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Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO


TRABALHO (LTCAT)

Revisão 01

LOCAL DE EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES:


UT 683 – UHE JIRAU/RO

ATENDIMENTO A NORMA REGULAMENTADORA – NR 15 DA PORTARIA 3214/78 DO MTE

2011
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Controle de revisões

Rev. Data Descrição


00 31/05/2011 Emissão inicial
01 30/09/2011 Avaliação de Amonia no GHE 53. Inclusão de novas funções segundo o
descrito na Ver 6 JIR/PLA/0001 do 13/06/2011 (Plano de competências.

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INDICE GERAL

1. INTRODUÇÃO.........................................................................................................................4
2. OBJETIVO ...............................................................................................................................5
3. INFORMAÇÕES DA EMPRESA ..............................................................................................5
4. REFERENCIAS TEORICAS E DEFINIÇÕES ..........................................................................5
5. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ......................................................................................7
6. TEMPO DE EXPOSIÇÃO AOS AGENTES AGRESSIVOS À SAÚDE DO TRABALHADOR..10
7. METODOLOGIA ....................................................................................................................11
8. DESCRIÇÃO DOS LAUDOS .................................................................................................20
9. PROTEÇÃO COLETIVA ...................................................................................................... 426
10. RESUMO ............................................................................................................................. 426
11. ENCERRAMENTO .............................................................................................................. 428
12. ANEXOS.............................................................................................................................. 429

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1. INTRODUÇÃO

O LTCAT e uma declaração pericial que tem por finalidade apresentar tecnicamente a existência ou não de riscos
ambientais em níveis ou concentrações que prejudiquem a saúde ou a integridade física do trabalhador
Este laudo caracteriza tanto a nocividade do agente quanto o tempo de exposição do trabalhador, servindo de subsidio
para a elaboração do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
Os resultados das avaliações quantitativas de trabalho apresentadas no LTCAT devem subsidiar as avaliações
qualitativas das condições ambientais e monitoração biológica por meio dos seguintes documentos:
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA (NR 9)
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO (NR 7)
O LTCAT, emitido por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou por habilitados pelo respectivo órgão de registro
profissional, deve ser atualizado pelo menos uma vez ao ano, por ocasião da avaliação global, ou sempre que ocorrer
alteração ou modificação no ambiente de trabalho
Este trabalho irá apresentar a análise quantitativa e/ou qualitativa dos riscos físicos, químicos e biológicos existentes no
ambiente de trabalho da empresa Construções e Comércio Camargo Correa – UHE Jirau e que possam causar danos à
saúde de seus trabalhadores
Este Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho será elaborado a partir de inspeções e determinações
técnicas (medições ambientais) dos riscos físicos e químicos “in loco”
Esta pesquisa está direcionada no reconhecimento e avaliação dos fatores ambientais ou de locais de trabalho que
possam causar prejuízos à saúde e ao bem-estar dos trabalhadores desta empresa, que trabalham sob estas condições
adversas Todo embasamento legal deste trabalho, está descrito no preâmbulo deste Laudo
Visa também, fornecer dados técnicos necessários e suficientes para embasar tecnicamente a emissão do documento
de Solicitação para Concessão do Benefício da Aposentadoria Especial para os trabalhadores da Construções e
Comercio Camargo Correa – UHE-JIRAU, que exerceram as suas atividades em determinado período durante a
execução das obras de Construção.

Agnaldo Adélio Eduardo

Engenheiro de Segurança do Trabalho

CREA-1200370651/RO

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2. OBJETIVO
2.1 GERAL
A elaboração deste Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho tem como objetivo um estudo das condições
ambientais atuais existentes nas obras de Construção UHE Jirau, a fim de identificar os riscos ocupacionais.

2.2 ESPECÍFICOS

a. Realizar controle periódico dos riscos ambientais constantes da NR-15


b. Atender a exigência do INSS, para concessão de aposentadoria especial
c. Assessorar a empresa na realização do documento base do PPRA, exigido pela NR-9
d. Assessorar o SESMT e/ou a CIPA da Empresa na confecção do Mapa de Risco
e. Viabilizar a prorrogação da jornada de trabalho, de acordo com o art 60 da CLT
f. Atender notificações específicas da fiscalização da DRT
g. Atender necessidades específicas da empresa
h. Delimitar área de risco
i. Estipular quais operações são insalubres e ou perigosas, afim de que o empregador possa pagar o adicional
correto a seus empregados

3. INFORMAÇÕES DA EMPRESA

EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

4. REFERENCIAS TEORICAS E DEFINIÇÕES

4.1 EMBASAMENTO LEGAL

 Está fundamentado legalmente, na Lei nº 6514, de 22 de dezembro de 1977, do MTE e regulamentado pela
Portaria nº 3214, de 08 de junho de 1978, do MTE e pelo Decreto nº 3048/99 de 12 de maio de 1999 e pela
Instrução Normativa nº 99, de 10 de dezembro de 2003 do INSS
 O LTCAT tem por finalidade cumprir as exigências da legislação previdenciária – Art 58 da Lei n° 9528 de
101297, dar sustentabilidade técnica às condições ambientais existentes na empresa e subsidiar o

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enquadramento de tais atividades no referente ao recolhimento das denominadas Alíquotas Suplementares do


Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) criadas pelo texto da Lei n° 9732 de 1112
 A partir de 29 de abril de 1995, data da publicação da Lei n° 9032, a caracterização de atividade como especial
depende de comprovação do tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, durante quinze,
vinte ou vinte e cinco anos em atividade com efetiva exposição a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos
ou associação de agentes prejudiciais a saúde ou à integridade física, observada a carência exigida
 A elaboração deste laudo segue a Portaria No 3311, de 29 de novembro de 1989, do Ministério do Trabalho,
atual Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que estabelece padrões para elaboração de laudos
 Conforme NR 15, consideração das atividades ou exposição insalubres
 Decreto Nº 3.048 - De 06 De Maio De 1999 - Dou De 7/05/1999 - Republicado Em 12/05/1999
 Instrução Normativa Nº 49, De 03 De Maio De 2000
 Instrução Normativa Inss/Pres Nº 45, De 6 De Agosto De 2010

4.2 RECONHECIMENTO DOS RISCOS

Riscos ocupacionais são aqueles decorrentes da organização, dos procedimentos, da maquinaria, dos processos, dos
ambientes e das relações de trabalho que podem comprometer a segurança e a saúde dos trabalhadores
São classificados em categorias: físicos, químicos, biológicos:

 Agentes Físicos
Os agentes classificados nesta categoria são: o ruído, a vibração, a umidade, as radiações ionizantes e não
ionizantes e a temperatura extrema (frio ou calor)

 Químicos
Nesta categoria, são classificados os agentes que interagem com tecidos humanos, provocando alterações na
sua estrutura e que podem penetrar no organismo pelo contato com a pele, por ingestão e pela via respiratória
na forma de poeira, fumo, nevoa, neblina, gases e vapores
Os fatores que determinam o risco são a forma de manipulação dos produtos químicos, a dispersão dos
agentes no ambiente de trabalho e o nível de proteção dos trabalhadores

 Biológicos
Os agentes classificados nesta categoria são as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre
outros A exposição se da pelas vias cutânea, digestiva e respiratória e podem causar infecções diversas As
medidas preventivas incluem controle médico, equipamentos de proteção coletiva e individual, higiene no local
de trabalho, hábitos de asseio pessoal e vacinação
Para efeitos técnicos e legais, neste documento considera-se trabalho permanente, aquele que é exercido de
forma não ocasional, nem intermitente, no qual a exposição do empregado, do trabalhador avulso ou
cooperado ao agente nocivo seja indissociável da produção do bem ou da prestação do serviço
Aplica-se também o disposto acima aos períodos de descanso determinados pela legislação trabalhista,
inclusive férias, aos de afastamento decorrentes de gozo de benefícios de auxilio-doença ou aposentadoria por
invalidez acidentária, bem como aos de percepção de salário maternidade, desde que, à data do afastamento,
o segurado estivesse exercendo atividade considerada especial

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Entende-se por agentes nocivos aqueles que possam trazer ou ocasionar danos á saúde ou integridade física
do trabalhador nos ambientes de trabalho, em função de sua natureza, concentração, intensidade e fator de
exposição

5. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

São aventadas, estão embasadas no dispositivo legal vigente, isto é, Norma Regulamentadora NR-15, através dos
Anexos Nº1 - Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente, Nº2 - Limites de tolerância para ruídos de
impacto, Nº 3 - Limites de Tolerância para Exposição ao Calor”, Nº 5 – Limites de Tolerância para Radiações Ionizantes,
Nº Trabalho sob condições hiperbáricas, N° 7 – Radi ação não ionizante (Luz ultravioleta), N°8 – Vibraçõ es localizadas e
de corpo inteiro, Nº 9 – Frio, Nº 10 – Umidade, Nº 11 - Agentes Químicos cuja Insalubridade é caracterizada por limite
de tolerância e inspeção no local de trabalho, N° 1 2 – Limites de Tolerância para poeiras minerais, Nº 13 – Agentes
Químicos e do Anexo Nº 14 - Agentes Biológicos, bem como assentados em normas de procedimentos preconizadas
por Instituições de renome que tratam do assunto, tais como: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e
Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO NHO – 01 – Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído, no que couber e,
NHO – 06 Norma para avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, bem como da “American Conference
Governamental Industrial Hygienists - ACGIH”
Explicitando o caráter normativo-legal acima citado, dos principais agentes ambientais normalmente identificados em
ambientes de construção civil, temos:

5.1 RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE - NR-15 - ANEXO Nº 1

“Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão
sonora operando no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta “Slow” As leituras devem ser feitas
próxima ao ouvido do trabalhador

5.1.1 RUÍDO INTERMITENTE - VARIÁVEL - NR-15 - ANEXO Nº 1

“Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruídos de diferentes níveis, devem
ser considerados os seus efeitos combinados”
Ou seja deve-se obter a “dose” (D) e seu respectivo nível médio (LAVG), que pode ser considerado como nível de
pressão sonora contínuo, em regime permanente, que produziria a mesma dose de exposição que o ruído real, no
mesmo período de tempo, “desde que a amostragem seja representativa em relação à totalidade do período e das
atividades normais (rotineiras) do obreiro”

5.2 TEMPERATURAS – CALOR – NR-15 - ANEXO Nº 3 – ITENS 1, 2 E 3

A exposição ao calor deve ser avaliada através do “Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo” (IBUTG), definido
pela equação:

 Para ambientes internos ou externos sem carga solar:

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 IBUTG = 0,7 tbn + 0,3 tg


 Para ambientes externos com carga solar:
 IBUTG = 0,7 tbn + 0,2 tg + 0,1 tbs
 onde:
 tbn = temperatura de bulbo úmido natural
 tbs = temperatura de bulbo seco e
 tg = temperatura de globo

5.2.1 LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA EXPOSIÇÃO AO CALOR, EM REGIME DE


TRABALHO INTERMITENTE COM PERÍODO DE DESCANSO EM OUTRO LOCAL (LOCAL DE DESCANSO) - NR-15 -
ANEXO Nº 3

A legislação citada considera local de descanso “ambiente termicamente mais ameno, com o trabalhador em repouso
ou exercendo atividade leve” O Quadro nº 2, do Anexo nº 3 da NR-15, estabelece os limites de tolerância para essas
condições, bem como as fórmulas matemáticas para o cálculo do IBUTG e taxa metabólica, que abaixo transcrevemos:

 M = ( Mt x Tt + Md x Td ) / 60
 IBUTG = ( IBUTGt X Tt + IBUTGd X Td ) / 60
 onde:
 M = taxa de metabolismo média ponderada para uma hora
 Mt = taxa de metabolismo no local de trabalho
 Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de
 trabalho
 Md = taxa de metabolismo no local de descanso
 Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de
 descanso
 IBUTG = é o valor IBUTG médio ponderado para uma hora
 IBUTGt = valor do IBUTG no local de trabalho
 IBUTGd = valor do IBUTG no local de descanso

5.3 TEMPERATURAS EXTREMAS – FRIO – NR-15 – ANEXO Nº 9

Os instrumentos normativos que embasam as avaliações, análises e interpretações das exposições ao frio, estão
contidos no artigo 253 da Consolidação das Leis do Trabalho, Decreto-Lei Nº 5452, de 1º de maio de 1943 e alterações
posteriores, em especial a Lei Nº 6514 de 22 de Dezembro de 1977, que altera o Capítulo V da CLT “Da segurança e da
Medicina do Trabalho”, Portaria/Tem/Nº3214 de 08 de junho de 1978 e Portaria/MTE/Nº21 de 26 de dezembro de 1994
Complementarmente, buscou-se fundamentação no Anexo 9, da NR-15 – “Atividades e operações insalubres”

5.4 VIBRAÇÕES LOCALIZADAS E DE CORPO INTEIRO – NR-15 – ANEXO N°8

As avaliações quantitativas para determinação dos níveis de vibração nos locais de trabalho considerados foram
efetuadas obedecendo-se às regras estabelecidas pelo anexo nº 8 da NR-15 da Portaria nº 3214/78 Visando à
comprovação da exposição, com base nos limites de tolerância definidos pela Organização Internacional para a
Normalização – ISO em suas normas ISO 2631 e ISO / DIS 5349 traduzidas pelo livreto da ACGIH/2009
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5.5 UMIDADE – NR-15 - ANEXO Nº 10

O dispositivo normativo que dá amparo às inspeções dos locais de trabalho quando presente o Agente Físico –
Umidade estabelece os parâmetros norteadores para as análises quais sejam: “locais alagados ou encharcados, com
umidade excessiva”, que necessariamente impõe ao profissional especializado em Engenharia de Segurança e
Medicina do Trabalho a perfeita interpretação destes termos, obrigando-o a buscar recurso na língua portuguesa, isto
por tratar-se de uma avaliação meramente qualitativa
O Agente Físico Umidade, não é considerado na NR-9 como passível de análise, uma vez que no subitem 9151 não o
relaciona Todavia, o Anexo nº10 da NR-15, assim se pronuncia quanto à umidade:
“As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de
produzir danos à saúde dos trabalhadores, serão consideradas insalubres em decorrência de laudo de inspeção
realizada no local de trabalho” (grifo)
Corroborando com o enunciado acima transcrito, a antiga Ordem de Serviço nº600 de 02/06/98, expedida pela Diretoria
do Seguro Social do Instituto Nacional do Seguro Social, publicada no DOU de 08/06/98, pág 142, que embasava a
emissão do DSS-8030, faz constar o Agente Físico Umidade com o seguinte enunciado:
“Umidade - Operações em locais com umidade excessiva, provenientes de fontes artificiais em níveis nocivos à saúde,
comprovados através de laudo técnico de responsabilidade de profissional legalmente habilitado” citando ainda como
exemplo de atividades

5.6 AGENTES QUÍMICOS

Adotou-se, na fase de reconhecimento, o preconizado no item 1 do Anexo 13 da NR-15, combinado com o subitem
9152 da NR-9, buscando-se identificar possíveis efeitos adversos à saúde dos trabalhadores, função dos potenciais de
agressividade dos produtos químicos, dos métodos e processos de trabalho e das características das instalações onde
as atividades são exercidas
Nas avaliações quantitativas das exposições aos agentes químicos, optou-se por adotar os critérios técnicos de
amostragem segundo os métodos da National Institute Occupational Safety and Health - NIOSH para coletas ativas e da
3M para coletas com amostradores passivos
Tais critérios têm foco na higiene industrial, onde as metodologias acima mencionadas mostram-se mais eficazes e
precisas que a preconizada no item 6 do Anexo 11 da NR-15, pois esta restringe os momentos de quantificação do ar
ambiental, além de estarem sujeitas a intensidade e variabilidade com que são pressionadas as bombas de sucção (tipo
fole)

5.7 AGENTES BIOLÓGICOS

Em que pese às considerações constantes do Anexo Nº14 da NR-15, mencionado em 23 Esta afeta as atividades
elencadas 3 no citado documento normativo, não se pode perder de vista que a caracterização do potencial de
agressividade é definida pela “qualificação” dos agentes, ou seja a simples presença dos mesmos gera “o direito ao
adicional de insalubridade” – portanto passíveis de nocividade à saúde do obreiro – sem levar em conta o tempo de
exposição e concentrações, o que por similitude pode ser estendida a toda e qualquer atividade cujos vetores que dão
causa ao risco estejam presentes Assim sendo, optou-se por embasar as análises e interpretações das funções que são
exercidas em presença de “Riscos Biológicos” no citado anexo

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É forçoso considerar que a quantificação dos Agentes Biológicos presentes na atmosfera ambiental ou mesmo em
substâncias, produtos e artefatos de uso no trabalho, sempre se constituiu num problema do ponto de vista técnico isto
porque a fragilidade dos microorganismos, suas dimensões reduzidíssimas, metodologias técnicas especiais para cada
família biológica na coleta, manipulação e acondicionamento das amostras, ciclo de vida ativa no meio atmosférico e
concentrações mínimas presentes no ar e/ou em qualquer outro meio, embora que muitas vezes suficiente para a
contaminação do homem dependendo da forma de absorção, traduzem-se numa gama diversa de variáveis capazes de
interferir nos resultados das análises, que associados a formas de transmissão do patogênico e potencial de
suscetibilidade do hospedeiro, não raro tem dificultado a adoção de padrões claros de tolerância humana quando
expostos Razão pela qual não são outros os motivos de ainda não existirem “Limites de Exposição”, tal qual tem-se
especificado para agentes físicos e químicos

O canteiro de obras do empreendimento esta localizado em área endêmica de doenças transmissíveis por vetores:
Malária, Leishmaniose e Febre Amarela e outras, sendo que a exposição a estes agentes não é diferente da do restante
das comunidades localizadas na área do empreendimento o que não reveste condição específica de risco devido à
presença do empreendimento
Isto último corroborado pela emissão de ATESTADO DE CONDIÇÃO SANITÁRIA – ATCS emitido em 03 de setembro
de 2008 e no qual atesta que “O empreendimento Canteiro de Obras da Usina Hidrelétrica de Jirau, situado no Rio
Madeira, no município de Porto Velho – Estado de Rondônia, esta apto a implantação por haver cumprido os
procedimentos de prevenção de controle de malária e de seus vetores”

Por tanto para efeitos de insalubridade para a exposição na área endêmica de Malaria não irá se considerar
INSALUBRE devido a que o empreendimento cumpre com os dispositivos vigentes em lei para a prevenção destas
doenças

6. TEMPO DE EXPOSIÇÃO AOS AGENTES AGRESSIVOS À SAÚDE DO TRABALHADOR


Devidamente registrados nos quadros de Análise das Exposições aos Agentes Ambientais por “função-atividade”, tendo
sido adotados conforme conceitos consagrados por profissionais de renome no campo da Engenharia de Segurança do
Trabalho, além do que estabelece a Portaria 3311, emanada no Ministério do Trabalho, como se segue:

6.1 EXPOSIÇÃO HABITUAL E PERMANENTE


Aquela em que o trabalhador fica exposto ao agente 100% (cem por cento) de sua jornada diária de trabalho
6.2 EXPOSIÇÃO HABITUAL E INTERMITENTE
Aquela em que o trabalhador fica exposto ao agente menos do que 100% (cem por cento) e período igual ou maior que
1% (um por cento) de sua jornada diária de trabalho, considerando exposições continuas e/ou descontínuas

6.3 EXPOSIÇÃO EVENTUAL


Aquela em que o trabalhador fica exposto ao agente menos do que 1% (um por cento) de sua jornada diária de trabalho,
mesmo que de modo contínuo

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7. METODOLOGIA

7.1 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

 Aferição de Ruído
Audiodosimetro, marca: Instrutherm, modelo: DOS-500

 Avaliação de Poeira
Bomba Graviométrica, marca: Gilian, modelo: BDX
Calibrador de vazão, marca: Bios, modelo: DCLT

 Avaliação de Fumos Metálicos


Bomba Graviométrica, marca: Gilian, modelo: gilair-5

 Avaliação de Hidrocarbonetos Voláteis


Bomba Graviométrica, marca: Gilian, modelo: BDX

 Avaliação de Temperatura
Termômetro de Globo (Heat Stress), marca: Instrutherm, modelo: TGD-200

7.2 PROCEDIMENTOS

a. Identificação dos Grupos Homogêneos de Exposição (GHE)


Os grupos homogêneos de exposição foram definidos a partir do local onde ocorre a execução de atividades e
os principais riscos considerados para todas as funções
Definiu-se que cada local de trabalho onde concentra colaboradores expostos aos mesmos tipos de riscos
formaria um Grupo Homogêneo de Exposição - GHE, conforme a seguir com as respectivas funções
presentes.

b. Reconhecimento de Riscos
Nesta etapa, devem ser obtidas informações sobre o ambiente e o processo de trabalho, as operações, as
matérias-primas e os produtos químicos utilizados ou gerados, produtos finais, sub-produtos e resíduos, assim
como as possíveis interações entre os agentes presentes no local de trabalho e o organismo humano e os
efeitos associados à saúde

c. Informações referentes ao ambiente e ao processo de trabalho


No desenvolvimento dos trabalhos das avaliações quantitativas dos riscos, foi adotado o critério de analise das
funções através de observações in loco, questionamentos aos colaboradores envolvidos em cada atividade

Agentes Físicos:
Ruído:

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Os procedimentos utilizados para realizar as avaliações, assim como, as técnicas de análise estão embasados no
o
dispositivo legal vigente, Norma Regulamentadora NR-15, através do Anexo n 1 – Limites de Tolerância para Ruído
o
Continuo ou Intermitente, n 2 – Limites de Tolerância para Ruído de Impacto, como também atendem as normas de
procedimentos preconizadas por instituições de renome que tratem do assunto, tais como: Fundação Jorge Duprat
Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO: NHO 01 - Avaliação da Exposição Ocupacional
ao Ruído, bem como da American Conference Governamental Industrial Hygyenists – ACGIH

Calor:
Os procedimentos utilizados para realizar as avaliações, assim como, as técnicas de análise estão embasadas no
o
dispositivo legal vigente, isto é, Norma Regulamentadora NR-15 do MTE, em seu Anexo n 3 – Limites de Tolerância
para Exposição ao Calor

Agentes Químicos:
Nas medições dos agentes químicos adotou-se os critérios do Anexo 11 e 12 para os Limites de Tolerância (LT) da
NR-15, Limite de Tolerância Media Ponderada e Limite de Tolerância Valor Teto

Poeira de Origem Mineral Contendo Sílica:


Os procedimentos utilizados para realizar as avaliações, assim como, as técnicas de análise estão embasadas no
o
dispositivo legal vigente, isto é, Norma Regulamentadora NR-15 do MTE, em seu Anexo n 12
As amostras de material particulado foram coletadas na zona respiratória dos trabalhadores utilizando porta-filtro (tipo
cassete) de 37mm de diâmetro, contendo filtros de membrana de PVC

Fumos Metálicos:
Os procedimentos utilizados para realizar as avaliações, assim como, as técnicas de análise estão embasadas no
o
dispositivo legal vigente, isto é, Norma Regulamentadora NR-15 do MTE, em seu Anexo n 11 – Agentes Químicos e a
ACGIH2009 Para avaliação foram consideradas as alterações no TLV (ACGIH 2009, alguns metais possuem limites em
fração respirável, como (ALUMÍNIO / FERRO, OXIDO DE FERRO / ZINCO, CMO ÓXIDO DE ZINCO) Portando para
atender o TLV, para análise dos metais acima foi utilizado ciclone (Nylon) vazão de acordo com metodologia do ciclone,
o volume de amostragem segue padrões da OSHA ID121

Amostragem
1- Tipo varrdura Fração tatal: para Metais (Antimônio, Bário, Cálcio, Cádmio, Chumbo, cobalto, Cobre, Cromo, Estanho,
Magnésio, Manganês, Molibdênio, Néquel e Dióxido de Titânio
2- Varredura de matais fração respirável para (Ferro, Alumínio e Zinco)

Gases: Os procedimentos utilizados para realizar as avaliações, assim como, as técnicas de análise estão embasadas
o
no dispositivo legal vigente, isto é, Norma Regulamentadora NR-15 do MTE, em seu Anexo n 11 – Agentes Químicos

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7.3. INDICE DE GHE


FUNÇÃO GHE PAGINA
AÇOUGUEIRO 1 20

ADMINISTRATIVO SR-I 35 214

ADVOGADO 13 92

AFIADOR DE FERRAMENTAS 6 48

AGENTE DE EDEMIAS 7 55

AJUDANTE DE SERVIÇOS DIVERSOS 52 313

AJUDANTE LUBRIFICADOR 9 65

AJUDANTE MANUTENÇÃO/ PROD 52 313

ALMOXARIFE 4 39

ANALISTA DE TREINAMENTOS 8 60

ANALISTA ADM CONTRATUAL 8 60

ANALISTA ADMINISTRATIVO 8 60

ANALISTA COMERCIAL 8 60

ANALISTA DE COMUNICAÇÃO 3 33

ANALISTA DE GESTAO DO MEIO AMBIENTE 8 60

ANALISTA DE GESTAO ORGANIZACIONAL 8 60

ANALISTA DE MATERIAIS- CC1 E CC2 8 60

ANALISTA DE QUALIDADE 8 60

ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS JR, PL E SR. 8 60

ANALISTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 3 33

ANALISTA DE SUPRIMENTOS 8 60

ANALISTA FINANCEIRO 8 60

APONTADOR 15 104

APRENDIZ 13 92

ARMADOR 14 97

ARMADOR MEIO OFICIAL 14 97

ARQUITETO 22 139

ASSIST MECANIZ PD 2 29

ASSISTENCIA SOCIAL 3 33

ASSISTENTE COMERCIAL 3 33

ASSISTENTE COMUNICAÇÃO JR, PL I E PL II 3 33

ASSISTENTE TÉCNICO I 12 86

ASSISTENTE TÉCNICO II 12 86

ASSISTENTE TÉCNICO III 12 86

AUX DE LAVANDERIA 24 150

AUXILIAR ARQUIVO 20 130

AUXILIAR ARQUIVO DESENHO 20 130

AUXILIAR COZINHA 1 20

AUXILIAR DE ALMOXARIFADO 4 39

AUXILIAR DE APROPIAÇÃO 15 104

AUXILIAR DE SANEAMENTO 5 44

AUXILIAR DE TOPOGRAFIA 72 420

AUXILIAR ENFERMAGEM 41 249

AUXILIAR ENFERMAGEM TRABALHO 41 249

AUXILIAR ESCRITÓRIO 3 33

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AUXILIAR LABORATÓRIO 41 249

AUXILIAR OPERAÇÃO PD I 2 29

AUXILIAR OPERAÇÃOPROCESSAMENTO DADOS I/II 2 29

AUXILIAR TÉCNICO I 12 86

AUXILIAR TÉCNICO II 12 86

AUXILIAR TÉCNICO III 12 86

BIOLOGO 70 410

BOMBEIRO 70 410

BORRACHEIRO I 16 108

BORRACHEIRO II 16 108

CAIXA 21 134

CARPINTEIRO 19 124

CARPINTEIRO MEIO OFICIAL. 19 124

COMPRADOR 21 134

CONDUTOR MOTORISTA 43 262

CONFEITEIRO 1 20

COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO 18 119

COORDENADOR COMERCIAL 18 119

COORDENADOR DE MANUTENCAO 32 196

COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE 18 119

COORDENADOR DE PRODUÇÃO 17 114

COORDENADOR DE QUALIDADE 18 119

COORDENADOR DE SEGUARANÇA DO TRABALHO 18 119

COORDENADOR PLANEJAMENTO 18 119

COORDENADOR SAÚDE TRABALHO 18 119

COORDENADOR SUPRIMENTOS 18 119

COORDENADOR TECNICO 18 119

COPEIRO 38 230

COZINHEIRO 1 20

COZINHEIRO AUXILIAR 1 20

COZINHEIRO CHEFE 1 20

DESENHISTA 20 130

DESENHISTA PROJETISTA I 20 130

DESENHISTA PROJETISTA II 20 130

DESENHISTA PROJETISTA III 20 130

ECONOMISTA SR-I 13 92

ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO MEIO OFICIAL 26 160

ELETRICISTA ILUMINADOR 26 160

ELETRICISTA INSTALADOR 26 160

ELETRICISTA MANUTENÇÃO III 26 160

ELETRICISTA MANUTENÇÃO I 26 160

ELETRICISTA MANUTENÇÃO II 26 160

ELETRICISTA MAQUINAS E VEICULOS MEIO OFICIAL 28 171

ELETRICISTA MÁQUINAS VEÍCULOS 28 171

ELETRICISTA VEÍCULOS 28 171

ELETROTÉCNICO 25 156

ENCANADOR 27 166

ENCANADOR INDUSTRIAL 27 166

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ENCANADOR MEIO OFICIAL 27 166

ENCARREGADO ADMINISTRATIVO – FORM.; 21 134

ENCARREGADO ADMINISTRATIVO; 21 134

ENCARREGADO COMERCIAL DE FORMAÇÃO; 21 134

ENCARREGADO DE LUBRIFICAÇÃO 23 144

ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO ELETRICA 23 144

ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL – FORM. 23 144

ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL; 23 144

ENCARREGADO DE MONTAGEM I 31 188

ENCARREGADO DE MONTAGEM II 31 188

ENCARREGADO DE PRODUÇÃO 31 188

ENCARREGADO DE PRODUÇÃO – FORM 31 188

ENCARREGADO DE REFEITÓRIO 38 230

ENCARREGADO DE REFEITÓRIO/FORM 38 230

ENCARREGADO EM EMERGÊNCIAS 23 144

ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA 32 196

ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA FORM 32 196

ENCARREGADO MECANIZAÇÃO PROCESSAMENTO DADOS 2 29

ENCARREGADO TÉCNICO 18 119

ENCARREGADO TÉCNICO FORM 18 119

ENCARREGADO TUNEIS/FORM 31 188

ENFERMEIRO DO TRABALHO; 41 249

ENG DE PRODUÇÃO 31 188

ENGENHEIRO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL 22 139

ENGENHEIRO DE MEIO AMBIENTE 22 139

ENGENHEIRO JR, PL I, PL II, SR I 22 139

ENGENHEIRO PLANEJAMENTO 22 139

ENGENHEIRO SEGURANÇA DO TRABALHO SR I 22 139

ENTREGADOR DE FERRAMENTAS 4 39

ESCRITURÁRIO I 3 33

ESCRITURÁRIO II 3 33

ESCRITURÁRIO III 3 33

FISCAL HIG CONS ALOJAMENTO 33 205

FISIOTERAPEUTA 41 249

FONOAUDIOLOGO 41 249

FRENTISTA TUNEL 10 71

FUNILEIRO II 34 209

FUNILEIRO I 34 209

GARCOM 38 230

GERÊNCIA COMERCIAL 35 214

GERENTE ADMINISTRATIVO FINANCEIRO 35 214

GERENTE COMERCIAL 35 214

GERENTE DE ENGENHARIA 35 214

GERENTE DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO 35 214

GERENTE DE MANUTENÇÃO 35 214

GERENTE DE OBRA 35 214

GERENTE DE PRODUCAO 35 214

GERENTE DE QUALIDADE 35 214

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GERENTE DE SSMA 35 214

GERENTE ECONOMICO-FINANCEIRO 35 214

INJETADOR 10 71

INSTRUTOR DE TREINAMENTO II 37 226

INSTRUTOR DE TREINAMENTO I 37 226

JOVEN PROFISSIONAL TRAINEE 13 92

LIDER DE AÇOUGUE 38 230

LÍDER DE ALIMENTAÇÃO INDUSTRIAL 38 230

LÍDER DE CONFEITARIA 38 230

LIDER DE COZINHA INDUSTRIAL 38 230

LIDER DE PANIFICAÇÃO 38 230

LIDER DE PRODUÇÃO 31 188

LIDER DE SALÃO 38 230

LIDER DE SERVIÇOS GERAIS 33 205

LUBRIFICADOR 9 65

MARCENEIRO 19 124

MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVES 43 262

MARINHEIRO; 43 262

MECANICO AJUSTADOR 39 235

MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS I 42 256

MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS II 42 256

MECÂNICO INDUSTRIAL I; 39 235

MECÂNICO INDUSTRIAL II; 39 235

MECÂNICO INDUSTRIAL III. 39 235

MECÂNICO LIDER; 39 235

MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS I 42 256

MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS II 42 256

MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS III 42 256

MECÂNICO MEIO OFICIAL; 39 235

MECÂNICO MONTAGEM ESTRUTURA TUBULAR 44 266

MECÂNICO VEÍCULOS 42 256

MEDICO CLINICO; 41 249

MEDICO DO TRABALHO; 41 249

MESTRE DRAGA/EMPURRADOR 43 262

MONTADOR DE FORMAS METÁLICAS 44 266

MONTADOR ESTRUTURA METÁLICA MEIO OFICIAL 44 266

MONTADOR LINHAS DE TRANSMISSÃO I 44 266

MOTORISTA I 40 243

MOTORISTA II 40 243

NIVELADOR 72 420

NUTRICIONISTA 38 230

OFICIAL CONSTRUTOR CIVIL –BIVALENTE 57 339

OFICIAL ESPECIALISTA MONTAGEM I 59 350

OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM II 36 221

OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM III 36 221

OFICICIAL ESPECIALISTA MONTAGEM II 59 350

OFICICIAL ESPECIALISTA MONTAGEM III 59 350

OPERADOR DE TELEHANDLER 29 176

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OPERADOR BASCULANTE FORA DE ESTRADA 47 283

OPERADOR BOMBA DE CONCRETO 51 307

OPERADOR CENTRAL AR COMPRIMIDO 51 307

OPERADOR CENTRAL DE CONCRETO 58 334

OPERADOR DE BOMBA DE ALTA PRESSÃO 51 307

OPERADOR DE BRITADOR 61 363

OPERADOR DE CAMINHÃO ABASTECIMENTO 45 272

OPERADOR DE CAMINHÃO BASCULANTE II 47 283

OPERADOR DE CAMINHÃO BETONEIRA 47 283

OPERADOR DE CAMINHÃO DE LANÇAMENTO DE CONCRETO 51 307

OPERADOR DE CAMINHÃO LEVE 47 283

OPERADOR DE CARRETA I 47 283

OPERADOR DE CARRETA II 47 283

OPERADOR DE COMBOIO 45 272

OPERADOR DE EMPILHADEIRA 62 368

OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA I 54 324

OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA II 54 324

OPERADOR DE GRUAS I 46 277

OPERADOR DE GRUAS II 46 277

OPERADOR DE GUINCHO 29 176

OPERADOR DE GUINDASTE I 30 182

OPERADOR DE GUINDASTE II 30 182

OPERADOR DE GUINDAUTO 30 182

OPERADOR DE INSTALAÇÃO INDUSTRIAL I 61 363

OPERADOR DE INSTALAÇÃO INDUSTRIAL II 61 363

OPERADOR DE IRRIGADEIRA II.(CAMINHÃO PIPA) 47 283

OPERADOR DE JATEAMENTO 6 48

OPERADOR DE JUMBO 50 301

OPERADOR DE MAQUINA DE CORTE E DOBRA DE METAIS I, II E III 44 266

OPERADOR DE MÁQUINA DE LAVANDERIA I E II 24 150

OPERADOR DE MOTONIVELADORA I 49 295

OPERADOR DE MOTONIVELADORA II 49 295

OPERADOR DE MOTOSSERRA 19 124

OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA II 49 295

OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA I 49 295

OPERADOR DE PERFURATRIZ HIDRÁULICA 50 301

OPERADOR DE PERFURATRIZ PNEUMATICA 50 301

OPERADOR DE PLATAFORMA ELEVATORIA 29 176

OPERADOR DE PONTE ROLANTE 46 277

OPERADOR DE REFRIGERAÇÃO, 53 318

OPERADOR DE RETRO ESCAVADEIRA 49 295

OPERADOR DE ROÇADEIRA 19 124

OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR I 56 334

OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR II 56 334

OPERADOR DE TRATOR AGRÍCOLA 49 295

OPERADOR DE TRATOR LÂMINA I 55 329

OPERADOR DE TRATOR LÂMINA II 55 329

OPERADOR DE USINA DE BRITAGEM 61 363

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OPERADOR DE VIBRADOR DE CONCRETO 48 290

OPERADOR ESTEIRA TRANSPORTADORA 60 355

OPERADOR MARTELETE 10 71

OPERADOR ROMPEDOR CONCRETO 10 71

OPERADOR USINA DE CONCRETO I 58 334

OPERADOR USINA DE CONCRETO II 58 334

PASSADOR DE ROUPAS I E II 24 150

PEDREIRO AZULEGISTA. 10 71

PEDREIRO DE ACABAMENTO; 10 71

PEDREIRO MEIO OFICIAL 10 71

PEDREIRO; 10 71

PINTOR 63 373

PINTOR INDUSTRIAL 63 373

PINTOR LETRISTA 63 373

PINTOR MAQS VEICULOS 63 373

PORTEIRO 64 378

PROJETISTA I 20 130

PSICÓLOGO 13 92

RECEPCIONISTA 65 382

RIGGER 69 404

SALADEIRO 1 20

SECRETARIA I 65 382

SELECIONADOR 13 92

SINALEIRO I 69 404

SINALEIRO II 69 404

SOLDADOR DE ARMAÇÃO 11 78

SOLDADOR DE MANUTENÇÃO 68 397

SOLDADOR DE MANUTENÇAO RX, 68 397

SOLDADOR ESTRUTURAS METALICAS 68 397

SOLDADOR RX 68 397

SOLDADOR TIG/MIG 67 391

SUPERVISOR ADMINISTRATIVO. 21 134

SUPERVISOR COMERCIAL 35 214

SUPERVISOR DE ENGENHARIA 66 386

SUPERVISOR DE MEIO AMBIENTE 66 386

SUPERVISOR DE PLANEJAMENTO 66 386

SUPERVISOR DE PRODUÇÃO 17 114

SUPERVISOR DE QUALIDADE 66 386

SUPERVISOR DE SEGURANÇA DO TRABALHO 66 386

SUPERVISOR DE TOPOGRAFIA 72 420

SUPERVISOR MANUTENÇÃO 32 196

SUPERVISOR TECNICO 66 386

TEC. EM ENFERMAGEM. 41 249

TEC. ENFERMAGEM DO TRABALHO; 41 249

TÉCNICO DE SANEAMENTO 5 44

TECNICO ELETRICO 25 156

TECNICO ELETRONICO 25 156

TECNICO EM EMERGENCIAS 70 410

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TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE JR 70 410

TECNICO MECANICO 39 235

TECNICO OPER. REFRIGERAÇÃO 53 318

TÉCNICO SEGURANÇA DO TRABALHO JR 70 410

TÉCNICO SEGURANÇA DO TRABALHO PL 70 410

TÉCNICO SEGURANÇA DO TRABALHO SR 70 410

TECNÓLOGO 18 119

TELEFONISTA 65 382

TOPOGRAFO AUXILIAR, 72 420

TOPOGRAFO I 72 420

TOPOGRAFO II 72 420

TOPOGRAFO III 72 420

TORNEIRO MECÂNICO I 71 416

TORNEIRO MECÂNICO II 71 416

TORNEIRO MECANICO MEIO OFICIAL 71 416

VIGIA 64 378

VIGIA LIDER 64 378

VISITADORA SOCIAL 3 33

ZELADOR. 24 150

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8. DESCRIÇÃO DOS LAUDOS

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-01

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AÇOUGUEIRO
 AUXILIAR COZINHA
 COZINHEIRO AUXILIAR
 COZINHEIRO CHEFE
 COZINHEIRO

 CONFEITEIRO
 SALADEIRO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR..

I - Setores de Trabalho

REFEITORIO – ME / MD

II - Descrição do local

Em específico os profissionais deste GHE tem sua unidade de trabalho Localizada na Cozinha / Refeitório – ME/MD,
aonde se encontram mobiliários e utensílios de cozinha, tais como: fogão, geladeira, prateleiras, mesas, bancadas de
trabalho, fritadeiras, fornos etc.

III - Serviços realizados conforme cargos em atividade no setor:

A - AUXILIAR COZINHA

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- Auxiliar na lavagem e escolha de legumes, na seleção de cereais, no preparo e distribuição das refeições a serem
servidas no refeitório e na limpeza de utensílios e equipamentos de cozinha.

- Preparar lanches, cortando pães e frios, preparar café e sucos;

- Realizar a limpeza do refeitório e utensílios.

B – COZINHEIRO, COZINHEIRO AUXILIAR

-Preparar refeições diárias (almoço, jantar, sobremesa, café da manhã), verificando o cardápio, retirando ingredientes
do depósito e câmara fria, cozinhando, montando e decorando os pratos, deixando-os prontos para serem servidos.

- Atender aos pedidos dos garçons, entregando aos mesmos as refeições solicitadas, colocando-as em bandejas,
travessas, cumbucas, cuidando da apresentação dos pratos.

- Distribuir aos ajudantes os serviços relativos ao preparo dos pratos, bem como auxiliá-los na limpeza da cozinha e
utensílios de uso freqüente, orientando-os nos trabalhos de higienização dos utensílios e equipamentos da cozinha.

- Requisitar gêneros alimentícios (verduras, frutas, pães, carnes, frios, massas, etc.), verificando a quantidade
disponível no depósito e na câmara fria.

- Orientar seus auxiliares quanto ao reaproveitamento e manipulação de alimentos, a fim de evitar desperdícios e seguir
as regras de higiene.

