos. As bandejas de cabo sob o piso podem ser instaladas em camadas múltiplas para oferecer
capacidade adicional. A bandeja metálica de cabos deve ser ligada à infra-estrutura de aterramento de
data center. A bandeja de cabos deve ter uma profundidade máxima de 150 mm (6 polegadas).

O roteamento da bandeja de cabo sob o piso deve ser coordenada com outros sistemas sob o piso
durante os estágios de planejamento do edifício. Veja a NEMA VE 2-2001 para recomendações
referentes à instalação das bandejas de cabo.

7.5.3. Requisitos de desempenho do piso de acesso

O piso de acesso deve atender os requisitos da ANSI/TIA-569-B, sub-clausula 8.5 e anexo B.2.

Os pisos de acesso para os data centers devem utilizar estrutura inferior de haste rosqueada, uma vez
que são mais estáveis com o passar do tempo do que os sistemas sem haste rosqueada. Além disso, as
hastes do piso de acesso devem ser instaladas com distancia de 1,2 m (4 pés) em um padrão “zig-zag”
para melhorar a estabilidade. Os suportes devem ser parafusados ao sub-piso para melhorar a
estabilidade.

7.5.4. Borda de corte do ladrilho do piso

As bordas cortadas dos ladrilhos do piso devem ter filetes ou molduras de acabamento nas bordas
cortadas. Se o filete ou a moldura for mais alto do que a superfície do piso de acesso, eles devem ser
colocados de forma a não interferir com a colocação dos racks ou gabinetes. O filete ou moldura não deve
ser colocado onde os racks e gabinetes entram normalmente em contato com a superfície do piso de
acesso.

No caso de sistema de HVAC com descarga no piso, os cortes do ladrilho do piso devem ser limitados
em tamanho e quantidade para garantir um fluxo de ar adequado. É recomendado que o sistema de
HVAC seja adequadamente ajustado quando todos os racks de equipamentos, gabinetes, etc. estiverem
instalados. O sistema de HVAC deve ser reajustado com o acréscimo de cortes de piro, racks de
equipamentos, gabinetes, etc.

7.5.5. Tipos de cabo sob os pisos de acesso

Em algumas jurisdições, o cabo de plenum é o requisito mínimo para cabeamento de telecomunicações


sob os pisos de acesso de salas de informática. Consultar a AHJ antes de decidir sobre o tipo de cabo a
ser utilizado sob pisos de acesso.

OBSERVAÇÃO – Estas referencias padrão são aplicáveis aos requisitos relacionados a incêndio,
saúde e segurança. Além disso, levar em conta a seleção dos tipos de cabos e as práticas de
extinção de fogo que minimizam danos no caso de incêndio.

7.6. Bandejas de cabo na parte superior

7.6.1. Geral

Os sistemas de bandeja de cabo na parte superior podem diminuir a necessidade de pisos de acesso em
data centers que não empregam sistemas apoiados no piso que são cabeados por baixo.

As bandejas de cabo na parte superior podem ser instaladas em várias camadas para oferecer
capacidade adicional. As instalações típicas incluem duas ou três camadas de bandejas de cabo, uma de
cabos de energia e uma ou duas para cabos de telecomunicações. Uma das camadas de bandejas de
cabo normalmente possui suporte de um dos lados que seguram a infra-estrutura de aterramento do data

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center. Essas bandejas de cabo na parte superior são freqüentemente complementadas por um duto ou
sistema de bandeja para cabos de fibra. O duto ou bandeja de fibras pode ser fixado nas mesmas barras
de sustentação da bandeja de cabos.

O cabos não devem ser abandonados na bandeja de cabos na parte superior. Os cabos devem ser
terminados em pelo menos uma ponta na área de distribuição principal ou na área de distribuição
horizontal ou devem ser removidos.

Em corredores e outros espaços comuns nos data centers de Internet, instalações alugadas em conjunto
e outros data centers de arrendatários compartilhados, as bandejas de cabo na parte superior devem ter
bases sólidas ou serem colocadas a pelo menos 2,7 m (9 pés) acima do piso acabado para limitar o
acesso ou serem protegidas por meios alternativos para evitar danos acidentais e/ou intencionais.

A profundidade máxima recomendada de qualquer bandeja de cabos é de 150 mm (6 polegadas).

7.6.2. Suporte da bandeja de cabos

A bandeja de cabos na parte superior deve ser suspensa a partir do teto. Se todos os racks e gabinetes
forem de altura uniforme, as bandejas de cabos podem ser fixadas ao topo dos racks ou gabinetes, mas
isto não é uma prática recomendada porque as bandejas de cabo suspensas dão mais flexibilidade para
instalação de racks e gabinetes de várias alturas e oferecem mais flexibilidade para adicionar ou remover
gabinetes e racks.

Os tipos típicos de bandejas de cabo para instalação na parte superior abrangem a escada de cabo tipo
telco, a badeja de cabos center spine ou a bandeja de cabo cesto de arame. Se for necessário pelos
regulamentos aplicáveis, as seções adjacentes da bandeja de cabo devem ser unidas em conjunto e
aterradas conforme AHJ e devem estar outorgadas por um laboratório de teste reconhecido (NRTL) para
esta finalidade. O sistema de bandeja de cabo deve ser ligado à infra-estrutura de aterramento do data
center.

7.6.3. Coordenação das rotas de bandeja de cabos

O planejamento para as bandejas de cabo na parte superior para cabeamento de telecomunicações deve
ser coordenado com arquitetos, engenheiros mecânicos e engenheiros elétricos que estão projetando a
iluminação, fixação, dutos de ar, energia e sistemas de proteção contra incêndio. As luminárias e
cabeçotes de sprinklers devem ser colocados entre as bandejas de cabo e não diretamente acima das
delas.

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8. Redundância de data center

8.1. Introdução

Os data centers que são equipados com diversas instalações de telecomunicações podem continuar seu
funcionamento sob condições catastróficas que de outra forma impediriam o serviço de telecomunicações
do centro de dados. Esta Norma inclui quatro classificações relacionadas aos vários níveis de
disponibilidade de infra-estrutura da instalação de data center. As informações sobre as classificações de
infra-estrutura podem ser encontradas no anexo G. A figura 10 ilustra vários componentes de infra-
estrutura de telecomunicações redundante que podem ser acrescentados à infra-estrutura básica.

A confiabilidade da infra-estrutura de comunicações pode ser aumentada pelo provisionamento de áreas


de conexão cruzada redundantes e canaletas que são fisicamente separados. É como data centers terem
múltiplos provedores de acesso fornecendo serviços, roteadores redundantes, distribuição principal e
comutadores terminais (edge swicthes) redundantes. Apesar desta topologia de rede fornecer um certo
nível de redundância, a duplicação nos serviços e hardware em si não garante que simples pontos de
falha possam ter sido eliminados.

Provedores de Acesso Provedores de Acesso

Abertura de Abertura de
Manutenção do Manutenção do
Cliente Primário Cliente Secundário
(Clas. 1 e mais alta) (Clas. 2 e mais alta)

Clas. 3
Clas. 3
Clas. 1

Clas. 2
Data
Center
Sala de Entrada Sala de Entrada
Clas. 3 Secundária
Primária
(Clas. 1 e mais alta) (Clas. 3 e mais alta)
Clas. 4

Clas. 4
Clas. 1

Escritórios, Centro
de Operações, Clas. 3
Salas de Apoio

Área de Distr. Área de Distr.


Sala de Principal Secundária
Telecomunicações Clas. 4
(Clas. 1 e mais alta) (Opcional p/ Clas. 4)

Sala de
Informática
Área de Distr.
Horizonal
Área de Distr. Área de Distr.
Cabeamento Horizonal Horizonal

Cabeamento Área Distr. de Área Distr. de Área Distr. de


Opcional
Equipamento Equipamento Equipamento

Figura 10: Redundância de infra-estrutura de telecomunicações

8.2. Entradas de manutenção redundantes e canaletas de entrada

Os canaletas de entradas múltiplas da linha proprietária para a(s) sala(s) de entrada eliminam um ponto
único de falha para acessar provedor de serviço que entram no edifício. Estes canaletas incluirão as
aberturas de manutenção pertencentes ao cliente onde os conduites do provedor de acesso não
terminam na parede do edifício. As aberturas de manutenção e os canaletas de entrada devem estar em
lados opostos do edifício separados em pelo menos 20 m (66 pés).

Nos data centers com duas salas de entrada e duas aberturas de manutenção não é necessário instalar
conduites das salas de entrada para cada uma das duas aberturas de manutenção. Em tal configuração,
é normalmente solicitado que cada provedor de acesso instale dois cabos de entrada, um para a sala de

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entrada primária através da abertura de manutenção primária e outro para a sala de entrada secundária
através da abertura de manutenção secundária. Os conduites da abertura de manutenção primária para a
sala de entrada secundária e da abertura de manutenção secundária para a abertura de manutenção
primária oferecem flexibilidade, mas não são necessários.

Nos data centers com duas salas de entrada, os convites podem ser instalados entre as duas salas de
entrada para oferecer um caminho direto para acessar o cabeamento do provedor de acesso entre essas
duas salas (por exemplo, para completar um SONET ou anel SDH).

8.3. Acesso redundante a provedor de serviços

A continuidade dos serviços do provedor de acesso de telecomunicações para o data center pode ser
garantida utilizando-se múltiplos provedores de acesso, escritórios centrais de múltiplos provedor de
acesso e múltiplos canaletas diversos dos escritórios centrais do provedor de acesso para o data center.

Utilizar múltiplos provedores de acesso garante que o serviço continue no caso de uma grande falha do
provedor de acesso ou problema financeiro do provedor de acesso que prejudique os serviços.

A utilização de múltiplos provedores de acesso não oferece garantia de continuidade do serviço porque os
provedores de acesso freqüentemente dividem espaço nos escritórios centrais e compartilham direitos de
passagem.

O cliente deveria garantir que seus serviços são fornecidos de diferentes escritórios centrais de provedor
de acesso e os canaletas para estes escritórios centrais possuam rotas diversificadas. Esses canaleta
roteados de forma diversa devem estar fisicamente separados em pelo menos 20 m (66 pés) em todo os
pontos ao longo de sua rota.

8.4. Sala de entrada redundante

Podem ser instaladas múltiplas salas de entrada para redundância mais do que simplesmente reduzir as
restrições de distância máxima de circuito. As salas de múltiplas entradas melhoram a redundância, mas
complicam administração. Deve ser tomado cuidado para distribuir circuitos entre a salas de entrada.

Os provedores de acesso deveriam instalar equipamento de provisionamento de circuito em ambas salas


de entradas de forma que os circuitos de todos os tipos necessários, possam ser oferecidos em cada
sala. O equipamento de provisionamento do provedor de acesso em uma sala de entrada não deve ser
uma subsidiária do equipamento na outra sala de entrada. O equipamento do provedor de acesso em
cada sala de entrada deve ser capaz de operar no caso de uma falha na outra sala de entrada.

As duas salas de entrada devem estar separadas em pelo menos 20 m (66 pés) e estarem em áreas de
proteção contra incêndio separadas. As duas salas de entrada não devem compartilhar as unidades de
distribuição de energia ou equipamento de ar-condicionado.

8.5. Área de distribuição principal redundante

Uma área de distribuição secundária oferece redundância adicional, mas ao custo de complicar a
administração. Os roteadores e comutadores principais devem ser distribuídos entre e área de distribuição
principal e áreas de distribuição secundária. O circuitos também deve ser distribuídos entre os dois
espaços.

Uma área de distribuição secundária pode não fazer sentido se a sala de informática for um espaço
contínuo, de forma que um incêndio em uma parte do data center provavelmente exigirá que todo o data
center seja desligado. A área de distribuição secundária e área de distribuição principal devem estar em
diferentes zonas de proteção contra incêndio, serem atendidas por unidades de distribuição de energia
diferentes e serem atendidas por diferentes equipamentos de ar-condicionado.

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8.6. Cabeamento de backbone redundante

O cabeamento de backbone redundante protege contra uma falta de energia causada por danos no
cabeamento do backbone . O cabeamento do backbone redundante pode ser fornecido em várias formas
dependendo do grau de proteção desejado.

O cabeamento de backbone entre dois espaços, por exemplo, em uma área de distribuição horizontal e
umas áreas de distribuição principal, podem ser fornecidos por dois cabeamentos percorrendo esses
espaços, preferivelmente em rotas diferentes. Se o data center tem uma área de distribuição principal e
uma área de distribuição secundária, não é necessário o cabeamento do backbone redundante para uma
área de acesso o horizontal, uma vez que a rota dos cabos para a área de distribuição principal e área de
distribuição secundária devem seguir rotas diferentes.

Alguns graus de redundância também podem ser oferecidos instalando-se o cabeamento de backbone
em áreas de distribuição horizontal. Se o cabeamento do backbone da área de distribuição principal para
a área de distribuição horizontal for danificado, as conexões podem ser ligadas através de uma outra área
de distribuição horizontal.

8.7. Cabeamento horizontal redundante

O cabeamento horizontal para sistemas críticos pode ser roteado de forma diversa para melhorar a
redundância. Devem ser tomados cuidados, quando selecionar os caminhos, para não exceder os
comprimentos máximos de cabo horizontal.

Os sistemas críticos podem ser apoiados por duas áreas de distribuição horizontal diferentes desde que
as restrições de comprimento máximo do cabo não sejam excedidas. Esse grau de redundância não
oferece proteção muito maior do que o roteamento diversificado do cabo horizontal se as duas áreas de
distribuição horizontal estiverem na mesma zona de proteção contra incêndio.

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ANEXO A (INFORMATIVO) CONSIDERAÇÕES DE PROJETO DE


CABEAMENTO
Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

A.1 Distancias de aplicação de cabeamento

As distancias de cabeamento aqui apresentadas são somente informativas.

As distâncias máximas suportáveis propostas neste anexo são dependentes da aplicação e mídia.

O uso de cabo de par trançado de 100 Ohms (é recomendado 4 pares categoria 6) é baseado nas
seguintes aplicações:

- conexões LAN de 100 Mb/s;

- terminais de T1 e circuitos de menor velocidade na área de equipamentos terminal;

- gerenciamento e monitoramento de instalações;

- gerenciamento out of band;

- gerenciamento de energia;

- sistemas de segurança.

A utilização de cabo coaxial (tipo 734) de 76 ohms é baseada no provisionamento de circuitos T-3 do
provedor de acesso para a área de equipamento terminal.

A utilização de fibra multímodo de 62,5/125 µm (160/500 MHz·km) é baseada nas seguintes aplicações:

- 1000 Mb/s Ethernet (1000BASE-SX);

- 100 Mb/s (133 MBaud) Fibre Channel (100-M6-SN-I)

- 200 Mbps (266 MBaud) Fibre Channel (200-M6-SN-I)

A utilização de fibra multímodo de 50/125 µm (500/500 MHz·km) é baseada nas seguintes aplicações:

- 1000 Mb/s Ethernet (1000BASE-SX);

- 100 Mb/s (133 MBaud) FibreChannel (100-M5-SN-I)

- 200 Mbps (266 MBaud) Fibre Channel (200-M5-SN-I)

O uso de fibra multimodo de 50/125 micrometros 850 nm laser-optimized (1500/500 MHz·km; 2000
MHz·km largura de banda modal efetiva) é baseada nas seguintes aplicações:

- 1000 Mb/s Ethernet (1000BASE-S);

- 10 Gb/s Ethernet (10GBASE-SX);

- 100 Mb/s (133 MBaud) FibreChannel (100-M5-SN-I)

- 200 Mbps (266 MBaud) Fibre Channel (200-M5-SN-I)

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- 1200 Mbps (1062 MBaud) Fibre Channel (1200-M5E-SN-I)

O uso de fibra monomodo conforme ANSI/TIA/EIA-568-B.3, é baseada nas seguintes aplicações:

- conexões LAN e SAN de 10 Gb/s Ethernet (10GBASE-SX) e mais altas.

- distancia além das recomendadas para fibra multimodo de 50/125 micrometros 850 nm laser-
optimized.

A 1.1 Distâncias de circuito

A tabela 3 seguinte fornece as distâncias máximas de circuito para os circuitos T-1, T-3, E-1 e E-3 sem
nenhum ajuste para os painéis de ligação intermediários ou tomados entre o ponto de demarcação do
circuito e o equipamento terminal. Estes cálculos assumem que não existe um painel DSX de cliente entre
o ponto de demarcação do provedor de acesso (que poderia ser um DSX) e o equipamento terminal. O
painel DSX do provedor de acesso não é contado na determinação dos comprimentos máximos de
circuito.

Tabela 3: Distâncias máximas de circuito sem painel DSX de cliente


Tipo de UTP UTP Categoria Coaxial Tipo Coaxial tipo
Circuito Categoria 3 5e6 734 735
170 m 206 m
T-1 - -
(557 pés) (677 pés)
CEPT-1 126 m 158 m 395 m 177 m
(E-1) (412 pés) (517 pés) (1297 pés) (580 pés)
160 m 82 m
T-3 - -
(524 pés) (268 pés)
CEPT-3 175 m 90 m
- -
(E-3) (574 pés) (294 pés)
OBSERVAÇÃO: As distâncias mostradas na tabela 3 são para aplicações
específicas utilizadas em data center e podem ser diferentes das distâncias
suportadas para vários aplicativos na TIA-568-B

Podem ser usados repetidores para estender os circuitos além dos comprimentos assim especificados.

Estas distâncias de circuito deveriam ser ajustadas para perdas de atenuação causadas por um painel
DSX entre o ponto de demarcação do provedor de acesso (que pode ser um painel DSX) e o
equipamento terminal. A tabela 4 seguinte fornece a redução causada por painéis DSX nas distâncias
máximas de circuito para circuitos T-1, T-3, E-1 e E-3 sobre o tipo de mídia reconhecida.

Tabela 4: Redução das distâncias de circuito para painel DSX de cliente


Tipo de UTP UTP Categoria Coaxial Tipo Coaxial tipo
Circuito Categoria 3 5e6 734 735
11 m 14 m
T-1 - -
(37 pés) (45 pés)
CEPT-1 10 m 12 m 64 m 28 m
(E-1) (32 pés) (40 pés) (209 pés) (93 pés)
13 m 7m
T-3 - -
(44 pés) (23 pés)
CEPT-3 15 m 8m
- -
(E-3) (50 pés) (26 pés)
As distâncias de circuito deveriam ser ajustadas para perdas de atenuação causadas por painéis de
ligação e tomadas. A tabela 5 seguinte fornece a redução nas distâncias máximas de circuito para
circuitos T-1, T-3, E-1 e E-3 sobre o tipo de mídia reconhecida.

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Tabela 5: Redução das distâncias de circuito por painel de ligação ou tomada


Tipo de UTP UTP Categoria Coaxial Tipo Coaxial tipo
Circuito Categoria 3 5e6 734 735
4,0 m 1,9 m
T-1 - -
(13,0pés) (6,4 pés)
CEPT-1 3,9 m 2,0 m 22,1 m 9,9 m
(E-1) (12,8 pés) (6,4 pés) (72,5 pés) (32,4 pés)
4,7 m 2,4 m
T-3 - -
(15,3 pés) (7,8 pés)
CEPT-3 5,3 m 2,7 m
- -
(E-3) (17,5 pés) (8,9 pés)
No data center típico existe um total de 3 conexões no cabeamento do backbone, 3 conexões no
cabeamento horizontal e sem painel DSX entre a demarcação do provedor de acesso e o equipamento de
ponta:

Cabeamento do backbone

• uma conexão na sala de entrada

• duas conexões na conexão cruzada principal

Cabeamento horizontal

• duas conexões na conexão cruzada horizontal, e

• uma conexão de tomada na área de distribuição de equipamento

Esta configuração “típica” corresponde à configuração do data center típico com uma sala de entrada,
área de distribuição principal, uma ou mais áreas de distribuição horizontal e sem áreas de distribuição de
zona. Os comprimentos máximos para a configuração de um data center típico estão na tabela 6. Estes
comprimentos máximos de circuito abrangem cabeamento de backbone, cabeamento horizontal e todos
os patch cords ou jumpers entre o ponto de demarcação do provedor de acesso e o equipamento de
ponta.

Tabela 6: Máximas distâncias para a configuração do data center típico


Tipo de UTP UTP Categoria Coaxial Tipo Coaxial tipo
Circuito Categoria 3 5e6 734 735
146 m 198 m
T-1 - -
(479 pés) (648 pés)
CEPT-1 102 m 146 m 263 m 117 m
(E-1) (335 pés) (478 pés) (862 pés) (385 pés)
132 m 67 m
T-3 - -
(432 pés) (221 pés)
CEPT-3 143 m 73 m
- -
(E-3) (469 pés) (240 pés)
Com os comprimentos máximos de cabeamento horizontal, os comprimentos máximos de patch cords,
sem DSX de cliente e sem tomadas de zona, os comprimentos máximos de cabo de backbone para um
data center "típico" onde os circuitos T-1, E-1, T-3 ou E-3 são fornecidos para o equipamento de qualquer
local do data center, são mostradas na seguinte tabela 7. Esta configuração "típica" assume que a sala de
entrada, área de distribuição principal e áreas de distribuição horizontal são separadas e não combinadas
A máxima distância de cabeamento do backbone é a soma dos comprimentos do cabeamento da sala de
entrada até a área de distribuição principal e da área de distribuição principal para a área de distribuição
horizontal.

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Tabela 7: Backbone máximo para a configuração do data center típico


Tipo de UTP UTP Categoria Coaxial Tipo Coaxial tipo
Circuito Categoria 3 5e6 734 735
8m 60 m
T-1 - -
(27 pés) (196 pés)
CEPT-1
0m 18 m 148 m 10 m
(E-1)
(0 pés) (26 pés) (484pés) (33 pés)
17 m 0 m
T-3 - -
(55 pés) (0 pés)
CEPT-3 28 m 0m
- -
(E-3) (92 pés) (0 pés)
Estes cálculos assumem os seguintes comprimentos máximos de patch cords em um data center “típico”

- 10 m (32 pés) para UTP e fibra na sala de entrada, área de distribuição principal e área de
distribuição horizontal.

- 5 m (16,4 pés) para cabo coaxial tipo 734 na sala de entrada, área de distribuição principal e área de
distribuição horizontal.

- 2,5 m (8,2 pés) para cabo coaxial tipo 735 na sala de entrada, área de distribuição principal e área de
distribuição horizontal.

Devidas as distâncias muito curtas permitidas pelo cabeamento UTP categoria 3 e cabo coaxiais tipo 735
para circuitos T-1, T-3, E-1 e E-3, os cabos UTP categoria 3 e coaxiais tipo 735 não são recomendados
para estes tipos de circuitos que apoio.

As distâncias de cabeamento de backbone podem ser aumentadas limitando os locais onde os circuitos
T-1, T-3, E-1 e E-3, estarão localizados (por exemplo, somente na área de distribuição principal ou locais
atendidos por cabeamento horizontal terminados área de distribuição principal).

As outras opções incluem circuitos de provisionamento de equipamentos localizados na área de


distribuição principal ou área de distribuição horizontal.

A.1.2 Conexões de console EIA/TIA-232 e EIA/TIA-561

As distancias máximas recomendadas para conexões de console EIA/TIA-232-R e EIA/TIA-561/562 até


20 kb/s são:

- 23,2 m (76,2 pés) sobre cabo de par trançado, não blindado, categoria 3;

- 27,4 m (89,8 pés) sobre cabo de par trançado não blindado categoria 5e ou categoria 6.

As distancias máximas recomendadas para conexões de console EIA/TIA-232-R e EIA/TIA-561/562 até


64 kb/s são:

- 8,1 m (26,5 pés) sobre cabo de par trançado, não blindado, categoria 3;

- 9,5 m (31,2 pés) sobre cabo de par trançado não blindado categoria 5e ou categoria 6.

As distâncias máximas recomendadas sobre cabo de par trançado blindado são a metade das distancias
permitidas para cabos de par trançado não blindado.

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A.1.3 Outras distâncias de aplicação

Quando as aplicações de fibra de 1 a 10 Gigabit são introduzidas nas redes, as limitações físicas de
propriedades das fibras ópticas introduziram novos desafios para um projetista de rede. Devido ao
aumento da taxa de dados, efeitos da fibra, tais como a dispersão, tornou-se um fator as distâncias
atingíveis e número de conectores utilizados dos projetos de link de fibra óptica. Isto deixa o projetista de
rede com novas decisões e substituições que eles devem entender e superar. Veja as informações
fornecidas da ANSI/TIA/EIA-568-B.1 e anexo 3 para ANSI/TIA/EIA-568-B.1 Nancy referente às distâncias
suportáveis e atenuação de canal para aplicações de fibra óptica por tipo de fibras.

A.2 Conexões Cruzadas

Na sala de entrada, área de distribuição principal e área de distribuição horizontal, os comprimentos de


jumpers e patch cords utilizados para a conexão cruzada para cabeamento do backbone não devem
exceder 20 m (66 pé).

A única exceção para estas restrições de comprimento deve ser no caso de cabos coaxiais de 75 ohms,
para ligações DS-3, o comprimento máximo deveria ser 5 m (16,4 pés) para coaxiais tipo 7834 e 2,5 m
(8,2 pés) para coaxial tipo 735 na sala de entrada, conexão cruzada principal e conexões cruzadas
horizontais.

A.3 Separação de funções na área de distribuição principal

A área de distribuição principal deve ter racks separados para distribuição de pares trançados, cabo
coaxial e fibra óptica a menos que o data center seja pequeno e a conexão cruzada principal pode se
ajustar em um ou dois racks. As patching bays separadas para cabos de par de cobre, cabos coaxiais e
cabos de fibras ópticas simplificam a organização e servem para minimizar o tamanho de cada tipo de
patching bay. Organizar as patching bays e equipamentos próximos para minimizar o comprimento de
patchs cords.

A.3.1 Conexão cruzada principal de par trançado

A conexão cruzada principal de par trançado (MC) suporta cabo de par trançado para uma ampla série de
aplicações incluindo circuitos de baixa velocidade, T-1, E-1, consoles, gerenciamento out-of-band, KVM e
LANs.

Levar em conta a instalação de cabeamento de par trançado categoria 6 para todo o cabeamento de par
trançado do MC para as conexões cruzadas intermediárias (ICs) e HCs, uma vez que isto fornecerá uma
flexibilidade máxima para suportar uma ampla série de aplicações. O backbone de par trançado categoria
3 de alta contagem (25 pares ou mais) é satisfatório para o cabeamento da MC para a HC e área de
demarcação de circuito de baixa velocidade na sala de entrada. O cabeamento da área de demarcação
E-1/T-1 na sala de entrada deveria ser cabo de par trançado de 4 pares categoria 5e ou categoria 6.

