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MÉTODOS DE ANÁLISE

ESPACIAL POR
FOTOINTERPRETAÇÃO
MÉTODOS DE ANÁLISE ESPACIAL

Segundo Moreira (pág. 34 e 35, 2007) ressalta que a análise de alguns fatores têm sido
primordial para o sucesso da interpretação de imagens, como tais pode-se citar, a nitidez
de objetos presentes em uma imagem, a qual é bastante subjetiva, pois está relacionada
com a interpretação do profissional que está visualizando as feições vistas de topo, além
desse, existem alguns outros aspectos que influem diretamente na visibilidade, tais como:
características próprias das fotografias, como o tipo, escala e qualidade destas;
características do objeto, dentre outros.

Alguns objetos são de fácil identificação numa imagem, como estradas, casas, água e
etc. Outros necessitam de conhecimentos mais específicos, como a vegetação, por
exemplo, que necessita de suas características próprias para sua fotointerpretação correta,
tais como: suas características morfológicas, ou até mesmo aspectos quantitativos, nos
processos de fotointerpretação muitas vezes ficam dúvidas, e faz-se necessário a avaliação
de investigações de campo (controle do terreno, verificação do campo, amostras do campo
e etc.) e laboratoriais (química, física, botânica e petrográfica) MOREIRA (pág. 35, 2007).
MÉTODOS DE ANÁLISE ESPACIAL

Segundo Moreira (pág. 35, 2007) vale ainda ressaltar que para uma interpretação fidedigna
de, por exemplo, um mapa topográfico ou até mesmo um mapa temático, faz-se necessário a
elaboração correta de legendas, uma vez que essas são fundamentais para o entendimento do
Intérprete, e nesse caso, devem-se levar alguns fatores em consideração, tais como: a finalidade
do mapa em questão; a escala do mesmo; a capacidade profissional do topógrafo e do
operador; o tempo disponível para elaboração, dentre outros.

Antes de se estabelecer o método de interpretação da imagem de satélite, é necessário


realizar uma análise do material colateral, ou seja, todos os dados específicos de uma
determinada área de interesse, que contribuem para prosperar os resultados da
fotointerpretação, posteriormente, realiza-se uma fotointerpretação preliminar e uma
reinterpretação, a fim de excluir dúvidas pertinentes, estabelece-se um método para interpretar
a imagem que seja compatível com conhecimento de todos os intérpretes da equipe, para
garantir a padronização dos resultados, desta forma, pode-se adotar dois métodos de
fotointerpretação: o método comparativo e o método sistemático MOREIRA (pág. 35,
2007).
MÉTODOS DE ANÁLISE ESPACIAL

Segundo Moreira (pág. 36 e 37, 2007) o esse método ocorre


interpretação das imagens de satélite pelo sistema de chaves de
interpretação, baseado nos níveis de cores das imagens estudadas e o
método sistemático utiliza uma seqüência lógica em etapas de
fotointerpretação, a fotoleitura, fotoanálise e fotointerpretação.
MOSAICOS
AEROFOTOGRAMÉTRICOS
E FOTOÍNDICES
MOSAICO E FOTOÍNDICE

Segundo Martines (pág. 31, 2002) destaca que a fotografia


representa uma pequena porção da área recoberta, e para a
visualização do conjunto de fotografias de um mesmo levantamento,
é confeccionado os fotoíndice, que é a reunião das fotografias
individuais, nas suas posições relativas, fotografadas numa escala
reduzida, a finalidade do fotoíndice é representar a posição de
qualquer fotografia em relação as demais, e que no fotoíndice, além
da montagem das fotografias, devem ser acrescentadas informações
como a latitude e a longitude, os números de cada foto e das faixas, a
escala e a direção geográfica.
MOSAICO E FOTOÍNDICE