C – COZINHEIRO CHEFE

- Coordenar as atividades da produção diária do refeitório, seguindo o cardápio, observando a manipulação dos
alimentos, distribuindo as tarefas, atento à segurança e higiene pessoal dos subordinados;

- Coordenar o preparo, pesagem e distribuição de refeições orientando quanto à quantidade a ser preparada, cuidados
a serem tomados, tempo gasto para servir, a quantidade "per capita" e apresentação dos pratos;

- Fiscalizar o funcionamento dos equipamentos e utensílios de cozinha, orientando quanto a sua utilização correta,
providenciando reposição ou reparos e comunicando o superior, sempre que necessário;

- Informar ao superior a relação do material a ser utilizado na cozinha e limpeza, a fim de ser providenciada a reposição;

- Coordenar a limpeza do Refeitório (interna e externa), observando o cumprimento das normas de higiene e orientando
a colocação dos equipamentos e utensílios de cozinha nos devidos lugares.

C – AÇOUGUEIRO

- Recepcionar r inspecionar as carnes solicitadas quanto à qualidade de alimento;

- Separar Classificar e temperar as Carnes, quanto ao corte, utilizando Facas;

- Atender Solicitação da Cozinha para a preparação de alimentos.

D – CONFEITEIRO

Preparam sobremesas, tortas, bolachas e biscoitos. Elaboram caldas e caramelos e produzem compotas. Confeitam
doces, preparam recheios. Redigem documentos tais como requisição de materiais registros de saída de materiais.
Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e
preservação ambiental.

E – SALADEIRO

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Organizam e preparam serviços de cozinha relacionados ao preparo de saladas elaborando o pré-preparo, o preparo e
a finalização das saladas folhosas, cruas e cozidas observando métodos de cocção e padrões de qualidade dos
alimentos. O exercício dessa função requer ensino fundamental completo e os profissionais envolvidos devem
demonstrar competências e respeitar regras de higiene e segurança.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS


I – Agentes Físicos

A – Ruído

 Metodologia:

O ruido foi analisado por dosimetria com base nos limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE,
seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-01 da FUNDACENTRO. O “Nivel Exposição
Normalizado” (NEN), foi realizado com instrumento Dosimetro operando no circuito de compensação “A” e resposta
lenta (SLOW), sendo ultilizado formula ajustada para incremente da duplicação de dose Q = 5 dB(A). Em atendomento a
Instrução Normativa nº-118 (abril de 2005).

Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, previamente calibrado, marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O
microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador, portanto o nível de pressão sonora
quantificado é semelhante ao que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu ouvido.

 Considerações sobre o agente:

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15 (Anexo-01)

Procedimentos de amostragem: NHO-01 da FUNDACENTRO

Propagação: Freqüência

Trajetória: Ar

Fonte Geradora: Ruído gerado pela atividade cocção e lavagem e manipulação de utensílios de cozinha

Freqüência da Exposição: Habitual

Tempo de Exposição: 8 horas

 Resultado da Dosimetria:
(Ver Detalhes - ANEXO-GHE-01)

Tempo total TWA Dose %


08 h 73,7 dB(A) 21,46

B – Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.

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Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes internos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,3 x tg).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Temperatura
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: Intermitente
Tempo de Exposição: 6 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Luva para altas temperaturas CA: 11.553
Medidas proteção coletiva Existentes: Foi observado, sistemas de Exaustores tipo coifas localizados sobre os postos
de trabalho com presença de calor.

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 23/02/2011 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE 01:
Nome: Jesus Lopes
Função: Cozinheiro
Período Inicial: 9h:35min
Período Final: 10h:50min
Local: Cozinha / refeitório - MD
Atividade desenvolvida durante a avaliação: retira arroz da caldeira, específica para este fim, com auxilio de caneca de
alumínio, abastecendo bandejas de aço inox para posterior distribuição nos Buffets do refeitório.
 Situação Térmica:
1° Ciclo: Retira arroz da caldeira com auxilio de caneca de alumínio.
Esta situação térmica teve duração de: 00h 20 min
2º Ciclo: Desloca-se com carrinho até o refeitório, acondicionando as bandejas de aço inox contendo arroz em
estufas refratárias.
Esta situação térmica teve duração de: 00h 40 min

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-01)
1° Ciclo (Caldeira – Cozinhando)
Data: 23/02/2011

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Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG


10h:01min 10h:06min 27,6 33,4 ºC 29,3

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 0,7 x 27,6 + 0,3 x 33,4
IBUTG = 19,32 + 10,02
IBUTG = 29,3
Taxa de Metabolismo: De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. Taxa de
Metabolismo = 300 Kcal/h. (Quadro – nº 3 - NR-15)

Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-01)


2° Ciclo (Lavar e Limpar)
Data: 23/02/2011
Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG
10h:45min 10h:50min 17,8 ºC 23,8 ºC 19,6

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 0,7 x 17,8 + 0,3 x 23,8
IBUTG = 12,46 + 7,14
IBUTG = 19,6
Taxa de Metabolismo: De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. Taxa de Metabolismo
= 220 Kcal/h. (Quadro – nº 3 - NR-15)
IBUTG Médio Ponderado
IBUTG = IBUTG1 x t1 + IBUTG2 x t2
60
IBUTG = 29,3 x 20 + 19,6 x 40
60
IBUTG = 22,8

Taxa Metabólica Média Ponderada – M


M= M1 x t1 + M2 x t2
60

M= 300 x 20 + 220 x 40
60

M= 246 Kcal/h

Logo, a Média Ponderada da Taxa de Metabolismo acusou 246 Kcal/h, consultando a seguinte tabela:
Máximo
M (Kcal/h)
IBUTG

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175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0
 ATIVIDADE 02:
Nome: Jair Barbosa da Silva
Função: Cozinheiro Chefe
Período Inicial: 11h:35min
Período Final: 12:40min
Local: Cozinha / refeitório - MD
Atividade desenvolvida durante a avaliação: Permaneceu em bancada de inox, abrindo pacotes contendo empanados,
organizando os mesmos em porções. Realizou a retirada de Alimento, iniciou o processo de fritura em óleo quente,
onde ultilizou-se de uma pá de alumínio para colocação nas bandejas de aço inox.

 Situação Térmica:
1° Ciclo: Retira dos empanados do óleo quente, com auxilio de pá de alumino.
Esta situação térmica teve duração de: 00h 15 min
2º Ciclo: Permaneceu em bancada de inox, abrindo pacotes contendo empanados, organizando os mesmos em
porções.
Esta situação térmica teve duração de: 00h 35 min

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-01)
1° Ciclo (Caldeira – Cozinhando)
Data: 23/02/2011
IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg
IBUTG = 0,7 x 27,6 + 0,3 x 33,7
IBUTG = 18,76 + 10,11
IBUTG = 28,8
Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG
12h:00min 12h:05min 27,6 ºC 33,7 ºC 28,8

Taxa de Metabolismo: De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. Taxa de
Metabolismo = 300 Kcal/h. (Quadro – nº 3 - NR-15)
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-01)

2° Ciclo (Lavar e Limpar)


Data: 23/02/2011

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Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG


12h:35min 12h:40min 26,05 ºC 30,9 ºC 27,5

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 0,7 x 26,05 + 0,3 x 30,9
IBUTG = 18,2 + 9,3
IBUTG = 27,5
Taxa de Metabolismo: De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. Taxa de Metabolismo
= 220 Kcal/h. (Quadro – nº 3 - NR-15)

IBUTG Médio Ponderado


IBUTG = IBUTG1 x t1 + IBUTG2 x t2
60
IBUTG = 28,8 x 15 + 27,5 x 35
60
IBUTG = 23,24

Taxa Metabólica Média Ponderada – M


M= M1 x t1 + M2 x t2
60

M= 300 x 15 + 220 x 35
60
M= 203 Kcal/h

Logo, a Média Ponderada da Taxa de Metabolismo acusou 203 Kcal/h, consultando a seguinte tabela:

M Máximo
(Kcal/h) IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE


Agente Físico Ruído:

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Considerando o regime de trabalho (máxima exposição diária permissível), anexo nº 1 da NR-15, Portaria n.º 3.214/78,
conclui-se que, os trabalhadores dos setores avaliados compreendidos pelo GHE-01 e atividades inerentes a este setor,
Não estão expostos a níveis de ruído acima dos limites de tolerância permitidos por lei, permanecendo abaixo dos 85
dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi considerada SALUBRE. Tais níveis não
caracterizam como agente nocivo na data da avaliação. Código de GFIP=0 (zero)

Agente Físico Temperatura:

De acordo com o Quadro 02 da Norma de Higiene Ocupacional Nº 06 – Limite de Exposição Ocupacional ao Calor,
através do IBUTG Médio Ponderado e a Taxa de Metabolismo Média Ponderada nas diversas situações térmicas acima
citadas, os níveis de calor ficou abaixo do Limite de Exposição estabelecido pela Norma Regulamentadora Nº 15 em
seu Anexo Nº 03, da Portaria 3214/78 do Ministério de Trabalho e Emprego. Código de GFIP=0 (zero)

Agente Químico Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE. Código de GFIP=0 (zero)

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE. Código de GFIP=0 (zero).

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

Os trabalhadores dos setores relacionados não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade, conforme NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86, portanto não foi
considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.3 15.6 EPC 15.7 EPI


FUNÇÃO / 15.2 15.4 15.5 Técnica
Fator de Eficaz Eficaz 15.8 CA EPI
SETOR Tipo Itens./Conc Utilizada
Risco (S/N) (S/N)

 AUXILIAR DE NR-15, Anexo 1


COZINHA TWA =
F Ruído e NA S
 COZINHEIRO 73,7 dB(A)
NHO-01
 COZINHEIRO
AUXILIAR
 COZINHEIRO
CHEFE NR – 15 anexo 3
IBUTG =
F Calor e NA S NA
 AÇOUGUEIRO.
23,24
NHO - 06
 CONFEITEIRO
 SALADEIRO

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT) UHE-JIRAU. GHE-02

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AUXILIAR OPERAÇÃO PD I

 ASSIST MECANIZ PD

 ENCARREGADO MECANIZAÇÃO PROCESSAMENTO DADOS

 AUXILIAR OPERAÇÃOPROCESSAMENTO DADOS I/II

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setor de Trabalho

PROCESSAMENTO DE DADOS

II - Descrição do local.

Executam atividades de processamento de dados em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de
fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial
através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão
dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, bancada de serviço, telefone e ferramentas para
manutenção.

III - Serviços realizados.

A – AUXILIAR OPERAÇÃO PD I:

- Efetuar manutenção corretiva e preventiva nos diversos locais da obra;

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- Efetuar eventuais montagens de sistemas eletrônicos de circuito a válvulas e a transistores, dentre os quais se incluem
transmissores, amplificadores, circuito com fotocélulas, ignição transistorizada, retificadores para carga de baterias e
para alternadoras, etc.

B – ASSIST MECANIZ PD:

Coordenar os serviços de instalação inicial dos equipamentos de processamento de dados na Estação, controlando o
uso compartilhado dos mesmos. Coordenar e supervisionar os serviços de digitação, operação e transmissão de dados.
Verificar e solucionar defeitos ou problemas surgidos nos equipamentos e / ou nas linhas de comunicação, contatando o
Contact Center e / ou empresas especializadas em manutenção, previamente definidas. Manter contato junto a Contact
Center, para solucionar problemas referentes aos sistemas já implantados. Coordenar e efetuar a análise e correção
dos erros apresentados na consistência dos sistemas e/ou rotinas. Zelar pelo cumprimento dos esquemas de
segurança dos sistemas em operação. Coordenar as atividades de recebimento dos documentos para processamento,
bem como a expedição dos serviços executados. Zelar pelo cumprimento dos prazos de encerramento das rotinas
implantadas. Zelar quanto à guarda e cuidado que se deve ter com os equipamentos de processamento de dados que
estão sob sua inteira responsabilidade.

C – ENCARREGADO MECANIZAÇÃO PROCESSAMENTO DADOS/FORM:

- Coordenar os serviços de instalação inicial dos equipamentos de processamento de dados na estação;


- Coordenar os serviços de digitação, operação, transmissão e recepção de dados. Coordenar o uso compartilhado dos
equipamentos nas EPD's e/ou salas de usuários;

- Verificar e solucionar defeitos ou problemas surgidos nos equipamentos e/ou nas linhas de comunicação, contatando o
DIN e/ou empresas especializadas em manutenção, previamente definidas. Manter contato junto ao DIN, para
solucionar problemas referentes a sistemas já implantados;
- Desenvolver aplicações locais utilizando-se de programas-produtos padronizados pelo DIN;
- Coordenar e efetuar a análise e correção dos erros apresentados nas consistências dos sistemas e/ou rotinas;
- Zelar pelo cumprimento dos esquemas de segurança dos sistemas operação. Treinar novos usuários na operação das
rotinas implantadas.
- Coordenar as atividades de recebimento dos documentos para processamento, bem como a expedição dos serviços
executados;
- Zelar pelo cumprimento dos prazos de encerramento das rotinas implantadas. Prestar apoio as UT's regionais/locais
no cumprimento das instruções normativas existentes na Empresa. Zelar quanto à guarda e cuidado que se deve ter
com os equipamentos de processamento de dados que estão sob sua inteira responsabilidade;
- Manter contatos com os usuários, identificando deficiências ou melhorias nos sistemas implantados,
visando sua otimização. Auxiliar o DIN na coordenação das atividades de microinformática local.
D - AUXILIAR OPERAÇÃOPROCESSAMENTO DADOS I/II

Conhecer perfeitamente o sistema de informática utilizado. Efetuar a transferência dos dados necessários entre o
equipamento da obra e o computador central. Processar as rotinas implantadas de acordo com os procedimentos pré-
estabelecidos. Auxiliar na análise e correção dos erros apontados nas consistências dos sistemas / rotinas em
operação. Manter contato com as diversas áreas usuárias, responsáveis pela emissão dos documentos, para a solução
dos erros apontados. Auxiliar no fechamento mensal das consistências dos sistemas e / ou rotinas.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

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 Metodologia:

O ruido foi analisado por dosimetria com base nos limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE,
seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-01 da FUNDACENTRO. O “Nivel Exposição
Normalizado” (NEN), foi realizado com instrumento Dosimetro operando no circuito de compensação “A” e resposta
lenta (SLOW), sendo ultilizado formula ajustada para incremente da duplicação de dose Q = 5 dB(A). Em atendomento a
Instrução Normativa 118 (abril de 2005).

Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, previamente calibrado, marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O
microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador, portanto o nível de pressão sonora
quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu ouvido.

 Considerações sobre o agente:

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15 (Anexo-01)

Procedimentos de amostragem: NHO-01 da FUNDACENTRO

Propagação: Freqüência

Trajetória: Ar

Fonte Geradora: Ruído gerado pela atividade cocção e utensílios de cozinha.

Freqüência da Exposição: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

 Resultado da Dosimetria:

(Ver Detalhes - ANEXO-GHE-02)

Tempo total TWA Dose %

08 h 74.43 dB(A) 24,77

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Considerando o regime de trabalho (máxima exposição diária permissível), anexo nº 1 da NR-15, Portaria n.º 3.214/78,
conclui-se que, os trabalhadores dos setores avaliados compreendidos pelo GHE-01 e atividades inerentes a este setor,
Não estão expostos a concentrações de ruído acima dos limites de tolerância permitidos por lei, permanecendo abaixo
dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi considerada SALUBRE. Tais
concentrações não caracterizam como agente nocivo na data da avaliação. Código de GFIP=0 (zero)

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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78 e conforme Decreto nº 3.048/99, de 06 de maio de 1999, Anexo IV. Portanto, o
procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à presença de agentes químicos foi
considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

Os trabalhadores dos setores relacionados não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade, conforme NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86, portanto não foi
considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 EPC
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica 15.7 EPI
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz (S/N)
(S/N)

 AUXILIAR OPERAÇÃO
PD I
 ASSIST MECANIZ PD
 ENCARREGADO
Conforme
MECANIZAÇÃO NR-15, Anexo
Ficha
TWA 1
PROCESSAMENTO F Ruído NA S Técnica de
73,43 dB(A) e
EPI da
DADOS/FORM. NHO-01
empresa
 AUXILIAR
PROCESSAMENTO DE
DADOS I/II

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-03

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ASSISTENTE COMERCIAL
 AUXILIAR ESCRITÓRIO
 ESCRITURÁRIO I
 ESCRITURÁRIO II
 ESCRITURÁRIO III
 ASSISTENCIA SOCIAL
 VISITADORA SOCIAL
 ANALISTA DE COMUNICAÇÃO
 ANALISTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
 ASSISTENTE COMUNICAÇÃO JR, PL I E PL II

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO ENGENHARIA
ÀREA DE LAZER GERAÇÃO SUSTENTAVEL
ASSISTENCIA SOCIAL E COMUNICAÇÃO. LAVANDERIA
CAIXA E CONTABILIDADE SUPERVISÃO TERRA
CIVIL CF/TD MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CONTABILIDADE MEDICINA DO TRABALHO
ELÉTRICA ORÇAMENTAÇÃO
EMBUTIDOS, PROP - PROGRAMA DE OPERADORES

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POLIVALENTES SUPERVISÃO TERRA


RECRUTAMENTO E SELEÇÃO SUPRIMENTOS
RECURSOS HUMANOS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
REFEITÓRIO TERCEIROS
RESPONSABILIDADE SOCIAL E COMUNICAÇÃO TRANSPORTE
SEGURANÇA PATRIMONIAL, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE
TALENTO
SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO

II - Descrição do local.

Para todas as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares,
ambos em espaço fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira,
iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial
com sistema de ar condicionado. Nestes ambientes estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório,
telefone, material de expediente, mesas e computadores.

III - Serviços realizados.

A – ORÇAMENTAÇÃO: Executar as atividades de Apropriação e Medição da obra, envolvendo medições com


subempreiteiros, medições contratuais, apropriação dos insumos, tomada de preços para contratação de
subempreiteiros e análise das propostas. Analisar os resultados dos serviços. Preparar a contratação de
subempreiteiros, elaborando editais para tomada de preço, analisando as propostas recebidas, verificando os aspectos
de viabilidade econômica e técnica, preparando carta de intenção para elaboração de contrato ou aditivos contratuais e
assessoramento a chefia da obra na escolha da melhor proposta. Analisar reivindicações apresentadas por
subempreiteiros, verificando sua procedência, emitindo parecer encaminhando e para apreciação e decisão superior.
Efetuar em conjunto com a contratante, a medição financeira de serviços realizados, tomando por base a medição física
efetuada pela topografia ou apontamentos ou medição no projeto, a fim de corrigir possíveis distorções e viabilizar o
faturamento. Providenciar, junto às áreas de produção da obra, a emissão do documento "Autorização de Serviços"
sempre que surgir atividade extracontratual. Preparar os elementos para a reunião mensal com superiores para discutir
o desempenho econômico da obra; preparar o orçamento anual da obra.

B – AUXILIAR ESCRITÓRIO:

- Auxiliar na execução de serviços gerais de escritório: registros, controles, arquivo, datilografia, etc. Anotar em registros
apropriados a documentação recebida e expedida, efetuando o controle das mesmas. Arquivar documentos e executar
outras tarefas afins quando solicitado;

- Arquivar desenhos e plantas, de acordo com as classificações existentes e obedecendo a critérios determinados
(ordem numérica, cronológica, alfabética), intercalando-os na mapoteca do setor;

- Manter atualizadas as pastas índice do arquivo, incluindo os novos desenhos e controlando a numeração dos mesmos
para facilitar e agilizar a sua localização;

- Atender as consultas feitas ao arquivo técnico, localizando desenhos e / ou plantas, controlando a retirada dos
mesmos através de impresso próprio e / ou providenciando cópias;

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- Executar serviços de datilografia/digitação para preenchimento de formulários simples. Operar máquina heliográfica e /
ou copiadora, tirando cópias de cronogramas, desenhos e outros documentos, distribuindo-os conforme orientação do
superior imediato.

C – ESCRITURÁRIO I; ESCRITURÁRIO II E ESCRITURÁRIO III:

- Executar serviços burocráticos nas diversas áreas da Empresa (Pessoal, Contabilidade, Suprimentos, etc.), digitando
documentações, efetuando cálculos de pouca complexidade, organizando e controlando fichários e arquivos. Executar
as rotinas implantadas na área de acordo com os procedimentos pré-estabelecidos. Receber, controlar e enviar
listagens que envolvam os sistemas / rotinas em operação, separando-as para classificação, conferência e arquivo;

- Auxiliar na análise e correção dos erros apontados nas consistências dos sistemas / rotinas em operação na área.
Recepcionar pessoas que se dirigem a área, pessoalmente ou por telefone, verificando o assunto, encaminhando ou
transferindo à pessoa procurada ou dando solução quando de sua competência.

D – ASSISTENTE SOCIAL: Elaborar e sugerir programas de Serviço Social, Médico-Hospitalar, Comunidade, Saúde
Pública e Trabalho, baseando-se em levantamento de necessidades, objetivando solucionar os problemas dentro das
normas da Empresa, legislação em vigor e interesse dos solicitantes.

- Definir procedimentos a serem seguidos, em linhas gerais e em casos específicos, nos casos de visitas domiciliares e
hospitalares a empregados e familiares.

-Elaborar relatórios estatísticos e descritivos em sua área de atuação.

-Emitir pareceres dentro de sua área de competência, sempre que solicitado.

-Orientar os empregados quanto à solicitação de benefícios diferenciados a entidades hospitalares.

E - VISITADORA SOCIAL: - Efetuar pesquisas sociais, entrevistando funcionários e moradores da comunidade e


realizando tabulação dos dados levantados;

- Efetuar entrevistas de triagem de casos, e, quando for o caso, encaminhar os entrevistados para a Assistente Social e
/ ou outros órgãos que possam auxiliá-los na solução de seus problemas;

- Efetuar visitas domiciliares para complementar e / ou checar informações prestadas na entrevista, bem como para dar
orientações dentro de sua área de atuação;

- Acompanhar junto aos hospitais e médicos locais os casos mais graves ocorridos com funcionários que
necessariamente precisam de informações mais urgentes e detalhados;

- Prestar orientações dentro de sua área específica, através de palestras e reuniões. Elaborar relatórios dos trabalhos
desenvolvidos e encaminhá-los para a Assistente Social;

- Efetuar convocação, nos setores de serviço e residências, para transmitir orientações e tratar de assuntos de caráter
social.

F - ANALISTA DE COMUNICAÇÃO:

Manter contato com as áreas sociais, assessorias de imprensa e corporativa, além dos demais segmentos, nos
veículos de comunicação locais, regionais e nacionais. Auxiliar no desenvolvimento e atualização de press releases, e
demais ações de divulgação promocional e institucional dentro da empresa.

G - ASSISTENTE COMUNICAÇÃO JR, PL I E PL II

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Responsável pelo Plano de Comunicação da Obra. Coordena o processo de elaboração do Jornal Interno da Obra.
Realiza ações na comunidade com o objetivo de divulgar o empreendimento e aumentar níveis de conscientização da
comunidade a respeito da atuação da empresa. Definir procedimentos a serem seguidos, em linhas gerais e em
casos específicos, dentro da área de comunicação social. Elaborar relatórios estatísticos e descritivos em sua área de
atuação. Emitir pareceres dentro de sua área de competência, sempre que solicitado. Elaborar e sugerir programas de
Comunicação Social dentro da Obra. Monitorar notícias que saem na mídia e quando for necessário apresentar a visão
da empresa. Proferir palestras de orientação a empregados ou à comunidade, dentro de sua área de competência.
Tendo em vista aprimorar a comunicação na área de Engenharia & Construção, ser um correspondente da Revista
Conexão na Obra. Atuar na elaboração e implantação do Programa de Sustentabilidade.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos quando da movimentação próximo ao escritório.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não se aplica

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-03)

Tempo total TWA Dose %

08 h 65,05 Db (A) 6,82

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE


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Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

 ASSISTENTE COMERCIAL

 AUXILIAR ESCRITÓRIO

 ESCRITURÁRIO I

 ESCRITURÁRIO II

 ESCRITURÁRIO III NR-15,


Anexo 1 e
 ASSISTENCIA SOCIAL
Código 2.0.1
F Ruído 65,05 dB (A) NA NA NA
 ASSISTENCIA SOCIAL Anexo IV
Dec,
 VISITADORA SOCIAL
3048/99
 ANALISTA DE
RESPONSABILIDADE
SOCIAL

 ASSISTENTE
COMUNICAÇÃO JR, PL I E
PL II

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-04

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AUXILIAR DE ALMOXARIFADO;
 ALMOXARIFE
 ENTREGADOR DE FERRAMENTAS
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho:

CENTRAL BRITAGEM MANUTENÇÃO CENTRAL


CIVIL CF/TD II MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CONTROLE DE EP REFEITORIO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SEGURANÇA DO TRABALHO – ESCRITORIO
ELETRICA SEGURANÇA DO TRABALHO – OPERACIONAL
ELETRICA SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
FABRICA DE GELO SUPRIMENTOS
GUINDASTES

II - Descrição do local.

Para as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares, ambos em
espaço fechado, Galpão em estrutura metálica, telhas de metálica, Galpão em estrutura de metálica, cobertura telha de
fibrocimento, piso de cimento, iluminação natural através de esquadrias metálicas e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação natural. Nestes ambientes estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório,
telefone, balcão de entrega e recebimento de materiais e ferramentas, mesas e computadores, prateleiras e armários.

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III - Serviços Realizados.

A – AUXILIAR DE ALMOXARIFADO:

Conferir as quantidades dos materiais recebidos no almoxarifado, verificando se estão de acordo com as amostras e/ou
especificações constantes nos pedidos e auxiliar na conferência periódica dos mesmos. Acondicionar as peças e
materiais recebidos, em locais apropriados. Entregar materiais no balcão mediante apresentação de requisição,
verificando a competência para aprovação. Efetuar lançamentos de entradas e saídas de materiais nos controles de
estoque da Unidade, a fim de mantê-los atualizados. Atender telefone passando informações sobre a existência de
materiais em estoque.

B – ALMOXARIFE:

Supervisionar as atividades do almoxarifado, distribuir tarefas, controlar as requisições recebidas, verificando as


assinaturas competentes e encaminhando para atendimento. Orientar as atividades de recepção e expedição de
materiais, conferindo a origem, destino, prazo de entrega, especificações dos materiais, etc., analisando o documento
gerador (Requisição de Material, PI, PF). Coordenar o levantamento do estoque, a limpeza e arrumação do local de
armazenamento. Orientar o acondicionamento dos materiais em locais apropriados, fazendo com que sejam
codificados, etiquetados, embalados e armazenados otimizando o atendimento das requisições e atendendo as
exigências de segurança, qualidade e meio ambiente.

C – ENTREGADOR DE FERRAMENTAS

Atender às solicitações de ferramentas em geral, por parte dos Profissionais envolvidos nas atividades, anotando o
pedido e o nome do requisitante, colhendo sua assinatura em cautelas e entregando-as para que sejam utilizadas.
Controlar o prazo de uso das mesmas, comunicando aos respectivos supervisores as devoluções pendentes.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos quando da movimentação próximo ao almoxarifado.

Freqüência: Intermitente

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Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-04)

Tempo total TWA Dose %


08h 78,6 dB(A) 41,36

B – Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.

Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes internos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,3 x tg).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Temperatura
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável
Medidas proteção coletiva Existentes: Não aplicável
 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 23/02/2011 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE :
Nome: Jucilani – Ref. 252826
Função: Almoxarife
Período Inicial: 10h:04min
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Período Final: 10h:09min


Local: Almoxarifado. Manutenção central

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-04)
Data: 20/12/2011
Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG
12h:00min 12h:05min 25 27,2 ºC 25.6

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 0,7 x 25 + 0,3 x 27,2
IBUTG = 18,76 + 10,11
IBUTG = 25.6

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.
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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.3 Fator de 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
 AUXILIAR DE TWA Código 2.0.1
ALMOXARIFADO F Ruído NA NA NA
78,6 dB (A) Anexo IV
 ALMOXARIFE Dec,
3048/99
 ENTREGADOR DE
FERRAMENTAS

F Calor NR -15
25,6 ºC -- -- NA
Anexo 3

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-05

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AUXILIAR DE SANEAMENTO
 TECNICO EM SANEAMENTO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho:

MANUTENÇÃO DE CANTEIRO

MEIO AMBIENTE

SANEAMENTO

II - Descrição do local.

Para as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares, ambos em
espaço fechado, Galpão em estrutura metálica, telhas de material metálico, Galpão em estrutura de metálica, cobertura
telha de fibrocimento, piso de cimento, iluminação natural através de esquadrias metálicas e artificial através de
Lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Nestes ambientes estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de
escritório, telefone, balcão de entrega e recebimento de materiais e ferramentas, mesas e computadores, prateleiras e
armários.

III - Serviços Realizados.

A. AUXILIAR DE SANEAMENTO.

Fiscalizar e/ou executar a lavagem e desinfecção de reservatórios de água potável para a realização de análises
químicas e bacteriológicas;
Apurar irregularidades sanitárias no campo de água, coleta de esgotos, lixo orgânico e inorgânico, sanitários, etc;
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Detectar locais onde haja a presença de insetos e roedores ou condições para a proliferação dos mesmos, fiscalizando
e atuando na sua eliminação.

B. TÉCNICO EM SANEAMENTO

Planejam a execução do trabalho e supervisionam equipes de trabalhadores de construção de obras de infra-estrutura.


Estruturam o serviço de coleta de resíduos sólidos das obras, controlando os procedimentos de preservação do meio
ambiente. Realizam trabalhos de laboratório, vendas e compras de materiais e equipamentos. Padronizam
procedimentos técnicos.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos quando da movimentação próximo ao almoxarifado.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-05)

Tempo total TWA Dose %


08h 76,57 dB (A) 33,95

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

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5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº. 14,
da Portaria nº 3.214/78 que considera ao Trabalho ou operações, em contato permanente com: esgotos (galerias e
tanques) como grau de insalubridade máxima o que assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre
o salário mínimo da região, equivalente a 40% (quarenta por cento).

Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à presença de agentes
biológicos foi considerado INSALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP 04 (APOSENTADORIA ESPECIAL 25 ANOS)


15.6
15.5 15.7 EPI
15.3 Fator de 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
 AUXILIAR DE Anexo 1 e
SANEAMENTO TWA Código 2.0.1
F Ruído NA NA NA
 TECNICO EM 76,57 dB (A) Anexo IV

SANEAMENTO Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-06

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AFIADOR DE FERRAMENTAS
 OPERADOR DE JATEAMENTO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

TERRAPLENAGEM

II - Descrição do local.

Executam atividades de afiação de ferramentas em ambiente fechado, oficina construída em madeira, telhas de
fibrocimento, piso de cimento, pé direito de 3 metros, iluminação e ventilação natural através aberturas com telas
metálicas e iluminação artificial através de Lâmpadas fluorescentes, Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, bancada de serviço com esmeril e ferramentas para manutenção.

III - Serviços realizados.

A - AFIADOR DE FERRAMENTAS

Executa as atividades de afiação de ferramentas. Durante os processos de afiação e polimento, os afiadores e polidores
de metais acionam controles para ajustar, ligar ou parar máquinas e/ou equipamentos. Além disso, selecionam, fixam ou
ajustam componentes ou partes abrasivas em máquinas. Também medem e marcam objetos ou partes, para assegurar
a conformidade da afiação e/ou polimento com os padrões estabelecidos, assim como aparam, raspam ou desbastam
objetos ou partes. As atividades de polimento e afiação são feitas por meio de processos manuais, semi-automáticos e
automáticos, tendo em vista o controle da qualidade do serviço e a aplicação de normas de segurança. Para polimento
de superfícies de metal.

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B- OPERADOR DE JATEAMENTO

Preparam peças para pintura evitando oxidação. Preparam acabamentos de materiais metálicos, realizam tratamento
térmico em chapas e metais e controlam a qualidade dos produtos. Identificam e bobinam produtos metálicos e
controlam o fluxo e o processo de acabamento. Laminam tarugos e tiras de aço e preparam sucata e escória.
Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e
preservação ambiental.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

 Metodologia:

O ruido foi analisado por dosimetria com base nos limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE,
seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-01 da FUNDACENTRO. O “Nivel Exposição
Normalizado” (NEN), foi realizado com instrumento Dosimetro operando no circuito de compensação “A” e resposta
lenta (SLOW), sendo ultilizado formula ajustada para incremente da duplicação de dose Q = 5 dB(A). Em atendomento a
Instrução Normativa nº-118 (abril de 2005).

Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, previamente calibrado, marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O
microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador, portanto o nível de pressão sonora
quantificado é semelhante ao que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu ouvido.

 Considerações sobre o agente:

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15 (Anexo-01)

Procedimentos de amostragem: NHO-01 da FUNDACENTRO

Propagação: Freqüência

Trajetória: Ar

Fonte Geradora: Máquina de afiar metais e ferramentas. Freqüência da Exposição: Habitual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.

Resultado da Dosimetria:
(Ver Detalhes - ANEXO-GHE-06)
Tempo total TWA Dose %
08 h 77,18 dB(A) 35,32

B– Temperatura
 Metodologia:
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Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes internos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,3 x tg).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Temperatura
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: Intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 21/12/2011 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE 01:
Nome: Cristiano Barbosa Silva
Função: Afiador de ferramentas
Período Inicial: 10h:55min
Período Final: 11h:00min
Local: Central de afiação de Bits
Atividade desenvolvida durante a avaliação: Afiação de Bits
Situação Térmica:

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-06)
Data: 21/12/2011

Hora inicial Hora final tbn tg IBUTG


10:55 11:00 25,6 25,7 25,6

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 50 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 0,7 x 25,6 + 0,3 x 25,8
IBUTG = 17,92 + 7,71
IBUTG = 25,6
Taxa de Metabolismo: De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. Taxa de
Metabolismo = 220 Kcal/h. (Quadro – nº 3 - NR-15)

M (Kcal/h) Máximo IBUTG


175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela atividade de afiação de peças metálicas e outras dispersas na
oficina devido aos equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3978-10 29/12/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min

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VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 022911-1

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Cristiano Barbosa Silva

Função: Afiador

Local da amostragem: Afiação de Bits

(VER - ANEXO-GHE-06)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ 0,003 mg/m³ < 3,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
3+2

L.T. = 1,6 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)


15.6
15.5 15.7 EPI
15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)
NR-15,
Anexo 1 e
TWA = Código 2.0.1
F Ruído NA S 13027
77,18 dB(A) Anexo IV
Dec,
3048/99

NR – 15
IBUTG =
 AFIADOR DE F Calor anexo 3 e NA NA NA
25,6
NHO - 06
FERRAMENTAS
 OPERADOR DE
JATEAMENTO Particulado
respirável
0,1 mg/m³
NR – 15
Q Poeira NA S 5657
anexo 12
Sílica Livre
Cristalina
< 0,003
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-07

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AGENTE DE EDEMIAS

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

VIGILÂNCIA E SAÚDE

II - Descrição do local.

Os trabalhos são realizados nas áreas externas aos prédios e estruturas do canteiro de obras onde esteja prevista a
circulação de pessoas. O horário de execução é no início da manhã e no final da tarde.

III - Serviços realizados.

AGENTE DE EDEMIAS

Executa as atividades relacionadas ao controle de vetores transmissores de doenças. Febre amarela, malaria,e
outras.Para tanto, deverá:
I- Efetuar aplicação de larvicidas e/ou outros produtos químicos em locais determinados.
II- Elaborar e realizar roteiros de fiscalização no meio ambiente municipal.
III- Efetuar coleta de vetores, de moluscos e de outros espécimes, para estudo, identificação e classificação, o que
também os eliminará e a eles dará destino final.
IV- Sempre que necessário, utilizar equipamentos adequados (EPIS).

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Jornada de trebalho: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-07)

Tempo total TWA Dose %


08 h 65,25 dB(A) 5,76

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

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AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


Nº HORA DE TEMPO TOTAL
DATA: HORA FINAL: INTERVALO:
AMOSTRADOR INICIO: MIN:
14/10/2010 18:00h 11:00 h / 13:00 h
3964-10 10:00h 360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Domingos Orlando Freitas

Função: Armador

Local da amostragem: Vertedouro MD

(VER - ANEXO-GHE-07)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ ,< 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

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Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Portanto, para a função analisada, é permanente contato com agentes nocivos – Biológicos, contato com pacientes,
conforme enunciados na NR 15, Anexo 14, Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou
com material infecto contagiante, em: (hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de
vacinação, e outros estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal
que tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados), da Portaria n.º 3.214/78, considerado portanto como INSALUBRE DE GRAU MÉDIO, assegurando ao
trabalhador a percepção do adicional de 20% (VINTE POR CENTO) sobre o salário mínimo regional, conforme Art.º
192, da Lei n.º 6.514 de 22 de dezembro de 1977. Para efeitos de diferenciação com os trabalhadores que realizam a
atividade de termonebulização, borrifação intradomiciliar busca ativa de vetores a atividade laboratorial merecedora do
adicional de insalubridade deve estar devidamente descrita na APT de laboratório de endemias.

Não existe EPI que neutralize essa insalubridade.

Para o restante de profissionais enquadrados desta função e que não realizam a atividade laboratorial com respeito dos
agentes biológicos foi considerada SALUBRE

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP
GFIP=04 (quatro) Para os enquadrados na APT de laboratório
GFIP
GFIP=00 (zero) Para os enquadrados na APT de campo

15.6
15.5 15.7 EPI
15.3 Fator de 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
65,25 dB Código 2.0.1
F Ruído NA S 13027
(A) Anexo IV
Dec,
3048/99

Particulado
respirável
0,1 mg/m³
 AGENTE DE ENDEMIAS Q Poeira NR – 15
NA S 5657
Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³
NR-15,
Microorganis Anexo 1 e
mos e Código 2.0.1
B -- -- NA
parasitas Anexo 14
infecciosos Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-08

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DENOMINAÇÃO DO GHE: 04

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ANALISTA DE GESTAO DO MEIO AMBIENTE


 ANALISTA DE GESTAO ORGANIZACIONAL
 ANALISTA DE QUALIDADE
 ANALISTA ADM CONTRATUAL
 ANALISTA ADMINISTRATIVO
 ANALISTA COMERCIAL
 ANALISTA DE SUPRIMENTOS
 ANALISTA DE TREINAMENTOS
 ANALISTA FINANCEIRO
 ANALISTA DE MATERIAIS- CC1 E CC2
 ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS JR, PL E SR.

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho:

ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO


MEIO AMBIENTE SUPERVISÃO DE MEIO AMBIENTE
QUALIDADE SUPERVISÃO DE QUALIDADE

II - Descrição do local.

Para as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares, ambos em
espaço fechado, Galpão em estrutura metálica, telhas de metálica, Galpão em estrutura de metálica, cobertura telha de
fibrocimento, piso de cimento, iluminação natural através de esquadrias metálicas e artificial através de Lâmpadas

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fluorescentes, ventilação natural e com ar condicionado. Nestes ambientes estão dispostos os mobiliários de trabalho,
utensílios de escritório, telefone, mesas e computadores, prateleiras e armários.

III - Serviços Realizados.

A. ANALISTA DE GESTAO DO MEIO AMBIENTE


São atribuições do Analista de gestão do meio Ambiente executa planejamento ambiental, organizacional e estratégico
afetos à execução das políticas nacionais de meio ambiente formuladas no âmbito da União, em especial as que se
relacionem com as seguintes atividades:
regulação,controle,fiscalização,licenciamento,auditoria ambiental;
monitoramento ambiental; gestão, proteção e controle da qualidade ambiental;
ordenamento dos recursos florestais e pesqueiros; conservação dos ecossistemas e das espécies neles inseridas,
incluindo seu manejo e proteção; e VI - estímulo e difusão de tecnologias, informação e educação ambientais.
B. ANALISTA DE GESTAO ORGANIZACIONAL. ANALISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL, ANALISTA
ADMINISTRATIVO, ANALISTA COMERCIAL, ANALISTA DE SUPRIMENTOS, ANALISTA DE TREINAMENTOS
Desenvolver atividades na área de recursos humanos, relacionadas com o expediente de pessoal, folha de pagamento,
salários e outras afins. Acompanhar e analisar as alterações na legislação trabalhista.
Acompanhar e colaborar com a tramitação de processos trabalhistas, fornecendo informações e articulando-se com a
área jurídica.
Administrar o plano de cargos, salários e carreira, analisando as movimentações de pessoal à luz das políticas de
recursos humanos da Fundação. Identificar causas do absenteísmo e propor medidas preventivas.
Atender a fiscalização do trabalho e acompanhar as inspeções realizadas pela DRT (Delegacia Regional do Trabalho),
levantando documentos e prestando as informações solicitadas. Propor e executar programas de desenvolvimento,
integração e reintegração de servidores, visando à melhoria da qualidade de vida dos indivíduos e dos grupos de
trabalho.
Prestar apoio e esclarecimentos aos servidores e seus dependentes nas situações em que se fizer necessário.
Exercer as atribuições inerentes à função, previstas no Regulamento Geral da Fundação, no Plano de cargos, Carreiras
e Salários e no seu respectivo catálogo de cargos.
C. ANALISTA DE QUALIDADE
Analisar as não-conformidades detectadas, promovendo ações corretivas e preventivas; Zelar pela Data Book Civil;
Inspecionar os serviços executados em estágios apropriados, verificando se os mesmos atendem aos requisitos
determinados; Executar, documentar e analisar os ensaios segundo as Especificações Técnicas e Normas Técnicas
aplicáveis.

