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Secretaria da Educação

Currículo
em Ação

9
NONO ANO
ENSINO FUNDAMENTAL
ANOS FINAIS
CADERNO DO ALUNO

VOLUME

2
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Governo do Estado de São Paulo

Governador
João Doria

Vice-Governador
Rodrigo Garcia

Secretário da Educação
Rossieli Soares da Silva

Secretário Executivo
Haroldo Corrêa Rocha

Chefe de Gabinete
Renilda Peres de Lima

Coordenador da Coordenadoria Pedagógica


Caetano Pansani Siqueira

Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação


Nourival Pantano Junior

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CARO(A) ALUNO(A)
Você está recebendo conjuntos de atividades ligadas a diversas Áreas de Conhecimento.
Essas atividades são uma pequena parcela do vasto campo de saberes ao qual estamos inseri-
dos e pretendem proporcionar algumas experiências ligadas a habilidades que envolvem as práticas
sociais que nos rodeiam.
Lembre-se de que é importante acompanhar as explicações de seus professores, trocar ideias,
fazer perguntas, fazer anotações, não guardar dúvidas, ajudar e pedir ajuda aos colegas, organizar-se
para fazer as atividades e manter-se sempre em dia com os estudos.
Isso significa que é necessário interagir, ler, observar, escutar, analisar, comparar, experimentar,
refletir, calcular, tomar decisões. Essas e outras ações fazem parte de nosso cotidiano.
Um longo caminho já foi percorrido e esse material é mais uma ferramenta para auxiliá-lo em sua
jornada.

Bons Estudos!

Coordenadoria Pedagógica
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

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Sumário
Linguagens.......................................................................................7
Arte..................................................................................................................9
Língua Portuguesa.........................................................................................20
Língua inglesa................................................................................................38
Educação Física.............................................................................................75

Matemática....................................................................................91

Ciências........................................................................................109

Ciências Humanas......................................................................121
Geografia.....................................................................................................122
História........................................................................................................141

Inova.............................................................................................151
Tecnologia e Inovação..................................................................................153
Projeto de Vida.............................................................................................179

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Linguagens

Arte
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
Educação Física

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Arte 9

ARTE
Caro estudante,
Neste segundo volume de Arte você aprofundará seus estudos da Linguagem da Dança, mais
especificamente da dança contemporânea. 
Nas Situações de Aprendizagem que se seguem, você conhecerá mais a respeito das diferenças
entre os elementos que compõem as danças tradicionais e as contemporâneas, seus artistas, grupos
e coletivos paulistas, brasileiros e estrangeiros, incluindo aquelas que envolvem recursos tecnológicos.
Você terá a oportunidade de explorar os elementos constitutivos do movimento por meio de im-
provisações e criações coreográficas.
Além disso você verá que a dança é uma forma de integração e expressão individual e/ou coletiva, e
por meio dela, exercitamos a atenção, a percepção, a empatia e a colaboração entre os integrantes do
grupo. Verá também que a dança é importante para construirmos a imagem do nosso próprio corpo, sendo
fundamental para o crescimento e a maturidade do indivíduo e a formação de sua consciência social.
A Arte, junto às atividades físicas são as primeiras formas de aprendizagem, deixando para trás,
portanto, aquela visão tradicional que separava corpo e mente, razão e emoção.
Neste volume, esperamos que você amplie seus conhecimentos sobre a dança e a compreen-
da como uma ferramenta fundamental para o seu crescimento individual e a formação de sua cons-
ciência social.

Bons estudos!

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM I 
ATIVIDADE 1 – SONDAGEM
Nesta atividade você vai conversar com seu professor e sua turma sobre formas de composição,
expressão, representação e encenação de dança contemporânea, elementos constitutivos do movi-
mento cotidiano e do movimento dançado. Durante a conversa faça anotações. Ao final da conversa,
responda os questionamentos a seguir:

1. Quais são os elementos que compõem os nossos movimentos? Quais são as diferenças que
podemos observar em nossos movimentamos durante as diversas situações do cotidiano? Por-
que nossos movimentos não são sempre iguais?
2. Quais as diferenças entre os movimentos que fazemos dentro da sala de aula, entre as carteiras,
e os que fazemos no pátio da escola? De que forma o espaço interfere em nossos movimentos?
3. De que forma o tempo interfere nos nossos movimentos? Quais as diferenças entre passear e
estar atrasado para chegar na escola? O que muda?
4. Quais as diferenças e semelhanças entre os movimentos do dia a dia e os movimentos represen-
tados nas danças? Por quê são diferentes?
5. A expressão e a representação do dançarino ao apresentar-se para o público são iguais às suas
expressões e representações no dia a dia? Justifique.

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10 CADERNO DO ALUNO

6. Como vocês caracterizariam uma dança tradicional? Ela possui regras para os passos ou os
dançarinos agem livremente?
7. Vocês já assistiram ou participaram de uma apresentação de dança tradicional? Comentem.
Deem exemplos de danças tradicionais que conhecem.
8. Como vocês caracterizariam a dança contemporânea?
9. Quais são as regras e movimentos da dança contemporânea?
10. Quais as possíveis diferenças entre dança tradicional e dança contemporânea em relação à mú-
sica, ao figurino, aos movimentos e ao espaço onde elas acontecem?
11. Quais tecnologias digitais podem ser utilizadas em uma produção de dança individual ou coletiva?
12. Quais composições de dança de artistas, grupos e coletivos paulistas, brasileiros e/ou estrangei-
ros, vocês já assistiram ou conhecem?

ATIVIDADE 2 – APRECIAÇÃO
O professor apresentará alguns vídeos sobre formas de composição, expressão, representação
e encenação de dança contemporânea, elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movi-
mento dançado. Esses conceitos são importantes para ampliar seu repertório pessoal e cultural. Após
apreciar os vídeos, participe ativamente da reflexão, relembrando as anotações anteriores, analisando
e respondendo as questões a seguir:

1. Quais as diferenças e semelhanças entre os modos de se vestir e se movimentar, das pessoas no


dia a dia e da maneira apresentada nos vídeos?
2. Em que espaços as danças acontecem?
3. Quando acontecem os movimentos de solo nos vídeos? Acontecem rolamentos?
4. Há momentos específicos de uso da força?
5. Em qual vídeo aparecem saltos? E quedas? Qual é o momento com gestos teatrais?
6. Quais gestos apresentados nos vídeos se assemelham a situações do cotidiano?
7. Quais das características comuns de movimentos e temas na dança contemporânea aparecem
nos vídeos?
8. Comente sobre: movimentações pelo solo (deslizamentos); rolamentos; torções; movimentos que
exigem força (flexões, sustentações do próprio corpo e do corpo do outro); quedas e recuperações
das quedas; contrações e expansões; saltos com apoios; textos falados; gestos teatrais e cotidianos.

Você pode acessar os vídeos, usando a câmera de um smartphone para ler os QR Codes ou
digitando os links.
Vídeos:

1. Lago dos Cisnes II – pequeno trecho do ensaio pré-geral do Balé do Theatro Municipal do Rio de
Janeiro. Disponível em: https://youtu.be/zrrj7ImQziw. Acesso em: 06 nov. 2019.

2. Céu na Boca - Quasar Cia de Dança no Auditório Ibirapuera. Disponível em: https://youtu.be/
h090fjzI-o0. Acesso em: 06 nov. 2019.

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Arte 11

3. ARTE 1 em São Paulo Companhia de Dança 10 anos - Pílula nº 03. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=3NSKZeRGuDk. Acesso em: 11 nov. 2019.

4. Man vs machine | Epic dance battle in Eurovision Song Contest 2016. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=JYuOFhFrEMw. Acesso em: 11 nov. 2019.

ATIVIDADE 3 – AÇÃO EXPRESSIVA I


Individualmente, acesse os links dos vídeos que também serão apresentados pelo professor,
aprecie e analise os elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado presen-
tes nos espetáculos e ensaios. Registre as informações pesquisadas e preencha um roteiro para cada
um dos vídeos. Você pode acessar os vídeos, usando a câmera de um smartphone para ler os QR
Codes ou digitando os links.

Links:

Espetáculo “Amelia”. Wassim Arfa. La La La Human Steps. Disponível em: https://www.youtube.com/


watch?v=X8rmRjmVne4. Acesso em: 11 nov. 2019.

 spetáculo “Casa”. Fonte: MrPouicapoil. Ela / Casa (FIN) Komische Open Berlin 2003 Choreography:
E
Deborah Colker. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IcTPb4z8Nys. Acesso em: 07
nov. 2019.

Espetáculo “Dínamo”. Fonte: Cia de Dança Deborah Colker. Dínamo. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=gZiLhrFSolI. Acesso em: 07 nov. 2019.

Espetáculo “Nosotros, os lirismos do cotidiano. Fonte: NOSOTROS – Segundo ensaio aberto


no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro - RJ. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=MpN6XRLfHsw. Acesso em: 07 nov. 2019.

 spetáculo “VeRo”. Fonte: Cia de Dança Deborah Colker. Disponível em: https://www.youtube.com/
E
watch?v=nuN2YLfcb7Y. Acesso em: 07 nov. 2019.

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12 CADERNO DO ALUNO

Título do vídeo, nome da companhia ou grupo de dança


e a origem (cidade ou estado).
Em qual momento do vídeo você reconhece um
movimento do cotidiano transposto para a dança.
Qual é o tema principal do vídeo.
Analise criticamente e registre as diferentes formas
de abordagem dos temas pelas danças tradicionais e
contemporâneas.
Na plataforma de compartilhamento de vídeos Youtube,
pesquise outros vídeos de danças tradicionais que
abordam os mesmos temas anotados por você.

ATIVIDADE 4 – AÇÃO EXPRESSIVA II


Aguarde orientações do professor para realizar, em grupo, uma pesquisa e uma apresentação
com foco em:
Grupo 1 – Origem da dança contemporânea e artistas individuais da dança contemporânea;
Grupo 2 – Grupos e coletivos paulistas da dança contemporânea, e como utilizam a iluminação
e projeções digitais;
Grupo 3 – Grupos brasileiros de dança contemporânea (de outras regiões além do estado de
São Paulo) e vídeo de dança contemporânea;
Grupo 4 – Grupos estrangeiros de dança contemporânea e dança contemporânea telemática.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM II
ATIVIDADE 1 – SONDAGEM
Nesta atividade você vai conversar com seu professor e sua turma sobre brincadeiras, jogos,
danças coletivas e outras manifestações da dança contemporânea e as relações processuais entre
diversas linguagens artísticas. É importante que você faça anotações. Ao final da conversa, responda
os questionamentos a seguir:

1. Você já realizou alguma improvisação durante as produções de arte, e em produções de dança?


2. Como é possível improvisar na dança? Dê exemplos.
3. Como é possível, por meio da dança, transmitir uma mensagem? De que forma os dançarinos
fazem isso?
4. Quais brincadeiras de dança contemporânea você já viu ou participou?
5. Quais jogos de dança contemporânea você conhece? Quais semelhanças e diferenças existem
entre jogos desportivos, como o futebol, e jogos de dança contemporânea?
6. Onde você já assistiu alguma apresentação de danças coletivas contemporâneas?
7. Diante do que você já assistiu, apreciou, pesquisou e analisou sobre dança contemporânea nas
aulas de arte, ou em outros locais, como você reconhece a influência de outras culturas nestes
espetáculos e ensaios? Quais influências?

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Arte 13

8. Você considera que fatos, notícias, temas e situações atuais poderiam se transformar em coreo-
grafias?
9. Quais brincadeiras e jogos de diferentes matrizes culturais vocês conhecem?
10. De quais brincadeiras e jogos de diferentes matrizes culturais vocês já participaram na escola, em
casa ou em projetos culturais?
11. Quais danças coletivas ou outras manifestações da dança contemporânea de diferentes matrizes
estéticas e culturais vocês conhecem?
12. De quais danças coletivas ou outras manifestações da dança contemporânea de diferentes ma-
trizes estéticas e culturais vocês já participaram na escola, em casa ou em projetos culturais?
13. Considerando todas as disciplinas, o que vocês já estudaram sobre as matrizes estéticas e cul-
turais indígena, africana e europeia, que formaram a cultura brasileira? Comente.
14. Vocês já participaram de algum projeto temático na escola envolvendo diferentes linguagens da
arte (teatro, dança, música, artes visuais)? Comentem sobre suas experiências.

ATIVIDADE 2 – APRECIAÇÃO
O professor apresentará alguns vídeos sobre improvisação e criação de movimentos em dança, brin-
cadeiras, jogos, danças coletivas e outras manifestações da dança contemporânea de diferentes matrizes
estéticas e culturais. Esses conceitos são importantes para ampliar seu repertório pessoal e cultural. Observe
atentamente a relação entre os dançarinos e o público, a fusão entre música, dança e teatro, a não existência
de um palco tradicional, e a utilização dos espaços físicos, como muros, muretas, paradas de ônibus. etc.
Após apreciar os vídeos, participe ativamente da reflexão, retomando as anotações anteriores,
analisando e respondendo as questões a seguir:

1. Quais são as diferenças nos gestos e nas posturas dos bailarinos quando estão representando
uma cultura ou outra?
2. Quais são as diferenças e semelhanças entre os ritmos, melodias e instrumentos musicais utiliza-
dos no espetáculo?
3. Quais são as matrizes estéticas e culturais presentes em cada vídeo? Quais são os elementos
mais evidentes que demonstram essas matrizes?
4. Quais são os espaços em que os espetáculos são apresentados?
5. Qual é a relação entre os dançarinos e o público? Ela favorece o improviso e faz com que cada
espetáculo seja diferente um do outro?
6. Comente a fusão entre música, dança e teatro; a não existência de um palco tradicional e sim a
utilização dos espaços físicos, como muros, muretas, paradas de ônibus etc.

Vídeos:

“Samwaad - Rua do Encontro”. Fonte: Ivaldo Bertazzo. Disponível em: https://www.youtube.com/


watch?v=7sSan704qAc. Acesso em: 03 dez. 2019.

“ Benguelê”. Grupo Corpo Oficial - 1998. Disponível em: https://www.youtube.com/


watch?v=9M8iVW3RGf0. Acesso em: 03 dez. 2019.

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14 CADERNO DO ALUNO

Vídeo Interferências estéticas na vida pública “Passeios Noite”. Cia. Nova Dança 4. Disponível
em: https://www.youtube.com/watch?v=x3o_B-kBpqY. Acesso em: 04 dez. 2019.

ATIVIDADE 3 – AÇÃO EXPRESSIVA I


Aguarde orientações do professor para participar, em grupo, de uma atividade prática de impro-
visação em dança. Siga o roteiro de planejamento indicado a seguir:

1. Espaço e tempo necessários para a apresentação (planeje onde estas atividades podem acon-
tecer – espaços fora da sala de aula, pátio, quadra, anfiteatro, jardim etc.);
2. Tipos de improviso, com interação ou sem interação com o público;
3. Tipos de movimentos criados, selecionados pelo grupo, como, por exemplo: rolar, torcer, es-
pelhar, cair com sustentação, pular etc.;
4. Inclusão de elementos de outras linguagens, como o teatro, a música e/ou as artes visuais
(opcional).

Vídeo:

Vídeo de interferências estéticas na vida pública “Passeios - Manhã”. Cia. Nova Dança 4.
Cia. Nova Dança 4. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KHBH0inLFDw.
Acesso em: 04 dez. 2019.

ATIVIDADE 4 – AÇÃO EXPRESSIVA II


Nesta atividade você e seus colegas irão elaborar um projeto temático de dança, articulando os
processos de criação da dança com as outras linguagens (teatro, música e artes visuais), seguindo o
roteiro de trabalho.
Aguarde orientações do professor para realizar a pesquisa, o planejamento e a apresentação do
Projeto.
Os temas a serem explorados no projeto, são:
Grupo 1: fatos, notícias, temáticas e situações atuais.
Grupo 2: jogos, danças coletivas.
Grupo 3: manifestações da dança contemporânea de diferentes matrizes estéticas e culturais.
Grupo 4: processos criativos na articulação das linguagens da arte

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Arte 15

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM III


ATIVIDADE 1 – SONDAGEM
Nesta atividade você vai conversar com seu professor e sua turma sobre os diferentes elementos
da dança contemporânea - coreografia, figurino, trilha sonora, cenário, iluminação e espaços (conven-
cionais e não convencionais) para composição cênica e apresentação coreográfica - e perceber, como
você utiliza diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e com-
partilhar práticas e repertórios artísticos. É importante que você faça anotações. Ao final da conversa,
responda os questionamentos a seguir:

1. O que é uma coreografia?


2. Qual a importância do espaço, do figurino e do cenário para a coreografia?
3. Como a iluminação atua no espaço e na coreografia?
4. Qual é a relação dos figurinos com a interpretação da coreografia? Dê exemplos.
5. Quais são as tramas que a coreografia compõe, juntamente com figurinos, cenário, adereços,
trilha sonora e iluminação?
6. Qual é o papel da música na dança? Ela sempre esteve presente? Há dança sem música?
7. De que forma o movimento corporal e música dialogam entre si?
8. Em quais lugares as apresentações de dança podem ocorrer?

ATIVIDADE 2 – APRECIAÇÃO
O professor apresentará algumas imagens sobre os diferentes elementos da dança contemporâ-
nea - coreografia, figurino, trilha sonora, cenário, iluminação; como acontece a utilização de recurso e
tecnologias digitais; e como são os espaços onde as danças acontecem (convencionais e/ou não
convencionais). Esses conceitos são importantes para ampliar seu repertório pessoal e cultural.
Os conceitos modernos, clássicos ou românticos relativos à dança não podem ser confundidos
com os contemporâneos. Também não é melhor ou pior fazer balé clássico ou dança contemporânea,
o importante é ter conhecimento das características de cada modalidade artística e saber discerni-las
no fazer, conhecer e analisar da dança. As imagens a seguir tratam sobre alguns recursos expressivos
da dança e como eles se diferenciam de acordo com o estilo e época em que são produzidos e/ou
recebidos.
Ao final, responda, em seu caderno, as questões colocadas a seguir:

1. Descreva o que está representado nas imagens. O que mais chama a sua atenção?
2. Quais são as diferenças e semelhanças entre as imagens?
3. Quais sensações essas imagens causam em vocês?
4. Como são os cenários?
5. Para vocês, qual é a função do cenário e do figurino em um espetáculo de dança?
6. Descreva a maneira como os bailarinos estão vestidos.
7. Qual estilo de música, vocês imaginam que os bailarinos estão dançando?
8. Além dos palcos do teatro, em quais outros espaços a dança pode acontecer?
9. Vocês já assistiram alguma apresentação de dança com efeitos visuais? Comentem.

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16 CADERNO DO ALUNO

10. Quais recursos tecnológico (software), que produzem efeitos visuais ou sonoros, vocês já utiliza-
ram em produções escolares?

1 2

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1. Bailarina de Dança Moderna. Fonte: Imagem de tazzanderson/Pixabay. Disponível em: https://


pixabay.com/pt/photos/dan%C3%A7arina-dan%C3%A7a-campo-amarela-2093996/. Acesso
em 24 set. 2020.

2. Bailarina de Balé Romântico. Fonte: Imagem de Niki Dinov/Pixabay. Disponível em: https://pixabay.
com/pt/photos/bal%C3%A9-lago-de-cisnes-bailarina-dan%C3%A7a-2124651. Acesso em 24
set. 2020.

3. Grupo de Dança Moderna. Fonte: Imagem de Dimitris Vetsikas/Pixabay. Disponível em: https://
pixabay.com/pt/photos/bailarinos-moderna-desempenho-dan%C3%A7a-2462957/. Acesso
em 24 set. 2020.

4. Grupo de Balé Romântico. Imagem de sobima/Pixabay . Disponível em: https://pixabay.com/pt/


photos/bal%C3%A9-classe-bailarina-menina-3854368/. Acesso em: 24 set. 2020.

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Arte 17

ATIVIDADE 3 – AÇÃO EXPRESSIVA I


Nesta atividade, seu professor vai apresentar um vídeo e fazer algumas perguntas sobre ele. Vai
organizar a turma em grupos e apresentar um roteiro para a elaboração e o registro de um planejamen-
to de uma composição cênica e apresentação coreográfica, individual e/ou coletiva, utilizando os ele-
mentos da dança contemporânea. Ao final, vai organizar um momento para a socialização, análise e
reflexão do processo de criação e planejamento. Aguarde e participe.

ATIVIDADE 4 – AÇÃO EXPRESSIVA II


Esta atividade vai ser realizada em grupos. Nela, seu professor vai orientar a todos sobre como
criar e executar uma sequência coreográfica combinando os elementos característicos da dança con-
temporânea; a partir do Sistema Laban de Análise do Movimento; e das temáticas ligadas ao co-
tidiano (família, escola, profissões, relações, inquietação, sentimentos, etc.).
Converse com o seu grupo e decidam qual tema utilizar, experimentem alguns dos movimentos apre-
sentados na imagem e nos links indicados a seguir, e iniciem o processo de criação seguindo o roteiro de
trabalho. Finalizada a atividade, participe de um momento de avaliação que será proposto pelo professor.
Roteiro de ações:
• Um integrante do grupo deverá iniciar um movimento com alguma parte do corpo;
• Em seguida, um outro integrante deverá reproduzir esse movimento e acrescentar mais um gesto;
• Essa ação deverá ser repetida até que todos os integrantes do grupo reproduzam e acrescentem
novos gestos aos movimentos;
• A sequência criada deverá ser repetida por todos os integrantes do grupo ao menos três vezes
para que memorizem;

Links:

Rudolf von Laban. Wikidança. Disponível em: http://www.wikidanca.net/wiki/index.php/Rudolf_


von_Laban. Acesso em: 26 nov. 2019.

Rengel, L. P. DICIONÁRIO LABAN. 2001. Dissertação (Mestrado em Artes) – Instituto de Artes,


Universidade de Campinas, Campinas, São Paulo, 2001. Disponível em: http://repositorio.unicamp.
br/bitstream/REPOSIP/284892/1/Rengel_LeniraPeral_M.pdf. Acesso em: 26 nov. 2019.

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18 CADERNO DO ALUNO

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM IV
ATIVIDADE 1 – SONDAGEM
Nesta atividade você vai conversar com seu professor e sua turma sobre suas experiências pes-
soais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, estereótipos, preconceitos e
as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. É importante que você faça anotações. Ao
final da conversa, responda os questionamentos a seguir:

1. Qual é a relação que existe entre a dança e os diferentes grupos sociais em diferentes épocas?
2. Considerando as características próprias de cada cultura, como você acha que se definem os
movimentos da dança e a forma de se dançar?
3. Para você, existe um corpo apto e outro inapto para a prática da dança? Justifique.
4. Dança é só para meninas ou só para pessoas de um determinado tipo físico? Justifique.
5. Qual é a idade ideal para praticar dança? O que é capaz de impedir alguém de dançar?
6. Você já sofreu algum preconceito por ter participado de alguma dança, teatro ou outra atividade
artística?
7. Já presenciou algum colega sofrendo este tipo de preconceito? O que você fez?
8. Você já desenvolveu algum Projeto Temático na escola envolvendo dança, teatro, artes visuais e
música? Comente.
9. Como é ou foi a sua experiência com dança na escola ou em outro ambiente?

ATIVIDADE 2 – APRECIAÇÃO
O professor apresentará alguns vídeos sobre as relações processuais entre diversas linguagens
artísticas, experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos,
estereótipos e preconceitos.
O encontro com o outro pode abrir caminhos para novas possibilidades de aprender, viver e conviver
distintos daqueles que cada um está acostumado. Esse encontro com as diferenças amplia possibilidades
de convivência, empatia e respeito, e propõe que você repense as relações entre as pessoas em sociedade.
A promoção da igualdade e da diversidade dos corpos é um grande desafio nos tempos atuais.
Ao final, responda, em seu caderno, as questões colocadas a seguir:

Links:

A dança sem limites da Gira Dança. Dydyo Refrigerantes. Disponível em: https://dydyo.com.br/a-
danca-sem-limites-da-gira-danca/. Acesso em: 13 abr. 2020.

Gira Dança bloco 03. Centro Cultural de São Paulo. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=aR2ESNU8__8. Acesso em: 04 dez. 2019.

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Arte 19

Companhia Giradança. Disponível em: https://www.youtube.com/channel/


UCj0h8KFL0BkMbXTZUzv4sOg. Acesso em: 04 dez. 2019.

1. Se você fosse o diretor ou o bailarino de uma companhia de dança, qual seria o tema do seu
espetáculo?
2. Como seriam os bailarinos?
3. Para você, o que significa algo “fora do padrão de beleza corporal”?
4. Após a abordagem desse tema, você acha que existe algum padrão de beleza corporal que se
sobreponha o outro? Justifique.

ATIVIDADE 3 – AÇÃO EXPRESSIVA I


Nesta atividade seu professor vai organizar a turma em grupos para que realizem uma pesquisa
de imagens e textos em livros, revistas, internet, etc. sobre “A ideia de Beleza ao longo da História da
Arte”. Ele também vai apresentar vídeos e textos, para fundamentar e colaborar com a pesquisa.
Todo conhecimento pesquisado será utilizado na próxima atividade. Aguarde e participe.

ATIVIDADE 4 – AÇÃO EXPRESSIVA II


Utilizando a pesquisa da atividade anterior, você e seu grupo elaborarão, executarão e apresentarão
um Projeto Temático sobre “A ideia de beleza ao longo da história da arte”, utilizando as linguagens
artísticas (dança, música, teatro, artes visuais). Para representar a temática escolhida, selecione materiais
plásticos, recicláveis e/ou alternativos e ferramentas das mais variadas possíveis, inclusive a tecnologia e
as mídias digitais para realizar seu processo de criação. Aguarde orientações de seu professor.

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20 CADERNO DO ALUNO

LÍNGUA PORTUGUESA
Olá!

A Situação de Aprendizagem que você desenvolverá neste material pretende


trabalhar habilidades relacionadas às práticas de:

 leitura;
 oralidade;
  produção textual;
  análise linguística/semiótica.

Essas práticas, por sua vez, estão articuladas a alguns campos de atuação social:

  o da vida pública;
  o das práticas de estudo e de pesquisa;
  o da arte e da literatura;
  o do jornalístico/midiático.

Utilize esse material como parte de seus estudos, associando-o a outros que venham a
complementar sua jornada no campo do conhecimento.

Equipe Pedagógica de Língua Portuguesa

Desenho de Lívia Maria dos Santos Amaral, 12 anos, 6º ano


E.E. Comendador Antônio Figueiredo Navas, Lins, SP

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Língua Portuguesa 21

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 –
ACESSANDO OS TEXTOS CIBERNÉTICOS
Esta Situação de Aprendizagem (SA) tem como foco fazer com que o estudante compreenda
textos de gêneros variados, selecionando estratégias de leitura adequadas a diferentes objetivos. Para
isso, serão exploradas estratégias didáticas que procuram promover uma aprendizagem ativa, utilizan-
do como suporte alguns gêneros digitais. Veja, a seguir, algumas habilidades, entre outras, que come-
çaremos a desenvolver.

Mapa cognitivo de aprendizagem


EF89LP03 – Analisar textos
de opinião (artigos de opinião,
editoriais, cartas de leitores,
comentários, posts de blog e EF89LP24A EF89LP33C
de redes sociais, charges, Elaborar questões para EF89LP24B Analisar as
memes, gifs etc.) e posicionar- a realização de Aplicar pesquisas para características dos
se de forma crítica e pesquisas. coleta de informações. gêneros textuais e
fundamentada, ética e suportes.
respeitosa frente a fatos e
opiniões relacionados a esses
textos.

EF89LP33B
Compreender EF09LP04B
EF89LP15 Escrever textos,
Utilizar, nos
textos de de acordo com
debates, gêneros variados, a norma-padrão
gramatical, que
operadores
argumentativos selecionando respeitem as
que marcam a estruturas sintáticas
defesa de ideia e estratégias complexas
no nível da oração
de diálogo com a
tese do outro.
de leitura e do período.
adequadas
a diferentes
objetivos.

EF09LP08B EF89LP12 – Planejar a realização


de um debate sobre o tema previamente definido
Utilizar, em textos de diferentes
de interesse coletivo, com regras acordadas e
gêneros, conjunções (e locuções EF69LP37 – Produzir planejar, em grupo, a participação a partir de
conjuntivas) coordenativas e roteiros para levantamento de informações e argumentos que
subordinativas, para estabelecimento elaboração de vídeos possam sustentar o posicionamento a ser
de conexão entre orações. de diferentes tipos (vlog defendido, tendo em vista as condições de
científico, vídeo-minuto, produção, objetivos, motivações para sua realização,
programa de rádio, argumentos e estratégias de convencimento mais
podcasts) para eficazes, na condição de membro de uma equipe de
divulgação de debatedor, apresentador/mediador, espectador,
conhecimentos como forma de compreender o funcionamento e
científicos e resultados poder participar de forma ética, respeitosa, crítica e
de pesquisa, tendo em desenvolver uma atitude de respeito e diálogo para
vista seu contexto de
Práticas de Linguagem produção, os elementos
com as ideias divergentes.
 Leitura e a construção
 Oralidade composicional dos
  Produção de Texto roteiros.
  Análise Linguística / Semiótica

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22 CADERNO DO ALUNO

GÊNEROS DIGITAIS

Memes – Qualquer objeto digital que carrega uma ideia e se espalha


rapidamente pela internet (viralização), alcançando muita popularidade.
Gifs – formato de imagem de mapa de bits, geralmente criado para
imagens fixas ou para fazer animações a partir destas.
Blog – uma plataforma de divulgação na internet de conteúdo
apresentado em texto e imagem.
Vlog – uma plataforma de divulgação na internet de conteúdo
exclusivamente apresentado em vídeo.
Wiki – escrita colaborativa.
E-zine – revistinha digital.
Chats – conversa em tempo real em plataforma digital.
Podcast – conteúdo em áudio, semelhante a um programa de rádio, mas é direcionado e pode
ser ouvido com flexibilidade pela internet.
Posts – Produção e divulgação de textos, hipertextos, links, imagens, áudios ou vídeos através
de redes sociais.

ATIVIDADE 1 – CONVERSANDO SOBRE O UNIVERSO DAS LINGUAGENS


As linguagens estão presentes em todos os campos da nossa vida, como seria possível a comu-
nicação sem elas?

Para compreendermos o universo das linguagens é necessário, primeiramente, construir alguns saberes a
respeito:

• Na sua opinião, o que é linguagem e para que ela serve?


• O que é linguagem verbal? Dê exemplos.
• O que é linguagem não verbal? Dê exemplos.
• Podemos considerar uma cor, um símbolo, um gesto, uma pintura ou uma escultura como
linguagem? Por quê?

1. Observe as figuras a seguir.

Fotomontagem:
Daniel Carvalho Nhani

a) Podemos considerá-las um tipo de linguagem? Qual?

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Língua Portuguesa 23

b) Na sua opinião, que tipo de informação ou mensagem cada escultura transmite?


c) Considerando que as estátuas estão fora do contexto imaginado pelo escultor, e, observando a
posição das mãos de cada uma delas, é possível determinar o que estariam fazendo? Explique.
d) Em qual período você acredita que estas esculturas foram elaboradas? Explique.

2. Analise a próxima montagem.

Fotomontagem:
Daniel Carvalho Nhani

a) O que mudou em comparação à fotomontagem anterior (exercício 1)? É possível, agora, de-
terminar o que cada personagem está fazendo?
b) A presença dos novos elementos nas imagens fez com que elas se situassem em outro período?
Explique.

3. Observe as figuras 1 e 2 e responda:

Figura 1 Figura 2

a) Há diferenças entre os elementos I, II, III e IV da Figura 1? Explique.


b) Ainda em relação à Figura 1, a cor pode ser considerada uma linguagem? Explique.
c) O que as cores significam nos semáforos apresentados na Figura 1? Explique.
d) Analise o item IV da Figura 1. No trânsito qual seria a consequência?
e) Os numerais romanos em cada semáforo e sua ordem podem ser considerados uma lingua-
gem? Por quê?
f) Os numerais romanos nas Figuras 1 e 2 têm a mesma função? Explique.
g) Na Figura 2, quando se insere os ponteiros marcando 03h15, poderá ser verificado que os
dois ficam no mesmo lugar; entretanto, há diferenças nas informações que cada um transmite.
Quais são essas diferenças?
h) O que significam as siglas AM e PM do relógio digital? Essas letras são linguagens? Explique.

4. Com base nas Figuras 1 e 2, leia as perguntas e responda:


a) Qual dos objetos que, dependendo do tamanho de algumas de suas partes, transmite uma
informação ou interpretação diferente?
b) Qual é o objeto que, de acordo com suas cores, determina informações ou interpretações di-
ferentes?

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24 CADERNO DO ALUNO

5. Observe a Figura 3 e responda:


a) A linguagem é verbal ou não verbal?
b) O que ela significa?
c) A figura pode ser utilizada com outros elementos?
d) Escreva dois elementos que podem ser inseridos na Figura 3 Figura 3
e quais seriam os novos significados.
Figuras 1, 2 e 3: Daniel
Carvalho Nhani

ATIVIDADE 2 – OS SÍMBOLOS E CARACTERES A SERVIÇO DA COMUNICAÇÃO


1. Observe:
: ; ( )
a) Os caracteres acima possuem significado para você? Qual ou quais?
b) Onde estes sinais são utilizados e para que servem?

2. Observe novamente:
:) ;) :(
a) O que mudou em relação ao exemplo do exercício 1, já que os sinais são os mesmos?
b) Qual o significado de cada um destes sinais, onde podem ser usados e para quê?

Quando os primeiros computadores foram lançados, e com eles os primeiros canais de comunicação pela internet, como
chats ou mensageiros, os sinais de pontuação e os caracteres especiais eram os únicos recursos para transmitir senti-
mentos e sensações. Décadas depois estes sinais evoluíram e se tornaram o que se conhece hoje como emoticon
(emoção + ícone), eles podem substituir o texto escrito em alguns contextos ¯.

3. Desenhe o emoticon gráfico correspondente a cada sentimento ou sensação:

Bravo Com vergonha


Feliz Assustado
Triste Com frio
Desconfiado Com calor
Com dúvida Com nojo
Risada Chorando

4. Associe corretamente os emoticons de texto:

1. d:-) ( ) usando gravata


2. [:-) ( ) usando óculos
3. :-) X ( ) usando fones de ouvido
4. B-) ( ) usando aparelho dentário
5. :-(#) ( ) usando boné

Conheça outros emoticons textuais em: http://www.dicweb.com/emoticon.htm. Acesso em: 26 jan. 2021.

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Língua Portuguesa 25

ATIVIDADE 3 – A UNIÃO DAS LINGUAGENS VERBAL E NÃO VERBAL


Os gêneros a seguir misturam os dois principais ti-
pos de linguagens: a verbal e a não verbal. São geralmen-
te utilizados para transmitir uma crítica ou uma reflexão,
têm tradição e forte presença na esfera jornalística, princi-
palmente em meio impresso, mas também aparecem em
plataformas digitais. Conheça alguns deles:
CHARGE – Comumente retrata situações atuais, ou
seja, que estejam ocorrendo no mesmo tempo e espaço.
É acompanhada de sátiras e as personagens principais,
geralmente, são figuras públicas. São muito utilizadas para
fazer críticas sociais. Foram criadas no século XIX com o
objetivo de expressar a indignação das pessoas.
Traz um ponto de vista. Sua estrutura é formada por
apenas um quadro. Considera contexto histórico, co-
nhecimento de mundo e depende de acontecimentos
atuais.

1. Analise a charge “Formando Opinião 3.0”.

a) Cite dois elementos verbais e dois não verbais


que fazem referência ao universo digital.
b) Explique a relação existente entre as cores e os
textos.
c) Qual o tipo de contradição existente na charge? Ilustração: Daniel Carvalho Nhani.
d) O que significa o termo 3.0 no título e o que ele
contribui para a interpretação?
e) Quem é o público-alvo da charge e onde ela poderia ser publicada?
f) Essa charge poderia ser publicada em um jornal da década de 60? Explique.
g) Escreva o par contrário, de acordo com o que você observou:

Li na rede social.

Fofocas.

Informações de aplicativos de mensagens.

Meu amigo me falou.

Textos anônimos sem fontes ou dados.

CARTUM – É um texto humorístico caracterizado por histórias breves a respeito do comporta-


mento humano. Os cartuns são atemporais e abordam os costumes de uma forma mais cômica.

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26 CADERNO DO ALUNO

Geralmente não possuem ligação com o contexto histórico, e, apesar de ter um ponto de vista,
apresenta situações genéricas e sua estrutura, assim como a charge, é formada por apenas um quadro.

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

2. Analise o cartum e responda:

a) Qual é a mensagem transmitida?


b) Quais elementos contribuem para o entendimento da mensagem? Explique.
c) Através de quais elementos é possível inferir a idade de cada personagem no cartum? Explique?
d) Há dois elementos que não participam da situação de diálogo no cartum. Quem são eles e
quais são suas funções?
e) Qual é a referência de gerações no cartum? Explique.
f) Crie um título coerente para o cartum.

TIRINHA - Assemelha-se às histórias em quadrinhos, porém, é mais curta. A sequência de quadri-


nhos da tirinha possui personagens fixas e pode ou não tecer críticas sociais. Geralmente é encontrada em
revistas, jornais, sites, mídias sociais. Não, necessariamente, possui ligação com o contexto histórico e sua
estrutura é formada por três ou mais quadros.

3. Analise a tirinha e responda:

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

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Língua Portuguesa 27

a) As expressões “pra cima”, “mais ou menos” e “pra baixo” se referem a quê?


b) O emoticon presente no primeiro quadro é coerente em relação ao texto? Explique.
c) Qual a ironia presente no último quadro?
d) Qual a mensagem e/ou crítica transmitida pela tirinha?
e) Quais elementos da tirinha a tornam atual?

ATIVIDADE 4 – CONSTRUÇÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO


A Escrita Colaborativa – É um texto construído por diversas mãos. Não é o mesmo que fazer
comentários, concordar ou compartilhar. Significa contribuir, com uma ou muitas pessoas, na constru-
ção de uma mesma obra.

Na internet, colaborar significa contribuir com informação relevante. A escrita colaborativa começa com a ideia de alguém e esta ideia
se amplia, evolui, se aperfeiçoa através da participação (contribuição) de outras pessoas (coletivo).
Diversas são as plataformas disponibilizadas na internet para a escrita colaborativa, dentre elas estão os blogs, wikis etc. É possível
também usar a escrita colaborativa de muitas formas e para muitos propósitos, por exemplo, uma revista ou jornal digital, uma
pesquisa escolar, um artigo, dentre tantas outras possibilidades.

Para saber mais acesse:


Blog – https://bit.ly/2QmB5Hi. e http://midiaboom.com.br/
midia-social/como-fazer-um-blog-colaborativo/
Acesso em: 26 jan. 2021.
Wiki - https://bit.ly/2Q0u6oa. e http://www.nre.seed.pr.gov.
br/arquivos/File/curitiba/crte/tutorial_wikispaces.
pdf. Acesso em: 26 jan. 2021.

AS TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO

STOP MOTION – técnica que usa imagens (fotos, desenhos, ilustrações etc.) sequenciais e diferentes de
um mesmo objeto em condição estática, para imitar seu movimento.

Para saber mais acesse: https://bit.ly/39k0v0Q. Acesso em: 26 jan. 2021.

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28 CADERNO DO ALUNO

1. Para compreender as técnicas do stop motion, é necessário construir alguns conceitos. Para
isso, organizem-se em quatro grupos e escolham um dos temas a seguir para pesquisar:

I. A
 retina
Disponível em: https://bit.ly/36cA8YR. Acesso em: 26 jan. 2021.

II. Persistência retiniana


Disponível em: https://bit.ly/2Q2jvtd. Acesso em: 26 jan. 2021.

III. Ilusão de ótica


Disponível em: https://bit.ly/2MAceOS.
Acesso em: 26 jan. 2021.

IV. Frames por segundo (FPS)


Disponível em: https://bit.ly/2Q29Pia.
Acesso em: 26 jan. 2021.

2. Após a realização da pesquisa pelos grupos, juntem todas as informações coletadas e construam
um texto de forma colaborativa. É possível realizar a tarefa, utilizando a ferramenta disponível
em: https://bit.ly/39wybrX (acesso em: 29 jan. 2021). Caso não seja possível seu uso, escre-
vam o texto em uma folha de papel. O importante é que ele seja construído coletivamente.

ATIVIDADE 5 – DIVULGANDO O CONHECIMENTO


ATRAVÉS DAS MÍDIAS DIGITAIS
PODCAST – conteúdo em áudio, semelhante a um programa de rádio. É direcionado e pode ser
ouvido com flexibilidade pela internet, seja por meio do computador ou do celular. Atualmente, o pod-
cast se tornou um recurso importante para o jornalismo, com os chamados podcasts noticiosos.

VÍDEO MINUTO – como o próprio nome afirma, é um vídeo (áudio e imagem) com duração
de 1 minuto. Os objetivos são dos mais diversos: criticar, informar ou gerar humor, homenagear,
dentre outros.

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Língua Portuguesa 29

Terminado o texto colaborativo, apresentem o conteúdo por meio de uma das formas digitais
aqui apresentadas (podcast ou vídeo minuto). Para isso, procurem obter outras informações sobre os
gêneros digitais apresentados nesta atividade acessando os links a seguir:

Podcast:
Disponível em: https://bit.ly/37idPkx. Acesso em: 27 jan. 2021.

Vídeo minuto:
Disponível em: https://bit.ly/2EY4aUc. Acesso em: 27 jan. 2021.

Além da apresentação oral, a visual também é importante. Caso não seja possível o uso de recur-
sos digitais, elaborem cartazes, banners ou outra forma de ilustrar o conteúdo. Neste momento, suge-
re-se a realização de um seminário. Não se esqueçam de filmar a apresentação.

ATIVIDADE 6 – VIRALIZANDO O CONHECIMENTO


Viralizar: ato ou ação de fazer com que algo se espalhe rapidamente pela internet, ficando, as-
sim, conhecido por um grande número de pessoas.
Para disseminar o conhecimento, divulguem os materiais digitais produzidos pela turma nas
redes sociais, aplicativos de mensagens, em um blog ou vlog. Essa atitude é muito importante a fim
de que a informação circule para um número maior de pessoas, permitindo a democratização do
conhecimento.

BLOG – uma plataforma de divulgação na internet de conteúdo apresentado em texto e imagem.

VLOG – uma plataforma de divulgação na internet de conteúdo exclusivamente apresentado


em vídeo.

Você tem um blog ou vlog? A escola ou a sua turma possui um?

Seria interessante a criação de um blog para publicar conteúdos escolares, por exemplo, como um
link que aponte um site para aprofundar determinado assunto abordado pelo professor em sala de
aula, uma videoaula, textos, um livro em formato digital. O importante é fazer a informação circular.
Seguem algumas opções de ferramentas gratuitas para criação de blogs e vlogs na internet:
Blogger, Wordpress, Tumblr, Youtube, Vimeo etc.

Caso não seja possível a criação de uma página nessas plataformas, sugere-se a publicação do
conteúdo produzido na atividade em rede social ou mesmo em grupos de aplicativos de mensagens.

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30 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 7 – AS TÉCNICAS DO STOP MOTION


DOBRADINHA – é uma das técnicas de animação mais simples que existe. Para montá-la, pro-
videncie duas folhas de papel do mesmo tamanho (Imagem 1), faça nelas desenhos semelhantes, mas
com pequenas mudanças (Imagem 2). Em seguida, enrole em um lápis uma das folhas (Imagem 3),
depois arraste o lápis de um lado para o outro rapidamente, para ver a ilusão de ótica dar movimento
às personagens desenhadas.

Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

O efeito animado dessa dobradinha está disponível em


Stop Motion – Dobradinha: https://bit.ly/2SyYSpZ.
Acesso em: 27 jan. 2021.