O tipo de terminais na MC (hardware de conexão IDC ou painéis de ligação) depende da densidade


desejada e onde ocorre a conversão de cabeamento de provedor de acesso de 1 e 2 pares para o
cabeamento estruturado da sala de informática:

- Se a conversão de cabeamento de provedor de acesso de 1 e 2 pares ocorrer na sala de entrada,


então os terminais de cabo de par de cobre na MC são tipicamente nos painéis de ligação. Esta é
configuração recomendada;

- Se a conversão de cabeamento de provedor de acesso de 1 e 2 pares ocorrer na MC, então os


terminais de cabo de par de cobre na MC deveria ser no hardware de conexão IDC.

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A.3.2. Conexão cruzada principal coaxial

A MC coaxial suporta cabo coaxial para cabeamento T-3 e E-3 (dois cabos coaxiais por circuito). Todo o
cabeamento coaxial deveria ser de cabo coaxial tipo 734.

Os terminais de cabo coaxial deveriam estar no painel de ligação com conectores BNC de 75 ohms. Os
conectores BNC deveria ser conectores BNC fêmea no lado da frente de trás dos painéis de ligação.

A.3.3 Conexão cruzada principal de fibra óptica

A MC de fibra suporta cabo de fibra óptica para redes de área local, redes de área de armazenamento,
redes de áreas metropolitanas, canais de computadores e circuitos SONET.

Os terminais dos cabos de fibra deveriam ser nos painéis de ligação de fibra.

A.4 Separação das funções na área de distribuição horizontal

As áreas de distribuição horizontal deveriam ter gabinetes separados ou racks para distribuição de par de
cobre trançado, cabo coaxial e fibra óptica a menos que a conexão cruzada horizontal seja pequena e
necessite somente um ou dois racks. As patching bays separadas para cabos de par de cobre, cabos
coaxiais e cabos de fibras ópticas simplificam a organização e servem para minimizar o tamanho de cada
tipo de patching bay. Organizar as patching bays e equipamentos próximos para minimizar o comprimento
de patchs cords.

A utilização de um único tipo de cabo simplifica a organização e melhora a flexibilidade para suportar
novas aplicações. Levar em conta a instalação somente um tipo de cabo de par trançado para
cabeamento horizontal (por exemplo, UTP todos de categoria 5e ou todos de categoria 6) preferivelmente
a instalar diferentes tipos de cabos de par trançado para diferentes aplicações.

A.5 Cabeamento para o equipamento de telecomunicações

O comprimento do cabo utilizado para conectar equipamento de telecomunicações de voz (tal como
PBXs) diretamente à área de distribuição principal não deve exceder 30 m (98 pés).

O comprimento do cabo utilizado para conectar equipamento de telecomunicações de voz (tal como
PBXs) diretamente à área de distribuição horizontal não deve exceder 30 m (98 pés).

A.6 Cabeamento para equipamento terminal

Os comprimentos de cabo de equipamento da ZDA devem ser limitados a no máximo 22 m (72 pés) no
caso de cabeamento de cobre ou fibra óptica.

Se as tomadas de telecomunicações individuais estiverem localizadas no mesmo rack ou gabinete de


equipamento como o equipamento servindo em lugar de ZDA, os comprimentos de cabo de equipamento
devem ser limitados a 5 m (16 pés).

A.7 Consideração de projeto de fibra

A densidade de terminação alta pode ser conseguida utilizando incrementos de multi-fibra e a utilização
de conectores de multi-fibra. Se os comprimentos de cabo puderem ser pré-calculados com precisão, os
conjuntos de fita multi-fibra pré-acabados podem reduzir o tempo de instalação. Nestes casos deve ser
levado em conta as considerações dos efeitos de conexões adicionais para garantir o desempenho geral
do sistema de fibra. O equipamento terminal de alta taxa de dados pode acomodar conectores multi-fibra
diretamente.

A.8 Consideração de projeto de cobre

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Os painéis de ligação devem proporcionar espaço adequado para a rotulagem de cada painel de ligação
com seu identificador bem como a rotulagem de cada porta conforme Anexo B e requisitos da
ANSI/TIA/EIA-606-1-A

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TIA-942

ANEXO B (INFORMATIVO) ADMINISTRAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA DE


TELECOMUNICAÇÕES
Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

B.1 Geral

Os data centers devem estar em concordância com a ANSI/TIA/EIA-606-1-A com as exceções


observadas nesta Norma.

B.2 Esquema de identificação para planta

A planta deve acompanhar a grade do data center. A maioria dos data centers irão necessitar pelo menos
duas letras e dois dígitos numéricos para identificar cada ladrilho de piso de 600 mm x 600 mm (2 pés x 2
pés). Em tais data centers as letras serão AA, AB, AC...AZ, BA, BB, BC... e assim por diante. Por
exemplo, veja a figura 11.
COORDENADA “X”

AA AB AC AD AE AF AG AH AI AJ AK AL AM AN AO AP AQ AR AS AT AU AV AW AX AY AZ BA BB BC BD
01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

COORDENADA “Y”

Figura 11: Identificadores de amostra de planta

B.3 Esquema de identificação para racks e gabinetes

Todos os racks e gabinetes devem ser rotulados na parte frontal e traseira.

Nas salas de informática com pisos de acesso, rotular os gabinetes e racks utilizando a grade do data
center. Cada rack e gabinete deve ter um identificador único baseado nas coordenadas do piso. Se os
gabinetes se apóiam em mais um ladrilho, o local da grade para os gabinetes pode ser determinado
utilizando o mesmo canto para cada gabinete (por exemplo, o canto do lado direito).

A identificação do gabinete ou rack deveria consistir de uma ou mais letras seguida de um ou mais
números. A parte numérica da identificação irá incluir o 0 no inicio. Assim o gabinete cujo canto do lado
direito está no ladrilho AJ05 será denominado AJ05.

Nos data centers com múltiplos pisos, o número do piso deve ser acrescentado como um prefixo ao
número do gabinete. Por exemplo 3AJ05 para o gabinete cuja borda direita estiver no ladrilho AJ05 no 3º
piso do data center. A seguir veja um esquema de administração de amostra de planta.

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nx1y1

Onde:

n= Onde a área do data center está presente em mais de um piso no edifício, um ou mais caracteres
numéricos designando o piso no qual a área está localizada.

x1y1 Um ou dois caracteres alfanuméricos seguidos por dois caracteres alfanuméricos designando o
local na grade da planta onde o canto do lado direito do rack ou gabinete está localizado. Na
figura 12, o Gabinete de Amostra está localizado em AJ05.

COORDENADA “X”

AA AB AC AD AE AF AG AH AI AJ AK AL AM AN AO AP AQ AR AS AT AU AV AW AX AY AZ BA BB BC BD
01

02

03

04

05

06

07 CANTO DO
LADO
08 DIREITO GABINETE DE AMOSTRA
09

10

11

12

13

COORDENADA “Y”

Figura 12: Identificador de rack/ gabinete de amostra

Na sala de computador sem pisos de acesso, utilizar o número e a posição dentro da fila para identificar
cada rack e gabinete.

Em data centers de Internet e instalações alugadas em conjunto, onde a sala de informática é subdividida
em espaços reservados e salas, o esquema de identificação pode usar nome de espaço reservado/ sala e
número de gabinetes ou racks dentro do espaço reservado/sala.

B.4 Esquema de identificação para painéis de ligação

1) identificador de painel de ligação

O esquema de identificação para painéis de ligação deveria incluir o nome do gabinete ou rack e um ou
mais caracteres que indiquem a posição do painel de ligação no gabinete ou rack. Os painéis de
organização de fiação horizontal não contam quando for determinar a posição do painel de ligação. Se o
rack tiver mais do que 26 painéis, então serão necessários dois caracteres para identificar o painel de
ligação. Segue um esquema de amostra de organização de painel de ligação.

x1y1-a

Onde:

a= Uma dois caracteres designando a localização do painel de ligação dentro do gabinete ou rack
x1y1, começando no topo do gabinete ou rack. Veja a figura 13 sobre a designação do painel de
ligação cobre típico.

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2) Identificador de Porta do Painel de Ligação

São utilizados dois ou três caracteres para especificar o número da porta no painel de ligação. Assim, a
4ª no 2º painel do gabinete 3AJ05 pode ser denominado 3AJ05-B04. Segue um esquema de organização
de porta do painel de ligação:

x1y1-an

Onde:

n= um a três caracteres designando a porta de um painel de ligação. Para os painéis de ligação de


cobre, dois a três caracteres numéricos. Para painéis de ligação de fibra, um caractere
alfanumérico que identifica o painel do conector localizado dentro do painel de ligação, começando
seqüencialmente de "A" excluindo "I" e "O", seguido de um ou dois caracteres numéricos
designando um filamento de fibra.

A PAINEL DE LIGAÇÃO DE 48 PORTAS TÍPICO

Figura 13: Esquema de identificação de amostra de painel de ligação de cobre


B
3) Identificador da conectividade de painel de ligação

Os painéis de ligação devem


C
ser identificados com o identificador de painel de ligação e identificadores de
porta de painel de ligação dos painéis de ligação seguidos pelo identificador de painel de ligação e
identificadores de porta de painel de ligação ou tomadas na outra ponta dos cabos. Segue uma amostra
do esquema de organizaçãoD
da conectividade do painel de ligação:

p1 a p2
E
Onde:

p1 = Rack ou gabineFte mais próximo, seqüência de painel de ligação e ordem de número de porta

p2 = Rack ou gabinete mais afastado, seqüência de painel de ligação e ordem de número de porta.

Levar em consideração a suplementação da rotulagem de cabos ANSI/TIA/EIA-606-A com números


seqüenciais ou com outros identificadores para simplificar a localização de defeitos. por exemplo, o painel
de ligação de 24 portas com 24 cabos de categoria 6 da MDA d para HDA1 poderia incluir o rótulo acima
mas também poderia incluir o rótulo “MDA para HDA1 Cat 6 UTP 1-24”.

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TIA-942

COORDENADA “X”

AA AB AC AD AE AF AG AH AI AJ AK AL AM AN AO AP AQ AR AS AT AU AV AW AX AY AZ BA BB BC BD
01

02 Cat 6 x 24
03

04

05

06
CANTO DO
07 CANTO DO LADO
LADO DIREITO
08 DIREITO GABINETE DE AMOSTRA
09

10

11

12

13

COORDENADA “Y”

Figura 14: Amostra de rotulagem de painel de ligação modular de 8 posições – Parte 1

Por exemplo, a figura 15 mostra o rótulo para o painel de ligação modular de 24 posições com 24 cabos
de categoria 6 interconectando o gabinete AJ05 ao AQ03 conforme mostrado na figura 14.

AJ05-A para AQ03-B Portas 01-24


01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24
A A

Figura 15: Amostra de rotulagem de painel de ligação modular de 8 posições – Parte 2

B.5 Identificador de Cabo e patch cord

Os cabos e patch cords devem ser rotulados em ambos lados com o nome da conexão em ambos os
lados do cabo.

Levar e consideração o uso de cabos de ligação com código de cores por aplicação e tipo. Segue um
esquema de organização de cabo e patch cord:

p1n a p2n

Onde:

p1n = O rack ou gabinete mais próximo, seqüência de painel de ligação e designador da porta
estabelecido para aquele cabo

p2n = Rack ou gabinete mais afastado, seqüência de painel de ligação e e designador da porta
estabelecido para aquele cabo.

Por exemplo, o cabo conectado à primeira posição do painel de ligação mostrado na figura 15 pode
conter o seguinte rótulo:

68
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AJ05-A01 / AQ03-B01

e o mesmo cabo no gabinete A3 teria o seguinte rótulo:

AQ03-BO1 / AJ05-A01

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ANEXO C (INFORMATIVO) INFORMAÇÃO DO PROVEDOR DE ACESSO


Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

C.1 Coordenação do provedor de acesso

C.1.1 Geral

Os projetistas devem coordenar com os provedores de acesso local para determinar os requisitos dos
provedores de acesso e para garantir que os requisitos do data center são fornecidos aos provedores de
acesso.

C.1.2 Informações para fornecer aos provedores de acesso

Os provedores de acesso irão normalmente solicitar as seguintes informações para planejar as salas de
entrada para um data center:

- endereço do edifício;

- informação geral referente outro usos do edifício, incluindo outros arrendatários;

- plantas dos conduites da entrada de telecomunicações da linha da propriedade para a sala de


entrada, incluindo local das aberturas de manutenção, caixas de ligação e caixa de tomadas;

- designação dos conduites e dutos internos para o provedor de acesso;

- plantas para as instalações de entrada;

- local designado dos protetores, racks e gabinetes dos provedores de acesso;

- roteamento de cabos dentro da sala de entrada (sob piso de acesso, bandejas de cabos na parte
superior, outros);

- quantidade e tipo esperado de circuitos a serem fornecidos pelo provedor de acesso;

- data que o provedor de acesso poderá instalar os cabos de entrada e equipamentos na sala de
entrada;

- local e interface solicitada para a demarcação de cada tipo de circuito a ser fornecido pelo provedor
de acesso;

- data do serviço solicitado;

- nome, número de telefone e endereço de e-mail do contato do cliente primário e contato do site local.

C.1.3 Informação que os provedores de acesso devem fornecer

O provedor de acesso deve fornecer a seguinte informação:

- requisitos de espaço e montagem para protetores sobre os cabos de pares de cobre;

- quantidade e dimensões dos racks e gabinetes do provedor de acesso;

- requisitos de energia para o equipamento, incluindo tipo de tomadas;

- espaços livres para manutenção;

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- programação de instalação e manutenção.

C.2 Demarcação do provedor de acesso na sala de entrada

C.2.1. Organização

A sala de entrada terá até quatro áreas separadas para a demarcação do provedor de acesso;

- demarcação para circuitos de pares de cobre de baixa velocidade, incluindo DS-0, ISDN BRI e linhas
telefônicas;

- demarcação para circuitos de pares de cobre DS-1 (T-1 ou T-1 fracional, ISDN PRI) ou CEPT-1 (E-1)
de alta velocidade;

- demarcação para circuitos transmitidos em cabos coaxial incluindo DS-3 (T-3) e CEPT-3 (E-3);

- demarcação de circuitos de fibra óptica (por exemplo, SONET OC-x, SDH STM-x, FDDI, Fast
Ethernet, Gigabit Ethernet, 10 GigaBit Ethernet).

De forma ideal, todos os provedores de acesso fornecem demarcação para seus circuitos no mesmo local
ao invés de em seus próprios racks. Isto simplifica as conexões cruzadas e organização dos circuitos. O
local de demarcação centralizada para todos os provedores de acesso é freqüentemente chamado de
áreas meet-me ou racks meet-me. Deveria haver meet-me´s separados ou áreas de demarcação ou racks
para cada tipo de circuito; Baixa velocidade, E-1/T-1, E-3/T-3 de fibras óticas. O cabeamento da sala de
informática para a sala de entrada deve terminar em áreas de demarcação.

Se um provedor de acesso preferir demarcar seus serviços em seus racks, o cliente pode instalar cintas
de amarração/identificação do ponto de demarcação do provedor de acesso para a área meet-me /
demarcação.

C.2.2 Demarcação de circuitos de baixa velocidade

Deve ser solicitado aos provedores de acesso que forneçam demarcação de circuitos de baixa velocidade
no hardware de conexão IDC. Enquanto que os provedores de serviço podem preferir um tipo específico
de hardware de conexão IDC (for exemplo,66 blocos), eles podem desejar disponibilizar circuitos em
outro tipo de hardware de conexão de IDC sob solicitação.

O cabeamento da área de demarcação do circuito de baixa velocidade para a área de distribuição


principal deveria ser terminado em hardware de conexão IDC próximo ao hardware de conexão de IDC do
provedor de acesso.

Os circuitos dos provedores de acesso são terminados em um ou dois hardware de conexão IDC do
provedor de acesso. Circuitos diferentes possuem seqüências de terminação diferentes, conforme
ilustrado nas figuras 16 e 17.

Cada cabo de 4 pares deve ser terminado em um jack modular de 8 posições na área de trabalho. A
tomada/ conector de telecomunicações UTP 100 Ohms, e SCTP devem atender os requisitos da interface
modular especificada na IEC 60603-7. Além disso, a tomada/ conector de telecomunicações para cabo
UTP 100 Ohms, e SCTP deve atender os requisitos da ANSI/TIA/EIA-568-B.2 e a marcação do terminal e
requisitos de montagem especificados na ANSI/TIA-570-B.

As designações do pino/ par devem ser conforme mostrado na figura de 16 ou, o opcionalmente, se for
necessário acomodar certo sistemas de cabeamento de 8 pinos. As cores mostradas são associadas com
o cabo de distribuição horizontal. Estas ilustrações representam a visão frontal da tomada/ conector de
telecomunicações e fornece a lista de posições de pares para vários tipos de circuitos.

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Par 2
(Laranja no
Bloco)

Par 3 Par 1 Par 4


(Verde no (Azul no (Marrom no
Bloco) Bloco) Bloco)

Branco- Verde- Branco- Azul- Branco- Laranja- Branco- Marrom-


Verde Branco Laranja Branco Azul Branco Marrom Branco

Números do Pino jack e


Cores dos Fios do Cabo UTP

(Visão Frontal do Jack ou Traseira do Plug)

1) Linhas telefônicas: conexão cruzada de 1 par para o Par 1 (Azul)

2) Interface ISDN BRI U (U.S.): conexão cruzada de 1 par o para Par 1 (Azul)

3) Interface BRI S/T (Internac.): conexão cruzada de 2 pares para os Pares 1 e 2 (Azul e Laranja)

4) Linha arrendada 56k/64k: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 3 e 4 (Verde e Marrom)

5) E1/T1: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 1 e 3 (Azul e Verde)

6) 10Base-T/100Base-T: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 2 e 3 (Laranja e Verde)

Figura 16: Circuitos de conexão cruzada para hardware de conexão IDC cabeada para jacks
modulares na seqüência de 8 pinos T568A

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Par 3
(Verde no
Bloco)

Par 3 Par 1 Par 4


(Laranja no (Azul no (Marrom no
Bloco) Bloco) Bloco)

Branco- Laranja- Branco- Azul- Branco- Verde- Branco- Marrom-


Laranja Branco Verde Branco Azul Branco Marrom Branco

Números do Pino jack e


Cores dos Fios do Cabo UTP

(Visão Frontal do Jack ou Traseira do Plug)

7) Linhas telefônicas: conexão cruzada de 1 par para o Par 1 (Azul)

8) Interface ISDN BRI U (U.S.): conexão cruzada de 1 par o para Par 1 (Azul)

9) Interface BRI S/T (Internac.): conexão cruzada de 2 pares para os Pares 1 e 2 (Azul e Verde)

10) Linha arrendada 56k/64k: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 3 e 4 (Laranja e
Marrom)

11) E1/T1: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 1 e 3 (Azul e Laranja)

12) 10Base-T/100Base-T: conexão cruzada de 2 pares para os Pares 2 e 3 (Laranja e Verde)

Figura 17: Circuitos de conexão cruzada para hardware de conexão IDC cabeada para jacks
modulares na seqüência de 8 pinos T568B

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A conversão do cabeamento de 1 par e 2 pares do provedor de acesso para o cabeamento de 4 pares


utilizado pelo sistema de cabeamento estruturado do data center ocorre tanto na área de demarcação do
circuito de baixa velocidade ou na área de distribuição principal.

O hardware de conexão IDC do provedor de acesso e cliente podem ser montados em painel de madeira
compensada, estrutura, rack ou gabinete. As estruturas de dois lados deveriam ser utilizadas para a
montagem de grande número de hardware de conexão IDC (mais de 3000 pares).

C.2.3 Demarcação de circuitos T-1

Deve ser solicitado aos provedores de acesso a disponibilização de circuitos T-1 nos jacks RJ48X (jacks
modulares individuais de 8 posições com retorno - loopback), preferivelmente no painel de ligação
montado no rack pertencente o cliente instalada na área de demarcação DS-1. Os painéis de ligação de
múltiplos provedores de acesso o cliente podem ocupar o mesmo rack.

Por exemplo, Nos Estados Unidos e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam os painéis
de ligação DSX-1 que se acomodam em racks de 585 mm (23 polegadas). Desta forma, a área de
demarcação DS-1 deveria utilizar um ou mais racks dd 585 mm (23 polegadas) para painéis de ligação
DS-1 do provedor de acesso. Estes mesmos racks ou racks adjacentes de 480 mm (19 polegadas) podem
acomodar painéis de ligação para cabeamento da área de distribuição principal. Fora dos Estados Unidos
e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam painéis DSX-1 que se acomodam em racKs de
480 mm (19 polegadas).

Os painéis de ligação DSX-1 podem necessitar energia para as lâmpadas piloto. Assim, os racks
suportando painéis de provedor de acesso DSX-1 deveriam no mínimo ter um circuito de 20A 120V e
bloco de múltiplas tomadas.

Dispor de espaço de rack para painéis de ligação de provedor de acesso e cliente incluindo o
crescimento. Os provedores de acesso podem necessitar de espaço para retificadores de energia para
painéis de ligação DSX-1.

Os provedores de acesso podem de forma alternativa disponibilizar circuitos DS-1 em hardware de


conexão IDC. Estes hardwares de conexão IDC podem ser colocados na mesma estrutura, painel, rack ou
gabinete como o hardware de conexão IDC para circuitos de baixa velocidade.

Um cabo único de 4 pares pode acomodar um par de transmissão e recepção T1. Quando sinais múltiplos
T1 são colocados em cabo multipar trançado não blindado, os sinais transmitidos deveriam ser colocados
em um dos cabos e o sinal de recepção colocado em cabo separado.

Se a equipe de suporte do data center possui o equipamento de teste e sabe resolver problemas de
circuitos T-1, a área de demarcação DS-1 pode utilizar painéis DSX-1 par terminar o cabeamento T-1 para
a área de distribuição principal. Estes painéis DSX-1 deveriam ter jacks modulares ou terminais IDC na
parte de trás.

O hardware de conexão IDC, painéis de ligação de jack modular ou painéis DSX-1 para cabeamento para
área de distribuição principal podem estar nos mesmos racks, estruturas gabinetes ou separados, como
os utilizados para os painéis de ligação DSX-1 do provedor de acesso. Se forem separados, eles devem
estar adjacentes aos racks designados para os provedores de acesso.

O cliente (proprietário do data center) pode decidir fornecer seus próprios multiplexadores (multiplexador M13 ou
similar) para demultiplexar os circuitos T-3 do provedor de acesso para circuitos T-1 individuais. Os circuitos T-1 de um
multiplexador fornecido pelo cliente não deve ser terminado na área de demarcação T-1.

C.2.4 Demarcação de circuitos E-3 e T-3

Deveria ser solicitado aos provedores de acesso a disponibilização de circuitos E-3 ou T-3 em pares de
conectores BNC fêmea, preferivelmente em um painel de ligação DSX-3 em rack pertencente ao cliente
instalado na área de demarcação E-3/T-3. Os painéis de ligação de múltiplos provedores de acesso e
cliente podem ocupar o mesmo rack.

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Nos Estados Unidos e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam os painéis de ligação
DSX-3 que se acomodam em racks de 585 mm (23 polegadas). Desta forma, a área de demarcação
E3/T-3 deveria utilizar um ou mais racks dd 585 mm (23 polegadas) para painéis de ligação DS-3 do
provedor de acesso. Estes mesmos racks ou racks adjacentes de 480 mm (19 polegadas) podem
acomodar painéis de ligação para cabeamento da área de distribuição principal. Fora dos Estados Unidos
e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam painéis DSX-3 que se acomodam em racks de
480 mm (19 polegadas).

Se a equipe de suporte do data center possui o equipamento de teste e sabe resolver problemas de
circuitos E-3 ou T-3, a área de demarcação DSX-3 pode utilizar painéis DSX-1 para terminar o
cabeamento coaxial T-3 para a área de distribuição principal. Estes painéis DSX-3 deveriam ter
conectores modulares na parte de trás.

Os painéis de ligação DSX-3 podem necessitar energia para as lâmpadas piloto. Assim, os racks
suportando painéis de provedor de acesso DSX-3 deveriam no mínimo ter um circuito de 20A 120V e
bloco de múltiplas tomadas.

O cabeamento da área de demarcação E-3/T-3 para a área de distribuição principal deveria ser cabo
coaxial tipo 734. Os cabos na área de demarcação podem ser terminados em um painel de cliente com
conectores BNC de 75 ohms ou diretamente no painel de ligação DSX-3 do provedor de acesso. Os
painéis de ligação DSX-3 do provedor de acesso normalmente possuem conectores BNC na parte de trás
do painel. Desta forma, os painéis de ligação BNC para cabeamento para a área de distribuição principal
deveriam ser orientados com a frente do painel do mesmo lado do rack como a parte de trás dos painéis
DSX-e do provedor de acesso.

Todos os conectores do painel de ligação para o cabeamento E-3 e T-3 devem ser conectores BNC de 75
Ohms.

C.2.5 Demarcação dos circuitos de fibra óptica

Deve ser solicitado aos provedores de acesso disponibilizar os circuitos de fibra óptica nos painéis de
ligação de fibra instalados nos racks na área de demarcação de fibra. Os painéis de ligação de fibra de
múltiplos provedores de acesso o cliente podem ocupar o mesmo rack. Se solicitado, os provedores de
acesso podem utilizar o mesmo conector para simplificar os requisitos do cabo de ligação.

Nos Estados Unidos e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam os painéis de ligação de
fibra que se acomodam em racks de 585 mm (23 polegadas), mas, se solicitado, eles podem fornecer
painéis de ligação que acomodam em racks de 480 mm (19 polegadas), Nos Estados Unidos é
normalmente prudente utilizar os racks de 585 mm (23 polegadas) para painéis de ligação de fibra na
área de demarcação de fibra.. Estes mesmos racks ou racks adjacentes de 480 mm (19 polegadas)
podem acomodar painéis de ligação para cabeamento da área de distribuição principal. Fora dos Estados
Unidos e Canadá, os provedores de acesso normalmente utilizam painéis de ligação de fibra que se
acomodam em racks de 480 mm (19 polegadas).

Os racks na área de demarcação de fibra não necessitam energia exceto a possibilidade de tomadas de
energia para equipamento de teste do provedor de acesso e cliente.

O cabeamento da área de demarcação principal para a conexão cruzada principal na área de distribuição
principal deveria ser cabo de fibra óptica monomodo. Se os provedores de acesso fornecem serviços
terminados no cabo de fibra óptica multímodo, o cabeamento da área de demarcação de fibra para a
conexão cruzada principal (MC) na área de distribuição principal pode também incluir cabo de fibra óptica
multímodo.