D. ANALISTA DE MATERIAIS- CC1 E CC2

Planejar, controlar e programar a produção; controlar suprimentos (matéria-prima e outros insumos). Planejar a
manutenção de máquinas e equipamentos. Tratar informações em registros de cadastros e relatórios e na redação de
instruções de trabalho.

E. ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS JR, PL E SR.

Administra pessoal e plano de cargos e salários; promove ações de treinamento e de desenvolvimento de pessoal.
Efetua processo de recrutamento e de seleção, gera plano de benefícios e promove ações de qualidade de vida e
assistência aos empregados. Administra relações de trabalho e coordena sistemas de avaliação de desempenho. No
desenvolvimento das atividades, mobilizam um conjunto de capacidades comunicativas.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos quando da movimentação próximo ao almoxarifado.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-08)

Dose %
Tempo total TWA

08h 69,36 dB (A) 11,50

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade. Pelo ministério
da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.
Agentes Físicos Temperatura:

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 62 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:


Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:
Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86: Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos
riscos ocasionados por radioatividade, produtos inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a
PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 15.7
15.5 EPC EPI
15.2 15.3 Fator de 15.4
FUNÇÃO / SETOR Técnica 15.8 CA EPI
Tipo Risco Itens./Conc Eficaz Eficaz
Utilizada
(S/N) (S/N)

 ANALISTA DE GESTAO
DO MEIO AMBIENTE

 ANALISTA DE GESTAO
ORGANIZACIONAL

 ANALISTA DE
QUALIDADE

 ANALISTA ADM
CONTRATUAL
NR-15,
 ANALISTA
Anexo 1 e
ADMINISTRATIVO
TWA Código
F Ruído -- NA NA
 ANALISTA COMERCIAL 2.0.1 Anexo
69,36 dB (A)
 ANALISTA IV Dec,

SUPRIMENTOS 3048/99

 ANALISTA
TREINAMENTOS

 ANALISTA FINANCEIRO

 ANALISTA DE
MATERIAIS- CC1 E CC2

 ANALISTA DE
RECURSOS HUMANOS
JR, PL E SR.

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio A

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AJUDANTE LUBRIFICADOR

 LUBRIFICADOR

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL DE BRITAGEM

COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

FABRICA DE GELO

LUBRIFICAÇÃO

MANUTENÇÃO CENTRAL

SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL

II - Descrição do local.

O trabalho é realizado por vezes em galpões feitos em estruturas metálicas com cobertura em telhas metálicas e
desprovidos de paredes laterais e cobertura parcial com lona plástica. Piso regular em cimento polido. Ventilação
natural e iluminação com lâmpadas ou refletores. Os trabalhadores também ficam no plant de combustíveis realizando a
atividade de abastecimento de veículos automotores, carros e caminhões, sendo esta atividade realizada ao ar livre com
coberturas parciais e pequena área de descanso (administração) feita de madeirite.

III - Serviços realizados.

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A - AJUDANTE LUBRIFICADOR

Auxiliar o lubrificador nos serviços mais simples; abastecer os veículos, Efetuar a limpeza do local de trabalho (câmbio,
rampa, posto, etc.). Lavar máquinas e veículos. Abastecimento de veículos automotores.

B - LUBRIFICADOR

Lubrificar peças, subconjuntos, filtros e outros componentes de veículos e máquinas, completando, injetando ou
trocando óleos ou graxas lubrificantes, utilizando engraxadeiras, almotolias e outros equipamentos, para evitar
desgastes anormais e prolongar o funcionamento desses veículos. Estudar as características do veículo a ser
lubrificado, interpretando catálogos, manuais e outras especificações para programar a operação. Verificar o nível e a
velocidade do óleo do cárter, caixa de mudanças, diferencial e demais reservatórios de óleo. Lubrificar dobradiças,
fechaduras e outras ferragens de carroceria, injetando óleo através de engraxadeiras especiais, para eliminar ruídos e
conservar as peças. Remover, lavar ou substituir peneiras, filtros, etc. Lavagem de Equipamentos e Máquinas. .
Abastecimento de veículos automotores

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruído foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os níveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.
Agente: Ruído
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno
Freqüência: Intermitente
Jornada de trebalho: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas
Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-09)

Tempo total TWA Dose %

08 h 80,48 dB(A) 52,47

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 64,48 dB(A)

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Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.
Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Relatório de Análise nº: 210610-17


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Marcelo José da Silva
Função: Lubrificador
Local da amostragem: Britador definitivo
(VER - ANEXO-GHE-09)

Memória de calculo conforme NR-15:


O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4 + 1,33

L.T. = 2,40 mg/m3

B- Hidrocarbonetos

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Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, Elementos químicos da composição das tintas a base de
solventes de hidrocarbonetos aromáticos Hidrocarbonetos Aromáticos (óleos minerais, graxas, lubrificantes e
solventes), através de Metodologias de amostragem tipo varredura de solventes: método: niosh – gravimétrico -
Equipamento utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável
para bomba GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece
o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.
Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15 / ACGIH-2010
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas Existentes: mascara para vapores orgânicos

Relatório de Análise nº: 040911-17


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Hélio Galeano
Função: Lubrificador
Local da amostragem: Manutenção Central
Tipo de Amostrador: Tubo de carvão ativo de 400/200 mg

Não foram detectados os seguintes agentes químicos: Acetona, Acetato de Etila, Metil Etil Cetona, Isso-Propanolol,
Etanol, Benzeno, Tricloroetileno, Metil Isobutil Cetona, Percloreto, n-Proanol, Tolueno, Acetato de n-Butila, Isso-Butanol,
acetato de Isoamila, Etilbenzeno, Xilenos, n-Butanol, Cumeno, Etilglicol, Estireno, Acetato de Etilglicol, Ciclohexanona,
Diacetona, álcool, butilglicol, Isoforona, n-Hexano, n-Pentano e Tetrahidrofurano.

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.
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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado estão expostos aos riscos ocasionados por produtos inflamáveis por tanto
corresponde a percepção de adicional de 30 % (trinta por cento) de adicional de salário por conceito de
PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP
GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído (A) -- S 13027
Anexo IV
 LUBRIFICADOR
Dec,
 AJUDANTE DE 3048/99
LUBRIFICAÇÃO

Hidrocarbo Não NR -15


Q -- NA NA
netos detectáveis Anexo 13

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-10

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 PEDREIRO;
 PEDREIRO DE ACABAMENTO;
 PEDREIRO AZULEGISTA.
 PEDREIRO MEIO OFICIAL
 INJETADOR

 FRENTISTA TUNEL
 OPERADOR MARTELETE
 OPERADOR ROMPEDOR CONCRETO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO MANUTENÇÃO CENTRAL


ÀREA DE LAZER MANUTENÇÃO DE CAMPO
BRIGADA MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CENTRAL AR/AGUA MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
CENTRAL BRITAGEM OFICINA FABRICAÇÃO
CENTRAL DE CONCRETO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
CIVIL CF/TD REFEITORIO
CIVIL VERTEDOURO SEGURANÇA DO TRABALHO
FABRICA DE GELO SEGURANÇA PATRIMONIAL
GUINDASTES SUPRIMENTOS
LAVANDERIA TERRAPLENAGEM

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TOPOGRAFIA VERTEDOURO
II - Descrição do local.

Os Profissionais acima supra citados desenvolvem suas atividades a céu aberto, na maioria dos setores analisados,
onde se deslocando pelas fretes de serviço de acordo com a necessidade dos serviços destes profissionais. Tem como
ponto de apoio, estruturas moveis localizadas nas frentes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários
para guarda dos pertences pessoais e de trabalho, abrigo para intempéries, sendo que, as áreas de vivência são
utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados.

A – PEDREIRO, PEDREIRO DE ACABAMENTO E PEDREIRO AZULEGISTA, PEDREIRO MEIO OFICIAL,


INJETADOR

- Executar serviços de manutenção e conservação predial de alvenaria e materiais de revestimentos. Construir paredes
e pisos em alvenaria ou concreto, medindo o local, nivelando, esticando linha e prumo, fazendo amarrações, vibrando
concreto etc., conforme instrução superior.

- Operar bomba de alta pressão;

- Interpretar plantas de construções ou reformas, seguindo as especificações contidas nas mesmas;

- Dimensionar o material para uso diário, evitando sobras ou falta dos mesmos;

- Fazer acabamento de blocos de concreto, picotando as falhas, utilizando-se de rebarbador, talhadeira, ponteiro,
maneta, colher, régua e desempenadeira;

- Preencher as falhas com massa grossa e fina, queimando-as com nata de cimento e dando o acabamento necessário;

- Fazer piso, medindo, nivelando e alinhando o local, espalhando a massa, sarrafeando, desempenhando, espalhando
vermelhão misturado com cimento e queimando com desempenadeira de aço;

- Assentar azulejos e cerâmicas, prumando, nivelando e alinhando o local, fazendo o assentamento com massa ou cola
apropriadas e rejuntando as peças com cimento;

- Levantar paredes de bloco aparente, alinhando e nivelando o local, assentando os blocos com emprego de massa,
mantendo-a alinhada e no prumo e dando o acabamento nas juntas dos mesmos;

- Executar serviços de colocação de azulejos e materiais similares, baseando-se em detalhes constantes em plantas e
instruções superiores;

- Selecionar os materiais a serem empregados na colocação dos azulejos e materiais similares, devendo antes preparar
as superfícies, aprumando-os, alinhando-os, etc., de forma a assentá-los corretamente;

- Executar os serviços de sua especialidade com aplicações diversas, tais como: peças terminais de azulejos; peças
embutidas, de louça e metálica, peitoris, soleiras e degraus em cerâmica, pastilhas internas e externas, etc;

- Efetuar cortes em azulejos e materiais similares, de forma a seguir os desenhos e formas indicadas, para um perfeito
acabamento;

- Preparar argamassa dosando a quantidade de cimento, água e areia a ser empregada no assentamento dos azulejos.

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FRENTISTA TUNEL: Executar serviços de perfuração de rocha, cimento e solos diversos, no ponto indicado pelo
superior, utilizando para tanto perfuratriz portátil a ar comprimido e brocas diversas.

OPERADOR DE MARTELETE: Execução de pequenas demolições de concreto, de alvenarias e pavimentos;


compactação dos solos; Efetuam manutenção de primeiro nível, limpando ferramentas , verificando condições dos
equipamentos e reparando eventuais defeitos mecânicos nos mesmos;

OPERADOR ROMPEDOR CONCRETO: Executar serviços de perfuração em rochas ou concreto e destruição de


pedras, utilizando-se para tanto de perfuratriz portátil (rompedor de concreto) acionado ar comprimido e brocas diversas.

2. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-10)

Tempo total TWA Dose %


08h 84,61 dB(A) 93,21

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 68,61 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

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Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)
TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3954-10 15/10/2010 09:00h 17:00h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-6

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Ricardo Luiz Ribeiro

Função: Pedreiro

Local da amostragem: Vertedouro MD (VER - ANEXO-GHE-10)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,2 mg/m³ 0,023 mg/m³ 11,50 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

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L.T. = ——————— mg/m3


% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
11,50 + 2

L.T. = 0,592 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO – INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 84,61 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 68,61 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre
Cristalina), esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria
nº 3.214/78. Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO – PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DE PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.2 15.3 Fator de 15.4 15.5 Técnica 15.6 EPC 15.7 EPI 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR
Tipo Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz (S/N) Eficaz (S/N) EPI

 PEDREIRO; NR-15, Anexo


1 e Código
 PEDREIRO DE
ACABAMENTO F Ruído 84,61 dB (A) 2.0.1 Anexo -- S 13027
IV Dec,
 PEDREIRO
3048/99
AZULEGISTA.
 PEDREIRO Particulado
MEIO OFICIAL respirável

 INJETADOR 0,2 mg/m³

 FRENTISTA Sílica Livre


TUNEL
Cristalina NR – 15
Q Poeira / sílica -- S 5657
 OPERADOR anexo 12
0,023 mg/m³
MARTELETE
 OPERADOR
ROMPEDOR
CONCRETO

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO LTCAT. UHE- JIRAU. GHE-11

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica.

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 SOLDADOR ARMAÇÃO

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

- Setores de Trabalho

A - SOLDADOR DE ARMAÇÃO
Setores:
CIVIL VERTEDOURO - MD e ME
CIVIL CF/TD III - MD e ME.

I - Descrição do local.

Para a função acima supracitada foram encontrados ambientes de trabalho com características similares. Os
Profissionais desenvolvem suas atividades a céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde se deslocam pelas
frentes de trabalho de acordo com as necessidades dos serviços destes profissionais. Nestes ambientes estão
dispostos equipamento de guindar e passarelas de acesso, ambos localizados em locais específicos. As atividades de
soldagem, tipo Arco Voltaico e Corte com aparelho de Oxi-corte, são desenvolvidas em ambientes abertos, parte sob
piso com forração de pedra brita reservados para este fim, e parte, sobre torres de vergalhões. Estes trabalhadores
utilizam-se como ponto de apoio, estruturas localizadas em campo: banheiros, bebedouros, armários, abrigo para
intempéries, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de
descanso.

III - Serviços realizados.

A – SOLDADOR ARMAÇÃO:

- Efetuar solda elétrica em peças metálicas de armação e em ferros para escorar formas, unindo-as de acordo com as
especificações da obra e instruções recebidas;
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- Soldar gabaritos na montagem de armação, vergalhões na confecção de lamelas e agulhas na montagem de formas;

- Remover respingos da solda utilizando-se de picadeiras, bem como limpar a peça para aplicação de nova camada de
solda;

- Limpar a máquina de solda ao término do trabalho, bem como zelar pela conservação da mesma;

- Cortar os excessos de ferro utilizando-se de maçarico de corte;

- Utilizar maçarico de oxiacetileno para corte e solda simples.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO. Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos do entorno, do próprio equipamento e atividades com
ferramentas manuais, como marretas e alavancas utilizadas para ajustes das peças a serem soldadas.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-11)

Tempo total TWA Dose %


08h 85,1 dB(A) 103,6

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 69,1dB(A)

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B – Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG) para ambientes
externos, previamente calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para
ambientes externos (IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Físico
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.
 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 17/12/2010 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE :
Nome: Dejivan Barros
Função: Soldador De armação
Período Inicial: 10h:15n
Período Final: 10h:20n
Local: Vertedouro MD

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-11)
Data: 17/12/10
Hora inicial Hora final Tbn Tbs tg IBUTG
10:15n 10h:20min 26,8 ºC 26,9 ºC 28,2 ºC 25.6

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs

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IBUTG = 0,7 x 26,8 + 0,2 x 28,3 + 0,1 x 26,9


IBUTG = 18,76 + 5,66 + 2,79
IBUTG = 27,2
Logo, a Média da Taxa de Metabolismo acusou 300 (em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar)
Kcal/h, consultando a seguinte tabela:

M (Kcal/h) Máximo IBUTG


175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

II – Agentes Químicos

A – Fumos Metálicos

Foi realizada avaliação de exposição aos agentes químicos, para Fumos metálicos tipo Varredura, através de
Metodologias de Coleta conforme determinações da NIOSH 730 – Método gravimétrico - Equipamento utilizado: Bomba
de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba GILIAR-5, marca
DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da
região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Para avaliação foram consideradas as alterações no TLV (ACGIH 2009, alguns metais possuem limites em fração
respirável, como (ALUMÍNIO / FERRO, OXIDO DE FERRO / ZINCO, CMO ÓXIDO DE ZINCO). Portando para atender o
TLV, para análise dos metais acima foi utilizado ciclone (Nylon) vazão de acordo com metodologia do ciclone, o volume
de amostragem segue padrões da OSHA ID121.

Amostragens

1- Tipo varredura Fração tatal: para Metais (Antimônio, Bário, Cálcio, Cádmio, Chumbo, cobalto, Cobre, Cromo,
Estanho, Magnésio, Manganês, Molibdênio, Néquel e Dióxido de Titânio

2- Varredura de matais fração respirável para (Ferro, Aluminio e Zinco)

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15 / (ACGIH 2009)

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Operação de Solda e Corte de metais

Freqüência: intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador descartável para Fumos metálicos classe – PFF-2 CA 5756 (ver
mapa de EPI´s)

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Medidas proteção coletiva Existentes: Tapumes metálicos

(VER - ANEXO-GHE-11)

AVALIAÇÃO - 01: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO- RESPIRÁVEL)


HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA:
9:00h 17:00h 11:00 h / 13:00 h MIN:
2154-10 02/11/2010
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
2,0 L/MIN 2,0 L/MIN L: 720 litros

Relatório de Análise nº: 245810-5

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Orivaldo de Oliveira Aguiar

Função: Soldador de Armação

Local da amostragem: Vertedouro

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-5


LIMITES (ACGIH) 2009
NR-15
RESULTADO
STEL/ ANEXO 11
AGENTE QUÍMICO TWA
TETO (C)
mg/m³ mg/m³ mg/m³
Alumínio metal e compostos insolúveis (A4)* <0,01 1 (R) - -
Ferro, Óxido (A4)* <0,1 5 (R) - -
Zinco, como Óxido de Zinco <0,1 2 (R) 10 (R) -

(VER - ANEXO-GHE-11)

AVALIAÇÃO - 02: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO-TOTAL)


Nº DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL
AMOSTRADOR 08/11/2010 9:20h 17:00h 11:00 h / 13:00 h
MIN:
2164-10 360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
2,0 L/MIN 2,0 L/MIN L: 720 litros

Relatório de Análise nº: 245810-11

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Orivaldo de Oliveira Aguiar

Função: Soldador de Armação

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Local da amostragem: Vertedouro

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-11


LIMITES (ACGIH) 2009
NR-15
RESULTADO
STEL/ ANEXO 11
AGENTE QUÍMICO TWA
TETO (C)
mg/m³ mg/m³ mg/m³
Antimônio e compostos como Sb <0,02 0,5 - -
Cd = 0,01
Cádmio e Compostos como Cádmio (A2)* 0,001 - -
CCd = 0,002
Chumbo e compostos inorgânicos, como Pb (A3)* <0,008 0,05 - 0,1
Cobalto (A3)* <0,009 0,02 - -
F = 0,2
Cobre* <0,01 - -
P. N. = 1
Cromo, metal e compostos de Cr III (A4)* <0,01 0,5 - -
M= 2
Estanho, como Sn - metal (A4)* <0,04 CI= 2 CO= 0,2 -
CO= 0,1
Magnésio, como Óxido de Magnésio (A4)* <0,1 10 - -
Manganês, e compostos inorgânicos* 0,13 0,2 - -
Molibdênio <0,1 10 - -
Níquel (A5)* <0,01 1,5 - -
Titânio, como dióxido (A4)* 0,1 10 - -

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 85,1 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 69,1 dB(A)

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Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

De acordo com o Quadro 02 da Norma de Higiene Ocupacional Nº 06 – Limite de Exposição Ocupacional ao Calor,
através do IBUTG médio e a Taxa de Metabolismo Média nas diversas situações térmicas acima citadas, os níveis de
calor ficou abaixo do Limite de Exposição estabelecido pela Norma Regulamentadora Nº 15 em seu Anexo Nº 03, da
Portaria 3214/78 do Ministério de Trabalho e Emprego. Código de GFIP=0 (zero)

Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado
SALUBRE.

Agentes Químicos (Fumos metálicos):

Com relação aos Agentes Químicos, tipo (Fumos metálicos), em contato com as vias respiratórias, esses foram
medidos e atingiram, tanto na fração respirável, quanto na fração total, valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15
da Portaria nº 3.214/78 Anexos n.º11 e 12 e (ACGIH) 2009 (American Conference of Governmental Industrial
Hygienists). Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 EPC 15.7 EPI


FUNÇÃO / 15.2 15.3 Fator 15.5 Técnica
15.4 Itens./Conc Eficaz Eficaz 15.8 CA EPI
SETOR Tipo de Risco Utilizada
(S/N) (S/N)
NR-15, Anexo
1 e Código
F Ruído 85,1dB dB (A) -- S 13027
2.0.1 Anexo IV
Dec, 3048/99
NR – 15
IBUTG anexo 3 e
F Calor -- -- NA
27,2
NHO - 06

Antimônio <0,02
Cádmio 0,001
SOLDADOR Chumbo <0,008
ARMAÇÃO Cobalto <0,009
Cobre <0,01
Cromo <0,01
Estanho <0,04 NR-15,
Magnésio <0,1 Anexos 11e
Fumos
Q Manganês 0,13 12 S S 5657
metálicos
Molibdênio <0,1 Dec, 3048/99
Níquel <0,01 (ACGIH) 2009
Titânio 0,1
Alumínio <0,01
Ferro
<0,1
/Oxido
Ferro
<0,1
/Oxido

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AUXILIAR TÉCNICO I
 AUXILIAR TÉCNICO II
 AUXILIAR TÉCNICO III
 ASSISTENTE TÉCNICO I
 ASSISTENTE TÉCNICO II
 ASSISTENTE TÉCNICO III
Período de Exposição (Jornada de Trabalho):

44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL MANUTENÇÃO CENTRAL


ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO MEDIÇÃO
BRIGADA MEDICINA DO TRABALHO
CENTRAL AR/AGUA MEIO AMBIENTE
CENTRAL BRITAGEM ORÇAMENTAÇÃO
CENTRAL DE CONCRETO PLANEJAMENTO
CIVIL CF/TD PROP - PROGRAMA DE OPERADORES Polivalentes
CIVIL MD QUALIDADE
COLETA SELETIVA SANEAMENTO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SEGURANÇA DO TRABALHO
ENGENHARIA SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO
ESCRITORIO SUPERVISÃO DE QUALIDADE

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SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL TOPOGRAFIA


SUPERVISÃO TERRA. TRANSPORTE
SUPRIMENTOS TRIAGEM RESIDUOS
TERCEIROS VIGILÂNCIA E SAÚDE

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras. Eventualmente estes profissionais
realizam visitas em campo.

III - Serviços realizados.

A – AUXILIAR TÉCNICO I, AUXILIAR TÉCNICO II, AUXILIAR TÉCNICO III, ASSISTENTE TÉCNICO I, ASSISTENTE
TÉCNICO II, ASSISTENTE TÉCNICO III:

Técnica:

- Executar tarefas de caráter técnico relativas à execução de projetos, orientando-se por esquemas e especificações
técnicas para auxiliar na construção, reparo e conservação de obras;

- Elaborar estudos de projetos, procedendo a medições, analisando amostras de solo e efetuando cálculos para auxiliar
na preparação de plantas e especificações relativas à construção da obra;

- Acompanhar os projetos em execução, realizando verificações periódicas e efetuando as correções necessárias no


projeto original quando for o caso;

- Elaborar croquis de adaptação do projeto às reais necessidades da obra, baseando-se em serviços não previstos no
projeto original;

- Preparar estimativas detalhadas sobre quantidades e custo de materiais e mão-de-obra necessários à execução dos
projetos;

- Auxiliar na preparação de programas de trabalho e na fiscalização da obra, acompanhando e controlando os


respectivos cronogramas.

Comercial:

- Calcular os serviços que lhe são confiados, inteirando-se das formas de pagamentos previstas em contrato, das
unidades de medidas estabelecidas, a fim de gerar subsídios para o recebimento dos serviços executados;

- Receber e organizar os apontamentos de campo, providenciando em seguida o cálculo dos serviços executados;

Meio ambiente:

- Controla documentos da área de meio ambiente;

- Realiza levantamento dos indicadores de meio ambiente;

- Apresentam dados referente aos indicadores;

- Monitora relatórios diversos e evidências relacionadas com as atividades do setor;

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- Participa de auditorias e processos de certificação.

- Receber e organizar os apontamentos de campo, providenciando em seguida o cálculo dos serviços executados.

- Estudar os projetos minuciosamente, inteirando-se dos serviços executados ou a executar na obra para fins de
cobrança ou previsão de cobrança em medição. Esclarecer dúvidas junto à fiscalização da contratante sobre os cálculos
ou formas de pagamento dos serviços executados.

- Enviar os cálculos à fiscalização para conferência e aprovação.

- Elaborar mapas comparativos das quantidades apropriadas X medidas, para eventuais acertos.

Produção

- Interpretar projetos, calculando a quantidade de materiais a serem aplicados nas frentes de serviço para
dimensionamento de pessoal e programação das atividades de forma a cumprir o cronograma da obra.

- Providenciar a requisição de materiais a serem utilizados nas frentes de serviço, conforme solicitação superior.

- Promover a inspeção dos materiais recebidos, estabelecendo testes a serem realizados, de acordo com a espécie e o
emprego de cada um, para controlar a qualidade e observância das especificações.

- Acompanhar a fiscalização da contratante para liberação de serviços, esclarecendo dúvidas que venham a surgir.

- Desenhar croquis conforme especificações do projeto, de forma a facilitar a interpretação e execução do mesmo pelo
pessoal de produção.

Revisar e elaborar, mensalmente, o planejamento e o cronograma obra, relativo a materiais, equipamentos e mão-de-
obra.
Efetuar o controle e acompanhamento da produção, anotando tempo gasto, volumes produzidos, materiais consumidos,
para fins de medição física; elaborar relatórios mensais do andamento da obra.
Calcular quantidades de materiais necessários, de acordo com os projetos (forma, armação, concreto, etc.).
Efetuar cotação para materiais diversos que não constam da de preço.
Elaborar informação de serviços quantitativos executados na obra para fins de obtenção de atestado de execução.
Efetuar o controle da cobrança dos serviços efetuados por concessionárias, bem como a elaboração de s para
conferência desses valores. Efetuar conferência dos serviços por administração com representante da contratante, bem
como relacionando eventuais glosas nas medições corrigidas para discussão da procedência e inclusão nas medidas
seguintes.
Levantar, junto ao pessoal da produção, as metas de serviços a serem executadas no mês, para fins de previsão de
cobrança em medição.
Manter contatos com a fiscalização da contratante para acertos da medição física, envolvendo, também atualização de
projetos revisados na obra. Controle de entrada e saída de equipamentos próprios, fechamento mensal da posição
desses equipamentos.
Elaboração de mapas comparativos das quantidades apropriadas x medidas para eventuais acertos.
Controlar a quantidade e o estado de conservação dos equipamentos locados na área, providenciando manutenção ou
substituição quando necessário. Elaborar alteração na programação de mão-de-obra e equipamentos, de acordo com
as revisões recebidas.
Detalhar elementos modificados do projeto, segundo orientações das chefias da produção, esboçando as alterações,
providenciando aprovação do superior imediato e encaminhando aos desenhistas para as devidas providências.

Qualidade:

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Acompanhar e controlar, as atividades de uma ou mais áreas que compõe a estrutura técnica da obra de acordo com a
especificação técnica e projetos, informando-se dos trabalhos executados e a executar, emitindo relatórios de
acompanhamento como (RDA e BIM) orientando os líderes de turma (encarregados) quanto aos procedimentos e
técnicas a adotar.

Meio ambiente:

Controla documentos da área de meio ambiente. Realiza levantamento dos indicadores de meio ambiente. Apresenta
dados referente aos indicadores. Monitora relatórios diversos e evidências relacionadas com as atividades do setor.
Participa de auditorias e processos de certificação.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de veículos, Máquinas e Equipamentos quando da movimentação próximo aos
locais de trabalho.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027

Medidas proteção individual Existentes: Não aplicável

Medidas proteção coletiva Existentes: Não se aplica

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-12)

Tempo total TWA Dose %


08 h 74,61 dB(A) 23,01

Iluminância
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Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos - Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos -Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos - Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.3 15.5 15.7 EPI
15.2 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Fator de Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo Itens./Conc Eficaz
Risco Utilizada (S/N)
(S/N)

 AUXILIAR TÉCNICO I
NR-15,
 AUXILIAR TÉCNICO II
Anexo 1 e
 AUXILIAR TÉCNICO III Código
F Ruído 74,61 dB (A) NA NA NA
 ASSISTENTE TÉCNICO I 2.0.1 Anexo
IV Dec,
 ASSISTENTE TÉCNICO II
3048/99
 ASSISTENTE TÉCNICO III

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ADVOGADO
 ECONOMISTA SR-I
 PSICÓLOGO
 JOVEN PROFISSIONAL TRAINEE
 SELECIONADOR
 APRENDIZ
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - ADVOGADO
GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL
B - ECONOMISTA SR-I
GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL
C – PSICÓLOGO
GERAÇÃO SUSTENTAVEL, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE TALENTO, SELEÇÃO QUADRO
ESTRATEGICO
D - JOVEM PROFISSIONAL TRAINEE
ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO, ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO – ME
E - SELECIONADOR
APOIO JURIDICO
F - APRENDIZ
PROGRAMA GERAÇÃO APRENDIZ

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
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fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados.

A – ADVOGADO:

- Postulam em juízo, propondo ou contestando ações, avaliando provas documentais e orais, realizando audiências
trabalhistas, criminais, comuns e cíveis, instruindo a parte, oferecendo recursos;

- E extrajudicialmente, mediando questões, analisando legislação para atualização e implementação, assistindo


empresas, pessoas e entidades, assessorando negociações internacionais e nacionais;

- Zelam pelos interesses do cliente na manutenção e integridade dos seus bens, facilitando negócios, preservando
interesses individuais e coletivos, dentro dos princípios éticos e de forma a fortalecer o estado democrático de direito.

B - ECONOMISTA SR-I:

- Analisam o ambiente econômico; elaboram e executam projetos de pesquisa econômica, de mercado e de viabilidade
econômica, dentre outros;

- Participam do planejamento estratégico e de curto prazo e avaliam políticas de impacto coletivo para organizações.
Gerem programação econômico-financeira;

- Atuam nos mercados internos e externos; examinam finanças empresariais.

C – PSICÓLOGO:

- Responder pela seleção de pessoal necessário ao preenchimento de vagas existentes na obra, verificando requisitos
funcionais e psicológicos, aplicando e montando baterias de testes específicos, analisando os resultados dos testes e
emitindo parecer psicológico dos candidatos;

- Participar de estudos referentes à elaboração de novas baterias de testes, técnicas e procedimentos de seleção,
padronização de testes e reformulação de formulários;

- Responsável pelo processo de Treinamento, levantando, realizando, avaliando, processando e documentando o


processo. Providenciar e acompanhar o programa de escolarização dos Profissionais;

- Analisar e providenciar programas que visem à qualidade de vida e bem estar do Profissional.

D – PEDAGOGO:

- Elaborar materiais didáticos junto aos instrutores e estratégias didático-pedagógica no âmbito das empresas em várias
áreas;

- Implementar programas de ação em relação à formação e ao aperfeiçoamento no desenvolvimento das competências


e habilidades, favorecendo mudanças no comportamento das pessoas nas empresas;

- Formar e aperfeiçoar os profissionais e incentivar a aprendizagem em termos organizacionais;

- Orientar os profissionais/instrutores na execução de treinamentos;

- Acompanhar os profissionais no desenvolvimento ensino-aprendizagem dos treinamentos realizados pela empresa;


Elaborar avaliações periódicas relacionadas a treinamentos;

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- Desenvolver metodologias adequadas à utilização das tecnologias de informação e da comunicação nas práticas
pedagógicas na empresa;

- Elaborar junto aos profissionais projetos cujo objetivo é a transformação de uma determinada realidade.

E - JOVEM PROFISSIONAL TRAINEE:

- Recebe treinamentos e participa de cursos voltados à gestão de sua carreira, conhecimento de processos de uma ou
mais áreas da empresa e à gerência de pessoas;

- Ao término do período, o funcionário poderá conquistar espaço profissional dependendo de seu desempenho.

F – SELECIONADOR:

- Atua na área de recursos humanos selecionando pessoas para admissão;

- Executa triagem conforme plano de competências;

- Busca através de entidade legais profissionais para atuarem no empreendimento.

G – APRENDIZ:

- Participam de aprendizagem com formação técnico-profissional – compatível com o desenvolvimento físico, moral,
psicológico e social do jovem – caracterizada por atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas
de complexidade progressiva, desenvolvidas no ambiente de trabalho e/ou laboratório especifico.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de veículos quando da movimentação próximo ao escritório.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas Existentes: não evidenciado

Medidas proteção individual Existentes: (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não se aplica

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Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-13)

Tempo total TWA Dose %


08 h 76,96 dB(A) 32,29

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biológicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.41

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.4 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Itens./Con Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Utilizada Eficaz
c (S/N)
(S/N)

 ADVOGADO

 ECONOMISTA SR-I

 PSICÓLOGO
NR-15, Anexo
 PEDAGOGO 76,96 dB 1 e Código
F Ruído NA NA NA
(A) 2.0.1 Anexo IV
 JOVEN PROFISSIONAL
Dec, 3048/99
TRAINEE

 SELECIONADOR

 APRENDIZ

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ARMADOR
 ARMADOR MEIO OFICIAL
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CIVIL VERTEDOURO CIVIL CF/TD


CIVIL MD

II - Descrição do local.

O Profissional acima supracitado desenvolve suas atividades a céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde se
deslocando pelas fretes de serviço de acordo com a necessidade dos serviços deste profissional. Tem como ponto de
apoio, estruturas moveis localizadas nas frentes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários para
guarda dos pertences pessoais e de trabalho, abrigo para intempéries, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas
apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados.

A – ARMADOR, ARMADOR MEIO OFICIAL

Pátio de Beneficiamento de Ferro:

- Cortar barras de ferro para armações de estruturas de concreto conforme medições informadas, utilizando-se de
máquina de corte (manual ou elétrica) e metro articulável;

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- Dobrar as barras de ferro, conforme medidas e desenhos especificados nas OFF's (Ordem de Fabricação de
Ferragem), utilizando-se de metro articulável em bancadas com pinos e chaves de dobrar, ou operando máquina
elétrica de moldagem de ferro para confecção das Posições especificadas em projeto;

Armação no Campo:

- Montar conjuntos de ferros (pré-armações para estruturas, pré-moldados e armações in loco), utilizando-se de material
já cortado e dobrado, posicionando e fixando com arame.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-14)

Tempo total TWA Dose %


08 h 88,84 dB(A) 168,7

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 72,84 dB(A)

B – Temperatura
 Metodologia:

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Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes externos
(IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 X tbs).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Físico
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Uniforme manga comprida. Bloqueador solar fator 50 CA:
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 17/12/2010 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE : Armação de ferragens


Nome: José Marcelo
Função: Armador
Período Inicial: 10h:02n
Período Final: 10h:07n
Local: Vertedouro MD

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-14)
Data: 17/12/10
Hora inicial Hora final Tbn Tbs tg IBUTG
10:02n 10h:07min 26,7 ºC 27,4 ºC 20,8 ºC 27,3

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs


IBUTG = 0,7 x 26,7 + 0,2 x 27,4 + 0,1 x 20,8
IBUTG = 18,69 + 5,96 + 2,69

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IBUTG = 27,3

Logo, a Média da Taxa de Metabolismo acusou 300 (em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar)
Kcal/h, consultando a seguinte tabela:

Máximo
M (Kcal/h)
IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3964-10 14/10/2010 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

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Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Domingos Orlando Freitas

Função: Armador

Local da amostragem: Vertedouro MD

(VER - ANEXO-GHE-14)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,1 mg/m³ 0,004 mg/m³ 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A). NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.


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 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 88,84 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 72,84 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

De acordo com o Quadro 02 da Norma de Higiene Ocupacional Nº 06 – Limite de Exposição Ocupacional ao Calor,
através do IBUTG médio e a Taxa de Metabolismo Média nas diversas situações térmicas acima citadas, os níveis de
calor ficou abaixo do Limite de Exposição estabelecido pela Norma Regulamentadora Nº 15 em seu Anexo Nº 03, da
Portaria 3214/78 do Ministério de Trabalho e Emprego. Código de GFIP=0 (zero)

Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado
SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre
Cristalina), esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria
nº 3.214/78. Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
FUNÇÃO / 15.2 15.3 Fator de 15.5 Técnica EPC
15.4 Itens./Conc Eficaz 15.8 CA EPI
SETOR Tipo Risco Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15, Anexo 1
e Código 2.0.1
F Ruído 88,84 dB (A) -- S 13027
Anexo IV Dec,
3048/99

 ARMADOR NR – 15 anexo
IBUTG 3e
 ARMADOR F Calor -- NA NA
27,3
NHO - 06
MEIO OFICIAL

Particulado
respirável
< 0,1 mg/m³ NR – 15 anexo
Q Poeira / sílica -- S 5657
Sílica Livre 12
Cristalina
< 0,004 mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-15

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 APONTADOR
 AUXILIAR DE APROPRIAÇÃO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO MANUTENÇÃO DE CANTEIRO


CIVIL CF/TD MEDIÇÃO
ENGENHARIA SUPRIMENTOS
MANUTENÇÃO DE CAMPO

II - Descrição do local.

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades a céu aberto, na maioria dos setores analisados,
onde deslocando-se pelas frentes de serviço, com auxilio de veículo, de acordo com a necessidade dos serviços destes
profissionais. Tem como ponto de apoio, estruturas móveis localizadas nas frentes de trabalho como: banheiros,
químicos, bebedouros, armários para guarda dos pertences pessoais e de trabalho, abrigo para intempéries, sendo que,
as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados.

A – APONTADOR, AUXILIAR DE APROPRIAÇÃO

- Apontar as horas de máquinas e equipamentos, anotando o tempo trabalhado e parado e os motivos da paralisação
(clima, manutenção, sem frente, etc.), tais como: transporte e carga de terra e material rochoso, concreto, escavação,
terraplenagem, etc., por tipo de transportador e carregador, registrando origem e destino do material, quantidade e
classificação das cargas atendendo à descrição dos títulos dos serviços;
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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

- Apontar a mão-de-obra, preenchendo a parte diária, o número de horas trabalhadas em cada serviço e o titulo dos
serviços realizados;

- Apontar os materiais utilizados, anotando em impresso adequado as quantidades consumidas por serviços.

- Efetuar medições volumétricas de areia, cascalho, etc;

- Auxiliar no recolhimento dos controles de pontos de máquinas;

- Auxiliar na checagem dos dados dos equipamentos, horas trabalhadas, centro de custo e descrição dos serviços; -
Auxiliar nos serviços de apropriação dos equipamentos, por produção, administração e preço unitário;

- Auxiliar na conferência dos pontos dos equipamentos e lançá-los na remessa de parte diária;

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-15)

Tempo total TWA Dose %

08 h 76 dB(A) 26,46

Iluminância

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Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

 APONTADOR NR-15, Anexo 1


e Código 2.0.1
 AUXILIAR DE F Ruído 76 dB (A) NA NA NA
Anexo IV Dec,
APROPRIAÇÃO 3048/99

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 BORRACHEIRO I

 BORRACHEIRO II

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

BORRACHARIA
MANUTENÇÃO CENTRAL
TRANSPORTE

II - Descrição do local.

Para as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares, ambos em
espaço semi aberto. Galpão em estrutura metálica, telhas metálicas, piso de cimento, iluminação natural e artificial
através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Nestes ambientes estão dispostos os postos de trabalho.

III - Serviços realizados.

A – BORRACHEIRO I, II
Verificar, durante a revisão geral dos veículos, o estado geral dos pneus. Montar e desmontar pneus, efetuando
consertos em câmaras de ar, utilizando máquina e material adequado. Instalar rodas nos veículos. Conhecer medidas
de pneus. Calibrar pneu de veículos, de acordo com tabelas de pressões para cada tipo de veículo. Verificar, durante a
revisão geral dos veículos, o estado geral dos pneus, fazendo medição do desgaste da banda de rodagem, identificando
avarias tais como: cortes, desgastes irregulares, desagregação de lonas, verificando avarias em talas, aros e frisos.
Executar consertos em câmaras de ar de veículos e máquinas pesadas, desmontando e montado os pneus. Operar
compressor de ar, enchendo câmaras, verificando, mediante tabelas, as diferentes pressões para cada tipo.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do próprio equipamento de britagem do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Observou-se a Substituição das peneiras metálica de separação dos agregados
por peneiras de Borracha para diminuição da intensidade de ruído ambiente, observa ainda, que o operador realiza suas
atividades em Cabine fechada com média concentração de ruído interno.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-16)

Tempo total TWA Dose %


08 h 80,77 dB(A) 58,33

B – Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes internos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,3 x tg).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Físico
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas

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Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável


Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 17/12/2010 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE :
Nome:
Função: Armador
Período Inicial: 10h:02n
Período Final: 10h:07n
Local: Vertedouro MD

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-16)
Data: 20/12/10
Hora inicial Hora final Tbn Tbs tg IBUTG
11:16 11:22 25,7 ºC -- 28,4 ºC 26,5
IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs
IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg
IBUTG = 17,99 + 8,52
IBUTG = 26,5
Logo, a Média da Taxa de Metabolismo acusou 220 Kcal/h (de pé, trabalho moderado em maquina ou bancada com
alguma movimentação), consultando a seguinte tabela:
Máximo
M (Kcal/h)
IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

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II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação externa ou próxima das oficinas

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias internas da central de britagem , Umectação do material no
processo de britagem através aspersores com jatos de água direcionada. Operadores trabalham em cabines fechadas.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


Nº TEMPO TOTAL
DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
AMOSTRADOR MIN:
06/01/2011 9:16h 17:17h 11:00 h / 13:00 h
3967-10 360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 022911-6

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jucilei Nascimento

Função: Borracheiro

Local da amostragem: Borracharia – Pátio de manutenção.

