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DEFORMAÇÃO

Tem-se procurado desenvolver métodos p/ endurecer os materiais onde resistência mecânica e o mais
importante. Fazer com que a resist mecânica do material aproxime de sua resist teórica pode ser
conseguido por: -minimização de densidade de discordâncias -criação de um numero de barreiras ao mov
de discordâncias. Diminuir dens de discordâncias e usada na confecção dos whiskers que consistem de
fios muito finos, geralmente na forma de monocristais. Técnicas p/ produção: crescimento por tensão,
cres por deposição, reação com fase gasosa, cesc eletrolítico, a partir de solução, cres unidirecional de
eutéticos. Estes tem aplicação potencial nos materiais compósitos. A maioria dos materiais usa
endurecimento por bloqueio de discordâncias, fonte do aumento da resistência mecânica.

ENDURECIMENTO POR DEFORMAÇÃO OU ENCRUAMENTO: é o endurecimento do metal por


deformação plástica
Por outro lado, na realidade ao metal precisa ser aplicada uma tensão crescente para se conseguir
deformação plástica cada vez maior. Como resultado, elevadas tensões precisam ser aplicadas para que
adicional deformação plástica seja conseguida no metal. É interessante notar que a resistência mecânica
de um metal aumenta violentamente, qdo a densidade de discordâncias se reduz, ou qdo a densidade de
discordâncias torna-se exageradamente elevada; um baixo nível de resistência corresponde à presença de
uma moderada densidade de discordâncias.O FRACASSO DA EQUAÇÃO MECÂNICA DE ESTADO:
equação de estado: s= f(e,ep,T) : s independe da história mecânica e/ou térmica CURVA TENSÃO VS
DEF. PARA MONOCRISTAIS: a tensão trativa uniaxial e deformação foram convertidas a tensão de
cisalhamento e deformacão cisalhante. ESTÁGIO I: (deslizamento facil)-não ocorre deformação plástica
significativa abaixo de uma certa tensão t0. -Assim que a tensão aplicada ultrapassa t0, ocorre escoamento
a uma baixa taxa de encruamento q1. A taxa de encruamento q1 é governada por: - resistência ao
movimento de discordâncias; interação discordâncias x defeitos de ponto; interação de disc. Móveis com
disc. que cortam os planos de deslizamento( floresta); arrastamento de degraus criados no item anterior;
tensão necessária para curvar as disc. contra a tensão de linha das mesmas. Pode-se eliminar o estágio I
através de: presença de pequenas quantidades de impureza; def. em T elevadas; orientação do cristal
numa posição relativa ao eixo de tração que favoreça deslizamento simultâneo em diversos sistemas de
deslizamento. ESTÁGIO II: (encruamento linear elevado) _ a taxa de encruamento cresce rapidamente,
até atingir um valor cte q2, de tal maneira que a tensão e a def. se tornam linearmente relacionadas; _
assim que o deslizamento começa em outros conjuntos de planos( sistema secundário) , tem inicio uma
forte interação entre as disc. do sistema primário com aquelas do secundário._ novas irregularidades são
formadas no reticulado: degraus, anéis, emaranhados e empilhamentos. _ a T bem baixas, não ocorrem
mudanças no desenvolvimento da estrutura de disc. e consequentemente o estágio II estende-se até a
fratura. ESTÁGIO III:(recuperação dinâmica) _ o coeficiente de encruamento diminui continuamente, e a
curva t vs g torna-se novamente parabólica. _ o comportamento do metal nesta região é extremamente
dependente da T e da velocidade de aplicação da carga. _ admite-se que um processo de recuperação
ocorre simultaneamente com a deformação. _ a recuperação altera a estrutura de disc. diminui a taxa de
encruamento e, consequentemente, as tensões instantâneas para escoamento plástico. _ recentemente,
Mecking e Lucke(1969) contestaram a existência do estágio II, pois este seria apenas o começo do estágio
III. RECUPERAÇÃO DINÂMICA: Recuperação: a T age no sentido de reduzir a tx de encruamento,
relativa ao estagio II. Dinâmica ocorre durante a deformação, mas não necessariamente no cristal
recarregado. Pode ser atribuída à ocorrência de: SEEGER-deslizamento cruzado, mecânica e
