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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SANTA CATARINA

5ª REGIÃO DE POLÍCIA MILITAR


8º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR
COMPANHIA DE PATRULHAMENTO TÁTICO
BOM DIA
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SANTA CATARINA
5ª REGIÃO DE POLÍCIA MILITAR
8º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR
COMPANHIA DE PATRULHAMENTO TÁTICO

Sargento PM Jeferson D’almeida


POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SANTA CATARINA
5ª REGIÃO DE POLÍCIA MILITAR
8º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR
COMPANHIA DE PATRULHAMENTO TÁTICO
OBJETIVO:
Nivelar o conhecimento e maximizar a
capacidade operativa individual e coletiva inerente aos
novos integrantes da Companhia de Patrulhamento
Tático, bem como, uniformizar postura e procedimentos
de forma a criar homogeneidade, espírito de corpo e
disciplina tática potencializando a eficiência do emprego
da Subunidade Policial Militar no Campo da Segurança
Pública.
Instrução Individual para o Combate, Instrução Técnica Policial, Instrução
Tática Individual, Fundamentos Táticos, são diversas definições para em sintese
o mesmo objetivo.
O emprego da técnica, da tática e da estratégia deverá estar aliado aos
recursos e esforços empreendidos para a resolução de problemas. Para isso
conceituaremos então:
TÉCNICA – conjunto de processos de uma arte, a maneira, jeito ou
habilidade de executar ou fazer algo, o conhecimento sistematizado e aplicável
de intervir e dar respostas eficazes a fim de se obter êxito nas ações de
segurança pública, a melhor forma de sacar uma arma, ou de empregar algemas

ou de adentrar em um ambiente.
A TÁTICA compreende a arte de manobrar tropas, no campo policial a
movimentação e emprego das forças e das equipes durante situações de risco
ou confrontos. É por intermédio da tática que se utiliza a forma mais adequada
para resolução de situações complexas, é qualquer componente de uma
estratégia, com a finalidade de se atingir uma meta em um evento qualquer.
A ESTRATÉGIA é uma visão macro sistêmica do conjunto, a tática seria o
como fazer algo e a estratégia é o que se deve realizar, a tática sendo a curto
prazo e a outra a longo prazo.
Em síntese, não basta ter uma técnica apurada em determinada área
policial se em situações críticas de risco não souber utilizar os conhecimentos
tática e estrategicamente.
Instrução tática individual

LEGALIDADE

PATRULHA PATRULHA TIRO SOBREVIVÊNCIA ABORDAGEM


CQB
URBANA RURAL POLICIAL POLICIAL POLICIAL
DESENVOLVIMENTO DA INSTRUÇÃO

1ª fase teórica – Conceitual

2ª fase prática – Exercícios de Instrução

Tática Individual.
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

CONCEITO

É a disposição e manobra durante treinamento, serviço ou

confronto; processo de equilíbrio, conforto e estabilidade do

homem, junto ao seu uniforme, equipamento e armamento para

uma melhor performance.


PROCEDIMENTOS preliminares

Selecionar, verificar funcionamento e manter


equipamentos ajustados e acondicionados ao corpo;

Evitar ou dissimular equipamentos que possam


produzir ruídos ou emitir luz;

Distribuir os equipamentos de forma a se obter um


rápido acesso e uma boa distribuição de peso;
FUNDAMENTOS DE ITI

Homogeneidade;

Espírito de Corpo;

Disciplina Tática;
PREPARAÇÃO PARA O SERVIÇO
Manual de TPO – Cap II / POP 501

CONDIÇÃO

MENTAL FÍSICA TÉCNICA


CANSAÇO SAÚDE TÁTICAS

COND. TÉCNICAS
ÁLCOOL AERÓBICO

FORÇA EQUIPAMENTOS
ESTRESSE

RESISTÊNCIA
PREPARAÇÃO PARA O SERVIÇO

V FARDAMENTO
E
R EQUIPAMENTO
I
F
I ARMAMENTO
C
A VIATURA
Ç
Ã
INFORMAÇÕES
O
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• POSTURA TÁTICA;
• PERIGO IMEDIATO;
• TERCEIRO OLHO;
• VERBALIZAÇÃO;
• DESCOMPACTAÇÃO;
• CONTROLE DE ÁREA;
• PROTEÇÕES.
POSTURA TÁTICA
É a postura corporal do policial em situações de
risco, estando em condições de oferecer resposta
imediata a uma agressão física.
POSIÇÃO DE CAÇADOR
Princípio de posição natural de expectativa e
deslocamento corporal. Conforto, equilíbrio e
proteção balística (terreno e seleção de abrigos).