1. Agora, faça a sua dobradinha!

FOLIOSCÓPIO – é um bloquinho de papel também conhecido como


“Flip Book”. Folheando-o, rapidamente, é possível perceber o movimento
dos objetos desenhados. Para isso, basta desenhar em cada folha, em di-
ferentes posições no papel, o seu desenho. A técnica com o folioscópio é
mais versátil que a dobradinha. Para ter o efeito esperado, a dica é come-
çar pela última folha.

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Língua Portuguesa 31

Veja a sequência de imagens a seguir:

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

O efeito animado deste folioscópio está disponível em


Stop Motion – Folioscópio: https://bit.ly/39hHFaB.
Acesso em: 27 jan. 2021.

2. Produza o seu folioscópio. Use o rodapé do caderno ou mesmo aquele bloquinho de papel co-
nhecido como “post it”.

ATIVIDADE 8 – DO PAPEL PARA O COMPUTADOR:


AS CONVERSÕES DIGITAIS
GIF (Graphics Interchange Format) – É um formato digital de imagem/vídeo muito utilizado na
internet. É possível a “compactação” de arquivos, ou seja, diminuir o tamanho, pois ele é eficiente,
quando há muitas imagens ou partes de vídeos agrupadas em um único arquivo.
GIF ANIMADO – A animação está entre as muitas possibilidades de utilizar o gif, sendo possível
agrupar diversas imagens estáticas para dar um efeito de movimento, seguindo, de certa forma, o
mesmo princípio das técnicas do stop motion da dobradinha e do folioscópio.

Após a criação da sua dobradinha e do seu folioscópio, é hora de tirá-los do papel e


transformá-los em digital, criando um gif animado. Para isso, basta utilizar um aplicativo
específico para a tarefa. Existem diversos apps disponíveis na internet e nas lojas de apli-
cativos em celulares, escolha um gratuito e instale no seu aparelho celular.

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32 CADERNO DO ALUNO

1. Criando seu GIF

O primeiro passo para a criação do seu gif animado é tirar uma foto de cada imagem separadamen-
te. Se for a dobradinha, são duas; se for o folioscópio, podem ser muitas. O segundo passo é instalar o
aplicativo, no qual você irá inserir as imagens na sequência correta e ele unirá todas elas, passando-as
em determinada velocidade, conferindo, assim, movimento. O resultado é parecido com um clip de vídeo.
Com o gif criado, é hora de divulgá-lo nos aplicativos de mensagens ou nas redes sociais.
Para ver o gif animado da dobradinha e do folioscópio apresentado nessas atividades, acesse os
links ou QR a seguir:

Folioscópio:
Disponível em: https://bit.ly/2SuSb8v. Acesso em: 27
jan. 2021.

Dobradinha:
Disponível em: https://bit.ly/365SEBW. Acesso em: 27
jan. 2021.

ATIVIDADE 9 – LINGUAGEM CONTEMPORÂNEA


MEME – O conceito de meme surgiu na década de 70, um
pouco antes dos computadores. O termo vem do grego e significa
“imitação”. De forma geral, é tudo aquilo que se multiplica de cére-
bro em cérebro, ficando assim gravado no imaginário coletivo. Pode
ser uma ideia, ou parte dela, desenhos, sons, valores estéticos ou
morais, línguas, ou qualquer outra coisa, que pode ser transmitida e
aprendida facilmente.
Com a popularização dos computadores e da internet, a con-
cepção de meme praticamente não mudou, apenas se apropriou de
elementos do mundo virtual como vídeos, gifs, figurinhas, músicas,
imagens, dentre outros.
Podemos, então, afirmar que o meme de internet é uma es-
pécie de informação que viraliza, alcançando um grande número de Ilustração: Daniel Carvalho Nhani
pessoas. Para que um objeto virtual qualquer se torne um meme, é
necessário que utilize de algum elemento que seja muito conhecido
(pessoa ou personagem, trecho de música, foto, vídeo etc.). Assim, ele é transformado, inserindo
uma frase ou qualquer outro elemento, e, posteriormente, divulgado. Um bom exemplo, é o grande
número de memes criados com a pintura da Monalisa de Leonardo Da Vinci, dentre outros.

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Língua Portuguesa 33

1. Observe o meme ao lado.

a) Em qual situação ele pode ser usado? Explique.


b) Qual a relação entre a foto do urso sentado à mesa e o
texto escrito?
c) Qual sinal de pontuação está ausente na frase “Que re-
beldia é essa jovem?”. Explique qual norma gramatical
não foi atendida.
d) A palavra “jovem”, no contexto do meme, tem o signifi-
cado original? Explique. Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

2. Leia as definições de oração, período sim-


ples e período composto, presentes no
quadro.

a) Explique por que o trecho “Que rebel-


dia é essa jovem?” é uma oração.
b) Explique por que o trecho “Senta aqui,
vamos conversar” é um período com-
posto.

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

Saiba mais sobre período simples e composto em: https://bit.ly/2MzdVMw.


Acesso em: 27 jan. 2021.

3. Utilize o layout de um aplicativo de mensagem, conforme demonstrado


na ilustração, para simular um diálogo. Siga as instruções:

a) O meme do urso é a última resposta do diálogo. Por isso, conduza a


conversa para que ele esteja coerente no contexto.
b) Na construção do diálogo, escreva o texto com a presença de perí-
odos simples e compostos.
c) O diálogo deve atender à norma-padrão.

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

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34 CADERNO DO ALUNO

4. Criando o seu MEME

A partir das informações fornecidas, crie um meme que pode ter hu-
mor e/ou transmitir uma mensagem reflexiva. Após a criação do seu
meme, no espaço ao lado, fotografe e divulgue-o na rede social, em
aplicativos de mensagens, ou em outro meio. Se o seu objeto não for
divulgado, não viraliza, e, consequentemente, não será um meme.

Ilustração: Daniel Carvalho Nhani


(adaptado)

ATIVIDADE 10 – INFORMAÇÃO É PODER


A Atividade 6 abordou a viralização da informação e a democratização do conhecimento.
Vamos aprofundar esses temas, por meio de uma roda de conversa, respondendo aos seguintes ques-
tionamentos:

• A informação deve ficar restrita a apenas um grupo de pessoas?


• Atualmente, no Brasil, todos têm acesso à informação?
• Em relação à qualidade das informações disponíveis na internet:
a) São confiáveis?
b) O que fazer para acessar informações confiáveis?
c) As pessoas são manipuladas por informações na internet? Qual o impacto na sociedade?

ATIVIDADE 11 – ESCREVER E OPINAR TAMBÉM É PODER


Sabemos que na internet circula um volume imenso de informações não confiáveis. As fake news
são utilizadas para os mais variados objetivos, visto que uma informação, seja verdadeira ou falsa, não
circula apenas por circular. Com base no exposto, redija um texto de opinião (15 linhas), que res-
ponda às questões:

1- A democratização da informação e o acesso ao conhecimento são importantes?


2- De que forma eles podem empoderar, emancipar, esclarecer e contribuir para a evolução das
pessoas?

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Língua Portuguesa 35

ATIVIDADE 12 – DIVULGAÇÕES CIENTÍFICAS ATRAVÉS DAS ZINES E E-ZINES

São Paulo, segunda-feira, 06 de abril de 2019

O UNIVERSO DAS ZINES E E-ZINES

Conquistando cada vez mais espaço entre os jovens, as “zines” invadiram também o meio virtual

Zine é uma espécie de revistinha produzida de forma independente, e não profissional


para diversos fins. O termo veio de fanzine (fan magazine), que literalmente quer dizer “revista
de fãs”. Inicialmente, essa produção foi popularizada como forma de divulgação de trabalhos
artísticos, literários, musicais ou de qualquer cultura particular, de fãs para fãs.
A primeira fanzine que se tem notícia foi publicada em 1929 nos Estados Unidos para di-
vulgar um trabalho de ficção científica. No Brasil, a primeira surgiu com o mesmo propósito, só
que pelo menos 4 décadas mais tarde, no interior de São Paulo. Como deixou de ser uma re-
vista feita apenas por fãs e passou a ser difundida por meio autoral e expansivo, a palavra
fanzine deu lugar ao termo zine.
Com uma zine, você pode divulgar o que bem entender e com qualquer objetivo – desde
poesias, contos, ilustrações, receitas culinárias, músicas de sua banda favorita, falar de você mes-
mo, discutir pautas de movimentos sociais, até divulgar conhecimentos científicos, dentre outros assuntos.
Qualquer pessoa pode produzir e divulgar uma zine. Não existe formato ou
qualquer padrão definido, basta que seja feita de forma independente e não ofi-
cial, pois o objetivo é usar a criatividade e ser o mais “caseiro” possível. Em con-
traponto às zines raiz (feitas manualmente), temos as e-zines (confeccionadas em
meio eletrônico e divulgadas na internet); as últimas estão conquistando cada vez
mais espaço e leitores.
“Fazer um e-zine é mais barato e mais rápido do que um tradicional”, explica CAF, 22 anos.
Os zineiros da velha guarda acreditam que o fato de o computador ser o principal meio
de confecção tira um pouco da característica artesanal da zinagem.
“O zine de papel não vai desaparecer, já que a internet ainda é um meio que nem
todo mundo tem acesso. E os e-zines são tão artesanais quanto os tradicionais”, defende
ALM, 35 anos.
Polêmicas à parte, a zine pode ser, seja manual ou digital, uma excelente ferramenta
de expressão artística e social, porque ela atende a todos os gostos e talentos, seja para
quem está familiarizado com o computador e suas ferramentas de edição ou para quem
gosta de lápis, tesoura, papel, cola, tintas e muita criatividade.
E você, o que está esperando para fazer sua própria zine e presentear quem você gosta? Confira
agora uma das formas mais populares, fáceis e baratas de se fazer a revistinha, assunto é o que não falta.

Siga-nos nas redes sociais

Texto e imagens: Daniel Carvalho Nhani (elaborados especialmente para esse material).

TUTORIAL – É uma ferramenta que tem o objetivo de ensinar a realizar uma tarefa, explicando o
passo a passo para a sua execução. Se popularizou muito com a internet. Atualmente, encontramos

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36 CADERNO DO ALUNO

um tutorial para aprendermos praticamente tudo que quisermos, de cozinhar um miojo até a instalação
e/ou operação de softwares complexos.
A tecnologia favoreceu muito a qualidade dos tutoriais, que passaram a apresentar, além dos
textos, recursos multimídia (áudio, imagens e vídeo), o que os tornou ainda mais eficientes.

1. Observe as figuras a seguir: elas estão fora de ordem e fazem parte do passo a passo para a
construção de uma zine.

A B

C D

E F

G H

Obs. O traço em destaque na figura H corresponde a um corte.


Ilustração: Daniel Carvalho Nhani

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Língua Portuguesa 37

a) Organize as figuras da atividade anterior na ordem correta:


1 ( ) 3 ( ) 5 ( ) 7 ( )
2 ( ) 4 ( ) 6 ( ) 8 ( )

b) Em seguida, escreva um texto instrucional, inserindo as legendas abaixo de cada figura.


c) Em grupos, produzam um tutorial, explicando o processo de construção de uma zine de pa-
pel. O “tuto” pode ser em áudio (podcast) ou em vídeo. Não se esqueçam de escrever o rotei-
ro antes de produzi-lo. Depois, compartilhem o resultado na internet. Se estiver apenas em
áudio, pode ser divulgado em aplicativos de mensagens e em um blog; se estiver em vídeo,
pode ser em um vlog e nas redes sociais.

2. Agora é hora de produzir. Para isso, siga as orientações:

• Assista ao vídeo disponível em: https://bit.ly/2Qs0Rd9. Acesso em: 27 jan.


2021.
• O tema da zine deve ser científico e orientar os leitores acerca do impacto das
fake news na saúde da população. Pesquise, em diversos meios, informações a
respeito deste tema.
Sugestões disponíveis em: https://bit.ly/2SsTWmq. Acesso em: 27 jan. 2021.
• Use traços e desenhos com cores diversas (canetinhas, lápis de cor etc.)
• Faça colagens (recorte de revistas, jornais, folhetos, tabloides etc.)
• Por ser um espaço pequeno, não exagere no tamanho das letras, desenhos e
colagens. Contudo, o texto deve ser visível.
• Para quem está familiarizado com computadores, é possível construir uma
zine eletrônica ou digital (e-zine) para ser impressa e distribuída na escola. Há
alguns softwares disponíveis na internet que fazem este trabalho. Confira o link
para mais detalhes: https://bit.ly/2MzwtMD (acesso em: 27 jan. 2021).

3. Observe os trechos a seguir e responda às questões:

I. “O termo veio de fanzine (fan magazine), que literalmente quer dizer “revista de fãs”.
II. “O zine de papel não vai desaparecer, já que a internet ainda é um meio, que nem todo mundo
tem acesso”.
a) O que é conjunção? O que é locução conjuntiva? O que é pronome relativo?
b) No trecho I, temos um exemplo de conjunção ou de pronome relativo? Grife-o.
c) Reescreva o trecho II, substituindo a locução conjuntiva por outro termo que não prejudique
a definição de zine.
d) Leia o post ao lado. Se a linguagem uti-
lizada fosse a formal, o resultado da
equação poderia ser outro? Por quê?
e) A escrita, entretanto, pode variar de
acordo com o contexto, com a inten-
ção comunicativa. O post ao lado é
um exemplo de linguagem informal.
Reescreva-o, utilizando a linguagem
formal. Para isso, fique atento à construção dos períodos simples e compostos, à utiliza-
ção adequada da ortografia e da pontuação.

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38 CADERNO DO ALUNO

LÍNGUA INGLESA
Unit 3

Communication
and the
digital world

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Língua Inglesa 39

1. Como as imagens estão relacionadas ao título da unidade?


Discuta com um colega.
2. O que há em comum entre fóruns de discussão online e
abaixo-assinados? Assinale [√] a melhor alternativa para
responder à pergunta.
a. [ ] Ambos apresentam um pedido coletivo.
b. [ ] Em ambos pessoas expressam suas opiniões.
c. [ ] Ambos apresentam perguntas e respostas.
3. O que são emojis? Em que contexto você os utiliza?
4. Por que as fake news são criadas?

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40 CADERNO DO ALUNO

Lesson 1
Can you write a comment for an online
discussion forum?
READING
Pre-Reading
1. Observe as imagens. Qual delas representa uma situação que se aproxima de
um fórum de discussão? Justifique sua resposta.

a b c

While Reading
2. Quickly read the online discussion forum. Then circle the answers to complete
this text characteristics.
a. Only experts / Anyone can participate in online forums.
b. You can / can’t edit your comments after it is posted online.
c. There aren’t / are alternatives to deal with offenses on online forums.
d. Your opinion can / can’t be shared with other participants.
e. The discussion forum can / can’t happen in a physical place or online.

Posted by u/ishimel • 2 days ago

Telling a guy to “Just be confident” as dating advice is like telling a


depressed person to “Just cheer up”.
[…] I hate being nervous around new people, but I can’t just decide not to be. […]
[…]
“fake it until you make it” […]. If I could, I already would!
3.3k Comments Give Award Share Save Hide Report

nick-njck 2 points • 1 day ago


[…] I’ve noticed that if I act confident, I start to become more confident. I mean, I still feel like I
have really low confidence, but by using this tactic, I have noticed my confidence going up in the
past few years.
Reply Give Award Share Report Save

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Língua Inglesa 41

SinkingBelow 1 point • 1 day ago


[...] As someone with chronic depression, that struggled with dating in my early years I can very
safely tell you that you just haven’t realized how simple things are yet. Just be you dude, that’s all
confidence is […]
GLOSSARY
cheer up: Reply Give Award Share Report Save
alegre-se
self-esteem:
reluzlima 1 point • 1 day ago
autoestima I have had problems with self-esteem since I was a child. And that probably brings lots of
struggled: uncertainty about what to say or to do when talking to someone I do not know. In my opinion, a
sofreu, lutou good thing to do is to improve your self-esteem and consequently your confidence will increase.
Reply Give Award Share Report Save

Extracted from: Telling a guy to “Just be confident” as dating advice is like telling a depressed person to “Just cheer up”. Reddit, 2020.Available at:
<https://www.reddit.com/r/unpopularopinion/comments/j9aogr/telling_a_guy_to_just_be_confident_as_dating/>. Accessed on: 13 Oct. 2020.

3. Read the text and write true (T) or false (F). Compare your answers with a
classmate.
a. [ ] The forum participants are discussing confidence on a date.
b. [ ] The post by u/ishimel has received over three thousand comments.
c. [ ] nick-njck hasn’t improved his/her confidence.
d. [ ] reluzlima thinks that self-esteem is related to confidence.

Post-Reading
4. Em trios, discutam as perguntas a seguir.
a. Você concorda com as opiniões do fórum? Por quê? Quais seriam os benefícios de fóruns
como o que você leu?
b. Que cuidados devem ser tomados ao participar de fóruns como esse?
c. Resuma a discussão de seu trio sobre as questões anteriores.

5. Qual comentário você faria no fórum? Que língua utilizaria para isso?

LANGUAGE FOCUS
Grammar Present Perfect (affirmative and negative)
162 1. Read the forum excerpts and tick [√] the best answers to complete the
statements. Then compare your answers with a classmate.
‘I’ve noticed my confidence going up in the past few years.’
‘[…] you haven’t just realized how simple things are […]’
‘I have had problems with self-esteem since I was a child.’
a. The excerpts are… c. For I and You in the affirmative, we use…
[ ] affirmative and negative statements. [ ] have + main verb in the Past Participle.
[ ] negative statements and questions. [ ] haven’t + main verb in the Past Participle.
b. They describe actions that started in the d. For the negative form, we use…
past and… [ ] not have + verb in the Past Participle.
[ ] continued in the present. [ ] haven’t /hasn’t + verb in the Past
[ ] have no connections to the present. Participle.

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42 CADERNO DO ALUNO

Lesson 1
2. Complete the table below with the Present Perfect form.

LANGUAGE TIP
Preste
Affirmative Negative
atenção
I / You / We / You / They I / You / We / You / They
às formas
contraídas He / She / It He / She / It
do Present
Perfect
nas frases
afirmativas,
que são I’ve, changed changed
You’ve, We’ve, (verb in the Past Participle) (verb in the Past Participle)
They’ve, She’s,
He’s e It’s.
3. Read the sentences below. Then circle the best option to complete them.
LANGUAGE TIP
a. I don’t know what to do! I haven’t made/ have done any wrong choices before.
Usamos a
preposição for b. Alicia hasn’t found / has found her car keys. She’s very happy!
para indicar
c. Bob and Jane have known / has known each other for over 10 years. They are close friends.
o tempo de
duração de d. Oh, no! It hasn’t stopped / haven’t stopped raining!
determinado
estado ou de
determinada
ação.
OUTCOME
A comment for an online discussion forum

What: a comment for an online discussion forum Audience: classmates and teachers
Goal: write a comment for an online discussion Where: in the classroom then the poster
forum

Write a comment for an online forum. Follow the steps below.


a. Choose a topic from the ones your teacher will provide. Take notes of your ideas.
b. Write a draft of your comment. Share it with a classmate and teacher. Get feedback.
c. Write the final version. Stick your comment on the discussion forum poster on the classroom
wall.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu comentários em um fórum de discussão online;
identificou e utilizou as formas afirmativa e negativa do Present Perfect;
comentou em um fórum de discussão online.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou ampliado
nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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Língua Inglesa 43

Lesson 2
Can you text in English?
READING
Pre-Reading
1. Leia e faça o que se pede.
a. Relacione as imagens às ideias que elas representam.

1. Reply if you please!


2. Read Every Darn Diddly Internet Thing
3. Thank God It’s Friday!
4. Oh my God!

[ ] [ ] [ ] [ ]

LANGUAGE b. Em que contextos sociais você pode encontrar os acrônimos acima?


TIP
Acrônimos são
criados usando
as letras
iniciais de
palavras como
nos exemplos
2. Leia brevemente as mensagens da Atividade 3 e assinale [√] suas características
apresentados
acima. Não textuais.
existe uma a. [ ] Os textos representam conversas e as mensagens são curtas.
regra de b. [ ] Não há falta de pontuação nesses textos.
pronuncia para
ler acrônimos.
c. [ ] Eles apresentam abreviações, acrônimos e emojis.
Pode-se ler d. [ ] Os participantes dialogam sempre ao mesmo tempo.
letra por letra
ou como uma
palavra.
While Reading
3. Read the text messages. Write 1, 2 or 3 according to the texts the sentences
refer to.
a. [ ] They are talking about a TV show.
b. [ ] The person is happy because it’s the end of the week.
c. [ ] There’s an invitation to do something.
d. [ ] Someone made a recommendation.
e. [ ] Someone needs help.

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44 CADERNO DO ALUNO

Text 1 Text 3

John Malia

John: Lisaaaa! Need to


talk to you ASAP!!! Text 2 Malia: Heeeyyy
Have you seen the new
02:20 P.M.
season of the Gossip Boy?
08:31 P.M.
Lisa: OMG
02:30 P.M. Carole
Brit: Yes, I have… But
Lisa: What happened? only a few episodes
02:31 P.M. Carole: TGIF 08:32 P.M.
01:41 P.M.

John: I think I’m in trouble


because of last week’s exam Jack: Everything OK? Malia: It’s GR8! You should
01:51 P.M. see all of them
08:33 P.M.
02:32 P.M.

Carole:
Lisa: Has Ms. Jenkins 01:52 P.M.
said anything? Brit: I will, I promise
02:32 P.M. Carole: I’m meeting my BFF 08:34 P.M.
later for some . Wanna
join us?
05:51 P.M.

Jack: You must be


joking LOL.
05:33 P.M.

CULTURE
Carole: Você sabia que os emojis podem mudar
05:33 P.M. de significado de acordo com o país?
GLOSSARY
Esse é o caso, por exemplo, do emoji
ASAP: acrônimo de as soon
Jack: You know I “indignado” ( ), que, na Nigéria, pode
as possible (o quanto antes)
don’t like her indicar uma discussão acalorada, mas,
I'm in trouble: estou
05:34 P.M. na Índia, pode ser usado para perguntar
encrencado, enrascado
se alguém está com fome.
GR8: acrônimo de great (ótimo)
Fonte: GERKEN, Tom. Os muitos significados do novo
LOL: acrônico de laughing out emoji ‘indignado’ pelo mundo. BBC News, 2020.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
loud (rindo alto) curiosidades-51365373>. Acesso em: 13 ago. 2020.

Post-Reading
4. Discuta com um colega as perguntas a seguir.
a. Você costuma usar emojis e acrônimos em suas mensagens de texto? Com qual intenção?
Justifique sua resposta.
b. Você acredita que os emojis podem ajudar ou atrapalhar a comunicação? Justifique sua
resposta.

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Língua Inglesa 45

LANGUAGE FOCUS
Grammar Present Perfect (questions and short answers)
162 1. Go back to the text messages, find the answers and circle.
‘Malia: [...] Have you seen the new season of the Gossip Boy?’
‘Lisa: Has Ms. Jenkins said anything?’
a. The answers are short/ long answers.

2. The interrogative form of the Present Perfect is…


[ ] have/has + subject + verb in the Past Participle + complement.
[ ] subject + have/has + verb in the Past Participle + complement.
LANGUAGE TIP 3. Unscramble the words to make questions in the Present Perfect.
Usamos o
a. you ever / to a different state / have / ? / travelled
advérbio
ever quando
queremos
nos referir à b. to a foreign person / ? / have / spoken / you ever
experiência de
vida de alguém
no todo. c. with your friends / you / this year / been / have / to the mall / ?

OUTCOME
A text message

What: a text message Audience: a classmate


Goal: write a text message Where: on the bulletin board

Write a text message to a classmate. Follow the steps below.


a. Choose a topic: a film you have seen; a football match you have watched on TV; or a new
topic you want to discuss.
b. Choose the emojis and acronyms you plan to use and write the first draft in your notebook.
c. Share your draft with a classmate and make the necessary adjustments.
d. Write the final version of your text message. Then share your text message with your
classmate and on the bulletin board.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu e identificou as características e os objetivos
de mensagens de texto;
usou a forma interrogativa do Present Perfect e as short answers;
trocou mensagens de texto usando emojis e acrônimos.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou ampliado
nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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46 CADERNO DO ALUNO

Lesson 3
Can you write an online petition?
READING
Pre-Reading
1. Discuta com um colega as perguntas a seguir.
a. O que as imagens abaixo têm em comum?
b. Leia o título do texto na Atividade 2. Como ele pode se relacionar às três imagens?

While Reading
2. Read the text and answer the questions below in your notebook.
a. What is the main idea of the petition?
b. What does the author think about the amount of food wasted in Europe?
c. Which are the two examples of food waste he mentions in this petition?

Let’s cut Europe and the UK’s food waste in half!


Martin Bowman (This Is Rubbish) criou este abaixo-assinado para pressionar Simona Bonafe (Rapporteur for the
European Parliament’s Environment Committee (S&D)) e 8 outros

There are about 55 million people in food poverty in Europe - and the food wasted throughout
the continent could feed them over 9 times over.
[…]
I think this is a scandal.
[…]
Join me to […] end food waste together.
I’ve been campaigning on food waste for 7 years. I’ve seen literally millions of vegetables left to rot in the
GLOSSARY field because they were a bit small or imperfect-looking. […] I’ve found supermarkets throwing perfectly
hunger: fome
tasty food away, instead of giving it to people. […]
poverty:
pobreza This has to stop.
throughout: Please join us. […] And together, we can end the needless hunger and environmental destruction it
por todo(a) causes.
to rot: 70.062 pessoas já assinaram. Ajude a chegar a 75.000!
apodrecer
Endustri Muhendisi Mehmet Esad Pekm… assinou este abaixo-assinado
waste:
desperdício Lesa Elgar assinou este abaixo-assinado

Extracted from: LET’S cut Europe and the UK’s food waste in half! Change.
Available at: <https://www.change.org/p/let-s-cut-europe-s-food-waste-in-half>. Accessed on: 10 July, 2020.

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Língua Inglesa 47

3. The author uses some strategies to convince the reader to sign the petition. Find
in the petition the information below.
a. An invitation to work in a group for a cause:

b. A phrase to describe that a situation must end:

c. A sentence used to say that the work of a group can terminate a situation:

4. Read the information under the petition title. Then tick [√] the true sentences
about it.
a. [ ] The text is in Portuguese because the website page was accessed in Brazil.
b. [ ] The author represents an international company.
c. [ ] The author chose to address people who are worried about hunger and food waste.
d. [ ] The petition is addressed to people who can’t help to solve the problem.

Post-Reading
5. Discuta em trios as perguntas a seguir.
a. Você considera relevante o tema do abaixo-assinado? Ele se aplica à realidade da sua
comunidade ou cidade? Você acha que ele pode ajudar a resolver um problema? Por quê?
b. O que faria você assinar um abaixo-assinado?

LANGUAGE FOCUS
Grammar Modal verbs (review)
1. In Unit 1, you learned some modal verbs. Match the verbs to their meanings.
a. should [ ] We use it to express a firm necessity, obligation.
b. have to [ ] We use it to express a possibility.
c. must [ ] We use it to express an obligation.
d. might [ ] We use it to give advice.

2. Complete the sentences with the modal verbs from Activity 1.


a. Global warming is not good for planet Earth.

We act responsibly to save it!


b. Look at that man over there.

He be feeling cold.
c. – I’m not feeling well today.

– You go to the hospital, I think you have a fever.


d. – I can’t travel tomorrow. I’m not prepared for it.

– You phone the travel agency and explain your situation.

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48 CADERNO DO ALUNO

Lesson 3 OUTCOME
An online petition

What: an online petition


Goal: write an online petition
Audience: classmates and teachers
Where: in the classroom

1. What are the characteristics of an online petition? Write true (T) or false (F).
Correct the false statements in your notebook.
a. [ ] There is a worthy cause. It is explained in the beginning of it.
b. [ ] The explanations are long.
c. [ ] It has a catchy headline to help grab the readers’ attention.
d. [ ] The author uses persuasive language to convince the reader to sign it.
e. [ ] Not every group in the society can sign it.

2. In pairs, read the petition again. Then complete the table with the words
from the box.
argument • conclusion • goal • theme

Cut food waste To pressure authorities The food wasted People should sign
to cut Europe and UK’s throughout the continent the online petition to
food waste in half. could feed hungry people support the food waste
there 9 times over. cause.

3. In groups, write your online petition. Follow the steps below.


a. Choose a cause you want to write about. Think about a short and memorable title. Use a photo.
b. Use persuasive language. You can use words or expressions like: The fact is…/It’s clear
that… or Also/Because/For example.
c. Write a headline that summarises and explains the petition.
d. Make a draft of your petition and share it with another group and the teacher. Get feedback.
e. Write the final version of your petition in your notebook or separate sheet of paper.
f. Present your petition to your classmates and listen to theirs.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu um abaixo-assinado e identificou suas características;
revisou os modal verbs;
escreveu um abaixo-assinado.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou ampliado
nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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Língua Inglesa 49

Lesson 4
Can you convince your classmates
to sign a petition?
READING
Pre-Reading
1. O que você faz para persuadir alguém a aderir ao seu ponto de vista?
[ ] falo alto [ ] apelo à emoção das pessoas
[ ] repito minha opinião várias vezes [ ]
[ ] justifico minhas ideias com bons
argumentos

2. Você lerá um artigo com dicas de como persuadir alguém a fazer algo. Circule as
dicas que espera encontrar no texto.
a. persuasion tips d. don’ts on how to persuade people
b. persuasive language tips e. tips on how to avoid an argument
c. tips on how to behave to convince people f. Other:

While Reading
3. Read the text and check your answers from Activity 2.

[…] Practical Ways to Persuade Anyone to Do Anything Easily


[…]
You don’t have to be a master salesman with endless confidence in order to be more persuasive.
You simply need to pay closer attention to the basics so that you can twist the odds of success in
your favor.
[…]
[…] You can do this easily by framing your statements around key phrases.

Using future tense is a great way to establish confidence. […]


Phrases like “We will” and “Then we’ll do this” will get the person used to the idea that this is going
to happen.
That said, don’t be pushy. Try not to make decisions for the other person […].

[…] Study the person and determine how they prefer to communicate. Simply asking them if they like
to talk on the phone instead of email goes a long way [...].

[…] Listen closely to how the person talks and watch how they carry themselves. Choose your own
approach […] Even body language should be matched effectively. […]

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50 CADERNO DO ALUNO

Lesson 4
[…] Be clear and let your speech flow. […]

[…] Study them and find out the best time to talk to them. […]
GLOSSARY
odds: chances
pushy: […] Talk about what you used to believe, and what you believe now. […]
agressivo(a);
prepotente
pitch: conversa Prove that you are listening to and acknowledging the thoughts and feelings of the person you’re
(gir.) talking to. […]
reluctantly:
relutantemente
acknowledging: Let your emotional responses […] naturally develop during the conversation. […]
reconhecendo A good rule of thumb is to start the conversation on an upbeat but relaxed note. […]

Extracted from: NEGRONI, Jon. 12 Practical Ways to Persuade Anyone to Do Anything Easily. Lifehack. Available at: <https://www.lifehack.org/
articles/communication/12-practical-ways-persuade-anyone-anything-easily.html>. Accessed on: 12 July 2020.

4. Read the captions below. Complete the text in Activity 3 with them.
a. Express your opinion reluctantly. f. Build to your emotions.
b. Avoid verbal fillers. g. Speak their language.
c. Make your words powerful. h. Focus on the future.
d. Choose the right medium for your pitch. i. Repeat what they say.
e. Be a master of timing.

Post-Reading
5. Discuta as perguntas a seguir em trios.
a. Que dicas do texto você achou mais interessantes? Por quê?
b. Quais dicas apresentadas no texto você já usava para convencer as pessoas?

LANGUAGE FOCUS
Grammar Linking words and phrases
162
1. Read the excerpts from the article. Then use the underlined words and
expressions to complete the table.
a. ‘You don’t have to be a master salesman with endless confidence in order to be more persuasive.’
b. ‘You simply need to pay closer attention to the basics so that you can twist the odds of
success in your favor.’
c. ‘That said, don’t be pushy. Try not to make decisions for the other person […].’
d. ‘Study the person and determine how they prefer to communicate.’
e. ‘A good rule of thumb is to start the conversation on an upbeat but relaxed note. […]’

Addition Contrast Purpose

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Língua Inglesa 51

2. Read the excerpts again. Tick [√] the appropriate answer to complete the
following statement.
The words and expressions from Activity 1…
[ ] indicate the person who speaks.
[ ] connect ideas.
[ ] express a piece of advice.

3. Use the words and expressions from Activity 1 to complete the gaps.
a. They’ve decided to stay in Brazil just move to the UK next year.

b. persuade someone, you need to have strong arguments.

c. Do something to help him never expect anything in return.

d. She had to explain the importance of wearing a mask they could


agree with her.

OUTCOME
An oral presentation

What: an oral presentation


Goal: convince your classmates to sign an online petition
Audience: classmates and teachers
Where: in the classroom

Do a presentation to convince your classmates to sign your petition.


Follow the steps.
a. Organise and take notes of your ideas. Choose the language and strategies you are going
to use to persuade your audience.
b. Write a first draft of your presentation. Then share it with your classmates and teachers.
c. Get feedback and make any necessary adjustments.
d. Get together in a group and present your cause aiming to convince them to sign your petition.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu um artigo com dicas de como persuadir alguém a fazer algo;
usou linking words e expressions em sentenças;
fez uma apresentação para convencer os colegas a aderir ao
seu abaixo-assinado.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou ampliado
nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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52 CADERNO DO ALUNO

Cross-Curricular Learning
Energy in our lives (Part 3)
1. Look at the photos and answer the questions.

IMAGENS NOVAS

a. What do all these items have in common?


b. Do you know where does this energy come from?
c. Fill in the first and second columns of the KWL chart about electric energy.

KWL Chart

What I know What I want to know What I have learned

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Língua Inglesa 53

2. Read the text to know more about electricity. Then answer the questions.

Electricity explained
Electricity is the flow of electrical power or charge. Electricity is both a basic part of nature
and one of the most widely used forms of energy. The electricity that we use is a secondary
energy source because it is produced by converting primary sources of energy such as coal,
natural gas, nuclear energy, solar energy, and wind energy, into electrical power. Electricity is
also referred to as an energy carrier, which means it can be converted to other forms of energy
such as mechanical energy or heat. Primary energy sources are renewable or nonrenewable
energy, but the electricity we use is neither renewable nor nonrenewable.

Extracted from: Electricity explained. Available at: <https://www.eia.gov/energyexplained/electricity> Accessed on: December 18, 2019.

a. Circle the words you don't know, search these words in a dictionary and register them in the
box below.

b. What are the sources of electric energy?

c. To what other forms of energy can electricity be converted?

d. Is electricity a renewable source of energy?

3. Research using books, or the internet, and complete the chart pointing the main
sources of electric energy in each country. Then do what is asked for.

Electric Energy Generation


Country Main source
United States

Canada

China

Japan

Mexico

Spain

England

Russia

a. Write sentences and present them with the data you collected. Follow the model:
In the United States the main source of electric energy generation is natural gas.

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54 CADERNO DO ALUNO

In Japan the main source of electric energy generation is hydropower.

b. What is the main electric energy generation source in Brazil?

6. Read the text and answer the questions.

Hydroelectric power is produced with moving water


since the source of hydroelectric power is water, hydroelectric power plants are usually
located on or near a water source. The volume of the water flow and the change in elevation (or
fall) from one point to another determine the amount of available energy in moving water (...)
(…) the water flows through a pipe, or penstock, then pushes against and turns blades in
a turbine to spin a generator to produce electricity. In a run-of-the-river system, the force
of the current applies pressure on a turbine. In a storage system, water accumulates in
reservoirs created by dams and is released as needed to generate electricity.

Adapted from: <https://www.eia.gov/energyexplained/hydropower/>. Accessed on 18 Dez. 2019.

a. Complete the visual organizer with the words from the text you can relate to “hydroelectric
power plant”.

Water

H. POWER
PLANT

b. What is the source of hydroelectric power?


c. What determines the amount of available energy in a power plant?
d. Where is water stored?
e. Where are usually located the power plants?

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Língua Inglesa 55

Closing
GETTING ACROSS
1. Leia a tirinha abaixo para discutir as perguntas com um colega.

Tirinha de Andre Dahmer disponível em: http://www.malvados.com.br/

a. A crítica da tirinha se baseia em uma antítese, ou seja, em uma aproximação de ideias


opostas. Transcreva as palavras que apresentam essa antítese.
b. Você concorda com a crítica feita pela tirinha?
c. Como essa tirinha se relaciona aos temas trabalhados nesta unidade?
d. Você acha que depois de ter aprendido dicas de como identificar fatos falsos na internet,
como expressar opiniões em fóruns online e se posicionar usando linguagem persuasiva
o seu comportamento na internet será diferente?

SELF-ASSESSMENT
Complete o gráfico com alguns dos objetivos das lessons.
Avalie seu desenvolvimento nesta unidade.
a.
a

NOT GOOD AVERAGE GOOD EXCELLENT

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56 CADERNO DO ALUNO

Unit 4

Arts and
traditions

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Língua Inglesa 57

1. Observe as imagens e responda: o que elas têm em comum?

2. Discuta em grupos as perguntas a seguir.


a. Você acha que a leitura pode nos transportar a outros lugares ou
chamar a nossa atenção para a realidade? Por quê?
b. Quais estilos musicais são seus preferidos? Seus colegas têm gostos
semelhantes ou diferentes dos seus?
c. Você assiste a alguma série? Se sim, qual o tema dela?
d. Qual é a superstição mais comum na sua comunidade ou entre os
seus familiares?
3. Observe a imagem da lampada e responda:
a. Você já parou para observar a conta de energia elétrica da sua casa?
b. Quais dados constam nela?
c. Você conhece alguma maneira de se economizar energia elétrica?
d. Quais dessas maneiras você e seus familiares adotam em sua casa?

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58 CADERNO DO ALUNO

Lesson 1
Can you convince a classmate?
LISTENING
Pre-Listening
1. Analise o cartum ao lado e discuta
as questões em dupla.
a. De acordo com o cartum, qual seria a
importância da leitura para o personagem
que carrega os livros?
b. Com qual dos personagens você mais se
identifica? Por quê?

While Listening
09
2. Listen to the first part of an audio
extracted from a video-summary. Tick
[√] the answer that presents its topic.
a. [ ] It’s about the importance of
physical exercises.
b. [ ] It’s about the importance of reading.
c. [ ] It’s about the importance of reading
comic books.

10 3. Listen to the second part of the audio. Label the photos with the benefits of
reading you hear.

a b

Acquire memory

c d

stress and anxiety Improve

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Língua Inglesa 59

10 4. Listen to the second part of the audio again. Write how reading promotes each
of the benefits from Activity 3.
a.

b.

c.

d.

10 5. Listen to the second part of the audio once more. Write details and examples
that explain the benefits of reading.
a. What can never be taken away from you:

b. Two diseases that can be prevented by reading:

c. What can reading replace safely, healthily and productively:

d. How much people should read to improve concentration:

Post-Listening
6. Responda às questões a seguir em grupos.
a. Em sua opinião, qual é o melhor benefício da leitura? Por quê?

b. Quais outros benefícios você acrescentaria além dos que foram mencionados?

OUTCOME
Discussion: film or book?

What: a discussion Audience: classmates and the teacher


Goal: persuade a classmate to read a book Where: in the classroom

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60 CADERNO DO ALUNO

Lesson 1
1. Look at the images and discuss the a b

questions with a classmate.


a. Do you know these films? If so, what do
you know about them?
b. What do the films have in common?
c. Do you like watching films based on books?
Why?

2. Discuss with a classmate whether it is better to read the book or watch the film
based on it. Follow these steps.
a. Take out the research you did on the topic. Also, you can use some information from the
video-summary in Listening.
b. Write in the space provided some ideas about pros and cons. Then choose 'your side' - when
there is a book based on a film, is it better to read the book first and then watch the film? Or
the other way around?

Read the book first Watch the film first

Pros: Pros:

Cons: Cons:

c. Share your notes with your teacher. Get feedback. Make any necessary adjustments.
d. Present your ideas to a classmate and listen carefully to his/hers observations. If his/her
point of view is different from yours, try to convince him/her; if you have the same opinion,
come up with good arguments to convince someone who has a different opinion.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
ouviu as ideias-chave de um vídeo-resumo;
identificou informações específicas em um vídeo-resumo;
discutiu com um(a) colega sobre ler um livro ou assistir a um filme
inspirado em um livro.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou
ampliado nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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Língua Inglesa 61

Lesson 2
Can you give your opinion about a song?
LISTENING
Pre-Listening
1. Observe as fotos de alguns cantores e os nomes de suas canções. Discuta as
questões.

Rachel Platten Sabrina Carpenter


Stand by you Seamless

Bruno Mars Demi Lovato


Count on me The gift of a friend

a. Você conhece os cantores acima? O que sabe sobre eles?


b. Além das canções mencionadas, você conhece outras desses artistas? Quais?
c. Observe os títulos das canções. O que eles têm em comum?

While Listening
00 2. Listen to an excerpt of the song Stand by you by Rachel Platten. Then order the
lyrics based on what you hear.
[ ] Hands
[ ] And hey! If your wings are broken
[ ] And scars
[ ] ‘Cause I’m gonna stand by you
[ ] Show me all the scars you hide
[ ] Put your empty hands in mine
[ ] Please, take mine till yours can open too
Extracted from: PLATTEN, Rachel. Stand by you. Letras.mus. Available at: <https://www.letras.mus.br/rachel-platten/stand-by-you/>.
Accessed on: 28 Oct., 2020.

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62 CADERNO DO ALUNO

Lesson 2
3. Listen to an excerpt of the song Seamless by Sabrina Carpenter. Complete the
12 lyrics with the missing words.
You’re right by my whenever I need you

Through the hardest

I’ll be there

At the crack of dawn when is gone

I won’t be to find
Extracted from: CARPENTER, Sabrina. Seamless. Letras.mus. Available at:
<https://www.letras.mus.br/sabrina-carpenter/seamless/>. Accessed on: 28 Oct., 2020.

13 4. Listen to an excerpt of the song Count on me by Bruno Mars. Cross out the
wrong word.
If you ever find yourself stuck / snuck in the If you ever find yourself tossed / lost in the
middle of the sea dark and can’t see

I’ll sail the boat / world to find you I’ll be the light / night to guide you
Extracted from: MARS, Bruno. Count on me. Letras.mus. Available at:
<https://www.letras.mus.br/bruno-mars/1683319/traducao.html>. Accessed on: 28 Oct., 2020.

14 5. Listen to an excerpt of the song The gift of a friend by Demi Lovato. Circle the
extra word.
Someone who knows when you’re very lost and you’re scared

Always there through the highs and the lows

Someone to count on, and someone who cares


LANGUAGE TIP
Em canções, Besides you whenever you go to
é comum Extracted from: LOVATO, Demi. The gift of a friend. Letras.mus. Available at:
<https://www.letras.mus.br/demi-lovato/1498192/>. Accessed on: 28 Oct., 2020.
encontrarmos
marcas de
oralidade, palavras Post-Listening
e expressões
informais. 6. Responda às perguntas a seguir em seu caderno. Depois compare as respostas
Gonna e wanna, em pequenos grupos.
por exemplo,
a. Na sua opinião, qual a importância da música para as pessoas?
são maneiras
informais de dizer b. O filósofo grego Platão disse que “Devemos educar a alma através da música e o corpo
going to e want to. através da ginástica”. O que você pensa sobre essa citação?
Já ‘cause remete à c. As letras das canções que você leu fazem sentido para você? Por quê?
palavra because.

OUTCOME
Your opinion on a song

What: a discussion about a song Audience: classmates and teachers


Goal: defend a point of view on a song Where: in the classroom

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Língua Inglesa 63

1. Complete the mind map with the expressions below. Add any other expressions
you want. Then compare your answers with a classmate's.