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ANEXO D (INFORMATIVO) PLANOS DE COORDENAÇÃO DE


EQUIPAMENTOS COM OUTROS ENGENHEIROS
Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

D.1 Geral

Coordenar a colocação de equipamento e iluminação nos data centers de forma que as luminárias sejam
colocadas nos corredores entre os gabinetes e racks ao invés de diretamente sobre as fileiras de
equipamentos.

Coordenar a colocação de equipamento e sprinklers nos data centers de forma que os gabinetes mais
altos ou bandejas de cabos na parte superior não bloqueiem a dispersão de água dos sprinklers – o
espaço livre mínimo pelo Regulamento é 460 mm (18 polegadas). Os engenheiros elétricos terão que
saber a colocação e requisitos de energia para gabinetes ou racks de equipamento. Coordenar o
roteamento do cabeamento de energia e tomadas com roteamento de cabeamento de telecomunicações
e colocação do equipamento.

Os engenheiros mecânicos terão que conhecer as exigências de refrigeração para os gabinetes e racks
de equipamentos. Coordenar a colocação de bandejas de cabos e cabeamento de telecomunicações para
garantir que seja mantido fluxo de ar adequado em todas as partes da sala de informática. O fluxo de ar
do equipamento de resfriamento deve ser paralelo às fileiras de gabinetes ou racks. Devem ser colocados
ladrilhos perfuradas nos corredores “frios”, e não nos corredores “quentes”.

Planejar as rotas de cabeamento de telecomunicações para manter uma separação mínima de


cabeamento de pares trançados não blindados das lâmpadas fluorescentes de 125 mm (5 polegadas).

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ANEXO E (INFORMATIVO) CONSIDERAÇÕES DE ESPAÇO NO DATA


CENTER
Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

E.1 Geral

O data center deve ter uma sala de armazenamento adequada de forma que os equipamentos
encaixotados, os filtros de ar para reposição, ladrilhos extras, cabos extras, equipamento extra, mídia
extra e papeis para uso possam ser armazenados fora da sala dos computadores. O data center deve
também ter uma área para abertura das embalagens e possivelmente para testes dos novos
equipamentos, antes de levá-los para a sala dos computadores. Pode-se reduzir em grande parte a
quantidade de partículas de poeira no data center ao ter como norma abrir as embalagens dos
equipamentos na sala de estocagem.

O espaço necessário está intimamente ligado ao layout do local, inclusive não apenas racks e /ou
gabinetes para os equipamentos, mas também cabos e outros sistemas de suporte, como energia
elétrica, HVAC e controle de incêndios. Esses sistemas de suporte necessitam de espaço que dependem
do nível adequado de redundância.

Se um novo data center for substituir outro ou outros existentes, uma forma de calcular o tamanho do
mesmo é fazer um inventario do equipamento a ser mudado para o novo data center e criar uma planta
deste, com o equipamento, e os futuros equipamentos que virão, com suas adjacências e espaço para
locomoção. O layout deve levar em conta que os gabinetes e racks sejam abrigos eficientes para os
equipamentos. A planta deve também considerar todas as mudanças tecnológicas planejadas que
possam afetar o tamanho dos equipamentos a serem colocados no novo data center. A planta da nova
sala de computadores deve incluir os equipamentos elétricos e de suporte a HVAC.

Freqüentemente um centro de operações e uma sala de impressão são locais adjacentes ao data center e
são melhor projetados em conjunto com este. A sala de impressão deve ser separada da principal sala de
computadores e ter sistema separado de HVAC porque as impressoras geram poeira de papel e toner,
que são prejudiciais ao equipamento de informática. A NFPA 75 especifica salas separadas para
estocagem de mídia e formulários. Além disso, é boa prática ter uma sala de fitas separada para as fitas
de drives, bibliotecas automatizadas de fita e bibliotecas de fita por causa da toxicidade da fumaça de
fitas durante um incêndio.

Deve-se considerar salas ou espaços separados da sala dos computadores para equipamentos de
sistemas contra incêndios, HVAC e equipamentos elétricos, embora o espaço não seja utilizado com tanta
eficiência, a segurança melhora, pois fornecedores e pessoal de manutenção não precisam entrar na sala
dos computadores. Pode não ser possível ter espaços separados para equipamento de suporte em
grandes data centers que são maiores do que a distância mínima dos condicionadores de ar (Conta de
Resultado a Compensar (CRC)) das salas de computadores, aproximadamente 12 m (40 pés).

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ANEXO F (INFORMATIVO) ESCOLHA DO LOCAL


Este anexo é apenas informativo e não parte desta Norma.

F.1 Geral

Algumas das considerações neste anexo aplicam-se a data centers de categoria mais alta; considerações
importantes particularmente para um determinado nível de categoria serão dadas no gráfico de
categorização, no anexo G.

O edifício deve estar de acordo com todos os códigos aplicáveis, nacionais estatais e municipais.

O edifício e o local deverão estar de acordo com todas as normas e padrões de acessibilidade, aplicáveis,
municipais, estaduais e federais.

O edifício deve estar de acordo com as normas relativas a movimentos sísmicos aplicáveis ao Código
Internacional de Construções - Zona Sísmica do local.

O edifício não deve conter asbestos, tinta contendo chumbo, PCBs e outros elementos perigosos ao meio
ambiente.

Deve-se levar em conta as leis e regulamentos ambientais que regem a utilização do solo,
armazenamento de combustíveis, geração de sons, e emissões de hidrocarbonetos que podem restringir
a armazenagem de combustíveis e o funcionamento de geradores.

A dificuldade no resfriamento adequado dos equipamentos aumenta com a altitude, e dessa forma, os
data centers devem abaixo de 3050 m (10.000 pés) de altitude, segundo as recomendações da ASHRAE.

F.2 Considerações sobre a escolha do local - Arquitetura

Deve ser considerada a necessidade de acesso redundante ao edifício, de entradas separadas.

Onde possível, o edifício deve ser de um único andar, exclusivo do data center.

São preferíveis os edifícios com grandes espaços entre colunas, que maximizam o espaço útil para os
equipamentos.

Por questões de segurança os materiais utilizados no edifício não devem ser inflamáveis. As paredes
externas devem ser construídas de concreto ou tijolos, principalmente em áreas nas quais incêndios
podem causar falhas no serviço ou ameaçar a estrutura.

No caso de edifícios com um ou dois andares, a construção deve estar de acordo com o Código
Internacional de Construções - tipo V-N, totalmente equipado com sprinklers, com pátios de 18 m (60 pés)
em todos os lados. No caso de haver três ou mais andares, a construção deverá ser de acordo com o
Código Internacional de Construções - Tipo I ou II.

Se o edifício não for exclusivo do data center, as outras áreas ocupadas não devem ser industriais,
escritórios do tipo Código Internacional de Construções do Tipo B, e sem entrada para o data center.
Evitar restaurantes e refeitórios para minimizar o risco de incêndio.

Se o data center for no andar superior de edifício com diversos ocupantes, deve haver um poço adequado
e espaço de conduites para conduites de geradores, segurança, telecomunicações e conduites elétricos,
bem como HVC complementares, condutores de fio terra e cabeamento para antenas, conforme for
necessário.

O edifício deve estar de acordo com os requisitos arquitetônicos das instalações. Deve ser considerada a
carga nos pisos para baterias UPS e transformadores, bem como isolamento de vibrações de máquinas
rotativas nos andares adjacentes.

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O pé direito deve ser levado em conta. Podem ser necessários 4 m (13 pés) ou mais, para acomodar o
piso de acesso, equipamentos e cabos.

O edifício deve ter espaço suficiente para estacionamento, de acordo com os códigos vigentes. Deve-se
considerar "saídas estratégicas", o que pode aumentar a necessidade de espaço adicional no
estacionamento.

Deve haver espaço suficiente para todos os equipamentos mecânicos e elétricos de apoio, inclusive
equipamentos internos, externos e no telhado. Deve-se levar em conta a necessidade de equipamentos
no futuro.

O edifício deve ter um pátio de carga e descarga, elevador de carga, e entrada suficientemente grandes
para todas as entregas de insumos e equipamentos.

A sala dos computadores deve estar localizada distante de fontes de EMI e RFI, tais como equipamentos
de radiologia, transmissores de rádio e transformadores. As Fontes de EMI e RFI devem estar a uma
distância que reduza a interferência para 3,0 volts / metro em todo o espectro de freqüência.

O data center e todos os equipamentos de apoio devem estar localizados acima dos níveis de enchentes.
Nenhum equipamento elétrico, mecânico ou eletrônico deverá estar localizado no subsolo.

Evitar localizar a sala dos computadores abaixo de áreas com encanamentos, como banheiros, zeladoria,
cozinhas, laboratórios e salas com equipamentos mecânicos.

A sala dos computadores não deve ter janelas para o exterior. Se houver, devem ser fechadas pro razões
de segurança e para minimizar o calor solar.

F.2 Considerações sobre a escolha do local - Parte Elétrica

A companhia local fornecedora de serviços de utilidade pública deve fornecer energia elétrica suficiente
para todas as necessidades presentes e futuras do data center. Devem ser levados em conta a existência
e os fatores econômicos quanto a subestações separadas, quando necessário. Se a empresa local não
puder fornecer a energia elétrica necessária, o local deve ter geração própria, co-geração ou equipamento
de geração distribuído. A alimentação subterrânea é preferível à elevada, para minimizar a exposição a
relâmpagos, arvores, acidentes de transito e vandalismo.

F.4 Considerações sobre a escolha do local - Parte Mecânica

No caso de edifício com diversos inquilinos, será necessário que um local, com permissão do proprietário,
no telhado ou em nível, seja designado para o equipamento de trocador de calor do ar condicionado
(unidades de condensação, torres de resfriamento ou resfriadores de fluido seco).

Se o edifício possuir um sistema de prevenção de incêndios, este deve ser facilmente modificado para
sprinklers do sistema pré action, exclusivo para o data center. Caso o edifício já tenha sistema de ar
condicionado servindo o data center, este deve ser do sistema e tipo aplicável a data centers com base
de no mínimo 10 metros quadrados (100 pés quadrados) por tonelada, incluindo a sala de informática e
as áreas de apoio.

F.5 Considerações sobre a escolha do local - Telecomunicações

O edifício deve possuir pelo menos duas salas com entrada para fibra óptica com rotas diferentes. Essas
salas de entrada devem ter alimentação de diferentes escritórios do provedor de acesso. Se o edifício for
atendido somente por um único escritório central local, a alimentação do segundo escritório local central
deve ser capaz de ser acrescentada sem que seja necessária grande obra ou demora na obtenção de
permissões.

Os diversos provedores de acesso de telecomunicações devem fornecer um serviço ao edifício sem que
seja necessária grande obra ou demora na obtenção de permissões.

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Os data centers devem ser servidos por equipamento exclusivo de provedor de acesso, localizado no
espaço do data center, e não em espaço compartilhado com os outros inquilinos. Os cabos de entrada do
provedor de acesso devem ser dentro de conduites dentro do edifício, e inacessíveis a outros inquilinos
quando roteado em locais compartilhados. O edifício deverá ter conduites para atender o espaço do data
center para o serviço de telecomunicações.

F.6 Considerações sobre a escolha do local - Segurança

Se os equipamentos de resfriamento, tanques de combustível, ou equipamentos do provedor de acesso


estivem fora do espaço do cliente, deverão estar devidamente segurados.

O proprietário do data center necessita ter acesso livre ao local, 24 horas por dia, sete dias na semana.

As áreas comuns devem ser monitoradas por câmeras, inclusive os estacionamentos, pátios de carga e
descarga, e as entradas do edifício.

A sala dos computadores não deve estar localizada próxima a garagens.

O edifício não deve ser localizado em local sujeito a enchentes nos últimos cem anos, perto de falha
geológica, em local com risco de desabamento, ou em nível abaixo de represas. Além disso, não deve
haver edifícios próximos que pudessem ocasionar queda de entulhos em caso de terremotos.

O edifício não deve estar localizado em corredores aéreos de qualquer aeroporto próximo.

Não deve estar a menos de 0,8 km (½ milha) de estrada principal ou secundária, para reduzir o risco de
derramamento de produtos químicos.

O edifício não deve estar a menos de 0,4 km (¼ de milha) de aeroporto, laboratório de pesquisas, planta
de produtos químicos, área de deposição de dejetos, costa marítima ou represa.

O edifício não deve ser localizado a menos de 0,8 km (½ milha) de base militar.

O edifício não deve estar localizado a menos de 1.6 km (1 milha) de planta nuclear, de munições ou
defesa.

O edifício não deve estar localizado ao lado de embaixadas.

O edifício não deve estar localizado em áreas com altos índices de criminalidade.

F.7 Outras Considerações sobre a escolha do local

Outros critérios para a seleção do local, a serem considerados são:

- risco de contaminação;

- proximidade a delegacias, corpo de bombeiros e hospitais.;

- acesso geral;

- regras de zoneamento;

- vibrações;

- problemas ambientais

- uso alternativos do edifício quando não for mais necessário utilizar como data center (saídas
estratégicas).

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ANEXO G (INFORMATIVO) CLASSIFICAÇÕES DE INFRA-ESTRUTURA DE


DATA CENTER
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G.1 Geral

G.1.1. Visão Geral da Redundância

Os simples pontos de falha deveriam ser eliminados melhorando a redundância e a confiabilidade. Ambos
dentro do data center e infra-estrutura de apoio bem como nos serviços externos e fornecimento de
utilidades. A redundância aumenta a tolerância à falha e sustentabilidade. A redundância deveria ser
abordada separadamente em cada nível de cada sistema e é tipicamente descrita utilizando a
nomenclatura da cláusula 8.

Esta Norma inclui quatro classificações relacionadas aos vários níveis de disponibilidade da infra-estrutura
de instalação do data center. As classificações correspondem às classificações da indústria de data
center conforme definido pelo The Uptime Institute, mas as definições de cada classificação foram
expandidas desta Norma.

G.1.2 Visão Geral da Classificação

Esta Norma inclui 4 categorias relacionadas aos vários níveis de disponibilidade da infra-estrutura de
instalação do data center. As categorias de classificações mais altas não somente correspondem à
disponibilidade maior, mas também levam a custos de construção maiores. Em todos os casos as
categorias de classificações mais altas incluem os requisitos das categorias de classificações mais baixas
a menos que de outra forma especificado.

Um data center pode ter diferentes categorias de classificações para as diferentes partes de sua infra-
estrutura. Por exemplo, um data center pode ser classificado como 3 para o sistema elétrico, mas ser
classificado como 2 para o sistema mecânico. Entretanto, a classificação geral do data center é igual à
menor classificação todas as partes de sua infra-estrutura. Assim um data center que tem categoria de
classificação 4 em todas as partes de sua infra-estrutura exceto a elétrica, onde ela é classificada como 2,
sua categoria de classificação geral é 2. Esta classificação geral para o data center é baseada no seu
componente mais fraco.

Deve ser tomado cuidado para manter a capacidade do sistema mecânico e elétrico ao nível de categoria
de classificação correto uma vez que a carga do data center aumenta com o passar do tempo. Um data
center pode ser rebaixado de categoria de classificação 3 ou 4 para 1 ou 2 quando a capacidade
redundante é utilizada para apoiar novos computadores e equipamento de telecomunicações.

Um data center deve atender os requisitos especificados nesta Norma para ser classificado em qualquer
categoria de classificação. Enquanto que o conceito de categorias é útil para e estratificar os níveis de
redundância dentro de vários sistemas de data center, é bem possível que as circunstâncias possam
indicar que alguns sistemas sejam de classificações mais altas do que outros. Por exemplo, um data
center localizado onde a companhia de eletricidade é menos confiável do que a média pode ser
classificada como sistema elétrico 3 mas somente em 2 em sistemas mecânicos. O sistemas mecânicos
podem ser melhorados com partes sobressalentes para ajudar a garantir um baixo MTTR (tempo médio
de manutenção).

Deve ser também é observado que fatores humanos e procedimentos operacionais também podem ser
muito importantes. Uma vez que a confiabilidade real de dois data centers de classificação 3 podem ser
muito diferentes.

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G.2 Redundância

G.2.1 Requisito - Base N

O sistema atende os requisitos básicos e não tem redundância.

G.2.2 Redundância N+1

A redundância N+1 fornece uma unidade, módulo, via ou sistema adicional além do mínimo necessário
para satisfazer o requisito base. A falha ou manutenção de qualquer unidade, módulo ou via simples não
interrompe as operações.

G.2.3 Redundância N+2

A redundância N+2 fornece duas unidades, módulos, vias ou sistemas adicionais além do mínimo
necessário para satisfazer o requisito base. A falha ou manutenção de duas unidades, módulos ou vias
simples quaisquer não interrompe as operações.

G.2.4 Redundância 2N

A redundância 2N fornece duas unidades, módulos, vias ou sistemas completos para cada um necessário
para um sistema básico. A falha ou manutenção de uma unidade, módulo, via ou sistema completo não
interrompe as operações.

G.2.5 Redundância 2(N+1)

A redundância 2(N+1) fornece duas unidades módulos, vias ou sistemas completos (N+1). Mesmo no
caso de falha ou manutenção de uma unidade, módulo, via ou sistema, será fornecida alguma
redundância e as operações não serão interrompidas.

G.2.6 Sustentabilidade concomitante e capacidade de teste

As instalações podem passar por manutenção, serem atualizadas e testadas sem interrupção das
operações.

G.2.7 Capacidade e Escalonamento

Os data centers e infra-estrutura de suporte deveriam ser designados para acomodar futuros crescimento
com pouca ou nenhuma interrupção de serviço.

G.2.8 Isolação

Os data centers (onde for possível) deveriam ser utilizados somente para a finalidade para a qual se
destinam e deveriam estar isolados de operações não essenciais.

G.2.9 Classificação em camadas do data center

G.2.9.1 Geral

As quatro camadas de data center conforme originalmente definido pelo The Uptime Institute em seu
informe oficial “As Classificações de Camadas Padrão da Industria Definem o Desempenho de Infra-
estrutura do Local” são:

Data Center Camada I: Básico

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Um data center camada I é susceptível a interrupções de atividade planejada e não planejada. Ele possui
distribuição de energia e resfriamento de computador, mas se ele pode ou não ter um piso elevado, UPS
ou qualquer moto-gerador. Se não tiver UPS ou geradores, eles são sistemas de modulo único e têm
muitos pontos simples de falha. A infra-estrutura deveria ser completamente desligada anualmente para
executar manutenção preventiva e trabalho de reparo. As situações urgentes podem necessitar
desligamentos freqüentes. Os erros de operação ou falhas espontâneas dos componentes de infra-
estrutura do local ocasionarão a interrupção do data center.

Data Center Camada II: Componentes Redundantes

As instalações de camada II com componentes redundantes são ligeiramente menos susceptíveis a


interrupções de atividade planejada ou não planejada do que um data center básico. Eles possuem piso
elevado, UPS e moto-geradores, mas seu projeto de capacidade é “Necessita mais Um” (N+1), que tem
uma via única de distribuição total. A manutenção da linha de energia crítica e outras partes da infra-
estrutura do local precisará desligar o processamento.

Data Center Camada III: Sustentabilidade concomitante

A capacidade de nível de camada III permite qualquer atividade planejada de infra-estrutura do local sem
interromper de qualquer maneira, a operação de hardware do computador. As atividades planejadas
incluem manutenção preventiva e programável, reparo e substituição de componentes, acréscimo ou
remoção de componentes de produção, teste de componentes e sistemas e assim por diante. Para
grandes locais utilizando água refrigerada, isto significa dois conjuntos de tubulações independentes.
Deve haver disponibilidade de capacidade e distribuição suficiente para simultaneamente carregar a
carga em uma via enquanto executa a manutenção ou teste na outra. As atividades não planejadas tais
como erro na operação ou falha espontânea dos componentes da infra-estrutura da instalação ainda
ocasionarão a interrupção do data center. Os locais de camada III são normalmente designados para
serem elevados para a camada IV quando as circunstancias do negócio do cliente justificar o custo de
uma proteção adicional.

Data Center Camada IV: Resistente a Falha

A camada IV fornece capacidade de infra-estrutura para permitir qualquer atividade planejada sem
interromper a carga crítica. A função de resistência à falha também fornece a capacidade da infra-
estrutura do local de sustentar pelo menos uma falha não planejada de caso extremo ou evento de
impacto de carga crítica. Isto requer vias de distribuição simultaneamente ativas, típicas em uma
configuração Sistema + Sistema. Eletricamente, isto significa dois sistemas UPS separados tendo cada
um deles uma redundância N+1. Em virtude dos regulamentos de incêndio e segurança elétrica, ainda
haverá exposição de tempo ocioso devido aos alarmes de incêndio ou pessoal iniciando o Desligamento
de Emergência (EPO). A camada IV requer que todo o hardware de computadores tenha dupla entrada
de energia conforme definido pela Especificação de Adequação de Resistência à Falha de Energia do
Instituto.

As infra-estruturas de local de camada IV são mais compatíveis com conceitos de Tecnologia de


Informação de alta disponibilidade, que emprega agrupamento de CPU, RAID DASD e comunicação
redundante para atingir confiabilidade, disponibilidade e durabilidade.

G.2.9.2 Data Center Camada 1: Básico

Um data center camada 1 é um data center básico, sem redundância. Possui uma via única para energia
e distribuição de resfriamento sem componentes redundantes.

Um data center camada 1 é susceptível a interrupções de atividade planejada e não planejada. Ele possui
distribuição de energia e resfriamento de computador, as UPS e geradores são sistemas de modulo único
e têm muitos pontos simples de falha. As cargas críticas podem ficar expostas a faltas de energia durante
infra-estrutura deveria ser completamente desligada anualmente para executar manutenção preventiva e
trabalho de reparo. Os erros de operação ou falhas espontâneas dos componentes de infra-estrutura do
local ocasionarão a interrupção do data center.

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G.2.9.3 Data Center Camada 2: componentes redundantes

As instalações de camada 2 possuem componentes redundantes, mas em via única. Ele possui uma via
única para distribuição de energia e resfriamento, mas possui componentes redundantes em sua via de
distribuição

As instalações de camada 2 com componentes redundantes são ligeiramente menos susceptíveis a


interrupções de atividade planejada ou não planejada do que um data center de camada 1. A capacidade
do projeto do UPS e moto-geradores é “Necessita mais Um” (N+1), que tem uma via única de distribuição
total. A manutenção da linha de energia crítica e outras partes da infra-estrutura do local precisará
desligar o processamento.

G.2.9.4 Data Center Camada 3: sustentabilidade concomitante

Um data center de camada 3 tem múltiplas vias de distribuição de energia e resfriamento, mas somente
uma via ativa. Em virtude dos componentes redundantes não serem de via única, o sistema é
concomitantemente sustentável.

A capacidade de nível de camada 3 permite qualquer atividade planejada de infra-estrutura do local sem
interromper a operação de hardware do computador. As atividades planejadas incluem manutenção
preventiva e programável, reparo e substituição de componentes, acréscimo ou remoção de componentes
de produção, teste de componentes e sistemas e assim por diante. Para data center que utilizam água
refrigerada, isto significa dois conjuntos de tubulações independentes. Deve haver disponibilidade de
capacidade e distribuição suficiente para simultaneamente carregar a carga em uma via enquanto executa
a manutenção ou teste na outra. As atividades não planejadas tais como erro na operação ou falha
espontânea dos componentes da infra-estrutura da instalação ainda ocasionarão a interrupção do data
center. Os locais de camada 3 são normalmente designados para serem elevados para a camada 4
quando as circunstancias do negócio do cliente justificar o custo de uma proteção adicional.

O local deve ser operado 24 horas por dia.

G.2.9.4 Data Center Camada 4: resistência à falha

Um data center de camada 4 tem múltiplas vias de distribuição de energia e resfriamento. Em virtude de
pelo duas vias estarem normalmente ativas em um data center de camada 4, a infra-estrutura oferece um
grau mais alto de resistência à falha.

Os data center de camada 4 oferecem múltiplas alimentações de energia para todos os computadores e
equipamento de telecomunicações. A camada 4 requer que todos os computadores e equipamento de
telecomunicações tenham múltiplas entradas de energia. O equipamento deve poder continuar em
funcionamento com uma entradas desligadas. O equipamento que não é construído com múltiplas
entradas de energia necessita comutadores de transferência automática.

A camada IV fornece capacidade de infra-estrutura para permitir qualquer atividade planejada sem
interromper a carga crítica. A função de resistência à falha também fornece a capacidade da infra-
estrutura do local de sustentar pelo menos uma falha não planejada de caso extremo ou evento de
impacto de carga crítica. Isto requer vias de distribuição simultaneamente ativas, típicas em uma
configuração Sistema + Sistema. Eletricamente, isto significa dois sistemas UPS separados tendo cada
um deles uma redundância N+1. Em virtude dos regulamentos de incêndio e segurança elétrica, ainda
haverá exposição de tempo ocioso devido aos alarmes de incêndio ou pessoal iniciando o Desligamento
de Emergência (EPO). As infra-estruturas de data center de camada 4 são mais compatíveis com
conceitos de Tecnologia de Informação de alta disponibilidade, que emprega agrupamento de CPU,
Conjunto redundante de Dispositivo de Armazenamento de Disco Independente/ Acesso Direto (RAID
/DASD) e comunicação redundante para atingir confiabilidade, disponibilidade e durabilidade.

G.3 Requisitos dos sistemas de telecomunicações

G.3.1 Classificação de camadas de telecomunicações

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G.3.1.1 Camada 1 (Telecomunicações)

A infra-estrutura de telecomunicações deve atender os requisitos desta norma para ser classificado pelo
menos como camada 1.

A instalação de camada 1 terá uma abertura de manutenção pertencente ao cliente e canaleta de entrada
para a instalação. Os serviços do provedor de acesso serão terminados na sala de entrada. A infra-
estrutura de comunicações será distribuída da sala de entrada para as áreas de distribuição principal e
distribuição horizontal através do data center através de um canaleta único. Apesar de que poderia ser
construída redundância lógica na topologia da rede, não haveria redundância física ou diversificação
oferecida dentro de uma instalação de camada 1.

Etiquetar todos os painéis de ligação, tomadas e cabos conforme descrito na ANSI/TIA/EIA-606-A e


anexo B desta norma. Etiquetar todos os gabinetes e racks com seu identificador na frente e atrás.