“Conforto, equilíbrio (estabilidade) e


naturalidade”
POSTURA TÁTICA
PERIGO IMEDIATO
É o ponto, local ou situação em um ambiente onde
existe a maior probabilidade de surgir uma ameaça
física contra o policial. A identificação do perigo
imediato é fundamental para o policial decidir aonde ir
e o que fazer. Seu deslocamento, ação de busca ou
reação deve ser prioritariamente no perigo imediato
identificado.
CICLO OODA

Observar
Orientar
Decidir
Agir

IDA

Identificar (agressão injusta)


Decidir (ação a ser tomada)
Agir (execução da ação)
A arma sempre acompanha a direção do olhar do policial,

que manterá os dois olhos abertos (semivisado).


VERBALIZAÇÃO

A comunicação entre operadores durante uma


ação deve ser constante. Pode ocorrer por:
Rádios - quando houver o equipamento;
Gestos - quando a ação exigir silêncio absoluto;
Verbalização - falando alto e claro a ordem ou aviso.
Ela ocorre também quando o operador tiver que
dar ordens a um suspeito, devendo ser clara e objetiva.
CONTROLE DE ÁREA

É o total domínio do ambiente durante


deslocamentos, abordagens, entradas,
varreduras e outras ações de risco. É uma
responsabilidade individual e coletiva que
poderá colocar em risco a sua vida, de outro
operador e de terceiros.
ABRIGOS e COBERTURAS

BARRICADAS - Objetos naturais ou artificiais,


equipamentos e ambientes que oferecem garantias
de segurança contra possíveis agressões físicas,
contribuir para a dissimulação, ocultação e
aproximação furtiva em ambientes urbanos e rurais.
Ex.: veículos, edificações, sombra, camuflagem e
acidentes do terreno.
CUIDADOS
Efeito avestruz e Efeito imã.
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
JOELHO LADO ABRIGO
X
JOELHO FORA DO ABRIGO
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES
PROTEÇÕES

VÍDEO
DESCOMPACTAÇÃo
DESCOMPACTAÇÃO x progressão
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• Nomenclatura de Ações;
• Saque de Arma de Porte;
• Coldreamento;
CONTROLE DE ARMA (CANO);
DEDO RETO (FORA DO GATILHO);
NOMENCLATURA DE AÇÕES

MUNICIAR

ALIMENTAR

CARREGAR
*Algumas Instituições usam nomenclatura própria, bem como algumas armas
as ações difundem-se.
NOMENCLATURA DE AÇÕES

MUNICIAR – ato de inserir MUnições no carregador


da arma

ALIMENTAR – ato de inserir o carregador municiado


no ALojamento do carregador da arma;

CARREGAR – ato de inserir munição na CÂmara da


arma.
SAQUES COM ARMA DE PORTE

Tempo 1 - Arma Localizada, destravamento;

Tempo 2 - Arma Lateral do Corpo Apontada para


Frente ou a 45° do solo;

Tempo 3 - Arma Retenção Frente ao Corpo;

Tempo 4 - Arma Espetada a Frente Pronto Emprego.


Dinâmica de saque

2
1

SAQUE OBJETIVO
COLDREAMENTO

Tempo 4 Arma Espetada a Frente Pronto Emprego;

Tempo 3 Arma em Retenção Frente ao Corpo;

Tempo 2 Arma Lateral do Corpo Cano Frente;

Tempo 1 Arma Travada Coldre.


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• Fundamentos de Tiro;
• Posições de Tiro;
• Panes com Armas de Fogo;
• Empunhadura Armas Portáteis;
• Posições com Armas de Porte;
• Posições com Armas Portáteis;
• Área de Trabalho;
• Protocolo WYATT.
FUNDAMENTOS DE TIRO

Posição – Equilíbrio, conforto e estabilidade;


Empunhadura – Altura, envolvimento e pressão
Simples
= Mão Ativa, dominante ou forte,
Dupla
= Mão Reativa ou fraca,
Visada;
Respiração;
Acionamento do Gatilho (esmagamento à retaguarda).
Posição /base - antigas
ISÓSCELES

WEAVER

WEAVER
MODIFICADA
EMPUNHADURA dupla

*Foto GATE PMESP


Ação dos gases e recuo
Linha de ação do recuo
ESTABILIDADE DO RECUO
ESTABILIDADE DO RECUO
ESTABILIDADE DO RECUO
VISADA
USO CORRETO DO
APARELHO DE
PONTARIA