I feel that… You’re absolutely right. I’m not sure about it It seems to me that…
because…

I’m sorry to disagree I agree with you. I’m afraid I have to In my opinion,…
with you, but… disagree.

Expressing a personal opinion

Expressing agreement In a discussion Expressing disagreement

Expressing doubt

2. In trios, discuss the song excerpts from this lesson. Follow the instructions.
a. Read the excerpts again.
b. Think of your opinion about the excerpts.
c. Write in your notebook ideas to justify your opinion about them. You may consider the
following aspects.
- Message

- Lyrics (rhyme, figures of speech etc.)

- Melody

- Rhythm

d. Share your notes with your teacher. If necessary, make corrections and adjustments.
e. In groups, express your opinion on the excerpts, justify it and listen to your classmates’.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
ouviu e compreendeu trechos de canções.
expressou sua opinião sobre canções e artistas.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou
ampliado nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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64 CADERNO DO ALUNO

Lesson 3
Can you write a TV series review?
READING
Pre-Reading
1. O que faria você assistir a uma série todos os dias?
Assinale [√] e compare suas respostas com as de
um colega.
a. [ ] É divertida.
b. [ ] É emocionante.
c. [ ] Identifico-me com a situação ou com as personagens.
d. [ ] Consigo me desconectar da realidade.
e. [ ] Outro:

2. Em duplas, analisem a imagem ao lado e tentem


adivinhar o tema da série.

While Reading
3. Read the first paragraph of a review about the
series to check your predictions in Activity 2.

Why My Mad Fat Diary deserves your time


[…] If you’ve yet to give this clever, funny, emotional drama a try, here are some spoiler-free
reasons not to wait any longer…
It’s genuinely funny
First up, My Mad Fat Diary is honest-to-God hilarious. About 90% of the laughs in the show stem
from its protagonist Rae Earl, played by Scottish actress Sharon Rooney. […]
Fallible Characters
[…] In the pilot, Rae, after four months in a psychiatric hospital, returns to school to be reunited
with her childhood best friend Chloe (Jodie Comer) and soon meets a new gang of mates – guitar-
playing history boff Archie (Dan Cohen), party animal lad Chop (Jordan Murphy), the incredibly sweet
Izzy (Ciara Baxendale) and teen heart-throb Finn Nelson (Nico Mirallegro). […]
However, cracks in Rae’s support groups soon begin to show, and you’ll soon find yourself
questioning whether Rae should really be friends with these people, and vice-versa. […]
Maintaining a friendship for years isn’t easy, especially when honesty is a difficult policy to
maintain.
Heartfelt emotionally
Speaking of depth – it’s not just the characters’ moral compasses that have more than expected
in My Mad Fat Diary, it’s their emotions too. It’s refreshing to watch a funny show where the
characters don’t reset at the end of each episode.
Having binged my way through the episodes in recent weeks, I can’t think of any series – comedy
or otherwise – that takes such an emotional journey in such a short run.

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Língua Inglesa 65

Representation of mental health


In the show, Rae has mental health issues, and struggles with her body image. Her biggest problem,
as the show itself suggests, seems to be that she doesn’t like herself. […]
[…] With the downs come the ups, as well, and My Mad Fat Diary does well to show the integral
importance of reaching out to people and searching for help when it seems like the world is against you. […]
GLOSSARY
So, to wrap things up – My Mad Fat Diary creates educational, entertaining and emotional TV from
stem from:
its component parts, presenting a lot of laughs alongside a heartfelt narrative and a brutally honest
origina-se
study of mental health. […]
fallible: falível
crack: rachadura
heartfelt: Extracted from: LEANE, Rob. Why My Mad Fat Diary deserves your time. DEN OF GEEK, 2015. Available at: <https://www.denofgeek.com/tv/
sincero, profundo why-my-mad-fat-diary-deserves-your-time/>. Accessed on: 24 Oct., 2020.

depth:
profundidade 4. Read the review and answer the questions below.
issue: questão, a. How does the author describe the series?
problema

b. Who’s the main character of the series?

c. Who plays the main character in the series?

d. Which problems does the main character face?

5. Read the review again and underline the statements that are true. Compare your
answers with a classmate’s.
a. The reviewer makes positive comments on the review.
b. The main character in the series had a health problem.
c. The reviewer believes that it is important to search for help when it is necessary.
d. The reviewer does not think that the narrative shows a real study of mental health.

6. Read the following excerpts from the review. Tick [√] the ones that contain
support for the author’s opinion.
a. [ ] ‘If you’ve yet to give this clever, funny, emotional drama a try, […]’
b. [ ] ‘First up, My Mad Fat Diary is honest-to-God hilarious.’
c. [ ] ‘In the pilot, Rae, after four months in a psychiatric hospital, returns to school to be
reunited with her childhood friend […]’
d. [ ] ‘Maintaining a friendship for years isn’t easy, especially when honesty is a difficult
policy to maintain.’
e. [ ] ‘[…] Rae has mental health issues and struggles with her body image.’

Post-Reading
7. Em trios, discutam as perguntas a seguir.
a. Entre os temas abordados por My Mad Fat Diary está o bullying. Como podemos ajudar
alguém que está sendo vítima de bullying?
b. Em sua opinião, quais são as dificuldades que adolescentes podem enfrentar na escola? Por quê?

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66 CADERNO DO ALUNO

Lesson 3 LANGUAGE FOCUS


Vocabulary TV series
Read the review again and find the words or expressions for the definitions below.
a. The most important character in the story:
b. The show produced and filmed as a sample of a proposed series:
c. The part of a series presented once:
d. The acting of an audience:

OUTCOME
A TV series review
What: a review of a TV series Audience: reviewers and other readers
Goal: write a TV series review Where: in the classroom

1. Organise the expressions in the table.


As the show progressed, ... • I identified with her.
There were a lot of moments where... • The best part of the show is...
I recommend this show. • My Mad Fat Diary is a British TV series based on...

Language for facts Language for opinions

2. Write your TV series review. Follow the steps.


a. Select expressions to talk about facts and opinions. You can check Activity 1.
b. Create a short but memorable title for your review.
c. Write a draft of your review. Share it with a classmate and the teacher. Get feedback.
d. Write the final version of your review on a separate sheet of paper.
e. Display your review on the classroom walls.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu e compreendeu uma resenha de série.
aprendeu vocabulário relacionado a séries.
escreveu uma resenha sobre uma série.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou
ampliado nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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Língua Inglesa 67

Lesson 4
Can you talk about old wives’ tales?
READING
Pre-Reading
1. Analise as imagens abaixo. A quais crenças e superstições elas remetem?

a b c

2. A expressão “conto da carochinha” refere-se a uma crença popular, uma história


fictícia. Em inglês, o equivalente a esse termo é old wives’ tales. O que você
espera encontrar em um artigo com esse título?

While Reading
3. Read the article and check your answer in Activity 2.

OLD WIVES’ TALES


Old wives’ tales are perhaps as old as language itself. They’re part of our oral tradition,
. […]
Many old wives’ tales, especially those surrounding pregnancy and childbirth, have been proven false or
irrelevant by advances in medicine and technology […].

Cats can steal the air from a baby’s mouth.


False. This tale goes back hundreds of years to a time when cats were associated with witchcraft and evil
spirits. — it’s anatomically impossible for a cat or other animal to suffocate
a baby by sealing the baby’s mouth with its own.

Wait an hour after eating before swimming.


False. , it’s usually not necessary for you or your child to wait an hour
before going in the water. However, it is recommended that you wait until digestion has begun, especially if
you've had a big fatty meal and you plan to swim strenuously. […]

Chocolate causes acne.


False. Although eating too many sugary, high-fat foods is not a good idea for anyone, studies show that no
specific food has been proven to cause acne.

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68 CADERNO DO ALUNO

Lesson 4 If you go outside with wet hair, you’ll catch a cold.


False. Cold weather, wet hair, and chills don’t cause colds; viruses do. People tend to catch colds
more often in the winter because these viruses are spread more easily indoors, where there
may be more contact with dry air and people with colds. Dry air — indoors or out — can lower
resistance to infection.
GLOSSARY
pregnancy: If you cross your eyes, they’ll stay that way.
gravidez
False. Only about 4% of the children in the United States have strabismus, a disorder in which
witchcraft:
feitiçaria the eyes are misaligned, giving the appearance that they’re looking in different directions.
evil: mal, ruim .
fatty: gordurosa
chill: friagem
strenuously: Extracted from: Old wives’ tales. Children’s Minnesota. Available at: <https://www.childrensmn.org/educationmaterials/parents/article/7562/
old-wives-tales/>. Accessed on: 29 Oct., 2020.
energicamente,
arduamente
4. Read the article again and answer the questions in your notebook. Compare your
answers with a classmate’s.
a. Which tale is related to an animal?
b. What is the advice about swimming after eating?
c. According to the article, which food can cause acne?
d. Which tale is related to cold weather?
e. Which tale is related to strabismus?
f. What cause colds?

5. Read the article again. Where do these sentences belong? Write them in the
correct spaces in the text.
a. Cat-lovers, rest easy
b. Eye crossing does not lead to strabismus
c. originating long before pen and ink, books and movies, and certainly before the internet
d. According to the American Red Cross

Post-Reading
6. Discuta as perguntas a seguir com um(a) colega.
a. Você ou algum familiar tem alguma superstição? Se sim, qual?
b. Em sua opinião, como surgem as crenças e superstições? Por que elas passam de geração
para geração?
c. Qual é a importância do respeito a crenças e tradições populares?

LANGUAGE FOCUS
Grammar First Conditional

162
1. Read the statements taken from the article and tick [√] the best alternatives.
'If you go outside with wet hair, you’ll get a cold.'
'If you cross your eyes, they’ll stay that way.'
a. Both sentences have a clause that introduces a…
[ ] condition. [ ] reason.

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b. Both sentences have a clause that presents…


[ ] a result. [ ] contrast.
c. We use first conditional structures when referring to future situations that we think are…
[ ] possible. [ ] impossible.
d. The structure of the first conditional is:
[ ] If + subject pronoun + present simple  subject pronoun + will + base form
[ ] If + subject pronoun + present simple  subject pronoun + present simple

2. Cross out the wrong verb form in each sentence.


a. If you eat / to eat lentils on New Year’s Eve, you’ll have good luck.
b. In Brazil, people say that you won’t have / haven’t had good luck if
someone sweeps your feet with a broom.

3. Complete the sentences with information about yourself.


a. If I study English more often, .

b. If I am a good student, .

OUTCOME
A discussion about old wives’ tales

What: a discussion Audience: classmates and teachers


Goal: discuss old wives’ tales Where: in the classroom

You are going to discuss the old wives’ tales in groups. Follow the steps.
a. Organise and take notes of your ideas:
• Which old wives’ tales or superstitions presented in the lesson were most
impressive/interesting/unbelievable? Why do you think that?
• Does your family/community have/follow any old wives’ tale or superstition?
• Do you think Brazilians are superstitious? Why?
b. Write a first draft of your arguments. Make sure you include examples.
c. Share your work with your group and the teacher. Get feedback.
d. Write a final draft, get together and share your ideas about old wives’ tales.

FEEDBACK
Nesta lesson, você:
leu e compreendeu um artigo sobre crenças populares.
aprendeu e usou o first conditional para falar sobre crenças populares.
discutiu sobre crenças populares.
Além dos itens apontados acima, há outros aprendizados que você tenha adquirido ou
ampliado nesta lesson? Se sim, registre-os no caderno.

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70 CADERNO DO ALUNO

Cross-Curricular Learning
Energy in our lives (Part 4)
1. Match each photo to the word in the box.

a. taxes
b. money
[ ] [ ] [ ] c. government
d. watts
e. price
f. bills

[ ] [ ] [ ]

2. Read the text and answer the questions.

Inside the electricity bill


[…] 'When the electric bill arrives to the consumer, he or she pays for the energy itself
(cost of generation), the transmission, and the energy distribution, plus the charges and taxes
determined by the law, destined to the government.' […]

Adapted from: htpp://ww2.aneel.gov.br/arquivos/PDF/Catilha_INSIDETHEELECTRICBILL_PDF.pdf. Acessed in Dec, 4th 2019.

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Língua Inglesa 71

a. According to the text, for how many services does the consumer pays to obtain electricity?

b. Besides the services, what else affects the cost of the electricity bill?

3. Make a research to know how many watts your appliances consume.


a. A radio consumes . d. A videogame consumes .

b. A television consumes . e. A printer consumes .

c. A blender consumes . f. A computer consumes .

4. Look at the list and answer the exercises.


Average power rating Average power rating
Appliance Appliance
(Watts) (Watts)
Eletric shower 7000-10500 Plasma TV 280-450
Immersion heater 3000 Tower rall 250-500
Kettle 3000 Fridger-freezer 200-400
Tumble Dreyer 2000-3000 Freezer 150
Eletric fire 2000-3000 Heating-blanket 130-200
Oven 2000-2200 LCD TV 125-200
Hairdryer 2000 Desktop computer 80-200
Washing machine 1200-3000 Fridge 40-120
Iron 1000-1800 Video/DVD/CD 20-60
Eletric drill 900-1000 Tablet (Charge) 10
Toaster 800-1500 Broadhand router 7-10
Microwave 600-1500 Extrator fan 5-36
Eletric mower 500-1800 Smart phone (Charge) 2.5-5.0
Table designed especially the purposes of this activity by the authors - 12.18.2019

a. Fill in the table with the appliances you have at home.

Appliance Hours used per week

b. Rank the top three appliances that consume the most energy.
1st
2nd
3rd
c. Now, in groups, check with the class the top three items that consume the largest amount of
energy.
1st
2nd
3rd

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72 CADERNO DO ALUNO

d. Present your findings to the class. Follow the model.


In my house, the refrigerator is the item that consumes the most amount of energy.
After it comes the television.
And at third place is the radio.

In my group, the item that consumes the largest amount of energy is the .
At second place is the .
And at third place is the .

5. In pairs, read the advertisement and answer


the questions.
a. Have you ever seen this kind of advertisement?
Where?
b. Who is the target audience of this advertisement?
c. What is the purpose of this campaign?
d. What is the argument used to convince people to
save energy?
e. Search and think about the reasons why people
should save energy and list them.

1st reason:

2nd reason:

3rd reason:
f. Now, present your arguments to your classmates. Follow the model.
People should save energy because

A Good reason why people must save energy is

Saving energy is importante because

6. Look at your city newspaper, or on the internet, for advertisements pro electricity
saving and, in groups, prepare ads using short sentences in order to convince
people to change their ideas about the usage of electricity at home, at school,
wherever they are.
a. Don't forget, your ads must have:
[ ] Headline [ ] Instructions on how to
save energy
[ ] Subheadline
[ ] Images
[ ] Arguments about why we should save energy

b. Present your ads to the class. Follow the model.


Our advertisement is about

We think it is important because

We can save energy by

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Língua Inglesa 73

Closing
GETTING ACROSS
Leia a tirinha abaixo para responder às perguntas com um(a) colega.

Armandinho Dez, p. 23, publicado em 2018; Florianópolis/ SC, edição do autor.

a. Você concorda com o que a tirinha diz sobre a cultura nos dois primeiros quadrinhos?
b. Por que o autor da tirinha diz que “a cultura machista faz o contrário”?
c. Como essa tirinha se relaciona aos temas trabalhados nesta unidade?

SELF-ASSESSMENT
1. Leia, abaixo dos potes a – e, alguns dos objetivos de aprendizagem propostos
nesta unidade. Faça uma autoavaliação sobre como você alcançou esses
objetivos. Pinte os potes de acordo com o seu desempenho.

a. Discutir com um colega b. Escrever uma resenha c. Expressar minha opinião


sobre ler um livro ou de livro e comentar as sobre uma canção.
assistir a um filme resenhas de colegas.
inspirado em um livro.

d. Escrever uma resenha e. Discutir sobre crenças f.


sobre uma série. populares.

2. Para o último pote, defina um objetivo com seu professor e pinte-o de acordo
com o seu desempenho.

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74 CADERNO DO ALUNO

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Educação Física 75

EDUCAÇÃO FÍSICA
Caro estudante, vamos conhecer um pouco mais sobre o que iremos aprender neste material?
Neste volume iremos abordar as diversas práticas corporais que integram o universo das lutas e
dos esportes de combate.
Você poderá registrar suas descobertas, pesquisas, e encontrar novos desafios para construir e
ampliar seus conhecimentos nas aulas de Educação Física. Lembre-se de que todo aprendizado exige
esforço e dedicação, mas também envolve curiosidade, criatividade e troca de ideias. O que estamos
querendo dizer é: aproveitem as experiências e descobertas realizadas neste percurso para extrair o
máximo de conhecimento.
É importantíssimo que você participe e faça todas as propostas deste material e de seu professor,
pois só assim conseguirá chegar ao objetivo final que é a aprendizagem, portanto, faça anotações,
questione, dê sugestões, dialogue e aproveite esse momento para conhecer, ampliar e aprofundar seu
conhecimento.

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76 CADERNO DO ALUNO

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM:
DIAS DE PAZ E DIAS DE LUTA!
Na Situação de Aprendizagem do 2o bimestre iremos explorar algumas modalidades de lutas,
especificamente o caratê, o boxe e o muay thai.

Quem luta, não briga!

Lembre-se: toda e qualquer prática de luta realizada na escola é uma mera vivência, uma pequena
fração do que se pode aprender em uma modalidade de luta. Nada disso pode ou deve ser utilizado
nem como brincadeira, com seus colegas ou com qualquer outra pessoa e muito menos em uma
briga. Afinal, luta é aprendizado e não violência.

ATIVIDADE 1 – CONVERSANDO SOBRE AS LUTAS?


Etapa 1 - O que eu sei sobre as lutas?

Para começar, vamos conversar um pouco sobre as lutas?

•A  o longo de sua escolaridade você já teve contato com diferentes modalidades de lutas. Quais?
• Atualmente você pratica alguma luta? Se sim, qual? Nos conte um pouco sobre ela.
• Homens e mulheres podem praticar qualquer modalidade? Por quê?
• Quais equipamentos são necessários para a prática das lutas? Para que eles servem?
• As lutas podem ser praticadas em qualquer lugar? Por quê?
• Você sabe como funcionam as competições? Existem regulamentos e regras específicas? Qual a
função delas?
• O Brasil é representado nessas competições? Como?
• Você considera violenta a prática das lutas? Por quê?

Etapa 2 - Descobrindo mais sobre as lutas.

Em grupos de até cinco pessoas, vamos realizar uma pesquisa sobre o Caratê, o Boxe ou o Muay
Thai, sendo que cada grupo deverá escolher somente uma entre estas modalidades. Para auxiliá-los,
sugerimos um roteiro para nortear a busca de algumas informações importantes sobre o tema, porém,
fique a vontade para ir além das indicações:
• Onde e quando surgiu essa prática?
• Quando e como essa prática chegou ao Brasil?
• Quais são as principais características e objetivos dessa modalidade?
• Cite quais são os equipamentos e instrumentos específicos utilizados em sua prática.
• Quais são as regras e como funciona uma competição dessa modalidade?

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Educação Física 77

Etapa 3 - Compartilhando o que descobrimos.

Agora a proposta é que o grupo compartilhe os resultados da pesquisa, tendo como foco as
questões da etapa 2.

ATIVIDADE 2 – LUTAS, ARTES MARCIAIS, ESPORTES DE COMBATE...


SERÁ QUE HÁ DIFERENÇAS?
Etapa 1 - Há diferenças?

Quando ouvimos falar das lutas, das artes marciais e dos esportes de combate, podemos ter a
ideia de que se trata da mesma coisa. Mas será que estamos certos? Afinal, existe alguma diferença
entre elas? Vamos descobrir? Para isso, leia o texto a seguir.

ENTENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE AS LUTAS, AS ARTES MARCIAIS,


OS ESPORTES DE COMBATE.

As lutas são consideradas como o grande grupo que abriga as artes marciais e os esportes de
combate. Todas as práticas que tem como base a oposição, ou seja, o combate direto entre
oponentes, que permitem a eles agirem com controle de sua conduta e respeito durante o confronto,
porém, sem o uso da violência, empregando técnicas, táticas e estratégias específicas para
imobilizar, desequilibrar, atingir ou excluir o oponente de um determinado espaço, combinando
ações de ataque e defesa dirigidas ao corpo do adversário, estão dentro deste grande conjunto.
O termo artes marciais é uma criação ocidental e tem o seu sentido atribuído a guerra. A palavra
marcial é derivada do Deus da Guerra: Marte, sendo assim, as artes marciais têm o seu significado
voltado a arte para a guerra, utilizado pelas populações orientais de antigamente para defesa e
combate nos conflitos, antes da criação das armas de fogo. Após o surgimento das armas de fogo,
as artes marciais já não se mostravam tão eficientes, passaram por muitas mudanças e seu enfoque
tornou-se mais amplo, sendo acrescido de vários elementos da filosofia, dos aspectos culturais
locais, e até religiosos, do modo de vida oriental. O desenvolvimento do ser humano passou a ser
parte de sua essência e, assim, a prática das formas individuais das técnicas das lutas (por exemplo,
o Kata no Caratê e o Cati no Kung-Fu) tornaram-se os símbolos do seu exercício.
Os esportes de combate estão relacionados a esportivização das práticas das lutas ou das artes
marciais, ou seja, quando há o confronto entre oponentes, que devem seguir regras e regulamentos
específicos para conquistar a vitória, dentro de uma competição esportiva. Para serem considerados
como esportes de combate, estes também precisam das organizações regulamentadoras, como
as federações e as confederações, que estabelecem as competições em seus variados níveis e
categorias (em sua grande maioria, as classificações são realizadas pelo peso dos competidores,
mas também pode ser levada em consideração a idade e/ou a graduação de faixas da modalidade)
e para ambos os gêneros (masculino e feminino), com premiações para os vencedores.

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78 CADERNO DO ALUNO

Etapa 2- Quais são as diferenças?

Após a leitura dos conceitos vamos discutir a diferença entre essas três práticas corporais? Par-
ticipe da roda de conversa!

ATIVIDADE 3 – OSS!
Etapa 1 - Olá.

Você já deve ter ouvido os praticantes das mais variadas lutas pronunciando o termo “OSS” no
início de uma luta ou durante o cumprimento. Mas você sabe o seu significado?
Com o seu professor e colegas, assistam aos vídeos:

- 123 Japonês. Artes marciais: OSS (o que significa?). 4’22”. Disponível


em: <https://www.youtube.com/watch?v=5gQJ5a05vLE>. Acesso
em: 17 set. 2020.

- Aulas de Caratê - Aula 01 Como se cumprimenta. 1’20”. Disponível


em: <https://www.youtube.com/watch?v=1bBE5-PN2wg>. Aces-
so em: 17 set.. 2020.

Depois de termos estudado um pouco sobre o significado do termo “OSS” e como utilizá-lo, va-
mos colocá-lo em prática nas vivências das atividades a seguir:

Etapa 2 - OSS na prática

1. Em duplas e em pé, posicionem frente a frente. Cada estudante receberá alguns pregadores de
roupa que deverão ser espalhados e fixados em pontos distintos das suas roupas. Cumprimen-
tem-se (“OSS!”) e, após o comando de iniciar (“Hajime!”), tentem tirar o máximo de pregadores
das roupas do seu oponente.
Troquem de duplas durante a atividade para que possam experimentar retirar pregadores de vá-
rios oponentes.
2. Seguindo o mesmo posicionamento da atividade anterior, os pregadores de roupa deverão ser
fixados em pontos distintos das roupas de somente um dos oponentes. Cumprimentem-se
(“OSS!”) e, após o comando de iniciar (“Hajime!”), aquele que não tiver os pregadores presos em
suas roupas deverá atacar rapidamente o seu oponente, tentando tirar o máximo de pregadores.
Já aquele que tiver os pregadores afixados em suas roupas, deverá se defender, impedindo que
o seu oponente retire os pregadores de suas roupas.
Troquem de duplas e de funções (ataque e defesa) durante a atividade para que possam experi-
mentar variadas possibilidades.

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Educação Física 79

ATIVIDADE 4 – CARATÊ OU KARATE?


Talvez você possa estranhar a palavra escrita com “C”, mas aqui no Brasil, a grafia correta da palavra é
assim mesmo: Caratê (com “C” e com acento circunflexo no “E”). A palavra Karate (escrita com “K” e
sem o acento) tem sua origem na língua japonesa e significa “mãos vazias”. Inclusive, no Japão, o nome
completo da modalidade e Karate-Do, sendo que o Do inserido ao final significa caminho.
Assim, traduzindo literalmente, Karate-Do, seria “O caminho das mãos vazias”.

Etapa 1 - O que sei sobre as técnicas do Caratê.

O Caratê possui técnicas que permitem aos praticantes que se defendam ou ataquem o seu
oponente durante um confronto.

Você conhece alguma destas técnicas? É possível apresentá-las para o restante da turma?
Compartilhe conosco os seus conhecimentos!

Etapa 2 - Conhecendo as técnicas de Caratê.

Agora, com seus colegas e professor, assistam aos vídeos a seguir para conhecer alguns dos
posicionamentos de base e movimentações dos membros inferiores do Caratê:

- Aulas de Karate - Aula 04 - Kiba Dachi. 5’06”. Disponível em: <https://


www.youtube.com/watch?v=cPfMd_JHjKc>. Acesso em: 17 set.
2020.

- NOMES de algumas BASES no KARATE (para estudar!) | Canal da Arte


Marcial. 5’16”. Disponível em: <https://www.youtube.com/
watch?v=OGNEsNIWVlU>. Acesso em: 17 set. 2020.

- Aulas de Karate- UKE WAZA (TECNICAS DE DEFESA). 7’12”. Dispo-


nível em: <https://www.youtube.com/watch?v=R6XFPbRZR2o>.
Acesso em: 17 set. 2020.

- Aulas de Karate - ZUKI WAZA - TECNICAS DE ATAQUE. 5’05”. Dispo-


nível em: <https://www.youtube.com/watch?v=TnhaBzOgsWY>.
Acesso em: 17 set. 2020.

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80 CADERNO DO ALUNO

Etapa 3 - Praticando o Caratê.

Vamos praticar um pouco do caminho das mãos vazias? OSS!

1. Dispostos pela quadra (ou pátio), cada estudante deverá ter um pedaço de giz nas mãos para
que possa desenhar uma linha no chão, logo a sua frente ( como apresentado no primeiro vídeo
que assistimos).Heisoku dachi,
Após o comando de iniciar (“Hajime!”), experimentem as movimentações dos membros inferiores
nas bases Kiba Dachi, Shizentai, Mosubi Dachi, Heiko Dachi, Hachiji Dachi, Shiko Dachi, Kiba
Dachi, Zenkutsu Dachi etc..
2. Dispostos, em um primeiro momento, individualmente pela quadra (ou pátio) e, após o comando
de iniciar (“Hajime!”) , experimentem as técnicas de defesa e ataque estudadas nos vídeos.
3. Depois da prática individual, organizem-se em duplas, posicionando-se frente a frente.
Para a vivência das técnicas de ataque, um dos estudantes receberá uma bexiga, que será segu-
rada com as mãos para servir de “alvo” para a prática. Cumprimentem-se (“OSS!”) e, após o
comando de iniciar (“Hajime!”), pratique as técnicas de ataque estudadas anteriormente, com o
seu colega (oponente).
4. Já para a vivência das técnicas de defesa, um dos estudantes deverá realizar os movimentos de
ataque, de maneira bem lenta, para que o outro possa defender-se. Cumprimentem-se (“OSS!”)
e, após o comando de iniciar (‘Hajime!”), pratique as técnicas de defesa estudadas anteriormente,
com o seu colega (oponente).
Troquem de duplas e de funções (ataque e defesa) durante as atividades para que possam expe-
rimentar variadas possibilidades.
5. Em duplas, posicionando-se frente a frente. Cumprimentem-se (“OSS!”) e, após o comando de
iniciar (“Hajime!”), pratiquem as técnicas de ataque e defesa juntamente com as bases e movi-
mentações dos membros inferiores do Caratê, com a realização dos movimentos de maneira
bem lenta.

ATENÇÃO! É importante salientar que nas atividades, o objetivo não é atingir o seu colega
(oponente), mas sim experimentar e simular as técnicas de ataque e defesa do Caratê.

ATIVIDADE 5 – EXPLORANDO ALGUMAS DAS FORMAS


INDIVIDUAIS DAS LUTAS
Etapa 1 - Elementos do Caratê.

O Caratê desenvolve as suas técnicas em um formato de aprendizado que é dividido em três


elementos, sendo:

Kihon: é a prática dos movimentos individuais. Por meio da repetição dos exercícios, busca-se
aperfeiçoá-los e torná-los naturais. A prática dos fundamentos é essencial. Sem o domínio dos
fundamentos, as técnicas não terão a eficiência necessária para aplicá-las ao Kumite.
Kata: são exercícios formais. É uma luta simulada contra oponentes imaginários, onde todo
movimento tem uma aplicação prática, de defesa ou de ataque. O Kata é a raiz do Caratê, de onde
todas as técnicas de luta e defesa florescem.

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Educação Física 81

Kumite: Originalmente, o treino com lutas não fazia parte do aprendizado do Caratê, pois os
mestres tradicionais sempre consideram os golpes como potencialmente letais. Contudo, com
advento do Caratê moderno, o Kumite foi sendo incorporado aos treinamentos, como meio de dar
aplicação prática das técnicas estudadas diante de um adversário real. Seu objetivo é demonstrar
a efetividade tanto das técnicas de ataque como de defesa.

Etapa 2 - Katas.

Com os seus colegas e professor, assistam ao vídeo a seguir, que exemplifica a prática de alguns
Katas do Caratê:

- 1,2,3,4,5,6,7e8 kata. 5’13”. Disponível em: <https://www.youtube.


com/watch?v=TdBFd2jgGig>. Acesso em: 17 set. 2020.

Etapa 3 - Criando uma sequência de Kata.

Agora que conhecemos um pouco mais de um dos elementos de aprendizado das técnicas do
Caratê, vamos colocar em ação os nossos conhecimentos?
Organize-se com os seus colegas em grupos de até cinco pessoas para que criem um tipo de
sequência (parecida com um Kata), elaborando uma “espécie de coreografia”, aplicando as movimen-
tações e técnicas do Caratê. Sua coreografia deverá ser apresentada para o professor e colegas.
Para dinamizar a atividade, elencamos alguns critérios para a composição das coreografias, sendo:

• A apresentação deverá ter a duração de, no mínimo, 1 Exemplo:


minuto e 30 segundos, e não poderá exceder 2 minutos;

Diego Diaz Sanchez


• No início da apresentação, todos os componentes do
grupo deverão efetuar o cumprimento (“OSS!”), estudado
anteriormente;
• A coreografia deverá ser composta por, no mínimo, 15
movimentos;
• Deverão ser contempladas as técnicas de movimentação
dos membros inferiores, bases, as técnicas de ataque e
defesa.
• As técnicas de ataque e defesa deverão ser intercaladas;
• A movimentação deverá efetuar o percurso do formato da
letra “H”, desenhada na linha pontilhada.

Compartilhe e apresente aos seus colegas e professor as


coreografias elaboradas pelo seu grupo.

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82 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 6 – BOXE: A NOBRE ARTE


Considerado como um dos esportes de combate mais antigos do mundo, o Boxe (ou Pugilismo,
como era chamado antigamente) é reconhecido internacionalmente como a Nobre Arte de lutar, utili-
zando apenas os punhos. Mas, não foi sempre assim.
Antigamente, a prática do boxe era considerada ilegal e não possuía regras, com confrontos vio-
lentos e selvagens protagonizados por homens nas ruas da Inglaterra. A denominação de nobre arte
deu-se somente após a implantação das regras do Marquês de Queensberry, em 1865.
O conjunto de regras foi criado por John Graham Chambers, que era amigo de um integrante da
nobreza, o Sr. John Shouto Douglas (9º Marquês de Queensberry), que simplesmente cedeu o seu
nome e título para nominar o conjunto das regras, no intuito de gerar maior credibilidade e facilidade na
aceitação das inovações.

Etapa 1 - Quais técnicas eu conheço do boxe?

O Boxe possui técnicas que permitem aos praticantes que se defendam ou ataquem o seu opo-
nente durante um confronto.
- Você conhece alguma destas técnicas? É possível apresentá-las para o restante da turma?

Etapa 2 - Movimentos do Boxe.

Com seus colegas e professor, assistam aos vídeos a seguir para conhecermos o posicionamen-
to de base e a postura de defesa e as movimentações dos membros inferiores do Boxe:

- Bruno Jordão. Fundamentos do Boxe - Como ter uma Base de Atleta


Profissional #Aula 1. 4’27”. Disponível em: <https://www.youtube.
com/watch?v=nqygjc9hz0o>. Acesso em: 17 set. 2020.

-
Bruno Jordão. Fundamentos do Boxe - A Melhor Guarda para
PROTEGER de Golpes #Aula 2. 4’18”. Disponível em: <https://www.
youtube.com/watch?v=0IIS-3ajED0>. Acesso em: 17 set. 2020.

- Bruno Jordão. Fundamentos do Boxe - Simples Dicas para Aprender


os Movimentos do Boxe HOJE!. 6’57”. Disponível em: <https://
www.youtube.com/watch?v=l53cldu1K4w&t=45s>. Acesso em:
17 set. 2020.

- Bruno Jordão. Jab e Direto - Guia Passo a Passo do Jab e Direto. 6’40”.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=2F0qNEeAXm8>.
Acesso em: 17 set. 2020.

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Educação Física 83

- Canal MMATV. Peter Venâncio - Vídeo Aula Boxe - Golpe Cruzado. 3’06”.
Disponível em: <https://www.youtube.com/
watch?v=hfO21EF6xNs>. Acesso em: 17 set. 2020.

- Canal MMATV. Peter Venancio - Vídeo Aula Boxe – Esquiva. 1’54”.


Disponível em: <https://www.youtube.com/
watch?v=3sG7ydVtZDQ>. Acesso em: 17 set. 2020.

- Canal MMATV. Peter Venâncio - Vídeo Aula - Movimento de esquiva.


2’09”. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=77Bzya_
wb2o>. Acesso em: 17 set. 2020.

Etapa 3 - Praticando o boxe.


Vamos praticar um pouco da nobre arte?

1. Dispostos pela quadra (ou pátio) e, após o sinal dado pelo professor, experimentem as movimen-
tações dos membros inferiores na base e a postura de defesa, estudadas anteriormente.
2. Dispostos, em um primeiro momento, individualmente pela quadra (ou pátio) e, após o sinal dado
pelo professor, experimentem as técnicas de defesa e ataque estudadas nos vídeos.
3. Organizados em duplas, posicionando-se frente a frente.
Para a vivência das técnicas de ataque, um dos estudantes receberá uma bexiga, que será segu-
rada com as mãos para servir de “alvo” para a prática. Após o sinal do professor, pratique as
técnicas de ataque estudadas anteriormente, com o seu colega (oponente).
4. Já para a vivência das técnicas de defesa, um dos estudantes deverá realizar os movimentos de
ataque, de maneira bem lenta, para que o outro possa defender-se. Após o sinal do professor,
pratique as técnicas de defesa estudadas anteriormente, com o seu colega (oponente).
Troquem de duplas e de funções (ataque e defesa) durante as atividades para que possam expe-
rimentar variadas possibilidades.
5. Dispostos pela quadra (ou pátio), organizem-se em duplas, posicionando-se frente a frente. Após
o sinal do professor, pratiquem as técnicas de ataque e defesa juntamente com as bases e mo-
vimentações dos membros inferiores do Boxe, com a realização dos movimentos de maneira
bem lenta.

ATENÇÃO! É importante salientar que nas atividades o objetivo não é atingir o seu colega
(oponente), mas sim experimentar e simular as técnicas de ataque e defesa e as movimen-
tações dos membros inferiores e bases do Boxe.

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84 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 7 – MUAY THAI: A ARTE MILENAR TAILANDESA


O Muay Thai é uma modalidade com cerca de dois mil anos de existência, considerada a mais popular
e a mais praticada pela população da Tailândia, sendo classificada como símbolo da sua nação.
Também conhecida como “Boxe Tailandês” ou como a “Arte das 8 Armas” (o uso combinado dos
punhos + cotovelos + joelhos + canelas e pés), e considerada como uma das mais poderosas
entre as modalidades de luta, e é extremamente respeitada e conceituada entre os lutadores dos
mais variados estilos do mundo.

Etapa 1 - O que eu sei sobre as técnicas do Muay Thai?

O Muay Thai possui técnicas que permitem aos praticantes que se defendam ou ataquem o seu
oponente durante um confronto.

- Você conhece alguma destas técnicas? É possível apresentá-las para o restante da turma?

Etapa 2 - Movimentos do Muay Thai.

Com os seus colegas e professor, assistam aos vídeos a seguir para conhecermos o posiciona-
mento de base e a postura de defesa, as movimentações dos membros inferiores, técnicas de ataque
e de defesa do Muay Thai:

- Ocaionunes. Posição de luta do Muay Thai passo a passo | A base,


guarda e ritmo (balanço). 16’17”. Disponível em: <https://www.
youtube.com/watch?v=eF1t9em_gug>. Acesso em: 14 set. 2020;

- Ocaionunes. Deslocamentos e movimentação do muay thai - parte 01


| Passo Plano. 6’06”. Disponível em: <https://www.youtube.com/
watch?v=qbixuyJolB0&t=202s> Acesso em: 17 set. 2020.

- Ready To Fight. RTF #8 - Como Chutar - Muay Thai. 2’53”. Disponível


em: <https://www.youtube.com/watch?v=BL0skGJPJCk>. Aces-
so em: 17 set. 2020.

- Ready To Fight. RTF #11 - Como aplicar joelhadas. 2’10”. Disponível


em: <https://www.youtube.com/watch?v=JcJEZFYIxgo>. Aces-
so em: 17 set. 2020.

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Educação Física 85

- Ready To Fight. RTF #12 - Como aplicar cotoveladas. 3’35”. Disponí-


vel em: <https://www.youtube.com/watch?v=SJugy8KDMl0>.
Acesso em: 17 set. 2020.

- Ready To Fight. RTF #22 - Como aplicar chutes frontais. 3’. Disponível
em: <https://www.youtube.com/watch?v=-DjXNjccPPY>. Aces-
so em: 17 set..2020.

Etapa 3 - Praticando o Muay Thai.

Vamos praticar um pouco da arte das oito armas?

1. Dispostos pela quadra (ou pátio) e, após o sinal dado pelo professor, experimentem as movimen-
tações dos membros inferiores na base e a postura de defesa, estudadas anteriormente.
2. Dispostos, em um primeiro momento, individualmente pela quadra (ou pátio) e, após o sinal dado
pelo professor, experimentem as técnicas de defesa e ataque estudadas nos vídeos.
3. Organizados em duplas, posicionando-se frente a frente.
Para a vivência das técnicas de ataque, um dos estudantes receberá uma bexiga, que será segu-
rada com as mãos para servir de “alvo” para a prática. Após o sinal do professor, pratique as
técnicas de ataque estudadas anteriormente, com o seu colega (oponente).
4. Já para a vivência das técnicas de defesa, um dos estudantes deverá realizar os movimentos de
ataque, de maneira bem lenta, para que o outro possa defender-se. Após o sinal do professor,
pratique as técnicas de defesa estudadas anteriormente, com o seu colega (oponente).
Troquem de duplas e de funções (ataque e defesa) durante as atividades para que possam expe-
rimentar variadas possibilidades.
5. Dispostos pela quadra (ou pátio) organizem-se em duplas, posicionando-se frente a frente. Após
o sinal do professor, pratiquem as técnicas de ataque e defesa juntamente com as bases e mo-
vimentações dos membros inferiores do Muay Thai, com a realização dos movimentos de manei-
ra bem lenta.

ATENÇÃO! É importante salientar que nas atividades o objetivo não é atingir o seu colega
(oponente), mas sim experimentar e simular as técnicas de ataque e defesa e as movimen-
tações dos membros inferiores e bases do Muay Thai.

ATIVIDADE 8 – O PODER DOS ESPORTES DE COMBATE NAS MÍDIAS


Você já deve ter percebido que os esportes de combate têm conquistado o seu espaço nas
grandes mídias, principalmente, nas televisivas. Hoje, é possível encontrar canais com uma
programação completa e específica sobre as mais diversas modalidades de lutas, apresentando
não só os confrontos propriamente ditos (como aqueles de MMA – Mixed Martial Arts ou Artes

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86 CADERNO DO ALUNO

Marciais Mistas, traduzindo para o português), mas seriados que exibem os aspectos históricos,
culturais e filosóficos de algumas modalidades, programas que acompanham os treinos e preparação
dos lutadores para os confrontos, e até algum reality show em que o vencedor recebe o direito de
lutar em uma das principais competições de MMA do mundo.
Antes deste momento favorável, também era possível encontrar algumas referências aos
esportes de combate em desenhos animados, filmes, seriados, documentários, entre outros, que
nos apresentavam as suas práticas, com algum contexto cultural, mas por muitas vezes, raso,
perto de sua grandeza.
Sendo assim, é importante que celebremos este espaço, cada vez maior, reservado aos esportes
de combate, viabilizando o crescimento da prática das mais diversas modalidades, por todos os
gêneros e em variados espaços. Porém, será que foi sempre assim? Os esportes de combate
sempre tiveram espaço nas grades de programação das grandes mídias?

Etapa 1 - Mídias e Esporte de combate.

Em grupos com até cinco pessoas, vamos estudar em estações. Em cada estação, haverá uma
tarefa diferente, que diz respeito às lutas e as mídias. Os membros dos grupos permanecerão em cada
estação por 10 minutos e, assim que o tempo se esgotar, deverão trocar de estação.

Estação 1 – As transformações históricas – do Vale-Tudo ao MMA:

Com os seus colegas, pesquise e registre no seu caderno as informações solicitadas a seguir:
• O que eram as competições de Vale-Tudo?
• Quando surgiram? Por que foram criadas?
• Quais eram as regras das competições de Vale-Tudo?
• Quem foram os principais responsáveis pela criação deste tipo de competição?
• Existiam grandes transmissões de Vale-Tudo na televisão?
• Como ocorreu a evolução das competições de Vale-Tudo para as de MMA que conhecemos
hoje?
• Quais são as regras atuais das competições de MMA?

Estação 2 – Apreciando e analisando a luta, os lutadores e o espaço:

Com os seus colegas, assistam ao vídeo:


• ROYCE GRACIE CHOCOU O MUNDO CONTRA LUTADOR DE 250 KILOS - JIULIFE.
5’58”. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Ms_zlkXXrgo>.
Acesso em: 17 set. 2020.

Após assistirem ao vídeo, registrem no seu caderno as informações a seguir:


• Qual é a modalidade de luta que se sobressaiu durante o confronto?
• Qual a importância do árbitro na parte final do confronto entre os lutadores?
• Havia algum tipo de propaganda de produtos ou serviços no ringue ou nos equipamentos dos
lutadores? Por que isso ocorre?

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Educação Física 87

Estação 3 – Apreciando e analisando a luta e o seu espaço:

Com os seus colegas, assistam ao vídeo:


• Amanda Nunes vs Ronda Rousey, Luta completa. 3’44”. Disponível em: <https://
www.youtube.com/watch?v=dhLrReX6Rhs>. Acesso em: 17 set. 2020.
Após assistirem ao vídeo, registrem no seu caderno as informações a seguir:
• Qual é a modalidade de luta que se sobressaiu durante o confronto?
• Nomeie algumas técnicas utilizadas pelas lutadoras?
• Havia algum tipo de propaganda de produtos ou serviços no octógono (ringue) ou nos equipamentos
das lutadoras? Por que isso ocorre?