Segundo Martines (pág. 31, 2002) o mosaico é uma montagem


sistemática de todas as fotografias que recobrem uma área, para
confeccionar um mosaico, as fotografias são reunidas, recortadas
e coladas para formar uma vista geral da área, adquirindo a
aparência de uma única fotografia, e de acordo com a finalidade,
sendo apenas para uma configuração geral do terreno, não há
necessidade do mosaico ter precisão métrica, neste caso, é feita a
montagem procurando coincidir os detalhes comuns a duas
fotografias contíguas.
MOSAICO/EXEMPLOS

Fonte:https://www.google.com/search?q=figuras+de+mosaico+de+fotografias+aereas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=TCfa-YjRwbLevM%252Ct53-AM9UmVAemM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSrUPh2uLeX7blNP28zeOj131TR-g&sa=X&ved=2ahUKEwjU5pPM7tTsAhUQGbkGHZ5
fA7UQ9QF6BAgDECM#imgrc=TCfa-YjRwbLevM
MOSAICO/EXEMPLOS

Fonte:https://www.google.com/search?q=figuras+de+mosaico+de+fotografias+aereas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=TCfa-YjRwbLevM%252Ct53-AM9UmVAemM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSrUPh2uLeX7blNP28zeOj131TR-g&sa=X&ved=2ahUKEwjU5pPM7tTsAhUQGbkGHZ5
fA7UQ9QF6BAgDECM#imgrc=nRINp9Yu7_yoZM&imgdii=I0Qdd4uEjqs6HM
MOSAICO/EXEMPLOS

Fonte:https://www.google.com/search?q=figuras+de+mosaico+de+fotografias+aereas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=TCfa-YjRwbLevM%252Ct53-A
M9UmVAemM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSrUPh2uLeX7blNP28zeOj131TR-g&sa=X&ved=2ahUKEwjU5pPM7tTsAhUQGbkGHZ5fA7UQ9QF6BAgD
ECM#imgrc=4gQ6Nyp-VMGnjM&imgdii=T_rq-Snb5phrQM
FOTOÍNDICE/EXEMPLOS

Fonte:https://www.google.com/search?q=figuras+de+mosaico+de+fotografias+aereas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=TCfa-YjRwbLevM%252Ct53-AM9UmVAemM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSrUPh2uLeX7blNP28zeOj131TR-g&sa=X&ved=2ahUKE
wjU5pPM7tTsAhUQGbkGHZ5fA7UQ9QF6BAgDECM#imgrc=3Bghi48HlbvmLM&imgdii=p8U9J3LCKjLDEM
MOSAICO E FOTOÍNDICE

Fonte:https://www.google.com/search?q=figuras+de+mosaico+de+fotografias+aereas&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=TCfa-YjRwbLevM%252Ct53-AM9UmVAemM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSrUPh2uLeX7blNP28zeOj131TR-g&sa=X&ved=2ahUKE
wjU5pPM7tTsAhUQGbkGHZ5fA7UQ9QF6BAgDECM#imgrc=vraL6WG8vbHoUM&imgdii=Fr2Nvbc7AicvHM
CLASSIFICAÇÃO DE
IMAGENS DE
SENSORIAMENTO
REMOTO
CLASSIFICAÇÃO POR FOTOINTERPRETAÇÃO

Segundo Araújo (pág. 03, 2016) a classificação de imagens


é o processo de extração de informações em imagens para
reconhecer padrões e objetos homogêneos que são utilizados
para mapear áreas da superfície terrestre as quais
correspondam aos temas de interesse, associa cada pixel da
imagem a um “rótulo” descrevendo um objeto real, e dessa
forma, obteremos um mapa temático, o qual mostrará a
distribuição geográfica de um tema, por exemplo a vegetação
e uso da terra.
TIPOS DE CLASSIFICAÇÕES

Segundo Araújo (pág. 05, 2016) estabelece os seguintes tipos de


classificações:
Classificações Supervisionadas
Pixel a pixel
• Paralelepípedo
• Distância Máxima
• MAXVER
• MAXVER-ICM (considera a vizinhança)