termicamente ativado, o qual resulta em aniquilação de discordâncias e deformação extra; _ escalagem de
discordâncias em cunha. TEORIAS DO END. POR DEF.: Teoria de Seeger: estágio I: interações entre
anéis de disc. bastante espaçadas, produzidas por fontes de Frank-Read situadas no sistema primário de
deslizamento. Estágio II: empilhamento de disc. geradas por fontes de Frank-Read e barradas por travas
de Lomer-Cottrell. Estágio III: deslizamento cruzado termicamente ativado; as disc. das frentes de
empilhamento e em orientação em hélice circundam as barreiras de Lomer-Cottrell, através de
deslizamento cruzado.Olhar EDE na Kuhlmann-Wildsdorf Teoria de Mott-Hirsch: estágio II: aquisição de
degraus pelas disc. à medida que elas cortam outras disc., durante o seu movimento; as disc. ficam cheias
de degraus, que chegam a parar sob a tensão aplicada. Teoria de Kuhlmann-Wildsdorf: EstágioI: _ uma
dist. Heterogênea de baixa intensidade de disc. existe no cristal. _ como estas disc. podem se mover ao
longo de seus planos de deslizamento com pequena interferência de outras disc., a taxa de encruamento
q1 é baixa.. Estágio II: _ atinge-se uma dist. Quase uniforme de disc. no interior do cristal. _ este arranjo
de disc. consiste de aglomerados de disc. rodeando células de disc. de baixa densidade de disc. _ estas
estruturas celulares representam um estado de mínima energia e, portanto, a configuração de disc.
preferencial dentro do cristal. _ para materiais de elevada EDE(Al) as paredes das células são mais finas e
o seu interior mais livre de disc. do que para materiais de baixa EDE. A subestrutura é caracterizada por
arranjos planares de disc., consistente com a tendência para estes materiais exibirem restrito deslizamento
cruzado. _ com o aumento da def plástica, a densidade de disc. aumenta, resultando num decréscimo do
comprimento livre médio de disc. e, conseqüentemente, num aumento da tensão necessária para posterior
def.. _ em outras palavras, a característica da distribuicao de desc. permanece inalterada, somente a escala
da distribuição é que muda. Estágio III: continuação da def. plástica, o numero de disc. livres
dentro das células diminui de tal sorte que disc. podem mover-se relativamente desimpedidas entre uma
parede e outra de cada célula. Uma vez que a def de novas paredes de células deve depender destas novas
interações, alcança-se uma situação em que o tamanho das células vai estabilizar-se, ou diminuir
levemente com a def. Com uma baixa taxa de encruamento, uma vez que o tamanho das células não vai
mais diminuir. _ segundo esta teoria, aqui também a tensão tIII é inversamente proporcional à EDE do
material. ENCRUAMENTO EM POLICRISTAIS: _ devido à interferência mútua de grãos vizinhos e ao
problema de compatibilidade de def em grãos adjacentes, o deslizamento múltiplo ocorre com facilidade
e, há um encruamento apreciável durante a def de policristais. Em geral, a maior parte dos policristais se
comporta conforme o estágio III. P/ monocristal eq de schmid p/ desliz P/ poli o fator M varia de grao p/
grão. A tx de encruamento de um material poli e muitas vezes maior que p/ monocristalino.
Trabalho a Quente e a Frio: a def plástica que e realizada numa faixa de T, tal que o encruamento não e
aliviado e trabalho a frio. Com aumento de T a estrutura trabalhada a frio torna mais instável, com isso o
encruamento da lugar a uma restauração de ductibilidade ,a partir da formação de novos grãos equiaxiais
no material- recuperação, recristalização e crescimento(trab a quente) EFEITO BAUSCHINGER: a
tensão necessária para reverter a direção de deslizamento num certo plano é mais baixa do que a
necessária para continuar o deslizamento na direção original. frio. Ex:alteração durante processos
de conformação mecânica, conf de tubos. AMOLECIMENTO POR DEFORMAÇÃO: deforma-se o
metal próximo da T ambiente: as disc. movimentam-se para atingir a configuração mais estável; não
ocorre encruamento. Situação P/ Grandes Deformações As estruturas desenvolvidas se
distanciam do modelo de células de discordâncias, chamada poligonizacao.