Estação 4 – Analisando o espetáculo esportivo e televisivo das lutas:

Com os seus colegas, assistam ao vídeo:


• UFC 207 - Ronda Rousey: Minha luta com Bethe Correia. 7’26”. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=oHLoG6cIrA4>. Acesso em: 17 setas.
2020.
Após assistirem ao vídeo, registrem no seu caderno as informações a seguir:
•D  o que se trata este vídeo? Qual o objetivo deste recorte?
• Qual seria o motivo pelo qual somente o lado de uma das lutadoras foi colocado em evidência?
Explique.
• É possível compreender a trajetória do confronto entre as lutadoras por meio da construção e
edição do vídeo?
• Durante o confronto, a lutadora em destaque apresentou uma postura mais defensiva ou ofensiva?
• É possível considerar algum aprendizado ou moral com base na história apresentada?

Etapa 2 - Debatendo sobre os estudos realizados.

Após a passagem por todas as estações, compartilhe os estudos realizados com o seu professor
e colegas, debatendo sobre:

• Quando comparamos o confronto mais antigo e o mais recente, quais são as semelhanças e as
diferenças?
• Quais elementos caracterizam a evolução nas competições, com base na análise dos vídeos de
Vale-Tudo e de MMA?
• Qual (is) seria(m) o(s) motivo(s) das grandes mídias abrirem espaço em suas programações para
a transmissão dos eventos de esportes de combate?
• Por que existem propagandas de produtos e serviços nos ringues e/ou equipamentos dos
lutadores?
• Podemos reconhecer as transmissões das competições de MMA como grandes espetáculos
esportivos? Quais aspectos podem validar esse fenômeno?

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88 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 9 – ANÁLISE TÁTICA E TÉCNICA NOS ESPORTES DE COMBATE.


É com base nos aspectos técnicos e táticos que o treinador (ou técnico) estabelece, em conjunto
com o lutador, a estratégia a ser utilizada no confronto, que pode ser mais defensiva ou ofensiva, ou
ainda, equilibrada, conforme pudemos conferir nos vídeos da atividade anterior.
Para cada um dos confrontos, a estratégia pode ser diferente, indo ao encontro das necessida-
des de cada oponente.

Etapa 1 - Estratégias utilizadas pelos lutadores.

Para exemplificar as análises das estratégias utilizadas pelos lutadores e compreender melhor
como elas funcionam nos confrontos, assistam aos vídeos a seguir com o seu professor e colegas:

- De Olho Na Luta, por Vitor Miranda: Maia x Askren. 8’13”. Disponível
em: <https://www.youtube.com/watch?v=PQSTiCqzyvc>. Aces-
so em: 17 set. 2020.

- De Olho Na Luta, por Vitor Miranda: Cyborg x Spencer. 8’27”. Dispo-
nível em: <https://www.youtube.com/watch?v=evrwHYNR_f0>.
Acesso em: 17 set. 2020.

Em seguida anote em seu caderno as principais estratégias.

Etapa 2 - Analisando a técnica e a tática dos confrontos.

Após assistir aos vídeos, vamos colocar em ação os nossos conhecimentos. Organizem-se em
grupos com até cinco pessoas e assistam aos vídeos a seguir, realizando a análise tática e técnica dos
confrontos.

- GP Golden Girls - Luta 1 - Istela Nunes x Larissa Freitas. 6’34”. Dispo-
nível em: <https://www.youtube.com/watch?v=EpdkkWx_x7Y>.
Acesso em: 17 set. 2020.

- Jon Jones vs Thiago Marreta (Luta Completa). 6’01”. Disponível em:


https://fb.watch/39CvI3bRG8/. Acesso em: 17 set. 2020.

Compartilhe com o seu professor e colegas as suas análises dos confrontos.

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Educação Física 89

ATIVIDADE 10 – OS ESPORTES DE COMBATE NOS JOGOS


OLÍMPICOS E PARALÍMPICOS
Atualmente (em 2019), o Comitê Paralímpico Internacional (IPC), reconhece e realiza competições de
29 modalidades esportivas, em conjunto com a Organização Internacional de Esportes para Deficientes
e algumas Federações. Para cada uma destas modalidades, existe uma classificação funcional que
organiza os atletas em categorias para cada prova, de acordo com tipo de sua deficiência.
Participam dos Jogos Paralímpicos, atletas com deficiência intelectual, física e visual. Já, os
deficientes auditivos participam de uma competição específica, denominada de Surdolimpíadas.

Etapa 1 - Esportes de Combate nos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos.

Organize-se com os seus colegas em grupos de até cinco pessoas para que realizem uma pes-
quisa sobre os Esportes de Combate que fazem ou já fizeram parte da programação dos Jogos Olím-
picos e Paralímpicos, preenchendo uma tabela, conforme modelo a seguir:

Esportes de Combate

Jogos Olímpicos: Jogos Paralímpicos:

Compartilhe com o seu professor e colegas os dados da sua pesquisa.

Etapa 2 - Socializando as descobertas.

Após a realização da pesquisa, vamos debater sobre a presença dos Esportes de Combate nas pro-
gramações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos? Para auxiliá-los, sugerimos um roteiro com algumas
questões norteadoras, porém, fiquem à vontade para incluir novos questionamentos caso seja necessário:

• Quais são os esportes de combate que fazem parte da programação dos Jogos Olímpicos e
Paralímpicos?
• Quais aspectos podem ser considerados para justificar uma menor quantidade de esportes de
combate presentes nos Jogos Paralímpicos, quando comparamos aos Jogos Olímpicos?
• Você já assistiu aos Jogos Paralímpicos? Acompanhou qual (is) modalidade(s)?
• Quais foram as principais mudanças nos esportes paralímpicos desde seu surgimento?
• Dentre as modalidades de luta estudadas neste bimestre, existe alguma considerada como
modalidade olímpica e/ou paralímpica?
• Seria possível discutirmos e elencarmos possíveis adaptações para as modalidades de luta
estudadas neste bimestre, de forma que pudessem fazer parte dos Jogos Paralímpicos? Cite as
suas sugestões.

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90 CADERNO DO ALUNO

Etapa 3 - Adaptando as lutas.

Agora que conhecemos um pouco mais sobre os esportes de combate que são disputados nos
Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos encarar um desafio um pouco maior?
Organize-se com os seus colegas em grupos de até cinco pessoas para que, com o auxílio de seu
professor, elabore atividades práticas de alguma das modalidades de luta que estudamos neste bimestre,
porém, com “adaptações paralímpicas”, para que todos os estudantes de sua turma possam vivenciá-
-las. Cada grupo deverá escolher somente uma entre estas modalidades (Caratê, Boxe ou Muay Thai).

ATIVIDADE 11 – AS LUTAS DO MEU BAIRRO


Etapa 1 - Entrevista pessoas.

Organize-se com os seus colegas em grupos de até cinco pessoas para que realizem uma entre-
vista com até 5 pessoas que moram no bairro em que residem. Para auxiliá-los, sugerimos um roteiro
para a busca de algumas informações importantes sobre o tema, porém, fiquem à vontade para buscar
mais dados além das indicações, caso seja necessário:

• Você conhece alguma modalidade de luta? Qual(is)?


• Já teve a oportunidade de praticá-la(s) em algum lugar? Onde?
• Conhece algum local na vizinhança que ofereça aulas de alguma modalidade de luta? Qual?
• Existem programas e projetos públicos de lutas e esportes paralímpicos em seu bairro e cidade?
Quais?
• Você já frequentou alguma escola ou praticou alguma modalidade de luta em alguma academia?
Com que frequência?
• Você já participou de alguma competição de luta? De qual (is) modalidade(s)? Conte um pouco
sobre a sua experiência.
• Você já assistiu a algum confronto pela televisão ou pela internet? De qual (is) modalidade(s)?
Quais as suas impressões?
• Você já assistiu a alguma luta nos Jogos Olímpicos e/ou Paralímpicos pela televisão ou pela
internet? De qual (is) modalidade(s)?
• Você considera as lutas como uma prática para todos os gêneros? Justifique.
• Você considera como violenta a prática das lutas? Por quê?
• Qual a importância da ética e do respeito ao oponente na prática das lutas? Justifique.

Para compartilhar os resultados de sua pesquisa, elaborem um gráfico com os dados obtidos e
apresentem as informações para o seu professor e colegas.

Etapa 2 - Socializando os dados obtidos nas entrevistas.

Agora é o momento de socializar os resultados obtidos na entrevista, apresente o gráfico elabo-


rado e norteie sua apresentação em cima dos dados.

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Matemática

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92 CADERNO DO ALUNO

MATEMÁTICA
Prezado(a) Estudante, É com muito prazer que estamos apresentando o Volume 2 do material de
apoio ao Currículo Paulista de Matemática. Nesse volume, apresentaremos cinco Situações de
Aprendizagem que foram planejadas para contribuir no desenvolvimento das habilidades, previstas no
Currículo Paulista, para esse bimestre.
Na Situação de Aprendizagem 1, você vai compreender como é possível escrever os números
muito grandes e muito pequenos em notação científica e dessa forma realizar as operações que os
envolve, além de aplicá-los em diferentes contextos.
Conhecer os produtos notáveis e respectivamente os casos de fatoração, é a abordagem da
Situação de Aprendizagem 2, além de aplicar os casos dos produtos notáveis na resolução de equações
polinomiais.
Na situação de aprendizagem 3, iniciaremos uma conversa sobre as funções em diferentes
perspectivas, conhecer a lei de formação e os gráficos associados à cada função.
Os gráficos estão presentes no nosso dia a dia, reconhecer os diferentes tipos de gráficos e usar
cada um adequadamente para apresentar o resultado de uma pesquisa, além da sua análise, é o foco
da Situação de Aprendizagem 4.
Resolver situações-problema envolvendo as medidas de tendência central é o assunto da
Situação de Aprendizagem 5.
Lembramos que o(a) seu(sua) professor(a) vai orientar seus estudos ampliando e adequando as
atividades, inclusive, utilizando outros materiais e metodologias para contribuir no seu processo de
aprendizagem.

Ilustração: Malko Miranda

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Matemática 93

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
ATIVIDADE 1 – OPERANDO COM NOTAÇÃO CIENTÍFICA
A primeira tentativa conhecida de representar números muito grandes foi atribuída
ao matemático e filósofo grego Arquimedes. Em sua obra “O Contador de Areia”,
ele desenvolveu um método de representação numérica para estimar a quantidade
Malko M. dos Santos

de grãos de areia do universo. Esse número estimado era de 1 x 1063 grãos de


areia. A nova forma de representar números “muito grandes” também foi utilizada
para representar números “muito pequenos” e, após alguns aprimoramentos,
recebeu o nome de “Notação Científica”.
A notação científica, além de facilitar a escrita de números “muito grandes” ou “muito pequenos”,
auxilia nos cálculos envolvendo esses valores.
As operações de multiplicação ou divisão de números representados em notação científica
seguem as regras da multiplicação ou da divisão de bases iguais:

1.1. Observe a tabela a seguir e preencha as lacunas. Lembre-se que, quando os expoentes das
potências de dez são diferentes, devemos igualá-los primeiro para, depois, realizar a operação.

Valor 1 Valor 2 Adição (valor 1 + valor 2) Subtração (valor 1 – valor 2)

2,5 . 106 1,5 . 106 (2,5 + 1,5) . 106 = 4 . 106

4,7 . 108 = 47 . 107


4,7 . 108 7 . 107 Então temos:
(47 – 7) . 107 = 40 . 107, ou 4 . 108

1,041 . 105 = 104,1 . 103


Temos:
1,041 . 105 4,1 . 103
(104,1 + 4,1) . 103 =
108,2 . 103 ou 1,082 . 105

4,4 . 105 = 0,0044 . 108


Temos:
(8,2 – 0,0044) . 108 = 8,1956 . 108

ATIVIDADE 2 – O UNIVERSO: NÚMEROS QUE IMPRESSIONAM.


2.1. As distâncias no Universo são medidas em anos-luz, ou seja, cada ano-luz representa a
distância percorrida pela luz em um ano. A velocidade da luz é de, aproximadamente,
3 . 108 m/s .
a) Escreva essa distância com todos os dígitos.
b) Quantos metros, aproximadamente, possui um ano-luz, considerando que o ano tem 365 dias?

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94 CADERNO DO ALUNO

2.2. A distância média entre a Terra e o Sol é de

Rodrigo Soares de Sá
1,496 . 108 km, e a distância média entre Mer-
cúrio e o Sol é de 5,79 . 107 km. Observando
a figura a seguir, qual é a distância média entre
a órbita da Terra e a órbita de Mercúrio?

2.3 Todos estamos suscetíveis a doenças, principalmente as que são causadas por vírus ou bactérias.
Esses seres microscópicos podem causar várias enfermidades, que vão desde uma simples gripe
até uma contração de tétano. Porém, nem todas as bactérias são prejudiciais aos seres humanos,
pois algumas auxiliam e muito na saúde. Observe a tabela abaixo:

Tamanho (m) de bactérias e vírus comuns no dia a dia.

Vírus ou bactéria Comprimento em metros (m)


Vírus da gripe ≅ 0,0000000023 m
Bactéria do tétano ≅ 0,00001 m
Vírus da dengue 0,000000050 m
Bactéria Escherichia coli (a mais comum em infecções de urina) ≅ 0,000006 m

A partir dos dados elencados na tabela, elabore uma situação problema envolvendo operações
com notação científica e compartilhe com seu colega. Tente resolver a situação elaborada por seu
colega e, juntos, discutam acerca dos resultados.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
ATIVIDADE 1 – PRODUTOS NOTÁVEIS
1.1. Observe as figuras:

A área total da Figura 1 é dada pela expressão algébrica a² + 2ab + b² = (a + b)² que é a forma fatorada
da expressão e o produto da soma de dois termos.
Já a área total da Figura 2 (parte pintada) é dada pela expressão algébrica a² – 2ab + b² = (a – b)² que
é a forma fatorada da expressão e o produto da diferença de dois termos.
Por fim, a área total da Figura 3 (parte pintada) é dada pela expressão algébrica (a + b) (a – b) = a² – b²
que é a forma fatorada da expressão e o produto da soma pela diferença de dois termos.

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Matemática 95

1.2. Junto com seu colega, encontrem a forma fatorada das expressões abaixo (se houver):

a x2 – 8x + 16
b 9k2 – 25
c m2 – 2m +1
d x2 + 8x + 16
e 36 + 12z + z2

ATIVIDADE 2 – FATORAÇÃO
Ý Þ â
2.1. E
 ncontre a medida da área total da figura a
seguir. Explique como você fez para chegar ao

Fonte: Elaborado pelos autores


resultado. >

2.2. Verifique se existe outra forma para encontrar a área dessa figura.

A expressão ay + ax possui, nos dois termos, um fator comum que, ao colocarmos


em evidência, obtemos a forma fatorada da expressão a(y + x). Na expressão ay +
Malko M. dos Santos

ax + by + bx + cy + cx, podemos fazer agrupamentos de termos que possuem


fatores comuns, como (ay + ax) + (by + bx) + (cy + cx). Dentro de cada agrupamento,
podemos colocar em evidência o fator comum a (y + x) + b (y + x) + c (y + x). Note
que (y + x) é o fator comum, então colocamos em evidência (y + x) (a + b + c),
obtendo assim a forma fatorada da expressão acima.

2.3. Junte-se a um colega e fatore as expressões:


a) 3x + 6y = b) ab + 2ac = c) 4ab – 6a = d) 5xb + b + 5yx + y =

2.4. Escreva, na forma fatorada, a expressão algébrica que representa a área total da figura:
z y
x x

k k

y z

2.5. Represente geometricamente a área indicada pelas expressões algébricas a seguir:


a) (x + 2) (x + 3) b) (x – 3) (x – 2) c) (k + 3) (k – 3)

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96 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3 – PRODUTOS NOTÁVEIS: QUADRADO DA SOMA


DE DOIS TERMOS
3.1. Observe as seguintes expressões numéricas:
(2 + 4)2 e (22 + 42)

Utilizando uma malha quadriculada, represente cada uma delas geometricamente. Escreva o que
você observou.
2 3

3.2. O
 bserve o quadrado a seguir e as medidas de seus lados. Encontre a

Fonte: Elaborado pelos autores


medida da área do quadrado ao lado. Resolva esta questão de duas 2

formas diferentes e, depois, socialize sua resposta com seus colegas.


Verifique se eles resolveram a questão de outra maneira.
3

3.3. Calcule geometricamente a área dos quadrados: Figura 2


a) (5 + 2)² =
b) (8 + 1)² =
c) (31 + 15)² =

3.4. Considerando que a Figura 2 é a representação geométrica de um

Fonte: Elaborado pelos autores


quadrado de lado (x + y), escreva a expressão algébrica que representa
a sua área.

Figura 2

3.5. Considerando as observações feitas nas atividades anteriores, complete o quadro a seguir:

Quadrado da (Quadrado do primeiro termo) + (duas vezes o


Primeiro Segundo
soma de dois produto do primeiro termo pelo segundo termo)
termo termo
termos + (o quadrado do segundo termo)

(a + b)2 a b a² + 2 . a . b + b2
(5 + k)2    
  x 4  
    81 + 18 . z + z2
  x 1/2  
  y √3  

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 96 02/03/2021 15:49


Matemática 97

3.6. Reproduza os quadriláteros, recorte-os, forme um quadrado e expresse algebricamente sua área.

x y y
y
x
x x x x x
y
y y
x y y y y

3.7. O Sr. Rodrigo tem um canil em formato quadrado, com área x2. Ele está idealizando aumentar
esse espaço conforme a figura ao lado. Algebricamente, qual será a nova área do canil?

Fonte: Elaborado pelos autores


1m 1m

1m x 1m

1m 1m

1m 1m

Planta do
Planta docanil
canil

3.8. Sabe-se que a área de um quadrado, cujo lado é um número natural, é dada por (x + y)2 e que
x . y =10. Dessa forma, encontre a área desse quadrado, sabendo que ela é inferior a 100 u.a.
(unidades de área).

3.9. Elabore uma situação problema que utilize o quadrado da soma de dois termos. Resolva-a,
troque-a com seu colega e, juntos, discutam sobre a resposta.

ATIVIDADE 4 – PRODUTOS NOTÁVEIS: QUADRADO DA DIFERENÇA


DE DOIS TERMOS.
4.1. Qual é a área do quadrado branco da figura a seguir?
y

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 97 02/03/2021 15:49


98 CADERNO DO ALUNO

4.2. Em qualquer expressão algébrica na forma (a – b)2 com a e b ∈ R e a > b, temos


(a – b)2 = a2 – 2a . b + b2.
Com base nessa informação, escreva o que vem a ser o quadrado da diferença de dois termos.

4.3. Agora use essa estratégia para calcular a área dos quadrados a seguir:
a) 892 =      b) 772 =      c) 982 =

4.4. Desenvolva algebricamente e represente geometricamente cada quadrado da diferença de dois


termos. Considere que o primeiro termo é maior que o segundo.

a)  (x – 3)2   b)  (3x – 1)2   c)  (k – √ 3)2   d)  (2x – 1 )2


2

4.5. O terreno de esquina de um loteamento possui uma área de x

Robson Minghini
x2. Agora, será feita uma calçada com 2 metros de largura,
conforme mostra a imagem abaixo. Qual será a nova área 2m
x
do terreno?

2m

4.6. Elabore uma situação problema que utilize o quadrado da diferença de dois termos. Resolva-a,
troque-a com seu colega e, juntos, discutam sobre a resposta.

ATIVIDADE 5 – PRODUTOS NOTÁVEIS: PRODUTO DA SOMA PELA


DIFERENÇA DE DOIS TERMOS
5.1. Você com certeza já se deparou com situações em que usou algumas estratégias e essas o
ajudaram a solucionar o problema enfrentado. O mesmo aconteceu com um amigo meu ao participar
de um desafio de rapidez em cálculo de áreas. O desafio proposto foi: “Quanto é 25² - 15² ”?
Meu amigo resolveu-o tranquilamente. Como você resolveria esse desafio? Registre a resposta
em seu caderno.

5.2 . Vamos resolver esse desafio geométrico. Forme grupos para que, juntos, possam organizar uma
estratégia e resolver esse problema.
A cada passo desta atividade, faça os devidos registros no caderno.

• Recorte, em uma malha quadriculada, um quadrado (25 quadradinhos por 25);


• Recorte um quadrado, cuja medida de lado é igual a 15 unidades. Inicie a contagem no canto
da malha;
• Na malha que restou, indique as medidas dos lados;
• Recorte a malha que sobrou conforme indicação ao lado, obtendo duas figuras. Agora, tente
formar um quadrilátero e cole-o no seu caderno. Considerando as medidas dos lados que você
anotou, encontre a medida da área desse quadrilátero.

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 98 02/03/2021 15:49


Matemática 99

Para encontrar a área você utilizou o produto da soma pela diferença das medidas dos lados dos
dois quadrados.

5.3. Agora, vamos subtrair as áreas abaixo utilizando o produto da soma pela diferença dos lados dos
dois quadrados:
a) 17² – 13² b) 19² – 6² c) 650² – 250²

5.4. Seguindo os mesmos procedimentos do item anterior, considere um quadrado de lado x e outro
quadrado de lado y, com x > y e y > 0, encontre a diferença entre as áreas desses dois quadrados
e explique como você resolveu a questão.

5.5. Se a² – b² = (a + b) (a – b), então (a + b) (a – b) = a² – b². Escreva com suas palavras, o produto


da soma pela diferença de dois termos.
7 3
5.6. Tenho um terreno quadrado de lado 10 m e desejo gramá-lo, deixando
a área indicada em branco para plantar flores. Quantos metros de 3

grama preciso comprar para gramar a área colorida de azul?

“lado misterioso”

5.7. De um quadrado de “lado misterioso”, foi retirado um quadradinho de lado


5 cm
5 cm. Sabendo que a região que sobrou (no quadrado maior) foi de 119
5 cm cm2, você pode dizer quanto vale o “lado misterioso”?

5.8. Elabore uma situação problema que utilize a diferença entre quadrados. Resolva-a, troque-a com
seu(sua) colega e discutam sobre a resposta.

ATIVIDADE 6 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS DO 2° GRAU POR MEIO


DE FATORAÇÕES
As equações polinomiais do segundo grau são do tipo ax2 + bx + c = 0, em que a, b e c ∈ R com
a ≠ 0. Elas podem ter até duas raízes e, nesta atividade, vamos encontrá-las por meio de fatoração.

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 99 02/03/2021 15:49


100 CADERNO DO ALUNO

6.1. Junto com seu colega, preencha a tabela com a forma fatorada da equação e as raízes. Não se
esqueçam de validar suas respostas. Ao final da atividade, as soluções devem ser expostas
para a classe.
Equação Forma fatorada Raízes
a x – 10x + 25 = 0
2

b k2 – 25 = 0
c m2 + 2m +1 = 0
d 2x2 + 8x + 8 = 0
e 81 + 18z + z2 = 0

6.2. Encontre as raízes das equações a seguir:


a) x2 + 3x = 0     b) x3 – 20x2 + 100x = 0

ATIVIDADE 7 – EQUAÇÕES POLINOMIAIS DO 2° GRAU:


COMPLETANDO QUADRADOS
7.1. Represente geometricamente as equações a seguir, completando os quadrados. Em seguida,
resolva-as algebricamente.
a) x2 + 6x + 8 = 0    b)  x2 + 2x – 3 = 0    c)  x2 + 2x – 8 = 0    d)  x2 – 4x + 3 = 0
7.2 Elabore, resolva e troque com seu colega uma situação problema que envolva uma equação
polinomial do segundo grau.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
ATIVIDADE 1- FUNÇÃO: NOÇÃO E LEI DE FORMAÇÃO
1.1. E
m uma reportagem sobre Quantidade de celulares produzidos em relação às horas trabalhadas
produção de celulares, foi di-
vulgado que uma certa fábrica Tempo em horas 1 2 3 4 5 6
produz um celular a cada 15 Quantidade produzida 240 480 720 960 1 200 1 440
segundos. A quantidade de
celulares produzidos por dia está registrada na tabela a seguir, conforme as horas trabalhadas:

Analisando os valores escreva uma sentença matemática que represente essa situação. Escreva
o passo a passo da sua resolução. Para iniciar esta atividade, pense na lei de formação.
a) Com esta lei, é possível calcular a quantidade de celulares produzidos em 12 horas?
b) Com essa mesma lei de formação, é possível calcular a quantidade de celulares produzidos
para qualquer número de horas? Explique como isso é (ou não é) possível.

1.2. Dada a lei de formação de uma função f (x) = x – 2, encontre f (0); f (-1) e f (5).

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 100 02/03/2021 15:49


Matemática 101

1.3. O número de diagonais de um polígono depende da quantidade de lados que ele possui. Pensando
nisso, encontre a lei de formação para calcular a quantidade de diagonais de qualquer polígono.
a) Encontre o número de diagonais de um polígono de 8 lados.
b) Encontre o polígono que possui 35 diagonais.

ATIVIDADE 2 – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UMA FUNÇÃO


2.1. Os gráficos a seguir de 1 a 4 são gráficos de funções, pois relacionam duas grandezas: x e y ou f (x),
onde y depende x e, para cada valor da grandeza x, encontramos um único valor da grandeza y.
Organize-se em dupla, analisem e descubram quais funções estão relacionadas a cada gráfico.
Comente as características de cada uma.

Gráfico 1 Gráfico 2

Gráfico 3 Gráfico 4

2.2. Em duplas, analisem a tabela de preços a seguir. Elaborem e resolvam questões que possam ser
respondidas com os dados fornecidos. Determinem a lei de formação e depois, troquem-nas
com outra dupla para discutir suas respostas.

Tabela de preços
Número de alunos 1 10 20 30 40
Valor a ser pago R$ 2,00 R$ 20,00 R$ 40,00 R$ 60,00 R$ 80,00

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 101 02/03/2021 15:49


102 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3 – OLHANDO AS FUNÇÕES EM DIFERENTES PERSPECTIVAS


3.1. Qual é a função que nos fornece o perímetro do quadrado? Construa o gráfico dessa função e
analise-o.

3.2. Dadas as funções, construa uma tabela, atribuindo valores para a variável x. Em seguida construa
o gráfico de cada função.
a) f(x) = 3x    b)  f(x) = x + 3     c)  f(x) = – x – 2

3.3 Sendo f(x) = x + 1 a lei de formação da função f, encontre:


2
a)  f (1) + f (3)     b)  f (–1) + f (–3)

3.4. Encontre o valor de x , na função f definida por f(x) = x – 3, sabendo que:


a) f(x) = 0    b) f(x) = – 3    c) f(x) = 5    d) f(x) = x – 3

3.5. Sabendo que f(x) = - x – 2, coloque V ou F nas afirmações abaixo, justificando em cada caso:
a) f(0) = 2 ( )    b) f(– 1) = 1 ( )    c)  f( 1) = – 3  (  )
d) f(2) = 0 ( )        e) f(3) = -5 ( )      f)  f(– 2) = 0  (  )

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
ATIVIDADE 1 – A IMPORTÂNCIA DOS GRÁFICOS
A comunicação pode acontecer de várias formas. Uma delas é a comunicação visual, que está
muito presente no nosso cotidiano. Observe as placas a seguir e assinale a que chamou mais a sua
atenção. Por que você a escolheu?
Placa 1: Placa 2:
Robson Minghini

É expressamente proibido cortar


árvores neste bosque.

1.1. Analise as duas formas propostas para divulgação do percentual de rendimento das turmas de 9º
ano do Ensino Fundamental de uma escola:

Tabela 1 – Percentual de rendimento, bimestre a bimestre,


das turmas de 9º ano do EF da escola.

Turmas 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre


9º ano W 70% 60% 70% 50%
9º ano X 40% 40% 30% 50%
9º ano Y 10% 15% 20% 30%
9º ano Z 60% 70% 90% 60%

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 102 02/03/2021 15:49


Matemática 103

Gráfico 1 – Rendimento anual médio das turmas de 9º ano do Ensino Fundamental da escola.
Rendimento médio dos 9º anos do EF

Fonte: Elaborado pelos autores


70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0% 9º ano W 9º ano X 9º ano Y 9º ano Z

Qual das duas formas de divulgação de resultados lhe chamou mais atenção? Por quê?
1.2. A partir dos dados apresentados, responda as questões abaixo:
a) O que significam os percentuais apresentados na Tabela 1 e no Gráfico 1?
b) Qual das turmas de 9º ano do Ensino Fundamental obteve o melhor rendimento médio anual?
c) Você utilizou a Tabela 1 ou o Gráfico 1 para responder o item b desta atividade? Justifique.

ATIVIDADE 2 – PRINCIPAIS TIPOS DE GRÁFICOS E SUAS CARACTERÍSTICAS


Existem diversos tipos de gráficos, cada um com sua finalidade. Possivelmente, você
já se deparou com alguns.
Malko M. dos Santos

Os gráficos são representações visuais de dados ou valores numéricos e trazem uma


dimensão estatística de um determinado fato.

2.1. Assista ao vídeo “Cada gráfico no seu galho”, do site da Matemática


Multimídia da UNICAMP, através do QR Code ou do link, e discuta,
em grupo, qual seria o tipo de gráfico mais adequado para represen-
tar cada situação a seguir:

a) A evolução escolar de um aluno, ou seja, analisar suas médias em


um período de tempo. https://www.youtube.com/
watch?v=cN1l2te79Ck
b) A preferência de seus colegas entre as disciplinas escolares
“Matemática” e “Ciências”.

ATIVIDADE 3 – OS DIFERENTES TIPOS DE GRÁFICOS


3.1. O gráfico de barras é um dos mais utilizados e consiste em um conjunto de barras retangulares,
com a mesma largura e comprimento, proporcional aos valores que representa.
As barras podem ser horizontais ou verticais, conhecido como “gráfico de colunas” e são utilizados
para ilustrar comparações entre valores discretos.

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 103 02/03/2021 15:49


104 CADERNO DO ALUNO

Análise quantitativa da trajetória escolar das turmas de 9º ano de uma escola.

Gráfico de coluna empilhada. Gráfico de coluna agrupada.


Gráfico 1 por turma
Análise de reprovação Análise de Gráfico 2
reprovação por turma
40 40
30 30
20 20
10 10
0 0
9º ano W 9º ano X 9º ano Y 9º ano Z 9º ano W 9º ano X 9º ano Y 9º ano Z

Nunca foram reprovados


Gráfico de barras empilhadas. Já foramde
Gráfico reprovados
barraspelo menos uma vez
agrupadas.
Já foram reprovados pelo menos uma vez
Análise de reprovação
Gráfico 3
por turma Nunca foram reprovados
Análise de reprovação
Gráfico 4 por turma

9º ano Z
9º ano Z

9º ano Y
9º ano Y

9º ano X
9º ano X

9º ano W
9º ano W

0 10 20 30 40 0 10 20 30 40
Nunca foram reprovados
Já foram reprovados pelo menos uma vez
Já foram reprovados pelo menos uma vez NuncaNunca
foramforam
reprovados
reprovados
Nunca foram reprovados
Já foram
Já foram reprovados
reprovados pelo menos
pelo menos uma vez
uma vez
Com base na análise dos gráficos, o que você escreveria a respeito do resultado da pesquisa?
Qual gráfico você escolheria para divulgar essa pesquisa? Por quê?

ATIVIDADE 4 – GRÁFICO DE SETORES OU GRÁFICO CIRCULAR


O gráfico de setores ou “gráfico circular” também é conhecido como “gráfico de pizza”,
por suas aparências serem similares. Por ser esteticamente agradável, são muito utili-
Malko M. dos Santos

zados pela mídia. Esse gráfico é conveniente quando o número de setores é pequeno,
para que haja boa percepção e distinção dos dados representados. É importante tomar
cuidado com valores muito próximos, pois dificultaria a distinção visual.

4.1. Analise os gráficos a seguir e escreva uma notícia para divulgar o resultado da pesquisa.

Análise do percentual dos alunos que já foram reprovados, em alguma etapa da escolarização básica

Gráfico I Gráfico II Gráfico III Gráfico IV


9º ano W 9º ano X 9º ano Y 9º ano Z

Já foram reprovados pelo menos uma vezJá foram reprovados pelo menos uma vezJá foram reprovados pelo menos uma vez Já foram reprovados pelo menos uma vez
Já foram
Nunca reprovados
foram reprovados pelo menos umaNuncavez Nunca foram reprovados
foram reprovados Nunca foram reprovados
Nunca foram reprovados

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 104 02/03/2021 15:49


Matemática 105

ATIVIDADE 5 – GRÁFICO DE LINHA


O gráfico de linha também é comumente utilizado pela mídia e pelos institutos de pesquisas, pois
possibilita análises de alterações ao longo do tempo, auxiliando na percepção de tendências ou anomalias.

5.1. Quais informações são possíveis listar a partir da análise do gráfico de linhas a seguir?
Análise dos avanços e decréscimos da média dos
rendimentos das turmas de 9º ano do Ensino Fundamental
Rendimento Médio das turmas de 9º ano do EF por bimestre
9º ano W 9º ano X 9º ano Y 9º ano Z

100%
90%
80%
70%
60%
50%

Fonte: Dados fictícios


40%
30%
20%
10%
0%
1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre

5.2. Robson pretende comprar uma empresa gráfica e, durante sua pesquisa de mercado, ficou em
dúvida entre três opções. Para tomar sua decisão, ele queria investigar o rendimento anual de
cada empresa. Para isso, construiu a tabela abaixo com os rendimentos de cada uma nos últimos
quatro anos; construa o gráfico mais apropriado para essa situação. Justifique sua escolha.
Rendimento anual das empresas 1, 2 e 3.
Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4
Empresa 1 120.000 180.000 240.000 300.000
Empresa 2 180.000 190.000 180.000 190.000
Empresa 3 310.000 270.000 240.000 160.000
Fonte: Os autores.

Após a escolha do tipo de gráfico, analise os resultados e indique qual empresa Robson deveria
comprar.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5
ATIVIDADE 1 – MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL
A tendência é uma disposição para seguir um determinado sentido e ela pode auxiliar na previsão
de eventos.

1.1. Em nosso cotidiano, é comum ouvirmos falar em média. Essa medida de tendência central é
muito comum no dia a dia. Por exemplo, a expectativa média de vida é obtida por meio da média
aritmética dos anos vividos pelos indivíduos de uma certa região ou família.

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 105 02/03/2021 15:49


106 CADERNO DO ALUNO

Uma empresa divulga a notícia de que a expectativa de vida média da população brasileira é de
80 anos para mulheres e 73 anos para homens. Os dados das idades de uma família constam
na tabela a seguir.
Pesquisa da longevidade

Familiar Materno Familiar Paterno


Familiar Viveu (anos) Familiar Viveu (anos) Familiar Viveu (anos) Familiar Viveu (anos)
Bisavô 83 Bisavó 89 Bisavô 66 Bisavó 64
Avô 89 Avó 99 Avô 66 Avó 89
Os autores

Faça uma análise da média da expectativa de vida dessa família. A expectativa média desses
familiares está dentro da expectativa média dos brasileiros? Compare a expectativa média dos familiares
maternos e paternos.

1.2. A medida de tendência central “moda” apresenta os valores que ocorrem com maior frequência
em uma distribuição. Organize uma pesquisa sobre o mês de aniversário de cada estudante de
sua classe e organize os dados nem uma tabela. Determine a moda dos valores obtidos.
1.3. Mediana é a medida de tendência central que determina exatamente o valor central de um conjunto
de dados. Para isso, é necessário organizá-los em ordem crescente. Quando o número de dados
dispostos em ordem crescente é ímpar, o termo central é a mediana. Quando se trata de um
número par de dados, a mediana é obtida através da média aritmética dos dois valores centrais.
Considerando essa informação, resolva a seguinte situação:
As rodas dos veículos são medidas em polegadas: os aros 13” possuem 13 polegadas de
diâmetro; os aros 14” possuem 14 polegadas de diâmetro, e assim por diante.
Num determinado dia, uma loja de rodas personalizadas vendeu os seguintes conjuntos de rodas:

Vendas de conjuntos de rodas de uma loja num determinado dia


Aros (em polegadas)

Aros (em
polegadas)
12” 13” 14” 15” 16” 17” 24” 32”
Conjuntos de
10 8 7 0 3 4 3 1
rodas vendidos

Uma segunda loja de rodas personalizadas foi inaugurada. Para distribuir o estoque, o dono
adotou o seguinte critério: considerando os dados da tabela, a divisão do estoque deve garantir que
cada loja venda tamanhos de aros diferentes e sequencial. Além disso, a quantidade de vendas em
conjunto de rodas deve ser o mesmo para as duas lojas.
Como você organizaria essa distribuição, garantindo as condições de vendas para as duas lojas?

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 106 02/03/2021 15:49


Matemática 107

ATIVIDADE 2 – ANÁLISE DOS GRÁFICOS


Em diversas situações do nosso cotidiano, deparamo-nos com dados estatísticos, seja por meio
de gráficos ou tabelas.

2.1. Lindomar, após aplicar as avaliações bimestrais na turma em que leciona, colocou os dados na
tabela a seguir:
Notas dos estudantes na avaliação bimestral
Estudantes Notas Estudantes Notas Estudantes Notas
Alberto 6,0 Fernanda 1,0 Kauã 10
Beatriz 7,0 Gustavo 8,0 Lais 8,0
Caio 7,0 Heloísa 7,0 Mateus 2,0
Denise 10 Igor 4,0 Nicole 5,0
Elias 3,0 Juliana 9,0 Otávio 3,0

 Qual é o gráfico mais adequado para representar esses dados? Justifique sua resposta.
 Encontre a média, a moda e a mediana das notas dos estudantes. Faça uma análise desses

resultados, registrando suas conclusões.

2.2. Analisando os gastos familiares, Organização dos gastos com cartão


Davi organizou as finanças em
Janeiro Fevereiro Março
uma tabela, considerando apenas
as compras no cartão de crédito e Cartão de Crédito R$ 1.200,00 R$ 980,00 R$ 450,00
no cartão de débito durante o Cartão de Débito R$ 380,00 R$ 660,00 R$ 800,00
primeiro trimestre.
 Qual é o gráfico mais apropriado para analisar os gastos ao longo do tempo? Justifique.
  Encontre a média, a moda e a mediana dos gastos com cartão. Faça uma análise desses
resultados, registrando suas conclusões.

TESTE SEU CONHECIMENTO

1. (ENEM /2009.1) Depois de jogar um dado em forma de cubo Número obtido Frequência
e de faces numeradas de 1 a 6, por 10 vezes consecutivas, e
1 4
anotar o número obtido em cada jogada, construiu-se a
seguinte tabela de distribuição de frequências: 2 1
A média, mediana e moda dessa distribuição de frequências 4 2
são, respectivamente: 5 2
A) 3, 2 e 1 B) 3, 3 e 1 C) 3, 4 e 2 6 1
D) 5, 4 e 2 E) 6, 2 e 4

2. (ENEM/2009.2)
Técnicos concluem mapeamento do aquífero Guarani
O aquífero Guarani localiza-se no subterrâneo dos territórios da Argentina, Brasil, Paraguai e
Uruguai, com extensão total de 1.200.000 quilômetros quadrados, dos quais 840.000 quilômetros
quadrados estão no Brasil. O aquífero armazena cerca de 30 mil quilômetros cúbicos de água e é
considerado um dos maiores do mundo. Na maioria das vezes em que são feitas referências à água,

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 107 02/03/2021 15:49


108 CADERNO DO ALUNO

são usadas as unidades metro cúbico e litro, e não as unidades já descritas. A Companhia de
Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) divulgou, por exemplo, um novo reservatório
cuja capacidade de armazenagem é de 20 milhões de litros.
Comparando as capacidades do aquífero Guarani e desse novo reservatório da SABESP, a
capacidade do aquífero Guarani é:
A) 1,5 x 102 vezes a capacidade do reservatório novo.
B) 1,5 x 103 vezes a capacidade do reservatório novo.
C) 1,5 x 106 vezes a capacidade do reservatório novo.
D) 1,5 x 108 vezes a capacidade do reservatório novo.
E) 1,5 x 109 vezes a capacidade do reservatório novo.

3. (ENEM/2009) Nas últimas décadas, desencadeou-se uma discussão quanto ao papel da


Amazônia no equilíbrio da biosfera e sobre as consequências que sua devastação poderá trazer
para o clima do planeta. No gráfico a seguir, está representada, em quilômetros quadrados, a
evolução da área que foi desmatada na floresta amazônica entre 1988 e 2007.

De acordo com os dados, o biênio em que ocorreu o maior desmatamento acumulado foi:
A) 1988–1989.
B) 1994–1995.
C) 1995–1996.
D) 2003–2004.
E) 2000–2001.

4. (SARESP/2013) Qual das figuras a seguir, em relação à área hachurada, representa a expressão
algébrica (m+2)²?
a. b. c. d.
2 2 2 2

m m m m

m 2 m 2 m 2 m 2

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Ciências

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 109 02/03/2021 15:49


110 CADERNO DO ALUNO

CIÊNCIAS
UNIDADE TEMÁTICA: MATÉRIA E ENERGIA
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 –
TECNOLOGIA E SOCIEDADE
Prezado(a) estudante, as atividades desta situação de aprendizagem visam auxiliar no aprofunda-
mento das habilidades e no processo investigativo que prevê que, ao final dos estudos, você consiga
investigar e argumentar como as Ciências e a Tecnologia influenciam o modo de vida das pessoas por
meio de atitude individual e coletiva, crítica e reflexiva, com o auxílio de informações e meios de veicu-
lação associados aos princípios éticos envolvidos.

ATIVIDADE 1 – LEITURA E ANÁLISE DE TEXTOS


Antes de entrar na atividade propriamente dita, faça uma lista de palavras que estão presentes
nos dois textos a seguir que você não reconhece ou não entende, e faça uma busca de seus significa-
dos utilizando o dicionário ou a internet.
Para construirmos argumentos para discutir a relação da Ciência e Tecnologia no nosso cotidia-
no, um dos aspectos a considerar é sobre o avanço da tecnologia associada ao desenvolvimento das
aplicações de diversos tipos de radiações, que por meio de evidências trouxeram benefícios e malefí-
cios à saúde das populações, tanto humanas quanto a dos demais seres vivos.
Leia os textos abaixo e siga as orientações de seu(a) professor(a) para iniciarmos nossos estudos:

Centro de Tecnologia das Radiações

O Centro de Tecnologia das Radiações - CETER é pioneiro nas atividades voltadas para aplicações
da tecnologia das radiações no país e possui um histórico de realizações importantes, nos mais
diversos segmentos das indústrias, da saúde e do meio ambiente. O dinamismo em desenvolver
novas tecnologias associadas aos avanços de outras áreas é uma das características da aplicação
das radiações e radioisótopos. Tradicionalmente, o CETER vem acompanhando essa tendência,
tornando-se referência na inovação de aplicações da tecnologia nuclear, com alto impacto no
futuro da agricultura, saúde, indústria e na preservação do meio ambiente. As atividades de
pesquisa e os investimentos realizados no CETER revertem na produção de conhecimento
científico, formação de recursos humanos, transferência de tecnologia e geração de produtos e
serviços para a sociedade brasileira. As atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) utilizando
a tecnologia das radiações e radioisótopos estão voltadas aos clientes dos mais diversos
segmentos: indústrias químicas, petroquímicas, de embalagens, farmacêuticas, automobilísticas,
alimentícias, agrícola, mecânica pesada, saneamento básico, além das universidades, instituições

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Ciências 111

de pesquisa, clínicas e hospitais. Hoje, o CETER tem posição de destaque no país, dando suporte
à comunidade local, na utilização da radiação e radioisótopos para diversas aplicações(...).

IPEN - Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.