Alguns potenciais pontos simples de falha de uma instalação de camada 1 são:

- falta de energia do provedor de acesso, falta de energia do escritório central ou interrupção ao longo
do direito de passagem do provedor de acesso;

- falha do equipamento do provedor de acesso;

- falha do roteador ou comutador, se não são redundantes;

- qualquer evento catastrófico dentro da sala de entrada, área de distribuição principal ou abertura de
manutenção que possa interromper os serviços de telecomunicações para o data center;

- danos ao backbone ou cabeamento horizontal.

G.3.1.2 Camada 2 (telecomunicações)

A infra-estrutura de telecomunicações deve atender os requisitos de camada 1.

O equipamento de telecomunicações, equipamento de provisionamento do provedor de acesso,


roteadores de produção, comutadores LAN de produção e comutadores SAN de produção, devem ter
componentes redundantes (fontes de energia, processadores).

O cabeamento de backbone LAN e SAN intra-data center das áreas de distribuição horizontal para os
comutadores de backbone na área de distribuição principal devem ter fibra ou par trançado redundantes
dentro da configuração estrela geral. As conexões redundantes podem estar na mesma ou em diferentes
capas de cabo.

São possíveis as configurações lógicas e podem estar em uma topologia de anel ou malha superposta na
configuração estrela física.

Uma instalação de camada 2 aborda a vulnerabilidade dos serviços de telecomunicações entrando no


edifício.

Uma instalação de camada 2 deve ter duas aberturas de manutenção pertencentes ao cliente e canaletas
de entrada para a instalação. Os dois canaletas redundantes de entrada terminarão dentro da sala de
entrada. É recomendado que a separação física dos canaletas das aberturas de manutenção redundantes
para a sala de entrada seja de no mínimo 20 m (66 pés) ao longo de toda a rota do canaleta. Recomenda-
se que os canaletas de entrada entrem lados opostos da sala de entrada. Não é recomendado que os
canaletas redundantes de entrada entrem na instalação na mesma área uma vez que ela não oferece a
separação recomendada ao longo de toda a rota.

Todos os patch cords e jumpers devem ser etiquetados nas duas pontas do cabo com o nome da
conexão para um data center a ser classificado como camada 2.

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Alguns potenciais pontos simples de falha de uma instalação de camada 2 são:

- equipamento do provedor de acesso localizado na sala de entrada conectado a mesma distribuição


elétrica e suportado por componentes ou sistemas únicos de HVAC;

- roteamento redundante e hardware de comutador principal localizado na área de distribuição principal


e conectado a mesma distribuição elétrica e suportado por componentes ou sistemas únicos de
HVAC;

- hardware de comutador principal redundante localizado na área de distribuição horizontal conectado


a mesma distribuição elétrica e suportado por componentes ou sistemas únicos de HVAC;

- qualquer evento catastrófico dentro da sala de entrada, área de distribuição principal pode
interromper os serviços de telecomunicações para o data center;

G.3.1.3 Camada 3 (telecomunicações)

A infra-estrutura de telecomunicações deve atender os requisitos de camada 2.

O data center deveria ser atendido por pelo menos dois provedores de acesso. O serviço deveria ser
fornecido por dois diferentes escritórios centrais de provedor de acesso ou pontos de presença. O
cabeamento do provedor de acesso a partir de seus escritórios centrais ou pontos de presença deveria
ser separado em pelo menos 20 m (66 pés) ao longo de toda a sua rota para que as rotas sejam
consideradas diversamente roteadas.

O data center deveria ter duas salas de entrada preferivelmente em lados opostos do data center porém
com no mínimo de 20 m (66 pés) de separação física entre as duas portas. Não compartilhar equipamento
de provisionamento de provedor de acesso, zonas de proteção contra incêndio, unidades de distribuição
de energia e equipamento de ar-condicionado entre as duas salas de entrada. O equipamento de
provisionamento no provedor de acesso em cada sala de entrada deveria poder continuar operando se o
equipamento na outra sala de entrada falhar

O data centers deveriam ter canaletas de backbone redundantes entre a salas de entrada, área de
distribuição principal e áreas de distribuição horizontal.

O cabeamento do backbone LAN e SAN intra-data center dos comutadores na área de distribuição
horizontal para comutadores na área de distribuição principal deveriam ter fibras ou pares de fios
redundantes dentro da configuração estrela geral. As conexões redundantes podem estar na mesma ou
em diferentes capas de cabo.

Deveria existir um suporte de emergência “pronto” para todos os equipamentos de telecomunicações


críticos, equipamentos de provisionamento do provedor de acesso, roteadores de produção da camada
principal e comutadores LAN/SAN de produção da camada principal.

Todo o cabeamento, conexões cruzadas e patch cords deveriam ser documentados utilizando planilhas,
databases ou programada designados para executar administração de cabos. A documentação do
sistema de cabeamento é um requisito para o data center ser classificado como camada 3.

Alguns potenciais pontos simples de falha de uma instalação de camada 3 são:

- qualquer evento catastrófico dentro da área de distribuição principal pode interromper todos os
serviços de telecomunicações para o data center;

- qualquer evento catastrófico dentro da área de distribuição horizontal pode interromper todos os
serviços de telecomunicações para o data center;

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G.3.1.4 Camada 4 (telecomunicações)

A infra-estrutura de telecomunicações deve atender os requisitos de camada 3.

O cabeamento do backbone do data center deveria ser redundante. O cabeamento entre dois espaços
deve seguir rotas fisicamente separadas, com vias comuns somente dentro dos dois espaços finais. O
cabeamento do backbone deve ser protegido sendo roteado através de conduite ou pelo uso de cabos
com armadura entrelaçada.

Deve existir backup automático para todos os equipamentos de telecomunicações, equipamento de


provisionamento do provedor de acesso, roteadores de produção da camada principal e comutadores
LAN/SAN de produção da camada principal. As seções/conexões devem comutar automaticamente para
o equipamento de backup.

O data center deveria ter uma área de distribuição principal e área de distribuição secundária
preferivelmente em lados opostos do data center porém com no mínimo de 20 m (66 pés) de separação
física entre os dois espaços. Não compartilhar zonas de proteção contra incêndio, unidades de
distribuição de energia e equipamento de ar-condicionado entre a área de distribuição principal e área de
distribuição secundária. A área de distribuição secundária é opcional se a sala de informática em um
espaço único contínuo, neste caso, a implementação de área de distribuição secundária trará pouco
ganho.

A área de distribuição principal e área de distribuição secundária terão cada uma um canaleta para cada
sala de entrada. Deveria também existir um canaleta entre a área de distribuição principal e a área de
distribuição secundária.

Os roteadores e comutadores de distribuição redundantes deveriam ser distribuídos entre a área de


distribuição principal e área de distribuição secundária de tal forma que a rede do data center continue em
operação se houver uma falha total na área de distribuição principal, área de distribuição secundária ou
uma das salas de entrada.

Cada uma das áreas de distribuição horizontal deve ser provida com conectividade para a área de
distribuição principal e área de distribuição secundária.

Os sistemas críticos deveriam ter cabeamento horizontal para as áreas de distribuição horizontal. O
cabeamento horizontal redundante é opcional mesmo para instalações de camada 4.

Alguns potenciais pontos simples de falha de uma instalação de camada 4 são:

- na área de distribuição principal (se a área de distribuição secundária não for implementada;

- na área de distribuição horizontal e cabeamento horizontal (se não for instalado o cabeamento
horizontal redundante).

G.4 Requisitos estruturais e arquitetônicos


A estrutura do edifício deve ser de aço ou concreto. A estrutura do edifício deve ser pelo menos projetada
para suportar cargas de ventos de acordo com os códigos de construção local, e de acordo com as
cláusulas para estruturas projetadas para instalações essenciais (por exemplo, a Classificação II para
Edifícios do Código Internacional de Construções.).

As lajes do tipo grade de vergalhão devem ter no mínimo 1217 mm e capacidade de suportar 12 kPa. As
lajes elevadas devem ser de concreto pesado (hard rock) e ter no mínimo 100 mm de cobertura sobre os
topos dos canais de plataformas metálicas em zonas sujeitas a terremotos 3 e 4, para possibilitar o
embutimento adequado de ancoras de epóxi ou KB-II . Os pisos dentro das áreas de UPS devem ser
projetados para compartimentos e vigamento com carga mínima de 12 a 24 kPA, viga mestre, colunas e
base, 19 kPA . Os códigos locais de construção poderão estabelecer os requisitos finais, que podem
necessitar de modificações estruturais para aumentar a capacidade de carga do sistema de pisos. Os

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racks de baterias geralmente exigem suportes adicionais para distribuir de forma adequada as cargas
aplicadas.

Os tetos devem ser projetados para o peso dos equipamentos mecânicos presentes mais um adicional de
1.2 k Pa para cargas suspensas. As áreas de tetos acima de salas de UPS devem ser projetadas para
suportar carga suspensa de 1.kPa.

Todo o equipamento mecânico deve ser positivamente ancorado ao elemento de suporte. O equipamento
tem sensibilidade a vibrações e devem ser tomadas as medidas para assegurar que as fontes de
vibração estejam cuidadosamente controladas. O equipamento que produz vibrações deve ser montado
sobre isoladores sempre que possível. As características vibratórias da estrutura do piso devem ser
cuidadosamente analisadas.

Todos os equipamentos de pátios devem ser ancorados de forma consistente com o código. Todos os
racks de encanamentos devem ser projetados e detalhados para limitar o movimento lateral para ½ do
permitido pelo Código, mas não devem exceder 25 mm de elasticidade ou 64 mm de deformação não
elástica. Todas as telas dos equipamentos devem estar de acordo com a deformação permitida pelo
código. Contudo, caso algum equipamento ou encanamento for acoplado à tela do equipamento, os
apoios devem ser projetados e as deflexões devem ser limitadas.

Todas as repartições interiores devem ter uma hora de classificações de incêndio (preferencialmente,
duas horas) e estender-se do teto ao pé direito da estrutura acima.

Os terminais de carga e descarga devem ter como administrar entregas esperadas e possuir nível de
segurança semelhante a outras entradas do edifício. Deve-se considerar áreas para armazenamento dos
equipamentos, armazenagem segura para equipamentos de alto valor, e para testes burn-in. Os espaços
de acesso ao piso devem ter classificação de carga superior ou suporte de infra-estrutura nas áreas onde
houver muito transito.

Deve haver espaço suficiente para armazenamento para todos os itens esperados, como papéis, fitas,
cabeamento e hardware. Grandes rolos de papel para impressão exigem maiores espaços, espaço para
armazenamento e maior espaço para carga do que papel que vem encaixotado.

Todas as perfurações nas paredes do perímetro da sala dos computadores, pisos e tetos necessitam de
vedação.

Um sistema de teto que não solte pó deve ser considerado em todas as áreas da sala dos computadores,
particularmente onde materiais a prova de fogo podem produzir poeira e resíduos que possam contaminar
o equipamento. Os tetos suspensos podem reduzir também o volume de gás necessário para os
sistemas de proteção contra incêndio com base gasosa.

Deve ser dada atenção especial a montagem de antenas para satélites e torres de comunicação de
telefonia sem fio.

Uma central de comando, centro de operações ou centro de operações de rede (NOC) freqüentemente
são necessários em data centers de maior porte. A central de comando é de porte grande, algumas vezes
abrigando vinte ou mais workstations, e com freqüência em sala segura e separada. Freqüentemente
exige porta para acesso direto à sala dos computadores, por necessidades operacionais. Quando as
operações da central de comando são criticas, deve-se considerar o backup da central de comando com
uma central de comando redundante e remota.

G.4.2 Classificações arquitetônicas

G.4.2.1 Classificação 1 (arquitetônica)

Do ponto de vista arquitetônico, um data center de classificação 1 não possui requisitos com relação a
proteção contra eventos de natureza física, intencionais ou acidentais, naturais ou causados por erro
humano, que possam causar falha no data center.

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A carga mínima no piso deve ser de 7.2 kPa, carga viva com 1.2 kPa para cargas suspensas do fundo do
piso. Veja as especificações Telecordia GR-63-CORE, com relação a medidas e métodos de teste
relativos a capacidade de carga do piso.

G.4.2.2 Classificação 2 (arquitetônica)

As instalações da categoria 2 devem satisfazer todos os requisitos da categoria 1. além disso, devem
satisfazer os requisitos especificados neste anexo. Um data center de categoria 2 inclui proteções
mínimas contra eventos físicos, intencionais ou acidentais, naturais ou causados por erro humano, que
possam ocasionar falhas no data center.

Deve haver barreiras contra vapor para paredes e tetos da sala dos computadores para garantir os limites
de umidade no caso dos equipamentos mecânicos.

Todas as portas de segurança devem ser de madeira maciça com batentes de metal. Além disso, as
paredes das salas dos equipamentos de segurança e monitoramento devem ter também olho mágico de
180 graus.

Todas as paredes de segurança devem ser do teto ao chão. Além disso, as paredes das salas dos
equipamentos de segurança e salas de monitoramento devem ser reforçadas com a instalação de
madeira compensada com no mínimo 16 mm no interior com adesivos e parafusos a cada 300 mm .

G.4.2.3 Classificação 3 (arquitetônica)

Essas instalações devem satisfazer os requisitos da categoria 2. Além disso, devem satisfazer os
requisitos especificados neste anexo. Um data center desta categoria deve ter proteções especificas
contra eventos físicos, intencionais ou acidentais, naturais ou causados por erro humano, que possam
ocasionar falhas no data center.

Deve haver entradas e pontos de verificação de segurança.

Estradas com pontos de verificação de segurança devem assegurar o acesso em caso de inundação ou
outros problemas, e / ou possibilitar a separação do acesso de funcionários e fornecedores.

Não deve haver janelas nas paredes externas da sala dos computadores.

A construção dos edifícios deve oferecer proteção contra radiação eletromagnética. A construção de aço
fornece essa proteção. Como alternativa, uma gaiola de Faraday pode ser embutida nas paredes,
constituída de folha de alumínio, tabua com gesso com forro de folha ou tela de aramado.

Deve haver catracas em todas as entradas da sala dos computadores para reduzir a entrada, intencional
ou não, de mais de uma pessoa com uma só credencial. Deve haver senhas de segurança, portas
giratórias ou outros dispositivos para impedir a entrada de estranhos ou o repasse de credenciais, para
controlar o acesso da principal entrada da sala dos computadores.

A separação física ou outro tipo de proteção deverá ser utilizada para separar o equipamento ou serviços
redundantes de forma a eliminar a probabilidade de falhas.

Deve-se considerar o uso de uma cerca de segurança, com acesso controlado em determinados pontos.
O perímetro do local deve ser protegido por sistema de microondas para detecção de intrusos e
monitorado por sistemas de TV de Circuito Fechado (CCTV).

O acesso ao local deve ter sistemas de identificação e de autorização. Deve haver controle adicional de
acesso para as áreas criticas como a sala dos computadores, salas de entrada e áreas mecânicas e
elétricas. Os data centers devem ter uma sala exclusiva para segurança que oferece o monitoramento de
todos os sistemas de segurança associados ao data center.

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A carga mínima do local das áreas de equipamentos deve ser 12 kPa de carga viva com 2,4 kPa de
cargas do fundo do piso. Veja as especificações Telecordia GR-63-CORE, com relação a medidas e
testes de capacidade de carga no piso.

G.4.2.4 Classificação 4 (arquitetônica)

As instalações da categoria 4 devem satisfazer todos os requisitos da categoria 3. Além disso, devem
satisfazer os requisitos especificados neste anexo.

Um data center de categoria 4 considera todos os potenciais eventos físicos intencionais ou acidentais,
naturais ou por falha humana, que possam levar o data center a falhas. Um data center de categoria 4
possui proteções especificas e até mesmo redundantes, em alguns casos, contra tais eventos.
Consideram também os possíveis problemas com desastres naturais como terremotos, inundações,
incêndios, furacões e tempestades, bem como potenciais ocorrências de terrorismo e funcionários
insatisfeitos. Esses data centers possuem controle sobre todos os aspectos das instalações.

Deve haver uma área em edifício separado ou fora, para um gerador em local seguro.

Deve haver também uma área designada, fora do edifício, o mais próximo possível ao gerador, para
tanques de combustível.

As instalações localizadas em zonas de terremotos de níveis 0, 1 e 2, devem estar de acordo com os


requisitos da zona 3. As instalações localizadas nas zonas 3 e 4 devem satisfazer os requisitos da zona 4.
todas as instalações devem ser projetadas com Fator de Importância I = 1.5. Os equipamentos e racks de
dados nas zonas 3 e 4 devem ser presos às bases e com o topo também fixado, para resistir às
movimentações sísmicas.

A carga mínima no piso para as áreas dos equipamentos deve ser 12 kPa de carga viva com 2.4 kPa de
cargas do fundo do piso. Veja as especificações Telecordia GR-63-CORE, com relação a medidas e
testes de capacidade de carga no piso.

Todas as portas de segurança devem ser de madeira maciça com batentes de metal. Além disso, as
paredes das salas dos equipamentos de segurança e monitoramento devem ter também olho mágico de
180 graus.

G.5 Requisitos de Sistema elétrico


G.5.1 Requisitos elétricos gerais

G.5.1.1 Entrada de serviço de empresa de serviço público e distribuição primária

Deve-se levar em consideração outros clientes de empresas pública de energia que são atendidos pela
mesma empresa fornecedora. Os hospitais têm preferência uma vez que tipicamente recebem alta
prioridade durante faltas de energia. Os usuários industriais compartilhando o mesmo fornecimento de
energia não são preferidos devido a transientes e harmônicos que eles normalmente provocam na rede.

O fornecimento subterrâneo é preferível ao fornecimento a partir de postes para minimizar a exposição a


raios, árvores, acidentes de tráfego e vandalismo.

O quadro de comando deve ser projetado para expansão, manutenção e redundância. Deve ser fornecida
uma configuração redundante de terminal duplo (main-tie-main) ou isolado. O barramento do quadro de
comando deve ser sobre-dimensionado uma vez que este sistema é o menos expansível quando começar
a operação. Os disjuntores devem ser intercambiáveis, onde possível, entre espaços e fileiras. O projeto
deve permitir manutenção do quadro de comando, barramento e/ou disjuntores. O sistema deve permitir
flexibilidade de comutação para permitir total sustentabilidade. Deve ser instalado Supressor de Surtos de
Voltagem Transiente (TVSS) em cada nível do sistema de distribuição e adequadamente dimensionado
para suprimir energia transiente que provavelmente ocorrer.

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G.5.1.2 Geração de emergência

O sistema de gerador de emergência é o fator de elasticidade único mais crucial e deve ser capaz de
fornecer energia de qualidade e elasticidade razoável diretamente para o computador e equipamento de
telecomunicações se houver uma falha na empresa pública de energia.

Os geradores devem ser projetados para fornecer a corrente harmônica fixada pelo sistema UPS ou
cargas de equipamento de computador. O requisito de partida do motor deve ser analisado para garantir
que o sistema gerador seja capaz de fornecer a corrente de partida necessária com uma queda de tensão
máxima de 15% no motor. A interação entre a UPS e gerador pode causar problemas a menos que o
gerador seja adequadamente especificado; os requisitos exatos devem ser coordenados entre os
fornecedores de UPS e gerador. Existem disponíveis umas variedades de soluções para cobrir estes
requisitos, incluindo filtros de harmônicos, reatores de linha, geradores especialmente bobinados, partida
de motor retardada, transferência preparada, e De-rating de gerador.

Onde houver um sistema de gerador disponível, o gerador de emergência deve estar disponível para todo
o equipamento de ar-condicionado para evitar sobrecarga térmica e desligamento. Os geradores
oferecem pouco ou nenhum beneficio para a continuidade geral das operações se não puderem suportar
os sistemas mecânicos.

Os geradores paralelos devem ter possibilidade de sincronização manual no caso de falha dos controles
de sincronização automática. Deve ser levada em consideração a condição de efetuar derivação manual
de cada gerador para alimentar diretamente cargas individuais no caso de falha ou manutenção do
quadro de comando de ligações em paralelo.

Deve ser disponibilizado um supressor de surtos de voltagem transiente (TVSS) para cada saída de
gerador.

O combustível do gerador deve ser diesel, para partidas mais rápidas, do que gás natural. Isto evitará a
dependência de empresa de serviço público e estoque de propano no local. Deve ser levada em
consideração a quantidade de armazenamento do diesel necessário no local, que pode variar de 4 horas
a 60 dias. Deve existir um monitoramento remoto e sistema de alarme para todos os sistemas de
armazenamento de combustível. Como o crescimento microbiológico é a situação de falha mais comum
de combustível diesel, deve ser levada em consideração a instalação de sistema portátil ou permanente
de sistemas de clarificação de combustível. Em climas “frios”, deve-se considerar o sistema de
aquecimento ou circulação de combustível para evitar a gelificação do diesel. O tempo de resposta do
fornecedor de diesel durante situações de emergência deve ser considerado quando for dimensionar o
sistema de armazenamento de diesel no local.

Deve ser observado a questão de ruído e outros regulamentos ambientais.

Deve ser fornecida iluminação alimentada a partir da UPS, um inversor de iluminação de emergência ou
baterias individuais junto aos geradores para fornecer iluminação no caso de uma falha simultânea de
gerador e empresa pública de energia. De forma similar, devem ser previstas tomadas alimentadas pela
UPS junto aos geradores.

São fortemente recomendadas bancos de carga permanente ou instalações bancos de carga permanente
ou instalações para facilitar a conexão de bancos de carga portátil para qualquer sistema de gerador.

Além do teste individual de componentes, o sistema de geração de emergência, sistema UPS e


comutadores de transferência automática devem ser testados juntos como um sistema. No mínimo os
testes deveriam ser simular uma falha da empresa pública de energia e restauração da energia normal. A
falha de componentes individuais deve ser testada em sistemas redundantes projetados para continuar
funcionado durante a falha de um componente. Os sistemas devem ser testados sob carga usando os
bancos de carga. Além disso, uma vez que o data center esteja em operação, os sistemas deveriam ser
testados periodicamente para garantir que continuarão a funcionar adequadamente.

Se for permitido pelas autoridades local o sistema de gerador de emergência pode ser utilizado para
iluminação de emergência e outras cargas de segurança além das cargas do data center. O National

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Electrical Code (NEC) exige que estejam disponíveis um comutador de transferência separada e sistema
de distribuição para atender cargas referentes à segurança pessoal. O equipamento de iluminação de
emergência pode ser menos oneroso do que um comutador de transferência separada e sistema de
distribuição.

A isolação/ derivação é exigida pelo NEC para comutadores de transferência para segurança pessoal de
forma a facilitar a manutenção. De forma similar, devem estar disponíveis comutadores com transferência
automática com derivação para atender equipamentos do data center. Os disjuntores do circuito podem
também ser utilizados para transferir cargas da empresa pública de energia para o gerador, contudo, deve
ser acrescentada isolação de derivação dos disjuntores no caso do disjuntor falhar durante a operação.

Veja a Norma IEEE 1100 e Norma IEEE 446 sobre recomendações de geração de emergência.

G.5.1.3 Fonte de energia ininterrupta

Os sistemas UPS podem ser do tipo estático, rotativo ou híbrido e podem ser online, offline ou interativo
na linha, com tempo de suporte suficiente para que o sistema de gerador de emergência entre em
operação sem interrupção de energia. Nos últimos anos os sistemas UPS estáticos têm sido utilizados
quase que exclusivamente nos Estados Unidos e é o único sistema aqui descrito em detalhes; contudo,
os conceitos de redundância descritos são também geralmente aplicáveis a sistemas rotativos ou
híbridos.

Os sistemas UPS podem consistir de módulos UPS individuais ou um grupo de vários módulos em
paralelo. Cada módulo deve estar provido com um meio de isolação individual sem afetar a integridade da
operação ou redundância. O sistema deveria ser capaz de derivar automática ou manualmente e deve
estar provido de meios externos de derivar o sistema e evitar interrupção de energia no caso de falha ou
manutenção do sistema.

Podem ser empregados sistemas de bateria individuais para cada módulo; para obter capacidade
adicional ou redundância podem ser utilizados conjuntos de múltiplas baterias para cada módulo.
Também é possível atender vários módulos UPS a partir de uma única bateria, apesar disto não ser
normalmente recomendado devido à baixa confiabilidade esperada de tal sistema.

Quando um sistema de gerador é instalado, a função primária do sistema UPS é fornecer uma
sustentação durante uma falta de energia elétrica até que os geradores dêem partida e entrem em
operação ou até que a empresa pública de energia retome o fornecimento. Teoricamente, isto implicaria
em uma capacidade de bateria de somente um dos poucos segundos. Contudo, na prática, as baterias
devem ser especificadas para uma capacidade mínima de 5 a 30 minutos com plena carga da UPS
devido à natureza imprevisível das curvas de rendimento da bateria e para fornecer um conjunto de
baterias redundante ou permitir um desligamento ordenado se o sistema gerador falhar. Se não houver
geradores instalados, devem existir baterias suficientes para fornecer, no mínimo, o tempo necessário
para o desligamento ordenado do equipamento de informática; que tipicamente varia de 30 minutos a 8
horas. São freqüentemente especificadas baterias de capacidade maior para instalações específicas. Por
exemplo, as companhias telefônicas têm tradicionalmente obrigado um tempo de sustentação de 4 horas
onde houver suporte de gerador, e 8 horas onde não houver gerador instalado; as companhias de
telecomunicações e instalações de colocação freqüentemente adotam estes requisitos de companhia
telefônica.

Deve ser levado em consideração um sistema de monitoramento de bateria com possibilidade de registro
e tendência da tensão e impedância ou resistência de célula individual da bateria. Muitos módulos de
UPS fornecem um nível básico de monitoramento de sistema geral de bateria e isto deveria ser suficiente
se foram instalados módulos redundantes com conjunto de baterias redundante individual. Contudo, os
sistemas de monitoramento de bateria não são capazes de detectar falhas de vaso individual da bateria,
que podem causar grande impacto no tempo de operação e confiabilidade. Um sistema de monitoramento
de bateria individual, capaz de monitorar a impedância de cada vaso individual de bateria bem como
prever e alertar a falha de impedância da bateria, fornece detalhes muito maiores sobre a condição da
bateria real da bateria. Tal sistema de monitoramento de baterias é fortemente recomendado onde existe
sistema de bateria simples, não redundante. Eles também são necessários onde é desejado um nível
mais alto possível de confiabilidade. (camada 4).

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Devem ser levados em conta a ventilação do aquecimento e ar-condicionado, o monitoramento de


hidrogênio, o controle de respingos, o lavador de olhos e o chuveiro de segurança na base de caso a
caso.