ENDURECIMENTO POR SOLUÇÃO SÓLIDA: como restrigir?a introdução de átomos de soluto em


solução sólida numa rede de átomos solventes, invariavelmente, produz uma liga mais forte que o metal
puro, com a restrição ao movimento das discordâncias, a solução sólida fica endurecida. A analise do
endurecimento pode ser feita em ternos de energia de interação Esta interação leva a uma migração do at
de soluto p/ discordâncias formando a atm de Cottrell. É o excesso de at de soluto associado a uma linha
de discordância. A T e uma grande variável, existe uma faixa na qual existem atm de Cottrell. E valida p/
soluções diluidas. INTERAÇÕES ENTRE ÁTOMOS DE SOLUTO E DISCORDÂNCIAS: Interações
Elásticas: para átomos de soluto que apresentem um campo de tensões elásticas simetricamente esférico,
só haverá interação com discordâncias que tenham componentes hidrostáticas em seu campo de tensões.
Isto só acontecerá com as discordâncias em cunha, p/ at de soluto substitucionais. Para átomos de soluto
que, além da variação de volume, apresentem uma distorção tetragonal, interage também com
discordâncias em hélice, além das disc. em cunha, em geral at interticiais. Estes átomos endurecem mais a
matriz do que os átomos com apenas distorção esférica Pq na formação da SS at de soluto fica + perto da
discordância? pq as linhas de disc é uma estrutura desorganizada, gasta menos energia. INTERAÇAO
DEVIDO A DIFERENÇA DE MODULO Ex: Para G menor que g a energia de campo de deformação da
dicord e redusida pela distorção do soluto, a en será negativa e há atração soluto solvente. INTERACAO
ELETRICA ocorre em soluções iônicas, a linha de discordância terá íons + e -. INT QUIMICA. Há uma
transf de átomos de soluto da região falhada p/ não falhada. INT DE ORDEM LOCAL se froma de tal
modo a preencher at de soluto em solvente (SS ordenada) EFEITOS MECÂNICOS ASSOCIADOS
COM A SOLUÇÃO SÓLIDA: Escoamento bem definido na curva aços baixo carbono, mostram uma
transição localizada e heterogênea entre a deformação plástica, que produz uma região de escoamento
bem definido A carga cresce com a def, cai repentinamente, flutua em torno de um certo valor, e depois
torna a crescer com a def. A carga que ocorre queda brusca é o limite superior de escoamento forma uma
banda discreta do metal def,aparece conc de tensão e com a form da banda a carga cai p/ lim inf. A região
de carga cte é o lim inf de escoamento. -a def que se processa durante a região de escoamento bem def é
heterogênea Apos a passagem das bandas por todo o material a tensão cresce de maneira usual com a def
indicando o final de escoamento bem definido. TEORIA DE COTTRELL E BILBY: átomos de soluto
formam uma atmosfera ao redor das desc, dificultando seu movimento. As desc se livrarão desta
atmosfera qdo a carga atingir o limite superior de escoamento. Enquanto as bandas de Luders se formam
e se propagam ao longo do material, a carga fica aproximadamente cte, até que todas as disc se libertam
dos aglomerados de átomos de soluto. Ciacao das bandas de deslizamento ao redor do material.
Isto ocorre quando as discord são libertadas ao se moverem, libertam bandas de desliz. Depois que se
dispersão em todo material o encruamento continua existindo. TEORIA DE JOHNSTON E GILMAN
Importância e a formação das bandas de Luders durante a conformação mecânica de chapas de aço baixo
C com irregularidades na estrutura final do material, este problema e controlado por: -alterar composição
química da liga, adição de Ti B Nb e formação de carbonetos, eliminando interstícios. -pre def a liga
numa def superior a região de escoamento bem definido de tal forma que a conformacao ocorra na regiao
de encruamento. Envelhecimento por deformação(strain aging) normalmente associado com o fenômeno
de escoamento bem definido, na qual a resistência de um metal é aumentada e a ductibilidade é diminuida
através de paradas sucessivas com o aquecimento à temperaturas relativamente baixas do metal
previamente deformado à frio. cuva. Região A : deformação plástica através do
alongamento do escoamento descontínuo para uma deformação correspondente a um ponto x. Região B :
No recarregamento o escoamento descontínuo não ocorre já que as discordâncias foram libertadas das
atmosferas de carbono e nitrogênio. O material é deformado até o ponto Y e então descarregado. Região
C : o aparecimento do escoamento descontínuo é devido a difusão dos átomos de C e N para as
discordância durante o período do envelhecimento para formar novas atmosferas intersticiais ancorando
as discordâncias. O N desempenha um papel mais importante do que o C, porque tem uma solubilidade e
um coeficiente de difusão mais altos e produz uma menor precipitação durante o resfriamento lento. Para
controlar o envelhecimento por deformação deseja-se diminuir a quantidade de C e N em solução pela
adição de elementos que vão remover os intersticiais da solução na forma de carbonetos ou nitretos
estáveis. A solução industrial mais comum para este problema é deformar o metal até o ponto x por um
aplainamento por rolos ou um passe de encruamento superficial no laminador e usá-lo antes que possa
envelhecer. Efeito Portevin-Le Chatelier no ferro: maclagem ou transf
martensitica(serrilhada) O envelhecimento também pode estar associado com a ocorrência de serrilhações
na curva T vs E . As serrilhações vem de sucessivos escoamentos e
envelhecimentos enquanto o corpo de prova é deformado. Desde que a mobilidade dos átomos de soluto é
grande nas temperaturas nas quais ocorre o escoamento descontínuo, novos átomos movem-se para as
discordâncias e as bloqueiam. O processo se repete várias vezes causando essas serrilhações nas curvas.
Envelhecimento por Têmpera: é um tipo de endurecimento por precipitação que ocorre no resfriamento
brusco a partir da máxima temperatura de solubilidade de C e N na ferrita. ( tbem ocorre em aços de baixo
C). Apos a tempera realiza-se envelhecimento na T amb ou acima desta,p/ aumento da resist do material.
Fragilizacão azul- o aumento de T pode ocorrer uma queda de prop, as disc podem mov p/ contornos de
grãos, fen de fragilizacão azul, o material torna-se frágil.
AÇOS INTERSTITIAL - FREE: embora a presença de carbono e de nitrogênio seja benéfica em termos
de endurecimento de aços, estes elementos intersticiais causam uma apreciável redução da formabilidade
a frio. Desta forma, qdo a aplicação destes aços exige um processo de fabricação bem severo de
conformação mecânica, obtidos por estampagem profunda, a sua utilização se torna comprometida.
Composição química destes aços: C% <0,003, Mn% 0,18, Al% 0,04, Ti% 0,04, N% 0,002. A presença de
titânio reduz a quantidade de carbono e nitrogênio em solução, através da formação de carbonetos
precipitados. Com isto, a formabilidade torna-se bem elevada. Para manter a resistência mecânica destes
aços em níveis satisfatórios, são feitas adições de fósforo(0,1%P máx) e de manganês e silício. AÇOS
BAKE - HARDENING: durante a estampagem a frio, o aço é submetido a uma def da ordem de 2%,
resultando num acréscimo do limite de escoamento de 40N/mm2. A partir de uma composição química
adequada e de um tratamento prévio, átomos de carbono precipitarão durante a cura nas discordâncias
geradas na conformação mecânica. Com efeito, esta cura consiste num processo de envelhecimento por
def, que causa perda de ductilidade no material, mas que pode ser utilizado de maneira vantajosa após a
conformação mecânica, promovendo um incremento no limite de escoamento da ordem de 50N/mm2.
POR QUE ÁTOMOS DE C E N ENDURECEM MAIS O FERRO QUE OS ÁTOMOS DE NI E MN?
Ao átomos de C e N ocupam posições intersticiais nos centros das faces, produzindo distorções não-
esféricas, tem um efeito relativo de endurecimento por unidade de concentração cerca de três vezes o seu
módulo de cisalhamento( 3G), enquanto que os átomos de Ni e Mn produzem distorções esféricas, tendo
endurecimento relativo de cerca de G/10.

