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FACULDADE DE DIREITO

FILOSOFIA DO DIREITO

Documento preparado para uso exclusivo dos Estudantes do 4.º ano (Diurno) e do 5.º ano (Pós-Laboral) da Faculdade de
Direito da Universidade Eduardo Mondlane
Ano Lectivo de 2020

Os Docentes: Gil Cambule e Ivete M. Espada

1
I. INFORMAÇÕES GERAIS

A disciplina de Filosofia do Direito está integrada no Departamento de Ciências Jurídicas da Faculdade de Direito da
Universidade Eduardo Mondlane, sendo leccionada no primeiro semestre lectivo e com uma duração semestral.
No Curso Diurno, a disciplina é leccionada no 4.º ano sendo que no Curso Pós-Laboral, a mesma encontra-se integrada no 5.º
ano.
O Corpo Docente para o ano de 2019 é composto por 3 (três) docentes, a saber, Me. Gil Cambule (Regente), Me. Abílio Diole e
Me. Ivete Mafundza Espada.

II. O QUE É A DISCIPLINA e QUAIS OS SEUS OBJECTIVOS GERAIS?


A Filosofia do Direito é essencialmente uma disciplina de síntese crítica dos conhecimentos adquiridos pelo estudante ao longo
da sua formação de licenciatura em Direito. Ela empreende uma análise de cariz filosófico ao conjunto de conceitos e outros
conteúdos apreendidos pelo Estudante, permitindo a este uma visão crítica sobre o Direito e sobre a Justiça.
Ainda que tributária da filosofia, esta é uma disciplina de reflexão jurídica, sendo, por isso, leccionada sob o ponto de vista dos
cultores da ciência do Direito e não sob a perspectiva dos filósofos.
O objectivo fundamental da disciplina é propiciar ao futuro jurista um espírito crítico sobre o Direito e sobre a Justiça.
No fim da leccionação desta disciplina, o estudante deve:
- Conhecer os fundamentos filosóficos do Direito;
- Ter capacidade de análise e reflexão crítica sobre o Direito e sobre a Justiça;
- Compreender que o Direito, antes de ser uma questão técnica, é uma questão humana, baseada não só na norma,
mas também em valores e princípios enraizados na comunidade social.
- Compreender que a Justiça é o fundamento de sentido do Direito.

2
III. PLANO ANALÍTICO

Capítulos Temas Objectivos Bibliografia H H T3 Datas (ind.)


Principal A A
T1 P2
1º 1. Características da Filosofia: 1. Proceder à - TEIXEIRA, 4 1 5
A Filosofia historicidade, radicalidade, recapitulação António Braz,
universalidade, autonomia dos Filosofia do
e exigência crítica. conhecimentos Direito, pp. 5-29;
2. O problema da definição obtidos pelo - CUNHA, Paulo
da Filosofia: as várias estudante a Ferreira, Lições
aproximações ao longo da respeito da Preliminares de
história; a definição Filosofia tanto Filosofia do
etimológica da Filosofia; no nível médio Direito, pp. 7-63
3. O Objecto da Filosofia; como durante a - REALE, Miguel,
4. O Método da Filosofia; formação em Filosofia do
5. O Fim/Valor da Filosofia: A Direito; Direito, pp. 5-43
essência interrogativa, 2. Fornecer uma - MONDIN,
reflexiva e especulativa da visão geral do Battista, Curso
Filosofia; lugar da de Filosofia do