Disponível em: <https://https://www.ipen.br/portal_por/portal/interna.php?secao_id=676>. Acesso em 30 set. 2020.
Elaborado para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

As faces da ciência e da tecnologia

Para não tomarmos posições impensadas de supervalorizar ou não os pontos positivos ou negativos dos efeitos
e repercussões da ciência e da tecnologia no comportamento humano, é importante que tenhamos claras as
diferentes faces que elas assumem nas suas estreitas relações com a vida cotidiana de todos nós. Os aparatos,
máquinas ou instrumentos, produtos da atividade científica, não são maus nem bons, nem positivos nem negativos
em si mesmos. Nem poderíamos tomar este caráter irracional em tal análise porque estaríamos sendo animistas
e inconsequentes, atribuindo a uma construção do próprio ser humano um comportamento que não lhe é
pertinente. O que se pode e deve analisar, no entanto, é o uso que se faz destes aparatos, máquinas e processos
que, aí sim, pode trazer resultados negativos ou positivos, bons ou maus para a vida humana. É inegável a
contribuição que a ciência e a tecnologia trouxeram nos últimos anos. Porém, apesar desta constatação, não
podemos confiar excessivamente nelas, tornando-nos cegos pelos confortos que seus aparatos e dispositivos
técnicos nos proporcionam cotidianamente. Isso pode ser um resultado perigoso porque, nesta anestesia que o
deslumbramento da modernidade tecnológica nos oferece, podemos nos esquecer que a ciência e a tecnologia
incorporam questões sociais, éticas e políticas. É importante ter sempre presente que nem tudo que se pode fazer
tecnicamente, deve-se fazer moralmente. Estas preocupações, estas relações e as diferentes interpretações que
criamos no tocante aos verdadeiros fins da tecnologia e o seu caráter neutro, que muitos lhes querem atribuir no
sentido de afastá-las das questões de ordem social e política, têm sérias repercussões na forma como os
conhecimentos são construídos nas escolas. (...) Os choques provocados por muitas novidades e acontecimentos
relacionados à tecnologia podem ajudar a compreender o que se passa na sociedade atual. Avião a jato, forno de
microondas, tomografia computadorizada, clonagem, internet, microcirurgia a laser, cateterismo, celulares e
Smartphones, pentium, etc. (...)Mas a sua contemporaneidade com a nossa vida particular é que deve majorar o
seu impacto, elevando a sua importância relativa. Sugestão para encarar as novas tecnologias e trabalhar os seus
impactos sem medos e sem ufanismos: cautela, uma boa dose de reflexão de suas vantagens e limitações, e
acima de tudo uma contextualização das suas implicações. Se a revolução industrial causa problemas até hoje
sentidos — poluição, degradação ambiental, acumulação de capital, exploração de trabalho humano —, ela
também permite confortos dos quais ninguém quer abdicar — medicamento, televisão, carro, telefone, geladeira.
Se a imprensa desempregou os monges copistas, ela também permite hoje que cada aluno tenha o seu livro, que
todos possam ler jornais diariamente e que se montem bibliotecas em cada cidade ou em cada escola.

Fonte: Ciência, Tecnologia e Sociedade e o contexto da educação tecnológica. Walter Antonio Bazzo. Disponível
em:<https://www.oei.es/historico/salactsi/bazzo03.htm>. Acesso em 30 set. 2020.
Elaborado para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

1. Selecione as palavras que você não entendeu e pesquise seus significados. Caso sinta dificulda-
de, peça auxílio a seu(sua) professor(a) para esta atividade.
2. Após a leitura dos textos, e seguindo as orientações de seu(sua) professor(a), escreva suas con-
siderações sobre os avanços tecnológicos e como estes avanços influenciam positiva e negativa-
mente na vida das pessoas.

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112 CADERNO DO ALUNO

Leitura e análise de imagem

1. Após a observação da charge, quais consi-


derações você pode fazer sobre os avan-
ços tecnológicos e como estes influenciam
na vida das pessoas?
2. Para você, qual o objetivo da charge apre-
sentada?
3. Você acredita que o acesso à informação
pode influenciar no modo de vida das pes-
soas? Por quê?

Fonte: Brasil Escola.

ATIVIDADE 2 – AS RELAÇÕES ENTRE A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA


NO ACESSO ÀS INFORMAÇÕES
Hoje em dia existem muitas maneiras de produzir e transmitir uma informação, por diversos meios e
para diferentes públicos, no mundo todo. Um destes recursos, que vem ganhando destaque, é o podcast.
Reflita sobre a questão a seguir e compartilhe sua resposta com a turma:

Você utiliza o podcast para acessar e/ou veicular informações?


Sobre qual(is) assunto(s)?

Nesta atividade seu(sua) professor(a) irá orientar você e seus colegas para que pesquisem na in-
ternet alguns sites e plataformas que disponibilizam podcasts referentes ao tema Tecnologia. Escolha
um podcast, ouça quantas vezes julgar necessário e responda as questões a seguir no seu caderno:

1. Qual podcast você escolheu? Registre o título, autor e/ou autoras, onde está disponibilizado, link
e data de acesso.
2. Faça um pequeno resumo sobre o tema abordado no podcast.
3. Pensando no podcast como um meio de comunicação, reflita como o desenvolvimento científico
e tecnológico possibilita sua produção, transmissão, captação e acesso. Faça uma pesquisa na
internet, em livros didáticos ou outras fontes para embasar sua resposta.
4. Escreva um pequeno texto ou produza um podcast (pense em quais tecnologias você vai precisar
para isso) que comunique suas conclusões sobre as seguintes questões:
• Você acredita que atualmente todas as pessoas têm a mesma possibilidade de acesso às
informações?
• Como as informações veiculadas hoje em dia são produzidas? Podemos dizer que todas as
informações que recebemos são confiáveis?
• De que forma cada pessoa pode buscar e acessar informações confiáveis e relevantes sobre
seus assuntos de interesse.

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Ciências 113

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 – TECNOLOGIA E SAÚDE


ATIVIDADE 1 – O IMPACTO DAS TECNOLOGIAS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE
Leia as frases abaixo:

Com novas tecnologias, a indústria da saúde avança.


Expectativa de vida do brasileiro chega a 76 anos, a maior da história.

Após a leitura, organize uma roda de diálogo e discuta com os(as) colegas sobre as impressões
de cada um sobre o tema. É importante anotar as principais dúvidas em um painel para retomá-las ao
longo das atividades.
Não se preocupe com os erros e acertos, as ideias equivocadas devem ser retomadas durante o
desenvolvimento das atividades, à medida que a turma for construindo o conhecimento, propiciando a
cada um(uma) perceber o quanto aprendeu no decorrer do percurso.
Depois da roda de conversa, realize a leitura do texto abaixo e, em seguida, elabore no caderno
uma frase referente à sua interpretação.

Radiação na Saúde

Existem inúmeras áreas onde a radiação e técnicas nucleares têm sido aproveitadas em benefício da
humanidade, não apenas na medicina, mas também na indústria, agricultura e outros campos da
ciência e da tecnologia. Os benefícios para os pacientes em termos de vidas poupadas, através de
técnicas de tratamento e diagnóstico médico aprimorado, são inúmeros, e o uso cauteloso e contro-
lado da radiação tornou-se parte essencial do tratamento médico moderno, especialmente para
certas formas de câncer.
Hoje, o diagnóstico por imagem pode ajudar a detectar a doença em seus estágios iniciais. Ela permite
que os médicos determinem os cuidados mais apropriados e eficazes onde, anteriormente, era neces-
sário a cirurgia exploratória para descobrir a causa dos sintomas ou a natureza de uma doença.
A partir da substituição de exames invasivos por uma Tomografia Computadorizada, ficou mais
fácil descobrir um pólipo antes que se torne canceroso ou receber radioterapia, que permite o pa-
ciente levar uma vida relativamente normal, sem cirurgia. Pesquisas mostram que estas técnicas
médicas não apenas melhoram a saúde e poupam vidas, como também podem ajudar a reduzir os
custos de assistência médica e diminuir as despesas. Embora a radiação implique em riscos, assim
como proporciona efeitos benéficos, sua contribuição generalizada é positiva, e de um ponto de
vista médico, menos prejudicial que a cirurgia exploratória.

Elaborado para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

Após a leitura do texto abaixo e, seguindo as orientações do seu(sua) professor(a), realize uma dis-
cussão com a turma sobre os indicadores que aparecem no texto e em outras fontes de pesquisa; em
seguida, produza um gráfico, individualmente ou em duplas, apresentando as regiões e os seus respec-
tivos indicadores. Esses gráficos podem ser fixados em um painel na parede da sala de aula para fácil
visualização, a serem utilizados posteriormente em discussões sobre as informações contidas neles.

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114 CADERNO DO ALUNO

Mortalidade por câncer de mama está abaixo da média mundial, mas país
enfrenta desafios na prevenção e redução das desigualdades

Na cerimônia em celebração ao Outubro Rosa, a área técnica do INCA apresenta análise da


situação do câncer de mama no Brasil, que mostra que a mortalidade da doença no país é baixa,
em relação a outros países, mas precisamos avançar na prevenção e diminuição das desigualdades
regionais e socioeconômicas.
O Brasil figura, em 2018, na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre todos
os países, com uma taxa de 62,9 casos por 100 mil mulheres (taxa padrão utilizada mundialmente).
Os países são agrupados em cinco faixas.
Quanto à taxa de mortalidade de câncer de mama, o Brasil está situado na segunda faixa mais
baixa com uma taxa de 13 por 100 mil, ao lado de países desenvolvidos como EUA, Canadá e
Austrália, e melhor do que alguns deles, como a França e o Reino Unido.
“O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra
que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos
imensos desafios pela frente,” afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.
Um dos desafios é a redução das desigualdades entre as regiões e classes sociais. A mortalidade
por câncer de mama está ligada principalmente ao acesso a diagnóstico e tratamento adequado
no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos
estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. Ano a ano, o Brasil vem conseguindo
aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ e estágio I de 17,3% em 2000
para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na região Norte (12,7%), em
contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%).
A desigualdade regional e social também se evidencia no acesso ao exame de mamografia de
rastreamento, que deve ser realizado a cada dois anos por todas as mulheres na faixa etária de 50
a 69 anos. O percentual de mulheres brasileiras nessa faixa etária que fizeram o exame em 2013,
de acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, foi de 60%, mas apenas 38,7% na região
Norte e 47,9% no Nordeste, bem abaixo das regiões Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).
Segundo o INCA, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019.

Fonte: Ministério da Saúde. Inca - Instituto Nacional do Câncer.


Disponível em: <https://www.inca.gov.br/imprensa/mortalidade-por-cancer-de-mama-esta-abaixo-da-media-
mundial-mas-pais-enfrenta-desafios-na> acesso em 30 set.2020

Elaborado para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

Após a leitura do texto e a construção dos gráficos, responda às questões abaixo:


1. Quais as contribuições da tecnologia para a saúde?
2. Você poderia citar alguns tipos de exames realizados para o diagnóstico e/ou tratamento de
doenças?
3. Qual a importância de se fazer um exame para diagnóstico no início da doença?
4. Qual é a relação que existe entre o acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento de saúde e
a qualidade de vida das pessoas?

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Ciências 115

UNIDADE TEMÁTICA: VIDA E EVOLUÇÃO


SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 – HEREDITARIEDADE

ATIVIDADE 1 – ESTUDANDO OS GENES


Vamos fazer algumas reflexões:
O que você entende por hereditariedade?
Todos os(as) filhos(as) devem ser parecidos(as) com seus pais?
Você sabe o que a Ciência diz sobre hereditariedade?

Após essas reflexões, seu(sua) professor(a) apresentará alguns vídeos ou textos que falam sobre
hereditariedade, eles sintetizam as teorias, conceitos e informações científicas gerais que poderão abrir
discussões sobre o assunto.
Seguindo as orientações de seu(sua) professor(a), forme uma roda de diálogo com seus/suas
colegas, registre as observações e ideias principais levantadas durante este momento, destacando
seus entendimentos, e apresente dúvidas de conceitos nunca vistos ou desconhecidos.
É importante anotar as principais dúvidas em seu caderno para retomá-las ao longo das aulas.
Neste momento, você não deve se preocupar com os erros, as ideias equivocadas serão retomadas
ao longo do desenvolvimento das atividades, à medida que a turma for construindo o conhecimento.
Organizem-se em grupos de modo que todos e todas possam explicitar suas percepções, regis-
trando em seu caderno as discussões e conclusões realizadas por cada equipe. Todas as equipe de-
vem ter um momento que possam socializar suas considerações.

ATIVIDADE 2 – LEITURA E ANÁLISE DE TEXTO


“Cara de um, focinho de outro”

O Snoopy você conhece: ele é o cachorro do Charlie Brown, e é um beagle que tem como
melhor amigo um pássaro chamado Woodstock. Mas será que já ouviu falar no Snuppy (repare na
grafia diferente do nome)? É provável. Esse simpático filhote da raça “afghan hound” virou notícia.
Adivinhe por quê!
Snuppy é um clone. Isto é, uma cópia fiel de um outro cachorro da raça “afghan hound”. Cópia?
Sim, podemos dizer isso porque Snuppy tem o DNA igual ao desse outro cão. O DNA é uma
sequência de códigos que define as características físicas de cada ser vivo – e tanto Snuppy
quanto o outro cachorro têm o DNA idêntico.
Esse filhote de “afghan hound” é o primeiro clone de cachorro do mundo. Ele nasceu graças ao
trabalho de uma equipe formada por um pesquisador dos Estados Unidos e por cientistas da
Coréia do Sul – tanto é que seu nome é uma abreviação da frase “filhote da Universidade Nacional
de Seul”, quando escrita em inglês (Seul é a capital da Coréia do Sul). “Nós quisemos dar ao
cachorro um nome que representasse algo”, contou à Ciência Hoje das Crianças Woo-Suk Hwang,
que liderou o grupo de cientistas.
Sabe o que ele e seus companheiros fizeram? Não, não colocaram um “afghan hound” macho
junto com uma fêmea da mesma raça para que eles cruzassem e assim nasceu o filhote. Se

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116 CADERNO DO ALUNO

tivessem feito isso, qual seria a novidade? Nenhuma. Uma célula do cachorro – o espermatozoide
– iria encontrar uma outra célula da cadela – a célula-ovo. Desse encontro, seria formada uma nova
célula, que se dividiria em duas, em quatro, em oito e assim por diante, formando um embrião – no
caso, um filhote de cachorro nos primeiros estágios do seu desenvolvimento. E ele teria um DNA
próprio, diferente do pai e da mãe.
Para que um cachorro com as características de Snuppy nascesse, era preciso fazer algo
diferente. A equipe do cientista Woo-Suk Hwang usou então a mesma técnica que deu origem ao
primeiro clone do mundo: a ovelha Dolly
Os pesquisadores coletaram células-ovo de várias cadelas. Em seguida, removeram o núcleo de
cada uma e o substituíram pelo núcleo retirado de células da pele de um “afghan hound” adulto.
Em nenhum momento colocaram as células-ovo em contato com espermatozoide, e mesmo assim
conseguiram formar mais de mil embriões.
Todos eles foram transferidos para 123 cadelas. Somente três delas, no entanto, ficaram prenhes
de fato. E apenas duas conseguiram levar a gestação até o fim. Snuppy nasceu de uma cadela da
raça labrador. Um outro filhote – chamado NT-2 – nasceu de uma cachorra vira-lata, mas morreu
de pneumonia, com 22 dias de vida.
Antes de Snuppy, diversos animais já haviam sido clonados pelos cientistas: ovelhas, ratos,
vacas, porcos, coelhos, gatos… demorou para que os cachorros entrassem nessa lista porque as
células-ovo desses animais são lançadas do ovário – o local onde ficam guardadas – mais cedo do
que em outros mamíferos, e quando ainda não estão completamente maduras. Os pesquisadores
liderados por Woo-Suk Hwang mostraram que a clonagem desses bichos é possível, mas pouco
eficiente. Afinal, todo o trabalho resultou em um único clone sadio: Snuppy. E sabe quem está
cuidando desse filhote? Os próprios cientistas, contou Woo-Suk Hwang à CHC.
Se depois de ouvir essa história você ficou interessado em procurar esse pesquisador para
clonar o seu cachorro…esqueça! “Clonar animais de estimação não é o nosso principal interesse”,
explica ele. Na verdade, a ideia seria ter diversos animais idênticos para estudar a origem, o
desenvolvimento e o tratamento de doenças.

Nas imagens ao lado, Snuppy


posa ao lado do cachorro
a partir do qual foi clonado
(Figura 1). Na Figura 2, ele
aparece ao lado da cadela da
raça labrador que “emprestou”
seu útero para a gestação do
clone. (Fotos: Universidade
Nacional de Seul)

Figura 1 Figura 2

Fonte: FIGUEIRA, M. Cara de um, focinho do outro. Ciência Hoje das Crianças Online, 2005.
Disponível em: <http://chc.org.br/cara-de-um-focinho-do-outro/>. Acesso em: 30 set. 2020.
Elaborado para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

Após a leitura do texto, responda às questões:


1. Suas expectativas, baseadas apenas no título do texto, foram comprovadas ou negadas?
2. Qual é o assunto principal do texto?
3. Você já ouviu falar de clonagem ou outro assunto parecido com este?
4. Agora que você já leu o texto, explique a razão do título “Cara de um, focinho de outro”.

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Ciências 117

5. Com base nas informações do texto, descreva, com suas palavras, como ocorreu o processo
da clonagem.
6. De acordo com o texto, é possível concluir que as células dos pais biológicos são os grandes
responsáveis na transmissão das características dos seus filhos? Como você chegou a essa
conclusão?

ATIVIDADE 3 – PESQUISA EM GRUPO


Após as discussões sobre o texto “Cara de um, focinho de outro”, realize uma pesquisa mais
aprofundada sobre conceitos discutidos até aqui. Se avaliar necessário, retome também os vídeos
trabalhados anteriormente.
Antes de iniciar propriamente a pesquisa, deixamos como sugestão o direcionamento para conhe-
cer o significado de algumas palavras que você encontrou ao longo do texto lido. Para isso, comece a
atividade na análise do que é descrito nos dicionários e livros de ciências para os seguintes termos:

CLONE ESPERMATOZÓIDES
EMBRIÃO OVÁRIOS
GÊMEOS IDÊNTICOS GÊMEOS FRATERNOS
NÚCLEO CÉLULA-OVO

Além dos termos indicados você pode pesquisar outras palavras e conceitos como forma de
aprofundamento de seus conhecimentos.

Roteiro de pesquisa

Para agilizar o processo, selecione também alguns materiais de pesquisa que auxiliem esse tra-
balho, como livros e outras fontes disponíveis na sala de leitura da escola. Para pesquisas na internet,
discuta possíveis palavras-chave para o início do trabalho e se atente às fontes de pesquisa, procuran-
do sites confiáveis. Os sites de instituições de ensino, institutos de pesquisa, zoológicos, jardins botâ-
nicos e outros órgãos governamentais são os mais aconselháveis.
Inicialmente, você pode utilizar os seguintes sites: Biota/Fapesp, Ciência Hoje das Crianças e
Ciência a Mão. Também é interessante a consulta à obra Bichos, do Ciência Hoje na Escola.

Organização dos dados da pesquisa

Nesta etapa, elabore uma tabela ou quadro com os dados de todos os grupos. Cada grupo
deve participar fornecendo informações referentes à pesquisa que realizou, caso ela contenha informa-
ções em forma de dados.

Registro e divulgação da pesquisa

O grupo também pode escrever um texto para registrar e divulgar as informações e os dados
obtidos durante a pesquisa. Dê um título criativo para seu texto. O primeiro parágrafo deve introduzir o
assunto que será abordado, a seguir, deve haver desenvolvimento do item e um parágrafo de conclusão.

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118 CADERNO DO ALUNO

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4 – GENÉTICA


ATIVIDADE 1 – CONHECENDO A GENÉTICA
Para iniciar o estudo deste tema, sugerimos uma atividade inicial interativa que estimule você a
pensar sobre o que é a genética, através de suas próprias características e diferenças entre colegas.
Esta tarefa pode ser feita de forma simples, através de perguntas feitas aos(as) colegas sobre
características que, sem que eles saibam, são determinadas geneticamente.
Exemplos de perguntas:

Quantos(as) estudantes possuem olhos castanhos?


Quantos(as) estudantes possuem visão normal?
Quantos(as) estudantes possuem cabelos castanhos?
Quantos(as) estudantes dobram a língua em U?
Quantos(as) estudantes possuem o lóbulo da orelha solto?

Após uma breve discussão sobre esta primeira etapa, questionando-se o porquê das semelhanças
ou diferenças, seu(sua) professor(a) irá apresentar os primeiros conceitos básicos de genética clássica.

ATIVIDADE 2 – CONHECENDO GREGOR MENDEL


Você já ouviu falar de Gregor Mendel ou de Genética?
Leia em livros didáticos ou outras fontes algumas informações sobre a vida e os estudos de Men-
del. Você pode começar pelos seguintes tópicos:
• Biografia de Gregor Mendel;
• Contextualização histórica e breve apresentação de seus trabalhos;
• Conceitos básicos da genética: genótipos, fenótipos, homozigose, heterozigose, genes e alelos.

Entendendo um pouco mais o trabalho de Gregor Mendel

Agora reflita um pouco sobre a pergunta principal da investigação de Mendel e levante hipóteses
sobre os motivos para a escolha desta espécie vegetal; como ele pode ter realizado as suas pesquisas;
e como ocorre a transmissão destas características entre as plantas de ervilhas.
“Por que plantas que produzem ervilhas amarelas podem ter descendentes de cor verde?” “De
onde vem suas características?”

Investigando características hereditárias

“De onde vem suas características?”

Com esta atividade, pretende-se trabalhar conceitos genéticos na construção de um painel, a


partir de exemplos de características próprias da espécie humana, utilizar características pertencentes
aos colegas da sala e investigar suas próprias características hereditárias ou não.
Para sua aplicação, é necessário seguir as orientações do(a) professor(a).

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Ciências 119

Preparação do material:
1. Recorte de revistas imagens de homens e mulheres, com os mais variados fenótipos (cor e
tipo de cabelo, tonalidade da pele, cor dos olhos etc.), ou “monte pessoas” a partir da colagem
de características específicas.
2. Com estas imagens, forme casais (preferencialmente com características contrastantes), co-
lando cada par em uma cartolina.
3. Para cada casal, monte uma tabela semelhante a esta, com todos os caracteres que deseja
trabalhar.

Característica Dica Genótipo pai Genótipo mãe Genótipo filho

XX: mulher
Sexo XY XX
XY: homem

CC: castanho
Cor dos olhos Cc: castanho Cc CC
cc: claro

4. Monte um dado (ou utilize o dado de algum jogo como base) com três das seis faces escritas
“X”, e as outras três com “Y”.
5. Utilize material de desenho e pintura (lápis, giz de cera, canetinha).

Procedimento:
1. Se organize em grupos de aproximadamente cinco integrantes.
2. Cada grupo irá receber um ou mais “casais”.
3. Você vai receber uma tabela referente ao casal que será analisado, além de folhas em branco.
4. Lance o dado, uma única vez. Resultado X corresponderá a uma filha; e Y, a um filho.
5. Identifique as possíveis características de um possível filho do casal, tendo como base seus pais.
6. Você terá a liberdade de escolher entre uma e outra característica, desde que haja a possibili-
dade para tal (um filho de Cc x cc, por exemplo, pode ter olhos claros ou escuros). Você de-
verá, ainda, escrever tais informações na tabela, e desenhar o filho em questão.
7. Cada grupo, ao fim da aula, deve apresentar uma lista com todos os fenótipos que poderão
ser encontrados nos filhos do casal, para cada característica listada. Cada um deve escolher
uma pessoa para representar o grupo, apresentando os resultados e a prole do casal.

ATIVIDADE 3 – SISTEMATIZANDO O CONHECIMENTO


Em grupo, elabore uma história em quadrinhos ou desenhos que demonstram as ideias de Men-
del, alguns conceitos básicos de genética e/ou princípios da hereditariedade e que possam ser apre-
sentados aos colegas de sala ou para a escola. Lembre-se que este tipo de atividade requer tempo
para ser finalizada e necessita de planejamento.

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Ciências Humanas

Geografia
História

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122 CADERNO DO ALUNO

GEOGRAFIA
Caro(a) estudante,
Na Educação Básica, a Geografia nos permite ler e interpretar o espaço geográfico por meio de
formas, processos, dinâmicas e fenômenos, a fim de entender as relações entre as sociedades e a
natureza em um mundo complexo e em constante transformação. No 9º ano, o ensino de Geografia
mobiliza competências e habilidades por meio de diferentes linguagens (com destaque para a carto-
grafia), princípios, conceitos estruturantes (como espaço geográfico, paisagem, lugar e território) e
outras categorias que contemplam natureza, sociedade, tempo, cultura, trabalho, entre outros, consi-
derando suas diversas escalas.
O Currículo em Ação (Material de Apoio ao Currículo Paulista) do Ensino Fundamental Anos
Finais - 9º ano visa contribuir com o seu processo de aprendizagem, de forma a possibilitar a retomada
e o aprofundamento de diversos conhecimentos geográficos adquiridos nos anos anteriores do Ensino
Fundamental, para ampliar a sua leitura de mundo e o desenvolvimento do raciocínio geográfico e do
pensamento espacial a partir do seu lugar de vivência.
O volume 2 apresenta quatro Situações de Aprendizagem: SA 1 - Do Meio Natural, ao Meio Téc-
nico, Científico e Informacional; SA 2 - Paisagens e modos de viver na Europa, na Ásia e na Oceania;
SA 3 - As minorias étnicas e suas diferentes manifestações culturais; e SA 4 - Conflitos e transforma-
ções territoriais na Europa, na Ásia e na Oceania, que visam colaborar com o desenvolvimento de
competências e habilidades previstas no Currículo Paulista. É importante destacar que essas Situações
de Aprendizagem apresentam interface com os demais componentes da área de Ciências Humanas,
como História, e com componentes de outras áreas de conhecimento, como Língua Portuguesa, Ma-
temática e Arte. Encaminhamos neste volume impresso a 1a Situação de Aprendizagem. As demais
poderão ser acessadas por meio digital. Siga as orientações do(a) professor(a) para o desenvolvimento
das atividades.
As atividades foram elaboradas com base em habilidades, temas e objetos de conhecimento das
Unidades Temáticas “Conexões e escalas”, “Formas de representação e o pensamento espacial”, e “O
sujeito e seu lugar no mundo”, que têm como foco ampliar o seu repertório por meio de diferentes lin-
guagens, envolvendo a leitura e a interpretação de textos, charges, imagens, gráficos, tabelas, mapas,
entre outros, bem como a produção cartográfica, contribuindo para a construção de novos conheci-
mentos geográficos no decorrer do Ensino Fundamental.
Esse material de apoio foi elaborado colaborativamente pela Equipe Curricular de Geografia da
Coordenadoria Pedagógica (COPED) e Professores Coordenadores dos Núcleos Pedagógicos das
Diretorias Regionais de Ensino da Secretaria de Estado da Educação. Ressaltamos que, com o apoio
do(a) professor(a) e de outros materiais disponíveis na escola, as atividades podem ser adaptadas e
ajustadas de acordo com a realidade da turma e da escola.

Bons estudos!

Coordenadoria Pedagógica/COPED
Centro de Ensino Fundamental Anos Finais/CEFAF
Equipe Curricular de Geografia

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Geografia 123

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 – DO MEIO NATURAL,


AO MEIO TÉCNICO, CIENTÍFICO E INFORMACIONAL
No primeiro bimestre, você teve a oportunidade de estudar a divisão do mundo em Ocidente e
Oriente, com um olhar voltado à análise das consequências políticas, econômicas, sociais, culturais e
ambientais que provocaram significativas mudanças no cenário mundial e deram início a uma nova fase
da globalização. O percurso da Situação de Aprendizagem 1 possibilita uma análise crítica dos aspec-
tos da Nova Ordem Mundial e suas consequências no mundo, além de identificar as diferenças e se-
melhanças entre suas interpretações distintas.

ATIVIDADE 1 – VAMOS DIALOGAR?


No 8º ano, você viu que a globalização é um processo que pode ser identificado em diferentes
contextos por meio de músicas, filmes, games, redes sociais, vídeos postados por influenciadores di-
gitais e, principalmente, por meio do consumo de diferentes produtos e serviços. Considerando as
aprendizagens adquiridas no decorrer desse percurso, qual ideia vem à sua mente quando o tema é
globalização? Represente no espaço abaixo, por meio de desenho, poema, colagem de imagens, mú-
sica, entre outros formatos, as suas percepções e referências sobre o tema.

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124 CADERNO DO ALUNO

Para ampliar o diálogo com os(as) colegas e o(a) professor(a), observe a imagem 1, que apresenta
uma “nuvem de palavras”, e circule as que mais representam, para você, o processo de globalização.

desigualdade

compartilhar
exploração
conflito

separação
web

consumo
conhecimento

conexão

turismo
capital
pluralidade

live
isolamento site
fake news

celular
integração igualdade remoto
digital internet
nuvem
redes sociaismigração
Imagem 11. Nuvem de palavras

Em seguida, escolha três palavras que você circulou e, em seu caderno, explique porque elas
representam a globalização, na sua opinião.
O mundo real está tão conectado com o mundo digital que temos a falsa impressão que sem-
pre foi assim. Você já parou para pensar como seria o mundo sem internet? Sem jogos eletrônicos,
sem computador, sem celular? Quando não havia internet, como era a comunicação entre as pes-
soas? Como circulavam as informações? E como eram feitas as compras e pesquisas de preços
sem lojas virtuais?
Considerando os questionamentos apresentados, imagine uma viagem no tempo e elabore um
texto sobre como seria viver nesse “mundo desplugado”. Registre as principais ideias e finalize a pro-
dução textual no seu caderno e/ou em uma folha avulsa.

ATIVIDADE 2 – CONTEXTUALIZAÇÃO: TRANSFORMAÇÕES NO MEIO


E INTEGRAÇÃO MUNDIAL
2.1 - O Meio Natural e o “mundo conhecido”

Você já parou para pensar em como a sociedade vai estruturando o espaço geográfico no de-
correr do tempo? Para compreender a produção do espaço mundial como um processo de longa
duração, é fundamental entender que a visão de mundo mudou ao longo dos séculos, de acordo
com as características de cada sociedade e do acúmulo de conhecimentos científicos e tecnológi-
cos então produzidos. Leia o texto 1 e a ilustração do mapa histórico a seguir e responda às ques-
tões propostas no seu caderno.

1 Imagem 1. Nuvem de palavras. Elaborada especialmente para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

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Geografia 125

Texto 12 – O meio natural, num mundo pouco conhecido

O livro que contém esse mapa foi escrito em 623 e impresso pela primeira vez em 1472, durante a
Idade Média. Nesse período a igreja católica exerceu grande influência. A representação cartográfica
preferida foi a imagem do Mundo em mapas-múndi circulares, chamados Mapa da roda ou Mapa
T-O. O modo como é disposto o T é constituído pelos rios Tanais (Don) e Nilo, no sentido horizontal,
e, no vertical, pelo Mar Mediterrâneo, e esse conjunto é cercado pelo oceano.

Imagem 23. Mapa do mundo conhecido (Mapa-Múndi estilo T-O)

a) Indique quais continentes estão representados no mapa T-O.


b) Indique quais continentes não estão representados no mapa T-O. Por que esses continen-
tes não aparecem no mapa?
c) Explique qual a visão de mundo apresentada no mapa T-O.
d) A representação desse mapa reflete as técnicas cartográficas disponíveis na época? Justi-
fique sua resposta.

2.2 – Do Meio Natural ao Meio Técnico

Atualmente, pessoas de diferentes lugares e regiões do mundo estão integradas, criando uma gran-
de rede, mas nem sempre foi assim. Como vimos na atividade anterior, com o “Mapa do mundo conhe-
cido”, apenas os continentes africano, asiático e europeu eram conhecidos pela maior parte da popula-
ção mundial até aquele momento. O mapa 1 a seguir apresenta o planisfério de Cantino, feito em 1502.

2 Texto 1. O meio natural, num mundo pouco conhecido. Fonte: Biblioteca Nacional Digital Brasil - Cartografia Medieval. Historica Cartographica Brasilis in
Biblioteca Nacional - Tesouros dos Séculos XV ao XX. Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/exposicoes/historica-cartographica-
brasilis-in-bibliotecanacional/cartografia-medieval/. Acesso em: 7 out. 2020.
3 Imagem 2. Mapa do mundo conhecido (Mapa mundi estilo T-O). Fonte:Wikimedia Commons. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/
wikipedia/commons/7/7d/Etimolog%C3%ADas_-_Mapa_del_Mundo_Conocido.jpg. Acesso em: 7 out. 2020.

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126 CADERNO DO ALUNO

Mapa 14. Planisfério de Cantino, 1502

O planisfério de Cantino mostra o mundo como ficou conhecido no final do século XV e início do
XVI, depois das viagens de exploração realizadas pelos portugueses, espanhóis e ingleses às Améri-
cas, África e Índia. Imagine que nesse período as viagens entre Portugal e Brasil poderiam durar mais
de 40 dias, e eram extremamente precárias, desconfortáveis e perigosas. Os desafios enfrentados
pelas tripulações eram constantes. Além das mortes ocorridas pelos naufrágios das embarcações em
decorrência de tempestades, muitos morriam devido a doenças, ataques de piratas e, também, lutas
travadas com os nativos.

Com base, no mapa 1, em seus conhecimentos e pesquisas adicionais em livros didáticos dis-
poníveis na sua escola, responda às questões propostas no seu caderno.

a) Comparando o planisfério de Cantino (1502) e o Mapa do mundo conhecido (Mapa-Múndi T-O,


623), é possível apontar se as técnicas utilizadas para representar o mundo evoluíram? Por quê?
b) Indique quais continentes estão representados no planisfério de Cantino (1502).
c) No período retratado no planisfério de Cantino já existia uma integração entre pessoas dos
diferentes continentes? Justifique sua resposta.
d) Leia o texto 2 a seguir e identifique o significado das palavras e expressões em destaque.
Aproveite e indique outras palavras, termos e/ou expressões que você não conhece e procure
seus significados em livros didáticos disponíveis na sua escola ou em dicionários.

4 Mapa 1. Planisfério de Cantino, 1502. Fonte: Wikimedia Commons. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cantino_pla-
nisphere_(1502).jpg. Acesso em: 7 out. 2020.

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Geografia 127

Texto 25 – Os transportes marítimos

À medida que a civilização progride, diminui a estreita dependência do ser humano ao meio geográfico.
Os rios, antes que se utilizassem as primeiras jangadas, constituíam obstáculos, e não vias de
transporte. O mar, a dilatada estrada de hoje, de cujo domínio resulta o império do mundo, era a
barreira intransponível, que separava os continentes.
A partir do século XV, com o aprimoramento de algumas técnicas, as navegações sofreram
transformações significativas. O uso de instrumentos foi fundamental para a definição das rotas e a
confecção dos roteiros, para as observações astronômicas em relação ao posicionamento
geográfico das embarcações durante as viagens oceânicas e, principalmente, para a localização
das novas terras. Para isso, o domínio sobre as técnicas era primordial.
As naus representaram um grande avanço tecnológico para a época; quando muito bem
construídas, suportavam até dez viagens à Índia; muitas não aguentavam mais de duas. Cada
navio conduzia uma tripulação de 100 a 150 homens, uma guarnição de 250 soldados e víveres
para toda essa gente. Além do perigo dos naufrágios devido às tempestades, grande número de
passageiros sucumbia à fome e por doenças. O escorbuto e doenças contagiosas, levadas de terra
em terra, dizimavam as tripulações. Atingidas 800 toneladas, reuniam-se nos barcos, entre
tripulação, soldados e passageiros, 900 pessoas, e mesmo mais. Em 1585, o mercador Filipe
Sassati, informou que saíam anualmente de Portugal de 2.500 a 3.000 homens, morrendo às vezes
mais da terça parte.
(...) Para se aquilatar dos perigos da navegação, basta mencionar que entre 1497, data da
expedição de Vasco da Gama, e 1612, quando praticamente terminou o ciclo português do monopólio
das especiarias, saíram de Lisboa para a Índia 806 naus. Dessas, voltaram 425, perderam-se,
arribaram ou se queimaram 92, caíram nas mãos de inimigos 4, e ficaram na Índia 285”.
Além dos problemas relatados, “o medo criado pela falta de conhecimento e pela imaginação
da época era algo muito comum, e muitos acreditavam que o mar pudesse ser habitado pelas
mais variadas formas de monstros. Navegar em direção contrária à terra era como tentar viajar
para lá da morte".

e) De acordo com o texto 2, “À medida que a civilização progride, diminui a estreita dependên-
cia do ser humano ao meio geográfico”. Considerando as discussões e orientações sobre a
evolução das técnicas, explique o significado dessa afirmação. Cite exemplos que justifi-
quem sua resposta.
f) Os textos 1 (do item 2.1) e 2 apresentam informações sobre as viagens no período das
Grandes Navegações. Apesar dos avanços tecnológicos, navegar por longas distâncias ofe-
recia muitos riscos. Liste quais eram os principais perigos enfrentados pelas tripulações.

5 Texto 2. Os transportes marítimos. Elaborado especialmente para o Material de Apoio ao Currículo Paulista com base nas seguintes fontes de pesquisa: 1.
História Econômica do Brasil 1500-1820, p. 62, 65 e 66. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/1111/749413.
pdf?sequence=4. Acesso em: 7 out. 2020; 2. História Mil Grau. Monstros Marinhos nas Grandes Navegações. Disponível em: https://historiamilgrau.
wordpress.com/2018/12/05/monstros-marinhos-nas-grandes-navegacoes/. Acesso em: 7 out. 2020.

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128 CADERNO DO ALUNO

2.3 - Meio Técnico e Meio Técnico-Científico

Leia o texto 3, com atenção para as características dos períodos denominados Meio Técnico e
Meio Técnico-Científico.

Texto 36 – O aprimoramento das técnicas a partir da Revolução Industrial

Avanços tecnológicos impulsionaram a navegação, contribuindo para que navegadores como


Cristóvão Colombo e Pedro Álvares Cabral chegassem a continentes até então não conhecidos
pelos europeus.
Com o desenvolvimento dos motores a vapor que marcam o início da Revolução Industrial, as
viagens tornaram-se mais rápidas, provocando a expansão marítima europeia, as mudanças na
visão de mundo tradicional e ampliando as rotas comerciais.
O Meio Técnico e a Primeira Revolução Industrial ocorreram a partir do século XVIII, na
Inglaterra, que possuía grandes reservas de carvão mineral. O desenvolvimento da máquina a
vapor, gerado pela queima do carvão mineral, é um marco importante na história e seus
desdobramentos afetaram todo o mundo. A produção deixou de ser manual e passou a utilizar
máquinas, essa substituição foi um dos pontos mais importantes do conjunto de transformações
que aconteceram na Europa e no mundo.
É importante enfatizar que a Revolução Industrial teve grande impacto na economia, que passou
do capitalismo comercial para o capitalismo industrial. A produção em larga escala, mecanizada,
deu início às transformações dos países da Europa e da América do Norte. Estas nações se
industrializaram e suas populações se concentraram cada vez mais nas cidades, dando início ao
processo de urbanização. Nesse período, as condições de trabalho eram péssimas. Muitos registros
descrevem que, geralmente, as fábricas eram quentes, úmidas, sujas e escuras. Em sua maioria,
os operários eram submetidos a condições desumanas de trabalho com jornadas que chegavam
a 14 ou 16 horas diárias. Muitos operários (também chamados de proletários) adoeciam devido ao
ar poluído que vinha das máquinas, aos acidentes e aos movimentos repetitivos que causavam
intensas dores. O trabalho infantil era incentivado pelos donos das fábricas (denominados burgueses)
pois as crianças recebiam salários mais baixos.
No fim do século XIX, a utilização de novas fontes de energia, como o petróleo e a eletricidade,
impulsionou a industrialização e deu início a uma nova fase denominada Segunda Revolução
Industrial. Esse período foi marcado por um grande avanço técnico, dando início ao Meio Técnico-
Científico, e provocou novas transformações na economia e no modo de vida das pessoas. As
principais indústrias foram a metalúrgica, a química e, principalmente, a automobilística.
O aprimoramento de novas técnicas permitiu o desenvolvimento do automóvel e dos serviços de
telecomunicação, como o telefone e o rádio. No século XX, as trocas comerciais se intensificaram
e alguns países fora da Europa, como EUA, Canadá e Japão, se industrializaram. E,
consequentemente, surgiu uma nova organização do trabalho, com a especialização do trabalhador
em uma etapa da produção que leva à padronização das atividades e do produto.

6 Texto 3. O aprimoramento das técnicas a partir da Revolução Industrial. Elaborado especialmente para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

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Geografia 129

Com base no texto, seus conhecimentos e em pesquisas adicionais em livros didáticos e/ou di-
ferentes sites, responda às questões a seguir em seu caderno.

a) Preencha o quadro com as principais características do Meio Técnico e do Meio Técnico-Científico.

Meio Técnico Meio Técnico-Científico

b) Com o quadro preenchido, estabeleça a diferença entre o Meio Técnico e o Meio Técnico-Científico.
c) A Primeira Revolução Industrial, ocorrida a partir do século XVIII, é um marco importante na
história, pois seus desdobramentos afetaram todo o mundo. Posteriormente, com a Segunda
Revolução Industrial, houve transformações ainda mais significativas na economia e no modo
de vida das pessoas. As imagens a seguir representam fatos que marcaram as duas Revolu-
ções Industriais. Analise-as e escreva a qual fase cada uma corresponde: Primeira ou Segunda
Revolução Industrial.

Imagem 37. Mina de carvão mineral Imagem 48. Carro


Fase: ___________________________________ Fase: ___________________________________

7 Imagem 3. Mina de carvão mineral. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/carv%C3%A3o-preto-mineral-


-subterr%C3%A2neo-1626368/. Acesso em: 7 out. 2020.
8 Imagem 4. Carro. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/isolado-patente-de-motor-de-carro-2448349/.
Acesso em: 7 out. 2020

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130 CADERNO DO ALUNO

Imagem 59. Locomotiva a vapor Imagem 610. Lâmpada de óleo (querosene)


Fase: ___________________________________ Fase: ___________________________________

Imagem 711. Fábrica têxtil Imagem 812. Telefone


Fase: ___________________________________ Fase: ___________________________________

d) Dialogue com os(as) colegas e o(a) professor(a) e indique as consequências positivas e nega-
tivas da Primeira e da Segunda Revolução Industrial.

Consequências positivas Consequências negativas

Primeira
Revolução
Industrial

Segunda
Revolução
Industrial

9 Imagem 5. Locomotiva a vapor. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/locomotiva-locomotiva-a-vapor-


trem-222174/. Acesso em: 7 out. 2020.
10 Imagem 6. Lâmpada de óleo. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/l%C3%A2mpada-l%C3%A2mpada-de-
%C3%B3leo-nostalgia-2903830/. Acesso em: 7 out. 2020.
11 Imagem 7. Fábrica têxtil. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/f%C3%A1brica-nostalgia-m%C3%A1quinas-
passado-4477482/. Acesso em: 7 out. 2020
12 Imagem 8. Telefone. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/telefone-do-vintage-telefone-velho-1750817/. Acesso em:
7 out. 2020.

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Geografia 131

e) Pesquise em livros didáticos qual país iniciou a Primeira Revolução Industrial e


quais lugares foram impactados pela Segunda Revolução Industrial. Para cola-
borar nesta etapa, recomendamos que acesse o Planisfério Político13 por meio
do QR Code ao lado.
f) Pesquise em livros didáticos, jornais, revistas, filmes e/ou documentários, evidências do período
de transição entre a Segunda Revolução Industrial e a Terceira Revolução Industrial em diferentes
regiões do mundo e elabore um texto sobre as principais transformações pesquisadas.

ATIVIDADE 3 – PROBLEMATIZAÇÃO: O MEIO TÉCNICO-CIENTÍFICO-


INFORMACIONAL
3.1 - Das grandes navegações ao mundo “sem” fronteiras

Leia o texto 4 e analise a imagem 9 a seguir.