ENDURECIMENTO POR PRECIPITAÇÃO: ou envelhecimento, o que poderia ser produzido por um


tratamento térmico de solubilização seguida de têmpera. Para o endurecimento por precipitação ocorrer é
necessário que a Segunda fase seja solúvel em temperaturas elevadas mas que diminua a sua solubilidade
com o decréscimo da temperatura, rejeita um precipitado finamente disperso. O tratamento de
precipitação consiste nos seguintes estágios: a) solubilização - envolve o aquecimento da liga até a região
monofásica, com manutenção durante um longo tempo, para dissolução de qualquer precipitado. B)
têmpera - envolve o resfriamento rápido até a temperatura ambiente, de tal sorte a evitar a formação de
precipitados estáveis=> obtem-se a solução sólida supersaturada. C) envelhecimento - este tratamento
consiste em se manter o material na temperatura ambiente, para se obter estruturas precipitadas bem finas.
O precipitado produzido pode ser: A) coerente com a matriz - significa que existe uma correspondência
cristalográfica entre a rede do preciptado e a rede da matriz. B) Semi-coerente - significa que só existe
uma correspondência parcial entre as respectivas redes; discordâncias formam-se nos sítios de não-
correspondência. C) incoerente - significa a inexistência de qualquer correspondência entre as respectivas
redes.COMO OCORRE tem sua origem nas interações disc precipitados. A interação depende da
dimensão da partícula, resist, e fração volumétrica. O pico da curva é devido a distribuição de tamanho de
precipitados e def de coerência na matriz, a queda na resist com superenvelhecimento é devida a
formação de precipitados de grande tamanho. Os sistemas endurecidos por
dispersão tem vantagem: eles tem altas resistências a T altas e que precipitados tendem a dissolver na
matriz. Vantagem da dispersão é a alta resistência a T alta mas são difíceis de serem usinados.
Interação de discordâncias com precipitados- os finos representam uma barreira ao movimento de
discordâncias. Estas movendo se nos planos de deslizamento que contem barreiras desse tipo podem se
comportar atravessando a barreira ou contornando. Interação de curto alcance: -discordâncias cortam
precipitados-discordancias dobram-se nos precipitados. Precipitados correntes macios e quando a
distribuição destes tem aproximadamente espaçamento critico, então as discordâncias cortam as partículas
no escoamento. Pelas teorias o endurecimento do material dependera em última analise do espaçamento
entre as partículas. A medida que passa o tempo do envelhecimento os precipitados crescem de tamanho
de tal sorte que o espaçamento médio entre eles tbem cresce e a tensão cisalhante pode dobrar as
discordâncias entre os precipitados decresce. Por outro lado a tensão necessária p/ cortar os precipitados
cresce com seu tamanho.
A curva de endurecimento varia com o tamanho e a dureza das partículas precipitadas. Gráfico a presença
de partículas duras numa matriz implica que as discordâncias só serão capazes de corta-las se as
partículas forem extremamente pequenas. O tamanho de partículas que corresponde a transição entre os
mecanismos de corte e dobramento diminui com aumento de dureza das partículas. Interação de longo
alcance: p/ precipitados incoerentes as discordâncias n cortam as partículas elas precisão de uma tensão
muito grande p/ curva de discordâncias em forma semi circular entre as partículas, então as discordâncias
podem contorná-las deixando laços de discordância em torno das partículas Teoria Mott Nabarro- Na
verdade quando a distribuição dos precipitados tem espaçamento critico, as discordâncias provavelmente
cortam as partículas no escoamento e interações de curto alcance, envolvidas neste processo, modificarão
a tensão de cisalhamento critico, de modo que na pratica e pouco provável que a tensão cisalhante seja
controlada pela magnitude de deformação. Conclusao-a linha da discordância evita os obstáculos por
flexão ao redor do campo de tensão dos precipitados, para ocorrer endurecimento deve existir um
espaçamento critico entre as partículas. Falha-deve-se considerar interação de curto alcance. Aços
microligados: é um aço de baixo C e que contém cerca de 0,1% de elementos como Nb, Ti e V. São
submetidos ao chamado tratamento de Laminação controlada Este tratamento consiste de deformação a
quente, temp. específicas e resfriamento controlados. Principais objetivos: 1) obter um finíssimo tamanho
de grão ferrítico( os precipitados retardam o crescimento do grão austenítico); 2) obter um endurecimento
por precipitação de grãos ferríticos( interação precipitados e discordâncias). Laminação controlada: as
placas são aquecidas a T 1200-1250C e laminadas p/diminuicao de sua espessura ate T-1000C. A
manutenção do aço em T1200-1250C produz tamanho de grão austenitico grosseiro e a laminação abaixo
dests faixa produz rápida recristalização. Na T final de 1000C a recrist e e cres de grao serão rápidos,
resultando na geração de austenita c/ tamanho de grão grosseiro. Resfriando a placa a T amb forma-se
ferrita de tamanho de grão grosseiro, e o aço deve ser normalizado p/ resf a micro estrutura. A operação e
efetuada em 2 estágios e, um tempo de espera e introduzido entre o inicio e o acabamento final. Este
procedimento faz c/ que a conformação do aço se produza em T abaixo da T recristalização resultando na
formação de grãos finos de austenita na forma de panqueca e sua transf numa estrutura de grãos finos de
ferrita. esse procedimento e facilitado se o aço possui comp química pequenas adições de el de liga
(0.05%Nb) que causam retardamento da recristalização e permitem a laminação a T altas.
Ligas de Al tratadas termicamente são submetidas ao processo de precipitação p/ aumento de sua
resistência mecânica, contem geralmente 2 el de liga com adições de Mn, Cr, zirconio p/ inibição da
recristalização. ex: Al-Cu, Al- Mg- Si, Al- Zn- Mg e Al-Zn-Mg-Cu, Al-Li.