1
HAT= número de Horas de Aulas Teóricas
2
HAP= número de Horas de Aulas Práticas (Seminários)
3
T = Total de Horas

3
6. Filosofia como Disciplina Filosofia no Direito, Vol. 1,
aporética; âmbito do pp. 7-17
7. Filosofia e Ciência: a saber científico
diferença; e reflectir sobre
8. Os problemas da Filosofia: dos principais
Ontológico, Gnoseológico, problemas
Antropológico e debatidos na
Metafísico. Filosofia;
9. Críticas à legitimidade da 3. Reflectir sobre
Filosofia: o Marxismo e o as críticas
Positivismo Científico; apresentadas
contra a
legitimidade da
filosofia e sobre
as respostas a
estas mesmas
críticas
2º 1. O Direito como objecto da 1. Analisar o lugar - NADER, Paulo, 4 2 6
A Filosofia Filosofia (o conhecimento do Direito no Filosofia do
do Direito vulgar, científico e âmbito da Direito, pp. 1-41
filosófico do Direito) discussão -TROPER,
2. Noção, Método, Objecto e filosófica; Michel, A
Fim da Filosofia do Direito 2. Analisar as Filosofia do

4
3. Âmbito da Filosofia do diversas noções Direito, pp. 13-
Direito; as suas principais de filosofia do 33,
questões; Direito; - KAUFMANN,
4. A Filosofia especulativa 3. Identificar a Arthur, Filosofia
aplicada ao Direito “natureza do Direito, pp.1-
(Possibilidade, Origem e científica” ou o 29
Essência do Conhecimento lugar na ciência - REALE, Miguel,
Jurídico) ocupado pela Filosofia do
5. A Filosofia Prática aplicada Filosofia do Direito, pp. 279-
ao Direito Direito; 309
6. Filosofia do Direito: 4. Identificar e -CAMPOS, André
disciplina jurídica ou discutir os Santos, Glosas
disciplina filosófica? principais Abertas de
Filosofia do Direito dos problemas em Filosofia do
filósofos e Filosofia do sede da Direito, Um
Direito dos juristas Filosofi0a do tronco comum
7. Delimitação da Filosofia do Direito; para juristas e
Direito face a disciplinas e filósofos, pp.39-
outras expressões afins: 74
a) Filosofia do - MORRISON,
Direito e WAYNE,
Filosofia no Filosofia do
Direito; Direito – Dos

5
b) Filosofia do Gregos ao
Direito e Modernismo, pp.
Ciência 1-19;
Jurídica; - 14. CUNHA,
c) Filosofia do Paulo Ferreira
Direito e (2002) Lições
Pensamento Preliminares de
Jurídico; Filosofia do
d) Filosofia do Direito, pp.77-
Direito e 104
Teoria do -TEIXEIRA,
Direito; António Braz,
e) Filosofia do Filosofia do
Direito e Direito, pp. 29-
Sociologia 50;
Jurídica; - ALTUNA, Raul
8. Importância da Filosofia do Ruiz de Asúa,
Direito Cultura
Tradicional
Bantu,pp.255-
278
3º 1. Posição do Problema 1. Demonstrar a - TEIXEIRA, 10 1 11
O Homem Antropológico e o Direito importância do António Braz,

6
2. A relevância do problema conhecimento Filosofia do
antropológico para a da concepção Direito, pp. 111-
compreensão do Direito; do Homem 145;
3. As concepções sobre o para o - REALE, Miguel,
Homem ao longo da conhecimento Filosofia do
história do pensamento do Direito; Direito, pp. 204-
ocidental: 2. Identificar as 213;
a) O essencialismo: diversas - MONDIN,
essencialismo religioso e concepções Battista, O
essencialismo não religioso antropológicas homem, quem
b) O existencialismo: desenvolvidas ele é? Elementos
existencialismo nihilista e ao longo da de Antropologia
existencialismo hedonista história do Filosófica,
c) O humanismo: humanismo conhecimento; pp.290-306;
individualista, humanismo 3. Relacionar as - BONO, Ezio
personalista e humanismo concepções Lorenzo,
transpersonalista; antropológicas MUNTUISMO, a
4. O Homem no pensamento com o conceito ideia de
filosófico africano do Direito. «Pessoa» na
Filosofia
Africana
Contemporânea,
pp. 11-215;

7
- 29.