Existem duas tecnologias de baterias primárias que podem ser consideradas: chumbo-ácido regulada por
válvula (VRLA) que também são conhecidas como bateria selada ou eletrólito imobilizado; e baterias de
eletrólito líquido; As baterias chumbo-ácido regulada por válvula (VRLA) têm dimensões menores do que
as baterias de eletrólito líquido e podem ser montadas em gabinetes ou racks, são virtualmente isentas de
manutenção e normalmente necessitam menos ventilação do que as baterias de eletrólito líquido, uma
vez que tendem a produzir menos hidrogênio. As baterias de eletrólito líquido têm custos vida-ciclo
menores e tempo de vida maior muito maior do que as baterias chumbo-ácido regulada por válvula
(VRLA), mas necessitam manutenção periódica, tomam mais espaço do piso, não podem ser montadas
em gabinetes e normalmente têm requisitos de retenção de ácido e ventilação.

Os critérios de projeto típicos podem especificar uma densidade de potencia necessária de 0,38 a 2,7
kilowatts por metro quadrado (35 a 250 watts por pé quadrado). A seleção do sistema de UPS deve no
entanto ser baseada na potencia nominal em kW que atende os critérios do projeto que é tipicamente
superada antes da potencia nominal em kW do sistema de UPS. Isto é devido ao fator de potencia muito
baixo dos módulos UPS comparado às exigências do equipamento de informática; os módulos UPS são
normalmente considerados em 80% ou 90%, ou fator de potencia da unidade, contra equipamentos de
informática modernos que normalmente têm um fator de potencia de 98% ou mais. Além disso, deve ser
deixada uma tolerância mínima de 20% acima da necessidade de densidade de potência, para
crescimento futuro e para garantir que a potencia nominal da UPS não seja superada durante períodos de
demanda de pico.

As salas de baterias devem ser equipadas com unidade de ar condicionado de precisão (PAC). A vida útil
da bateria é severamente afetada pela temperatura; um desvio de cinco graus acima na temperatura pode
encurtar a vida da bateria em um ano ou mais. Temperaturas mais baixas podem resultar que as baterias
operem abaixo de sua capacidade.

Os sistemas UPS redundantes podem ser organizados em diferentes configurações. As três principais
configurações são redundante isolada, redundante paralela e redundante isolada distribuída. A
confiabilidade destas configurações varia, sendo a redundante isolada distribuída a mais confiável.

Não devem ser utilizados sistemas UPS autônomos em circuitos já apoiados por uma UPS centralizada, a
menos que os sistemas UPS autônomos estejam ligados ao sistema UPS centralizado e configurados
para trabalhar com ele. Os sistemas UPS autônomos em circuitos atendidos por um sistema UPS
centralizado podem reduzir mais do que melhorar a disponibilidade se eles funcionarem completamente
independentes da UPS centralizada.

Quaisquer sistemas de UPS localizados na sala de informática devem ser ligados ao sistema EPO
(Desligamento de Emergência) da sala de informática para que os sistemas UPS não continuem a
fornecer energia se a EPO e estiver ativada.

Informações adicionais sobre projeto de sistema UPS estão disponíveis na Norma IEEE 1100.

G.5.1.4 Distribuição de energia do computador

Devem ser levadas em consideração as Unidades de Distribuição de Energia (PDUs) para a distribuição a
equipamentos eletrônicos críticos em qualquer instalação de data center uma vez que elas combinam à
funcionalidade de vários dispositivos em um compartimento, que é normalmente menor e mais eficiente
do que a instalação de vários painéis e transformadores. Se a sala de informática é subdividida em salas
distintas ou áreas sendo cada uma apoiada por seu próprio sistema de desligamento de emergência
(EPO), então cada uma dessas áreas deve ter sua própria área de distribuição horizontal.

O fornecimento das PDUs deve ser completo com um transformador de isolação, supressor de surtos de
voltagem transiente (TVSS), painéis de tomadas e monitoramento de energia. Tais pacotes oferecem
várias vantagens sobre o transformador tradicional e instalações de painel.

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Uma PDU normalmente incluirá o seguinte:

- desligamento de transformador: Deve ser considerada a instalação de disjuntores duplos no circuito


de entrada para permitir a conexão de uma alimentação temporária para manutenção ou
transferência de fonte sem desligar as cargas críticas;

- transformador: ele deve estar localizado o mais próximo quanto possível da carga para minimizar o
ruído modo comum entre terra e neutro e para minimizar as diferenças entre o terra da fonte de
alimentação e terra do sinal. A localização mais próxima possível é conseguida quando o
transformador estiver localizado dentro do compartimento do PDU. O transformador de isolação é
normalmente configurado como um transformador de redução 480:208V/120 volts para reduzir o
tamanho da alimentação da UPS para a PDU. Para eliminar os efeitos térmicos de correntes
harmônicas, devem ser utilizados transformadores de classificação K. Para reduzir as correntes
harmônicas e voltagem, pode ser utilizado um transformador de eliminação de harmônicos
ziguezague ou transformador com filtro de harmônicos ativo. A minimização de harmônicos no
transformador melhora a eficiência do transformador e reduz a carga térmica produzida pelo
transformador;

- supressor de surtos de voltagem transiente (TVSS): de forma similar, a eficiência do sistema


supressor de surtos de voltagem transiente (TVSS) é muito melhorada quando o comprimento dos
condutores é mantido o mais curto possível, preferivelmente menos de 200 mm (8 polegadas). Isto é
facilitado dispondo o supressor de surtos de voltagem transiente (TVSS) dentro do mesmo
compartimento que os painéis de distribuição;

- Painéis de distribuição: os painéis podem ser montados no mesmo gabinete que os transformadores
ou nos casos em que for necessários mais painéis, pode ser utilizado um painel de energia remoto;

- medição, monitoramento, alarme e provisões para comunicação remota: tais funções normalmente
implicariam em necessidades substanciais de espaço quando fornecido com um sistema de painel
tradicional;

- controles de Desligamento de emergência (EPO);

- barramento de terra em um único ponto;

- placa de suporte de conduite: Na maioria dos data centers, cada rack de equipamento é alimentado
por pelo menos um circuito dedicado e cada circuito é provido com conduite dedicado separado. A
maioria dos compartimentos de painéis não possui espaço físico para acomodar 42 conduites
separados. As placas de suporte de conduites da PDU são projetadas para acomodar até 42
conduites por painel de saída, facilitando em muito a instalação original bem como posteriores
mudanças.

As funções da PDU também podem incluir disjuntores duplos de entrada, comutadores estáticos de
transferência, filtros de entrada e transformadores redundantes. É possível também especificar que as
PDUs sejam fornecidas completas com caixas de união de entrada para facilitar as conexões sob o piso.

Devem ser fornecidos sistemas de Desligamento de Emergência (EPO) conforme exigido pelo National
Electrical Code (NEC) Artigo 645. As estações de Desligamento de Emergência (EPO) devem estar
localizadas em cada saída da área do data center e devem ser providas de capa protetora para evitar
operação acidental. Adjacente a cada estação de Desligamento de Emergência (EPO)deve existir uma
lista telefônica e lista de contatos de emergência. Deve ser levada em consideração uma derivação do
sistema de Desligamento de Emergência (EPO) para minimizar o risco de falha de energia acidental
durante a manutenção ou expansão do sistema de Desligamento de Emergência (EPO). Deve ser
previsto um comutador de abortar para impedir o desligamento de energia no caso de ativação acidental.
A energia de controle do sistema de Desligamento de Emergência (EPO) deve ser supervisionada pelo
painel de controle de alarme de incêndio conforme a National Fire Protection Association (NFPA) 75. A
energia para todo o equipamento eletrônico deve ser automaticamente desligada sob ativação de sistema
de supressão de inundação total de agente gasoso. É recomendada, mas não necessária a interrupção
automática de ativação de sprinkler.

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A forma mais comum de distribuição de energia sob o piso é a utilização de conjunto de cabos flexíveis
revestidos de PVC montados em fábrica, apesar de que em algumas jurisdições isto não é permitido e
pode ser necessário utilizar conduites rígidos. Para acomodar necessidades de energia futuras, deve ser
leva em consideração a instalação de cabeamento trifásico com capacidade de corrente de até 50 ou 60ª
mesmo que tal potencia não seja no momento necessária.

Cada sala de informática, sala de entrada, sala de provedor de acesso e circuito da sala do provedor de
acesso deve ter as tomadas etiquetadas com o identificador do painel ou PDU e número do disjuntor.

Informações adicionais sobre projeto de distribuição de energia para data centers estão disponíveis na
Norma IEEE 1100.

G.5.1.5 Aterramento do edifício e sistemas de proteção contra raios.

Deve ser instalado um anel de aterramento ao redor do edifício consistindo de fio de cobre nu nº 4 AWG
(no mínimo) enterrado à profundidade de 1 m (3 pés) e 1 m (3 pés) distante das paredes do edifício, com
barras de aterramento de aço caldeado com cobre de 3m x 10 mm (10 pés x ¾ de polegada) espaçadas a
cada 6 a 12 m (20 a 40 pés) ao longo do anel de aterramento. Devem ser proporcionados poços de teste
nos quatro cantos do anel. A estrutura de aço do edifício deve ser ligada ao sistema alternado as colunas.
Este sistema de aterramento do edifício deve ser diretamente ligado a todo o equipamento de distribuição
de energia principal, incluindo quadros de comando, geradores, sistemas de UPS, transformadores, etc.,
bem com aos sistemas de telecomunicações e sistema de proteção contra raios. São recomendadas
barras de aterramento para facilitar a ligação e inspeção visual.

Nenhuma parte do sistema de aterramento deve ter mais de 5 ohms em relação ao terra verdadeiro
medido pelo método de queda de potencial de quatro pontos.

Deve ser levada em consideração um sistema de proteção contra raios to tipo UL Master para todos os
data centers. A Guia de Análise de Risco fornecida pela NFPA 780, que leva em conta a localização
geográfica e construção do edifício entre outros fatores, pode ser muito útil na determinação da
adequação de um sistema de proteção contra raios. Se houver um sistema de proteção contra raios
instalado, ele deve ser ligado ao sistema de aterramento do edifício conforme exigido pelo código e
conforme exigido para máxima proteção do equipamento.

Informação adicional sobre projeto de aterramento de edifício e sistema de proteção contra raios está
disponível na Norma IEEE 1100.

G.5.1.6 Infra-estrutura de aterramento do data center.

A norma IEEE 1100 fornece recomendações para o projeto elétrico de ligação e aterramento. Deve-se
levar em consideração a instalação de uma rede de ligação comum (CBN) tal como um estrutura de
referência de sinal conforme descrito na Norma IEEE 1100 para a ligação de equipamento de
telecomunicações e informática.

A infra-estrutura de aterramento da sala de informática cria uma referencia de terra equipotencial para a
sala de informática e reduz sinais de alta freqüência parasitas. A infra-estrutura de aterramento do data
center consiste de uma grade de condutor de cobre em centros de 0,6 a 3 m (2 a 10 pés) que cobrem
toda a área da sala de informática. O condutor não deve ser menor do que nº 6 AWG ou equivalente. Tal
grade pode utilizar condutores de cobre nus ou isolados. A solução preferida é utilizar condutores
isolados, que é descascado onde devem ser feitas conexões. A isolação evita ponto de contato
intermitentes ou não intencionais. A cor da isolação padrão da industria é verde ou marcado com um cor
verde distinta conforme ANSI-J-STD-607-A.

As outras soluções aceitáveis incluem uma grade pré-fabricada de tiras de cobre soldadas em padrão de
grade em centros de 200 mm (8 polegadas) que é estendida no piso em seções, ou tela de galinheiro,
que é instalada de forma similar, ou um sistema de piso de acesso eletricamente contínuo que é ligado ao
sistema de aterramento do edifício.

A infra-estrutura de aterramento do data center deveria ter as seguintes conexões:

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- condutor de ligação 1 AWG ou maior para Barramento de Aterramento de Telecomunicações (TGB)


na sala de informática. Veja a ANSI/TIA/EIA-J-STD-607A - Aterramento de Edifício Comercial e
Requisitos de Ligação para Telecomunicações para o projeto da Infra-estrutura de Aterramento e
Ligação de Telecomunicações;

- um condutor de ligação para a barra de aterramento para cada PDU ou painel servindo a sala,
dimensionado conforme NEC 250.122 e recomendações do fabricante;

- condutor de ligação 6 AWG ou maior para equipamento de HVAC;

- condutor de ligação 4 AWG ou maior para cada coluna na sala de informática;

- condutor de ligação 6 AWG ou maior para cada escada de cabos, bandeja de cabos e tela de cabos
entrando na sala;

- condutor de ligação 6 AWG ou maior para cada conduite, tubulação de água e dutos que entram na
sala;

- condutor de ligação 6 AWG ou maior a cada 6 bases do piso de acesso em cada direção;

- condutor de ligação 6 AWG ou maior parda cada gabinete, rack ou estrutura de computador ou
telecomunicações. Não unir racks, gabinetes e estruturas em série.

A Norma IEEE fornece recomendações para o projeto elétrico de ligação e aterramento. Deve ser
considerada a instalação de rede de ligação comum (CBN) tal como uma estrutura de referência de sinal
conforme descrito na Norma IEEE 1100 para a ligação de equipamento de telecomunicações e
computador.

G.5.1.7 Aterramento de rack ou estrutura de computador ou telecomunicações

G.5.1.7.1 O condutor de aterramento do rack

Cada gabinete e rack de equipamento necessita sua própria conexão de aterramento à infra-estrutura de
aterramento do data center. Para esta finalidade deve ser utilizado um condutor de cobre nº 6 AWG, no
mínimo. Os tipos de condutores recomendados são:

- Cobre nu

- Verde isolado, classificação de chama UL VW1

- O Cabo Code ou Flex é aceitável

G.5.1.7.2 Ponto de conexão de aterramento do rack

Cada gabinete ou rack tem um ponto de conexão adequado ao qual o condutor de aterramento da
estrutura do rack pode ser ligado. As opções para este ponto de conexão são:

- Barra de terra do rack: Fixar uma barra de aterramento de cobre ou tira de cobre ao rack. Deve existir
uma junção entre a barra ou tira terra e o rack. Os parafusos de montagem devem ser do tipo auto
atarrachante ou rosca soberba. Os parafusos autoatarrachantes são trilobulares e fazem a rosca pelo
deslocamento do metal sem gerar limalhas ou rebarbas que poderiam danificar os equipamentos
adjacentes.

- Conexão direta ao rack: Se não forem utilizadas as barras ou tiras de cobre dedicadas e os
respectivos parafusos, então a pintura deve ser removida do rack, no ponto de conexão, e a
superfície deve ser limpa até se tornar brilhante para que haja uma conexão adequada utilizando um
antioxidante aprovado.

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G.5.1.7.3 Ligação ao rack

Ao conectar o condutor de aterramento da estrutura do rack ao ponto de conexão no gabinete ou rack é


conveniente utilizar terminal de dois furos. O uso de dois furos ajuda a garantir que a conexão de
aterramento não solte em virtude de vibração excessiva ou movimento do cabo de conexão. A conexão
ao rack deve ter as mesmas características.

- Contato metal a metal nus

- Antioxidante recomendado

G.5.1.7.4 Ligação à infra-estrutura de aterramento do data center

Conectar a ponta oposta do condutor de aterramento da estrutura do rack à infra-estrutura de aterramento


do data center. A conexão ao rack deve utilizar um conector de cobre tipo compressão que está
relacionado na UL/CSA.

G.5.1.7.5 Continuidade do rack

Cada componente estrutural do gabinete ou rack deve ser aterrado. Isto é conseguido montado o
gabinete ou rack de tal forma que exista uma continuidade elétrica através de seus componentes
estruturais conforme descrito abaixo:

- Para racks soldados: a construção soldada serve como método de ligação dos componentes
estruturais do rack.

- Parafusar os racks juntos: devem ser tomado cuidados especiais quando montar os racks
parafusados. Não se deve levar em conta a continuidade do aterramento através do uso de
parafusos de estrutura normais para montar ou estabilizar os racks ou gabinetes do equipamento. Os
parafusos, porcas e fusos utilizados para a montagem de racks não são especialmente designados
para finalidade de aterramento. Além disso, a maioria dos racks e gabinetes são pintados. Com a
tinta não é uma condutora de corrente elétrica, a tinta pode tornar-se um isolante e evitar qualquer
tentativa de efetuar-se o aterramento desejado. A maior parte da energia é roteada sobre o topo ou
base do rack. Sem uma ligação confiável de todos os quatro lados do rack existe um risco de vida no
caso de contato com a alimentação. A remoção da tinta no local do contato com o hardware montado
é um método aceitável de ligação. Este método exige muita mão de obra mas é eficiente. Um método
alternativo é o uso de uma arruela dentada interna-externa Tipo “B”, conforme mostrado na figura 18.
Com os parafusos apertados, pode ser efetuada uma ligação aceitável. São necessárias duas
arruelas para esta finalidade: uma sob a cabeça do parafuso entrando em contato e cortando a tinta e
outro sob a porca, conforme mostrado na figura 18.

TIPO B

Figura 18: Arruela dentada interna-externa padrão americana

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(ASA B27.1-1965), Tipo B

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Figura 19: Hardware típico de montagem rack

G.5.1.8 Aterramento de equipamento montado no rack

G.5.1.8.1 Aterrando o chassi do equipamento

É recomendado que o equipamento montado no rack seja ligado e aterrado através do chassi de acordo
com instruções do fabricante. Providenciar para que o rack que seja ligado e aterrado de acordo com
G.5.1.7, o chassi do equipamento deve ser ligado ao rack usando um dos seguintes métodos:

Para atender os requisitos de aterramento do chassi; o fabricante pode fornecer um furo ou prisioneiro de
aterramento separado. Deve-se utilizar com um condutor de bitola adequada para suportar qualquer
corrente de fuga até o limite do sistema de proteção de circuito de alimentação de energia para a unidade.
Uma ponta deste condutor de aterramento do chassi será ligada ao furo ou prisioneiro do chassi e a outra
ponta será adequadamente ligada à barra ou tira de cobre de aterramento. Em alguns casos pode ser
preferível efetuar uma derivação da barra ou tira de cobre de aterramento e ligar o condutor de
aterramento do chassi diretamente à infra-estrutura de aterramento do data center.

Se o fabricante de equipamentos sugerir o aterramento através das flanges de montagem do chassis e as


flanges de montagem não estiverem pintadas, o uso de parafuso auto-atarrachante e arruelas normais
fornecerá uma ligação aceitável ao rack.

Se as flanges de montagem de equipamento forem pintadas, a tinta pode ser removida, ou o uso dos
mesmos parafusos auto-atarrachantes com arruelas dentadas interna-externa, projetada para esta
aplicação fornecerá um ligação aceitável para aterrar com segurança através do rack.

G.5.1.8.2 Aterrando através dos cabos de energia do equipamento ac (corrente alternada).

Apesar do equipamento alimentado por ac normalmente ter um cordão que contém um fio terra, a
integridade desta via para aterrar não pode ser facilmente verificada. Mais do que confiar no fio terra do
cordão de energia ac, é desejável que o equipamento seja aterrrado de uma forma que possa ser
verificada conforme os métodos descritos em G.5.1.8.

G.5.1.9 Pulseira de descarga eletrostática

O uso de pulseiras de descargas estáticas quando trabalhar ou instalar rede ou hardware de computador
está especificado na maioria das diretrizes de instalação de fabricantes. As garras das pulseiras devem
ser ligadas ao rack por um meio que garanta a continuidade para terra.

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G.5.1.10 Sistema de gerenciamento do edifício

Pode ser fornecido um sistema de gerenciamento de edifício (BMS) para monitorar e controlar a operação
do sistema elétrico e mecânico. Medidores analógicos ou digitais montados localmente no equipamento
sendo monitorado respondem pelo monitoramento de energia. O sistema UPS está equipado com sistema
de monitoramento do conjunto de baterias para fornecer indicação de descarga.

G.5.2 Classificação em camadas – Elétrica

G.5.2.1 Camada 1 (elétrica)

A instalação de camada I fornece o nível mínimo de distribuição de energia para atender exigências de
carga elétrica, com pequena ou nenhuma redundância. Os sistemas elétricos são de via simples, onde
uma falha de ou a manutenção de um painel ou alimentação ocasionará a interrupção parcial ou total das
operações. Não é necessária redundância na entrada da empresa pública de energia.

Os geradores pode ser instalados como unidade simples o em paralelo por questões de capacidade, mas
não existe a exigência de redundância. São utilizados um ou mais comutadores de transferência
automática para detectar perda de energia normal, início da partida do gerador e transferência de cargas
para o sistema gerador. Para essa finalidade são utilizados, mas não exigidos, comutadores de
transferência automática de isolação-derivação (ATSs) ou disjuntores de transferência automática. Não
são necessários bancos de carga permanentes instalados para teste do gerador e UPS. É necessária a
existência de instalação para ligar banco de carga portátil.

O sistema de fornecimento de energia sem interrupção pode ser instalado como uma unidade simples ou
em paralelo, para aumento de capacidade. Podem ser utilizadas tecnologias de UPS estática, rotativa ou
híbrida, com projeto de conversão dupla ou de linha interativa. É necessária a compatibilidade do sistema
UPS com o sistema gerador. O sistema UPS deve ter uma característica de derivação de manutenção
para permitir uma operação contínua durante manutenção do sistema UPS.

São aceitáveis transformadores e painéis separados para distribuição de energia para as cargas
eletrônicas críticas nos data centers de camada 1. Os transformadores deve ser projetados para controlar
cargas não lineares que têm que alimentar. Podem ser utilizados transformadores de supressão de
harmônicos em substituição aos transformadores de classificação K.

Podem ser utilizados unidades de distribuição de energia (PDUs) ou transformadores e painéis separados
para distribuição de energia para as cargas eletrônicas críticas. Pode ser utilizado qualquer método de
fiação de acordo com o regulamento.

Não é necessária infra-estrutura de aterramento para o data center, mas pode ser desejável como um
método econômico para satisfazer as exigências de aterramento do fabricante do equipamento. A decisão
de instalar proteção contra raios deve estar baseada na análise de risco de raios conforme a NFPA 780 e
exigências de seguros. Se o data center for classificado como uma Sala de Equipamento de Tecnologia
de Informação conforme a NEC 645, ela deve possuir um Sistema de Desligamento de Emergência
(EPO).

O monitoramento dos sistemas elétricos e mecânicos é opcional.

G.5.2.2 Camada 2 (elétrica)

As instalações de camada 2 devem atender todas as exigências da camada 1. Além disso, as instalações
de camada 2 devem atender nas exigências adicionais especificadas neste anexo.

Uma instalação de camada 2 oferece módulos UPS redundantes para N+1. É necessário um sistema de
gerador dimensionado para controlar todas as cargas do data centers, apesar de não ser necessário
conjuntos de geradores redundantes. Não é necessária qualquer redundância na entrada de serviço da
empresas pública de energia ou sistemas de distribuição de energia.

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Deve ser disponibilizada instalação para conectar bancos de carga portátil para teste de gerador e UPS.

Devem ser utilizadas unidades de distribuição de energia (PDUs) para distribuir energia para as cargas
eletrônicas críticas. Os painéis ou "sidecars" de PDU podem ser sub-alimentados a partir da PDU quando
forem necessárias derivações adicionais. Devem ser fornecidos 2 PDUs redundantes, cada uma
alimentada preferivelmente de sistemas UPS separados para atender cada rack de equipamento de
informática; devem ser fornecidos equipamentos informática de cabo único e três cabos com comutador
de transferência rápida montado no rack ou comutador estático alimentado a partir de cada PDU.
Alternativamente, pode ser fornecido comutador estático de alimentação dupla alimentado de sistemas
UPS separados, para o equipamento de cabo simples ou três cabos, apesar desta disposição oferecer
menos redundância e flexibilidade. Deve ser levada em consideração a codificação a cores das placas de
denominação e cabos de alimentação para diferenciar a distribuição A e B, por exemplo, todo o lado A,
branco, todo o lado B, azul.

O circuito não deve atender mais do que um rack para evitar que uma falha afete mais do que um rack.
Para oferecer redundância, os racks e gabinetes devem, cada um, possuir dois circuitos elétricos
dedicados de 20 ampéres, 120 volts alimentados de duas unidades de distribuição de energia (PDUs) ou
painéis elétricos diferentes. Para a maioria das instalações, as tomadas elétricas devem tomadas NEMA
L5-2-R com trava. Pode ser necessário maior capacidade de corrente para racks de alta densidade e
alguns servidores de alguma nova tecnologia podem possivelmente necessitar uma ou mais tomadas
trifásicas de 208 volts para 50 ampéres ou mais. Cada tomada deve se identificada com o número da
PDU e circuito, pela qual é alimentada. É recomendado, mais não necessário uma alimentação
redundante para o painel de distribuição do sistema mecânico.

O sistema de aterramento do edifício deve ser projetado e testado para oferecer uma impedância para a
terra de menos de cinco ohms. Deve ser fornecida uma rede de ligação comum (veja a sub cláusula
G.5.1.6). Deve ser provida de Sistema de Desligamento de Emergência (EPO).

G.5.2.3 Camada 3 (elétrica)

As instalações de camada 3 devem atender todos requisitos da camada 2. Além disso, as instalações de
camada 3 devem atender as exigências adicionais especificadas este anexo.

Todos os sistemas de uma instalação de camada 3 deve ser fornecidos com pelo menos uma
redundância N+1 no módulo, canaleta, e nível de sistema, incluindo os sistemas de geradores e UPS, o
sistema de distribuição, e toda a alimentação de distribuição. Devem ser levadas em consideração as
configurações dos sistemas mecânicos quando projetar o sistema elétrico para garantir que seja oferecida
uma redundância N+1 no sistema combinado eletromecânico. Este nível de redundância pode ser obtido
fornecendo duas fontes de energia para cada unidade de ar-condicionado ou dividindo o equipamento de
ar-condicionado entre múltiplas fontes de energia. Os painéis de alimentação e de distribuição são de via
dupla, onde uma falha ou uma manutenção de um cabo ou painel não ocasione interrupção das
operações. Deve ser oferecida redundância suficiente para permitir isolação de qualquer item do
equipamento mecânico ou elétrico, conforme exigido para manutenção básica, sem afetar o serviço de
resfriamento que está sendo fornecido. Empregando uma configuração redundante distribuída, os pontos
simples de falha da empresas pública de energia para o equipamento mecânico, PDU e equipamento de
informática são virtualmente eliminados.