(VER - ANEXO-GHE-16)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

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O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 80,77 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 64,77 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

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Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP=00 (zero)
GFIP
15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15, Anexo
1 e Código
F Ruído 80,77 db (A) -- S 13027
2.0.1 Anexo IV
Dec, 3048/99

NR – 15
IBUTG
F Calor anexo 3 e -- -- NA
 BORRACHEIRO I 26,5
NHO - 06
 BORRACHEIRO II

Particulado
respirável
< 0,1 mg/m³
NR – 15
Q Poeira -- S 5657
anexo 12
Sílica Livre
Cristalina
< 0,004 mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 COORDENADOR DE PRODUÇÃO

 SUPERVISOR DE PRODUÇÃO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CIVIL CF/TD CORDENAÇÃO CIVIL


COORDENAÇÃO CIVIL VERTEDOURO SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SUPERVISÃO TERRA
COORDENAÇÃO TERRA/ROCHA

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras

Intermitentemente deslocamentos para as frentes de serviço

III - Serviços realizados.

COORDENADOR DE PRODUÇÃO

Planejar e coordenar uma ou mais áreas de produção da obra envolvendo basicamente, Escavação e Terraplanagem,
Armação, Formas, Preparo e Lançamento de Concreto, etc., distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os
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quanto a melhor alocação dos recursos humanos e materiais nas frentes de trabalho, conforme programa de produção
estabelecido tendo em vista a utilização racional dos recursos.
Acompanhar o desenvolvimento dos serviços, transmitindo instruções técnicas e operacionais aos subordinados,
solucionando problemas de maior complexidade e observando o cumprimento das normas de segurança do trabalho e o
uso correto dos equipamentos de proteção individual.
Analisar coeficientes de produção, a fim de verificar o andamento dos serviços frente aos padrões de produção,
discutindo com os encarregados de sua área e tomando providências para otimização dos níveis de produtividade.
Manter contatos com a fiscalização da obra para liberação de serviços executados e resolução de problemas ligados à
sua área de atuação. Elaborar planejamento mensal dos serviços, em conjunto com seu superior, definindo prioridades
e dimensionando mão-de-obra e equipamentos necessários. Zelar pela conservação e utilização dos equipamentos sob
sua responsabilidade, orientando seus subordinados, bem como solicitando manutenção preventiva ou corretiva,
lubrificação, reforma,etc.
Otimizar a utilização de todos os recursos colocados à sua disposição, avaliando, com a chefia, o custo / benefício desta
otimização.

SUPERVISOR DE PRODUÇÃO
Planejar e coordenar uma ou mais áreas de produção da obra envolvendo basicamente, Escavação e Terraplanagem,
Armação, Formas, Preparo e Lançamento de Concreto, etc., distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os
quanto a melhor alocação dos recursos humanos e materiais nas frentes de trabalho, conforme programa de produção
estabelecido tendo em vista a utilização racional dos recursos. Acompanhar o desenvolvimento dos serviços,
transmitindo instruções técnicas e operacionais aos subordinados, solucionando problemas de maior complexidade e
observando o cumprimento das normas de segurança do trabalho e o uso correto dos equipamentos de proteção
individual. Analisar coeficientes de produção, a fim de verificar o andamento dos serviços frente aos padrões de
produção, discutindo com os encarregados de sua área e tomando providências para otimização dos níveis de
produtividade. Manter contatos com a fiscalização da obra para liberação de serviços executados e resolução de
problemas ligados à sua área de atuação.
Elaborar planejamento mensal dos serviços, em conjunto com seu superior, definindo prioridades e
dimensionando mão-de-obra e equipamentos necessários. Zelar pela conservação e utilização dos
equipamentos sob sua responsabilidade, orientando seus subordinados, bem como solicitando
manutenção preventiva ou corretiva, lubrificação, reforma, etc. Otimizar a utilização de todos os
recursos colocados à sua disposição, avaliando, com a chefia, o custo / benefício desta otimização.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

– Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

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Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Equipamento cabinado e com ar condicionado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-17)

Tempo total TWA Dose %


08 h 80,92 dB(A) 56,69

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 64,92 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

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 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 80,92 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 64,92 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,

 COORDENADOR DE Anexo 1 e

PRODUÇÃO Código 2.0.1


F Ruído 80,92 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 SUPERVISOR DE PRODUÇÃO Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-18

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE;


 COORDENADOR TECNICO;
 COORDENADOR DE QUALIDADE;
 COORDENADOR DE SEGURANÇA DO TRABALHO;

 ENCARREGADO TÉCNICO FORM.;


 ENCARREGADO TÉCNICO;
 TECNÓLOGO.
 COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO
 COORDENADOR COMERCIAL
 COORDENADOR DE PLANEJAMENTO
 COORDENADOR SAÚDE TRABALHO
 COORDENADOR SUPRIMENTOS
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho
A - COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE
MEIO AMBIENTE
B - COORDENADOR TECNICO
SEGURANÇA DO TRABALHO - ESCRITORIO
C - COORDENADOR DE QUALIDADE
QUALIDADE
D - COORDENADOR DE SEGURANÇA DO TRABALHO
SEGURANÇA DO TRABALHO

E - ENCARREGADO TÉCNICO FORM, ENCARREGADO TÉCNICO,


COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO ELETRICA
CIVIL MD ENGENHARIA

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

GERAÇÃO SUSTENTAVEL RECUPERAÇÃO DE AREAS DEGRADADAS – RAD


MEIO AMBIENTE SANEAMENTO.
PAISAGISMO SEGURANÇA DO TRABALHO
PLANEJAMENTO SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO
PROP - PROGRAMA DE OPERADORES SUPERVISÃO DE QUALIDADE
POLIVALENTESE SUPERVISÃO TERRA
TERRAPLENAGEM
TOPOGRAFIA
QUALIDADE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE
VIGILÂNCIA E SAÚDE TALENTO
QUALIDADE

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras. Eventualmente realizam visitas em
campo.

III - Serviços realizados.

A - COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE:

- Elaborar, analisar e acompanhar os relatórios de ocorrência de não conformidades do sistema integrado, fazer
cotações e/ou assessorar o departamento de compras, nos assuntos relativos ao meio ambiente e qualidade;

- Elaborar, atualizar e manter o controle de documentos e registros conforme procedimentos, tais como: Licenças,
Cadri´s, relatórios de auditorias e relatórios de ocorrências;

- Relatórios de órgãos ambientais competentes, laudos de análise, documentos dos sistemas de meio ambiente e
qualidade;

- Manter disponíveis formulários dos sistemas de gestão de meio ambiente e qualidade em quantidade suficiente. Criar,
ministrar e promover treinamentos nas áreas de meio ambiente, segurança e qualidade;

- Participar e/ou definir contratações de terceiros ligados as áreas de meio ambiente e qualidade;

- Coordenar e acompanhar as atividades de simulação de atendimento a emergências.

B - COORDENADOR TECNICO:

- Coordenar todas as atividades de planejamento e engenharia, controle da Unidade, atuando em conjunto com
Produção e com a Gestão Econômica Financeira;

- Garantir a continuidade dos modelos de gestão e organização atuando de forma sinérgica entre as áreas.

C - COORDENADOR DE QUALIDADE:

- Coordenação o Sistema de Gestão da Qualidade, envolvendo a análise de normas, preparação de treinamentos,


organização de documentação e outras atividades de apoio administrativo, visando contribuir para o alcance dos
objetivos estabelecidos pela empresa.

D - COORDENADOR DE SEGURANÇA DO TRABALHO:

- Coordena as atividades e serviços, detectando e informando as situações e graus de risco das atividades; -

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

- Verificar a existência e o estado de conservação dos equipamentos de proteção, ferramentas de trabalho, condições
de acesso, plataformas, iluminação e outras exigências necessárias, providenciando para que as normas de segurança
do trabalho sejam obedecidas;

- Observar o cumprimento das normas de Segurança do Trabalho e o uso correto dos equipamentos de proteção
individual;

- Auxiliar na montagem e realização da SIPAT (Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho);

- Elaborar mapas e controles estatísticos, demonstrando as incidências de ocorrências de acidentes do trabalho.

E - ENCARREGADO TÉCNICO FORM, ENCARREGADO TÉCNICO, TECNÓLOGO.

Acompanhar e controlar as atividades de uma ou mais áreas que compõem a estrutura técnica da obra, informando-se
dos trabalhos executados e a executar, distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os quanto aos
procedimentos e técnicas a adotar.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno ao que é exposto de maneira
eventual

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-18)

Tempo total TWA Dose %

08 h 73,22dB(A) 19,71

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.3 15.7 EPI
15.2 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Fator de Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo Itens./Conc Utilizada Eficaz
Risco (S/N)
(S/N)

 COORDENADOR DE MEIO
AMBIENTE;

 COORDENADOR TECNICO;

 COORDENADOR DE
QUALIDADE;

 COORDENADOR DE
SEGURANÇA DO TRABALHO;

 ENCARREGADO TÉCNICO
FORM.;
NR-15, Anexo
 ENCARREGADO TÉCNICO. 1 e Código
F Ruído 73,22 dB (A) NA NA NA
 TECNÓLOGO 2.0.1 Anexo IV
Dec, 3048/99
 COORDENADOR
ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

 COORDENADOR COMERCIAL

 COORDENADOR
PLANEJAMENTO

 COORDENADOR SAÚDE
TRABALHO

 COORDENADOR
SUPRIMENTOS

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-19

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 CARPINTEIRO
 CARPINTEIRO MEIO OFICIAL.
 MARCENEIRO
 OPERADOR DE MOTOSSERRA
 OPERADOR DE ROÇADEIRA

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO FABRICA DE GELO


ÀREA DE LAZER GUINDASTES
CENTRAL BRITAGEM LAVANDERIA
CENTRAL CONCRETO MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CIVIL PAISAGISMO
CIVIL CF/TD SANEAMENTO
CONTROLE DE EPI,TREINAMENTO E SEGURANÇA DO TRABALHO
DESENVOLVIMENTO DE TALENTO SUPRIMENTOS
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL TERRAPLENAGEM
ESCRITORIO TOPOGRAFIA

II - Descrição do local.

Trabalho em galpões de estrutura metálica, piso de cimento e sem paredes laterais. Iluminação natural e artificial com
lâmpadas e refletores. Em alguns setores o serviço é realizado a céu aberto nas áreas do vertedouro, área de
montagem e casa de força. Em outros setores é realizado serviço de manutenção de áreas de vivencia, alojamentos e
outros serviços.

III - Serviços realizados.

A - CARPINTEIRO; CARPINTEIRO MEIO OFICIAL


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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Carpintaria:
- Operar máquinas beneficiadoras de madeira, tais como: aparadeira, furadeira, desengrossadeira, tupia, serra circular,
de fita, multi-lâmina e pendular;
- Confeccionar e/ou recuperar formas e painéis de madeira para moldagem de estruturas de concreto, medindo,
serrando, furando, pregando e plainando a madeira;
- Construir ou reformar barracões, galpões, alojamentos, andaimes, passarelas, pontes, carrocerias de caminhões,
armários, prateleiras, mesas, arquivos, etc.
Campo:
- Montar e desmontar, com auxílio de guindastes, fôrmas para concreto, aprumando, alinhando, ajustando e fixando;
- Calafetar com massa plástica, madeira, etc., a junção das peças, realizando a qualidade final da atividade;
- Verificar as condições de uso dos painéis e fôrmas desmontadas e efetuar a recuperação, se necessário, encaminhar
à carpintaria;
- Construir ou reformar barracões, galpões, alojamentos, andaimes, passarelas, pontes, carrocerias de caminhões,
armários, prateleiras, mesas, arquivos, etc.;
- Desenformar os painéis atentando para o armazenamento de arruelas, shebolts e outros acessórios;
- Aplicar desmoldante nas formas a serem utilizadas.

- MARCENEIRO

Construir, instalar ou reparar móveis, lambris, portas etc., seguindo desenhos e especificações das ordens de serviço.
Efetuar cálculos para apurar a quantidade de material necessário para os serviços, bem como escolher os tipos de
madeira a serem utilizados. Montar conjuntos, dando o tratamento adequado na madeira contra cupins, parafusando,
encaixando componentes, envernizando, pintando e efetuando os acabamentos necessários.
OPERADOR DE MOTOSSERRA
Extrai madeira, identificando áreas de extração, derrubando árvores mapeadas, classificando toras conforme diâmetro e
comprimento e separando madeira de acordo com sua utilização. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene e
proteção ao meio ambiente.
OPERADOR DE ROÇADEIRA
Operar máquina de roçadeira

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

– Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes:

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-19)

Tempo total TWA Dose %


08 h 79,93 dB(A) 44,26

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 63,93 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação externa ou próxima das oficinas

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL

AMOSTRADOR 06/01/2011 9:16h 17:17h 11:00 h / 13:00 h MIN:

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

3967-10 360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 022911-6

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Hélio Rodrigues de Oliveira

Função: Carpinteiro

Local da amostragem: Vertedouro

(VER - ANEXO-GHE-19)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 127 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 128 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 79,93 dB (A) -- S 13027
 CARPINTEIRO Anexo IV
Dec,
 CARPINTEIRO MEIO OFICIAL.
3048/99
 MARCENEIRO

 OPERADOR DE Particulado
respirável
MOTOSSERRA
< 0,1 mg/m³
 OPERADOR DE ROÇADEIRA
Q Poeira NR – 15
Sílica Livre -- S 5657
Cristalina anexo 12
< 0,004
mg/m³

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 129 de 429


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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-20

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 DESENHISTA PROJETISTA I
 DESENHISTA PROJETISTA II
 DESENHISTA PROJETISTA III
 DESENHISTA
 PROJETISTA I
 AUXILIAR ARQUIVO DESENHO
 AUXILIAR ARQUIVO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setor de Trabalho

ENGENHARIA

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados.

A – DESENHISTA PROJETISTA I, DESENHISTA PROJETISTA II, DESENHISTA PROJETISTA III

- Desenvolver estudos ou anteprojetos de pouca complexidade relativos a métodos construtivos, "layout" de canteiros,
estruturas, terraplenagem, arquitetura, etc., através de informações recebidas do superior imediato;

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 130 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

- Elaborar os projetos pré-dimensionando e desenvolvendo-os em todas as suas etapas, definindo ou apresentando


sugestões de utilização de materiais;

- Efetuar levantamentos de campo para melhor visualização do projeto ou para buscar soluções a problemas surgidos
na execução dos mesmos;

- Efetuar cálculos trigonométricos, geométricos e operações que envolvam dados de topografia, necessários à execução
dos projetos;

- Elaborar propostas de revisão de projetos visando torná-los exeqüíveis, racionalizar a execução dos mesmos etc.,
dando as justificativas para as alterações;

- Auxiliar na elaboração de trabalhos para fins de concorrência;

- Prestar assistência aos desenhistas na elaboração dos detalhes dos projetos, orientando-os e solucionando dúvidas.

B - PROJETISTA I:

- Desenvolver estudos ou anteprojetos de pouca complexidade relativos a métodos construtivos, "layout" de canteiros,
estruturas, terraplenagem, arquitetura, etc., através de informações recebidas do superior imediato;

- Elaborar os projetos pré-dimensionando e desenvolvendo-os em todas as suas etapas, definindo ou apresentando


sugestões de utilização de materiais;

- Efetuar levantamentos de campo para melhor visualização do projeto ou para buscar soluções a problemas surgidos
na execução dos mesmos;

- Efetuar cálculos trigonométricos, geométricos e operações que envolvam dados de topografia, necessários à execução
dos projetos;

- Elaborar propostas de revisão de projetos visando torná-los exeqüíveis, racionalizar a execução dos mesmos etc.,
dando as justificativas para as alterações;

- Auxiliar na elaboração de trabalhos para fins de concorrência;

- Prestar assistência aos desenhistas na elaboração dos detalhes dos projetos, orientando-os e solucionando dúvidas.

C - AUXILIAR ARQUIVO DESENHO, AUXILIAR ARQUIVO:


- Arquivar desenhos e plantas, de acordo com as classificações existentes e obedecendo a critérios determinados
(ordem numérica, cronológica, alfabética), intercalando-os na mapoteca do setor;

- Manter atualizadas as pastas índices do arquivo, incluindo os novos desenhos e controlando a numeração dos
mesmos para facilitar e agilizar a sua localização;

- Atender as consultas feitas ao arquivo técnico, localizando desenhos e / ou plantas, controlando a retirada dos
mesmos através de impresso próprio e / ou providenciando cópias; -

- Executar serviços de digitação para preenchimento de formulários simples;

- Operar copiadora, tirando cópias de cronogramas, desenhos e outros documentos, distribuindo-os conforme
orientação do superior imediato.

Arquivar documentos, de acordo com as classificações existentes e obedecendo a critérios determinados (ordem
numérica, cronológica, alfabética), intercalando-os na mapoteca do setor. Manter atualizadas as pastas índices do
arquivo. Executar serviços de datilografia/digitação para preenchimento de formulários simples.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Trabalho em ambientes fechados

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-20)

Tempo total TWA Dose %

08 h 68,94 dB(A) 12,19

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

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O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

 DESENHISTA
PROJETISTA I
 DESENHISTA
NR-15,
PROJETISTA II
Anexo 1 e
 DESENHISTA
Código 2.0.1
PROJETISTA III F Ruído 68,94 dB (A) NA NA NA
Anexo IV
 DESENHISTA Dec,
 PROJETISTA I 3048/99
 AUXILIAR ARQUIVO
DESENHO
 AUXILIAR ARQUIVO

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DENOMINAÇÃO DO GHE: 21

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENCARREGADO ADMINISTRATIVO – FORM.;


 ENCARREGADO ADMINISTRATIVO;
 ENCARREGADO COMERCIAL DE FORMAÇÃO;
 SUPERVISOR ADMINISTRATIVO.
 CAIXA
 COMPRADOR

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - ENCARREGADO ADMINISTRATIVO – FORM., ENCARREGADO ADMINISTRATIVO, SUPERVISOR


ADMINISTRATIVO, ENCARREGADO COMERCIAL DE FORMAÇÃO, CAIXA
Setores:
ALOJAMENTO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
ÀREA DE LAZER REFEITÓRIO
CAIXA E CONTABILIDADE SEGURANÇA PATRIMONIAL
LAVANDERIA SUPRIMENTOS
MANUTENÇÃO DE CANTEIRO TERCEIROS
MEDIÇÃO TRANSPORTE

B - SUPERVISOR ADMINISTRATIVO.
Setores:

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ALOJAMENTO
CAIXA E CONTABILIDADE
MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
RECURSOS HUMANOS
SEGURANÇA PATRIMONIAL
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados.

A – ENCARREGADO ADMINISTRATIVO – FORM., ENCARREGADO ADMINISTRATIVO, ENCARREGADO


COMERCIAL DE FORMAÇÃO:

- Supervisionar, acompanhar, controlar e executar as atividades de uma ou mais áreas que compõem a estrutura
administrativa da obra, objetivando o suprimento de recursos materiais e humanos, quantitativa e qualitativamente em
condições de contribuir para a otimização dos resultados do empreendimento;

- Pode atuar em diferentes áreas: Contabilidade, Pessoal, Comunitária, Vigilância, Suprimentos, Transporte,
Treinamento, Secretaria, Segurança do Trabalho, Recrutamento e Seleção;

- Supervisionar, acompanhar e controlar os serviços de apropriação e medição das horas trabalhadas de equipamentos
e mão-de-obra e consumo de materiais;

- Supervisionar e elaborar mapas e resumos diversos, tais como: materiais recebidos da contratante e aplicados na
obra, mapa de estoques dos pátios industriais, índices de perda e aproveitamento no pátio de ferro, etc;

- Efetuar junto à contratante, a conferência das " partes diárias " de serviços " por administração " e boletins diários de
serviços " por preço unitário " executados pela empresa e subempreiteiros, para elaboração de mapa a ser
encaminhado à área de medição;

- Supervisionar e elaborar resumo mensal de produção e mapa de distribuição de materiais, das quantidades e/ou
volumes produzidos durante o mês, informando o Escritório Central para fins de apuração de custo;

- Analisar os apontamentos efetuados e, junto com a fiscalização, proceder às correções devidas, sempre que ocorrer
divergências, a fim de evitar distorções na medição mensal. Manter sob controle os materiais básicos empregados na
obra;

- Efetuar a valorização da medição através de preços e índices, emitindo boletim de serviço para faturamento;

- Efetuar os levantamentos quantitativos para emissão de atestados de execução de serviços;

- Efetuar o levantamento de dados necessários para análise de custo.

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B - SUPERVISOR ADMINISTRATIVO:

- Planejar e coordenar algumas ou todas as áreas que compõem a estrutura administrativa da obra, objetivando o
suprimento dos recursos materiais e humanos, quantitativa e qualitativamente em condições de contribuir para a
otimização dos resultados do empreendimento: Contabilidade, Pessoal, Comunitária, Vigilância, Suprimentos,
Transporte, Serviço Médico, Treinamento, Secretaria, Segurança do Trabalho, Recrutamento e Seleção, Gestão do
Custo Indireto e outras rotinas relacionadas.

C – CAIXA

Efetuar pagamentos e recebimentos de valores, com base em comprovantes, tais como: quitação, adiantamento
salarial, duplicata, ordem de pagamento e acertos relativos a adiantamento de viagem, compras, etc., conferindo os
documentos quanto ao preenchimento e competência das assinaturas segundo as normas internas. Elaborar "Diário de
Caixa", conferindo e classificando os documentos de acordo com sua natureza,numerando e efetuando os lançamentos
contábeis, além de encaminhá-lo para assinaturas competentes e posteriormente à divisão de Contabilidade-VIOL,
atendendo as determinações legais e normas da empresa. Acompanhar a movimentação de Conta Corrente da
unidade, lançando créditos e débitos, preparando depósitos e fazendo a conciliação dos saldos bancários. Elaborar
previsão financeira mensal, solicitando às diversas áreas da obra para suprimento do caixa e a fim de saldar os
compromissos financeiros da unidade. Prestar informações a fornecedores acerca de liberação de pagamentos,
cheques disponíveis, liquidações efetuadas, etc. Responsabilizar-se pelo numerário, cheques e demais valores que
compõem o saldo de caixa, além de zerá-lo
no último dia útil da semana, mediante depósito do saldo existente em conta corrente bancária, com vistas a cumprir as
normas da empresa.
D – COMPRADOR

Analisar os pedidos de compras, consultando o cadastro de fornecedores, a fim de selecioná-los convenientemente.


Efetuar contatos com vendedores ou diretamente com fornecedores, por telefone ou email, negociando preços, prazos
de entrega, condições de pagamento, discutindo qualidade e especificações técnicas do produto, a fim de atender as
exigências do requisitante.

Analisar as propostas recebidas e elaborar relatório de concorrência, a fim de ser encaminhado para decisão superior
quanto à compra, quando for o caso.

Manter-se atualizado quanto à evolução do mercado fornecedor, consultando publicações comerciais, produtos
disponíveis, locais, preços, características, etc., a fim de agilizar e obter maiores vantagens no processo de compras

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

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Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-21)

Tempo total TWA Dose %

08 h 63,99 dB(A) 5.38

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)


15.5 15.6 EPC 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz Eficaz
Tipo de Risco Itens./Conc EPI
Utilizada (S/N) (S/N)
 ENCARREGADO
ADMINISTRATIVO –
FORM.
NR-15,
 ENCARREGADO
Anexo 1 e
ADMINISTRATIVO
Código
 ENCARREGADO
F Ruído 63,99 dB (A) 2.0.1 -- -- NA
COMERCIAL DE
Anexo IV
FORMAÇÃO
Dec,
 SUPERVISOR
3048/99
ADMINISTRATIVO.
 CAIXA
 COMPRADOR

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-22

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENGENHEIRO JR, PL I, PL II, SR I


 ENGENHEIRO SEGURANÇA DO TRABALHO SR I
 ENGENHEIRO DE MEIO AMBIENTE
 ARQUITETO JR, PL, SR.
 ENGENHEIRO PLANEJAMENTO
 ENGENHEIRO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO, PLANEJAMENTO


SANEAMENTO SEGURANÇA DO TRABALHO – ESCRITORIO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO I
ENGENHARIA SUPERVISÃO DE QUALIDADE
MEIO AMBIENTE

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

A - ENGENHEIRO JR, PL I, PL II, SR I

Civil

- Desenvolver projetos de engenharia civil, executa obras, planeja e orça empreendimentos, coordenar a operação e
manutenção de empreendimentos.

- Controla a qualidade dos suprimentos e serviços comprados ou executados.

- Elabora normas e documentos técnicos.

Elétrica

- Executar serviços elétricos, eletrônicos e de telecomunicações, analisando propostas técnicas, instalando,


configurando e inspecionando sistemas e equipamentos, executando testes e ensaios.

- Projetar, planejar e especificar sistemas e equipamentos elétricos, eletrônicos e de telecomunicações e elaborar sua
documentação técnica.

Mecânica

- Projetar sistemas e conjunto mecânicos, componentes, ferramentas e materiais, especificando limites de referencia
para calculo, calculando e desenhando;

- Implementar atividades de manutenção, testam sistemas, conjuntos mecânicos e componentes, desenvolvem


atividades de fabricação de produtos e elaboram documentação técnica. Podem coordenar e assessorar atividades
técnicas.

Qualidade

Controlar perdas potenciais e reais de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de
perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas;

- Desenvolver, testar e supervisionar sistemas, processo e métodos industriais, gerenciar atividades de segurança do
trabalho e do meio ambiente planejar empreendimentos e atividades industriais e coordenar equipes, treinamentos e
atividades de trabalho;

- Emitir e divulgar documentos técnicos como relatórios.

B - ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO SR

Planejam e acompanham as atividades relacionadas à Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Medicina do Trabalho,
controlando e analisando procedimentos, promovendo ações corretivas e preventivas inerentes a área.

C - ENGENHEIRO DE MEIO AMBIENTE.

Atua na área desenvolve e aplica tecnologias para proteger o ambiente dos danos causa dos pelas atividades humanas.
Sua principal função é preservar a qualidade da água, do ar e do solo. Realiza estudos de impacto ambiental, propondo
soluções que visam ao aproveitamento racional dos recursos naturais. Elabora e executa planos, programas e projetos
de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico, tratamento de resíduos e recuperação de áreas
contaminada sou degradadas. Pode ocupar-se, ainda, do estudo de várias fontes de energia e da avaliação do potencial
energético de uma região em atendimento leis ambientais.

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D - ARQUITETO

Desenvolve projetos de engenharia civil, executa obras, planeja e orça empreendimentos, coordena a operação e
manutenção de empreendimentos. Controla a qualidade dos suprimentos e serviços comprados ou executados. Elabora
normas e documentos técnicos.

E – ENGENHEIRO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

Acompanhar e controlar as atividades de uma ou mais áreas de produção da obra, distribuindo tarefas aos
subordinados e orientando-os quanto ao local de atuação da mão-de-obra e equipamentos de acordo com a
programação estabelecida;

Interpretar projetos e especificações técnicas, acompanhando a execução dos serviços, transmitindo orientações
técnicas e operacionais, levantando e equacionando os problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade
e os volumes produzidos, observando as condições de segurança do trabalho e a correta utilização dos equipamentos
de proteção individual, avaliando a possibilidade de introduzir mudanças ou novos métodos de trabalho de forma a
aprimorar e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos;

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora
operando no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído,
marca INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do
trabalhador, portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará
recebendo em seu ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-22)

Tempo total TWA Dose %

08 h 81,76 dB(A) 65,33

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Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 65,76 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf


 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;
 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).
 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.
 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.
 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)
 NPSc = NPSA – NRRsf
 NPSc = 81,76 dB(A) – 16 dB(A)
 NPSc = 65,76 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 142 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

 ENGENHEIRO JR, PL I, PL II,


SR I

 ENGENHEIRO SEGURANÇA
DO TRABALHO SR I NR-15,
Anexo 1 e
 ENGENHEIRO DE MEIO
Código 2.0.1
AMBIENTE F Ruído 81,76 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 ARQUITETO JR, PL, SR. Dec,
 ENGENHEIRO 3048/99
PLANEJAMENTO

 ENGENHEIRO DE
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 143 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-23

DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL;


 ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL – FORM.
 ENCARREGADO DE LUBRIFICAÇÃO
 ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO ELETRICA
 ENCARREGADO EM EMERGÊNCIAS

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

2. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR

I - Setores de Trabalho

BORRACHARIA FABRICA DE GELO


CENTRAL AR/AGUA GUINDASTES
CENTRAL BRITAGEM MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO DE CAMPO
CIVIL MD MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO OFICINA FABRICAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
ENGENHARIA

II - Descrição do local

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades, parte do tempo em escritório fechado, sala construída
em madeira, telhas de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de
madeira e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste
ambiente estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e

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impressoras. E parte em céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde deslocando-se pelas frentes de serviço de
acordo com a necessidade dos serviços deste profissional. Tem como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas nas
frentes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários, abrigo para intempéries, sendo que, as áreas de
vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A – ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL, ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL – FORM:

- Elaborar, programação semanal dos serviços a serem executados, acertando prazos, recursos materiais, humanos e
equipamentos necessários, a fim de que sejam cumpridas as metas de produção;

- Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto a Qualidade e a Topografia;

- Relatar ocorrências e providências tomadas, dentro de seu turno de trabalho, para conhecimento de seu superior;

- Emissão dos BIM's (Boletim de Inspeção e Monitoramento);

- Solicitar os materiais necessários a execução dos serviços, de acordo com o andamento da obra;

- Providenciar informações e tomar decisões no que se refere à gestão de pessoas de sua subordinação;

- Prestam assistência ao superior imediato, acompanhando e controlando as atividades de uma área de produção da
obra, distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os quanto ao local de atuação da mão-de-obra e equipamentos
de acordo com a programação estabelecida. Acompanhando a execução dos serviços, transmitindo orientações
operacionais, levantando e equacionando os problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade e os
volumes produzidos, observando as condições de segurança do trabalho e a correta utilização dos equipamentos de
proteção individual, junto com seu superior imediato para avaliar a possibilidade de introduzir mudanças ou novos
métodos de trabalho de forma a aprimorar e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos.
Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto aos setores envolvidos;

- Ler e interpretar projetos de engenharia;

- Quando necessário, relatar ocorrências e providências tomadas, dentro de seu turno de trabalho, para conhecimento de
seu superior;

- Solicitar os materiais necessários a execução dos serviços, de acordo com o andamento da obra.

B – ENCARREGADO DE LUBRIFICAÇÃO

- Coordenar a execução dos serviços de lubrificação de equipamentos e veículos na oficina e no campo, de acordo com
programação estabelecida, distribuindo as tarefas, orientando sobre especificações dos produtos utilizados e observando
cumprimento de prazos e a qualidade dos serviços;

- Programar a lavagem de equipamentos e veículos, no lavador ou no campo;

- Acompanhar o desempenho de óleos lubrificantes, graxas, filtros e produtos de limpeza, mediante observações de
campo, testes em laboratórios da obra ou de terceiros;

- Conciliar as revisões de lubrificação com as revisões preventivas, objetivando o mínimo de paralisação dos
equipamentos;

- Responder pelos serviços de laboratório, acompanhando as análises dos óleos e filtros substituídos, verificando sua
viscosidade ou partículas metálicas, comunicando a sua chefia imediata as irregularidades encontradas;
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- Efetuar previsão de estoques de combustível, lubrificantes e filtros de acordo com a programação de utilização dos
equipamentos;

- Verificar periodicamente os equipamentos de filtragem, bombas e tanques de combustíveis a fim de verificar seu
desempenho ou possíveis contaminações;

- Acompanhar, diariamente, a carga dos comboios de lubrificação e abastecimento, para fins de controle de consumo de
combustíveis e lubrificantes;

- Averiguar, periodicamente, a carga dos comboios e seus equipamentos, assim como estado e quantidade das
ferramentas;

- Acompanhar o recebimento de combustíveis e lubrificantes e os testes de verificação efetuados nesta ocasião


(densidade, viscosidade, etc.);

- Providenciar a requisição do material necessário, à execução dos trabalhos de manutenção, bem como emitir pedidos
de compra;

- Distribuir convenientemente suas equipes, a fim de cumprir com eficácia e rapidez os programas de lubrificação e
lavagem;

- Percorrer as frentes de serviços, dando orientações, solucionando problemas e observando o cumprimento das normas
de segurança trabalho;

- Manter estreita comunicação com a oficina mecânica, sobre ocorrências gerais detectadas pelos lubrificadores.

C - ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO ELÉTRICA FORM.

Supervisionar a execução das atividades de manutenção elétrica de alta e baixa tensão, em redes e equipamentos
elétricos, orientando os eletricistas quanto aos métodos de execução das tarefas, preparação e uso adequado de
ferramentas, materiais e equipamentos, segurança do trabalho e disciplina, visando maior produtividade, qualidade e
menor custo. Distribuir os subordinados segundo seus conhecimentos e exigências de cada tarefa, indicando a forma
mais segura e eficaz de execução e utilização de instrumentos de medição (megômetro, amperímetro, voltímetro, etc.).
Supervisionar diretamente os serviços de maior complexidade, tais como: emenda de cabos isolados de alta tensão e
muflas terminais, testes de transformadores e disjuntores de 15 KV, reparos nos mesmos, e em chaves corta-circuitos,
em linhas vivas, ligações internas de motores, faseamento e ligações de comando e preparação de esquema de ligações
de equipamentos elétricos (guindastes, máquinas de solda, motores elétricos, geradores, quadro de comando, estufas,
etc.).
Interpretar planta parcial de locais, esquemas elétricos de maquinários, painéis, etc., quantificando e identificando os
materiais necessários à execução dos serviços. Controlar a manutenção preventiva dos equipamentos através de
formulário próprio, observando os equipamentos já revisados e anotando os defeitos elétricos existentes. Providenciar a
substituição de ferramentas e materiais danificados, através de requisições junto ao Almoxarifado.
D- ENCARREGADO EM EMERGENCIAS
Acompanhar e controlar as atividades de uma ou mais áreas da equipe de atendimento a emergências, distribuindo
tarefas aos subordinados e orientando-os quanto ao local de atuação e equipamentos de acordo com a programação
estabelecida. Realização de inspeções, blitz e check lists dos requisitos referente a situações de risco em salvamentos
terrestres, aquáticos e em altura. Prestar primeiros socorros, realizar cursos e campanhas educativas, formando e
treinando equipes e corpo voluntário de emergência.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

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I – Agentes Físicos

– Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-23)

Tempo total TWA Dose %

08 h 85,16 dB(A) 100,0

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 84,0 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.
Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO – INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

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NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 85,16 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 69,16 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO – PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

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Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

Para os trabalhadores enquadrados neste GHE e lotados no setor de Elétrica, embora todos os serviços sejam
executados em redes desenergizadas, para os trabalhadores que, prévio treinamento estejam lotados em serviços de
redes de média tensão e que estão definidos no Prontuário de Instalações Elétricas (PIE), corresponderá o adicional de
PERICULOSIDADE, correspondente a 30 % do salário.

7. PREENCHIMENTO DE PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.7
15.5 15.6 EPC
15.3 Fator 15.4 EPI
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

 ENGENHEIRO DE
MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL

 ENCARREGADO DE
MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL NR-15,

 ENCARREGADO DE TWA Anexo 1 e

MANUTENÇÃO Código
F Ruído 85,16 dB -- S 13027
INDUSTRIAL – FORM 2.0.1 Anexo
(A) IV Dec,
 ENCARREGADO DE 3048/99
LUBRIFICAÇÃO

 ENCARREGADO DA
MANUTENÇÃO ELÉTRICA

 ENCARREGADO EM
EMERGENCIAS

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ZELADOR.
 AUX DE LAVANDERIA
 OPERADOR DE MÁQUINA DE LAVANDERIA I E II
 PASSADOR DE ROUPAS I E II

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO MEDICINA DO TRABALHO


ÀREA DE LAZER REFEITÓRIO
CENTRAL CONCRETO SEGURANÇA DO TRABALHO ESCRITORIO
CENTRAL DE BRITAGEM SEGURANÇA PATRIMONIAL
CIVIL CF/TD SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO
CIVIL VERTEDOURO SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SUPRIMENTOS
LAVANDERIA TERRAPLENAGEM
MANUTENÇÃO DE CANTEIRO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE TALENTO

II - Descrição do local.

Trabalho nas diferentes dependências da empresa a maioria das vezes cobertas e ventiladas. Ambientes em madeirite
com telhas de fibrocimento e piso em cimento. Intermitentemente porem de maneira pouco freqüente o serviço é
desenvolvido em áreas externas das dependências mencionadas.

Para alguns trabalhadores o serviço é executado nos ambulatórios médicos nas salas de atendimento aos pacientes,
sala de triagem e salas de urgências. Este serviço está definido por APT (Analise Prevencionista de Tarefa) específica
dos ambulatórios.

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III - Serviços realizados.

ZELADOR.

Efetuar limpeza nas dependências da Empresa (salas, sanitários, dormitórios, etc.), varrendo o chão, raspando e
encerando piso, espanando móveis e utensílios, limpando vidros, lavando sanitários com produtos desinfetantes,
bactericida e germicida, arrumando camas e provendo tais instalações de materiais necessários sua limpeza.

AUX DE LAVANDERIA
Auxiliar os líderes da lavanderia no processamento da roupa e por sua distribuição em perfeita condição e conservação.
Armazenar toda a roupa limpa, mantendo um sistema racional de guarda da roupa, inclusive do estoque nas prateleiras;
Manter o controle da roupa em processo de lavagem, providenciando pequenos reparos de costuras. Requisitar ao
Líder da Lavanderia materiais necessárias para reposição do estoque; Preparo de véspera, os carros de roupa para
serem lavados e para a distribuição conforme prazo acordado com o cliente; Distribuir a roupa nas bancadas de
atendimento mediante formulário próprio (rol), em dias e horários preestabelecidos no mesmo; Manter em repouso, na
rouparia, durante 24 horas, no mínimo, a roupa recém-lavada, favorecendo sua durabilidade; Comunicar aos
funcionários atendidos em quaisquer eventualidades, como causa do não atendimento às solicitações (ex. falta de
energia, água, etc..), Manter a área de guarda de roupas, devidamente limpa e em ordem; Atender às solicitações, em
caso de emergência; Cumprir e fazer cumprir o regulamento da empresa no quesito de Segurança do trabalho; Zelar
pelo cumprimento das rotinas diárias e técnicas do setor de Lavanderia; Cumprir e fazer cumprir as determinações
superiores.

PASSADOR DE ROUPAS I E II
Auxiliar os líderes da lavanderia no processamento de passagens de roupa e por sua perfeita condição de higiene e
conservação, este serviço de apoio merece grande atenção uma vez que as roupas são usualmente consideradas
veículos condutores de microrganismos que podem ser responsáveis por IH. Passagem e higienização com ferro a
vapor de toda a roupa lavada; Atenção especial para não deixar o ferro por tempo prolongado na roupa e evitar a
queima da mesma; Requisitar ao Líder da Lavanderia quando necessário, reparos no ferro a vapor e zelar pela
segurança; Entregar as roupas passadas aos auxiliares para o devido empacotamento para a distribuição; Obedecer à
descrição do produto (ferro de passar) com o fim de favorecer a durabilidade das roupas; Manter a área de passagem
de roupas, devidamente limpa e em perfeita ordem; Cumprir e fazer cumprir o regulamento da empresa no quesito de
Segurança do trabalho; Cumprir e fazer cumprir as determinações superiores.

OPERADOR DE MÁQUINA DE LAVANDERIA I E II


Lavar, secar peças de usuário, roupas de cama e mesa e outras similares, utilizando processos manuais e/ou
mecânicos para eliminar sujeiras. Selecionar peças do vestuário, roupas de cama e mesa, materiais esportivos e outros
a serem lavados, separando segundo o tipo, cor e natureza do tecido para dar o tratamento correto e evitar que
manchem ou deformem. Proceder à lavagem através de processo industrial, utilizando água, sabão e outros produtos
para retirar as impurezas impregnadas. Proceder ao enxágüe em água limpa, retirando resíduos e outros dissolventes
para evitar danos e manchas no tecido. Proceder à secagem das peças, utilizando-se de máquinas industriais em local
conveniente para permitir sua utilização. Recolher e separar as peças de natureza semelhantes e dobrá-las
adequadamente. Executar outras tarefas de mesma natureza e nível de complexidade associadas ao ambiente
organizacional.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-24)

Tempo total TWA Dose %


08 h 70,01 dB(A) 168,7

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o
trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa
de EPI´s)

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Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3964-10 14/10/2010 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-16

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Eliane de Oliveira.

Função: Zeladora

Local da amostragem: Central de Concreto.