ENDURECIMENTO POR DISPERSÃO: Metalurgia do pó convencional: A técnica de metalurgia do


pó consiste basicamente na mistura e compactação de pós, metálicos ou não-metálicos, seguida de
tratamento térmico de sinterização para produzir uma peça relativamente densa. As propriedades
alcançadas com esta peça são praticamente equivalentes aos materiais monolíticos originais. Processos de
difusão que se desenvolvem durante a sinterização são essenciais para se alcançar estas propriedades. É
especialmente interessante para metais que possuem baixa ductilidade, uma vez que somente uma
pequena deformação plástica é aplicada nos pós. Ligas podem ser endurecidas pela adição de partículas
dispersas, na forma de pós, que obstruem o movi:mento das discordâncias. Como esperado, a resistência
da liga aumenta com a fração volumétrica das partículas e com o decréscimo do espaçamento entre as
partículas. Comparando as microestruturas das ligas endurecidas por dispersão são mais estáveis do que
aquelas associadas às ligas endurecidas por precipitação, tornando-as assim mais apropriadas para
aplicações em carregamento em elevadas temperaturas. Ex: SAP Este material consiste de uma liga Al-
A1203 , preparada por compactação e sinterização de pós bastante finos, com uma composição de cerca
de 20% de partículas do óxido dispersas na matriz de alumínio. A resistência mecânica
desta liga é baixa na temperatura ambiente, mas seu comportamento em fluência em temperaturas
elevadas é superior às ligas convencionais. Um exemplo é a adição de cobalto numa liga Al-Zn-Mg-Cu ,
que produz uma fina dispersão da fase A19C02 . Ligas comerciais como AI-7090 e AI-7091 são então
disponíveis, e a diminuição do tamanho de grão é marcante, quando comparada à liga proveniente da
metalurgia do pó com a liga convencional. Ligação mecânica: consiste na introdução de partículas duras,
como óxidos ou carbonetos, numa matriz metálica, numa escala bem mais fina do que a metalurgia do pó
convencional. Esta técnica foi proposta originalmente por BENJAMIM. As colisões são bastante
energéticas, envolvendo grande pressão de contato, e levando eventualmente à formação de uma íntima
solução sólida. As partículas são repetidamente soldadas juntas, fraturadas e ressoldadas. Esta íntima
mistura mecânica leva à formação de partículas com uma distribuição de fases, com tamanho de grão bem
pequeno e bastante duro. Uma vantagem é que este processo permite a eliminação de diversas restrições
termodinâmicas para a solubilidade sólida ou líquida, ao forçar os elementos para a solução, ou força
normalmente materiais incompatíveis a coexistirem numa fina escala. Após a consolidação por extrusão,
as ligas são extremamente duras, e possui um tamanho de grão exageradamente pequeno, tipicamente
uma fração de micrometros. Por outro lado, como o material é muito duro, necessita-se de amolecê-lo
antes da sua aplicação. Assim, promove-se um recozimento direcional das ligas, quando ocorre a
recristalização dos grãos. A microestrutura final é constituída de grãos colunares bem grandes, como se
fosse um produto da solidificação unidirecional. Processamento por solidificação rápida A técnica de PSR
consiste na fabricação de pós, através de resfriamento a partir da fase líquida, numa taxa de resfriamento
bastante elevada, da ordem de 106 OC/s , ou maior. Um dos métodos industriais capazes de fornecer esta
taxa de resfriamento é chamado de melt spinning, onde o material ainda líquido é forçado a passar por um
orifício, e cair numa roda girante, internamente resfriada, feita de um metal como cobre, de alta
condutividade térmica. Fitas bem finas (20mm) são produzidas, e depois pulverizadas e compactadas.
Uma das características do material produzido por PSR é a sua microestrutura extremamente fina, para
uma partícula atomizada de uma liga Al-Fe. Em adição ao refino de grão, a técnica de PSR permite a
extensão da solubilidade sólida de elementos em ligas.