Devem ser fornecidos pelo menos duas linhas de alimentação para atender um data center em média ou
alta tensão (acima de 600 Volts). A configuração da alimentação da empresa pública de energia deve ser
seletiva primária utilizando disjuntores de transferência automática ou comutadores de transferência de
isolação-derivação automática. De forma alternativa, pode ser utilizada uma configuração main-tie-main
automática. Podem ser utilizados transformadores pad mounted, subestação ou tipo seco. Os
transformadores podem ser configurados para redundância N+1 ou 2N e devem ser dimensionados com
base em classificações de ar livre. É utilizado gerador de emergência para o fornecimento de energia ao
sistema de fornecimento de energia ininterrupta e sistemas mecânicos. O armazenamento de combustível
deve ser dimensionado para oferecer um mínimo de 72h de operação do gerador da condição de carga
projetada.

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Os comutadores de transferência automática e isolação-derivação ou disjuntores de transferência


automática devem poder detectar perda de energia normal, iniciar a partida do gerador e transferir cargas
para o sistema gerador. Devem ser fornecidos sistemas de bombeamento duplex com controle automático
e manual, sendo cada bomba alimentada de fontes elétrica separadas. Devem ser fornecidos tanques de
combustível e tubulação redundantes isolados para garantir que a contaminação do sistema de
combustível ou falha mecânica do sistema de combustível não afete todo sistema gerador. Devem ser
fornecidas partidas redundantes dupla e baterias para cada motor de gerador. Onde forem empregados
sistemas em paralelo, eles devem ser fornecidos com sistemas de controles redundantes.

Para aumentar a disponibilidade de energia para cargas críticas, o sistema de distribuição é configurado
em uma topologia redundante isolada distribuída (via dupla). Esta topologia exige o uso de comutadores
automáticos de transferência estática (ASTS) colocados no lado primário ou secundário do transformador
da PDU. As exigências para comutadores automáticos de transferência estática (ASTS) são somente para
carga de fios simples. Para projeto de carga de fio duplo (ou mais), para permitir operação contínua com
somente um fio energizado, não é utilizado comutador automático de transferência estática (ASTS),
desde que os cordões sejam alimentados de diferentes fontes de UPS. Os comutadores automáticos de
transferência estática (ASTS) terão um circuito de derivação e um disjuntor de saída simples.

Deve ser fornecida uma infra-estrutura de aterramento do data center e sistema de proteção contra raios.
Deve ser instalado Supressor de surtos de voltagem transiente (TVSS) em todos os níveis do sistema de
distribuição de energia que atendem as cargas eletrônicas críticas.

Devem ser fornecidos monitoramento da energia central e ambiental e sistema de controle (PEMCS) para
monitorar todos os principais equipamentos elétricos tais como quadros de comando, sistema de gerador,
sistema UPS, comutadores automáticos de transferências estática, unidades de distribuição de energia,
comutadores de transferência automática, centros de controle de motor, sistema de supressão de surtos
de voltagem transiente e sistemas mecânicos. Deve ser fornecido um sistema de controle lógico
programadas separado, programado para gerenciar o sistema mecânico, otimizar eficiência, uso do ciclo
do equipamento e indicar condições de alarme.

O servidor redundante é fornecido para garantir monitoramento contínuo e controle no caso de uma falha
do servidor.

G.5.2.4 Camada 4 (elétrica)

As instalações de camada 4 devem atender todos requisitos de camada 3. Além disso, as instalações de
camada 4 devem atender os requisitos adicionais especificados esse anexo.

As instalações de camada 4 devem ser projetadas em uma configuração “2(N+1)" em todos os módulos,
sistemas e canaletas. Toda a alimentação e equipamentos devem ter possibilidade de derivação manual
para manutenção ou no caso de falha. Qualquer falha irá automaticamente transferir energia para as
cargas críticas do sistema com defeito para o sistema alternativo sem interrupção de energia para as
cargas eletrônicas críticas.

Deve ser fornecidos sistema de monitoramento de bateria capaz de monitorar a impedância ou resistência
de cada célula e temperatura de cada par vaso de bateria e alertar sobre falha iminente da bateria para
garantir a operação adequada da mesma.

As entradas da empresas pública de energia devem ser dedicadas ao data center e isoladas de todas as
instalações não críticas.

O edifício deve ter pelo menos duas alimentações de empresas públicas de energia a partir de diferentes
subestações da empresas públicas de energia para fins de redundância.

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G.6 Requisitos de sistemas mecânicos

G.6.1 Requisitos mecânicos gerais

G.6.1.1 Ar ambiental

O sistema mecânico deve ter capacidade de proporcionar os seguintes parâmetros ambientais na sala de
informática.

Temperatura: 20ºC a 25º (68ºF a 77ºF)

Pontos de ajustes normais:

22ºC (72ºF)

Controle: ±1ºC (2ºF)

Umidade Relativa: 40% a 55%

Pontos de ajustes normais:

45% UR

Controle: ± 5%

Coordenar o projeto do sistema de refrigeração e planta do piso do equipamento de maneira que o fluxo
de ar do equipamento de resfriamento se mova em direção paralela à fila de gabinetes/ racks.

As salas de impressão devem ser salas isoladas com ar condicionado separado de forma a não introduzir
contaminantes tais como pó de papel e toner no restante do data center.

G.6.1.2 Ar de ventilação

A sala de informática deveria receber ventilação de ar externo para os usuários. O ar de ventilação


deveria ser introduzido ao nível do teto, próximo das unidades de ar condicionado da sala de informática
quando estas unidades forem localizadas dentro da sala de informática.

A sala de informática deveria receber suprimento de ar para ventilação e com a finalidade de manter a
pressurização positiva. Não é necessária ar de retorno e exaustão para a sala de informática.

G.6.1.3 Ar condicionado da sala de informática

O sistema de ar condicionado deveria ser projetado para oferecer as condições de temperatura e umidade
projetadas recomendadas pelos fabricantes dos servidores a serem instalados dentro da sala de
informática.

Os sistemas de água resfriada são freqüentemente mais adequados aos data centers maiores. As
unidades DX podem ser mais convenientes no caso de pequenos data centers e não necessitam a
instalação de tubulações de água nas áreas de equipamentos de informática e telecomunicações.

Os equipamentos com altas cargas térmicas podem necessitar dutos de ar ou pisos de acesso para
oferecer refrigeração adequada.

G.6.1.4 Sistema de detecção de vazamento

Onde existir perigo de vazamento deve-se levar em consideração um sistema de detecção de vazamento
consistindo de sensores de cabo do tipo distribuído e sensores de ponta. Os sensores de cabo oferecem

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maior cobertura e melhoram as chances para um vazamento seja precisamente detectado. Os sensores
de ponta são mais baratos, requerem menos substituições freqüentes e são mais adequados quando
pequenas manchas no piso possam ser determinadas. Deve existir adjacente ao sistema de painel de
alarme uma planta indicando o roteamento dos cabos e indicando periodicamente o comprimento dos
cabos calibrados para o sistema.

G.6.1.5 Sistema de gerenciamento do edifício

Um Sistema de Gerenciamento de Edifício (BMS) deve monitorar todos os equipamentos e sistemas


mecânicos, elétricos e todas as outras instalações. O sistema deve ter possibilidade de monitoramento e
operação local e remoto. Os sistemas individuais devem permanecer em operação mesmo quando o
Sistema central de Gerenciamento do Edifício (BMS) ou central de distribuição (head end) falhar. Deve-se
levar em consideração sistemas capazes de controlar (não somente monitorar) sistemas de edifícios bem
como tendências históricas. Deve ser fornecido pelo pessoal das instalações, pessoal da segurança,
sistemas de paging, ou combinação destes 24 horas de monitoramento do Sistema de Gerenciamento do
Edifício (BMS). Devem ser desenvolvidos planos de emergência para permitir rápida resposta para as
condições de alarme.

G.6.1.6 Sistema de tubulação

Nenhuma tubulação de água ou esgoto deve ser roteada através do data center que não esteja associada
ao data center. A tubulação de água e esgoto que precise ser roteada através do data center deve ser
revestida ou provida de uma camisa para proteção de vazamento. Deve existir um sistema de detecção
de vazamento para avisar os operadores do edifício no caso de um vazamento de água. Os data center
de camada 3 e 4 deveriam ter somente tubulação de água ou esgoto para apoio ao equipamento do data
center roteado através da área de sala de informática.

G.6.1.7 Instalações de emergência

As salas de baterias que têm baterias de células de eletrólito líquido deveria ser equipadas com um
lavador de olhos/ chuveiro.

G.6.1.8 Reposição de água do HVAC

Deve ser reposição de água “fria” doméstica para todas as unidades de ar condicionado de sala de
informática possuindo umidificador.

Equipar com o equipamento necessário para evitar refluxo na tubulação de água “fria”; coordenar com a
autoridade regulamentadora local.

O material da tubulação deve ser cobre tipo “L” com juntas soldadas. Não deve ser utilizada tubulação de
combustível.

G.6.1.9 Tubulação de esgoto

Instalar ralo(s) dentro da sala de informática para coletar e drenar a água do sprinklers de sistema pré
action após uma descarga. O ralo(s) devem receber a água de esgoto condensada e água de fluxo do
umidificador das unidades de ar condicionado da sala de informática.

O material da tubulação deve ser cobre tipo “L” com juntas soldadas. Não deve ser utilizada tubulação de
combustível.

G.6.1.10 Sistemas de proteção contra incêndio

Os fatores de risco a serem considerados ao selecionar um esquema de proteção para o data center
podem ser categorizados em 4 áreas principais. A primeira é a questão de segurança pessoal ou
propriedades afetadas pela operação (por exemplo, equipamento de suporte a funções vitais,
telecomunicações, controles de sistema de transporte, controles de processo). A próxima é a ameaça de

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incêndio aos usuários nas áreas confinadas ou a ameaça à propriedade exposta (por exemplo, registro,
armazenamento de disco). A próxima é a perda econômica da interrupção do negócio devido ao tempo
ocioso e por último é a perda do valor do equipamento. Estas quatro áreas deve ser cuidadosamente
avaliadas para determinar o nível adequado de proteção para a instalação em questão.

Na seqüência estão descritos os vários níveis de proteção que podem ser oferecidos para cada data
center. O nível mínimo de proteção exigido pelo regulamento inclui o sistema de sprinklers comuns junto
com extintores de incêndio de agente limpo adequado. Esta Norma determina que qualquer sistema de
sprinkler deve ser de sprinklers pré-action.

A detecção avançada e o sistema de extinção acima do requisito mínimo do regulamento incluem o


sistema de detecção de fumaça por amostragem de ar, sistemas de sprinkler e sistemas de extinção de
agente limpo.

Detecção e Alarme de incêndio, Detecção de fumaça por amostragem de ar: danos significativos ao
equipamento podem ocorrer unicamente devido à fumaça ou outros produtos de combustão que atacam
o equipamento eletrônico. Desta forma, os sistemas de detecção de alerta antecipado são essenciais para
evitar o dano e a perda que pode ocorrer durante o estágio inicial de um incêndio. Um sistema de
detecção de fumaça por amostragem de ar oferece um outro nível de proteção para a sala de informática
e instalações de entrada associadas, salas de equipamentos mecânicos e salas de equipamentos
elétricos. Este sistema é oferecido em lugar dos detectores de fumaça comuns, uma vez que sua
sensibilidade e capacidade de detecção estão muito além dos detectores convencionais. O mecanismo de
detecção menos sensível usado pelos detectores convencionais exige uma quantidade muito maior de
fumaça antes que eles mesmos detectem um incêndio. Em um data center, esta diferença e demora de
tempo é especialmente pronunciada devido ao grande fluxo de ar através da sala, que tende a diluir a
fumaça e retardar os detectores comuns.

Existem, contudo, alguns sistemas de alerta antecipado utilizando sistema de detecção por amostragem
de ar que utilizam detectores de ionização convencionais ou detectores fotoelétricos. Existem também
detectores de fumaça à base de laser que não utilizam a amostragem de ar e não oferecem um nível
equivalente de detecção de alerta antecipado para sistemas de detecção de amostragem de ar padrão.
Isto também é verdade para detectores de feixe bem como detectores de fumaça de ionização ou
fotoelétricos convencionais. Estes sistemas alternativos de detecção de fumaça pode ser adequados em
data centers onde a perda potencial e conseqüências adversas de tempo ocioso de sistema não são
consideradas críticas. Onde for escolhido o sistema de detecção fumaça convencional, deve ser de
utilizado uma combinação de ionização e fotoelétrico.

O sistema de detecção de fumaça recomendado para data centers críticos vão aonde o fluxo de ar estiver
presente eu um que oferecerá um alerta antecipado através de uma amostragem e a contínua e
contagem de partículas e tem uma a faixa até aquelas dos detectores de fumaça convencionais. Estas
características permitiram que ele também funcione como um sistema teve infecção primário e assim
elimine a necessidade para uma sistema de detecção convencional redundante para ativar os sistemas de
supressão.

O tipo mais amplamente utilizado de sistema de amostragem de ar consiste de uma rede e tubulação no
teto e abaixo do piso de acesso que drena continuamente ar da sala para um detector a base de laser.
Qualquer liberação de fumaça ou outra partícula (mesmo de uma peça sobre-aquecida do equipamento)
no ar da sala pode ser detectada em seu estágio inicial devido à alta sensibilidade do laser. Capacidade
de resposta antecipada proporciona aos usuários uma oportunidade de avaliar a situação e responder
antes que o evento cause danos significativos ou evacuação. Além disso, o sistema tem quatro níveis de
alarme que variam da detecção de fumaça em uma faixa invisível até aquela detectada pelos detectores
convencionais. O sistema em seu mais alto nível de alarme mais alto seria o meio de ativação de válvulas
do sistema pre-action. Os projetistas podem solicitar dois ou mais sistemas. Um sistema seria ao nível do
teto da sala de informática, instalações de entrada, salas de equipamento elétrico, e salas de
equipamento mecânico bem como na entrada das unidades de tratamento de ar da sala de informática.
Um segundo sistema cobriria a área sob o piso de acesso da sala da informática, instalações de entrada,
salas de equipamento elétrico e salas de equipamento mecânico. Um terceiro sistema também é
recomendado para o centro de operações de sala de impressão de forma a oferecer um nível consistente
de detecção para estas áreas. O sistema separado permite limites separados e leitura de linha básica da

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normalidade, para otimizar cada detecção antecipada enquanto minimiza alarmes falsos. Estas unidades
podem, se desejado, serem conectadas em uma rede para monitoramento remoto.

G.6.1.11 Extinção de água – extinção pré-action

Um sistema de sprinkler pre-acion oferece o próximo nível de proteção para o data center uma vez que
proporciona uma nível mais alto de confiabilidade e atenuação de risco. O sistema pre-action é
normalmente preenchido de ar e somente permitirá a água na tubulação acima do data center quando o
sistema de detecção de fumaça indique que existe um evento em andamento. Quando a água é liberada
na tubulação, ela ainda necessita que o sprinkler seja ativado antes que a água seja dispersada na sala.
Este sistema abrange uma preocupação comum referente ao vazamento a partir de um dano acidental ou
mal-funcionamento. Os sprinklers pre-action deveriam proteger o centro de operações, sala de impressão,
salas de equipamento elétrico e salas de equipamento mecânico, uma vez que elas são consideradas
essenciais para a continuidade das operações. Nas situações de reajuste, qualquer tubulações principal
ou derivações de sprinkler de cano com água devem ser transferidas para fora dos limites do data center
para eliminar qualquer tubulação cheia de água acima da área.

A proteção de sprinklers sob os pisos de acesso é algumas vezes um assunto que é questionado para
data centers. Entretanto, em geral, tal proteção deveria ser evitada sempre que possível, uma vez que
sua eficiência é normalmente limitada a certas aplicações onde o piso tenha altura acima de 410 mm (16
polegadas) e a carga combustível sob o piso seja significativa. Esta proteção pode normalmente ser
omitida onde as seguintes condições existirem.

O espaço do cabo é utilizado como no plenum de ar, os cabos são do grupo FM 2 ou 3, os cabos de sinal
superam o número de cabos de energia em 10 para 1, os cabos não são sujeitos a deterioração
significativa devido a degradação térmica ou danos mecânicos, o piso de acesso não é combustível, o
espaço sob o piso é acessível e não existem cabos de energia não relacionados ao data center ou linhas
de vapor ou qualquer outra fonte significativa de calor no espaço sob o piso. Onde for julgado necessário
um sistema de extinção no espaço sob o piso, deve ser levado em consideração o uso de sistemas de
agente limpo como um meio alternativo para efetuar esta proteção.

G.6.1.12 Extinção gasosa – extinção de incêndio por agente limpo

Um sistema de extinção de agente limpo fornece o nível mais alto de proteção para a sala de informática
e as salas elétricas e mecânicas associadas. Este sistema seria instalado em adição a um sistema de
extinção pre-action e sistemas de detecção de fumaça. O sistema de extinção é projetado, sob ativação,
para que o gás agente limpo inunde totalmente a sala e a área sob o piso. Este sistema consiste de um
gás não tóxico que é superior a proteção de sprinklers de várias formas. Primeiramente, o agente pode
penetrar no equipamento de informática para a extinguir o fogo estabelecido em profundidade em
equipamentos eletrônicos e equipamentos relacionados. Em segundo, diferentemente dos sprinklers não
existe o resíduo do gás para ser removido após o sistema ser ativado. Finalmente, este agente permite
que o fogo seja extinto sem afetar de forma adversa os outros equipamentos não envolvidos no incêndio.
Assim, utilizando a extinção gasosa o data center pode retornar rapidamente para operação, após um
evento, com um mínimo de retardo e a perda seria limitada somente aos itens afetados.

É necessária a vedação efetiva da sala para conter o agente limpo de forma que uma concentração
efetiva seja atingida e mantida por tempo suficiente para extinguir incêndio.

A NFPA recomenda que o equipamento eletrônico e o equipamento de HVAC sejam automaticamente


desligados no caso de qualquer descarga de sistema de extinção, apesar de que a razão por trás disto
ser diferente para o sistema baseado em água e o agente limpo. O equipamento eletrônico pode
freqüentemente ser salvo após contato com água desde que ele tenha sido desligado antes do contato. O
desligamento automático é recomendado primariamente para salvar o equipamento. Com o sistema de
agente limpo, a preocupação é que uma falha por arco poderia reiniciar o fogo após o agente limpo ter
dissipado. Em cada caso, contudo, a decisão de operar um desligamento automático é, em última
instância, do proprietário, que pode determinar que a continuidade das operações seja mais importante do
que qualquer uma destas preocupações.

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Os proprietários precisam avaliar cuidadosamente seus riscos para determinar se o data center poderia
incluir um sistema de extinção de gás agente limpo.

Os regulamentos locais podem determinar o tipo de sistema de extinção de agente limpo que pode ser
utilizado. Informações e adicionais sobre sistemas de extinção de incêndio de agente limpo estão
disponíveis na NFPA 2001.

G.6.1.13 Extintores manuais

É recomendável um extintor de incêndio de agente limpo para a sala de informática uma vez que evita o
pó químico seco de extintores de incêndio ABC comuns que podem causar impacto nos equipamentos
associados. Este impacto vai além daquele do incêndio e normalmente exige um esforço de limpeza
significativo. Veja a NFPA 75 sobre diretrizes referentes a extintores de incêndio manuais.

G.6.2 Classificação em camadas - mecânica

G.6.2.1. Camada 1 (mecânica)

O sistema de HVAC de uma instalação de camada 1 inclui unidades de condicionamento de ar simples ou


múltiplas com a capacidade de resfriamento combinada para manter a temperatura e a umidade relativa
das áreas críticas nas condições projetadas, sem unidades redundantes. Se estas unidades de
condicionamento de ar são atendidas por um sistema de dissipação de calor, tal como sistema de água
resfriada ou água de condensador, os componentes deste sistema são provavelmente dimensionados
para manter as condições do projeto, sem unidade redundantes. O sistema ou sistemas de tubulação é
de via única, onde uma falha de ou manutenção de uma sessão da tubulação ocasionará a interrupção
parcial ou total do sistema de ar-condicionado.

Se houver geradores, todo o equipamento de ar-condicionado deveria ser energizado pelo sistema de
gerador de emergência.

G.6.2.2 Camada 2 (mecânica)

O sistema de HVAC de uma instalação de camada 2 inclui múltiplas unidades de ar-condicionado com
capacidade combinada de resfriamento para manter a temperatura e a umidade relativa da área crítica
nas condições projetadas, com uma unidade redundante (N+1). Se estas unidades de ar-condicionado
são atendidas por um sistema de água, os componentes deste sistema são provavelmente dmensionados
para manter as condições do projeto, com uma unidade(s) redundante(s). O sistema de tubulação ou
sistemas de tubulação e manutenção em uma parte da tubulação ocasionará a interrupção parcial ou total
do sistema de ar-condicionado.

Os sistemas de ar-condicionado devem ser projetados para a operação contínua 7 dias /24 horas/365
dias/ano, e incorporam um mínimo de redundância N+1 nas unidade de Condicionamento de Ar da Sala
de Informática (CRAC).

O sistema de condicionadores de ar da sala de informática (CRAC) deve ser provido de redundância N+1,
com um mínimo de uma unidade redundante para cada três ou quatro unidades exigidas.

A salas de informática e outras áreas associadas devem ser mantidas com pressão positiva em relação
às salas não relacionadas ao data center bem como ao exterior.

Todo o equipamento de ar-condicionado deve ser energizado pelo sistema de gerador de emergência.

Os circuitos de energia para equipamento de ar-condicionado devem ser distribuídos entre um certo
número de painéis de energia/ quadros de distribuição para minimizar os efeitos de falhas do sistema
elétrico sobre o sistema de ar-condicionado.

Todos sistemas de controle de temperatura devem receber energia através de circuitos redundantes
dedicados da UPS.

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O fornecimento de ar aos data centers devem ser coordenados com os tipos e layouts dos racks do
servidor a serem instalados. A planta de tratamento de ar deve ter capacidade suficiente para suportar a
carga térmica total projetada do equipamento, iluminação, ambiente, etc., e manter umidade relativa
constante dentro do data center. A capacidade de resfriamento necessária deve ser calculada com base
no fornecimento em kilowatts (nunca kVA) disponível do sistema UPS.

O ar-condicionado deve ser distribuído para o equipamento pela área do piso de acesso através de
painéis de piso perfurados com amortecedores de balançeamento.

Deve ser instalado um sistema de gerador de emergência acionado a diesel para fornecer energia aos
sistemas de fornecimento de energia ininterrupta e equipamentos mecânicos. Os tanques de
armazenamento de combustível devem ser dimensionados para oferecer um mínimo de 24h de operação
do gerador nas condições da carga projetada. Devem ser fornecidos sistemas de bombeamento duplex
com controle automático e manual, sendo cada bomba alimentada a partir de fontes de energia
separadas. Devem ser fornecidos tanques de combustível e tubulação redundantes isolados para garantir
que a contaminação do sistema de combustível ou falha mecânica do sistema de combustível não afete
todo sistema gerador.

G.6.2.3 Camada 3 (mecânica)

O sistema de HVAC de uma instalação de camada 3 inclui múltiplas unidades de ar-condicionado com
capacidade combinada de resfriamento para manter a temperatura e a umidade relativa nas condições
projetadas, com unidades redundantes suficientes para permitir uma falha de ou manutenção de um
painel elétrico. Se estas unidades de ar-condicionado são atendidas por um sistema dissipação de calor
por água, tal como um sistema de água resfriada ou água de condensador, os componentes deste
sistema são desta forma dimensionados para manter as condições do projeto, com um painel elétrico
removido para manutenção. Este nível de redundância pode ser obtido pelo fornecimento de duas fontes
de energia para cada unidade de ar condicionado, ou dividindo o equipamento de ar condicionado entre
as múltiplas fontes de energia. O sistema ou sistemas de tubulação é de via dupla, onde uma falha de ou
manutenção em uma parte da tubulação não ocasionará a interrupção parcial ou total do sistema de ar-
condicionado.

O fornecimento elétrico deve ser provido de unidades alternadas de unidades de Condicionamento de Ar


da Sala de Informática (CRAC) atendidas a partir de diferentes painéis para oferecer redundância elétrica.
Todas as unidades de Condicionamento de Ar da Sala de Informática (CRAC) devem ser apoiadas por
energia de gerador.

O equipamento de refrigeração com redundância N+1, N+2, 2N ou 2(N+1) devem ser dedicados ao data
center. Deve ser oferecida redundância suficiente para permitir a isolação de qualquer item do
equipamento conforme necessário sem afetar os serviços sendo oferecidos com resfriamento.

Dependendo do número de Condicionadores de Ar de Precisão (PACs) instalados e em consideração aos


fatores de sustentabilidade e redundância, os circuitos de resfriamento para os Condicionadores de Ar de
Precisão (PAC) deveriam ser subdivididos. Se forem utilizados os sistemas de água resfriada ou água fria,
cada sub-circuito dedicado do data center deve ter bombas independentes fornecidas a partir de um
circuito em anel de água central. Um circuito fechado de água deve estar localizado no perímetro do data
center e estar localizado no sub-solo em canaleta para reter vazamentos de água na canaleta. Devem
ser instalados sensores de detecção de vazamento na canaleta. Deve ser levado em consideração um
circuito fechado de água totalmente isolado e redundante.

G.6.2.4 Camada 4 (mecânica)

Os sistemas de HVAC da instalação de camada 4 incluem múltiplas unidades de ar condicionado com a


capacidade de resfriamento combinada para manter a temperatura e umidade relativa de áreas críticas
nas condições projtadas, com unidades redundantes suficientes para permitir uma falha de ou serviço de
manutenção para um painel elétrico. Se estas unidades de ar-condicionado são atendidas por um sistema
de dissipação de calor por água, tal como um sistema de água resfriada ou água de condensador, os
componentes deste sistema são provavelmente dimensionados para manter as condições do projeto, com
um painel elétrico removido para manutenção. Este nível de redundância pode ser obtido pelo

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fornecimento de duas fontes de energia para cada unidade de ar condicionado, ou dividindo o


equipamento de ar condicionado entre as múltiplas fontes de energia. O sistema ou sistemas de
tubulação é de via dupla, onde uma falha de ou manutenção em uma parte da tubulação não ocasionará
a interrupção parcial ou total do sistema de ar-condicionado. Devem ser consideradas fontes anternativas
de fornecimento de água quando estiverem funcionando sistemas de evaporação para um sistema de
camada 4.