(VER - ANEXO-GHE- 24)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

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5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho,
conforme Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento
operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

Apenas para os trabalhadores lotados no setor dos ambulatórios médicos e conforme o anexo 14 da NR – 15 e
segundo a APT específica, configura-se a INSALUBRIDADE, assegurando ao trabalhador a percepção de adicional,
incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a 20% (vinte por cento) para insalubridade de grau médio. Não
existe EPI que neutralize esta insalubridade.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP=04 (quatro) Para os zeladores lotados no ambulatório médico


GFIP
GFIP = 00 (zero) Para o restante de zeladores

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 70,01 dB (A) NA NA NA
Anexo IV
 ZELADOR.
Dec,
 AUX DE LAVANDERIA 3048/99
 OPERADOR DE MÁQUINA
DE LAVANDERIA I E II Particulado

 PASSADOR DE ROUPAS I respirável


E II < 0,1 mg/m³
Poeira / NR – 15
 Q NA NA NA
sílica Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-25

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ELETROTÉCNICO
 TECNICO ELETRICO
 TECNICO ELETRONICO

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ELETRICA COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados.

A. ELETROTÉCNICO.

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Executar tarefas de caráter técnico relativas ao planejamento, avaliação e controle de instalações, aparelhos e
equipamentos elétricos, orientando-se por plantas, esquemas, instruções e outros documentos específicos. Realizar
estudos sobre sistemas e instalações elétricas, efetuando experiências, cálculos, medições e outras operações afins.
Preparar estimativas detalhadas das quantidades e custos dos materiais e mão-de-obra necessários para a fabricação e
montagem das instalações e equipamentos elétricos.
Orientar as atividades dos empregados de sua equipe nas diferentes fases dos trabalhos, acompanhando a execução das
tarefas, solucionando problemas e prestando esclarecimentos.
Examinar as instalações, máquinas, equipamentos e instrumentos elétricos diversos, utilizando-se de manômetros,
voltímetros e outros instrumentos de precisão para assegurar de que se ajustam às condições e normas de segurança.

B. TECNICO ELETRICO, TECNICO ELETRONICO

Realizar as tarefas de manutenção elétrica dos equipamentos da planta. Realizar a programação mensal e semanal de
manutenção. Colaborar na elaboração e implementação dos planos de manutenção preditiva, preventiva e corretiva. Em
caso de perturbações, são autônomos para realizar troca de conexões, sempre dentro dos limites que o Operador
determina que rege os procedimentos de O&M dentro da planta. Elaborar e atualizar os procedimentos de Manutenção
(de sua área). Realizar suas tarefas de acordo com os procedimentos vigentes na Planta. Lançar suas atividades e
programações no relatório de ocorrência, diário, semanal e mensal, para posterior acabamento pela Operação.
Executar tarefas de caráter técnico relativas ao planejamento, avaliação e controle de instalações, aparelhos, circuitos e
outros equipamentos eletrônicos, orientando-se por plantas, esquemas, instruções e outros documentos específicos.
Montar aparelhos, circuitos ou componentes eletrônicos, orientando-se por desenhos e planos específicos, para permitir
sua utilização em diversas áreas. Testar aparelhos e componentes eletrônicos servindo-se de instrumentos de alta
precisão, para descobrir e localizar falhas nos mesmos. Efetuar a manutenção de equipamentos e circuitos, ajustando-os
e corrigindo falhas detectadas, com auxílio de diagramas, ferramentas e instrumentos adequados, para garantir o
funcionamento dos mesmos. Orientar as atividades dos empregados de sua equipe nas fases de reparação e
conservação de aparelhos eletrônicos para assegurar a observância de padrões técnicos.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual
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Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-25)

Tempo total TWA Dose %

08 h 76,57 dB(A) 33,95

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o nível de exposição ao ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15,
Anexo 1, da Portaria n.º 3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Conclui-se que, os trabalhadores compreendidos
pelo GHE-01 em suas atividades NÃO estão expostos a níveis de ruído acima dos limites de tolerância permitidos por lei,
portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisado foi considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15,

Anexo nº. 11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral,
com respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.3 15.6 EPC 15.7 EPI


15.2 15.4 15.5 Técnica
FUNÇÃO / SETOR Fator de 15.8 CA EPI
Tipo Itens./Conc Utilizada Eficaz (S/N) Eficaz (S/N)
Risco

 ELETROTÉCNICO NR-15, Anexo

TWA 1 e Código
 TECNICO ELETRICO
F Ruído 2.0.1 Anexo -- S 13027
 TECNICO 76,57 dB (A) IV Dec,
ELETRONICO 3048/99

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-26

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ELETRICISTA MANUTENÇÃO I
 ELETRICISTA MANUTENÇÃO II
 ELETRICISTA MANUTENÇÃO III
 ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO MEIO OFICIAL
 ELETRICISTA INSTALADOR
 ELETRICISTA ILUMINADOR

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CIVIL CF/TD
ELETRICA
ELÉTRICA
MANUTENÇÃO CENTRAL
MANUTENÇÃO DE CAMPO
MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

II - Descrição do local.

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades grande parte do tempo em campo a céu aberto,
deslocando-se pelos os diversos setores e locais da obra de acordo com a necessidade. Não entanto parte da jornada
transcorre no setor da elétrica onde se encontram os escritórios do setor da elétrica.

III - Serviços realizados.

ELETRICISTA MANUTENÇÃO I, ELETRICISTA MANUTENÇÃO II, ELETRICISTA MANUTENÇÃO III.

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Efetuar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos e instalações elétricas, tais como: usinas de concreto,
centrais de britagem, guindastes, pontes rolantes, motores elétricos, transformadores, geradores, bombas submersíveis,
ferramentas elétricas portáteis, máquinas de solda, etc., fazendo ajustes, medições, reparos e substituição de peças.
Efetuar a montagem e manutenção das instalações elétricas de alta e baixa tensão, tais como: linhas aéreas, redes
subterrâneas, disjuntores, chaves, fusíveis, relês, transformadores e iluminação em geral. Executar a montagem de
painéis elétricos para instalações específicas de britagem, usinas de concreto, refrigeração de concreto, transilagem de
cimento, pórticos, guinchos e guindastes.
Ter noção de eletrônica para instalação e reparo em estabilizadores de tensão, reguladores de tensão de geradores,
carregadores/flutuadores de baterias, cabos de teleprocessamento.
Saber utilizar catálogos, manuais, projetos, diagramas e analisar os valores medidos nos instrumentos de medição, tais
como: voltímetro, amperímetro, megômetro, terrômetro e ohmímetro. Efetuar a montagem de leitos para cabos,
eletrocalhas, eletrodutos, aterramento de equipamentos e sistema de iluminação.
Trabalham com a rede ou linha elétrica desenergizada e com os devidos bloqueios no caso de intenção de ligação
acidental.

ELETRICISTA INSTALADOR

Executar instalações de redes elétricas desenergizadas (com os devidos bloqueios em caso de intenção de ligação
acidental) de baixa tensão, aéreas ou tubuladas, prediais e instalações industriais, interpretando circuitos elétricos simples
(plantas).

ELETRICISTA ILUMINADOR
Executar os serviços de iluminação nas diversas frentes de serviço com base em orientação superior, realizando
instalações de fiação elétrica, ligando os interruptores e tomadas, montando e fixando as luminárias, testando a rede e
pondo-a em funcionamento, utilizando-se de alicate, chave de fenda, faca, serra, morça, furadeira elétrica, martelo, lima,
escada e amperímetro.
Operar grupo gerador.
Fazer a manutenção da rede de iluminação, trocando lâmpadas, reatores, soquetes, interruptores e fiação.

ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO MEIO OFICIAL

Efetuar sob supervisão os serviços de eletricidade para fins de manutenção. Instalar, reparar e substituir fios, cabos,
bobinas, chaves, tomadas, tubulações e executar testes simples em motores.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,

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portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-26)

Tempo total TWA Dose %


08 h 79,38 dB(A) 46,94
II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3971-10 10/02/11 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-3

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Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Wilkyns Rodrigues

Função: Eletricista de manutenção

Local da amostragem: Manutenção Central

(VER - ANEXO-GHE-26)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Embora todos os serviços sejam executados em redes desenergizadas, para os trabalhadores que, prévio treinamento
estejam lotados em serviços de redes de média tensão e que estão definidos no Prontuário de Instalações Elétricas (PIE),
corresponderá o adicional de PERICULOSIDADE, correspondente a 30 % do salário.

Para os demais trabalhadores mencionados neste GHE define-se que estão lotados apenas em serviços de redes de
baixa tensão elétrica e então não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e

 ELETRICISTA MANUTENÇÃO I Código 2.0.1


F Ruído 79,38 dB (A) -- S NA
Anexo IV
 ELETRICISTA MANUTENÇÃO II
Dec,
 ELETRICISTA MANUTENÇÃO III 3048/99

 ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO Particulado


MEIO OFICAL respirável
< 0,1mg/m³
 ELETRICISTA INSTALADOR NR – 15
Q Poeira Sílica Livre S S 5657
anexo 12
 ELETRICISTA ILUMINADOR Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-27

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENCANADOR
 ENCANADOR MEIO OFICIAL
 ENCANADOR INDUSTRIAL

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL AR/AGUA
CIVIL
CIVIL VERTEDOURO
GUIDASTES
MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
REFEITÓRIO
SANEAMENTO

II - Descrição do local.

Os trabalhos são efetuados na maioria das vezes em ambientes externos onde seja necessário na obra pudendo
corresponder a áreas externas a prédios, estações de tratamento ou rede de distribuição de água. Observa se que o
ambiente é semelhante em todas estas áreas descritas

III - Serviços realizados.

ENCANADOR, ENCANADOR INDUSTRIAL

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Efetuar a manutenção em instalações hidráulicas prediais, lavando caixas d'água, desentupindo e trocando
encanamentos, reparando vazamentos em lavatórios e válvulas, trocando bóias, acessórios e peças sanitárias. Ler e
interpretar plantas, seguindo especificações de desenhos, para montagem de peças ou conjuntos de encanamentos.
Eventualmente faz a manutenção e instalação de sistemas de refrigeração e ar condicionado, utilizando-se de manuais e
especificações técnicas.
Fazer encanamentos de água, esgotos, ar comprimido, vapor e gás, lendo plantas, marcando o terreno previamente
nivelado, cortando e furando peças no local da tubulação, rosqueando, montando o encanamento, nivelando a tubulação.
Prumando e fixando-a com braçadeiras, utilizando-se de furadeira elétrica, arco de serra e tarracha.
Fazer encanamentos de ferro fundido, cortando e lixando os tubos com lixadeira elétrica, acoplando-os nas peças com
anel de borracha para a vedação da emenda.
Desmontar encanamentos, retirando as braçadeiras e peças, com o auxílio de chaves fixas e de grifos.
Instalar bombas, fazendo o encanamento com tubos, quando necessário. Fazer a manutenção do canteiro, trocando
válvulas de torneiras, retirando e lavando velas de filtro ou trocando-as, se necessário, eliminando vazamento de
tubulações, trocando as partes irrecuperáveis, ajustando gaxetas de bombas e trocando-as quando necessário.
Desmontando válvulas, detectando defeitos e trocando reparos, montando-as novamente e regulando, além de desentupir
esgotos e encanamentos com ar comprimido e refazer as partes necessárias. Operar centrais de ar comprimido de
classes III, IV e V.
Realizar eventualmente manutenção de redes de esgoto, apenas quando necessário devido a entupimentos e outras
situações esporádicas que demandem manutenção.

ENCANADOR MEIO OFICIAL


Auxiliar na execução dos serviços de instalação ou reparação de sistemas hidráulicos em construções; executar as
tarefas cortando, serrando, rosqueando e furando tubos, ligando cotovelos, luvas, buchas, etc., baseando-se em
especificações e plantas e instruções recebidas, utilizando solda e estanho, bem como efetuando medições para pedidos
e especificações de materiais.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

– Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-27)

Tempo total TWA Dose %


08 h 81,74 dB(A) 56,93

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 65,74 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 81,74 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 65,74 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

O fato de realizar manutenção eventual ou esporádica descaracteriza a percepção de adicional de insalubridade devido a
que conforme NR-15, Anexo nº. 14, da Portaria nº 3.214/78 o trabalho deve ser realizado permanentemente. Portanto, o
procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à presença de agentes biológicos foi
considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
 ENCANADOR
 ENCANADOR MEIO TWA Código 2.0.1
OFICIAL F Ruído -- S 13027
81,74 dB (A) Anexo IV
 ENCANADOR INDUSTRIAL
Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-28

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ELETRICISTA MÁQUINAS VEÍCULOS


 ELETRICISTA MAQUINAS E VEICULOS MEIO OFICIAL
 ELETRICISTA VEÍCULOS

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

MANUTENÇÃO CENTRAL

MANUTENÇÃO DE CAMPO

SUPRIMENTOS

II - Descrição do local.

Para as funções acima supracitadas foram encontrados ambientes de trabalho com características similares, ambos em
espaço semi aberto. Galpão em estrutura metálica, telhas metálicas, piso de cimento, iluminação natural e artificial
através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação natural. Nestes ambientes estão dispostos os postos de trabalho.

III - Serviços realizados.

Detectar falhas em sistemas elétricos de máquinas e veículos. Confeccionar chicotes elétricos para instalação em
máquinas veículos. Desmontar, montar e testar componentes elétricos, tais como: motores de arranque, geradores,
alternadores e motores elétricos. Reparar e instalar acessórios elétricos de iluminação e sinalização.
Efetuar manutenção e reforma de painéis de controle de veículos e máquinas. Executar serviços de reparos, manutenção
e reforma geral de máquinas e veículos.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

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I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-28)

Tempo total TWA Dose %


08 h 81,91 dB(A) 66,57

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 65,96 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço. Revisar caderno de proteções
coletivas.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3979-10 15/11/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN 612 litros

Relatório de Análise nº: 245810-1

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Fernando Pommer

Função: Eletricista de Maquinas e Veículos

Local da amostragem: Central de Manutenção (Oficina Mecânica)

(VER - ANEXO-GHE-28)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

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Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 81,91 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 65,91 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7.PREENCHIMENTO DE PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 81,91 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 ELETRICISTA MÁQUINAS Dec,
VEÍCULOS 3048/99

 ELETRICISTA MAQUINAS E Particulado


VEÍCULOS MEIO OFICIAL respirável
0, 1 mg/m³
 ELETRICISTA VEÍCULOS
Poeira / NR – 15
Q -- S 5657
sílica Sílica Livre anexo 12

Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-29

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE TELEHANDLER
 OPERADOR DE PLATAFORMA ELEVATORIA
 OPERADOR DE GUINCHO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

TERRAPLENAGEM
MANUTENÇÃO DE CAMPO
ELÉTRICA

II - Descrição do local.

Operação do telehandler nos diferentes setores da obra onde for necessário. Deslocamento no veículo de maneira quase
permanente. Trabalho em ambientes externos com condições semelhantes. Areas de descanso em galpões de estrutura
metálica, piso de cimento desprovido de paredes e cobertura em telhas metálicas ou fibrocimento, ventilação natural.

III - Serviços realizados.

OPERADOR DE TELEHANDLER

Opera manipulador telescópico de elevação, ajustando comandos, acionando movimentos das máquinas. Avalia
condições de funcionamento das máquinas e equipamentos, interpretando painel de instrumentos de medição, verificando
fonte de alimentação, testando comandos de acionamento. Prepara área para operação dos equipamentos e transportam
pessoas e materiais em máquinas e equipamentos de elevação. Trabalha seguindo normas de segurança, higiene,
qualidade e proteção ao meio ambiente.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

OPERADOR DE GUINCHO
Operar guincho, verificando, previamente, vazamentos aparentes, níveis de água e óleo, pneus, condições de lança,
moitão, etc., acionando alavancas e pedais de comandos, movimentando peças de máquinas pesadas, veículos e
equipamentos tombados, posicionando torres de iluminação, descarregando carretas no pátio de ferro, erguendo
máquinas para troca de pneus, etc., observando os limites de capacidade da máquina de acordo com tabela específica de
peso, atento a segurança da carga, do moitão, dos cabos de aço, etc., seguindo as orientações para operação, do
sinaleiro ou supervisor imediato. Transladar a máquina no canteiro de obras ou em vias públicas, respeitando as
sinalizações de tráfego e tomando as providências necessárias à segurança do equipamento e de terceiros. Manter o
equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-29)

Tempo total TWA Dose %


08 h 84,04 dB(A) 44,08

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 68,04 dB(A)

II – Agentes Químicos

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3978-10 15/11/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN 612 litros

Relatório de Análise nº: 022911-4

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Adriano dos Santos Mota

Função: Operador de Plataforma Elevatória

Local da amostragem: Oficina de Manutenção

(VER - ANEXO-GHE-29)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,4 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 1,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 178 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

L.T. = ——————— mg/m3


% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
1+2

L.T. = 2,6 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 84,04 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 68,04 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.
CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 179 de 429
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

Para os Operadores de Telehandler lotados no setor de Elétrica, e embora todos os serviços sejam executados em redes
desenergizadas , na existência de trabalhadores que, prévio treinamento estejam lotados em serviços de redes de média
tensão e que estão incluídos e identificados no Prontuário de Instalações Elétricas (PIE), corresponderá o adicional de
PERICULOSIDADE, correspondente a 30 % do salário.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 180 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
TWA Código 2.0.1
F Ruído S S 13027
84,04 dB (A) Anexo IV
⋅ OPERADOR DE
Dec,
TELEHANDLER
3048/99
⋅ OPERADOR DE
Particulado
PLATAFORMA ELEVATORIA
respirável
⋅ OPERADOR DE GUINCHO 0, 4 mg/m³
Poeira / NR – 15
Q Sílica Livre S S 5657
sílica anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 181 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE- 30

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE GUINDASTE I

 OPERADOR DE GUINDASTE II

 OPERADOR DE GUINDAUTO

Período de Exposição (Jornada de Trabalho):

44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - OPERADOR DE GUINDASTE I, OPERADOR DE GUYINDASTE II, OPERADOR DE GUINDAUTO.

Setores:
AREA INDUSTRIAL ELÉTRICA
CANTEIRO INDUSTRIAL GUIDASTES
CENTRAL AR/AGUA GUINDASTES
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE BRITAGEM OFICINA FABRICAÇÃO
CF-MD PROP - PROGRAMA DE OPERADORES
POLIVALENTES
AM-MD
SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
CIVIL CF/TD
TERRAPLENAGEM
CIVIL
VERTEDOURO
II - Descrição do posto de trabalho

O Profissional acima supracitado desenvolve suas atividades especificamente no interior do equipamento, eventualmente
realiza atividade externas. Os operadores têm como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas ao longo do trajeto

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 182 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

como: banheiros, químicos, bebedouros, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das
refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A - OPERADOR DE GRUAS I, OPERADOR DE GRUAS II, OPERADOR DE GUINDASTE I, OPERADOR DE


GUINDASTE II, OPERADOR DE GUINDAUTO.

- Operar guincho, verificando vazamentos aparentes, níveis de água e óleo, pneus, condições de lança, moitão etc.;

- Movimentar peças de máquinas, materiais, veículos e equipamentos, posicionar torres de iluminação, descarregar
carretas no pátio de ferro, erguer máquinas para troca de pneus, etc;

- Ao operar observar os limites de capacidade da máquina de acordo com tabela específica de peso, atentando para a
segurança da carga, do moitão, dos cabos de aço, etc;

- Seguir as orientações do sinaleiro ou supervisor imediato para operação;

-Transladar a máquina no canteiro de obras ou em vias públicas, respeitando as sinalizações de tráfego e tomando as
providências necessárias à segurança do equipamento e de terceiros;

- Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência;

- Operar guindastes com capacidade de carga menor que 30 toneladas, verificando, previamente, as condições da
máquina (indicadores do painel de comando, cabos de aço, pneus, lança, esteira, moitão, etc.), movimentando cargas
mediante acionamento de alavancas, pedais e instrumentos de controle;

- Iniciar as manobras, atento aos cabos de aço, a fim de evitar que saiam das roldanas; à posição do moitão, a fim de
evitar que ultrapasse o limite de carga; e a própria carga, observando os cabos de amarração e assegurando boa
distribuição de peso. Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência, zelando para que esteja
provido dos equipamentos de segurança;

- Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência, zelando para que esteja provido dos
equipamentos de segurança.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

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Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Equipamento com cabine fechada e e com ar condicionado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-30)

Tempo total TWA Dose %


08 h 83,18 dB(A) 81,69

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 67,18 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço.

Equipamento com cabine fechada e com ar condicionado

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3978-10 15/11/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min

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VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L: 612


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN litros

Relatório de Análise nº: 245810-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jose Aparecido Inácio dos Santos

Função: Operador de Guindaste - II

Local da amostragem: Canal de Fuga

(VER - ANEXO-GHE-30)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

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Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 83,18 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 67,18 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

Para os Operadores de Guindauto lotados no setor de Elétrica, e embora todos os serviços sejam executados em redes
desenergizadas , na existência de trabalhadores que, prévio treinamento estejam lotados em serviços de redes de média
tensão e que estão definidos no Prontuário de Instalações Elétricas (PIE), corresponderá o adicional de
PERICULOSIDADE, correspondente a 30 % do salário.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.3 15.7 EPI
15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Fator de 15.4 Itens./Conc Eficaz 15.8 CA EPI
Utilizada Eficaz
Risco (S/N)
(S/N)

 OPERADOR DE NR-15, Anexo


GUINDASTE I 1 e Código
F Ruído 83,18 dB (A) S S 13027
2.0.1 Anexo IV
 OPERADOR DE
Dec, 3048/99
GUYINDASTE II

 OPERADOR DE Particulado

GUINDAUTO respirável

Poeira / 0, 1 mg/m³ NR – 15
Q Sílica Livre S S 5657
sílica anexo 12
Cristalina
< 0,004 mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENCARREGADO DE PRODUÇÃO
 ENCARREGADO DE PRODUÇÃO – FORM
 ENG DE PRODUÇÃO
 LIDER DE PRODUÇÃO
 ENCARREGADO DE MONTAGEM I
 ENCARREGADO DE MONTAGEM II
 ENCARREGADO TUNEIS/FORM

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL AR/AGUA GUINDASTES


CENTRAL CONCRETO MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE BRITAGEM MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CIVIL CF/TD QUALIDADE
CIVIL VERTEDOURO SUPERVISÃO CIVIL VERTEDOURO
COORDENAÇÃO CIVIL VERTEDOURO SUPERVISÃO DE QUALIDADE
COORDENAÇÃO TERRA/ROCHA, SUPERVISÃO TERRA
ELÉTRICA TERRAPLENAGEM
FABRICA DE GELO TOPOGRAFIA
GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE TALENTO

II - Descrição do local

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Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades, parte do tempo em escritório fechado, sala construída
em madeira, telhas de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de
madeira e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste
ambiente estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e
impressoras. E parte das atividades são realizadas a céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde deslocando-se
pelas fretes de serviço de acordo com a necessidade dos serviços deste profissional. Tem como ponto de apoio,
estruturas moveis localizadas nas frentes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários, abrigo para
intempéries, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de
descanso.

III - Serviços realizados

A- ENG DE PRODUÇÃO

- Acompanhar e controlar as atividades de uma ou mais áreas de produção da obra, distribuindo tarefas aos subordinados
e orientando-os quanto ao local de atuação da mão-de-obra e equipamentos de acordo com a programação estabelecida;
- Interpretar projetos e especificações técnicas, acompanhando a execução dos serviços, transmitindo orientações
técnicas e operacionais, levantando e equacionando os problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade e
os volumes produzidos, observando as condições de segurança do trabalho e a correta utilização dos equipamentos de
proteção individual, avaliando a possibilidade de introduzir mudanças ou novos métodos de trabalho de forma a aprimorar
e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos;
- Elaborar, programação semanal dos serviços a serem executados, acertando prazos, recursos materiais, humanos e
equipamentos necessários, a fim de que sejam cumpridas as metas de produção;
Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto a Qualidade e a Topografia.
- Relatar ocorrências e providências tomadas, dentro de seu turno de trabalho, para conhecimento de seu superior;
- Emissão dos BIM's (Boletim de Inspeção e Monitoramento);
- Solicitar os materiais necessários a execução dos serviços, de acordo com o andamento da obra;
- Providenciar informações e tomar decisões no que se refere à gestão de pessoas de sua subordinação.
Prestam assistência ao superior imediato, acompanhando e controlando as atividades de uma área de produção da obra,
distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os quanto ao local de atuação da mão-de-obra e equipamentos de
acordo com a programação estabelecida. Acompanhando a execução dos serviços, transmitindo orientações
operacionais, levantando e equacionando os problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade e os
volumes produzidos, observando as condições de segurança do trabalho e a correta utilização dos equipamentos de
proteção individual, junto com seu superior imediato para avaliar a possibilidade de introduzir mudanças ou novos
métodos de trabalho de forma a aprimorar e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos.
Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto aos setores envolvidos. Ler e interpretar projetos de
engenharia. Quando necessário, relatar ocorrências e providências tomadas, dentro de seu turno de trabalho, para
conhecimento de seu superior. Solicitar os materiais necessários a execução dos serviços, de acordo com o andamento
da obra.
B. ENCARREGADO DE PRODUÇÃO, ENCARREGADO DE PRODUÇÃO – FORM. LIDER DE PRODUÇÃO

Prestam assistência ao superior imediato, acompanhando e controlando as atividades de uma área de produção da obra,
distribuindo tarefas aos subordinados e orientando-os quanto ao local de atuação da mão-de-obra e equipamentos de
acordo com a programação estabelecida. Acompanhando a execução dos serviços, transmitindo orientações
operacionais, levantando e equacionando os problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade e os
volumes produzidos, observando as condições de segurança do trabalho e a correta utilização dos equipamentos de

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proteção individual, junto com seu superior imediato para avaliar a possibilidade de introduzir mudanças ou novos
métodos de trabalho de forma a aprimorar e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos.
Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto aos setores envolvidos. Ler e interpretar projetos de
engenharia. Quando necessário, relatar ocorrências e providências tomadas, dentro de seu turno de trabalho, para
conhecimento de seu superior. Solicitar os materiais necessários a execução dos serviços, de acordo com o andamento
da obra.

C - ENCARREGADO TUNEIS/FORM
Supervisionar, acompanhar e controlar as atividades de apoio a construção de túnel, solicitando o fornecimento de
materiais, tais como: peças, ferramentas, segmentos, tubos, etc., indicando o que será necessário para a produção,
atendendo solicitações de materiais de outras áreas, retirando-os do estoque, no caso de compra, informar o superior
imediato. Interpretar projetos e acompanhar a execução dos serviços, no túnel, transmitindo orientações técnicas e
operacionais, solucionando problemas, verificando o andamento dos trabalhos, a qualidade e os volumes produzidos,
orientando os subordinados na movimentação de entrada e saída de materiais do túnel e na carga e descarga de
materiais, observando as condições de segurança do trabalho, avaliando a possibilidade de introduzir mudanças ou novos
métodos de trabalho, de forma a aprimorar e/ou facilitar sua execução, aumentar a produtividade e reduzir custos.
Elaborar, juntamente com o superior imediato, a programação semanal dos serviços a serem executados, acertando
prazos, recursos materiais, humanos e equipamentos necessários, a fim de que sejam cumpridas as metas de produção.
Verificar o estado de conservação do elevador, vagonetas, trilhos, pórticos, gruas e outros equipamentos, requisitando a
manutenção mecânica, elétrica ou hidráulica, quando necessário.
Acompanhar o processo de liberação de frentes de serviço junto a fiscalização e a topografia, a fim de assegurar
uma maior rapidez no atendimento dos interesses da empresa.
Providenciar, a fim de evitar paralisações na produção, serviços de bombeamento de água de dentro do túnel.
Conhecer os equipamentos específicos de seu serviço no que se refere a operação, capacidade de carga, limites
de velocidade, tipos de serviço que executa, etc., cumprindo as normas dos manuais de operação, a fim de
otimizar a produtividade e reduzir os custos de manutenção. Providenciar pedido de materiais necessários a
execução dos serviços, de acordo com o andamento da obra, visando o atendimento dos prazos estabelecidos.
Observar o desempenho dos equipamentos, solicitando a manutenção dos mesmos sempre que necessário.
Providenciar o transporte dos equipamentos e acessórios de sua responsabilidade para as frentes de serviço.
Emissão dos BIM's (Boletim de Inspeção e Monitoramento).

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

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Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-31)

Tempo total TWA Dose %


08 h 83,18 dB(A) 81,69

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 67,18 dB(A)

B - Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes externos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs).
 Considerações sobre o agente:
Agente: Físico
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

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 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 18/12/2010 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE :
Nome: José da Silva
Função: Encarregado de Produção
Período Inicial: 10h:58n
Período Final: 11h:03n
Local: Vertedouro MD

 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-31)
Data: 18/12/10

Hora inicial Hora final Tbn Tbs tg IBUTG


10:58n 11h:03min 27,0 ºC 26,8 ºC 30,08 ºC 27,7

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,2 x tg + 0,1 tbs


IBUTG = 0,7 x 27,0 + 0,2 x 30,08 + 0,2 x 26,08
IBUTG = 18,9 + 6,16 + 2,68
IBUTG = 27,7

Logo, a Média da Taxa de Metabolismo acusou 220 Kcal/h (de pé, trabalho moderado em máquina ou bancada com
alguma movimentação), consultando a seguinte tabela:

Máximo
M (Kcal/h)
IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba

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GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas Existentes: Umectação das vias de acesso as frentes de serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3963-10 15/10/2010 9:15h 17:15h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L: 612
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN litros

Relatório de Análise nº: 210610-18

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Erivaldo José do Nascimento

Função: Encarregado de Produção

Local da amostragem: Central de concreto

(VER - ANEXO-GHE-31)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 193 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 83,18 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 67,18 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

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Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 15.7
15.3 EPC EPI
15.2 15.5 Técnica
FUNÇÃO / SETOR Fator de 15.4 Itens./Conc 15.8 CA EPI
Tipo Utilizada Eficaz Eficaz
Risco
(S/N) (S/N)

NR-15, Anexo
 ENCARREGADO DE
1 e Código
PRODUÇÃO F Ruído 83,18 dB (A) -- S 13027
2.0.1 Anexo IV
 ENCARREGADO DE Dec, 3048/99
PRODUÇÃO – FORM
NR – 15 anexo
 ENG DE PRODUÇÃO IBUTG 3e
F Calor NA NA NA
NHO – 06
 LIDER DE PRODUÇÃO 27,7

 ENCARREGADO DE
MONTAGEM I Particulado

 ENCARREGADO DE respirável
Poeira / < 0,1 mg/m³ NR – 15 anexo
MONTAGEM II Q -- S 5657
sílica 12
 ENCARREGADO Sílica Livre
TUNEIS/FORM Cristalina
< 0,004 mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-32

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA FORM


 ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA
 SUPERVISOR MANUTENÇÃO
 COORDENADOR DE MANUTENCAO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A – ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA FORM, ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA.


MANUTENÇÃO DE CAMPO
MANUTENÇÃO CENTRAL
C - SUPERVISOR MANUTENÇÃO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
CIVIL CF/TD
D - COORDENADOR DE MANUTENCAO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO

II - Descrição do local.

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades, parte do tempo em escritório fechado, sala construída
em madeira, telhas de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de
madeira e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste
ambiente estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e

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impressoras. E parte das atividades são realizadas a céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde deslocando-se
pelas fretes de serviço de acordo com a necessidade dos serviços deste profissional. Tem como ponto de apoio,
estruturas moveis localizadas nas frentes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários, abrigo para
intempéries, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de
descanso.

III - Serviços realizados.

ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA. ENCARREGADO MANUTENÇÃO MECÂNICA FORM;

Supervisionar as atividades de manutenção mecânica de equipamentos leves e pesados, lavagem e lubrificação, solda,
funilaria, pintura, borracharia e usinagem de peças, transmitindo orientações técnicas e operacionais aos subordinados,
na oficina e no campo, mediante programação de manutenção preventiva ou corretiva e de acordo com o manual do
fabricante, normas e padrões da empresa. Controlar a periodicidade das revisões das máquinas e veículos da Obra,
através de formulário próprio, requisitando-os para manutenção preventiva, no vencimento dos prazos previstos, a fim de
minimizar os riscos de paralisações por defeitos mecânicos. Inspecionar as máquinas e veículos recebidos na oficina ou
no campo, identificando as falhas mecânicas e suas causas e requisitando, com base nos defeitos encontrados e nos
catálogos do fabricante, as peças necessárias. Providenciar a reposição de peças, componentes e outros equipamentos
auxiliares, com base nos padrões de consumo, a fim de evitar paralisações prolongadas por falta de material.
Providenciar a confecção ou recondicionamento de peças inexistentes para compra. Percorrer o campo supervisionando
os serviços de manutenção corretiva de equipamentos móveis, solicitando seu recolhimento à oficina, quando necessário,
além de testá-los após o reparo e submetê-los as condições simuladas de uso, a fim de liberá-los para operação.

Responder pelo cumprimento dos prazos de entrega dos equipamentos e a qualidade dos serviços de manutenção,
conforme os padrões de qualidade e custo da empresa, visando minimizar o tempo de paralisação da operação.

Controlar, diariamente, os serviços executados, a freqüência e horas trabalhadas de seus subordinados, preenchendo o
formulário "parte diária" para efeito de apropriação das mesmas.

Detectar problemas na operação de equipamentos, orientando as áreas usuárias quanto a forma correta de operação,
para evitar manutenções excessivas e desgastes desnecessários dos equipamentos.

SUPERVISOR MANUTENÇÃO.

- Planejar e coordenar as atividades de funilaria, pintura, manutenção e reforma de máquinas e equipamentos,


manutenção elétrica ( corrente contínua ), retífica de motores e componentes hidráulicos, serviços de solda ( elétrica e
oxiacetilênica ), usinagem de peças, lavagem, lubrificação e borracharia, verificando os métodos e processos utilizados,
sugerindo modificações, adotando medidas corretivas e preventivas e fazendo cumprir os padrões de manutenção da
empresa;

- Coordenar as atividades de seus subordinados diretos, distribuindo tarefas de acordo com a especialidade individual,
orientando-os técnica e operacionalmente, esclarecendo dúvidas e resolvendo problemas específicos, visando cumprir os
prazos estipulados para a entrega dos mesmos;

- Analisar pedidos de peças, verificando junto aos subordinados diretos a possibilidade de recondicionamento das
mesmas, entrando em entendimento com o superior imediato e encaminhando-as para empresas especializadas, quando
for o caso;

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- Inspecionar os equipamentos encaminhados à oficina, para reforma e / ou revisão, analisando seu funcionamento,
elaborando relatório técnico de avaliação mecânica e encaminhando-o ao superior imediato nos casos de maior
complexidade, para que sejam tomadas as decisões;

- Elaborar programação de atividades da oficina, dimensionando recursos e compatibilizando a execução dos serviços
nas diversas seções, para que os trabalhos sejam desenvolvidos conforme escala de prioridades;

- Acompanhar o custo operacional da área e orientar os subordinados para utilização adequada dos recursos ( material e
mão-de-obra ), objetivando minimizar os custos de Manutenção;

- Efetuar a previsão de estoque de peças, componentes e outros equipamentos auxiliares com base nos padrões de
consumo, a fim de evitar paralisações prolongadas por falta de material;

- Efetuar o dimensionamento de lubrificantes necessários para cada tipo de equipamento, orientando os subordinados
quanto as suas utilizações e controlando o estoque

COORDENADOR DE MANUTENCAO

Coordenam as atividades de manutenção, reparação e reformas de instalações e equipamentos, assegurando que


equipamentos, materiais, instalações de infra-estrutura e de edificações estejam disponíveis para utilização. Definem e
otimizam os meios e os métodos de manutenção e aperfeiçoam o desempenho das instalações produtivas em termos de
custos e taxas de utilização dos equipamentos; participam de projetos de investimentos em novos equipamentos, zelam
pela segurança, pela saúde e pelo meio ambiente. Motivam e dirigem equipes de técnicos e engenheiros de manutenção.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas, Equipamentos do entorno e atividades de manutenção na
Oficina.

Freqüência: intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-32)


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Tempo total TWA Dose %


08 h 82,04 dB(A) 66,39

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 66,04 dB(A)

B - Temperatura
 Metodologia:
Foi realizada avaliação de exposição ao calor através do índice de Bulbo Úmido com base nos limites de tolerância
definidos no Quadro Anexo-III da NR-15 do MTE, seguindo as metodologias e os procedimentos definidos pela NHO-06
da FUNDACENTRO.
Equipamento utilizado: Termômetro de Globo Digital da marca INSTRUTHERM TGD-400 (IBUTG), previamente
calibrado, com Nível de IBUTG devidamente calculado conforme equação legal, IBUTG para ambientes internos (IBUTG
= 0,7 x tbn + 0,3 x tg)
 Considerações sobre o agente:
Agente: Físico
Limite de Tolerância: NR-15 (anexo-03)
Propagação: Radiação
Trajetória: Ar
Freqüência da Exposição: HABITUAL
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual de Existentes: Não aplicável
Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas

 Procedimentos de Avaliação:
 As avaliações foram realizadas em postos de trabalho e locais de atividade em sua normalidade de
funcionamento;

 O equipamento foi montado à altura do tórax do integrante avaliado;

 As leituras foram iniciadas após estabilização do instrumento na situação térmica que estava sendo avaliada,
seguindo orientação Do item 5.3.3 da NHO-06, -que é de 25 minutos.

 Durante a avaliação o instrumento de medição se manteve intocável e não interferiu na atividade executada
pelos integrantes.

 As avaliações foram realizadas no turno vespertino no dia 18/12/2010 em horários compreendidos como mais
critico durante a atividade laboral dos integrantes envolvidos.

 ATIVIDADE :
Nome: Jamil Alves dos Santos
Função: Encarregado de manutenção mecânica
Período Inicial: 10h:42n
Período Final: 10h:47n
Local: Manutenção central

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 Memórias de Cálculo:
Resultado das temperaturas ambientes (Ver Detalhes - ANEXO-GHE-32)
Data: 21/12/10
Hora inicial Hora final Tbn Tbs tg IBUTG
10:42 10:47 25,7 -- 29,1 26,7

IBUTG = 0,7 x tbn + 0,3 x tg


IBUTG = 17,99 + 8,73
IBUTG = 26,7

Logo, a Média da Taxa de Metabolismo acusou 175 Kcal/h (de pé, trabalho leve em máquina ou bancada com alguma
movimentação), consultando a seguinte tabela:

Máximo
M (Kcal/h)
IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
260 28,3
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

II – Agentes Químicos

A – Fumos Metálicos

Foi realizada avaliação de exposição aos agentes químicos, para Fumos metálicos tipo Varredura, através de
Metodologias de Coleta conforme determinações da NIOSH 730 – Método gravimétrico - Equipamento utilizado: Bomba
de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba GILIAR-5, marca
DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da
região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Para avaliação foram consideradas as alterações no TLV (ACGIH 2009, alguns metais possuem limites em fração
respirável, como (ALUMÍNIO / FERRO, OXIDO DE FERRO / ZINCO, CMO ÓXIDO DE ZINCO). Portando para atender o
TLV, para análise dos metais acima foi utilizado ciclone (Nylon) vazão de acordo com metodologia do ciclone, o volume
de amostragem segue padrões da OSHA ID121.

Amostragens

1- Tipo varredura Fração tatal: para Metais (Antimônio, Bário, Cálcio, Cádmio, Chumbo, cobalto, Cobre, Cromo, Estanho,
Magnésio, Manganês, Molibdênio, Néquel e Dióxido de Titânio
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2- Varredura de matais fração respirável para (Ferro, Aluminio e Zinco)

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15 / (ACGIH 2009)

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Operação de Solda e Corte de metais

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador descartável para Fumos metálicos classe – PFF-2 (ver mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Tapumes metálicos

(VER - ANEXO-GHE-32)

AVALIAÇÃO - 01: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO-TOTAL)


Nº TEMPO TOTAL
DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
AMOSTRADOR MIN:
09/11/2010 9:00h 17:00h 11:00 h / 13:00 h
2162-10 360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
2,0 L/MIN 2,0 L/MIN L: 720 litros

Relatório de Análise nº: 245810-10

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Vanderlon Castro dos Santos

Função: Encarregado de manutenção mecânica

Local da amostragem: Oficina de manutenção pesada

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-10


LIMITES (ACGIH) 2009
NR-15
RESULTADO STEL/
AGENTE QUÍMICO TWA ANEXO 11
TETO (C)
mg/m³ mg/m³ mg/m³
Alumínio metal e compostos insolúveis
<0,01 1 (R) - -
(A4)*
Ferro, Óxido (A4)* <0,1 5 (R) - -
Zinco, como Óxido de Zinco <0,1 2 (R) 10 (R) -

(VER - ANEXO-GHE-32)

AVALIAÇÃO - 02: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO-RESPIRÁVEL)

Nº DATA: HORA DE HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL

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AMOSTRADO 10/11/2010 INICIO: 17:20h 11:00 h / 13:00 h MIN:


R
9:20h 360min
2152-10
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:
2,0 L/MIN 2,0 L/MIN 720 litros

Relatório de Análise nº: 245810-16

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Vanderlon Castro dos Santos

Função: Encarregado de manutenção mecânica

Local da amostragem: Oficina de manutenção pesada

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-16


LIMITES (ACGIH) 2009
STEL/ NR-15
RESULTADO
AGENTE QUÍMICO TWA TETO ANEXO 11
(C)
mg/m³ mg/m³ mg/m³
Antimônio e compostos como Sb <0,02 0,5 - -
Cd = 0,01
Cádmio e Compostos como Cádmio (A2)* 0,001 - -
CCd = 0,002
Chumbo e compostos inorgânicos, como Pb - 0,1
<0,008 0,05
(A3)*
Cobalto (A3)* <0,009 0,02 - -
F = 0,2
Cobre* <0,01 - -
P. N. = 1
Cromo, metal e compostos de Cr III (A4)* <0,01 0,5 - -
M= 2
Estanho, como Sn - metal (A4)* <0,04 CI= 2 CO= 0,2 -
CO= 0,1
Magnésio, como Óxido de Magnésio (A4)* <0,1 10 - -
Manganês, e compostos inorgânicos* <0,01 0,2 - -
Molibdênio <0,1 10 - -

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por

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parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 82,04 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 66,04 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos (Fumos metálicos):

Com relação aos Agentes Químicos, tipo (Fumos metálicos), em contato com as vias respiratórias, esses foram medidos
e atingiram, tanto na fração respirável, quanto na fração total, valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15 Anexos
n.º11 e 12 e (ACGIH) 2009 (American Conference of Governmental Industrial Hygienists), da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.3 Fator 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo 15.4 Itens./Conc Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 82,04 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 ENCARREGADO
Dec,
MANUTENÇÃO
3048/99
MECÂNICA FORM

 ENCARREGADO IBUTG NR – 15
MANUTENÇÃO F Calor anexo 3 e NA NA NA
26,7
MECÂNICA NHO – 06

 SUPERVISOR Manganês = <0,01 NR-15,


MANUTENÇÃO Anexos 11 e
Chumbo = <0,008
12
 COORDENADOR
Fumos Alumínio = <0,001
DE MANUTENCAO Q Dec, -- S 5657
metálicos
Zinco, como Óxido 3048/99
de Zinco = <0,01
(ACGIH)
Ferro= <0,01 2009

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-33

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DENOMINAÇÃO DO GHE: 33

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 FISCAL HIG. CONS. ALOJAMENTO


 LIDER DE SERVIÇOS GERAIS
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO LAVANDERIA
AREA DE LAZER MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
ASSESSORIA DE GESTÃO E ORGANIZAÇÃO REFEITÓRIO
CIVIL CF/TD SEGURANÇA PATRIMONIAL
COLETA SELETIVA SUPRIMENTOS

II - Descrição do local

O Profissional acima supracitado desenvolve suas atividades, em escritório fechado, sala construída em madeira, telhas
de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial
através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos
os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras.