ENDURECIMENTO POR TAMANHO DE GRAO:- Contornos de grão e deformação plástica -


modelo de ASHBY com as discordâncias estatisticamente estocadas e as discordâncias geometricamente
necessárias para preservar a continuidade da deformação de grão em grão do material. - Grãos de um
material policristalino leva a um endurecimento maior do que o material monocristalino, sendo o fato de
Schmid M o parâmetro de correlação. - A presença de contornos de grãos age como barreira ao
movimento das discordâncias, relacionando-se com sua resistência mecânica. Relação Hall-Petch -
propuseram que as discordâncias ao se encontrarem um contorno de grão durante a deformação plástica,
são travadas, provocando um empilhamento. O contorno será rompido e a tensão concentrada devido ao
empilhamento ultrapassar um valor crítico.?A equação de Hall-Petch é muito usada p/ ligas metálicas,
observando um espalhamento de resultados atribuídos a: a) Dimensões do corpo de prova b) Pureza e
textura ao material c) Métodos de medir tamanho de grão d) Diferença na faixa de tamanho de grão
Críticas ao modelo de Hall-Petch - Uma dispersão menor tem sido observada para ??x d-1 ou ??x d-1/3
Não ocorrem empilhamento, mas fontes de discordâncias em contornos de grãos. - Para ? = o à ?y =
infinito - A curva ?y x d-1/3 parece uma linha curva e não uma reta. Limite(menor) de Escoamento e
Tamanho (maior) do Grão Cottrell: As discordâncias não podem ultrapassar contornos de grãos, mas a
concentração de tensão produzida pelo empilhamento em um grão ativa pontes de discordâncias no grão
adjacente. TEORIA DE LI: Ao invés dos empilhamentos, admite-se que discordâncias são geradas a
partir de graus e contornos de grãos que são lançadas aos grãos vizinhos. CONRAD: A tensão de fricção
se divide em T0= Tt + Tst, onde Tt depende da da temperatura e Tst não depende da temperatura mas sim
da estrutura onde interações discor-discord, discord-precipitadas e discord-atomos de soluto são
importantes. Logo: ???????t + ?st)+ Kd -1/2 Meyers - Ashworth: consiste no fato de que as tensões de
incompatibilidade elástica entre grãos adjacentes causa escoamento plástico localizado nos contornos de
grãos.- uma hipótese importante usada e que a tensão atuando em todos os grãos e a mesma.- os efeitos de
incompatibilidade podem ser divididos em: longitudinal e cisalhante. A incompatibilidade surge no
momento em que os 2 grãos distintos são usinados ao longo de um contorno de grão. - tensão em todos
os grãos é a mesma o processo de deformação plástica tem a seguinte seqüência: a) escoamento plástico
localizado nos contornos dos grãos b) Camada de contorno de grão encruada, a partir da discord. c)
reforço efetivo na microestrutura, com o início do macroescoamento. d) densidade de disrcord. no
interior dos grãos torna-se igual ao discontornos, ambas as regiões tem a mesma tensão de escoamento.
Obstáculos internos alem dos contornos de grãos pode ter maclas de deformação e paredes de células,
causando um efeito semelhante as discordâncias. Efeito do tamanho de grão em outras prop: dureza,
tensão p/ maclagem,lim de fadiga, seguem Hall-Petch. Temperatura NDT diminui c/ diminuição do
tamanho de grão.

MARTENSÍTICA:
1)características:-Existe uma relação de orientação entre a fase inicial e a fase final -existe um plano,
chamado de plano de hábito comum à estrutura transformada e a estrutura não transformada- a estrutura
transformada é distinta da estrutura originária- a transformação depende da temperatura, mas não do
tempo- existe uma direção de deslocamento dos átomos, direção esta menor do que a distância
interatômica.Exemplos de sistemas transformáveis: Liga Co, mudança CFC para HC; Fe-Ni CFC para
CCC; Fe-c CFC para TCC. Exemplo de plano de hábito e de relação de transformação:a) aço com 1,4%C
ou menos= plano de hábito(225), (111)s // (011)m; b) ligas Fe-Ni-C= plano de hábito (353), (111)s//
(011)m.