NGOENHA,
Severino Elias,
Filosofia
Africana – Das
Independências
às Liberdades,
Edições, pp. 67-
81;
- MARTINEZ,
Soares Filosofia
do Direito, pp.9-
43;
- MONDIN,
Battista,
Introdução à
Filosofia,
problemas,
sistemas,
autores, obras,
pp. 62-82

8
4º 1. Posição do Problema Ontológico do Construir um conceito - MARTINEZ, 12 2 14
O Ser do Direito (O que é o Direito?) filosófico do Direito a Soares, Filosofia
Direito 2. Orientações da ontologia jurídica: partir de uma do Direito,
a) O Positivismo Jurídico: abordagem pp.242-248 e
- Thomas Hobbes (1588-1679) fenomenológica das 498-499;
- Jeremy Benthan (1748-1832) várias concepções jus- - NADER, Paulo,
- John Austin (1790-1859) filosóficas apresentadas Filosofia do
- Hans Kelsen (1881-1973) ao longo da história. Direito, pp. 41-
- Síntese das teses do 57
Positivismo Jurídico - ATIENZA,
b) O Realismo Jurídico Escandinavo Manuel, O
c) A Teoria Egológica do Direito Direito como
d) A Teoria Tridimensional do Direito Argumentação,
15-79
- ATIENZA,
Manuel, O
Sentido do
Direito, pp.45-73
-REALE, Miguel,
Filosofia do
Direito, pp. 309-
343 e 479-571;
- MORRISON,

9
WAYNE,
Filosofia do
Direito – Dos
Gregos ao
Modernismo, pp.
87-121;
-TEIXEIRA,
António Braz,
Filosofia do
Direito, pp. 145-
207;
-CAMPOS, André
Santos, Glosas
Abertas de
Filosofia do
Direito, Um
tronco comum
para juristas e
filósofos,pp.22-
39;

- KAUFMANN,
Arthur (2010),

10
Filosofia do
Direito,pp.199-
289
5º 1. Direito e Moral 1. Identificar as várias - KAUFMANN, 2 2 4
O Direito e teorias à volta da Arthur, Filosofia
a Moral distinção entre o do
Direito e a Moral; Direito,pp.315-
2. Demonstrar os 337;
pontos de afastamento -CAMPOS, André
e os pontos de contacto Santos, Glosas
entre o Direito e outras Abertas de
fontes normativas; Filosofia do
Direito, Um
tronco comum
para juristas e
filósofos,pp.289-
294;
- ATIENZA,
Manuel, O
Sentido do
Direito, pp.105-
131
-TEIXEIRA,

11
António Braz,
Filosofia do
Direito, pp. 243-
252;
- NADER, Paulo,
Filosofia do
Direito, pp. 35-
36;
-REALE, Miguel,
Filosofia do
Direito, pp.385-
388 e 607-614,
614-622 e 676-
679
7º Valor do 1. O Problema Axiológico do 1. Identificar as -ATIENZA, 6 2 8
Direito Direito (Fundamento do diversas teorias Manuel, O
Direito) I – O Direito Natural sobre o Direito Direito como
a) Ideia do Direito Natural Natural; Argumentação,
b) Concepções do Direito Natural 2. Reflectir sobre pp. 51-62;
c) Críticas ao Direito Natural as críticas ao - NADER, Paulo,
Direito Natural Filosofia do
e sobre o lugar Direito, pp. 191-
do Direito 207;

12
Natural na - MORRISON,
actualidade WAYNE,
Filosofia do
Direito – Dos
Gregos ao
Modernismo, pp.
32-41 e 59-87;
-TEIXEIRA,
António Braz,
Filosofia do
Direito, pp. 257-
371;
-TROPER,
Michel, A
Filosofia do
Direito, pp. 20-
28,
-CAMPOS, André
Santos, Glosas
Abertas de
Filosofia do
Direito, Um
tronco comum