Texto 414 – O Meio Técnico-Científico-Informacional

Imagem 915. ENIAC

O mundo como nós o conhecemos tem mudado rapidamente. Em menos de meio século, a sociedade
mudou radicalmente a sua forma de comunicação, transmissão, circulação e acúmulo de informações.
Tudo isso devido aos avanços na área da tecnologia da informação. Desde a criação do ENIAC
(Electronic Numerical Integrator and Computer), desenvolvido para fins militares durante a Segunda
Guerra Mundial, até os pequenos celulares, a transformação foi radical. O ENIAC é o pioneiro na
categoria de computador eletrônico digital: tinha 25 metros de comprimento e pesava 30 toneladas.
Apesar de suas dimensões gigantescas, era capaz de realizar muito menos operações que as
calculadoras de bolso que existem atualmente. Os primeiros micro-computadores chegaram ao
mercado na década de 1970 e se tornaram populares na década de 1980 com o lançamento do PC
– Computador Pessoal da International Business Machines (IBM) que pesava 12 kg. Nos anos
seguintes, os computadores se tornaram cada vez menores e mais eficientes, até caberem na palma

13 Planisfério Político. Fonte: IBGE. Disponível em: https://atlasescolar.ibge.gov.br/images/atlas/mapas_mundo/mundo_


planisferio_politico_a3.pdf. Acesso em: 7 out. 2020.
14 Texto 4. O Meio Técnico-Científico-Informacional. Elaborado especialmente para o Material de Apoio do Currículo Paulista.
15 Imagem 9. ENIAC. Fonte: Wikimedia Commons. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Two_women_operating_ENIAC.gif.
Acesso em: 7 out. 2020.

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132 CADERNO DO ALUNO

da mão. Mas a grande mudança veio nos anos 1990, quando a internet deixou de ser utilizada apenas
para fins científicos e militares e passou a conectar computadores de vários lugares do planeta. Em
poucos anos, a internet revolucionou o modo de vida de milhões de pessoas e se tornou a ferramenta
de comunicação mais poderosa da história. As redes sociais, como o Orkut e o Facebook, rapidamente
tornaram-se febre mundial, mas nenhuma iniciativa dentro desse universo virtual foi tão bem-sucedida
quanto a Google, criada pelos americanos Larry Page e Sergey Brin. A empresa que começou como
uma ferramenta de busca para organizar as informações da rede se tornou tão popular que, de acordo
com a reportagem intitulada “O mundo Google”, da Revista Super Interessante16, “nos Estados Unidos,
ela deu origem a um verbo – as pessoas não procuram informações sobre alguma coisa, elas “googlam”
ou “fazem um google” nela. Também gerou histórias quase épicas, como a de uma mulher que, em
meio a um ataque cardíaco, achou informações de como salvar a própria vida. Situações semelhantes
se repetem no resto do mundo diariamente. Depois do Google, o problema não é mais achar o que
você quer saber – é saber o que você quer achar. Diante desse cenário, um dos maiores desafios da
ciência é tornar essas tecnologias acessíveis a todos, de uma forma mais democrática. Além das
tecnologias de informação, novas áreas altamente sofisticadas como a robótica, a nanotecnologia, e a
biotecnologia, devem revolucionar o mundo da ciência. Essas novas mudanças têm provocado
desdobramentos nos âmbitos econômico, social, ambiental e político, e está sendo denominada de
Quarta Revolução Industrial, a chamada Indústria 4.0.

a) A partir da leitura do texto 4, da imagem 9 e dos seus conhecimentos, indique se as afirma-


tivas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( )D  esde o início, a internet foi criada com a finalidade de facilitar a comunicação entre as
pessoas.
( ) Apenas na década de 1970 a internet deixou de ser utilizada exclusivamente com fins
científicos e militares e passou a conectar computadores de vários lugares do planeta.
( )A  s redes sociais vieram para revolucionar a forma de comunicação.
( ) O Meio Técnico-Científico-Informacional corresponde ao maior acesso à informação por
redes de conexão e os avanços da ciência em relação à robótica, biotecnologia, nanotec-
nologia, entre outros.
b) Quais evidências apresentadas no texto 4 indicam que o Meio Técnico-Científico-Informacio-
nal corresponde ao período de maior acesso à informação?
c) A partir das atividades realizadas até o momento, é possível afirmar que os avanços tecnoló-
gicos e a integração, política e cultural, acontecem da mesma forma em todos os lugares do
mundo? Registre as ideias principais no seu caderno.
d) Como você percebe as influências do Meio Técnico-Científico-Informacional na sua vida coti-
diana? Cite exemplos.

16 Fonte: O mundo Google. Fonte: Revista Super Interessante, 31 maio 2004. Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/o-mundo-
google/. Acesso em: 7 out. 2020.

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Geografia 133

3.2 - A Quarta Revolução Industrial

Leia os textos 5 e 6 e assista ao vídeo indicado a seguir.

Texto 517

O lançamento do aplicativo Waze, por volta de 2008, trouxe inúmeros benefícios e


facilidades para quem dirige, principalmente nas grandes cidades. De maneira
colaborativa, os usuários podem saber a situação do trânsito em tempo real e ainda
ter a facilidade de o próprio aplicativo indicar a melhor rota para chegar ao destino
final. “O Waze é um exemplo de como o mundo digital transformou os usuários, ou
seja, nós, o mundo físico, em sensores”, destaca o engenheiro Elcio Brito da Silva,
pós-doutorando do Grupo de Automação em TI (Gaesi) da Escola Politécnica da
USP. A quebra dos limites entre o mundo físico (impressão 3D, robótica avançada),
o digital (internet das coisas, plataforma digitais) e o biológico (tecnologia digital
aplicada à genética) é a principal característica da quarta Revolução Industrial, que,
acredite, já está em curso. [...] Num primeiro momento, o tema pode parecer algo muito longínquo da
nossa realidade e se assemelhar a algum roteiro de ficção científica futurista. Entretanto, basta recordar
que a inovação do Waze, que nos transformou em sensores, ocorreu há quase uma década. No futuro,
a previsão é que motoristas de carro deixem de ser necessários: atualmente, várias empresas e
universidades do mundo, entre elas a USP, já desenvolvem projetos como os veículos autônomos (sem
necessidade de condutores). Em muitos aeroportos ao redor do mundo, o check-in e o despacho de
malas já é feito de modo automático, sem presença humana, e em algumas cidades do exterior já
existem supermercados onde não há funcionários nos caixas: tudo é automatizado. Especialistas do
setor afirmam que a sociedade brasileira precisa ficar muito atenta a este momento da história, pois a
quarta Revolução Industrial vai trazer as maiores transformações, nunca antes vistas pela humanidade.

Texto 618

As novas tecnologias têm feito muitos bilionários pelo mundo. É o


que aponta o estudo Os Novos Visionários e o Século Chinês depois
de entrevistar, em 43 países, mais de 2 mil bilionários que construíram
sua fortuna a partir de pequenas startups, que logo se transformaram
em gigantes da tecnologia. Para se ter uma ideia de seu poder
econômico, eles acrescentaram US$ 1,5 trilhão à riqueza mundial, a
maior parte lançando tecnologias novas, que “mudaram exatamente o metabolismo da economia, da
tecnologia, fizeram o conhecimento humano avançar em várias direções”. Boa parte desses bilionários
está na China, geralmente ligados às transformações da indústria, no que se convencionou chamar de
quarta revolução industrial, a indústria 4.0. Esses chineses, diz o professor Glauco Arbix, geraram muitas
patentes e novas tecnologias e, mais importante, mudaram a cabeça da juventude chinesa.

17 Texto 5. Fonte: DIAS, V. Automação rompe limites entre digital, físico e biológico. Jornal da USP, 16 mar. 2018. Disponível em: https://jornal.usp.br/tecnologia/4a-
revolucao-industrial-rompe-limites-entre-digital-fisico-e-biologico/. Acesso em: 7 out. 2020; Imagem 10. GPS. Fonte: Pixabay. Disponível em:
https://pixabay.com/pt/illustrations/gps-localizador-mapalocaliza%C3%A7%C3%A3o-2798348/. Acesso em: 7 out. 2020.
18 Texto 6. Fonte: ARBIX, G. Novas tecnologias produzem novos bilionários. Jornal da USP, Rádio USP, 3 dez. 2018. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/
novas-tecnologias-produzem-novos-bilionarios/. Acesso em: 7 out. 2020; Imagem 11. Tecnologia – computador. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://
pixabay.com/pt/photos/codifica%C3%A7%C3%A3o-programa%C3%A7%C3%A3o-trabalhando-924920/. Acesso em: 7 out. 2020.

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134 CADERNO DO ALUNO

Vídeo 119 – Automação rompe limites entre digital, físico e biológico

Apresenta vídeo publicitário de uma empresa americana de robótica que construiu


uma versão de um robô cozinheiro. Os usuários poderão acessar uma biblioteca de
receitas que serão reproduzidas pelo robô. O vídeo pode ser acessado por meio do
QR Code ao lado.

Com base nas informações extraídas dos textos e em seus conhecimentos sobre a Quarta Revolu-
ção Industrial, amplie o diálogo com os(as) colegas e o(a) professor(a) sobre as principais transformações
oriundas desse processo. Como elas afetam a vida das populações em diferentes regiões do mundo?
Depois, em grupo, pesquisem no seu município e/ou região as influências econômicas, culturais,
ambientais e sociais da Quarta Revolução Industrial, e elaborem um roteiro para criar uma startup que
possa contribuir com a população nos mais variados campos de atuação, seja ambiental, político,
social, cultural e/ou econômico. Para buscar inspiração, pesquisem exemplos de startups criadas por
jovens brasileiros e verifiquem se elas também seguem as metas da Agenda 2030, em especial o Ob-
jetivo de Desenvolvimento Sustentável 9, que visa contribuir com a construção de infraestruturas
resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. Converse com
o(a) professor(a) sobre o formato de apresentação do trabalho desenvolvido e lembre-se de registrar as
principais ideias e aprendizados no seu caderno.

ATIVIDADE 4 – ORGANIZANDO IDEIAS: GLOBALIZAÇÃO E MUNDIALIZAÇÃO


Você sabe a diferença entre globalização e mundialização?

Imagem 1220

Dialogue com os(as) colegas da turma sobre essa questão. Em seguida, participe da atividade em
grupos com o objetivo de identificar características, fenômenos e processos relacionados a globaliza-
ção e mundialização quanto à troca de informações entre as pessoas, de acordo com os temas pro-
postos. Com o apoio do(a) professor(a), dividam-se em grupos para realizar as etapas a seguir.

19 Vídeo 1. Automação rompe lmiters entre digital, físico e biológico. Fonte: Revista RMC. Duração: 59’’. Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=7xRzZQeiCN4&feature=emb_logo. Acesso em: 7 out. 2020.
20 Imagem 12. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.com/pt/illustrations/humanos-faces-pessoal-conectado-977414/ Acesso em: 7
out. 2020.

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Geografia 135

Etapa 1: O avanço da tecnologia e o aumento na velocidade das informações: converse com o seu
grupo e aponte um ou mais fatos que ficaram conhecidos mundialmente em pouquíssimo tempo.
Etapa 2: Cerca de 200 informações falsas circulam hoje em dia em celulares e computadores
no Brasil. Boa parte delas é disseminada em redes sociais21. Dialogue com o grupo sobre as
consequências resultantes da disseminação de informações/notícias falsas.
Etapa 3: Velocidade das informações: apresente argumentos sobre vantagens e desvantagens
provocadas pelo aumento da velocidade das informações.

Em cada etapa, o grupo terá em média 12 minutos – e/ou o tempo combinado com o(a)
professor(a) – para realizar considerações, de acordo com o tema e a comanda propostos. Para auxiliar
a sistematização desta atividade, sugerimos o preenchimento do quadro a seguir:

Etapas Principais considerações do grupo

Etapa 1

Etapa 2

Etapa 3

Em seguida, cada grupo identificará um problema relacionado ao que foi conversado e registrado
durante as etapas. Ao eleger o problema, o grupo deve redigir uma proposta de solução que respeite e
promova o posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. Registre
as ideias principais do grupo em uma folha avulsa e/ou no caderno.
Feito isso, o grupo deverá elaborar uma charge para ilustrar a proposta que foi desenvolvida na
etapa anterior. Converse com o(a) professor(a) sobre o formato adequado para apresentação dos re-
sultados dessa atividade.

21 Fonte: ROCKMANN, R. As redes sociais no mundo das fake news. Repórter Brasil, 6 jun. 2019. Disponível em: https://reporterbrasil.org.br/2019/06/
as-redes-sociais-no-mundo-das-fake-news/. Acesso em: 7 out. 2020.

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136 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 5 – RETOMANDO CONCEITOS


5.1 - População mundial e internet

Analise a tabela 1 para responder às questões propostas no seu caderno:


Tabela 122. Estatísticas de uso da internet

População Usuários da internet Acesso Crescimento do acesso


Países
(2019)*** 2018*/2019** (% população) à internet (% 2000-2019)
Brasil* 210.867.954 149.057.635 70,70% 19,00%
Canadá* 36.953.765 33.221.435 89,90% 4,20%
Haiti* 11.112.945 2.000.000 18,00% 0,30%
Estados Unidos* 326.766.748 312.322.257 95,60% 39,90%
Austrália* 25,088,636 21,711,706 86.5 % 75.8 %
Nova Zelândia* 4.792.409 830.000 90,80% 15,20%
Samoa* 198,909 100.000 50.3% 0.3 %
Papua N. Guiné* 8,586,525 962,55 11.2 % 3.4 %
Serra Leoa** 7.883.123 1.043.725 13,20% 20,77%
Somália** 15.636.171 1.500.000 9,60% 749,90%
África do Sul** 58.065.097 32.615.165 56,20% 1,26%
Hong Kong** 7.490.776 6.698.252 89,40% 0,30%
Japão** 126.854.745 118.626.672 93,50% 5,20%
China** 1.420.062.022 854.000.000 60,10% 37,10%
Coréia do Norte** 25.727.408 20.000 0,10% 0,00%
Alemanha** 82.438.639 79.127.551 96,00% 11,00%
Croácia** 4.140.148 3.787.838 91,50% 0,50%
Reino Unido** 66.959.016 63.356.621 94,60% 8,80%
Kosovo** 1.907.592 1.523.373 79,90% 0,20%

a) Observe os dados em relação ao acesso à internet na Coréia do Norte. Converse com os(as)
colegas e, se necessário, realize uma breve pesquisa para entender por que a Coréia do Nor-
te tem essa porcentagem de acesso. Quais fatores justificam esses dados?
b) Indique qual país da tabela apresentou maior crescimento no acesso à internet entre os anos
de 2000 a 2019. Pesquise e explique quais fatores contribuíram para esse crescimento.
c) É possível afirmar que a exclusão socioeconômica e a exclusão digital são eventos relacio-
nados? Justifique sua resposta.

5.2 - Pesquisa individual: acesso à internet

a) Realize uma breve pesquisa com os(as) colegas da sua turma e, se possível, amplie-a para os
familiares e amigos(as) para identificar quantos têm acesso a essas novas tecnologias e à inter-

22 Tabela 1. Estatísticas de uso e população da internet mundial. Dados referentes aos anos de: * 2018 - ** 2019. ***Estimativas semestrais para 2019.
Elaborado especialmente para o Material de Apoio ao Currículo Paulista. Fonte: Internet Worlds Stats. Disponível em: https://www.internetworldstats.
com/stats1.htm. Acesso em: 14 nov. 2019.

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Geografia 137

net. Para isso, elabore um roteiro com perguntas que deverão ser respondidas pelo(as) partici-
pantes. No sentido de contribuir com a pesquisa, sugerimos algumas questões que podem ser
adaptadas e complementadas conforme a realidade da sua escola e dos(as) participantes.

Quantas pessoas moram com você? Quantos computadores há em sua casa? Quantas pessoas
da sua casa têm celular? Você tem acesso à internet? Qual a forma de acesso?
Rádio ( ) Satélite ( ) Cabo ( ) Fibra ótica ( ) Celular ( )
Quanto tempo por dia você fica na internet?
até 2h ( ) de 2h a 4h ( ) mais de 5h ( )
Qual o tempo que você usa a internet para:
Redes Sociais ______ Ouvir música ______ Estudar ______ Ler notícias ______
Assistir Filmes/Animações/Documentários ______ Outros ______

b) Em folha avulsa, organize os dados pesquisados, elabore uma tabela para representá-los e
construa um gráfico.
c) Para finalizar essa etapa, responda às questões a seguir.

Qual porcentagem de estudantes está incluída digitalmente? Quanto tempo, em média, os(as) entrevistados(as)
gastam por dia na internet? De acordo com a pesquisa, como é usado o tempo na internet?

Com a mediação do(a) professor(a), organize com os(as) colegas da turma a apresentação dos
resultados da pesquisa e reflitam sobre o contexto da sua comunidade escolar. Propomos que, para
essa apresentação, seja elaborado um gráfico com todos os resultados obtidos pela turma. Depois,
compare as informações com o gráfico que você construiu. Há semelhanças e/ou diferenças entre
eles? Elabore um comentário com suas observações.

5.3 - Quadro-síntese

Nesta Situação de Aprendizagem você realizou leituras, análise de imagens e dialogou com o(a)
professor(a) e colegas sobre as características dos períodos denominados Meio Natural, Meio Técnico,
Meio Técnico-Científico e Meio Técnico-Científico-Informacional. Assim, a partir dos seus estudos e
conhecimentos sobre estes períodos, retome as atividades realizadas anteriormente para preencher o
quadro-síntese a seguir. Você pode também utilizar outras fontes de consulta, como o livro didático ou
outros recursos disponíveis em sua escola.

Meio Meio Meio Meio Técnico-Científico-


Características
Natural Técnico Técnico-Científico Informacional
Período
Principal potência

Principais
descobertas

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138 CADERNO DO ALUNO

Transportes

Fontes de energia

Outros

5.4 - Pesquisa biográfica

Texto 723 – Um Geógrafo à frente de seu tempo

Nascido em maio de 1926, no interior da Bahia, em uma pequena cidade


chamada de Brotas de Macaúbas, Milton Santos foi um dos maiores intelec-
tuais do Brasil, com uma produção de mais de 40 livros e mais de 300 artigos
científicos, além de premiações, inclusive internacionais. Durante seus estu-
dos, desenvolveu e aprofundou o conceito de Meio Técnico Científico-Informa-
cional entre outros fundamentais para ciência geográfica.

a) Organizem-se em grupos e pesquisem na sala de leitura e/ou acessem a internet e escrevam


o nome e o ano de edição das principais obras de Milton Santos.
b) Quais foram os principais prêmios conquistados por Milton Santos?
c) Sob a orientação do(a) professor(a), socializem os resultados da pesquisa com as demais equipes.
d) Agora, elaborem uma cruzadinha sobre a vida, a obra e as contribuições de Milton Santos para
entendermos a organização do espaço geográfico do Brasil e do Mundo.

Importante! Essa cruzadinha deverá ser feita em uma folha avulsa e entregue ao(à) professor(a).
Mãos à obra!

1. Antes de iniciar a atividade, criem um nome para a equipe.


2. Elaborem 10 perguntas objetivas que possam ser respondidas com apenas poucas palavras.
Por exemplo: A cidade onde nasceu Milton Santos chama-se Brotas de
M A C A Ú B A S
3. Outra sugestão é dar algumas pistas na elaboração da pergunta. Como, por exemplo: Livro
lançado em 2000, com o título: Por uma outra G L O B A L I Z A Ç Ã O. Ao fazer a cruzadinha,
procurem deixar uma letra como pista da resposta.
4. É importante que tenham colunas na horizontal e na vertical. Lembrem-se de conferir se os
espaços deixados correspondem a cada uma das respostas;
5. Enumerem a cruzadinha de acordo com as perguntas.
6. Elaborem um gabarito, que deverá ser mantido em sigilo.
7. Ao finalizar, entreguem a cruzadinha para o(a) professor(a), que deverá fazer um sorteio na
classe para que todas sejam respondidas.
8. A equipe que responder deverá se identificar e, sob a mediação do(a) professor(a), fazer a
correção das respostas coletivamente.

23 Texto 7. Elaborado especialmente para o Material de Apoio ao Currículo. Imagem 13. Geógrafo Milton Santos. Fonte: Commons Wikimedia. Disponível
em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Milton_Santos.jpg?uselang=pt-br. Acesso em: 7 out. 2020.

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Geografia 139

ATIVIDADE 6 – AUTOAVALIAÇÃO
a) Durante a realização das atividades, é muito importante que você seja o protagonista de sua
aprendizagem. Pensando nisso, elabore ao longo do percurso um Diário de Bordo, regis-
trando o que aprendeu e quais dificuldades encontrou em cada atividade proposta nesta
Situação de Aprendizagem. Verifique com o(a) professor(a) como organizar suas anotações.
b) No início desta Situação de Aprendizagem, na Atividade 1, você analisou uma “nuvem de pa-
lavras” e circulou as que se relacionavam à globalização. Agora, elabore uma “nuvem de pala-
vras” contendo as expressões mais utilizadas ao longo das atividades desenvolvidas. Registre
no seu caderno.
c) Para encerrar a Situação de Aprendizagem 1, reflita sobre o seu percurso de estudos e o seu
desempenho na realização das atividades propostas, bem como o domínio das habilidades
previstas, a partir da seguinte ficha:

Realizei as atividades Plenamente Parcialmente Não realizei Observações

Fiz perguntas ao(à) professor(a) durante a


realização das atividades.

Fiz as leituras dos mapas e consegui


responder às questões propostas.

Colaborei com os(as) colegas durante as


atividades em grupo.

Participei ativamente das dinâmicas de grupo.

Fiz as atividades solicitadas individualmente.

Realizei as leituras dos textos.

Compreendi como se deu o processo da


globalização.

Consigo avaliar criticamente os aspectos da


globalização e suas consequências no mundo.

Reconheci as diferenças e semelhanças entre


globalização e mundialização.

Analisei fatos e situações referentes à integração


mundial econômica, política e cultural.

Diferenciei os períodos Meio Técnico e Meio


Técnico-Científico.

Reconheço as características do Meio Técnico-


Científico-Informacional.

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140 CADERNO DO ALUNO

SAIBA MAIS
Agenda 2030 - Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 - Indústria,
Inovação e Infraestrutura. ODS 9 consiste em construir infraestruturas
resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável, e fomentar a
inovação. Fonte: Plataforma Agenda 2030. Disponível em: http://www.
agenda2030.org.br/ods/9/. Acesso em: 7 out. 2020.

Encontro com Milton Santos (Ou O Mundo Global do Lado de Cá).


Trecho do documentário de Silvio Tendler que aborda o processo de
globalização a partir de uma entrevista com o geógrafo e intelectual Milton
Santos. O filme aborda o ponto de vista daqueles que sofrem com os
impactos da globalização. Fonte: SescTV. Duração: 5’18’’. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=oP9WeauOvWc. Acesso em: 7 out.
2020.

Rumo à dieta universal: em Utah, Paris ou Pequim, se come cada


vez mais parecido – Reportagem que apresenta um estudo da
alimentação dos últimos 50 anos e revela a tendência a uma dieta
planetária. Fonte: El País. Disponível: https://brasil.elpais.com/
brasil/2020/01/14/ciencia/1578983458_135997.html. Acesso em: 7
out. 2020.

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História 141

HISTÓRIA
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 – AS TRINCHEIRAS
E A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
Nessa situação de aprendizagem, você irá estudar as dinâmicas do capitalismo no século XX,
principalmente nas relações de poder entre as nações, destacando os acordos e conflitos entre os
países de forma global. Tendo como objeto de conhecimento o colonialismo afro-asiático e a Primeira
Guerra Mundial, evidenciaremos as transformações políticas, econômicas, geográficas, culturais e so-
ciais do período, ao relacioná-los às mudanças, permanências e reflexos em nosso tempo.

ATIVIDADE 1

Pixabay
1.1. Analise as imagens e responda às questões no seu caderno.

IMAGEM 1 IMAGEM 2

Charge elaborada especialmente pelo Prof. Gerson Francisco Caricatura sobre Conferência de Berlim, 1885.
de Lima e pela Prof.ª Eliana Tumolo para este Material. Fonte: Wikimedia. Disponível em: <https://uplo-
ad.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b7/
IMGCDB82_-_Caricatura_sobre_conferencia_
de_Berlín,_1885.jpg>. Acesso em: 30 set. 2020.

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142 CADERNO DO ALUNO

a) Qual é a sua análise sobre as imagens?


b) Qual continente está representado no centro das imagens?
c) Qual é o país que a personagem central da imagem 2 representa? Qual seria o motivo deste
personagem estar no centro, cortando o continente africano?
d) Procure em um dicionário, ou na internet, a definição das palavras: “colonialismo”, “neocolo-
nialismo” e “imperialismo”. Faça o registro dos significados encontrados.
e) Pesquise sobre a Conferência de Berlim e responda: houve algum conflito entre os países
participantes para a realização da divisão da África?

Pixabay
ATIVIDADE 2
2.1. Realize a leitura e análise os mapas disponíveis nos QR Codes a seguir. Depois responda ao
questionamentos no seu caderno

Mapa Afro-Asiático de 1880.


Fonte: Adaptado de GeaCron.com – Especialmente para este Material.
Disponível em: <https://drive.google.com/drive/folders/1oINcYNK76nIc_
42yX9Q00RHMSZH2B8wt>.

Mapa da Partilha da África, de 1913.


Fonte: Adaptado de Wikipedia – Especialmente para este Material.
Disponível em: <https://drive.google.com/drive/folders/1dsTZtrLoa1kKi-
rhvfpw26TZ3L8ggYE->.

Mapa da Ásia de 1921.


Fonte: Adaptado de GeaCron.com – Especialmente para este Material.
Disponível em: <https://drive.google.com/drive/folders/1yod9Sr03cTbLL
z9rA14hJEZbvXTu4R0F>.

a) Faça uma explicação no seu caderno sobre os mapas analisados. Para isso, atente-se a todas
as informações apresentadas em cada um deles.
b) É possível observar, nas diferenças entre o Mapa de 1880 e os de 1913 e 1921, um aumento
do colonialismo e imperialismo em relação à África e à Ásia? Descreva alguns exemplos no seu
caderno.
c) Os mapas representam um contexto histórico que marcou o final do século XIX e envolveu
inúmeros países europeus, assim como os Estados Unidos da América, a China, o Japão e a
Rússia. Sobre este período, pesquise e elabore no seu caderno um infográfico.

2.2. Com a orientação de(a) seu(sua) professor(a) e em grupos, elaborem um Mapa Conceitual sobre
os movimentos de resistência ao colonialismo e imperialismo na África. Para isso, leia o
texto abaixo e siga as orientações dos itens “a” e “b”.

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História 143

Texto 1

A ocupação europeia na África encontrou resistência por parte das sociedades africanas. Esses
movimentos de resistência eram organizados, tanto por povos que possuíam um governo
centralizado, como por aqueles que tinham outras formas políticas de organização. Esta resistência
foi permeada por lutas e conflitos que tentaram impedir a colonização europeia, embora a ostensiva
dos países europeus tenha obtido sucesso devido à tecnologia bélica e de comunicação.
Fonte: Elaborado especialmente para este Material.

a) Diante da afirmação acima, selecione dois dos movimentos de resistência da seguinte tabela e
faça uma pesquisa para enriquecer seu conhecimento sobre a colonização africana do século XX.

MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA NA ÁFRICA

LOCALIZAÇÃO MOVIMENTO

O movimento foi liderado pelo coronel Ahmad Urabi, e teve início na década 1880.
Neste período o governo se posicionava alinhado com os interesses otomanos (tur-
Egito
cos) e britânicos. O exército encabeçou este movimento revolucionário que desejava
a libertação do Egito.

Movimento conhecido como Mahdiyya, liderado por Muhammad Ahmad al-Mahdi. O


Sudão Mahdiyya foi um rebelião no Sudão contra a dominação dos otomanos, que assumiu
propriedades de uma Guerra Santa (Jihad). Iniciou a partir do movimento de resistên-
cia e libertação do Egito.

O país estava ocupado pelos  otomanos  quando foi repentinamente invadido


Líbia pelos italianos em 1911. Os italianos exerceram um domínio precário sobre algumas
cidades Líbias e enfrentaram grande resistência no interior.

Rebelião Ashanti (1890-1900). Na Costa do Ouro (atual Gana), após os colonizadores


Costa do Ouro
britânicos terem substituído os líderes tradicionais por outros governantes, os ashanti
(atualmente Gana);
se rebelaram.

Madagascar A soberania malgaxe. O Reino de Madagáscar era independente e liderado pelo


primeiro-ministro Rainilaiarivony.

Tanzânia, Ruanda, Revolta de Maji-Maji (1905-1907). O líder Kinjikitile reuniu diversos grupos étnicos na
Burundi e partes África Oriental Alemã (atual Tanzânia) contra a exploração imposta pelos colonizadores
de Moçambique. alemães.

Rebelião de Mamadou Lamine (1898-1901). No Alto Senegal, Mamadou Lamine


Senegal liderou rebeldes muçulmanos contra os colonizadores franceses.

b) Com a pesquisa concluída, elabore um mapa conceitual sobre os principais acontecimentos,


causas e consequências destes movimentos de resistência. Depois que os trabalhos estive-
rem concluídos, monte uma exposição conforme a orientação do(a) seu(sua) professor(a).

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144 CADERNO DO ALUNO

COMO FAZER UM MAPA MENTAL.


Pixabay

Fonte: Geekie Games. Disponível em: <https://geekiegames.


geekie.com.br/blog/como-fazer-um-mapa-mental>.
Acesso em: 30 set. 2020.

2.3. Você sabia que na época da colonização da Ásia ocorreu um evento histórico chamado Guerra
do ópio? Observe as imagens e siga o “passo a passo” para realizar um jornal mural.

IMAGEM 1 IMAGEM 2

IImagem que representa navio a vapor da Companhia das Imagem do episódio da Segunda Guerra do Ópio (1856-
Índias Orientais, destruindo os juncos de guerra chineses 1860), em Cantão (Guangzhou).
na Primeira Guerra do Ópio, 07 de janeiro de 1841, qua- Fonte: Wikimedia. Disponível em: <https://commons.
dro de Edward Ducan (1803 - 1882). wikimedia.org/wiki/File:Second_Opium_War-
Fonte: Wikimedia. Disponível em: <https://commons. -guangzhou.jpg>. Acesso em: 30 set. 2020.
wikimedia.org/wiki/File:Destroying_Chinese_war_
junks,_by_E._Duncan_(1843).jpg>. Acesso em: 30 set.
2020.

Passo a Passo:

1o Reúna-se em grupos para elaborar um jornal mural.


2o Realize uma pesquisa sobre o assunto seguindo os questionamentos abaixo:
• Quais argumentos foram utilizados para explicar a questão legal do Ópio na China?
• Qual o interesse da Inglaterra no mercado do ópio da China?
• Quem foi Lin Zexu e qual foi a sua participação na relação entre as duas nações?
• Aponte o principal motivo que levou à Guerra do Ópio em 1839-1842 e 1856-1860 e quais
as suas consequências.
3º Produza uma manchete para a sua reportagem, assim como ilustrações que a complemen-
tem. Lembre-se dos demais detalhes de um jornal, como: nome, formato, ilustração, título e
layout do mural (caso ele seja afixado na classe). O jornal mural deve conter imagens que re-
presentem a época e notícias escritas pelo grupo.

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História 145

2.4. Observe a imagem e leia o texto abaixo:

IMAGEM 1

A imagem faz referência ao projeto colonial da


Inglaterra, no século XIX, da Ferrovia Cabo-Cairo.
A linha ferroviária atravessa a África de sul ao
norte, liga a Cidade do Cabo(África do Sul), à Porto
Saíde (Egito). Foi iniciada no final do século XIX,
durante a época do domínio colonial, na tentativa
de ligar as possessões africanas adjacentes do
Império Britânico, está incompleta ou inoperante
em virtude de guerras, falta de capital, obstáculos
geográficos e geológicos e vontade política.
From the Cape to Cairo (Do Cabo ao Cairo).
Keppler. Publicado em NY: J. Ottmann Lith.
Co., Puck Bldg., 1902, 10 de dezembro. Fonte:
Divisão de Impressões e Fotografias da Biblioteca
do Congresso Washington, DC 20540. EUA.
Disponível em: <https://www.loc.gov/resource/
ppmsca.25696/>. Acesso em: 30 set. 2020.

Texto 1

No final do século XIX e início do século XX, um novo pensamento sociológico surgiu, influenciado
por teorias biológicas e evolucionistas. O Darwinismo Social baseava-se na teoria da evolução
biológica de Charles Darwin para explicar o desenvolvimento das sociedades humanas. Permeado
de um discurso excludente, tendo em vista que afirmava haver sociedades superiores, a quem
estava destinado o seguinte “fardo”: o de levar a civilização e o desenvolvimento industrial as outras
sociedades consideradas primitivas, atrasadas e selvagens.
A imagem acima, uma ilustração de 1902, revela o ideal colonialista e racista do século XIX, que
“justifica”, através da ciência, a suposta “superioridade” do homem branco, e, dessa forma, tendo
como “obrigação” civilizar os povos incultos e bárbaros. Ao observar a imagem, verifica-se “Britânia”
carregando uma grande bandeira branca chamada “civilização” com soldados e colonos britânicos
atrás dela, avançando em uma horda de nativos, que carregam uma bandeira chamada “barbárie”.
Fonte: Elaborado especialmente para este Material.

a) Realize uma pesquisa, utilizando os recursos disponíveis, sobre o darwinismo social, o “Fardo do
Homem Branco” e a “Missão civilizadora” para enriquecer seu conhecimento a respeito da parti-
lha da África e Ásia. Depois elabore em seu caderno uma charge sobre esta temática.
Pixabay

ATIVIDADE 3
3.1. O que é uma trincheira?
Para ampliar seu conhecimento sobre Primeira Guerra Mundial, realize uma pesquisa em casa
sobre “A Guerra de trincheiras” utilizando livros didáticos ou a internet, com as orientações do
seu(sua) professor(a).

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146 CADERNO DO ALUNO

PARA CASA:
Pesquise sobre qual é o objetivo de uma trincheira na guerra e por que esta tática foi utili-
zada na Primeira Guerra Mundial. Anote as informações pesquisadas no seu caderno e
leve-as para escola.

3.2. Com as anotações de sua pesquisa prévia sobre a Guerra de Trincheiras, leia o texto abaixo e
analise a imagem para desenvolver as atividades.

As Trincheiras

As trincheiras foram amplamente utilizadas na 1ª Guerra Mundial como tática para conquista de
territórios e proteção. Os soldados as cavavam e viviam por longos períodos sob condições que a
guerra, de maneira impiedosa, os forçava. Dentro das trincheiras, os soldados estavam expostos
às condições precárias de higiene, às ações do tempo (chuva, frio, sol e calor), muitas vezes sem
água, com alimentação péssima e racionada. Além disso, os mortos, por não haver condições de
enterrá-los, eram deixados ali mesmo, o que tornava o cheiro quase que insuportável.
Muitos soldados, debilitados pelas batalhas, morriam acometidos por doenças transmitidas por
ratos. Alguns depoimentos de soldados após o fim do conflito, diziam que ficavam assombrados
com o barulho do bater das latas, pois sabiam que logo os roedores se aproximavam.
Com todas essas intempéries, os soldados, muitos deles jovens, sem experiência alguma em
batalhas, ainda precisavam se proteger das bombas e tiros do inimigo, nas trincheiras repletas pela
fumaça resultante das munições e de projéteis.
À medida que as armas iam evoluindo, com o desenvolvimento de novas tecnologias, muitas
outras vidas foram ceifadas, tanto de um lado como de outro, tornando ainda maior esse cenário
de tristeza e sofrimento.
Fonte: Elaborado especialmente para este Material.

a) C om base no texto, análise da imagem


IMAGEM 1
e em suas pesquisas, descreva no seu
caderno:
I. Como era uma trincheira e como se-
ria o cotidiano dentro dela.
II. Realize uma pesquisa sobre os re-
cursos tecnológicos que surgiram e
foram amplamente utilizados na Pri-
meira Guerra Mundial.
b) Como produto de suas pesquisas, ela-
bore um painel com imagens, textos
explicativos, curiosidades, para poste-
riormente expor na sua sala ou escola.
Royal Ulster Rifles em uma trincheira de comunicações, primeiro
dia em Somme, 1916. Fonte: Wikimedia. Disponível em:
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Royal_Irish_
Rifles_ration_party_Somme_July_1916.jpg>. Acesso em: 30
set. 2020.

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História 147

Pixabay
ATIVIDADE 4
4.1. Leia o texto a seguir e faça os registros em seu caderno.

Texto 1

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o mundo passou a viver uma nova realidade, a
chamada Guerra Total, que não se restringiu a batalhas locais e aos combatentes, mas englobou
diversos setores e grupos sociais das nações envolvidas. Com o fim da guerra, não houve uma
solução definitiva para os conflitos, e o Imperialismo ainda era uma questão mal resolvida. Alguns
fatos contribuíram para esquentar os ânimos das nações europeias como o crescimento do
nacionalismo dos países europeus e a sanções do Tratado de Versalhes. Essa sucessão de
fatos, acirrou o sentimento revanchista na Alemanha.
Fonte: Elaborado especialmente para este Material.

a) A partir da leitura do texto, realize uma pesquisa sobre o Tratado de Versalhes para conhecer
os pontos que deram origem ao revanchismo alemão.
b) Diante dos horrores e tragédias que a Primeira Guerra produziu, foi assinado um acordo entre
os países, o que possibilitou a criação de um órgão internacional com o objetivo de tentar
garantir a paz entre os povos: A Liga das Nações. Reúnam-se em duplas e pesquisem o que
foi a Liga das Nações e quais foram as suas propostas para a Paz.
c) CULTURA DE PAZ!
Prepare sua criatividade para defender suas ideias! Elabore um cartaz, uma frase ou uma char-
ge que demonstre a importância de ter as regras de convivência para propagar o respeito e
dizer não a violência na comunidade escolar.

Passo a Passo:
1º Com base nas anotações que vocês fizeram sobre a “Liga das Nações”, vamos refletir sobre o
contexto histórico atual. Ao pensarmos sobre nossa sociedade, percebemos que estamos cer-
cados pela violência e tentando construir um caminho que promova uma Cultura de Paz.
Acesse o link do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – disponível no “Saiba
mais”, analise o “Atlas da Violência no Brasil” e reflita sobre os dados apresentados.
2º Muitas escolas enfrentam problemas como bullying e tantas outras formas de violência.
Diante desta afirmativa, reflita sobre os fatos que ocorrem no cotidiano escolar e elabore um
Tratado que estabeleça uma Cultura de Paz. Lembrem-se que um tratado é um acordo
entre os envolvidos (neste caso a comunidade escolar) e, por esta razão, precisa ter regras
de convivência que possam ser estabelecidas em comum acordo.

SAIBA MAIS:
No site do Ipea (Instituto de pesquisa econômica aplicada) existe uma
pesquisa detalhada que culminou em um Atlas da violência do Brasil.
Estes dados são relevantes para que haja políticas públicas efetivas
que combatam a violência.
Atlas da Violência. Fonte: IPEA.
Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/portal/index.
php?option=com_content&view=article&id=34784>. Acesso em: 30 set. 2020.

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148 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 5

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5.1. Siga as orientações para realizar a atividade proposta.
Com a sala dividida em grupos, no máximo de cinco integrantes, e de acordo com as orienta-
ções do(a) professor(a), siga o roteiro abaixo.

Passo a Passo:
1º Escolha um dos seguintes temas:

1. Fases da Guerra e suas estratégias.


2. Política de alianças.
3. Avanços tecnológicos durante a Primeira Guerra Mundial e seus impactos nos campos de
batalha.
4. A propaganda durante a Primeira Guerra Mundial.
5. O Papel da mulher na Primeira Guerra Mundial.
6. Consequências da Primeira Guerra.

2o Vocês devem reunir o máximo de informações, imagens ou ilustrações sobre o tema escolhido
e terão um prazo determinado pelo(a) professor(a) para que possam realizar a pesquisa de
maneira satisfatória;
3º N a sala de aula, o grupo, de posse de todo material pesquisado, deve pensar em uma forma
de apresentar a pesquisa a seus(suas) colegas de classe de maneira objetiva, clara e criativa.
Como através de um vídeo, um podcast, uma apresentação de slides, um documentário, uma
reportagem, um cartaz com um mapa conceitual (mesclando ideias e imagens) e etc. Façam
um rascunho da ideia e apresente a seu(sua) professor(a) para tirar dúvidas ou aprimorá-las.
4º Agora é hora de colocar a mão na massa! Para isso, dividam as tarefas e lembrem-se que
ninguém pode ficar de fora dessa atividade. Elaborem a apresentação e ensaiem entre vocês.

Apresentação:
1º O rganizem-se em grupos, separados por estações ao redor da sala;
2º Deixem espaço no centro da sala para as apresentações. Podem ser colocadas cadeiras para
facilitar o diálogo entre os(as) estudantes que farão a apresentação e os demais grupos.
3º Cada grupo selecionado para apresentar seu tema deve dirigir-se ao centro da sala. As apre-
sentações serão feitas de acordo com a proposta de cada grupo e, ao final, os(as) estudantes
que estiverem assistindo podem interagir com o grupo que está expondo o trabalho, para
contribuir e tirar dúvidas.
4º Após a apresentação para os colegas, vocês podem expor seus trabalhos também para a
comunidade escolar.

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História 149

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ATIVIDADE 6
6.1. Analise a fonte 1 e responda o que se pede no caderno:

a) C om auxílio de um dicionário, ou o tradutor de


IMAGEM 1
um celular, escreva o que significa a expres-
são: “Are you in this?” e construa uma hipóte-
se do porquê dessa frase.
b) A bandeira que está na posição central da
imagem representa qual país?
c) Descreva quais pessoas estão na imagem,
quais grupos sociais representam e o que elas
estão fazendo.
d) Depois de analisar o cartaz, podemos dizer
que ele é uma propaganda. Sendo assim, qual
tipo de mensagem ele traz? Será que outros
países também usaram essa estratégia duran-
te a Primeira Guerra Mundial?
e) Pesquise como foi o uso da propaganda duran-
te a Primeira Guerra Mundial e qual era sua fun-
ção diante do contexto dessa época.
Cartaz de 1915, publicado pelo Comitê de Recrutamento
do Parlamento britânico. ‘Are you in this’ poster. Fonte:
Wikimedia. Disponível em: <https://upload.wikime-
dia.org/wikipedia/commons/8/86/%27Are_you_in_
this%27_poster.jpg>. Acesso em: 30 set. 2020.

6.2. As fontes abaixo apresentam alguns documentos sobre o Brasil na Primeira Guerra Mundial. Pesquise
nos recursos didáticos disponíveis na sua escola, qual foi a participação do Brasil na Primeira Guerra
Mundial e registre no seu caderno. Em seguida, em uma roda de conversa com seus(suas) colegas
de sala, e sob a mediação de seu(sua) professor(a), apresente o resultado da sua investigação.

FONTE 2 FONTE 3

O nono presidente do Brasil, Venceslau Brás, declara guerra contra a Força Expedicionária Brasileira, na Primeira
Alemanha. Ao seu lado, o ministro interino das Relações Exteriores Nilo Guerra Mundial. Fonte: Flickr. Disponível
Peçanha (em pé) e o presidente de Minas Gerais Delfim Moreira (senta- em: <https://www.flickr.com/photos/
do). Fonte: Wikimedia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/
Ficheiro:Venceslau_Br%C3%A1s_declara_guerra_1917.jpg>. Aces-
so em: 30 set. 2020.

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150 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 7
7.1. Com base nos temas das atividades anteriores, dividam-se em grupos, de acordo com
a orientação de seu(sua) professor(a), e elaborem flashcards sobre a Primeira Guerra

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Mundial. Para auxiliar na construção dos cartões o grupo deve ler o “Saiba mais” e,
em seguida, selecionar os aspectos da Primeira Guerra que acreditam ser interessan-
tes. Lembrem-se que os flashcards tem que ser explicativos e atrativos! Estes cartões serão
trocados entre os(as) colegas de sua turma.