CORRETO INCORRETO INCORRETO INCORRETO INCORRETO


TIRO SEMIVISADO
O Tiro semivisado consiste em manter o foco no objetivo
(ameaça) com visão secundária desfocada no aparelho de
pontaria. Está associado a técnica do terceiro olho e treinamento
constante para efetividade no disparo.
RESPIRAÇÃO
ACIONAMENTO GATILHO
ACIONAMENTO GATILHO
Cuidados com CRUZ de DISPERSÃO
Parte média da falange distal com a interseção com a medial.
ACIONAMENTO GATILHO
quadro de análise de disparos
POSIÇÕES DE TIRO

Isósceles;
Isósceles Modificada;
Weaver,
Weaver Modificada;
*Foto BOPE PMRN
*Foto FORÇA NACIONAL
RECARGA – USO COLDRE, PERNAS ou JOELHOS
TÉCNICAS DE DISPAROS
PARA CONFRONTOS ARMADOS

Mozambique Drill;

Double Tap;

Center Axis Relock System – Car System;

Low Response/Non Standard Response


recargas

Administrativa;

Tática;

Emergencial.
RECARGAS
Não bata na base do carregador de
armas portáteis para verificar se o carregador está bem inserido e
jamais em recarga emergencial.

Mesmo na recarga tática não perca a


concepção do perigo imediato.

Se for possível encontre um abrigo e realize


os procedimentos de recarga.

Pense na sua vida e não no material que


não lhe interessa mais.
Recarga tática
Localize e saque o
carregador cheio com a mão
reativa usando o dedo
indicador;
Leve-o até a base do punho
formando a letra “L” e acione o
retém do carregador;

Gire o “L” no sentido anti-


horário e insira o novo carregador
do alojamento da arma;

Conduza o carregador
substituído ao porta carregador,
preferencialmente tendo ciência da
disposição dele no porta
carregador.
Recarga emergencial
Mantenha a arma em sua
área de trabalho e visão na
ameaça;
Acione o retém do
carregador e use a gravidade ou
movimento giratório do pulso
para lançar o carregador vazio
fora do alojamento;
Simultaneamente com a mão
reativa localize e saque o
carregador cheio;
Insira o carregador cheio no
alojamento do carregador e
libere o ferrolho para carregar a
arma.
PRINCIPAIS PANES COM
ARMAS DE FOGO
Pane seca/pane de percussão/pane de
carregamento/pane de nega ou má alimentação,
Mau trancamento/pane de trancamento,
Chaminé, torre ou falha na ejeção,
Duplo carregamento/alimentação,
Embuchamento/trancamento de ferrolho/inchamento,
Rampeamento.
TAP – RACK – BANG
BATE – MANUSEIO – TIRO
RAMPEAMENTO
POSIÇÕES COM ARMAS DE PORTE

Posição 1 ou SAS

Posição 2 (Pronto Baixo);

Posição 3 (Pronto Emprego);

Posição Sul/Sul Velada*.

*Não prevista no Manual de TPO da PMSC


POSIÇÕES COM ARMAS DE PORTE

POSIÇÃO 3
1
2
POSIÇÕES COM ARMAS PORTÁTEIS

Posição 1 ou Caçador;

Posição 2 (Pronto Baixo);

Posição 3 (Pronto Emprego);

Posição Vietnamita ou Cambojana*.


*Não prevista no Manual de TPO da PMSC
POSIÇÕES ORTODOXAS

POSIÇÃO 1 POSIÇÃO 2 POSIÇÃO 3


CONDUTA COM ARMAS PORTÁTEIS

EMPUNHADURA

 ´C´ Clamp – engajamento múltiplos alvos.

 Rodesiana – polegar indexador direcionado


para o alvo.