13
para juristas e
filósofos,pp.74-
184 e 239-327;
CUNHA, Paulo
Ferreira da,
Lições de
Filosofia
Jurídica,
Natureza e Arte
do Direito,
pp.11-141
- KAUFMANN,
Arthur, Filosofia
do Direito,
pp.29-81;
- KELSEN, Hans,
A Justiça e o
Direito Natural,
102-156;
- PINHEIRO
TORRES, António
Maria M.,
Considerações

14
acerca do
Direito Natural,
passim;
- CUNHA, Paulo
Ferreira, Síntese
de Filosofia do
Direito, pp. 125-
129
2. O Problema Axiológico do 1. Construir um - ATIENZA, 10 2 12
Direito (Fundamento do conceito Manuel, O
Direito)II – A Justiça filosófico do Sentido do
a) Problemática da Justiça Justiça a partir Direito, pp.197-
b) Concepções da Justiça de uma 251
c) Justiça como Igualdade abordagem - Kukathas,
fenomenológic Chandran e
a das várias PETTIT, Philip,
concepções jus- Rawls, «Uma
filosóficas teoria da
apresentadas justiça» e os
ao longo da seus críticos,
história. passim;
- KAUFMANN,
Arthur, Filosofia

15
do Direito,
pp.223-289;
- CUNHA, Paulo
Ferreira, Síntese
de Filosofia do
Direito, pp. 235-
253;
- KELSEN, Hans,
A Justiça e o
Direito Natural,
41-99;
- MARTINEZ,
Soares, Filosofia
do Direito,
pp.289-291;
-TEIXEIRA,
António Braz,
Filosofia do
Direito, pp. 371-
447;
- MORRISON,
WAYNE, Filosofia
do Direito – Dos

16
Gregos ao
Modernismo,
pp.468-474;
- NADER, Paulo,
Filosofia do
Direito, pp.67-91
38.
- REALE, Miguel,
Filosofia do
Direito, 336-343
- CUNHA, Paulo
Ferreira,
Tratado da
(In)Justiça,
passim;
-CRUZEIRO,
Celso, Direito e
Justiça, em
busca de um
novo paradigma,
passim
- 39. RAWLS,
John, Uma

17
Teoria da
Justiça, (trad.
Carlos Pinto
Correia) Editorial
Presença, 3.ª
edição, Lisboa,
1993, passim
8º 1. Justiça como sentido do Reflexão final do curso LIMA LOPES, 4 2 6
Epílogo: A Direito de Filosofia do Direito José Reinaldo,
Justiça 2. Súmula Conclusiva tendo como objectivo “A Justiça é o
como demostrar que a Justiça Sentido do
Sentido do é o elemento que Direito”
Direito confere Sentido a
qualquer
empreendimento
Jurídico

IV. Avaliação
A avaliação comportará duas componentes: periódica e contínua.
A avaliação periódica compreenderá dois testes escritos de frequência (cujas datas serão acordadas com a turma no primeiro
dia de aulas), um exame norma e um exame de recorrência.

18
A avaliação contínua considerará os trabalhos que o estudante for realizando ao longo do semestre (nomeadamente a
produção da Ficha de Leitura dos capítulos), bem como a participação nos seminários.