III - Serviços realizados

A – FISCAL HIG. CONS. ALOJAMENTO:

- Fiscalizar equipe de faxineiros e a execução dos serviços "in-loco" da limpeza dos alojamentos e jardinagem, montagem
e desmontagem de camas e beliches quando da ativação e desativação de alojamentos;

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- Manter a ordem e disciplina entre os alojados, orientando-os quanto aos procedimentos internos;

- Alojar e desalojar funcionários, de acordo com as solicitações recebidas em formulários apropriados;

- Zelar pelo perfeito funcionamento das instalações ou providenciar, junto ao Encarregado de Serviço, pessoal
especializado para execução da manutenção.

B - LIDER DE SERVIÇOS GERAIS:

- Prestar assistência ao Supervisor da área em que atua no tocante ao planejamento, coordenação e controle de todo o
fluxo de atividade da área.

- Auxiliar os demais empregados da área, no desenvolvimento dos serviços, verificando os procedimentos e orientando-os
quanto à melhor técnica a ser empregada.

- Efetuar levantamentos de dados para elaboração de relatórios, mapas e demonstrativos com informações que
subsidiem decisões superiores. Manter contato com outros setores da Empresa para esclarecimentos e informações de
dados relativos à sua área de atuação.

- Sugerir mudanças nos métodos dos trabalhos desenvolvidos, visando racionalizar e agilizar o fluxo das informações
elaboradas pela área.

- Além do descrito acima, acompanhar os serviços executados pelos (a) Recepcionistas, Porteiros e Auxiliares;

- Acompanhar o fluxo de entrada e saída de materiais, equipamentos bem como operação da balança rodoviária,
conferindo todas as notas e relatórios de pesagem e certificados de garantia dos materiais;

- Acompanhar a movimentação de pessoal e disciplina nos Alojamentos, Refeitórios e Frentes de Serviço, registrando e
solicitando apoio da Vigilância e/ou Policia Militar/Civil, caso necessário.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

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Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-33)

Tempo total TWA Dose %


08 h 72,04 dB(A) 15,21

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.5 15.6 EPC 15.7 EPI


15.3 Fator 15.4
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc
Utilizada (S/N) (S/N)

 FISCAL HIG. CONS. NR-15,

ALOJAMENTO Anexo 1 e
72,04 dB Código
F Ruído -- -- NA
 LIDER DE SERVIÇOS (A) 2.0.1 Anexo

GERAIS. IV Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-34

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 FUNILEIRO I

 FUNILEIRO II

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

MANUTENÇÃO DE CAMPO

II - Descrição do local.

Atividades desenvolvidas na maior parte do tempo em oficinas feitas de estrutura metálica com cobertura em telhas de
fibrocimento ou metálicas sem forro e sem paredes nas laterais. Iluminação natural e auxiliada por lâmpadas e refletores.
Ventilação natural. Piso regular de cimento queimado .

III - Serviços realizados.

Desmontar e montar partes da lataria de veículos, caminhões e máquinas. Executar serviços de funilaria em superfícies
metálicas que não requeiram acabamento preciso, cortando, retirando e substituindo partes, soldando com maçarico e
solda elétrica. Instalar acessórios, vidros, guarnições, borrachas, etc.
Desmontar e montar partes da lataria de veículos, caminhões e máquinas. Executar com precisão serviços de conserto ou
reforma em funilaria, recuperando ou substituindo partes amassadas ou desgastadas, desmontando, substituindo,
montando acessórios, guarnições, borrachas, vidros, máquinas de vidro, etc. Soldar com oxi-acetileno e eletrodo. Ter
noções de pintura com revólver e pincel. Reparar radiadores, aplicando solda de estanho e prata. Desenvolver chapas,
confeccionando cones, tubos, caixas, etc.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

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I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-34)

Tempo total TWA Dose %


08 h 84,69 dB(A) 96,72

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 69,69 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

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Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
0451-11 25/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN 612 litros

Relatório de Análise nº:040911-10

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Francisco Vanderlei

Função: Funileiro

Local da amostragem: Manutenção central - Funilaria

(VER - ANEXO-GHE-34)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

< 0,3 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 1,33 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4 + 1,33

L.T. = 2,40 mg/m3

Iluminância

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Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 84,69 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 69,69 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

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Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 65,05 dB (A) -- -- NA
Anexo IV
Dec,
3048/99
 FUNILEIRO I

 FUNILEIRO II Particulado
respirável
0,3 mg/m³
NR – 15
Q Poeira Sílica Livre S S 5657
anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 ADMINISTRATIVO SR-I
 GERÊNCIA COMERCIAL
 GERENTE ADMINISTRATIVO FINANCEIRO
 GERENTE COMERCIAL
 GERENTE DE ENGENHARIA
 GERENTE DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO
 GERENTE DE MANUTENÇÃO

 GERENTE DE OBRA
 GERENTE DE PRODUCAO
 GERENTE DE QUALIDADE
 GERENTE DE SSMA
 SUPERVISOR COMERCIAL
 GERENTE ECONOMICO-FINANCEIRO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL GERÊNCIA DE ENGENHARIA/PL


GERÊNCIA ADMINISTRATIVA GERÊNCIA DE PRODUÇÃO
GERÊNCIA COMERCIAL GERÊNCIA DE PRODUÇÃO
GERÊNCIA DA QUALIDADE GERÊNCIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO
GERÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO CONTRATUAL AMBIENTE.
JIRAU,ORÇAMENTAÇÃO SUPRIMENTOS,
MEDIÇÃO TERCEIROS
SUPRIMENTOS

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II - Descrição do local.

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades, parte do tempo em escritório fechado, sala construída
em madeira, telhas de fibrocimento, piso de cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de
madeira e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste
ambiente estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e
impressoras. E parte das atividades são realizadas a céu aberto, na maioria dos setores analisados, onde deslocando-se
pelas fretes de serviço de acordo com a necessidade dos serviços deste profissional.

III - Serviços realizados.

GERÊNCIA COMERCIAL

Supervisionar, acompanhar e controlar os serviços de apropriação e medição das horas trabalhadas de equipamentos e
mão-de-obra e consumo de materiais. Supervisionar e elaborar mapas e resumos diversos, tais como: materiais
recebidos da contratante e aplicados na obra, mapa de estoques dos pátios industriais, índices de perda e
aproveitamento no pátio de ferro, etc. Efetuar junto à contratante, a conferência das " partes diárias " de serviços " por
administração " e boletins diários de serviços " por preço unitário " executados pela empresa e subempreiteiros, para
elaboração de mapa a ser encaminhado a área de medição. Supervisionar e elaborar resumo mensal de produção e
mapa de distribuição de materiais, das quantidades e/ou volumes produzidos durante o mês, informando o Escritório
Central para fins de apuração de custo. Analisar os apontamentos efetuados e, junto com a fiscalização, proceder as
correções devidas, sempre que ocorrer divergências, a fim de evitar distorções na medição mensal. Manter sob controle
os materiais básicos empregados na obra.

Efetuar a valorização da medição através de preços e índices, emitindo boletim de serviço para faturamento.

Efetuar os levantamentos quantitativos para emissão de atestados de execução de serviços.

Efetuar o levantamento de dados necessários para análise de custo.

GERENTE DE PRODUCAO

Coordenar a execução das atividades da Unidade, otimizando a utilização e desempenho dos recursos, com ênfase para
equipamentos e sub-contratados, atuando em conjunto com o Planejamento; Administrar custos; Garantir as medições
dos serviços realizados (próprios e terceiros), atuando em conjunto com a Gestão Econômico-Financeira; Garantir o
cumprimento das metas contratuais; Assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio ambiente, de saúde e
segurança; Estimular e buscar a melhoria contínua do desempenho da qualidade, do meio ambiente, de saúde e
segurança.

GERENTE DE ENGENHARIA E PLANEJAMENTO

Assessorar a Gerência de Obras em todas as suas atividades; Garantir a continuidade dos modelos de gestão e
organização da Unidade, atuando de forma sinérgica entre as áreas; Gerenciar todas as atividades de planejamento,
controle da Unidade, atuando em conjunto com a Produção e com a Gestão Econômico-Financeira; Atuar em conjunto
com o Gestor de Projetos (EPC) em todas as suas atividades no ambiente da Unidade; Garantir a Engenharia adequada,
visando à execução das atividades da Unidade, considerando os requisitos e legislações aplicáveis ao meio ambiente;
Assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio ambiente, de saúde e segurança; Estimular e buscar a
melhoria contínua do desempenho da qualidade, do meio ambiente, de saúde e segurança.

GERENTE ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

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Coordenar todas as atividades de apoio à Produção, Planejamento, Econômico-Financeira, Montagem de Eletromecânica


e Equipamentos; Garantir o desenvolvimento de competências e o cumprimento das normas e leis trabalhistas e fiscais.
Administrar relações trabalhistas e sindicais; Promover a comunicação adequada entre Unidade, Viol e comunidade;
Assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio ambiente, de saúde e segurança; Estimular e buscar a
melhoria contínua do desempenho da qualidade, do meio ambiente, de saúde e segurança.

Desenvolver atividades relacionadas ao planejamento e organização dos serviços técnico-administrativos, a utilização de


recursos humanos, materiais e financeiros. Analisar e propor metodologias a fim de atender as normas e procedimentos
da empresa. Colaborar na produtividade e eficiência dos serviços realizados na Unidade de Trabalho.

GERENTE COMERCIAL

Gerente comercial atua na criação dos sistemas e mecanismos capazes de impulsionar a compra para sua equipe, sanar
problemas imediatamente e introduzir uma postura pró-ativa em todos na organização. Ele deve planejar suas compras
para tornar suas previsões resultados efetivas e criar mecanismos e sistemas administrativos de suporte e gestão em
todas as etapas de sua compra, seja ela dos processos de compras propriamente ditos, logística, distribuição e
atendimento ao cliente.

Planejar e coordenar as atividades de Apropriação e Medição da obra, envolvendo medições com sub-empreiteiros,
medições contratuais, apropriação dos insumos, tomada de preços para contratação de sub-empreiteiros e análise das
propostas. Analisar os resultados dos serviços. Preparar a contratação de sub-empreiteiros, elaborando editais para
tomada de preço, analisando as propostas recebidas, verificando os aspectos de viabilidade econômica e técnica,
preparando carta de intenção para elaboração de contrato ou aditivos contratuais e assessoramento a chefia da obra na
escolha da melhor proposta. Analisar reivindicações apresentadas por sub-empreiteiros, verificando sua procedência,
emitindo parecer e encaminhando para apreciação e decisão superior. Coordenar e orientar a valorização dos serviços
executados, adotando tabela de valores pré-fixada, para posterior conferência junto à Medição da Contratante e liberação
para pagamento. Efetuar em conjunto com a contratante, a medição financeira de serviços realizados, tomando por base
a medição física efetuada pela topografia ou apontamentos ou medição no projeto, a fim de corrigir possíveis distorções e
viabilizar o faturamento.

Providenciar, junto às áreas de produção da obra, a emissão do documento "Autorização de Serviços" sempre que surgir
atividade extracontratual.

Preparar os elementos para a reunião mensal com superiores para discutir o desempenho econômico da obra; preparar o
orçamento anual da obra.

GERENTE DE QUALIDADE

Controlar e analisar as não-conformidades detectadas, promovendo ações corretivas e preventivas; Zelar pela Data Book
Civil; Inspecionar os serviços executados em estágios apropriados, verificando se os mesmos atendem aos requisitos
determinados; Executar, documentar e analisar os ensaios segundo as Especificações Técnicas e Normas Técnicas
aplicáveis.

GERENTE DE SSMA

Fomentar a cultura de prevenção de acidentes, saúde ocupacional e preservação do meio ambiente. Coordenar, planejar
e acompanhar as atividades relacionadas a Segurança do Trabalho, atuando em conjunto com todas as áreas da
Unidade. Coordenar, planejar e acompanhar as atividades relacionadas ao Meio Ambiente atuando em conjunto com
todas as áreas da Unidade. Garantir a integração e a continuidade dos Modelos de Gestão e Organização nas Unidades,
atuando de forma sinérgica entre as áreas. Coordenar a execução e o registro das inspeções e monitoramentos

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ambientais e de saúde e segurança; Controlar e analisar as não-conformidades detectadas, promovendo ações corretivas
e preventivas.

GERENTE DE ENGENHARIA

Gerencia as atividades mencionadas das respectivas áreas listada abaixo

- Desenvolver projetos de engenharia civil, executa obras, planeja e orça empreendimentos, coordenar a operação e
manutenção de empreendimentos;

- Controla a qualidade dos suprimentos e serviços comprados ou executados;

- Elabora normas e documentos técnicos.

Elétrica

- Executar serviços elétricos, eletrônicos e de telecomunicações, analisando propostas técnicas, instalando, configurando
e inspecionando sistemas e equipamentos, executando testes e ensaios;

- Projetar, planejar e especificar sistemas e equipamentos elétricos, eletrônicos e de telecomunicações e elaborar sua
documentação técnica.

Mecânica

- Projetar sistemas e conjunto mecânicos, componentes, ferramentas e materiais, especificando limites de referencia
para calculo, calculando e desenhando;

- Implementar atividades de manutenção, testam sistemas, conjuntos mecânicos e componentes, desenvolvem atividades
de fabricação de produtos e elaboram documentação técnica. Podem coordenar e assessorar atividades técnicas.

Qualidade

- Controlar perdas potenciais e reais de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de
perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas;

- Desenvolver, testar e supervisionar sistemas, processo e métodos industriais, gerenciar atividades de segurança do
trabalho e do meio ambiente planejar empreendimentos e atividades industriais e coordenar equipes, treinamentos e
atividades de trabalho;

- Emitir e divulgar documentos técnicos como relatórios.

GERENTE DE OBRA

Coordenar a utilização dos equipamentos dentro da Unidade, inclusive unidades industriais, coordenando a manutenção;
Administrar os custos e procedimentos de manutenção dos equipamentos; Atuar em conjunto com o DTE, apoiando a
otimização do uso de equipamentos na Unidade de Negócios de Infra-Estrutura da Área de Engenharia & Construção da
Camargo Corrêa S.A.; Atuar em conjunto com o Planejamento no atendimento das necessidades de materiais básicos
das unidades industriais; Definir e assessorar tecnicamente a avaliação de fornecedores de materiais para manutenção e
serviços técnicos; Assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio ambiente, de saúde e segurança;
Estimular e buscar a melhoria contínua do desempenho da qualidade, do meio ambiente, de saúde e segurança.

GERENTE DE MANUTENÇÃO

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Gerenciar a Unidade sob sua responsabilidade nos aspectos técnico, humano, operacional, administrativo e econômico-
financeiro, de acordo com os Modelos de Gestão e Organização, garantindo o atendimento dos objetivos, metas e
resultados e o foco cliente/mercado; Apoiar no gerenciamento do EPC (coordenando as interfaces com a projetista e
empresas fornecedoras de equipamentos); Coordenar a implementação dos objetivos e metas estabelecidos no
Desdobramento da Estratégia em toda a organização da Unidade, e quando couber às partes interessadas; Assegurar o
cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio ambiente, de saúde e segurança; Estimular e buscar a melhoria
contínua do desempenho da qualidade, do meio ambiente, de saúde e segurança.

GERENTE ECONOMICO FINANCEIRO


Administrar contrato com cliente, em relação à construção civil e montagem eletromecânica; Administrar contratos e
custos da Unidade; Coordenar a elaboração e a administração de contratos com terceiros; Gerenciar os aspectos
econômico-financeiros da Unidade; Garantir o cumprimento de metas contratuais; Coordenar a elaboração de claims;
Desenvolver, avaliar e controlar fornecedores de serviços, visando melhorar o resultado, quanto a requisitos da qualidade,
meio ambiente, porte, capacidade técnica e outros; Assegurar o cumprimento dos requisitos de qualidade, de meio
ambiente, de saúde e segurança; Estimular e buscar a melhoria contínua do desempenho da qualidade, do meio
ambiente, de saúde e segurança.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-35)

Tempo total TWA Dose %


08 h 66,10 dB(A) 7,35

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Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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GFIP GFIP=00 (zero)


15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)
 ADMINISTRATIVO SR-I
 GERÊNCIA COMERCIAL
 GERENTE ADMINISTRATIVO
FINANCEIRO
 GERENTE COMERCIAL
 GERENTE DE ENGENHARIA NR-15,
 GERENTE DE ENGENHARIA Anexo 1 e
E PLANEJAMENTO TWA Código 2.0.1
F Ruído NA NA NA
 GERENTE DE MANUTENÇÃO 67,4 dB (A) Anexo IV
 GERENTE DE OBRA Dec,
 GERENTE DE PRODUCAO 3048/99
 GERENTE DE QUALIDADE
 GERENTE DE SSMA
 SUPERVISOR COMERCIAL
 GERENTE ECONOMICO-
FINANCEIRO

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-36

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM II


 OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM III

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL AR/AGUA
CENTRAL BRITAGEM
CENTRAL CONCRETO
CIVIL CF/TD
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL ELETRICA
GUINDASTES
MANUTENÇÃO DE CAMPO
OFICINA FABRICAÇÃO

II - Descrição do local.

Trabalho realizado em galpões feitos em estrutura metálica com cobertura de telhas de fibro cimento ou metálicas. Piso
regular de cimento polido. Desprovido de paredes laterais. Ventilação natural. Iluminação natural ou através de lâmpadas
e refletores.

III - Serviços realizados.

OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM II, OFICIAL POLIVANTE MONTAGEM III

Abrange duas (ou mais) das funções básicas: Eletricista Bobinador, Eletricista de Força e Controle, Encanador Industrial,
Encanador Instrumentista, mecânico Ajustador, Soldador Mig, Soldador Tig e Soldador RX. Liderar pequenas equipes nas
frentes de trabalho, ler e interpretar projetos e manuais de procedimentos.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-36)

Tempo total TWA Dose %

08 h 83,42 dB(A) 168,7

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 67,42 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

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Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3969-10 17/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-8

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Isaac Alves

Função: Oficial polivalente montagem

Local da amostragem: Vertedouro MD

(VER - ANEXO-GHE-36)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

2,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 0,19 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
0,19 + 2

L.T. = 3,65 mg/m3

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Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf


 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;
 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).
 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.
 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.
 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)
 NPSc = NPSA – NRRsf
 NPSc = 83,42 dB(A) – 16 dB(A)
 NPSc = 67,42 dB(A)
Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 224 de 429


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Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

Para os trabalhadores enquadrados neste GHE e que estejam lotados no setor de Elétrica com atividades de eletricista,
embora todos os serviços sejam executados em redes desenergizadas, para os trabalhadores que, prévio treinamento
estejam lotados em serviços de redes de média tensão e que estão definidos no Prontuário de Instalações Elétricas (PIE),
corresponderá o adicional de PERICULOSIDADE, correspondente a 30 % do salário.

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 83,42 dB (A) NA S 13027
Anexo IV
Dec,
 OFICIAL POLIVANTE 3048/99
MONTAGEM II
Particulado
 OFICIAL POLIVANTE
respirável
MONTAGEM III
2,1 mg/m³
Poeira / NR – 15
Q Sílica Livre S S 5657
Sílica anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-37

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 INSTRUTOR DE TREINAMENTO I;

 INSTRUTOR DE TREINAMENTO II.


Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

PROP - PROGRAMA DE OPERADORES POLIVALENTES

II - Descrição do local.

As atividades são desenvolvidas em ambiente fechado, sala construída em madeira, telhas de fibrocimento, piso de
cimento, forro em madeira, iluminação natural através de esquadrias de madeira e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de escritório, mesas, telefone, computadores e impressoras. Eventualmente os profissionais deste
GHE realizam visitas em campo.

III - Serviços realizados.

A - INSTRUTOR DE TREINAMENTO I, INSTRUTOR DE TREINAMENTO II:

- Ministrar treinamentos direcionados ao programa corporativo PROP e demais atividades relacionadas a equipamentos
móvel-fixos;

- Planeja e desenvolve situações de ensino e aprendizagem voltadas para a qualificação profissional dos trabalhadores
orientando-os nas técnicas específicas da área em questão;
CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 226 de 429
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

- Avalia o processo ensino-aprendizagem; elabora material de treinamento; sistematizam estudos, informações e


experiências sobre a área ensinada; garante segurança, higiene e proteção ambiental nas situações de ensino-
aprendizagem; faz registros de treinamentos.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO.Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído gerado pela atividade de treinamento e equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-37)

Tempo total TWA Dose %


08 h 80,12dB(A) 51,37

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 64,12 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE


CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 227 de 429
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Mesmo não excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo
por parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação
em NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 80,12 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 64,12 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 228 de 429


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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 EPC 15.7 EPI


15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Eficaz Eficaz
de Risco Itens./Conc Utilizada EPI
(S/N) (S/N)

 INSTRUTOR DE
NR-15, Anexo
TREINAMENTO I
1 e Código
80,12 dB
 INSTRUTOR DE F Ruído 2.0.1 Anexo -- S 13027
(A)
TREINAMENTO II IV Dec,
3048/99

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE-38

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 COPEIRO
 ENCARREGADO DE REFEITÓRIO
 ENCARREGADO DE REFEITÓRIO/FORM
 GARCOM
 LIDER DE AÇOUGUE
 LÍDER DE ALIMENTAÇÃO INDUSTRIAL
 LÍDER DE CONFEITARIA
 LIDER DE COZINHA INDUSTRIAL
 LIDER DE PANIFICAÇÃO
 LIDER DE SALÃO
 NUTRICIONISTA

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

MANUTENÇÃO DE CANTEIRO REFEITORIO

II - Descrição do local

O Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades especificamente nas instalações do refeitório, edificação
construída em alvenaria de Blocos de concreto, telhas de fibrocimento, piso de cerâmico, forro em PVC, iluminação
natural através de esquadrias de metálicas e artificial através de Lâmpadas fluorescentes, ventilação artificial com sistema

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 230 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de trabalho, utensílios de cozinha industrial, Bancadas
de trabalho, mesas, cadeiras e bebedouros.

III - Serviços realizados

A – LIDER DE COZINHA INDUSTRIAL:

- Planejam rotinas de trabalho no refeitório e/ou restaurantes industriais, treinam funcionários em alimentação e
coordenam equipes de trabalho. Avalia o desempenho dos funcionários, a execução de serviços e relatórios de operação
e de avaliação;

- Verificam higiene e manutenção de instalações, equipamentos e utensílios e preparam alimentos e bebidas. Auxiliam na
elaboração do cardápio, considerando o valor nutritivo dos alimentos, condições climáticas e disponibilidade de compra
de gêneros alimentícios da região e limites de custo.

B - ENCARREGADO DE REFEITÓRIO/FORM, ENCARREGADO DE REFEITÓRIO

Atuam direta e indiretamente na preparação dos alimentos. Supervisionam atividades na cozinha e planejam as rotinas de
trabalho. Atuam na capacitação de funcionários. Cabe aos Encarregados de Refeitório – formação dimensionar equipe de
trabalho, planejar escalas de folgas, definir escalas de atividades, distribuir tarefas, orientar execução de serviços,
controlar cumprimento de horários, controlar produtividade da equipe. Demonstrar liderança, delegar tarefas.

Atuam direta e indiretamente na preparação dos alimentos. Gerenciam brigadas de cozinha e planejam as rotinas de
trabalho. Podem gerenciar, ainda, os estoques e atuar na capacitação de funcionários. Cabe aos Encarregados de
Refeitório avaliar capacidade de produção (funcionário/estrutura), definir o perfil do pessoal, participar da seleção de
pessoas, dimensionar equipe de trabalho, planejar escalas de folgas, definir escalas de atividades, distribuir tarefas,
orientar execução de serviços, controlar cumprimento de horários, avaliar desempenho da equipe, controlar produtividade
da equipe. Demonstrar liderança, delegar tarefas.

B – NUTRICIONISTA:

- Planejar e elaborar cardápios, baseando-se no valor nutritivo dos ingredientes, no resultado de pesquisas e nos hábitos
alimentares dos comensais;

- Definir a gramagem "per capita" dos alimentos, através de pesquisa periódica de consumo e acompanhamento dos
resultados, determinando a quantidade e qualidade ideal de alimentos a ser servida por refeição;

- Adaptar cardápios às condições climáticas e a disponibilidade de compra de gêneros alimentícios da região e os limites
de custo pré-estabelecidos para a obra;

- Acompanhar a distribuição de refeições, no refeitório e nas frentes de serviço, verificando se atende aos planos
preestabelecidos, bem como os padrões de higiene e conservação;

- Zelar pela higiene das instalações da cozinha, bem como pela qualidade dos alimentos e da água utilizada para cocção
dos mesmos;

- Acompanhar a qualidade de gêneros perecíveis, apontando casos de alimentos deteriorados e tomando providencias;

- Promover e ministrar cursos de manipulação de alimentos ao pessoal ligado a operação do refeitório; Efetuar pedido
mensal de compras e escala de funcionários.

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C – GARCOM, COPEIRO :

- Servir refeições e bebidas em situação diária ou ocasiões especiais, retirando e repondo utensílios das mesas. Efetuar a
higienização dos utensílios a serem usados nas refeições, lavando-os e desinfetando-o com álcool, além dos balcões
térmicos e das mesas;

- Preparar café, efetuar a decoração de saladas e sobremesas, acondicionando-as em locais apropriados para servir.
Realizar, diariamente, a arrumação das mesas para as refeições.

D – LIDER DE AÇOUGUE

Supervisionar e organizar o processo de preparação de carnes. Realizar tratamentos especiais em carnes (salgando,
secando, prensando). Acondicionar carnes em embalagens apropriadas. Trabalhar em conformidade a normas e
procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

E - LÍDER DE ALIMENTAÇÃO INDUSTRIAL

Supervisionar e organizar serviços de cozinha, supervisionando o pré-preparo, o preparo e a finalização de alimentos,


observando métodos de cocção e padrões de qualidade dos alimentos. O Líder de Alimentação Industrial participa com
planejamento da rotina dentro da Unidade de Alimentação, supervisiona equipe de apoio (Líder de cozinha industrial,
cozinheiros chefe, cozinheiros auxiliares, auxiliares de cozinha e etc).

F - LÍDER DE CONFEITARIA

Supervisionar, organizar e preparar sobremesas, tortas, bolachas e biscoitos. Elaborar caldas e caramelos e produzir
compotas. Confeitar doces, preparar recheios. Redigir documentos tais como requisição de materiais registros de saída
de materiais relatórios de atividades. Trabalhar em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade,
segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

G - LIDER DE PANIFICAÇÃO

Planejar, coordenar e controlar processos de produção de pães e massas. Supervisionar e treinar equipes de trabalho
diretamente envolvidas com a produção de pães e massas. Elaborar documentação técnica (relatórios e planilhas com
dados da produção, manuais de procedimentos operacionais, escalas de serviços e outras) e promover melhorias no
processo de produção. O líder de panificação fica responsável pela quantificação de matéria prima e insumos.
Inspecionar visualmente as condições de maquinários utilizados nos processos. Treinar pessoas e indicar pessoas para
capacitação profissional. O líder de panificação deve atuar com responsabilidade, exercer liderança, buscar atualização
técnica, demonstrar agilidade e comunicação.

H - LIDER DE SALÃO

Trabalhar predominantemente na supervisão e acompanhamento das rotinas de organização e limpeza do salão de


refeições de uma unidade de alimentação. Elaborar escalas de rotina e realizar acompanhamento das atividades de
limpeza de equipamentos e áreas de acesso aos clientes do refeitório.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

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O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente atividades do processamento em produção de alimentos

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-38)

Tempo total TWA Dose %


8h 77 dB(A) 32,61

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

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Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 EPC 15.7 EPI


15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR Eficaz Eficaz
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada EPI
(S/N) (S/N)
 COPEIRO
 ENCARREGADO DE
REFEITÓRIO
 ENCARREGADO DE
REFEITÓRIO/FORM
 GARCOM
 LIDER DE AÇOUGUE

 LÍDER DE NR-15, Anexo 1


ALIMENTAÇÃO e Código 2.0.1
F Ruído 77 dB (A) -- -- NA
INDUSTRIAL Anexo IV Dec,
 LÍDER DE 3048/99
CONFEITARIA
 LIDER DE COZINHA
INDUSTRIAL
 LIDER DE
PANIFICAÇÃO
 LIDER DE SALÃO
 NUTRICIONISTA

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

⋅ MECÂNICO MEIO OFICIAL

⋅ MECÂNICO LIDER

⋅ MECÂNICO INDUSTRIAL I

⋅ MECÂNICO INDUSTRIAL II

⋅ MECÂNICO INDUSTRIAL III

⋅ MECANICO AJUSTADOR

⋅ TÉCNICO MECÂNICO

Período de Exposição(Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A – MECÂNICO MEIO OFICIAL


Setores:
CENTRAL AR/AGUA GUINDASTES MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO CENTRAL
CIVIL MANUTENÇÃO DE CAMPO
CIVIL MD I,CENTRAL BRITAGEM MANUTENÇÃO DE CAMPO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL OFICINA FABRICAÇÃO
FABRICA DE GELO OFICINA FABRICAÇÃO

B - MECÂNICO LIDER
Setores: CENTRAL AR/AGUA

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CENTRAL AR/AGUA GUINDASTES


CENTRAL BRITAGEM MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO DE CAMPO
CIVIL MANUTENÇÃO DE CAMPO
FABRICA DE GELO OFICINA FABRICAÇÃO

C – MECÂNICO INDUSTRIAL I, MECÂNICO INDUSTRIAL II, MECÂNICO INDUSTRIAL III


Setores:
CENTRAL AR/AGUA FABRICA DE GELO
CENTRAL BRITAGEM GUINDASTES
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO CENTRAL
CIVIL MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
CIVIL CF/TD OFICINA FABRICAÇÃO
CIVIL VERTEDOURO TERRAPLENAGEM
ENGENHARIA

II - Descrição do local.

Os profissionais deste GHE, desenvolvem atividades no espaço da Oficina de Manutenção Mecânica, Galpão de estrutura
metálica, ventilação natural, iluminação natural e por lâmpadas de vapor de sódio, piso cimentado com pé direto de 5m de
altura. Neste ambiente estão dispostos, bancadas de trabalho, equipamento Hidráulicos de guindar, armários para guarda
dos pertences pessoais e EPI´s ,equipamento de torneamento, setor específico para atividades de soldagem, este
ambiente é dotado com bancada de trabalho, equipamento de solda TIG/MIG, equipamento de Soldagem tipo Arco
Voltaico e aparelho de Oxi-corte. Constantemente estes profissionais realizam manutenções e reparos em campo.
Utilizando-se como ponto de apoio, estruturas localizadas no pátio de manutenção ou em outras unidades de Apoio do
canteiro de obras: banheiros, bebedouros, armários, abrigo para intempéries, sendo que, as áreas de vivência são
utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados.

A – MECÂNICO MEIO OFICIAL

- Colaborar com os mecânicos na execução de montagens e desmontagens, reapertos, regulagens, etc., de máquinas e
veículos, sempre que o trabalho exigir a intervenção de duas pessoas;

- Realizar, mediante supervisão, serviços simples de mecânica, tais como: reapertos, retirar e colocar chaparias e
suportes de máquinas, etc.;

- Ajudar, através da supervisão do mecânico, na limpeza, preparação e montagem das pecas. Fazer medidas com trenas,
escalas milimetradas e paquímetros;

- Efetuar pequenos cortes em chapas utilizando-se de oxi-acetileno e efetuar atividades com ferramentas elétricas e
pneumáticas.

B - MECÂNICO LIDER

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- Realizam e orientam a equipe quanto à manutenção em componente, equipamentos e máquinas industriais, planejam
atividades de manutenção, avaliam condições de funcionamento e desempenho de componentes de máquinas e
equipamentos, lubrificam máquina, componentes e ferramenta;

- Documentam informações técnicas, realizam e orientam aos profissionais da equipe ações de qualidade e preservação
ambiental e trabalham segundo normas de segurança;

- Abrange as funções de oficial polivalente de montagem III.

C – MECÂNICO INDUSTRIAL I, MECÂNICO INDUSTRIAL II, MECÂNICO INDUSTRIAL III

- Instalar na área industrial da obra, componentes que não dependem de grandes ajustes como: cinta de transportadora,
bomba de água, registros, etc.;

- Atuar na manutenção e/ou montagem de instalações industriais, efetuando reparos nas estruturas e trocando chapas
desgastadas;

- Efetuar sob supervisão, montagem e desmontagem de estruturas metálicas, tais como: galpões, suporte de peneiras,
transportadora, etc.;

- Efetuar cortes de chapas utilizando-se de oxi-acetileno;

- Atuar na manutenção de instalações de britagem, usina de asfalto e central de concreto, efetuando ajustes, instalações
e reparos de componentes mecânicos simples, como: redutor, bombas, acessórios de transportadores, etc.

- Executar montagem e/ou manutenção mecânica preventiva das instalações industriais;

- Preparar e montar pecas de turbinas, geradores, comportas, etc bem atividades gerais de calderaria. Conhecer
instrumentos de medição de precisão, tais como: paquímetro, micrometros, relógios comparadores, nível, transferidor, etc.

- Ler e interpretar projetos, catálogos de peças e manuais, recorrendo ao auxílio do superior nos casos mais complexos.
Efetuar atividades com ferramentas elétricas e pneumáticas. Confeccionar peças utilizando-se de máquinas operatrizes
tais como: calandra, guilhotina, dobradeira e prensa hidráulica, empregando chapas, perfis e tubos;

- Ajustar, montar, reparar e reformar equipamentos industriais, componentes mecânicos e hidráulicos, tais como: britador
cônico, pistão, bomba, válvula hidráulica, redutores grandes, talhas, etc; Atuar como especialista em atividades de
caldeiraria;

- Ler e interpretar desenhos de montagem e de fabricação, catálogos de peças e manuais de instruções com
independência de ação;

- Efetuar soldas e cortes com aparelho de oxi-acetileno e possuir noções de utilização de solda elétrica;

- Executar manutenção preventiva;

- Comandar, eventualmente, pequena equipe de mecânicos e ajudantes na realização de trabalhos específicos;

- Confeccionar peças de maior complexidade, utilizando-se de máquinas operatrizes tais como: calandra, guilhotina,
dobradeira e prensa hidráulica, empregando chapas, perfis e tubos;

- Efetuar atividades com ferramentas elétricas e pneumáticas.

D – MECANICO AJUSTADOR

Ajustar, montar peças de equipamentos industriais, componentes mecânicos e hidráulicos tais como: pré-distribuidores de
turbinas hidráulicas, rotores e estatores de geradores de hidrelétricas, caixas espirais, condutos forçados e outros

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equipamentos pertinentes a uma usina hidrelétrica. Atuar como especialista em caldeiraria. Utilizar instrumentos de
medição de precisão. Comandar, eventualmente, pequena equipe de montadores e ajudantes na realização de serviços
específicos.

E – TECNICO MECANICO

Realizar as tarefas de manutenção mecânica dos equipamentos da planta. Realizar a programação mensal e semanal de
manutenção. Colaborar na elaboração e implementação dos planos de manutenção preditiva, preventiva e corretiva. São
autônomos para executar tarefas de manutenção corretivas sempre dentro dos limites que o Operador determina que
rege os procedimentos de O&M dentro da planta. Elaborar e atualizar os procedimentos de Manutenção (de sua área).
Realizar suas tarefas de acordo com os procedimentos vigentes na Planta. Lançar suas atividades e programações no
relatório de ocorrência, diário, semanal e mensal, para posterior acabamento pela Operação.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO — 01 da FUNDACENTRO. Os niveis
de ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando
no circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Máquinas e Equipamentos do entorno e do próprio equipamento em manutenção.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE- 39)

Tempo total TWA Dose %


08 h 93,1 dB(A) 55,51

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 77,1 dB(A)

II – Agentes Químicos

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A – Fumos Metálicos

Foi realizada avaliação de exposição aos agentes químicos, para Fumos metálicos tipo Varredura, através de
Metodologias de Coleta conforme determinações da NIOSH 730 – Método gravimétrico - Equipamento utilizado: Bomba
de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba GILIAR-5, marca
DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da
região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Para avaliação foram consideradas as alterações no TLV (ACGIH 2009, alguns metais possuem limites em fração
respirável, como (ALUMÍNIO / FERRO, OXIDO DE FERRO / ZINCO, CMO ÓXIDO DE ZINCO). Portando para atender o
TLV, para análise dos metais acima foi utilizado ciclone (Nylon) vazão de acordo com metodologia do ciclone, o volume
de amostragem segue padrões da OSHA ID121.

Amostragens

1- Tipo varredura Fração tatal: para Metais (Antimônio, Bário, Cálcio, Cádmio, Chumbo, cobalto, Cobre, Cromo, Estanho,
Magnésio, Manganês, Molibdênio, Néquel e Dióxido de Titânio

2- Varredura de matais fração respirável para (Ferro, Aluminio e Zinco)

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15 / (ACGIH 2009)

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Operação de Solda e Corte de metais

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 4 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador descartável para Fumos metálicos classe – PFF-2 (ver mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Tapumes metálicos

(VER - ANEXO-GHE-39)

AVALIAÇÃO - 01: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO- RESPIRÁVEL)

TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
2157-10 02/11/2010 9:15h 17:15h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


2,0 L/MIN 2,0 L/MIN L: 700 litros

Relatório de Análise nº: 245810-8

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 239 de 429


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Funcionário avaliado: José Moraes Filho

Função: Mec. Industrial III

Local da amostragem: Oficina Central de concreto

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-8

LIMITES (ACGIH) 2009


NR-15
RESULTADO STEL/
AGENTE QUÍMICO TWA ANEXO 11
TETO (C)

mg/m³ mg/m³ mg/m³

Alumínio metal e compostos insolúveis (A4)* <0,01 1 (R) - -


Ferro, Óxido (A4)* <0,1 5 (R) - -
Zinco, como Óxido de Zinco <0,1 2 (R) 10 (R) -

(VER - ANEXO-GHE-39)

AVALIAÇÃO - 02: FUMOS METÁLICOS (FRAÇÃO-TOTAL)


HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA:
9:20h 17:00h 11:00 h / 13:00 h MIN:
2155-10 11/11/2010
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:
2,0 L/MIN 2,0 L/MIN 700 litros

Relatório de Análise nº: 245810-14

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de EC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: José Moraes Filho

Função: Mec. Industrial III

Local da amostragem: Oficina Central de concreto

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 245810-14

LIMITES (ACGIH) 2009


NR-15
RESULTADO STEL/
AGENTE QUÍMICO TWA ANEXO 12
TETO (C)

mg/m³ mg/m³ mg/m³

Antimônio e compostos como Sb <0,02 0,5 - -


Cd = 0,01
Cádmio e Compostos como Cádmio (A2)* 0,001 - -
CCd = 0,002
Chumbo e compostos inorgânicos, como Pb (A3)* <0,008 0,05 - 0,1
Cobalto (A3)* <0,009 0,02 - -
F = 0,2
Cobre* <0,01 - -
P. N. = 1

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Cromo, metal e compostos de Cr III (A4)* <0,01 0,5 - -


M= 2
Estanho, como Sn - metal (A4)* <0,04 CI= 2 CO= 0,2 -
CO= 0,1
Magnésio, como Óxido de Magnésio (A4)* <0,1 10 - -
Manganês, e compostos inorgânicos* <0,01 0,2 - -
Molibdênio <0,1 10 - -
Níquel (A5)* <0,01 1,5 - -
Titânio, como dióxido (A4)* <0,1 10 - -

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 93,1 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 77,1 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.