 Magwell – conforto.
EMPUNHADURA RODESIANA
EMPUNHADURA RODESIANA
EMPUNHADURA “C” CLAMP
EMPUNHADURA MAGWELL
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS / NÃO CONVENCIONAIS

Speed Rock / Posição Indexada / Entrevista;

Temple Index / Têmpora Indexado / Pronto Alto Indexado

Guarda Alta;

Pronto Alto;
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
POSIÇÕES
NÃO ORTODOXAS
POSIÇÕES NÃO
ORTODOXAS
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
GUARDA ALTA
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
PRONTO ALTO
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
ÁREA DE TRABALHO/MANEJO/ADM
PROTOCOLO WYATT

ight – combater (se defender – atirar);


ssess – avaliar, verificação, follow through;
earch – scannear, procurar novas ameaças;
op off – esgotamento, pane;
ake over – buscar abrigo;
alk – pedir apoio, verbalizar;
reeth injuries – tratar lesão se ferido.
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• ÓPTICOS;COMPANHIA DE PATRULHAMENTO TÁTICO
• OPTRÔNICOS;
• COLIMADORES E LASERS;

• COLETIVO
• ESCUDO CONTRA BOMBA;
• ESCUDO AÇÕES TÁTICAS;
EQUIPAMENTOS
LUNETA
MIRA HOLOGRÁFICA

LUNETA
RED DOT

LUNETA DE ESPOTAGEM
RETÍCULOS
OVNs
COLIMADORES
e LASERs
ESCUDOS AÇÕES CONTRA BOMBAS
ESCUDOS AÇÕES CONTRA BOMBAS
ESCUDOS AÇÕES TÁTICAS
ESCUDOS AÇÕES TÁTICAS
ESCUDOS AÇÕES TÁTICAS
ESCUDOS CONTROLE DE
DISTÚRBIOS
ESCUDOS CONTROLE DE
DISTÚRBIOS
NÍVEIS DE PROTEÇÃO BALÍSTICA
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• PRINCIPAIS TIPOS DE BANDOLEIRAS;


• FORMAS DE EMPREGO;
Não existe uso de arma portátil sem bandoleira

PRINCIPAIS TIPOS

Bandoleira 01 Ponto;
Bandoleira 02 Pontos;
Bandoleira 03 Pontos.
Bandoleira em “Y”.
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

TIPOS DE BANDOLEIRAS
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

TIPOS DE BANDOLEIRAS
USO DE BANDOLEIRAS
COLOCAÇÃO e RETIRADA
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

TÉCNICAS DE EMPREGO DE BANDOLEIRAS

EMERGENCIAL ou CQB;

EM “S” ;

HEMAN;

SEMIMOCHILADO;

MOCHILADO .
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

TÉCNICAS DE EMPREGO DE BANDOLEIRAS

EMERGENCIAL ou CQB; Uso da mão fraca.

EM “S” ; Uso da mão fraca.

HEMAN; Uso da mão forte.

SEMIMOCHILADO; Uso da mão fraca.

MOCHILADO . Uso ambas as mãos.


INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

EMPREGO DE BANDOLEIRAS

EMERGENCIAL OU CQB – rápida, desconfortável para


deslocamento, oferece certa proteção balística, mas
possibilidade de ricochete de projéteis.
EM “S” – rápida, eficiente, controle de cano e fácil recuperação.
HEMAN – rápida, desconfortável e baixo controle de cano,
SEMIMOCHILADO – rápida, baixo controle de cano e difícil
recuperação devido acessórios no colete tático,
MOCHILADO – demorada, complexa e difícil recuperação.
INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

EMPREGO DE BANDOLEIRAS
Quadro Comparativo
o Permite melhor posição de tiro/potencializa proteção do abrigo, mais usual para
armas portáteis.
o Pode ocorrer na posição pronto baixo ou pronto emprego.
o Ser realizada pelo guarda mão ou empunhadura (punho).
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• POSTURA TÁTICA;
• VELOCIDADES;
• PROGRESSÕES;
• FORMAÇÕES;
• GIROS/VOLTAS ESTACIONÁRIOS.
DESLOCAMENTOS
VELOCIDADES DESLOCAMENTO

COBERTURA

BUSCA

ASSALTO
DESLOCAMENTOS TÁTICOS

Frontal

Retaguarda;

Lateral;

Diagonal.
POSIÇÃO DO ARMAMENTO
POSIÇÃO DO ARMAMENTO
Prejuízo a postura tática em detrimento do objetivo
pretendido: (perda de plataforma de tiro).
Aproximação do integrante da patrulha, recomposição
de retaguarda, tomada de abrido e pontos, etc;

o Corrida Tática – recomposição de retaguarda ou


aproximação;
o Corrida Evasiva – manutenção de sigilo à distância ou
redução da exposição.

Executadas com armamento em posição cruzada ou lateral.