V. Bibliografia:
1. AAVV, O que é a Filosofia Africana, Escolar Editora, Lisboa, 2015
2. AAVV, A dinâmica do Pluralismo jurídico em Moçambique, CESAB, Maputo, 2012
3. ADAMS, David M. (1996) Philosophical Problems in the Law, 2ª Ed. Wadsworth Publishing Company London or
Madrid.
4. ALTUNA, Raul Ruiz de Asúa, Cultura Tradicional Bantu, Paulinas, 2.ª edição, 2014
5. ASCENSÃO, José de Oliveira (2003), O Direito – Introdução e Teoria Geral – Uma perspectiva luso-brasileira, 11ª
edição, Almedina, Coimbra.
6. ATIENZA, Manuel, O Direito como Argumentação, Escolar Editora, Verba Legis (trad. Manuel Poirier Braz),
Lisboa, 2014
------------------------, O Sentido do Direito, Escolar Editora (Trad. Manuel Poirier Braz), Lisboa, 2013
7. BLAUNDE, José, A Filosofia do Conhecimento Científico de Gaston Bachelard, uma urgência para a
epistemologia africana?, Imprensa Universitária, Maputo, 2018
8. BONO, Ezio Lorenzo, MUNTUISMO, a ideia de «Pessoa» na Filosofia Africana Contemporânea, Paulinas,
Maputo, 2015
9. CABRAL DE MONCADA, L., Filosofia do Direito e do Estado, Coimbra Editora, Coimbra, 1996
10. CAMPOS, André Santos, Glosas Abertas de Filosofia do Direito, Um tronco comum para juristas e filósofos, Quid
Juris, Lisboa, 2013
11. CARNELUTTI, Francesco, Metodologia do Direito, Escolar Editora, Lisboa, 2012

19
--------------------------------, Como nasce o Direito, Escolar Editora, Lisboa, 2012
12. CASTIANO, José P., Filosofia Africana: da Sagacidade à Intersubjectivação com Viegas, Editora Educar, Maputo,
2015
13. CID, Benito de Castro (2003) Problemas Básicos de Filosofia del Derecho: desarrollo sistemático, Editorial
Universitas, SA, Madrid.
14. CUNHA, Paulo Ferreira (2002) Lições Preliminares de Filosofia do Direito, 2a Edição, Almedina.
-----------------------, Síntese de Filosofia do Direito, Almedina, Coimbra, 2009
-----------------------, Lições de Filosofia Jurídica, Natureza e Arte do Direito, Almedina, Coimbra, 1999
-----------------------, Tratado da (In)Justiça, Quid Juris, Lisboa, 2008
15. CRUZEIRO, Celso, Direito e Justiça, em busca de um novo paradigma, Almedina, Coimbra, 2019 (reimpressão)
16. DESCARTE, René, O Discurso do Método, Edições 70 (trad. João Gama), Lisboa, 2008
17. ENGISCH, Karl, Introdução ao Pensamento Jurídico, Fundação Kalouste Gulbenkian (trad.), Lisboa, 10.ª edição
2008
18. LITRENTO, Oliveiros, Curso de Filosofia do Direito, 2.ª edição, Forense, Rio de Janeiro, 1984
19. LOCKE, John, Carta sobre a Tolerância, Edições 70 (trad. João da Silva Gama), 2015
20. LUNO, António-Enrique Pérez (2002) Licciones de Filosofia del Derecho – Pressupostos para uma Filosofia de la
experiência, 3ª Ediccão Mergablum, Madrid.
21. MARTINEZ, Soares Filosofia do Direito, 3ª Edição, Livraria Almedina, 2003.
---------------------------------, Textos de Filosofia do Direito, Vol. I, Almedina, Coimbra, 1993
---------------------------------, Textos de Filosofia do Direito, Vol. II, Almedina, Coimbra, 1995
22. MENEZES, Djacir, Tratado de Filosofia do Direito, Atlas, S. Paulo, 1980
23. MONDIN, Battista, Introdução à Filosofia, problemas, sistemas, autores, obras, Paulus (trad. Luiz Gaio), Lisboa,
2017 (21.ª reimpressão)