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Tabela 8: Guia de referencia de classificação de camada (telecomunicações)


CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4
TELECOMUNICAÇÕES
Geral
O cabeamento, racks, gabinetes e canaletas sim sim sim sim
atendem as especificações da TIA
Entradas do provedor de acesso roteadas de não sim sim sim
forma diversa e aberturas de manutenção com
no mínimo 20 m de separação
Serviços de provedor de acesso redundantes – não não sim sim
múltiplos provedores de acesso, escritórios
centrais, direito de acesso de provedor de
acesso
Sala de Entrada Secundária não não sim sim
Área de Distribuição Secundária não não não Opcional
Canaletas de Backbone redundantes não não sim sim
Cabeamento Horizontal redundante não não não Opcional
Os roteadores e comutadores possuem fontes não sim sim sim
de energia e processadores redundantes
Múltiplos roteadores e comutadores para efeito não não sim sim
de redundância
Painéis de ligação, tomadas e cabeamento sim sim sim sim
devem ser etiquetados conforme
ANSI/TIA/EIA-606-A e anexo B desta Norma.
Gabinetes e racks a serem etiquetados na
parte frontal e traseira
Patch cords e jumpers devem ser etiquetados não sim sim sim
nas duas pontas com o nome da conexão em
ambas pontas do cabo
Documentação do painel e cabo de ligação em não não sim sim
concordância com a ANSI/TIA/EIA-606-A e
anexo B desta Norma

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Tabela 9: Guia de referencia de classificação de camada (arquitetônico)


CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4
ARQUITETÔNICO
Seleção do local
Proximidade de áreas com perigo de Sem exigência Não dentro da área de perigo Não dentro de área de perigo Não menos do que 91 m/ 100
inundação conforme um Limite de Perigo de de inundação de inundação de 100 anos ou jardas de área de perigo de
Inundação federal ou Mapa de Classificação menos do que 91 m/ 100 inundação de 100 anos
de Seguro de Inundação jardas de área de perigo de
inundação de 50 anos
Proximidade de cursos de água costeira ou Sem exigência Sem exigência Não menos de 91m /100 Não menos de 0,8 km/ ½
interior jardas milhas
Proximidade às principais artérias de trafego Sem exigência Sem exigência Não menos de 91m /100 Não menos de 0,8 km/ ½
jardas milhas
Proximidade a aeroportos Sem exigência Sem exigência Não menos de 1,6 km / 1 Não menos de 8 km/ 5 milhas
milha ou mais do que 30 ou mais de 30 milhas
milhas
Proximidade à principal área metropolitana Sem exigência Sem exigência Não menos do que 48 km / Não mais do que 16 km/ 10
30 milhas milhas
Estacionamento Sem exigência Sem exigência
Áreas separadas para visitantes e funcionários Sem exigência Sem exigência Sim (fisicamente separado Sim (fisicamente separado
por cerca ou parede) por cerca ou parede)
Separado de plataformas de carga Sem exigência Sem exigência Sim Sim (fisicamente separado
por cerca ou parede)
Proximidade do estacionamento de visitante às Sem exigência Sem exigência Separação de 9,1 m/ 30 pés Separação mínima de 18,3
paredes do edifício no perímetro do data m/ 60 pés com barreira física
center para evitar que veículos
circulem nas proximidades
Ocupação de múltiplos inquilinos dentro do Sem exigência Permitido somente se os Permitido se todos os Permitido se todos os
edifício inquilinos não forem inquilinos são companhias de inquilinos são companhias de
perigosos data center ou data center ou
telecomunicações telecomunicações

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Construção do edifício
Tipo de Construção Sem restrições Sem restrições Tipo II – 1h, III – h ou V- 1h Tipo I ou II-FR
Requisitos de resistência a incêndio
Paredes de sustentação externas Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 4 horas mínimo
Paredes de sustentação internas Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
Paredes não de sustentação externas Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 4 horas mínimo
Armação estrutural Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
Paredes divisórias de salas não de informática Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 1 hora mínimo
interiores
Paredes divisórias de salas de informática Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
interiores
Revestimento de coluna Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
Pisos e piso-teto Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
Tetos e teto-piso Conforme o regulamento Conforme o regulamento 1 hora mínimo 2 horas mínimo
Atende os requisitos da NFPA 75 Sem exigência sim sim sim
Componentes do Edifício
Barreira de vapor para paredes de teto da sala Sem exigência sim sim Sim
de informática
Múltiplas entradas do edifício com pontos de Sem exigência Sem exigência sim Sim
controle de segurança
Construção do painel do piso na Sem restrições Todo de aço Todo de aço ou preenchido
de concreto
Infra-estrutura na Sem restrições Viga parafusada Viga parafusada
Tetos dentro das áreas de sala de informática
Construção do teto Sem exigência Sem exigência Se fornecido, com forro Se fornecido, com forro
suspenso suspenso
Altura do teto 2,6 m (8,5 pés) mínimo 2,7 m (9,0 pés) mínimo 3 m (10 pés) mínimo (não 3 m (10 pés) mínimo (não
menos do que 460 mm (18 menos do que 600 mm (24
polegadas) acima da peça polegadas) acima da peça
mais alta do equipamento) mais alta do equipamento)

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Teto
Classe Sem restrições Classe A Classe A Classe A
Tipo Sem restrições Sem restrições Sem compartimento de Redundante duplo com
combustível (sem sistema de compartimento de concreto
conexão mecânica) (sem sistema de conexão
mecânica)
Resistência contra ventania Requisitos mínimos do FM I-90 FM I-90 mínimo FM I-120 mínimo
regulamento
Inclinação do telhado Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do 1:48 (1/4 polegada por pé) 1:24 (1/2 polegada por pé)
regulamento regulamento mínimo mínimo
Portas e janelas
Classificação de Incêndio Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
regulamento regulamento regulamento (não menos de regulamento (não menos de
¾ hora na sala de 1½ hora na sala de
informática) informática)
Tamanho da porta Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
regulamento e não menos de regulamento e não menos de regulamento e não menos de regulamento e não menos de
1 m (3 pés) de largura e 2,13 1 m (3 pés) de largura e 2,13 1 m (3 pés) de largura (na 1.2 m (4 pés) de largura (na
m (7 pés) de altura m (7 pés) de altura sala de informática, elétrica e sala de informática, elétrica e
mecânica) e não menos de mecânica) e não menos de
2,13 m (7 pés) de altura 2,13 m (7 pés) de altura
Senhas de segurança individuais, portas Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
giratórias ou outros dispositivos para impedir regulamento regulamento preferivelmente regulamento preferivelmente regulamento preferivelmente
a entrada de estranhos ou o repasse de de madeira sólida com de madeira sólida com de madeira sólida com
credenciais armadura de metal armadura de metal armadura de metal
Sem janelas para o exterior no perímetro da Sem exigência Sem exigência sim sim
sala de informática
A construção oferece proteção contra radiação Sem exigência Sem exigência sim sim
eletromagnética
Hall de Entrada Sem exigência sim sim sim
Fisicamente separada de outras áreas do data Sem exigência sim sim sim
center
Separação contra incêndio de outras áreas do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
data center regulamento regulamento regulamento (não menos de regulamento (não menos de
1 hora) 2 horas)
Balcão de segurança Sem exigência Sem exigência sim sim
Senhas de segurança individuais, portas Sem exigência Sem exigência sim sim
giratórias ou outros dispositivos para impedir a
entrada de estranhos ou o repasse de
credenciais

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Escritórios da Administração
Fisicamente separada de outras áreas do data Sem exigência sim sim sim
center
Separação contra incêndio de outras áreas do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
data center regulamento regulamento regulamento (não menos de regulamento (não menos de
1 hora) 2 horas)
Escritório de segurança Sem exigência Sem exigência Sim Sim
Fisicamente separada de outras áreas do data Sem exigência Sem exigência sim sim
center
Separação contra incêndio de outras áreas do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do sim sim
data center regulamento regulamento
Olho mágico de 180 graus nas salas de Sem exigência sim sim sim
equipamento de segurança e
monitoramento
Reforço de equipamento de segurança e salas Sem exigência Recomendado Recomendado Recomendado
de monitoramento com compensado de 16 mm
(5/8 de polegada) (exceto onde for
recomendado ou necessário resistência a tiro)
Sala de segurança dedicada para equipamento Sem exigência Sem exigência Recomendado Recomendado
de segurança e monitoramento
Centro de Operações Sem exigência Sem exigência sim sim
Fisicamente separada de outras áreas do data Sem exigência Sem exigência sim sim
center
Separação contra incêndio de outras áreas do Sem exigência Sem exigência 1 hora 2 horas
data center
Proximidade da sala de informática Sem requisitos Sem requisitos Indiretamente acessível Diretamente acessível
(máximo de 1 sala adjunta)
Áreas de sanitários e salas de lanches Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
regulamento regulamento regulamento regulamento
Proximidade da sala de informática e áreas de Sem exigência Sem exigência Se imediatamente adjacente, Se imediatamente adjacente,
apoio equipada com barreira para equipada com barreira para
evitar vazamento evitar dispersão
Separação contra incêndio da sala de Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
informática e áreas de apoio regulamento regulamento regulamento (não menos de regulamento (não menos de
1 hora) 2 horas)

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Salas de UPS e Baterias
Larguras de corredor para manutenção, reparo Sem exigência Sem exigência Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
ou remoção de equipamento regulamento (não menos do regulamento (não menos do
que 1 m (3 pés) livre) que 1,2 m (4 pés) livre)
Proximidade da sala de informática Sem exigência Sem exigência Imediatamente adjacente Imediatamente adjacente
Separação contra incêndio da sala de Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
informática e outras áreas do data center regulamento regulamento regulamento (não menos do regulamento (não menos do
que 1 hora) que 2 horas)
Corredores de Saída Exigidos
Separação contra incêndio da sala de Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
informática e áreas de apoio regulamento regulamento regulamento (não menos do regulamento (não menos do
que 1 hora) que 2 horas)
Largura Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do Requisitos mínimos do
regulamento regulamento regulamento e não menos regulamento e não menos
do que 1,2 m (4 pés) do que 1,5 m (5 pés)
Area de despacho e recepção Sem exigência sim sim sim
Fisicamente separada de outras áreas do data Sem exigência sim sim sim
center
Separação contra incêndio de outras áreas do Sem exigência Sem exigência 1 hora 2 horas
data center
Proteção física das paredes expostas ao Sem exigência Sem requisitos Sim (lambri de compensado Sim (postes de aço ou
trafego de guindastes de no mínimo 3/4) proteção similar)
Número de plataformas de carga Sem exigência 1 por cada 2500 m2/ 25.000 1 por cada 2500 m2/ 25.000 1 por cada 2500 m2/ 25.000
2 2 2
ft da sala de informática ft da sala de informática (2 ft da sala de informática (2
no mínimo) no mínimo)
Plataformas de carga separadas das áreas de Sem exigência Sem exigência sim Sim (fisicamente separado
estacionamento por cerca ou parede)
Balcão de segurança Sem exigência Sem exigência sim Sim (fisicamente separado)
Áreas de geradores e armazenamento de
combustível
Proximidade da sala de informática e áreas de Sem exigência Sem exigência Se dentro do Data Center Separar edifício ou recinto
apoio equipar com proteção contra exterior à prova de
incêndio de no mínimo 2 intempéries com separação
horas de todas as outras de edifício de acordo com
áreas regulamento
Proximidade à áreas acessíveis ao público Sem exigência Sem exigência 9 m/ 30 pés de separação 19 m/ 60 pés de separação
mínima mínima

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Segurança
Capacidade do sistema UPS da CPU na Edifício Edifício Edifício + Bateria (mínimo
de 8 horas)
Capacidade de UPS dos Painéis de Coleta de na Edifício + Bateria (mínimo Edifício + Bateria (mínimo Edifício + Bateria (mínimo
Dados (Painéis de Campo) de 4 horas) de 8 horas) de 24 horas)
Capacidade da UPS de Dispositivo de Campo na Edifício + Bateria (mínimo Edifício + Bateria (mínimo Edifício + Bateria (mínimo
de 4 horas) de 8 horas) de 24 horas)
1 por cada 3.000 m2 / 2 2
Pessoal de segurança por turno na 1 por cada 2.000 m / 1 por cada 2.000 m /
30.000 ft2 (2 no mínimo) 2
20.000 ft (3 no mínimo) 2
20.000 ft (2 no mínimo)
Controle/Monitoramenteo de Acesso de
Segurança em:
Geradores Fechadura tipo industrial Detector de presença Detector de presença Detector de presença
Salas de UPS, Telefone e MEP Fechadura tipo industrial Detector de presença Cartão de acesso Cartão de acesso
Galerias de fibra Fechadura tipo industrial Detector de presença Detector de presença Cartão de acesso
Portas de Saída de Emergência Fechadura tipo industrial monitorar Retardar a saída por código Retardar a saída por código
Janelas/aberturas acessíveis ao exterior Monitoramento fora do local Detector de presença Detector de presença Detector de presença
Centro de Operações de Segurança na na Cartão de acesso Cartão de acesso
Centro de Operações de Rede na na Cartão de acesso Cartão de acesso
Salas de Equipamento de Segurança na Detector de presença Cartão de acesso Cartão de acesso
Portas dentro das Salas de Informática Fechadura tipo industrial Detector de presença Acesso por cartão ou Acesso por cartão ou
biométrico para entrada e biométrico para entrada e
saída saída
Portas do perímetro do edifício Monitoramento fora do local Detector de presença Detector de presença Detector de presença
Porta do Hall para o piso Fechadura tipo industrial Cartão de acesso Senhas de segurança Senhas de segurança
individuais, portas giratórias individuais, portas giratórias
ou outros dispositivos para ou outros dispositivos para
impedir a entrada de impedir a entrada de
estranhos ou o repasse de estranhos ou o repasse de
credenciais de acesso credenciais de acesso
preferencialmente com preferencialmente com
biométricas biométricas
Paredes, janelas e portas resistente a tiro
Balcão de segurança no Hall na na Nível 3 (mínimo) Nível 3 (mínimo)
Balcão de segurança no embarque e recepção na na na Nível 3 (mínimo)

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Monitoramento de CCTV
Perímetro do edifício e estacionamento Sem exigência Sem exigência sim sim
Geradores na na sim sim
Portas de acesso controlado Sem exigência sim sim sim
Pisos da Sala de Informática Sem exigência Sem exigência sim sim
Salas de UPS, Telefone e MEP Sem exigência Sem exigência sim sim
CCTV
Gravação de CCTV de toda atividade em todas Sem exigência Sem exigência sim; digital sim; digital
as câmeras
Taxa de Registro (quadros por segundo) na na 20 quadros/seg (mínimo) 20 quadros/seg (mínimo)
Estrutural
Zona sísmica – qualquer zona aceitável apesar Sem restrição Sem restrição Sem restrição Sem restrição
que ela pode exigir mecanismos de suporte
mais caros
Instalação projetada para exigências de zonas Sem restrição Sem restrição Sem restrição Em Zona Sísmica 0, 1,2 a
sísmicas exigências de zona 3. Em
Zona Sísmica 3 e 4 a
exigências de zona 4
Espectro de resposta especifica do local – não não Com condição de operação Com condição de operação
Grau de acelerações sísmicas local após 10% em evento de 50 após 5% em evento de 100
anos anos
Fator de importância – assegura projeto com I=1 I=1,5 I=1,5 I=1,5
folga com relação à legislação
Racks/ gabinetes de equipamento de não Somente base Totalmente fixado Totalmente fixado
telecomunicações fixados à base ou apoiados
no topo e base.
Limitação de deflexão sobre equipamento de não não sim sim
telecomunicações dentro de limites aceitáveis
pelos acessórios elétricos
Colocar braçadeiras no curso dos conduites e Conforme regulamento Conforme regulamento sem Conforme regulamento sem Conforme regulamento sem
bandejas de cabo importância importância importância
Colocar braçadeiras no curso dos principais Conforme regulamento Conforme regulamento sem Conforme regulamento sem Conforme regulamento sem
dutos do sistema mecânico importância importância importância
Capacidade de carga do piso superior à carga 7,2 kPa (150 lb/ft2) 8,4 kPa (175 lb/ft2) 12 kPa (250 lb/ft2) 12 kPa (250 lb/ft2)
viva
Capacidade de sustentação do piso para 1,2 kPa (25 lb/ft2) 1,2 kPa (25 lb/ft2) 2,4 kPa (50 lb/ft2) 2,4 kPa (50 lb/ft2)
cargar suspensas pelo lado inferior

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Espessura da viga de concreto na base 127 mm ( 5 polegadas) 127 mm ( 5 polegadas) 127 mm ( 5 polegadas) 127 mm ( 5 polegadas)
Teto de concreto sobre canaletas para pisos 102 mm ( 4 polegadas) 102 mm ( 4 polegadas) 102 mm ( 4 polegadas) 102 mm ( 4 polegadas)
elevados afeta o tamanho da fixação que pode
ser instalada
Construir LFRS (Pilares parede/estrutura Aço/ estrutura de suporte de Pilares parede de concreto/ Pilares parede de concreto/ Pilares parede de concreto/
reforçada/estrutura de suporte) indica Concreto Estrutura reforçada de aço Estrutura reforçada de aço Estrutura reforçada de aço
deslocamento da estrutura
Dissipação de energia do edifício – nenhuma nenhuma Amortecedores Passivos Amortecedores Passivos/
Amortecedores Passivos/ Isolação da base Isolação da base
(absorção de energia)
Piso da Bateria/UPS versus composição do Concreto protendido Concreto Leve Fundido no Plataforma de aço e Plataforma de aço e
edifício. Pisos de concreto mais difíceis de local Enchimento Enchimento
aumentar para cargas intensas. As estruturas
de metal com plataforma de metal e
enchimento apresentam facilidade de
expansão.
Plataforma de metal e Enchimento/ Concreto Concreto protendido Concreto Leve Fundido no Plataforma de aço e Plataforma de aço e
protendido / Lajes Fundidas no local tipo Leve local Enchimento Enchimento
apresentam maior dificuldade para instalação
de fixações

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Tabela 10: Guia de referencia de classificação de camada (elétrico)


CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4
ELÉTRICO
Geral
Numero de Vias de Distribuição 1 1 1 ativa e 1 passiva 2 ativas
Entrada da empresas pública de energia Alimentação simples Alimentação simples Alimentação dupla (600 volts Alimentação dupla (600 volts
ou mais) ou mais) de diferentes
subestações da empresa
pública de energia
Sistema permite manutenção simultânea não não sim sim
Cabos de alimentação de Equipamento de Cabo simples alimentado Cabo duplo Alimentado com Cabo duplo Alimentado com Cabo duplo Alimentado com
Informática e Telecomunicações com 100% de capacidade 100% da capacidade em 100% da capacidade em 100% da capacidade em
cada cabo cada cabo cada cabo
Todo o equipamento do sistema elétrico Sim Sim Sim Sim
etiquetado com certificação de laboratório de
teste terceirizado
Pontos simples de falha Um ou mais pontos únicos de Um ou mais pontos únicos de Nem um único ponto de falha Nem um único ponto de falha
falha para sistemas de falha para sistemas de para sistemas de distribuição para sistemas de distribuição
distribuição servindo distribuição servindo servindo equipamento servindo equipamento
equipamento elétrico ou equipamento elétrico ou elétrico ou sistemas elétrico ou sistemas
sistemas mecânicos sistemas mecânicos mecânicos mecânicos
Transferência de Sistema de Carga Crítica Comutador de Transferência Comutador de Transferência Comutador de Transferência Comutador de Transferência
Automática (ATS) com Automática (ATS) com Automática (ATS) com Automática (ATS) com
função de derivação de função de derivação de função de derivação de função de derivação de
manutenção para atender o manutenção para atender o manutenção para atender o manutenção para atender o
comutador com interrupção comutador com interrupção comutador com interrupção comutador com interrupção
de energia, mudança de energia, mudança de energia, mudança de energia, mudança
automática da empresa automática da empresa automática da empresa automática da empresa
pública de energia para pública de energia para pública de energia para pública de energia para
gerador quando ocorrer falta gerador quando ocorrer falta gerador quando ocorrer falta gerador quando ocorrer falta
de energia de energia de energia de energia
Quadro de Comando local Nenhuma Nenhuma Disjuntores de abertura livre Disjuntores de abertura livre
fixos ou disjuntores moldados removíveis ou disjuntores
em caixa fixos. moldados em caixa
Intertravamento mecânico removíveis. Intertravamento
dos disjuntores. Qualquer mecânico dos disjuntores.
quadro de comando no Qualquer quadro de comando
sistema de distribuição pode no sistema de distribuição
ser desligado para pode ser desligado para
manutenção com derivações manutenção com derivações
sem queda da carga crítica sem queda da carga crítica
Geradores corretamente dimensionados de Sim Sim Sim Sim
acordo com a capacidade de UPS instalada

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Capacidade de Combustível do Gerador (com 8 horas (não é necessário 24 horas 72 horas 96 horas
plena carga) gerador se a UPS tem 8
minutos de tempo de backup)
UPS
Redundância da UPS N N+1 N+1 2N
Topologia da UPS Modulo Simples ou Módulos Modulo Simples ou Módulos Módulos redundantes Módulos redundantes
paralelos não redundantes paralelos não redundantes paralelos ou Módulos paralelos ou Módulos
Redundantes distribuídos ou Redundantes distribuídos ou
Sistema de Bloco redundante Sistema de Bloco redundante
Característica de derivação de manutenção de Energia da derivação retirada Energia da derivação retirada Energia da derivação retirada Energia da derivação retirada
UPS das mesmas alimentações de das mesmas alimentações de das mesmas alimentações de do sistema UPS de reserva
empresa pública de energia e empresa pública de energia e empresa pública de energia e que é energizado de um
módulos UPS módulos UPS módulos UPS barramento diferente do
utilizado para o sistema UPS
Distribuição de Energia de UPS – nível de Nível de tensão 120/208V até Nível de tensão 120/208V até Nível de tensão 120/208V até Nível de tensão 120/208V até
tensão 1440 kVA e 480V para 1440 kVA e 480V para 1440 kVA e 480V para 1440 kVA e 480V para
cargas maiores do que 1440 cargas maiores do que 1440 cargas maiores do que 1440 cargas maiores do que 1440
kVA kVA kVA kVA
Distribuição de Energia de UPS – painéis Painéis incorporando Painéis incorporando Painéis incorporando Painéis incorporando
disjuntores de trip termo- disjuntores de trip termo- disjuntores de trip termo- disjuntores de trip termo-
magnético padrão magnético padrão magnético padrão magnético padrão
PDUs alimenta todos os equipamentos de Não Não Sim SIm
informática e telecomunicações
Transformadores de fator K instalados nas Sim, mas não necessário se Sim, mas não necessário se Sim, mas não necessário se Sim, mas não necessário se
PDUs for utilizado transformadores for utilizado transformadores for utilizado transformadores for utilizado transformadores
de eliminação de harmônicos de eliminação de harmônicos de eliminação de harmônicos de eliminação de harmônicos
Sincronização de barramento de carga (LBS) Não Não Sim SIm
Componentes redundantes (UPS) Projeto de UPS estática Projeto de UPS estática ou Projeto de UPS estática ou Projeto de UPS estática ou
rotativa. Conversores de rotativa. rotativa ou híbrida.
conjunto M-G rotativo Conversores estático
UPS em painel de distribuição separado do Não Não Sim SIm
equipamento de informática e
telecomunicações
Aterramento
Sistema de proteção contra raios Baseado na análise de risco Baseado na análise de risco Sim Sim
conforme NFPA 780 e conforme NFPA 780 e
exigências de seguro exigências de seguro
Aterramentos da entrada de serviço e Sim Sim Sim Sim
aterramento de geradores totalmente em
concordância com a NEC

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Luminárias (277v) com neutro isolado da Sim Sim Sim Sim
entrada de serviço derivado do transformador
de iluminação para isolação de falha de terra
Infra-estrutura de aterramento do data center Não exigido Não exigido Sim Sim
na sala de informática
Sistema de Desligamento de Emergência da Sim
Sala de Informática
Ativado pelo Desligamento de Emergência Sim Sim Sim Sim
(EPO) nas saídas e desligamento do sistema
de informativa
Ativação do sistema de alarme de incêndio da Não Não Não Sim
segunda zona com desligamento e
Desligamento de Emergência (EPO) manual
O controle master desconecta as baterias e Não Não Não Sim
libera supressor a partir de uma estação
atendida 24 horas/ 7 dias
Sistela de Desligamento de Emergência
(EPO) de Sala de Bateria
Ativado pelos botões de Desligamento de Sim Sim Sim Sim
Emergência (EPO) nas saídas com liberação
manual de supressor
Liberação de supressor do sistema de zona Sim Sim Sim Sim
única após desligamento do Desligamento de
Emergência (EPO)
Ativação do sistema de alarme de incêndio da Não Não Sim Sim
segunda zona. Desconecta as baterias da
primeira zona com liberação de supressor na
segunda zona
O controle master desconecta as baterias e Não Não Sim Sim
libera supressor a partir de uma estação
atendida de 24 horas/ 7 dias
Sistemas de Desligamento de Emergência
(EPO)
Desligamento das tomadas de energia de UPS Sim Sim Sim Sim
na área de sala de informática
Desligamento da energia AC para CRACs e Sim Sim Sim Sim
resfriadores
Em concordância comn regulamento local (por Sim Sim Sim Sim
exemplo, sistemas separados para UPS e
HVAC)

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Monitoramento do Sistema
Mostrado localmente na UPS Sim Sim Sim Sim
Monitoramento de central de energia e Não Não Sim Sim
ambiental e sistema de controle (PEMCS) com
console de engenharia remoto e manual
sobrepõe a todos os controles e pontos de
ajuste automáticos
Interface dom BMS Não Não Sim Sim
Controle Remoto Não Não Não Sim
Mensagem de texto automático para Pager do Não Não Não Sim
Engenheiro de Serviço
Configuração da bateria
Banco de baterias comuns para todos os Sim Não Não Não
módulos
Um banco de baterias por módulo Não Sim Sim Sim
Tempo mínimo de Standby de Carga Total 5 minutos 10 minutos 15 minutos 15 minutos
Tipo de bateria chumbo-ácido regulada por chumbo-ácido regulada por chumbo-ácido regulada por chumbo-ácido regulada por
válvula (VRLA)ou eletrólito válvula (VRLA)ou eletrólito válvula (VRLA)ou eletrólito válvula (VRLA)ou eletrólito
liquido liquido liquido liquido
Baterias do tipo de eletrólito líquido
Montagem Racks ou gabinetes Racks ou gabinetes Racks abertos Racks abertos
Placas envolvidas Não Sim Sim Sim
Instalado retentor de respingo de ácido Sim Sim Sim Sim
Teste de carga total da bateria/ Programação A cada dois anos A cada dois anos A cada dois anos A cada dois anos ou
de inspeção anualmente
Sala de Bateria
Separada da UPS/ Sala de Equipamento de Não Sim Sim Sim
Quadro de comando
Bancos de baterias individuais isolados um do Não Sim Sim Sim
outro
Visor resistente a quebra na Sala de Bateria Não Não Não Sim
Desconexão da bateria do lado externo da Sim Sim Sim Sim
Sala de bateria
Sistema de monitoramento de bateria Auto-monitoramento da UPS Auto-monitoramento da UPS Auto-monitoramento da UPS Sistema automatizado
centralizado para verificar
temperatura, tensão e
impedância de cada celula