SAIBA MAIS:
Flashcard é uma palavra em inglês que conota a ideia de representação
gráfica prática (flash=rápido/card=cartão). Ou seja, são pequenos car-
tões que auxiliam no resumo e memorização de algum tema. Os flash-

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cards podem ser construídos com cartolina e utilizar textos e imagens,
por esta razão a criatividade é uma importante ferramenta para deixar este recurso atrativo.

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ATIVIDADE 8
8.1. Com base na Atividade 5, escolha um dos temas que foram pesquisados e
grave um podcast. Lembre-se: você deve falar sobre o tema de forma dinâmica
e clara, por isso cuidado com o tempo. Para facilitar a construção do podcast,
elabore um resumo sobre o tema escolhido, contando os principais fatos ou curiosidades. Esta
atividade pode ser feita em trios ou grupo de acordo com a orientação de(a) seu (sua) professor(a).

• Fases da Guerra e suas estratégias;


• Política de alianças;
• Avanços tecnológicos durante a Primeira Guerra Mundial e seu impactos nos campos de
batalha;
• A propaganda durante a Primeira Guerra Mundial;
• O Papel da mulher na Primeira Guerra Mundial;
• Consequências da Primeira Guerra.

SAIBA MAIS:
Podcast é uma forma de transmissão de arquivos multimídia na Internet, criados pelos
próprios usuários. Nestes arquivos, as pessoas disponibilizam listas e sele-
ções de músicas, ou simplesmente falam e expõem suas opiniões sobre os
mais diversos assuntos, como política ou o capítulo da novela. Pense no
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podcast como um blog, só que ao invés de escrever, as pessoas falam.

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Inova

Tecnologia e Inovação
Projeto de Vida

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Tecnologia E Inovação 153

TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
Prezado(a) Estudante,
É com muito prazer que estamos apresentando o Volume 2 do caderno do Componente Curricu-
lar Tecnologia e Inovação.
Neste volume, apresentamos um conjunto de Situações de Aprendizagem que foram planejadas
para continuidade do seu percurso de aprendizagem deste componente. Conheça os ícones que sina-
lizam as atividades:
ÍCONES

Ler para Conhecer TecCoin Atenção


Textos que contribuem Colecione suas Informações
para seu conhecimento. conquistas. importantes

Após concluir todas as atividades e preencher seu espaço, você ganhará a estre-
la do Especialista Tec Master!
REGISTRE AQUI SUAS CONQUISTAS: este espaço você deve colar
seus TecCoin, que devem ser validados pelo(a) seu(sua) professor(a). Fi-
que atento para participar e realizar grandes conquistas!
Ao conquistar as duas estrelas, você terá uma surpresa! Aguarde
seu(sua) professor(a).
Compartilhe essa surpresa em #TecInovasp.

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154 CADERNO DO ALUNO

Situação de Situação de Situação de


Aprendizagem1 Aprendizagem1 Aprendizagem 2

Atividade 2 Atividade 4 Atividade 1

Professor(a) Professor(a) Professor(a)

Visto: Visto: Visto:

Situação de Situação de Situação de


Aprendizagem 2 Aprendizagem 3 Aprendizagem 4

Atividade 2 Atividade 1 Atividade 2

Professor(a) Professor(a) Professor(a)

Visto: Visto: Visto:

Especialista
Master

Fonte: Elaborado pelos autores.

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Tecnologia E Inovação 155

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
INFLUÊNCIA SOCIAL, CONTEÚDO E MARCAS

Olá, sabemos que a produção de conteúdo em meios digitais se dá por muitas pessoas
que possuem perfil ativo em redes sociais na internet. Recebemos constantemente
publicações preparadas para a monetização de produtos e empresas, sendo que os
influenciadores digitais são um grande recurso para que essas marcas e produtos
alcancem milhares de pessoas de forma rápida. Com o advento da expansão do acesso
à internet, a forma de as pessoas se comunicarem se alterou e, consequentemente, a
forma de monetizar produtos também. E não é segredo para ninguém que cada vez
mais consumimos conteúdos on-line, sendo que o acesso às redes sociais é um dos
grandes distratores das pessoas. Vamos conversar mais sobre isso?

ATIVIDADE 1 – IMAGENS PUBLICITÁRIAS E IMAGENS COMUNS

Ler para conhecer!

Quando uma pessoa, com suas ações, credibilidade, autoridade em determinados


assuntos e destaque e é assim reconhecida por outros, pode ser considerada então,
uma pessoa influente. Isso é o que ocorre, por exemplo, com pessoas em cargos de destaque.
Sempre foi muito comum ter influenciadores em todos os setores da sociedade, que, com o
desenvolvimento da tecnologia, se intensificou especialmente para a conhecida monetização das
marcas e divulgação de conteúdos e produtos.
É comum vermos em publicações pessoas “famosas” utilizando um tênis de uma marca conhecida
por exemplo, onde são ressaltadas as grandes qualidades que aquele produto apresenta e como
pode beneficiar seus usuários, em muitas cores disponíveis e tamanhos para todos. Tudo isso em
uma pose do dia a dia, como um singelo café da manhã e seguidos por milhares de pessoas que
clicam e curtem suas fotos.
Essas pessoas que se destacam em algum segmento, que sejam alvo de marcas ou produtos,
podem ser contratadas para divulgar o uso dos mesmos em situações do cotidiano, com suas
publicações, e assim alcançar o engajamento do público-alvo.
Esses influenciadores digitais são pessoas com milhares de seguidores, que servem de inspiração,
de forma que a exposição que fazem desses produtos irá aumentar a visibilidade das marcas e,
consequentemente, espera-se a maior monetização para os produtos.
O meio de divulgação dos influenciadores digitais é, prioritariamente, redes sociais, e o fato de
postarem suas rotinas quase que instantaneamente aos fatos ocorridos torna muito maior a sensação
de proximidade com o público e, com isso, o engajamento e a visualização das marcas também.

1.1. Analise as duas imagens a seguir. Organizem-se em pequenos grupos e indiquem cinco caracte-
rísticas da imagem publicitária que diferem da imagem comum. Após essa troca em grupo, com-
partilhem com a classe todas as impressões que tiveram os demais grupos.

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156 CADERNO DO ALUNO

Imagem publicitária Imagem comum

Pexels.com1 Pexels.com2

1.2. Qual é a sua relação com influenciadores digitais? Para responder, oriente-se pelas seguintes
questões:

– Você já foi influenciado por alguma publicidade nas redes sociais?


– Consegue perceber quando a foto postada é de publicidade e quando é sem intencionalidade
mercadológica? Como?
– Qual perfil de influenciadores digitais você visualiza com maior frequência? Há presença de pu-
blicidade nas postagens realizadas por esse(a) influenciador(a)?

1.3. Compare seus registros com outro(a) colega e verifiquem quais são as semelhanças e diferenças
entre suas respostas e dos demais.

1 Disponível em: https://www.pexels.com/pt-br/foto/atividade-acao-movimento-aerobico-4498571/. Acesso em: 4 nov.


2020.
2 Disponível em: https://www.pexels.com/pt-br/foto/cabo-calcados-fio-foto-1370308/. Acesso em: 4 nov. 2020.

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Tecnologia E Inovação 157

ATIVIDADE 2 – RECONHECENDO DIFERENÇAS


Ler para conhecer!

Sabemos que as publicidades nas postagens não são sempre abertas, podendo aparecer
sem nenhuma abertura da marca ou texto específico, o que torna a identificação mais
difícil por parte dos usuários das redes e seguidores de influenciadores. Com muita audiência nas
redes sociais, os influenciadores passaram a ser o próprio canal direto de mídia e comunicação com
as pessoas que os seguem. Eles têm algumas diferenças em relação aos chamados formadores de
opinião, apesar de ambos influenciarem outras pessoas. Os formadores de opinião geralmente
alcançam esse status depois de já terem conquistado espaço na mídia tradicional (revistas, jornais,
televisão) a partir do seu reconhecimento como especialistas, líderes ou representantes da ideia ou
causa que disseminam, independentemente de terem ou não seguidores nas redes sociais.

2.1. Considerando a análise que fez na atividade anterior, agora é sua vez de criar uma foto de divul-
gação de algum produto ou serviço. Pense em duas imagens para o mesmo produto para uma
postagem em redes sociais, considerando as seguintes informações: a primeira imagem deve ser
despretensiosa, onde apareça o mesmo produto da segunda imagem, que será pensada exata-
mente para a divulgação do produto. Cole ou desenhe as duas imagens.

2.2. Redija o texto que acompanhará as imagens nas hashtags e nos detalhes que farão a diferença
ao engajar o público:

2.3 Você e seu grupo apresentarão as duas imagens aos demais da classe para que verifiquem as
diferenças, se conseguem reconhecer qual é a imagem de divulgação publicitária e qual é a ima-
gem sem pretensão de publicidade. Deixe seus comentários.

** Cumpriu com as atividades? Parabéns, você ganha 1 TecCoin!

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158 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3 – INTELIGÊNCIA COLETIVA EM HASHTAGS NA INTERNET


Ler para conhecer!

Há movimentos na internet que se espalham devido à marcação colaborativa. Os usuários


atribuem tags (etiquetas) aos recursos compartilhados com outros usuários, o que dá
origem a um tipo de organização de informação coletiva. A estrutura de informação resultante pode
ser vista como um reflexo do conhecimento coletivo (ou inteligência coletiva) de uma comunidade de
usuários e é comumente chamado de “Folksonomia”. O termo “folks” vem do inglês e significa
pessoas, povo, gente. Ou seja, é a classificação feita pelas pessoas. Para esses compartilhamentos,
ampliando as possibilidades de comunicação e participação, as hashtags é uma dessas possibilidades.
Identificam tópicos, conceitos e causas que estão sendo discutidas e, assim, mobilizam pessoas.
Hashtag é o nome dado na internet para uma palavra-chave antecedida pelo símbolo #, utilizada
para categorizar os conteúdos publicados nas redes sociais.

3.1. Considerando o que aprendeu até aqui e no movimento descrito anteriormente, reúna-se em
grupos para discutirem e depois compartilhar com a turma sobre os assuntos a seguir:

a) Conhece alguma hashtag ligada a alguma causa social? Escreva-a aqui e indique qual foi ob-
jetivo dessa #.

b) De quais movimentos sociais você tomou consciência e que ganharam adesão de celebrida-
des após repercussão da força do coletivo na internet? Eram mencionados com alguma
hashtag? Qual?

c) Por que a manifestação da liberdade de expressão na internet é importante para um país de-
mocrático?

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Tecnologia E Inovação 159

d) Como podemos aprender com as formas de manifestação coletiva que acontecem na internet?

ATIVIDADE 4 – INTELIGÊNCIA COLETIVA EM PROJETOS SOCIAIS


Ler para conhecer!

Há projetos sociais que utilizam a inteligência coletiva para ganhar a adesão de muitos
voluntários. Um dos exemplos é o Teto (disponível em: https://www.techo.org/
brasil/; acesso em: 4 nov. 2020), que é uma organização que atua em 19 países da América
Latina, buscando superar a pobreza em que vivem milhões de pessoas em comunidades precárias,
por meio do engajamento comunitário e da mobilização de jovens voluntários e voluntárias.
Quem participa pode atuar em:
• Levantamento de informações socioeconômicas nas comunidades.
• Reuniões com moradores das favelas para planejamento comunitário.
• Dias de construções de moradias de emergência, sedes comunitárias e projetos de infraestrutura.
• Campanhas em universidades e faculdades.

Fonte: Foto de divulgação da ONG Teto. Disponível em:


https://projetocolabora.com.br/mapa-das-ongs/ong-teto-cidadania-alem-de-quatro-paredes/.
Acesso em: 26 out. 2020.

4.1. Quais as vantagens e desvantagens de investir na inteligência coletiva em projetos com objetivos
sociais?

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 159 02/03/2021 15:50


160 CADERNO DO ALUNO

4.2. Se você fosse se voluntariar em algum projeto, no que você acha que poderia contribuir?

4.3. Quais outros projetos que você conhece que valorizam a inteligência coletiva? Qual a finalidade
deles?

** Chegou até aqui com todas as atividades realizadas? Parabéns, você ganha 1 TecCoin!

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
NÓS NO UNIVERSO3

Olá, vamos usar a criatividade para refletir sobre o universo e nossa representação,
explorando materiais e ferramentas na criação de uma nave espacial que carregará a
nossa identidade ao espaço.

ATIVIDADE 1 – CÁPSULA DA HUMANIDADE


Quais são as pegadas que nossa civilização deixou e
deixará ao longo do tempo? Neste pequeno planeta que cha-
mamos de Terra, será que ainda há lugares inexplorados? O
que há além do espaço sideral? Será que há outras civiliza-
ções galácticas?
Se você tivesse a oportunidade de enviar ao espaço um
pouco de você, o que enviaria e como faria isso? Nesta ativi-
dade vamos explorar essas ideias e juntos construir enge-
nhocas e propostas a serem lançadas ao espaço.

Fonte: Commons wikimedia.

3 Atividade desenhada pela Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa


Autoria: Ellen Regina Romero Barbosa
Apoio Criativo: Eduardo Bento Pereira, Gislaine Batista Munhoz e Thaís Eastwood
Ideação e revisão: Leo Burd e Carolina Rodeghiero
Para saber mais sobre esta atividade, visite aprendizagemcriativa.org

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Tecnologia E Inovação 161

Materiais
Veja sugestões de materiais e ferramentas que você pode utilizar nesta atividade

Itens de papelaria: Materiais reutilizáveis :

• Papéis • Garrafas PET; pote de iogurte; cone


• Tesoura de costura; caixa de pasta dental e/
• Lápis preto e de cor ou de leite; bandeja de isopor; rede
• Borracha espuma polietileno (protetora de
• Canetas hidrográficas frutas); rolinhos de papel; tampinhas;
lacres de latinhas; latinhas; CDs
• Cola: bastão ou líquida
antigos, pregadores, papelão, sacos
• Cola quente
de salgadinho etc.
• Barbante e elásticos
• Fita adesiva
• Papel alumínio e palitos
• LED • Sucata eletrônica: placas de circuito
• Bateria 1.5v e pilhas eletrônico; teclados estragados etc.

1.1. Antes de começarmos, escolha colegas para realizarem a atividade com você. A atividade é em
equipe, mas todos são convidados a registrar seu processo de criação individualmente. Bora lá?!

Anote o nome dos integrantes do seu grupo:

IMAGINE!

1.2. Observe questionamentos sobre o Universo que estão presentes SCI-FI: termo
em nossa civilização: abreviado do inglês
• De onde viemos?
(Science Fiction)
• Para onde vamos?
• Há outras formas de vida fora da Terra? para ficção científica.

Como você responderia essas questões?

1.3. Nos livros de História, Filosofia e Ciências, observamos esses questionamentos em diferentes
momentos da vida terráquea. Em busca de respostas, construímos várias invenções tanto no
mundo real como no nosso fantástico universo dos filmes de sci-fi.

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162 CADERNO DO ALUNO

Considere com seus colegas algumas questões:

Você já viu
Como seria a sua Quais acessórios O que pode
naves espaciais em
nave espacial não podem faltar representar você
filmes/séries ou
(incluindo o foguete)? na viagem? na nave espacial?
pessoalmente?

Que tipo de Energia


Que nome teria Qual superpoder Sua nave é tripulável
ela usará durante a
a sua nave? a sua nave teria? ou não tripulável?
viagem espacial?

Use o espaço abaixo para registrar suas ideias e reflexões, em forma de palavras ou desenhos,
sobre sua espaçonave. Se tiver algum filme ou série que você lembrou ou tem como inspiração, lembre
de colocar aqui também:

Imaginando minha nave espacial

Ideias iniciais:

Inspirações Cores que gostaria de usar no projeto:


(filmes, séries ou coisas de que gosto):

** Pensou em sua nave espacial? Parabéns, você ganha 1 TecCoin!

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Tecnologia E Inovação 163

CURIOSIDADE!

Fonte: Foto: Disco de ouro da Voyager. c.c.Nasa4

Em 1977, a NASA enviou ao espaço duas sondas, a Voyager 1 e 2, com a missão de explorar o
espaço sideral em uma viagem aos limites do sistema solar e recebeu o nome de Missão Interestelar
Voyager (VIM – Voyager Interstellar Mission). Ainda hoje, as sondas enviam diariamente informações
científicas do espaço para a Terra.
Além das buscas por informações espaciais, as espaçonaves Voyager 1 e 2 carregam um disco de
cobre folheado a ouro que compilam diversos sons e imagens selecionados da Terra e informações
de nossa civilização, contendo saudações em 55 línguas diferentes, sons de animais e da natureza,
além de músicas de diferentes épocas e culturas. São, assim, verdadeiras cápsulas do tempo de
nossa civilização terráquea no espaço sideral.
Provavelmente eles pensaram: "Vamos enviar algo em uma viagem espacial 'infinita', então por que
não mandar informações nossas, coisas de que gostamos e que nos representam, não é mesmo?
Quem sabe um dia elas sejam interceptadas por civilizações galácticas (extraterrestres)!" Você pode
acompanhar o deslocamento das Voyager ao vivo e conhecer mais detalhes, fatos e informações
da Missão Interestelar Voyager pelo site oficial da NASA:

Disponível em: https://voyager.jpl.nasa.gov/. Acesso em: 15 out. 2020.

CRIE!

1.4. Pensando sobre suas reflexões anteriores, que tal explorar os materiais e ferramentas disponíveis
em sua sala de aula para começar a criar sua própria cápsula do tempo espacial? Crie uma es-
paçonave que possa traduzir a sua personalidade, gostos, sonhos e paixões. Ela pode
ser para o uso no nosso mundo real ou para uma história de sci-fi. Registre suas ideias:

4 Disponível em: https://voyager.jpl.nasa.gov/assets/images/golden-record/record-diagram.jpg. Acesso em: 15 out. 2020.

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164 CADERNO DO ALUNO

Para inspirar!

Veja algumas ideias que parecem loucura, mas que fariam muito sucesso no espaço ou nas telinhas:

Fonte: Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa. Fonte: Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa.

NaveEggGirolex, com sistema de gravidade artificial e Desenhando por um designer apaixonado pelo mundo
energia solar. Seu designer criador gosta muito de ovos, automobilístico, inspirado nos melhores caminhões
então, se fosse preciso sobreviver no espaço tendo apenas terráqueos, temos o Freteláxia: um supercaminhão
ovos nas refeições, ele com certeza teria mil e uma formas espacial, responsável por transportar as obras de arte mais
de preparar receitas incríveis para toda a tripulação. importantes do planeta Terra, para as estações espaciais.

isibleStar
Esta espaçonave da invisibilidade com nanotecnologia cria uma grande camuflagem visual,
usando três tecnologias: lentes fresnel, microcâmeras e microtelas.
As imagens capturadas são projetadas nas telas que estão a 180º das câmeras.
As imagens capturadas pelas câmeras frontais são projetadas nas telas traseiras e vice-versa.
Projetada por uma amante do mundo de sci-fi para o mundo real, se preparar para possíveis
invasões alienígenas ou uma guerra terráquea.

Permita sua mente sonhar e criar, pois ao fazer isso podemos transformar o que era inimaginável
em realidade.

Bora Criar?!

1.5. Crie seu projeto! Se preferir, use o espaço abaixo para rascunhar ideias antes de tentar começar
a construir com os materiais disponíveis. Você pode fazer esse momento individualmente ou com
seu grupo. Lembre-se de que o registro é individual e você pode começar antes ou durante o
processo de criação na prática do seu projeto espacial.

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Tecnologia E Inovação 165

FICHA DE CRIAÇÃO

Nome da espaçonave Rascunhe o seu projeto aqui:

Cores:
Principais características:
Funcionalidades:
Nave idealizada para o:
mundo real ( ) mundo do sci-fi ( )
Este veículo é:
não tripulável ( ) tripulável ( )
Inspirações:
Que aspectos importantes para você estão representados
na sua nave?
De quais materiais e ferramentas você precisa para
construir seu protótipo espacial?

Designer(s):

Lembre-se: você é um designer! Se o projeto foi codesenhado, inclua os nomes de seus colegas!

Dicas

• Explore livremente diferentes materiais e ferramentas!


• Se estiver com dificuldade, converse com seus colegas sobre suas ideias. Talvez vocês te-
nham propostas que se complementam e podem criar algo juntos;
• Não se preocupe em ter o projeto finalizado; você pode seguir sempre aprimorando seu tra-
balho fora da sala de aula;
• Pense em coisas de que você gosta: filmes, séries, animações ou youtubers que você já viu
– eles podem servir de inspiração para você!

COMECE A COMPARTILHAR!

1.6. Vamos seguir trabalhando no projeto e realizar uma exposição espacial das criações da turma,
por isso é importante pensarmos em algumas questões. Então, aproveite para observar e conver-
sar sobre o seu projeto e os dos colegas.

Quanto O que falta O que você Como você imagina


do seu projeto para deixar gostaria de seu projeto
você conseguiu o projeto como compartilhar na exposição da
fazer hoje? você imaginou? com a turma? próxima aula?

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166 CADERNO DO ALUNO

Use este espaço para registrar novas ideias e reflexões!

IMPORTANTE: não esqueça de organizar seus materiais e identificar suas construções


para poder trabalhar com elas na próxima aula. Você pode criar sua etiqueta de identifica-
ção como na sugestão abaixo para colocar no seu projeto.

Nome da Criação: Data da criação desta versão: / /

Materiais usados:

Designer(s):

Professor(a): Série: Turma: Período:

Escola:

Curtiu o que você e seus colegas criaram? Quer conhecer as criações de outros estudantes?

Compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #TecInovasp e #BoraCriar


Se durante a semana você tiver algumas ideias para melhorar seu projeto até a próxima aula,
registre aqui:

Você já imaginou quanta tecnologia foi e ainda é produzida durante a construção de espaçonaves
e foguetes? Quantas trouxeram contribuições positivas e/ou negativas para nós terráqueos? Se ficou
curioso, que tal pesquisar mais e compartilhar com a turma na próxima aula?

VOCÊ SABIA?

Que muitas engenhocas e invenções pensada para os mundos de sci-fi dos cinemas, hoje
estão disponíveis no mundo real?
Saiba que você pode transitar entre o imaginar, criar e compartilhar o quanto quiser!
Continue usando a sua criatividade para explorar novas galáxias!

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Tecnologia E Inovação 167

ATIVIDADE 2 – NOSSA IDENTIDADE VAI AO ESPAÇO


Nuvem de ideias

Em nossa última aula, começamos a imaginar e a criar nossa idealização de espaçonave, organi-
zamos as principais ideias, rascunhos e quem sabe até construímos os primeiros protótipos. Hoje,
vamos apresentar todas nossas criações em forma de exposição.

2.1. M
 as, antes de finalizarmos nossos projetos e compartilhar com os colegas, você e sua turma
podem deixar uma palavra no mural criado pelo(a) professor(a). Essa palavra pode representar:
• Algo que você gostou de fazer na aula passada;
• Uma coisa que você imaginou, aprendeu, descobriu;
• Um filme, revista em quadrinhos ou série que te inspirou.

Tudo é bem-vindo em nossa Nuvem de Ideias!

CONTINUE A CRIAR!
Vamos continuar criando a nossa espaçonave? Você dará continuidade ao projeto iniciado na
aula passada, incrementando com novas ideias que surgiram desde o último encontro. Pode realizar
os acabamentos que considerar importantes, finalizá-lo e prepará-lo para compartilhar com seus cole-
gas na exposição!
• Você pode seguir trabalhando no seu projeto ou conectá-lo ao de algum colega, criando uma
construção maior e com mais possibilidades de interação;
• Caso algum colega seu tenha faltado na aula anterior ou esteja com o projeto incompleto,
aproveite esse momento para ajudá-lo;
• Você pode também pensar em como gostaria de expor seu projeto, ou ainda preparar uma
história para sua espaçonave.

Se preferir, use este espaço para rascunhar novas ideias! Bora criar?

COMPARTILHE!

É hora de compartilhar sua nova criação com a turma e conhecer o que seus colegas criaram! Não se
preocupe se você ainda não terminou o seu projeto, pois a intenção é que você compartilhe o que criou até
o momento e o que pretende fazer adiante, além das dificuldades e descobertas vivenciadas nesse percur-
so. Uma forma de iniciar o compartilhamento é criar uma ficha de apresentação, como o exemplo a seguir:

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168 CADERNO DO ALUNO

Nome da espaçonave:

Motivação/inspiração:

Materiais e ferramentas utilizadas:

Ideia do projeto:

Designer(s):

Sua palavra da Nuvem de Ideias:

Data desta versão: ____/____/____

Durante esta etapa, compartilhe com seus colegas e com o(a) professor(a) como foi o seu pro-
cesso de design e como você conectou suas ideias a esse projeto:

O que vocês criaram e A motivação para o design A perspectiva de seguir


o processo de criação: do projeto espacial: desenvolvendo seu projeto:

Que tipo de espaçonave foi O que motivou a escolha/criação O que não saiu como você
criada, quais foram os materiais do designer da espaçonave? esperava ou imaginava?
utilizados e quais foram as
Quais elementos representam O que você faria diferente se
etapas da criação?
você e/ou seus colegas (sonhos, tivesse mais tempo ou outros
Sua ideia é para o mundo real paixões, gostos)? materiais disponíveis?
ou para o mundo de ficção
Quais funcionalidades você
científica?
pensou que seriam úteis em uma
viagem espacial?

Explore também o que seus colegas criaram!

Novas ideias e interesses Projetos que você quer Ideias para


em comum conhecer melhor os seus colegas
O que chamou sua atenção nos Se pudesse seguir trabalhando Abaixo temos algumas dicas de
projetos dos colegas? com a sua turma em novos como você pode dar feedbacks
projetos espaciais, o que produtivos e ajudar os seus
gostaria de fazer? colegas.

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Tecnologia E Inovação 169

Exemplo de como dar feedbacks produtivos ao projeto dos colegas

1º – Busque chamar o projeto do colega pelo título que ele usou;


2º – Comece sempre contando as coisas que mais curtiu no projeto do colega:
 Eu gostei que você fez…
3º – Dê sugestões que podem ajudá-lo a melhorar o projeto. Pode ser um material diferente a ser usado
na criação, algo que você acha que combina com o projeto, ou a sugestão de como você resolveu
ou resolveria o problema que ele encontrou na criação. Você pode começar falando assim:
 Acho que seu projeto ficaria bem legal se você explorasse mais…
 O projeto poderia se conectar com o projeto… que o colega… criou, pois…
 Para solucionar o seu problema, acho que podemos fazer…
4º – P ergunte se ele precisa de alguma ajuda e compartilhe ideias que você teve ao conhecer o
projeto dele.
5º – Evite impor suas "certezas". Lembre-se de ser gentil ao apresentar suas sugestões.

Lembre-se: aqui estamos todos aprendendo juntos; nossa sala de aula é um estúdio de
criação que incentiva ideias novas e a criatividade! Cada projeto e colega tem sua própria
identidade e respeitamos isso. Seja sincero, mas sempre gentil!

Encontrou interesses em comum com seus colegas? Descobriu algo novo, ou teve uma ideia
nova durante o compartilhamento? Algum projeto, ideia ou protótipo que um colega compartilhou des-
pertou a sua curiosidade, ou você acha que combina com o seu? Depois de conhecer os projetos da
turma, você ficou com vontade de contribuir com algum outro projeto?
Se quiser, use os últimos minutos da aula para refletir e registrar suas opiniões e ideias neste
quadro.

** Esse é o momento de ganhar mais 1 TecCoin!

Você sabia?

 primeira missão espacial tripulada da história foi realizada pelos soviéticos? A missão foi
A
nomeada de Vostok I e foi lançada ao espaço em 12 de abril de 1961, levando o cosmonau-
ta e piloto da Força Aérea Soviética Yuri Gagarin. Na época, ele tinha 27 anos, aproximada-
mente 1,58 m de altura e pesava 69kg. Seu voo espacial ao redor da Terra durou 108 minutos
e abriu as portas para um grande progresso científico e tecnológico. Sua frase ao ver a Terra
do espaço ainda hoje está registrada na história: "A terra é azul!".
Fonte: https://www.ebiografia.com/iuri_gagarin/. Acesso em: 26 out. 2020.

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170 CADERNO DO ALUNO

 xiste uma olimpíada inteiramente experimental que consiste em construir e lançar foguetes
E
o mais distante possível. Esta olimpíada ocorre todos os anos e recebe o nome de Mostra
Brasileira de Foguetes (MOBFOG). É um evento aberto à participação de escolas públicas ou
privadas, urbanas ou rurais, previamente cadastradas no site da OBA (Olimpíada Brasileira de
Astronomia e Astronáutica). No evento, os foguetes e as bases de lançamento devem ser
construídos por estudantes individualmente ou em equipes de até três pessoas.
Para mais informações, você pode acessar: http://www.oba.org.br.

 planeta Marte é uma das grandes apostas dos últimos tempos – virou uma das metas es-
O
paciais enviar uma nave tripulada ao planeta vermelho. Atualmente, a Nasa mantém a lideran-
ça na exploração robótica do planeta com a missão InSight Mars Lander e Curiosity Rover.
Entretanto, em julho de 2020 os Emirados Árabes Unidos e a China entraram nessa disputa
exploratória e enviaram suas primeiras naves de exploração robótica a Marte, semanas antes
do lançamento da missão Perseverance Rover da Nasa. Todos vão em busca de sinais de
vida microbiana ancestral, caracterizar o clima, a geologia do planeta e coletar informações
para colaborar com a preparação da futura viagem tripulada. Em sci-fi essa realidade já exis-
te, mas há quem diga que será possível no mundo real já na próxima década. Seremos nós
a geração a presenciar a nova corrida espacial?
Para saber mais acesse: https://www.nasa.gov/topics/humans-in-space

Lembre-se:

 Que você pode transitar entre o imaginar, criar e compartilhar o quanto quiser! Além disso,
você pode construir e reconstruir o seu projeto a qualquer momento, seja sozinho, em família
ou com um colega de classe. Quem sabe até fazer uma versão com pequenos voos;
 Permita à sua mente sonhar e criar! Coisas que um dia eram apenas da ficção científica, hoje
estão presentes e auxiliam nosso dia a dia na sociedade;
 Já imaginou você e seus colegas testando essas criações em lançamentos de foguetes de
pressão ou vinagre com bicarbonato? Conversem com seus professores de Ciências (Física
e Química) e Matemática, pois eles podem ajudá-los a tornar isso possível.

Curtiu o que você e seus colegas criaram? Quer conhecer as criações de outros colegas?
Compartilhe nas redes sociais usando as hashtags #TecInovaSP e #BoraCriar
Continue usando a sua criatividade para explorar novas galáxias! :)

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
APLICAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO NO COTIDIANO

A programação está presente em muitas ações do nosso dia, porém muitas vezes já
está tão incorporada que nem nos damos conta da sua presença. Vamos estudar
sobre a programação, e você irá perceber que será possível ampliar para a organiza-
ção do pensamento computacional, que se apresenta em quatro pilares: decomposi-
ção, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmo.

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Tecnologia E Inovação 171

ATIVIDADE 1 – PROGRAMAÇÃO NO DIA A DIA


1.1. Topa um desafio? Você já plantou uma árvore? Organize detalhadamente os passos para plantar
uma árvore:

Imagem: Wannapik Studios5

1.2. C
 ompartilhe com seus colegas sua organização. A seguir, descubra se existe um padrão para a
ação de plantar uma árvore.

1.3. P
 rogramar um computador, um celular ou até mesmo um robô é como criar uma receita de um
bolo, com passos e ações em uma sequência lógica. Converter uma linguagem usual para uma
linguagem de programação.

Como você programaria os comandos para um robô executar a ação "plantar uma árvore"?

** Conseguir realizar a programação? Parabéns 1 TecCoin!

Você já ouviu falar em algoritmos? Sabe para o que eles servem?


Então, "algoritmos são conjuntos de passos finitos e organizados que, quando executados,
resolvem um determinado problema”. Em outras palavras, algoritmos são a receita do bolo
para a programação.

5 Imagem com licença aberta, sem uso comercial. Criado por Wannapik Studios. Disponível em https://www.wannapik.com/vectors/71541. Acesso
em: 18 set. 2020.

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172 CADERNO DO ALUNO

1.4. A
 gora, utilizaremos os AlgoCards. Você poderá criá-los, em cartolina, ou ilustrá-los no seu cader-
no. Veja como são os AlgoCards6.

Fonte: Fundação Telefônica

Funcionalidades dos AlgoCards:

CARTA ILUSTRAÇÃO DESCRIÇÃO


O robô dá um passo ou anda uma
casa para a frente, na direção à qual
está apontando.

O robô dá um passo ou anda uma


casa para trás, na direção contrária
à qual está apontando.

O robô muda a direção em seu eixo


para a direita, em 90º.

O robô muda a direção em seu eixo


para a esquerda, 90º.

6 BRACKMANN, Christian Puhlmann. Pensamento Computacional Brasil. 2020. Disponível em: http://www.computacional.com.br/. Acesso em: 1 set. 2020.
CC BY-NC-SA 4.0

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Tecnologia E Inovação 173

O robô dá um passo lateral ou anda


uma casa à direita, sem alterar o
sentido ao qual está apontando.

O robô dá um passo lateral ou anda


uma casa à esquerda, sem alterar o
sentido ao qual está apontando.

O robô muda para a direção oposta


em seu eixo, girando 180º no
sentido horário.

Pode ser utilizado de maneira


versátil, pois exerce funções
variadas. A ação pode variar
conforme a atividade trabalhada.
Na figura ao lado, foram
exemplificadas as situações de saltar
e bater palmas, porém este card
compreende outras ações, como
abaixar, bater com um pé no chão,
dar um grito etc.

Fonte: Fundação Telefônica

1.5. FUNCIONAMENTO DAS CARTAS ESPECIAIS

Carta Parênteses: deve ser utilizada Carta Repita: a instrução posicionada


para agrupar um conjunto de cartas. O após o Repita será executada a
agrupamento deve sempre ser sinalizado quantidade de vezes que é informada
com um parêntese no início e outro no final. no sinal de multiplicação ("X").

Fonte: Fundação Telefônica

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174 CADERNO DO ALUNO

Escreva os movimentos indicados pelas instruções a seguir:


a) b)

Solução: Solução:

Fonte: Fundação Telefônica

1.6. Criando um quadrado

 eja como criar um algoritmo para que um robô forme um quadrado da direita para a esquerda.
V
Você poderá brincar com um familiar ou um amigo.
Veja o algoritmo da direita para a esquerda.

Fonte: Fundação Telefônica

Agora crie um algoritmo para a sequência inversa, da esquerda para a direita.

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Tecnologia E Inovação 175

1.7. H
 ora de diversão. Agora é a hora de se divertir! Como seria ir de um ponto a outro no pátio
da escola?
Determine o local em que deseja que o robô se mova e escreva o algoritmo. Lembre-se de que
você pode desenhar.

Local para onde irá o robô:

Algoritmo

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
LINGUAGEM DO COMPUTADOR

Olá! Além dos comandos, o computador precisa entender o que deve ser realizado.
Você já parou para se perguntar sobre como o computador consegue armazenar e
exibir informações? O computador, na verdade, transforma todas as informações que
inserimos nele em apenas dois números: zero e um. Pode acreditar, o computador se
comunica com a gente por meio de uma linguagem matemática binária. Tudo para ele
ou é zero ou um. Mas você deve estar se perguntando: como números, letras, palavras,
imagens e sons podem ser convertidos em zeros e uns? Bem, para responder a essa
pergunta nós precisamos aprender sobre os números binários e nada melhor do que
realizarmos uma atividade prática.

ATIVIDADE 1 – CONVERSÃO: NÚMEROS DECIMAIS EM NÚMEROS BINÁRIOS


Nessa atividade usaremos seis cartões. Recorte seis retângulos de papel sulfite (5 × 8 cm)
e disponha-os em sua carteira como o modelo a seguir:

5CM

8CM

Imagem: SPFE_Tecnologia e Inovação_2020.

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176 CADERNO DO ALUNO

Sempre que a face do cartão que exibe os pontos estiver virada para baixo, o número binário
associado ao cartão será o zero (0). Por outro lado, sempre que a face do cartão mostrar os pontos, o
número binário associado ao cartão será o um (1). Veja o exemplo:

Imagem: SPFE_Tecnologia e Inovação_2020

Veja agora um exemplo de como o número decimal 5 será escrito em linguagem binária:

O que o
O que você vê:
5
computador vê: NÚMERO DECIMAL
NÚMERO BINÁRIO

Imagem: SPFE_Tecnologia e Inovação_2020

1.1. A
 gora é sua vez. Com o uso dos cartões e lendo no sentido da direita para a esquerda, converta
em linguagem binária os números decimais abaixo:

a) 01: __ __ __ __ __ __ f) 10: __ __ __ __ __ __
b) 60: __ __ __ __ __ __ g) 20: __ __ __ __ __ __
c) 11: __ __ __ __ __ __ h) 33: __ __ __ __ __ __
d) 31: __ __ __ __ __ __ i) 57: __ __ __ __ __ __
e) 08: __ __ __ __ __ __ j) 09: __ __ __ __ __ __

ATIVIDADE 2 – CONTAGEM EM LINGUAGEM BINÁRIA


2.1. Agora vamos fazer o inverso: descubra o número decimal dos números binários abaixo. Lembre-se
de usar os cartões como guia e sempre começando a soma da direita para a esquerda. Veja o
exemplo.

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Tecnologia E Inovação 177

a) 0 0 1 1 0 1 : _______ f) 1 0 0 0 0 1 : ________
b) 0 0 1 1 1 1 : _______ g) 0 0 0 1 1 1 : ________
c) 1 0 1 1 0 1 : _______ h) 0 0 1 1 0 0 : ________
d) 0 1 1 1 0 1 : _______ i) 1 1 0 0 1 1 : ________
e) 0 0 0 0 0 1 : _______ j) 0 0 0 0 1 1 : ________

2.2. Decifre o enigma binário: Renato recebeu a seguinte mensagem:

Imagem: SPFE_Tecnologia e Inovação_2020.

Usando os cartões binários construídos por você juntamente com a tabela de conversão, decifre a
mensagem secreta escondida no prédio e a escreva no espaço a seguir.
Dica: cada andar representa uma letra.

MENSAGEM DECODIFICADA

Parabéns! Mais 1 TecCoin para sua coleção.

Parabéns! Você finalizou essa etapa dos estudos, acesse o link a seguir para avaliar esse
material e sua trajetória de aprendizagem. Sua opinião será muito importante para
aprimorarmos esse material. https://forms.gle/YsNSDiJTkhkd8Urh8

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178 CADERNO DO ALUNO

ANEXO 1 – TECCOIN

Especialista
Master

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Projeto De Vida 179

PROJETO DE VIDA
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 11
ÁRVORE GENEALÓGICA
Competências socioemocionais em foco: Empatia, Assertividade, Foco,
Curiosidade para aprender, Organização e Imaginação criativa

Nas aulas a seguir, você fará leituras de diversos textos que tratam do contexto e da história da
educação no Brasil, com foco no acesso ao ensino e à importância da educação para a vida. Além
disso, irá compreender melhor o conceito de árvores genealógicas, construindo algumas delas para
representar a história das vivências educacionais dos seus familiares ou mesmo de amigos, colegas e
professores. O objetivo desta atividade é possibilitar reflexões acerca das vivências escolares das pes-
soas do seu convívio e relacioná-las com o contexto atual da educação no Brasil. Assim, será possível
perceber a conexão entre o término dos Anos Finais e o seu ingresso ao Ensino Médio.
ATIVIDADE 1 - Nesta atividade, seu(sua) professor(a) apresentará os conteúdos que serão
estudados no bimestre. Você e seus colegas terão a oportunidade de se expressarem
livremente, expondo suas opiniões, questionamentos e expectativas sobre o término do Ensino
Fundamental e a chegada ao Ensino Médio.
ATIVIDADE 2 - A seguir, toda a turma irá pesquisar a história da educação no Brasil e do Ensino Médio,
por meio de material confiável, seja digital ou impresso, como sites de educação e livros que o(a) próprio(a)
professor(a) poderá indicar. A seguir, há sugestões de alguns termos de busca que podem auxiliar na sua
pesquisa e orientar a sua compreensão acerca do tema proposto nesta aula:
Juventude e Ensino Médio; Desafios do Ensino Médio no Brasil; Ensino Médio e os índices da educação
básica; Importância da educação para a vida das pessoas; Ensino Médio e o Mundo do Trabalho.
ATIVIDADE 3 - Na atividade de hoje, você e seus colegas se organizarão para uma roda de conversa e
um dos membros da equipe, definido pelo grupo, apresentará as respostas que foram construídas a
partir do roteiro de leitura (materiais multimídias). Assim, terão a oportunidade de identificar ideias comuns
nascidas da pesquisa feita acerca da história da Educação no Brasil e do Ensino Médio. Não se
esqueçam de relacionar este assunto com o mundo do trabalho.
ATIVIDADE 4 - Você já ouviu falar em árvore genealógica?
Converse com seu(sua) professor(a) e colegas sobre este assunto. Depois, em seu Diário de Prática e
Vivências, escreva ou desenhe algo que represente tal conceito.
ATIVIDADE 5 - Em grupos ou em roda de conversa, troquem os Diários entre si para comparar o que
escreveram ou desenharam, a fim de somarem esse aprendizado. Depois, confiram com o(a) seu(sua)
professor(a) se a sua definição de árvore genealógica e a dos seus colegas estão próximos do real.

1 Na apresentação das Situações de Aprendizagem desse caderno utilizamos a Ilustração: GERMANO. Elaborado especialmente para o Material de Projeto de Vida

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180 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 6 - Nesta atividade, o(a) seu(sua) professor(a) apresentará à turma alguns exemplos de
árvores genealógicas. Você perceberá a diversidade que há desde as mais simples às mais complexas
(nas quais são utilizados legendas, símbolos e traçados diversos). A partir dessa apresentação, volte
ao seu Diário de Práticas e Vivências e compare com a sua definição. Por meio desse exercício, você
pode avaliar o quanto sabe a respeito do conceito de árvore genealógica. O que escreveu descreve
estas árvores apresentadas pelo(a) professor(a)?

ATIVIDADE 7 - Nessa atividade, você construirá uma árvore genealógica com as pessoas com quem
convive (familiares, amigos ou funcionários da escola). Porém, esta será uma árvore genealógica
diferente, pois nela você não registrará os indivíduos e seus laços familiares e, sim, a trajetória de
estudos e de vivências educacionais e de trabalho daqueles representados nela. Para facilitar esse
início de tarefa, segue alguns pontos para se pensar:

1. Quais das pessoas representadas na sua árvore puderam estudar?


2. Até que série essas pessoas cursaram?
3. Como eram as escolas e as etapas de ensino no tempo em que foram estudantes?
4. Como os estudos influenciaram a vida de seus familiares, com relação a seus trabalhos e profissões?

Esta atividade terá início na sala de aula, mas você dará continuidade a ela em casa. Você poderá
ampliar também o repertório de questões para enriquecer a sua árvore genealógica e assim, ela ficará
mais completa.

ATIVIDADE 8 - Agora, a turma formará grupos para compartilhar as informações coletadas nas
atividades anteriores. Assim, para que atividade fique mais dinâmica e real, traga objetos que
possa utilizar para construir sua árvore genealógica, como fotos ou xérox de fotos, lembranças e
roupas/uniformes de escola que simbolizem as vivências escolares das pessoas representadas na
sua árvore genealógica.