20
---------------------------------, O homem, quem ele é? Elementos de Antropologia Filosófica, Paulus, (trad. A. Leal
Ferreira e M. A. S. Ferrari), S. Paulo, 2015
---------------------------------, Curso de Filosofia do Direito, Vol. 1, (trad. Benôni Lemos) Paulus, S. Paulo, 2015
---------------------------------, Curso de Filosofia do Direito, Vol. 2, (trad. Benôni Lemos) Paulus, S. Paulo, 2015 (14.ª
reimpressão)
---------------------------------, Curso de Filosofia do Direito, Vol. 3, (trad. Benôni Lemos) Paulus, S. Paulo, 2015 (12.ª
reimpressão)
24. MORRISON, WAYNE, Filosofia do Direito – Dos Gregos ao Modernismo, Martins Fontes (trad. Jefferson Luiz
Camargo), 2006
25. MUCALE, Ergimino Pedro, AFROCENTRICIDADE, complexidade e liberdade, Paulinas, Maputo, 2013
26. MUKUMBA, Maurice M., Introdução à Filosofia Africana – passado e presente, (trad. Mário de Almeida),
Paulinas, Lisboa, 2014
27. MURCHO, Desidério, Filosofia em Directo, FFMS, Lisboa, 2011
28. NADER, Paulo, Filosofia do Direito, Editora Forense, Rio de Janeiro, 2017
29. NGOENHA, Severino Elias (1993), Filosofia Africana – Das Independências às Liberdades, Edições Paulistas-
África, Maputo
30. PINHEIRO TORRES, António Maria M., Considerações acerca do Direito Natural, 2.ª edição, Wolters
Kluwer/Coimbra Editora, Coimbra, 2010
31. KANT, Emmanuel, Metafísica dos Costume, Parte I – Princípios da Doutrina do Direito, Edições 70 (trad. Artur
Mourão), 2004
32. ----------------------- Metafísica dos Costume, Parte I – Princípios da Doutrina da Virtude, Edições 70 (trad. Artur
Mourão), 2004
33. KAUFMANN, Arthur (2010), Filosofia do Direito, 4ª edição (trad. Port.), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

21
34. KELSEN, Hans (1984), Teoria Pura do Direito, Tradução Portuguesa. 6ª Ed. Coimbra.
35. KELSEN, Hans, A Justiça e o Direito Natural, Tradução Portuguesa, Almedina,. Coimbra, 2009
36. Kukathas, Chandran e PETTIT, Philip, Rawls, «Uma teoria da justiça» e os seus críticos, Gradiva (trad. Maria
Carvalho), 2005
37. RADBRUCH, Gustav (1997) Filosofia do Direito, 6ª Edição, Coimbra Editora.
38. REALE, Miguel, Filosofia do Direito, Editora Saraiva, 20ª edição, S. Paulo, 2002
39. RAWLS, John, Uma Teoria da Justiça, (trad. Carlos Pinto Correia) Editorial Presença, 3.ª edição, Lisboa, 1993
40. REGLA, Josep Agiló, Teoria Geral das Fontes de Direito, (trad. Manuel Poirier Bras) Escolar Editora, Verba Legis,
Lisboa, 2014
41. SILVA, Germano Marques da (2009), Introdução ao Estudo do Direito, 3ª edição, Universidade Católica Editora,
Lisboa.
42. SOUSA SANTOS, Boaventura e TRINDADE, João Carlos (Coord.), Conflito e Transformação Social, uma
paisagem das justiças em Moçambique, Edições Afrontamento, 2003, Maputo
43. TEIXEIRA, António Braz, Filosofia do Direito. Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa. (1987/8)
--------------------------------, O espelho da Razão, Editora UEL, 1997
44. TEMPELS, Placide, A Filosofia Bantu, Paulinas (trad.), Águeda, 2019
45. TROPER, Michel, A Filosofia do Direito, Martins Fontes (trad. Ana Deiró), S. Paulo, 2008
46. VILLAFAÑE, Emílio Serrans (1967) Filosofia del Derecho – Direcho Natural – Concepciones Jusnaturalistas
Actuales, Editora Nacional – Espanha.
47. ZIPPELIUS, Reinhold, Filosofia do Direito, Quid Juris (trad. António Franco e António Francisco de Sousa, 2010
48. Estão disponíveis alguns textos de apoio em: direitopensado.blogspot.com

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