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Recintos do sistema UPS rotativo (com
geradores diesel)
Unidades em recintos separados por paredes Não Não Sim Sim
com classificação de incêndio
Tanques de combustível do lado externo Não Não Sim Sim
Tanques de combustível na mesma sala das Sim Sim Não Não
unidades
Sistema de Gerador de Emergência
Dimensionamento do Gerador Dimensionado para sistema Dimensionado para sistema Dimensionado para sistema Carga total do edifício +
de informática e de informática e de informática e sobressalente
telecomunicações telecomunicações telecomunicações
somente elétrico e mecânico somente elétrico e mecânico somente elétrico e mecânico
+ 1 sobressalente
Gerador em barramento único Sim Sim Sim Sim
Gerador único por sistema com (1) gerador Não Sim Sim Sim
sobressalente
Proteção de falha de terra de 83 pés individual Não Sim Sim Sim
para cada gerador
Banco de Carga para Teste
Teste somente dos módulos UPS Sim Sim Sim Sim
Teste somente dos geradores Sim Sim Sim Sim
Teste de ambos, módulos UPS e geradores Não Não Não Sim
Quadro de comando de UPS Não Não Não Sim
Instalado permanentemente Não - alugado Não - alugado Não - alugado Sim
Manutenção do Equipamento
Equipe de manutenção No local somente no turno do No local somente no turno do No local 24 horas Segunda a No local 24 horas/ 7 dias
dia – chamada em outras dia – chamada em outras Sexta– chamada em fins de
horas horas semana
Manutenção Preventiva Nenhuma Nenhuma Programa de manutenção Programa de manutenção
preventiva limitado preventiva abrangente
Programas de Treinamento da Instalação Nenhuma Nenhuma Programa de treinamento Programa de treinamento
abrangente abrangente incluindo
procedimentos de operação
manual se for necessário
para derivar o sistema de
controle

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Tabela 11: Guia de referencia de classificação de camada (mecânico)


CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4
MECÂNICO
Geral
Roteamento da tubulação de água ou esgoto Permitido mas não Permitido mas não Não permitido Não permitido
não associada ao equipamento do data center recomendado recomendado
nas áreas do data center
Pressão positiva na sala de informática e áreas Sem exigência Sim Sim Sim
associadas em relação às áreas externas e
não da sala de informática
Ralos do piso na sala de informática para Sim Sim Sim Sim
drenar água condensada, água do fluxo do
umidificador e água de descarga dos sprinklers
Sistemas mecânicos no gerador de Sem exigência Sim Sim Sim
emergência
Sistema de Água Resfriada
Unidades de condicionamento de ar do Unidades de ar condicionado Uma unidade de ar Quantidade de Unidades de Quantidade de Unidades de
terminal interno não redundantes condicionado redundante por Ar condicionado suficientes Ar condicionado suficientes
área crítica para manter área crítica para manter área crítica
durante perda de uma fonte durante perda de uma fonte
de energia elétrica de energia elétrica
Controle de umidade para a Sala de Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida
Informática
Serviços elétricos para equipamento mecânico Via única de energia elétrica Via única de energia elétrica Múltiplas vias de energia Vias múltiplas de energia
para equipamento de ar para equipamento de ar elétrica para equipamento de elétrica para equipamento de
condicionado condicionado ar condicionado. Conectadas ar condicionado. Conectadas
em padrão de tabuleiro de em padrão de tabuleiro de
xadrez para redundância de xadrez para redundância de
resfriamento resfriamento
Dissipação de Calor
Resfriadores a seco (onde aplicável) Resfriadores secos não Um resfriador a seco Quantidade de resfriadores a Quantidade de resfriadores a
redundantes redundante por sistema seco suficientes para manter seco suficientes para manter
área crítica durante perda de área crítica durante perda de
uma fonte de energia elétrica uma fonte de energia elétrica
Resfriadores de fluido de circuito fechado Resfriadores a fluido não Um resfriador a fluido Quantidade de resfriadores a Quantidade de resfriadores a
(onde aplicável) redundantes redundante por sistema seco suficientes para manter seco suficientes para manter
área crítica durante perda de área crítica durante perda de
uma fonte de energia elétrica uma fonte de energia elétrica
Bombas de circulação Bombas de água do Uma bomba de água do Quantidade de bombas de Quantidade de bombas de
condensador não condensador redundante água do condensador água do condensador
redundantes para cada sistema suficientes para manter área suficientes para manter área
crítica durante perda de uma crítica durante perda de uma
fonte de energia elétrica fonte de energia elétrica

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CAMADA 1 CAMADA 2 CAMADA 3 CAMADA 4


Sistema de tubulação Sistema de água do Sistema de água do Sistema de água do Sistema de água do
condensador de via única condensador de via única condensador de via dupla condensador de via dupla
Sistema de Água Resfriada
Unidades de condicionamento de ar do Unidades de ar condicionado Uma unidade de ar Quantidade de Unidades de Quantidade de Unidades de
terminal interno não redundantes condicionado redundante por Ar condicionado suficientes Ar condicionado suficientes
área crítica para manter área crítica para manter área crítica
durante perda de uma fonte durante perda de uma fonte
de energia elétrica de energia elétrica
Controle de umidade para a Sala de Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida
Informática
Serviços elétricos para equipamento mecânico Via única de energia elétrica Via única de energia elétrica Vias múltiplas de energia Vias múltiplas de energia
para equipamento de ar para equipamento de ar elétrica para equipamento de elétrica para equipamento de
condicionado condicionado ar condicionado ar condicionado.
Dissipação de Calor
Sistema de tubulação de água resfriada Nenhuma bomba redundante Uma bomba redundante de Quantidade de bombas de Quantidade de bombas de
de água resfriada água resfriada por sistema água resfriada suficientes água resfriada suficientes
para manter área crítica para manter área crítica
durante perda de uma fonte durante perda de uma fonte
de energia elétrica de energia elétrica
Resfriadores de ar resfriado Nenhum resfriador Um resfriador redundante por Quantidade de bombas de Quantidade de bombas de
redundante sistema água resfriada suficientes água resfriada suficientes
para manter área crítica para manter área crítica
durante perda de uma fonte durante perda de uma fonte
de energia elétrica de energia elétrica
Resfriadores de água resfriada Nenhum resfriador Um resfriador redundante por Quantidade de resfriadores Quantidade de resfriadores
redundante sistema suficientes para manter área suficientes para manter área
crítica durante perda de uma crítica durante perda de uma
fonte de energia elétrica fonte de energia elétrica
Torres de Resfriamento Nenhuma torre de Uma torre de resfriamento Quantidade de torres de Quantidade de torres de
resfriamento redundante redundante por sistema resfriamento suficientes para resfriamento suficientes para
manter área crítica durante manter área crítica durante
perda de uma fonte de perda de uma fonte de
energia elétrica energia elétrica
Bombas de água do condensador Nenhuma bomba de água do Uma bomba de água do Quantidade de bombas de Quantidade de bombas de
condensador redundante condensador redundante por água do condensador água do condensador
sistema suficientes para manter área suficientes para manter área
crítica durante perda de uma crítica durante perda de uma
fonte de energia elétrica fonte de energia elétrica
Sistema de tubulação de água do condensador Sistema de água do Sistema de água do Sistema de água do Sistema de água do
condensador de via única condensador de via única condensador de via dupla condensador de via dupla

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Sistema de Ar Resfriado
Unidades de condicionamento de ar do Unidades de ar condicionado Uma unidade de ar Quantidade de Unidades de Quantidade de Unidades de
terminal interno não redundantes condicionado redundante por Ar condicionado suficientes Ar condicionado suficientes
área crítica para manter área crítica para manter área crítica
durante perda de uma fonte durante perda de uma fonte
de energia elétrica de energia elétrica
Serviços elétricos para equipamento mecânico Via única de energia elétrica Via única de energia elétrica Vias múltiplas de energia Vias múltiplas de energia
para equipamento de ar para equipamento de ar elétrica para equipamento de elétrica para equipamento de
condicionado condicionado ar condicionado ar condicionado.
Controle de umidade para a Sala de Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida Umidificação fornecida
Informática
Sistema de Controle de HVAC
Sistema de controle do HVAC A falha do sistema de A falha do sistema de A falha do sistema de A falha do sistema de
controle irá interromper o controle irá interromper o controle irá interromper o controle irá interromper o
resfriamento para áreas resfriamento para áreas resfriamento para áreas resfriamento para áreas
críticas críticas críticas críticas
Fonte de energia para o Sistema de controle Via única de energia elétrica Energia elétrica da UPS, Energia elétrica da UPS, Energia elétrica da UPS,
do HVAC para o sistema de controle do redundante, para o redundante, para o redundante, para o
HVAC equipamento de Ar equipamento de Ar equipamento de Ar
condicionado condicionado condicionado
Tubulação (para dissipação de calor de
água resfriada)
Duas fontes de água de reposição Fonte de água única, sem Fonte dupla de água, ou uma Fonte dupla de água, ou uma Fonte dupla de água, ou uma
armazenamento de suporte fonte + armazenamento local fonte + armazenamento local fonte + armazenamento local
no local
Pontos de conexão para Sistema de Água do Ponto único de conexão Ponto único de conexão Dois pontos de conexão Dois pontos de conexão
condensador
Sistema de Óleo combustível
Tanques de armazenamento a granel Tanque de armazenamento Múltiplos Tanques de Múltiplos Tanques de Múltiplos Tanques de
único armazenamento armazenamento armazenamento
Bombas e tubulação do tanque de Bomba simples e/ou Bomba múltiplas, múltiplas Bomba múltiplas, múltiplas Bomba múltiplas, múltiplas
armazenamento tubulação de fornecimento tubulações de fornecimento tubulações de fornecimento tubulações de fornecimento
Extinção de Incêndio
Sistema de detecção de incêndio Não Sim Sim Sim
Sistema de sprinkler de incêndio Quando exigido Pré-action (quando exigido) Pré-action (quando exigido) Pré-action (quando exigido)
Sistema de supressão a gás não não Agentes de limpeza Agentes de limpeza
relacionados na NFPA 2001 relacionados na NFPA 2001
Sistema de detecção de fumaça de Alerta não Sim Sim Sim
Antecipado
Sistema de detecção de vazamento de água não Sim Sim Sim

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ANEXO H (INFORMATIVO) EXEMPLOS DE PROJETO DE DATA CENTER


Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

H.1 Exemplo de projeto de pequeno data center

Um exemplo de layout para um pequeno data center é mostrado abaixo. Este é um exemplo de um data
center que é pequeno o suficiente para ser apoiado por uma área de distribuição principal e nenhuma
área de distribuição horizontal.

Figura 20: Layout de Sala de Informática mostrando corredores “quentes” e “frios”

Esta sala de computador é de aproximadamente 1920 pés quadrados. Ela possui 73 gabinetes de
servidor em áreas de distribuição de equipamento (EDAs) e seis racks de 19 polegadas na área de
distribuição principal (MDA). Os seis racks MDA são os seis “RACKS DE COMUTADOR E RACKS DE
LIGAÇÃO” na parte inferior do desenho. Não foi necessário colocar o MDA no centro da sala de
informática porque as limitações de distância não foram problema. Contudo, os comprimentos dos cabos
e congestionamento dos cabos nos corredores perpendiculares aos corredores dos gabinetes foram ao
invés reduzidos colocando o MDA no centro da sala.

O MDA suporta o HC para o cabeamento horizontal aos EDAs. No data center com alta densidade de
cabeamento para gabinetes de equipamentos provavelmente seria necessário ter áreas de distribuição
horizontal (HDAs) para minimizar o congestionamento de cabo próximo ao MDA.

A fila de gabinetes e racks estão paralelas à direção do fluxo de ar sob o piso criado pelas unidades de
Condicionamento de Ar da Sala de Informática (CRAC). Cada CRAC está localizado em frente aos
corredores “quentes” para permitir retorno de ar mais eficiente para cada unidade de CRAC.

Os gabinetes de servidores estão organizados para formar corredores “quentes” e “frios” alternados.

Os cabos de comunicação correm em bandejas de fios (cestos) na área de corredor “quente”. Os cabos
de energia estão correndo sob o piso de aceso nos corredores “frios.

A sala de informática é separada do Centro de Operações de Rede (NOC não é mostrado) para controle
de acesso e contaminação.

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H.2 Exemplo de projeto de Data Center Corporativo

O exemplo seguinte é para um data center de Internet ou hosting de web utilizado para alojar
equipamento de informática e telecomunicações para múltiplos web sites corporativos.
2 2
O data center corporativo neste exemplo possui dois pisos de aproximadamente 4,140 m (44.500 ft )
cada. Este data center é um exemplo de data center com várias áreas de distribuição horizontal, cada
uma delas diferenciada pelo tipo de sistemas que suportam. Devido à densidade de cabeamento para os
servidores baseados em computador pessoal, estes sistemas são servidos por duas áreas de distribuição
horizontal (HDAs), cada uma suportando somente 24 gabinetes de servidores. Estão planejadas sete
áreas de distribuição horizontal adicionais para apoiar gabinetes de servidores adicionais. Desta forma, as
áreas de distribuição horizontal podem ser necessárias não somente para áreas funcionais diferentes,
mas também para minimizar a congestão de cabos no HDA. Cada HDA foi projetada para suportar um
máximo de 2.000 cabos 4 pares de categoria 6.

O 1º andar inclui as salas elétricas, salas mecânicas, salas de armazenamento, plataforma de carga, sala
de segurança, área de recepção, centro de operações e sala de entrada.

A sala de informática é no 2º andar e está inteiramente em piso de acesso. Todo o cabeamento de


telecomunicações está correndo sob a área do piso de acesso em bandejas de cabo cestas de arame.
Em alguns locais onde o volume de cabos é o maior e onde eles não impedem o fluxo de ar, as bandeja
de cabo são instaladas em duas camadas. O desenho abaixo mostra a sala de informática do 2º andar
com bandejas de cabo.

Figura 21: Exemplo para data center corporativo

O cabeamento de telecomunicações está instalado nos corredores “quentes” atrás dos gabinetes do
servidor. O cabeamento elétrico está instalado nos corredores “frios” em frente dos gabinetes do servidor.

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O cabeamento de telecomunicações e elétrico acompanham os corredores principais na direção


leste/oeste, mas seguem canaletas separados para manter a separação de cabeamento de energia e
telecomunicações.

Os locais da sala de entrada do 1º andar e MDA no 2º andar estão cuidadosamente posicionados de


forma que os circuitos T-1 e T-3 possam ser terminados no equipamento em qualquer local da sala de
informática,

Os gabinetes para os servidores montados em racks têm cabeamento padronizados que incluem fibras
multímodo e UTP categoria 6. A administração é desta forma simplificada se os gabinetes possuem uma
configuração de cabeamento padrão.

Neste data center, devido à variedade muito grande de cabeamento para sistemas apoiados no piso, não
foi possível desenvolver uma configuração padronizada para tomadas de zonas.

H.3 Exemplo de projeto de data center de Internet

O data center de Internet neste exemplo tem um piso de aproximadamente 9.500 m2 (102.000 ft2) com
uma sala de computador de cerca de 6400 m2 (69.000 ft2). É um exemplo de um data center onde as
áreas de distribuição horizontal estão diferenciadas primariamente pela area atendida e não pelo tipo de
sistemas que ela suporta. O desenho abaixo mostra a planta do piso do data center com bandeja de
cabos. Os racks MDA e HDA são mostrados, mas os racks e gabinetes do cliente não são.

ARMAZENA-
MENTO 1

CORREDOR
ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO ESCRITÓRIO HALL
SEG.
CORREDOR WC
WC
EESCRIT.
SALA DE
ESCRITÓRIO

EESCRIT. EESCRIT EESCRIT.


CONFER. ABERTO EESCRIT.

PÁTIO DESPACHO
INTERNO RECEPÇAO
ESCRITÓRIO
CORREDOR

PÁTIO
EESCRIT ABERTO

PLATAFORMA

REFEITÓRIO
COINFER.

MULHER
SALA

COZINHA SERVIÇO
CORREDOR
HOMEM
ESCRITÓRIO
COINFERENCIA ESCRIT.
SALA

ARMAZENA-
MENTO 2

Figura 22: Exemplo de data center para Internet

A área de distribuição principal (MDA) incorpora a função de sala de entrada e a conexão principal. Ela
acomoda 50 racks de provedores de acesso e 20 racks para as áreas de conexão cruzada. Esta sala é
apoiada por duas PDUs, duas unidades de condicionamento de ar dedicadas e está no piso de acesso. A
MDA é usa sala dedicada com uma entrada separada que permite acesso e que os provedores de acesso
trabalhem nesta sala sem entrar nas áreas dos clientes na sala de informática principal. Os locais da MDA

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e HDAs foram planejados para garantir que os comprimentos de circuito para os circuitos T-1 e T-3 não
sejam superados para os circuitos a qualquer rack na sala de informática.

As bibliotecas de fita automáticas, servidores de armazenamento e equipamento de controle para serviços


e armazenamento estão em uma sala de SAN dedicada adjacente a MDA. Este equipamento é fornecido
e administrado por terceiros, não pelo proprietário do data center. Uma sala separada para este
equipamento permite aos provedores de serviço de armazenamento gerenciarem seu equipamento sem
entra na sala de informática principal.

A área da sala de informática tem 4.300 racks de clientes. A área do cliente é apoiada por seis áreas de
distribuição horizontal (HDAs) para limitar o volume de cabo nas bandejas de cabo sob o piso. Cada HDA
suporta aproximadamente 2000 conexões de pares de cobre. Estas HDAs estão no centro da área que
elas atendem para minimizar comprimentos de cabos. Contudo, cabeamento adicional pode ser
direcionado para o rack do cliente conforme necessário.

O cabeamento de telecomunicações para as áreas de armazenamento e suporte a leste da área da sala


de informática são apoiadas a partir desta MDA. O cabeamento de telecomunicações para os escritórios a
oeste da sala de informática são apoiados pela sala de telecomunicações (TR).

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ANEXO I (INFORMATIVO) BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS


Este anexo é somente informativo e não faz parte da Norma.

Este anexo contém informações dos documentos que estão relacionados para ou existem referencias
neste documento. Muitos dos documentos estão impressos e distribuídos e mantidos pelas organizações
de normalização internacionais. Estes documentos podem ser obtidos através de contato com os corpos
de padronização associados ou representantes designados. O código elétrico aplicável nos Estados
Unidos é o National Electrical Code.

ANSI/IEEE C2-1997, National Electrical Safety Code

ANSI/NFPA 70-2002, National Electrical Code

ANSI/NFPA 75-2003, Standard for the protection of information technology equipment

ANSI T1.336, Engineering requirements for a universal telecommunications frame.

ANSI/TIA/EIA-568-B.1-2001, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard

ANSI/TIA/EIA-568-B.2-2001, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard: Part 2:


Balanced Twisted-Pair Cabling Components.

ANSI/TIA/EIA-568-B.3-2000, Optical Fiber Cabling Components

ANSI/TIA-569-A-1998, Commercial Building Standard for Telecommunications Canaletas and Spaces

ANSI/TIA/EIA-606-A-2002, Administration Standard for the Telecommunications Infrastructure of


Commercial Buildings

ANSI/TIA/EIA-J-STD-607-2001, Commercial Building Grounding (Earthing) and Bonding Requirements for


Telecommunications

ANSI/TIA-758-1999, Customer-owned Outside Plant Telecommunications Cabling Standard

ASHRAE, Thermal Guidelines for Data Processing Environments

ASTM B539-90, Measuring Contact Resistance of Electrical Connections (Static Contacts)

BICSI Telecommunications Distribution Methods Manual

BICSI Cabling Installation Manual

BICSI Customer-owned Outside Plant Methods Manual

BOMA – Building Owners Management Association, International – Codes & Issues, July 2000

CABA - Continental Automated Buildings Association, Federal Communications Commission (FCC)


Washington D.C., "The Code of Federal Regulations, FCC 47 CFR 68"

Federal Telecommunications Recommendation 1090-1997, Commercial Building Telecommunications


Cabling Standard, by National Communications System (NCS)

IBC, International Building Code

ICC, International Code Council

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IEEE Std 142, Recommended Practice for Grounding of Industrial and Commercial Power Systems.

IEEE Std 446, Recommended Practice for Emergency and Standby Power Systems for Industrial and
Commercial Applications

IEEE Std 1100, Recommended Practice for Powering and Grounding Electronic Equipment

IEEE 802.3-2002 (also known as ANSI/IEEE Std 802.3-2002 or ISO 8802-3: 2002 (E), Carrier Sense
Multiple Access with Collision Detection (CSMA/CD) Access Method and Physical Layer Specifications

IEEE 802.4-1990, Standard for Local Area Network Token Passing Bus Access Method, Physical Layer
Specification

IEEE 802.5-1998, Token Ring Access Method and Physical Layer Specifications

IEEE 802.7-1989 (R1997) IEEE Recommended Practices for Broadband Local Area Networks (ANSI)

IEEE Standard 518-1982, Guide for the installation of electrical equipment to minimize electrical noise to
controllers of external sources

IFMA – International Facility Management Association - Ergonomics for Facility Managers, June 2000

NFPA 72,National Fire Alarm Code, 1999

NEC, National Electrical Code, article 725, Class 1, Class 2 and Class 3 Remote-Control, Signaling and
Power-Limited Circuits.

NEC, National Electrical Code, article 760, Fire Alarm System.

NEMA VE 2-2001, cable tray installation guidelines

Society of Cable Television Engineers, Inc., Document #IPS-SP-001, Flexible RF Coaxial Drop cable
Specification

TIA/EIA TSB-31-B, FCC 47 CFR 68, Rationale and Measurement Guidelines

ANSI/TIA/EIA-485-A-1998, Electrical Characteristics of Generators and Receivers for Use in Balanced


Digital Multipoint Systems

TIA/EIA-TSB89-1998, Application Guidelines for TIA/EIA-485-A

UL 444/CSA-C22.2 No. 214-94, Communications Cables

The Uptime Institute White Paper, Alternating Cold and Hot Aisles Provides More Reliable Cooling for
Server Farms

The Uptime Institute White Paper, Industry Standard Tier Classifications Define Site Infrastructure
Performance

The Uptime Institute White Paper, Fault-Tolerant Power Compliance Specification

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As organizações relacionadas abaixo podem ser consultadas para a obtenção da informação de


referencia.

ANSI
American National Standards Institute (ANSI )
11 W 42 St.
New York, NY 1 0032
USA
(212) 642-4900
www.ansi.org

American Society of Heating, Refrigeration and Air conditioning Engineers (ASHRAE)


1791 Tullie Circle, NE
Atlanta, GA 30329
1-800-527-4723
(404) 636-8400
www.ashrae.org

ASTM
American Society for Testing and Materials (ASTM)
100 Barr Harbor Drive
West Conshohocken, PA 19428-2959
USA
(610) 832-9500
www.astm.org

BICSI
Building Industry Consulting Service International (BICSI)
8610 Hidden River Parkway
Tampa, FL 33637-1000
USA
(800) 242-7405
www.bicsi.org

CSA
Canadian Standards Association International (CSA)
178 Rexdale Blvd.
Etobicoke, (Toronto), Ontario
Canada M9W 1 R3
(416) 747-4000
www.csa-international.org

EIA
Electronic Industries Alliance (EIA)
2500 Wilson Blvd., Suite 400
Arlington, VA 22201-3836
USA
(703) 907-7500
www.eia.org

FCC
Federal Communications Commission (FCC)
Washington, DC 20554
USA
(301) 725-1585
www.fcc.org

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Federal and Military Specifications


National Communications System (NCS)
Technology and Standards Division
701 South Court House Road Arlington, VA 22204-2198
USA
(703) 607-6200
www.ncs.gov
HTU UTH

International Code Council (ICC)


International Building Code (IBC)
5203 Leesburg Pike, Suite 600
Falls Church, VA 22041
703-931-4533
www.iccsafe.org
HTU UTH

SP-3-0092 (to become TIA/EIA–942)

I EC
International Electrotechnical Commission (I EC)
Sales Department
PO Box 1 31
3 rue de Varem be
1211 Geneva 20
Switzerland
+41 22 919 02 1 1
www.iec.ch
HTU UTH

IEEE
The Institute of Electrical and Electronic Engineers, Inc (IEEE)
IEEE Service Center
445 Hoes Ln., PO Box 1331
Piscataway, NJ 08855-1331
USA
(732) 981-0060
www.ieee.org
HTU UTH

IPC
The Institute for Interconnecting and Packaging Electronic Circuits
2215 Sanders Rd.
Northbrook, IL 60062-6135
USA
(847) 509-9700
www.ipc.org
HTU UTH

ISO
International Organization for Standardization (ISO)
1, Rue de Varem be
Case Postale 56
CH-1211 Geneva 20
Switzerland
+41 22 74 901 1 1
www.iso.ch
HTU UTH

NEMA
National Electrical Manufacturers Association (NEMA)
1300 N. 17th Street, Suite 1847
Rosslyn, VA 22209
USA
(703) 841-3200
www.nema.org
HTU UTH

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NFPA
National Fire Protection Association (NFPA)
Batterymarch Park
Quincy, MA 02269-9101
USA
(617) 770-3000
www.nfpa.org
HTU UTH

SCTE
Society of Cable Telecommunications Engineers (SCTE)
140 Philips Rd.
Exton, PA 19341-1318
USA
(800) 542-5040
www.scte.org
HTU UTH

Telcordia Technologies (formerly; Bellcore)


Telcordia Technologies Customer Service
8 Corporate Place Room 3C-1 83
Piscataway, NJ 08854-41 57
USA
(800) 52 1 -2673
www.telcordia.com
HTU UTH

The Uptime Institute, I nc.


1347 Tano Ridge Road
Santa Fe, NM 87506
USA
(505) 986-3900
www.upsite.com
HTU UTH

TIA
Telecommunications Industry Association (TIA)
2500 Wilson Blvd., Suite 300
Arlington, VA 22201-3836
USA
(703) 907-7700
www.tiaonline.org
HTU UTH

UL
Underwriters Laboratories, Inc. (UL)
333 Pfingsten Road
Northbrook, IL 60062-2096
USA
(847) 272-8800
www.ul.com
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