2)Morfologia e estrutura da Martensítica: Morfologias: lenticular(formas de lentes), ripa(blocos


justapostos em forma de placas), acicular(forma de agulha). Estas morfologias dependem da composição
da liga, da estrutura cristalina, e das condições nas quais a martensítica é formada.Teorias que explicam a
transformação: WECHSLER-LIBERMAN-READ(1953), BOWLES- MACKENZIE(1954) ,A)ditinção
de Bain=transformação da célula original para a célula final, mas sem aparecimento do plano de
hábito.B)deformação cisalhante, que mantém a simetria da rede e , em combinação com adistinção de
Bain, produz um plano não distorcido.C) rotação da rede transformada , de tal forma que o plano de
hábito tenha a mesma orientação no espaço na célula inicial e final.

3)Nucleação e Crescimento: -aparecimento da maretensita: nucleação e crescimento;-força motriz:


abaixamento da energia livre; -nucleação: duas terias ;a)Amolecimento da rede: vibrações térmicas se
propagam como ondas; se existe uma direção e um plano para fácil propagação, ocorre o colapso da rede;
b)Modelo de OLSON-CIHEN(1976): a martensítica nuclea-se a partir de heterogeneidades, como é o
caso da nucleação por difusão;estas heterogeneidades seriam locais de alta deformação, como é caso e
discordâncias.Crescimento: em altas velocidades(1km/s) e independente da temperatura.Segundo
MEYERS(1980). Ocorre em duas direções: longitudinal e transversal ,através da propagação de ondas.

4)Endurecimento da martensítica: contribuições para o endurecimento da estrutura martensítica:a)fina


estrutura de maclação desenvolvida ou elevada densidade de discordâncias produzida; b)redistribuição de
átomos de soluto na solução sólida e formação de precipitados. Segundo WILLIANS e
THOMPSONS(1981) as contribuições para a resistência da martensítica em um aço com 0,4%C são
distribuídas da seguinte maneira: endurecimento por contorno de grão, densidade de discordâncias ,
relação sólida do carbono, rearranjo do carbono na têmpera(atmosferas de cotrell, efeito sinoela,
aglomeração, precipitações), outros efeitos.Efeitos mecânicos: -uma placa de martensítica introduz, ao
seu redor, def. macroscópicas.-essas def. podem ser decompostas em um campo dilatacional e um campo
cisalhante. Ambas irão interagir com o campo de tensões externo. -SEGUNDO PATEL E COHEN:
explicação: tensões normais não afetam tensões cisalhantes, e por isto uma gde quantidade de energia é
requerida para transformação, qdo atua um campo hidrostático. Por outro lado, tanto a tensão como a
compressão uniaxial possui componente cisalhante. -a transformação martensítica pode ser induzida pela
aplicação de um esforço externo: a) se ela ocorre numa região elástica, diz-se que a martensítica e
induzida por tensão; b) se ela ocorre na região plástica, diz-se que e por deformação. -a martensítica
induzida por deformação, gera o chamado efeito de (plasticidade induzida por deformação)TRIP. Este
efeito e usado para provocar alta resistência e tenacidade aos aços. A resistência e devida ao encruamento,
precipitação e empilhamento de discordâncias durante o tratamento termomecânico do material. A
tenacidade e devida a transformação martensítica, que encrua mais o material e evita qualquer estriccão.
-a fratura da martensítica ocorre geralmente a partir dos contornos martensítica ou martensítica. Para um
baixo teor de carbono, martensítica e macia, e a fratura ainda e ductil. Para um alto teor de carbono, a
martensítica e dura, e a fratura e frágil. Quando uma placa se encontra com outra, podem se formar
microtrincas, que levarão a fratura do material. -o tratamento de revenido visa melhorar a tenacidade dos
acos. Por outro lado, pode ocorrer fragilizacao, devido a segregação de impurezas para os contornos de
grãos austeniticos(Sb, P, Sn, As). Esta segregação vai causar uma fratura intergranular. Efeito de
memória de forma: - O efeito memória e uma propriedade que algumas ligas, possuem, segundo a qual,
apos serem deformadas a uma certa temperatura, elas recuperam a sua forma original, apos serem
aquecidas a uma Segunda temperatura. Este efeito e produzido pela transformação martensitica. - Um
exemplo típico de ligas que apresentam o efeito memória são as ligas Ni-Ti. Para estas ligas a temperatura
Ms esta entre -273 graus celsius e 100. - Dois efeitos mecânicos caracterizam o efeito memória: a)
pseudo-elasticidade(reveresibilidade); b) Memória de deformação ( irreversibilidade ).
Complemento:
Tempera->martensita->endurecimento.
Resfriamento rápido->transformações por difusão inibidas->permite formação da martensita.
Martensita->fase de alta temperatura retida a temperaturas inferiores a sua temperatura de equilíbrio.
Transformação martensitica->processo de acomodação.
Aços TRIP: transformação martensítica, ocorrendo durante a deformação, permite uma plasticidade
maior.
1)Parte da grande resistência da martensita advem das barreiras ao deslizamento provocadas pela fina
estrutura de maclas ou a alta densidade de discordâncias.
2)Com a rápida transformação da austenita para a ferrita a solubilidade do C no Fe é reduzida. Os átomos
de C deformam a rede da ferrita e essa deformação pode ser ativada pela redistribuição destes átomos por
difusão a temperatura ambiente, com o resultado de uma forte ligação que é estabelecida entre as
discordâncias e os átomos de C. Isto restringe a mobilidade das discordâncias.
3)Formação de aglomerados de átomos de C nos planos {100}.
A contribuição para a resistência devido as barreiras nas estruturas martensiticas é essencialmente
independente da concentração de C enquanto que o endurecimento devido aos aglomerados de átomos de
C e a interação das discordâncias aumenta quase linearmente com a concentração de carbono.