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Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos (Fumos metálicos):

Com relação aos Agentes Químicos, tipo (Fumos metálicos), em contato com as vias respiratórias, esses foram medidos
e atingiram, tanto na fração respirável, quanto na fração total, valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15 da
Portaria nº 3.214/78 Anexos n.º11 e 12 e (ACGIH) 2009 (American Conference of Governmental Industrial Hygienists).
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 15.7
15.3
15.2 15.5 Técnica EPC EPI
FUNÇÃO / SETOR Fator de 15.4 Itens./Conc 15.8 CA EPI
Tipo Utilizada Eficaz Eficaz
Risco
(S/N) (S/N)

NR-15, Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 93,1 dB (A) S 13027
Anexo IV Dec,
3048/99
 MECÂNICO MEIO
OFICIAL;
Antimônio <0,02
 MECÂNICO
LIDER; Cádmio 0,001
 MECÂNICO Chumbo <0,008
INDUSTRIAL I; Cobalto <0,009
 MECÂNICO Cobre <0,01
INDUSTRIAL II; Cromo <0,01
 MECÂNICO Estanho <0,04
NR-15, Anexos
INDUSTRIAL III. Fumos Magnésio <0,1
11e 12
 MECANICO Q metálico Manganês 0,01 S S 5657
Dec, 3048/99
AJUSTADOR s Molibdênio <0,1
(ACGIH) 2009
 TECNICO Níquel <0,01
MECANICO Titânio 0,1
Alumínio <0,01
Ferro
<0,1
/Oxido
Ferro
<0,1
/Oxido

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE- 40

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 MOTORISTA I
 MOTORISTA II
 MOTORISTA COMPRADOR

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ADMISSÃO MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS MEDICINA DO TRABALHO


ALOJAMENTO MEIO AMBIENTE
ASSISTENCIA SOCIAL, QUALIDADE
BRIGADA, RECURSOS HUMANOS
CENTRAL DE CONCRETO REFEITÓRIO
CIVIL CF/TD SANEAMENTO
CIVIL VERTEDOURO SEGURANÇA DO TRABALHO
COORDENAÇÃO DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SUPERVISÃO DE QUALIDADE
ELÉTRICA TERRAPLENAGEM
GUINDASTES TOPOGRAFIA
VIGILÂNCIA E SAÚDE,

II - Descrição do local

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades dirigindo veículos leves nas imediações do canteiro de
obras. Eventualmente se deslocam fora do canteiro em viagens de meia distancia até as cidades de Jacy Parná e Porto

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Velho. Os veículos contam com direção hidráulica e sistema de ar condicionado. Existem períodos variáveis de tempo no
qual eles permanecem a espera de serem solicitados para dirigir.

III - Serviços realizados

MOTORISTA I, MOTORISTA II

- Dirigir veículos leves (utilitários, carros de passeio e caminhões em geral, no canteiro de obras e vias públicas;
verificando estado dos pneus, vazamentos aparentes, níveis de água, óleo e combustível; executando serviços de
entregas e recebimento de materiais, transportes de passageiros, malotes, etc), conforme solicitações do supervisor
imediato;
- Zelar para que o veiculo esteja adequadamente provido dos equipamentos de segurança;
- Manter o veículo limpo e em bom estado de conservação e aparência;
- Respeitar as sinalizações de tráfego;
- Comunicar ao supervisor sempre que encontrar partes danificadas, soltas, faltando, vazamento, ruídos anormais, ou
problemas com partida, engate de marchas, etc;
- Preencher o formulário pré-impresso “Parte Diária de Veículo”, anotando quilômetros rodados, destino, horários e
consumo de combustível, para efeito de apropriação de custo ou medições.
Dirigir veículos leves no canteiro de obras e vias públicas, verificando estado dos pneus, vazamentos aparentes, níveis de
água, óleo e combustível, executando serviços de entrega e recebimento de materiais, transporte de passageiros,
malotes, etc. conforme solicitação do supervisor imediato. Zelar para que o veículo esteja adequadamente provido dos
equipamentos de segurança. Manter o veículo limpo e em bom estado de conservação e aparência. Respeitar as
sinalizações de tráfego. Comunicar ao supervisor sempre que encontrar partes danificadas, soltas, faltando, vazamentos,
ruídos anormais, ou problemas com partida, engate de marchas, etc. Preencher o formulário "Parte Diária do Veículo",
anotando quilômetros rodados, destino, horários e consumo de combustível, para efeito de apropriação de custo ou
medições.

MOTORISTA COMPRADOR

Dirigir veículos leves no canteiro de obras e vias públicas, observando estado dos pneus, vazamentos aparentes, níveis
de água, óleo e combustível. Executar serviços de compra entrega e recebimento de materiais, transporte de
passageiros, malotes, etc., conforme solicitação do supervisor imediato. Zelar para que o veículo esteja adequadamente
provido dos equipamentos de segurança. Manter o veículo limpo e em bom estado de conservação e aparência.
Respeitar as sinalizações de tráfego. Comunicar ao supervisor sempre que encontrar partes danificadas, soltas, faltando,
vazamentos, ruídos anormais, ou problemas com partida, engate de marchas, etc. Preencher o formulário "Parte Diária do
Veículo", anotando quilômetros rodados, destino, horários e consumo de combustível, para efeito de apropriação de custo
ou medições

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no

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circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno e atividades internas
ambulatoriais.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-40)

Tempo total TWA Dose %


08 h 79,46 dB(A) 47,08

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas Existentes: Umectação das vias de acesso as frentes de serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL
3963-10 15/10/2010 9:15h 17:15h 11:00 h / 13:00 h MIN:

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360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 022911-3

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Lauro Silva Figueiredo

Função: Motorista

Local da amostragem: Canteiro Pioneiro

(VER - ANEXO-GHE-40)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %
Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.7
15.3 15.5 15.6 EPC
15.4 EPI
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Fator de Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Itens./Conc Eficaz
Risco Utilizada (S/N)
(S/N)
NR-15,
Anexo 1 e
Código
F Ruído 79,46 dB (A) -- -- NA
2.0.1 Anexo
IV Dec,
3048/99
 MOTORISTA I
Particulado
 MOTORISTA II
respirável
< 0,1 mg/m³
Poeira / NR – 15
Q -- -- NA
sílica Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DENOMINAÇÃO DO GHE: 41

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 MEDICO CLINICO;
 MEDICO DO TRABALHO;
 ENFERMEIRO DO TRABALHO;
 TEC. ENFERMAGEM DO TRABALHO;
 TEC. EM ENFERMAGEM.
 AUXILIAR ENFERMAGEM

 AUXILIAR ENFERMAGEM TRABALHO


 AUXILIAR LABORATÓRIO
 FISIOTERAPEUTA
 FONOAUDIOLOGO

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

MEDICINA DO TRABALHO

AMBULATÓRIO-MD

AMBULATÓRIO-ME

II - Descrição do local

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Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades especificamente nas instalações do ambulatório,
edificação construída em madeiras, paredes revestidas com Forro de PVC, Cobertura com telhas de fibrocimento, piso de
cerâmico, forro em PVC, iluminação natural através de esquadrias de metálicas e artificial através de Lâmpadas
fluorescentes, ventilação artificial com sistema de ar condicionado. Neste ambiente estão dispostos os mobiliários de
trabalho, utensílios de ambulatório, Bancadas de trabalho, mesas, cadeiras e computador.

III - Serviços realizados

A – MÉDICO CLINICO, MEDICO DO TRABALHO:

Medico Clinico

- Realizar controle médico de candidatos e funcionários, através de exames médicos pré-admissionais, periódicos,
especiais e de ambulatório de saúde operacional efetuando entrevistas e exames físicos, emitindo laudos de abreugrafia
e analisando resultado de exames de laboratórios e casos de reabilitação profissional.

- Submeter, quando necessário, os empregados a tratamento, ministrando medicamentos ou encaminhando-os para


especialistas;

- Coordenar as atividades de tipagem sanguínea, abreugrafias, biométrica e vacinação. Efetuar perícia médica nos
funcionários que estão retornando do afastamento por auxílio doença;

- Realizar inspeções em ambientes de trabalho, efetuando levantamentos de irregularidades de higiene do trabalho e,


juntamente com a área de segurança do trabalho, encaminhar sugestões aos responsáveis, buscando a solução de tais
condições;

- Participar das reuniões da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, emitindo pareceres e orientações no tocante
aos assuntos ligados a medicina do Trabalho;

- Executar ações de promoção e proteção à saúde dos Profissionais da empresa; atuar e elaborar procedimentos para
trazer o bem estar do Profissional com o ambiente de trabalho;

- Atuar em situações de urgência e emergência prestando os primeiros socorros necessários ao paciente, providenciando
o posterior atendimento médico adequado; realizar a supervisão da equipe de técnicos de enfermagem; condensar
informações para elaboração do relatório mensal de SMSRS referente às atividades do departamento de saúde
ocupacional;

- Executar ações de promoção e proteção à saúde dos Profissionais da empresa;

- Atuar e elaborar procedimentos para trazer o bem estar do Profissional com o ambiente de trabalho;

- Atuar em situações de urgência e emergência prestando os primeiros socorros necessários ao paciente, providenciando
o posterior atendimento médico adequado;

- Realizar a supervisão da equipe de técnicos de enfermagem.

Medico do Trabalho

- Coordenar, planejar e executar todas as ações propostas do PCMSO;

- Avaliar as condições de segurança, ambiente e panorama periculoso da empresa, efetuando inspeções nos locais de
trabalho e ambiente em torno, informando ao as situações de risco a saúde do trabalhador;

- Orientar e instruir funcionários de obra sobre assuntos ligados à medicina do trabalho, ministrando cursos; sobre
primeiros socorros, proferindo palestras sobre prevenção de acidentes, organizando estudos, etc.

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- Manter contato com órgãos de saúde pública, informando as moléstias infecto-contagiosas de notificação;
compulsória e colaborar em outros assuntos de interesse comum;

- Participar das reuniões da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, emitindo pareceres e orientações no tocante
aos assuntos ligados a medicina do Trabalho;

- Concomitantemente com a equipe de vigilância em saúde, principalmente no que se diz respeito ao monitoramento das
doenças de notificação compulsória;

- Estudar e monitorar o absenteísmo por doença, Hiperdia monitorar e fazer busca ativa de doenças profissionais e lesões
traumáticas; atuar juntamente com a equipe de segurança do trabalho em programas de prevenção de acidentes;

- Atuar em situações de urgência e emergência prestando os primeiros socorros necessários ao paciente, providenciando
o posterior atendimento médico adequado; realizar a supervisão da equipe de técnicos de enfermagem; condensar
informações para elaboração do relatório mensal de SMSRS referente às atividades do departamento de saúde
ocupacional;

- Condensar informações para elaboração do relatório mensal de SMSRS referente às atividades do departamento de
saúde ocupacional.

B – TEC. EM ENFERMAGEM, TEC. ENFERMAGEM DO TRABALHO:

Tec. em enfermagem

- Realizar sob supervisão do médico: medicação, inalação, curativos e outros. Auxiliar o médico nos exames, no
encaminhamento dos funcionários aos serviços especializados;

- Controle de estoque de medicamentos e material de consumo;

- Realizar sob supervisão do médico: medicação, inalação, curativos e outros;

- Auxiliar o médico nos exames, no encaminhamento dos funcionários aos serviços especializados; - Controle de estoque
de medicamentos e material de consumo.

Tec. em enfermagem do Trabalho

- Realizar sob supervisão do médico: medicação, inalação, curativos e outros. Auxiliar o médico nos exames, no
encaminhamento dos funcionários aos serviços especializados;

- Controle de estoque de medicamentos e material de consumo;

- Participar de todos os programas e campanhas educativas e de prevenção adotados nos planos de ação do PCMSO.

Auxiliar enfermagem

Realizar, mediante prescrição médica, aplicações de injeções intramusculares, endovenosas e subcutâneas, bem como
curativos, visando o atendimento de empregados que necessitem de assistência médica. Auxiliar nos exames médicos
periódicos e para mudança de função, ou sempre que necessário, verificando e anotando, na ficha do empregado, dados
biológicos como: peso, altura, temperatura, pressão sangüínea, acuidade visual, força muscular e outras. Realizar
exames subsidiários como tipagem sangüínea. Prestar primeiros socorros a funcionários acidentados, sempre que
necessário. Controlar os materiais e instrumentos utilizados no desempenho de suas funções, mantendo-os em estoque e
devidamente esterilizados, a fim de atender as
necessidades em qualquer situação. Manter atualizado o

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registro de número de atendimento diário, para fins de estatística mensal


e colaborar na manutenção e atualização dos fichários e arquivos da área.

Auxiliar enfermagem trabalho

Realizar sob supervisão do Médico, aplicações de injeções intramusculares, endovenosas e subcutâneas, bem como
curativos, visando o atendimento de empregados que necessitem de assistência médica. Auxiliar nos exames médicos
periódicos e para mudança de função, ou sempre que necessário, verificando e anotando, na ficha do empregado, dados
biológicos como: peso, altura, temperatura, pressão sangüínea, acuidade visual, força muscular e outras. Realizar
exames subsidiários como: tipagem sangüínea e testes de gravidez. Prestar primeiros socorros a funcionários
acidentados, sempre que necessário. Colaborar em campanhas e programas relativos à medicina do trabalho. Controlar
os materiais e instrumentos utilizados no desempenho de suas funções, mantendo-os em estoque e devidamente
esterilizados, a fim de atender qualquer situação de emergência. Manter atualizado o registro de número de atendimentos
diários, para fins de estatística mensal e colaborar na manutenção e atualização dos fichários e arquivos da área.

FISIOTERAPEUTA

Identificar e corrigir os fatores que desencadeiam as LER / DORT. Executar programas de Prevenção do desconforto ou
queixas músculo-esquelético nas atividades laborais; Estudo ergonômico do trabalho, junto à equipe de saúde e
segurança do trabalho; Intervenções ergonômicas de correção, conscientização ou sensibilização nas empresas
(ginástica laboral); Palestras de conscientização, capacitação e treinamento preventivo de doenças ocupacionais;
Orientações posturais e ergonômicas aos trabalhadores, fora do ambiente de trabalho e nos postos de trabalho durante a
execução de suas atividades ocupacionais; Avaliação postural e análise biomecânica das tarefas nos postos de trabalho,
promovendo a adequação do posto e das posturas para um melhor desempenho; Testes Espirométricos; Tratamento das
patologias ou queixas músculo-esquelético, através de ambulatório na empresa ou ambulatório / clínica fora da empresa;
Promover ações terapêuticas preventivas às instalações de processos que levam a incapacidade funcional do trabalho;
Analisar os fatores ambientais, contributivos ao conhecimento de distúrbios funcionais laborais e Desenvolver programas
coletivos, que contribuem para a diminuição dos riscos de acidente de trabalho.

FONOAUDIOLOGO

Atendem o público em geral para prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas utilizando protocolos e procedimentos
específicos de fonoaudiologia. Efetuam avaliação e diagnóstico fonoaudiológico; orientam as pessoas e responsáveis;
desenvolve programas de prevenção, promoção da saúde e qualidade de vida; exercem atividades administrativas, de
ensino e pesquisa; podem administrar recursos humanos, materiais e financeiros.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

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Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno e atividades internas
ambulatoriais.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-41)

Tempo total TWA Dose %


08 h 65,45 dB(A) 7,85

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:
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Portanto, para as funções de Médico Clínico, Técnico de enfermagem e Técnico de enfermagem do trabalho em que é
permanente o contato com agentes nocivos – Biológicos, contato com pacientes, conforme enunciados na NR 15, Anexo
14, Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto contagiante, em:
(hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação, e outros estabelecimentos
destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os pacientes, bem
como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados), da Portaria n.º 3.214/78,
considerado portanto como INSALUBRE DE GRAU MÉDIO, assegurando ao trabalhador a percepção do adicional de
20% (VINTE POR CENTO) sobre o salário mínimo regional, conforme Art.º 192, da Lei n.º 6.514 de 22 de dezembro de
1977. Existe APT indicando e detalhando o serviço realizado por estes profissionais. Não existe EPI que neutralize essa
insalubridade.

Para o restante de trabalhadores lotados no ambulatório, Médico do Trabalho, Enfermeira do Trabalho e técnico de
enfermagem do trabalho e que realizam atividades na área Ocupacional sem contato permanente com agentes nocivos –
Biológicos, contato com pacientes, conforme enunciados na NR 15, Anexo 14, Trabalhos e operações em contato
permanente com pacientes, animais ou com material infecto contagiante, em: (hospitais, serviços de emergência,
enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação, e outros estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana
(aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso
desses pacientes, não previamente esterilizados), da Portaria n.º 3.214/78 não corresponde a percepção de adicional de
insalubridade

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP = 04 (QUATRO) Para MEDICO CLÍNICO, TEC DE ENFERMAGEM E TEC DE ENFERMAGEM DO


TRABALHO (Este ultimo deve estar realizando serviços de atendimento de pacientes)
GFIP
GFIP=00 (ZERO) Para MEDICO DO TRABALHO, ENFERMEIRO DO TRABALHO E TEC DE
ENFERMAGEM DO TRABALHO (Este último deve estar realizando serviços na área ocupacional)

15.7
15.4 15.5 15.6 EPC
15.3 Fator de EPI
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Itens./Con Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Risco Eficaz
c Utilizada (S/N)
(S/N)

 MEDICO CLINICO NR-15,


Anexo 1 e
 MEDICO DO
65,45 dB Código
TRABALHO F Ruído -- -- NA
(A) 2.0.1 Anexo
 ENFERMEIRO IV Dec,
3048/99
 ENFERMEIRO DO
TRABALHO

 TEC.
NR-15,
ENFERMAGEM DO
Anexo 1 e
TRABALHO; Microorganismo
Código
B s e parasitas NA -- -- NA
 TEC. EM 2.0.1 Anexo
infecciosos
ENFERMAGEM. 14 Dec,
3048/99
 FISIOTERAPEUTA

 FONOAUDIOLOGO

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-42

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:

EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 MECÂNICO VEÍCULOS

 MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS I


 MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS II
 MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS I
 MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS II
 MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS III

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL BRITAGEM

CIVIL CF/TD

MANUTENÇÃO CENTRAL

MANUTENÇÃO DE CAMPO

II - Descrição do local.

Oficinas de manutenção construídas em galpões de estrutura metálica com telhas metálicas ou de fibrocimento sem forro
e desprovidas de paredes laterais. Piso de cimento queimado de superfície regular.

III - Serviços realizados.

Função:

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MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS I , MECANICO EQUIPAMENTOS PNEUMATICOS II

Descrição das Atividades por Grupo Homogêneo de Trabalho:

Efetuar consertos em ferramentas e equipamentos pneumáticos como: rompedores, vibradores, lixadeiras, etc. Efetuar,
mediante instrução e supervisão, reparos de pequenos defeitos de perfuratrizes pesadas. Corrigir vazamentos em redes
de ar.

Desmontar ferramentas e perfuratrizes pneumáticas de qualquer porte, pesquisando, detectando e corrigindo causas dos
defeitos e montando-as para operação.

MECÂNICO MÁQUINAS EQUIPAMENTOS PESADOS I

Desmontar, montar, diagnosticar defeitos, reparar, substituir peças, testar componentes de uma ou de diversas máquinas
de terraplenagem e de pavimentação, tais como: comando final, sistema hidráulico, material rodante, transmissão,
compressor, etc., atuando sob supervisão geral.

Atuar, sempre que necessário, como especialista na manutenção completa de uma máquina, como: escavadeiras vibro -
acabadora de asfalto, trem de concretagem, etc. Ler e interpretar catálogos de peças e manuais de serviços, com
independência de ação. Executar programas preestabelecidos de manutenção preventiva das máquinas e terraplenagem,
pavimentação e unidades compressoras. Comandar, eventualmente, uma equipe de 2 a 5 funcionários (mecânicos e
ajudantes), na execução de determinada tarefa na oficina ou no campo.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruído foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.
Agente: Ruído
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Fonte Geradora: Ruído proveniente da própria embarcação.
Freqüência: intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Observado proteção do motor da embarcação em local enclausurado.
Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-42)

Atenuação com uso de EPI

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II – Agentes Químicos
A – Poeira
Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.
Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: Eventual
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas Existentes: Umectação das vias de acesso as frentes de serviço.

Relatório de Análise nº: 040911-12


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: José de Souza
Função: Mecânico de Máquinas e equipamentos pesados
Local da amostragem: Manutenção Central
(VER - ANEXO-GHE-42)

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:
8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2
8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2
L.T. = 1,3 mg/m3

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B- Hidrocarbonetos
Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, Elementos químicos da composição das tintas a base de
solventes de hidrocarbonetos aromáticos Hidrocarbonetos Aromáticos (óleos minerais, graxas, lubrificantes e solventes),
através de Metodologias de amostragem tipo varredura de solventes: método: niosh – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15 / ACGIH-2010
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas Existentes: mascara para vapores orgânicos

Relatório de Análise nº: 040911-17


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Marcelo Alves Rezende
Função: Mecânico de Equipamentos

Local da amostragem: Oficina de Manutenção


Tipo de Amostrador: Tubo de carvão ativo de 400/200 mg
Não foram detectados os seguintes agentes químicos: Acetona, Acetato de Etila, Metil Etil Cetona, Isso-Propanolol,
Etanol, Benzeno, Tricloroetileno, Metil Isobutil Cetona, Percloreto, n-Proanol, Tolueno, Acetato de n-Butila, Isso-Butanol,
acetato de Isoamila, Etilbenzeno, Xilenos, n-Butanol, Cumeno, Etilglicol, Estireno, Acetato de Etilglicol, Ciclohexanona,
Diacetona, álcool, butilglicol, Isoforona, n-Hexano, n-Pentano e Tetrahidrofurano.

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

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Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR Eficaz
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz EPI
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e

 MECÂNICO VEÍCULOS Código 2.0.1


F Ruído 88,9 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 MECANICO EQUIPAMENTOS
Dec,
PNEUMATICOS I
3048/99
 MECANICO EQUIPAMENTOS
Particulado
PNEUMATICOS II respirável
0, 1 mg/m³
 MECÂNICO MÁQUINAS NR-15
Q Poeira Sílica Livre S 5567
EQUIPAMENTOS PESADOS I Anexo 12
S 5657
Cristalina
 MECÂNICO MÁQUINAS
< 0,004
EQUIPAMENTOS PESADOS II mg/m

 MECÂNICO MÁQUINAS
EQUIPAMENTOS PESADOS III Hidrocarbon Não NR – 15
Q S
etos detectáveis anexo 12

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DATA: 03/12/2010

DENOMINAÇÃO DO GHE: 43

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 MARINHEIRO;
 MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVES
 MESTRE DRAGA/EMPURRADOR
 CONDUTOR MOTORISTA
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL AR/AGUA SEGURANÇA DO TRABALHO OPERACIONAL


DRAGAGEM TOPOGRAFIA

II - Descrição do local

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades especificamente a borde de embarcações de pequeno
porte para o transporte de pessoas e embarcações de médio porte para o transporte de maquinas e equipamentos. Tem
como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas em ambas as margens: banheiros, químicos, bebedouros, sendo que,
as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A – MARINHEIRO, MARINHEIRO AUXILIAR DE CONVES, MESTRE D EMPURRADOR

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- Operar barcos e embarcações de pequeno e médio porte, transportando pessoal para travessia do rio, atento às
medidas de segurança e tomando as precauções necessárias;

- Zelar pela manutenção da embarcação;

- Orientar Equipe de manutenção quanto aos reparos necessários a serem realizados.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente da própria embarcação.

Freqüência: intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Observado proteção do motor da embarcação em local enclausurado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-43)


Tempo total TWA Dose %
08 h 88,48 dB(A) 176,9

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 72,48 dB(A)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

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5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 88,48 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 72,48 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP (00) = Zero

15.7
15.3 15.5 15.6 EPC
15.4 EPI
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Fator de Técnica Eficaz 15.8 CA EPI
Itens./Conc Eficaz
Risco Utilizada (S/N)
(S/N)

 MARINHEIRO

 MARINHEIRO
AUXILIAR DE NR-15,
CONVES Anexo 1 e
Código
 MESTRE D. F Ruído 88,48 dB (A) S S 13027
2.0.1 Anexo
EMPURRADOR
IV Dec,
 CONDUTOR 3048/99
MOTORISTA

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-44

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 MECÂNICO MONTAGEM ESTRUTURA TUBULAR


 MONTADOR DE FORMAS METÁLICAS
 MONTADOR ESTRUTURA METÁLICA MEIO OFICIAL
 MONTADOR LINHAS DE TRANSMISSÃO I
 OPERADOR DE MAQUINA DE CORTE E DOBRA DE METAIS I, II E III

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CIVIL

CIVIL CF/TD

OFICINA FABRICAÇÃO CIVIL

II - Descrição do local.

Trabalho a céu aberto em locais externos e adjacentes a diversas estruturas metálicas ou concretadas. Por vezes
trabalho em galpões feitos de estrutura metálica com cobertura em telhas metálicas. Piso de cimento polido e desprovida
de paredes laterais. Ventilação natural. Iluminação natural e artificial através de lâmpadas ou refletores.

III - Serviços realizados.

MECÂNICO MONTAGEM ESTRUTURA TUBULAR


Conhecer e montar os componentes de andaimes tubulares, acompanhar e seguir as normas estabelecidas para
montagem dos andaimes baseado na segurança industrial; Conhecer tubos, braçadeiras fixas e rotativas, luvas emendas
e chave catraca de aperto; montagem de andaimes em apoio à montagem eletrônica de equipamentos e instalações,

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

envolvendo execução de plataformas de trabalho montadas com elementos tubulares e madeira tipo pranchão, de modo
assegurar condições seguras de trabalho em altura.

MONTADOR DE FORMAS METÁLICAS


Montar e desmontar, com auxílio de guindastes, formas metálicas e painéis, aparafusados ou não, ajustando, aprumando,
alinhando e corrigindo pontos de contato das formas especiais.

MONTADOR ESTRUTURA METÁLICA MEIO OFICIAL

Auxilia o montador de estruturas metálicas em todas as atividades relacionadas à montagem e desmontagem de


estruturas metálicas.

MONTADOR LINHAS DE TRANSMISSÃO I

De acordo com instruções superiores, executar serviços de montagem de Torres de Linha de Transmissão, posicionando
as cantoneiras conforme o projeto, parafusando e apertando de acordo com o torque especificado. Executar a instalação
de cadeias de isoladores, condutores e pára-raios. Executar os serviços de lançamento e fixação dos cabos, anualmente
ou através de equipamentos próprio, fazendo emendas, ancoragens provisórias no solo, pré-tensionamento, nivelamento
de cabos, colocação de espaçadores, amortecedores, esferas de sinalização, etc.

OPERADOR DE MAQUINA DE CORTE E DOBRA DE METAIS I, II E III

Dobram chapas e barras metálicas. Curvam tubos, chapas e barras de metais. Conformam peças de metais por
prensagem hidráulica e excêntrica. Cortam chapas de metais. Controlam a qualidade de chapas, barras e tubos de
metais. Realizam manutenção de máquinas e matrizes. Cortar e dobrar barras de aço para armação de estrutura de
concreto, conforme etiquetas das OFF’s (Ordem de Fabricação de Ferragem), utilizando-se de máquinas de corte
(manual, elétrica e automatizados) e metro; bem como de máquinas elétricas de dobrar barras de aço ou em bancadas
com pinos e chaves de dobrar. Operar máquina elétrica de solda topo, para efetuar o reaproveitamento de barras de aço.
Efetuar amarração dos feixes de aço após a conclusão produção. Operar pontes-rolantes efetuando a carga e descarga
de caminhões, transportando e armazenando matéria-prima, produtos acabados, zelando pela correta organização do
estoque e cumprimento das orientações recebidas. Zelar pela organização e conservação do local de trabalho de acordo
com os padrões.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.
Agente: Ruído
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Fonte Geradora: Ruído proveniente da própria embarcação.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 267 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Freqüência: intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Observado proteção do motor da embarcação em local enclausurado.
Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-44)

Atenuação com uso de EPI

A – Poeira
Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.
Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: Eventual
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas Existentes: Umectação das vias de acesso as frentes de serviço.

Relatório de Análise nº: 040911-4


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Thiago Melo
Função: Mecânico de montagem de estrutura tubular
Local da amostragem: Manutenção Central
(VER - ANEXO-GHE-44)

Memória de calculo conforme NR-15:


O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 268 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2
8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).
NOTA 1
⋅ NPSC = NPSA – NRRsf
⋅ *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;
⋅ NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).
⋅ NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.
⋅ sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.
⋅ NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)
⋅ NPSc = NPSA – NRRsf
⋅ NPSc = 86 dB(A) – 16 dB(A)
⋅ NPSc = 70 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz EPI
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
 MECÂNICO MONTAGEM
Código
ESTRUTURA TUBULAR F Ruído 86,0 dB (A) 2.0.1 -- S 13027
 MONTADOR DE FORMAS Anexo IV
METÁLICAS Dec,
3048/99
 MONTADOR ESTRUTURA
METÁLICA MEIO OFICIAL Particulado
respirável
0, 1 mg/m³
 MONTADOR LINHAS DE
Poeira/Sílic NR – 15
Q a anexo 12
S S 5657
TRANSMISSÃO I Sílica Livre
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE - 45

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE COMBOIO
 OPERADOR DE CAMINHÃO ABASTECIMENTO
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A – OPERADOR DE COMBOIO

Setores:

MANUTENÇÃO CENTRAL LUBRIFICAÇÃO

II - Descrição do posto de trabalho

O Profissional acima supracitado desenvolve suas atividades especificamente no interior de veículo tipo caminhão para o
transporte, de produtos inflamáveis, combustíveis, graxas, óleos e equipamentos para manutenção mecânica em campo.
Os operadores têm como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas ao longo do trajeto como: banheiros, químicos,
bebedouros, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de
descanso.

III - Serviços realizados

A – OPERADOR DE COMBOIO, OPERADOR DE CAMINHÃO ABASTECEDOR

- Dirigir caminhão, transportando óleo diesel, óleo lubrificante, graxas, equipado de bombas e compressores, com
capacidade de carga superior a 6 toneladas; destinado a executar serviços de lubrificação em máquinas e equipamentos
pesados, em diversos canteiros obras da Empresa.

B – OPERADOR DE CAMINHÃO ABASTECIMENTO


CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 272 de 429
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Dirigir caminhão, transportando combustíveis, equipado de bombas e compressores, com capacidade de carga superior a
6 toneladas; destinado a executar serviços de abastecimento em máquinas e equipamentos pesados

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do próprio equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Veículo com cabine fechada e com ar condicionado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-45)

Tempo total TWA Dose %


08 h 72,9 dB(A) 18,69

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3981-10 19/11/2010 9:00h 17:00h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 245810-4

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jose Liz do Campo Campelo

Função: Operador de Comboio

Local da amostragem: Terraplanagem Canal de Fuga

(VER - ANEXO-GHE-45)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

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Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o nível de exposição ao ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15,
Anexo 1, da Portaria n.º 3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Conclui-se que, os trabalhadores compreendidos
pelo GHE-01 em suas atividades NÃO estão expostos a níveis de ruído acima dos limites de tolerância permitidos por lei,
portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisado foi considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado estão expostos aos riscos ocasionados por, produtos inflamáveis, caracterizando o
adcional de 30 % de periculosidade. Portanto Considerado a atividadade como Periculosa.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.3 15.7 EPI
FUNÇÃO / 15.4 EPC
15.2 Tipo Fator de 15.5 Técnica Utilizada Eficaz 15.8 CA EPI
SETOR Itens./Conc Eficaz
Risco (S/N)
(S/N)

NR-15, Anexo 1 e Código


⋅ OPERADOR DE F Ruído 72,9 dB (A) 2.0.1 Anexo IV Dec, S NA NA
COMBOIO 3048/99

⋅ OPERADOR DE
Particulado
CAMINHÃO
respirável
ABASTECIMEN
TO < 0, 1 mg/m³
Poeira /
Q NR – 15 anexo 12 S NA NA
sílica Sílica Livre
Cristalina

< 0,004 mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE- 46

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE GRUAS I;
 OPERADOR DE GRUAS II;
 OPERADOR DE PONTE ROLANTE
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - OPERADOR DE GRUAS I, OPERADOR DE GRUAS II, OPERADOR DE GUYINDASTE I, OPERADOR DE


GUYINDASTE II, OPERADOR DE GUINDAUTO, OPERADOR DE PONTE ROLANTE

Setores:

AREA INDUSTRIAL GUIDASTES


CANTEIRO INDUSTRIAL GUINDASTES
CENTRAL AR/AGUA MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL DE CONCRETO OFICINA FABRICAÇÃO
CENTRAL DE BRITAGEM PROP - PROGRAMA DE OPERADORES
POLIVALENTES
CIVIL CF/TD
SUPERVISÃO OFICINA CENTRAL
CIVIL
TERRAPLENAGEM
ELÉTRICA
VERTEDOURO

II - Descrição do posto de trabalho

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Os Profissionais acima supra citados desenvolvem suas atividades a céu aberto, na maioria dos setores analisados,
onde deslocam-se em solo, nas imediações do raio de ação do equipamento com sistema de controle remoto preso ao
corpo ou até mesmo realizar operações no interior de cabines, Tem como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas
nas fretes de trabalho como: banheiros, químicos, bebedouros, armários para guarda dos pertences pessoais e de
trabalho, abrigo para intempéries, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições
e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A - OPERADOR DE GRUAS I, OPERADOR DE GRUAS II,

- Operar guincho, verificando vazamentos aparentes, níveis de água e óleo, pneus, condições de lança, moitão etc;

- Movimentar peças de máquinas, materiais, veículos e equipamentos, posicionar torres de iluminação, descarregar
carretas no pátio de ferro, erguer máquinas para troca de pneus, etc;

- Ao operar observar os limites de capacidade da máquina de acordo com tabela específica de peso, atentando para a
segurança da carga, do moitão, dos cabos de aço, etc;

- Seguir as orientações do sinaleiro ou supervisor imediato para operação;

-Transladar a máquina no canteiro de obras ou em vias públicas, respeitando as sinalizações de tráfego e tomando as
providências necessárias à segurança do equipamento e de terceiros;

- Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência;

- Operar guindastes com capacidade de carga menor que 30 toneladas, verificando, previamente, as condições da
máquina (indicadores do painel de comando, cabos de aço, pneus, lança, esteira, moitão, etc.), movimentando cargas
mediante acionamento de alavancas, pedais e instrumentos de controle;

- Iniciar as manobras, atento aos cabos de aço, a fim de evitar que saiam das roldanas; à posição do moitão, a fim de
evitar que ultrapasse o limite de carga; e a própria carga, observando os cabos de amarração e assegurando boa
distribuição de peso. Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência, zelando para que esteja
provido dos equipamentos de segurança;

- Operar guindauto, verificando, previamente, as condições da máquina (indicadores do painel de comando, cabos de
aço, pneus, lança, esteira, moitão, etc.), movimentando cargas mediante acionamento de alavancas, pedais e
instrumentos de controle. Iniciar as manobras, atento aos cabos de aço, a fim de evitar que saiam das roldanas; à posição
do moitão, a fim de evitar que ultrapasse o limite de carga; e a própria carga, observando os cabos de amarração e
assegurando boa distribuição de peso;

- Manter o equipamento limpo e em bom estado de conservação e aparência, zelando para que esteja provido dos
equipamentos de segurança

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e equipamentos do entorno. Ruído proveniente da sirene de
alerta do equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de Proteções Coletivas

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-46)

Tempo total TWA Dose %


08h 87,1 dB(A) 139,4

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 71,1 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 279 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3978-10 15/11/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 245810-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jose Aparecido Inácio dos Santos

Função: Operador de Guindaste - II

Local da amostragem: Canal de Fuga

(VER - ANEXO-GHE-46)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

L.T. = ——————— mg/m3


% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 280 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 87,1 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 71,1 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 281 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6 EPC 15.7 EPI


15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Eficaz Eficaz
de Risco Itens./Conc Utilizada EPI
(S/N) (S/N)

NR-15, Anexo 1
e Código 2.0.1
F Ruído 89,1 dB (A) S S 13027
Anexo IV Dec,
 OPERADOR DE
3048/99
GRUAS I
Particulado
 OPERADOR DE
respirável
GRUAS II

Poeira / < 0, 1 mg/m³ NR – 15 anexo


 OPERADOR DE
Q S S 5657
PONTE ROLANTE sílica Sílica Livre 12

Cristalina

< 0,004 mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE - 47

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR BASCULANTE FORA DE ESTRADA


 OPERADOR DE CAMINHÃO BASCULANTE II
 OPERADOR DE CAMINHÃO BETONEIRA
 OPERADOR DE CAMINHÃO LEVE
 OPERADOR DE CARRETA I
 OPERADOR DE CARRETA II
 OPERADOR DE IRRIGADEIRA II.(CAMINHÃO PIPA)

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho
CENTRAL MANUTENÇÃO CENTRAL
CENTRAL AR/AGUA MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CENTRAL DE CONCRETO MANUTENÇÃO DE EQUIP MOVEIS
CIVIL CF/TD MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
CIVIL VERTEDOURO PROP - PROGRAMA DE OPERADORES
POLIVALENTES
CONCRETO
TERRAPLENAGEM
ELÉTRICA
TRANSPORTE
GERAÇÃO SUSTENTAVEL
GUINDASTES
LUBRIFICAÇÃO
II - Descrição do local

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Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades especificamente no interior de veículo tipo caminhão
para o transporte, matérias, maquinas e equipamentos. Os operadores têm como ponto de apoio, estruturas móveis
localizadas ao longo do trajeto como: banheiros, químicos, bebedouros, sendo que, as áreas de vivência são utilizadas
apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A – OPERADOR DE CARRETA I, OPERADOR DE CARRETA II:

Dirigir cavalo mecânico com reboque de carretas pesadas de vários tipos, utilizadas no transporte de cargas com peso
superior a seis toneladas, como máquinas pesadas, pré-moldados, vigas, tubos, armações de ferro e cargas pesadas em
geral. Efetuar a operação manobrando geralmente em locais com pouco espaço e de difícil acesso.

B - OPERADOR DE CAMINHÃO BASCULANTE II:

- Operar caminhão basculante, com peso variável entre 20 e 60 toneladas, com caçamba, utilizando no transporte de
terra, areia, pedras, etc., carga maior a seis toneladas;

- Fazer manutenção do caminhão: limpar e acompanhar a manutenção preventiva, auxiliando sempre que solicitado, etc.

- Preencher o formulário pré-impresso “Parte Diária”, anotando quilômetros rodados, destino, horários e consumo de
combustível, para efeito de apropriação de custo ou medições.

C - OPERADOR DE IRRIGADEIRA II

- Dirigir caminhão tanque com água pelas estradas da obra para irrigar as mesmas, reduzindo a poeira.

D - OPERADOR DE CAMINHÃO LEVE:

- Dirigir caminhão leve, atendendo frentes de trabalho no transporte de peças, pessoas, ferramentas e equipamentos e
materiais de uso geral (madeira, ferro, formas, etc.), sempre verificando estado dos pneus, vazamentos aparentes, níveis
de água, óleo e combustível.

E- OPERADOR DE CAMINHÃO BETONEIRA

- Operar caminhão betoneira, acionando o motor e manipulando o comando de rotação e do tambor de mistura (areia,
pedra britada, cimento e água); descarregar o concreto preparado, manipulando comando de rotação do tambor no
sentido inverso e deixando vazar a mistura através de calha.

F – OPERADOR DE BASCULANTE FORA DE ESTRADA

Dirigir caminhão basculante fora de estrada, com carga superior ao caminhão basculante II, utilizado no transporte e
descarga de areia, pedra, terra, britas, etc., do desmonte para o local de utilização ou bota-fora.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,

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portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do próprio Veículo.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Equipamento com cabine fechada e com ar condicionado

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-47)

Tempo total TWA Dose %


08h 83,78 dB(A) 89,43

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 67,78dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço. Equipamento com cabine
fechada e com ar condicionado.

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AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO: TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA:
9:30h 17:30h 11:00 h / 13:00 h MIN:
3936-10 09/10/2010
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L: 612
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN litros

Relatório de Análise nº: 210610-9

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Edimilson da Silva Araújo

Função: Op. De Caminhão Betoneira

Local da amostragem: Central de Concreto

(VER - ANEXO-GHE-47)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2
8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

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Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 83,78 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 67,78 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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Os trabalhadores do setor MANUTENÇÃO DE CANTEIRO (Operador de Caminhão Basculhante e Operador de


Caminhão leve, Operador de Irrigadeira) e específicamente a atividade de LIMPA FOSSA (Para a qual existe APT
específica) foi apurada a exposição a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº. 14, da Portaria nº
3.214/78 que considera ao Trabalho ou operações, em contato permanente com: esgotos (galerias e tanques) como grau
de insalubridade máxima o que assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da
região, equivalente a 40% (quarenta por cento).

Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à presença de agentes
biológicos foi considerado INSALUBRE.

Os trabalhadores do setor SANEAMENTO (Operador de Caminhão Basculhante e Operador de Caminhão leve) e


específicamente para a atividades na Estação de Tratamento de Efluentes (Para a qual existe APT específica) foi
apurada a exposição a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº. 14, da Portaria nº 3.214/78 que
considera ao Trabalho ou operações, em contato permanente com: esgotos (galerias e tanques) como grau de
insalubridade máxima o que assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da
região, equivalente a 40% (quarenta por cento).

Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à presença de agentes
biológicos foi considerado INSALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.5 15.6 EPC 15.7 EPI


15.3 Fator de 15.4 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Técnica Eficaz Eficaz
Risco Itens./Conc EPI
Utilizada (S/N) (S/N)

 OPERADOR NR-15,
BASCULANTE Anexo 1 e
FORA DE Código
ESTRADA
F Ruído 83,78 dB (A) 2.0.1 S S 13027
 OPERADOR DE Anexo IV
CAMINHÃO Dec,
BASCULANTE II 3048/99
 OPERADOR DE
Particulado
CAMINHÃO
BETONEIRA respirável

 OPERADOR DE < 0, 1 mg/m³


CAMINHÃO LEVE
Sílica Livre
 OPERADOR DE Cristalina
CARRETA I
< 0,004 mg/m³
 OPERADOR DE NR – 15
Q Poeira / sílica S --- NA
CARRETA II anexo 12
 OPERADOR DE
IRRIGADEIRA
II.(CAMINHÃO
PIPA)
 OPERADOR DE
BASCULANTE FORA
DE ESTRADA

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 289 de 429


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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-48

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE VIBRADOR DE CONCRETO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

VERTEDOURO
CENTRAL DE CONCRETO
CIVIL

II - Descrição do local.

Trabalho a céu aberto no Vertedouro, casa de força e área de montagem. Áreas formadas pela escavação de rocha e
circundados diretamente por ela. Trabalho diretamente na área civil em construção. Piso regular porém em determinadas
áreas formado por passagens e escadarias de madeira. Áreas com disposição de ferragens e formas de madeira.

III - Serviços realizados.

Operar vibrador de concreto, abrindo o registro de ar, fazendo funcionar, dando descarga nos purgadores (retirar água da
linha de ar), mergulhando o aparelho no concreto, vibrando de acordo com técnicas adequadas, a fim de evitar a
desagregação do mesmo ou a formação de bicheira (locais que ficam vazios sem a massa do concreto) tomar os
cuidados necessários para conversação das formas e/ou painéis, mantendo certa distancia entre o vibrador e as paredes
destes e evitando a ação do vibrador sobre “agulhas” que prendem uma parede da forma à outra, a fim de garantir a
qualidade da concretagem e possibilitar o reaproveitamento de material

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

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A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-48)

Tempo total TWA Dose %


08 h 88,19 dB(A) 159,0

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 72,19 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 291 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Medidas Existentes: Umectação do ambiente em que se desenvolve o serviço.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3963-10 15/10/2010 9:15h 17:15h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-6

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Agnaldo Rodrigues dos Santos

Função: Vibradorista de Concreto

Local da amostragem: Central de concreto

(VER - ANEXO-GHE-48)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 292 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 88,19 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 72,19 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 293 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 88;19 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
Dec,
3048/99
 OPERADOR DE VIBRADOR DE
CONCRETO Particulado
respirável

< 0, 1 mg/m³
NR – 15
Q Poeira Sílica Livre S S 5657
anexo 12
Cristalina

< 0,004
mg/m³

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 294 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO – LTCAT. UHE-JIRAU. GHE- 49

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

DATA: 03/12/2010

DENOMINAÇÃO DO GHE: 49

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA I;
 OPERADOR DE PÁ CARREGADEIRA II;
 OPERADOR DE RETROESCAVADEIRA;
 OPERADOR DE MOTONIVELADORA I;
 OPERADOR DE MOTONIVELADORA II;
 OPERADOR DE TRATOR AGRÍCOLA.
Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - OPERADOR DE RETRO ESCAVADEIRA:


CENTRAL DE CONCRETO
TERRAPLENAGEM
CENTRAL DE CONCRETO
TERRAPLENAGEM
CIVIL CF/TD
CENTRAL BRITAGEM - 04

B – OPERADOR DE MOTONIVELADORA I, OPERADOR DE MOTONIVELADORA II:


TERRAPLENAGEM
PROP - PROGRAMA DE OPERADORES POLIVALENTES

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CENTRAL DE CONCRETO
C - OPERADOR DE TRATOR AGRÍCOLA
TERRAPLENAGEM

II - Descrição do posto de trabalho

Os Profissionais acima supracitados desenvolvem suas atividades especificamente no interior de equipamentos tipo
tratores, utilizados no nivelamento das vias, perfuração de valas e movimentação de material comum. Os operadores
têm como ponto de apoio, estruturas móveis localizadas ao longo do trajeto como: banheiros, químicos, bebedouros,
sendo que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

III - Serviços realizados

A - OPERADOR DE RETRO ESCAVADEIRA:

- Operar máquina pesada, montada sobre rodas ou esteiras e provida de uma pá de comando hidráulico, em serviços de
remoção de terra, areia, pedra britada, etc., em diversos locais, inclusive os de difícil acesso; acionando os comandos
para escavar, carregá-la e descarregá-la em caminhões basculantes;

- Faz limpeza, preencher o formulário pré-impresso check-list de Segurança “Parte Diária”, anotando quilômetros rodados,
destino, horários e consumo de combustível, para efeito de apropriação de custo ou medições;

- Opera retro escavadeira, conduzindo-a e operando seus comandos para serviços de abertura de valas, canais, remoção
de terra, pedras ou materiais análogos, limpeza de caçambas, cargas para transporte leves, etc.

B - OPERADOR DE MOTONIVELADORA I, OPERADOR DE MOTONIVELADORA II

- Opera máquina pesada (moto niveladora com automação), com equipamentos dotados de lâmina e dentes de
escarificação;

- Executar com a lâmina, serviços de nivelamento de terreno e acabamento de cortes em barrancos e com o
escarificador, operações diversas para soltar e homogeneizar o material solidificado, a fim de obter a liga com a camada
superior a ser sobreposta e compactada;

- Efetuar essas operações orientando-se pelas marcações topográficas e manipulando comandos diversos para
regulagem da altura e dos movimentos da lâmina;

- Realizar preenchimento de check-list de Segurança e, parte diária, apropriando seus serviços nas OS’s disponíveis para
cada serviço.

C – OPERADOR DE TRATOR AGRÍCOLA:

- Operar trator agrícola no transporte de materiais ou máquinas leves, bem como na execução de serviços auxiliares de
terraplenagem, de homogeneização de argila em local de lançamento e compactação ou em serviços de escarificação do
terreno, acoplando-lhe arado e grade;

- Executar os trabalhos manipulando alavancas de comando de natureza simples que não envolvem grandes dificuldades
ou precisão.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do próprio equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Equipamento com cabine fechada e e com ar condicionado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-49)

Tempo total TWA Dose %


08 h 75,80 dB(A) 28,14

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

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Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço. Equipamento com cabine
fechada e e com ar condicionado.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3953-10 09/10/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L: 612
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN litros

Relatório de Análise nº: 210610-13

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Antônio Marcos Lopes do Carmo

Função: Operador de Pá Carregadeira

Local da amostragem: Central de Concreto

(VER - ANEXO-GHE-49)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

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Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

15.6 EPC 15.7 EPI


15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica
FUNÇÃO / SETOR Eficaz Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada
(S/N) (S/N)

 OPERADOR DE PÁ NR-15, Anexo


CARREGADEIRA I; 1 e Código
F Ruído 75,80 dB (A) S S 13027
2.0.1 Anexo IV
 OPERADOR DE PÁ
Dec, 3048/99
CARREGADEIRA II;

 OPERADOR DE Particulado
RETROESCAVADEIRA; respirável

 OPERADOR DE < 0, 1 mg/m³


MOTONIVELADORA I; Poeira / NR – 15
Q S S 5657
OPERADOR DE sílica anexo 12
Sílica Livre
MOTONIVELADORA II;
Cristalina
 OPERADOR DE TRATOR
< 0,004 mg/m³
AGRÍCOLA.

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE PERFURATRIZ HIDRÁULICA

 OPERADOR DE PERFURATRIZ PNEUMATICA

 OPERADOR DE JUMBO

Período de Exposição (Jornada de Trabalho): 44 Horas semanais.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - OPERADOR DE PERFURATRIZ HIDRÁULICA

Setores:

TERRAPLENAGEM

II - Descrição do posto de trabalho

O Profissional acima supracitado desenvolve suas atividades especificamente no interior de equipamento com cabine
fechada e, tipo perfuratriz hidráulica ou pneumática, que se locomove sobre esteiras ou pneus e desenvolvido para
perfuração de rocha. Os operadores têm como ponto de apoio, estruturas moveis localizadas ao longo do trajeto como:
banheiros, químicos, bebedouros, sendo

que, as áreas de vivência são utilizadas apenas durante o período das refeições e horários de descanso.

Observou-se a utilização de água para Umectação da rocha durante o processo de perfuração.

III - Serviços realizados

A – OPERADOR DE PERFURATRIZ HIDRÁULICA:

- Opera perfuratriz hidráulica ou pneumática que se locomove sobre esteiras ou pneus;


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- Equipamentos estes que executam perfuração de rocha para detonação, instalação de ancoragens, injeção de cimento,
etc.;

- Aciona comando para locomoção para frente e para trás, posicionamento e funcionamento do martelo de perfuração que
permite a máquina perfurar rochas de grande resistência;

- Faz lavagem, lubrificação, abastecimento, preenche parte diária, apropriando seus serviços nas OS’s disponíveis para
cada serviço.

B - OPERADOR DE PERFURATRIZ PNEUMATICA

Operar máquina perfuratriz pesada, que caminha sobre esteiras com a finalidade de ajudar na preparação do túnel para
detonação: executar os trabalhos acionando alavancas de comandos, que permitem á máquina perfurar rochas de grande
resistência, bem como colocar cartuchos de dinamite nos orifícios perfurados a fim de facilitar os trabalhos de detonação.

C – OPERADOR DE JUMBO

Operar máquina projetada para perfurar rochas de grande resistência, movida por comandos hidráulicos eletrônicos,
acoplada a um carro diesel dirigível. Podendo conter de 2 a 4 lanças (braços) que são orientadas por marcações
topográficas para executar, na profundidade determinada, as perfurações das rochas, onde serão colocados os
explosivos para detonação.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do próprio equipamento.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Equipamento com cabine fechada e ar condicionado.

Resultado da Dosimetria (VER - ANEXO-GHE-50)

Tempo total TWA Dose %

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08 h 80,97 dB(A) 59,1

Atenuação com uso de EPI


EPI / CA NRR/SF NPSc
13027 16 dB(A) 64,97 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Poeira em suspensão gerada pelo processo de perfuração de rocha.

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço, e Umectação da rocha
durante o processo de perfuração. Equipamento Com cabine fechada e ar condicionado.

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)

TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3982-10 21/09/2010 9:20h 17:20h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 190410-10

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jasson Borelle Oliveira Gomes

Função: Operador de Perfuratriz Hidráulica


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Local da amostragem: Canal de Fuga

(VER - ANEXO-GHE-50)

RELATÓRIO DE ANÁLISE Nº 190410-10


Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %
Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da Portaria
nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

⋅ NPSC = NPSA – NRRsf

⋅ *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

⋅ NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

⋅ NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

⋅ sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

⋅ NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

⋅ NPSc = NPSA – NRRsf


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⋅ NPSc = 80,97 dB(A) – 16 dB(A)

⋅ NPSc = 64,97 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos Poeira:

Com relação aos Agentes Químicos, em contato via respiratória com (Poeira Inalável Respirável, e Sílica Livre Cristalina),
esses foram medidos e atingiram valores abaixo do limite estabelecido pela NR-15, Anexo n.º12, da Portaria nº 3.214/78.
Portanto, o ambiente quanto aos elementos químicos analisados foram considerados SALUBRES.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Ostrabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP (00) ZERO

15.7 EPI
FUNÇÃO / 15.3 Fator 15.5 Técnica 15.6 EPC
15.2 Tipo 15.4 Itens./Conc Eficaz 15.8 CA EPI
SETOR de Risco Utilizada Eficaz (S/N)
(S/N)

OPERADOR DE NR-15, Anexo 1


PERFURATRIZ e Código 2.0.1
F Ruído 80,97dB (A) S S 13027
HIDRÁULICA Anexo IV Dec,
3048/99
OPERADOR DE
PERFURATRIZ Particulado
PNEUMÁTICA respirável

OPERADOR DE < 0,1 mg/m³


JUMBO Poeira / NR – 15 anexo
Q S S 5657
sílica 12
Sílica Livre
Cristalina
< 0,004 mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR BOMBA DE CONCRETO


 OPERADOR DE CAMINHÃO DE LANÇAMENTO DE CONCRETO
 OPERADOR DE BOMBA DE ALTA PRESSÃO
 OPERADOR CENTRAL AR COMPRIMIDO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

A - OPERADOR BOMBA DE CONCRETO


CENTRAL CONCRETO MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS,
CENTRAL CONCRETO PROP Programa de Operadores Polivalentes
TERRAPLENAGEM
B - OPERADOR DE CAMINHÃO DE LANÇAMENTO DE CONCRETO
CENTRAL CONCRETO

II - Descrição do local.

Trabalho a céu aberto nos setores antes mencionados. Operação do caminhão em cabine fechada e com ar
condicionado. Operação em cabines fechadas nas centrais de concreto.

III - Serviços realizados.

A - OPERADOR BOMBA DE CONCRETO

Opera bomba de concreto acoplada ao caminhão, acionando os dispositivos adequados, para lançar o concreto, através
de tubulação. Instala a bomba no local indicado, utilizando força mecânica ou manual, para permitir o recebimento do
concreto e seu posterior bombeamento aos locais de utilização; verifica a estabilidade da tubulação examinando sua

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instalação para possibilitar o bombeamento do concreto sem interrupção; verifica os níveis de óleo e água do motor e da
bomba propriamente dita, fazendo a leitura dos instrumentos de medição existentes, para possibilitar o bom
funcionamento do equipamento. Manipulando alavancas, volantes e outros dispositivos, para assegurar o fornecimento de
concreto aos locais de utilização; interrompe o bombeamento, invertendo o sentido de movimentação dos pistões da
bomba, para fazer retornar o concreto da tubulação à caçamba da bomba e impedir o endurecimento no seu interior;
efetua o abastecimento e limpeza da bomba, utilizando ferramentas adequadas, para mantêla em boas condições de
funcionamento; registra as características do concreto fornecido, e do funcionamento da bomba, utilizando formulários
próprios, para possibilitar análises futuras quanto à qualidade do concreto bombeado e às condições do equipamento.

B - OPERADOR DE CAMINHÃO DE LANÇAMENTO DE CONCRETO

Opera bomba de concreto acoplada ao caminhão, acionando os dispositivos adequados, para lançar o concreto, através
de tubulação. Instala a bomba no local indicado, utilizando força mecânica ou manual, para permitir o recebimento do
concreto e seu posterior bombeamento aos locais de utilização; verifica a estabilidade da tubulação examinando sua
instalação para possibilitar o bombeamento do concreto sem interrupção; verifica os níveis de óleo e água do motor e da
bomba propriamente dita, fazendo a leitura dos instrumentos de medição existentes, para possibilitar o bom
funcionamento do equipamento. Manipulando alavancas, volantes e outros dispositivos, para assegurar o fornecimento de
concreto aos locais de utilização; interrompe o bombeamento, invertendo o sentido de movimentação dos pistões da
bomba, para fazer retornar o concreto da tubulação à caçamba da bomba e impedir o endurecimento no seu interior;
efetua o abastecimento e limpeza da bomba, utilizando ferramentas adequadas, para mantêla em boas condições de
funcionamento; registra as características do concreto fornecido, e do funcionamento da bomba, utilizando formulários
próprios, para possibilitar análises futuras quanto à qualidade do concreto bombeado e às condições do equipamento.

C - OPERADOR CENTRAL AR COMPRIMIDO

Examinar os equipamentos da central de ar, verificando as condições dos registros que dão passagem ao ar e
certificando-se de que as correias dos compressores estão devidamente apertadas. Ligar o gerador (por
aproximadamente 10 minutos) para carregar a bateria a ser utilizada em caso de emergência. Aguardar solicitação para
o fornecimento de ar para serviços diversos da obra, limpando os equipamentos e mantendo o local em ordem. Operar
central de ar comprimido, quando solicitado, abrindo a válvula de segurança e ligando o compressor. Anotar no livro de
registro o prefixo do equipamento, nome do solicitante, horário de início da operação e serviço executado, além de
informar ao apontador de campo o horário de funcionamento da central. Acompanhar o funcionamento dos equipamentos,
verificando manômetros e comunicando ao supervisor qualquer irregularidade. Esgotar a água acumulada no compressor,
abrindo e fechando registro, para o bom funcionamento do equipamento (excesso de água pode travar a válvula de
controle da pressão do ar.)

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca

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INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-51)

Tempo total TWA Dose %

08 h 87,41 dB(A) 141,60

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 71,41 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

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AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3974-10 15/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-1

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Gildeni Alves

Função: Operador de Bomba de Concreto

Local da amostragem: Civil Casa de Força

(VER - ANEXO-GHE-51)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,2 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 2,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
2+2

L.T. = 2,0 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

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Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;

 NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).

 NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.

 sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.

 NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)

 NPSc = NPSA – NRRsf

 NPSc = 87,41 dB(A) – 16 dB(A)

 NPSc = 71,41 dB(A)

Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

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6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 87,41 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
 OPERADOR BOMBA DE
Dec,
CONCRETO
3048/99
 OPERADOR DE CAMINHÃO DE
LANÇAMENTO DE CONCRETO
Particulado
 OPERADOR DE BOMBA DE
respirável
ALTA PRESSÃO
0,2 mg/m³
 OPERADOR CENTRAL DE AR NR – 15
Q Poeira S S 5657
COMPRIMIDO Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-52

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 AJUDANTE DE SERVIÇOS DIVERSOS


 AJUDANTE MANUTENÇÃO/ PROD

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

ALOJAMENTO MANUTENÇÃO CENTRAL


ÀREA DE LAZER MANUTENÇÃO DE CAMPO
BRIGADA MANUTENÇÃO DE CANTEIRO
CENTRAL AR/AGUA MANUTENÇÃO DE EQUIP INDUSTRIAIS
CENTRAL BRITAGEM OFICINA FABRICAÇÃO
CENTRAL CONCRETO REFEITORIO
CIVIL CF/TD SEGURANÇA DO TRABALHO
CIVIL VERTEDOURO SEGURANÇA PATRIMONIAL
FABRICA DE GELO SUPRIMENTOS
GUINDASTES TERRAPLENAGEM
LAVANDERIA TOPOGRAFIA

II - Descrição do local.

Trabalho preferencialmente em locais externos a céu aberto nos diferentes setores mencionados. Em determinados casos
o trabalho é executado em locais fechados (alojamentos, escritórios) com ventilação e iluminação artificial. Em outros
casos o trabalho é desenvolvido em galpões de estrutura metálica com cobertura em telhas metálicas e piso de cimento
polido e desprovido de paredes laterais. Ventilação natural, iluminação natural ou com lâmpadas e refletores.

III - Serviços realizados.

Atuar nas diversas áreas da obra, tais como: armação, carpintaria, manutenção, concreto, montagem, etc, executando
serviços braçais como transporte de volumes, peças, ferramentas, materiais, etc, ajudando os profissionais nos trabalhos
a serem executados;

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Preparo e limpeza de peças;


Organização e manutenção da limpeza do local de trabalho;
Auxiliar na execução de serviços relacionados à faxina dos escritórios e demais dependências do canteiro de obras,
varrendo e lavando, encerando móveis e instalações, limpando e espanando utensílios e objetos diversos, arrumando e
higienizando banheiros e removendo lixo.
Executar serviços de limpeza e lavagem de peças, limpeza do local de trabalho, remoção e
transporte de peças e sucatas. Auxiliar os mecânicos realizando serviços simples de manutenção.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.
Agente: Ruído
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno
Freqüência: Intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Verificar caderno de proteções coletivas
Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-52)

Atenuação com uso de EPI

II – Agentes Químicos
A – Poeira
Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba

GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

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Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)
Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

Relatório de Análise nº: 210610-3


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Levi Guimarães
Função: Ajudante de serviços diversos
Local da amostragem: Vertedouro
(VER - ANEXO-GHE-52)

Memória de calculo conforme NR-15:


O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:
8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

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Agentes Físicos Ruído:

Agentes Físicos Ruído:


Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).
NOTA 1
⋅ NPSC = NPSA – NRRsf
⋅ *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;
⋅ NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).
⋅ NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.
⋅ sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.
⋅ NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)
⋅ NPSc = NPSA – NRRsf
⋅ NPSc = 94,1 dB(A) – 16 dB(A)
⋅ NPSc = 78,1 dB(A)
Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores dos setores relacionados não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo
nº. 14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

Os trabalhadores do setor MANUTENÇÃO DE CANTEIRO e específicamente a atividade de LIMPA FOSSA (Para a qual
existe APT específica) foi apurada a exposição a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº. 14, da

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Portaria nº 3.214/78 que considera ao Trabalho ou operações, em contato permanente com: esgotos (galerias e tanques)
como grau de insalubridade máxima o que assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário
mínimo da região, equivalente a 40% (quarenta por cento). Portanto, o procedimento operacional do profissional no
ambiente laboral, com respeito à presença de agentes biológicos foi considerado INSALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7.PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP=00 (zero) Para todos os trabalhadores enquadrados na função de Ajudante


de Serviços Diversos.
GFIP
GFIP=04 (quatro) Para os trabalhadores designados para a atividade de LIMPA
FOSSA.

15.6
15.5 15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 EPC 15.8 CA
FUNÇÃO / SETOR Técnica Eficaz
Tipo de Risco Itens./Conc Eficaz EPI
Utilizada (S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código
F Ruído 94,1 dB (A) 2.0.1 -- S 13027
Anexo IV
 AJUDANTE DE SERVIÇOS
Dec,
DIVERSOS
3048/99
 AJUDANTE
MANUTENÇÃO/ PROD
Particulado
respirável
0,1 mg/m³
NR – 15
Q Poeira anexo 12
-- S 5657
Sílica Livre
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-53

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE REFRIGERAÇÃO,
 TECNICO OPER. REFRIGERAÇÃO

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

II - Descrição do local.

Trabalho em áreas externas aos prédios da obra, alojamentos, especialmente nos canteiros/escritórios ou em
equipamentos pesados. Desloca-se assim pelos diferentes locais da obra segundo a necessidade, encontrando neles
condições semelhantes. Trabalho na fábrica de gelo dando manutenção aos equipamentos de refrigeração.

III - Serviços realizados.

OPERADOR DE REFRIGERAÇÃO, TECNICO OPER. REFRIGERAÇÃO

Operam sistemas de ar - condicionado, acionando motores, ventiladores, chillers para resfriamento de líquidos, fancoil
para climatização de ambientes, dispositivos de controle pneumático e eletroeletrônico e condicionadores de ar. Operam
sistemas de refrigeração convencional e de refrigeração com amônia. Controlam o funcionamento dos sistemas de
refrigeração e ar - condicionado e realizam manutenção preventiva básica nesses sistemas. Utilizam equipamentos de
comunicação, registram ocorrências operacionais e preenchem relatórios de rotina. Trabalham em conformidade a
normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.
Realiza manutenção preventiva e corretiva. Identifica problemas no sistema de ar condicionado em máquinas e
equipamentos pesados. Elabora pedido das peças. Executa limpeza em todos os sistemas de ar condicionado.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-53)

Tempo total TWA Dose %

08 h 72,61 dB(A) 17,77

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3975-11 09/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-14

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Jassir Mercado

Função: Téc em refrigeração

Local da amostragem: Manutenção de canteiro

(VER - ANEXO-GHE-53)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

B – Amonia

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, amonia de Metodologias de amostragem método: NIOSH 0500,
0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 320 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

calibrador digital programável para bomba GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações
realizadas no local onde permanece o trabalhador, à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a
metodologia.

Agente: Químico

Agente: Químico
Limite de Tolerância: NR-15 / ACGIH-2010
Meio de Propagação: Aérea
Freqüência: intermitente
Tempo de Exposição: 8 horas
Medidas Existentes: mascara para vapores orgânicos

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas


AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)
HORA DE TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA FINAL: INTERVALO:
INICIO: MIN:
0358-11 09/02/2011 18:00h 11:00 h / 13:00 h
10:00h 60 min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 75 litros

Relatório de Análise nº: 040911-14


Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.
Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO
Tipo de amostrador: Tubo de sílicagel (200/100) mg impregnado
com ácido sulfúrico
Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.
Funcionário avaliado: Rodrigo Américo de Souza
Função: Téc operador refrigeração
Local da amostragem: Central de Gelo
A análise foi realizada em Cromatografia de íons, metodologia interna MA-004 Revisão 02, conforme métodos Metrohm -
IC Application Work AW CH6-
0720-012002 e NIOSH 6016.
(VER - ANEXO-GHE-53)

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

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5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

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7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 72,61 dB (A) NA S 13027
Anexo IV
Dec,

 OPERADOR DE 3048/99
REFRIGERAÇÃO
Particulado
 TECNICO OPER.
respirável
REFRIGERAÇÃO
< 0,1 mg/m³
NR – 15
Q Poeira S S 5657
Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-54

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA I


 OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA II

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CENTRAL CONCRETO
CIVIL CF/TD
CIVIL VERTEDOURO
TERRAPLENAGEM

II - Descrição do local.

Operação de escavadeira a céu aberto nos diferentes áreas da obra segundo a necessidade sendo as condições
ambientais semelhantes em todos os casos. Equipamento cabinado com ar condicionado, determinando mais ainda a
homogeneidade do ambiente de trabalho

III - Serviços realizados.

OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA I, OPERADOR DE ESCAVADEIRA HIDRAULICA II.

Operar escavadeiras hidráulica e equivalentes, conduzindo-as e operando - seus comandos de corte, elevação e abertura
para escavar, remover terra, pedras, areia e materiais análogos. Conduzir a máquina, acionando o motor e manipulando
os dispositivos e executando pequenos reparos, para assegurar o bom funcionamento. Efetuar a manutenção da
máquina, lubrificando-a e executando pequenos reparos, para assegurar seu bom funcionamento. Comunicar ao superior
imediato sempre que encontrar partes quebradas, soltas, faltando, vazamentos, ruídos anormais ou problemas com o
desempenho da máquina, para providências.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

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I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver caderno de proteções coletivas.

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-54)

Tempo total TWA Dose %

08 h 76,63 dB(A) 27,57

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
0435-11 09/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-9

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Raimundo dos Reis

Função: Operador de escavadeira hidráulica

Local da amostragem: Terraplanagem - rocha

(VER - ANEXO-GHE-54)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 326 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

7. PREENCHIMENTO DO PPP

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR 15.2 Tipo Eficaz 15.8 CA EPI
de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 76,63 dB (A) S S NA
Anexo IV
 OPERADOR DE Dec,
ESCAVADEIRA 3048/99
HIDRAULICA I
Particulado
 OPERADOR DE respirável
ESCAVADEIRA
< 0,1 mg/m³
HIDRAULICA II NR – 15
Q Poeira S S 5657
Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 328 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-55

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE TRATOR LÂMINA I

 OPERADOR DE TRATOR LÂMINA II.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

TERRAPLENAGEM

VERTEDOURO

II - Descrição do local.

Operação Do trator lâmina a céu aberto nos diferentes áreas da obra segundo a necessidade sendo as condições
ambientais semelhantes em todos os casos. Equipamento cabinado com ar condicionado, determinando mais ainda a
homogeneidade do ambiente de trabalho

III - Serviços realizados.

OPERADOR DE TRATOR LÂMINA I, OPERADOR DE TRATOR LÂMINA II.

Opera trator pesado, acionando alavancas para levantar ou baixar a lança, trafegando para frente ou para trás,
distribuindo ou carregando terra, nivelando o solo, acertando camadas de terra, espalhando camadas de rocha, fazendo
limpeza no pé das bancadas de rocha, fazendo escavações de solos com presença ou não de matacões, fazendo
rampas, acostamentos, desmatamentos, decapes, valetas;
- Cortando rios, rebocando ou empurrando máquinas pesadas, etc.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 329 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículos, Máquinas e Equipamentos do entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Ver cadernos de proteção coletiva

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-55)

Tempo total TWA Dose %


08 h 76,16 dB(A) 33,59

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: Niosh 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas Existentes: Umectação das vias de acesso as frentes de serviço.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 330 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
3963-10 18/10/2010 9:15h 17:15h 11:00 h / 13:00 h
360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-18

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Hilton Souza Ferreira

Função: Operador de Trator de Esteira

Local da amostragem: Central de concreto

(VER - ANEXO-GHE-55)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

L.T. = ——————— mg/m3

% quartzo + 2

L.T. = ——————— mg/m3

4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 331 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído não ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo abaixo dos 85 dB(A). Portanto, o ambiente quanto à concentração de ruído analisada foi
considerada SALUBRE.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 332 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

7. PREENCHIMENTO DO PPP

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 76,16 dB (A) S S NA
Anexo IV
Dec,
3048/99
 OPERADOR DE TRATOR
LÂMINA I Particulado

 OPERADOR DE TRATOR respirável

LÂMINA II. < 0,1 mg/m³

Poeira / NR – 15
Q S S NA
sílica Sílica Livre anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 333 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO (LTCAT). UHE-JIRAU. GHE-56

1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR I

 OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR II

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

TERRAPLANAGEM

II - Descrição do local.

Operação do equipamento a céu aberto nos diferentes áreas da obra segundo a necessidade sendo as condições
ambientais semelhantes em todos os casos. Equipamento cabinado com ar condicionado, determinando mais ainda a
homogeneidade do ambiente de trabalho.

III - Serviços realizados.

OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR I, OPERADOR DE ROLO COMPACTADOR II

Efetuar manobras com cilindro compressor impulsionado por força motriz ou acoplado a um trator, destinado a comprimir
e nivelar diversas camadas de asfalto brita e terrenos em geral.

4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 334 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente do equipamento rolo compactador e de veículos, máquinas e equipamentos do
entorno.

Freqüência: Eventual

Tempo de Exposição: 6 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-56)

Tempo total TWA Dose %


08 h 85,6 dB(A) 105,1

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc


13027 16 dB(A) 69,6 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO CAMARGO CORREA S.A. UHE JIRAU. 335 de 429


LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Freqüência: Poeira do solo em suspensão gerada pela movimentação do próprio equipamento e também de máquinas em
equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador semifacial valvulado descartável- classe PFF2 CA 5657 (ver Mapa de
EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


Nº HORA DE TEMPO TOTAL
DATA: HORA FINAL: INTERVALO:
AMOSTRADOR INICIO: MIN:
14/10/2010 18:00h 11:00 h / 13:00 h
3937-10 10:00h 360min
VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO, L:
1,7 L/MIN 1,7 L/MIN 612 litros

Relatório de Análise nº: 210610-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: João Félix Araújo

Função: Operador de Rolo Compactador

Local da amostragem: Terraplanagem/Canal de fuga

(VER - ANEXO-GHE-56)

RESULTADO DO LABORATÓRIO
Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina
< 0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %
Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

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Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Agentes Físicos Ruído:


Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).
NOTA 1
⋅ NPSC = NPSA – NRRsf
⋅ *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;
⋅ NPSA nível de pressão sonora medido na escala (A).
⋅ NRR é o valor de atenuação existente em cada protetor auditivo de acordo com seu modelo e marca.
⋅ sf significa “subject fit” ou colocação por ouvintes.
⋅ NRRsf do protetor auditivo: 16 dB(A)
⋅ NPSc = NPSA – NRRsf
⋅ NPSc = 85,6 dB(A) – 16 dB(A)
⋅ NPSc = 69,6 dB(A)
Conforme atenuação com uso de protetor auditivo, a concentração de ruído apresenta -se abaixo dos 85 dB(A)/8
Horas/Diárias enunciados na NR 15, Anexo 1, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, A INSALUBRIDADE MENCIONADA É
NEUTRALIZADA COM O USO DE EPI, CONSIDERADO COMO “SALUBRE”, conforme Art.º 191, item II, da Lei 6.514
de 22 de dezembro de 1977 e conforme NR-15, Item 15.4 e item 15.4.1, da Portaria n.º 3.214 de 08 de junho de 1978.
Tendo em vista que o nível de ação foi ultrapassado, recomenda-se a tomada de ações preventivas e especificadas no
PPRA.

Agentes Físicos Temperatura:

O agente físico CALOR não foi item de avaliação, pois não há fontes artificiais de calor nos postos de trabalho, conforme
Anexo n.º 03, da Norma Regulamentadora n.º 15, da Portaria n.º 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do
profissional no ambiente laboral, com respeito à temperatura foi considerado SALUBRE.

Agentes Químicos- Poeira:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Químicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
11, 12 e 13, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com
respeito à presença de agentes químicos foi considerado SALUBRE.

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Agentes Biológicos:

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos a agentes Biologicos insalubres, conforme NR-15, Anexo nº.
14, da Portaria nº 3.214/78. Portanto, o procedimento operacional do profissional no ambiente laboral, com respeito à
presença de agentes biológicos foi considerado SALUBRE.

6. PARECER TÉCNICO PERICULOSIDADE

NR-16, PORTARIA 3.214/78 E DECRETO 93.412/86

Os trabalhadores do setor relacionado não estão expostos aos riscos ocasionados por radioatividade, produtos
inflamáveis, explosivos e eletricidade; não foi considerada a PERICULOSIDADE.

GFIP GFIP=00 (zero)

15.6
15.7 EPI
15.2 15.3 Fator 15.4 15.5 Técnica EPC
FUNÇÃO / SETOR Eficaz 15.8 CA EPI
Tipo de Risco Itens./Conc Utilizada Eficaz
(S/N)
(S/N)

NR-15,
Anexo 1 e
Código 2.0.1
F Ruído 85,6 dB (A) -- S 13027
Anexo IV
Dec,
3048/99
 OPERADOR DE ROLO
COMPACTADOR I Particulado
respirável
 OPERADOR DE ROLO
< 0,1 mg/m³
COMPACTADOR II
NR – 15
Q Poeira Sílica Livre S S 5657
anexo 12
Cristalina
< 0,004
mg/m³

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1. DADOS CADASTRAIS DA EMPRESA:


EMPRESA: Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A

ENDEREÇO: ROD BR-364 S/N - KM-110 Gleba Capitão Sílvio

BAIRRO: Zona Rural - Distrito de Jaci Paraná. CEP: 76-840-000

MUNICÍPIO: Porto Velho – RO

CNPJ: 61.522.512/0031-28 FILIAL

ATIVIDADE: Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica

CODIGO CNAE: 42.21-9-01

GRAU DE RISCO: lV (quatro)

2. CARGOS/FUNÇÕES AVALIADAS:

 OFICIAL CONSTRUTOR CIVIL – BIVALENTE.

3. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS E DOS SERVIÇOS REALIZADOS EM CADA SETOR.

I - Setores de Trabalho

CIVIL MANUTENÇÃO DE CANTEIRO


CIVIL CF/TD PAISAGISMO

II - Descrição do local.

Trabalho realizado em galpões construídos em estruturas metálicas. Cobertura em telhas de fibrocimento ou metálicas.
Desprovido de paredes laterais. Piso regular de cimento queimado. Ventilação natural. Iluminação natural e artificial
através de lâmpadas e refletores.

III - Serviços realizados.

OFICIAL CONSTRUTOR CIVIL BIVALENTE.

Confeccionar armações de ferragens em construções de estruturas de concreto; alinhar, desentortar, cortar e dobrar
vergalhões de ferro, próprios para armação e tecer a referida armação. Confeccionar formas de diferentes medidas para
colocação de concreto, serrando, furando, pregando e plainando a madeira. Colocar as formas nos locais pré-
determinados, transportando-as e ajustando-as. Vibrar concreto, dar acabamento no concreto, sarrafeando,
desempenando, nivelando, conforme exigência da topografia e retocando as falhas após a desforma, a fim de uniformizar
a superfície acabada. Apicoar concreto, com ponteiro e marreta, retirando defeitos e dando acabamento, a fim de
prepará-lo para novo lançamento.

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4. AVALIAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AOS RISCOS AMBIENTAIS

I – Agentes Físicos

A – Ruído

O ruido foi analisado por dosimetria com base na NR15, anexos 1 e 2, e pela NHO-01 da FUNDACENTRO. Os niveis de
ruído para conforto ambiental foram medidos em decibéis (dB), com instrumento de nível de pressão sonora operando no
circuito de compensação “A” e resposta lenta (SLOW) — Equipamento utilizado: Dosimetro de ruído, marca
INSTRUTHERM, MODELO DOS-500. O microfone de recebimento foi acoplado próximo ao ouvido do trabalhador,
portanto o nível de pressão sonora que sendo quantificado é o mesmo que o(a) trabalhador(a) estará recebendo em seu
ouvido.

Agente: Ruído

Limite de Tolerância: NR-15

Meio de Propagação: Aérea

Fonte Geradora: Ruído proveniente de Veículo, Máquinas e Equipamentos do entorno

Freqüência: Intermitente

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Protetor auditivo EPI / CA:13027 (ver mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Não evidenciado

Resultado da Dosimetria - (VER - ANEXO-GHE-57)

Tempo total TWA Dose %

08 h 84,22 dB(A) 89,60

Atenuação com uso de EPI

EPI / CA NRR/SF NPSc

13027 16 dB(A) 68,22 dB(A)

II – Agentes Químicos

A – Poeira

Foi realizada avaliação de exposição a agentes químicos, poeira com concentração de sílica livre cristalina, através de
Metodologias de amostragem para poeira respirável: método: NIOSH 0500, 0600 e 7602 – gravimétrico - Equipamento
utilizado: Bomba de amostragem GILAIR 5, devidamente, calibrada com calibrador digital programável para bomba
GILIAR-5, marca DRYCAL-USA, MODELO 510M, sendo as avaliações realizadas no local onde permanece o trabalhador,
à altura da região do corpo mais atingida conforme determina a metodologia.

Agente: Químico

Limite de Tolerância: NR-15

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Meio de Propagação: Aérea

Freqüência: Poeira em suspensão gerada pela movimentação de máquinas em equipamentos do entorno.

Tempo de Exposição: 8 horas

Medidas proteção individual Existentes: Respirador Valvulado - classe PFF2 (ver Mapa de EPI´s)

Medidas proteção coletiva Existentes: Umectação das vias de acesso às frentes de serviço

AVALIAÇÃO: POEIRA INALÁVEL (RESPIRÁVEL)


TEMPO TOTAL
Nº AMOSTRADOR DATA: HORA DE INICIO: HORA FINAL: INTERVALO:
MIN:
0438-11 15/02/2011 10:00h 18:00h 11:00 h / 13:00 h
360min

VAZÃO INICIAL L/MIN: VAZÃO FINAL L/MIN: VOLUME DE AR AMOSTRADO,


1,7 L/MIN 1,7 L/MIN L: 612 litros

Relatório de Análise nº: 040911-2

Avaliado: CONSTRUÇÕES E COMERCIO CAMARGO CORREIA LTDA.

Rodovia BR 364, km 110 - s/nº – Zona Rural – Gleba Capitão Silvio – Cidade de Porto Velho-RO

Amostra: Ar atmosférico em K-7 membrana de PVC, para fins de Higiene Ocupacional.

Funcionário avaliado: Risomar Freire

Função: Oficial de construção civil bivalente

Local da amostragem: Vertedouro

(VER - ANEXO-GHE-57)

RESULTADO DO LABORATÓRIO

Particulado respirável Sílica Livre Cristalina % Sílica Livre Cristalina

0,1 mg/m³ < 0,004 mg/m³ < 4,00 %

Memória de calculo conforme NR-15:

O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:

8
L.T. = ——————— mg/m3
% quartzo + 2

8
L.T. = ——————— mg/m3
4+2

L.T. = 1,3 mg/m3

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO. LTCAT. 2011

Iluminância

Com respeito à iluminância a Portaria MTb nº 3.435/90 revogou o Anexo 4 da Norma Regulamentadora nº 15, da
Portaria nº 3.214/78, passando a ser tratada como agente ergonômico, não interferindo na insalubridade.

Pelo ministério da Previdência e Assistência Social, à iluminância não está incluída no anexo IV do Decreto nº 3.048/99.

5. PARECER TÉCNICO INSALUBRIDADE

Agentes Físicos Ruído:

Conforme observado o ruído ultrapassa os limites de tolerância estabelecidos na NR 15, Anexo 1, da Portaria n.º
3.214/78, permanecendo acima dos 85 dB(A). Mesmo excedendo o limite de tolerância observa-se o uso continuo por
parte dos trabalhadores de EPI protetor auricular de inserção com CA.13027, que evidencia um nível de atenuação em
NRR sf = 16 dB(A).

NOTA 1

 NPSC = NPSA – NRRsf

 *Onde NPSC significa: nível de pressão sonora atenuado;