Por regiões

• Bhattacharya
• ClaTex
TIPOS DE CLASSIFICAÇÕES

Segundo Araújo (pág. 05, 2016) estabelece os seguintes tipos de


classificações:
Classificações super-supervisionadas

• GEOBIA: A classificação orientada a objeto (GEOBIA)


consiste na segmentação dos objetos da imagem, delimitando
limites com regiões homogêneas.
• GEOBIA é um paradigma em evolução, com ferramentas
específicas, software, métodos, regras e linguagem, sendo cada
vez mais usado para estudos que necessitam conceituar e
formalizar conhecimentos.
TIPOS DE CLASSIFICAÇÕES

Classificações não-supervisionadas

• Classificadores "pixel a pixel": Utilizam apenas a informação espectral de cada


pixel para achar regiões homogêneas, estes classificadores podem ser separados em
métodos estatísticos (utilizam regras da teoria de probabilidade) e determinísticos
(não utilizam probabilidade).

• K-Means: O Método K-Means calcula inicialmente as classes distribuindo em


uma classe uniformemente no espaço e então aglomera classe por classe em um
processo iterativo usando a técnica de distância mínima, melhor será a classificação
quanto melhor for agrupada a nuvem de pixels, a classificação estará pronta quando
o número de iterações definido pelo usuário for concluído, ou quando for
alcançado o critério de número de pixels que mudam de classe (Change Threshold);
por exemplo, se escolhermos 5%, e, se menos de 5% dos pixels.
TIPOS DE CLASSIFICAÇÕES

• IsoData: Um dos métodos mais usados no sensoriamento remoto para esse


tipo de classificação é o IsoData, esse algoritmo identifica padrões típicos nos
níveis de cinza, esses padrões são classificados efetuando-se visitas de
reconhecimento a alguns poucos exemplos escolhidos para determinar sua
interpretação, em razão da técnica usada nesse processo, os padrões são
geralmente referidos como “clusters”.

• Classificadores por regiões: Utilizam, além de informação espectral de cada


"pixel", a informação espacial que envolve a relação com seus vizinhos,
procuram simular o comportamento de um foto- intérprete, reconhecendo áreas
homogêneas de imagens, baseados nas propriedades espectrais e espaciais de
imagens, a informação de borda é utilizada inicialmente para separar regiões e as
propriedades espaciais e espectrais irão unir áreas com mesma textura.
TIPOS DE CLASSIFICAÇÕES

• ISOSEG/AUTOMÁTICO: É um algoritmo de agrupamento


de dados não supervisionado, aplicado sobre o conjunto de
regiões, que por sua vez são caracterizadas por seus atributos
estatísticos de média, matriz de covariância, e a área.
CLASSIFICAÇÃO POR FOTOINTERPRETAÇÃO

Segundo Araújo (pág. 06, 2016) interpretar imagens é identificar


objetos nelas representados e atribuir um significado à eles
dividindo em:

• Experiência do analisador
• Conhecimento Temático
• Conhecimento de Sensoriamento Remoto
• Conhecimento da Área imageada.
PRÓXIMA AULA

• ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS TÉCNICOS;


• ORIENTAÇÃO DA ATIVIDADE AVALIATIVA.

Fonte:https://www.google.com/search?q=desenhos+de+de
tetives&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=c7FKXBbY9pLY
pM%252CkFaUFePjg0Rl5M%252C_&vet=1&usg=AI4_-
ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO
ESTRUTURA ELEMENTOS
Pré-textuais 01: Capa
02: Informações Gerais
Local da área de estudo
Profissional responsável:
03: Desenvolvimento
Textuais Descrição das atividades:
Referencial teórico,
procedimentos metodológicos
04: Resultados e discussões
Pós-textuais 05: Referências ou Bibliografia
06: anexos
07: Apêndice
OBRIGADO!!!!

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