INSTRUÇÃO TÁTICA INDIVIDUAL

Giros Estacionários; (ameaças multidirecionais)

Formações e Deslocamentos.
Coluna e Linha;
Siamesa em L ,180º, 270º e 360º;
High Low.
EM COLUNA/CENTOPÉIA ou LINHA
EM L, 180º e 360° (SIAMESA)
EM L,180º e 360º
EM 360º e 180º
EM 360° (SIAMESA)
Reunir, fazer briefing, repassar nova missão.
POSIÇÃO TORRE HIGH LOW, HILO (Alto Baixo)
POSICIONAMENTO DO CANO PASSA DA
CABEÇA DO OPERADOR
HIGH LOW, HILO (Alto Baixo)

CANO PASSA DA
CABEÇA DO OPERADOR
DESLOCAMENTOS
Planejamento Mental

Para onde vou? (Qual objetivo);

Por onde vou? (Qual itinerário, abrigos, terreno);

Como vou? (Tipo de progressão);

Quando vou? (Segurança, cobertura);


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• FUNDAMENTAÇÃO LEGAL;
• TRINÔMIO DE USO;
• PEGADA CORRETA;
• LOCAL DE EMPREGO;
• CONDUÇÃO DE DETIDO;
• PROCEDIMENTOS PARA
ALGEMADO DEITADO. .
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

- SÚMULA VINCULANTE Nº 11 DO STF - casos de resistência, de


fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia
- Lei 4.898, de 09 Dez 1965 (Abuso de Autoridade).
- Lei 8.069/90 – Art. 178 e 232 (Estatuto da criança e do
Adolescente).
- Dec. Lei 1002/69 – Art. 234 e 242 (CPPM).
- Procedimento Operacional Padrão 402 PMSC
- Dec. 8858/16 – Durante trabalho de parto, trajeto entre a unidade
prisional e a unidade hospitalar e após o parto, durante o período
em que se encontrar hospitalizada.
PEGADA CORRETA

 Elos Móveis voltados para o antebraço do operador;


 Fechadura voltada para palma da mão do operador;

O Operador deverá empunhar a algema com sua mão forte,


mas em caso de cidadão não cooperativo poderá ter que usar sua
mão fraca para emprego da algema, sendo assim deverá treinar
com as duas mãos.
TRINÔMIO DE USO

ABRIR – FECHAR - TRAVAR

LOCAL DE EMPREGO

Acima do osso do pulso, voltada para o antebraço do


algemado, nunca entre osso e a mão do cidadão infrator.
CONDUÇÃO DE PRESOS

Policial atrás do banco do motorista e com a arma na mão


esquerda.
ALGEMADO DEITADO
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• PIRÂMIDE HUMANA SIMPLES;


• PIRÂMIDE HUMANA DUPLA;
• LAGARTIXA OU ARANHA;
• OITAVA OU NEGATIVA;
• GARATÉIA OU FATEIXA;
• ESCADA HUMANA;
• EQUIPAMENTOS .
TRANSPOSIÇÃO DE OBSTÁCULOS

Técnica utilizada pelo operador para transpor


obstáculos naturais ou edificados, poderá ocorrer de
maneira improvisada ou com equipamento destinado. O
operador em caso de portar armamento portátil deverá
travá-lo e fazer uso da técnica de uso de bandoleiras
adequado. Sempre que necessário deverá fazer sua
própria segurança ou outro operador fazê-la.
PIRÂMIDE HUMANA

SIMPLES DUPLA
LAGARTIXA ou ARANHA

SIMPLES DUPLA
OITAVA ou NEGATIVA
GARATÉIA ou FATEIXA
ESCADA HUMANA
ESCADA HUMANA
BIBLIOBRAFIA e FONTES
Procedimento Operacional Padrão PMSC – POP 402 e 501.
Diretriz de Procedimento Permanente 021/11/PMSC.
Manual de Técnicas de Polícia Ostensiva PMSC 2019.
Manual de Instrução Tática Individual BOPE PMSC
Apostila de Instrução Tática Individual DFNSP.
Instrução Tática Individual DFNSP.
Instrução Tática individual PMRN.
Treinamento de Pronta Reação PMGO.
Outras Fontes Diversas.
POSIÇÕES NÃO ORTODOXAS
“OS DIAS PRÓSPEROS
NÃO VEM POR ACASO;
NASCEM DE MUITO
TRABALHO E
PERSISTÊNCIA.”
(Henry Ford)
“QUANDO SE TRABALHA COM

UMA VERDADEIRA EQUIPE, NÃO

HÁ OBSTÁCULO QUE NÃO SEJA

SUPERADO, NEM SUCESSO QUE

NÃO SEJA ALCANÇADO”


OBRIGADO
SENHORES!

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