Falar sobre as pessoas do nosso convívio não é fácil para todo mundo. Você já parou para pensar
em como seus colegas se sentem ao falar nesse assunto? Esta é uma grande oportunidade para
exercitar a empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro. Que tal colocar em prática algumas
atitudes para ouvir e acolher seu(sua) colega?
1. Mantenha contato visual e dedique toda a sua atenção ao(a) colega que está falando. Lembre-
se, pode ser que seja muito difícil para ele(a) falar neste assunto. Mostre que você se interessa.
2. Mantenha a mente aberta. Pode ser que o(a) seu(sua) colega tenha tido experiências muito
diferentes das suas. Aproveite para apreciar a diversidade humana e não julgue ou tire
conclusões precipitadas.
3. Não interrompa! Você pode e deve fazer perguntas para se certificar de que está entendendo,
mas somente quando o(a) colega fizer uma pausa.
4. Tente se imaginar no lugar do(a) seu(sua) colega. Isso ajuda a compreender melhor toda
a situação.
Não se esqueça de anotar no seu Diário de Práticas e Vivências como foi essa experiência. Você
também pode exercitar essas atitudes em outros contextos e com outras pessoas.

ATIVIDADE 9 - Mão na Massa:


Hora de cruzar as informações levantadas na pesquisa sobre contexto da educação e na construção
da árvore genealógica. Depois de encerrada a atividade, escreva no Diário de Práticas e Vivências um

00_49734018_SPFE 9 ano EF V2 MIOLO.indb 180 02/03/2021 15:50


Projeto De Vida 181

texto contando como foi para você realizar este exercício. Para ajudá-lo(a) a compor este texto, seguem
algumas questões para nortear o seu trabalho:

1. A atividade contribuiu para que você conhecesse mais sobre o contexto da educação no Brasil?
Como?
2. Foi possível estabelecer uma relação entre o contexto do país e as histórias e vivências das pes-
soas de seu convívio? Por quê?
3. É possível perceber diferenças entre o modo como cada uma das gerações vivenciou o período
escolar? Quais são elas?
4. Como você avalia a construção da sua árvore genealógica?
5. O que foi mais interessante e o que foi mais desafiador durante a realização da atividade?
6. Como foi ouvir e contar a história das árvores genealógicas para os colegas? Como você se sen-
tiu? Você encontrou colegas com uma história parecida com a sua?

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
A CHEGADA AO ENSINO MÉDIO
Competências socioemocionais em foco: Iniciativa social, assertividade,
curiosidade para aprender, foco e organização

ATIVIDADE 1 – MAPEAMENTO DAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO


Nesta atividade, seu(sua) professor(a) mostrará à turma a nova trajetória de estudos para o próxi-
mo ano. Ouça com atenção e faça anotações em seu Diário de Práticas e Vivências para não perder
as informações das atividades que serão temas na sua transição para essa nova etapa de ensino.
Para investigar quais são as escolas de Ensino Médio na sua região e em outras regiões da cida-
de, peça a ajuda do(a) seu(sua) professor(a). É interessante saber, também, quais delas oferecem a
modalidade técnico e a modalidade profissionalizante e saber a diferença entre elas.
Para ajudar a sua pesquisa, responda a algumas perguntas no seu Diário de Prática e Vivências:
Quais as escolas estão mais próximas do local onde você estuda?; Você reconhece algumas
dessas escolas? Quais?; O que sabe sobre elas?; Você já passou perto de alguma ao andar pelo bair-
ro ou pela cidade? Você já ouviu falar ou conhece amigos que estudam ou já estudaram em tais esco-
las?; Se a sua escola tem Ensino Médio, você pretende continuar estudando nesta unidade? Por quê?

ATIVIDADE 2 – PESQUISA SOBRE AS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO


E O ENSINO MÉDIO NO BRASIL
Para a realização desta atividade, você e seus colegas de classe formarão grupos de estudos
para pesquisar sobre o funcionamento do Ensino Médio no Brasil. Para isso, poderão escolher algu-
mas escolas mencionadas na atividade anterior ou mesmo outras das quais nunca ouviram falar.
Essa busca poderá ser feita na internet, no laboratório de informática ou na sala de aula com a
utilização do celular. O grupo poderá contatar pessoas do seu convívio, amigos e conhecidos que es-
tudam ou já estudaram nessas instituições para colher dados e informações interessantes.

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182 CADERNO DO ALUNO

Vale lembrar que fazer registros em seu Diário de Práticas e Vivências é sempre importante para
o compartilhamento de informações com o seu grupo, além de auxiliar na realização das discussões.
A organização dos seminários sobre “As escolas de Ensino Médio no Brasil” sobre a qual seu(sua)
professor(a) já falou, requer cuidado, planejamento, dedicação e criatividade.

Que tal algumas dicas para você e seu grupo fazerem uma apresentação bem legal?
Primeiro, é importante que todos do grupo saibam o que vão dizer, para que todos possam se
preparar. Então, dividam bem os momentos de fala de cada um.
Apesar de dividir quem vai falar o quê, é importante que todos do grupo saibam o conteúdo da
apresentação. Já pensou se o seu colega tiver um “branco” ou ficar doente no dia da apresentação?
Uma das vantagens dos trabalhos em grupo é que vocês podem praticar juntos, com um integrante
ajudando o outro a melhorar. Aproveite para ensaiar antes da apresentação.
E, por fim, lembre-se de garantir que o tempo de apresentação dado pelo(a) seu(sua) professor(a)
seja respeitado. Assim, todos poderão ter a sua vez de falar, sem prejuízos.
Uma dica com relação à utilização de recursos digitais ou impressos: Power Point para apresentação
de slides ou cartolinas coloridas com gravuras explicativas.

ATIVIDADE 3 – APRESENTAÇÃO DOS SEMINÁRIOS


As próximas aulas serão destinadas à apresentação das pesquisas. Preste atenção no tempo
determinado para a apresentação de cada grupo, pois o respeito ao tempo significa valorizar o seu
trabalho e o dos outros.

PARA SABER MAIS


A comunicação se desenvolve nas interações comunicativas: nos momentos de
expressar dúvidas e pontos de vista; na construção de argumentos; na habilidade
de saber iniciar, desenvolver e finalizar conversas; na capacidade de ouvir e falar
em público, de modo seguro e preparado.

ATIVIDADE 4 – AVALIAÇÃO DAS APRESENTAÇÕES E RETORNO


DO PROJETO DE VIDA
Chegou a hora de fazer uma devolutiva das apresentações. Você, seus colegas de classe e o(a)
seu(sua) professor(a) farão, juntos, um levantamento sobre os trabalhos apresentados nos seminários,
pensando quais foram os pontos positivos e os pontos que podem ser melhorados pela turma.
Reúnam-se numa roda de conversa para discutir esses pontos. Reflitam sobre a sua real contri-
buição para a realização desta tarefa
Revisite o seu Projeto de Vida, estabelecendo caminhos e corrigindo rumos, retomando a escala
dos sonhos. O que você refletiu a partir do seminário?
Não esqueça de fazer os registros no seu Diário de Práticas e Vivências.

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Projeto De Vida 183

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
QUEM É QUEM NA REDE?
Competências socioemocionais em foco: Imaginação criativa, organização,
foco, iniciativa social e assertividade.

O que são digital influencers?


Porque ter um canal no YouTube, Instagram ou criar blogs?
Qual a finalidade de ter o desejo de influenciar as crenças ou opiniões de outras pessoas?

Você já parou para pensar ou já discutiu com alguém sobre as situações acima? Vamos fazer isso
agora?
Antes, leia os trechos que serão compartilhados pelo seu(sua) professor(a) para ajudá-lo(a) a or-
ganizar suas ideias e suas reflexões para, então, debatê-las com a turma.
Depois dos registros, seu(sua) professor(a) poderá convidar a classe para uma roda de conversa,
a fim de que todos possam apresentar as análises realizadas nos grupos.
Este momento será dedicada para você e sua turma pensarem sobre as produções de postagens
que poderão ser relacionadas à construção de quem é você nas redes sociais.
Para construir as postagens, planeje a elaboração do seu trabalho, atentando-se: às fontes de
pesquisa que vai usar; ao tempo para realizar a atividade; às discussões, reflexões e comentários rea-
lizados durante as conversas e leituras em aula.
Reflita com seus colegas a respeito das estratégias que utilizarão na produção das postagens. Utili-
zem os registros feitos no Diário de Práticas e Vivências como suporte ao desenvolvimento de ideias para
o seu trabalho. Você não precisará postar nas redes sociais. Reflita se você quer publicar a produção.
Com as postagens construídas, compartilhe-as com a classe. Cada grupo, um a um, apresenta-
rá sua postagem para que, juntos, façam uma breve análise delas.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
REPENSANDO MEUS SONHOS, PROPÓSITOS E AÇÕES
Competências socioemocionais em foco: Empatia, Autoconfiança, confiança e respeito

Este é o momento da aula no qual você terá a oportunidade de refletir sobre si, pensar e falar sobre
seus sonhos e expectativas. Ao falar sobre si, você ouvirá também sobre o outro e, assim, farão
trocas preciosas para o autoconhecimento. Essa troca é chamada de empatia.

ATIVIDADE 1 – MURAL DOS SONHOS


Agora, escolha um(a) colega e forme uma dupla. Aproveite este momento para conversarem so-
bre: a escola em que estudam; o que esperam dela; o que sentem estudando nela; o que querem para
o futuro; quais são as suas expectativas para o Ensino Médio.

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184 CADERNO DO ALUNO

Depois, você e seus colegas se organizarão para compartilhar suas ideias em uma folha de papel
sulfite ou em outro tipo de material. Vocês escreverão uma palavra ou farão um desenho sobre seus
sonhos e expectativas em relação à escola.

ATIVIDADE 2 – DESAFIO DA AUTOCONFIANÇA


Feitas as produções, coloquem-nas em um mural coletivo da classe. Observe, atentamente, to-
dos os sonhos do painel. Além do seu, escolha os três que mais o(a) interessam e escreva-nos em seu
Diário de Práticas e Vivências. Você pode repensar os sonhos que escreveu no início da atividade e
escolher outros se perceber que são mais importantes para você.
A seguir, faça uma roda com seus colegas, olhem atentamente para o painel e conversem sobre
as seguintes questões:
a) Entre nós, os sonhos são iguais ou parecidos?
b) Os sonhos de que falamos são fáceis ou difíceis de serem alcançados?
c) Quais metas você precisa traçar para ingressar no Ensino Médio?

Com base nas respostas a essas perguntas, realize uma autoavaliação. Reflita sobre o que você
já viveu e sobre suas metas futuras. Consulte seu Diário de Práticas e Vivências e observe suas anota-
ções. Agora, crie seu histórico de percurso e peça auxílio ao(à) professor(a) caso necessite. Faça no
Diário um resumo de suas vivências durante o Ensino Fundamental e aponte suas metas futuras.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5
DESAFIO DOS SUPERPODERES!
Competências socioemocionais em foco: complete em seu Diário de
Práticas e Vivências as duas competências socioemocionais
que a sua turma escolheu trabalhar coletivamente no último bimestre.

MISSÃO 5: ESTAMOS ACIONANDO NOSSOS “SUPERPODERES”?


No bimestre passado, você aceitou um desafio: refletir e buscar o desenvolvimento de competên-
cias socioemocionais que são importantes para a vida! Agora, é hora de parar para pensar como você
tem exercitado essas competências!
Para esse momento de reflexão e avaliação, faça uma pausa e procure se lembrar de seus pen-
samentos, sentimentos e ações nos últimos meses, em situações ocorridas tanto na escola quanto
fora dela. Abra seu Diário de Práticas e Vivências e releia o que você registrou.
HORA DE DAR ASAS À IMAGINAÇÃO!
Para registrar sua reflexão, faça um desenho em seu Diário de Prática e Vivências que simbolize
a sua relação com as duas competências socioemocionais que foram escolhidas por sua turma como
desafio de desenvolvimento para o ano.
Após essa reflexão individual, você vai seguir as orientações do(a) seu(sua) professor(a) para uma
conversa muito especial.
CONVERSA DE DEVOLUTIVA OU FEEDBACK
Você já conhece a palavra feedback (em inglês) ou devolutiva (em português)? Fique atento(a) às
orientações do(a) professor(a) sobre o que é isso e como é realizado.

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Projeto De Vida 185

DICAS ÚTEIS PARA A CONVERSA DE DEVOLUTIVA OU FEEDBACK

• Aproveite o exercício de feedback para praticar competências socioemocionais como o


respeito, a empatia e a assertividade. Caso você não entenda o que significa alguma dessas
competências, peça ao(à) professor(a) que explique seus significados e como podem ser
praticadas.
Exemplos de competências socioemocionais que você pode praticar nesta conversa:
Respeito – trate seu(sua) colega da mesma forma que gostaria de ser tratado(a), não usando
palavras que possam ofender.
Empatia – busque entender as necessidades e os sentimentos dos colegas, ser atencioso(a) e
trazer elementos na sua fala que possam apoiar o desenvolvimento deles(as).
Assertividade – converse com os(as) colegas abertamente sobre pontos que podem ser melhorados,
trazendo sugestões de como essa melhoria pode ser alcançada.
• Quando algo que o seu(sua) colega fizer lhe incomodar ou trouxer alegria, converse com ele ou
ela sobre o modo como aquilo foi feito ou o ato/ação em si. Isso melhora sua comunicação e
ajuda seu(sua) amigo(a) a se desenvolver.
Exemplo de conversa de devolutiva ou feedback:
Um estudante indicou em seu plano a seguinte ação para desenvolver a competência socioemocional
tolerância ao estresse: Quando eu ficar estressado por ter pouco tempo para terminar uma atividade,
vou observar como estou me sentindo, respirar fundo e organizar os sentimentos e pensamentos.
Assim, vou evitar perder mais tempo preocupado(a) sobre o que tenho que fazer, do que realmente
fazendo a tarefa.
Nesse exemplo o foco está em como a pessoa agiu quando teve pouco tempo para terminar uma
atividade. Ao dar o feedback você não deve dizer: “Nossa, você é muito estressado!”, mas sim
perguntar “Como você agiu nas últimas vezes que teve pouco tempo para realizar uma tarefa?”

•  Ofereça sugestões que possam ajudar seu(sua) colega a se desenvolver. Não julgue.
Quando você indicar algum ponto que precisa ser melhorado, faça uma sugestão de como seu
ou sua colega pode agir para desenvolver melhor determinada competência.
Continuando o exemplo anterior sobre como desenvolver tolerância ao estresse, não fale “você
continua sem paciência nenhuma”, faça uma sugestão: “Quando você perder a paciência nessa
situação, que tal você respirar fundo e acreditar que você é capaz de fazer a tarefa?”

•  Tenha atenção durante a conversa, busque ouvir com cuidado o que seu colega está
falando. Evite qualquer distração, não fuja do tema da conversa.
Esse não é o momento para conversar sobre o resultado do jogo de futebol ou qualquer outra
coisa. Esse é o momento de olhar nos olhos dos colegas do seu trio, falar e escutar com cuidado.

• Use exemplos concretos. Peça e ofereça exemplos de como você agiu em alguma situação.
Conte passo a passo o que você fez em uma situação relacionada ao desenvolvimento da
competência escolhida. Descreva com detalhes.

Seguindo as orientações do(a) seu(sua) professor(a), forme trios. Caso você não consiga ficar no
mesmo trio do(a) colega que escolheu para lhe apoiar no desenvolvimento pessoal na Missão 4, não
se preocupe! O exercício proposto pode ser feito com qualquer colega da turma.

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186 CADERNO DO ALUNO

A seguir são sugeridos alguns passos para orientar a conversa entre você e seus colegas.

1. Compartilhe com seus(suas) colegas em que degrau você se avaliou nas duas competências
escolhidas pela turma no 1o bimestre.
2. Apresente seu desenho e explique qual a sua relação com as duas competências socioemocio-
nais escolhidas por sua turma.
3. Pense em um ou dois exemplos específicos de situações em que praticou essa(s) competência(s)
no seu dia a dia. Como você agiu? Compartilhe essas experiências com seus colegas.
4. Você agiu nessas situações da mesma forma, ou seja, no mesmo degrau que você se identificou
quando respondeu no 1º bimestre?
5. Sobre o que pensou e sentiu quando agiu dessa forma nessas situações?
6. Pense em um ponto positivo e um ponto que pode ser melhorado para que você desenvolva
melhor essa competência. Ouça a sugestão dos seus colegas e reflita se essas sugestões fazem
sentido para você.
Como foi a conversa? Registre sua experiência no seu Diário de Práticas e Vivências.

MISSÃO 6: ONDE ESTAMOS E PARA ONDE QUEREMOS IR!


Agora que você já refletiu e conversou com seus (suas) colegas sobre seu processo de desenvol-
vimento, é hora de colocar no papel o fruto dessas reflexões!
Essa missão está dividida em duas etapas:
(I) Identificar o seu “degrau” de desenvolvimento atual nas duas competências socioemocionais
escolhidas pela turma.
(II) Atualizar o seu plano de desenvolvimento pessoal.

Como penso, sinto, ajo e decido?


Lembra do Caderno de Respostas que você preencheu no 1o bimestre? É hora de retomá-lo! Siga
as orientações e preencha apenas as folhas das duas competências socioemocionais escolhidas
como desafio pela turma.

Atualizando o Plano de Desenvolvimento Pessoal


Você segue protagonista do seu desenvolvimento neste verdadeiro jogo da vida. Para avançar
“algumas casas”, como em um jogo de tabuleiro, você precisa retomar as ações planejadas e atualizá-
-las, de acordo com os aprendizados, conquistas e desafios dessa jornada!

O Desafio dos Superpoderes reserva algumas aventuras e surpresas, reflita:

Como estou me desenvolvendo? – Dando continuidade a essa reflexão (já iniciada na Missão 5),
pense em como o desenvolvimento das competências socioemocionais pode ajudar você a
alcançar os seus objetivos e projeto de vida.
Para onde eu quero ir ao desenvolver essas duas competências? – Relembre os objetivos
que você indicou no seu plano de desenvolvimento no 1º bimestre.
Qual é o próximo passo que preciso dar para me ajudar no desenvolvimento dessas
competências? – Atualize seu plano de desenvolvimento pessoal.

Siga as orientações do(a) seu(sua) professor(a).


Reúna-se com os mesmos colegas que cumpriram a Missão 5 com você. E sigam os passos a
seguir:

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Projeto De Vida 187

1. Converse com seus(suas) colegas sobre os comportamentos que querem praticar mais (coluna
1) e menos (coluna 2), reproduza o quadro abaixo em seu caderno e complete, para cada uma
das duas competências escolhidas pela turma.

Competência 1:

Comportamentos que queremos ver mais Comportamentos que queremos ver menos

Competência 2:

Comportamentos que queremos ver mais Comportamentos que queremos ver menos

2. O que é necessário fazer, no seu dia a dia, para desenvolver melhor essas duas competências?
Adicione duas ações, uma para aprimorar o desenvolvimento de cada uma das duas competên-
cias escolhidas pela turma, no seu plano de desenvolvimento pessoal.

Essas ações não podem ser iguais às que você já havia escrito no 1º bimestre. Use sua experiên-
cia e reflexão para avançar no seu desenvolvimento pessoal! Faça esse registro no seu Diário de Práti-
cas e Vivências.
Lembre-se! Esse desenvolvimento pode ser como um superpoder que torna sua vida
mais divertida, com sentido e aproxima você dos seus sonhos e objetivos!

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6
PAPO RETO
Competências socioemocionais em foco: Organização, Foco, Determinação, Persistência,
Responsabilidade, Assertividade, Iniciativa social e Curiosidade para aprender.

O quadro abaixo apresenta uma breve explicação da atividade Papo Reto. Leia-a, com atenção,
e avalie o quanto ela fse relaciona com as ideias que estamos trabalhando até agora.

O “Papo Reto” tem uma característica especial em relação às demais atividades do componente
curricular Projeto de Vida: ele é seriado, poderá acontecer uma vez a cada bimestre, ao longo do
9º ano. Sua configuração é a de um ciclo de diálogos e tem como foco temáticas relacionadas ao
universo adolescente, configurando-se, assim, como espaço privilegiado para o debate em
profundidade a respeito de temas que interessam a vocês, estudantes. Durante os encontros, você
atuará como produtor – ou seja, não caberá apenas ao(à) professor(a) escolher o assunto de
discussão e os convidados. Seu papel será trabalhar em frentes como: realizar o convite, elaborar
perguntas e pautas de discussão, preparar o espaço, apresentar os convidados, gerir o tempo e
os recursos necessários para que tudo ocorra conforme o planejamento da turma.

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188 CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 1 – PLANEJAMENTO DO PAPO RETO


Nesta atividade , você e sua turma trabalharão numa roda de conversa e terão a 1ª rodada de
“Papo Reto”. Para isso, seu(sua) professor(a) explicará o desenvolvimento da atividade que acontecerá
em três momentos:
1º Momento: concepção do ciclo de diálogo “Papo reto”;
2º Momento: planejamento da ação;
3º Momento: realização da conversa com os convidados e à avaliação de toda a ação.

Você e seus colegas de classe atuarão em grupos de trabalho e serão corresponsáveis por todas
as etapas dos encontros: a escolha dos convidados, o contato com eles, o planejamento das visitas,
a dinâmica das conversas e a avaliação final do processo.
Essa atividade trará a oportunidade de se colocar em prática as aprendizagens e reflexões cons-
truídas que vocês vivenciaram ao longo do bimestre. A cada bimestre, vocês irão adquirir mais autono-
mia, foco, determinação, responsabilidade e assertividade; as iniciativas serão tomadas com mais au-
toconfiança, pois o seu senso de organização e perspectiva futura estarão mais refinados. Assim
sendo, será muito prazeroso perceber que as atividades realizadas foram alcançadas com êxito porque
foram bem feitas.

Sugestão de etapas para o plano de ação:


1. Para cada evento a ser realizado, a classe elegerá um(a) líder de trabalho para a continuidade da
atividade. A liderança será responsável por:
a) reportar ao(à) professor(a) e à turma as decisões tomadas;
b) cuidar do tempo e da mediação das discussões do grupo e
c) dialogar com os outros líderes ao longo de toda a atividade.
2. O próximo passo é que cada grupo elenque, dentro do tema geral, duas questões específicas ou
subtemas que gostariam de debater durante o “Papo Reto”deste bimestre.
A expectativa é que, ao fim desse processo, você e seus colegas de classe escolham e justifi-
quem quais serão suas questões. Por exemplo, para o tema geral Tecnologias e Vida Digital.
Poderiam estar contidos temas como as transformações causadas pelas redes sociais e como
ser um youtuber.
3. Nesta etapa, os líderes apresentarão as escolhas e justificativas de cada grupo. A partir daí, cada
líder promoverá mais um momento de diálogo até que a turma elenque as questões centrais que
nortearão a escolha das duas pessoas convidadas para o “Papo Reto” deste bimestre.
4. Definidas as pautas do “Papo Reto”, chegou a hora de estabelecer quem serão os convidados
para dialogar com a turma. Para isso, os grupos podem se reunir e indicar, por exemplo, alguém
da família, um(a) professor(a), amigo(a), vizinho(a) etc. Concluída as indicações de convidados, o
líder as apresenta ao seu grupo. Vale lembrar que é importante ter um “Plano B”, ou seja, elencar
alguns nomes extras caso algum dos escolhidos não possa comparecer à escola no dia combi-
nado. Em outras palavras, contar com alternativas.

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Projeto De Vida 189

ATIVIDADE 2 – MÃO NA MASSA


1. Agora, você já sabe o objetivo e o formato das aulas “Papo Reto”. Então, este será o momento
de planejamento para o ciclo de diálogos.
Reúna-se com seu grupo de trabalho e conversem entre si para discutir quais serão suas pers-
pectivas para a ação que se desenrolará nas próximas aulas. Há muito o que se ver, decidir,
planejar, organizar e executar . Assim, é preciso pensar: na escolha do(a) líder da vez; no tema
dos eventos e nos convidados compatíveis com o tema.
2. Agora, é o momento de colocar a mão na massa para preparar o “Papo Reto”.
Junto com os seus colegas de classe, organizem-se para fazer o evento acontecer, estabelecen-
do as funções de cada um na divisão de tarefas. Pedir ajuda ao(à) seu(sua) professor(a) é funda-
mental para que se realize um trabalho exitoso;
3. Uma ótima forma de construir a memória de todo o processo do “Papo Reto” é fazer os registros
com fotos e vídeos dessa atividade. Além disso, esses registros serão, no futuro, um álbum de
recordação das experiências vividas por você e sua turma nos tempos de escola.

AVALIAÇÃO DO PAPO RETO


1. Ao final do encontro, agradeça aos(as) convidados(as) e mostre que a sua presença e participa-
ção foram fundamentais para o sucesso do evento;
2. Deixe limpo e organizado o local do evento;
3. Depois, junto com a turma e o(a) professor(a), converse sobre os trabalhos e reflita, pautando-se
nas seguintes questões:
• O que mais gostamos no evento “Papo Reto”?
• Qual foi o momento mais desafiador? Como superamos os desafios?
• Qual foi o momento mais significativo de todo o trabalho? A construção do “Papo Reto”
• ou o momento da entrevista?
• Quais pontos podemos avaliar como positivos? Por quê? Há aspectos que precisam ser
melhorados? Quais?
• Como avaliamos o planejamento da turma? Alguma expectativa foi frustrada?
• Quais foram os aprendizados que tivemos a partir do diálogo com os convidados?
• O que faríamos de diferente nas próximas edições do ciclo de diálogo?

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Secretaria da Educação do Estado História
Elaboração: André Calazans dos Santos – PCNP da D.E. Piracicaba; Douglas Eduardo
de São Paulo de Sousa – PCNP da D.E. Miracatu; Flávia Regina Novaes Tobias – PCNP da D.E. Itapevi;
COORDENADORIA PEDAGÓGICA – COPED Gerson Francisco de Lima – PCNP da D.E. Itararé; Isis Fernanda Ferrari – PCNP da D.E.
Americana; José Igídio dos Santos – PCNP da D.E. de Fernandópolis; Maristela Coccia
Coordenador Moreira de Souza – PCNP da D.E. Campinas Oeste; Rodrigo Costa Silva – PCNP da
Caetano Pansani Siqueira D.E. Assis; Tiago Haidem de Araujo Lima Talacimo – PCNP da D.E. Santos; Vitor Hugo
Diretora do Departamento de Desenvolvimento Pissaia – PCNP da D.E. Taquaritinga.
Curricular e de Gestão Pedagógica – DECEGEP Colaboradores: José Arnaldo Octaviano – PCNP da D.E. de Jaú; Eliana Tumolo Dias
Viviane Pedroso Domingues Cardoso Leite – PNCP da D.E. Sul 2.
Revisão de História e organização: Clarissa Bazzanelli Barradas – COPED/SEDUC;
Diretora do Centro de Ensino Médio – CEM Edi Wilson Silveira – COPED/SEDUC; Priscila Lourenço Soares Santos – COPED/EDUC;
Ana Joaquina Simões Sallares de Mattos Carvalho Paula Vaz Guimarães de Araújo – COPED/SEDUC; Viviane Pedroso Domingues Cardoso
Diretora do Centro de Anos Finais do Ensino Fundamental – CEFAF – COPED/SEDUC.
Patricia Borges Coutinho da Silva Revisão conceitual: Joelza Ester Domingues.

Diretora do Centro de Projetos e Articulação de Iniciativas com Pais e Alunos – CEART ÁREA DE LINGUAGENS – ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA, INGLÊS E LINGUA
Ana Carolina Santos Brito PORTUGUESA
Equipe Técnica e de Logística: Arte
Alberto da Silva Seguro, Ariana de Paula Canteiro, Eleneide Gonçalves dos Santos, Carlos Eduardo Povinha – Equipe Curricular de Arte - COPED/SEDUC; Daniela de Souza
Inelice Aparecida Fraga Ferreira, Isaque Mitsuo Kobayashi, Kelvin Nascimento Camargo Martins Grillo – Equipe Curricular de Arte – COPED/SEDUC; Eduardo Martins Kebbe
e Luiza Helena Vieira Girão. – Equipe Curricular de Arte – COPED/SEDUC; Evania Rodrigues Moraes Escudeiro –
Equipe Curricular de Arte – COPED/SEDUC; Cristiane dos Santos Alvarenga – PCNP da
ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CIÊNCIAS D.E. Taubaté; Djalma Abel Novaes – PCNP da D.E. Guaratinguetá; Elisangela Vicente
Ciências Prismit – PCNP da D.E. Centro Oeste; Marilia Marcondes de Moraes Sarmento e Lima
Gisele Nanini Mathias – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Ciências; Robson Cleber Torres – PCNP da D. E. São Vicente; Murilo Soares de Oliveira – PCNP da D.E. São
da Silva – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Ciências; Elizabeth Reymi Rodrigues Bernardo do Campo; Raphael Pedretti da Silva – PCNP da D. E, Miracatu; Roberta Jorge
– PCNP da D.E. Sul 1; Silvana Roberto Tonon – PCNP da D.E. Campinas Leste; Telma Luz – PCNP da D. E. Sorocaba; Silmara Lourdes Truzzi – PCNP da D.E. Marília; Renato
Aparecida Rocha Ravagnani – PCNP da D.E. José Bonifácio; Viviani Aparecida da Paes – PCNP da D. E. Penápolis; Débora David Guidolín – PCNP da D. E. Ribeirão Preto.
Silva Rodrigues – PCNP da D.E. Sorocaba. Revisão conceitual: Rafaela Beleboni; Eliane Aguiar.
Revisão Conceitual: Edson Grandisoli. Educação Física
Elaboração: Adriana Cristina Davi Pazian – PCNP da DE São Carlos; Diego Diaz
ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS – GEOGRAFIA E HISTÓRIA Sanchez – PCNP da DE Guarulhos Norte; Felipe Augusto Lucci – Professor de
Geografia Educação Física da DE Itu; Érika Porrelli Drigo – PCNP da DE Capivari; Flavia
Organização: Andréia Cristina Barroso Cardoso; Mariana Martins Lemes; Milene Naomi Kunihira Peixoto – PCNP da DE Suzano; Isabela Muniz dos Santos Cáceres
Soares Barbosa; Sergio Luiz Damiati – Integrantes da Equipe Curricular de Geografia – PCNP da DE Votorantim; Janice Eliane Ferreira Bracci – PCNP da DE José
– SEDUC/COPED/CEFAF/CEM. Bonifácio; Joice Regina Simões – PCNP da DE Campinas Leste; Josecarlos Tadeu
Redação: Andréia Cristina Barroso Cardoso – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Barbosa Freire - Professor de Educação Física da DE Bragança Paulista; Katia
Geografia; Mariana Martins Lemes – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Geografia; Mendes Silva – PCNP da DE Andradina; Lígia Estronioli de Castro – PCNP da DE
Milene Soares Barbosa – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Geografia; Sergio Luiz Bauru; Meire Grassmann Guido – PCNP da DE Americana; Nabil José Awad –
Damiati – SEDUC/COPED/Equipe Curricular de Geografia; Laís Barbosa Moura Modesto PCNP da DE Caraguatatuba; Neara Isabel de Freitas Lima – PCNP da DE Sorocaba;
– SEDUC/COPED; André Baroni – PCNP da D.E. Ribeirão Preto; Alexandre Cursino Roseane Minatel de Mattos – PCNP da DE Adamantina; Sueli Aparecida Galante
Borges Júnior – PCNP da D.E. Guaratinguetá; Beatriz Michele Moço Dias – PCNP da – PCNP da DE Sumaré; Tiago Oliveira dos Santos – PCNP da DE Lins; Thaisa
D.E. Taubaté; Bruna Capóia Trescenti – PCNP da D.E Itu; Daniel Ladeira Almeida – PCNP Pedrosa Silva Nunes – PCNP da DE Tupã.
da D.E. São Bernardo do Campo; Camilla Ruiz Manaia – PCNP da D.E. Taquaritinga; Revisão: Equipe Curricular de Educação Física: Luiz Fernando Vagliengo; Marcelo
Cleunice Dias de Oliveira Gaspar – PCNP da D.E. São Vicente; Cristiane Cristina Olímpio Ortega Amorim; Mirna Léia Violin Brandt; Sandra Pereira Mendes. 6o ano: Adriana
– PCNP da D.E. Pindamonhangaba; Dulcinéa da Silveira Ballestero – PCNP da D.E. Cristina Davi Pazian – PCNP da DE São Carlos; 7o ano: Roseane Minatel de Mattos
Leste 5; Elizete Buranello Perez – PCNP da D.E. Penápolis; Maria Julia Ramos Sant’Ana – PCNP da DE Adamantina; 8o ano: Joice Regina Simões – PCNP da DE Campinas
– PCNP da D.E. Adamantina; Márcio Eduardo Pedrozo – PCNP da D.E. Americana; Leste; 9o ano: Sueli Aparecida Galante – PCNP da DE Sumaré.Leitura Crítica: 6o e 7o
Patrícia Silvestre Águas; Regina Célia Batista – PCNP da D.E. Piraju; Roseli Pereira ano: Isabela Muniz dos Santos Cáceres – PCNP da DE de Votorantim; 8o ano: André
De Araujo – PCNP da D.E. Bauru; Rosenei Aparecida Ribeiro Libório – PCNP da D.E. Luiz Fernandez Ribeiro; 9o ano: Lucas Salgado Ataide.
Ourinhos; Sandra Raquel Scassola Dias – PCNP da D.E. Tupã; Sheila Aparecida Pereira Revisão conceitual: Rafaela Beleboni.
de Oliveira – PCNP da D.E. Leste 2; Shirley Schweizer – PCNP da D.E. Botucatu; Simone Língua Portuguesa
Regiane de Almeida Cuba – PCNP da D.E. Caraguatatuba; Telma Riggio – PCNP da D.E. Elaboração: 6o ano (SA1): Madalena Borges Gutierre – D.E. Franca; 7o ano (SA1):
Itapetininga; Viviane Maria Bispo – PCNP da D.E. José Bonifácio. Katia Regina Pessoa – SEDUC/COPED/CEFAF; 8o ano (SA1): Liliane Pereira da Silva
Leitura crítica, revisão geral e validação (versão 2021): Andréia Cristina Barroso – Centro de Inovação; Katia Regina Pessoa – SEDUC/COPED/CEFAF; 9o ano (SA1):
Cardoso; Mariana Martins Lemes – Integrantes da Equipe Curricular de Geografia – Daniel Carvalho Nhani – SEDUC/COPED/CEFAF.
SEDUC/COPED/CEFAF. Leitura Crítica, revisão, adaptação e validação do material: Katia Regina Pessoa e
Revisão conceitual: Joelza Ester Domingues. Mara Lucia David – SEDUC/COPED/CEFAF.

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192 CADERNO DO ALUNO

Língua Inglesa As restrições estão indicadas nas respectivas obras, de acordo com os seguintes
ícones.
ASSOCIAÇÃO NOVA ESCOLA
Diretora Executiva: Raquel Gehling
Gerente Pedagógica: Ana Ligia Scachetti Este material foi viabilizado pela par-
Gerente de Projetos: Rodrigo Petrola ceria entre Associação Nova Escola e
Coordenadora pedagógica: Tatiana Martin Secretaria de Educação do Estado de
Coordenadora de Relacionamentos: Luciana Chalita Campos São Paulo, como parte do programa
Professores-autores de São Paulo: Juliana Batista, Karen Andreoletti, Patricia Moura, Skills for Prosperity. Sua produção foi
Vinicius Ortigosa. proporcionada pelo Prosperity Fund, fundo de cooperação do Governo Britânico, no Brasil.
Professores-autores Currículo em Ação – Cross-curricular learning: Catarina Cruz
- DE Leste 2; Cintia de Almeida – DE Pindamonhangaba; Gilmara Cavalcante – DE
ÁREA DE MATEMÁTICA
Mauá; Jucimeire Bispo – SEDUC-SP COPED-LEM; Liana Maura Barreto – SEDUC-SP
COPED-LEM; Luiz Afonso Baddini – DE Santos; Marisa Porto – DE Carapicuíba; Nelise Matemática
Abib – DE Centro-Oeste; Pamella Santos – SEDUC-SP COPED-LEM; Renata Orosco – Equipe Curricular de Matemática: Isaac Cei Dias; João dos Santos Vitalino; Otávio
DE Presidente Prudente; Rosane de Carvalho – DE Adamantina; Thiago Ono – SEDUC- Yoshio Yamanaka; Rafael José Dombrauskas Polonio; Sandra Pereira Lopes.
SP COPED-LEM; Viviane Barcellos – DE São José dos Campos. Elaboração e análise / leitura: Ana Cláudia Carvalho Garcia – D.E. Sul 2; Arlete
Professores-autores nacionais: Débora Izé Balsemão Oss, Juliana Pacheco Oliveira Aparecida Oliveira de Almeida – SEDUC/CEIN; Delizabeth Evanir Malavazzi – D.E.
Neves, Mariana Guedes Bartolo, Nathalia Gasparini, Renata Luz de Lima Lourenço, Fernandópolis; Ilana Brawerman – SEDUC/DAVED; Inês Chiarelli Dias – D.E. Campinas
Roberta Ventura Calabre, Valdelena Maria Nojosa Nobre, Virginia de Sousa Bonfim. Oeste; Isaac Cei Dias – SEDUC/COPED; João dos Santos Vitalino – SEDUC/COPED;
Lilian Ferolla de Abreu – D.E. Taubaté; Lyara Araújo Gomes – D.E. Taubaté; Marcia
Consultoria: Bruno Andrade, Janaina Borges Martini, Priscila Bordon, Sônia Melo Ruiz,
Herrera Garcia Antonio – D.E. Norte 2; Maria Denes Tavares da Silva – D.E. Itapevi;
Troika Consultoria Educacional, Veronica Peres Bochio.
Otávio Yoshio Yamanaka – SEDUC/COPED; Rafael José Dombrauskas Polonio – SEDUC/
Leitores críticos: Jucimeire Bispo – SEDUC-SP COPED-LEM; Joana Mendes.
COPED; Rodrigo Soares de Sá – D.E. Avaré; Sandra Pereira Lopes – SEDUC/COPED;
Planos de Aula de Inglês da Nova Escola Simoni Renata e Silva Perez – D.E. Campinas Leste.
Consultora: Sandra Durazzo Ilustração: Malko Miranda dos Santos – D.E. Sul 1; Polyana de Castro Campos
Especialista: Celina Fernandes Gonçalves – D.E. Norte 1.
Mentores: Ana Cecília de Medeiros Maciel, Débora Izé Balsemão Oss, Isabel Callejas, Consultoria Pedagógica: Maria Silvia Brumatti Sentelhas.
Newton Freire Murce Filho, Tatiana Martin. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
Time de Autores: Amanda Maria Bicudo de Souza, Camila Silva Viana, Débora Izé Equipe Centro de Inovação: Arlete Aparecida Oliveira de Almeida – Centro de
Balsemão Oss, Edson José Cortiano, Fernanda Carla Correia Franco da Encarnação, Inovação; Camila Aparecida Carvalho Lopes - Centro de Inovação; Liliane Pereira
Gleima Albernaz Vanin Suzart, Isabela Silveira Sued, Janaina Maria Lopes Ferreira, da Silva Costa – Centro de Inovação; Débora Denise Dias Garofalo – Assessora de
Josy Crippa Carmo, Juliana Pacheco Oliveira Neves, Manuella Lisboa Gomes da Tecnologia e Inovação.
Silva, Mariana Guedes Bartolo, Michelle de Sousa Bahury, Nathalia Gasparini, Patricia Elaboração: Arlete Aparecida Oliveira de Almeida – SEDUC - SP; Liliane Pereira da
Vergara Emmerich Vasques, Rafaela Xavier de Araújo, Raisa Ketzer Porto, Renan da Silva Costa – SEDUC - SP; Débora Denise Dias Garofalo – Assessora de Tecnologia
Silva Portolan, Renata Luz de Lima Lourenço, Roberta Ventura Calabre, Valdelena Maria e Inovação; Bruno de Oliveira Ferreira – Instituto Palavra Aberta/EducaMídia; Diego
Nojosa Nobre, Virginia de Sousa Bonfim. Spitaletti Trujillo – Instituto Palavra Aberta/EducaMídia; Marcio Gonçalves – Instituto
Palavra Aberta/EducaMídia; Renata Capovilla – Instituto Palavra Aberta/EducaMídia;
Coordenação editorial: Viviane Kirmeliene
Talita Cristina Moretto – Instituto Palavra Aberta/EducaMídia; Carolina Rodeghiero –
Edição de texto: Adriana Saporito, Carla Mauricio, Daniele Salles, Felipe Caetano,
Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa; Eduardo Bento Pereira – Rede Brasileira
Mirian Navarro, Paulo Machado, Roberta Moratto Risther, Silene Cardoso, Tatiana
de Aprendizagem Criativa; Ellen Regina Romero Barbosa – Rede Brasileira de
Santana, Oficina Editorial.
Aprendizagem Criativa; Gislaine Batista Munhoz – Rede Brasileira de Aprendizagem
Assistentes editoriais: Fernanda Valezini, Isabela Carvalho.
Criativa; Leo Burd – Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa; Thaís Eastwood – Rede
Preparação de texto: Aiko Mine, Maria Estela Alcântara, Roberta Moratto Risther,
Brasileira de Aprendizagem Criativa.
Sheila Saad. Parceiros: Fundação Telefônica, Instituto Palavra Aberta/EducaMídia, Rede Brasileira
Revisão: Marcia Leme, Mayenne Tannús, Olivia Zambone, Patrícia Cordeiro, Thais de Aprendizagem Criativa.
Giammarco, Oficina Editorial. Ilustração: Malko Miranda dos Santos (D.E. Sul 1).
Coordenação de design: Leandro Faustino Análise/leitura crítica/organização: Arlete Aparecida Oliveira de Almeida – SEDUC -
Projeto gráfico: Gabriela D’Avilla, Duda Oliva e Leandro Faustino SP; Débora Denise Dias Garofalo – Assessora de Tecnologia e Inovação; Liliane Pereira
Editoração: Gabriela D’àvila, Hettore Santiago e Sandro Silva da Silva Costa – SEDUC - SP.
Pesquisa iconográfica: Barra Editorial PROJETO DE VIDA
Apesar dos melhores esforços da equipe, é inevitável que surjam erros no Bruna Waitman Santinho – SEDUC/COPED/Assessora da Educação Integral; Cassia
texto. Assim, são bem-vindas as comunicações de usuários sobre correções ou Moraes Targa Longo – SEDUC/COPED/CEM/PEI; Claudia Soraia Rocha Moura –
sugestões referentes ao conteúdo que auxiliem o aprimoramento de edições SEDUC/COPED/CEM/PEI; Helena Claudia Soares Achiles – SEDUC/COPED/DECEGEP;
futuras. Comentários podem ser encaminhados à Associação Nova Escola pelo Instituto Ayrton Senna; Instituto de Corresponsabilidade pela Educação; Instituto PROA;
e-mail novaescola@novaescola.org.br. Parceiros da Educação – Nadir do Carmo Silva Campelo; Simone Cristina Succi –
SEDUC/ EFAPE.
A Associação Nova Escola elaborou os conteúdos deste material com a finalidade
Ilustrações: Rodiclay Germano.
de difundi-los ao público em formato aberto, sem restrições de direitos autorais,
seja por decisão própria de abrir conteúdo de propriedade da Associação Nova
Escola, seja por utilizar conteúdo aberto conforme licença Creative Commons na IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO S/A – IMESP
modalidade Licença CC01.0. Embora todos os esforços tenham sido empregados Projeto Gráfico – Ricardo Ferreira
pela Associação Nova Escola para esta finalidade, uma parte do conteúdo contempla
Diagramação – Fatima Regina S. Lima
direitos autorais de terceiros e seu uso importa em restrições, que devem ser
observadas por seus usuários. As restrições estão indicadas nas respectivas obras, Tratamento de Imagens – Leonídio Gomes, Marcelo de Oliveira Daniel,
de acordo com o ícone ao lado. Robson Minghini e Tiago Cheregati.

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