Questões: 1.Explique a diferença existente entre fenômeno de endurecimento de materiais por


envelhecimento de precipitação e de deformação? Para o envelhecimento de precipitação para ocorrer é
necessário que a sefunda fase seja solúvel em temperaturas elevadas, mas que sua solubilidade diminua
com o decréscimo da temperatura. Já o envelhecimento por deformacao é um tipo de comportamento no
qual a resistência do metal é aumentada, e a ductibilidade é diminuída com o aquecimento da temperatura
relativamente baixas, do metal previamente deformado a frio, é um tipo de comportamento normalmente
associado ao escoamento descontinuo. 2. A curva sxE de matérias pode ser apresentada de uma forma
serrilhada causada por exemplo chamado Efeito Portevim e Chatelier ou por uma transf. Martensitica
induzida por tensão. Faca uma distinção entre os dois fenômenos?O Envelhecimento chamado de Efeito
Portevin está associado com a ocorrência de serrilhacoes na curva sxE. Estes serrilhamentos vem de
sucessivas escoamentos e envelhecimentos, enquanto o corpo de prova é deformado. Desde que a
mobilidade dos átomos de soluto seja grande nas temperaturas nas quais ocorre o escoamento
descontinuo, novos átomos movem-se para as discordâncias e as bloqueiam. O processo se repete várias
vezes causando estas serrilhacoes na curva. Agora a tranformacao martensitica induzida por tensão, o
endurecimento advem das barreiras ao deslizamentos provocados por finas estruturas de maclas ou a alta
densidade de discordância. Vem tambémdos átomos de carbono. A dureza martensitica é muito sensível a
concentração de carbono abaixo de 0,2%. Com a rapida transf. Da austenitica para ferritica numa
temperatura, a solubilidade do carbono no ferro é grandemente reduzida. 3.Mostre como o deslizamento
cruzado e a escalagem podem se relacionada com o fenômeno de recuperação dinâmica, estágio III da
curva sxE de um monocristal? A recuperação dinâmica pode ser atribuída a ocorrência de: - deslizamento
cruzado,mecânico termicamnte ativado, o qual resulta em aniquilação de discordância e deformação
extra.- escalagem de discordância em cunha. A recuperação é a restauração das propriedades físicas do
metal trabalhado a frio sem que ocorra alguma mudança visível na microestrutura.4. A resistência de uma
amostra de ferro de 0,5 mm de diâmetro é da ordem 10 Gpa, enquanto a resistência de uma barra de
10mm de diâmetro do mesmo metal é da ordem de 10 Mpa. Explique a razão desta diferença, em termos
de mecanismos atômicos que influenciam a resistência mecânica. De acordo com os dados é possível que
a amostra de 0,5mm de f seja um monocristal isento de discordâncias, onde a deformação plástica não
dará através das discordâncias. Por isso sua resistência é próxima da teórica. Já a outra amostra de 10mm
de f, apresentará defeitos cristalinos, e é possível que a deformação ocorra por discordância acarretando
resistência bem menor. 5. com relação ao endurecimento por solução sólida responda os itens: a) por quê
os átomos de carbono e nitrogênio intersticiais endurecem mais o ferro do que os átomos de níquel e
manganês substitucionais? Porque eles apresentam uma solubilidade e um coeficiente de difusão mais
altos, e produz uma menor precipitação completa durante o resfriamento lento. Isto por serem
intersticiais. b) explique a formação de atmosfera de Cottrell em finção da temperatura. A temperatura é
uma grande variável do endurecimento. Existe uma faixa de temperatura na qual há uma atmosfera de
Cottrell ( variação de átomos de soluto em torno das discordâncias ) C = C-0 exp U/KT. Quanto menor
for a temperatura, menor é concentração destes átomos em torno das discordâncias. ( C, T¯ ou T, C¯ ). 6.
explique a interação discordância X precipitados para endurecimento dos materiais no que se refere ao
tamanho dos precipitados. Para que ocorra o endurecimento deve existir um espaçamento crítico entre os
precipitados. A linha de discordância evita os obstáculos por flexão ao redor do campo de tensão dos
precipitados. Os precipitados maiores provocam uma queda na resistência facilitando, assim, a passagem
das discordâncias. Os precipitados menores ( alta resistência ) não deixam as discordâncias se
movimentarem ( barreiras ) aumentando o endurecimento do material.

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